11 de março de 2013 O conteúdo das matérias é de inteira responsabilidade dos meios de origem

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1 11 de março de 2013 O conteúdo das matérias é de inteira responsabilidade dos meios de origem A missão da ADIMB é a de promover o desenvolvimento técnico-científico e a capacitação de recursos humanos para a Indústria Mineral Brasileira Na última quarta-feira foi encerrada a edição de 2013 da convenção anual da Prospectors & Developers Association of Canada. Entre os dias 3 e 6 de março, aproximadamente 30 mil pessoas passaram pelo Metro Toronto Convention Center. A convenção anual da Prospectors and Developers Association of Canada -PDAC é hoje o maior evento mundial de prospecção mineral. Durante os 4 dias de evento se reúnem investidores, profissionais e representantes governamentais num ambiente de negócios e debates envolvendo os mais variados assuntos relacionados com exploração mineral e depósitos minerais. O Brasil, como já é tradição, tem uma participação expressiva no Trade Show. O estande Brasil PDAC2013, com 185 m 2, é o segundo maior estande da feira, ficando atrás apenas para o estande da Província de Ontário. O Pavilhão Brasil confere ao setor de exploração mineral brasileiro uma posição de destaque, propiciando aos representantes das empresas patrocinadoras da missão brasileira uma excelente infraestrutura de apoio para realização de negócios. Estande Brasil PDAC2013 Estande Brasil PDAC2013

2 A missão brasileira foi um esforço conjugado entre empresas nacionais e estrangeiras atuantes no Brasil, associações e o poder público que, reunidos em consórcio, trabalharam para a promoção organizada do setor mineral brasileiro na convenção anual da PDAC. Com a coordenação geral da ADIMB, a iniciativa brasileira ao PDAC 2013 teve uma delegação de 103 representantes. Além do Pavilhão Brasil, foi oferecido um café da manhã organizado para confraternização dos participantes da missão brasileira e convidados que, em 2013, aconteceu na área de eventos no alto da CN Tower. Também foi organizado o seminário Brazilian Mining Day onde executivos de empresas apresentaram casos recentes de sucesso de exploração e desenvolvimento de projetos de mineração no Brasil, incluindo empresas majors, mid-cap e juniores. Audiência do Brazilian Mining Day 2013 Programação do Brazilian Mining Day Overview of the Brazilian Mining Potential Márcio Godoy - VALE/ADIMB - Economic Feasibility of Almas Gold Deposit, Tocantins State - Júlio Carvalho - Rio Novo Mineração - Exploration and Feasibility of Aripuanã Polymetallic Deposit, Mato Grosso State - Jones Belther - Votorantim Metais - Salobo IOCG Copper Deposit, Pará State - Paulo Araújo - VALE - Building a Rare Earth Industry in South America: The Araxá Project, Minas Gerais State Carlos Braga & Khan Liu - MbAC - Borborema Gold Deposit, Rio Grande do Norte State - Robert Smakman - Crusader Mineração - Iron Project in Corumbá with Integrated Logistics, Mato Grosso do Sul State - Augusto Mendonça - Vetria Mineração - Fosfatar Project, Pará State - Eduardo Ledsham - B&A - Planalto Piauí Iron Project, Piauí State -Washington Rydz BEMISA VALOR DE MERCADO DE PETROBRÁS E VALE ENCOLHE R$ 76,7 BI Empresas, que sofreram forte desgaste na bolsa em janeiro e fevereiro, registraram em 2012 os piores resultados em oito anos Antes mesmo de divulgarem os piores resultados anuais desde 2004, a petroleira Petrobrás e a mineradora Vale já estavam sendo castigadas pelos investidores, segundo estudo da consultoria

3 Economática. Embora os resultados tenham sido divulgados em fevereiro, os papéis registram queda desde o início do ano, resultando em uma perda de valor de mercado para as duas empresas que, combinada, chega a R$ 76,7 bilhões. A Petrobrás teve lucro de R$ 21,2 bilhões em 2012, o pior resultado em oito anos e 36,42% inferior ao resultado de R$ 33,3 bilhões de Entre julho e setembro, a companhia havia registrado perdas de R$ 1,3 bilhão, seu primeiro prejuízo trimestral desde Entre as razões para a deterioração dos resultados da Petrobrás está a alta da demanda por combustíveis no País, que obrigou a empresa a importar mais gasolina justamente durante um período em que o governo impôs um congelamento dos preços do produto. Embora as dificuldades da Petrobrás tenham ficado mais evidentes no balanço mais recentemente, o aumento da influência do governo na empresa tem origem no anúncio das reservas de petróleo na camada pré-sal, em 2008, na opinião do analista Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). Nos últimos cinco anos, diz Pires, o governo vem usando a empresa como instrumento de política econômica e industrial. A decisão de segurar o preço da gasolina, que tinha o objetivo de incentivar a demanda por automóveis, comprometeu a geração de receita da companhia. O analista lembra ainda que o governo impôs à Petrobrás cotas de nacionalização dos equipamentos que necessita comprar para a exploração do pré-sal. "A empresa foi usada como instrumento de criação de um polo industrial que não levou em consideração a competitividade internacional da manufatura local", diz. À medida que as notícias sobre os problemas da Petrobrás se intensificaram, os investidores reduziram sua exposição à companhia - só em janeiro e fevereiro, os papéis preferenciais da Petrobrás perderam 14,9%, o que, aponta a Economática, se traduz em redução de valor de mercado de quase R$ 54 bilhões em dois meses, para um novo total de R$ 200,9 bilhões. Mineradora. Para a Vale, a perda de valor de mercado ficou em R$ 22,8 bilhões; ao fim dos dois primeiros meses de 2013, a companhia passou a valer R$ 192,3 bilhões, após queda de 10,6% nas ações preferenciais. Como as empresas foram afetadas de forma diferente pela desconfiança do investidor, a distância entre o valor da petrolífera e da mineradora diminuiu bastante desde dezembro: passou de R$ 39,7 bilhões para R$ 8,6 bilhões. No quarto trimestre, a Vale perdeu R$ 5,6 bilhões - o primeiro resultado negativo em mais de dez anos. No ano, o lucro foi de R$ 9,7 bilhões, o pior desde No ano passado, a empresa foi afetada pela queda do preço do minério de ferro e por baixas contábeis da ordem de R$ 8,2 bilhões. Para 2013, o presidente da Vale, Murilo Ferreira, disse esperar um mercado "menos volátil e com demanda maior por matéria-prima". Fonte: O Estado de S. Paulo Data: 02/03/2013 SETOR PEDE DEFINIÇÃO Pesquisadores e empresários querem Código Mineral que não impeça cadeia produtiva no País: silêncio causa apreensão O setor mineral tem se articulado para enfrentar a disposição do governo federal em regulamentar novas normas que regem a extração de minérios no País. O empresário Luiz Antônio Vessani, responsável pela Câmara Setorial de Mineração da Federação das Indústrias do Estado de

4 Goiás (Fieg), está no Canadá para mostrar o potencial do Brasil e, em específico, de Goiás no Congresso mais importante do mundo. Entretanto, Luiz Antônio Vessani representa um segmento que teme as novas regras a serem implantadas no País e hoje não tem grandes expectativas de fechar negócios na feira que participa. Conforme o empresário, as mudanças afetam principalmente o regime das concessões, que sofreriam maior controle da União, além de onerar ainda mais a fase de pesquisas. O resumo da ópera: o governo federal mataria a galinha dos ovos de ouro asfixiada com taxações e interferências típicas dos governos stalinistas. A visita técnica no Canadá tem um interesse especial para o setor privado brasileiro: observar qual será o comportamento dos agentes públicos do Brasil ao apresentarem o sistema de mineração do País para as empresas estrangeiras. O Brasil apresenta um esperado stand na feira, mas não tem o que dizer quanto ao sistema legal mineral do País. Por isso existe uma grande apreensão entre os empresários quanto à intenção da União modificar as regras do Código Mineral. Conforme Luiz Antônio Vessani, o governo não pode interferir na produção mineral em todas as etapas e da forma que bem entende, mas é o que ele prevê e enxerga à curto prazo. "O governo se propõe a permitir a pesquisa e depois realizar um leilão do que foi descoberto. É um absurdo: você começa a pesquisa, enfrenta o risco e depois o governo leiloa! Isso está errado." Vessani diz ao Diário da Manhã que o governo vai mudar todo sistema de concessão. Nada é certeza ainda, mas existem fortes indícios, pois partes do marco regulatório já foi exposto em seminários do governo. O governo federal tem interesse em mandar um pré-projeto de lei para o Congresso Nacional regulamentando o setor mineral ainda neste semestre. E com essa mudança o governo vai querer ganhar dinheiro em todas as etapas, não tenha dúvidas disso. Vai querer ganhar inclusive na etapa de alto risco. Vessani afirma que tem quase cinco décadas de pesquisa em geologia e boas jazidas não costumam cair do céu. Se tenho uma ideia genial, ela não nasceu assim. Tenho na minha empresa oito geólogos, investimos em capital intelectual. Isso é igual na área de informática. Não crio do nada. É que nem programa de computador. Dou sentido para um monte de números. Lemos e penso: aquela área ali deve ter ouro. No sistema atual, tenho direito de requerer a utilização daquela área descoberta com muito esforço. No novo sistema isso será mais difícil. Segundo Vessani, o sistema atual garante diretos vinculados a cada etapa da pesquisa e extração. Preciso apresentar um relatório e fazer a pesquisa. O sistema é de obrigações e de direitos. Portanto, se inicio a pesquisa hoje e daqui 20 dias descobrimos ouro tenho o direito de explorar a mina. Mas não posso pegar uma mina e sentar nela. Isso não pode ocorrer. Leilão Vessani teme que o novo sistema tenha como base a execução de leilões. Quem pagar mais, leva a mina. Vai ter contrato de participação de lavra, igual ocorre no petróleo. E depois ainda por cima teremos que pagar os royalties, que é o Contribuição Financeira sobre Exploração de Recursos Minerais (CFEM) e deve ter um aumento considerável nela, reclama Vessani. Conforme Tasso Mendonça, do gabinete do governo do Estado de Goiás que cuida da área de mineração, ligado à Secretaria da Indústria e Comércio (SIC), uma das maiores dificuldades do setor de mineração é o nício da pesquisa. Com estas mudanças, com certeza, o setor terá mais dificuldades na pesquisa. Temos que buscar recursos lá fora. E o governo está encarecendo ainda mais. Vessani pede a Tasso e demais entidades do setor mineral que incremente a pressão junto ao governo federal: Temos que falar ao governo: queremos exatamente o contrário. Tem que incentivar na base. Se você taxar o feijão, vai encarecer o feijão. E tem que fazer que nem no setor agrícola: tem é que criar uma Embrapa mineral, tem é que incentivar. Então, está tudo errado. Vessani explica que o sistema das empresas juniores corre risco, na medida em que as multinacionais que investem pesado na exploração mineral não terão interesses em fazer parcerias. As juniores realizama pesquisa e negociam com as grandes empresas que apresentam capacidade de

5 exploração. Mas se o governo federal afugentar os empresários estrangeiros, inúmeras empresas correm o risco de desaparecer. E a mineração em grande parte, na maior delas, é exercida por pequenas e médias empresas. Tasso informa que tem marcado, ao lado do governador Marconi Perillo, reunião com a ministra Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, que só no final de janeiro começou a ouvir o segmento para valer. O setor mineral acredita que Marconi Perillo, com bom trâmite ao lado da presidente. Dilma Rousseff, tem capacidade política de intermediar uma Legislação que seja menos prejudicial para as empresas e pesquisadores. De qualquer forma, Vessani prevê uma maior judicialização do setor daqui para frente. Ainda mais quando o projeto de lei chegar ao Congresso Nacional. As complicações de aprovação, talvez a necessidade de medida provisória ou projeto de emenda constitucional (PEC) e mesmo as emendas parlamentares façam com que a norma entre em vigor em uma ou mais décadas. Mas até lá vai perdurar a insegurança jurídica. Eis o problema. É o risco de falarem de novo que o Brasil não é um País sério. Fonte: Diário da Manhã Data: 03/03/2013 SURVIVAL OF THE FITTEST FOR MINERS AS GLOBAL OUTLOOK DIMS Plagued by the worst outlook in recent memory, global miners are thinking about one thing more than any other as they gather for the industry s largest annual gathering: survival. The Prospectors and Developers Association of Canada (PDAC) convention this week in Toronto is the largest international gathering of its kind. As the first of the calendar year, it is closely watched for signs of what s to come for the next 12 months, especially for the junior mining sector, the lifeblood of majors that rely on it to discover assets for them to develop. Only the strong will survive, said Ioannis Tsitos, chief executive officer of Vancouverbased Eagle Mountain Gold Corp., which owns a small gold property in Guyana. What s happening now is part of natural selection. Metals producers have become accustomed in recent months to tough times, starting with ever-embattled share prices. Multibillion-dollar writedowns on assets touted just a few years ago in bold bets on growing global metals demand, add to the bleak outlook. Equally large cost overruns and massive asset divestitures by industry leaders show that the industry is in clear retrenchment. The message was loud and clear at the the conference on Sunday, where prospectors Clayton and Sara Larche stood at the top of an escalator flogging mining claims the old-fashioned way. Mining Claims for Sale, read the sign stapled to the back of Mr. Larche s suit as he stood at the top of an escalator leading into the convention centre. He and his wife are selling mineral claims to lots ranging in size from 40 acres to 40,000 acres in Northern Ontario. I ve been getting a lot of attention, he said. As many as 30,000 industry professionals explorers, drillers, miners, bankers, lawyers, investors began to converge on Toronto over the weekend, filling up hotels with guests from all corners of the globe ahead of PDAC a convention, trade show and investor exchange all rolled into one. Miners are no strangers to adversity, accustomed to price cycles that rise and fall with supply and demand, and take with them the fortunes of explorers and developers. The mining firms enjoy a life cycle whereby smaller companies that search for assets expect to be gobbled up by larger rivals as soon as they discover a worthwhile asset.

6 At least that s the way it s supposed to work. More recently the cycle has changed as giant new players like China drive demand at rates not seen since the industrial revolution, even as the rest of the world faces one of the worst financial crises ever. Building resource nationalism and the worst cost inflation in decades have made mining far less predictable, driving away investors. This year, Rio Tinto PLC, the world s third-largest miner, wrote off $14-billion of aluminum assets, fired its CEO and is said to have started a sale process for its Canadian iron ore holdings. ArcelorMittal also sold a partial stake in its iron-ore holdings, underscoring the beating taken by the key steel component. This is an extremely grim time, said Don Coxe, a BMO investment strategist, financial historian and a 40-year veteran. As a matter of fact, it s the grimmest I can ever remember. Debt and equity markets have slammed shut on the industry, putting explorers on death watch as they burn cash on expensive drilling. Hopes of a buyout dwindle every day as commodity prices wallow after a meteoric, decade-long rise and blue-chip companies put the brakes on growth plans. Significant impairment charges or asset writedowns taken in the last two or three weeks have caused the industry to take notice and apply sober second thought to a lot of the investment decisions, said Jurgen Beier, Deloitte Canada s national mining leader. For the cash-rich, it s a chance to buy on the cheap. Even private equity, which has avoided mining because of long investment horizons, is kicking tires. When financing dries up, it can prompt to further consolidation, said Richard Steinberg, a lawyer at the Toronto firm of Fasken Martineau DuMoulin LLP who forecast more strategic deal making this year. Fonte: The Globe and Mail Data: 03/03/2013 MINERS ARE ENTERING A NEW ERA Jamie Sokalsky could not have been clearer when he said the magic words. We have no plans to build any new mines, the chief executive of Barrick Gold Corp. told investors on a conference call last month. This would have been an astonishing statement from a major mining CEO at any point in history before Mining companies operate a depleting resource, and the traditional thinking is that they need to keep adding new resources to replace the ones they take out of the ground. As a result of that philosophy, successful companies like Barrick were constantly looking for big acquisitions that could boost their reserves and production. And investors punished companies that did not have a good growth profile. Apparently, $50-billion in global writedowns, combined with a big round of CEO firings, was enough to get them to change their thinking. It is no secret that the mining industry has been plagued by writedowns in the past 12 months. Whether it was Barrick (US$4.2-billion impairment), Rio Tinto Ltd. (US$14-billion) or Cliffs Natural Resources Inc. (US$1-billion), the theme was largely the same: These companies paid far too much for acquisitions at the very top of the market to boost their reserves and resources. When commodity prices cooled off and costs kept going up, they were forced into huge impairments.

7 There is a lot of goodwill remaining on many mining balance sheets, and some project carrying values that appear too high, experts said. As a result, they would not be surprised to see some more writedowns in the months ahead. But Mr. Sokalsky s comment is more important, because it suggests what the real legacy of these writeoffs will be: a total rethinking of what mining companies do and how they are valued by the market. Barrick came right out and said it: We don t care about growth anymore. We re going to focus on profitability. Other companies have followed suit, and it implies a massive shift in corporate culture at mining companies. It s a big, big deal, said Jorge Beristain, an analyst at Deutsche Bank. When the world s largest gold company tells you no more mine development, I think that says a lot. They re the industry leader, and it s an industry that tends to follow the leader. The mining industry has been resistant to this sort of radical strategic change in the past, but there is one good reason to think things will be different now: a new batch of CEOs. With so many miners making changes at the top (including Barrick, Rio Tinto, BHP Billiton Ltd., Kinross Gold Corp., and on and on) it opens up an opportunity for a new line of thinking. Investors have applauded this shift in strategy. In fact, they wondered why it took so long to get to this point. For the past three years, they have pushed miners to return more cash to shareholders and focus on the bottom line as their costs increased and their margins shrank. They have not rewarded companies for growing reserves through acquisitions, and after this string of writedowns, it is hard to imagine that they will do so again anytime soon. If some of the guys who had missteps with capital allocation tried to make an acquisition now, the market would just kill them, said John Gravelle, Canadian mining leader at PricewaterhouseCoopers LLP. A strategic shift toward profitability should provide a much-needed balancing act to the sector. There are too many marginal projects being built around the world right now, which has driven up labour costs and eroded profitability. As a result, the contractors and consultants have gotten rich while mining investors have suffered. Far fewer of these marginal projects are going to get greenlighted in the future, which should relieve pressure on the cost side. Barrick, for one, has said it has no desire to develop its Cerro Casale or Donlin Gold deposits, both of which are huge but very capital-intensive. This shift also suggests that significant production growth will become a thing of the past for major companies, and investors will have to get used to the idea of flat or shrinking production. Analysts at National Bank recently warned that a gold production cliff is coming in about five years, and that was before Mr. Sokalsky made his famous comment about building no more mines. There is a general belief that the industry is now ex-growth, Mr. Beristain said. And the only reason it was viewed as a growth sector for the past two or three years is that it was driven by China. But with China slowing and managements getting much more conservative, the growth rate is going to come down. That has one good implication for investors: higher commodity prices. If demand remains healthy and supply goes down, it should be very healthy for commodities. On the other hand, there are skeptics who think this shift away from production growth is a short-term trend rather than a marked change in strategy. They believe that Mr. Sokalsky and other CEOs will change their tune the next time commodity prices make a big uptick and the lure of M&A becomes too strong for them to ignore. They might be right. But following the writedown carnage of 2012 and early 2013, a new paradigm seems pretty appealing, however long it lasts. Fonte: Financial Post Data: 06/03/2013

8 MINÉRIO DE FERRO: FERROUS FECHA GRANDE ACORDO COM A GLENCORE A Ferrous fechou um acordo com a Glencore International para fornecimento, durante os próximos quatro anos, de 20 milhões de toneladas de minério de ferro, uma média de 5 milhões de toneladas por ano. O acordo com a Glencore reforça o posicionamento da Ferrous como um significativo player produtor e exportador de minério de ferro. O acordo irá garantir boa parte da produção da empresa até 2016, além de reforçar a posição financeira da Companhia, já que reduz as exigências de capital de giro e diminui substancialmente os riscos comerciais, afirma Jayme Nicolato, diretor presidente da empresa. Fonte: Brasil Mineral Data: 27/02/2013 JAZIDAS DE MINAS DÃO RECORDE À VALE Companhia vai investir US$ 1,2 bilhão no estado em 2013 para expansão e melhora da qualidade do insumo de ferro A despeito da forte queda do lucro líquido da mineradora Vale no ano passado R$ 9,7 bilhões, uma redução de 74,3% frente a 2011, a companhia teve um bom desempenho operacional, com recordes na produção de carvão, pelotas de ferro e rochas fosfáticas. O resultado do segmento do minério de ferro, principal negócio da empresa, no quarto trimestre de 2012 representou marca histórica para o período, com 85,5 milhões de toneladas. No ano, foram 320 milhões de toneladas, sendo dois terços desse total garantidos pelas reservas de Minas Gerais, performance que o estado já vinha mantendo. A maior contribuição mineira em 2012, de 115,6 milhões de toneladas, foi dada pelos complexos da Vale na Região Central do estado, envolvendo Itabira, Mariana e Minas Centrais, que compreende as jazidas de Brucutu, em São Gonçalo do Rio Abaixo; Gongo Soco, em Barão de Cocais; e Água Limpa, em Rio Piracicaba. Outros 80,3 milhões de toneladas saíram dos complexos de Vargem Grande, em Nova Lima, na Grande BH; Paraopeba, que se estende por Nova Lima e Brumadinho; e Minas Itabirito, que engloba as reservas do Pico, de Itabirito, e Fábrica, em Congonhas e Ouro Preto. Foi o melhor volume desde Com a participação da Samarco Mineração, que tem o seu capital compartilhado entre a Vale e a BHP Billiton, o volume global do estado alcançou 206,8 milhões de toneladas. Os investimentos orçados para este ano somam US$ 16,3 bilhões em todas atividades da companhia, que ainda não detalhou os recursos por estado. Em 2012, Minas Gerais recebeu US$ 10,5 bilhões na execução de projetos, pesquisa e desenvolvimento e na manutenção das operações existentes, montante que representou 59,3% do total de US$ 17,7 bilhões. O desembolso efetivo ficou abaixo dos valores aprovados pela mineradora, de US$ 21,4 bilhões, em razão da estratégia adotada pela Vale de restringir e selecionar os projetos com base na rentabilidade deles.

9 O presidente da companhia, Murilo Ferreira, afirmou em entrevista na quarta-feira que essa política permanece. Queremos trabalhar com um número muito menor de projetos, mas com classe mundial, disse o executivo, em referência àqueles empreendimentos que fazem parte dos principais negócios e que têm capacidade de dar mais retorno aos acionistas. Em Minas, a empresa prevê investir US$ 1,229 bilhão neste ano para repor e aumentar a produção e melhorar a qualidade do minério de ferro produzido nos complexos de Itabira e Nova Lima. Em Itabira, berço das operações da Vale, são três projetos, incluindo uma nova usina na mina de Conceição. Os investimentos permitirão à mineradora manter a produção na casa dos 40 a 45 milhões de toneladas anuais para os próximos 50 anos. Anglo-American A mineradora Anglo-American começa a contratar hoje trabalhadores treinados em Minas para as operações do Projeto Minas-Rio, de exploração de minério de ferro, que tem data prevista de funcionamento no segundo semestre de Os primeiros admitidos são 102 profissionais formados no 1º ciclo de cursos de capacitação oferecidos pela empresa em Conceição do Mato Dentro, na Região Central, onde ficará a maior parte das atividades. A segunda etapa do treinamento começou em janeiro, e o terceiro ciclo está marcado para 15 de abril. Fonte: Estado de Minas Data: 01/03/2013 VALE VÊ MELHOR CENÁRIO COM RETOMADA DO MINÉRIO, AÇO E CARVÃO O preço do minério de ferro acima do esperado no início do ano, a recuperação da siderurgia mundial e do consumo do carvão metalúrgico contribuirão para melhorar o desempenho da Vale, após um resultado abatido pela desvalorização de seus produtos e ativos no ano passado. Também devem melhorar o desempenho da companhia neste ano a entrada em operação e o aumento da capacidade produtiva de projetos como os de níquel Nova Caledônia (no Pacífico Sul) e Onça Puma (Pará), que passaram por problemas operacionais e estão sendo reerguidos, disseram executivos da empresa nesta quinta-feira em teleconferência com analistas de mercado. "O cenário de minerais e metais está se movendo de maneira positiva", avaliou o presidente da Vale, Murilo Ferreira, ao detalhar o balanço financeiro divulgado na noite de quarta-feira. O lucro da Vale em 2012 despencou de 37,8 bilhões de reais em 2011 para 9,7 bilhões de reais em 2012, em meio a preços mais baixos do minério de ferro ao longo do ano passado e a fatores contábeis e extraordinários que resultaram em prejuízo de mais de 5 bilhões de reais no quarto trimestre, a primeira perda em dez anos. O desempenho do preço do minério de ferro acima do esperado no início do ano contribuirá para melhorar a situação de caixa da Vale, disse o diretor financeiro da empresa, Luciano Siani. No começo de fevereiro, o preço do minério de ferro chegou a atingir a máxima de 16 meses na China, cotado a 158,90 dólares a tonelada. Além da recuperação da demanda por aço, contribuíram para a disparada a necessidade de recomposição de estoques por siderúrgicas chinesas, entre outros fatores. A Vale, inclusive, avalia que o cenário de recuperação da siderurgia mundial deve se manter. E tal recuperação, com aumento do uso da capacidade de alto-fornos, deve elevar o consumo de carvão metalúrgico, o que é positivo para o preço do minério de ferro de maior qualidade, vendido pela Vale, disseram os executivos. OUTROS ATIVOS

10 A Vale reiterou que buscará compradores para ativos que não são principais, inclusive os de carvão na Austrália, que sofreram baixas contábeis e contribuíram para aprofundar o prejuízo da companhia no quarto trimestre. Sobre a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), que também sofreu ajuste, o presidente da Vale afirmou que aguarda negociações da Thyssenkrupp com potenciais compradores da fatia majoritária da siderúrgica alemã para que os termos e as condições do negócio lhes sejam apresentados. "E a Vale certamente irá trabalhar preservar os seus direitos", disse. Entre os direitos da mineradora acertados com a Thyssen, um contrato de fornecimento de minério de ferro de longo prazo. A Vale continua avaliando se dará continuidade aos projetos de minério Simandou, na Guiné, e o de potássio Rio Colorado, na Argentina, suspensos em meio a dificuldades locais. O presidente da Vale disse que governo da Guiné tem se manifestado pela continuidade da mineradora no país. A companhia retirou seus empregados do projeto após instabilidade política, ao mesmo tempo em que conseguiu um aguardado licenciamento ambiental para começar a explorar Serra Sul, outro gigantesco projeto de minério de ferro que demandará cerca de 20 bilhões de dólares para ser integralmente desenvolvido. Serra Sul, aliás, deverá obter até abril todas as licenças necessárias para o desenvolvimento do megaprojeto próximo a Carajás, disse em uma segunda teleconferência para analistas a diretora executiva de RH, Segurança, Sustentabilidade e Energia da mineradora, Vania Somavilla. Serra Sul, um projeto de capacidade de produção de 90 milhões de toneladas anuais de minério de ferro, tem previsão de entrar em operação no segundo semestre de Fonte: Reuters Brasil Data: 28/02/2013 VETRIA AMPLIARÁ PROJETO DE MINÉRIO DE FERRO PARA R$ 11,5 BI A Vetria Mineração vai ampliar o tamanho de seu projeto de produção de minério de ferro em Corumbá (MS), com embarques em terminal portuário próprio em Santos (SP). O valor do investimento subiu de R$ 7,6 bilhões para R$ 11,5 bilhões, com a nova escala de produção e vendas e a atualização de custos. Avaliações realizada por uma empresa especializada do potencial da jazida, que fica a cerca de 50 km de Corumbá, no maciço de Urucum, apontaram recursos minerais inferidos de 10 bilhões de toneladas dez vezes o montante estimando antes. Isso nos dá uma nova dimensão para o projeto, disse ao Va. A certificação da jazida, pela canadense Coffey Mining, é um passo muito importante para a evolução do investimento, afirmou o executivo. Com isso, o novo desenho do projeto, lançado no fim de 2011, prevê uma produção anual de 27,5 milhões de toneladas de minério, contra 20 milhões de toneladas de antes. A Vetria é uma associação entre a concessionária de ferrovias ALL, com 50,4% do capital, a Vetorial Participações, que era dona da jazida de ferro (33,8%) e a Triunfo Participações e Investimentos, com 15,8%, que detinha a concessão portuária em Santos. Para Santoro, uma das vantagens do projeto é que ele será totalmente integrado: da mina, interliagado a uma ferrovia, ao porto. Outro ponto atrativo é a qualidade do minério, com 64,5% de teor metálico de ferro, com cerca da metade de material granulado, o chamado lump, que tem prêmio no mercado global em relação ao sinter-feed (fino) e ao pellet-feed (superfino).

11 O executivo observa que, apesar do aumento do volume de recursos no projeto, o custo do investimento por tonelada se manteve igual, em US$ 215. E que o custo de operação também permaneceu no mesmo patamar, na faixa de US$ 40 a tonelada já embarcada no navio. Ao sair de Corumbá, o minério vai percorrer 1,7 mil km até Santos na malha Oeste da ALL, que será modernizada para receber carga pesada. É justamente no transporte que será alocado a maior parte do investimento projetado pela Vetria R$ 3,7 bilhões em material rodante (250 locomotivas de 4,2 mil HP de potência e 7 mil vagões) e R$ 2,7 bilhões na via permanente (troca de dormentes, trilhos e construção de pátios). Na atividade de mineração (extração, britagem e classificação de produtos) estão orçados R$ 2,3 bilhões. Para a instalação do terminal portuário, apto a receber navios capsize (de até 180 mil toneladas, saindo com carga de 120 mil) estão previstos R$ 2,8 bilhões. A empresa vai se enquadrar na figura de usuário-investidor na ferrovia, elevando sua capacidade a 35 milhões de toneladas ao ano e direito de ocupação equivalente ao volume de sua produção de minério. Esse contrato, conforme regras do governo de 2011, está em análise na ANTT, agência reguladora do setor. A previsão da Vetria é completar a certificação da jazida até o fim do ano avançando para quantidades indicadas e medidas. Ao mesmo tempo, vamos buscar todas as licenças ambientais necessárias com o Ibama e as autorizações regulatórias para o terminal, que já tem pedido nos devidos órgãos de governo, informa Santoro. O porto, segundo ele, ficou fora do pacote lançado pelo governo, pois já se enquadrava na categoria de terminal privativo com carga própria. Esse passo, avalia o executivo, é crucial para definir a etapa de capitalização do projeto. No momento, o modelo é de vender uma participação a sócios estratégicos e até para fundos de investimento institucionais. Não se cogita, ainda, abrir o capital da Vetria em bolsa. Para formatar a engenharia financeira, a mineradora quer contratar um banco de investimento no segundo semestre. A empresa espera obter empréstimos do BNDES. O cronograma de implantação traçado prevê início de produção no segundo semestre de No começo, com volume anualizado de 5 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, dobrando o número no ano seguinte e alcançando a plena capacidade em Atualmente, a mina, uma operação pequena, faz 1,2 milhão de toneladas por ano. Os principais mercados da Vetria para vender sua produção são países da Ásia, principalmente China, e da Europa. Fonte: Valor Econômico Data: 28/02/2013 JUNIOR MINERS STARVED FOR CASH A walk through the aisles at the big Prospectors and Developers Association of Canada mining conference in Toronto this week reveals more than a few glum faces, particularly in the booths for the junior exploration companies. The mining industry is clearly in the dumps. Not everyone is frightened or surprised by this. Mining is boom and bust, and the market for mining finance has been pretty weak for a year or so. This is why things are interesting. M&A lawyers think the market is getting pretty ripe for a few deals. Prospective buyers have been waiting in the weeds, and there are signs they're about to pounce on their targets. Commodity prices have been low for a long time - perhaps long enough to

12 suggest the market has bottomed out. Meanwhile, the ever-important U.S. economy appears to be gathering steam again. Kevin Thomson, a senior partner in the Toronto office of Davies Ward Phillips & Vine-berg LLP who does a lot of key M&A deals, says that a lot of activity has been taking place behind the scenes, both on the buy side and the sell side. "There are a lot of tire-kicking discussions. This has been going on in the Canadian marketplace for the last 15, 16 or 17 months. Jay Kellerman, managing partner of Stikeman Elliott LLP and a Toronto-based practitioner who is often named as one of the top mining lawyers in the world, says weak capital markets are starving a lot of companies of cash. "Companies will be facing, if they are not already, cash crunches. There are some companies that simply will not survive." This adds an interesting dynamic, as it means some of the deals we'll see could involve the bankruptcy courts. Why swoop in now with a potential bid, which might require you to offer a premium, when you could avoid the hassle by later buying an attractive company out of bankruptcy proceedings? "Money that would otherwise invest right now is out there smelling blood," Mr. Kellerman says. "As opposed to giving companies lifelines now, they're waiting and will pick off the assets from the companies that they want through a hard or soft bankruptcy, receivership or other process." John Wilkin, a partner with Blake, Cassels & Graydon LLP in Toronto, said the tight equity markets reflect a low appetite for risk, particularly mining stories. That leaves few options for mining juniors. It will be a case of survival of the fittest, he says. The stronger and more advanced projects will get access to capital. And the form that capital takes will emerge from relatively new or non-traditional sources, such as high-yield debt, royalty streaming or private equity. "That's a difficult situation for junior miners and developers in particular who are looking to raise capital," Mr. Wilkin says. "Earlier in the cycle, the equity markets were wide open for those types of stories. Now those stories are going to have to be creative in how they are financed." He's optimistic about the flow of M&A. There will be a wave of consolidation toward the end of the year, though he expects the deals to be of smaller size. Those snippets sum up many of the conversations I had during the PDAC convention this week. Were I to choose a single adjective to describe the market for mining deals right now, it would be Darwinian. A lot of law firms would like to be known as specialists in mining. And why wouldn't they? Resources are a historic driver of the capital markets business in Toronto. Perhaps one way to gauge the depth of a firm's mining practice is to look at the number of public financings that firm works on in the mining space. Cassels Brock & Blackwell LLP emerges as a clear leader in the sector. In calendar 2012, it advised issuers on 10 financing deals that raised $824.2-million. That puts the firm in top spot, both when ranked by deal value and deal flow. Rounding out the top five firms for deal value after Cassels Brock are Goodmans LLP ($ million); McMillan LLP ($500.9-million); Blake, Cassels & Graydon LLP ($436.2million); and Stikeman Elliott LLP ($ million). Ranked by deal flow, the top five firms after Cassels Brock are DuMoulin Black LLP (nine deals); McMillan and Blakes (eight each); Norton Rose Canada LLP and Maitland & Co. (five each); and Stikeman Elliott (four). All Canadian law firms advised on 102 deals that raised $3.62-billion. This again underscores Cassels Brock's dominance in the mining field. The firm captured 23% of the market by deal value and 10% of the market by deal flow. Fonte: Financial Post Data: 07/03/2013

13 GOLD PRICE NOT HIGH ENOUGH TO SUSTAIN MINERS BloombergIf gold miners were told a decade ago that gold would be worth more than US$1,600 an ounce, they would have been popping the champagne corks. When the senior gold miners started reporting all-in cash costs earlier this year, investors noticed something startling: they aren t making much margin at all. If these companies were told a decade ago that gold would be worth more than US$1,600 an ounce, they would have been popping the champagne corks. Instead, they are finding that the price isn t high enough to justify many new mines due to rising costs. The gold price is still not high enough to sustain the gold mining industry, said George Topping, an analyst at Stifel Nicolaus. If you look at the seniors, they re marginal or negative free cash flow for this year after capex. Demand for gold remains relatively sturdy. It dropped just 0.7% in 2012 from a record high in 2011, according to GFMS. So it raises an obvious question: Why aren t prices higher? These would seem to be ideal conditions for gold. In addition to ongoing economic uncertainty and record-low interest rates, a number of recent events appear positive for bullion: QE3 (which extends QE indefinitely, despite the concerns of some Fed officials), and the fiascos around the U.S. debt ceiling and fiscal cliff. But look beyond the headlines and the story isn t so bullish. Martin Murenbeeld, chief economist at DundeeWealth and a close gold market follower, said while there has been much talk about money printing and QE, the monetary base has stayed fairly flat. From our perspective, the surprise was how little the Federal Reserve and the European Central Bank pumped up their balance sheet last year, he said. The Federal Reserve s balance sheet was flat, and the ECB s actually declined a little bit. That is starting to change this year, he noted, as the Fed is pumping US$85-billion a month into the system. He also expects the ECB will get more active later this year due to economic headwinds. But his outlook for gold is not nearly as optimistic as it was a year ago, when he thought Greece was on its way out of the EU and the ECB would be forced into much more serious action. Europe didn t fall apart. The reason is that the ECB stated that they re going to defend the currency, said John Stephenson, vice-president at FirstAsset Investment Management. I think that was a much more seminal event than people give it credit for. He noted that while the Fed is buying securities and creating plenty of credit in member banks, the banks are not taking those increased reserves and extending credit into the broader economy in any dramatic fashion. To him, this is proof that the hyperinflation theory beloved by the gold bugs is just not happening. Another potential factor behind gold s mediocre performance is the strong performance of the broader stock market. The S&P 500 has been on a terrific run since late 2011 (roughly when gold peaked), and investors have rekindled their love of dividend-paying stocks. The one thing gold does not offer is yield, and the thirst for yield has moved money out of the sector. High-profile investors George Soros and John Paulson are among those who reduced their gold positions. There is also a concern that it simply ran up too much and too quickly. While gold has been on a steady uplift since 2000, the rapid run up to US$1,900 an ounce in the summer of 2011 created a surge of selling and a huge increase in scrap supply, which quickly drove prices down. They never really recovered. That all said, gold has not experienced a true mid-cycle correction since the start of this bull market, which it did during the last one in the 1970s. A pronounced rise in interest rates or severe slowdown in Chinese demand are two potential catalysts for a correction that are often discussed,

14 but neither one seems to be imminent. All the same, there is more talk about the gold cycle being over today than there has been in a number of years. The fact the bull market has run so long leads to a more cerebral explanation for gold s recent doldrums: People might just be weary of hearing about it. While they still may be optimistic about gold s underlying fundamentals, it is no longer the sexy new investing story. That investor fatigue could be weighing on the market. There s always sentiment and fashion in the investment market, Mr. Murenbeeld said. There are plenty of reasons for gold investors to be optimistic. Interest rates are not going up anytime soon. The U.S. federal debt and deficit continue to be astonishingly high. And while the crisis in Europe has largely stabilized, the situation remains extremely tenuous, particularly after Italy s inconclusive election last week and Great Britain s loss of its AAA credit rating. On the supply side, the mediocre price is taking its toll as mining companies are cutting back spending, scaling down projects and cancelling them entirely. That will have an greater impact over time, but for now, there is not much for investors to get excited about. I think gold has gone too far too fast, and there s no reason to think it will go higher unless you think the world is coming to an end, Mr. Stephenson said. And if you do, you re better off going to a Caribbean island and sitting in the sun for a while, watching it implode from there. While global gold production continues to rise by a small amount each year, analysts at National Bank recently predicted that a production cliff will kick in around 2017 in which supply will begin to fall sharply. If that happens, it would have a profound impact on the market. Fonte: Financial Post Data: 06/03/2013 DILMA BRIGA COM O PARÁ E MINAS GERAIS, PRETENDENDO IMPINGIR NOVAS REGRAS QUE ALTERAM OS ROYALTIES DA MINERAÇÃO Uma nova Medida Provisória será editada, reformando o Código de Mineração e determinando nova composição para o pagamento dos royalties, e que prejudicará o Pará e Minas Gerais, que arrecadaram, juntos, R$ 1,8 bilhão em A batalha no Congresso, desde 2010, envolve também o Supremo Tribunal Federal, causando enormes prejuízos também à Bahia, uma vez que o Governo não libera um único pedido de licença para pesquisa e lavra de mineração. O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) já contabiliza mais de projetos de completamente paralisados e que significam pelo menos R$ 20 bilhões que deixaram de ser investidos em diversos Estados brasileiros. O Governo quer que Minas Gerais e o Pará retirem as sobretaxas aplicadas à mineração, elevando, com a MP, as alíquotas da Contribuição Financeira sobre Exploração Mineral (CFEM) e alterando para novas alíquotas que poderão chegar a 6%, quando hoje elas estão em 2%. Serão também criadas a Agência Nacional de Mineração, substituindo o DNPM, e o Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM), além de regulamentar os leilões de áreas públicas entre empresas, nos mesmo moldes utilizados para o petróleo. Fonte: Bahia Negócios Data: 03/03/2013

15 A NOVA CORRIDA DO OURO Depois da febre que levou milhares de garimpeiros à Serra Pelada, na década de 1980, o Brasil vive uma nova e promissora fase de extração do precioso metal. Mineradoras estrangeiras, principalmente do Canadá, estão investindo milhões em pesquisa e tecnologia de exploração No início da década de 1980, milhares de garimpeiros arriscaram a vida nos barrancos de Serra Pelada, no Pará, em busca de fortuna. A falta de planejamento na escavação fez com que o lençol freático fosse atingido, provocando a inundação da enorme cratera e inviabilizando a mineração manual. O garimpo praticamente acabou. Quase trinta anos depois, a produção de ouro será retomada. Dessa vez, com muita tecnologia, maquinário pesado e investimentos volumosos da mineradora canadense Colossus. Cerca de R$ 560 milhões já foram investidos no projeto, para que a mina entre em operação ainda este ano. Pelo menos 50 toneladas de ouro, platina e paládio devem ser extraídas do local nos próximos 10 anos. Cerca de 38 mil garimpeiros, que ainda detinham direitos de exploração da área, deverão ficar com 25% do lucro da exploração industrial. O caso de Serra Pelada ilustra como a exploração do ouro voltou a ocupar lugar de destaque na economia do Brasil, após 11 anos consecutivos de valorização do metal. Cerca de 65 toneladas de ouro foram produzidas em 2011, o maior volume desde A previsão do Ministério de Minas e Energia (MME) é que, até 2017, a produção chegue a 130 toneladas por ano, o que seria um recorde histórico. Mas, para o secretário executivo da Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira (Adimb), Onildo Marini, o momento promissor se transformou em crise, devido às especulações em torno do projeto do novo marco legal da mineração, discutido há quase meia década pelo governo e que ainda não foi enviado ao Congresso. Na incerteza, os novos investimentos estão indo para países em que a lei está clara, como o Peru, que ainda conta com uma eletricidade até cinco vezes mais barata que no Brasil, reclama Marini. Ele também se queixa de que, há cerca de um ano, o DNPM não libera novos alvarás de pesquisa para minerais metálicos. É um desestímulo ao pequeno minerador, que se arrisca em campos de pouso no meio da mata para mapear novas jazidas. Pesquisa e dinheiro Segundo o MME, o ouro foi o recurso mineral mais pesquisado no Brasil entre 2004 e 2009, com investimentos de R$ 580 milhões. De 2009 a 2011, foram mais R$ 690 milhões. Como consequência, houve uma ampliação das reservas conhecidas, estimadas atualmente em 2,4 mil

16 toneladas. Esse aumento é reflexo da pesquisa mineral e da reavaliação das minas que já estavam em operação. Com a cotação do ouro em alta, muitas empresas se arriscaram e investiram em pesquisa, explica o engenheiro de minas Mathias Heider, do DNPM. Entre 2001 e 2011, sobretudo após a crise econômica de 2008, o valor médio da onça troy de ouro medida usada mundialmente e que corresponde a 31 gramas do metal subiu quase seis vezes, passando de US$ 273 (cerca de R$ 540) para US$ (cerca de R$ 3 mil). Ao longo de 2012, o preço da onça troy se manteve em patamares elevados, entre US$ 1,4 mil (R$ 2,8 mil) US$ 1,8 mil (R$ 3,4 mil). A maior promessa da mineração de ouro no Brasil é o projeto Volta Grande do Rio Xingu, no Pará, da mineradora canadense Belo Sun, com reservas estimadas em 50 toneladas. Poucos quilômetros adiante, rio abaixo, estão em curso obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Em busca de investidores, a Belo Sun anuncia que a produção de ouro começará no segundo semestre de Pelos entraves que o empreendimento vem enfrentando, o prazo pode ser dilatado. O ciclo, hoje, para fazer uma mina de grande porte é de oito a 10 anos, o que torna o empreendimento bastante oneroso, com muitas exigências legais e ambientais, explica Heider. O Ministério Público Federal do Pará recomendou à Secretaria de Meio Ambiente do estado que não conceda licenças ambientais ao projeto. É emblemática a forma como foi banalizado o licenciamento ambiental no país. O estudo ambiental não analisa os impactos cumulativos da mineração e da hidrelétrica funcionando em conjunto, e sequer menciona os impactos nas comunidades indígenas, critica o coordenador adjunto da ONG Instituto Socioambiental, Raul do Valle. O cenário favorável garante a viabilidade econonômica de depósitos menores, com custo mais elevado de produção. Em Currais Novos, no Rio Grande do Norte, por exemplo, outra empresa canadense, a Crusader, faz sondagens de ouro na mina Borborema. Apesar de a concentração do minério na reserva ser muito inferior à das maiores minas, a Crusader espera retirar do subsolo potiguar cerca de 3 toneladas de ouro por ano. Descarrilamento interdita ferrovia Onze vagões da mineradora Vale descarrilaram ontem e obstruíram a Estrada de Ferro Carajás. De acordo com a companhia, maior produtora de minério de ferro do mundo, parte de uma composição formada por 30 vagões-tanque descarrilou da madrugada, na altura do quilômetro 356 da ferrovia, que escoa boa parte da produção da mina. A empresa já tomou as medidas de segurança necessárias para evitar riscos ao meio ambiente, assegurou a assessoria da mineradora, por meio de nota. As viagens dos trens de passageiros foram canceladas até domingo. Fonte: Correio Braziliense Data: 02/03/2013

17 VALE PEDE QUE MINÉRIO DE FERRO PRODUZIDO EM CARAJÁS, NO PARÁ, TENHA PROCEDÊNCIA RECONHECIDA Objetivo é garantir valorização do insumo. Requerimento foi apresentado em dezembro ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) Inspirada no valor comercial que ganharam os vinhos do Vale dos Vinhedos, do Rio Grande do Sul, o queijo canastra e a cachaça de Salinas, de Minas Gerais, entre outros produtos com procedência reconhecida no país, a Vale quer incluir o minério de ferro de Carajás, no Pará, na mesma categoria. Pedido inusitado para uma commodity mineral (produto básico com preços cotados no exterior), o requerimento foi apresentado em dezembro ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). A empresa requer a denominação de origem da matéria-prima que será produzida a partir de 2016 no maior projeto de investimentos em curso da companhia, o S11D, orçado em US$ 19,49 bilhões. Mais que um espécie de selo de qualidade, os registros de indicação geográfica têm funcionado como proteção e diferencial para melhor remuneração dos produtores de 33 itens já reconhecidos pelo Inpi no Brasil, a maioria alimentos e bebidas. Depois de aprovada, a ideia da gerente de Propriedade Intelectual da Vale, Denise Naimara, e de várias reuniões com os técnicos do instituto para montar um processo que tivesse chances de acolhimento, a mineradora se animou e decidiu estudar um novo pedido com idêntico teor para o minério de ferro de Minas Gerais, ainda sem data para ser colocado no papel. A companhia e o Inpi desconhecem que alguma iniciativa similar tenha sido tomada em qualquer parte do planeta para um produto comercializado na proporção de milhares de toneladas em estado bruto a partir do Brasil. O registro para o S11D de Carajás será como a chancela de uma marca para o minério de qualidade excepcional dentro do portfólio da mineradora e que vai representar nova era para a mineração no Pará, segundo Luiz Mello, diretor do Instituto Tecnológico Vale (ITV), responsável pelo pedido. O cenário de aperto na concorrência internacional que a Vale enfrenta justifica a corrida para tentar diferenciar o seu produto. Na briga, se misturam ingredientes desafiadores como a queda de preços de minérios e metais no mundo e a necessidade de reduzir custos de produção, ante o crescimento menor da China, principal alavanca do consumo da matéria-prima, e a crise na Europa e nos Estados Unidos. No pedido, a Vale sustenta uma identidade própria do minério do megaprojeto de Carajás, argumento que levou o Inpi a aprovar vinhos, cachaças, queijos, cafés, biscoito e o artesanato em estanho de São João del-rei, na Região Central de Minas. Até agora, são raros os produtos de reservas minerais no país que conseguiram entrar nesse grupo: as opalas e joias artesanais feitas da pedra no Piauí, as rochas usadas como revestimento na construção civil encontradas no Rio de Janeiro e o mármore de Cachoeiro de Itapemirim (ES). Como qualquer produto, o mercado consumidor vai pagar o preço que considera justo, mas imaginamos que com uma denominação de origem fica mais fácil obter esse reconhecimento, afirma Luiz Mello, do ITV. PRESENTE DA NATUREZA Se o café do cerrado mineiro tem o seu registro de procedência em razão de condições de solo e clima que só a região oferece e os biscoitos de São Tiago, na Região Central de Minas, são fruto de uma tradição e identidade cultural da cidade, a Vale insiste nos fatores que distinguem o seu minério: uma composição química que dá ao material qualidade sem precedentes oferecida pela natureza, tornando diferenciado também o tratamento industrial para extração. Pelas características químicas, é possível identificar a procedência desse minério com uma qualidade

18 excepcional dada pela própria natureza. Por isso, o tratamento industrial tem impacto ambiental reduzido em consumo de água e energia e área de desmatamento, além do ganho de uma baixa emissão de dióxido de carbono, afirma Luiz Mello. O pedido é algo novo para os técnicos do Inpi, que não podem se pronunciar antes da avaliação dos requerimentos e do prazo que é dado para contestação dos interessados. As indicações geográficas, como propriedades intelectuais, remetem, em geral, a locais e produtos considerados bens coletivos, segundo Luiz Cláudio Dupin, coordenador de fomento e registro de indicações geográficas do instituto. Em 99% dos casos, avaliamos registros que se referem a um patrimônio dos produtores e de um determinado local, afirma. A denominação de origem é concedida a produtos que têm características vinculadas ao meio geográfico em que ocorrem ou são produzidas, incluindo recursos naturais e humamos que propiciam uma qualidade especial. Na avaliação de Pedro Galdi, analista chefe da SLW Corretora, a tentativa da mineradora de dar uma marca ao minério é mais uma estratégia para aumentar o prêmio pago pelos clientes pela qualidade num mercado mundial que pode ainda demorar para entrar em ritmo de recuperação. Jazidas mineiras na lista Na Vale, a busca de registro para o minério de Carajás é entendida como o reconhecimento de um produto de qualidade premium. Para um eventual pedido de denominação de origem do minério de ferro de Minas Gerais, há diversas possibilidades para estudo pela companhia, de acordo com Luiz Mello, do ITV. Seguindo a linha do pedido relativo ao projeto S11D, a mineradora poderia tentar registro de procedência do minério do projeto Apolo, na região de Caeté, na Grande BH, que depende, ainda, delimitação de áreas de preservação na Serra do Gandarela. As opções relativas a outras reservas, como a de Itabira, lavradas há quase 70 anos, e Mariana, precisam ser analisadas do ponto de vista da mudança de qualidade das jazidas que entraram na era de exploração de minério mais pobre em ferro. Se a escolha fosse, em tese, o Quadrilátero Ferrífero, toda a rica porção central do estado onde a atividade completou algo próximo de 300 anos, um título de propriedade intelectual já dependeria da união das diversas mineradores que atuam na região. Fonte: Estado de Minas Data: 03/03/2013 JUNIORS STRUGGLE TO RAISE CASH For many junior miners, the question is no longer about whether they can raise money at the PDAC conference this year. The question is how they will even get there. Using a search engine tool on mining analyst John Kaiser s website, it appears that a mind-boggling 94 companies with negative working capital are listed exhibitors at the conference. I think a lot of them aren t going to show up, Mr. Kaiser said. I don t know how they can afford to fly to Toronto and pay for the hotels. That sums up just how awful the market conditions are for junior mining companies today. Despite relatively healthy commodity prices, they are suffering through a surreal bear market in which risk capital has flowed out of the sector and is simply not available to most of them anymore. They routinely have market values below the cash on their balance sheet, and the idea of spending

19 cash is scary when it is so tough to find any more. Their share prices have been slashed, and are routinely down 90% or more in the past 12 or 18 months. You have a horrendous washout in the market where institutional money has departed, and retail money has no interest in it, said Mr. Kaiser. He figures there are nearly 700 companies on the TSX Venture Exchange with less than $200,000 in their treasuries. All the Venture mining companies combined have raised only $110-million this year, according to Financial Post data. Even the ones with promising discoveries are struggling to draw investors. Take Probe Mines Ltd., which made an exciting greenfield gold discovery in Ontario, as safe a jurisdiction as there is. Probe is covered by 10 sell-side analysts, has a great deal of institutional support, and plenty of cash in its treasury. Its reward is a meagre $117-million market cap. Right now, the market is looking at these *juniors+ as liquidity events and nothing more, chief executive David Palmer said. It s become a very critical kind of market, where 99 pieces of good news are of less value than the one piece of moderately bad news. At least Probe is in a healthy financial position and can ride out the tough times. The weaker companies are struggling to survive. They have a couple of options. One is to bite the bullet and do a horrendously dilutive financing to raise enough money to drill a couple of holes and hope to get lucky. The other is to retreat into their shells and do absolutely nothing. Neither is very appealing. It is a far cry from the glory days of six or seven years ago, when everyone could raise money and larger companies were on the prowl for development projects they could gobble up. The seniors have minimal interest in M&A today, and even if they did, few juniors have enough money to make an interesting discovery and become a takeover candidate. Even when the juniors did have greater access to capital, they failed to make many discoveries. And that is part of the problem for investors. They were hoping to get financing last year at PDAC, and they never got it, said Terry Ortslan, an independent analyst. Major financing for serious exploration programs is not there. They have not delivered discoveries for the market to get excited about. This is the issue. The woes of the junior mining sector are not a new story capital has been very scarce for them since the first rumblings of the financial crisis in And, of course, they have gone through long phases in the past where they couldn t generate any interest, most notably in the late 1990s after the Bre-X scandal. All the same, the situation is so awful today that people are questioning what future this industry really has. Mr. Kaiser made waves recently by arguing that the sector needs a major culling. He is cheering for the demise of about 500 companies, which he thinks would reduce the substantial gap between the number of companies and the number of competent exploration teams. Mr. Palmer agreed that a culling would be a positive to give the junior space some more focus for investors. It probably just got too confusing with 3,000 different companies all vying for investors attention, he said. And a lot of them have projects that don t have technical merit. Investors have finally said, Enough s enough, we re going to step back and wait until you guys sort yourselves out. But a culling may not be enough to salvage the sector on its own, because there is already a concern that the Canadian juniors are becoming irrelevant. As they struggle to raise money in a healthy commodity price environment, Asian companies are prowling around the world looking for resources. And major discoveries in mining-friendly countries like Canada have become so scarce that it raises the question of what role junior companies are going to have going forward. Even when the capital markets open up again for these firms, it defies logic to think that investors will want to finance much greenfield exploration in Tajikistan or the Democratic Republic of Congo.

20 I m worried we re saying goodbye to an entire Canadian institution, Mr. Kaiser said. Junior mining executives are generally an upbeat group of people, and they continue to put an optimistic spin on the situation at the PDAC show. But the struggles of this key sector of the Canadian economy are substantial enough that they will be difficult to ignore. At PDAC, you see these guys who five years ago were buying everyone drinks and dinner, said John Stephenson, vice president at FirstAsset Investment Management. Three years ago, they re buying just drinks. And then they re having a potluck. And now they re out of business. That s the life cycle of this stuff. Fonte: Financial Post Data: 05/03/2013 MINERAÇÃO: NOVO CÓDIGO PROVOCA REAÇÃO NA BOLSA E NO CONGRESSO Ações da Vale caem e parlamentares pedem que haja projeto de lei O Congresso Nacional reagiu à informação do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, publicada ontem no GLOBO, de que o governo deve usar uma medida provisória (MP) para transformar em lei o novo código da mineração. A expectativa de destravar investimentos no setor que estão represados foi bem recebida por parlamentares. As críticas se concentram no uso de MP, que restringir o prazo de debates sobre o tema. É muito bom que venha a proposta do governo, porque já vem com dez anos de atraso disse o senador oposicionista Aécio Neves (PSDB-MG), que possui projeto de lei em tramitação para rever as normas do setor. Mas, novamente, (se editar MP) o governo cometeria o equívoco de subordinar o Congresso a suas ideias ou à sua visão em assunto tão complexo como esse. O senador Vital de Rêgo (PMDB-PB), da base do governo, fez na tribuna um apelo para que o projeto chegue brevemente ao Congresso, mas disse esperar que o texto não seja incluído em um MP, mas em um projeto de lei. O governo quer mais celeridade no debate e que suas medidas comecem a valer já na data de edição. Há um medo de que ocorra demora similar à que acompanham a reforma das normas para o setor de petróleo, que se arrastam por mais de três anos no Congresso. Pela MP, as discussões ficam restritas a 90 dias úteis, prazo após o qual o texto caduca. Eu queria sugerir ao governo que, em vez de vir por medida provisória, que essa proposta venha com urgência constitucional, que com um prazo de 90 dias para ser votado, mas, efetivamente, aguardaria a contribuição das duas Casas sobre esse sistema disse o senador Romero Jucá (PMDB-RR). Aécio também defende a edição de um projeto de lei com urgência, que, diferentemente da medida provisória, só entra em vigor depois de discutido e aprovado no Congresso, apesar de ter também o prazo de discussões restritos a 90 dias. Na segunda-feira, uma reunião com representantes de governos de estados mineradores está marcada na Casa Civil. É na próxima semana que o governo espera encerrar a última rodada de discussões sobre o tema, para enviar ao Congresso a proposta de reforma do setor mineral ainda neste mês. O governo negocia com Pará e Minas Gerais a retirada de taxas regionais cobradas da mineração mediante a elevação das alíquotas dos royalties da mineração (CFEM). Segundo Aécio, só após as mudanças e, se houver receita mais expressiva para os estados, será possível retirar essas tarifas, uma vez que não se deseja onerar excessivamente as empresas.

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