O HEMOSC E OS SEUS HERÓIS VOLUNTÁRIOS! O HEMOSC E OS SEUS HERÓIS VOLUNTÁRIOS!

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1 O HEMOSC E OS SEUS HERÓIS VOLUNTÁRIOS! 1

2 APRESENTAÇÃO DO HEMOSC Hemosc. O hemocentro de Santa Catarina O Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina - HEMOSC - é composto por uma unidade coordenadora, em Florianópolis, 6 unidades regionais (localizadas em Lages, Joaçaba, Chapecó, Criciúma, Joinville e Blumenau) e 3 unidades de coleta (em Tubarão, Jaraguá do Sul e Canoinhas), que constituem a Hemorrede Pública de Santa Catarina. O Hemosc, quando foi criado em 20 de julho de 1987, tinha por objetivo básico prestar atendimento hemoterápico de qualidade e dar assistência à capital catarinense nos casos de doenças hematológicas. Mais tarde, em fevereiro de 1989, através do Decreto Lei nº 3015, ampliou sua abrangência e responsabilidade, pois foi criado o Sistema Estadual de Hematologia e Hemoterapia, que visava promover a interiorização das ações relativas ao uso de sangue para fins terapêuticos, incentivar a doação voluntária, implantar medidas de proteção de doador e receptor, disciplinar a coleta e o controle de qualidade, as condições de estocagem e distribuição de hemoderivados, além de promover e disseminar conhecimento científico e tecnológico na área. Em 1994, foi instituída a Fahece - Fundação de Apoio ao Hemosc/ Cepon. Uma instituição privada, sem fins lucrativos, com a finalidade principal de apoiar e realizar a gestão dos recursos destinados ao Hemosc e ao Cepon (Centro de Pesquisas Oncológicas "Dr. Alfredo Daura Jorge"). Através de um convênio com a Secretaria de Estado da Saúde, estabeleceu-se a colaboração mútua no campo da assistência médica nas áreas do sangue e câncer, com o fim de oferecer serviços públicos eficientes e de qualidade pela mobilização de todos os meios materiais e não materiais necessários. Com a assinatura do Contrato de Gestão firmado com o Governo do Estado e a Fahece, em dezembro de 2007, estabeleceu-se o novo modelo de gestão descentralizada do serviço público de saúde em Santa Catarina, consolidando a parceria, para fomento e execução de assistência nas áreas de hematologia, hemoterapia e oncologia. Esse convênio criou alternativas e uma maior autonomia no gerenciamento de recursos financeiros, garantindo a agilidade e resolutividade de diversos problemas crônicos do Hemosc. O modelo também contemplou uma maior atualização tecnológica, tendo em vista as facilidades para importação de insumos e equipamentos, decorrentes da condição filantrópica da Fahece. Essa captação de recursos com instituições públicas e privadas para a execução dos mais diversos projetos na área do sangue vem se constituindo num dos elementos de destaque da gestão fundacional. 01 2

3 CENÁRIO DA DOAÇÃO DE SANGUE NO BRASIL O sangue sempre teve papel de destaque na história da humanidade, sendo que na antiguidade era considerado um fluido vital que, além da vida, conferia juventude. Entretanto, foram necessários muitos séculos para que pudesse assumir o importante papel terapêutico que tem na atualidade. Por isso, este relato inicia-se com uma breve retrospectiva histórica da hemoterapia, abordando os principais aspectos da legislação relativa ao sangue e destacando o papel das políticas de saúde no processo de doação desse tecido, com a finalidade de contextualizar a experiência de um projeto que materializa a política de captação de doadores. Aspectos históricos relacionados à hemoterapia Pode-se dizer que a história da hemoterapia transcorreu em duas fases: a empírica e a científica. Na fase empírica, ocupou um espaço entre o científico e o místico. Na Grécia antiga, era frequente a retirada do sangue ruim no tratamento das mais diversas doenças. É verdade que o conceito de transfusão de sangue não poderia ter surgido antes de 1616, quando Willian Harvey finalmente desvendou os segredos do sistema circulatório no corpo humano. A partir desse momento a hemoterapia começou a chamar a atenção dos estudiosos para a possibilidade da transfusão de sangue. Havia muito a se aprender. Só em 1884, foi finalmente suspenso o uso do leite como substituto do sangue em tranfusões. A fase científica começa a se desenvolver no início do século XX, embora ainda fossem realizadas muitas transfusões empíricas, sem a realização dos exames prévios de compatibilidade, diretamente do doador para o receptor, chamadas de doações braço a braço. Em 1901, Karl Landsteiner descobriu os grupos sanguíneos ABO e em 1907 foi realizada a primeira transfusão precedida de exame de compatibilidade entre esses grupos. Nos anos seguintes, foi descoberto o fator RH; surgiram as soluções anticoagulantes; novos grupos sanguíneos; foram inventadas as bolsas de sangue e a medicina transfusional foi reconhecida como especialidade médica. A partir da década de 40, para poder abastecer os bancos de sangue no Brasil, o Governo Federal adotou o sistema de recrutamento de doadores por remuneração, o que provocou grandes dificuldades num país de população pobre e com alto desemprego. Muitos recorriam às doações como fonte de renda, não apenas para a subsistência de suas famílias, mas também para comprar drogas e álcool. Para tanto, era preciso mentir e omitir suas reais condições de saúde e frequência de suas doações. Isso criou distorções no sistema. Os avanços das transfusões e cuidados com o sangue As duas grandes guerras mundiais, mais as guerras da Coreia e do Vietnã, sem dúvida impulsionaram muito o conhecimento sobre o sangue e as possibilidades de transfusão, mas a chegada da epidemia da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), descoberta em 1981, foi determinante para o desenvolvimento da medicina transfusional no século XX. Em 1983, foi publicado o primeiro caso com suspeita de transmissão do vírus da AIDS por transfusão de sangue. Milhares de pacientes, principalmente hemofílicos, foram infectados pelo HIV, o que gerou uma consciência social contra a remuneração na doação de sangue e um maior rigor em seu controle. A situação 02

4 CENÁRIO DA DOAÇÃO DE SANGUE NO BRASIL geral era o controle quase total por parte dos bancos particulares, a esmagadora maioria dos doadores remunerados, ausência de exames sorológicos para detecção de sífilis, hepatite, mal de Chagas, malária e AIDS. Após estudos, a Abrasco - Assoc. Brasileira de Saúde Coletiva, em 1986, concluiu que 15% dos casos de AIDS eram provenientes de transfusões (no Brasil, o teste só tornou-se obrigatório em 1987). Com base nesse estudo, o Ministério da Saúde determinou o fechamento das cinco empresas nacionais que fabricavam bolsas para acondicionar sangue, por absoluta falta de assepsia para produzir embalagens. Hoje, a produção de bolsas plásticas no Brasil ainda encontra- se abaixo da demanda real do mercado interno, gerando a necessidade de importação. Nº 1376/93 determinou normas técnicas para coleta, processamento e distribuição do sangue, e a Portaria Nº 121/95 expressou a necessidade de cumprir as etapas do controle de qualidade do sangue. Nesse sentido, diversos exames sorológicos foram introduzidos gradativamente na análise do sangue humano para doação. Quanto ao doador, a legislação preconizou outros aspectos, entre eles, que a doação de sangue deve ser voluntária, anônima, altruísta e não remunerada, direta ou indiretamente. Por anonimato de doação entende-se a garantia de que nem os receptores saibam de qual doador veio o sangue recebido, nem os doadores saibam o nome do paciente que foi transfundido com componentes obtidos a partir da doação, exceto em situações tecnicamente justificadas. A ausência de uma política adequada no setor levou muitas vidas e deixou sequelas consideráveis em tantas outras. A legislação em vigor e as normas para doação A Carta Magna foi o ápice da luta travada contra a má qualidade do sangue. A Constituição Federal de 1988 determinou a doação de sangue como um ato estritamente voluntário. Com a proibição da comercialização, os bancos de sangue precisaram seguir instruções normativas e se reestruturar. Cada estado brasileiro teve de abrir seu próprio hemocentro. Culminando com a criação da Rede Brasileira de Hemocentros, mais conhecida, atualmente, como a Hemorrede Brasileira. Somente em 1993 a legislação passou a ser mais rigorosa. A Portaria Hoje, o padrão de qualidade da média dos hemocentros brasileiros se assemelha aos de países europeus e Estados Unidos. Os hemocentros fornecem o plasma que é enviado ao exterior e volta 03

5 CENÁRIO DA DOAÇÃO DE SANGUE NO BRASIL ao Brasil na forma de medicamentos (albumina, imunoglobulina, fator VIII e IX). A rede pública oferece 11 diferentes tipos de hemoderivados para tratamento de hemofílicos, Aids, doenças crônicas, entre outros. Os gastos do Brasil com importação de hemoderivados fica na casa dos 330 milhões de dólares, mas seria necessário muito mais para atender às reais necessidades do setor. Mostra-se essencial o aproveitamento do plasma disponível, o que permitiria cobrir pelo menos uma parte das necessidades de hemoderivados, criando também melhores condições de barganha e recursos para outros suprimentos. Com a implantação da fábrica da Hemobras (iniciada em 2010 e previsão de entrega 2014), esse plasma brasileiro não precisará ser enviado para fora do país para voltar como hemoderivado. O Brasil terá a autonomia dessa produção e poderá fornecer medicamentos de qualidade aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A coleta de sangue no Brasil Os serviços de hemoterapia exclusivamente públicos são responsáveis por 65% da coleta de sangue no Brasil, seguidos dos serviços credenciados ao SUS, que respondem por 30%, e dos serviços exclusivamente privados, com 5%. Os dados mais atuais disponíveis no Ministério da Saúde, de outubro de 2013, se referem a 2011, quando foram realizados procedimentos. Sendo que, dessa produção, de coletas foram pelo SUS (e seus credenciados) e em serviços exclusivamente privados. Numa proporção de 95% para 5%. Dados do Ministério da Saúde indicam que apenas 1,8% dos brasileiros são doadores regulares de sangue em países desenvolvidos esse índice chega a 5%. Diferentemente de outros estados que possuem várias hemorredes aqui o Hemosc é responsável por 99,6% de todo o abastecimento de sangue do Estado de Santa Catarina Antes que possa ser usado em transfusões, o sangue coletado passa por exames para que seja verificado se está livre de doenças infectocontagiosas, como hepatites e HIV. Os resultados levam cerca de 24 horas. Depois de fracionado, cada parte tem um prazo de validade e uma armazenagem específica: plaquetas duram cinco dias, plasma pode ficar um ano armazenado (a -20ºC) e as hemácias podem ser usadas em até 45 dias. Os prazos curtos reforçam a importância de receber doações permanentes. Outro ponto a destacar é que há tipos de sangue mais raros, como os AB (apenas 4% da população) e B (em torno de 10%). Campanhas pontuais não conseguem dar conta de uma demanda forte em caso de emergência. Sangue não pode ser produzido artificialmente, ele precisa ser doado Como o sangue não pode ser produzido artificialmente, armazenado para sempre, nem pode ser comprado ou vendido, fica evidente a importância da participação da população, tanto no que se refere à garantia do atendimento das necessidades de sangue, quanto na garantia da qualidade do mesmo. Em suma, é direito de todo cidadão receber sangue livre de contaminação e é seu dever contribuir para o atendimento da demanda de sangue. 04

6 CENÁRIO DA DOAÇÃO DE SANGUE NO BRASIL A doação de sangue não é uma questão que se esgota no âmbito das políticas de governo, ela é também um exercício de cidadania. Dificuldades na doação As pessoas se sensibilizam com a necessidade de sangue, demonstrando disposicão para doar quando efetivamente chamadas. Entretanto, constata-se que apesar da necessidade evidente das instituicões, demonstrada através de inúmeras solicitacões pela imprensa, em que pese a diferença na incidência de doadores conforme as instituicões pesquisadas, não há a cultura de doar por parte da populacão. A população desconhece a gravidade das situações que exigem a transfusão de sangue. Essa mesma sociedade pensa que o problema é facilmente resolvido por parentes que necessitam de doação de sangue, pelas instituições militares ou pelos profissionais da área. A realidade, no entanto, é bem diferente. O doador está cada vez mais raro e o ato de doar é visto com desconfiança e apatia pela população. A doação de sangue é dificultada por inúmeras questões, entre as quais podemos citar: as precárias condições de vida e saúde da maioria de nossa população, o "medo da agulha", a falta de tempo, o imaginário coletivo sobre sangue - sempre ligado à dor e à morte - os tabus e crendices acerca da doação, a desinformação e, principalmente, a associação à contaminação - o que ganhou vulto com os tabus e crendices relacionadas à AIDS. Nesse cenário, ações de educação em saúde constituem-se numa prioridade fundamental. Somente através de processo educativo é que o Serviço Social poderá cumprir a sua missão de garantir o sangue com qualidade na quantidade adequada a sua demanda. Constata-se, assim, a necessidade de analisar o impacto que os meios de comunicação podem ter como construtores dessa realidade social. É necessário um trabalho educativo e de sensibilização para despertar a solidariedade das pessoas e o dever consciente enquanto papel de cidadania. Ministério da Saúde tem anunciado medidas para ampliar a doação de sangue, inclusive com uso de redes sociais. A meta é passar dos menos de 1,8% de doadores regulares para 3%. 05

7 O DESAFIO DO HEMOSC O principal desafio do Hemosc é o mesmo de todos os mantenedores de bancos de sangue do país: fazer com que a captação de doadores não fique atrelada às campanhas de doação, desencadeadas normalmente quando há baixa nos estoques ou quando algum familiar ou amigo passa por necessidade. Historicamente percebe-se que as campanhas pontuais conseguem efeitos imediatos relacionados com a presença na mídia. Tão logo diminui-se a intensidade da comunicação, caem as doações. É preciso buscar-se o chamado doador de repetição, que é aquele que doa pelo menos duas vezes no ano. Metas da Secretaria da Saúde O contrato de gestão assinado junto à Secretaria Estadual de Saúde exige que o Hemosc atinja metas trimestrais para que sejam repassados os recursos previstos pela pasta para a instituição. Dessas metas, 90% do valor repassado está relacionado com metas quantitativas (semestrais) e 10% com as metas qualitativas (trimestrais). Em 2012, o Hemosc havia atingido com muita dificuldade as metas através de campanhas de comunicação e outras ações. Mas as perspectivas para 2013 desenhavam um cenário de provável queda e de não atingimento de algumas dessas metas como já ocorrera em anos anteriores. Existe um alto índice de recusa na triagem clínica - em torno de 16% - (dados de 2011), ela avalia a história clínica e epidemiológica, o estado atual de saúde, os hábitos e comportamentos do candidato à doação e determina se ele está em condições de doar sangue sem que haja prejuízo à sua saúde e à do receptor. Essa avaliação ficou ainda mais restritiva com os novos critérios do Ministério da Saúde, dificultando ainda mais a manutenção dos doadores, já que a pessoa que se desloca para o hemocentro acaba se frustrando quando é barrado na triagem e não volta mais. Mesmo que o impedimento seja temporário isso faz com que aquela pessoa não queira mais doar. O Hemosc há bastante tempo já havia identificado que a grande maioria dos doadores doa para alguém com quem se relaciona (Doação de Reposição), menos da metade destes nunca doou sangue antes. Tanto que as doações de reposição representam até 80% do total no Brasil, sendo que de 20 a 25% não passam nos testes e são descartadas. Ao passo que, entre doadores espontâneos, apenas 8 a 10% têm o sangue rejeitado. O Hemosc já vem fazendo um trabalho exitoso no sentido da inversão desta proporção - aumentando o número de doadores espontâneos. Um processo que precisa ser mantido e ampliado. O Hemosc colocou para si a meta de elevar, este ano, o percentual de doadores que vinha crescendo ano a ano: 1,7% em 2009, 1,88% em 2010, chegando a 2,38% em 2011 (última atualização dos dados oficiais). Sendo que em 2011 a média brasileira estava em 1,9% da população (segundo o Caderno de Informações SANGUE E HEMODERIVADOS , do Ministério da Saúde). Tinha também como objetivo sustentar os bons índices de doações espontâneas que já vinha de anos anteriores, fruto de um longo processo de investimento nesse perfil de doador. 06

8 estratégias Campanhas de conscientização sobre a importância da doação de sangue têm sido largamente utilizadas como alternativas para muitos hemocentros e unidades hemoterápicas. A abordagem usada tem sido a comunicação para mudança de comportamento, procurando fixar uma agenda de forma a influenciar suas atitudes. O propósito é motivar condutas e impulsionar modificações comportamentais na sociedade, pois os processos de aprendizagem, de construção do ato de solidariedade e de altruísmo estão no subconsciente humano, paralelos à nossa relação com o mundo, com a história, seja pessoal ou social, com a sociedade e a política. O setor de captação, juntamente com a equipe de marketing do Hemosc, ao longo dos anos - e após inúmeras campanhas - formou a convicção de que campanhas apelativas, mais agressivas, com abordagens fortes não são as mais eficazes na captação. A solicitação para a agência de publicidade - que a cada ano prepara as campanhas de doação - era que as campanhas buscassem a valorização do doador: premiando-o com o reconhecimento público, mostrando a importância do ato, aumentando a sua autoestima, elogiando-o e recompensando-o psicologicamente, e também que houvesse uma afirmação do voluntariado para que as pessoas se conscientizem de que não podem doar apenas quando são chamadas a repor para algum familiar ou amigo. A campanha dos super-heróis A sugestão criativa da agência de publicidade (Sambba Propaganda) seguiu a solicitação do marketing e do Setor de Captação e propôs como approach criativo um tema de rara felicidade: ao raciocinar que o ato de doar sangue é um ato de salvar vidas e que cada pessoa tem esse dom, chegou-se à temática dos super-heróis. Uma analogia muito forte e apropriada. O primeiro super-herói das histórias em quadrinhos apareceu na revista Action Comics em 1938, o Super-Homem, de Jerry Siegel e Joe Shuster. Foi o primeiro a apresentar superpoderes, se tornando um modelo para todos os super-heróis dali em diante. É esse o arquétipo: justo, altruísta, luta pela liberdade e pela verdade. Mais importante que seus poderes é sua moral, afinal, poderes os supervilões também têm, o que faz um herói ser herói é a sua ética, comprometimento com a justiça, com o que é certo. Os super-heróis estão cada vez mais próximos das pessoas comuns. Nas histórias do Homem-Aranha, são constantes os momentos em que ele pensa em largar o uniforme e levar sua vida, o que seria muito mais cômodo para ele. Cada um cuida da sua própria vida, por que ele deveria cuidar da dos demais? Basta ignorar seus poderes, fingir que não os possui. Os heróis dão o exemplo a ser seguido. Se o herói é definido, entre outras características, por seu altruísmo, o vilão o será por seu egoísmo. A analogia do doador com o super-herói se estende em vários aspectos: 1. No voluntariado: Desde os primeiros heróis dos quadrinhos, o voluntariado esteve 07

9 estratégias presente. Todos se apresentam expontaneamente para fazer o bem. Atendendo a uma necessidade ética, íntima, interior e anterior de servir, de ajudar e de salvar vidas. 2. Na identidade secreta: Os doadores, por força de lei, têm de ter seu nome e sua identidade mantida no anonimato. Não podem ser identificados. A mítica da identidade secreta só se tornou um paradigma com o Super-Homem, que mesmo identificado como um agente voluntário das instituições, decide agir secretamente no combate ao crime, criando o alter-ego humano Clark Kent. 3. Aptidão física excepcional: O Super-Homem apresentava poderes além do normal, como capacidade de vôo, superforça, supervelocidade, superaudição, visão de raio-x, visão telescópica, visão de calor. Personagens como Batman, Homem de Ferro, Fantasma são classificados como super-heróis por apresentarem aptidões físicas e dedutivas muito acima do homem comum ou por utilizarem acessórios especiais. O doador, com seu grupo de sangue específico ou seu fator RH, também se singulariza pela condição física especial. 4. Integridade moral: O super-herói possui uma retidão de caráter e conduta moral que o impede de utilizar seus poderes para realizar ações proibidas pela sociedade ou de omitir socorro a quem precisa. As histórias em quadrinhos estão cada vez mais envolvidas no contexto histórico-social de sua época. Hoje sofrem de problemas comuns ao homem da vida real, tornando seus heróis mais humanos e mais sintonizados com o mundo. O sucesso desses personagens na sociedade da cultura de massa é uma projeção do ideal do homem moderno. Não à toa, o Brasil seja o segundo maior mercado de consumo de super-heróis do mundo. Assim, o mito do super-herói satisfaz às nostalgias secretas do homem moderno que, sabendo-se decaído e limitado, sonha revelar-se um dia um personagem excepcional, um herói. A estratégia da campanha foi invocar inúmeros arquétipos de heróis através da caracterização de dedos indicadores "vestidos" com uniformes estilizados dos clássicos uniformes de super-heróis, sempre acompanhados da frase/slogan: CADA VOLUNTÁRIO É UM HERÓI. DOE SANGUE. Peça conceito da campanha 08

10 estratégias Assim há uma reafimação do voluntariado que vem se somar à imagem básica da campanha que é sempre formada por um dedo indicador levantado representando a atitude do voluntário que se disponibiliza para uma tarefa apenas apontando o indicador para o alto, como a dizer "Presente!". VEJA O VÍDEO (CLICANDO AQUI) A campanha constitui-se de inúmeras peças: anúncios para jornal, revista, comercial de tv, outdoors, backbus, busdoor, wallpaper (protetores de tela), internet - com ações pelo facebook - banner e folheto impresso para distribuição. Estratégia de época A campanha teve duas fases de veiculação: em fevereiro e julho, meses em que tradicionalmente os bancos de sangue sofrem com a ausência de doadores e com os estoques em baixa. Anúncio Jornal Anúncio Revista Estratégias específicas para públicos específicos A campanha teve peças para tipos específicos de doadores ( marketing e facebook), convocações para doadores de determinado fator RH e grupos sanguíneos específicos, disparados conforme a necessidade de cada hemocentro, principalmente os de RH negativo. Comercial TV Outdoor marketing O Setor de Captação de Doadores é responsável por diversos programas e projetos visando conscientizar grupos específicos da população para a doação e sensibilizá-la quanto ao ato de doar. A captação de doadores tem papel fundamental na educação da 09

11 estratégias população para a doação de sangue. Assim surgiram projetos focados com a missão de conquistar a fidelização ou mesmo com o objetivo de socializar informações. Acreditamos que os resultados obtidos neste ano são fruto de um amadurecimento tanto da área de captação e marketing do Hemosc quanto da própria sociedade, que tem respondido com altruísmo e cidadania às campanhas propostas. Descrevemos a seguir algumas das ações já realizadas e outras que estão programadas. Empresa Solidária e as parcerias empresariais A conexão da sociedade com os esforços de captação de doadores do Hemosc é um fator importante como processo de envolvimento de todos. Participantes do Projeto Empresa Solidária Para possibilitar o aumento das doações e uma melhor integração entre o Hemosc e a comunidade, idealiziou-se o "Projeto Empresa Solidária" que prioriza a participação de empresas no processo de conscientização e educação para a doação de sangue. Em parceria com as empresas, suscitamos o despertar de seus colaboradores para o exercício da cidadania, motivando-o para a doação de sangue espontânea, habitual e responsável. A ideia é elegerem um dia ou um período no ano para desenvolverem atividades voltadas para a doação de sangue, tais como palestras, mutirões, encontros e gincanas. Com a concretização desse projeto, ressaltamos a importância do trabalho em parceria, visando a melhoria da qualidade do sangue a ser transfundido para a preservação da vida humana. Acreditamos na importância do papel da empresa como espaço de discussão de valores e princípios ligados à cidadania e à solidariedade humana. Projeto Escola e o estímulo aos jovens Foi com a intenção de contribuir para a transformação da cultura sobre a doação de sangue que foi criado o Projeto Escola do Hemosc, iniciado e posto em prática em 1996, por profissionais do Setor de Captação de Doadores do Hemosc de Florianópolis, como uma estratégia de política pública a fim de conquistar jovens doadores de sangue e, dessa forma, aumentar o número de doadores. Foi idealizado com o objetivo de sensibilizar de forma lúdica os jovens futuros doadores de sangue - e executado de acordo com as diretrizes que norteiam a Política Nacional do Sangue e Hemoderivados, Participantes do Projeto Escola com a máscara de super-herói 10

12 estratégias buscando atingir a meta do Ministério da Saúde de conquistar doadores de sangue e fidelizá-los. Adotando essa abordagem sociocultural e acreditando na importância do engajamento do ser no mundo, o Projeto Escola assumiu o compromisso de socializar os conhecimentos relativos à doação de sangue com a comunidade da qual faz parte, inicialmente na Grande Florianópolis e, posteriormente, em todo o estado. Porém o projeto não tem a intenção de que esses conhecimentos sejam captados, ao contrário, espera que sejam discutidos, amadurecidos e que, pela reflexão constante, as pessoas criem seus próprios conceitos, desmistificando tabus, mitos e o próprio folclore relacionado à doação de sangue. VEJA MATÉRIA (CLICANDO AQUI) A operacionalização do projeto se dá por meio de palestras sobre a doação de sangue, como atividade central, nas quais se levam aos alunos informações diversas que abrangem o tema. Desenvolvem-se desdobramentos pedagógicos como produções textuais, trabalhos artísticos, gincanas com o envolvimento da comunidade escolar, além de visitas de alunos ao Hemosc. Corrida de Rua do Hemosc Com o objetivo de reforçar os vínculos com a comunidade através de ações de relacionamento, em junho de 2013, em comemorção ao Dia Mundial do Doador de Sangue, foi realizada a 1ª edição da Corrida de Rua do Hemosc, com a participação de mais de 650 competidores em duas modalidade: caminhada (2,5 km) e corrida (5 e 10 km). Devido ao sucesso e repercussão, a atividade deverá ser reprisada todos os anos. Já está previsto um circuito de corridas em 2014, com 4 provas pelo estado. VEJA A MATÉRIA (CLICANDO AQUI) Participantes da 1ª Corrida de Rua do Hemosc Ações de relacionamento com os doadores O Hemosc também realiza o marketing de ativação através de um convite enviado após 3 meses da primeira doação convidando a voltar para uma nova doação. Do mesmo modo, são emitidos s marketing em datas especiais e comemorativas do calendário promocional (Dia dos Pais, Mães, Dia Internacional da Mulher, Dia do Meio Ambiente e outras). Durante a Semana do Doador de Sangue (semana do dia 25 de novembro), é realizada uma grande ação em todos os hemocentros. Nessa época, toda hemorrede é decorada, são oferecidos lanches especiais, atrações artísticas e são distribuídas camisetas e brindes. No período, o Hemosc desenvolve e veicula peças publicitárias que reforçam a importância do dia e do papel do doador de sangue na sociedade (sempre recebendo o apoio da mídia em chamadas, reportagens, coberturas, etc.). 11

13 estratégias Entre outras pequenas ações de relacionamento, citamos também o envio de cartões de felicitações no dia do aniversário dos doadores, que tem ótima repercussão. Sempre ao final do ano, o Hemosc envia a todos os doadores uma carta assinada pela diretora da Hemorrede, agradecendo a participação e mostrando os números do ano que passou: doações realizadas, transfusões, pessoas ajudadas/salvas, etc. As ações passaram a contribuir na relação mais próxima do Hemosc com os doadores e na manutenção de um espírito de grupo, muito favorável às doações. 12

14 RESULTADOS Há inúmeros modos de se avaliar o sucesso de uma ação de marketing. Uns mais objetivos, mais quantitativos, outros mais subjetivos e qualitativos. Sob todos os critérios a ação foi um sucesso. campanha na capa do DC, no topo da página ao lado da logotipia do jornal. Envolvimento editorial: reconhecimento e engajamento Criativo da Agência Sambba recebendo o prêmio ACAERT. Ads of the World - Campanha foi destacada no site. Chamada de capa - Diário Catarinense RBS TV O impacto da campanha teve uma projeção muito maior do que a esperada, com o forte engajamento dos veículos de comunicação, parcerias, participação/apoio do governo. Praticamente todas as emissoras e jornais do estado se envolveram, realizando matérias, chamadas, reportagens, pautando a sociedade e chamando à ação. Foram 25 matérias nos principais veículos do estado. Como destaque, temos o envolvimento do Jornal do Almoço e o tema da O comercial Hero Fingers - Cada voluntário é um herói, criado pela Sambba para o Hemosc, foi o grande vencedor do Prêmio ACAERT de rádio e televisão 2013, na categoria Comercial Promocional. Também foi destacada pela sua excelência criativa no site internacional Ads of the World que aponta campanhas e peças publicitárias inovadoras e diferenciadas. A Unimed SC, expontaneamante solidarizando-se com a campanha, veiculou em suas unidades cartazes e flyers e também enviou marketing para o seu mailling interno. A ACINAM - Associação das Indústrias de Água Mineral de 13

15 resultados Santa Catarina, passou a divulgar a campanha através dos rótulos das bombas de 20 litros de água mineral em mais de um milhão de galões, que estão sendo distribuídos em todo o estado de Santa Catarina. Essa fase da campanha teve grande destaque pela coletiva de imprensa com participação do Governador do Estado - Raimundo Colombo - que falou sobre o projeto. VEJA O VÍDEO (CLICANDO AQUI) Superando as metas do contrato de gestão O maior desafio que o Hemosc tinha ao iniciar a campanha deste ano era melhorar seus números no que se refere à coleta de sangue e na ampliação do número de doadores, em conformidade com as metas do contrato de gestão da Secretaria da Saúde, o que foi plenamente alcançado. Até setembro de 2013, todas as metas do contrato de gestão foram superadas (tanto qualitativas quanto quantitivas) nos 3 trimestres. O Hemosc precisava atingir coletas de sangue total e por aférese. Foram coletadas, até o final de setembro, bolsas. Atenção ao usuário As principais metas qualitativas preconizadas no contrato de gestão são: atingir 2% de participação dos usuários e resolução de 80% das queixas recebidas e o envio do relatório consolidado do serviço de satisfação do usuário. Entende-se por resolução o conjunto de ações geradas por uma queixa no sentido de solucioná-la e que possa ser encaminhada a seu autor como resposta ou esclarecimento ao problema apresentado. % de participação e queixas da Hemorrede - JAN a SET/2013 Roseli Sandri (Captação/HEMOSC), Raimundo Colombo (Governador de Santa Catarina), Alencar Decker (Diretor da Sambba) e Bianca C. Schmidt (Gerente Administrativa do HEMOSC) Nº de Atend. Nº de Partic. % de Partic. Nº Queixas Queixas Ident. Queixas Resolvidas % Queixas Resolvidas Doadores ,04% % Pacientes ,11% % O Hemosc cumpriu a meta no tocante à realização de Pesquisa de Satisfação de Usuários superando em 6,04% a meta de participação de doadores e em 2,11% a de participação de pacientes. As queixas representam apenas 0,2% dos atendimentos e 2,88% dos participantes da pesquisa, onde podemos demonstrar a satisfação dos usuários com os serviços prestados pelo Hemosc. 14

16 resultados Controle de qualidade dos Hemocomponentes Todas as metas para os Hemocomponentes foram superadas. Com relação à Hemoglobina em Concentrado de Hemácias, o Hemosc superou a meta, pois mais de 99,1% das bolsas analisadas apresentaram parâmetro maior que 45 gramas por bolsa. A Contagem de Plaquetas nos Concentrados de Plaquetas Randômicas no 3º trimestre atingiu as metas em 91,6%. Para os Concentrados de Plaquetas obtidos por Aférese - CPAF no 3º trimestre, as metas foram atingidas em 98,8%. Dentre as bolsas de Plasma Fresco Congelado, a meta foi superada em 7,2%. Doações de Repetição É aquele doador que realiza 2 ou mais doações em 12 meses. Superou a meta estabelecida, demonstrando a qualidade do serviço realizado e consequentemente, a fidelização do doador de sangue. META 1ºTrim. 2ºTrim. 3ºTrim. HEMORREDE 45% 49,83% 49,38% 49,39% A superação das metas qualitativas, garantiram o recebimento dos R$ ,00 mensais de repasse do SUS. E a superação das metas quantitativas, R$ ,00 mensais. Doações Espontâneas É a doação realizada por pessoas motivadas para manter o estoque de sangue do serviço de Hemoterapia. É decorrente de um ato de altruísmo sem ter o nome de um possível receptor. META 1º Trim. 2º Trim. 3º Trim. HEMORREDE 75% 82,69% 82,59% 82,1% Fonte: Relatório Hemosis Estatística por Hemocentro (RFIE 5420) O trabalho que vem sendo realizado pelo Hemosc junto a comunidade conseguiu inverter a proporção do número de doadores espontâneos e os de repetição em relação ao que era quando o Hemosc começou: um destaque em relação aos demais hemocentros do país. Evolução das Doações Espontâneas no Hemosc Fonte: Relatório Hemosis Estatística por Hemocentro (RFIE 5420) 43% das doações efetivadas no Hemosc são de jovens até 29 anos, diferenciando-se dos dados da pesquisa Perfil do Doador de Sangue Brasileiro, realizada pela ANVISA e pela Universidade do Estado do RJ, cujo resultado apresenta a idade dos não doadores entre 20 e 24 anos. Demonstrando um excelente resultado junto aos públicos mais jovens e confirmando a importância do trabalho, já de anos anteriores, realizado junto às escolas. 15

17 resultados Projeto Empresa Solidária - PES Em 2013, participaram 113 empresas em Florianópolis. Houve doadores aptos, significando 5,7% do total das doações em Florianópolis (24.337). Na hemorrede, 309 empresas participaram em Houve doadores aptos, significando 8,41% do total das doações efetivadas na hemorrede ( ). Projeto Escola - PE - em 2013 Alunos cadastrados em Florianópolis: Alunos cadastrados na hemorrede (sem Florianópolis):

18 VALIDAÇÃO Acreditamos que não apenas os números alcançados, não só o engajamento de empresas e veículos de comunicação, nem todo o envolvimento das escolas e autoridades públicas, nada disso fala tanto do alcance dessa campanha quanto à receptividade encontrada diariamente nos hemocentros de todo o estado. O Hemosc hoje tem o maior percentual de doadores do Brasil em relação a sua densidade populacional. É o hemocentro com o maior índice percentual de doadores de repetição. O Hemosc, através desse trabalho de conscientização e despertar de cidadania, está conseguindo uma importante mudança de comportamento social, numa onda de energia que contaminou a comunidade, num verdadeiro resgate do espírito de solidadariedade do catarinense. 17

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