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1 Escola de Economia e Gestão Universidade do Minho DEPARTAMENTO DE GESTÃO RELATÓRIO ANUAL DE ACTIVIDADES 2007

2 ÍNDICE I - Relatório da Direcção do Departamento Introdução Projectos de Ensino Investigação Recursos Humanos e infra-estruturas de apoio Estrutura funcional do Departamento Contas do Exercício Perspectivas futuras...23 II- Relatório das actividades desenvolvidas pelos membros do Departamento Trabalhos desenvolvidos (ou a desenvolver) para efeitos de grau académico Teses de doutoramento Concluídas Em curso Dissertações de mestrado Concluídas Em curso Trabalhos produzidos/publicados Artigos publicados em periódicos científicos ISI Web of knowledge Outros com revisão pelos pares Outros sem revisão Artigos em conferências internacionais e nacionais Working Papers Comunicações apresentadas em Seminários (com ou sem artigo escrito) Participação em júris de provas académicas e concursos Provas Académicas Concursos Actividade científico-pedagógica Orientação de teses de doutoramento Orientação de dissertações de mestrado Orientação de estágios/seminários de licenciatura (só os concluídos) Projectos de investigação financiados Integração de corpos editoriais de revistas científicas e/ou revisor de revistas científicas Organização de encontros científicos Actividades de gestão universitária Colaboração com outras instituições Outra informação relevante...91 III- ANEXOS

3 I - Relatório da Direcção do Departamento 1. Introdução Terminado o ano de 2007, torna-se necessário fazer um balanço das actividades desenvolvidas. A estrutura deste Relatório da Direcção do Departamento segue de perto o Plano de Actividades para o ano que agora finaliza, de forma a tornar mais simples a comparação entre os objectivos propostos e as actividades realizadas. Desde já gostaria de destacar, como factos mais relevantes no ano de 2007: a) a grande procura que os projectos de ensino adequados a Bolonha tiveram quer ao nível das licenciaturas em Gestão e de Negócios Internacionais, quer ao nível dos mestrados; b) o elevado sucesso ao nível da investigação, comprovado através da aprovação pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) de vários projectos de investigação (os docentes do Departamento arrecadaram mais de 25% dos projectos financiados pela FCT em 2007); c) a não atribuição de quaisquer verbas próprias ao Departamento (em 2006 tinham sido cerca de 50% das verbas totais); d) a redução do número de etis (passamos de 680% para 470% de convidados), o que levou a que docentes das áreas de Finanças e Organizações e Políticas Empresariais tivessem que leccionar respectivamente na área da Contabilidade e Marketing e Gestão Estratégica. 2. Projectos de Ensino Implementação do Processo de Bolonha Durante este ano verificou-se a aplicação criteriosa do Plano de Transição da Licenciatura em Gestão de acordo com os princípios do Processo de Bolonha. Também a implementação do novo Plano de Estudos adequado a Bolonha da Licenciatura em Negócios Internacionais se iniciou em Setembro de As licenciaturas em Contabilidade e Marketing não abriram dado que não houve atribuição de vagas adicionais por parte do Governo nem redistribuição das vagas dentro da Universidade. Ao nível dos projectos de 2º ciclo verificou-se a abertura dos Mestrados em Contabilidade, Finanças, Gestão, Gestão de Recursos Humanos, e Marketing e Gestão Estratégica, todos já adequados a Bolonha, tendo sido preenchidas as 40 vagas definidas pelo Reitor. O Departamento participa ainda no Mestrado em Matemática Económica e Financeira. O preenchimento de todas as vagas pode ser considerado como um bom indicador da procura que o Departamento tem ao nível do 2º ciclo. Contudo, apesar do elevado sucesso, o Departamento ainda não recebeu qualquer contrapartida em termos de etis pelo esforço que está a fazer (a redistribuição de etis verificada este ano manteve a posição relativa do Departamento dentro da Escola). É ainda de destacar o facto de, devido à retenção total das propinas por parte da Reitoria, as Comissões Directivas dos Mestrados não contarem com qualquer tipo de verbas, situação inaceitável dado que as Direcções das licenciaturas contam com apoio financeiro (a situação é tanto mais 3

4 injusta quanto sabemos que as propinas dos alunos de 1º ciclo são substancialmente mais baixas do que a dos alunos do 2º ciclo). O Departamento viu ainda aprovados durante este ano pelo Senado mais dois projectos de 2º ciclo adequados a Bolonha: o Mestrado em Gestão de Unidades de Saúde e Mestrado em Gestão Logística. O Departamento participa ainda com o Departamento de Economia no Mestrado em Negócios Internacionais, que foi também já aprovado pelo Senado. Neste momento, estes cursos de 2º ciclo encontram-se à espera de registo na Direcção Geral do Ensino Superior e prevê-se que possam abrir no ano lectivo 2008/09. Ao nível do 3º Ciclo, o grupo criado em sede de em Conselho de Departamento com o objectivo de trabalhar na criação de um Programa de Doutoramento em Ciências Empresariais, adequado a Bolonha, interrompeu os seus trabalhos, após o Departamento ter sido informado da possibilidade de participar num Curso de Doutoramento conjunto com o Instituto Superior de Economia e Gestão, Faculdade de Economia de Coimbra e Faculdade de Economia do Porto. Aguarda-se neste momento decisões a este respeito. Durante este ano, ingressaram no 3º ciclo (ainda sem parte escolar) 9 alunos: 5 em Contabilidade, 2 em Marketing e Gestão Estratégica e 2 em Organização e Políticas Empresariais. Preenchimento das vagas nas licenciaturas em Gestão e em Negócios Internacionais A adequação da Licenciatura em Gestão a Bolonha foi bem recebida pelo mercado, revelando-se os resultados no preenchimento das vagas muito satisfatórios. Todas as vagas foram preenchidas na 1ª fase, sendo a classificação do último aluno entrado de 14.2 valores. Esta classificação permite-nos dizer que só entraram bons alunos para a licenciatura em Gestão. É ainda de destacar que a média de entrada foi 15.5 valores e que entraram 4 alunos com mais de 17 valores. Quebrou-se desta forma o ciclo de descida contínua nas classificações de entrada na licenciatura em Gestão, tal como se pode observar no quadro seguinte: Vagas Vagas Colocados Colocados Nota do último Nota do último Nº de alunos de Nº de hits na 1ª fase 2ª fase 1ª fase 2ª fase colocado 1ª fase colocado 2ª fase 1ª opção 1ª fase 1ª fase L.GESTÃO ,8 144, ,2 140, ,4 146, ,0 131, ,0 147, L.NEG.INT ,6 106, , , ,6 104, ,8 129,

5 Na licenciatura em Negócios Internacionais é de destacar o facto de pela primeira vez terem sido preenchido todas as vagas na segunda fase, o que parece indicar que finalmente esta licenciatura se está a consagrar no mercado. Em 2007, considerando as duas fases, 13 alunos escolheram esta licenciatura em 1ª opção, ao contrário do que havia acontecido nos dois anos anteriores em que apenas 2 (2005) e 5 (2006) alunos o haviam feito. Acresce que este ano, após transferências o número de alunos do 1º ano ascende a 51 alunos. Devido às dificuldades financeiras sentidas durante todo o ano mais uma vez não foi possível construir uma base de dados dos alunos e ex-alunos da licenciatura em Gestão. Como Directora reconheço a utilidade e o interesse desta base de dados para conhecermos melhor os nossos alunos e, por isso, espero que nos próximos anos seja possível reunir recursos para a sua construção e manutenção. As recentes exigências do Governo no sentido de as Universidades mostrarem onde estão empregados os seus alunos, apontam também neste sentido. Esta base de dados seria também muito importante para a promoção dos nossos cursos de pós-graduação. A promoção dos cursos do Departamento torna-se essencial sendo tarefa de todos os membros do Departamento. Diversos colegas do Departamento participaram durante este ano activamente nas iniciativas da UM e EEG de promoção dos cursos de licenciatura em que o Departamento colabora, particularmente as relativas aos cursos de Gestão e de Negócios Internacionais. Esperase que este esforço de promoção se mantenha ou, se possível, seja melhorado, com vista a sermos capazes de captar os melhores alunos da região. Licenciatura em Gestão Ao esforço para adequação do plano de estudos e subsequente processo de aprovação nos diversos órgãos internos, seguiu-se a preocupação com a gestão da implementação. Cedo se tornou claro que a adequação a Bolonha suscitava bastante apreensão e, sobretudo, implicava a adopção de metodologias de ensinoaprendizagem com implicações para alunos e docentes. Consequentemente, na segunda metade do ano lectivo de 2005/2006 foram levadas a cabo pela Direcção do Curso (Doutoras Ana Soares e Ana Carvalho, respectivamente Directora e Directora Adjunta do curso) diversas iniciativas de preparação para as mudanças a introduzir, quer junto dos alunos quer ao nível da preparação do ano lectivo de 2006/2007 por parte dos docentes. O início do ano lectivo de 2006/2007 caracterizou-se por uma grande instabilidade decorrente da aplicação dos planos de transição nomeadamente em termos, de anomalias e problemas relacionados com as inscrições, agravados com a mudança de planos de estudos de alguns alunos após a época especial que decorreu em Outubro. 5

6 No ano lectivo 2007/2008, o novo plano entrou em funcionamento também para o 2º ano do curso. No entanto, continua a ser um ano crítico de transição, quer do ponto de vista dos problemas relacionados com a aplicação dos diferentes planos de estudos quer do ponto de vista dos próprios estudantes. Embora antecipação da época especial de exames tenha sido uma medida bastante positiva, o início do ano lectivo caracterizou-se por vários problemas resultantes do reingresso de alunos que não terminaram planos anteriores da licenciatura (de Gestão e Gestão de Empresas) e do respectivo enquadramento nos planos de estudo actualmente em vigor. Este facto agravou-se com a extinção neste ano lectivo do plano de estudos de Gestão de Empresas. De acordo com o plano de transição, este é o último ano em que se podem realizar as unidades curriculares do plano antigo por exame e é de esperar que nos próximos anos ainda se verifiquem problemas deste tipo na medida em que existem muitos estudantes com situações atípicas. O ano lectivo 2007/8 ficará marcado pelo funcionamento pela primeira vez da unidade curricular (UC) Caso de Gestão que tem sido objecto de preparação por parte de uma equipa constituída pelos Doutores Ana Carvalho, Ana Soares, Filomena Brás, Gilberto Ramos e a Mestre Nazaré Rego. Este grupo tem reunido regularmente. O trabalho tem sido coordenado pela Doutora Ana Carvalho que tem contado com a importante colaboração da Mestre Nazaré Rego na identificação e contacto com a organização objecto do caso. Neste momento, está definido o modelo de funcionamento da Unidade Curricular (já apresentada em sede de Conselho de Departamento) e encontra-se em fase de elaboração o Caso para o presente ano lectivo. No entanto, garantir o funcionamento do Caso de Gestão em todos os semestres representará um importante desafio para a Direcção de Curso e o Departamento, dado o carácter inovador e ambicioso desta UC. Um efeito colateral da adequação a Bolonha diz respeito aos estudantes e à dinâmica do curso. Na verdade, algumas iniciativas tradicionais como a organização da Jornadas e a actividade associativa dos estudantes sofrem este ano as consequências decorrentes da redução da duração do curso. Por exemplo, as Jornadas de Gestão, tradicionalmente organizadas pelo 4º ano do Curso, não o serão este ano. De sublinhar o número de alunos que terminará o Curso este ano, uma vez que concluem o curso os alunos do 5º ano do plano antigo após a conclusão do estágio, os alunos do 4º ano no final do 1º semestre e os alunos do 3º ano, no final do ano lectivo, o que não deixará de se reflectir na integração destes licenciados no mercado de trabalho. A ADEGE também se tem ressentido e seria importante para o Curso garantir o nível e qualidade da actividade associativa dos estudantes. As actividades de promoção do curso têm merecido a constante atenção da Licenciatura, tendo-se concretizado na elaboração de brochuras para o curso, materiais promocionais, visitas às escolas e acolhimento de visitas à Universidade. Nestas actividades participaram os colegas Ana Soares, Ana Carvalho, Filomena Brás, José Carlos Pinho e Elisabete Sampaio com o apoio da Drª Luísa Araújo. Encontra-se em fase de elaboração uma nova brochura do curso. Tem sido convicção da actual Direcção de Curso que uma vertente importante da promoção deve visar os estudantes actuais da Licenciatura. 6

7 Assim, a melhoria dos canais internos de comunicação torna-se um meio de aumentar a satisfação dos estudantes com o curso e com a Universidade, nomeadamente através da constituição de mailing lists e da Blackboard enquanto intranet do curso. A Blackboard insere-se igualmente no âmbito das medidas destinadas a facilitar o novo modelo lectivo e melhorar a comunicação interna. Assim, foi criada neste ano lectivo uma instância na Blackboard com toda a informação relativa à licenciatura, incluindo a calendarização das actividades de avaliação. Dado que se considerou que a utilização da Blackboard seria positiva para a implementação das novas metodologias, foi organizada uma acção de formação sobre a utilização e potencialidades da Blackboard para os docentes do Departamento e do Curso. Neste momento, a Licenciatura encontra-se em fase de avaliação pela Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) para efeitos de reconhecimento do Curso. Este processo está a ser coordenado pela Doutora Filomena Brás, que foi nomeada elo de ligação com a CTOC. Este aspecto, que representa uma importante saída profissional para muitos licenciados, reveste-se de extrema importância para o futuro do curso. Embora de acordo com os critérios de reconhecimento previamente divulgados (prevendo mínimos de formação em ECTS) continue a ser possível obter o reconhecimento do Curso, a mesma conclusão pode não ser líquida a partir da análise do art. 16 do Estatuto da CTOC publicado no anúncio 95/2006 (2º série) de 12 de Junho. Este é um aspecto extremamente importante que deverá merecer toda a atenção da Direcção de Curso e do Departamento. No início do ano lectivo anterior foram também introduzidas algumas mudanças de carácter prático no funcionamento do curso e das aulas de forma a implementar Bolonha de forma mais eficaz. Assim, foi proposto a figura do professor Coordenador de ano para actuar como mediador entre os alunos, os docentes do ano e a Direcção da licenciatura. O coordenador tem um papel duplo, por um lado o de fazer a interface com os alunos do ano, sendo o canal privilegiado desses alunos com a Direcção de curso e fazer a interface com os docentes do ano. A figura do coordenador de ano revelou-se muito positiva e mantém-se em 2007/2008. Os vários coordenadores reuniram ao longo do ano com os docentes do respectivo ano e tiveram um papel fundamental na coordenação dos momentos de avaliação, tão importante no actual modelo de ensino. Idealmente, os coordenadores de ano são membros da comissão de curso de forma a facilitar a coordenação pedagógica do curso. Os coordenadores de ano nos dois anos lectivos anteriores encontram-se no quadro seguinte: 2006/ /2008 Ano Coordenador 1º ano Ana Carvalho Joaquim Silva 2º ano Filomena Bras Filomena Brás 7

8 3º ano Joaquim Silva Ana Carvalho 4º ano Cláudia Simões Carla Freire Do ponto de vista dos alunos, de forma a facilitar a implementação do modelo de trabalho previstos em termos de ECTS, foram feitas sessões de apresentação sobre o novo modelo do Curso e os planos de transição. No início de cada ano lectivo, têm sido feitas apresentações conjuntas para todas as UCs para cada ano, tendo sido antecedida por uma apresentação da Direcção da licenciatura enfatizando a alteração das metodologias lectivas. A elaboração dos horários privilegiou o interesse e organização do trabalho autónomo individual e em grupo dos alunos, bem como tornar possível aos alunos assistirem sempre a UCs do ano imediatamente anterior. Optou-se, assim, por concentrar as aulas de cada ano unicamente de manhã ou de tarde, minimizar as deslocações no complexo por parte dos alunos e representar graficamente no horário a mancha temporal a alocar ao trabalho independente. Esta é também uma medida positiva que permite melhorar a produtividade dos alunos e que, na medida do possível, deverá manter-se (o aumento do número de docentes doutorados complica esta organização dos horários quanto às aulas às quartas à tarde). Dado que 2006/2007 era o último ano em que era possível completar o plano de estudos de Gestão de Empresas, foi aprovada pela comissão de Curso a possibilidade de substituição do estágio curricular por uma nota curricular, para os alunos deste plano a quem faltasse unicamente o estágio para a conclusão da Licenciatura e que tivessem pelo menos 3 anos de experiência profissional. Trata-se de uma possibilidade que existe há muito nos cursos de engenharia e que tem vindo a ser solicitada por alunos nestas condições. Face às alterações do curso, essa possibilidade deverá ser estendida a alunos de outros plano, nomeadamente o plano 31 D, um plano de transição de Gestão de Empresas para o Plano antigo de Gestão, que se encontra em vigor ainda este ano. Este é o Plano em que têm sido enquadrados os alunos de Gestão de Empresas a quem faltavam até três cadeiras para a conclusão da licenciatura. Este plano deverá terminar este ano lectivo. A análise das estatísticas do aproveitamento escolar determina a identificação de 9 UCs críticas para o ano lectivo de 2005/2006 e de 8 para 2006/2007. Abaixo apresentam-se os dados relativos ao aproveitamento escolar dos dois anos lectivos. Para o ano de 2006/2007, não foram considerados os dados relativos às cadeiras do plano antigo que funcionaram unicamente por exame. Alunos (%) Disciplina Ano Aval/Insc Aprov/Insc Aprov/Aval 2005/2006 8

9 Contabilidade Analítica 2º 48% 33,1 69,0 Mercados e Investimentos 2º 58,5 40,9 69,9 Financeiros Economia Política Monetária 2º 63,8 38,5 60,2 Investigação Operacional 3º 56 37,7 67,3 Gestão Financeira 3 41,9 27,7 66,1 Contabilidade das Sociedades I 4º 69,4 45,9 66,1 Gestão da Produção e Operações 4º 56,7 43,3 76,4 Elaboração e Aval. Projectos de Inv. 4º 65,4 50,4 77,1 Gestão de stocks 4º 64,8 42,6 65,8 2006/2007 Investimentos Financeiros 2º Investigação Operacional p. a Gestão 2º Fiscalidade 2º Derivados e Gestão do Risco 3º Contabilidade das Sociedades I 4º Elaboração e Aval. Projectos. de Inv 4º Gestão de Stocks 4º Direito Fiscal 4º Estas estatísticas foram apresentadas em reunião da Comissão de Curso, tendo sido identificadas como razões para o insucesso a natureza quantitativa das UCs, um número muito elevado de alunos inscritos, muitas vezes trabalhadores estudantes que não frequentam as aulas, e a necessidade de os alunos trabalharem com regularidade para estas cadeiras. Em 2006/2007, concluíram o estágio 53 alunos. Época Número de estágios concluídos 2005/ /2007 Normal 1º Semestre 7 5 Recurso 1º Semestre Normal 2º Semestre 11 6 Recurso 2º Semestre Especial Licenciatura em Negócios Internacionais (LNI) 9

10 O Departamento assumiu em Setembro a Direcção desta licenciatura sendo a Directora a Doutora Carolina Machado. Este ano lectivo iniciou-se a implementação do Processo de Bolonha, desejando-se que o processo de transição seja tranquilo. Na Direcção anterior, dirigida pelo Doutor Páscoa Machado, e co-adjuvado pelo Doutor José Carlos Pinho do Departamento de Gestão, foram levados a cabo esforços no sentido de implementar um processo de ensino/aprendizagem mais moderno e eficiente, nomeadamente uma metodologia baseada na resolução de problemas concretos, estudos de casos e utilização de novas tecnologias de ensino/aprendizagem, nomeadamente de comunicações electrónicas e de ensino à distância. Muito dessa actividade encontrou concretização naquilo que foi designado de Virtual ClassRoom in International Business, de que foram realizadas 5 edições. As primeiras três encontram-se descritas em (http://www1.eeg.uminho.pt/economia/pascoa/vcib20405/vcib/index.htm), e constavam de actividades lectivas comuns entre as turmas leccionadas pelo director na LNI e turmas alemãs da University of Applied Sciences (Bielefeld, Alemanha) e mexicanas da Universidad Iberoamericana (Puebla, México) de colegas com unidades curriculares afins. Primeiro a dois e depois a três, estas actividades envolveram nas suas duas mais recentes edições (4ª e 5ª) turmas da Merrick School of Business (Baltimore, EUA) e da Universidad Internacional (Cuernavaca, México). É ainda de salientar a realização duma série de Jornadas designadas de International Business Week (IBW) e que destinou fundamentalmente a criar uma rede de interesses comuns ao redor do ensino, aprendizagem, pesquisa e prática, que pudesse ajudar a promover e consolidar a LNI interna e internacionalmente. A 1ª e 3ª edições foram realizadas na EEG/UM na Primavera de 2006 e 2007, a 2ª na Merrick School of Business (Baltimore, EUA) em Outubro/Novembro de 2006, e a 4ª na Universidad Internacional (Cuernavaca, México). Estas iniciativas revelaram-se importantes na promoção da LNI, estando já em preparação a realização da IBW5 na EEG/UM prevista para a próxima Primavera. Para uma visão dos preparativos da IBW5 e das actividades das edições anteriores pode ser consultado o sítio Avaliação do ensino ministrado pelos docentes do Departamento A qualidade do ensino ministrado aos alunos é uma preocupação cada vez maior no Departamento que se acentua ainda mais com o Processo de Bolonha. Torna-se importante apostar num ensino de qualidade, que transmita uma imagem positiva junto dos alunos. Assim, de acordo com os alunos dos cursos de 1º ciclo, os Top 10 docentes que se destacaram no ano de 2007 foram os seguintes: 1º Elisabete Sá 2º Lúcia Lima Rodrigues 3º Ana Paula Ferreira 4º João Leite Ribeiro 5º Maria do Céu Cortez 6º Teresa Pereira 6º Marco Vieira 10

11 8º Manuel Rocha Armada 9º Regina Leite 10º Cláudia Simões Todos estes docentes têm uma classificação acima de 5,10 e muito próxima (num máximo de 6). A este respeito, repare-se que dois docentes têm a mesma classificação. Verificou-se também uma melhor avaliação durante este ano do ensino ministrado, havendo agora mais docentes com classificação acima de 5. Ensino em Inglês No Plano de Actividades do Departamento para 2007 constava a promoção do ensino em inglês nos vários ciclos. No contexto do Processo de Bolonha, o Plenário Conselho Científico da EEG acabou por permitir apresentar e defender teses de doutoramento e mestrado em inglês, o que acabou por constituir o cumprimento de um objectivo pelo qual o Departamento andava a lutar há vários anos. Ao nível dos mestrados pode considerar-se que está a haver um retrocesso na leccionação de UCs em língua estrangeira resultante de actualmente as Comissões Directivas não disporem de qualquer verba que permita convidar académicos de renome internacional. Os Mestrados do Departamento tiveram desde sempre uma tradição de convidar académicos de renome internacional o que permitia a internacionalização destes projectos de ensino. Dadas as dificuldades financeiras da Universidade do Minho, tal prática não se tornou possível nem se prevê que o venha a ser em Ao nível das licenciaturas, o Departamento reconhecendo a necessidade de se avançar com cada vez mais UCs em inglês, decidiu oferecer este ano as mesmas UCs que no ano anterior. Foi ainda decidido que competiria aos docentes leccionarem em inglês, caso achassem que era o mais adequado no seu caso concreto. Internacionalização O número de alunos das licenciaturas do Departamento (Gestão e Negócios Internacionais) a participar em programas de intercâmbio internacionais (alunos OUT) durante o ano lectivo de 2007/2008 é de 42, número bastante acima dos registados nos anos lectivos anteriores (2005/2006 e 2006/2007), conforme se pode constatar no quadro abaixo. Parte deste crescimento poderá ser explicado pela reestruturação das licenciaturas na sequência do processo de Bolonha e a consequente redução da duração do 1º ciclo, que levaram a que um maior número de alunos na fase final da sua Licenciatura não quisesse perder a oportunidade de efectuar um período de mobilidade. 11

12 ALUNOS OUT Ano Lectivo 2005/2006 Ano Lectivo 2006/2007 Ano Lectivo 2007/ Espanha Universidade de Vigo Universitat de Vic 2 1 Universidade de Zaragoza 2 Universidad Autónoma de Madrid 2 Universidad Rey Juan Carlos 1 Itália Università Degli Studi di Parma 2 Università Degli Studi di Milano-Bicocca 2 1 Alemanha Fachhochschule Bielefeld Holanda Hogeschool Rotterdam Polónia Academy of Humanities and Economics in Lodz 2 2 Warsaw University Suécia Jönköping International Business School 2 Dinamarca 3 Syddansk Universitet 3 UK University of Luton/University of Bedfordshire Teesside Business School - Univ.of Teesside 2 2 Lituânia Vilnius Gediminas Technical University 1 2 Finlândia 3 Tampere Polytechnic 2 Laurea Polytechnic 1 Suiça 2 Zurich Univ. o Applied Sciences Winterthur 2 Turquia 1 Izmir University of Economics 1 Brasil UDESC Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) 2 Universidade Federal de Pelotas 1 Univali 1 1 US University of West Florida 1 2 Northern Michigan University (Cister College of Business) 2 3 Já no que se refere a alunos estrangeiros (alunos IN) que frequentam as licenciaturas do Departamento o seu número ascende a 25, um pouco aquém do número recebido no ano lectivo passado (que foi de 29). Em particular, continuamos como no ano lectivo passado a receber um elevado número de alunos oriundos do Brasil, como se pode observar no quadro a seguir, e também de Espanha. A proximidade física (no caso de Espanha) e de língua (em ambos os casos) justificarão esta preferência. Uma maior oferta de UCs em Inglês parece essencial para atrair alunos de outros países. Na área de gestão esta oferta é ainda limitada, sendo que este ano lectivo apenas 2 UCs funcionam em Inglês: Ética e Responsabilidade Social e Marketing Internacional. 12

13 ALUNOS IN Ano Lectivo 2005/2006 Ano Lectivo 2006/2007 Ano Lectivo 2007/ Espanha Universidade de Extremadura Universidade de Castilla-La Mancha Universidade de Almería 1 Universidade de Huelva 1 Universidade de Vigo Itália Università Degli Studi del Molise Università Degli Studi di Parma 3 1 França Université de Valenciennes et du Hainaut-Cambrésis 1 Holanda Hogeschool Rotterdam 1 1 Alemanha Universität Hamburg 1 Polónia Warsaw University 2 2 Finlândia University of Vaasa 1 UK University of Luton 2 Lituânia Vilnius Gediminas Technical University 2 2 Turquia Ankara University 1 1 Cukurova University Brasil Univille 8 11 Universidade Federal da Paraíba 1 UDESC 1 UNIVALI 2 Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) 1 Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) 1 Para além da divulgação efectuada a nível da Universidade (pelo Gabinete de Relações Internacionais), este ano a Escola de Economia e Gestão, em conjunto com os Núcleos/Associações de Estudantes, promoveu o programa Erasmus de forma mais personalizada junto dos seus alunos. Esta divulgação foi efectuada por e através da realização de uma Tertúlia na Livraria Almedina, com a participação dos coordenadores Erasmus das diferentes áreas da EEG, e de alunos que tendo já vivido a experiência Erasmus, quiseram partilhar a mesma. Ao nível de protocolos, é de destacar que muitos dos protocolos actualmente em vigor terminam no final deste ano lectivo, pelo que foi efectuada uma reavaliação, no sentido de ponderar a sua renovação. Nesta renovação foi tida em conta a mobilidade passada de alunos Erasmus de, e para, estas universidades, a classificação das universidades de acordo com rankings internacionais e as UCs oferecidas pelas universidades. Para além disso foram recebidas várias propostas de novos protocolos. Foi estabelecido protocolo com a Syddansk Universitet da Dinamarca e outras propostas estão ainda em processo de análise. A principal prioridade no futuro próximo será o alargamento de protocolos com outras instituições estrangeiras de 13

14 referência que permitam uma possibilidade de escolha mais atractiva para os alunos, não só ao nível do 1º ciclo mas também ao nível do 2º ciclo. A partir deste ano lectivo a coordenação Erasmus passou a ser realizada pela Doutora Regina Leite (coordenadora OUT), Doutora Teresa Pereira (coordenadora IN), e com o apoio da Doutora Florinda Silva. Serviço Docente O ano de 2007 acabou por ser um ano complicado ao nível da distribuição do serviço docente (DSD) do Departamento, tendo gerado conflitos. Devido à redução de etis do Departamento (de 680% para 470% convidados) e, particularmente, à redução de algumas áreas disciplinares (em parte consequência dos planos de transição para Bolonha das diferentes licenciaturas onde o Departamento colabora), alguns docentes tiveram que leccionar em áreas disciplinares diferentes onde tradicionalmente leccionam e investigam, o que não acontecia há muitos anos. A afectação de etis às diferentes áreas disciplinares (Contabilidade, Finanças, Marketing e Gestão Estratégica, Métodos Quantitativos e Organização e Políticas Empresariais) foi feita a partir do modelo aprovado em Conselho de Departamento. O conflito resultou de haver opiniões divergentes sobre a forma como o problema seria resolvido. A DSD acabou por ter sido decidida em reunião entre os catedráticos do Departamento e a Presidente da EEG e aprovada, juntamente com a contratação de convidados, nas reuniões da Comissão Coordenadora e do Conselho de Gestão, com a abstenção da Directora do Departamento de Gestão. Como no ano anterior, repito que é importante assegurar uma distribuição equitativa do serviço docente. Continuo a acreditar que o modelo de distribuição de etis serve esse objectivo e servirá de base para a distribuição do serviço docente do próximo ano. O modelo é importante não só por questões de equidade, mas também porque serve de linha orientadora no desenvolvimento de actividades lectivas pelos membros do Departamento. A distribuição do serviço docente actualizada de acordo com a última reunião do Conselho de Departamento consta do Anexo I. Como nota positiva, novamente este ano foi possível responder favoravelmente a todos os docentes que o solicitaram pedidos de equiparação a bolseiro, sabáticas e prorrogações de equiparação por mais seis meses. Cursos de Formação Especializada Num contexto de redução progressiva das verbas orçamentais, vários colegas se mobilizaram durante este ano na preparação de Cursos de Formação Especializada, acreditando que deles resultarão verbas próprias que permitem fazer face às despesas do Departamento. Alguns destes cursos irão abrir no próximo ano. Como já salientado no ano anterior, estes Cursos são também um meio de aproximação à comunidade em que nos inserimos, já que se caracterizam por ser cursos de menor duração, mais especializados, e mais 14

15 orientados para a prática, podendo ter uma duração e formato adequados à natureza e objectivos do curso, sendo a frequência com aproveitamento atestada por uma certidão emitida pela Universidade do Minho. Este ano, os seguintes cursos foram aprovados nos órgãos da Universidade: -Curso de Formação Especializada (Formação para Profissionais de Contabilidade) em Contabilidade de Custos (criação) -Curso de Formação Especializada (Formação para Profissionais de Contabilidade e Executivos) em Contabilidade de Gestão (criação) -Curso de Formação Especializada (Formação para Profissionais de Contabilidade e Executivos) em Contabilidade Ambiental e Social (criação) -Curso de Formação Especializada (Formação para Profissionais de Contabilidade) em Sistemas de Normalização Contabilística (SNC) Pequenas Entidades (criação) -Curso de Formação Especializada (Formação para Profissionais de Contabilidade) em Sistemas de Normalização Contabilística (SNC) (criação) -Curso de Formação Especializada (Formação para Executivos) em Avaliação de Projectos de Investimento (criação) -Curso de Formação Especializada (Formação para Executivos) em Avaliação e Gestão do Risco (criação) -Curso de Formação Especializada (Formação para Executivos) em Finanças Empresariais (criação) -Curso de Formação Especializada (Formação para Executivos) em Finanças para Não Financeiros (criação) -Curso de Formação Especializada (Formação para Executivos) em Gestão de Carteiras de Investimento (criação) -Curso de Formação Especializada (Formação para Executivos) em Gestão de Competências Pessoais (criação) -Curso de Formação Especializada (Formação para Executivos) em Criação de Valor Através das Pessoas (criação) -Curso de Formação Especializada (Formação para Executivos) em Desenvolvimento e Organização Pessoal (criação) -Curso de Formação Especializada (Formação para Executivos) em Ética e Responsabilidade Social (criação) -Curso de Formação Especializada (Formação para Executivos) em Gestão de Recursos Humanos para as PME s (criação) -Curso de Formação Especializada (Formação para Executivos) em Liderança de Equipas e Gestão do Conflito (criação) -Curso de Formação Especializada (Formação para Executivos) em Sistemas de Melhoria Contínua em Gestão de Recursos Humanos (criação). 15

16 3. Investigação O Departamento de Gestão aposta na Investigação e o ano de 2007 foi muito positivo a este respeito. A nível nacional foram apresentados 106 projectos de investigação na área da Gestão à Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e 26 projectos foram aprovados. O Departamento viu aprovados 7 projectos de investigação onde participa, o que traduz uma elevada taxa de sucesso: 27% dos projectos financiados pela FCT (informação detalhada sobre os projectos de investigação na página do Departamento: Também a nível das publicações em periódicos científicos internacionais, o desempenho do Departamento melhorou. Neste Relatório considera-se como produção científica deste ano não só os artigos publicados em 2007 mas também os forthcoming, apesar de aparecerem em secções autónomas. Assim, e nos termos do Plano de Actividades, são de destacar os 6 artigos novos (contra 4 no ano anterior) publicados/aceites em revistas listadas na ISI Web of Knowledge: José Carlos Soares Brandão, A Deterministic Tabu Search Algorithm for the Capacitated Arc Routing Problem. Computers and Operations Research, 35, pg (em co-autoria com Eglese, R.). Impact factor: 0,893. Ana Maria Soares e Minoo Farhangmehr, M. Hofstede s Dimensions of Culture in International Marketing Studies. Journal of Business Research, 60, pp (em co-autoria com Shoham, A.). Impact factor: 0,815. Isabel Maria Ferraz Cordeiro, Some Notes on the Average Duration of an Income Protection Claim, Astin Bulletin, 37 (1), pp Forthcoming: José Carlos Soares Brandão, A deterministic tabu search algorithm for the fleet size and mix vehicle routing problem. European Journal of Operational Research. Impact factor: 0,918. Ana Carvalho, Artur Rodrigues e Nelson Areal, Evaluating student allocation in the Portuguese public higher education system, Higher Education, September (online edition) (em co-autoria com Portela, M.; Sá, C.; Alexandre, F.; Cerejeira, J.). Disponível em: x. Impact factor: 0,639. Lúcia Lima Rodrigues, Factors influencing social responsibility disclosure by Portuguese companies, Journal of Business Ethics (em co-autoria com Castelo Branco, M.). Impact factor: 0,597 16

17 Ana Carvalho e Carlos Cabral Cardoso, Flexibility through HRM in management consulting firms, Personnel Review. Impact factor: 0,315 Além destes artigos, são ainda de destacar 17 outros publicados em revistas internacionais por editoras de reconhecido prestígio como a Elsevier (Accounting Forum (1), The British Accounting Review (1) Critical Perspectives on Accounting (2), Global Finance Journal (2), The International Journal of Accounting (1), Research in Accounting Regulation (1)); a Emerald (Journal of Human Resources, Costing & Accounting (1), Women in Management Review (2)), a InderScience (The Internacional Journal of Globalization and Small Business (1)); a Routledge, Taylor & Francis Group (Higher Education Management and Policy (1)), a SAGE (Accounting History (2)); e a Springer (International Entrepreneurship and Management Journal (2)). Destaque ainda para um artigo publicado na revista da Academy of Accounting Historians, The Accounting Historians Journal. 4. Recursos Humanos e infra-estruturas de apoio O Departamento tem neste momento ao seu serviço 52 docentes: 2 Professores Catedráticos, 3 Professores Associados com Agregação, 3 Professores Associados, 16 Professores Auxiliares (um deles convidado), 16 Assistentes, 12 Assistentes Convidados, e 1 funcionária (conferir Anexo II ao presente Relatório). Mantém-se o objectivo de dispor num curto espaço de tempo de um corpo docente composto essencialmente por professores doutorados. Durante este ano, mais 4 colegas obtiveram o grau de Doutor. Quando considerados apenas os docentes de carreira, o Departamento tem agora cerca de 60% de docentes doutorados. Durante o período verificou-se a reafectação de gabinetes afectos ao Departamento. O Departamento perdeu dois gabinetes individuais e ganhou um gabinete duplo no 1º andar. A Secretaria do Departamento, com a passagem da D. Ana Maria para a Secretaria-geral da Escola, está agora a ser ocupada por três docentes. O Departamento proporciona aos seus docentes de carreira e aos assistentes convidados a 100%, um gabinete (individual ou duplo ocupado por dois docentes). A nível informático este ano pode considerar-se um ano positivo para o Departamento, nomeadamente quando se considera o investimento realizado nos anos anteriores e as restrições financeiras em que o Departamento e a Escola viveram durante todo este ano. No Plano de Actividades escrevi que tinha assumido o compromisso com a Presidente da EEG que faria o up-grade de memórias de vários computadores do Departamento com o valor das verbas orçamentais de 2 654,37 euros enquanto a Presidente da EEG se comprometia a comprar máquinas novas no valor de 3000 euros. Mais tarde, foi decidido que o Departamento pagaria as máquinas novas, enquanto a Presidência da EEG pagaria o upgrade de memórias dos computadores. Como vários computadores avariaram em consequência de as memórias se terem revelado incompatíveis, isto levou a que a Presidência da Escola substituísse os 17

18 computadores que avariaram por computadores novos. Mais tarde, perante um excesso de verbas de capital, a Presidência atribuiu ao Departamento mais três computadores. O número de computadores adquirido durante este ano foi de 12 (contra 5 no ano anterior e zero em 2005). Tal como aprovado no Conselho de Gestão, a atribuição de verbas da Presidência ao Departamento farse-ia na condição de que este ano não se aplicaria a regra da hierarquia, e os computadores novos iriam para os docentes que possuíssem as máquinas mais obsoletas. Os computadores adquiridos e os docentes a quem foram atribuídos contam da tabela seguinte: Gabinete Docentes GAB 1.08 Florinda Silva Maria de Lurdes Barroso GAB 3.01 José João Ribeiro Maria Emília Fernandes GAB 3.03 Anabela Silva Carlos Menezes GAB 3.04 Lídia Oliveira Mário Marques GAB 3.05 Gilberto Loureiro Ana Cristina Fernandes GAB 3.06 Benilde Oliveira Teresa Pereira GAB 3.09 Isabel Cordeiro GAB 3.18 José Carlos Pinho GAB 3.20 Lúcia Lima Rodrigues Computador Intel Vintage3 P5G965 CPU D925 Asus Intel Vintage CPU Cuore2Duo Intel Vintage3 P5G965 CPU D925 Asus Intel Vintage CPU Cuore2Duo Intel Vintage3 P5G965 CPU D925 Asus Intel Vintage CPU Cuore2Duo Intel Vintage3 P5G965 CPU D925 Asus Intel Vintage CPU Cuore2Duo Asus Intel Vintage CPU Cuore2Duo Nº de Utilizadores

19 GAB 3.23 Íris Barbosa Gina Santos GAB 3.28 Ana Paula Ferreira Carla Freira GAB 3.29 Artur Rodrigues Joaquim Silva Nelson Areal Asus Intel Vintage CPU Cuore2Duo Asus Intel Vintage CPU Cuore2Duo Asus Intel Vintage CPU Cuore2Duo Nos termos de decisão tomada em sede de Conselho de Departamento, estes docentes só poderão pedir novos computadores daqui a três anos. No Anexo III encontra-se o inventário com o parque informático do Departamento. No próximo ano torna-se importante canalizar os recursos de verbas de capital para a substituição de uma das impressoras do corredor e de algumas impressoras dos gabinetes que entretanto avariaram. 5. Estrutura funcional do Departamento Na execução das actividades, o Departamento contou para além da Assembleia, Conselho, e Direcção de Departamento, com a Direcção da licenciatura em Gestão e os membros da respectiva Comissão de Curso, a Direcção da licenciatura em Negócios Internacionais, as Comissões Directivas dos diferentes Mestrados, bem como com os membros do Departamento que o representam em Comissões de Cursos de outras licenciaturas. No final do ano houve eleições para a Direcção do Departamento que desencadearam a substituição da Directora da licenciatura em Gestão Doutora Ana Maria Soares pelo Doutor Gilberto Loureiro. A ambos exprimo o meu agradecimento pela colaboração prestada ao Departamento. A abertura de novos mestrados levou à necessidade de escolher as Comissões Directivas, tendo sido neste ano aprovadas em Conselho as Comissões Directivas dos Mestrados em Finanças, Mestrado em Gestão, Mestrado em Marketing e Gestão Estratégica e ainda o representante do Departamento na Comissão Directiva do Mestrado em Matemática Económica-Financeira. Mais recentemente, após a proposta de abertura no próximo ano lectivo, foram aprovadas as Comissões Directivas do Mestrado em Gestão das Unidades de Saúde, Mestrado em Gestão 19

20 Logística e, em parceria com o Departamento de Economia, o Mestrado em Negócios Internacionais. Regulamento do Departamento No Relatório do ano anterior referi que aguardava que o Presidente da Assembleia convocasse uma reunião deste órgão com o objectivo de debater o Regulamento do Departamento. Tal não aconteceu o que presumo que resulta de se acreditar que o regulamento preparado ainda na Direcção da Doutora Carolina Machado não se afigurou útil. No contexto de preparação de novos Estatutos da UM, esta matéria também perdeu relevância. Intranet Durante este ano toda a documentação relativa às reuniões dos órgãos do Departamento foi colocada na Intranet, fazendo com que o Departamento seja mais verde e mais eficiente no uso dos seus recursos. A Intranet tem vindo a revelar-se de extrema utilidade. Contudo, torna-se importante equipar as salas com tomadas para que possam ser usados os computadores portáteis ao longo de toda a reunião. Actas As actas das reuniões dos órgãos estão disponíveis no golfinho. Este ano, começou-se a disponibilizar a acta da reunião anterior na reunião seguinte na Intranet. Todas as actas se encontram devidamente arquivadas. 6. Contas do Exercício Como salientado no início deste Relatório, 2007 foi um ano de escassos recursos financeiros para o Departamento. Para maior transparência nas contas, fornece-se no Anexo IV ao presente Relatório os extractos de todos os centros de custos do Departamento, relativos a todos os movimentos de Logo no início do ano tomamos conhecimento de que este ano só poderíamos contar com as receitas provenientes do Orçamento. Assim, várias medidas foram tomadas no sentido de controlar as despesas. As verbas correntes atribuídas pelo Orçamento da UM foram bastante baixas (5.886,57 contra 8665, 52 euros no ano anterior). Por outro lado, no ano anterior contamos ainda com ,61 euros de verbas próprias; durante este ano apenas contamos com o saldo que transitou do ano anterior (8.681,33 euros) que após débito de 4000 euros já após o fecho de contas relativo a um incumprimento PRODEP e a anulação de um documento relativo à contratação de uma docente, resultou num saldo de 5.563,83 euros. Desta forma, o Departamento contou para o seu funcionamento com ,40 euros (cerca de metade do ano anterior. Se no ano anterior, as restrições já se tinham feito sentir, este ano foram ainda sentidas mais dificuldades por todos nós. 20

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