PROJETO DE LEI Nº 169/2015 Deputado(a) Regina Becker Fortunati

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJETO DE LEI Nº 169/2015 Deputado(a) Regina Becker Fortunati"

Transcrição

1 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, quarta-feira, 12 de agosto de PRO 1 PROJETO DE LEI Nº 169/2015 Deputado(a) Regina Becker Fortunati Altera Lei nº , de 14 de novembro de 1995, que dispõe sobre a Gestão Democrática Ensino Público e dá outras providências. Art. 1º Na Lei nº , de 14 de novembro de 1995, ficam introduzidas as seguintes modificações: I- O art. 4º passa a ter a seguinte redação: Art. 4º - A administração dos estabelecimentos de ensino será exercida pelos seguintes órgãos: I Diretor; II - Vice-Diretor ou Vice-Diretores e III - Conselho Escolar. II o caput do art. 5º e seu inciso I passam a ter nova redação, conforme segue: Art. 5º A autonomia da gestão administrativa, financeira e pedagógica dos estabelecimentos de ensino será assegurada: I - pela indicação do Diretor, mediante votação direta da comunidade escolar;... III - o art. 6º passa a ter a seguinte redação: Art. 6º A administração do estabelecimento de ensino será exercida por uma Equipe Diretiva integrada pelo Diretor e pelo(s) Vice-Diretor(es) que deverão atuar em consonância com as deliberações do Conselho Escolar, respeitadas as disposições legais. IV - o caput do art. 7º passa a ser o que segue: Art. 7º Os Diretores das escolas públicas estaduais serão indicados pela comunidade escolar de cada estabelecimento de ensino, mediante votação direta. V o art. 9º passa a ter a seguinte redação: Art. 9º O período de administração do Diretor corresponde a mandato de três anos, permitidas reconduções. 1º A posse do Diretor ocorrerá ao final do ano letivo, em data a ser marcada pela Secretaria da Educação. 2º A frequência, antes da posse, do Diretor escolhido a curso de gestão escolar de, no mínimo quarenta horas, promovido pela Secretaria da Educação do Estado, é considerada parte do processo de indicação da direção da escola. VI o caput do art. 10 passa a ter a seguinte redação: Art. 10. A vacância da função de Diretor ocorrerá por conclusão da gestão, renúncia, destituição, aposentadoria ou morte. VII o caput do art. 11 passa a ter nova redação, conforme segue: Art. 11. Ocorrendo a vacância da função de Diretor, excetuada a hipótese prevista no artigo 12, iniciar-se-á o processo de nova indicação, conforme o previsto nos artigos 22, 23 e 24 desta lei, no prazo máximo de dez dias letivos. VIII o caput do art. 13 passa a ter nova redação, conforme segue: Art. 13. A destituição do Diretor indicado somente poderá ocorrer motivadamente: IX o caput do art. 15 passa a ter a seguinte redação: Art. 15. O(s) Vice-Diretor(es) do estabelecimento de ensino serão escolhidos pelo Diretor dentre os membros do Magistério em exercício na escola e, desde que preencham os requisitos dos incisos I e II do artigo 20 e seus parágrafos 1º e 2º, um dos Vice-Diretores será designado como Vice-Diretor Substituto

2 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, quarta-feira, 12 de agosto de PRO 2 Legal, exercendo a função em 40 horas semanais, assumindo a função sob o compromisso de, em seis meses, frequentar curso de qualificação para Diretores..... X o título da Seção III, do Capítulo I, passa a ser o que segue: Seção III - Do Processo de Indicação de Diretores e de Vice-Diretores XI o art. 19 passa a ter a seguinte redação: Art. 19. O processo de indicação de Diretores de estabelecimentos de ensino público estaduais será feito mediante votação direta pela comunidade escolar e participação em curso de qualificação para a função. XII o art. 20 passa a ter a seguinte redação: Art. 20. Poderá concorrer à função de Diretor todo membro do Magistério Público Estadual ou servidor, em exercício no estabelecimento de ensino, devendo preencher os seguintes requisitos: I - possuir curso superior na área de Educação; II - ser estável no serviço público estadual; III - concordar expressamente com a sua candidatura; IV ter, no mínimo, três anos de efetivo exercício no Magistério Público Estadual ou no serviço público estadual; V - comprometer-se a frequentar curso para qualificação do exercício da função que vier a ser convocado após indicado; VI - apresentar plano de ação para implementação na comunidade, abordando, no mínimo, os aspectos administrativos, financeiros e pedagógicos da escola; VII estar em dia com as obrigações eleitorais; VIII não estar, nos cinco anos anteriores à data do registro da candidatura, sofrendo efeitos de sentença penal condenatória; IX não ter sido condenado em processo disciplinar administrativo em órgão integrante da Administração Pública direta ou indireta, nos cinco anos anteriores à data do registro da candidatura; e X não ocupar cargo eletivo regido pela Justiça Eleitoral, em qualquer nível. 1º Nas escolas de ensino fundamental até 5º ano ou equivalente e de educação infantil, poderá concorrer o membro do Magistério Público Estadual e/ou servidor habilitado em nível médio modalidade Normal. 2º Nas escolas técnicas estaduais, não havendo candidatos habilitados, será facultada a indicação de membro do Magistério Público Estadual e/ou servidor, em exercício na mesma, que comprove titulação mínima específica de técnico, correspondente à terminalidade do respectivo estabelecimento de ensino. 3º Nenhum candidato poderá concorrer, simultaneamente, em mais de um estabelecimento de ensino. XIII - o 4º do art. 22 passa a ter a seguinte redação: Art º Se, ainda assim, não for atingido o percentual mínimo, a Secretaria da Educação designará Diretor aquele que, em exercício na escola, apresentar maior titulação na área da educação. XIV o art. 24 passa a ter nova redação, conforme segue: Art. 24. Na definição do resultado final será respeitada a proporcionalidade de 50% (cinquenta por cento) dos votos para o segmento pais-alunos e 50% (cinquenta por cento) para o segmento Magistérioservidores. XV O caput do art. 28 e a alínea a do seu 1º passam a ter a seguinte redação:

3 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, quarta-feira, 12 de agosto de PRO 3 Art. 28. A comunidade escolar, com direito a votar, de acordo com o art. 21 desta Lei, será convocada pela Comissão Eleitoral, por meio de edital, na segunda quinzena de setembro, para, na segunda quinzena de outubro, proceder-se à votação. 1º... a) pré-requisitos e prazos para inscrição, homologação e divulgação dos candidatos;... XVI no art. 29, o caput e o 1º passam a ter nova redação, conforme segue: Art. 29. O candidato a Diretor deverão entregar à Comissão Eleitoral, até quinze dias após a publicação do edital, juntamente com o pedido de inscrição:... VI declaração de que não sofre os efeitos de sanção penal condenatória nem de processo disciplinar administrativo em órgão da Administração Publica direta ou indireta nos últimos cinco anos. 1º O candidato a Diretor deverá entregar à Comissão Eleitoral, no ato de sua inscrição, o plano de ação visando à melhoria da qualidade do desempenho escolar.... XVII o art. 32 passa a ter a seguinte redação: Art. 32. A Comissão Eleitoral credenciará até três fiscais, por candidato, para acompanhar o processo de votação, escrutínio e divulgação dos resultados. XVIII o Parágrafo Único do art. 37 passa a ter a seguinte redação: Art Parágrafo único. Será encaminhado à Secretaria da Educação, juntamente com os resultados da indicação, o Plano Integrado da Escola e o compromisso do Diretor indicado de implementá-lo. XIX o art. 38 passa a ter a seguinte redação: Art. 38. Se a escola não realizar o processo de indicação, por falta de candidatos, será designado Diretor o membro do magistério ou servidor, estável e em exercício na escola, que possuir maior titulação na área educacional, o qual deverá, em até seis meses, frequentar curso de qualificação para a função. XX o art. 39 passa a ter a redação a seguir: Art. 39. O processo de indicação do Diretor nos estabelecimentos de ensino estaduais, criados após a publicação desta Lei, será iniciado no prazo de noventa dias, contados da publicação do ato de autorização de funcionamento. Parágrafo único. Enquanto não assumir o Diretor indicado, nos termos desta Lei, será designado para dirigir a escola membro do Magistério ou servidor, estáveis, em exercício no estabelecimento de ensino, que possuir maior titulação na área da Educação e que aceite a indicação. XXI - o art. 41 passa a ter a seguinte redação: Art. 41. Os Conselhos Escolares, resguardados os princípios constitucionais, as normas legais e as diretrizes da Secretaria da Educação, terão funções consultiva, deliberativa e fiscalizadora nas questões administrativas e financeiras. XXII - o art. 59 passa a ter a seguinte redação: Art. 59. O mandato de cada membro de Conselho Escolar terá a duração de três anos, sendo permitidas reconduções. XXIII o caput do art. 66 passa a ter a seguinte redação: Art. 66. Fica instituído, na forma desta lei, o suprimento mensal de recursos financeiros às escolas da rede pública estadual de ensino e às Coordenadorias Regionais de Educação, em quantidade suficiente, para custear as suas despesas de manutenção, desenvolvimento e qualificação do ensino. XXIV O Art. 68 passa a ter a seguinte redação: Art A Secretaria da Educação publicará, anualmente, no Diário Oficial do Estado, os valores que atendam às necessidades financeiras de cada estabelecimento de ensino e às Coordenadorias Regionais de Educação. XXV O art. 112 passa a ter a seguinte redação:

4 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, quarta-feira, 12 de agosto de PRO 4 Art Aplica-se ao processo de eleição de Diretores, no que couber, as disposições do Código Eleitoral (Lei 4.737/65 e alterações posteriores), especialmente os artigos 296, 297, 299, 300, 301, 302, 307, 308, 309, 312, 315, 323, 324, 325,326, 332, 334, 348, 349, 350 e 354 desse diploma legal. Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Deputado(a) Regina Becker Fortunati JUSTIFICATIVA O Projeto de Lei que encaminho, visa a introduz modificações na Lei nº , de 14 de novembro de 1995, que dispõe sobre a Gestão Democrática do Ensino Público, dá outras providências e atende aos anseios da Comunidade Escolar do Estado do Rio Grande do Sul. A gestão democrática é um processo dinâmico que se viabiliza por meio de estruturas que necessitam da permanente atualização para responderem a situações no mundo real das relações humanas. O processo de indicação de diretores, por meio do voto dos segmentos da comunidade escolar (pais, alunos, professores e funcionários), foi uma conquista da sociedade rumo à implementação da gestão democrática da escola, materializada por meio da Lei , de 14 de novembro de 1995 e desde lá, tem passado por grandes avanços. Os Diretores das Escolas Públicas Estaduais exercem um importante papel, na busca da qualificação da Educação, executando, durante a sua gestão, um trabalho de excelência, diante dos precários recursos disponíveis. Os Conselhos Escolares constituídos por pais, alunos, professores e funcionários, eleitos por seus pares, dentro de um espaço democrático, não podem, ao mesmo tempo, exercer as funções executoras e fiscalizadoras dentro das instituições de ensino. Assim, o presente Projeto Lei, propõe três alterações fundamentais: a) a eleição para Diretor de Escola, de forma uninominal, com reforço a apresentação de um programa de gestão, oportunizando o exercício do voto; b) a possibilidade de reconduções, democratizando o processo através da decisão da Comunidade Escolar na recondução do Diretor; c) estabelecer a constitucionalidade das funções do Conselho Escolar como um órgão consultivo, deliberativo e fiscalizador. Diante do exposto, as alterações propostas são necessárias para o bom andamento da Gestão Democrática do Ensino. Deputado(a) Regina Becker Fortunati COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA PROJETO DE LEI Nº 169/2015

5 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, quarta-feira, 12 de agosto de PRO 5 Processo nº /15-4 Proponente: Deputado(a) Regina Becker Fortunati Ementa: Altera Lei nº , de 14 de novembro de 1995, que dispõe sobre a Gestão Democrática Ensino Público e dá outras providências. Relator(a): Deputado(a) Elton Weber Parecer: Favorável, c/emenda(s). PARECER DA COMISSÃO Nº 56/2015 Vem a esta Comissão de Constituição e Justiça, para exame e parecer, o Projeto de Lei nº 169/2015, de autoria da nobre Deputada Regina Becker Fortunati, visando alterar a Lei nº /1995, que dispõe sobre a Gestão Democrática do Ensino Público e dá outras providências. Consoante o disposto na justificativa à proposição, o processo de indicação de Diretores Escolares, através do voto dos pais, alunos, professores e funcionários, foi uma conquista da sociedade rumo à implementação da gestão democrática da escola, materializada a partir da Lei nº /1995. A gestão democrática é um processo dinâmico, viabilizada por intermédio de estruturas que necessitam de permanente atualização, para que possam responder à situações no ambiente das relações humanas. Diante desta realidade, a presente proposição sugere: a eleição para Diretor de Escola, de forma uni nominal, com reforço a apresentação de um programa de gestão, oportunizando o exercício do voto; a possibilidade de reconduções, democratizando o processo através da decisão da Comunidade Escolar na recondução do Diretor; e estabelecer a constitucionalidade das funções do Conselho Escolar como um órgão consultivo, deliberativo e fiscalizador. O inciso VI, art. 197, da Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, e o inciso VI, art. 206, da Constituição da República Federativa do Brasil, regem que o ensino será ministrado com base no princípio da gestão democrática do ensino público, na forma da lei, assegurando a constitucionalidade do PL em pauta. Já o inciso IV, Parágrafo único, art. 185, do Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, regulamenta que a emenda, quanto a sua iniciativa, poderá ser de Comissão, quando incorporada ao parecer. Face ao regulamento supracitado, apresento emenda alterando e incluindo dispositivos nos incisos V, XII e XXIII do art. 1º do presente PL, conforme as seguintes prerrogativas: manutenção da permissão de apenas uma recondução sucessiva na eleição para Diretor Escolar; permissão que após a recondução, o Diretor poderá participar de uma futura administração do estabelecimento de ensino, ocupando outro órgão; para concorrer à função de Diretor, o candidato não deverá estar concorrendo a um terceiro mandato consecutivo na mesma ou em outra unidade escolar; com relação ao pleito de 2015, excepcionalmente, o requisito estipulado no item acima não se aplica aos Diretores no exercício dessa função quando da publicação deste PL; e a instituição do suprimento mensal de recursos financeiros às escolas da rede pública estadual de ensino e às Coordenadorias Regionais de Educação, para custear as suas despesas de manutenção, desenvolvimento e qualificação do ensino. Com a Emenda de Comissão proposta, o Projeto em comento alinha-se ao inciso VI, art. 197, da Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, e ao inciso VI, art. 206, da Constituição da República Federativa do Brasil, contemplando assim os preceitos constitucionais, legais e jurídicos necessários à sua

6 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, quarta-feira, 12 de agosto de PRO 6 regular tramitação. Frente ao descrito, o parecer é favorável com emenda à tramitação do Projeto de Lei nº 169/2015. Sala das Sessões, em 04 de agosto de Deputado(a) Gabriel Souza, Presidente. Deputado(a) Elton Weber, Relator(a). Deputado(a) Frederico Antunes Deputado(a) Jorge Pozzobom Deputado(a) Luiz Fernando Mainardi Deputado(a) João Fischer Deputado(a) Stela Farias Deputado(a) Dr Basegio Deputado(a) Maurício Dziedricki Deputado(a) Manuela d Ávila PROJETO DE LEI Nº 169/2015 EMENDA Nº 1 Comissão de Constituição e Justiça Dá nova redação aos incisos V e XXIII, art. 1, do PL nº169/2015, e inclui dispositivos aos incisos V e XII, art. 1, do PL nº 169/2015. O inciso V, art. 1, do PLnº 169/2015, passa a vigorar com a seguinte redação: V -... "Art. 9º O período de administração do Diretor corresponde a mandato de três anos, permitida uma recondução sucessiva. O inciso XXIII, art. 1, do PLnº 169/2015, passa a vigorar com a seguinte redação: XXIII -... "Art. 66. Fica instituído, na forma desta lei, o suprimento mensal de recursos financeiros às escolas da rede pública estadual de ensino e às Coordenadorias Regionais de Educação, para custear as suas despesas de manutenção, desenvolvimento e qualificação do ensino. Fica incluído o 3º, no inciso V, art. 1, do PL nº 169/2015: V -...

7 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, quarta-feira, 12 de agosto de PRO 7 " 3º O diretor, após a recondução, poderá participar de uma futura administração do estabelecimento de ensino, ocupando outro órgão. Fica incluído o inciso X, no inciso XII, art. 1, do PL nº 169/2015: XII -... "X - não estar concorrendo a um terceiro mandato consecutivo na mesma ou em outra unidade escolar; e Fica incluído o 1º, no inciso XII, art. 1, do PL nº 169/2015: XII -... " 1º Com relação ao pleito de 2015, excepcionalmente, o requisito estipulado no inciso X deste artigo não se aplica aos Diretores no exercício dessa função quando da publicação desta Lei. JUSTIFICATIVA A emenda proposta possui o intuito de viabilizar a oxigenação da gestão democrática do ensino público, oportunizando a participação de todos os órgãos envolvidos, e possibilitando que os integrantes da administração dos estabelecimentos de ensino possam dar seguimento à gestão administrativa visando o desenvolvimento escolar. Sala das Sessões, em 04 de agosto de Deputado(a) Gabriel Souza, Presidente. Deputado(a) Elton Weber, Relator(a). Deputado(a) Frederico Antunes Deputado(a) Jorge Pozzobom Deputado(a) Luiz Fernando Mainardi Deputado(a) João Fischer Deputado(a) Stela Farias Deputado(a) Dr Basegio Deputado(a) Maurício Dziedricki Deputado(a) Manuela d Ávila

Projeto de Lei nº 408/2011 Mensagem Retificativa nº 1 Poder Executivo. OF.GG/SL - 044 Porto Alegre, 20 de março de 2012.

Projeto de Lei nº 408/2011 Mensagem Retificativa nº 1 Poder Executivo. OF.GG/SL - 044 Porto Alegre, 20 de março de 2012. Projeto de Lei nº 408/2011 Mensagem Retificativa nº 1 Poder Executivo OF.GG/SL - 044 Porto Alegre, 20 de março de 2012. MENSAGEM RETIFICATIVA AO PROJETO DE LEI Nº 408/2011 Com art. 62 da C.E. Senhor Presidente:

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 0204.0/2012 TÍTULO I DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DO ENSINO PÚBLICO

PROJETO DE LEI Nº 0204.0/2012 TÍTULO I DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DO ENSINO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 0204.0/2012 Dispõe sobre a gestão democrática da educação pública estadual, e adota outras providências. TÍTULO I DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DO ENSINO PÚBLICO Art.1º A gestão democrática do

Leia mais

Da Gestão Democrática do Ensino Público CAPÍTULO I

Da Gestão Democrática do Ensino Público CAPÍTULO I Projeto de lei nº de 2011 Dispõe sobre a regulamentação da Gestão Democrática do Ensino Público do Distrito Federal prevista no art. 222 da Lei Orgânica do Distrito Federal, bem como em observância ao

Leia mais

PROJETO DE LEI MUNICIPAL Nº. xxx, DE xx DE xx DE xxxx INSTITUI O CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

PROJETO DE LEI MUNICIPAL Nº. xxx, DE xx DE xx DE xxxx INSTITUI O CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. PROJETO DE LEI MUNICIPAL Nº. xxx, DE xx DE xx DE xxxx INSTITUI O CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL, Faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DO SALVADOR, CAPITAL DO ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições,

O PREFEITO MUNICIPAL DO SALVADOR, CAPITAL DO ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições, CONSELHOS COMUNITÁRIOS Órgão/Sigla: Natureza Jurídica: Vinculação: Finalidade: CONSELHOS COMUNITÁRIOS ORGAO COLEGIADO GABINETE DO PREFEITO Tornar os cidadãos parte ativa no exercício do governo, mediante

Leia mais

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011.

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. 1 Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Economia Solidária e o Fundo Municipal de Fomento à Economia Solidária e dá outras providências. O Prefeito Municipal

Leia mais

Estabelece a estrutura organizacional dos Campus Experimentais da Unesp

Estabelece a estrutura organizacional dos Campus Experimentais da Unesp Resolução Unesp-38, de 10-9-2008 Estabelece a estrutura organizacional dos Campus Experimentais da Unesp O Reitor da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, tendo em vista o deliberado

Leia mais

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente.

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente. REGIMENTO INTERNO DO COMDICA Título I DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Capítulo I - DA NATUREZA Art.1º - O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente COMDICA,

Leia mais

ESTADO DO AMAPÁ ASSEMBLEIA LEGISLATIVA LEI Nº 1.503, DE 09 DE JULHO DE 2010.

ESTADO DO AMAPÁ ASSEMBLEIA LEGISLATIVA LEI Nº 1.503, DE 09 DE JULHO DE 2010. 1 de 15 12/05/2015 15:33 ESTADO DO AMAPÁ ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Referente ao Projeto de Lei nº 0001/09-GEA. LEI Nº 1.503, DE 09 DE JULHO DE 2010. Publicado no Diário Oficial do Estado nº 4777, de 09/07/2010.

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008. Fixa os critérios e procedimentos para a realização de concursos públicos de provas e títulos, destinados ao provimento dos cargos efetivos do

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LEOPOLDO Estado do Rio Grande do Sul

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LEOPOLDO Estado do Rio Grande do Sul LEI N.º 7.320, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2010. Dispõe sobre a implantação e organização do Conselho Escolar nas Escolas Públicas Municipais de São Leopoldo. ARY JOSÉ VANAZZI, Prefeito Municipal de São Leopoldo.

Leia mais

ESTATUTO DO CONSELHO ESCOLAR TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO SEDE E FORO

ESTATUTO DO CONSELHO ESCOLAR TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO SEDE E FORO ESTATUTO DO CONSELHO ESCOLAR TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO SEDE E FORO Art. 1º - O presente estatuto dispõe sobre o Conselho Escolar da Escola Municipal Ensino e é constituído

Leia mais

SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS

SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO No- 1, DE 9 DE JUNHO DE 2015 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional dos Direitos Humanos - CNDH. O PLENÁRIO DO CONSELHO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO CUNI Nº 008, DE 6 DE MARÇO DE 2012. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS, no uso de suas atribuições

Leia mais

PAUTA. CRE-Guará Instruções para Eleição de Conselho Escolar. Eleição Data: 16/09/15. Conselho Escolar PAUTA. Competências - Conselho Escolar

PAUTA. CRE-Guará Instruções para Eleição de Conselho Escolar. Eleição Data: 16/09/15. Conselho Escolar PAUTA. Competências - Conselho Escolar CRE-Guará Instruções para Eleição de Conselho Escolar Eleição Data: 16/09/15 PAUTA 01 Definição de Conselho Escolar; 02 Composição do Conselho Escolar; 03 Competências do Conselho Escolar; 04 Eleição para

Leia mais

RESOLUÇÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO BILÍNGUE

RESOLUÇÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO BILÍNGUE UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E EDUCAÇÀO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO BILÍNGUE Bacharelado RESOLUÇÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE SECRETARIADO

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO COOPERATIVA DOS ANESTESIOLOGISTAS DE RIBEIRÃO PRETO COOPANESTRP

REGULAMENTO INTERNO COOPERATIVA DOS ANESTESIOLOGISTAS DE RIBEIRÃO PRETO COOPANESTRP REGULAMENTO INTERNO COOPERATIVA DOS ANESTESIOLOGISTAS DE RIBEIRÃO PRETO COOPANESTRP O presente regulamento complementa o estatuto da Cooperativa dos Anestesiologistas de Ribeirão Preto COOPANEST-RP e enquadra

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 360/DILEP.CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 7 DE JULHO DE 2014

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 360/DILEP.CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 7 DE JULHO DE 2014 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 360/DILEP.CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 7 DE JULHO DE 2014 Institui o Programa de Incentivo à Participação de Servidores do Tribunal Superior do Trabalho em

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

RIO GRANDE DO NORTE ASSEMBLEIA LEGISLATIVA RIO GRANDE DO NORTE ASSEMBLEIA LEGISLATIVA EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 008/2012 Dispõe sobre os militares do Estado do Rio Grande do Norte e dá outras providências. A MESA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO

Leia mais

LEI N. 4.792/2004. (Dispõe sobre a gestão democrática do Ensino Público Municipal de Rio Verde-GO e dá outras providências)

LEI N. 4.792/2004. (Dispõe sobre a gestão democrática do Ensino Público Municipal de Rio Verde-GO e dá outras providências) LEI N. 4.792/2004 (Dispõe sobre a gestão democrática do Ensino Público Municipal de Rio Verde-GO e dá outras providências) O PREFEITO MUNICIPAL DE RIO VERDE, ESTADO DE GOIÁS, no uso de suas atribuições

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N. 638, DE 22 DE JANEIRO DE 2008

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N. 638, DE 22 DE JANEIRO DE 2008 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N. 638, DE 22 DE JANEIRO DE 2008 Aprova o Regimento do Campus Universitário do Marajó-Soure. O REITOR DA UNIVERSIDADE

Leia mais

CAPÍTULO I DO APOIO A GESTÃO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE CAPÍTULO II DA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE

CAPÍTULO I DO APOIO A GESTÃO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE CAPÍTULO II DA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE LEI N.º 1.297, DE 06 DE JULHO DE 2010. Dispõe sobre apoio a Gestão do Sistema Único de Saúde, da realização de conferências no âmbito municipal, da reformulação e funcionamento do Conselho Municipal de

Leia mais

Universidade Federal de Pernambuco. Regimento Interno do Centro de Informática

Universidade Federal de Pernambuco. Regimento Interno do Centro de Informática Universidade Federal de Pernambuco Regimento Interno do Centro de Informática TÍTULO I DISPOSIÇÃO PRELIMINAR SUMÁRIO 2 TÍTULO II DA FINALIDADE DO CENTRO TÍTULO III DOS CURSOS DO CENTRO TÍTULO IV DA ESTRUTURA

Leia mais

DISPOSITIVOS ESTATUTÁRIOS

DISPOSITIVOS ESTATUTÁRIOS ELEIÇÃO PARA A DIRETORIA EXECUTIVA E CONSELHO FISCAL NACIONAL TRIÊNIO 2016-2019 DISPOSITIVOS ESTATUTÁRIOS CAPÍTULO III DOS DIREITOS E DEVERES DOS ASSOCIADOS/FILIADOS SEÇÃO I DOS DIREITOS Art. 10º - São

Leia mais

REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES.

REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES. REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES Seção I Da Natureza e Finalidade das Inspetorias Art. 1º A Inspetoria

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO SECRETARIADO NACIONAL DA MULHER

REGIMENTO INTERNO DO SECRETARIADO NACIONAL DA MULHER REGIMENTO INTERNO DO SECRETARIADO NACIONAL DA MULHER PREÂMBULO O Estatuto do PSDB, aprovado em 1988, previu em sua Seção V, art. 73, 2º a criação do Secretariado da Mulher como parte integrante da Executiva

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO (PPGD) MESTRADO ACADÊMICO EM DIREITO

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO (PPGD) MESTRADO ACADÊMICO EM DIREITO Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro Centro de Ciências Jurídicas e Políticas Escola de Ciências Jurídicas PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO (PPGD) MESTRADO ACADÊMICO EM DIREITO REGULAMENTO

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE ERECHIM SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Avenida Farrapos, 603 Centro Erechim RS smed@erechim.rs.gov.br EDITAL Nº 001/2015

PREFEITURA MUNICIPAL DE ERECHIM SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Avenida Farrapos, 603 Centro Erechim RS smed@erechim.rs.gov.br EDITAL Nº 001/2015 EDITAL Nº 001/2015 Convocação para a Eleição de Diretor, Vicediretor(es) e Coordenador(es) Pedagógico(s), nas Escolas Públicas do Sistema Municipal de Ensino de Erechim e estabelece prazos de acordo com

Leia mais

CONSIDERANDO a resolução nº 14, de 9 de junho de 2014, que trata do Programa Mais Educação;

CONSIDERANDO a resolução nº 14, de 9 de junho de 2014, que trata do Programa Mais Educação; No pcsa EDITAL Nº 020/2015 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA CONCESSÃO DE BOLSAS E FORMAÇÃO DO CADASTRO DE RESERVA DOS MONITORES DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO, JUNTO ÀS UNIDADES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA

Leia mais

Capítulo I das Atividades do Conselho

Capítulo I das Atividades do Conselho REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE ITARANTIM BA, DE ACORDO COM A LEI Nº 11.947/2009 E RESOLUÇÃO/CD/FNDE Nº 038/2009. Capítulo I das Atividades do Conselho

Leia mais

LEI Nº 21.710, DE 30 DE JUNHO DE

LEI Nº 21.710, DE 30 DE JUNHO DE LEI Nº 21.710, DE 30 DE JUNHO DE 2015. Dispõe sobre a política remuneratória das carreiras do Grupo de Atividades de Educação Básica do Poder Executivo, altera a estrutura da carreira de Professor de Educação

Leia mais

ÍNDICE CAPÍTULO I...01 CAPÍTULO II...01 CAPÍTULO III...02 CAPÍTULO IV...05 CAPÍTULO V...06 CAPÍTULO VI...06 CAPÍTULO VII...07 CAPÍTULO VIII...

ÍNDICE CAPÍTULO I...01 CAPÍTULO II...01 CAPÍTULO III...02 CAPÍTULO IV...05 CAPÍTULO V...06 CAPÍTULO VI...06 CAPÍTULO VII...07 CAPÍTULO VIII... ÍNDICE CAPÍTULO I...01 DAS FINALIDADES...01 CAPÍTULO II...01 DOS OBJETIVOS...01 CAPÍTULO III...02 DO PROCESSO DE ABERTURA DE CURSOS...02 DO ENCAMINHAMENTO...02 DA ANÁLISE E DA APROVAÇÃO PRELIMINAR...03

Leia mais

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ESTADO DO RIO DE JANEIRO Prefeitura Municipal de Porciúncula

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ESTADO DO RIO DE JANEIRO Prefeitura Municipal de Porciúncula LEI COMPLEMENTAR Nº 055/2007 Dispõe sobre o Plano de Carreira e Remuneração do Magistério Público do Município de Porciúncula/RJ e dá outras providências O PREFEITO MUNICIPAL DE PORCIÚNCULA, no uso das

Leia mais

Prefeitura Municipal de Venda Nova do Imigrante

Prefeitura Municipal de Venda Nova do Imigrante INTRODUÇÃO II - DO OBJETO E DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS III - DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA IV - DAS CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO V - DO RECEBIMENTO DA DOCUMENTAÇÃO E DA PROPOST VI - ABERTURA DOS ENVELOPES VII - DA DOCUMENTAÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DA PÓS-GRADUAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS

REGULAMENTO GERAL DA PÓS-GRADUAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS REGULAMENTO GERAL DA PÓS-GRADUAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E DAS FINALIDADES Art. 1º. A pós-graduação do Instituto

Leia mais

ANEXO REGIMENTO INTERNO DO CURSO

ANEXO REGIMENTO INTERNO DO CURSO ANEXO REGIMENTO INTERNO DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA CURSO DE MESTRADO EM PSICOLOGIA REGIMENTO INTERNO DO CURSO CAPÍTULO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO PADRÃO FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA FEMEC

REGIMENTO INTERNO PADRÃO FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA FEMEC REGIMENTO INTERNO PADRÃO FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA FEMEC ÍNDICE TÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 01 TÍTULO II DA FACULDADE 01 Capítulo I : DOS PRINCÍPIOS 01 Capítulo II: DOS OBJETIVOS 01 TÍTULO

Leia mais

RESOLUÇÃO 41/97. Vitória da Conquista, 10 de novembro de 1997. REGIMENTO DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - CONSEPE

RESOLUÇÃO 41/97. Vitória da Conquista, 10 de novembro de 1997. REGIMENTO DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - CONSEPE O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso de suas atribuições legais, de acordo com o artigo 24 do Estatuto da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB, para observância

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA DECRETO SC Nº 1794/13 Dispõe sobre a Gestão Escolar da Educação Básica e Profissional da rede estadual de ensino, em todos os níveis e modalidades. O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA, no uso das

Leia mais

Emenda nº - CAS Substitutiva (ao PLS 607, de 2007)

Emenda nº - CAS Substitutiva (ao PLS 607, de 2007) Emenda nº - CAS Substitutiva (ao PLS 607, de 2007) Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Analista de Sistemas e suas correlatas, autoriza o Poder Executivo a criar o Conselho Federal

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA MUNICIPAL DE MINEIROS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO MINEIROS-GO

ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA MUNICIPAL DE MINEIROS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO MINEIROS-GO ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA MUNICIPAL DE MINEIROS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO MINEIROS-GO ÍNDICE TÍTULO I - DA IDENTIFICAÇÃO, DA NATUREZA JURÍDICA E FINALIDADES...04 CAPÍTULO I - DAS

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSU Nº 030/2013,

RESOLUÇÃO CONSU Nº 030/2013, IF SUDESTE MG REITORIA Av. Francisco Bernardino, 165 4º andar Centro 36.013-100 Juiz de Fora MG Telefax: (32) 3257-4100/4149 e-mail: gabinete@ifsudestemg.edu.br RESOLUÇÃO CONSU Nº 030/2013, de 25 de novembro

Leia mais

Art. 2º Compete ao Conselho Estadual do Idoso:

Art. 2º Compete ao Conselho Estadual do Idoso: PROJETO DE LEI Nº Dispõe sobre o Conselho Estadual dos Direitos do Idoso - CEI/SC - e adota outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA, Faço saber a todos os habitantes deste Estado

Leia mais

SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO DE CULTURA DE GOIANIA LTDA FACULDADE PADRÃO

SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO DE CULTURA DE GOIANIA LTDA FACULDADE PADRÃO SUMÁRIO TÍTULO I 3 DA PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU E SEUS OBJETIVOS 3 TÍTULO II 5 DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA 5 CAPÍTULO I 5 DA ESTRUTURA 5 CAPÍTULO II 6 DA COORDENAÇÃO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU 6 CAPÍTULO

Leia mais

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: QUÍMICA DA VIDA E SAÚDE

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: QUÍMICA DA VIDA E SAÚDE REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: QUÍMICA DA VIDA E SAÚDE CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1 - O Programa de Pós Graduação em Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde, caracteriza-se

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL CNDRS

CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL CNDRS CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL CNDRS RESOLUÇÃO Nº 31 DE 26 DE JUNHO DE 2002 Aprova o Regimento Interno da 1ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável. O Presidente

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO MESTRADO E DOUTORADO

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO MESTRADO E DOUTORADO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM DIREITO Campus Universitário - Trindade 88040-900 Florianópolis SC - Brasil Fone : (048) 3721-9287 / Fax (048)

Leia mais

da Escola de Aplicação da Universidade de São CE EAFEUSP

da Escola de Aplicação da Universidade de São CE EAFEUSP Regulamento Interno do Conselho de Escola da Escola de Aplicação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo CE EAFEUSP Regulamento Interno do Conselho de Escola da Escola de Aplicação da Faculdade

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE CACHOEIRINHA SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO LEI Nº 2264, DE 29 DE ABRIL DE 2004.

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE CACHOEIRINHA SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO LEI Nº 2264, DE 29 DE ABRIL DE 2004. LEI Nº 2264, DE 29 DE ABRIL DE 2004. Institui o Plano de Carreira do Magistério Público Municipal e dá outras providências. Grande do Sul. O PREFEITO MUNICIPAL DE CACHOEIRINHA, Estado do Rio FAÇO SABER

Leia mais

Art. 1º. Aprovar as alterações do Estatuto da Universidade Federal de Juiz de Fora, com sede na cidade de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais.

Art. 1º. Aprovar as alterações do Estatuto da Universidade Federal de Juiz de Fora, com sede na cidade de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais. Portaria 1.105, de 28 de setembro de 1998 O Ministro de Estado da Educação e do Desporto, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto 1.845, de 28 de março de 1996, e tendo em vista o Parecer

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO E DOUTORADO

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO E DOUTORADO UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO E DOUTORADO CAPÍTULO I DA COMPOSIÇÃO, DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º O Programa de Pós-Graduação

Leia mais

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA MUNICIPAL DE MESQUITA GABINETE DO PREFEITO

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA MUNICIPAL DE MESQUITA GABINETE DO PREFEITO (*) LEI Nº 416 DE 30 DE JANEIRO DE 2008. Autor: Poder Executivo DISPÕE SOBRE O ESTATUTO E PLANO DE CARREIRA DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE MESQUITA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA NÍVEL MESTRADO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS TÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA NÍVEL MESTRADO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS TÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA NÍVEL MESTRADO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS TÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA Art. 1º O Programa de Pós-Graduação em Economia (PPE),

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO PUBLICADO EM PLACAR Em / / PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS LEI Nº 1529, DE 10 DE MARÇO DE 2008. Cria os cargos públicos de Agente Comunitário de Saúde e Agente de Combate às Endemias e institui o Plano

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA CAPÍTULO I

PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA CAPÍTULO I PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA RUI VALDIR OTTO BRIZOLARA, Prefeito Municipal de Morro Redondo, Estado do Rio

Leia mais

RESOLUÇÃO nº 03 DE 28 DE JANEIRO DE 2016

RESOLUÇÃO nº 03 DE 28 DE JANEIRO DE 2016 Resolução nº 03/2016 Pág. 1 de 06 RESOLUÇÃO nº 03 DE 28 DE JANEIRO DE 2016 Aprova Regulamento do Colegiado do Curso de Engenharia de Controle e Automação/CEng. A Presidente do Conselho do Ensino, da Pesquisa

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Institui o Regulamento dos cursos de Pós-graduação lato sensu em da Escola de Direito de Brasília EDB, mantida pelo Instituto Brasiliense de Direito

Leia mais

Compromisso com um plano de governo

Compromisso com um plano de governo Anexo 2 Compromisso com um plano de governo A partir de uma iniciativa da Rede Nossa São Paulo, a capital paulista aprovou, em fevereiro de 2008, a Emenda nº 30 à Lei Orgânica do Município de São Paulo

Leia mais

RESOLUÇÃO DO CONSELHO SUPERIOR Nº 13/2015, DE 4 DE MAIO DE 2015

RESOLUÇÃO DO CONSELHO SUPERIOR Nº 13/2015, DE 4 DE MAIO DE 2015 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO SUPERIOR Avenida Rio Branco, 50 Santa Lúcia 29056-255 Vitória ES 27 3227-5564 3235-1741 ramal 2003 RESOLUÇÃO DO CONSELHO SUPERIOR Nº

Leia mais

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013 DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Publicado no DOE(Pa) de 02.04.13. Institui o Programa de Parcerias Público-Privadas PPP/PA e regulamenta o Conselho Gestor de Parcerias Público- Privadas do Estado

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE EXTENSÃO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE EXTENSÃO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1. Este Regimento dispõe sobre a composição, competências e funcionamento do Conselho de Extensão (CoEx), órgão colegiado

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES MEDIDA PROVISÓRIA Nº 203, DE 31 DE JULHO DE 2015 Dispõe sobre as formas de cumprimento da jornada de trabalho e o banco de horas no âmbito da Polícia Civil do Estado de Santa Catarina e estabelece outras

Leia mais

REGIMENTO DO MESTRADO EM EDUCAÇÃO TÍTULO I DOS OBJETIVOS TÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO

REGIMENTO DO MESTRADO EM EDUCAÇÃO TÍTULO I DOS OBJETIVOS TÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO REGIMENTO DO MESTRADO EM EDUCAÇÃO TÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º - O

Leia mais

Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação em. Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais

Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação em. Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais I DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO GERAL Art. 1 O Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Minas, Metalúrgica

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE TECNOLOGIA NT DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEE

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE TECNOLOGIA NT DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEE REGIMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ENGENHARIA ELÉTRICA CAPÍTULO I Do Departamento de Engenharia Elétrica Art. 1 O Departamento de Engenharia Elétrica é o órgão acadêmico que congregam docentes

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUIVOLOGIA

REGIMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUIVOLOGIA REGIMENTO INTERNO DO TÍTULO I DA NATUREZA E DAS FINALIDADES CAPÍTULO I Da Natureza Art. 1º. O Colegiado do Curso de Graduação em Arquivologia é um órgão normativo e deliberativo, com sede no Centro de

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA Capítulo I: Das Finalidades. Art.l - O Programa de Pós-Graduação em Matemática do Instituto de Matemática da UFRJ, a seguir designado por Programa, se destina a:

Leia mais

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE ANIMAL Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (FEPAGRO)

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE ANIMAL Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (FEPAGRO) REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE ANIMAL Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (FEPAGRO) Portaria FEPAGRO nº 154/2013. O Diretor-Presidente da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária

Leia mais

CAPÍTULO I ÂMBITO E FINALIDADE

CAPÍTULO I ÂMBITO E FINALIDADE TEXTO INTEGRAL DA, COM AS MODIFICAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 478/09, 498/11, 517/11, 528/12, 554/14 e 571/15 (EXCETO ARTS. 39 E 41, INC. V E VII QUE PASSAM A VIGORAR EM 1º DE OUTUBRO DE

Leia mais

SIC 41/04. Belo Horizonte, 4 de outubro de 2004. EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA. Distribuído a assessorados da CONSAE.

SIC 41/04. Belo Horizonte, 4 de outubro de 2004. EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA. Distribuído a assessorados da CONSAE. SIC 41/04 Belo Horizonte, 4 de outubro de 2004. EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DECRETO Nº 5.224, de 1º de outubro de 2004 Dispõe sobre a organização dos Centros Federais de Educação Tecnológica e dá outras providências.

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR-CAE CAPÍTULO II

REGIMENTO DO CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR-CAE CAPÍTULO II REGIMENTO DO CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR-CAE CAPÍTULOI DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º. O Conselho de Alimentação Escolar - CAE, do Município de Sorriso-MT criado por meio da Lei municipal nº 870

Leia mais

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE CABIXI PODER EXECUTIVO

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE CABIXI PODER EXECUTIVO LEI Nº 861/2015 DISPÕE SOBRE ALTERAÇÃO DA LEI MUNICIPAL Nº 403/2001 QUE TRATA DA POLÍTICA MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE CABIXI,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA REGIMENTO DO PPG-CR DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA REABILITAÇÃO TÍTULO I OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO GERAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA REGIMENTO DO PPG-CR DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA REABILITAÇÃO TÍTULO I OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO GERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA REGIMENTO DO PPG-CR DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA REABILITAÇÃO TÍTULO I OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO GERAL Art. 1 O PPG-CR de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação

Leia mais

MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO SUL - ACRE GABINETE DO PREFEITO MEDIDA PROVISÓRIA N 002/2013, DE 14 DE MARÇO DE 2013.

MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO SUL - ACRE GABINETE DO PREFEITO MEDIDA PROVISÓRIA N 002/2013, DE 14 DE MARÇO DE 2013. Pág. 1 de 7 MEDIDA PROVISÓRIA N 002/2013, DE 14 DE MARÇO DE 2013. DO: PODER EXECUTIVO AO: PODER LEGISLATIVO DISPÕE SOBRE A POLÍTICA MUNICIPAL DE ATENDIMENTO DOS DIREITOS DO IDOSO, CRIA O FUNDO MUNICIPAL

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 425/2003 (Revogada pela Resolução nº 522/2007)

RESOLUÇÃO Nº 425/2003 (Revogada pela Resolução nº 522/2007) Publicação: 29/08/03 RESOLUÇÃO Nº 425/2003 (Revogada pela Resolução nº 522/2007) Cria a Superintendência da Gestão de Recursos Humanos, estabelece seu Regulamento e dá outras providências. A CORTE SUPERIOR

Leia mais

RESOLUÇÃO CEPEC Nº 1296

RESOLUÇÃO CEPEC Nº 1296 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS RESOLUÇÃO CEPEC Nº 1296 Aprova o novo Regulamento do Programa de Pós-Graduação em Química, níveis Mestrado e Doutorado, do Instituto de Química. O

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO NUCLEO DE ESTUDOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS EM DIREITOS HUMANOS SUELY SOUZA DE ALMEIDA - NEPP-DH

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO NUCLEO DE ESTUDOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS EM DIREITOS HUMANOS SUELY SOUZA DE ALMEIDA - NEPP-DH UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO NUCLEO DE ESTUDOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS EM DIREITOS HUMANOS SUELY SOUZA DE ALMEIDA - NEPP-DH Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas em Direitos Humanos -

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ REGULAMENTO ACADÊMICO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL PPGDR CAPITULO I

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ REGULAMENTO ACADÊMICO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL PPGDR CAPITULO I 1 UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ REGULAMENTO ACADÊMICO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL PPGDR CAPITULO I DA ORGANIZAÇÃO DO PROGRAMA E DE SEUS OBJETIVOS Art. 1º - O Programa

Leia mais

DECRETO Nº 15.248, DE 02 DE JULHO DE 2013

DECRETO Nº 15.248, DE 02 DE JULHO DE 2013 DECRETO Nº 15.248, DE 02 DE JULHO DE 2013 Regulamenta a concessão da licença para atividade política, do afastamento para o exercício de mandato eletivo e da licença para desempenho de mandato classista

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DO NORTE MT CNPJ.: 03.238.672/0001-28

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DO NORTE MT CNPJ.: 03.238.672/0001-28 DECRETO Nº. 810/2015, DE 03 DE FEVEREIRO DE 2015 Regulamenta o estágio de estudantes em órgãos municipais, com base na Lei Federal nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, e dá outras providências. O PREFEITO

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES MEDIDA PROVISÓRIA Nº 201, DE 31 DE JULHO DE 2015 Dispõe sobre as formas de cumprimento da jornada de trabalho e o banco de horas no âmbito do Instituto Geral de Perícias (IGP) e estabelece outras providências.

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE

CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Regimento Interno do Conselho Superior do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Alagoas. CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º. O Conselho Superior, instituído pela Lei n 11.892,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SOCIOLOGIA POLÍTICA

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SOCIOLOGIA POLÍTICA REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SOCIOLOGIA POLÍTICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO (em azul, disposições estabelecidas no Regimento Geral da Pós-Graduação da

Leia mais

Institui o Conselho de Gestão Compartilhada/Participativa do Programa Pontos de Memória

Institui o Conselho de Gestão Compartilhada/Participativa do Programa Pontos de Memória MINUTA Portaria nº, de de de Institui o Conselho de Gestão Compartilhada/Participativa do Programa Pontos de Memória O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS IBRAM, no exercício das competências

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DO CAMPUS VIRTUAL DE SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO DO CEARÁ

REGULAMENTO GERAL DO CAMPUS VIRTUAL DE SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO DO CEARÁ REGULAMENTO GERAL DO CAMPUS VIRTUAL DE SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO DO CEARÁ TÍTULO I DA FINALIDADE E DA COMPETÊNCIA DO CAMPUS VIRTUAL DE SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO DO CEARÁ CVSP Art. 1º O Campus Virtual

Leia mais

Art. 1º Aprovar o Regimento Interno do Departamento das Ciências da Educação Física e Saúde DCEFS, anexo a esta Resolução.

Art. 1º Aprovar o Regimento Interno do Departamento das Ciências da Educação Física e Saúde DCEFS, anexo a esta Resolução. RESOLUÇÃO N o 021, de 21 de maio de 2007. Aprova Regimento Interno do Departamento das Ciências da Educação Física e Saúde DCEFS. O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO SAPUCAÍ Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa

UNIVERSIDADE DO VALE DO SAPUCAÍ Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa UNIVERSIDADE DO VALE DO SAPUCAÍ Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA LINGUAGEM MESTRADO E DOUTORADO REGULAMENTO Pouso Alegre 2014 Universidade do Vale do Sapucaí

Leia mais

SECRETARIA DE ÓRGÃOS COLEGIADOS RESOLUÇÃO Nº 04/2015

SECRETARIA DE ÓRGÃOS COLEGIADOS RESOLUÇÃO Nº 04/2015 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA SECRETARIA DE ÓRGÃOS COLEGIADOS Campus Universitário Viçosa, MG 36570-000 Telefone: (31) 3899-2127 - Fax: (31) 3899-1229 - E-mail: soc@ufv.br RESOLUÇÃO

Leia mais

ESTATUTO DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICADO ESPÍRITO SANTO

ESTATUTO DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICADO ESPÍRITO SANTO ESTATUTO DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICADO ESPÍRITO SANTO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DAS FINALIDADES Art. 1 O Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo - CEFET-ES, com sede na cidade

Leia mais

REGIMENTO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO RO GRANDE DO SUL

REGIMENTO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO RO GRANDE DO SUL REGIMENTO DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO RO GRANDE DO SUL DECRETO N.º 27.474, DE 24 DE AGOSTO DE 1978* Aprova Regimento do Conselho Estadual de Educação. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS Art. 1. O Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia - NITTEC é um Órgão Executivo

Leia mais

1. DA SELEÇÃO: 2. DAS INSCRIÇÕES E ENTREVISTA:

1. DA SELEÇÃO: 2. DAS INSCRIÇÕES E ENTREVISTA: EDITAL Nº 17/2015 SELEÇÃO PÚBLICA PARA A CONTRATAÇÃO EMERGENCIAL DE TÉCNICOS DE NÍVEL SUPERIOR, EM CARÁTER TEMPORÁRIO, PARA ATENDIMENTO IMEDIATO DE CARÊNCIAS NOS CENTROS DE REFERÊNCIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL

Leia mais

REGULAMENTO DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

REGULAMENTO DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Texto Aprovado CONSU Nº 2008-02 - Data:02/04/2008 Texto Revisado e Atualizado CONSU PRÓ-REITORIA ACADÊMICA Nº 2011-05 - Data: 24/03/11 2012-29 de 29/11/2012 REGULAMENTO DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CAPÍTULO

Leia mais

FÓRUM PERMANENTE DE EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL DE MATO GROSSO DO SUL REGIMENTO INTERNO

FÓRUM PERMANENTE DE EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL DE MATO GROSSO DO SUL REGIMENTO INTERNO FÓRUM PERMANENTE DE EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL DE MATO GROSSO DO SUL REGIMENTO INTERNO CAMPO GRANDE 2008 SUMÁRIO TÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO, CONSTITUIÇÃO E SEDE... 3 TÍTULO II DAS FINALIDADES...

Leia mais

Edição nº 35/2016 Brasília - DF, quinta-feira, 3 de março de 2016. Diretoria Geral INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 38, DE 1_DE_MARÇO_DE 2016

Edição nº 35/2016 Brasília - DF, quinta-feira, 3 de março de 2016. Diretoria Geral INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 38, DE 1_DE_MARÇO_DE 2016 Diretoria Geral INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 38, DE 1_DE_MARÇO_DE 2016 Dispõe sobre a concessão de bolsa de estudo para curso de pós-graduação no âmbito do Conselho Nacional de Justiça. O DIRETOR-GERAL DO CONSELHO

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM REABILITAÇÃO E INCLUSÃO Stricto Sensu (Mestrado Profissional)

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM REABILITAÇÃO E INCLUSÃO Stricto Sensu (Mestrado Profissional) REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM REABILITAÇÃO E INCLUSÃO Stricto Sensu (Mestrado Profissional) Dispõe sobre as normas de organização e funcionamento do Programa de Pós-Graduação em Reabilitação

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DE NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA CEDAE DAS FINALIDADES

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DE NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA CEDAE DAS FINALIDADES REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DE NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA CEDAE DAS FINALIDADES Art.1º- O presente Regimento Interno elaborado na forma do artigo 35 (Trinta e cinco) do Estatuto tem por

Leia mais

Este regulamento entra em vigor a partir desta data.

Este regulamento entra em vigor a partir desta data. O PRESIDENTE DO CONSELHO DE CÂMPUS HORTOLÂNDIA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO, no uso de suas atribuições regulamentares e considerando a decisão do Conselho de Câmpus

Leia mais

FUNDO DE PENSÃO MULTIPATROCINADO DA SECCIONAL DE SÃO PAULO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL E DA CAASP CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS ADVOGADOS DE SÃO

FUNDO DE PENSÃO MULTIPATROCINADO DA SECCIONAL DE SÃO PAULO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL E DA CAASP CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS ADVOGADOS DE SÃO FUNDO DE PENSÃO MULTIPATROCINADO DA SECCIONAL DE SÃO PAULO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL E DA CAASP CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS ADVOGADOS DE SÃO PAULO OABPrev-SP REGULAMENTO ÍNDICE CAPÍTULO I DO OBJETO

Leia mais

UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇO, ENSINO E PESQUISA LTDA - UNISEPE REGIMENTO INTERNO COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA)

UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇO, ENSINO E PESQUISA LTDA - UNISEPE REGIMENTO INTERNO COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) REGIMENTO INTERNO COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) Agosto/2011 CAPÍTULO I SEÇÃO I DA NATUREZA Art. 1º A Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) da União das Instituições de Serviço, Ensino

Leia mais