Planejamento Estratégico de Internacionalização para o setor de Confectionery

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1 Planejamento Estratégico de Internacionalização para o setor de Confectionery São Paulo, 22 de outubro de 2014

2 Agenda Contexto e apresentação geral do projeto O setor de Confectionery A ABICAB e o Projeto Setorial Sweet Brasil Estratégia adotada e planos de ação Recomendações adicionais Anexos 2

3 Objetivos e Resultados Esperados do Projeto OBJETIVOS Elaborar o Planejamento Estratégico para a área de Internacionalização da ABICAB (Projeto Setorial Sweet Brasil) para os anos de 2014 a 2016 RESULTADOS ESPERADOS Diagnóstico da competitividade atual de empresas brasileiras para Internacionalização Diagnóstico da estratégia atual do Sweet Brasil frente aos desafios do setor Revisão de alternativas de produtos e serviços existentes e geração de alternativas Catalisar aumento da maturidade exportadora das empresas associadas Como integrar o comércio exterior como parte da estratégia? Como aumentar a competitividade internacional das empresas? Como assegurar e expandir mercados internacionais? Visão de longo prazo, com valores compartilhados por associados e equipe ABICAB Portfólio de programas e projetos que estimulem a competitividade internacional Elaboração de planos de ação com objetivos, prazos e responsáveis definidos 3

4 Além de pesquisa e revisão de materiais entregues pela associação, o projeto utilizou-se de 35 entrevistas Multinacionais Presidente Getúlio Ursulino Vice-Presidentes Chocolate; Balas Grandes empresas vinculadas ao Sweet Brasil Pequenas empresas vinculadas ao Sweet Brasil Empresas apenas associadas à ABICAB Panorama do setor e das exportações, tendências e incertezas; Principais desafios; Visão do Sweet Brasil; Alternativas de produtos e serviços oferecidos aos associados. Diretora Executiva Clara Singer Vice-Presidente Exportação Solange Isidoro Gestor de Exportação Rodrigo Solano EMPRESAS DO SETOR Empresas não associadas à ABICAB Representante Trading Vania Amorim Coordenadora de PC Yasmin Atun Representante Apex- Brasil Camila Meyer Coordenadora de IC Juliany Braga ABICAB 4

5 Mapa de entrevistas para a construção do Planejamento Estratégico da Área de Internacionalização ( ) Chocolate Balas Amendoim AMMA JUQUINHA NUGALI AÇUMEL BEL BARION TOP CAU BERBAU DOCILE ALADIM MARITUCS MONTEVÉRGINE JAZAM CANDY POP SANTA HELENA HARALD EMBARÉ DORI Legenda: GAROTO MONDELEZ PECCIN RICLAN PERFETTI GM (YOKI) 5 Multinacionais Nacionais NESTLÉ ARCOR

6 Agenda Contexto e apresentação geral do projeto O setor de Confectionery A ABICAB e o Projeto Setorial Sweet Brasil Estratégia adotada e planos de ação Recomendações adicionais Anexos 6

7 EUA China Rússia Brasil Reino Unido Alemanha Apesar do mercado brasileiro de Confectionery ser robusto e se posicionar como um dos maiores do mundo, as oportunidades internacionais são ainda maiores Mercado de Confectionery (US$ bi) Mundo 151 * ,8 * ** Brasil * ** ** 17,5 14,7 12, Maiores mercados de Confectionery** Projeção 2016; US$ bi 32,3 Mercado brasileiro representará cerca de 10% do mercado mundial em A participação brasileira nas exportações mundiais do setor é inferior a 2%. Contudo, oportunidades tanto em economias maduras quanto em emergentes se apresentarão no cenário mundial tendo em vista o crescimento médio de 3% a.a. 16,3 14,8 14,7 13,0 11,3 *Projeção Lidera Consultoria: Estimativas baseadas em dados Euromonitor e projeções da Agência Lucintel (taxa de crescimento mundial de 3%a.a e brasileira de 6% a.a.) 7 ** Dados e projeções Euromonitor Fonte: Euromonitor 2013; Lucintel 2013; ABICAB. Elaboração: Lidera Consultoria

8 A concentração de mercado não é uma especificidade brasileira, sendo característica mundial do setor Concentração do Mercado de Confectionery Top 3 Players (2013) 61% 57% 41% 57% 56% 45% 63% 39% 64% 81% 67% 61% 54% Brasil EUA Canadá EAU Arábia Saudita Rússia Coreia do Sul Japão África do Sul Chile Peru Colômbia Uruguai 8 Observa-se que players como Mondelez, Mars e Nestlé, além de dominarem os mercados em diversos países, também estão presentes com filiais e plantas produtivas ao redor do mundo. Fonte: Euromonitor. Elaboração: Roland Berger e Inteligência Comercial ABICAB

9 US$ Milhões As exportações de Confectionery são dominadas por segmentos de candies e chocolate Em valor 400 Exportações Brasileiras de Confectionery (em US$ milhões) , % Legenda: 159,5 122,3 9,7 42% Participação dos segmentos, em 2013, no total exportado pelo Setor (em milhões de US$). 55% As exportações do setor apresentaram resultados crescentes até Após este período nota-se estagnação. No último ano, o valor exportado pelo setor foi 6% menor se comparado a Produtos industrializados de amendoim não agregados a chocolate estão em nível de maturidade anterior aos de chocolate e candies. 9 Fonte: Inteligência Comercial ABICAB

10 O destino das exportações brasileiras é fortemente influenciado pela estratégia de internacionalização das Multinacionais Outros África América do Norte Destino da Exportações do setor em % 14% 52% 16% Chile 8% AMÉRICA DO SUL Peru 4% Bolivia 9% Outros 14% Uruguai 15% Argentina 31% Paraguai 19% Outros 6% EUA 94% Não há uma relação direta entre os principais mercados atuais e o foco de atuação para os próximos anos em Confectionery, tendo em vista que para o biênio foram priorizados os mercados de Estados Unidos, Canadá, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Coreia do Sul, Rússia, Japão e África do Sul. 10 Fonte: Inteligência Comercial ABICAB

11 As exportações são menos concentradas quando comparadas ao mercado interno, devido ao foco local das multinacionais Concentração das Exportações dos Associados ABICAB em 6 empresas - Total Global 33% 27% 19,40% 25,90% 32,40% Empresas Outros Concentração das Exportações dos Associados ABICAB em 6 empresas Total para América Latina Na série histórica de exportações dos associados, quando o destino é a América Latina, nota-se uma Outros crescente concentração em apenas 6 Empresas seis empresas ,40% 29,10% 26,90% 37,10% 45,30% Fonte: Euromonitor. Elaboração Inteligência Comercial ABICAB

12 US$ Milhões As importações do setor têm aumentado exponencialmente nos últimos anos, evidenciando a atratividade do mercado brasileiro Importações Brasileiras de Confectionery ,1 Acumulado do Setor Candies Chocolate ,3 0,6 Amendoim Principais Países Fornecedores de Confectionery 2013 Alemanha EUA 4% 7% Outros 14% Argentina 28% Dos países que mais importamos, observamos papel relevante dos vizinhos latino-americanos; grande parte influência de multinacionais México 7% Itália 7% Bélgica 8% Suiça 8% Equador 17% Destaque para produtos de nicho, uma vez que os grandes players já estão estabelecidos no Brasil O principal segmento que impulsiona as importações é o de chocolate, justamente aquele que tem apresentado maior taxa de crescimento* 12 Fonte: Inteligência Comercial ABICAB * Projeção Euromonitor, para o mercado brasileiro de chocolate é de aumento, em volume, de 2,7 anual até 2018

13 Quando se analisa a evolução da Balança Comercial brasileira do setor percebe-se uma redução contínua do superávit US$ mi Exportações X Importações do Setor 291,5 176 Preço médio em 2012 (US$/Kg), tendo o Brasil como referência Segmento Exp*. Imp*. Variação Chocolates 4,27 7,94 85% Candies 2,08 4,20 101% Exportações Importações Amendoim 2,17 3,56 64% A balança comercial brasileira, no setor de confectionery, tem apresentado duas tendência em sua composição nos últimos anos: redução do superávit e ameaça de ficar negativa, caso o atual movimento se prolongue. 13 O preço médio das importações, em 2012, foi de US$ 6,65, uma variação de 147% superior frente às exportações (US$2,69) no mesmo período. Fonte: Inteligência Comercial ABICAB * Preços de Exportação calculados em FOB; Preços de Importação calculados em CIF

14 Percepção dos estrangeiros quanto à indústria nacional INDÚSTRIA NACIONAL Fonte: Projeto Branding Sweet Brasil, Entrevistas em 23 países O desafio do Brasil não é melhorar equipamentos e fábricas, mas sim melhorar os serviços e a relação com clientes, como prazos de entrega, embalagens, apresentação e problemas de compreensão de língua e cultura. É difícil dizer qual é o melhor país na produção de doces, pois todos eles utilizam as mesmas máquinas e equipamentos. Todos os fabricantes que visitei no Brasil se igualam ou até superam seus rivais De maneira geral, a qualidade dos produtos brasileiros é regular. O Brasil deveria ter um marketing que pudesse melhorar a percepção de valor dos seus produtos. A apresentação é muito importante. Nossa melhor referência é o bombom Garoto. Investir em qualidade, marketing, embalagens e ter mais seriedade e profissionalismo no relacionamento comercial. Compradores internacionais: Brasil não compreende os mercados e os consumidores finais. Acreditam que é preciso melhorar os serviços ao cliente (compradores). Acreditam que o Brasil deveria investir mais em marketing. Necessária melhoria na apresentação de produtos. Possuímos um parque produtivo globalmente competitivo no setor, porém nosso marketing e apresentação de produto estão aquém das expectativas do mercado internacional 14

15 Fonte: Entrevistas realizadas em maio/14. As principais TENDÊNCIAS do setor de Confectionery apontadas nas entrevistas apontam produtos com maior qualidade Maior valor agregado Menor concentração de chocolate Aumento da qualidade Saudabilidade Valor agregado pela marca Produtos mini/ Small bite Inovação em produtos Orgânicos Maior valor agregado aliado a preço Praticidade Consumo premium Gostos marcantes 15 Embalagens diferenciadas Produtos de nicho Consumo para presentes/ gifts Produtos com adaptações ao mercado local

16 ATACADO VAREJO MULTINACIONAL Fonte: Entrevistas realizadas em maio/14. Através das entrevistas elaborou-se um mapa visual dos principais DESAFIOS atuais apontados para o setor Encontrar bons parceiros internacionais Brasil com imagem de produtor de commodities Carga de impostos ainda é alta Produção de balas é maior do que a demanda Dificuldade de fortalecimento de marca Carga de impostos ainda é alta Encontrar bons parceiros internacionais Negociação com fornecedores Custo Brasil Produção de balas é maior do que a demanda Falta de acordos internacionais Brasil começar a criar tendências Custo Brasil Falta de Acordos Internacionais Conciliar o foco do projeto também no atacado Dificuldade de fortalecimento de marca Pouca exposição em PDV Dificuldade de fortalecimento de marca Concorrência da Turquia Barreiras não tarifárias Concorrência da Turquia Aumento da margem em países do Oriente Médio Desenvolvimento de marketing internacional Barreiras tarifárias Falta de Acordos Internacionais Desconcentração de private label para EUA Custo Brasil Produção de balas é maior do que a demanda Poder de barganha com canais Barreiras não tarifárias Barreiras não tarifárias Negociação com fornecedores Encontrar bons parceiros internacionais Imagem do Brasil de seriedade Custo Brasil Futuro aumento no preço dos insumos Flutuação cambial Diminuir custo de logística internacional Negociação com fornecedores Custo Brasil Diminuir concentração para Am. Latina Barreiras não tarifárias Criar demanda para doces de amendoim 16 Não Exportadora / Iniciante Intermediária Experiente Internacionalizada

17 Fonte: Entrevistas realizadas em maio/14. Os desafios internacionais que o setor brasileiro deve enfrentar estão mais ligados à mentalidade e à gestão interna/estruturante do que a esforços em promoção comercial Maior nível exigência dos Consumidores Baixa cultura organizacional voltada para internacionalização Produtos saudáveis e nutracêuticos Produtos sofisticados, edições especiais Produtos inovadores e adaptados Responsabilidade ambiental e social Praticidade Pouca valorização de marketing internacional Planejamento Internacional nem sempre bem definido Baixo índice de monitoramento de mercados-alvo internacional Baixa valorização de estratégias de longo prazo Falta de importantes ferramentas de comunicação Baixo índice de inovação Poucos lançamentos voltados ao mercado externo Pouca adaptação à realidade do mercado cliente Poucas marcas brasileiras pelo mundo Lacuna de investimentos em construção de marca Ausência de uma marca brasileira com mainstream global 17

18 Agenda Contexto e apresentação geral do projeto O setor de Confectionery A ABICAB e o Projeto Setorial Sweet Brasil Estratégia adotada e planos de ação Recomendações adicionais Anexos 18

19 Fonte: ABICAB. ABICAB: estrutura organizacional e funções Presidente Entidades FIESP ITAL/Chocotec Legenda: Setor Administrativo Setor de Internacionalização Setor de Mercado Interno Conselho de Fornecedores Assessoria e Secretaria da Presidência Conselho Fiscal Vice- Presidente Exportação Vice- Presidente Balas e Confeitos Vice- Presidente Chocolate Vice- Presidente Amendoim Vice- Presidente Cacau Vice- Presidente Comunicações Vice- Presidente Assuntos Institucionais Vice- Presidente Mercado Interno Vice- Presidente Mercosul Vice- Presidente Eventos Diretor Tesoureiro Diretor Secretário Comitê Gestor de Exportação Diretor Executivo Gestor de Exportação Gestor de Produtos Tesouraria RH Coordenadora I.C. Assistente Exportação Coordenadora P.C. Auxiliar Exportação Assessor Chocolate Assessor Candies Assessor Amendoim Assessor Comunica -ção 19

20 Remunerados pelo Projeto Setorial Sweet Brasil A estrutura organizacional do setor de internacionalização é enxuta e possui competências calcadas em atuação comercial Composição em junho de 2014 Vice Presidente de Exportação Solange Isidoro i i 6 membros associados* ii Comitê Gestor de Exportação ii Rodrigo Solano Juliany Braga iii iv Gestor de Exportação iii Yasmin Atun Cristiane Silva v vi Coordenador de Inteligência Comercial Assistente Administrativa iv vi Coordenador de Promoção Comercial v Auxiliar Exportação vii Luiza Lorencini Legenda: Dedicação integral Dedicação parcial vii 20 * Em junho de 2014, são: Embaré, Montevérgine, Nugali, Peccin, Riclan, Santa Helena

21 Fonte: ABICAB. Grande parte dos serviços oferecidos pelo Sweet Brasil são vinculados a projetos idealizados e oferecidos pela Apex-Brasil Projeto Comprador Projeto Vendedor Feiras Internacionais Assessoria de imprensa internacional Missões Comerciais Projeto Imagem Maturidade Exportadora Tendências do Setor e Estudos de Mercado Estatística de Exportação Portal Web Legenda: Idealizados por Apex-Brasil Idealizados por ABICAB Promoção Comercial Inteligência Comercial Atualmente o principal foco dos esforços está em frentes comerciais, havendo poucas iniciativas para a preparação prévia para estas frentes 21

22 Fonte: ABICAB e entrevistas realizadas em maio/14 As feiras podem assumir papéis distintos: vitrine para produtos, manutenção de relacionamento e vendas ISM ISM Gulfood Maior e mais importante feira do setor de confectionery Entrevistados a veem como uma feira de imagem Entrevistados apontam que feira está perdendo força anoa-ano Anuga/Sial Oportunidade de redução de gasto, tendo em vista do apoio direto via Apex-Brasil Não houve observação específica de nenhum entrevistado Sweet and Snacks Expo Feira organizada pela NCA (Associação de confectionery dos EUA) Poucos entrevistados com opinião formada sobre essa feira Os que pontuaram possuem visão negativa Maior feira do Oriente Médio no setor de alimentos Entrevistados veem como a principal feira para realizar negócios Sweet and Snacks Middle East Feira satélite da ISM no Oriente Médio Entrevistados veem as Feiras no Oriente Médio como uma referência para negócios Os subsídios para participação nas feiras, além dos Projetos Comprador e Vendedor, são apontados como os principais benefícios de se participar do Sweet Brasil 22

23 Os indicadores da Apex-Brasil para o Projeto buscam captar desde o valor total de exportações até a concentração das mesmas INDICADORES MÉTODO DE CÁLCULO 1. Crescimento do valor total das exportações Taxa de crescimento dos valores exportados 2. Crescimento da exportação média por empresa Taxa de crescimento da média anual dos valores exportados por empresa 3. Crescimento do preço das exportações (agregação valor) Taxa de crescimento do índice de preço 4. Participação dos novos exportadores no total de exportações 5. Participação dos exportadores contínuos nos últimos 5 anos no total de exportadores do período 6. Desconcentração de empresas (PS) ou do setor (Apex-Brasil) 7. Desconcentração de destinos Variação da relação entre a quantidade de novos exportadores (em relação ao ano anterior) e o total de exportadores do ano apurado. Variação da relação entre quantidade de exportadores contínuos (empresas que a partir do momento que começaram a exportar, continuaram exportando ininterruptamente) e o total de exportadores dos últimos 5 anos. Taxa de crescimento do índice de concentração da exportação por empresa (PS) ou por setor (Apex-Brasil) Taxa de crescimento do índice de concentração da exportação do país Os indicadores apontam o desempenho das empresas apoiadas pelo Projeto Setorial em relação às empresas não apoiadas*. 23 Indicador de Desempenho da Apex-Brasil (I.D.A.) é a média simples dos índices dos 7 indicadores Fonte: Apex-Brasil e ABICAB * As empresas não apoiadas pelo Projeto são levantadas não apenas em função dos NCMs exportados, mas também dos CNAEs determinados pela entidade.

24 Fonte: ABICAB. Elaboração Lidera Consultoria Mais de 80% do investimento em Feiras está na ISM. Cada participante da ISM é beneficiado por cerca de R$40 mil em investimentos indiretos Cálculo com investimento APEX Despesas das últimas edições em R$ 2% 1% 1% FEIRA Nº Participantes Média gasto por participante 5% 7% FEIRAS ORÇAMENTO APEX Gasto Bianual ( ) 84% ISM ISM ISM 18, ISM GULFOOD Sweets and Snack ANUGA SIAL PARIS FILDA

25 Agenda Contexto e apresentação geral do projeto O setor de Confectionery A ABICAB e o Projeto Setorial Sweet Brasil Estratégia adotada e planos de ação Recomendações adicionais Anexos 25

26 Fonte: Entrevistas realizadas em maio/14. Os principais aprendizados junto às empresas Não Exportadoras e Iniciantes trazem desafios e oportunidades (1/3) PRODUTOS Produto comum (dificuldade de percepção dos diferenciais) Busca de competição por preço Não possuem força da marca / Dificuldade de fortalecimento da marca Necessidade de investimentos, inclusive em parque fabril CUSTO BRASIL E CÂMBIO Carga de impostos é representativa Mudança do câmbio influencia fortemente nas decisões de continuidade ou não das exportações Projeto Setorial pode fazer pouco neste sentido MERCADO Mentalidade dirigida para mercado nacional: visão porta para dentro Não empenham esforço comercial para mercados externos Oportunidade de atuação do projeto apoiando-as em trilhar caminhos mais mapeados GESTÃO Diversos pontos a serem melhorados na gestão interna Não possuem conhecimento técnico do processo de exportação Pouco envolvimento com o Projeto Setorial Oportunidade de atuação do Projeto em produtos de competitividade 26

27 Fonte: Entrevistas realizadas em maio/14. Os principais aprendizados junto às empresas Intermediárias e Experientes trazem desafios e oportunidades (2/3) PRODUTOS Baixa adaptação para mercados internacionais maduros Dificuldade de fortalecimento da marca Dificuldade de exposição em PDV internacional Percepção de que setor brasileiro não transmite seriedade CUSTO BRASIL, CÂMBIO E ACORDOS Carga de impostos é representativa Problemas estruturais do Brasil dificultam o dia-a-dia do empresário brasileiro Mudança do câmbio influencia fortemente na competitividade Falta de acordos internacionais MERCADO Conhecimento parcial dos mercados externos Dificuldade de encontrar bons parceiros internacionais Dificuldade de negociação com fornecedores Oportunidade em ações de Inteligência GESTÃO Política de investimentos ainda está pautada em lógicas de produtos estabelecidos Baixo desempenho ao conseguir rastrear o produto até o cliente final / visão até o atacadista 27

28 Fonte: Entrevistas realizadas em maio/14. Os principais aprendizados junto às empresas Internacionalizadas (Multinacionais) trazem desafios e oportunidades (3/3) MERCADO NACIONAL É FOCO Características de todas as multinacionais Algumas empresas expressaram não poder ter maior envolvimento com ABICAB Oportunidade ligada a relacionamento com gerentes de vendas de subsidiárias CUSTO BRASIL E CÂMBIO Impactos econômicos afetam a lógica mundial de produção. Com condições adversas, a linha pode ser transferida para outra localidade para atender os mercados do bloco econômico Barreiras não tarifárias, como no caso argentino, também afetam as exportações desse grupo CANAIS DE ATUAÇÃO Exportação através de comércio intercompany, sendo a subsidiária do mercado de consumo o tomador de decisão Há casos de exportação através de distribuidores Oportunidade ligada a relacionamento com gerentes de vendas de subsidiárias DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS Departamentos de P&D baseados no Brasil, abrindo possibilidade da utilização deste canal Plantas brasileiras poderiam servir como plataforma de exportação de produtos típicos, que seriam inviáveis a outras subsidiárias 28

29 A partir das alternativas geradas durante o projeto, utilizou-se a lógica do cubo para a construção de um plano consistente PRODUTOS DA ASSOCIAÇÃO PARA INTERNACIONALIZAÇÃO Marketing Internacional Promoção Comercial Competitividade Inteligência Maturidade exportadora Além das dimensões do cubo foram considerados os seguintes pontos para elaboração do plano: 29 Distinção entre associados que desejam atuar com marca própria (branding) e com private label Critérios e indicadores da Apex-Brasil para avaliação do Projeto Setorial

30 Nova segmentação sugerida para a maturidade exportadora Síntese dos requisitos necessários para a classificação (cumulativo) Non Exporter Local Brands Brands for Export International Brands Regularidade para funcionamento Termo de adesão e comprometimento com o Projeto Sweet Brasil Relação de produtos exportáveis Cadastro Siscomex Exportação concluída com sucesso Política comercial para mercado externo Possuir parceiros para exportar Área de Comércio Exterior estruturada Adaptações mínimas para exportação Catálogo de produtos e website bilíngue Planejamento estratégico para Comércio Exterior Área de Comex com orçamento próprio Adaptação de produto e embalagem para mercados externos Estrutura de desenvolvimento de produtos Investimentos em construção de marca internacional Participação em Feiras Internacionais Gestão do processo de exportação com link com operações e logística Presença física internacional Força de marca internacional reconhecida Estratégia internacional formalizada Gestão e processos de inovação formalizados Produtos inovadores adaptados a mercados internacionais Participação em feiras internacionais como expositora 30 Lista de perguntas detalhadas que definem os critérios para classificação da maturidade deve ser solicitada junto à gestão do Projeto Setorial da ABICAB

31 RESTRIÇÃO DE VAGAS* SEM RESTRIÇÃO DE VAGAS Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil Non exporter Local Brands Brands for Export International Brands 1) Relacionamento com entidades, órgãos públicos e privados 2) Comunicação para Competitividade 3) Manual para Competitividade Internacional 4) Ações para Estruturação e Inovação 5) Ação com parceiros e/ou fornecedores 6) Atendimento Exporta Multi 10) Inteligência comercial específica 7) Produtos de Inteligência Comercial 8) Workshops 9) Apoio à participação em feiras 11) Banco de dados de Clientes e Parceiros 13) Comunicação e PR em mercados externos 17) Atuação com subsidiárias externas 12) Missões prospectivas e/ou Comerciais 14) Plataformas Apex-Brasil / Projeto Imagem 15) Feiras 16) Projeto Top Sellers Top Buyers 31 * Seleção baseada na pontuação relacionada aos critérios estabelecidos Legenda: Competitividade Inteligência Mkt Internac./ Prom. Comerc.

32 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 1) Relacionamento com entidades, órgãos públicos e privados O que é? Iniciativa com objetivo de sensibilização do poder público quanto às questões institucionais críticas para o setor, desenvolver relacionamento com o exportador e identificar oportunidades no exterior. Perfil de associado indicado Ações beneficiam a todos os associados vinculados ao Projeto Setorial Como funciona i. Uma junto à FIESP e outros setores para unir forças em temas que são comuns a outras indústrias, como: infraestrutura, tributos, mão de obra e custo Brasil; ii. Outra junto a representantes do poder público para tratar questões específicas do setor de Confectionery, como busca de favorecimentos a NCMs específicos para assinatura de acordos bilaterais e redução de tarifas, por exemplo; iii. Visita do gestor a empresas participantes do projeto, respeitando o critério de meritocracia e/ou as prioridades de ação através da análise do sistema Apex B.I. Apex; iv. Visita a mercados-alvo pelo gestos para identificação de oportunidades, informações para condução do projeto e sensibilização dos participantes. 32

33 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 2) Comunicação para Competitividade O que é? Iniciativa de comunicação e relacionamento constante do Sweet Brasil com o associado, por meio de informativos e newsletters com assuntos relevantes para as empresas interessadas em Comércio Internacional Perfil de associado indicado Ações beneficiam a todos os associados vinculados ao Projeto Setorial Como funciona Por meio das plataformas de comunicação com o associado, que envolvem website, informativos e newsletters periódicos, a empresa toma conhecimento dos andamentos mais recentes do Projeto Setorial, bem como tem acesso a informações relevantes relacionadas a competitividade internacional, inteligência e ações de promoção comercial, além de missões e feiras de negócios. 33

34 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 3) Manual para Competitividade Internacional O que é? Material com informações para o aumento da competitividade internacional das empresas do setor e orientações para maturidade exportadora. Perfil de associado indicado Embora a iniciativa beneficie a todos os associados vinculados ao Projeto Setorial, o material é mais indicado para as empresas não exportadoras e iniciantes na atividade de exportação. Como funciona Ao aderir ao projeto Sweet Brasil, cada associado tem acesso à versão digital. A publicação contém conteúdo informativo, indicações de melhores práticas, ferramentas e cases. Ao final de cada seção, é apresentado um checklist para auto-avaliação da empresa quanto a sua maturidade exportadora. 34

35 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 4) Ações para Estruturação e Inovação O que é? O principal produto é o PEIEX - Projeto Extensão Industrial Exportadora, desenvolvido pela Apex- Brasil com o objetivo de aumentar a competitividade e amadurecer a mentalidade exportadora através de atendimento in loco. Perfil de associado indicado Serviço indicado para não exportadores e iniciantes em exportação, embora qualquer associado possa requerer participação no projeto. Fortemente recomendado para as empresas que desejam atingir o segmento Brands for Export. Como funciona Serviço gratuito oferecido pela Apex-Brasil em convênio com instituição estadual selecionada. Projeto procura aumentar a competitividade da empresa com 3 principais frentes de atuação: i. Atendimento in loco por consultores qualificados que realizarão mentoring junto à empresa, em suas demandas mais críticas, elaborando um projeto de melhoria conjunto; ii. Capacitações periódicas em temas de gestão com empresas de vários setores; iii. Rodadas de negócios para introdução da empresa no comércio exterior. 35 Além desta, outras ações estruturantes podem ser oferecidas no projeto.

36 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 5) Ação com Parceiros e/ou Fornecedores O que é? Serviço que visa reunir demandas comuns de produtos e serviços importantes para o sucesso no comércio internacional de diversos associados, de modo a negociar melhores condições junto a fornecedores, prestadores de serviços e parceiros por meio de negociações coletivas, workshops ou rodadas. Perfil de associado indicado Serviço indicado para associados Local Brands e Brands for Export. Como funciona Periodicamente, normalmente em workshops, reuniões com os associados ou consultas, o Projeto Setorial reúne as demandas críticas das empresas para o comércio internacional e prioriza-se uma ação coletiva. Os associados são convidados a integrar o pool de empresas beneficiadas e se comprometem a cumprir os termos negociados. Produtos e serviços que podem ser objeto da ação: contratos de embalagens, agências de marketing e publicidade, serviços relacionados a Internet, tradução, consultorias, tradings, entre outros. 36

37 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 6) Atendimento Exporta Multi O que é? Ação que visa fomentar as associadas multinacionais a desenvolver de novos produtos (inovadores) tipicamente brasileiros em suas plantas locais, com objetivo de aumentar as exportações, sobretudo intercompany para suprir outros mercados. Perfil de associado indicado Serviço oferecido para os associados classificados como International Brands. Como funciona Por meio de relacionamento com Diretoria e Gestores de centro de P&D das multinacionais, buscase fomentar o desenvolvimento de produtos com elementos que contenham brasilidade para serem produzidos em planta local. Para suportar as decisões de investimento, há uma ação concomitante de Inteligência Comercial para avaliar as oportunidades e auxiliar na determinação do potencial do negócio. 37

38 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 7) Produtos de Inteligência Comercial O que é? Produtos de inteligência comercial (relatórios em formato digital na maioria dos casos) com objetivo de auxiliar a tomada de decisões estratégicas dos associados. Abordam-se temas relevantes, como mercados-alvo, oportunidades por segmento, tendências, mudanças regulatórias, entre outros. Perfil de associado indicado A frente de Inteligência Comercial beneficia a todos os associados vinculados ao Projeto Setorial, mas de forma segmentada. Serão gerados diversos produtos nesta frente, cada um mais indicado a determinado(s) perfil(is) de associado(s). Como funciona A partir das demandas dos associados por segmento, normalmente captadas em workshops e reuniões com as empresas do projeto, é desenvolvido estudo específico nos temas priorizados. Os produtos podem ser realizados internamente ou por consultoria especializada, dependendo de decisão do grupo. Os temas são diversos e variam ao longo do calendário anual. Os relatórios e informações geradas são disponibilizadas em formato digital na web. Eventualmente, a empresa pode solicitar informações específicas desejadas por telefone ou . 38

39 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 8) Workshops O que é? Organização de workshop com associados para tratar questões relevantes para a Internacionalização do setor e sua competitividade, com objetivo de apoiar a tomada de decisões estratégicas, além de promover networking. Perfil de associado indicado Os workshops são indicados para as empresas nacionais de diferentes portes, mas de forma segmentada. Cada fórum é mais indicado para determinado(s) perfil(is) de associado(s). Como funciona A partir das demandas dos associados, normalmente captadas em workshops anteriores e reuniões com as empresas do projeto, é elaborado um calendário com a agenda dos workshops. Os temas são diversos e variam ao longo do ano, podendo contar com especialistas convidados. As pautas podem envolver questões estratégicas, técnicas, relacionadas a mercados específicos, internacionalização, adaptação de produtos, inovação etc. 39

40 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 9) Apoio à participação em Feiras O que é? Serviço de apoio a empresas não enquadradas como expositoras para participação como visitantes nas feiras patrocinadas pelo Projeto Setorial. Perfil de associado indicado Serviço indicado para não exportadores e iniciantes em exportação. Como funciona O projeto Sweet Brasil auxilia a participação do associado não contemplado com subsídio financeiro, como visitante em feira patrocinada pelo Projeto. Serviço contempla a extensão das facilidades operacionais dos serviços contratados ao participante do projeto. Pode contemplar: compra de passagens, reserva coletiva em hotéis, entradas para a feira e informações relevantes para a viagem. Durante a feira, integrante do Sweet Brasil pode auxiliar com orientações gerais, networking e apresentação de possíveis parceiros. 40

41 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 10) Inteligência Comercial Específica O que é? Serviço de Inteligência específico para multinacional, com objetivo de identificar oportunidades específicas em mercados que a empresa atua para aumento das exportações de produtos fabricados no Brasil e para desenvolvimento de novos produtos em planta brasileira. Perfil de associado indicado Este serviço é customizado especificamente para um associado com International Brands. Como funciona O projeto oferecerá este serviço às multinacionais do setor com objetivo de encontrar demanda para produtos fabricados no Brasil em países que a empresa atua. Para isto, será necessário obter a lista de produtos fabricados nas plantas do Brasil junto à empresa e estudar os produtos potenciais. Em seguida, encomenda-se um estudo para verificar a potencialidade destes produtos em mercados da América do Sul selecionados, de modo a aumentar as exportações setoriais. Adicionalmente, serão levantadas informações disponíveis nas ferramentas de acesso do projeto Sweet Brasil sobre o potencial de demanda destes produtos nos mercados-alvo da empresa. 41

42 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 11) Banco de dados de Clientes e Parceiros O que é? Oferecimento de lista de compradores internacionais e de trading companies, sobretudo em mercados onde o projeto desenvolve negócios. Perfil de associado indicado Qualquer associado pode ter acesso à lista. Como funciona O Projeto Setorial desenvolve uma lista de compradores e trading companies relacionados a mercados mais mapeados, como América do Sul e África, que será aprimorada continuamente. O feedback dos associados auxiliará na qualificação das empresas da lista. O conteúdo será disponibilizado no portal de conteúdo web do Projeto. Eventualmente, o Projeto Setorial poderá organizar uma rodada de negócio com empresas associadas e trading companies para estes mercados de exportação mais tradicionais. 42

43 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 12) Missões Prospectivas e/ou Comerciais O que é? Missão empresarial de reconhecimento de mercado (in loco) em países mais mapeados e que tradicionalmente já exportamos, como América do Sul e África, com objetivo de desmistificação do comércio internacional. Pode incluir rodada de negócios. Perfil de associado indicado Serviço indicado para não exportadores e iniciantes em exportação. Por haver restrição de vagas, serão selecionados os participantes que tiverem maior pontuação de acordo com a participação em outras ações do Sweet Brasil (ex.: PEIEX, Design Embala, etc...) Como funciona Missão planejada, organizada e desenvolvida pelo Projeto Sweet Brasil que leva empresas brasileiras para conhecer mercados externos, com o propósito de desmistificar o comércio exterior e encorajar a exportação. Durante a missão são previstas apresentações sobre as características dos mercados e visitas a distribuidores/atacadistas e pontos de venda locais. 43

44 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 13) Comunicação e PR em mercados externos O que é? Serviço de divulgação (comunicação e public relations) de empresas e produtos brasileiros nos mercados-alvo prioritários, sobretudo naqueles em que há a realização de feiras e/ou missões, com objetivo de construção de imagem nacional para o setor de confectionery. Perfil de associado indicado Principais beneficiados são as empresas Brands for Export. Como funciona O serviço prevê a veiculação de produtos e/ou marcas das empresas participantes do Sweet Brasil em diversas mídias, por meio de trabalho de comunicação e public relations com base nas informações que o participante insere no site Sweet Brasil. São objetivadas busca da geração de mídia espontânea, além de comunicação paga, ambas com objetivo de ganho de imagem de setor e aumento da competitividade nacional no longo prazo. 44

45 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 14) Plataformas Apex-Brasil / Projeto Imagem O que é? Serviço que busca operacionalizar as plataformas oferecidas pela Apex-Brasil/Projeto Imagem para as empresas mais maduras do Projeto Setorial. Perfil de associado indicado Serviço restrito a empresas classificadas como Brands for Export e International Brands. Por haver restrição de vagas, serão selecionados os participantes que preencherem os requisitos exigidos e tiverem maior pontuação de acordo com os critérios do Projeto. Como funciona O Sweet Brasil funciona como apoio operacional e facilitador às plataformas do Projeto Imagem da Apex-Brasil, para promover a imagem brasileira e as marcas e produtos Beyond. São previstas ações de comunicação e publicidade durante os eventos. Principais benefícios para os associados remetem à construção de imagem e a manutenção de relacionamento com parceiros estratégicos. 45

46 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 15) Feiras O que é? Apoio operacional e subsídio financeiro para participação em Feiras Internacionais do segmento de confectionery nos stands reservados ao Projeto Sweet Brasil. Objetiva relacionamento, vendas e apresentação de produtos brasileiros adaptados ao mercado externo. Perfil de associado indicado Participação subsidiada restrita para associados classificados como Brands for Export. Por haver restrição de vagas, serão selecionados os participantes que preencherem os requisitos exigidos. A prioridade da escolha dos stands seguirá o sequencia da pontuação (da maior para a menor). Como funciona Operacionalização da participação de empresas brasileiras em importantes feiras internacionais do setor, como ISM, Gulfood e Sweet and Snacks, para desenvolvimento das marcas e da imagem do setor. 46

47 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 16) Projeto Top Sellers Top Buyers O que é? Serviço que busca aproximar as melhores marcas/produtos brasileiros de grandes cadeias internacionais, com o propósito de catalisar as exportações brasileiras. Objetivo é atingido trazendo grandes compradores internacionais para visita a fábricas selecionadas no Brasil. Perfil de associado indicado Serviço restrito para associados enquadrados em Brands for Export. Uma vez que há poucas vagas para esta ação (duas ou três, em geral), a ação será oferecida somente àquelas empresas com maior pontuação de acordo com os critérios do Projeto. Como funciona Serviço oferecido a um seleto grupo de participantes (aqueles que apresentarem melhor desempenho ao longo do projeto) através da visita de grandes cadeias de compradores às fábricas de brasileiras. Durante as visitas estão previstas rodadas de negócio entre as cadeias internacionais e os participantes selecionados, visando a geração de grandes negócios internacionais. Em conjunto com este serviço também podem ocorrer ações de comunicação, com fortalecimento de imagem e geração de mídia espontânea. 47

48 Portfólio de produtos e serviços do Projeto Sweet Brasil 17) Atuação com subsidiárias externas O que é? Ação que visa relacionamento com subsidiárias de multinacionais em países da América Latina (exceto Brasil), com objetivo de aumentar a demanda por produtos fabricados nas plantas brasileiras (exportação intercompany). Perfil de associado indicado Serviço oferecido para associados classificados como International Brands. Como funciona Ação prevê o entendimento, através termo de confidencialidade, dos produtos fabricados pelas plantas de multinacionais localizadas no Brasil. Simultaneamente, há o desenvolvimento de contato com times de vendas locais na América Latina na busca do entendimento de demandas específicas de cada filial pelos produtos fabricados pelas plantas localizadas no Brasil. O apoio previsto às subsidiárias é através de inteligência comercial focada nas demandas previamente levantadas junto aos times locais, para que assim haja um maior fluxo de comércio intercompany, contabilizando maior exportações brasileiras paras as filiais da América Latina. 48

49 ABICAB Sweet Brasil Planejamento Estratégico de Internacionalização para o setor de Confectionery EQUIPE DO PROJETO: Luís Bertazi Felipe Lopes Gabriel Dantas CONTATO: Luís Bertazi (11) / Rua Cláudio Soares, 72 cj. 1407/1408 Pinheiros - São Paulo-SP

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