OPINIÃO DE PROFESSORES DE 1ª A 4ª SÉRIES EM RELAÇÃO AOS BENEFÍCIOS DO XADREZ NA MELHORA DO RENDIMENTO ESCOLAR

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OPINIÃO DE PROFESSORES DE 1ª A 4ª SÉRIES EM RELAÇÃO AOS BENEFÍCIOS DO XADREZ NA MELHORA DO RENDIMENTO ESCOLAR"

Transcrição

1 OPINIÃO DE PROFESSORES DE 1ª A 4ª SÉRIES EM RELAÇÃO AOS BENEFÍCIOS DO XADREZ NA MELHORA DO RENDIMENTO ESCOLAR LUIZ FERNANDO MACIEL BASTOS JUNIOR 1 EVERTON PAULO ROMAN 2 RESUMO: O xadrez pode ser considerado uma atividade pedagógica que proporciona aos seus praticantes o desenvolvimento de várias situações que podem contribuir para a formação do indivíduo. Portanto, o objetivo deste estudo foi relatar os possíveis benefícios da prática do xadrez no contexto escolar. Pesquisa descritiva transversal realizada em 2006, em 3 escolas públicas e 3 escolas particulares, com 62 professores. O instrumento de coleta dos dados foi um questionário contendo 15 questões abertas e fechadas. A análise dos dados foi realizada por meio de estatística descritiva com valores de média e desvio padrão e cálculos percentuais ilustrados pela construção de gráficos. Dentre os resultados, um fator que deve ser destacado com a realização desta pesquisa científica com os professores das escolas públicas e particulares foi que 68% possuem especialização em educação, ou seja, conhecimentos aprofundados. Em relação à sua área de atuação a grande maioria atua a mais de 10 anos no magistério, sendo que os mesmos responderam que consideram o xadrez de grande importância no ambiente escolar. Os resultados apontaram ainda que 100% dos professores consideram o xadrez muito importante na escola e 82% são favoráveis à implantação de uma disciplina de xadrez na escola. Concluiu-se com a pesquisa realizada que o xadrez é uma atividade imprescindível no ambiente escolar, pois ajuda a produzir e estimular o raciocínio lógico. O xadrez é uma atividade que faz com que a criança tenha estabilidade e desenvolva de maneira saudável sua personalidade durante todo período de crescimento e desenvolvimento. Palavras-chave: Xadrez. Criança. Professores. Escola. 1 Professor de Educação Física e Especialista em Docência no Ensino Superior pela Faculdade Assis Gurgacz FAG. 2 Doutor em Saúde da Criança e do Adolescente pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas UNCAMP. Docente do Curso de Educação Física da Faculdade Assis Gurgacz FAG

2 INTRODUÇÃO Historiadores acreditam que o xadrez nasceu na Índia no século VI. O jogo chamava-se Chaturanga, originado de quatro (chatur) e quatro membros (anga). Esse se refere as quatro unidades do exército Indu: os elefantes, a cavalaria, os carros e a infantaria, equivalentes respectivamente aos bispos, aos cavalos, às torres e aos peões do xadrez atual (MANZANO, LOPEZ, 2002). Acredita-se que a partir de 1808, época da vinda de Dom João VI e sua corte para o Rio de Janeiro, período em que grande número de negociantes ingleses se estabeleceu nas principais cidades marítimas do Brasil, permite deduzir que o jogo de xadrez já era praticado por nobres e comerciantes (VASCONCELLOS,1991). Ao pesquisar, observou-se a falta de artigos publicados e poucos livros em língua portuguesa que abordassem esta temática, assim, por saber que o xadrez é um excelente suporte pedagógico interdisciplinar, sentiu-se a necessidade de mais publicações científicas. Este trabalho justifica-se pelo fato do pesquisador trabalhar a sete anos a modalidade de xadrez na escola com alunos de 1ª a 4ª séries. E, através destes anos, o mesmo observou que os benefícios com a prática deste esporte são evidentes: melhora do rendimento escolar e do aspecto disciplinar. Sendo o xadrez uma prática que aceita e valoriza as diferenças, sempre com duas idéias e vontades distintas, provam a influência positiva deste - que é: jogo, esporte, arte e ciência - sobre seus praticantes, propiciando a melhora da concentração, o julgamento e o pensamento organizado. A motivação para a realização deste trabalho justifica-se também pelo fato do xadrez ser considerado um esporte e poder ser praticado por pessoas de qualquer idade, dos diferentes sexos e dos mais variados níveis socioeconômicos. Um enxadrista pode começar a jogar quando garoto e seguir jogando até o final da vida. Além de que, não requer muitos equipamentos para a prática. O problema do presente estudo foi saber em que medida o xadrez auxilia o rendimento escolar e a disciplina de crianças de 1ª a 4ª séries das escolas públicas e particulares do município de Cascavel no Paraná.

3 A prática do jogo de xadrez como suporte pedagógico valoriza a imaginação e a criatividade dos alunos, enriquece o cotidiano escolar e passa a ser uma opção a mais para a integração na escola (BOUWMAN, 2004). Utilizar o xadrez como objeto comum entre as diversas disciplinas: Matemática, História, Geografia, Línguas Estrangeiras, Educação Artística, Artes, Informática e a Educação Física (CALIXTO, 2004). Trabalhos em Psicopedagogia demonstram que o xadrez é um precioso coadjuvante escolar e psicológico. Assim, pode-se utilizar inicialmente a motivação espontânea do aluno em relação ao xadrez, visando provocar ou facilitar a sua compreensão em outras disciplinas (REZENDE, 2005). Neste sentido, o tabuleiro passa a ser também um grande agente desinibidor e, não são raras as vezes em que o aluno, mesmo sendo criança, demonstra potencialidade suficiente para derrotar seu professor. E esse momento em que discípulo percebe que pode superar ou ser igual ao mestre, é de suma importância, pois é aqui que se restaura a autoconfiança perdida com o uso equivocado da autoridade paterna, da professora e das demais instituições sociais (SANTOS, 1999). De acordo com os fatos expostos, o objetivo deste estudo foi avaliar possíveis benefícios do xadrez no rendimento escolar dos alunos de 1ª a 4ª séries de escolas públicas e particulares. MATERIAIS E MÉTODOS O projeto da presente pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade Assis Gurgacz com o protocolo número185/2006. Trata-se de um estudo transversal realizado em escolas públicas e particulares do município de Cascavel Paraná, durante o ano de A população do presente estudo foi constituída por professores de 1ª a 4ª séries de 3 escolas públicas e de 3 escolas particulares. A amostra foi constituída por 62 professores, sendo 40 de escolas públicas e 22 de particulares. Primeiramente, foi enviada uma carta informativa às escolas, especificando quais seriam os procedimentos adotados na avaliação. Após a aceitação, foi encaminhado um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido a cada professor, deixando-os livres para participar ou não do estudo. Em seguida, os professores envolvidos responderam a um questionário, o qual foi entregue em um envelope

4 lacrado, com prazo de uma semana para responder. Foram incluídos na pesquisa todos os professores que respeitaram o prazo estipulado. Entretanto, foram excluídos 03 professores que não entregaram devidamente preenchido o Termo de Consentimento Livre e Esclarecimento, dentro do prazo estipulado pelo pesquisador e seu orientador. O instrumento de coleta de dados foi um questionário elaborado pelo pesquisador e seu orientador, contendo 15 perguntas fechadas e abertas. A análise dos resultados foi realizada por meio de estatística descritiva com valores de média, desvio padrão e percentual das respostas obtidas. RESULTADOS No presente estudo foram avaliados 62 professores das escolas públicas e particulares, sendo 53 (85%) mulheres e 09 (15%) homens. A média de idade dos professores foi de 38 anos, com um desvio padrão de 8,1 sendo que a idade mínima é de 19 anos e a idade máxima é de 59 anos. Em relação ao tempo de atuação no magistério, foi observado que: 5% dos professores atua há pelo menos 3 meses; nenhum de 1 a 2 anos (0%); de 2 a 5 anos 3%; 21% de 5 a 10 anos; 35% de 10 a 15 anos; 18% de 15 a 20 anos e 18% com mais de 20 anos de experiência, conforme podem ser melhor visualizados no gráfico a seguir: Gráfico 1: Tempo de atuação dos professores no magistério 0% 18% 5% 3% 21% 18% 35% meses 1 a 2 anos 2 a 5 anos 5 a 10 anos 10 a 15 anos 15 a 20 anos mais de 20 anos Dos professores avaliados, 65% eram da rede pública e 35% da rede particular.

5 Em relação ao grau de escolaridade, 6% possuem o magistério, 10% o normal superior, 16% nível superior e 68% pós-graduação (especialização). Quando perguntado em relação às áreas de atuação: 23% atuam na área da Matemática, 10% em Língua Portuguesa, 2% em Língua Espanhola, 2% em Língua Inglesa, 8% em Educação Física e 55% em outras áreas - subentendendo profissionais de pedagogia que atuam em: História, Geografia, Filosofia e outras disciplinas; bem como, também estão enquadrados aqui professores com função administrativa. Na opinião dos professores avaliados, 100%, ou seja, todos responderam de forma unânime que o xadrez é muito importante na escola. Quando perguntado aos professores se os mesmos jogavam xadrez: 2% responderam que sempre jogam, 2% quase sempre, 45% às vezes e 51% nunca jogam xadrez, conforme pode ser melhor visualizado no gráfico a seguir. Gráfico 2: Questão que se refere se os professores jogam xadrez 2% 2% 51% 45% Sempre Quase sempre As vezes Nunca Quando questionado sobre a forma como aprenderam a jogar: 10% dos professores responderam que aprenderam com os pais, 42% com os amigos, 10% aprenderam na escola e 38% com outros, tais como: tio, esposo, familiares em geral. Quando perguntado se os mesmos julgavam importante a implantação da disciplina de Xadrez nas escolas, 82% responderam que sim e 18% responderam que não. Foi realizada uma pergunta para se averiguar se os alunos melhoraram após terem freqüentado aulas de xadrez, a resposta foi unânime, ou seja, 100% verificaram melhoras em relação aos alunos após o início da prática de xadrez. Dentre estas melhoras: 33% responderam que as melhoras ocorreram no rendimento escolar; 24%

6 que melhorou o rendimento, o comportamento e a concentração; 16% rendimento escolar e concentração; 8% que os alunos melhoraram o comportamento e a concentração; 6% no rendimento escolar, concentração, comportamento e outros; 5% responderam que seus alunos melhoraram no rendimento escolar; 2% rendimento escolar e comportamento; 2% rendimento escolar, comportamento e outros; 2% na concentração; e, 2% outras melhoras;. Resultados expostos no gráfico a seguir: Gráfico 3: Melhoras que os alunos tiveram com a prática do xadrez. 8% 2% 2% 5% 2% 24% 33% 6% 2% 16% Rendimento escolar Rendimento escolar, comportamento e concentração Rendimento escolar e concentração Concentração Rendimento escolar, concentração e outros Rendimento escolar e comportamento Rendimento escolar, concentração, comportamento e outros Rendimento escolar, comportamento e outros Comportamento e concentração Outros Em relação a uma questão que foi levantada para os professores ao que se referia a obrigatoriedade do xadrez nas escolas, houve certa polêmica nas respostas, em que: 56% dos professores responderam serem favoráveis e 44% afirmaram ser contra. Conforme gráfico abaixo: Gráfico 4: Opinião dos professores em relação a obrigatoriedade do xadrez na escola

7 44% 56% Sim Não DISCUSSÃO Através da realização desta pesquisa, a qual envolveu professores de escolas públicas e particulares do município de Cascavel no ano de 2006, observou-se que a grande maioria dos docentes concorda que a prática do xadrez estimula a motivação pessoal, o aprendizado escolar, a autoconfiança, a aquisição de regras, também o imaginário, o raciocínio lógico matemático e a socialização, por isso, acreditamos no xadrez como um dos fatores principais para o desenvolvimento infantil. Quanto aos valores que o xadrez estimula no desenvolvimento infantil, as respostas dos professores não fogem à literatura científica. Destacando-se: responsabilidade, acatar normas, cortesia, aprender a ganhar e perder, humildade, perseverança, disciplina, tenacidade, paciência, tolerância, amistosidade e as relações entre pais e filhos. Melhora a auto-estima fazendo com que o enxadrista acredite em si (RESENDE, 2002 ). Quando perguntado aos avaliados sobre a melhora dos seus alunos que praticam xadrez: 33% responderam que as melhoras ocorreram no rendimento escolar e na concentração, 24% afirmam que os alunos melhoram no comportamento, rendimento escolar e concentração. Observou-se que 71% dos professores participantes do estudo possuem mais de 10 anos de prática pedagógica (docência) no âmbito escolar, sendo creditado aos mesmos todas as informações que foram por eles repassadas.

8 São as relações entre as experiências acumuladas pelo conjunto da sociedade ao longo de sua história que devem ser o ponto de partida da formação dos professores, uma vez que este conhecimento não ocorre apenas no momento em que o docente recebe algum tipo de curso, mas sim e fundamentalmente, na prática em sala de aula (PINTO, 1982). O professor precisa estar atento à idade e às necessidades de seus alunos para selecionar e deixar à disposição materiais adequados, sendo que o material de xadrez atende a estes requisitos. O material deve ser suficiente tanto em quantidade, quanto em diversidade, devido o material de que é feito, ajudará a despertar o interesse. Lembrando sempre da importância de respeitar e propiciar elementos que favoreçam a criatividade das crianças. Uma observação atenta pode indicar ao professor que sua participação seria interessante para enriquecer a atividade desenvolvida. Podendo introduzir novos personagens ou novas situações que tornem o jogo mais rico e interessante para as crianças, a prática do xadrez humano em tabuleiro pintado no chão, seria uma boa sugestão. Um fator que deve ser destacado sendo de extrema relevância foi de que 68% dos professores avaliados das escolas públicas e particulares possuem pós-graduação (especialização) em Educação, ou seja, possuem conhecimentos aprofundados e as informações prestadas são de grande significância. Cabe ressaltar que a amostra deste estudo foi constituída por 65% de professores que pertenciam às escolas da rede pública e 35% as escolas da rede particular. Dos professores que participaram do estudo, foi observado que o magistério tem por sua vocação a maioria do gênero feminino com 85% e 15% do gênero masculino. Em relação à área de atuação, a grande maioria dos entrevistados, ou seja, 55% são regentes de classe em todas as disciplinas nas escolas públicas municipais, sendo que nas escolas particulares os professores atuam em disciplinas específicas, tais como: Matemática, Geografia, Inglês e Educação Física. Quanto à questão que se referia se o xadrez é muito importante na escola, os professores tanto das escolas públicas quanto das escolas particulares foram unânimes, ou seja, 100% relataram que o xadrez é muito importante no ambiente escolar.

9 Em relação à questão que se referia a obrigatoriedade do xadrez na escola, 82% dos professores responderem que são favoráveis a implantação de uma disciplina de xadrez específica nas escolas enquanto que 18% manifestaram-se contra. Portanto, para a maioria dos professores avaliados o xadrez deveria ser disciplina obrigatória, porque corresponde a uma das fundamentais preocupações do ensino moderno. O jogo auxiliará o aluno a incrementar seu próprio progresso, reforçando assim, a sua motivação pessoal e o aprendizado escolar (ARAÚJO, 2006). Ao introduzir o xadrez nas classes de baixo rendimento escolar, é notada a facilidade do aluno para o desenvolvimento do sentimento de auto confiança, visto que se apresenta em uma situação na qual o aluno tenha a oportunidade de descobrir que ele pode se destacar e paralelamente progredir em outras disciplinas que compõem a grade curricular (ARAÚJO, 2006). Quando perguntado aos professores das escolas se os mesmos jogavam xadrez, observou-se que 51% nunca jogam, é um fato curioso, no entanto, sugere-se que isto venha em decorrência de alguns fatores associados, dentre os quais, a questão cultural imbutida na nossa prática escolar, a falta de tempo dos mesmos ou até em se pensar que o xadrez pode ser considerado uma atividade com faixa etária restrita, ou seja, crianças e adolescentes. Uma grande força política foi o Projeto de Lei nº4874/2001, que regulamenta o Estatuto do Desporto, o qual no art.2º, considerava esporte apenas as atividades predominantemente físicas e assim, excluía o xadrez como esporte, porém, a emenda 116 inclui no art 4º altera o art.2º, o xadrez como esporte da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Física (BRASIL, 2005). O xadrez auxilia e estimula a atividade intelectual sendo que o mais importante é que ajuda as crianças nas soluções dos problemas, que é saber olhar e entender a realidade que se apresenta. O xadrez deve ser trabalhado pelo profissional de Educação Física, tendo como base a resposta de um dos avaliados que afirma que desenvolve no aluno a memorização, o raciocínio lógico matemático, coordenação motora e percepção. E segue relatando que trabalha áreas que muitas vezes não são trabalhadas em sala de aula. Cabe ressaltar a importância de se produzirem novos estudos que envolvam o xadrez e os seus benefícios, pois existe grande dificuldade para poder se discutir algumas indagações que fazem parte do conhecimento científico, pois esta relativa

10 escassez não nos permite conclusões que sejam com caráter mais profundo, pois a própria prática do xadrez é restrita no ambiente escolar, salvo algumas exceções. A importância do profissional de Educação Física é fundamental em todo este processo, pois suas aulas podem ser consideradas como um meio natural para que principalmente a criança venha exercer atividades cognitivas, que lhes são tão importantes e muitas vezes deixadas de lado pelo próprio desconhecimento de alguns profissionais. Para finalizar, as universidades devem estar atentas quanto as grades curriculares dos cursos de Educação Física, a fim de privilegiar disciplinas que venham trabalhar o xadrez e a sua importância, pois é sabido que o educador físico deve conhecer todos os caminhos pedagógicos, atentando para o fato de que a maioria dos municípios estão formulando em suas leis orgânicas a obrigatoriedade da disciplina de Educação Física para 1ª a 4ª séries e assim, estes profissionais poderão estar desenvolvendo o ensino desta atividade que é tão importante. CONCLUSÃO Concluiu-se que a maioria dos professores envolvidos possui mais de dez anos de prática pedagógica no âmbito escolar, sendo creditado aos mesmos todas as informações. Todos consideram o xadrez um complemento à educação escolar e sua relação melhora o desenvolvimento cognitivo, por trabalhar na criança a interpretação e assim, fazer com que ela encontre soluções em qualquer atividade que ela for realizar. Cabe ressaltar que o jogo de xadrez como atividade lúdica, exige dos participantes a capacidade de decifrar ou responder os lances do seu oponente, isto estimula no aluno o raciocínio lógico. Sendo assim, em sala de aula, as atividades serão desenvolvidas com maior facilidade. Sugere-se que maior número de estudos sejam realizados com professores de outros municípios do Paraná e regiões do Brasil para que se possa interpretar com maior precisão os benefícios que o xadrez proporciona em relação aos diversos aspectos que estão ligados a questão do desenvolvimento infantil. Cabe ao profissional de Educação Física atentar para que o aspecto cognitivo seja também trabalhado e, para isso, conclui-se que o xadrez é uma atividade imprescindível no ambiente escolar.

11 Concluiu-se também que 100% dos professores entrevistados têm a opinião de que o xadrez é muito importante no ambiente escolar e que 82% são favoráveis à implantação de uma disciplina específica de xadrez dentro da grade curricular da escola. O xadrez é uma atividade que faz com que a criança tenha estabilidade e desenvolva de maneira saudável sua personalidade durante todo seu período de crescimento e desenvolvimento. REFERÊNCIAS ARAÚJO, A. A. Xadrez Ensino-Aprendizagem. Disponível em < Acessado em 20 de out BOUWMAN, M. W. O Xadrez Educativo. Disponível em < Acessado em 20 de dez. de BRASIL. Ministério dos Esportes. Brasília: CALIXTO, R. Ensino do Xadrez nas Escolas. Disponível em < Acessado em: 20 de mai. de MANZANO, L.A. Iniciação ao Xadrez. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, PINTO, A. V. Sete lições para educação de adultos. São Paulo, Cortez, REZENDE, A. C. Ensino do Xadrez. Disponível em < Acessado em: 15 de maio de RESENDE, S. Xadrez na Escola. 1. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, SANTOS, P. S. O que é Xadrez. 1. ed. São Paulo: Brasiliense, VASCONCELLOS, S. A. Apontamentos Para Uma História Do Xadrez e 125 Partidas Brilhantes. 1. ed. Brasília DF: ANTA, 1991.

COLÉGIO EST. PROF. VICTÓRIO EMANUEL ABROZINO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO DE XADREZ

COLÉGIO EST. PROF. VICTÓRIO EMANUEL ABROZINO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO DE XADREZ COLÉGIO EST. PROF. VICTÓRIO EMANUEL ABROZINO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER RELATÓRIOS ACADÊMICOS ESTAGIÁRIO: Luiz Fernando Maciel Bastos Junior DIAS DE ATIVIDADES 3ª

Leia mais

Carmosita de Moura Aquino Professora da SEE-DF

Carmosita de Moura Aquino Professora da SEE-DF SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL COORDENAÇÃO REGIONAL DE ENSINO DE PLANALTINA CENTRO EDUCACIONAL TAQUARA DIRETOR: VOLEMAR ORNELAS SUPERVISOR: ALEXANDRE LOPES Luciene Maria de Mendonça

Leia mais

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE Stella Maris Pissaia 1 Giseli Dionize Bobato 2 RESUMO: Neste resumo apresentamos uma descrição compreensiva das experiências vivenciadas a partir do contato teórico durante

Leia mais

ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA GT 01 - Educação Matemática no Ensino Fundamental: Anos Iniciais e Anos Finais Maria Gorete Nascimento Brum - UNIFRA- mgnb@ibest.com.br

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A INFLUÊNCIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A INFLUÊNCIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Edna Aparecida Pereira 1 Vanessa Rodrigues Ferreira 2 RESUMO A música na Educação Infantil vem atendendo a objetivos alheios a questões próprias dessa linguagem

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP Regulamento do Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura Faculdade de

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO.

AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO. AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO. Autor: José Marcos da Silva Instituição: UFF/CMIDS E-mail: mzosilva@yahoo.com.br RESUMO A presente pesquisa tem como proposta investigar a visão

Leia mais

QUANTO É? PALAVRAS-CHAVE: Aulas investigativas, lúdico, aprendizagem. INTRODUÇÃO

QUANTO É? PALAVRAS-CHAVE: Aulas investigativas, lúdico, aprendizagem. INTRODUÇÃO QUANTO É? Danielle Ferreira do Prado - GEEM-UESB RESUMO Este trabalho trata sobre um trabalho que recebeu o nome de Quanto é? que foi desenvolvido depois de vários questionamentos a cerca de como criar

Leia mais

CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA

CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA Amanda Aparecida Rocha Machado Universidade Federal do Triângulo Mineiro E-mail: amandamachado_56@hotmail.com

Leia mais

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA SANTOS *, Josiane Gonçalves SME/CTBA josiane_2104@hotmail.com Resumo Os tempos mudaram, a escola mudou. Refletir sobre a escola na contemporaneidade

Leia mais

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA.

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Autor (1)Suzânia Maria Pereira de Araújo; Autor (2) Eleilde de Sousa Oliveira; Orientador (1)Denise Silva

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA 1 RESOLUÇÃO/UEPB/CONSEPE/015/2011. UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA Aprova o Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Pedagogia/Primeira Licenciatura da Universidade Estadual da Paraíba. O

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores A PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: OBSERVAÇÃO PARTICIPATIVA NO ESTÁGIO Monica Isabel

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE JOGOS CARTOGRÁFICOS COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA

REFLEXÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE JOGOS CARTOGRÁFICOS COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA REFLEXÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE JOGOS CARTOGRÁFICOS COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA Tais Pires de Oliveira Universidade Estadual de Maringá Departamento de Geografia tais_piresoliveira@hotmail.com

Leia mais

Atividades de Enriquecimento do Currículo (AEC)

Atividades de Enriquecimento do Currículo (AEC) Atividades de Enriquecimento do Currículo (AEC) INTRODUÇÃO: De acordo com o DL 91/2013, artº 14º e os despachos normativos da organização do ano letivo n.s 7 e 7-A/2013 e o recente despacho de organização

Leia mais

TRAÇOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA EM SÃO LUÍS- MA: UM DIAGNÓSTICO DO PERFIL SOCIOCULTURAL E EDUCACIONAL DE ALUNOS DAS ESCOLAS PARCEIRAS DO PIBID.

TRAÇOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA EM SÃO LUÍS- MA: UM DIAGNÓSTICO DO PERFIL SOCIOCULTURAL E EDUCACIONAL DE ALUNOS DAS ESCOLAS PARCEIRAS DO PIBID. TRAÇOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA EM SÃO LUÍS- MA: UM DIAGNÓSTICO DO PERFIL SOCIOCULTURAL E EDUCACIONAL DE ALUNOS DAS ESCOLAS PARCEIRAS DO PIBID. Resumo Alcenir Amorim de Sousa 1 1 Instituto Federal de educação

Leia mais

O JOGO DE XADREZ COMO RECURSO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGEM ESCOLAR DE ALUNOS DO 6º ANO

O JOGO DE XADREZ COMO RECURSO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGEM ESCOLAR DE ALUNOS DO 6º ANO O JOGO DE XADREZ COMO RECURSO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGEM ESCOLAR DE ALUNOS DO 6º ANO PLAY CHESS AS EDUCATIONAL RESOURCE FOR SCHOOL LEARNING OF 6 YEAR STUDENTS Letícia Alessandra Cavalcante-Graduanda

Leia mais

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Resumo A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Ana Regina Donato de Moraes 1 Lourdes Keila Casado Pulucena 2 Lucieni Vaz dos Santos 3 Aprender brincando não é apenas um passatempo, quando se trata de ensinar.

Leia mais

O XADREZ COMO FERRAMENTA MULDISCIPLINAR

O XADREZ COMO FERRAMENTA MULDISCIPLINAR O XADREZ COMO FERRAMENTA MULDISCIPLINAR Lindsay Franciane da Costa Melo Reis * RESUMO O presente projeto busca proporcionar uma ação multidisciplinar através do xadrez na Escola de ensino Fundamental Santa

Leia mais

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO (A PREENCHER PELA COMISSÃO DO PAA) Atividade Nº AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO Clube de adrez Professor Responsável Carlos Magalhães Ano letivo 2014/2015 Índice 1. Introdução 3 2. Objetivos

Leia mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL ALVES, Ana Paula PUCPR SAHEB, Daniele PUCPR Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora: não contou com financiamento Resumo

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES.

COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES. COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES. Iasmini Nicoli Galter 1, Mayla Gava ¹, Henrique Tabelini ¹, Elias Terra Werner².

Leia mais

OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013

OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013 OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013 Resumo Indira Aparecida Santana Aragão 1 - FCT/UNESP Grupo de Trabalho Educação da Infância Agência Financiadora:

Leia mais

TÍTULO: COMO INTERLIGAR OS LIVROS DE LITERATURA INFANTIL COM OS CONTEÚDOS MATEMÁTICOS TRABALHADOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL?

TÍTULO: COMO INTERLIGAR OS LIVROS DE LITERATURA INFANTIL COM OS CONTEÚDOS MATEMÁTICOS TRABALHADOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL? Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: COMO INTERLIGAR OS LIVROS DE LITERATURA INFANTIL COM OS CONTEÚDOS MATEMÁTICOS TRABALHADOS NA

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS E SUA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS

FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS E SUA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS E SUA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS Thyanna Silva dos Passos (Graduada/UFRB) Resumo Este trabalho tem como objetivo analisar a formação de professores e sua atuação na sala

Leia mais

PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES EM CURSOS PRESENCIAIS E SEMIPRESENCIAIS Ricardo Carvalho Rodrigues Faculdade Sumaré rieli@rieli.com

PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES EM CURSOS PRESENCIAIS E SEMIPRESENCIAIS Ricardo Carvalho Rodrigues Faculdade Sumaré rieli@rieli.com 1 PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES EM CURSOS PRESENCIAIS E SEMIPRESENCIAIS Ricardo Carvalho Rodrigues Faculdade Sumaré rieli@rieli.com 1. Cenário no Brasil: o aspecto legal A Lei de Diretrizes e Bases da Educação,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA

A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA Tamara Nomura NOZAWA 1 Telma Lúcia Aglio GARCIA 2 Edmárcia Fidelis ROCHA

Leia mais

Fundamentação teórica para a presença do Xadrez nas actividades curriculares e extracurriculares no Real Colégio de Portugal

Fundamentação teórica para a presença do Xadrez nas actividades curriculares e extracurriculares no Real Colégio de Portugal Fundamentação teórica para a presença do Xadrez nas actividades curriculares e extracurriculares no Real Colégio de Portugal O Lúdico na Sala de Aula O lúdico tem vindo a desempenhar um importante papel

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE (PTD) Professor: Maristela Piccin Disciplina: Ed. Física E. Médio: 100% (64 H. Aula) Ano: 2014 Período: M/V/N

PLANO DE TRABALHO DOCENTE (PTD) Professor: Maristela Piccin Disciplina: Ed. Física E. Médio: 100% (64 H. Aula) Ano: 2014 Período: M/V/N PLANO DE TRABALHO DOCENTE (PTD) Professor: Maristela Piccin Disciplina: Ed. Física E. Médio: 100% (64 H. Aula) Ano: 2014 Período: M/V/N CONTEÚDOS ESTRUTURANTES CONTEÚDO BÁSICO CONTEÚDOS ESPECÍFICOS JUSTIFICATIVA

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO...

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO... Roteiro para elaboração de relatório parcial de estágio RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO Estudante: Orientador: Local / / SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 3 REFERÊNCIAS Identificação

Leia mais

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS Educação Matemática na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (EMEIAIEF) GT 09 RESUMO

Leia mais

PALAVRAS - CHAVE: Educação ambiental. Jogos. Atividades lúdicas.

PALAVRAS - CHAVE: Educação ambiental. Jogos. Atividades lúdicas. 02624 LUDICIDADE NA APRENDIZAGEM SOBRE APA DELTA DO PARNAÍBA, PI, CE, MA - BRASIL RESUMO Francinalda Maria Rodrigues da Rocha 1 Regina Célia da Rocha Carvalho 2 Niuza Alves da Costa 3 A compreensão dos

Leia mais

BANDEIRAS EUROPÉIAS: CORES E SÍMBOLOS (PORTUGAL)

BANDEIRAS EUROPÉIAS: CORES E SÍMBOLOS (PORTUGAL) BANDEIRAS EUROPÉIAS: CORES E SÍMBOLOS (PORTUGAL) Resumo A série apresenta a formação dos Estados europeus por meio da simbologia das cores de suas bandeiras. Uniões e cisões políticas ocorridas ao longo

Leia mais

EIXO TECNOLÓGICO: Produção Industrial CURSO/MODALIDADE: Curso Técnico em Móveis Modalidade Integrado DISCIPLINA: Educação Física

EIXO TECNOLÓGICO: Produção Industrial CURSO/MODALIDADE: Curso Técnico em Móveis Modalidade Integrado DISCIPLINA: Educação Física MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA CAMPUS SANTA ROSA Rua Uruguai, 1675Bairro Central CEP: 98900.000

Leia mais

Pró- Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso

Pró- Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso Pró- Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA EDUCAÇÃO FÍSICA: ANALISE DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Autor: Marcus Vinicius Candido de

Leia mais

MANUAL DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR TI - INTEGRADOR FAN CEUNSP

MANUAL DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR TI - INTEGRADOR FAN CEUNSP MANUAL DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR TI - INTEGRADOR FAN CEUNSP Salto 2010 MANUAL DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR TI / INTEGRADOR 0 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 2 TRABALHO INTERDISCIPLINAR (TI)... 3 ORGANIZAÇÃO...

Leia mais

EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA

EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA Rogério Santos Grisante 1 ; Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: A prática da expressão corporal na disciplina de Artes Visuais no Ensino Fundamental II pode servir

Leia mais

O CIRCO: UM ENFOQUE NA PERCEPÇÃO DE COMPETÊNCIA DO ARTISTA CIRCENSE

O CIRCO: UM ENFOQUE NA PERCEPÇÃO DE COMPETÊNCIA DO ARTISTA CIRCENSE 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 O CIRCO: UM ENFOQUE NA PERCEPÇÃO DE COMPETÊNCIA DO ARTISTA CIRCENSE Eduardo Rafael Llanos Parra 1 ; Marcela Garcia de Santana 1 ; Vânia de Fátima Matias

Leia mais

Palavras-chave: Currículo. Educação Infantil. Proposta Curricular.

Palavras-chave: Currículo. Educação Infantil. Proposta Curricular. REFORMULAÇÃO DA PROPOSTA CURRICULAR PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE SANTA RITA/PB: compassos e descompassos SILVA, Auciele de Oliveira 1 ARAÚJO, Maricélia da Silva 2 AMORIM, Ana Luisa Nogueira

Leia mais

SUBPROJETO PIBID-EDUCAÇÃO FÍSICA: XADREZ NA ESCOLA ESTADUAL TANCREDO NEVES

SUBPROJETO PIBID-EDUCAÇÃO FÍSICA: XADREZ NA ESCOLA ESTADUAL TANCREDO NEVES SUBPROJETO PIBID-EDUCAÇÃO FÍSICA: XADREZ NA ESCOLA ESTADUAL TANCREDO NEVES Lucas Duarte Passos¹; Wilson Claudino Bezerra²; Carlos Eduardo Zanetti de Albuquerque 3 ; Raquel Canazza de Macedo 4 ; Marina

Leia mais

A TRANSVERSALIDADE DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO FUNDAMENTAL

A TRANSVERSALIDADE DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO FUNDAMENTAL A TRANSVERSALIDADE DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO FUNDAMENTAL Margareth Haubrich (*), Claudinéia Brazil Saldanha, Luciane Teresa Salvi * Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Faculdade Dom Bosco

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO A DOCENCIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO A DOCENCIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO A DOCENCIA FORMAÇÃO INICIAL DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL: REFLEXÔES INICIAIS SOBRE O PIBID DE PEDAGOGIA Laís Vitória

Leia mais

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS Daiana Rodrigues dos Santos Prado¹; Francine de Paulo Martins² Estudante do Curso de Pedagogia; e-mail:

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR DE NOVOS CONHECIMENTOS 1

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR DE NOVOS CONHECIMENTOS 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS PROGRAMA NACIONAL ESCOLA DE GESTORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR DE NOVOS CONHECIMENTOS

Leia mais

Plano de Ação da Orientação Educacional. 01- Introdução

Plano de Ação da Orientação Educacional. 01- Introdução Plano de Ação da Orientação Educacional 01- Introdução O contexto desafiante da atual sociedade brasileira, demanda progressivamente uma educação de qualidade. Tarefa de tal magnitude, exige uma concentrada

Leia mais

O USO DA CALCULADORA EM SALA DE AULAS NAS CONTROVÉRSIAS ENTRE PROFESSORES.

O USO DA CALCULADORA EM SALA DE AULAS NAS CONTROVÉRSIAS ENTRE PROFESSORES. O USO DA CALCULADORA EM SALA DE AULAS NAS CONTROVÉRSIAS ENTRE PROFESSORES. Corina de Fátima Moreira Vieira; IFET-RP corinadefatima@gmail.com Roberto Alves Dutra; IFET-RP roberto@cefetrp.edu.br Romaro Antônio

Leia mais

RECREAÇÃO: MEIO DE SOCIALIZAÇÃO

RECREAÇÃO: MEIO DE SOCIALIZAÇÃO RECREAÇÃO: MEIO DE SOCIALIZAÇÃO Telma Lucia Aglio GARCIA 1 Ana Paula Santana GIROTO 2 RESUMO: O objetivo deste estudo foi analisar como as atividades recreativas podem proporcionar às crianças fatores

Leia mais

LEITURA E LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

LEITURA E LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS LEITURA E LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Luziana de Magalhães Catta Preta PG/ UFF Nesta comunicação, conforme já dito no título, desejamos apresentar os resultados parciais de uma pesquisa

Leia mais

LIBRAS: A INCLUSÃO DE SURDOS NA ESCOLA REGULAR

LIBRAS: A INCLUSÃO DE SURDOS NA ESCOLA REGULAR LIBRAS: A INCLUSÃO DE SURDOS NA ESCOLA REGULAR Andréa Oliveira Almeida andrea.libras@hotmail.com UniFOA Centro Universitário de Volta Redonda Maria da Conceição Vinciprova Fonseca concyvf@uol.com.br Associação

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE CONSERVATÓRIO REGIONAL DE GAIA Ano Letivo 2013 2014 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE Regulamento Artigo 1.º Âmbito 1. O presente Regulamento de Avaliação de Desempenho aplica-se a todos os docentes com

Leia mais

MAPA INCLUSIVO GEOGRÁFICO - M.I.G.: O LÚDICO GEOGRÁFICO

MAPA INCLUSIVO GEOGRÁFICO - M.I.G.: O LÚDICO GEOGRÁFICO MAPA INCLUSIVO GEOGRÁFICO - M.I.G.: O LÚDICO GEOGRÁFICO Maria Wanderléa Rosário dos Santos Faculdade Integrada Brasil Amazônia - FIBRA Letícia Gabrielly de Sousa Pinto Faculdade Integrada Brasil Amazônia

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais

O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS

O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS Andreza Olivieri Lopes Carmignolli1 UNESP Eva Poliana Carlindo2 UNESP Grupo de Trabalho Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora: não

Leia mais

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB duart_ana@hotmail.com Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação,

Leia mais

O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE

O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE ISSN: 1981-3031 O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE Eva Pauliana da Silva Gomes 1. Givanildo da Silva 2. Resumo O presente

Leia mais

O USO DO TANGRAM EM SALA DE AULA: DA EDUCAÇÃO INFANTIL AO ENSINO MÉDIO

O USO DO TANGRAM EM SALA DE AULA: DA EDUCAÇÃO INFANTIL AO ENSINO MÉDIO O USO DO TANGRAM EM SALA DE AULA: DA EDUCAÇÃO INFANTIL AO ENSINO MÉDIO Ana Paula Alves Baleeiro Orientadora, profª Ms. da Faculdade Alfredo Nasser apbaleeiro@yahoo.com.br Jonatas do Nascimento Sousa Graduando

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E A FORMAÇÃO DE LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E A FORMAÇÃO DE LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E A FORMAÇÃO DE LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS Lizandra Cristina Macedo PINTO¹ - lizacrisufpa@gmail.com Mara Jessyka Coimbra De MELO¹ - mjessykacoimbra@hotmail.com Layse Kristine

Leia mais

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Denise Ritter Instituto Federal Farroupilha Campus Júlio de Castilhos deniseritter10@gmail.com Renata da Silva Dessbesel Instituto

Leia mais

ATENDIMENTO PEDAGÓGICO DOMICILIAR RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA OCORRIDA EM ESCOLA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO EM LONDRINA

ATENDIMENTO PEDAGÓGICO DOMICILIAR RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA OCORRIDA EM ESCOLA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO EM LONDRINA ATENDIMENTO PEDAGÓGICO DOMICILIAR RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA OCORRIDA EM ESCOLA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO EM LONDRINA GODOY,Shirley Alves -NRE/Londrina 1 shirley.alvesgodoy@gmail.com Eixo Temático: Pedagogia

Leia mais

LUDICIDADE: INTRODUÇÃO, CONCEITO E HISTÓRIA

LUDICIDADE: INTRODUÇÃO, CONCEITO E HISTÓRIA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE LUDICIDADE: INTRODUÇÃO, CONCEITO E HISTÓRIA Assunção, Paraguay Maio 2015 INTRODUÇÃO Q uando uma criança ingressa na

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO JOGO XADREZ NO AMBIENTE ESCOLAR

A IMPORTÂNCIA DO JOGO XADREZ NO AMBIENTE ESCOLAR A IMPORTÂNCIA DO JOGO XADREZ NO AMBIENTE ESCOLAR Introdução OBERJAN ROCHA KOZAN FABIANA LEIFELD RAFAEL TRENTIN SCREMIN FACULDADE SANT ANA, PONTA GROSSA/ PARANÁ/ BRASIL oberjan_15@hotmail.com O objeto de

Leia mais

EIXO TECNOLÓGICO: Infraestrutura CURSO/MODALIDADE: Curso Técnico em Edificações Modalidade Integrado DISCIPLINA: Educação Física

EIXO TECNOLÓGICO: Infraestrutura CURSO/MODALIDADE: Curso Técnico em Edificações Modalidade Integrado DISCIPLINA: Educação Física MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA CAMPUS SANTA ROSA Rua Uruguai, 1675Bairro Central CEP: 98900.000

Leia mais

PERFIL DOS EGRESSOS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA FORMADOS ENTRE 2000 2009

PERFIL DOS EGRESSOS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA FORMADOS ENTRE 2000 2009 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 PERFIL DOS EGRESSOS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA FORMADOS ENTRE 2000 2009 Isabella Caroline Belem 1 ; Raphael de Oliveira Delfino 2 ; Valquíria Félix Rocha

Leia mais

ENTENDENDO A RELAÇÃO PEDAGÓGICA ENTRE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

ENTENDENDO A RELAÇÃO PEDAGÓGICA ENTRE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL ENTENDENDO A RELAÇÃO PEDAGÓGICA ENTRE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Ana Paula Moreira Sousa 1 RESUMO: Este trabalho tem o intuito de divulgar, no campo científico, uma pesquisa

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DE CURSOS A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ EM RELAÇÃO À DISCIPLINA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DE CURSOS A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ EM RELAÇÃO À DISCIPLINA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1 PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DE CURSOS A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ EM RELAÇÃO À DISCIPLINA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Taubaté SP 05/2015 Márcia Regina de Oliveira Universidade de Taubaté oliveira.marcia@unitau.com.br

Leia mais

IDENTIDADE DO PEDAGOGO: QUAL A VISÃO QUE O ESTUDANTE DE PEDAGOGIA TEM DE SUA PROFISSÃO

IDENTIDADE DO PEDAGOGO: QUAL A VISÃO QUE O ESTUDANTE DE PEDAGOGIA TEM DE SUA PROFISSÃO IDENTIDADE DO PEDAGOGO: QUAL A VISÃO QUE O ESTUDANTE DE PEDAGOGIA TEM DE SUA PROFISSÃO Deise Sachetti Pinar,Maria José Gomes Moreira de Miranda 2, Sumiko Hagiwara Sakae 3 Orientadora: Drª. Maria Tereza

Leia mais

Carolina Romano de Andrade Mestre em Artes-UNICAMP Faculdade Integradas de Bauru-FIB Coordenadora de Pós Graduação

Carolina Romano de Andrade Mestre em Artes-UNICAMP Faculdade Integradas de Bauru-FIB Coordenadora de Pós Graduação 1 Processo de formação de professores um olhar para a dança. Carolina Romano de Andrade Mestre em Artes-UNICAMP Faculdade Integradas de Bauru-FIB Coordenadora de Pós Graduação A Constituição Federal de

Leia mais

ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES)

ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES) ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES) ID: 102 A PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DA SAÚDE ENTRE CRIANÇAS POR MEIO DA RISOTERAPIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Profa. Esp. Andréa Savietto (UNIANCHIETA)

Leia mais

5 Considerações finais

5 Considerações finais 5 Considerações finais 5.1. Conclusões A presente dissertação teve o objetivo principal de investigar a visão dos alunos que se formam em Administração sobre RSC e o seu ensino. Para alcançar esse objetivo,

Leia mais

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA O Fórum das universidades públicas participantes do PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA vem, por meio desta, defender

Leia mais

REVISTA CONTEÚDO O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

REVISTA CONTEÚDO O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Nara Fernanda de Campos 1 RESUMO Considerando os jogos e as brincadeiras infantis como uma ferramenta ideal ao aprendizado, podemos dizer

Leia mais

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social MUSICALIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA PROFESSORES NÃO MÚSICOS Ana Paula Salvador Werri *(Professora do Curso de Pedagogia, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Campus

Leia mais

O ENSINO DE XADREZ PARA CRIANÇAS DAS 3º E 4º SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL

O ENSINO DE XADREZ PARA CRIANÇAS DAS 3º E 4º SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL O ENSINO DE XADREZ PARA CRIANÇAS DAS 3º E 4º SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL Edson GOULART 1 Fernando FREI 2 Resumo: Os jogos e brincadeiras são indispensáveis para o desenvolvimento cognitivo da criança.

Leia mais

Parecer n 275/2009-CEDF Processo n 410.000084/2009 Interessado: Colégio Sagrado Coração de Maria

Parecer n 275/2009-CEDF Processo n 410.000084/2009 Interessado: Colégio Sagrado Coração de Maria Homologado em 21 de dezembro de 2009. DODF Nº 246, terça-feira, 22 de dezembro de 2009. PÁGINA 8 PORTARIA Nº 524, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2009. DODF Nº 7, terça-feira, 12 de janeiro de 2010. PÁGINA 8 Parecer

Leia mais

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS CRIZÓSTOMO, Cilene Delgado MILANEZ, Maria Rosa de Morais SOUSA, Rejane Lúcia Rodrigues Veloso ALBUQUERQUE, Judith

Leia mais

JOGOS ENQUANTO RECURSOS METODOLÓGICOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA

JOGOS ENQUANTO RECURSOS METODOLÓGICOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA JOGOS ENQUANTO RECURSOS METODOLÓGICOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA Joyciane Oliveira Saraiva Graduanda de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Federal do Piauí (UFPI) Juvena de Freitas Brito- Graduanda

Leia mais

Áudio. GUIA DO PROFESSOR Síndrome de Down - Parte I

Áudio. GUIA DO PROFESSOR Síndrome de Down - Parte I Síndrome de Down - Parte I Conteúdos: Tempo: Síndrome de Down 5 minutos Objetivos: Auxiliar o aluno na compreensão do que é síndrome de Down Descrição: Produções Relacionadas: Neste programa de Biologia

Leia mais

A DANÇA E O DEFICIENTE INTELECTUAL (D.I): UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA À INCLUSÃO

A DANÇA E O DEFICIENTE INTELECTUAL (D.I): UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA À INCLUSÃO A DANÇA E O DEFICIENTE INTELECTUAL (D.I): UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA À INCLUSÃO CARNEIRO, Trícia Oliveira / Centro Universitário Leonardo da Vinci SODRÉ, Marta Patrícia Faianca / Universidade do Estado do

Leia mais

ÉTICA HUMANA E O CUIDADO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: UM ESTUDO COM PROFESORES DA DISCIPLINA

ÉTICA HUMANA E O CUIDADO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: UM ESTUDO COM PROFESORES DA DISCIPLINA ÉTICA HUMANA E O CUIDADO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: UM ESTUDO COM PROFESORES DA DISCIPLINA Heraldo Simões Ferreira 1 Felipe Nogueira Catunda 2 Universidade Estadual do Ceará (UECE) - Fortaleza Ceará Brasil.

Leia mais

ANÁLISE DO NÍVEL DE MOTIVAÇÃO DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA ESTADUAL NILO PEÇANHA: UM ESTUDO DE CASO.

ANÁLISE DO NÍVEL DE MOTIVAÇÃO DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA ESTADUAL NILO PEÇANHA: UM ESTUDO DE CASO. ANÁLISE DO NÍVEL DE MOTIVAÇÃO DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA ESTADUAL NILO PEÇANHA: UM ESTUDO DE CASO. Débora Cristina da Silva Sebriam¹ Resumo Através desse estudo,

Leia mais

CAPÍTULO 12 USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO PEDAGÓGICO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE

CAPÍTULO 12 USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO PEDAGÓGICO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE INPE-8984-PUD/62 CAPÍTULO 12 USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO PEDAGÓGICO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE Vânia Maria Nunes dos Santos INPE São José dos Campos 2002 C A P Í T U L O 12

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ESTUDO EXPLORATÓRIO E REFLEXIVO NO CREAS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ESTUDO EXPLORATÓRIO E REFLEXIVO NO CREAS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 385 VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ESTUDO EXPLORATÓRIO E REFLEXIVO NO CREAS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE

Leia mais

DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES

DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES Rogério Sousa AZEVEDO (1); Iara M Cavalcante NOLETO (2) (1 e 2) Instituto Federal de

Leia mais

Palavras-chave: Ambiente de aprendizagem. Sala de aula. Percepção dos acadêmicos.

Palavras-chave: Ambiente de aprendizagem. Sala de aula. Percepção dos acadêmicos. PERCEPÇÃO DE ACADÊMICOS DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UENP, EM RELAÇÃO AOS ASPECTOS QUE CARACTERIZAM UM AMBIENTE FAVORECEDOR DA APRENDIZAGEM RESUMO Maria Cristina SIMEONI 1 Este resumo

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2009 (de autoria do Senador Pedro Simon)

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2009 (de autoria do Senador Pedro Simon) 1 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2009 (de autoria do Senador Pedro Simon) Acrescenta e altera dispositivos na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para incluir no ensino fundamental e médio, e nos

Leia mais

PROJETO DE EXTENSÃO TÍTULO DO PROJETO:

PROJETO DE EXTENSÃO TÍTULO DO PROJETO: PROJETO DE ETENSÃO TÍTULO DO PROJETO: Educação nutricional para promoção de uma alimentação saudável NATUREZA: ( ) Pesquisa ( x) Extensão / Local: Fundação Metodista DOCENTES: Titular: ( ) Doutor ( x )

Leia mais

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA MACEDO, Emosanelle Modesto Monteiro 1 SILVA, Ana Paula Bezerra da 2 SILVA, Helizete Bezerra da 3 TRAJANO, Renata Marques Diniz 4 DIAS,

Leia mais

SOFTWARE EDUCACIONAL: RECURSO PEDAGÓGICO PARA MELHORAR A APRENDIZAGEM NA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA

SOFTWARE EDUCACIONAL: RECURSO PEDAGÓGICO PARA MELHORAR A APRENDIZAGEM NA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA SOFTWARE EDUCACIONAL: RECURSO PEDAGÓGICO PARA Resumo MELHORAR A APRENDIZAGEM NA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA Clara Celina Ferreira Dias Universidade Federal de Santa Maria UFSM claracelinafd@professor.rs.gov.br

Leia mais

O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE

O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE Romero Bomfim dos Santos 1 ; Elida Roberta Soares de Santana²; Bruno Fernandes

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO CLÍNICO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM NEUROPSICOPEDAGOGIA CLÍNICA

MANUAL DE ESTÁGIO CLÍNICO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM NEUROPSICOPEDAGOGIA CLÍNICA MANUAL DE ESTÁGIO CLÍNICO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM NEUROPSICOPEDAGOGIA CLÍNICA 1. INTRODUÇÃO O Centro de Estudos UNILAS atua em várias áreas educacionais e em vários cursos de pós-graduação em nível

Leia mais

COLEÇÃO LER E SER - Parecer Técnico Penildon Silva Filho

COLEÇÃO LER E SER - Parecer Técnico Penildon Silva Filho COLEÇÃO LER E SER - Parecer Técnico Penildon Silva Filho Dois assuntos atualmente recebem muita atenção dos educadores e gestores em Educação: o acompanhamento da evolução do Índice de Desenvolvimento

Leia mais

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM O LÚDICO NA APRENDIZAGEM RESUMO Aline Hahn Affeldt Prof. Janaina de Souza Aragão Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI Pedagogia (PED 7051) Metodologia e Conteúdos Básicos de Comunicação e

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UM ESTUDO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE LICENCIATURA EM BIOLOGIA, NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS, NO CAMPUS DE GURUPI. Nome dos autores: Josilia Ferreira Dos Santos,

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA FORMAÇÃO INICIAL DOS GRADUANDOS DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA

ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA FORMAÇÃO INICIAL DOS GRADUANDOS DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA FORMAÇÃO INICIAL DOS GRADUANDOS DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA Wanderlânyo de Lira Barboza * Emmanuel De Sousa Fernandes Falcão ** Resumo: O presente trabalho aborda reflexões

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DA INCLUSÃO DOS SURDOS NO MERCADO DE TRABALHO

REFLEXÕES ACERCA DA INCLUSÃO DOS SURDOS NO MERCADO DE TRABALHO REFLEXÕES ACERCA DA INCLUSÃO DOS SURDOS NO MERCADO DE TRABALHO Maria Solange de Sousa Lacerda Universidade Federal de Campina Grande soldepombal@hotmail.com Josilene Martins Urtiga Silva Universidade Federal

Leia mais

Belém PA, Maio 2012. Categoria: Pesquisa e Avaliação. Setor Educacional: Educação Universitária. Macro: Sistemas e Instituições de EAD

Belém PA, Maio 2012. Categoria: Pesquisa e Avaliação. Setor Educacional: Educação Universitária. Macro: Sistemas e Instituições de EAD 1 A QUALIDADE DOS CURSOS SUPERIORES A DISTÂNCIA: CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS E BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UAB Belém PA, Maio 2012 Categoria: Pesquisa e Avaliação

Leia mais

RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998

RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998 RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, de conformidade

Leia mais

A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS

A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS 1 A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS Lúcia Helena Bezerra Ferreira Universidade Federal do Piauí luchbf@gmail.com RESUMO

Leia mais