Fundos & Gestores de Recursos

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1 Relatório Analítico Gestor de Recursos Tradicional / Brasil Rating de Gestor de Recursos O rating da J. Safra Asset Management Ltda. (J. Safra) foi afirmado em, Perspectiva Estável, em 26 de novembro de Perspectiva Estável Perfil Recursos sob gestão - AUM BRL45,3 bi (dezembro de 2014) Fonte: Anbima Data de constituição 1980 Domicílio São Paulo, Brasil Controlador Banco Safra S.A. Total de funcionários 85 Profissionais de investimento 15 O escopo do rating da gestora considera apenas as atividades domésticas em fundos tradicionais e não contempla as atividades de fundos de fundos de terceiros, fundos imobiliários, de private banking e gestão de patrimônio no Brasil e no exterior, que são segregadas da gestão de fundos próprios. IDR: Issuer Default Rating (Rating de Probabilidade de Inadimplência do Emissor). Anbima: Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais. Pesquisa Relacionada Relatório Analítico: Banco Safra S.A. (dezembro de 2014) Analistas Alexandre Yamashiro, CAIA Lucas Bender Principais Fundamentos do Rating Forte Franquia: A J. Safra Asset é a nona maior gestora de recursos do Brasil, com foco em fundos de renda fixa e multimercados, além de significativa experiência no mercado local. Faz parte de um sólido conglomerado financeiro brasileiro (Banco Safra S.A., IDR BBB /Perspectiva Estável), com rede de distribuição e base de clientes satisfatórias. A gestora é bem segmentada, com processos bem estabelecidos e forte governança, e conta com profissionais qualificados e experientes. Amplos Controles de Risco: A gestora conta com estruturas de risco e de compliance fortes e independentes, além de auditoria interna, que fazem parte da estrutura corporativa do Banco Safra. Apresenta controles de risco de mercado e de liquidez robustos, bem como adequados controles de risco operacional, sem registro de perdas operacionais em As políticas de compliance, por sua vez, são bem formalizadas e documentadas. Houve poucos desenquadramentos, todos rapidamente solucionados. Investimentos Bem Fundamentados: O processo de investimento é robusto, baseado em comitês sólidos e apoiados por pesquisas macroeconômicas e fundamentalistas. O processo é bem formalizado, pautado em cenários top-down. A equipe de renda variável não apresentou rotatividade de funcionários no período de 12 meses encerrado em dezembro de 2014 e foi beneficiada pela estabilidade decorrente da última reestruturação. Processos Integrados e Automatizados: As atividades de administração fiduciária e de custódia da gestora são desenvolvidas por outra unidade de negócios do grupo. Os processos observam os regulamentos e melhores práticas, apoiados por plataformas tecnológicas adequadas e por uma estrutura corporativa robusta, com boa automação dos processos. Além disso, as áreas de middle office e risco de mercado realizam a reconciliação de todo o processo operacional, incluindo as atividades de trading. Recursos Robustos em Tecnologia: A gestora tem investido adequadamente em TI. Implementou, em 2013, um sistema de front office para renda variável e avalia soluções para renda fixa. Conta com sistemas automatizados e integrados, além da plataforma tecnológica do banco. Possui diretrizes de contingência sólidas, com bases de dados duplicadas. Score das Categorias Companhia Controles Investimentos Operações Tecnologia Fonte: Fitch Perfil Bom Padrão Elevado Padrão Gestora Tradicional: O grupo Safra tem operado na atividade de gestão de recursos desde A J. Safra Asset é a nona maior gestora do Brasil, com 1,8% de participação de mercado, em dezembro de 2014, segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima). Criada em 2012, a empresa é subsidiária integral do Banco Safra S.A., quinto maior banco privado do país por ativos. 30 de

2 Recursos sob Gestão (AUM) Gráfico 1: Total de Recursos sob Gestão Gráfico 2: Recursos sob Gestão por Tipo de Cliente Corporate Private Varejo Previdência (BRLmi) % 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% 38% 37% 33% 23% 24% 22% 23% 18% 21% 16% 18% 13% 13% 16% 15% 12% 11% % 23% 16% Fonte: Fonte: Gráfico 3: Recursos sob Gestão por Tipo de Fundo Multimercados Fundos de Renda Fixa Fundos de Renda Variável Outros Gráfico 4: Recursos sob Gestão por Tipo de Ativo Títulos Federais Renda Fixa Privada Renda Variável Outros 70% 60% 50% 40% 30% 20% 61% 27% 55% 35% 54% 34% 52% 41% 45% 43% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 55% 51% 36% 39% 61% 64% 61% 28% 23% 25% 10% 0% 5% 3% 3% 2% 1% % 0% 10% 11% 6% 8% 5% Fonte: Fonte: Estrutura da Companhia Estrutura Corporativa Banco Safra S.A. Safra Vida e Previdência Safra Seguros Gerais J. Safra Asset Management Ltda. Banco J. Safra J. Safra C.V.C. Fonte: J. Safra Asset Metodologia Aplicada Análise e Rating de Gestores de Recursos (6 de maio de 2014) 2

3 Companhia Controle Acionário e Situação Financeira Forte acionista, com longo histórico no mercado brasileiro O Banco Safra S.A. (IDRs BBB /Estável), controlador do Banco J. Safra S.A. e, respectivamente, da J. Safra Asset Management Ltda. (J. Safra Asset), foi fundado em 1955 e é controlado pela família Safra. O acionista também possui instituições financeiras nos Estados Unidos, na Europa, no Oriente Médio e no Caribe. O Banco J.Safra é responsável pelas linhas de negócio de investment banking, gestão de recursos e de riquezas e wealth management do grupo no Brasil. O Banco Safra S.A. é o quinto maior banco privado no Brasil, com BRL137,6 bilhões de ativos, BRL8,5 bilhões de patrimônio e BRL1,2 bilhão de lucro, em setembro de 2014, e BRL131,6 bilhões de ativos, BRL7,6 bilhões de patrimônio e BRL1,4 bilhão de lucro em Com sólida qualidade de ativos e lucratividade estável, devido à sua abordagem conservadora, possui considerável linha de produtos e unidades de negócio, embora opere, principalmente, com médias empresas e pessoas físicas de alta renda. A J. Safra Asset Management é a nona maior gestora nacional, sob a perspectiva de AUM, com participação de mercado de 1,8% em dezembro de Ela é representativa para o grupo, dada sua contribuição para o resultado deste (entre 10% e 11% do lucro líquido), com receitas de BRL183 milhões e lucro de BRL135 milhões até setembro de A atividade de gestão de recursos, antes uma área de negócios do Banco J Safra, foi segregada em outra razão social, e os resultados passaram a contemplar esta nova estrutura organizacional desde A gestora se beneficia de sua capacidade de ampliar a escala da operação e do volume de AUM. Grupo financeiro e gestora lucrativos Grande parte do AUM provém de clientes institucionais, private banking, varejo e fundos de pensão, sendo que a distribuição de recursos advindos deles se manteve relativamente homogênea em Esta participação reflete o papel do grupo Safra, que auxilia na distribuição dos produtos da gestora. A captação de recursos pelo banco auxiliou no crescimento do AUM em 2014, apesar da redução de posições de alguns clientes, gerada por casos específicos de mandatos baseados em desempenhos muito competitivos. A participação do grupo beneficia a gestora, que aproveita áreas comuns, utilizando serviços especializados, com alta expertise, a baixos custos. A gestora tem alavancado os negócios pelas redes e pelos canais de distribuição do grupo J. Safra, o que torna a relação entre os dois positiva e sinérgica. O grupo tem investido consistentemente na estrutura da gestora. Experiência Gestora experiente em estratégias sofisticadas A J. Safra Asset Management foi constituída em Anteriormente, era uma unidade de negócios do grupo, ativa desde A gestora, que atende principalmente os clientes do grupo Safra, ao contrário de grande parte das gestoras de grandes grupos financeiros, tem larga atuação em estratégias sofisticadas, de maior valor agregado. É conhecida por apresentar, historicamente, boa performance em seus fundos multimercado. A J. Safra Asset Management passou por expressivas mudanças entre 2008 e 2013, como a mudança do CEO, do CIO e de diversos gestores, e, mais recentemente, por melhorias em seus controles, processos e sistemas. Os altos executivos possuem larga experiência no mercado, entre 15 e 20 anos. Os ativos sob gestão aumentaram de BRL28 bilhões, em 2008, para BRL45,3 bilhões em dezembro de 2014, embora tenham apresentado certa volatilidade em 2012 e em 2013 (casos específicos de mandatos baseados em desempenhos muito competitivos), permanecendo estáveis desde o início de Dentro da recente estabilidade no AUM, houve ligeira mudança na composição dos perfis de investidores. Em 2014, os clientes corporativos continuaram apresentando fluxo de saída líquido (de 33%, em 2013, para 23% em dezembro de 2014), o que foi equilibrado, principalmente, pela área de private banking (de 18%, em 2013, para 23% em dezembro de 2014) e pelo varejo (de 18% em 2013 para 21% em dezembro de 2014), enquanto os fundos de pensão (15%) e outros (16%) continuaram praticamente estáveis. Em dezembro de 2014, o perfil do AUM seguiu a maior demanda dos investidores por fundos de renda fixa (45%) e a estratégia da gestora de recursos de se concentrar em fundos multimercado (43%), enquanto os fundos de renda variável representaram 1% e outros, 11%. A estratégia de multimercados da gestora teve acréscimo de AUM em 2014, apesar de alguma volatilidade no desempenho. 3

4 Companhia (continuação) Governança e Independência Fortes práticas corporativas e de governança corporativa A J. Safra é supervisionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que regulamenta os fundos de investimento e fiscaliza os mercados de bolsa e de balcão no país. Os reguladores não têm feito apontamentos relevantes em relação à gestora. Como outros gestores do país, a J. Safra adere às práticas de autorregulamentação da Anbima, responsável pela supervisão do cumprimento de códigos de regulação e comunicação e transparência para investidores. Como está inserida na estrutura do Banco Safra, a gestora é supervisionada também pelo Banco Central do Brasil, que regulamenta e fiscaliza a atividade bancária no país. A gestora é auditada externamente pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, assim como seus fundos locais. Como parte da estrutura do Banco J. Safra, a auditoria interna do grupo realiza avaliações periódicas de seus processos e procedimentos. Supervisão extensa e robusta Equipe Estrutura da organização muito bem definida Executivos muito experientes e qualificados Políticas de compensação adequadas Os fundos geridos pela casa possuem estruturas adequadas e independentes, de acordo com a legislação local. Os veículos de investimento locais têm estruturas de governança bem claras e definidas, balanços patrimoniais auditados pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes e periódicos, além de políticas claras e definidas, condição necessária para o registro na CVM. A J. Safra Asset Management utiliza, sobretudo, a administradora e a custodiante do grupo, que são segregadas e independentes dos demais negócios da gestora. Os trabalhos executados por ambas são de boa qualidade, já que possuem robusta estrutura e alto nível de formalização. Os custos são devidamente alocados dentro do grupo. A equipe é robusta, bem segregada e segmentada, com responsabilidades claras e controles. Conta com 85 profissionais, sendo 15 no processo de investimento, liderados pelo CEO, Márcio Appel. Além destes colaboradores, há 45 profissionais voltados ao relacionamento com investidores, seis gestores de fundos de fundos de terceiros, quatro especialistas de produtos e dois gestores de real estate. As atividades de controles, operações e compliance, também bastante segmentadas, são totalmente independentes da gestora e efetuadas por diretorias específicas, com reportes diretos às áreas correlacionadas do grupo. Estas áreas possuem colaboradores especialmente dedicados, sendo que o departamento de compliance é também responsável pelo risco operacional. As atividades de RH, marketing, contabilidade, TI e jurídicas são realizadas pelo grupo, para reduzir custos e acrescentar expertise e experiência. As atividades de trading e a gestão de portfólio são realizadas pela mesma equipe. A J. Safra Asset Management possui executivos com mais de 15 anos de experiência em posições-chave, alguns no grupo. A estrutura é bem segmentada (CEO, CIO, CRO e CTO) e experiente, segundo o nível de executivos. A estrutura de investimentos é composta pelos CEO e CIO, bem como por dois gestores, de rendas fixa e variável. Além disso, há dois economistas que efetuam análises macroeconômicas para a equipe. A experiência média dos profissionais de análise é de 14 anos. Há executivos para o departamento de relacionamento com o cliente, produtos e para os fundos de fundos de terceiros. A equipe de renda variável não apresentou rotatividade de funcionários no período de 12 meses encerrado em dezembro de 2014, tendo sido beneficiada pela estabilidade após a última reestruturação. A remuneração dos profissionais de investimento é estruturada para incentivar a busca por performance nos fundos, com remuneração fixa adequada e bônus significativo. Uma parcela fixa da receita líquida é dedicada a um pool, que é distribuído conforme os resultados individuais. A distribuição de bônus é definida, em comitê, pelo CIO e pelo CEO e não utiliza processo formal. 4

5 Companhia (continuação) Estrutura Organizacional Marcio Appel Diretor Asset Luiz Fabiano de Godoi Diretor Gestão Superintendente Superintendente Superintendente Superintendente Research / Renda Variavel Renda Fixa / Multimercado Economia Long Short Han Byul Kim Martim Fass Cosmo Labate Talita Oliveira Silvia Molinar Mauricio Hazzan Allocation Real Estate Fundações / RPPS / Institucional Distribuição Varejo / Corporate Produtos / Previdência Distribuição Private Paulo Sergio Cavalheiro Diretor de Riscos e Compliance Asset Compliance Asset Riscos Fonte: J.Safra Asset 5

6 Controles Estrutura Geral de Controle de Riscos As áreas de controle de riscos e de compliance da J. Safra Asset são corporativas, independentes e possuem excelentes controles. A estrutura é especializada e robusta, com profissionais experientes, inclusive no nível gerencial, e conta com um sólido conjunto de políticas e controles. Controles de risco robustos A estrutura se apoia em comitês e subcomitês formais e regulares (realizados mensalmente, sendo que os de crédito ocorrem também sob demanda), com participação dos gestores seniores, do diretor corporativo de risco, entre outros executivos. Estes comitês abordam as principais exposições e reveem a adequação dos fundos aos mandatos e políticas. A área de risco participa de comitês semanais para discussões e avaliações sobre riscos de mercado e liquidez, que são complementados por relatórios diários de riscos de mercado. As atividades são verificadas duas vezes, por diferentes áreas e pelos administradores fiduciários. Os desenquadramentos não têm sido relevantes; há apenas alguns referentes às políticas de concentração e de risco de mercado, que têm sido prontamente resolvidos. Supervisão de risco operacional muito boa Sólido monitoramento de terceiros Seguindo os procedimentos do grupo, a gestora possui práticas para identificação, mapeamento, controle e ações corretivas de riscos operacionais. São realizadas revisões anuais de todos os processos relevantes, e todos estes são revistos a cada dois anos. O controle de risco operacional é efetuado pela área de compliance. Não houve eventos e perdas em 2014 e As relações estabelecidas com fornecedores e provedores de serviços são apropriadas, com níveis mínimos de qualidade definidos em Service Level Agreements (SLAs). O monitoramento dos serviços contratados não conta com relatórios formais, com exceção de atividades críticas e centrais, como as que envolvem reconciliação, que são feitas internamente, em paralelo, para evitar erros. A seleção e a supervisão dos serviços prestados pelas corretoras são efetuadas por comitês semestrais, com representantes de diversas áreas, como compliance, analistas e gestores. O monitoramento é constante, devido aos montantes envolvidos. Compliance e Controles Políticas e processos muito bons A J. Safra Asset conta com um completo e rigoroso conjunto de políticas e controles, como alocação justa das ordens (pelo preço médio), código de conduta, política de conflito de interesse, know your customer, sigilo de informações, etc. O departamento de compliance é responsável por implementar e monitorar estas políticas, bem como pelo controle e pelo monitoramento das trocas de informação internas e com terceiros. A área de compliance se reporta diretamente aos diretores executivos do Banco Safra, e são realizados comitês trimestrais com os principais executivos da gestora e do grupo. Bons controles sobre transações e alocações de operações Há políticas específicas para escolher corretoras, com decisões tomadas em comitês semestrais. Os serviços ofertados e os preços das corretoras são determinados e formalizados mediante contratos previamente estabelecidos. As operações de renda variável são executadas, em sua maioria, por meio de sistemas eletrônicos, e as de renda fixa e derivativos, por telefone. Não há avaliação dos processos de best execution, mas há controle dos volumes negociados por cada corretora. As posições, chamadas de margem e garantias, são monitoradas diariamente pela gestora e pelo administrador fiduciário. As negociações são executadas por analistas e gestores e, ao final do dia, são eletronicamente distribuídas pelo preço médio. A reconciliação é executada mediante controles internos da gestora. A casa opera com vinte corretoras no Brasil e cinco no exterior. 6

7 Controles (continuação) Bons controles, em aprimoramento Políticas e processos de precificação muito bons Gerenciamento de Riscos de Investimento Os controles de post-trade dos limites legais estabelecidos aos fundos são acompanhados, conforme as regulamentações locais, pelas administradoras e executados pela gestora por meio do sistema Nexxus. Os controles de pre-trade são restritos às ordens de renda variável (cerca de 80% do total) e passaram a ser realizados após a implementação, em 2013, do sistema Blank. As posições de renda fixa e derivativos podem ser simuladas, sob demanda, antes de sua implementação. Há acompanhamento da carteira e das posições, do cálculo da cota e dos preços utilizados para marcar os ativos a mercado pelo departamento de risco, o que lhe permite detectar irregularidades e realizar a dupla checagem da carteira. Não foram relatados problemas quanto a estas atividades em A política de precificação e de cálculo de cotas é sólida, e os ativos são marcados a mercado diariamente, seguindo as regras locais pelos administradores fiduciários. Há um comitê de precificação de ativos de crédito mensal, com a presença dos principais executivos do grupo. As atividades de precificação e cálculo de cotas são efetuadas por renomados administradores fiduciários (97% do AUM por uma empresa do grupo). A área de risco realiza, ainda, a reconciliação diária das atividades, ao validar a precificação e o valor patrimonial das carteiras. Excelentes controles de risco de mercado Melhores práticas em controles de liquidez A J. Safra Asset conta com amplos controles de risco de mercado, suportados por sistemas robustos, que utilizam controles de Valor em Risco (VaR), Benchmark VaR (BvaR), testes de estresse e tracking error, entre outros. Os controles e processos são diários, com relatórios de indicadores de risco ex-ante e ex-post e simulações e checagens on-line. Os limites de risco assumidos pela gestora são formais, estipulados pelas políticas internas da casa e pelos mandatos, com limites de perdas predeterminados. Metodologias, parâmetros de risco e inputs de modelos são definidos formalmente, por meio de comitês. A J. Safra Asset utiliza práticas muito boas, no que se refere à relação entre o ativo e passivo das carteiras, para avaliação de risco de liquidez, efetuada semanalmente. O principal limite para todos os fundos é manter pelo menos 20% da carteira em ativos com condições de liquidez, de acordo com seus respectivos prazos de resgates. Para determinar as condições de liquidez dos ativos, a Área de Risco assume, basicamente, as mesmas premissas utilizadas pelo mercado em geral, como a utilização de até 30% do volume médio diário de negociação em um período de trinta dias e restrições em margens de garantias. Por outro lado, adota práticas acima da média em relação a outros grandes gestores, considerando o potencial impacto nas condições de liquidez dos ativos em virtude da posição agregada da gestora, além de três tipos de testes de estresse: o pior cenário verificado historicamente, o modelo estatístico e a análise da carteira ajustada por eventuais mudanças no perfil da base de investidores dos fundos. As premissas dos robustos controles de liquidez da gestora são revistas mensalmente. Os riscos de liquidez seguem o padrão de mercado quanto a procedimentos, controles e reportes. O Manual de Riscos de Liquidez passa por ajustes para contemplar as mudanças nas diretrizes da Anbima para Os riscos de contrapartes, de crédito, são pequenos, já que as atividades específicas de mercado estão centralizadas em câmaras de compensação e estas instituições estão sob legislação estrita e forte supervisão dos orgãos reguladores. Fortes controles de risco de contraparte de crédito A escolha das corretoras é realizada por meio de um processo considerado bom, com critérios qualitativos, quantitativos e métricas de crédito, além de revisões em comitês semestrais. O monitoramento constante da qualidade dos serviços prestados e da qualidade de crédito das corretoras ajuda a manter o nível de risco em padrões adequados. Os limites das exposições dos fundos são aprovados em comitês mensais ou sob demanda, incluindo executivos do grupo, sendo que as análises de crédito são fornecidas pelo departamento de crédito do banco de investimento, que também monitora os limites e exposições da gestora. Não há créditos provisionados. 7

8 Controles (continuação) Parâmetros de Risco RF RV Crédito Multimercado Prazos de Resgate D+0 a D+181 D+4 a D+34 D+0 a D+0 D+0 a D+33 Fatores de Risco Métricas de Risco de Mercado *Var *Stress Exp. Pré 100% % Exp. Juro Real 100% % Risco de Liquidez para todos os fundos Exp. Câmbio - 100% - 126% *Condições de liquidez dos ativos Exp. Renda Variável - sem limite - 50% *Prazos de Resgate dos Fundos Exp. Crédito 100% - 100% 100% *Análise do Passivo Fonte: J. Safra Asset 8

9 Investimentos Recursos de Investimento Gestores experientes; estrutura enxuta Ótimo acesso a informações de mercado e pesquisa própria adequada Disciplina de Investimento A estrutura de investimentos da J. Safra Asset conta com 15 profissionais. Este número, embora pequeno, está adequado às estratégias, ao modelo de gestão e ao número de fundos geridos. O CIO, Luis Fabiano, conta com dois gestores seniores, com mais de 15 anos de experiência, que juntos lideram a equipe, dividida por classe de ativos, pesquisa e pesquisa econômica. Todos os portfólios seguem as estratégias ajustadas pelas políticas de risco e investimentos, garantindo, assim, qualidade ao processo de asset allocation, seleção de ativos e formação de carteira. Nestas, os gestores têm certa liberdade na montagem de posições, dadas as diretrizes estipuladas nos comitês matinais e as regras preestabelecidas. A análise proprietária de renda variável é realizada com qualidade, por uma equipe de analistas que tem fácil acesso aos executivos de empresas em reuniões. A equipe de pesquisas costuma utilizar modelos de fluxos de caixa descontados para cerca de 100 empresas, além de um modelo quantitativo que busca oportunidades no mercado local. As pesquisas macroeconômicas são realizadas por dois economistas. A J. Safra Asset Management conta com amplo acesso a relatórios de alta qualidade de corretoras locais e internacionais, devido à franquia do grupo e ao volume de AUM. Processo de investimento e mandatos muito bem definidos Sólido processo de tomada de decisões As decisões são tomadas em comitês regulares, com processos bem disciplinados. Todos os fundos possuem mandatos respeitados, com planejamento que abrange orçamento, definições de ativos elegíveis e limites de risco. Além disso, a equipe tem acesso a relatórios de risco e de performance attribution para auxiliar a gestão. Estas características são respeitadas e moldam as decisões de investimento deliberadas em comitê. O processo de investimento da gestora possui abordagem top-down. No caso de ativos de renda variável, a análise fundamentalista das empresas é acrescentada à tomada de decisões. Há ampla gama de mandatos, sendo que os fundos multimercados e de renda fixa predominam. O processo de tomada de decisões da gestora é bem disciplinado. As decisões estratégicas são definidas em comitê mensal, com minutas, cobrindo tópicos relevantes, como processos de investimento, risco, performance, entre outros. As posições são definidas no comitê semanal de posicionamento dos fundos e acompanhadas nas discussões diárias de cenário econômico e caixa. Esta reunião diária matutina, que aborda informações relevantes, perspectivas de mercado, fatores importantes para a performance e para os riscos, subsidia os gestores nos ajustes das carteiras às diretrizes previamente determinadas. Os gestores possuem alguma autonomia de ação junto às carteiras, mas devem seguir as estratégias e diretrizes definidas pelos comitês, com decisões por consenso. A maior parte dos portfólios é composta por ativos originários de decisões em comitê, enquanto as alocações táticas são pouco frequentes. Análises de performance attribution e revisões de performance robustas As exposições e o desempenho dos fundos são monitorados constantemente, nos comitês diários e nos mensais, com participação da equipe de gestão. Caso necessário, ajustes podem ser feitos, a partir da constatação de novos fatos econômicos. As diretrizes e os limites de investimento, bem definidos, são complementados por relatórios de performance attribution (mensais) e de risco (diários), com VaR, stress tests, brechas de liquidez, ALM, entre outros. A J. Safra Asset Management tem utilizado essas análises para monitorar e avaliar as decisões tomadas ao longo do tempo. 9

10 Investimentos (continuação) Processo de Investimento Análise do Cenário Econômico Comitês de Estratégia * Análise Fundamentalista: Foco em análise top-down, combinada à abordagem bottom-up * Comitês diários: Reavaliação da Conjuntura. Estas reuniões objetivam flexibilizar a gestão dos fundos, a fim de adequá-la às oscilações de expectativas comuns aos mercados * Comitês Mensais: Para definir as estratégias do mês. * Comitês Semanais de Renda Variável: Reavaliação setorial e estudo de caso de novos investimentos. * Decisões tomadas pela equipe * Independência de Opiniões Seleção de Ativos * Análises integradas * Estimativas de preços de mercado * Contatos com as empresas * Discussão e Diversidade * Construção, monitoramento e reavaliação do Portfólio Gestão de Carteira * Controles de Risco diários da Carteira * Controles de enquadramento pré e pós trade diário * Inteligência de Mercado * Restrição dos Mandatos Fonte: J. Safra Asset 10

11 Operações Comunicação e Serviços a Clientes Bom grau de transparência e disponibilidade Os relatórios de fundos aos investidores seguem porém com qualidade superior o padrão do mercado, com aderência à legislação e às práticas vigentes, estipuladas pela Anbima e pela CVM. As informações são abrangentes, com performance dos fundos, riscos, exposições e estratégias de investimento, disponíveis em página da internet. Os relatórios aos clientes, elaborados, em sua maioria, mensalmente, possuem elevado grau de transparência e são enviados aos clientes institucionais e de varejo. Os clientes podem ter acesso a suas contas pela estrutura robusta e segura da plataforma de internet banking do Banco Safra. A gestora também conta com 45 gerentes de contas para administrar os diferentes canais de atendimento, que têm disposição institucional, varejo, private banking, corporate e previdência privada. A J. Safra Asset utiliza a rede do banco (agências e plataforma corporate) para distribuir seus produtos, como ocorre em outras gestoras de recursos relacionadas a grupos financeiros. Procedimentos Operacionais Equipe robusta, experiente e estável Atividades operacionais, como precificação de ativos, cálculo de cotas, reconciliação, processamento, liquidação financeira e controladoria, estão, em sua maioria, sob responsabilidade de outra empresa do grupo, segregada da gestora. Há apenas 3% do AUM da J. Safra Asset sob administração e 7% sob custódia de provedores terceirizados, a critério de investidores, que centralizam suas operações nessas instituições. A estrutura de middle office é robusta e está adequada ao volume de transações da empresa. A equipe é experiente e está totalmente segregada da estrutura da gestora, e há baixa rotatividade de profissionais. Processos automatizados e escaláveis Alta capacidade de prover soluções de investimento As atividades de administração e custódia apresentam elevado grau de automação e integração de processos, por meio de sistemas robustos e seguros, que estão altamente adequados às necessidades do grupo. As áreas de middle office e de riscos proveem diariamente boa reconcilidação de todo o processo operacional, com dupla checagem das operações até a liquidação das operações. A J. Safra Asset não apresentou reprocessamentos em A estrutura conta com alta capacidade de customização de produtos e serviços, de acordo com as necessidades dos investidores, considerando seu porte e a ampla base de fundos locais e internacionais. As discussões sobre novos produtos não contam com um processo estruturado, pautado em comitês. Eles são lançados conforme a necessidade e estruturados pelo departamento de produtos. Modelo Operacional Gestão de Investimentos Decisões de Investimentos Execução das Operações (Trading ) Controles de Riscos e Compliance Precificação de Ativos Controle de Enquadramento (Pós/Pré Trade ) Cálculo e Divulgação de Cotas Back Office Custódia, Liquidação Financeira e Registro Cadastro, Movimentação e Informe de Clientes Produtos Elaboração e Estruturação de Novos Produtos Jurídico Documentação Legal dos Fundos Fonte: J. Safra Asset 11

12 Tecnologia Elevado Padrão Recursos de TI A plataforma tecnológica da J. Safra Asset conta com fortes recursos de suporte, segurança e contingência, assim como outros gestores locais pertencentes a grupos financeiros. A gestora se beneficia do departamento de TI do grupo, sendo que há uma equipe com quatro profissionais, dedicada às necessidades da J. Safra Asset. Recursos de TI apresentaram avanços Os sistemas são, na maioria das vezes, desenvolvidos internamente ou comprados com licença sobre o código fonte, já que isto permite à equipe customizá-los de acordo com as necessidades e diminui a dependência do grupo em relação a terceiros. Em 2013, a gestora implementou um sistema de front office para negociação de ações e está avaliando soluções para títulos de renda fixa. A implementação da plataforma tecnológica permite maior velocidade e melhores controles, bem como bloqueios de pre-trade e alertas, entre outros benefícios. Sistemas Sistemas e bancos de dados bem Integrados Segurança de TI Planos de contingência robustos A gestora conta com sólida infraestrutura, disponibilizada pelo grupo, que inclui mainframe do banco, com procedimentos bem definidos, rotinas e permissões, além de políticas internas, o que garante um ambiente seguro e funcional. Os sistemas são automatizados e integrados, inclusive com os provedores externos, como as corretoras e os administradores fiduciários, em ambiente seguro. A equipe de gestão conta com sólidos sistemas de acompanhamento dos mercados, como Bloomberg, Broadcast e Economática, e recebe informações em tempo real, tendo ampla base de dados à disposição. Também são utilizados sistemas de simulação por meio de vários indicadores, como VaR e estresse. Os controles de compliance são realizados por meio do robusto sistema Nexxus. Atualmente, para renda variável, a gestora conta com o sistema Blank, que está plenamente funcional e integrado a terceiros. Em relação à renda fixa, há sistemas proprietários para a administração e a custódia dos ativos. O front office é realizado com base em planilhas Excel, com a utilização de macros. A J. Safra Asset Management tem um robusto plano de contingência, caracterizado por alto grau de formalização e três estruturas (data centers) na cidade de São Paulo, com todos os recursos necessários à continuidade das rotinas em caso de impossibilidade de acesso às instalações normais de trabalho, com redundância em todos os sistemas críticos. O processo de contingência é conduzido pelo departamento de infraestrutura do grupo e há acesso remoto restrito a poucos profissionais. O Banco Safra realizou, em conjunto com a J. Safra Asset, dois testes e uma simulação em Estrutura de TI Riscos e Análises Front Office Middle Office Back Office Cálculo de Risco Informações de Mercado Gravação Telefônica Extranet dos administradores Controles Gerenciais Sistemas e base de dados Análise de Fundos (Enquadramento) Controles Gerenciais Boletadores Estrutura do Administrador Solução Externa Sistemas Próprios Fonte: J. Safra Asset 12

13 O rating acima foi solicitado pelo, ou em nome do, emissor e, portanto, a Fitch foi compensada pela avaliação do rating. TODOS OS RATINGS DE CRÉDITO DA FITCH ESTÃO SUJEITOS A ALGUMAS LIMITAÇÕES E TERMOS DE ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE. POR FAVOR, VEJA NO LINK A SEGUIR ESSAS LIMITAÇÕES E TERMOS DE ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE: AS DEFINIÇÕES E TERMOS DE USO DOS RATINGS ESTÃO DISPONÍVEIS NO SITE PÚBLICO DA AGÊNCIA, EM OS RATINGS PÙBLICOS, CRITÉRIOS E METODOLOGIAS PUBLICADOS ESTÃO PERMANENTEMENTE DISPONÍVEIS NESTE SITE. O CÓDIGO DE CONDUTA DA FITCH E POLÍTICAS DE CONFIDENCIALIDADE, CONFLITOS DE INTERESSE; SEGURANÇA DE INFORMAÇÃO (FIREWALL) DE AFILIADAS, COMPLIANCE E OUTRAS POLÍTICAS E PROCEDIMENTOS RELEVANTES TAMBÉM ESTÃO DISPONÍVEIS NESTE SITE, NA SEÇÃO "CÓDIGO DE CONDUTA". Copyright 2015 da Fitch, Inc., Fitch Ratings Ltd. e suas subsidiárias. 33 Whitehall Street, NY, NY Telefone: (para chamadas efetuadas nos Estados Unidos), ou (001212) (chamadas fora dos Estados Unidos). Fax: (212) Proibida a reprodução ou retransmissão, integral ou parcial, exceto quando autorizada. Todos os direitos reservados. Ao atribuir e manter seus ratings, a Fitch conta com informações factuais que recebe de emissores e underwriters e de outras fontes que a agência considera confiáveis. A Fitch executa uma pesquisa razoável das informações factuais de que dispõe, de acordo com suas metodologias de rating, e obtém razoável verificação destas informações de fontes independentes, na medida em que estas fontes estejam disponíveis com determinado patamar de segurança, ou em determinada jurisdição. A forma como é conduzida a investigação factual da Fitch e o escopo da verificação de terceiros que a agência obtém poderão variar, dependendo da natureza do título analisado e do seu emissor, das exigências e práticas na jurisdição em que o título analisado é oferecido e vendido e/ou em que o emitente esteja localizado, da disponibilidade e natureza da informação pública envolvida, do acesso à administração do emissor e seus consultores, da disponibilidade de verificações pré-existentes de terceiros, como relatórios de auditoria, cartas de procedimentos acordadas, avaliações, relatórios atuariais, relatórios de engenharia, pareceres legais e outros relatórios fornecidos por terceiros, disponibilidade de fontes independentes e competentes de verificação, com respeito ao título em particular, ou na jurisdição do emissor, em especial, e a diversos outros fatores. Os usuários dos ratings da Fitch devem estar cientes de que nem uma investigação factual aprofundada, nem qualquer verificação de terceiros poderá assegurar que todas as informações de que a Fitch dispõe com respeito a um rating serão precisas e completas. Em última instância, o emissor e seus consultores são responsáveis pela precisão das informações fornecidas à Fitch e ao mercado ao disponibilizar documentos e outros relatórios. Ao emitir seus ratings, a Fitch é obrigada a confiar no trabalho de especialistas, incluindo auditores independentes, com respeito às demonstrações financeiras, e advogados, com referência a assuntos legais e tributários. Além disso, os ratings são naturalmente prospectivos e incorporam hipóteses e predições sobre eventos futuros que, por sua natureza, não podem ser confirmados como fatos. Como resultado, apesar de qualquer verificação sobre fatos atuais, os ratings podem ser afetados por condições ou eventos futuros não previstos na ocasião em que um rating foi emitido ou afirmado. As informações neste relatório são fornecidas "tal como se apresentam", sem que ofereçam qualquer tipo de garantia. Um rating da Fitch constitui opinião sobre o perfil de crédito de um título. Esta opinião se apoia em critérios e metodologias existentes, que são constantemente avaliados e atualizados pela Fitch. Os ratings são, portanto, resultado de um trabalho de equipe na Fitch, e nenhuma classificação é de responsabilidade exclusiva de um indivíduo, ou de um grupo de indivíduos. O rating não cobre o risco de perdas em função de outros riscos que não sejam o de crédito, a menos que tal risco esteja especificamente mencionado. A Fitch não participa da oferta ou venda de qualquer título. Todos os relatórios da Fitch são de autoria compartilhada. Os profissionais identificados em um relatório da Fitch participaram de sua elaboração, mas não são isoladamente responsáveis pelas opiniões expressas no texto. Os nomes são divulgados apenas para fins de contato. Um relatório que contenha um rating atribuído pela Fitch não constitui um prospecto, nem substitui as informações reunidas, verificadas e apresentadas aos investidores pelo emissor e seus agentes com respeito à venda dos títulos. Os ratings podem ser modificados ou retirados a qualquer tempo, por qualquer razão, a critério exclusivo da Fitch. A agência não oferece aconselhamento de investimentos de qualquer espécie. Os ratings não constituem recomendação de compra, venda ou retenção de qualquer título. Os ratings não comentam a correção dos preços de mercado, a adequação de qualquer título a determinado investidor ou a natureza de isenção de impostos ou taxação sobre pagamentos efetuados com respeito a qualquer título. A Fitch recebe honorários de emissores, seguradores, garantidores, outros coobrigados e underwriters para avaliar os títulos. Estes honorários geralmente variam entre USD1.000 e USD (ou o equivalente em moeda local aplicável) por emissão. Em certos casos, a Fitch analisará todas ou determinado número de emissões efetuadas por um emissor em particular ou seguradas ou garantidas por determinada seguradora ou garantidor, mediante o pagamento de uma única taxa anual. Tais honorários podem variar de USD a USD (ou o equivalente em moeda local aplicável). A atribuição, publicação ou disseminação de um rating pela Fitch não implicará consentimento da Fitch para a utilização de seu nome como especialista, com respeito a qualquer declaração de registro submetida mediante a legislação referente a títulos em vigor nos Estados Unidos da América, a Lei de Serviços Financeiros e Mercados, de 2000, da Grã-Bretanha ou a legislação referente a títulos de qualquer outra jurisdição, em particular. Devido à relativa eficiência da publicação e distribuição por meios eletrônicos, a pesquisa da Fitch poderá ser disponibilizada para os assinantes eletrônicos até três dias antes do acesso para os assinantes dos impressos. 13

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