UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CI^ENCIAS DA ADMINISTRAÇÃO E SÓCIO-ECONOMICAS ESAG CURSO DE CI^ENCIAS ECON ^OMICAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CI^ENCIAS DA ADMINISTRAÇÃO E SÓCIO-ECONOMICAS ESAG CURSO DE CI^ENCIAS ECON ^OMICAS"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CI^ENCIAS DA ADMINISTRAÇÃO E SÓCIO-ECONOMICAS ESAG CURSO DE CI^ENCIAS ECON ^OMICAS GUILHERME AUGUSTO SCHÜTZ ALOCAÇÕES ESTÁVEIS E A PRÁTICA DO MARKET DESIGN: APLICAÇÕES E PRÁTICAS FLORIANÓPOLIS - BRASIL 2013

2 GUILHERME AUGUSTO SCHÜTZ ALOCAÇÕES ESTÁVEIS E A PRÁTICA DO MARKET DESIGN: APLICAÇÕES E PRÁTICAS Trabalho de Conclusão apresentado ao curso de Ci^encias Econ^omicas do Centro de Ci^encias da Administração e Socioecon^omicas, da Universidade do Estado de Santa Catarina, como requisito parcial para a obtenção do grau de bacharel em Ci^encias Econ^omicas. Orientador: Prof. Marcelo de Carvalho Griebeler, Msc. FLORIANÓPOLIS - BRASIL 2013

3 GUILHERME AUGUSTO SCHÜTZ ALOCAÇÕES ESTÁVEIS E A PRÁTICA DO MARKET DESIGN: APLICAÇÕES E PRÁTICAS Trabalho de Conclusão apresentado ao curso de Ci^encias Econ^omicas do Centro de Ci^encias da Administração e Socioecon^omicas, da Universidade do Estado de Santa Catarina, como requisito parcial para a obtenção do grau de bacharel em Ci^encias Econ^omicas. Banca Examinadora Orientador: Prof. Marcelo de Carvalho Griebeler, Msc. Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC Membro: Profa. Patricia Bonini, Dra. Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC Membro: Prof. Marco Ant^onio Seifriz, Dr. Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC Florianópolis, 28 de junho, de 2013.

4 AGRADECIMENTOS Agradeço a todos que participaram desta caminhada me auxiliando a conquistar sonhos e tornar possível esta graduação. Aos professores da UDESC, excepcionalmente do departamento de ci^encias econ^omicas, pelo conhecimento passado. Ao orientador de pesquisa Daniel Augusto de Souza por me oferecer esta oportunidade única e incentivar a prática da pesquisa acad^emica, aos demais professores integrantes, Fernando Pozzobon e Adriano de Amarante pelo conhecimento e experi^encias perpassados. A Patricia Bonini e Nelson da Silva como exemplos de professores. A UFSC e a CAPES pelo acesso à todas as obras e conhecimento necessários para a realização deste trabalho. Agradeço ao professor orientador Marcelo Griebeler pela paci^encia, colaboração e conhecimentos repassados durante a condução desta pesquisa, além de ser um exemplo de atuação na acad^emia. Ao professor de matemática Carlos Cezar Cabral por despertar a paixão pela matemática e pelo xadrez, aos professores de matemática Eduardo Jara e Marcelo Ribeiro por aceitarem e me auxiliarem nos desafios propostos. Aos meus amigos que sempre apoiaram e brindaram juntos nos melhores e piores momentos. Especialmente à Renata Tonial pela perseverança, dedicação, e carinho nestes mais de 3 anos de companheirismo. A toda minha família, meus avós, meu pai Max, e minha mãe Lourdes, por acreditarem e me fornecerem tudo o que eu mais precisava.

5 A good player is always lucky. Capablanca

6 RESUMO Devido ao seu rigor matemático e metodológico, a teoria de jogos associada ao market design ainda apresenta um número reduzido de trabalhos e aplicações, por isso esta monografia tem por objetivo realizar uma revisão da literatura acerca da teoria das alocações estáveis e da prática do market design, apresentando suas contribuições à restrição das falhas de mercado. Dado que as alocações estáveis tem seu fundamento na teoria dos jogos, sobretudo em jogos cooperativos, são apresentados os principais efeitos desta teoria na aplicação em diferentes tipos de mercados. Por fim, destacam-se como decorr^encia mais significativa uma nova ferramenta de engenharia microecon^omica, voltada para desenhar e redesenhar mecanismos mais eficientes na solução e impedimento das falhas de mercado. Palavras-chaves: Desenho de mercado. Alocações estáveis. Teoria dos jogos.

7 ABSTRACT Due to the mathematical and methodological rigour, the theory of games associated with the market design still has a small number of works and applications, so this monograph aims to review the literature about the theory of stable allocations and practice of market design, presenting their contributions to the restriction of market failures. Since the stable allocations is grounded in game theory, especially in cooperative games, this work will present the main effects of this theory in application in different types of markets. Finally, stand out as the most significant result a new engineering microeconomic tool toward design and redesign more efficient mechanisms in solution and preventing market failures. Key-words: Market design. Stable allocations. Game Theory.

8 SUMÁRIO 1 Introdução Teoria dos Jogos, Jogos de Dois Lados e Jogos Cooperativos Jogos estáticos, jogos din^amicos e ótimo de Pareto Jogos cooperativos O Núcleo O núcleo em jogos com transfer^encia de utilidade (TU) O núcleo em jogos sem transfer^encia de utilidade (NTU) Market Design Alocação de Candidatos às Instituições O critério de atribuição O problema de casamentos O caso de médicos residentes nos EUA Mecanismos de alocação de casas e o TTC: Top Trading Cycles Transplante de rins A prática do Market Design Mecanismo de Admissão Reformulado e o Mercado da ANPEC O Modelo de Admissão às Instituições Reformulado O mercado da ANPEC no Brasil Conclusão e Considerações Finais Refer^encias

9 8 1 INTRODUÇÃO O mercado representa um fator imprescindível para o desenvolvimento econ^omico de uma sociedade, e é formado por dois tipos de agentes, os interessados em oferecer um determinado bem ou serviço (oferta) e outros interessados em consumi-los (demanda). Para o bom funcionamento da economia é imprescindível que os mercados apresentem estabilidade e equilíbrio ao longo do tempo. Entretanto, muitos mercados não se comportam como o ideal, ou poderiam comportar-se de forma mais estável e eficiente. Desta forma, apresentaremos neste trabalho diversas falhas de mercado que podem ser encontradas na prática e apontaremos as soluções propostas pela literatura para corrigir, evitar e impedir o aparecimento e o crescimento dessas falhas. Entre as possíveis falhas, o presente trabalho aborda falhas de mercados causadas pela instabilidade gerada por associações ineficientes entre seus agentes - como, por exemplo, na alocação de funcionários em empresas ou de candidatos em universidades. Nos casos abordados esta inefici^encia poderia ser evitada pelo próprio mercado, através de mecanismos estabilizadores, proporcionando assim uma alocação mais eficiente nas negociações finais. Neste contexto, objetiva-se aqui realizar uma revisão da literatura, a cerca das alocações estáveis e do market design, identificando as características de cada mercado e suas falhas. Também se pretende descrever a formação de alocações a fim de inferir possíveis saídas que minimizem a instabilidade e apresentar os principais mecanismos desenvolvidos para tornar, quando possível, as alocações finais eficientes no sentido de Pareto. Com a intenção de facilitar o entendimento e apreensão do assunto se fará uso de exemplos e resoluções ao final da explanação dos mecanismos, quando convier. A busca por pontos representativos no arcabouço teórico de teoria dos jogos embasa a revisão bibliográfica em si e permite fundamentar as análises de forma qualitativa. A relev^ancia desta monografia orbita na construção de uma síntese das produções científicas a cerca do tema, compilando os principais resultados e proposições. O trabalho está dividido na seguinte estrutura, primeiramente no capítulo 2 apresentase a inserção da teoria utilizada dentro da teoria dos jogos, principal método utilizado para resolver estas falhas. No capítulo 3 encontram-se os problemas identificados na literatura, abrangendo o College Admission Problem (problema de admissão aos colégios), o problema de casamentos, o caso dos médicos residentes, alocações de casas a inquilinos e o mercado de transplante de rins. Para todas estas situações tem-se um objetivo em comum: atribuir elementos de um conjunto (sejam candidatos, órgãos, mulheres) a elementos de outro conjunto (instituições, pacientes, homens) da melhor forma possível. Para tanto, apresenta-se a teoria das alocações estáveis, a fim de gerar o melhor possível para os mercados. Também se descreve a prática do market design que torna estas alocações possíveis, incentivando

10 Capítulo 1. Introdução 9 agentes a participar do mercado, além de regular a din^amica, impedindo que novas falhas surjam. No capítulo 4 apresenta-se o mercado de admissão às instituições reformulado e aplicações deste mecanismo no mercado brasileiro de pós-graduação em economia.

11 10 2 TEORIA DOS JOGOS, JOGOS DE DOIS LADOS E JOGOS COOPE- RATIVOS O tema abordado no presente trabalho encontra-se na fronteira do desenvolvimento da ci^encia econ^omica e pouco difundido no meio acad^emico, tanto pelo alto rigor matemático quanto metodológico. Todavia, dado o crescente desenvolvimento dos trabalhos realizados sobre o assunto, é propícia a contextualização do tema e explanação de algumas importantes definições que auxiliem no entendimento do assunto. As bases para o uso da teoria dos jogos na economia foram apresentados em um estudo realizado por Neumann e Morgenstern (1944), intitulado Theory of Games and Economic Behavior. Com o passar dos anos, a teoria dos jogos tornou-se uma ferramenta dominante para a análise de questões econ^omicas. Em particular, a teoria dos jogos nãocooperativos, ou seja, o ramo da teoria dos jogos que exclui acordos vinculativos entre os agentes, teve grande impacto na pesquisa econ^omica. O aspecto principal desta teoria é o conceito de equilíbrio, o qual é usado para fazer previsões sobre o resultado da interação estratégica. John F. Nash, Reinhard Selten e John C. Harsanyi são tr^es pesquisadores que fizeram contribuições eminentes para este tipo de análise de equilíbrio, laureados com o Pr^emio Nobel em economia de Um dos grandes avanços, muitas vezes não destacado, da teoria dos jogos foi na implementação de métodos de indução matemática e matemática discreta nas conjeturas realizadas. Estes métodos diferenciam-se da matemática clássica pela não necessária abordagem de argumentos contínuos (derivações, integrais) e formalizados. A matemática discreta visa utilizar da lógica pura, muitas vezes, e argumentos complexos de serem formalizados, 1 tal como elucidam Gale e Shapley (1962, p. 15) sobre os teoremas apresentados em seu artigo acerca do mecanismo de admissão às instituições: Most mathematicians at one time or another have probably found themselves in the position of trying to refute the notion that they are people with a head for figures, or that they know a lot of formulas. At such times it may be convenient to have an illustration at hand to show that mathematics need not be concerned with figures, either numerical or geometrical. (...) the argument is carried out not in mathemathical symbols but in ordinary english; there are no obscure or technical terms. A teoria dos jogos usa como critério de subdivisão as diferentes formas que seus agentes interagem, e estas apresentam uma série de diverg^encias quanto a suas deduções. Os agentes podem agir de forma competitiva, onde não há vínculos entre os mesmos, 1 Por formalização entende-se aqui pela utilização de fórmulas e axiomas da matemática, mas não da interpretação de gráficos e propriedades de conjuntos e seus algebrismos. Mais informações em Rosen (2007) e Owen (1999).

12 Capítulo 2. Teoria dos Jogos, Jogos de Dois Lados e Jogos Cooperativos 11 ou melhor, os agentes não cooperam entre si, chamados de jogos não cooperativos. 2 Os jogos podem diferenciar-se também pela quantidade de jogadores envolvidos em dado jogo. Jogos onde há apenas um jogador, um quebra-cabeça ou a solitária por exemplo, a decisão é simples e está embasada na chamada teoria da decisão. Outros envolvem uma série de jogadores e podem até chegar a infinitos jogadores (como em casos macroecon^omicos), ou como por exemplo em Aumann e Shapley (1971), onde um jogador tem influ^encia infinita nos resultados. O presente trabalho se limitará a conjuntos finitos de participantes e resultados. 2.1 JOGOS ESTÁTICOS, JOGOS DIN^AMICOS E ÓTIMO DE PARETO Os jogos podem ser estáticos ou din^amicos. Um jogo estático é aquele em que uma única decisão é tomada por cada jogador, e cada jogador não tem conhecimento da decisão tomada pelos outros jogadores antes de tomar sua própria decisão. Às vezes, esses jogos são conhecidos como jogos de decisões simult^aneas, pois qualquer ordem em que as decisões são tomadas é irrelevante. O Dilema dos Prisioneiros é, provavelmente, o exemplo mais famoso de um problema de decisão interativa (NISAN et al., 2007). Jogos din^amicos são aqueles em que as decisões tomadas pelos jogadores podem ocorrer em tempos distintos, sendo que algum jogador pode tomar uma decisão antecipadamente, e até mesmo estas decisões adiantadas podem tornar-se públicas, ou seja, sob conhecimento de outros jogadores. Neste tipo de jogo não há um agendamento das decisões dos jogadores (WEBB, 2007). Os jogos din^amicos podem ser representados por uma árvore de jogo, a chamada forma extensiva, o que é geralmente uma extensão da árvore da decisão para jogos de um jogador. Em cada período que as decisões são tomadas forma-se um nó na árvore, abrindo ou não para novas decisões. Ao final de cada caminho da árvore apresenta-se uma combinação de payoffs (recompensa) dos jogadores envolvidos por terem seguido aquelas decisões. É comum na teoria dos jogos a busca por um resultado mais eficiente em dado jogo, para tanto, utiliza-se a definição de eficiente no sentido de Pareto ou ótimo de Pareto. Convém para tal definir o conceito de Pareto dominado, que é dado por Bierman e Fernandez (2011) como a exist^encia de um resultado X e de outro X, tal que: todo jogador prefere estritamente X a X ou é indiferente entre X e X, e pelo menos um jogador prefere X a X. Ou seja, existe uma opção melhor para o equilíbrio do jogo, no entanto hipóteses do modelo como (concorr^encia perfeita, expectativas racionais, etc) 2 Jogos não cooperativos podem apresentar opções em que caso haja uma cooperação entre as partes, onde todas sairiam melhor, tal possibilidade é um resultado raro, aparecendo apenas para jogos com repetições infinitas, considerando-se também o risco envolvido, pois neste tipo de jogo ambas as partes tem qualquer incentivo a descumprir o acordo.

13 Capítulo 2. Teoria dos Jogos, Jogos de Dois Lados e Jogos Cooperativos 12 acabam fazendo com que esse ótimo se torne, na verdade, um Pareto dominado. Segundo Varian (2006), todo resultado que não for dominado de Pareto é um ótimo de Pareto, e este último é considerado quando a alocação final não permite nenhuma forma de melhorar a situação de um jogador sem piorar a de outro. 2.2 JOGOS COOPERATIVOS Roth e Sotomayor (1992) consideram a diferença entre jogos cooperativos e não cooperativos apenas artificial, pois as ferramentas dos dois ramos da teoria podem ser utilizadas para explicar os mesmos fen^omenos. Entretanto, os jogos cooperativos apresentam diferentes propriedades, diferenciando sobretudo na questão em que o ótimo para os jogadores será alcançado pela coalizão entre os mesmos para conseguir maiores payoffs possíveis. Segundo Peleg e Sudhölter (2007), a forma de coalizão ocorre tanto em jogos com transfer^encia de utilidade (jogos TU), como em jogos com não transfer^encia de utilidade (jogos NTU). 3 Se a medida de utilidade dos jogadores retornar nas mesmas unidades e não existir um meio de troca de utilidade, tais como pagamentos laterais, podemos dizer que o jogo tem utilidade transferível, caso contrário é um jogo com utilidade não transferível. Um jogo coalizional ou um jogo estratégico é cooperativo se os jogadores podem fazer acordos vinculativos sobre a distribuição dos payoffs ou sobre a escolha de estratégias, mesmo que estes acordos não sejam especificados ou implícitos nas regras do jogo. Acordos vinculativos são predominantes na economia. Na verdade, quase todas as transações vendedor/comprador de um estágio é vinculada. Além disso, a maioria das transações vendedor/comprador multi-estágio, isto é, muitas operações ao longo do tempo, são suportadas por contratos vinculativos. Normalmente, um acordo ou um contrato é obrigatório se a sua violação implica multas elevadas que impeçam os jogadores de quebrá-lo. Considere um jogo com i jogadores, representado por N = {n 1, n 2,..., n i }. Sendo o conjunto pot^encia de N, (N), o conjunto de todos os subconjuntos de N. Então, uma coalizão é um conjunto S onde S (N). Exemplificando, caso i = 3, N = {n 1, n 2, n 3 } temos: (N) = {, {n 1 }, {n 2 }, {n 3 }, {n 1, n 2 }, {n 1, n 3 }, {n 2, n 3 }, {n 1, n 2, n 3 }}, onde uma possível coalizão deste jogo pode ser representada por s 1 = {n 2, n 3 }, ou seja, um elemento do conjunto (N). O conjunto vazio é chamado de coalizão vazia, e o conjunto {n 1, n 2, n 3 } também é uma coalizão, chamada de grande coalizão. 4 3 Para manter a sigla do ingl^es, transferable utilities (TU) e nontransferable utilities (NTU). 4 O número de elementos de um conjunto pot^encia, e por isto seu nome, é dado por 2 N, no exemplo acima por 2 3 = 8.

14 Capítulo 2. Teoria dos Jogos, Jogos de Dois Lados e Jogos Cooperativos 13 Definição 1. A forma de coalizão de um jogo de i pessoas é definida pelo par (N, v), em que N = {n 1, n 2,..., n i } é o conjunto de jogadores e v é uma função real, chamada de função característica do jogo, definida no conjunto (N) de todas as coalizões (subconjuntos de N) e satisfazendo: a) v( ) = 0; e b) a superaditividade, ou seja, se S e T são conjuntos disjuntos de coalizões (S T = ), v(s) + v(t ) v(s T ). Generalizando a definição acima, segundo Aumann (1961), um jogo coalizional com transfer^encia de utilidade em N é uma função que associa cada elemento S de (N) e um número real v(s). Adicionalmente é requerido que v atribua zero para o conjunto vazio, v( ) = 0. Caso uma coalizão S se formar, então, pode-se dividir o seu valor v(s) em diversas formas possíveis entre seus membros. Isto é, S pode alcançar todo vetor de payoffs x R S que seja viável, isto é, que satisfaça x i v(s), (2.1) i S isso somente é possível se a moeda está disponível e desejável como um meio de troca, e se as utilidades dos jogadores são lineares em moeda. A relação acima restringe que uma coalizão só ocorre entre determinados jogadores caso haja uma recompensa maior ou equivalente para os mesmos participarem da coalizão. 2.3 O NÚCLEO Abordaremos também algumas considerações sobre o núcleo de uma economia. O núcleo é um conjunto de recompensas aos jogadores onde cada coalizão recebe, pelo menos, o seu valor. O valor total do conjunto dos jogadores coligados é maior ou igual ao total dos jogadores caso não coligados. Esta definição é imperativa para o funcionamento dos jogos, tanto como justificativa para a coligação dos jogadores quanto pela determinação do tamanho do núcleo. Ou seja, dado uma série de formas de coalizão entre os jogadores, vai existir pelo menos uma forma de coalizão onde todos os jogadores estarão estáveis em sua coalizão, isto é, nenhuma coalizão terá a prefer^encia e poder para perturbar os acordos. 5 Um exemplo importante é o matching de dois lados tratados em Roth e Sotomayor (1992). A noção de matching na economia, por mais que seja atribuída à Gale e Shapley (1962), sua concepção aparece nos trabalhos científicos apenas ao final da década de 1970, em que Mortensen (1979, p. 233) define matching como: 5 A noção de estabilidade é o ponto chave para a exist^encia dos mecanismos do Market Design. Para uma definição mais formal do núcleo, ver Shapley e Scarf (1974), On Cores and Indivisibility.

15 Capítulo 2. Teoria dos Jogos, Jogos de Dois Lados e Jogos Cooperativos 14 The term matching refers to any process by which persons and/or objects are combined to form distinguishable entities with some common purpose that none can accomplish alone. The allocation of apartments to tenants, the assignment of jobs to workers or factories to sites, the pairing of men and women in marriage, and the formation of collections of agents known as firms are all examples. O autor segue o pensamento, levando a uma limitação dos problemas de interesse, como os exemplos citados, salientando que as questões de interesse a cerca do processo de matching (em que talvez pude-se ser igualado à Market Design pela completa semelhança) estão na noção de que matchings ocorrem voluntiariamente, e que as possibilidades de substituição existem no sentindo de que nenhum indivíduo é essencialmente um membro de qualquer coalizão. Mas caso houver uma coalizão, o valor (o benefício, a utilidade) da união destes agentes pode ser repartido entre seus membros por diversas maneiras. Corroborando assim com Roth (2008) em que a questão pricípua do market design está não apenas nas respostas e soluções a diversos problemas de mercado, mas na sustentação da prática destas soluções O núcleo em jogos com transfer^encia de utilidade (TU) Em jogos cooperativos é comum, por benefício total dos jogadores, formarem a grande coalizão (quando S = N), pois é normal em muitos mercados que o valor total da coalizão v(s) seja maior que o valor total de qualquer outra coalização de (N) S. O problema aqui está na divisão do benefício resultante entre os jogadores. Apresenta-se então, uma das possíveis propriedades de realizar um acordo para uma justa divisão, que seja estável, no sentido de que nenhuma coalizão tenha o desejo e poder para desfazer o acordo. Tal divisão dos rendimentos totais são chamados de pontos de um núcleo, um conceito central da teoria dos jogos na economia. Um vetor de payoffs é definido por x = (x 1, x 2,..., x n ), onde o jogador i recebe a quantidade x i, é chamado de imputação. A primeira propriedade desejável de uma imputação é a de que a quantidade total dos valores recebidos pelos jogadores seja v(n). Definição 2. O vetor de payoffs, x = (x 1, x 2,..., x n ), é dito conjuntamente racional ou eficiente se n i=1 x i = v(n). Uma condição natural de uma imputação é que nenhum jogador concordaria em receber menos do que receberia se agisse sozinho. Ou seja, x i v({i}) i. Definição 3. Um vetor de payoffs x é dito individualmente racional quando x i v({i}) para todo i = 1, 2,..., n.

16 Capítulo 2. Teoria dos Jogos, Jogos de Dois Lados e Jogos Cooperativos 15 Definição 4. Uma imputação é um vetor de payoffs que é conjuntamente racional e individualmente racional. O conjunto de imputações pode ser representado por {x = (x 1,..., x n ) : i N x i = v(n), x i v({i}), i N}. (2.2) Definição 5. Uma imputação x é dita ser instável através da coalizão S se v(s) > i S x i, ou seja, x é dita instável se existe uma coalizão S em que x é instável através de S, caso contrário x é considerada estável. Definição 6. O conjunto C de imputações estáveis é chamado de núcleo, C = {x = (x 1,..., x n ) : x i = v(n), x i v(s), S N}. (2.3) i N i S O núcleo em jogos sem transfer^encia de utilidade (NTU) O núcleo em jogos com transfer^encia de utilidade pode ser generalizado para o conceito de núcleo em jogos sem transfer^encia de utilidade. No entanto, a análise do núcleo, quando não há nenhum pagamento lateral é muito mais difícil do que no caso de jogos TU. A definição precisa do núcleo também deve especificar o conjunto de vetores de payoffs que são candidatos potenciais à adesão do núcleo. Aumann (1961) introduziu o núcleo de um conjunto arbitrário de vetores recompensa, considerando o núcleo sob a racionalidade individual, um ótimo de Pareto (fraco), e o conjunto destas propriedades. Na maioria dos jogos NTU o núcleo é composto pelos matchings estáveis ótimos que serão detalhados mais a frente. Em alguns casos o núcleo é composto por um único matching ótimo, e em outros, o núcleo é vazio, isto é, quando não existem matchings estáveis ótimos. No capítulo a seguir apresenta-se alguns modelos de mercados aplicados e as possíveis falhas dos mecanismos encontrados na prática, sobretudo com o desenvolvimento destes mercados. A contribuição das práticas de market design serão descritas no tocante ao controle e gerenciamento destes mercados para gerar resultados estáveis melhores possíveis.

17 16 3 MARKET DESIGN Em um mercado ideal, onde trabalhadores e empresas tem tempo irrestrito e a habilidade de fazer acordos, o resultado seria um mercado estável. No entanto, mercados do mundo real diferenciam-se deste ideal em muitos aspectos, sobretudo pelas falhas que ocorrem nestes mercados. A prática do market design surge para desenhar e redesenhar a estrutura de mercados de variados tipos e envolvendo diferentes tipos de agentes. Surge aqui um novo ramo de estudos dentro da economia. Duas principais propriedades do market design, que serão abordadas nas diferentes aplicações, são: manter a estabilidade, encorajando grupos a participarem do mercado; e a compatibilidade de incentivos, desestimulando a manipulação estratégica do mercado. The real test of our success will be not merely how well we understand the general principles that govern economic interactions, but how well we can bring this knowledge to bear on practical questions of microeconomic engineering, (ROTH, 1991). As questões práticas de engenharia microecon^omica estão na concepção de mecanismos que forneçam as melhores formas de se realizar as diferentes combinações entre os participantes do mercado. Para tanto, Roth (2008) argumenta que para os ambientes de mercado funcionarem adequadamente precisam: a) Promover abund^ancia devem atrair proporções suficientes de potenciais mercados participantes para poderem transacionar entre si. b) Superar o congestionamento possivelmente trazido pela abund^ancia, oferecendo tempo suficiente para as transações realizarem, ou tornando as transações rápidas o suficientes, para que participantes possam considerar diferentes alternativas oferecidas para conquistar combinações mais satisfatórias. c) Tornar seguro para os participantes do mercado o mais fácil possível, evitando transações por fora do mercado. Os participantes do mercado querem maximizar seus rendimentos dado suas prefer^encias, logo, quanto menor for a insatisfação com o resultado final maior tende a ser seu incentivo em burlar os procedimentos estabelecidos pelo mercado para conseguir maiores rendimentos possíveis. As interações dos mercados nem sempre vão depender de um sistema de preços alguns mercados proibem a comercialização e outros não envolvem ganhos diretos, mas benefícios futuros, como o mercado de trabalho. Roth (2007) destaca a exist^encia de restrições de mercados, que serão analisadas mais a frente, com base apenas no desgosto, por serem repugnantes pelo senso comum. Um bom exemplo que será detalhado é o mercado de órgãos. As pessoas comumente não querem criar um mercado para isto, pois de

18 Capítulo 3. Market Design 17 alguma forma incentiva o sequestro e o homicídio de seres humanos para comercialização de seus órgãos. Assim, é importante notar que alguns mercados podem ser repugnantes em determinados locais e épocas, e em outros serem completamente aceitáveis. É um objetivo da prática do market design a criação de uma clearinghouse, um termo utilizado para designar uma ag^encia ou organização que coleta e distribui alguma coisa, especialmente informação. Estas podem ser confundidas com organizações que visam regular um mercado específico para atender às propriedades acima, entretanto, estas devem realizar um papel mais importante ainda, que nem sempre é possível: a criação de um algoritmo com regras definidas para atender da melhor maneira possível aos resultados de um mecanismo desenvolvido para combinar entre si os participantes do mercado. Seus pressupostos são a efici^encia e a otimização na alocação entre os parcipantes (estabilidade nos resultados gerados). Com base nestes pressupostos, Roth (2002) justifica a necessidade das diferentes ferramentas oferecidas por diversas áreas do conhecimento (teoria dos jogos, experimentos computacionais, engenharia dos mecanismos) que devem complementar-se para desenhar e redesenhar os diferentes tipos de mercados. Os experimentos em market design podem desempenhar sua import^ancia nos diagnósticos e percepção de fracassos e sucessos de mercados, testando novas técnicas e repassando os resultados aos tomadores de decisões. Serão abordadas nas seções seguintes, diferentes aplicações empíricas com notáveis contribuições para o desenvolvimento da prática do market design e das alocações estáveis. Muitos dos mecanismos que seguem foram implementados antes do surgimento da teoria, ressaltando-se a import^ancia da análise dos mecanismos na prática, para então serem modelados e estudados com mais afinco. 3.1 ALOCAÇÃO DE CANDIDATOS ÀS INSTITUIÇÕES Uma típica situação de admissões de alunos em colégios pode ser apresentada da seguinte forma: n candidatos interessados em participar do processo de admissão disputando q vagas disponíveis em determinado colégio. É visível que de forma ideal a instituição deveria realizar um processo seletivo donde aprovaria os q candidatos mais bem pontuados no processo. Entretanto, de forma a antever determinadas imperfeições neste mercado, a instituição pode chamar um número maior de candidatos, pois alguns candidatos podem ser chamados por outros colégios. Existe aqui um problema inicial de quantos e quais destes candidatos podem ser admitidos. Este é o caso inicialmente trabalhado por David Gale e Lloyd Shapley em College admissions and the stability of marriage publicado em Vale ressaltar aqui algumas conjeturas a serem definidas como sendo desconhecidas sobre o processo de admissão em escolas. a) O fato de algum candidato ser aprovado em outra instituição;

19 Capítulo 3. Market Design 18 b) As prefer^encias dos candidatos sobre as instituições de interesse; c) Qual das instituições o candidato será aprovado; Uma alternativa comumente utilizada é a criação de uma lista de espera. Nesta elaboração o candidato pode ser aprovado para uma lista de espera, o qual pode ser chamado posteriormente quando novas vagas estiverem disponíveis. Este processo pode resultar em disparidades éticas, pois caso algum candidato entre na lista de espera de um colégio de sua maior prefer^encia, neste meio tempo o candidato pode aceitar a oferta de outro. Caso o candidato for chamado em seu colégio preferido, pode ignorar o colégio em que havia aceitado a vaga sem ser obrigado a alertá-lo, gerando uma vaga em aberto no referido colégio, o qual será apenas identificada ao término do processo de matrícula (GALE; SHAPLEY, 1962). 1 O objetivo de Gale e Shapley é criar um mercado em que todas estas incertezas sejam evitadas, criando um procedimento para atribuir candidatos à instituições em que os dois lados estejam satisfeitos. 3.2 O CRITÉRIO DE ATRIBUIÇÃO Em um mercado com n candidatos para serem atribuídos a m colégios, q i representa a quota de estudantes do colégio i. Cada candidato lista os colégios em ordem de prefer^encia, omitindo aqueles colégios em que não gostaria de ser chamado sob nenhuma circunst^ancia. Por conveni^encia assume-se que não há empates; portanto, se um candidato é indiferente em relação a dois ou mais colégios, é requerido que este os liste em alguma ordem. Cada colégio similarmente realiza tal lista de prefer^encias, eliminando primeiramente aqueles candidatos que não seriam admitidos sob quaisquer circunst^ancias. Dados estes dois conjuntos de listas e as quotas das instituições, pretende-se determinar uma atribuição dos candidatos a colégios de acordo com critérios equitativos. Um matching é um conjunto qualquer que contenha os candidatos alocados (ou atribuídos) a determinada instituição, sendo que, caso o matching μ tenha cinco elementos, poderá ser representado pelo conjunto μ(i 1 ) = {c 1, c 2, c 3, r 1, r 1 }, sendo que c 1, c 2, c 3 são diferentes candidatos alocados na instituição i 1, e r 1 representam vagas remanescentes da instituição i 1. Sendo assim, um matching de determinada instituição i será uma lista contendo todos os candidatos a ela atribuídos e suas vagas remanescentes (caso houver). Um matching é bilateral, isto é, cada candidato pode no máximo ser alocado a uma instituição e cada instituição pode admitir no máximo sua cota q i de candidatos. 2 (ROTH, 1 Num sentido relativo, diferentes mercados tem distintos valores éticos, por exemplo o mercado de assessores de juízes tende a apresentar valores éticos mais fortes, visto que o assessor poderá depender de uma conduta ilibada perante estes juízes em cargos futuros e até mesmo em decisões internas. 2 Na literatura mais antiga encontra-se alguma diferença na definição de matching como sendo a combinação entre dois agentes de diferentes lados, [col egio i, aluno j ], [hospital i, residente j ], etc. Esta

20 Capítulo 3. Market Design ). É desejável que a situação descrita na seguinte definição não ocorra. Definição 7. A atribuição de candidatos a colégios é dita instável se existirem dois candidatos α e β que já estão alocados nos colégios A e B, respectivamente, embora β prefere A à B e A prefere β à α. Caso esta situação ocorra, o candidato β poderia comunicar à instituição A sua prefer^encia por ela, e a instituição aceitá-lo. Desta forma, A e β considerariam a mudança uma melhoria. Portanto, a primeira condição para uma atribuição é a aus^encia de instabilidade. Assumindo que atribuições estáveis existem, ainda deve-se decidir qual das possivelmente inúmeras soluções estáveis é preferível. Definição 8. Uma atribuição estável é dita ótima se todo candidato esteja pelo menos tão bem como no ^ambito de qualquer outra atribuição estável. Mesmo admitindo a exist^encia de atribuições estáveis, é distante o fato de existirem atribuições ótimas. Entretanto, pode-se conjeturar que a atribuição ótima, se existir, é única. Pois, caso houvesse duas atribuições ótimas, pela regra sem empates, pelo menos um candidato estaria melhor em um colégio do que em outro. Sendo assim, os princípios da estabilidade e otimização levaram a um único melhor método de atribuição. (GALE; SHAPLEY, 1962; ROTH, 2010). 3.3 O PROBLEMA DE CASAMENTOS O stable marriage problem também foi apresentado por Gale e Shapley (1962). Consiste no primeiro mecanismo desenvolvido pelos autores para criar um matching estável entre casais heterossexuais. Este mecanismo traz na verdade a ideia de matching e alocações estáveis num sentido generalizado utilizando um exemplo simples e corriqueiro na vida real que é o casamento. Na realidade a concepção deste mecanismo surge anteriormente ao college admission problem. Apresentar-se-á uma breve formalização do modelo revisitado por Roth (1985), identificando algumas peculiaridades em relação ao modelo de alocação de candidatos às instituições. Dado um conjunto finito de n homens e m mulheres representados por M e W, respectivamente, define-se a lista de prefer^encias de homens pelas mulheres por P (m) em W {m}, onde m corresponde a ficar solteiro, e a lista de prefer^encias de um homem deve estar na forma P (m) = (w 1, w 2, m,..., w m ). Esta relação pode ser representada diferenciação faz sentido atualmente ao modelarmos os matchings ótimos para cada instuitição.

Análise do Jogo Induzido pelo Mecanismo SiSU de Alocação de Estudantes em Universidades

Análise do Jogo Induzido pelo Mecanismo SiSU de Alocação de Estudantes em Universidades Análise do Jogo Induzido pelo Mecanismo SiSU de Alocação de Estudantes em Universidades Luis Abreu * José Raimundo Carvalho Resumo No Brasil, a busca pela redução das ineficiências observadas na alocação

Leia mais

The Stable Matching Problem

The Stable Matching Problem The Stable Matching Problem Aluno: José Eliton Albuquerque Filho Orientador: Thomas Lewiner Introdução O problema do emparelhamento estável ( Stable Matching Problem ), apresentado por David Gale e L.S.Shapley

Leia mais

Sinopse da Teoria da Escolha

Sinopse da Teoria da Escolha 14.126 Teoria dos Jogos Sergei Izmalkov e Muhamet Yildiz Outono de 2001 Sinopse da Teoria da Escolha Esta nota resume os elementos da teoria da utilidade esperada. Para uma exposição em detalhes dos quatro

Leia mais

Tópicos Especiais em Redes: Introdução a Teoria dos Jogos com Aplicações a Redes de Computadores

Tópicos Especiais em Redes: Introdução a Teoria dos Jogos com Aplicações a Redes de Computadores Tópicos Especiais em Redes: Introdução a Teoria dos Jogos com Aplicações a Redes de Computadores Aula passada: Discussão sobre situações de conflito Exemplos de jogos Jogo em aula Aula de hoje: Introdução

Leia mais

Capítulo 1: Introdução à Economia

Capítulo 1: Introdução à Economia 1 Capítulo 1: Introdução à Economia Conceito de Economia Problemas Econômicos Fundamentais Sistemas Econômicos Curva (Fronteira de Possibilidades de Produção. Conceito de Custos de Oportunidade Análise

Leia mais

Notas de aula número 1: Otimização *

Notas de aula número 1: Otimização * UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UFRGS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DISCIPLINA: TEORIA MICROECONÔMICA II Primeiro Semestre/2001 Professor: Sabino da Silva Porto Júnior

Leia mais

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS SALVADOR 2012 1 CONTEXTUALIZAÇÃO Em 1999, a UNIJORGE iniciou suas atividades na cidade de Salvador, com a denominação de Faculdades Diplomata. O contexto

Leia mais

Teoria dos Jogos e Estratégia Empresarial

Teoria dos Jogos e Estratégia Empresarial Teoria dos Jogos e Estratégia Empresarial Docente: Prof. Humberto Ribeiro Trabalho elaborado por: Luís Gonçalves nº 7366 Alícia Prada nº 17580 Ana Gonçalves nº 15412 Mestrado em Gestão das Organizações

Leia mais

Alocação de casas. para cada i, permutação i de todas as casas. n agentes, cada um com uma única casa. Teoria dos Jogos p. 1

Alocação de casas. para cada i, permutação i de todas as casas. n agentes, cada um com uma única casa. Teoria dos Jogos p. 1 Alocação de casas n agentes, cada um com uma única casa para cada i, permutação i de todas as casas Teoria dos Jogos p. 1 Alocação de casas n agentes, cada um com uma única casa para cada i, permutação

Leia mais

MICROECONOMIA Exercícios - CEAV

MICROECONOMIA Exercícios - CEAV MICROECONOMIA Exercícios - CEAV Prof. Antonio Carlos Assumpção 1)BNDES Economista 2011-31 O valor monetário do custo total de produção (CT) de uma empresa, em determinado período, é dado pela expressão

Leia mais

Luiz Fernando Fernandes de Albuquerque. Avaliação de algoritmos online para seleção de links patrocinados. Dissertação de Mestrado

Luiz Fernando Fernandes de Albuquerque. Avaliação de algoritmos online para seleção de links patrocinados. Dissertação de Mestrado Luiz Fernando Fernandes de Albuquerque Avaliação de algoritmos online para seleção de links patrocinados Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de

Leia mais

VIVÊNCIAS PRÁTICAS NA FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

VIVÊNCIAS PRÁTICAS NA FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA NA MODALIDADE A DISTÂNCIA VIVÊNCIAS PRÁTICAS NA FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA NA MODALIDADE A DISTÂNCIA Fernando Paulo Rosa de Freitas 1 ; Roberto Tadeu Iaochite 2 Grupo 2.1. Docência na educação a distância: Formação e Saberes RESUMO:

Leia mais

What Are the Questions?

What Are the Questions? PET-Economia UnB 06 de abril de 2015 Joan Robinson Mrs. Robinson Formou-se em Economia na Universidade de Cambridge em 1925 Em 1965, obteve a cadeira de professora titular em Cambridge Economista pós-keynesiana

Leia mais

Um sistema é constituído de um conjunto de processos que executam seus respectivos códigos do sistema operacional e processos e códigos de usuários.

Um sistema é constituído de um conjunto de processos que executam seus respectivos códigos do sistema operacional e processos e códigos de usuários. Os sistemas computacionais atuais permitem que diversos programas sejam carregados na memória e executados simultaneamente. Essa evolução tornou necessário um controle maior na divisão de tarefas entre

Leia mais

Sociedade Educacional da Paraíba - SEDUP Faculdades de Ensino Supeior da Paraíba - FESP

Sociedade Educacional da Paraíba - SEDUP Faculdades de Ensino Supeior da Paraíba - FESP Sociedade Educacional da Paraíba - SEDUP Faculdades de Ensino Supeior da Paraíba - FESP REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO TCC CURSO DE DIREITO DA FESP FACULDADES Ultima versão 21/08/2012 CAPÍTULO

Leia mais

Projetos (PMO) : Oportunidades de Sinergia

Projetos (PMO) : Oportunidades de Sinergia Escritórios de Processos (BPM Office) e de Projetos (PMO) : Oportunidades de Sinergia Introdução...2 Uniformizando o entendimento dos conceitos... 4 Entendendo as principais similaridades... 5 Entendendo

Leia mais

Microeconomia NATÉRCIA MIRA EDIÇÕES SÍLABO

Microeconomia NATÉRCIA MIRA EDIÇÕES SÍLABO Microeconomia NATÉRCIA MIRA EDIÇÕES SÍLABO É expressamente proibido reproduzir, no todo ou em parte, sob qualquer forma ou meio, NOMEADAMENTE FOTOCÓPIA, esta obra. As transgressões serão passíveis das

Leia mais

FINANÇAS AS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS AS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS AS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 2.1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 Fundamentos de Risco e Retorno Se todos soubessem com antecedência qual seria o preço futuro de uma ação, o investimento

Leia mais

Microeconomia Parte 9. Jogos e Assimetria Informacional. Prof. Antonio Carlos Assumpção

Microeconomia Parte 9. Jogos e Assimetria Informacional. Prof. Antonio Carlos Assumpção Microeconomia Parte 9 Jogos e Assimetria Informacional Prof. Antonio Carlos Assumpção Observações sobre jogos, assimetria Informacional Teoria dos Jogos Supondo que meus concorrentes sejam racionais e

Leia mais

Cap17 - Tomada de Decisões Complexas

Cap17 - Tomada de Decisões Complexas Cap17 - Tomada de Decisões Complexas Processos de Decisão de Markov Algoritmo de Iteração de Valor Algoritmo de Iteração de Política Processos de Decisão de Markov Parcialmente Observáveis Teoria de Jogos

Leia mais

Palavras-Chave: Aquisições; Planejamento de Aquisições; Controle de Aquisições; Projeto; Lead time; Processo; Meta.

Palavras-Chave: Aquisições; Planejamento de Aquisições; Controle de Aquisições; Projeto; Lead time; Processo; Meta. 1 A INFLUÊNCIA DO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA AQUISIÇÃO NO PRAZO FINAL DO PROJETO Euza Neves Ribeiro Cunha RESUMO Um dos grandes desafios na gerência de projetos é planejar e administrar as restrições de

Leia mais

O conceito de assistência à saúde...

O conceito de assistência à saúde... Prof. Humberto Medrado hmedrado@ventureconsultoria.com.br O conceito de assistência à saúde... Estabelecer prioridades Planejar, avaliar e implementar continuamente ações de assistência integral à saúde

Leia mais

2. Gerenciamento de projetos

2. Gerenciamento de projetos 2. Gerenciamento de projetos Este capítulo contém conceitos e definições gerais sobre gerenciamento de projetos, assim como as principais características e funções relevantes reconhecidas como úteis em

Leia mais

Muitas aplicações modernas podem ser modeladas como tarefas divisíveis.

Muitas aplicações modernas podem ser modeladas como tarefas divisíveis. 1 Introdução O grande aumento de performance das redes de computadores, combinado com a proliferação de computadores de baixo custo e alto desempenho, trouxe à tona ambientes de meta-computação, ou grids[15,

Leia mais

A ASSISTÊNCIA JURÍDICA COMO EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: ANALISANDO O EMAJ/UNEMAT RESUMO

A ASSISTÊNCIA JURÍDICA COMO EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: ANALISANDO O EMAJ/UNEMAT RESUMO A ASSISTÊNCIA JURÍDICA COMO EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: ANALISANDO O EMAJ/UNEMAT Guilherme Angerames Rodrigues Vargas - UNEMAT Silvia Noronha Muniz - UFMT RESUMO O Escritório Modelo de Assistência Jurídica

Leia mais

Uma abordagem de condução e avaliação para a disciplina de Tópicos Especiais em Sistemas de Informação com base em questões de múltipla escolha

Uma abordagem de condução e avaliação para a disciplina de Tópicos Especiais em Sistemas de Informação com base em questões de múltipla escolha Uma abordagem de condução e avaliação para a disciplina de Tópicos Especiais em Sistemas de Informação com base em questões de múltipla escolha Marcelo Werneck Barbosa Departamento de Ciência da Computação

Leia mais

quinta-feira, 16 de maio de 13

quinta-feira, 16 de maio de 13 POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 08 Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua FORMULAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS A Teoria dos Múltiplos Fluxos e Teoria do Equilíbrio Pontuado análise da política pública como um processo

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA PPGE / UCB REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA.

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA PPGE / UCB REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA. UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA PPGE / UCB REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Brasília-DF CAPÍTULO I Das Disposições Iniciais Art. 1º. O presente

Leia mais

BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES

BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES Bacharelados Interdisciplinares (BIs) e similares são programas de formação em nível de graduação de natureza geral, que conduzem a diploma, organizados por grandes áreas

Leia mais

MODELO RACIONAL DE ORGANIZAÇÃO Teoria Geral da Administração Pública Robert B. Denhardt

MODELO RACIONAL DE ORGANIZAÇÃO Teoria Geral da Administração Pública Robert B. Denhardt MODELO RACIONAL DE ORGANIZAÇÃO Teoria Geral da Administração Pública Robert B. Denhardt Disciplina: Governo Eletrônico/EGC/UFSC Professores: Dr. Aires Rover e Dr. Denilson Sell Equipe: David Lemos, Luiza

Leia mais

Inteligência Artificial Prof. Marcos Quinet Pólo Universitário de Rio das Ostras PURO Universidade Federal Fluminense UFF

Inteligência Artificial Prof. Marcos Quinet Pólo Universitário de Rio das Ostras PURO Universidade Federal Fluminense UFF Inteligência Artificial Prof. Marcos Quinet Pólo Universitário de Rio das Ostras PURO Universidade Federal Fluminense UFF No capítulo anterior... Estratégias de busca auxiliadas por heurísticas (A*, BRPM)

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS E ATIVIDADES CURRICULARES DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Título I

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS E ATIVIDADES CURRICULARES DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Título I REGULAMENTO DE ESTÁGIOS E ATIVIDADES CURRICULARES DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Título I DAS DEFINIÇÕES, DAS COMPETÊNCIAS E DAS HABILIDADES Art. 1 Considera-se

Leia mais

Art. 2º - Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. Professora Sandra Denise Kruger Alves Chefe do DEC

Art. 2º - Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. Professora Sandra Denise Kruger Alves Chefe do DEC RESOLUÇÃO DEC No 01/2013 Fixa normas para Elaboração e Apresentação dos Trabalhos de Conclusão do Curso de Graduação em Engenharia Civil. A Chefia do Departamento do Curso de Engenharia Civil, no uso de

Leia mais

Tradução livre do PMBOK 2000, V 1.0, disponibilizada através da Internet pelo PMI MG em abril de 2001

Tradução livre do PMBOK 2000, V 1.0, disponibilizada através da Internet pelo PMI MG em abril de 2001 Capítulo 8 Gerenciamento da Qualidade do Projeto O Gerenciamento da Qualidade do Projeto inclui os processos necessários para garantir que o projeto irá satisfazer as necessidades para as quais ele foi

Leia mais

Pesquisa Operacional

Pesquisa Operacional GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA Pesquisa Operacional Tópico 4 Simulação Rosana Cavalcante de Oliveira, Msc rosanacavalcante@gmail.com

Leia mais

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA FLORESTAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA - CAMPUS DE CURITIBANOS

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA FLORESTAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA - CAMPUS DE CURITIBANOS ANEXO 11 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Apresentação da Regulamentação do Trabalho de Conclusão de Curso, em consonância com a Resolução CNE/CES nº 11, de 11 de março de 2002. De acordo com a Resolução

Leia mais

O DILEMA DA NEGOCIAÇÃO

O DILEMA DA NEGOCIAÇÃO O DILEMA DA NEGOCIAÇÃO Baseado em A Model of Cooperation and the Production of Social Norms, Cap. 2 de Law and Social Norms de Eric A. Posner Harvard University Press - 2000 Por Raul Marinho Gregorin e

Leia mais

MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA MONTES CLAROS MAIO/2010 SUMÁRIO 1. Introdução 4 2. Programa Institucional de Iniciação Científica 5 3. Regulamentação do Programa Iniciação Científica 7 3.1 Obrigações das

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Direito

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Direito ATO DE DELIBERAÇÃO Nº 007/2009 1 PROCEDIMENTOS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO O Diretor da (FADIR) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), no uso

Leia mais

Projeto e Análise de Algoritmos Projeto de Algoritmos Tentativa e Erro. Prof. Humberto Brandão humberto@bcc.unifal-mg.edu.br

Projeto e Análise de Algoritmos Projeto de Algoritmos Tentativa e Erro. Prof. Humberto Brandão humberto@bcc.unifal-mg.edu.br Projeto e Análise de Algoritmos Projeto de Algoritmos Tentativa e Erro Prof. Humberto Brandão humberto@bcc.unifal-mg.edu.br Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento Universidade Federal de Alfenas versão

Leia mais

PROCESSO SELETIVO PARA O PREENCHIMENTO DE VAGAS DO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU

PROCESSO SELETIVO PARA O PREENCHIMENTO DE VAGAS DO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE/ DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO/ NÚCLEO DE ESTUDOS DA TERCEIRA IDADE CAMPUS UNIVERSITÁRIO

Leia mais

2. A Teoria Clássica. 2.1 A Concepção da Teoria do Valor Presente Líquido

2. A Teoria Clássica. 2.1 A Concepção da Teoria do Valor Presente Líquido 2. A Teoria Clássica 2. A Teoria Clássica 2.1 A Concepção da Teoria do Valor Presente Líquido Os mercados financeiros desempenham o papel de permitir que indivíduos e corporações transfiram dinheiro intertemporalmente.

Leia mais

Lógica e Raciocínio. Decisão sob Risco Probabilidade. Universidade da Madeira. http://dme.uma.pt/edu/ler/

Lógica e Raciocínio. Decisão sob Risco Probabilidade. Universidade da Madeira. http://dme.uma.pt/edu/ler/ Lógica e Raciocínio Universidade da Madeira http://dme.uma.pt/edu/ler/ Decisão sob Risco Probabilidade 1 Probabilidade Em decisões sob ignorância a probabilidade dos diferentes resultados e consequências

Leia mais

GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA APLICADA. fgv.br/vestibular

GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA APLICADA. fgv.br/vestibular GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA APLICADA fgv.br/vestibular IDEALISMO, EXCELÊNCIA E CREDIBILIDADE A Fundação Getulio Vargas surgiu em 20 de dezembro de 1944 com o objetivo de preparar profissionais qualificados

Leia mais

Planejamento Agregado: na ótica do PCP e da Administração da Produção

Planejamento Agregado: na ótica do PCP e da Administração da Produção Planejamento Agregado: na ótica do PCP e da Administração da Produção Henrique Holowka 1 (EPA, DEP/FECILCAM) henrique_engprod@yahoo.com Isabela Korczovei Lemes 2 (EPA, DEP/FECILCAM) kl.isabela@hotmail.com

Leia mais

2008-2020 BRASÍLIA / DF 2009 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ECONOMIA. Reg ECONOMIA.indd 1 6/9/2010 17:04:48

2008-2020 BRASÍLIA / DF 2009 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ECONOMIA. Reg ECONOMIA.indd 1 6/9/2010 17:04:48 2008-2020 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ECONOMIA BRASÍLIA / DF 2009 Reg ECONOMIA.indd 1 6/9/2010 17:04:48 Reg ECONOMIA.indd 2 6/9/2010 17:04:48 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

8 O Método de Alocação de Shapley

8 O Método de Alocação de Shapley 8 O Método de Alocação de Shapley Este capítulo é dividido em duas partes. A primeira apresenta o método de benefícios incrementais à medida que os agentes vão entrando na coalizão, ou seja, atribui a

Leia mais

Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional PROFMAT

Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional PROFMAT Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional PROFMAT Projeto de adesão da UFOP ao PROFMAT para submissão a CAPES em 2014. 2014 Identificação

Leia mais

APRESENTAÇÃO MANUAL E REGULAMENTO DE MONOGRAFIA DO CURSO DE DIREITO AINDA SUJEITO À APROVAÇÃO DO CONSEPE.

APRESENTAÇÃO MANUAL E REGULAMENTO DE MONOGRAFIA DO CURSO DE DIREITO AINDA SUJEITO À APROVAÇÃO DO CONSEPE. APRESENTAÇÃO MANUAL E REGULAMENTO DE MONOGRAFIA DO CURSO DE DIREITO AINDA SUJEITO À APROVAÇÃO DO CONSEPE. A UNISA UNIVERSIDADE CIDADE DE SANTO AMARO, a fim de propiciar aos acadêmicos de Direito os meios

Leia mais

Teoria dos Jogos 1. Economia e Estratégia para Empreendedores Paulo Coelho Vieira

Teoria dos Jogos 1. Economia e Estratégia para Empreendedores Paulo Coelho Vieira Teoria dos Jogos 1 Economia e Estratégia para Empreendedores Paulo Coelho Vieira Definição Um jogo tem 3 elementos: Um conjunto de jogadores N = (1,,n) Um Espaço de Estratégias S i para cada jogador i

Leia mais

Normas para Apresentação de Monografias

Normas para Apresentação de Monografias UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE DEPARTAMENTO DE SISTEMAS E COMPUTAÇÃO COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Normas para Apresentação de Monografias Campina Grande, dezembro 2010

Leia mais

Projeto Pedagógico do Curso

Projeto Pedagógico do Curso Projeto Pedagógico do Curso Fundamentação Diretrizes curriculares do MEC Diretrizes curriculares da SBC Carta de Princípios da UNICAP Projeto Pedagógico Institucional da UNICAP Diretrizes Curriculares

Leia mais

Ilmara de Jesus Oliveira 1, Cleide Ane Barbosa da Cruz 2

Ilmara de Jesus Oliveira 1, Cleide Ane Barbosa da Cruz 2 A IMPORTÂNCIA DA APLICAÇÃO DO TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO NAS ORGANIZAÇÕES Ilmara de Jesus Oliveira 1, Cleide Ane Barbosa da Cruz 2. O presente artigo apresenta os conhecimentos teóricos acerca da importância

Leia mais

UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO FACULDADE DE HUMANIDADES E DIREITO CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO FACULDADE DE HUMANIDADES E DIREITO CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO FACULDADE DE HUMANIDADES E DIREITO CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. O presente Regulamento

Leia mais

Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo

Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo AVISO DE SESSÃO PÚBLICA Nº 001/2015 Processo Administrativo nº 5199/2014 Recebimento de Propostas e Orçamentos para Produção de Pesquisa decorrente da Concorrência Pública nº 001/2012 Serviços de Publicidade

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PIC DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE GOIÁS Uni-ANHANGUERA

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PIC DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE GOIÁS Uni-ANHANGUERA REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PIC DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE GOIÁS Uni-ANHANGUERA CAPÍTULO I DA INICIAÇÃO CIENTÍFICA Art. 1º - O Centro Universitário de Goiás Uni-ANHANGUERA, sempre sincronizado

Leia mais

FACULDADE DE IMPERATRIZ - FACIMP BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ESTRUTURA DE DADOS 2. Vieira Lima Junior. Everson Santos Araujo

FACULDADE DE IMPERATRIZ - FACIMP BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ESTRUTURA DE DADOS 2. Vieira Lima Junior. Everson Santos Araujo 1 FACULDADE DE IMPERATRIZ - FACIMP BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ESTRUTURA DE DADOS 2 Vieira Lima Junior Everson Santos Araujo ALGORITMOS DE ORDENAÇÃO: estudo comparativo de diversos algoritmos

Leia mais

Recursos Humanos. Hotelaria: gestores portugueses vs. estrangeiros

Recursos Humanos. Hotelaria: gestores portugueses vs. estrangeiros Esta é uma versão post print de Cândido, Carlos J. F. (2004) Hotelaria: Gestores Portugueses vs. Estrangeiros, Gestão Pura, Ano II, N.º 7, Abril/Maio, 80-83. Recursos Humanos Hotelaria: gestores portugueses

Leia mais

Figura 1.1: Exemplo de links patrocinados no Google

Figura 1.1: Exemplo de links patrocinados no Google 1 Links Patrocinados 1.1 Introdução Links patrocinados são aqueles que aparecem em destaque nos resultados de uma pesquisa na Internet; em geral, no alto ou à direita da página, como na Figura 1.1. Figura

Leia mais

Projeto 3.10 - Residência em Software

Projeto 3.10 - Residência em Software Projeto 3.10 - Residência em Software Augusto Sampaio 1. Objetivos e justificativas O Programa de Residência em Software no Estado de Pernambuco iniciou em fevereiro de 2002 com o objetivo de treinar e

Leia mais

Traduzido e adaptado livremente pelo Prof. Dr. Eloi L. Favero (favero@ufpa.br)

Traduzido e adaptado livremente pelo Prof. Dr. Eloi L. Favero (favero@ufpa.br) Como organizar sua Tese, Dissertação, Monografia ou Artigo [A pesar do texto falar sobre uma tese de doutorado (ou dissertação de mestrado), a forma de estruturar logicamente um artigo técnico segue este

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE PLANILHA ELETRÔNICA NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO

UTILIZAÇÃO DE PLANILHA ELETRÔNICA NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO Anais do XXXIV COBENGE. Passo Fundo: Ed. Universidade de Passo Fundo, Setembro de 2006. ISBN 85-755-37-4 UTILIZAÇÃO DE PLANILHA ELETRÔNICA NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO E A SISTEMATIZAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO

A ORGANIZAÇÃO E A SISTEMATIZAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO A ORGANIZAÇÃO E A SISTEMATIZAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO 1. A Pesquisa e a pós-graduação A pesquisa sistematizada na PUCPR proporcionou uma sinergia significativa com as atividades de ensino. Um resultado inicial

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DA PÓS-GRADUAÇÃO (cursos stricto sensu)

REGULAMENTO GERAL DA PÓS-GRADUAÇÃO (cursos stricto sensu) REGULAMENTO GERAL DA PÓS-GRADUAÇÃO (cursos stricto sensu) Título I INTRODUÇÃO GERAL Art. 1 O presente Regulamento se constitui, em conjunção com o Estatuto e o Regimento Geral da Universidade Federal do

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO Raphael Martins Chabar Otimização da operação sob incerteza de usinas termelétricas com contratos de combustível com cláusulas de take-or-pay Dissertação

Leia mais

1. Método Simplex. Faculdade de Engenharia Eng. Celso Daniel Engenharia de Produção. Pesquisa Operacional II Profa. Dra. Lílian Kátia de Oliveira

1. Método Simplex. Faculdade de Engenharia Eng. Celso Daniel Engenharia de Produção. Pesquisa Operacional II Profa. Dra. Lílian Kátia de Oliveira Faculdade de Engenharia Eng. Celso Daniel Engenharia de Produção. Método Simple.. Solução eata para os modelos de Programação Linear O modelo de Programação Linear (PL) reduz um sistema real a um conjunto

Leia mais

EDITAL CPG/IE-Nº 01/2016

EDITAL CPG/IE-Nº 01/2016 EDITAL CPG/IE-Nº 01/2016 PROCESSO SELETIVO PARA OS CURSOS DE MESTRADO E DOUTORADO DO INSTITUTO DE ECONOMIA 2016 1. INTRODUÇÃO 1.1. O Coordenador da Comissão de Pós-Graduação do Instituto de Economia da

Leia mais

Teoria dos Jogos: As origens e os fundamentos da Teoria dos Jogos. Sinopse: A teoria dos jogos é a aplicação da lógica matemática no processo de

Teoria dos Jogos: As origens e os fundamentos da Teoria dos Jogos. Sinopse: A teoria dos jogos é a aplicação da lógica matemática no processo de Teoria dos Jogos: As origens e os fundamentos da Teoria dos Jogos Alecsandra Neri de Almeida UNIMESP - Centro Universitário Metropolitano de São Paulo Novembro/2006 Sinopse: A teoria dos jogos é a aplicação

Leia mais

Fernando Fonseca Ana Carolina

Fernando Fonseca Ana Carolina Banco de Dados Ciclo de Desenvolvimento de Sistemas de BD Investigação dos Dados Modelagem dos Dados Modelagem Conceitual Projeto do Banco de Dados Fernando Fonseca Ana Carolina Implementação do Banco

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu. ISSN 2316-7785 A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.br Resumo O artigo é resultado da análise de

Leia mais

Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão

Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão Microeconomia II Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão AULA 1.2 Conceitos de Equilíbrio em jogos não-cooperativos na forma normal Isabel Mendes 2007-2008 Na aula teórica 1.1 mostrámos

Leia mais

Educação, crescimento e desenvolvimento económico: notas e reflexões 1

Educação, crescimento e desenvolvimento económico: notas e reflexões 1 Educação, crescimento e desenvolvimento económico: notas e reflexões 1 Carlos Nuno Castel-Branco 2 24-03-2011 Introdução A discussão da ligação entre educação, crescimento económico e desenvolvimento precisa

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ZOOTECNIA

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ZOOTECNIA REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ZOOTECNIA 2012 COLEGIADO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ZOOTECNIA ❶ Coordenador Prof. Márcio Machado Ladeira ❷ Coordenador Adjunto

Leia mais

FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI

FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE IBAITI FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS COORDENADORA

Leia mais

Engenharia de Produção: Grande área e diretrizes curriculares

Engenharia de Produção: Grande área e diretrizes curriculares ABEPRO Associação Brasileira de Engenharia de Produção DOCUMENTO NÃO CONCLUÍDO Engenharia de Produção: Grande área e diretrizes curriculares Documento elaborado nas reuniões do grupo de trabalho de graduação

Leia mais

Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo

Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo 1 Introdução A atual regulamentação do setor elétrico brasileiro, decorrente de sua reestruturação na última década, exige das empresas o cumprimento de requisitos de disponibilidade e confiabilidade operativa

Leia mais

FACULDADE SETE DE SETEMBRO COMUNICAÇÃO SOCIAL JORNALISMO/PUBLICIDADE E PROPAGANDA COORDENAÇÃO DE TCC

FACULDADE SETE DE SETEMBRO COMUNICAÇÃO SOCIAL JORNALISMO/PUBLICIDADE E PROPAGANDA COORDENAÇÃO DE TCC REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art.1º. Este regulamento disciplina o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Comunicação Social (Cursos de Jornalismo

Leia mais

QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS

QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS CATEGORIA TOP INOVAÇÃO EM PRODUTO CATEGORIA TOP INOVAÇÃO EM SERVIÇOS CATEGORIA TOP INOVAÇÃO EM PROCESSOS ÍNDICE INTRODUÇÃO 03 PARA PREENCHIMENTO

Leia mais

2 Máquinas de Estados em Jogos Eletrônicos

2 Máquinas de Estados em Jogos Eletrônicos 2 Máquinas de Estados em Jogos Eletrônicos Máquinas de Estados são um conceito importante em várias áreas da ciência. Em particular, a engenharia e a computação utilizam Máquinas de Estados como ferramentas

Leia mais

REGULAMENTO DA ORIENTAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

REGULAMENTO DA ORIENTAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS AVANÇADO EM JANDAIA DO SUL COLEGIADO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO REGULAMENTO DA ORIENTAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO JANDAIA

Leia mais

Prova de Microeconomia

Prova de Microeconomia UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CURSO DE MESTRADO EM ECONOMIA PROCESSO SELETIVO 2010 Prova de Microeconomia INSTRUÇÕES PARA A PROVA Leia atentamente as questões. A interpretação das questões faz parte da

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS UNISINOS UNIDADE ACADÊMICA GRADUAÇÃO CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ROBERTO RAGUZE FLORES

UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS UNISINOS UNIDADE ACADÊMICA GRADUAÇÃO CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ROBERTO RAGUZE FLORES UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS UNISINOS UNIDADE ACADÊMICA GRADUAÇÃO CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ROBERTO RAGUZE FLORES EXEMPLO DE MONOGRAFIA NO PADRÃO DA UNISINOS: VERSÃO L A TEX

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

3 Método de Monte Carlo

3 Método de Monte Carlo 25 3 Método de Monte Carlo 3.1 Definição Em 1946 o matemático Stanislaw Ulam durante um jogo de paciência tentou calcular as probabilidades de sucesso de uma determinada jogada utilizando a tradicional

Leia mais

Colegiado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências Veterinárias

Colegiado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências Veterinárias MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM CIÊNCIAS VETERINÁRIAS Colegiado do Programa de Pós-Graduação

Leia mais

4. PMBOK - Project Management Body Of Knowledge

4. PMBOK - Project Management Body Of Knowledge 58 4. PMBOK - Project Management Body Of Knowledge No Brasil, as metodologias mais difundidas são, além do QL, o método Zopp, o Marco Lógico do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Mapp da

Leia mais

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer 3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer Esse capítulo tem por objetivo apresentar os conceitos do sistema APO (Advanced Planner and Optimizer), o sistema APS da empresa alemã SAP. O sistema APO

Leia mais

17/05/2011. SMA = Agentes + Interação Social. Interação Social = Comunicação + Coordenação. 9ª Aula Negociação. Teoria dos Jogos

17/05/2011. SMA = Agentes + Interação Social. Interação Social = Comunicação + Coordenação. 9ª Aula Negociação. Teoria dos Jogos SMA = Agentes + Interação Social 9ª Aula Negociação Interação Social = Comunicação + Coordenação Coordenação entre agentes benevolentes ou com interesses comuns Coordenação entre agentes competitivos ou

Leia mais

Metodologia do Trabalho Científico

Metodologia do Trabalho Científico Metodologia do Trabalho Científico Diretrizes para elaboração de projetos de pesquisa, monografias, dissertações, teses Cassandra Ribeiro O. Silva, Dr.Eng. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Porque escrever

Leia mais

www.convexity.net.br http://www.convexity.net.br/treinamentos/in stituto-educacional-bmfbovespa-fazendo-adiferenca/

www.convexity.net.br http://www.convexity.net.br/treinamentos/in stituto-educacional-bmfbovespa-fazendo-adiferenca/ www.convexity.net.br A Convexity possui uma parceria com o Instituto Educacional BM&FBOVESPA. A parceria abrange os seguintes aspectos: - Os treinamentos Convexity são certificados pelo Instituto Educacional.

Leia mais

Universidade Católica Portuguesa. Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais. Tel.: 351217270250. Fax: 351217270252

Universidade Católica Portuguesa. Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais. Tel.: 351217270250. Fax: 351217270252 Comportamento estratégico Fernando ranco Ano lectivo 2003-2004 Trimestre de Inverno As questões estratégicas são relevantes em muitos casos para além do oligopólio. Interacção entre partidos; negociações

Leia mais

COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO VAGA TÉCNICO JÚNIOR PROCESSO 012/2015

COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO VAGA TÉCNICO JÚNIOR PROCESSO 012/2015 COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO VAGA TÉCNICO JÚNIOR PROCESSO 012/2015 O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul SEBRAE-RS, CNPJ nº 87.112.736.0001-30, inscrição Estadual 096/2532541,

Leia mais

Responsabilidade Social no Ensino em Administração: um estudo exploratório sobre a visão dos estudantes de graduação

Responsabilidade Social no Ensino em Administração: um estudo exploratório sobre a visão dos estudantes de graduação Renata Céli Moreira da Silva Responsabilidade Social no Ensino em Administração: um estudo exploratório sobre a visão dos estudantes de graduação Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa

Leia mais

A PROBLEMATIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA

A PROBLEMATIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA A PROBLEMATIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA Jeferson Luiz Appel Dar-se-ia mais significação aos conteúdos conceituais a serem aprendidos pelos alunos pela necessidade de esses adquirirem um novo conhecimento

Leia mais

AVALIAÇÃO DE IMPACTO NA PRÁTICA GLOSSÁRIO

AVALIAÇÃO DE IMPACTO NA PRÁTICA GLOSSÁRIO 1 AVALIAÇÃO DE IMPACTO NA PRÁTICA GLOSSÁRIO Amostra aleatória. Também conhecida como amostra probabilística. A melhor maneira de evitar uma amostra enviesada ou não-representativa é selecionar uma amostra

Leia mais

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS PLANOS DE CONTINGÊNCIAS ARAÚJO GOMES Capitão SC PMSC ARAÚJO GOMES defesacivilgomes@yahoo.com.br PLANO DE CONTINGÊNCIA O planejamento para emergências é complexo por suas características intrínsecas. Como

Leia mais

PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011

PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011 CENTRO DA QUALIDADE, SEGURANÇA E PRODUTIVIDADE PARA O BRASIL E AMÉRICA LATINA PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011 Diretrizes para auditorias de sistemas de gestão da qualidade e/ou ambiental

Leia mais

As leis da procura e oferta são fundamentais para o entendimento correcto do funcionamento do sistema de mercado.

As leis da procura e oferta são fundamentais para o entendimento correcto do funcionamento do sistema de mercado. CAPÍTULO 3 PROCURA, OFERTA E PREÇOS Introdução As leis da procura e oferta são fundamentais para o entendimento correcto do funcionamento do sistema de mercado. O conhecimento destas leis requer que, em

Leia mais