Distribuição gratuita. janeiro fevereiro março 2013 nº148

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1 Distribuição gratuita janeiro fevereiro março 2013 nº148

2 Ficha Técnica janeiro fevereiro março 2013 n148 Título da Publicação EDA Informa Propriedade Electricidade dos Açores, S.A. NIPC: Sede de Redação Rua Francisco Pereira Ataíde, nº Ponta Delgada Diretor Emanuel Fernandes Diretora Adjunta Cláudia Fontes Design Rui Goulart (Novabase) Colaboradores Aires Ferreira/ Aléxio Chaves / Ana Paula Pereira / António Melo / Luís Gomes / Marco Silveira / Rui Pimentel / Teodomiro Silveira Foto de Capa Mário Nelson Fotografia Rui Goulart / Virgílio Guerra / Banco de Imagens EDA Edição Electricidade dos Açores, S.A. Impressão COINGRA Parque Industrial da Ribeira Grande Lote Ribeira Grande Revista Trimestral Tiragem 1500 Distribuição Gratuita Registo na ERC:

3 148 DESTAQUES Corvo Sustentável Quem é QUEM Jovito Silva

4 PLANO ESTRATÉGICO PLURIANUAL "É POR ISSO QUE GOSTARIA DE VOS DIZER QUE A NOSSA EMPRESA TEM FUTURO." Em dezembro último tinha escrito no enquadramento do Plano Estratégico Plurianual, aprovado pela Assembleia Geral da EDA, o seguinte: O Governo da República prevê para 2013 uma diminuição do PIB em cerca de 1% e uma taxa de desemprego da ordem dos 16%. A Unidade Técnica de Apoio Orçamental da Assembleia da República admite que os efeitos recessivos das novas medidas de austeridade podem vir a ser superiores aos previstos pelas entidades oficiais. O FMI aponta para uma recessão em Portugal em 2013 nunca inferior a 2.8%. Passados que são alguns meses verifica-se que o desemprego disparou. Segundo o EUROSTAD, a taxa de desemprego em Portugal em janeiro de 2013 atingiu já os 17,6% e não se vê que venha a diminuir ao longo deste ano. O próprio Governo da República prevê, agora, uma recessão da ordem dos 2%. Ninguém, hoje, acredita que a retoma económica surja este ano, mesmo que adiem ou suavizem os tão propalados cortes estruturais de 4 mil milhões de euros. Embora as perspetivas de financiamento comecem lentamente a melhorar, os efeitos da travagem forçada, a que fomos todos sujeitos, ainda estão longe de terem chegado ao fim. Se a redução no consumo de eletricidade pode ser considerada pequena, quando comparada com a que ocorreu noutras atividades económicas, como seja o comércio, a construção civil ou até o turismo, a realidade é que nunca na história da EDA tivemos redução na procura de eletricidade. Estou em crer, e assim apontam os diversos analistas do sector, que mal passarmos este período crítico voltaremos a crescer. Todos os dias surgem novas aplicações elétricas, basta ver os nossos jovens e a sua dependência dos diversos equipamentos que consomem eletricidade, sejam eles o computador, o ipad, a televisão, os jogos eletrónicos, os telemóveis, os MP3 ou os ipods. Apesar de estarmos, hoje, mais conscientes para a necessidade de sermos mais eficientes em termos energéticos, até porque as dificuldades económicas das empresas e das famílias assim o obrigam, a realidade é que cada vez menos suportamos o frio ou o calor e cada vez mais pretendemos mais conforto e bem-estar à nossa volta. Por outro lado, com o aumento do preço dos combustíveis fósseis, a eletricidade, que incorpora na sua produção uma elevada penetração de fontes de energias renováveis, começa a ser competitiva em muitas atividades onde o gás, a gasolina e o gasóleo dominam o mercado. Estou a falar não só dos transportes, mas também do aquecimento das casas e das águas sanitárias. Com os recentes aumentos do gás e com o custo que a Região tem para manter este preço, que é subsidiado em todas as ilhas dos Açores, torna-se cada vez mais competitivo o aquecimento elétrico, tanto mais que este pode ser feito, em boa parte, nas horas do vazio. É evidente que existe um custo na substituição de um esquentador por um cilindro elétrico, acoplado ou não a um painel solar. Mas trata-se de um investimento inicial que só se faz uma vez e que nos novos empreendimentos até é a solução mais adequada. Todos ficam a ganhar, o Governo Regional que poupa um custo permanente anual com a subsidiação do gás em todas as ilhas dos Açores, os consumidores que têm uma redução substantiva na sua fatura energética, a EDA que produz mais eletricidade, principalmente nas horas do vazio, e o ambiente que vê assim reduzida as emissões de gás com efeito de estufa. É por isso que gostaria de vos dizer que a nossa empresa tem futuro. Apesar da crise que estamos todos a atravessar e que afeta de forma diferenciada as várias empresas do Grupo, o sector elétrico voltará a crescer e o Grupo EDA irá continuar a prestar um inestimável contributo para o bem-estar e conforto da nossa sociedade EDITORIAL

5 DUARTE PONTE PRESIDENTE EDA 148 EDITORIAL 5

6 MONITORIZAÇÃO DA OFERTA E DA PROCURA DE ENERGIA ELÉTRICA ANÁLISE REFERENTE AO PERÍODO DE JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 Resumo da Procura de Energia Elétrica Consumo média tensão GWh Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez GWh Consumo baixa tensão Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Iluminação Pública Serviços Públicos Industriais Comércio e Serviços Industriais Serviços Públicos Domésticos Iluminação Pública Comércio e Serviços Em 2012, o consumo de energia elétrica na RAA apresentou uma redução, face a 2011, de 5,1%, ou seja, menos 39,4 GWh. As maiores diminuições deram-se nos segmentos domésticos (-17,5 GWh), comércio e serviços (-8,4 GWh) e indústria (-7,6 GWh). Constatou-se uma diminuição em todos os setores face ao ano transato. Ao nível dos serviços públicos, verificou-se uma redução do consumo que totalizou 4,6 GWh, menos 5,2% que em 2011, verificando-se reduções tanto em BT como em MT. Neste segmento sobressai a redução verificada na administração pública, defesa e segurança social obrigatória(1) (-2,4 GWh), em atividades de saúde humana(1) (-1,4 MWh) e na educação(1) (-990 MWh). Ao nível do comércio e serviços da Região as maiores reduções verificaram-se em estabelecimentos hoteleiros(1) (-2,6 GWh), no comércio a retalho em geral, que apresentou uma redução de 3,3 GWh e na restauração e estabelecimentos de bebidas (-2,4 GWh). O setor da indústria revelou uma redução do consumo (-7,6 GWh), menos 6,0% que em Esta evolução resultou de variações distintas em diferentes setores de mercado. As maiores reduções verificaram-se na fabricação de cimento(1) (menos 2,3 GWh que em 2011) na extração de areias, argilas e pedra(1) (-2,6 GWh), na captação, tratamento e distribuição de água(1) (-1,2 GWh) e na indústria transformadora da pesca e da aquacultura(1) (-882 MWh). Verificaram-se, também, reduções significativas nos sectores: fabricação de alimentos compostos para animais, indústrias da madeira e da cortiça e suas obras (exceto mobiliário) e fabricação de produtos de betão, gesso, cimento e marmorite. Com tendência inversa, o setor económico que apresentou maior crescimento diz respeito à industria de laticínios(1) (+1,3 GWh), à produção de eletricidade(1) (+481 MWh), à fabricação de alimentos homogeneizados e dietéticos (281 MWh) e indústria de conservação de frutos e produtos hortícolas(1) (+191 MWh). (1) Classificação Portuguesa de Atividades Económicas, Revisão 3 (CAE-Rev.3), aprovada pelo Decreto-Lei nº 381/2007, MERCADO

7 Sabia que, o Parque Eólico do Figueiral, na ilha de Santa Maria, foi inaugurado no dia 1 de setembro de 1988, com uma potência total de 240 kw, distribuída por oito geradores de 30 kw cada? Resumo da Oferta de Energia Elétrica Produção Acumulada Ponta Máxima (kw) Gasóleo 8,6% Térmica Adquirida 0,0% SMA GRA Hídrica 3,5% Geotérmica 16,7% SJG PIC FAI FLO Fuelóleo 63,3% Eólica 7,8% COR SMG Biogás 0,0% Outros 0,03% TER A produção de energia elétrica em 2012 totalizou 804,6 GWh, tendo-se verificado um decréscimo da produção de 4,2% comparativamente a igual período do ano transato, sendo 28,0% de origem renovável e 72,0% de origem térmica. No mix de produção, predominou a queima de fuelóleo, com 63,3% e o gasóleo com 8,6%. A energia geotérmica apresentou um decréscimo de -27,8% em comparação com o ano anterior, representando 16,7% da produção total da EDA, e 31,9% da ilha de São Miguel, a única ilha da região onde esta existe. A energia hídrica teve um decréscimo de 13,9%, enquanto a energia eólica cresceu 90,0%, face ao período homólogo. Estes dois tipos de energia representaram, até ao 3º trimestre de 2012, 11,3% da produção total. O decréscimo verificado na produção geotérmica deveu-se a uma avaria na central da Ribeira Grande (retomou atividade em Agosto de 2012), sendo que a redução verificada ao nível da energia hídrica se prende com a falta de disponibilidade do recurso primário. O crescimento da produção de energia eólica deveuse à entrada em exploração do parque eólico, nos Graminhais, São Miguel e ao aumento de capacidade do parque eólico da Serra do Cume, na Ilha Terceira. A ponta máxima, quando comparada com o período homólogo, evoluiu negativamente em todas as ilhas com variações entre 0,1% e 6,3%. Em São Miguel, a ponta máxima diminui 2990 kw (-4,1%), face a 2011 e na ilha Terceira decresceu 960 kw (-2,6%). PLCOR DIREÇÃO DE PLANEAMENTO CONTROLO DE GESTÃO E REGULAÇÃO 148 MERCADO 7

8 EEG Adjudicação e consignação de trabalho da empreitada de Ampliação e Requalificação do Aproveitamento Hidroelétrico de Além da Fazenda Foi assinado, a 10 de dezembro de 2012, o contrato que formaliza a adjudicação ao consórcio constituído pelas empresas OLIVEIRAS, S.A. e SOTECNOGAIO, S.A. a empreitada de Ampliação e Requalificação do aproveitamento hidroelétrico da Além da Fazenda e que integra intervenções no canal, na câmara de carga, na conduta forçada e na central. As obras irão ter um tempo de execução de 430 dias. No circuito hidráulico do aproveitamento hidroelétrico, o canal será alvo de uma beneficiação geral e de um alteamento, num troço específico, das suas paredes laterais. A câmara de carga será alvo de requalificação com a substituição de equipamentos hidromecânicos (comportas, limpa-grelhas, tomada de água) e adaptação com vista à integração na nova conduta forçada que será integralmente substituída, exigindo assim a reconstrução dos seus maciços. Na sala de máquinas da central os grupos G1, G2 e G3, instalados em 1966 e com a potência de 370 kva, serão GRUPOEDA

9 removidos e os seus maciços demolidos de forma a serem instalados dois novos grupos (G1N e G2N) com potência unitária de 640 kva. O G4, de 1983 e com uma potência de 740 kva, sofrerá uma beneficiação e automatização. Serão ainda requalificados os componentes elétricos e implementado um sistema de automação para operação em regime semiabandonado. Por fim irão ser efetuados trabalhos de reabilitação e requalificação de toda a infraestrutura da central e instalado um sistema de alarme e vigilância da mesma, passando a central a ser comandada remotamente, na nova Central Térmica das Lajes. Com a implementação deste novo projeto, estima-se que a contribuição dos recursos hídricos naquela ilha, volte a assumir os cerca de 70% da produção anual de eletricidade. LUÍS GOMES ALÉXIO CHAVES EEG A obra será coordenada pelo CINFE e a fiscalização dos trabalhos de construção civil e coordenação de segurança em obra estarão a cargo da NORMA Açores, S.A. Paralelamente, e na sequência das obras de remodelação da rede de transporte e distribuição da ilha, será também construída uma nova subestação de interligação da central ao novo posto de seccionamento de Santa Cruz. 148 GRUPOEDA 9

10 SEGMA Projeto Corvo Sustentável A ilha do Corvo, classificada Reserva da Biosfera pela UNESCO, está a empreender um projeto pioneiro de recurso a energias renováveis, que visa a instalação de painéis solares e bombas de calor em todas as habitações. A primeira fase do projeto está quase concluída e consistiu na colocação destes sistemas em 37 edifícios. Neste contexto a SEGMA, no âmbito do concurso público promovido pelo Município do Corvo, foi responsável pela instalação destes sistemas, que permitirão alcançar uma poupança de 70% na fatura energética para o aquecimento de águas sanitárias. Com cerca de 400 habitantes, a ilha do Corvo será a primeira ilha dos Açores e o primeiro município do país - com painéis solares e bombas de calor instalados em todos os edifícios, um projeto de referência que irá refletir-se numa poupança económica para as famílias e na redução significativa do consumo de combustíveis fósseis. Para além da importante poupança energética e da consequente poupança económica e preservação do meio ambiente, este projeto visa tornar a ilha do Corvo autossuficiente em termos energéticos, reduzindo a sua dependência do exterior e solucionando as dificuldades de abastecimento devido ao seu isolamento GRUPOEDA

11 A segunda fase do projeto irá abranger mais 108 edifícios e o seu início está previsto para o 2º trimestre de RUI PIMENTEL SEGMA Além da poupança energética que proporcionam, as soluções solares térmicas, por termossifão ou circulação forçada, evitam a emissão de gases nocivos para o ambiente. Igualmente eficientes são as bombas de calor que, através do princípio da termodinâmica, utilizam a energia acumulada no ar envolvente, fazendo uso de um compressor, amplificam-na e transformam-na para produzir água quente, reduzindo significativamente o consumo de energia. 148 GRUPOEDA 11

12 SEGMA Resultados conseguidos em 2012 Constituída por quadros jovens, a SEGMA tem sabido corresponder, de forma efetiva, à confiança, responsabilidades e expetativas na concretização dos objetivos e metas definidos. Os resultados conseguidos em 2012, em que o volume de negócios ultrapassou a barreira dos 5 Milhões de Euros, são elucidativos. Este sucesso resulta de valores éticos de rigor, de qualidade e de um esforço permanente de melhoria e reforço de competências, o que permite que exista um contínuo desenvolvimento da grande vantagem competitiva da SEGMA, o seu Capital Humano. É alicerçada no seu Capital Humano, a capacidade que a SEGMA possui de oferecer aos seus clientes soluções multidisciplinares de elevada complexidade, que mais nenhum concorrente da RAA consegue igualar. Apesar dos resultados obtidos, o ano de 2012 ficou caracterizado, a nível nacional e regional, como um ano em que a crise económica se aprofundou significativamente, empurrando o país para um clima generalizado de recessão económica. Este clima económico não tem final à vista e antevê-se a degradação desta situação. Portanto, as perspetivas para o ano de 2013 são muito sombrias e apontam para uma diminuição do consumo e do investimento. Apesar do cenário menos positivo, a SEGMA continua a preparar-se de uma forma otimista para dar, cada vez mais, uma melhor resposta às solicitações do mercado, entrar em novos negócios, formar novas competências e apresentar uma organização mais sólida, para continuar no rumo do sucesso mesmo num futuro incerto GRUPOEDA

13 A atividade da SEGMA é alicerçada num esforço de melhoria permanente no âmbito do produto engenharia, direcionado para a oferta de maisvalias aos seus Clientes em termos de melhoria da produtividade, segurança e conforto. Aliados ao nosso espírito e determinação, contamos com o talento, empenho e profissionalismo dos nossos colaboradores para vencer todos os desafios, renovando, a cada dia, a nossa ambição de continuar a ser uma empresa de referência, atenta às alterações do ambiente de negócio e que contribui para acrescentar valor ao GRUPO EDA e participar ativamente no processo de desenvolvimento sustentado da economia dos Açores. MARCO SILVEIRA SEGMA 148 GRUPOEDA 13

14 Jovito Silva 1. asceu no Continente, mas mais Npropriamente em que zona? Fale-nos um pouco da sua terra. Sou natural de Lamego, distrito de Viseu e fui criado numa pequena localidade chamada Rossas, que pertence à freguesia de Ferreirim, onde a maioria dos habitantes fazem parte da minha família. Lamego é uma cidade pequena, apesar disso tem uma das maiores romarias de Portugal que decorrem durante as festas da padroeira da cidade a Nª Sª dos Remédios o que faz com que a cidade ganhe uma nova vida durante esse período e que enche de orgulho a sua população. Da grande gastronomia característica de uma cidade do norte devo salientar aquilo que mais se destaca como é o caso do presunto da bôla de Lamego e do vinho do Douro. Desta forma só posso aconselhar uma visita a esta pequena mas bonita cidade, de preferência durante as suas festas que ocorrem em finais de agosto e início de setembro. 2. em boas recordações da sua infância? T Penso que tive uma excelente infância, sempre rodeado de família e de amigos acabando por viver grandes momentos. Todos se conheciam e como vivíamos muito próximos, permitiu enormes brincadeiras principalmente com os meus primos. Nesta fase não podia faltar uma das grandes paixões da minha vida (futebol) que praticava em qualquer esquina, acompanhado, sozinho, na escola, em casa, na rua, qualquer lugar era perfeito para dar um chuto numa bola. 3. omo foi o seu percurso escolar? Sempre Csoube a carreira que queria seguir? Apesar de pertencer à cidade de Lamego a cidade mais próxima da minha casa é Tarouca e por essa razão foi lá que iniciei a minha formação académica. Apesar disso no 7º ano acabei por ir estudar para Lamego onde frequentei a escola da Sé e mais tarde o Liceu Latino Coelho. Durante este período sempre estive ligado às turmas de desporto, no entanto, acabei por numa fase final optar pelo mundo da engenharia. Mais tarde continuei o meu percurso em Coimbra na Faculdade de Ciências e novas tecnologias onde terminei o curso de mestrado integrando em engenharia eletrotécnica e de computadores. 4. orquê a escolha pela Engenharia PEletrotécnica e de Computadores? Mesmo com a paixão pelo mundo do desporto quando cheguei ao 12º comecei a pensar no que a minha vida ia ser caso optasse por esse caminho e apesar de tudo acabei por procurar uma alternativa que me desse maiores garantias a nível profissional. O mestrado em engenharia eletrotécnica e de computadores veio, desta forma, abrir um novo rumo profissional. 5. pós terminar o seu Mestrado, começou Alogo a trabalhar? Como e onde foi a sua primeira experiência profissional? Tive a sorte de continuar a trabalhar na faculdade num projeto ligado à Schneider, onde realizei diversos testes a motores. Foi uma experiência enriquecedora pois permitiu uma aproximação a um trabalho mais prático completando um pouco a formação que adquiri QUEM É QUEM

15 Jovito Silva 6. ntrou, muito recentemente para a EDA, Enomeadamente para a ilha Graciosa. Como surgiu esta oportunidade? Terminei o curso e comecei a enviar o meu curriculum para várias empresas e de entre todas as que encontrei surgiu a EDA, que curiosamente foi a minha namorada que indicou. Enviei uma candidatura espontânea e acabei por ser contatado algum tempo depois pois havia uma vaga na Graciosa e queriam saber se estava interessado. Nessa altura estava a trabalhar na faculdade mas, como não era algo que queria seguir, disponibilizei-me a fazer a entrevista e acabou por ditar a minha vinda para os Açores para trabalhar na EDA. 7. ente-se preparado e confiante para abraçar Seste novo projeto? Quando aceitei a oportunidade de vir para a EDA não tinha uma total perceção da grandiosidade da empresa e isso só me veio dar mais força para agarrar esta oportunidade. Neste momento sinto que ainda tenho um longo caminho a percorrer para estar à altura das responsabilidades mas também que, com a ajuda que tenho recebido durante estes primeiros dias e com a disponibilidade de todos em ajudar-me naquilo que preciso, vou conseguir dar o meu melhor e segurar este novo projeto. 8. A sua vida conhece uma nova etapa, a todos os níveis. Um novo local, rotinas diferentes, responsabilidades novas. Quais as suas perspetivas? Sou uma pessoa muito otimista e isso acaba por facilitar a minha adaptação a novos locais a novas rotinas e a novas responsabilidades. Contudo sei que é uma mudança radical, estava a viver em Coimbra e acabo por sair de um grande centro para ingressar num meio que é muito mais pequeno mas acho que apesar disso vou conseguir, juntamente com a minha namorada, ultrapassar essas diferenças. Por outro lado esta oportunidade abre a nível profissional uma enorme porta e quero aproveitar ao máximo para evoluir como profissional e como homem. Num futuro próximo quero garantir uma maior estabilidade pessoal e profissional e penso que esta oportunidade me vai dar todas as condições para isso. 148 QUEM É QUEM CLÁUDIA FONTES SADMI 15

16 Nova Intranet do GRUPO EDA O Grupo EDA dispõe desde 28 de fevereiro de uma nova Intranet, com uma nova imagem e novas funcionalidades, vocacionada para a divulgação e partilha de informação, organização documental e pesquisa avançada de conteúdos. A solução foi desenvolvida em tecnologia Microsoft Sharepoint 2010, e foi desenhada para fazer a integração com outras ferramentas já em uso, com destaque para o Office 2010, Lync (ferramenta de comunicação interna), sistema de Registo e Circulação Documental (RCD), plataforma de Exchange, Windows 7 e sistema de autenticação e gestão de utilizadores (Active Directory). A imagem da nova intranet é centrada nos conteúdos da EDA, e é marcada por uma zona de topo com menus e informação adaptada em função do utilizador conectado. A barra cinzenta dá acesso às várias zonas do portal, permitindo navegar pelos sites das empresas do grupo EDA e várias unidades orgânicas. Toda a informação de interesse transversal ficou agrupada na Mediateca onde o utilizador pode consultar os anúncios (notas de imprensa, concursos, notas de interrupção, etc.), biblioteca (deliberações, manuais, etc.), publicações e o arquivo de multimédia da empresa (fotografias, vídeos, áudio). Na zona de projetos encontram-se os destaques e informação dos projetos transversais, bem como os sites temáticos que agregam informação e apontadores para sites de temas independentes das unidades orgânicas (ex.º SGQA, Serviços, Comissão de Trabalhadores e Grupo Recreativo da EDA). A barra amarela do menu é adaptada automaticamente em função do utilizador, permitindo visualizar informação sobre o número de s novos e distribuições RCD pendentes, aceder diretamente a estes sistemas e à zona privada do utilizador. A informação sobre meteorologia é adaptada de acordo com o local de trabalho do utilizador. Cada unidade orgânica possui duas zonas de trabalho principal - uma pública e virada para a divulgação interna, e outra privada e acessível aos colaboradores pertencentes à respetiva unidade orgânica. A gestão de acessos aos vários conteúdos é feita a vários níveis, desde a contribuição e aprovação de conteúdos na zona do Portal, passando por um nível de gestão GRUPOEDA

17 Nova Intranet do GRUPO EDA e customização ao nível de cada unidade orgânica realizada pelos utilizadores chave, até à gestão ao nível da biblioteca e documento. A plataforma disponibiliza também uma zona de trabalho personalizada para cada utilizador (A minha área) onde se encontra informação sobre o perfil profissional, interesses, sites, contatos, documentos privados ou partilhados, bem como a informação recolhida do sistema de recursos humanos (SAP) que permite a construção automática de um organograma, centrado no conteúdo que o utilizador está a consultar (pessoa ou departamento). Os utilizadores também têm a possibilidade de personalizar a fotografia utilizada no perfil da Intranet, Lync e sistema de , bem como estruturar os conteúdos e acessos à informação. utilizadores do Grupo EDA. O processo de entrada em produção compreendeu também a validação dos requisitos definidos por cada unidade orgânica, correções, personalização e migração dos conteúdos do Sharepoint 2003 e antiga Intranet. A passagem da informação das pastas de rede para o novo Portal é executada pelos vários utilizadores chave, sempre que se considera oportuno, e de acordo com as necessidades. O apoio aos utilizadores foi assegurado pela equipa de projeto da EDA, e suportado na própria solução por um site de ajuda (acessível no rodapé de qualquer página), onde o utilizador pode encontrar os contatos da equipa, manuais, dicas e questões frequentes. A ferramenta de pesquisa permite cruzar os critérios de pesquisa com os acessos de cada utilizador, permitindo uma pesquisa em todo o conteúdo acessível pelos acessos atribuídos ao utilizador. A entrada em produção foi precedida por ações de divulgação da solução, envolvendo a maioria dos AIRES FERREIRA ORSIF 148 GRUPOEDA 17

18 De janeiro a março 27 DE DEZEMBRO DE JANEIRO E 14 DE FEVEREIRO A Comissão Executiva renovou os donativos no âmbito do mecenato cultural ao Coliseu Micaelense e ao Teatro Micaelense e ao ANGRAJA- ZZ 15º Festival Internacional de JAZZ de Angra do Heroísmo. 14 DE FEVEREIRO A EDA adquiriu ao BANIF a participação que este detinha na SOGEO. Esta transação ocorreu como medida preparatória da fusão da EEG por incorporação na SOGEO. A SOGEO passou a contar apenas com um acionista - a EDA. Recorde-se que a SOGEO sucedeu ao consórcio geotérmico de São Miguel, tendo sido constituída em 17 de Abril de Na constituição, teve 12 fundadores que subscreveram o capital social através de entradas em espécie, constituídas pelo Poço Geotérmico, denominado CACHAÇO-LOMBADAS UM, sito na Vertente Norte da Encosta da Lagoa do Fogo, Ilha de São Miguel, Açores, e com a Central Geotérmica Piloto, sita na mesma Vertente da Encosta da Lagoa do Fogo. A exploração geotérmica em São Miguel para a produção de eletricidade decorreu a título de projetopiloto até à constituição da SOGEO. Reunião da Comissão Executiva com as primeiras linhas e com os membros dos órgãos de Gestão das empresas do Grupo. Foi na sala de Comando da Ex- Central Térmica de Ponta Delgada. Foi apresentado o Plano e Orçamento do ano em curso, o que ficou a cargo do PLCOR, ao que se sucederam apresentações individuais relativamente aos principais objetivos para o corrente ano e aos constrangimentos existentes para a sua concretização. 14 DE JANEIRO 28 DE MARÇO A Comissão Executiva nomeou o Eng.º Colwyn Mundell de Calado, em regime de comissão de serviço, por um período de três anos, e com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2013, para o cargo de Chefe de Departamento da Distribuição de São Jorge. Na sequência da aquisição pela EDA da participação do BANIF na SOGEO, a Assembleia Geral deliberou aprovar as alterações à composição dos órgãos sociais daquela empresa, com as seguintes designações: Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Dr. Fernando Manuel Rodrigues Ferreira; Presidente do Conselho Fiscal, Dra. Maria Conceição Costa Pimentel V. Arruda; Vogal do Conselho Fiscal, Dr. Luís Filipe Neves da Silva ACONTECEU

19 Muitos parabéns aos pais! NASCIMENTOS José Eliseu Toste Martins Filho: Miguel Pires Martins Data: 11 de janeiro de 2013 Miguel Ângelo M. Gonçalves Filha: Júlia Simões Gonçalves Data: 18 de janeiro de 2013 Maria Carolina Castelo de Sousa Filho: Manuel Luís Castelo de Sousa Data: 01 de fevereiro de 2013 Ricardo Jorge Cordeiro Custódio Filha: Vitória Meneses Custódio Data: 10 de fevereiro de 2013 Helga Carol Ribeiras Xavier Gomes Filha: Margarida Xavier Pimentel Data: 04 de março de 2013 Fábio Alexandre Costa Filho: Gabriel Henrique Araújo Costa Data: 22 de janeiro de ACONTECEU 19

20 Comissão de TRABALHADORES VISITA DE TRABALHO Instalações da EDA na Povoação No dia 5 de fevereiro de 2013, no âmbito das nossas competências, efetuámos visitas às novas instalações da EDA na Povoação e ao Balcão Comercial da Matriz, em Ponta Delgada. A visita às instalações da Povoação serviu para validarmos, no local, a operacionalidade e o nível de satisfação dos colaboradores que estão nestas novas instalações. Relembro que, no mandato anterior, efetuámos uma visita às instalações provisórias e constatámos que as condições de trabalho eram precárias e o balcão comercial estava nas instalações da RIAC. Da visita ao Balcão Comercial da Matriz, em Ponta Delgada, fomos alertados para algumas inconformidades. Uma das preocupações é o nível da segurança dos balcões. Julgamos nós que alguns dos reportes são transversais a outros balcões comerciais dos centros urbanos. Em tempo de crise, os clientes descarregam a sua revolta nos colaboradores que atendem os clientes. Neste capítulo da segurança, efetuámos recomendações para minimizar a integridade física e psicológica dos colaboradores do Balcão da Matriz. Verificámos que o regresso do balcão comercial ao edifício original tem originado mais procura à loja, já que está mais central na Vila da Povoação do que o edifício da RIAC COLABORADORES ANTÓNIO MELO COMISSÃO DE TRABALHADORES

21 DIA DE AMIGAS Grupo Recreativo da EDA Alegria e bons momentos... SÃO JORGE Há semelhança dos anos anteriores, um grupo de amigas do Grupo EDA, da ilha de São Jorge, comemorou o Dia de Amigas, num restaurante local, com a participação do GREDA. O ambiente foi de grande descontração e boa disposição, não fossem as mulheres por natureza divertidas. Para o ano lá estaremos! 148 COLABORADORES 21

22 Dia de Amigas e Amigos Grupo Recreativo da EDA SÃO MIGUEL O GREDA realizou, no passado dia 24 de janeiro, o almoço de amigas e amigos. Este ano, o almoço teve lugar no restaurante Club House, no Parque Urbano da cidade, com uma vista sobre Ponta Delgada verdadeiramente deslumbrante. Num ambiente de grande convívio, camaradagem e amizade, onde reinou a boa disposição e a alegria, o Presidente do Conselho de Administração da EDA, o Professor Duarte Ponte, entregou pessoalmente uma flor a cada uma das amigas presentes COLABORADORES

23 Dia de Amigas e Amigos PICO Na ilha do Pico, o dia também não passou em branco e, mais uma vez, os colegas reuniram-se para um almoço de confraternização. TEODOMIRO SILVEIRA GREDA 148 COLABORADORES 23

24 EXPRESSO BPI GOLF CUP 2012 Fernando Matos / Jorge Costa e Francisco Matos / Francisco Bettencourt A nossa equipa! Como tem sido tradição, desde que esta prova de Golf destinada a equipas de empresas se realiza nos Açores, a EDA ou o GREDA têm estado sempre representados com uma equipa (quatro elementos) incluindo na sua formação sempre o maior número de funcionários ou filhos de funcionários que praticam a modalidade. A equipa deste ano foi constituída por Fernando Costa Matos (capitão), Francisco Matos (filho de funcionário), Francisco Bettencourt (ex-funcionário da EDA, atualmente na Portos dos Açores) e Jorge Costa (elemento convidado). A prova disputa-se por zonas (no nosso caso na Zona Açores) e desenrola-se durante dois dias. No primeiro dia disputa-se a Fase de Qualificação da Zona Açores, na qual participam todas as equipas inscritas. No segundo dia disputa-se a Meia-Final Açores, para a qual são apuradas metade das equipas que participaram no dia anterior, mais uma sorteada entre as não apuradas nas Qualificações Regionais ( Lucky Looser ). Na Meia-final é apurada uma equipa para participar na Final Nacional. As duas melhores classificadas na Final Nacional, vão disputar uma Finalíssima COLABORADORES

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