RELATÓRIO SOBRE GESTÃO DE RISCOS, APURAÇÃO DO RWA E PR BANCO ABN AMRO S.A.

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1 Credit Risk True False Market Risk True False Operational Risk True False ALM&T True False Finance True False RELATÓRIO SOBRE GESTÃO DE RISCOS, APURAÇÃO DO RWA E PR BANCO ABN AMRO S.A. Março de 2015

2 1 INTRODUÇÃO As instituições financeiras estão expostas a riscos inerentes ao desenvolvimento de seus negócios e operações. A gestão e o controle de tais riscos constituem aspectos centrais administração do Banco ABN AMRO S.A. ( AAB Brasil ), e são componentechave dentro dos objetivos gerais do AAB Brasil de criar e proteger valor para seus acionistas e demais partes relacionas (stakeholders). O presente relatório tem por objetivo atender ao determinado na Circular nº emana pelo Banco Central do Brasil quanto a divulgação de informações referentes à gestão de riscos, à apuração do montante dos ativos ponderados pelo risco (RWA) e à apuração do Patrimônio de Referência (PR). Este relatório deve ser analisado em conjunto com as Demonstrações Financeiras do Banco ABN AMRO S.A. que se encontram disponibilizas no site institucional. 2 ESTRUTURA O AAB Brasil conta com uma Estrutura de Gestão e Controle de Riscos de Mercado, Crédito, Operacional e de Liquidez compatível com a natureza de suas operações, com a complexide de seus produtos e com a dimensão de sua exposição aos riscos de mercado, crédito, operacional e de liquidez, nos termos s Resoluções do Conselho Monetário Nacional ( CMN ) Nos de 26 de julho de 2007, de 30 de Abril de 2009, de 29 de Junho de 2006, e de 24 de maio de 2012, respectivamente, e subsequentes alterações. A ativide de gerenciamento e controle de riscos do AAB Brasil é executa por uma unide especificamente designa para essa função e conta com um robusto conjunto de políticas, estratégias, procedimentos, sistemas, testes de avaliação e simulações relacionados abaixo. Tais documentos e ações são estabelecidos de forma a: (i) salvaguarr e controlar o perfil de risco do AAB Brasil; (ii) suportar uma gestão de risco efetiva e eficiente por to a organização; e (iii) orientar os processos e sistemas de gestão de risco. A Unide gerenciadora de riscos menciona acima é segrega s unides de negociação e unide executora ativide de auditoria interna, de que trata a Resolução CMN nº de 24 de setembro de 1998, e alterações posteriores, sendo que cabe a essa última a verificação do cumprimento s políticas e dos procedimentos estabelecidos. As políticas acerca Gestão de Riscos são revisas e aprovas pelo Departamento de Risco e pela Diretoria Executiva do AAB Brasil, respectivamente, com periodicide mínima anual e encontramse disponíveis na sua intranet através do SharePoint, em português, para acesso de todos os empregados. 1

3 3 RISCO DE MERCADO Risco de Mercado, nos termos Resolução nº do Banco Central do Brasil, é definido como a possibilide de ocorrência de pers resultantes flutuação nos valores de mercado de posições detis por uma instituição financeira, incluindo os riscos s operações sujeitas à variação cambial, s taxas de juros, dos preços de ações e dos preços de mercadorias (commodities). 3.1 OBJETIVOS As principais responsabilides Estrutura de Risco de Mercado são: Adequamente identificar, medir, monitorar, controlar e reportar a exposição aos riscos de mercado, seja oriun carteira de negociação, s posições não destinas à negociação, ou ain inerentes a novas ativides e produtos, de forma a proteger ca instituição do Grupo ABN AMRO sedia no Brasil (incluindo o, mas não se limitando ao, AAB Brasil) e do conglomerado financeiro como um todo, bem como pela identificação e acompanhamento do risco de mercado de empresas não financeiras integrantes do consolido econômicofinanceiro, de exposições a risco não desejas; Estabelecer políticas e estratégias para o gerenciamento do risco de mercado claramente documentas, que estabeleçam limites operacionais e procedimentos destinados a manter a exposição ao risco de mercado nos níveis aprovados pelo Banco; Avaliar, eleger, implementar e periodicamente revisar sistemas para medir, monitorar e controlar a exposição ao risco de mercado para as posições do Banco, abrangendo tos as fontes relevantes de risco de mercado, e gerar relatórios tempestivos e abrangentes para a área de negócios, Diretoria Instituição e demais stakeholders. 3.2 POLÍTICAS & PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS Dentre as políticas que norteiam as ativides Área de Risco de Mercado destacamse como mais importantes: VaR & Backtesting O Valor em Risco (VaR) é uma metodologia para medir o risco de mercado de uma carteira de instrumentos financeiros. O VaR é definido como o prejuízo máximo esperado para um determinado horizonte de tempo do um certo nível de confiança. Dentro do ABN AMRO, o VaR é calculado através aborgem de simulação histórica. Um nível de confiança de 99% e um horizonte de 1 dia são usados juntamente com 301 dias de histórico de negociação. Adicionalmente à simulação histórica também se calcula para o portfólio local o VaR pelo modelo paramétrico de modo a melhor se ajustar a realide mais volátil do mercado brasileiro. A Valição do VaR tem o papel de fornecer ao departamento de Gestão de Risco e à Diretoria compreensão quanto a adequação, as propriedes e as limitações de seu modelo de gestão de risco; avaliar a precisão e adequação do modelo de VaR em geral; analisar as características dos resultados de VaR em relação ao PnL realizado e 2

4 hipotético e procurar possíveis melhorias. Um outlier de backtesting ocorre para uma carteira em particular e para qualquer dia útil, se ou o PnL Limpo ou o hipotético para esse dia útil mostrar uma per que em magnitude absoluta exce o VaR 99% de um dia reportado para esse dia útil Testes de Estresse Testes de Estresse e de Cenários foram projetados para se concentrar especificamente sobre eventos extremos, ou seja, eventos fora do intervalo de confiança do VaR. Além disso, o desenvolvimento de um programa de testes para a carteira de negociação deve levar em consideração fatores que não podem ser adequamente capturados pelo modelo de VaR aprovado. Um programa bem projetado irá melhorar a compreensão alta administração sobre o tamanho e as fontes dessas pers potenciais, além de facilitar a ação preventiva em termos de redução de riscos e conservação de capital em períodos de condições extremas de mercado. Neste sentido, o objetivo do programa é proporcionar a análise de risco e elaboração de relatórios para que a gerência sênior não se depare com surpresas em termos de pers na carteira de negociação. Para o portfólio local, além dos cenários globais também são consideras condições específicas do mercado local/regional (LATAM) Risco de Juros na Carteira não Classifica como Negociação A política relaciona objetiva descrever a aborgem que o Grupo ABN AMRO assume em relação à gestão dos riscos de mercado materiais presentes nas carteiras não classificas como negociação em com sua estratégia, apetite de risco e estrutura de limite, enquanto atende às restrições dos reguladores, s agências de classificação e gerência. Consequentemente, esta política determina os princípios, a estrutura de governança e a organização para gestão dos riscos de mercado material nas carteiras não classificas como negociação. Dentre as medis de risco usas para monitorar o risco de juros nas carteiras não classificas como negociação estão o uso de PV01, que capta a sensitivide do portfólio à variações de 1bps paralelo na curva de juros, e EVE, que mede o efeito sobre o valor líquido dos ativos e passivos do banco de choques paralelos (maiores do que 1bps) aplicados sobre as taxas de juros; Monitoramento de Limites O documento que versa sobre o assunto estabelece a política para a definição de limites de risco de mercado. Limites de risco de mercado são restrições estratégicas que refletem a tolerância do banco ao risco, a natureza s ativides de negociação e as habilides de negociação e gestão percebis. O departamento de Risco de Mercado desenvolveu um modelo de definição de limites que possui dois objetivos principais: primeiro, proteger o capital e os rendimentos do banco, e segundo, permitir que os traders assumam riscos ao apoiar negócios de clientes. Os limites impedem o acúmulo de riscos de mercado além do apetite do banco e refletem os mantos s unides de negociação. A estrutura de limites locais de risco de mercado controlados pelo AAB Brasil encontrase relaciona no documento Estrutura de Limites, Decisão e Alças Locais de Risco de Mercado, aprovado pelo Comitê Executivo do Banco. Em complemento à política de monitoramento de limites, os procedimentos (a) Aprovação Periódica de Limites Locais de Risco de Mercado, (b) Aprovação de Operações ad hoc, (c) Monitoramento de Limites de Risco de Mercado; e (d) 3

5 Monitoramento Intray de Operações explicitam como a estrutura de limites é aplica no AAB Brasil. 3.3 SISTEMAS & RELATÓRIOS Para o monitoramento do risco de mercado de tos as carteiras do Banco como detalhado a cima, o Banco ABN AMRO utilizase de sistema terceirizado MITRA/Luz desenvolvido por empresa especializa. Mitra, o motor de risco local, é alimentado diariamente por 3 sistemas legados: um de Derivativos, um de Câmbio (FX) e um de Ren Fixa/Empréstimos. Tos as conexões são automatizas (interfaces), sem intervenção manual. O Mitra também é a fonte local para curvas. Há um processo diário após o encerramento dos negócios, onde os sistemas de backoffice são alimentados com essas curvas, a fim de garantir a consistência entre os números, principalmente MTM, VaR e PnL. Diariamente um relatório contendo as exposições de risco de mercado, o consumo de seus limites, bem como as principais informações de mercado, é produzido e o enviado para uma lista de distribuição interna do Banco. 3.4 INFORMAÇÕES DE NATUREZA QUANTITATIVA Valor total carteira de negociação R$mil dezembro/2014 março/2015 Taxas de Juros Taxas de Câmbio Preços de Ações Preços de Commodities Impacto no resultado de choques nas taxas de juros sobre as operações não classificas na carteira de negociação R$mil dezembro/2014 março/2015 Valor Carteira EVE Total Total (0,03) (2,17) USD USD 924 (0,03) (2,21) 1 Informações atualizas trimestralmente 4

6 3.4.3 Total exposição a instrumentos financeiros derivativos R$mil dezembro/2014 março/2015 Taxas de Juros Taxas de Câmbio Preços de Ações Preços de Commodities Taxas de Juros Taxas de Câmbio Preços de Ações 11,819 3,206 12,797 9,600 Preços de Commodities Taxas de Juros Taxas de Câmbio Preços de Ações Preços de Commodities Taxas de Juros Taxas de Câmbio Preços de Ações Preços de Commodities Onshore Offshore Contraparte Central Balcão Contraparte Central Balcão 4 RISCO DE CRÉDITO Risco de Crédito, nos termos Resolução do Banco Central do Brasil, é definido como a possibilide de ocorrência de pers associas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedis na renegociação e aos custos de recuperação. 5

7 4.1 METODOLOGIA EMPREGADA A Estrutura de Gestão e Controle de Risco de Crédito conta com um robusto conjunto de políticas, procedimentos e sistemas que são funmentados em uma clara estratégia e apetite de risco. Essas políticas estão estabelecis de forma a salvaguarr e controlar o perfil de risco do banco, suportar uma gestão de risco efetiva e eficiente por to a organização, e orientar os processos e sistemas de gestão de risco. Tal estrutura está apta a adequamente identificar, medir, monitorar, controlar, mitigar e reportar a exposição aos riscos de crédito, sejam oriundos carteira de negociação ou s posições não destinas à negociação, de forma a proteger o AAB Brasil de exposições a risco não desejas. O AAB Brasil conta com um arcabouço de políticas e procedimentos cujo objetivo é o de fornecer segurança de que os riscos associados com o estabelecimento e manutenção de relações de crédito com contrapartes sejam considerados e endereçados de forma apropria. Na medi em que um relacionamento de crédito é contemplado, são requeris a análise de crédito e a classificação de risco contraparte, bem como o estabelecimento de limites de crédito para a mesma. 4.2 RESPONSABILIDADES A área de Análise de Crédito (sob gestão do Departamento de Risco) é responsável pela análise de clientes e contrapartes para aprovações de limites de operações envolvendo risco de crédito, bem como as garantias e colaterais aplicáveis. O Comitê de Crédito Local ( BRLCC ) é responsável por avaliar e tomar decisões acerca identificação, gerenciamento, monitoramento e reporte s exposições de risco de crédito do AAB Brasil e de suas subsidiárias e entides financeiras (se aplicável), bem como a identificação e o monitoramento s exposições a risco de crédito de entides não financeiras pertencentes ao Grupo ABN AMRO no Brasil. 4.3 INFORMAÇÕES DE NATUREZA QUANTITATIVA 2 A exposição a risco de crédito referente ao trimestre encerrado em 31 de março de 2015 é apresenta nas tabelas a seguir Valor total s exposições e valor exposição média no trimestre R$mil Valor total exposição de risco de crédito dezembro/2014 março/ , ,938 2 Informações atualizas trimestralmente 6

8 4.3.2 Percentual s exposições dos dez e dos cem maiores clientes em relação ao total s operações com característica de concessão de crédito % dezembro/2014 março/2015 Percentual dos 10 maiores clientes 73% 75% Percentual dos 100 maiores clientes 100% 100% **a carteira de crédito do AAB Brasil era composta por 28 clientes na tabase dezembro/14 e por 26 clientes na tabase março/ Prazo a decorrer s operações e montante s operações em atraso, bruto de provisões e excluís as operações já baixas para prejuízo Carteira Total A Vencer até 6 meses entre 6 meses e 1 ano entre 1 e 5 anos acima de 5 anos Carteira Total a Vencer dezembro/2014 março/ , , , , , ,938 Vencis entre 15 e 60 dias entre 61 e 90 dias entre 91 e 180 dias enre 181 e 360 dias acima de 360 dias Carteira Total Venci Carteira Total 844, , Montante de provisões para pers relativas às exposições de risco de crédito, segmentado por setor econômico Total de provisão para devedores duvidosos Rural Indústria Comércio Instituição Financeira Outros Serviços Pessoa Física Habitação dezembro/2014 março/ ,626 1, Total de provisão para devedores duvidosos 2,537 2,690 7

9 Saldo em dezembro 2014 (2,537) Provisão constituí (153) Reversão de provisão Transferência para prejuízo Saldo em março 2015 (2,690) Fluxo de operações baixas para prejuízo dezembro/2014 março/2015 Operações baixas para prejuízo Regiões geográficas com exposições significativas Região CentroOeste Nordeste Norte Sudeste Sul Setor econômico com exposições significativas Setor de atuação do beneficiário/cnae 2.1 Rural Indústria Comércio Instituição Financeira Outros Serviços Pessoa Física Habitação dezembro/2014 março/ ,038 13,171 47,392 48, , , , ,931 dezembro/2014 março/ , , , ,377 69,287 70,645 Total carteira antes cessão Cessão de créditos com coobrigação Total carteira 844, , , ,938 8

10 Informações relativas ao risco de crédito contraparte Garantia / Produtos dezembro/2014 março/2015 Empréstimos Crédito Pessoal ACC/ACE Total Volumes (R$mil) Volumes (R$mil) Volumes (R$mil) Volumes (R$mil) 844, , , ,938 Garantias Garantias Garantias Garantias As operações de ACC/ACE contam com garantias que mitigam o risco de crédito contraparte, julgas suficientes pela área de risco de crédito do Banco ABN AMRO S.A.. Tais garantias contudo não foram utilizas como mitigadores para fins de cálculo de risco de crédito. Informações relativas às operações de ven ou transferência de ativos financeiros e às operações com títulos Fluxo s exposições cedis no trimestre com transferência substancial dos riscos e benefícios Nos trimestres anteriores (1º, 2º, 3º e 4º trimestre de 2014) e no trimestre atual (31 de março de 2015) não houveram aquisição ou cessão de créditos. 5 RISCO OPERACIONAL Risco Operacional, nos termos Resolução nº do Banco Central do Brasil, é definido como a possibilide de ocorrência de pers resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou eventos externos. 5.1 METODOLOGIA EMPREGADA A Estrutura de Gestão e Controle de Risco Operacional do AAB Brasil baseiase em políticas e procedimentos, adequados aos requerimentos Resolução CMN e demais normativos aplicáveis estabelecidos pelo CMN e pelo Banco Central do Brasil. A gestão contínua dos riscos operacionais está organiza em ciclos. Quatro importantes passos desse ciclo são assinalados a seguir: 1) Identificação dos riscos operacionais (históricos ou potenciais); 9

11 2) Mensuração dos riscos operacionais identificados para determinação exposição; 3) Gestão o risco, isto é, decisão sobre a resposta ao risco (aceitar, mitigar, transferir ou evitar); 4) Monitoramento dos resultados s decisões (planos de ação ou riscos aceitos). 5.2 RESPONSABILIDADES A ativide de gestão e controle do risco operacional do AAB Brasil é realiza por uma unide especificamente designa para essa função. Essa unide é responsável pela identificação, avaliação, monitoramento, controle, mitigação e reporte exposição aos riscos operacionais de ca instituição do Grupo ABN AMRO sedia no Brasil e do conglomerado financeiro como um todo, bem como pela identificação e acompanhamento do risco operacional de suas empresas não financeiras integrantes do consolido econômicofinanceiro, e do risco operacional decorrente de serviços terceirizados relevantes para o funcionamento regular instituição, antecipando as respectivas contingências aproprias. De forma integra às ativides anteriormente assinalas, dentre as responsabilides unide de gestão e controle do risco operacional também estão incluídos (i) o registro e armazenamento s informações relevantes às pers associas ao risco operacional, (ii) a geração de relatórios que permitam a identificação e correção de eventuais deficiências de controle e de gestão do risco operacional para a diretoria do AAB Brasil e (iii) s informações associas ao risco operacional componentes dos relatórios regulatórios aplicáveis. É responsabilide Diretoria e do gestor de ca área manter a área de risco operacional informa sobre a existência de novos processos ou alterações nos processos existentes, de modo que possam ser avaliados com base nessa norma interna. A comunicação sobre os riscos é uma parte importante do processo de gestão e controle dos riscos operacionais. Ca indivíduo deve possuir um entendimento comum do nível de risco em questão. De forma a assegurar um claro compartilhamento de informações sobre risco operacional deve ser aplicado um procedimento de classificação de risco em categorias. 5.3 CÁLCULO DO RISCO OPERACIONAL O Banco ABN AMRO S.A. utiliza o método indicador básico (BIA) para o cálculo do Risco Operacional. 6 RISCO DE LIQUIDEZ O controle de Risco de Liquidez consiste em verificar a capacide do Banco em converter seus ativos em recursos suficientes para honrar os eventuais passivos existentes, mesmo em situações adversas. 10

12 O controle de Risco de Liquidez do Banco ABN AMRO é realizado diariamente por meio de um controle desenvolvido internamente com esta finalide, alimentado de todos os ativos existentes na carteira do Banco, bem como dos passivos assumidos, obtidos por meio de outros sistemas utilizados pela instituição. Por fim, é realizado um stress test, tendo como base critérios de cenário de mercado previamente definido pela Diretoria. 7 POLÍTICA DE HEDGE Quando aprovado em Comitê, operações de derivativos serão utilizas com o fim de promover o hedge de operações de crédito e/ou dos instrumentos de captação existentes. Tais operações serão objetos de hedge quando o seu volume, tamanho e/ou prazos possibilitarem ou compensarem o custo do instrumento de hedge, a ser avaliado pelo Comitê designado. 8 GERENCIAMENTO DE CAPITAL A estrutura de gerenciamento de capital mantém processos contínuos de monitoramento e controle dos níveis adequados de capital para fazer face aos riscos inerentes as ativides do Banco, ado ao plano de negócios estabelecido pela Diretoria. Esta estrutura é responsável pela elaboração de políticas e estratégias que estabeleçam mecanismos e procedimentos que possibilitem a identificação e análise dos riscos relevantes aos quais o Banco está exposto no intuito de manter o capital compatível com tais riscos. Adicionalmente, é responsável pela divulgação periódica de relatórios gerenciais sobre a adequação do capital, a elaboração do plano de capital para o horizonte de três anos, a simulação de eventos severos e condições extremas de mercado, bem como a avaliação destes impactos sobre o capital. A estrutura organizacional de gerenciamento de capital está em conformide com as regulamentações locais e com as melhores práticas do mercado 11

13 9 LIMITES OPERACIONAIS E BASILÉIA III 9.1 Detalhamento do patrimônio de referência (PR) e dos ativos ponderados por risco (RWA) Com o objetivo de implementar no Brasil as recomenções do Comitê de Supervisão Bancária de Basiléia, o Bacen, emitiu, em março de 2013, normas acerca nova definição de capital e dos requerimentos de capital regulamentar que passaram a vigorar a partir de 1º de outubro de Adicionalmente o Bacen publicou a Circular que trata sobre a divulgação de informações referentes à gestão de riscos, à apuração do montante dos ativos ponderados pelo risco (RWA) e à apuração do Patrimônio de Referência (PR). Essa norma revogou a Circular a partir de 30 junho de Os índices apurados de acordo com as regras vigentes em 31 de março de 2015 estão apresentados a seguir: Dezembro/2014 Março/2015 Patrimônio de Referência (PR) Patrimônio de Referência Nível I (PR_I) Capital Principal Patrimônio de Referência Nível II (PR_II) Ativos Ponderados Pelo Risco (RWA) Parcela RWA CPAD FPR 2% FPR 20% FPR 50% FPR 100% FPR 250% FPR 300% FPR 100% (114) (286) FPR 300% (4.363) (7.741) Parcela RWA MPAD RWA CAM Parcela RWA opad Parcela R BAN Patrimônio de Referência mínimo para o RWA (11%) Índice de Basiléia 54% 43% Índice de Capital Principal 54% 43% Índice Nível 1 54% 43% Índice de Imobilização 2% 2% 12

14 9.2 Avaliação de suficiência e adequação do Patrimônio de Referência A estrutura de gerenciamento de capital considera os atuais níveis de capital regulatório suficientes para fazer face aos riscos a que o Banco está sujeito. São realizas avaliações continuas e monitoramento constantes dos níveis de capital em consonância com o planejamento estratégico e, inclusive, em função de possíveis munças regulatórias ou de mercado. Para mais informações relativas a composição do Patrimônio de Referência (PR) e informações sobre a adequação do PR vide Anexo 1 em conformide com a Circular 3.678/13. Anexo 1 Composição do Patrimônio de Referência (PR) e informações sobre a adequação do PR Capital Principal: instrumentos e reservas Valor (R$ mil) 1 Instrumentos Elegíveis ao Capital Principal Reservas de lucros Valor sujeito a tratamento transitório (R$ mil) 1 3 Outras receitas e outras reservas (1.672) 4 5 Instrumentos autorizados a compor o Capital Principal antes entra em vigor Resolução nº 4.192, de 2013 Participação de não controladores em subsidiárias integrantes do conglomerado, não dedutível do Capital Principal 6 Capital Principal antes dos ajustes prudenciais Capital Principal: ajustes prudenciais 7 Ajustes prudenciais relativos a apreçamento de instrumentos financeiros Ágios pagos na aquisição de investimentos com funmento em expectativa 8 de rentabilide futura Valor (R$ mil) 9 Ativos intangíveis (213) Créditos tributários decorrentes de prejuízos fiscais e de base negativa de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido e os originados dessa contribuição relativos a períodos de apuração encerrados até 31 de dezembro de 1998 Ajustes relativos ao valor de mercado dos instrumentos financeiros derivativos utilizados para hedge de fluxo de caixa de itens protegidos que não tenham seus ajustes de marcação a mercado registrados contabilmente. Diferença a menor entre o valor provisionado e a per espera para instituições que usam IRB 13 Ganhos resultantes de operações de securitização 14 Ganhos ou pers advindos do impacto de munças no risco de crédito instituição na avaliação a valor justo de itens do passivo 15 Ativos atuariais relacionados a fundos de pensão de benefício definido 16 Ações ou outros instrumentos de emissão própria autorizados a compor o Capital Principal, adquiridos diretamente, indiretamente ou de forma sintética 17 Investimentos cruzados em instrumentos elegíveis ao Capital Principal (2.580) Valor sujeito a tratamento transitório (R$ mil) 1 13

15 18 19 Valor agregado s participações inferiores a 10% do capital social de instituições autorizas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e de instituições financeiras no exterior não consolis, de empresas assemelhas a instituições financeiras não consolis, de sociedes seguradoras, resseguradoras, de capitalização e de entides abertas de previdência complementar, que exce 10% do valor do Capital Principal, desconsiderando deduções específicas Participações superiores a 10% do capital social de instituiçõesautorizas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e de instituições financeiras no exterior não consolis, de empresas assemelhas a instituições financeiras não consolis, de sociedes seguradoras, resseguradoras, de capitalização e de entides abertas de previdência complementar 20 Mortgage servicing rights 21 Créditos tributários decorrentes de diferenças temporárias que depenm de geração de lucros ou receitas tributáveis futuras para sua realização, acima do limite de 10% do Capital Principal, desconsiderando deduções específicas 22 Valor que excede a 15% do Capital Principal 23 do qual: oriundo de participações no capital social de instituições autorizas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e de instituições financeiras no exterior não consolis, no capital de empresas assemelhas a instituições financeiras que não sejam consolis, de sociedes seguradoras, resseguradoras, de capitalização e de entides abertas de previdência complementar 24 do qual: oriundo de direitos por serviços de hipoteca do qual: oriundo de créditos tributários decorrentes de diferenças temporárias 25 que depenm de geração de lucros ou receitas tributáveis futuras para sua realização 26 Ajustes regulatórios nacionais 26.a Ativos permanentes diferidos Investimento em dependências, instituições financeiras controlas no exterior ou entides não financeiras que componham o conglomerado, em 26.b relação às quais o Banco Central do Brasil não tenha acesso a informações, dos e documentos Instrumentos de captação elegíveis ao Capital Principal emitidos por 26.c instituições autorizas a funcionar pelo Banco Central do Brasil ou por instituições financeira no exterior, que não componham o conglomerado 26.d Aumento de capital social não autorizado 26.e Excedente ao valor ajustado de Capital Principal 26.f Depósito para suprir deficiência de capital 26.g Montante dos ativos intangíveis Circular nº 3.678, de 31 de outubro de 2013 constituídos antes entra em vigor Resolução nº 4.192, de h Excesso dos recursos aplicados no Ativo Permanente 26.i Destaque do PR 26.j 27 Outras diferenças residuais relativas à metodologia de apuração do Capital Principal para fins regulatórios Ajustes regulatórios aplicados ao Capital Principal em função de insuficiência do Capital Complementar e de Nível II para cobrir deduções 28 Total de deduções regulatórias ao Capital Principal (2.793) 29 Capital Principal Capital Complementar: instrumentos Valor (R$ mil) Valor sujeito a tratamento transitório (R$ mil) 1 30 Instrumentos elegíveis ao Capital Complementar 31 dos quais: classificados como capital social conforme as regras contábeis 32 dos quais: classificados como passivo conforme as regras contábeis 14

16 Instrumentos autorizados a compor o Capital Complementar antes entra em vigor Resolução nº 4.192, de 2013 Participação de não controladores em subsidiárias integrantes do conglomerado, não dedutível do Capital Complementar dos quais: instrumentos emitidos por subsidiárias antes entra em vigor Resolução nº 4.192, de Capital Complementar antes s deduções regulatórias Capital Complementar: deduções regulatórias Valor (R$ mil) Valor sujeito a tratamento transitório (R$ mil) 1 37 Ações ou outros instrumentos de emissão própria, autorizados a compor o Capital Complementar, adquiridos diretamente, indiretamente ou de forma sintética Circular nº 3.678, de 31 de outubro de Investimentos cruzados em instrumentos elegíveis ao capital complementar 39 Valor agregado dos investimentos inferiores a 10% do capital social de instituições autorizas a funcionar pelo Banco Central do Brasil ou de instituições financeiras no exterior que não componham o conglomerado e que exce 10% do valor do Capital Complementar 40 Participações superiores a 10% do capital social de instituições autorizas a funcionar pelo Banco Central do Brasil ou por instituição financeira no exterior, que não componha o conglomerado 41 Ajustes regulatórios nacionais 41.a Instrumentos de captação elegíveis ao Capital Complementar emitidos por instituições autorizas a funcionar pelo Banco Central do Brasil ou por instituições financeiras no exterior que não componham o conglomerado, considerando o montante inferior a 10% do valor do Capital Complementar 41.b Participação de não controladores no Capital Complementar 41.c 42 Outras diferenças residuais relativas à metodologia de apuração do Capital Complementar para fins regulatórios Ajustes regulatórios aplicados ao Capital Complementar em função de insuficiência do Nível II para cobrir deduções 43 Total de deduções regulatórias ao Capital Complementar 44 Capital Complementar 45 Nível I Nível II: instrumentos 46 Instrumentos elegíveis ao Nível II 47 Instrumentos autorizados a compor o Nível II antes entra em vigor Resolução nº 4.192, de Participação de não controladores em subsidiárias integrantes do conglomerado, não dedutível do Nível II 49 dos quais: instrumentos emitidos por subsidiárias antes entra em vigor Resolução nº 4.192, de Excesso de provisões em relação à per espera no IRB 51 Nível II antes s deduções regulatórias 52 Nível II: deduções regulatórias Ações ou outros instrumentos de emissão própria, autorizados a compor o Nível II, adquiridos diretamente, indiretamente ou de forma sintética 53 Investimentos cruzados em instrumentos elegíveis ao Nível II 54 Valor agregado dos investimentos inferiores a 10% do capital social de instituições autorizas a funcionar pelo Banco Central do Brasil ou de instituições financeiras no exterior que não componham o conglomerado, que Valor (R$ mil) Valor (R$ mil) Valor sujeito a tratamento transitório (R$ mil) 1 Valor sujeito a tratamento transitório (R$ mil) 1 15

17 exce 10% do valor do Nível II 55 Investimentos superiores a 10% do capital social de instituições autorizas a funcionar pelo Banco Central do Brasil ou de instituições financeiras no exterior, que não componham o conglomerado 56 Ajustes regulatórios nacionais 56.a Instrumentos de captação elegíveis ao Nível II emitidos por instituições autorizas a funcionar pelo Banco Central do Brasil ou por instituições financeiras no exterior, que não componham o conglomerado 56.b Participação de não controladores no Nível II 56.c Outras diferenças residuais relativas à metodologia de apuração do Nível II para fins regulatórios 57 Total de deduções regulatórias ao Nível II 58 Nível II 59 Patrimônio de Referência (Nível I + Nível II) Total de ativos ponderados pelo risco Índices de Basileia e Adicional de Capital Principal % 61 Índice de Capital Principal (ICP) 42,53% 62 Índice de Nível I (IN1) 42,53% 63 Índice de Basileia (IB) 42,53% 64 Valor total de Capital Principal emanado especificamente para a instituição (% dos RWA) 65 do qual: adicional para conservação de capital 66 do qual: adicional contra cíclico 67 do qual: adicional para instituições sistemicamente importantes em nível global (GSIB) 68 Montante de Capital Principal alocado para suprir os valores demandos de Adicional de Capital Principal (% dos RWA) Mínimos Nacionais % 69 Índice de Capital Principal (ICP), se diferente do estabelecido em Basileia III 70 Índice de Nível I (IN1), se diferente do estabelecido em Basileia III 71 Índice de Basileia (IB), se diferente do estabelecido em Basileia III Valores abaixo do limite para dedução (não ponderados pelo risco) Valor agregado s participações inferiores a 10% do capital social de empresas assemelhas a instituições financeiras não consolis, de 72 sociedes seguradoras, resseguradoras, de capitalização e de entides abertas de previdência complementar Participações superiores a 10% do capital social de empresas assemelhas a instituições financeiras não consolis, de sociedes seguradoras, 73 resseguradoras, de capitalização e de entides abertas de previdência complementar 74 Mortgage servicing rights 75 Créditos tributários decorrentes de diferenças temporárias, não deduzidos do Capital Principal Limites à inclusão de provisões no Nível II Valor (R$ mil) Valor (R$ mil) Valor sujeito a tratamento transitório (R$ mil) 1 16

18 Provisões genéricas elegíveis à inclusão no Nível II relativas a exposições sujeitas ao cálculo do requerimento de capital mediante aborgem padroniza Limite para a inclusão de provisões genéricas no Nível II para exposições sujeitas à aborgem padroniza Provisões elegíveis à inclusão no Nível II relativas a exposições sujeitas ao cálculo do requerimento de capital mediante aborgem IRB (antes aplicação do limite) Limite para a inclusão de provisões no Nível II para exposições sujeitas à aborgem IRB Instrumentos autorizados a compor o PR antes entra em vigor Resolução 4.192, de 2013 (aplicável entre 1º de outubro de 2013 e 1º de janeiro de 2022) Limite atual para os instrumentos autorizados a compor o Capital Principal antes entra em vigor Resolução nº 4.192, de Valor excluído do Capital Principal devido ao limite 82 Instrumentos autorizados a compor o Capital Complementar antes entra em vigor Resolução nº 4.192, de 2013 Valor (R$ mil) Valor sujeito a tratamento transitório (R$ mil) 1 83 Valor excluído do Capital Complementar devido ao limite 84 Instrumentos autorizados a compor o Nível II antes entra em vigor Resolução nº 4.192, de Valor excluído do Nível II devido ao limite Adicionalmente, informamos que em 31 de Março de 2015 não há montantes relativos a instrumentos que integram o Patrimônio de Referência descritos no Anexo 2 em conformide com a Circular 3.678/13. 17

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