IVY on the Web, IVY Properties editor

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IVY on the Web, IVY Properties editor"

Transcrição

1 IVY on the Web, IVY Properties editor Nuno Miguel Milhases da Silva Departamento de Informática Universidade do Minho - Braga Sumário Palavras-chave 1. Introdução Os modelos de estado finitos permitem a análise automática das suas propriedades (através de ferramentas de model checking). Embora estes modelos sejam bastante poderosos, é necessário expressar as propriedades a verificar numa lógica adequada, algo a que muitos utilizadores (engenheiros de software, desenhadores de sistemas entre outros) não estão acostumados. Isto faz com que adopção deste tipo de modelos para verificação seja difícil. Uma técnica conhecida para encapsular conhecimento numa forma mais simples de utilizar é a definição de padrões. Neste contexto um padrão é uma solução conhecida para um problema comum. Assim um padrão de propriedade faz a ponte entre as linguagens formais necessárias para descrever propriedades para verificação e o utilizador que pretende utilizar a ferramenta ou técnica de verificação. Os padrões de propriedade conseguem fazer essa ponte, uma vez que associam a cada tipo de propriedade que se queira verificar, descrita em linguagem natural, as fórmulas lógicas que devem ser utilizadas. O IVY Workbench é uma ferramenta que permite a análise de modelos de sistemas interactivos. É constituído por quatro plug-ins: um editor de modelos, um editor de propriedades, um tradutor e um visualizador/analisador de rastros para o verificador de modelos. O objectivo deste projecto consiste em portar o plug-in da edição de propriedades para a Web. Ao passar este plug-in para a Web pretendeu-se atingir vários objectivos: 1. Disponibilizar o editor, para todos os utilizadores, de uma forma global, através de acesso Web.

2 2. Tornar o editor independente da plataforma e browser usados. 3. Evitar fazer downloads e instalação de software, e assim eliminar problemas inerentes da instalação e utilização do software, nas diversas plataformas. 4. Eliminar as complicações referentes à gestão e distribuição de novas versões do software. 5. Facilitar a disponibilização de novos padrões. Este artigo encontra-se estruturado da seguinte forma: A secção 2 descreve o que são padrões de propriedade; A secção 3 descreve o editor de propriedades do IVY Workbench; A secção 4 analisa qual a tecnologia que melhor poderá portar o plug-in editor de propriedades para a Web; A secção 5 descreve como é que a tecnologia escolhida foi utilizada para implementar o editor; Finalmente na secção 6 apresentam-se conclusões e discute-se trabalho futuro. 2. Padrões de Propriedade Os padrões de propriedade são usados para descrever propriedades típicas dos comportamentos de modelos de estados finitos, fornecendo uma estrutura simples para descrever esses comportamentos e fornecendo expressões formais para os mesmos. As informações contidas nos padrões podem ser organizadas de diversas maneiras (Dwyer e-t al. [1998]), uma dessa maneira é a classificação através do seu comportamento (ver ilustração 1), que é a usada pelo IVY, conforme se poderá ver mais à frente na secção 5 (Implementação). Exemplo de padrão Absence [Dwyer e-t al.] Intent - To describe a portion of a system's execution that is free of certain events or states. Also known as Never. Description - P is false. Logic CTL

3 Scope Global - AG(!P) Before R - A[(!P AG(!R)) W R] After Q - AG(Q -> AG(!P)) Between Q and R - AG(Q &!R -> A[(!P AG(!R)) W R]) After Q until R - AG(Q &!R -> A[!P W R]) Logic LTL Scope Global - G(!P) Before R - F R -> (!P U R) After Q - G(Q -> G(!P)) Between Q and R - G((Q &!R & F R) -> (!P U R)) After Q until R - G(Q &!R -> (!P W R)) Example - The most common example is mutual exclusion. In a state-based model, the scope would be global and P would be a state formula that is true if more than one process is in its critical section. For an event-based model, the scope would be a segment of the execution in which some process is in its critical section (i.e., between an enter section event and a leave section event), and P would be the event that some other process enters its critical section. Um padrão descreve a estrutura acerca do comportamento de um sistema e fornece expressões desse comportamento para vários formalismos. Através do padrão exemplo, apresentado anteriormente, verifica-se que o padrão é constituído por um conjunto de secções. Descrevem-se de seguida o propósito de cada uma das secções: Intent Descreve qual a intenção do padrão, qual é o comportamento do sistema que vai descrever; Description Apresenta uma descrição em linguagem natural da propriedade que o padrão captura (neste caso a ideia que algum condição P é falsa em todos os possíveis comportamentos do modelo); Example Fornece um ou mais exemplos onde o padrão tem sido utilizado; Os padrões na sua generalidade são criados através da observação prática. Quando inúmeros utilizadores usam o mesmo tipo de

4 propriedades nas análises que faz, é criado um padrão, uma vez que é de interesse comum que esse padrão exista. Logic A propriedade associada a um padrão pode ser formulado usando diferentes lógicas, neste caso, são usadas duas lógicas, CTL (Computational Tree Logic) e LTL (Linear Temporal Logic). Em LTL o tempo é visto de forma linear, ou seja, uma fórmula LTL caracteriza um comportamento desejável e todos os comportamentos possíveis do sistema têm de obedecer à fórmula LTL para ser verdadeira. Em CTL o tempo é visto como numa estrutura tipo árvore, ou seja, uma fórmula CTL caracteriza propriedades dobre o comportamento do sistema, onde alguma propriedade pode-se aplicar a todos os comportamentos do sistema, ou apenas a alguns, algo que não é possível fazer em LTL. Scope Cada lógica têm um espaço de acção, que é uma extensão sobre o comportamento que se quer analisado. Para o exemplo são descritos 5 raios de acção: o Global Execução completa do modelo; o Before Execução do programa até um dado estado ou evento; o After Execução do programa depois de um dado estado ou evento; o Between Execução do programa entre dois estados/eventos; o After-Until Execução é feita da mesma maneira que em Between com a diferença que o programa continua a executar, mesmo que o segundo estado/evento não tenha ocorrido. Os padrões estão organizados hierarquicamente pelo tipo de comportamento que descrevem. Ilustração 1 - Diagrama de padrões através do comportamento [Dwyer e-t al.]

5 Através da análise do diagrama na ilustração 1, pode-se observar que os padrões (sugeridos por Dwyer e-t al.) estão divididos em dois grupos: Ocurrence e Order. Em Ocurrence os padrões são divididos pelo comportamento do sistema que adquirem durante a execução do sistema, enquanto em Order os padrões são divididos em relação à ordem que múltiplos comportamentos adquirem durante a execução do sistema. Para o IVY os padrões foram codificados usando XML, sendo que a descrição dos padrões em ficheiros externos permitem incluir no sistema diferentes colecções. Neste momento estão definidas três colecções: DWYER, SCAPS e IVY. 3. Editor de Propriedades No contexto do projecto IVY (POSC/EIA/56676/2004) foi desenvolvida uma ferramenta que permite a criação semi-automática de propriedades a partir de padrões. A versão existente foi desenvolvida em Java. (ver Ilustração 2). Usa ficheiros XML com a informação dos padrões. Estes ficheiros podem também ser carregados a partir de outras localizações, como pens USB (ver Ilustração 2 Item 1). Após carregar o conteúdo dos ficheiros XML, a informação é disposta no programa da seguinte maneira: Uma árvore contendo o nome de todos os padrões carregados para memória (ver Ilustração 2 Item 2); Área em que se pode seleccionar a lógica (Logic) e a área de execução do padrão (Scope) correspondente ao padrão seleccionado (ver Ilustração 2 Item 3); Informação acerca do padrão, exemplo, entre outros, usados no padrão (ver Ilustração 2 Item 4); Manipulação de certos parâmetros associados à fórmula de cada padrão (ver Ilustração 2 Item 5). O valor de cada parâmetro pode ser editado de forma manual ou automática (ver Ilustração 2 Item 3). Os parâmetros podem ser carregados a partir de ficheiros e gravados para ficheiro (ver Ilustração 2 Item 6); Podem ser enumerados os valores possíveis de uma variável a utilizar nas fórmulas, bastando para isso adicionar o valor INST ao parâmetro ou parâmetros que iram ficar com esses valores (ver Ilustração 2 Item 8).

6 Depois de inserido todos os valores nos respectivos parâmetros, o editor cria a fórmula lógica com os valores escolhidos pelo utilizador, para ser usada mais tarde (ver Ilustração 2 Item 7). Ilustração 2 - IVY Properties Editor - JAVA 4. Tecnologias Pretende-se com este projecto disponibilizar a ferramenta anteriormente descrita para a Web. Outro aspecto que se queria obter ao passar a ferramenta para a Web era de ser independente do browser usado. Como tal foi necessário estudar várias tecnologias Web que garantissem todos os propósitos descritos. No fim a escolha recaiu entre duas tecnologias: Google Web Toolkit e Microsoft Silverlight, que passarei a descrever um pouco sobre elas. Google Web Toolkit O Google Web Toolkit (GWT) é uma framework open source que permite usar a linguagem Java para desenvolver aplicações Web em AJAX, compilando o código Java para Javascript e HTML. O GWT é multi-plataforma e multi-browser e permite que código criado para um projecto possa ser reutilizado para outros projectos. Permite ver mudanças que se façam no código sem necessidade de o recompilar, utilizar o botão de Back do browser, ver os links contidos no

7 histórico do browser, facilmente passar de uma língua como o português para outra como por exemplo o inglês. Existem múltiplos ambientes de desenvolvimento que podem ser usados com o GWT, tal como o Eclipse, IntelliJ IDEA, entre outros. Silverlight O Silverlight é um plug-in multi-plataforma, multi-browser e multidispositivo da Microsoft baseado em.net para a distribuição de aplicações interactivas e multimédia na Web. Embora não seja totalmente open-source como o Google Web Toolkit, existe um esforço da Microsoft para o tornar mais aberto e flexível. Para os sistemas operativos baseados em Linux o plug-in usado não é o Silverlight mas o Moonlight e não usa o.net mas sim a framework MONO. O MONO surge com uma parceria entre a Microsoft e a Novell para permitir que as aplicações criadas em Silverlight corram em ambiente Linux. O Silverlight é multi-linguagem, suportando C#, Visual Basic, ASP.NET, ASP AJAX, XML, XAML, Javascript, LINQ (Language Integrated Query), entre outras linguagens. O Visual Studio 2008 e o Expression 2 são as ferramentas usadas para desenvolver aplicações Silverlight. Embora ambas as aplicações sejam pagas, existem versões Express que podem ser descarregadas da Microsoft, sem custos associados e sem perda de funcionalidades em relação às versões pagas. Para o Linux e Mac existe um plug-in open-source para o Eclipse. Com o Silverlight podem-se usar ferramentas que estão disponíveis na Windows Presentation Foundation (WPF), embora só uma pequena parte do WPF esteja disponível para o Silverlight, ela será alargada em futuras actualizações. Análise Como se pode constatar, ambas as tecnologias permitem desenvolver a aplicação Web com os propósitos anteriormente descritos. Mas apesar disso, a escolha recaiu sobre o Silverlight. A escolha ficou a dever-se ao facto que: O Silverlight permite que se criem aplicações Web com um aspecto gráfico muito bom, muito mais facilmente que o GWT. Está muito bem documentado, existindo uma grande comunidade que podem contribuir com ideias e soluções, inclusive existem pequenos vídeos que mostram como se fazem determinadas operações. Pode usar múltiplas linguagens no mesmo projecto, não estando desta maneira restrito a especificações de uma só linguagem. Com o LINQ, que é uma extensão do.net, é muito fácil manipular e tratar informação em ficheiros XML e não só.

8 Web. Havia um grande interesse em explorar as tecnologias.net para a 5. Implementação Após a escolha da tecnologia, o Silverlight, analisou-se a aplicação desenvolvida em Java para se proceder à sua transição para a Web. Para este projecto a linguagem principal escolhida foi o C#. Da aplicação desenvolvida em Java manteve-se muito da sua estrutura, Layout e modo de funcionamento. A nível de Layout, apesar de a aplicação Web ser muito parecida com a aplicação desenvolvida em Java (ver Ilustrações 2 e 3) existem algumas diferenças. Ilustração 3-IVY Properties Editor - Silverlight A disposição dos parâmetros na aplicação Silverlight (ver Ilustração 3 Item 4) é feita usando uma grelha com dois campos, sendo um campo o nome do parâmetro e o outro campo o valor que está associado a esse parâmetro, sendo que esse valor pode ser manipulado pelo utilizador (ver Ilustração 4 Item 4). A enumeração dos valores para um dado parâmetro é feito mais uma vez com recurso a uma grelha (ver Ilustração 3 Item 5), que neste caso só tem um único campo, o utilizador insere os valores que desejar usando o Datagrid Replay, o que permite que o utilizador ter n fórmulas com n valores.

9 Depois de se ter todos os valores inseridos, escolhe-se o(s) parâmetro(s) que iria(m) usar esses valor, para tal insere-se o valor chave value (sem as aspas, é case-sensitive) no lugar do campo Value (ver Ilustração 3 Item 4 e Ilustração 4 Item 4). Foi retirado da aplicação a Web a possibilidade de se fazer uma edição automática dos parâmetros (ver Ilustração 3 Item 2 e Ilustração 2 Item 3) sendo que a manipulação do valor dos parâmetros é feita de forma manual, uma vez que não se tem acesso ao modelo que vai ser verificado, mas sim aos padrões. Ao contrário da aplicação desenvolvida em Java o utilizador não pode carregar ficheiros XML contendo padrões, estes já se encontram disponíveis aquando do carregamento da aplicação. Não se pode carregar ficheiros contendo valores de parâmetros, (ver Ilustração 4 Item 6), mas pode fazer copy & paste aos resultados obtidos. Ilustração 4 - IVY Totalmente Preenchido O modo de funcionamento é em tudo idêntico à aplicação desenvolvida em Java, ou seja, usa um conjunto de ficheiros XML contendo os padrões e cria uma árvore com o nome dos padrões (ver Ilustração 3 Item 1 e Ilustração 4 Item 1). Ao seleccionar um dos muitos padrões da árvore, a informação é disposta pela aplicação Web (Ilustração 4 Itens 1, 2, 3 e 4).

10 Ilustração 5 - IVY Help Foi adicionado à aplicação Web uma secção de ajuda (ver Ilustração 3 Item 7) para ajudar o utilizador na utilização da ferramenta. Permite ficar a saber para que serve a ferramenta quais os padrões que usa entre outras informações que lhe puderam ser úteis (ver Ilustração 5). Ilustração 6 - IVY-About Também foi adicionado à aplicação Web informação acerca de quem desenvolveu a aplicação, qual a sua versão e em que data foi actualizado pela última vez (ver Ilustração 3 Item 7 e Ilustração 6).

11 6. Conclusões A World Wide Web (WWW) tem assumido cada vez mais um papel mais importante não só na troca de informação, mas também na criação de ferramentas que tradicionalmente apenas existiam nos desktops. Graças a tecnologias como o Silverlight, hoje é possível quebrar as barreiras que separam os diversos sistemas operativos e browsers usados e desta maneira fazer com que as ferramentas estejam disponíveis para um grupo mais alargado de utilizadores. Com o Silverlight, o editor de propriedades passou a ter essas vantagens. Pretende-se que em futuras revisões do editor, adicionar mais funcionalidades e ser cada vez mais fácil e simples de usar.

Novas Tecnologias Microsoft. http://formacao.rumos.pt/

Novas Tecnologias Microsoft. http://formacao.rumos.pt/ Novas Tecnologias Microsoft http://formacao.rumos.pt/ Rich Internet Applications (RIA) Carlos Lima carlos.lima@rumos.pt Agenda Objectivos da sessão O que é uma RIA O que é o Silverlight Software necessário

Leia mais

Introdução. à Linguagem JAVA. Prof. Dr. Jesus, Edison O. Instituto de Matemática e Computação. Laboratório de Visão Computacional

Introdução. à Linguagem JAVA. Prof. Dr. Jesus, Edison O. Instituto de Matemática e Computação. Laboratório de Visão Computacional Introdução à Linguagem JAVA Prof. Dr. Jesus, Edison O. Instituto de Matemática e Computação Laboratório de Visão Computacional Vantagens do Java Independência de plataforma; Sintaxe semelhante às linguagens

Leia mais

Google Web Toolkit* Clério Damasceno Soares, Daniel da Silva Filgueiras e Fábio Figueiredo da Silva

Google Web Toolkit* Clério Damasceno Soares, Daniel da Silva Filgueiras e Fábio Figueiredo da Silva Google Web Toolkit* Clério Damasceno Soares, Daniel da Silva Filgueiras e Fábio Figueiredo da Silva Universidade Federal de Juiz de Fora UFJF-MG Campo Universitário Bairro Marmelos Juiz de Fora MG Brasil

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE AULA 1

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE AULA 1 DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE AULA 1 CAMPUS SANTO ANDRÉ CELSO CANDIDO SEMESTRE 2014 1 Características da Plataforma.NET A plataforma.net Framework 4.0 (.NET 4.0) é uma plataforma de softwares que fornece

Leia mais

Fundament n os s da platafo f rm r a. NE N T André Menegassi

Fundament n os s da platafo f rm r a. NE N T André Menegassi Fundamentos da plataforma.net André Menegassi O que é o.net Framework?.NET é uma plataforma de software para desenvolvimento de aplicações que conecta informações, sistemas, pessoas e dispositivos através

Leia mais

Principais características

Principais características .Net Framework O que é.net? Proprietário da Microsoft Versão simplificada para Linux Versão compacta para dispositivos móveis Plataforma de desenvolvimento e execução Interface com usuário, conectividade

Leia mais

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes Microsoft.NET Lirisnei Gomes de Sousa lirisnei@hotmail.com Jair C Leite jair@dimap.ufrn.br Desenvolvimento Baseado em Componentes Resolução de problemas específicos, mas que podem ser re-utilizados em

Leia mais

1.2.4. Organizar a estrutura do site

1.2.4. Organizar a estrutura do site 1.2.4. Organizar a estrutura do site 1 Organizar a estrutura do site A organização da estrutura do site passa pela definição das ligações entre as páginas que o compõem Esta organização deve ser intuitiva

Leia mais

Guião de Introdução ao Eclipse IDE Índice

Guião de Introdução ao Eclipse IDE Índice Índice 1. Introdução... 2 1.1. O que é um ambiente de desenvolvimento (IDE)?... 2 1.2. Visão geral sobre o Eclipse IDE... 2 2. Iniciar o Eclipse... 3 2.1. Instalação... 3 2.2. Utilizar o Eclipse... 3 3.

Leia mais

Design Patterns na plataforma Java

Design Patterns na plataforma Java Design Patterns na plataforma Java Uma experiência no processo de migração para.net João Saraiva Instituto Superior Técnico / INESC-ID (Grupo de Sistemas de Informação) Sumário Apresentação de alguns padrões

Leia mais

Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop

Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop Apresentação da ferramenta Professor: Danilo Giacobo Página pessoal: www.danilogiacobo.eti.br E-mail: danilogiacobo@gmail.com 1 Introdução Visual

Leia mais

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT Estudo sobre a integração de ferramentas digitais no currí culo da disciplina de Educação Visual e Tecnoló gica Google Sketchup Manual e Guia de exploração do Google Sketchup para utilização em contexto

Leia mais

Web Services. Autor: Rômulo Rosa Furtado

Web Services. Autor: Rômulo Rosa Furtado Web Services Autor: Rômulo Rosa Furtado Sumário O que é um Web Service. Qual a finalidade de um Web Service. Como funciona o serviço. Motivação para o uso. Como construir um. Referências. Seção: O que

Leia mais

Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Ciência da Computação. alyssonfm@lcc.ufcg.edu.br

Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Ciência da Computação. alyssonfm@lcc.ufcg.edu.br Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Ciência da Computação alyssonfm@lcc.ufcg.edu.br Maio - 2010 Agenda GWT Vantagens Desvantagens Exemplificação de códigos GWT

Leia mais

PARTE I A Linguagem C#

PARTE I A Linguagem C# PARTE I A Linguagem C# Capítulo 1, C# 3.0 e o.net 3.5 Capítulo 2, Iniciando: Hello World Capítulo 3, Fundamentos da Linguagem C# Capítulo 4, Classes e Objetos Capítulo 5, Herança e Polimorfismo Capítulo

Leia mais

Silverlight. Abstract

Silverlight. Abstract Capítulo 1 Silverlight Arthur Rasera e Bianca Ortega Bertoni Abstract Silverlight is a plug-in (component that is added to the browser so that it gains new features) of Microsoft that allows you to create

Leia mais

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web João Alexandre Oliveira Ferreira Dissertação realizada sob a orientação do Professor Doutor Mário de Sousa do Departamento de Engenharia

Leia mais

A interface do Microsoft Visual Studio 2005

A interface do Microsoft Visual Studio 2005 Tarefa Orientada 1 A interface do Microsoft Visual Studio 2005 Objectivos: Introdução à framework.net Iniciar o Visual Studio 2005. Criar um novo projecto de Windows Forms em Visual Basic Introdução à

Leia mais

19/05/2009. Módulo 1

19/05/2009. Módulo 1 ASP.NET Módulo 1 Objetivo Mostrar os conceitos fundamentais da plataforma Microsoft.Net e suas ferramentas; Apresentar os conceitos fundamentais de aplicações web e seus elementos; Demonstrar de forma

Leia mais

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0 PLATAFORMA Versão 1.0 31 de Março de 2008 TABELA DE REVISÕES Versão Autores Descrição da Versão Aprovadores Data António Rocha Cristina Rodrigues André Ligeiro V0.1r Dinis Monteiro Versão inicial António

Leia mais

TEMA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -Tipos de SI e Recursos de Software parte2. AULA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFa. ROSA MOTTA

TEMA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -Tipos de SI e Recursos de Software parte2. AULA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFa. ROSA MOTTA TEMA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -Tipos de SI e Recursos de Software parte2 AULA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFa. ROSA MOTTA CONTEÚDO DA AULA Tipos de Software Serviços Web Tendências 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Leia mais

Informática para Gestão de Negócios Linguagem de Programação III. Prof. Me. Henrique Dezani dezani@fatecriopreto.edu.br. Agenda

Informática para Gestão de Negócios Linguagem de Programação III. Prof. Me. Henrique Dezani dezani@fatecriopreto.edu.br. Agenda Informática para Gestão de Negócios Linguagem de Programação III Prof. Me. Henrique Dezani dezani@fatecriopreto.edu.br Professor Apresentação Agenda Ementa, Objetivo, Conteúdo Programático, Bibliografia,

Leia mais

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Departamento de Ciências e Tecnologias de Informação DCTI Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI ANEXO 1 Instituição

Leia mais

Curso de Eng. Informática Linguagens de Programação. C Sharp University Data Processing. (C Sharp Universidade de Processamento de Dados) Docente:

Curso de Eng. Informática Linguagens de Programação. C Sharp University Data Processing. (C Sharp Universidade de Processamento de Dados) Docente: Trabalho elaborado por: Carlos Palma nº5608 Curso de Eng. Informática Linguagens de Programação C Sharp University Data Processing (C Sharp Universidade de Processamento de Dados) Docente: José Jasnau

Leia mais

OPORTUNIDADES CWI: Principais atividades: - Análise e desenvolvimento de sites Cross-plataform (IE/Firefox/Chrome/Safari).

OPORTUNIDADES CWI: Principais atividades: - Análise e desenvolvimento de sites Cross-plataform (IE/Firefox/Chrome/Safari). OPORTUNIDADES CWI: Analista - Experiência mínima de 2 anos com ASP.NET (C Sharp). - Experiência com atendimento a usuários na resolução de problemas com sistemas já existentes. - Experiência em desenvolvimento

Leia mais

Assinare consiste na oferta de soluções e serviços na área da identificação electrónica.!

Assinare consiste na oferta de soluções e serviços na área da identificação electrónica.! Assinare Apresentação Assinare consiste na oferta de soluções e serviços na área da identificação electrónica. De forma a responder ao ambiente altamente competitivo a que as empresas e organizações hoje

Leia mais

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação.

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação. GLOSSÁRIO Este glossário contém termos e siglas utilizados para Internet. Este material foi compilado de trabalhos publicados por Plewe (1998), Enzer (2000) e outros manuais e referências localizadas na

Leia mais

Tarefa Orientada 2 Visual Studio 2005 e Visual C#

Tarefa Orientada 2 Visual Studio 2005 e Visual C# Tarefa Orientada 2 Visual Studio 2005 e Visual C# Nesta tarefa é proposta a realização de um conjunto de actividades que têm como finalidade a familiarização com o programa e adquirir alguma destreza na

Leia mais

Protótipo de um sistema para licenciamento de aplicativos Microsoft.NET baseado em assinatura digital XML

Protótipo de um sistema para licenciamento de aplicativos Microsoft.NET baseado em assinatura digital XML Protótipo de um sistema para licenciamento de aplicativos Microsoft.NET baseado em assinatura digital XML Acadêmico: Leonardo Chagas D Ippolito Orientador: Prof. Marcel Hugo Blumenau, Dezembro de 2004

Leia mais

3 Serviços na Web (Web services)

3 Serviços na Web (Web services) 3 Serviços na Web (Web services) 3.1. Visão Geral Com base na definição do Word Wide Web Consortium (W3C), web services são aplicações autocontidas, que possuem interface baseadas em XML e que descrevem

Leia mais

estiglp-11/12-5946-csharp e Fsharp 1 Relatório Linguagens de programação 11/12 João Caixinha nº5946

estiglp-11/12-5946-csharp e Fsharp 1 Relatório Linguagens de programação 11/12 João Caixinha nº5946 estiglp-11/12-5946-csharp e Fsharp 1 Relatório Linguagens de programação 11/12 João Caixinha nº5946 1 estiglp-11/12-5946-csharp e Fsharp 2 Resumo - Este relatório relata as soluções encontradas para a

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2º Semestre, 2007/2008 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: Loja Virtual Fevereiro de 2008 Índice Índice...2 Índice de Figuras...3 1 Introdução...4

Leia mais

Aplicações de Escritório Electrónico

Aplicações de Escritório Electrónico Universidade de Aveiro Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda Curso de Especialização Tecnológica em Práticas Administrativas e Tradução Aplicações de Escritório Electrónico Microsoft Word Folha

Leia mais

manual instalação e configuração v13 1

manual instalação e configuração v13 1 manual instalação e configuração v13 1 Conteúdo Introdução... 3 Conteúdo do DVD:... 3 Instalação e configuração do ERP... 4 Instalação do ERP... 4 Configuração do ERP... 6 Como actualização de versão...

Leia mais

Introdução... 3 Requisitos funcionais... 4 Requisitos não funcionais... 6 Viabilidade técnica... 7

Introdução... 3 Requisitos funcionais... 4 Requisitos não funcionais... 6 Viabilidade técnica... 7 Índice Introdução... 3 Requisitos funcionais... 4 Requisitos não funcionais... 6 Viabilidade técnica... 7 1) HARDWARE... 7 Decisão... 10 2) LINGUAGENS E FRAMEWORKS... 11 Decisão... 14 3) SOFTWARE... 15

Leia mais

JSP trata-se de uma tecnologia que possibilita o desenvolvimento de páginas web dinâmicas utilizando todas as potencialidades do Java como linguagem

JSP trata-se de uma tecnologia que possibilita o desenvolvimento de páginas web dinâmicas utilizando todas as potencialidades do Java como linguagem 1 JSP trata-se de uma tecnologia que possibilita o desenvolvimento de páginas web dinâmicas utilizando todas as potencialidades do Java como linguagem orientada a objectos. Tal como em ASP e PHP, os ficheiros

Leia mais

II Semana TI. Curso ASP.NET AJAX. Raphael Zanon Rodrigues zanonr@gmail.com. UNIVEM - Prof. Elvis Fusco

II Semana TI. Curso ASP.NET AJAX. Raphael Zanon Rodrigues zanonr@gmail.com. UNIVEM - Prof. Elvis Fusco II Semana TI Curso ASP.NET AJAX Raphael Zanon Rodrigues zanonr@gmail.com UNIVEM - Prof. Elvis Fusco Apresentação O que é o AJAX? AJAX e o desenvolvedor AJAX para ASP.NET AJAX prático O que é AJAX? AJAX

Leia mais

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Departamento de Ciências e Tecnologias de Informação DCTI Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI ANEXO 1 Instituição

Leia mais

Palavras-chave: i3geo, gvsig, Mapserver, integração, plugin. Contato: edmar.moretti@terra.com.br ou edmar.moretti@gmail.com

Palavras-chave: i3geo, gvsig, Mapserver, integração, plugin. Contato: edmar.moretti@terra.com.br ou edmar.moretti@gmail.com III Jornada Latinoamericana e do Caribe do gvsig Artigo: Integração do software i3geo com o gvsig Autor: Edmar Moretti Resumo: O i3geo é um software para a criação de mapas interativos para internet qu

Leia mais

OPORTUNIDADES CWI: Analista de Sistemas Sênior

OPORTUNIDADES CWI: Analista de Sistemas Sênior OPORTUNIDADES CWI: Analista de Sistemas Sênior - Experiência em levantamento de requisitos. - Elaboração de especificação funcional. - Desejável conhecimento em logística e transporte. Analista de Testes

Leia mais

Implementação de Web Services em Projetos de LabVIEW

Implementação de Web Services em Projetos de LabVIEW 1 Implementação de Web Services em Projetos de LabVIEW Alisson Kokot Engenheiro de Vendas Osvaldo Santos Engenheiro de Sistemas 2 Aplicações Web surgem como soluções viáveis profissionalmente 3 Aplicações

Leia mais

World Wide Web e Aplicações

World Wide Web e Aplicações World Wide Web e Aplicações Módulo H O que é a WWW Permite a criação, manipulação e recuperação de informações Padrão de fato para navegação, publicação de informações e execução de transações na Internet

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final Instituto Politécnico de Setúbal Escola Superior de Tecnologia de Setúbal Departamento de Sistemas e Informática Projecto Final Computação na Internet Ano Lectivo 2002/2003 Portal de Jogos Executado por:

Leia mais

Ferramenta para conversão de interfaces gráficas desenvolvidas em Delphi para a biblioteca GTK+ Acadêmico: Josimar Zimermann

Ferramenta para conversão de interfaces gráficas desenvolvidas em Delphi para a biblioteca GTK+ Acadêmico: Josimar Zimermann Ferramenta para conversão de interfaces gráficas desenvolvidas em Delphi para a biblioteca GTK+ Acadêmico: Josimar Zimermann Orientadora: Joyce Martins Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação teórica

Leia mais

1. Introdução. 2. A área de trabalho

1. Introdução. 2. A área de trabalho Curso Criiar web siites com o Dreamweaver Parrttee II 1. Introdução O Macromedia DreamWeaver é um editor de HTML profissional para desenhar, codificar e desenvolver sites, páginas e aplicativos para a

Leia mais

Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile

Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile 393 Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile Lucas Zamim 1 Roberto Franciscatto 1 Evandro Preuss 1 1 Colégio Agrícola de Frederico Westphalen (CAFW) Universidade Federal de Santa Maria

Leia mais

Microsoft Office (Inclusive Word 2007)

Microsoft Office (Inclusive Word 2007) 10 Parte I: Conhecendo o ASP.NET e o Visual Web Developer Microsoft Office (Inclusive Word 2007) Quando Bill Gates percebeu que a Microsoft estava atrasada em termos de Internet, as palavras passaram a

Leia mais

Introdução ao Veridis Biometrics SDK VERIDIS

Introdução ao Veridis Biometrics SDK VERIDIS Introdução ao Veridis Biometrics SDK Versão do SDK: 5.0 2013 Veridis Biometrics VERIDIS BIOMETRICS Versão do Documento Versão Data Modificações 1 2 3 4 5 23/mar/2011 17/mai/2011 29/jul/2011 3/out/2011

Leia mais

Módulo 3936 ASP.NET. Financiado pelo FSE

Módulo 3936 ASP.NET. Financiado pelo FSE EISnt Centro de Formação Profissional, Engenharia Informática e Sistemas, Novas Tecnologias, Lda Avª D. João I, nº 380/384 Soutelo 4435-208 Rio Tinto Portal Internet : www.eisnt.com E-Mail : formação@eisnt.com

Leia mais

FERRAMENTAS NECESSÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO EM C#

FERRAMENTAS NECESSÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO EM C# FERRAMENTAS NECESSÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO EM C# Camila Sanches Navarro 1,2, Willian Magalhães 2 ¹Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil sanchesnavarro@gmail.com wmagalhaes@unipar.br

Leia mais

Paradigmas da Programação Netbeans 6.7.1 UML

Paradigmas da Programação Netbeans 6.7.1 UML Paradigmas da Programação Netbeans 6.7.1 UML Nelson Freire (ISEP DEI-PPROG 2010/11) 1/31 UML Tópicos Referências Instalação Netbeans 6.7.1 Instalação Plugin UML Criação Diagrama de Classes: Novo Projecto

Leia mais

Melhorias na IDE do Visual Studio 2010

Melhorias na IDE do Visual Studio 2010 Tecnologias Visual Studio 2010, ASP.NET 4, Silverlight 4, Entity Framework 4, WPF, Diagramas, Arquitetura, Cloud Computing Sumário Neste artigo vou mostrar as melhores justificativas para se adotar o Visual

Leia mais

Microsoft Office FrontPage 2003

Microsoft Office FrontPage 2003 Instituto Politécnico de Tomar Escola Superior de Gestão Área Interdepartamental de Tecnologias de Informação e Comunicação Microsoft Office FrontPage 2003 1 Microsoft Office FrontPage 2003 O Microsoft

Leia mais

Análise de Sistemas I: Programação em Nuvem. Luiz Filipe Licidonio. Faculdade de Tecnologia Pastor Dohms. Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Análise de Sistemas I: Programação em Nuvem. Luiz Filipe Licidonio. Faculdade de Tecnologia Pastor Dohms. Porto Alegre, Rio Grande do Sul 1 Análise de Sistemas I: Programação em Nuvem Luiz Filipe Licidonio Faculdade de Tecnologia Pastor Dohms Porto Alegre, Rio Grande do Sul luiz_np_poa@hotmail.com 2 Análise de Sistemas I: Programação em

Leia mais

SELENIUM 28/03/2011. Márcio Delamaro Harry Trinta

SELENIUM 28/03/2011. Márcio Delamaro Harry Trinta 1 SELENIUM 28/03/2011 Márcio Delamaro Harry Trinta O que é a Selenium? Selenium é uma ferramenta desenvolvida para a automação de testes em aplicações Web Suporta diversos browsers: Firefox Internet Explorer

Leia mais

UMA ABORDAGEM COMPARATIVA ENTRE AS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO JAVA E C#

UMA ABORDAGEM COMPARATIVA ENTRE AS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO JAVA E C# UMA ABORDAGEM COMPARATIVA ENTRE AS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO JAVA E C# Robson Bartelli¹, Wyllian Fressatti¹. ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil robson_lpbartelli@yahoo.com.br,wyllian@unipar.br

Leia mais

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT Estudo sobre a integração de ferramentas digitais no currículo da disciplina de Educação Visual e Tecnológica Prezi Manual e Guia de exploração do Prezi para utilização em contexto de Educação Visual e

Leia mais

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT Estudo sobre a integração de ferramentas digitais no currículo da disciplina de Educação Visual e Tecnológica Art Of Illusion Manual e Guia de exploração do Art Of Illusion para utilização em contexto

Leia mais

Aplicativo de referência em tecnologias Microsoft

Aplicativo de referência em tecnologias Microsoft Aplicativo de referência em tecnologias Microsoft André Luis Voltolini Sousa Prof. Everaldo Artur Grahl- Orientador Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação teórica Especificação Implementação Operacionalidade

Leia mais

OMT-G Design. Instalação por pacotes

OMT-G Design. Instalação por pacotes OMT-G Design A plataforma Eclipse OMT-G Design não é um software independente, é um plug-in que se utiliza dos mecanismos de extensão do Eclipse que por sua vez é um ambiente de desenvolvimento de software.

Leia mais

Open Graphics Library OpenGL

Open Graphics Library OpenGL Open Graphics Library OpenGL Filipe Gonçalves Barreto de Oliveira Castilho Nuno Alexandre Simões Aires da Costa Departamento de Engenharia Informática Universidade de Coimbra 3030 Coimbra, Portugal http://student.dei.uc.pt/~fgonc/opengl/

Leia mais

Sistema De Entrega Guia Do Usuário

Sistema De Entrega Guia Do Usuário Sistema De Entrega Guia Do Usuário LEONARDO DA VINCI - Transferência de inovação MEDILINGUA - Advancing vocational competences in foreign languages for paramedics MEDILINGUA - Promovendo competências profissionais

Leia mais

Nome N Série: Ferramentas

Nome N Série: Ferramentas Nome N Série: Ferramentas Competências: Identificar e utilizar técnicas de modelagem de dados; Habilidades: Utilizar ferramentas de apoio ao desenvolvimento de software; Bases Tecnológicas: Metodologias

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Docentes Universidade Atlântica 1 Introdução O conceito do Moodle (Modular Object Oriented Dynamic Learning Environment) foi criado em 2001 por Martin Dougiamas, o conceito

Leia mais

Uma nova luz na web com Microsoft Silverlight. Leonardo Sobral sobral@eng.com.br Consultor de Tecnologia

Uma nova luz na web com Microsoft Silverlight. Leonardo Sobral sobral@eng.com.br Consultor de Tecnologia Uma nova luz na web com Microsoft Silverlight Leonardo Sobral sobral@eng.com.br Consultor de Tecnologia Links Silverlight 4 runtime http://silverlight.net/getstarted/silverlight4/default.aspx Silverlight

Leia mais

Descrição de Arquitectura e Design. SyncMasters

Descrição de Arquitectura e Design. SyncMasters 1 Descrição de Arquitectura e Design SyncMasters ConfiKeeper Version 2.0, 16-11-2014 by SyncMasters: Carlos Paiva, 2009108909, cpaiva@student.dei.uc.pt Inês Parente, 2012152484, iparente@student.dei.uc.pt

Leia mais

Relatório de Análise de Requisitos

Relatório de Análise de Requisitos Relatório de Análise de Requisitos (15/03/02 Versão 1.0) Gestão de Beneficiários Eduardo Abreu ei98020@fe.up.pt Miguel David ei98019@fe.up.pt Nuno Ferreira ei98003@fe.up.pt Tiago Silva ei98015@fe.up.pt

Leia mais

Microsoft TechDays 2007 - Lisboa

Microsoft TechDays 2007 - Lisboa DEV016 Desenvolvimento de Web Sites Só com Ferramentas Gratuitas Hugo Silva hugos@evidensys.com Partner - EVIDENSYS Patrocinadores Agenda Open source vs. Grátis Camadas de Aplicações (LAMP vs. WISA) As

Leia mais

IDE_CIMAC O OSGeo na disponibilização de IG aos municípios do Alentejo Central. Teresa Batista, Cristina Carriço e Duarte Carreira CIMAC

IDE_CIMAC O OSGeo na disponibilização de IG aos municípios do Alentejo Central. Teresa Batista, Cristina Carriço e Duarte Carreira CIMAC IDE_CIMAC O OSGeo na disponibilização de IG aos municípios do Alentejo Central Teresa Batista, Cristina Carriço e Duarte Carreira CIMAC O projecto IDE CIMAC Enquadramento e objectivos Componentes da solução

Leia mais

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO DOMINE A 110% ACCESS 2010 A VISTA BACKSTAGE Assim que é activado o Access, é visualizado o ecrã principal de acesso na nova vista Backstage. Após aceder ao Access 2010, no canto superior esquerdo do Friso,

Leia mais

Fundamentos da Computação Móvel

Fundamentos da Computação Móvel Fundamentos da Computação Móvel (Plataformas Sistemas Operacionais e Desenvolvimento) Programação de Dispositivos Móveis Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus

Leia mais

COLIBRI Ambiente Colaborativo Multimédia MÓDULO MOODLE. Rui Ribeiro colibri@fccn.pt. FCCN - Dezembro 2010

COLIBRI Ambiente Colaborativo Multimédia MÓDULO MOODLE. Rui Ribeiro colibri@fccn.pt. FCCN - Dezembro 2010 COLIBRI Ambiente Colaborativo Multimédia MÓDULO MOODLE FCCN - Dezembro 2010 Rui Ribeiro colibri@fccn.pt Módulo COLIBRI Concebido por: José Coelho Universidade Aberta Apoiado por: Rui Ribeiro FCCN Vitor

Leia mais

Justificativa do uso da Linguagem XML no Projeto RIVED

Justificativa do uso da Linguagem XML no Projeto RIVED Justificativa do uso da Linguagem XML no Projeto RIVED Índice Introdução... 1 Sobre a linguagem XML... 2 O que é XML (extensible Markup Language)?... 2 Características da Linguagem...3 Sobre o seu uso...

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP Aprenda a criar Websites dinâmicos e interativos com PHP e bancos de dados Juliano Niederauer 19 Capítulo 1 O que é o PHP? O PHP é uma das linguagens mais utilizadas na Web.

Leia mais

Bases de Dados 2007/2008. Aula 1. Referências

Bases de Dados 2007/2008. Aula 1. Referências Bases de Dados 2007/2008 Aula 1 Sumário 1. SQL Server 2000: configuração do acesso ao servidor. 1.1. SQL Server Service Manager. 1.2. SQL Server Enterprise Manager. 1.3. SQL Query Analyzer. 2. A base de

Leia mais

Desenvolvimento de uma Aplicação WEB para monitorização de BD Oracle

Desenvolvimento de uma Aplicação WEB para monitorização de BD Oracle Desenvolvimento de uma Aplicação WEB para monitorização de BD Oracle Luís Filipe Borges Pinto Resumo: Este projecto consiste na implementação de uma aplicação WEB para monitorização

Leia mais

Módulo 3936 ASP.NET. Financiado pelo FSE

Módulo 3936 ASP.NET. Financiado pelo FSE 2 EISnt Centro de Formação Profissional, Engenharia Informática e Sistemas, Novas Tecnologias, Lda Avª D. João I, nº 380/384 Soutelo 4435-208 Rio Tinto Portal Internet : www.eisnt.com E-Mail : formação@eisnt.com

Leia mais

Fichas de Apoio/Trabalho

Fichas de Apoio/Trabalho 1 Hot Potatoes é um programa que contém um pacote de seis ferramentas ou programas de autor, desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro de Informática da Universidade de Victoria,

Leia mais

Construção Páginas de Internet

Construção Páginas de Internet Construção Páginas de Internet Definir um Site no Frontpage Objectivos da sessão: No final da sessão os formandos deverão ser capazes de: Saber o que são os metadados do Frontpage; Distinguir entre Sites

Leia mais

Esse update é 10: Novos applets e JavaFX

Esse update é 10: Novos applets e JavaFX Esse update é 10: Novos applets e JavaFX Jorge Diz Instrutor Globalcode Objetivos Objetivos: Mostrar o que vem por ai no desktop/ browsertop Ver se os applets agora vão pegar Onde está JavaFX? Agenda >Applets:

Leia mais

Alberto Manuel Simões, José João Almeida, and Xavier Gomez Guinovart

Alberto Manuel Simões, José João Almeida, and Xavier Gomez Guinovart Memórias de Tradução Distribuídas Alberto Manuel Simões, José João Almeida, and Xavier Gomez Guinovart Departamento de Informática, Universidade do Minho {albie@alfarrabio. jj@}di.uminho.pt Universidade

Leia mais

Introdução ao C# . Visão geral do.net Framework

Introdução ao C# . Visão geral do.net Framework Introdução ao C# Microsoft.NET (comumente conhecido por.net Framework - em inglês: dotnet) é uma iniciativa da empresa Microsoft, que visa uma plataforma única para desenvolvimento e execução de sistemas

Leia mais

Ajax não é dependente dos servidores Web, e como tal poderá ser usado com PHP, JSP, ASP e ASP.NET.

Ajax não é dependente dos servidores Web, e como tal poderá ser usado com PHP, JSP, ASP e ASP.NET. 1 2 Ajax não é dependente dos servidores Web, e como tal poderá ser usado com PHP, JSP, ASP e ASP.NET. 3 Por todo o documento subentende-se: todos os seus componentes já anteriormente carregados: imagens,

Leia mais

UNIVERSIDADE DE LISBOA Faculdade de Ciências Departamento de Informática

UNIVERSIDADE DE LISBOA Faculdade de Ciências Departamento de Informática UNIVERSIDADE DE LISBOA Faculdade de Ciências Departamento de Informática REFORMULAÇÃO DO SITE DE GESTÃO DE UTILIZADORES João Pedro Feio Areias Mestrado em Engenharia Informática 2007 2 UNIVERSIDADE DE

Leia mais

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA WEB E FLEX Setembro de 2010 à Janeiro de 2011

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA WEB E FLEX Setembro de 2010 à Janeiro de 2011 CURSO DESENVOLVEDOR JAVA WEB E FLEX Setembro de 2010 à Janeiro de 2011 O curso foi especialmente planejado para os profissionais que desejam trabalhar com desenvolvimento de sistemas seguindo o paradigma

Leia mais

Software Engineer (m/f) Lisboa

Software Engineer (m/f) Lisboa Software Engineer (m/f) Software house em forte expansão no mercado nacional e internacional procura profissional para a posição de Software Engineer. Alocado a projectos na área financeira o profissional

Leia mais

Comparando Java e C#

Comparando Java e C# Por: Lincon Alexandre Marques Jonathan T. Dos Santos Ricardo Fumio Tanimoto Abril, 2009 Comparando Java e C# Introdução Escolhemos como tema deste artigo um comparativo entre as linguagens Java e C#, duas

Leia mais

História e Evolução da Web. Aécio Costa

História e Evolução da Web. Aécio Costa Aécio Costa A História da Web O que estamos estudando? Período em anos que a tecnologia demorou para atingir 50 milhões de usuários 3 As dez tecnologias mais promissoras 4 A evolução da Web Web 1.0- Passado

Leia mais

YMT REQUISITOS FUNCIONAIS + REFLEXÃO VIABILIDADE TÉCNICA

YMT REQUISITOS FUNCIONAIS + REFLEXÃO VIABILIDADE TÉCNICA REQUISITOS FUNCIONAIS + REFLEXÃO VIABILIDADE TÉCNICA YMT DeCA NTC ANO3 PROJECTO NTC SEM2 RENATO COSTA RICARDO CARVALHO TIAGO FIGUEIREDO MARTIM SANTOS JOÃO ELVAS REQUISITOS FUNCIONAIS 1. Paradigma de interacção

Leia mais

Framework.NET, Microsoft Visual C# 2010 Express e Elementos da Linguagem C#

Framework.NET, Microsoft Visual C# 2010 Express e Elementos da Linguagem C# Linguagem de Programação 3 Framework.NET, Microsoft Visual C# 2010 Express e Elementos da Linguagem C# Prof. Mauro Lopes 1-31 35 Objetivos Nesta aula iremos apresentar a tecnologia.net, o ambiente de desenvolvimento

Leia mais

PCCRBE 1 - Manual de procedimentos técnicos para a criação de catálogos colectivos

PCCRBE 1 - Manual de procedimentos técnicos para a criação de catálogos colectivos PCCRBE 1 - Manual de procedimentos técnicos para a criação de catálogos colectivos 1. Introdução O objectivo deste documento é a criação de um memorando que sirva de apoio à instalação e manutenção do

Leia mais

... Calendarização: 2 blocos de 90 m Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação

... Calendarização: 2 blocos de 90 m Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E INFORMÁTICA DISCIPLINA: TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PLANIFICAÇÃO DE 7º ANO... 1º Período Domínio INFORMAÇÃO I7 A Informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias

Leia mais

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO INTRODUÇÃO AO MACROMEDIA DREAMWEAVER MX 2004 O Macromedia Dreamweaver MX 2004 é um software que permite a criação de páginas de Internet profissionais, estáticas

Leia mais

Programa de Monitorização da Lagoa de Óbidos e do Emissário Submarino da Foz do Arelho

Programa de Monitorização da Lagoa de Óbidos e do Emissário Submarino da Foz do Arelho Programa de Monitorização da Lagoa de Óbidos e do Emissário Submarino da Foz do Arelho Sistema de Informação Geográfica (SIG) para a Lagoa de Óbidos e Emissário Submarino da Foz do Arelho INDÍCE 1. SISTEMA

Leia mais

Anexo I - DAS (Documento de Arquitetura de Software) Concurso de Desenvolvimento de Jogos SEBRAE

Anexo I - DAS (Documento de Arquitetura de Software) Concurso de Desenvolvimento de Jogos SEBRAE Anexo I - DAS (Documento de Arquitetura de Software) Concurso de Desenvolvimento de Jogos SEBRAE 1 Sumário Sumário... 2 1 INTRODUÇÃO... 3 1.1 Propósito... 3 1.2 Escopo... 3 1.3 Referências... 3 2 DIRETRIZES...

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. GINESTAL MACHADO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. GINESTAL MACHADO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. GINESTAL MACHADO 3º Ciclo do Ensino Básico Planificação Ano letivo: 2013/2014 Disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação Ano:7º Conteúdos Objectivos Estratégias/Actividades

Leia mais

Os dados no MySQL são armazenado em tabelas. Uma tabela é uma colecção de informação relacionada e consiste em colunas e linhas.

Os dados no MySQL são armazenado em tabelas. Uma tabela é uma colecção de informação relacionada e consiste em colunas e linhas. MySQL 101 Recapitulando Os dados no MySQL são armazenado em tabelas. Uma tabela é uma colecção de informação relacionada e consiste em colunas e linhas. As bases de dados são úteis quando necessitamos

Leia mais