1ZSC AAW pt. Comutadores de derivação em carga tipo UC Manual Técnico

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1ZSC000562-AAW pt. Comutadores de derivação em carga tipo UC Manual Técnico"

Transcrição

1 1ZSC AAW pt Comutadores de derivação em carga tipo UC Manual Técnico

2 Instrução original As informações fornecidas neste documento têm o intuito de ser gerais, sem abranger todas as aplicações possíveis. Para qualquer aplicação específica não incluída, consulte diretamente a ABB ou seu representante autorizado. A ABB não oferece garantias nem representação, nem assume nenhuma responsabilidade pela exatidão das informações contidas neste documento nem pelo uso destas informações. Todas as informações deste documento estão sujeitas a alterações sem aviso prévio. Este documento não deve ser copiado sem a autorização por escrito da ABB e, como tal, seu conteúdo não pode ser divulgado a terceiros ou ser usado para qualquer fim não autorizado. As infrações serão punidas.

3 O fabricante Declaração do fabricante ABB AB Components SE LUDVIKA Suécia Declara por meio deste que Os produtos Comutadores de derivação em carga, tipo UC com mecanismos de acionamento por motor, tipos BUE e BUL atendem às seguintes exigências: Por projeto, a máquina, considerada como um componente de um transformador de potência preenchido com óleo mineral, está em conformidade com as exigências da Diretriz de Maquinário (Machinery Directive) 89/392/EEC (91/368/EEC e 93/44/EEC alteradas) e 93/68/EEC (marcação) e desde que a instalação e a conexão elétrica sejam realizadas corretamente pelo fabricante do transformador (ou seja, em conformidade com nossas Instruções de Instalação) e com a Diretriz EMC 89/336/EEC, relativa às características intrínsecas de níveis de emissão e imunidade, e Diretriz de Baixa Tensão (Low Voltage Directive) 73/23/EEC (modificada pela Diretriz 93/68/EEC) relativa ao motor incorporado e ao equipamento nos circuitos de controle. Certificado de Incorporação: As máquinas acima não devem ser colocadas em serviço até que o maquinário ao qual foram incorporadas tenha sido declarado como estando em conformidade com a Diretriz de Maquinário. Data Assinado por... Hans Linder Título Gerente de comutadores de derivação, Componentes da unidade de grupo de produto local

4 Conteúdo Princípios da construção... 6 Comutador de derivação em carga (OLTC)... 6 Chaves desviadoras... 8 Mecanismo acionado por motor Acessórios Princípios de operação do comutador de derivação Sequência de comutação, UC Tipo de regulagem Comutação linear (tipo L) Seletor de comutação para comutação mais/menos (tipo R) Seletor de comutação para comutação aproximada/precisa (tipo D) Tipo de conexão Ponto estrela trifásico (N) Monofásico (E) Delta trifásico (B) Delta trifásico totalmente isolado (T) Autotransformador (T) Características e dados técnicos do comutador de derivação Atribuição de tipo Tipo de comutador de derivação Tipo de chaveamento Tipo de conexão Tensão máxima suportável para o terra Corrente máxima de passagem nominal Tamanho do seletor de derivação Chaves desviadoras Seletores de derivação Possíveis combinações de chaves desviadoras e seletores de derivação Número máximo de posições Divisão forçada de corrente Na posição Durante a operação Tensão máxima de escalonamento nominal Comutação da indutância de fuga de regulagem aproximada/precisa Vida útil do contato Normas e testes Placa de especificações Níveis de isolamento Níveis de isolamento para o terra (g1 e g2)... 20

5 Tensões máximas suportáveis UCG com seletor de derivação C UCG com seletor de derivação III, versão sem proteção UCG com seletor de derivação III, versão com proteção UCL com seletor de derivação III, versão sem proteção UCL com seletor de derivação III, versão com proteção UCD com seletor de derivação III, versão sem proteção UCD com seletor de derivação III, versão com proteção UCC com seletor de derivação IV Força da corrente de curto-circuito Tensão mais alta de serviço de fase em todo o enrolamento regulador Temperatura do óleo Líquidos de isolamento alternativos Corrente de passagem nominal Sobrecarga ocasional Comutação da indutância de fuga de regulagem aproximada/precisa Resistor de ligação e chave do resistor de ligação Instalação e manutenção Comutador de derivação Instalação Secagem Pesos Mecanismo acionado por motor Construção Instalação Manutenção Eixos de operação Enchimento de óleo Manutenção Pressão Acessórios e dispositivos de proteção Dimensões Conservador de óleo Apêndices: Diagramas monofásicos Apêndice 1: Diagramas monofásicos para UCG/C Apêndice 2: Diagramas monofásicos para UCG/III, UCL/III e UCD/III Apêndice 3: Diagramas monofásicos para UCC/IV... 55

6 Princípios da construção Comutador de derivação em carga (OLTC) Quando o comutador de derivação em carga funciona, o óleo de isolamento é contaminado. Os tipos UC, com redução de arco em óleo, contaminam muito o óleo. Para evitar a contaminação do óleo do transformador, o comutador de derivação em carga é construído em duas seções separadas: a chave desviadora, que tem seu próprio alojamento separado do restante do transformador, e o seletor de derivação. O seletor de comutador, montado abaixo do alojamento da chave desviadora, consiste no seletor de comutador e, geralmente, também em um seletor de comutação. Os tipos UC de comutadores de derivação geralmente são montados dentro do tanque do transformador, suspensos da cobertura do transformador. A energia para operar o comutador é fornecida pelo mecanismo acionado por motor, montado na parte externa do transformador. A energia é transmitida por meio de eixos e engrenagens cônicas. Os tipos UC são produzidos em ampla variedade de modelos, com uma especificação adequada para cada aplicação. Conservador de óleo Eixo Engrenagem cônica Cobertura do transformador Tanque do transformador Chave desviadora Eixo Comutador de derivação em carga Seletor de derivação Mecanismo acionado por motor Fig. 1. Peças principais, comutadores de derivação em carga tipo UC. 6 Manual técnico UC 1ZSC AAW pt

7 Molas amortecedoras Tampa Engrenagem cônica com indicador de posição Olhal de elevação Flange para conexão com o relé operado a gás Seção superior Anel de resguardo Eixo de isolamento Tubo de drenagem do óleo Anel de proteção Chave desviadora Resistores de transição Contatos fixo e móvel Cilindro de isolamento Contatos de encaixe Pinos-guia Conexões do seletor de derivação Disco de acionamento da chave desviadora Válvula para usar no processamento Seção inferior Engrenagem intermediária Terminal de corrente Fig. 2. Comutador de derivação em carga, tipo UCG. 1ZSC AAW pt Manual técnico UC 7

8 Chaves desviadoras As chaves desviadoras com redução de arco em óleo são do tipo de alta velocidade, operadas por mola, com resistores atuando como impedância de transição. Elas são equipadas com contatos de encaixe, que conectam automaticamente a chave às buchas no alojamento da chave desviadora quando ela é baixada para o alojamento. Instalações de orientação mantêm a chave desviadora na posição correta ao baixá-la para o alojamento. O acoplamento mecânico com o mecanismo acionado por motor é estabelecido automaticamente quando o pino motor é inserido no encaixe do disco de acionamento. O projeto e o dimensionamento das chaves desviadoras oferecem alta confiabilidade e longa vida útil, com um mínimo de manutenção e facilidade na inspeção. A chave desviadora foi concebida como um sistema de contatos móveis e fixos. O movimento do sistema de contato móvel é controlado por um sistema de vinculação de polígono de travamento automático, com um conjunto de molas helicoidais. O sistema de vinculação é resistente e foi cuidadosamente testado. Os contatos fixos estão posicionados nas laterais da chave desviadora e são feitos de placas isolantes. Seletores de derivação Embora o seletor de derivação da série UC do comutador de derivação esteja disponível em diversos tamanhos, todos têm funções similares, com especificações diferentes. Os contatos fixos são montados em torno dos eixos centrais. Os contatos móveis são montados sobre os eixos no centro do seletor, e são por eles operados. Os contatos móveis são conectados, via coletores de corrente, à chave desviadora, por meio dos condutores de cobre isolados por papel. Dependendo da corrente de carga, os contatos móveis têm uma, duas ou mais hastes de contato em paralelo com uma, duas ou quatro garras de contato cada uma. Em uma extremidade as garras fazem contato com o contato fixo, e na outra com o coletor de corrente. Os contatos móveis deslizam sobre os contatos fixos e os anéis coletores de corrente, o que resulta em uma ação de limpeza, que faz com que os contatos sejam autolimpantes. Essa disposição promove boa condutividade e desgaste insignificante do contato. Os contatos condutores de corrente são feitos em cobre ou em cobre e prata, e os contatos de interrupção são em cobre tungstênio. Fig. 3. Exemplo de chave desviadora tipo UCG. Fig. 4. Seletores de derivação, tamanhos C e III. 8 Manual técnico UC 1ZSC AAW pt

9 Diferenças de projeto em relação à série UC de comutadores de derivação em carga Os comutadores série UC consistem em quatro chaves desviadoras e três seletores de derivação. As chaves desviadoras, em ordem do tipo menor para o maior, são UCG, UCL, UCD e UCC, todas com redução de arco em óleo. Os seletores de comutador, em ordem do tipo menor para o maior, são C, III e IV. O seletor de derivação C pode ser combinado com chaves desviadoras UCG. O seletor de derivação III pode ser combinado com todas as chaves desviadoras, exceto UCC. O seletor de derivação IV pode ser combinado apenas com UCC. Para fazer a seleção correta, use o Manual Técnico ou o programa de seleção da ABB Compas. O UCG está disponível em duas versões (padrão e curta), e gerencia transformadores conectados em estrela de 200 a 300 MVA e autotransformadores de até aproximadamente 500 MVA. O UCL gerencia transformadores conectados em estrela de até 500 a 600 MVA, e autotransformadores de até MVA. O UCD e o UCC gerenciam transformadores conectados em estrela de >600 MVA e >1.000 MVA, respectivamente. Para conexões de enrolamentos, nas quais são necessários comutadores monofásicos, cada fase única do UCD e do UCC deve ter seu próprio mecanismo acionado por motor. No seletor de derivação IV os contatos fixos são montados em barras de isolamento, enquanto os tipos C e III usam um cilindro de epóxi reforçado com fibra de vidro, completo e indivisível. UCG.N/C 650 kv UCG.N/III 650 kv UCL.N/III 650 kv UCD.N/III 650 kv UCC.N 650 kv L (m) Fig. 5. Comutadores de derivação em carga tipo UC, comparação de tamanho. 1ZSC AAW pt Manual técnico UC 9

10 Alojamento da chave desviadora e seção superior A seção superior forma o flange, que é usado para montar a cobertura do transformador e para carregar a caixa de engrenagem dos eixos de operação. A seção superior inclui uma conexão do tubo do conservador, conexões de drenagem e filtragem, um terminal de aterramento, o dispositivo superior e a cobertura com sua junta. A seção superior está disponível em dois projetos, um para montagem da cobertura e um para pré-montagem (montagem na forquilha) na parte ativa do transformador. Os alojamentos da chave desviadora têm selos de alta qualidade, que garantem desempenho a vácuo e à prova de sobrepressão em todas as condições de serviço. Em caso de envelhecimento do material após serviços extremamente longos, os selos podem ser apertados novamente. As partes inferiores e as cabeças dos cilindros são feitas em alumínio fundido. Os eixos acionadores e as engrenagens cônicas são posicionados ao lado dos cilindros da chave desviadora, permitindo, assim, fácil acesso às chaves desviadoras. A seção inferior tem orifícios de localização da chave desviadora, rolamentos, suportes para montagem do seletor de derivação e o terminal de corrente para a chave desviadora. Também há uma válvula de drenagem na parte inferior, que só deve ser aberta durante o processo de secagem do transformador. As seções superior e inferior são fixadas em um cilindro de plástico reforçado com fibra de vidro. As buchas de passagem da parede do cilindro são vedadas por gaxetas de O-ring com pressão elástica. Cada unidade pronta é testada sob vácuo, e a parte externa é exposta a hélio e testada em relação a vazamentos com o uso de detector de gás hélio. Pintura As seções superiores do alojamento da chave desviadora são revestidas com acabamento na cor azul-cinza, Munsell 5,5 B 5,5/1,25, classe de corrosão C3, de acordo com as normas SS-EN ISO e SS-EN ISO Para classes de corrosão superiores, como C4 ou C5, entre em contato com a ABB para obter informações adicionais. Mecanismo de funcionamento A engrenagem cônica, montada na seção superior do flange, transfere o acionamento do mecanismo acionado por motor, por meio do eixo vertical isolado, à engrenagem intermediária da chave desviadora e do seletor de derivação. Da engrenagem intermediária, um eixo acionador transfere a energia para a chave desviadora, por meio de um bucim à prova de óleo na parte inferior do alojamento da chave desviadora. Quando a chave desviadora é baixada para dentro do alojamento (após a inspeção), o acionamento é reconectado com facilidade, por meio de um procedimento simples que garante que o eixo acionador e o pino-guia do mecanismo desviador estejam alinhados corretamente. A engrenagem intermediária também aciona a engrenagem Genebra do seletor de derivação, por meio de uma conexão de roda livre. A engrenagem Genebra fornece movimento alternado para os dois eixos verticais do seletor de derivação. O eixo acionador externo, que não precisa ser removido durante o trabalho de manutenção, minimiza o risco de desalinhamento do sistema. Entretanto, um batente mecânico de limite de extremidade para o seletor de derivação está disponível mediante solicitação. Sistemas de eixo especiais também estão disponíveis mediante solicitação. Resistores de transição Os resistores de transição são feitos em arame e estão localizados acima dos contatos da chave desviadora. Os resistores são resistentes e foram concebidos para durar o tempo de vida útil do mecanismo em condições normais de serviço. Aplicações especiais, condições de carga, ambientes e líquidos de isolamento Entre em contato com o fornecedor para obter orientação nos seguintes casos: Para aplicativos diferentes da rede. (As restrições em número de operações podem ser válidas.) Em caso de condições de carga incomuns, como sobrecargas acima da norma IEC ou da IEEE C , cargas extremamente indutivas ou capacitivas, ou cargas acima dos dados fornecidos neste documento. 10 Manual técnico UC 1ZSC AAW pt

11 Em caso de haver necessidade de outros líquidos de isolamento diferentes de óleo mineral. Medição de corrente em fase antes do ponto estrela. Construções especiais Mediante solicitação, os comutadores UC também estão disponíveis para regulagem com enrolamento de polarização e regulagem Y/D. Filtragem de óleo em linha A filtragem de óleo em linha não é necessária em nenhuma aplicação e não estende o tempo de vida útil dos contatos, mas pode trazer benefícios para comutadores em carga com redução de arco em óleo em determinadas aplicações, tais como: Aplicações de forno de arco (prolonga a vida útil mecânica e o intervalo de manutenção, e diminui o tempo gasto em manutenção) Extremidade de linha de alta tensão (mantém a resistência dielétrica alta do líquido de isolamento) Sempre que um tempo de parada curto for importante ao executar a manutenção Em qualquer aplicação com um grande número de operações ou solicitações dielétricas altas. A filtragem de óleo em linha da ABB funciona com filtragem de fluxo baixo contínuo, oferecendo o melhor resultado de filtragem, menos risco de bolhas de gás e requerendo menos equipamentos de controle. Cartuchos do filtro são facilmente substituídos sem retirar o transformador de serviço. A filtragem reduz o número de partículas e mantém o nível de umidade em um nível dielétrico seguro. Mecanismo acionado por motor O mecanismo acionado por motor fornece o acionamento que permite que o comutador de derivação funcione. A energia é fornecida de um motor, por meio de uma série de engrenagens, e para fora, por um eixo acionador. Diversos recursos são incorporados dentro do mecanismo, para promover intervalos de manutenção longos e confiabilidade. Acessórios Para obter uma lista dos acessórios disponíveis para comutadores de derivação e mecanismos acionados por motor, consulte o fornecedor. 1ZSC AAW pt Manual técnico UC 11

12 Princípios de operação do comutador de derivação Sequência de comutação, UC A sequência de comutação do comutador de derivação em carga, da posição 6 para a posição 5, é mostrada nas figuras A sequência é atribuída do ciclo de indicação. Isso significa que o contato da comutação principal da chave desviadora é interrompido antes que os resistores de transição sejam conectados em toda a etapa de regulagem. Isso garante confiabilidade máxima para tipos sem vácuo quando a chave opera com sobrecargas. Em carga nominal, a interrupção ocorre na primeira corrente zero após a separação do contato, o que significa um tempo médio de arco de aproximadamente 4 a 6 ms. O tempo total para uma sequência completa é de aproximadamente 50 ms. O tempo da operação de comutação do mecanismo acionado por motor é de aproximadamente 5 s/etapa. (10 s para posições de passagem). Fig 8. Posição 6 O contato V do seletor conecta a derivação 6 e o contato H do seletor na derivação 7. O contato principal x carrega a corrente de carga. Figura 11 O contato do resistor u foi fechado. A corrente de carga é compartilhada entre Ry e Ru. A corrente circulante é limitada pela resistência de Ry mais Ru. Figura 9 O contato H do seletor foi movido no estado sem carga, da derivação 7 para a derivação 5. Figura 12 O contato do resistor y foi aberto. A corrente de carga passa por Ru e pelo contato u. Figura 10 O contato principal x foi aberto. A corrente de carga passa pelo resistor Ry e o pelo contato y do resistor. Fig. 13. Posição 5 O contato principal v foi fechado, o resistor Ru é contornado e a corrente de carga passa pelo contato principal v. O comutador de derivação agora está na posição Manual técnico UC 1ZSC AAW pt

13 Tipo de regulagem Comutação linear (tipo L) O alcance da regulagem é igual à tensão do enrolamento de derivação. Nenhum seletor de comutação é usado. Fig. 14. Fig. 14. Seletor de comutação para comutação mais/menos (tipo R) O seletor de comutação estende o alcance da regulagem para o dobro da tensão do enrolamento de derivação, conectando o enrolamento principal a diferentes extremidades do enrolamento regulador. Fig. 15. Seletor de comutação reversa Fig. 15. Seletor de comutação para comutação aproximada/ precisa (tipo D) No comutador tipo D, o seletor de comutação estende o alcance da regulagem para o dobro da tensão do enrolamento de derivação, conectando ou desconectando o enrolamento de regulagem aproximada. Fig. 16. Seletor de comutação, aproximada/precisa Fig ZSC AAW pt Manual técnico UC 13

14 Tipo de conexão Ponto estrela trifásico (N) É necessária somente uma unidade para todas as três fases. O ponto neutro dos transformadores é no comutador de derivação. Fig. 17. Monofásico (E) Somente uma unidade é necessária Fig. 18. Delta trifásico (B) São necessárias duas unidades. Acionado por um acionador com motor comum. Uma unidade em comum para as duas fases. Fig. 19. Delta trifásico totalmente isolado (T) São necessárias três unidades. Acionada por um mecanismo em comum acionado por motor, exceto tipos de comutadores de derivação UCC e UCD. Fig. 20. Autotransformador (T) Existem diversas configurações de autotransformadores. Esse exemplo mostra o comutador de derivação em derivação automática. Fig Manual técnico UC 1ZSC AAW pt

15 Características e dados técnicos do comutador Atribuição de tipo UCG.. UCL.. UCD.. UCC.. XXXX/YYYY/Z XXXX/YYYY/Z XXXX/YYYY/Z XXXX/YYYY/Z Exemplo UCGRE 650/700/C Tipo de comutador de derivação UC... Chave desviadora com redução de arco em óleo Tipo de chaveamento L Linear R Mais/Menos D Aproximada/Precisa Tipo de conexão N Ponto estrela trifásico (uma unidade) E Monofásico (uma unidade) T Trifásico totalmente isolado (três unidades) B Delta trifásico (duas unidades; monofásica e bifásica) Tensão de impulso máxima para o terra UCG: 380 kv, 650 kv, 750 kv, kv UCL: 380 kv, 650 kv, 750 kv, kv UCD, UCC: 380 kv, 650 kv, kv Corrente máxima de passagem nominal Consulte as tabelas de chaves desviadoras e seletores de derivação, respectivamente. A potência nominal mais baixa entre as duas determina a potência nominal geral. Tamanho do seletor de derivação C seletor de derivação apenas para UCG III seletor de derivação para UCG, UCL e UCD IV seletor de derivação para UCC 1ZSC AAW pt Manual técnico UC 15

16 Chaves desviadoras Tipo UCG.N, B UCG.E, T UCG.N, B, versão curta 1) UCG.E, T, versão curta 1) UCL.N, B UCL.E, T UCD.N 2) Corrente máxima de passagem nominal 400, 500, 600 A 500, 600, 900, 1.200, 1.500, ) A 300 A 600, 900 A 600, 900, 925 A 600, 900, 1.800, 2.400, ) A A UCD.E 2) A 3) UCC.N 2) A UCC.E 2) A 3) Tabela 1. Chaves desviadoras. 1) Alojamentos da chave desviadora mais curtos, consulte os desenhos das dimensões neste manual. Consulte também os limites na Fig ) O UCC e o UCD precisam de um mecanismo acionado por motor para cada unidade de comutador. 3) Para especificações maiores, entre em contato com a ABB. 4) Requer divisão forçada de corrente durante a operação. Veja a seção Divisão forçada de corrente. Seletores de comutador Tipo Conexão Corrente máxima de passagem nominal Tensão máx. de teste de impulso em toda a variação C N, B 600 A 350 kv 2) E, T 600, 1.200, A 350 kv 2) III N, B A 550 kv 2) E, T 1.000, 1.800, A 550 kv 2) IV 1) N, E A 500 kv Tabela 2. Seletores de comutador. 1) O UCC precisa de um mecanismo acionado por motor para cada unidade e, portanto, não está disponível nas conexões B e T. 2) Observe que para determinadas posições, esses valores são menores. Consulte o Níveis isolantes. Possíveis combinações de chaves desviadoras e seletores de comutador Chave desviadora UCG UCL UCD UCC Seletor de comutador C III IV Número máximo de posições Tipo de Seletor de Número máximo de posições chaveamento comutador Linear C 18 III 22 IV 18 Mais/menos C 35 III 35 IV 35 Aproximado/preciso C 35 III 35 IV 35 Tabela 3. Número máximo de posições. Divisão forçada de corrente Em determinadas aplicações, dois ou mais polos de um comutador de derivação ou mais de um comutador de derivação podem funcionar em paralelo. Entretanto, é importante implementar isso de forma correta. Há uma diferença entre se o comutador de derivação deve funcionar somente na posição (não durante a operação) ou se deve funcionar durante a operação. Na posição A divisão forçada de corrente na posição só é usada entre polos dentro de um comutador de derivação para operação em uma fase. Ela é usada se houver um seletor de derivação com uma corrente nominal mais baixa do que a chave desviadora. Tendo o mesmo número de condutores pelo enrolamento regulador como há polos no seletor de derivação, e conectando cada um deles a um polo do seletor de derivação, a taxa de um polo multiplica o número de polos que podem ser usados. Caso contrário, uma certa redução na corrente nominal deve ser executada para desigualar a divisão da corrente entre os polos. Durante a operação A divisão forçada de corrente durante a operação pode ser usada quando a chave desviadora tem uma corrente nominal mais baixa do que o seletor de derivação, ou quando dois ou mais comutadores de derivação funcionarem em paralelo na mesma fase. Tendo o mesmo número de condutores em paralelo pelos enrolamentos como há polos ou comutadores de derivação em paralelo, é possível trabalhar em condições de funcionamento em paralelo. Entretanto, a impedância entre esses percursos paralelos deve ser tal que a corrente por qualquer um dos polos ou qualquer um dos comutadores de derivação não deve exceder a corrente nominal de nenhum deles. O motivo para isso é que os polos na chave desviadora ou chaves desviadoras não funcionam exatamente no mesmo momento. Para alcançar essa impedância, normalmente é necessário que os condutores paralelos sejam mantidos separados tanto pelo enrolamento regulador quanto pelo enrolamento principal. Entretanto, a impedância deve ser calculada pelo fabricante do transformador em cada caso em que a divisão forçada de corrente durante a operação deva ser usada. Consulte também a norma IEC , item para obter informações. 16 Manual técnico UC 1ZSC AAW pt

17 Tensão de escalonamento máxima nominal A tensão de escalonamento máxima permitida está limitada pela força elétrica e a capacidade de chaveamento da chave desviadora. A tensão de escalonamento de fase nominal é uma função da corrente de passagem nominal como mostram os diagramas a seguir. Para transformadores de forno de arco, somente até 75% das tensões de escalonamento determinadas a seguir são permitidas. No caso de a corrente, durante os curto-circuitos do eletrodo, exceder o dobro da corrente de passagem nominal, entre em contato com o fornecedor para obter orientações. O UCG, em versão curta, tem uma caixa da chave desviadora mais curta, de 220 mm, consulte os desenhos das dimensões neste documento. Para versões mais curtas, pode haver restrições nos aplicativos, exceto da rede. Comutação da indutância de fuga de regulagem aproximada/precisa Ao operar das extremidades do enrolamento preciso ou aproximado, uma alta indutância de fuga pode aparecer, causando mudança de fase entre a corrente comutada e a tensão de recuperação. Esse valor deve ser fornecido ao encomendar um comutador de derivação, para que seja possível um dimensionamento adequado. O valor da indutância de fuga pode ser dado em nossa folha de dados de pedido ou pode ser calculado por nós a partir das dimensões da parte ativa e número de voltas. Para obter mais informações, consulte a IEC ou as informações do produto Se forem obtidos valores mais altos que os aceitáveis para comutadores UC, o comutador VUC é uma alternativa possível, já que suporta valores mais elevados. Tensão de escalonamento (V) Fig. 22. Tensão de escalonamento máxima nominal para tipo UCG. Tensão de escalonamento (V) UCG.N,B,E,T versão curta UCG.N,B UCG.E,T versão curta Corrente de passagem nominal (A) UCC.E UCC.N Para valores mais altos, contate a ABB Corrente de passagem nominal (A) UCG.E,T Tensão de escalonamento (V) Tensão de escalonamento (V) Fig. 23. Tensão de escalonamento máxima nominal para tipo UCL. 500 UCL.N,B UCD.N Para valores mais altos, contate a ABB UCD.N UCL.E,T Corrente de passagem nominal (A) UCD.E UCD.E Corrente de passagem nominal (A) Fig. 24. Tensão de escalonamento máxima nominal para tipo UCC. Fig. 25. Tensão de escalonamento máxima nominal para tipo UCD. 1ZSC AAW pt Manual técnico UC 17

18 Vida útil do contato A vida útil prevista do contato fixo e móvel da chave desviadora é mostrada como uma função da corrente de passagem nominal nos diagramas a seguir. Ela é baseada no teste de tipo com operações de comutação e uma corrente correspondendo à corrente de passagem nominal máxima. A vida útil do contato é informada na placa de especificações. Nº de operações UCG.N,B Carga 100% Carga média 80% UCG.E,T Carga 100% Carga média 80% Corrente de passagem nominal (A) Nº de operações UCL.N,B Carga 100% Carga média 80% UCL.E,T Carga 100% Carga média 80% Corrente de passagem nominal (A) Fig. 26. Vida útil do contato para o tipo UCG. Fig. 27. Vida útil do contato para o tipo UCL. Nº de operações UCC.N Carga 100% Carga média 80% Corrente de passagem nominal (A) UCC.E Carga 100% Nº de operações UCDL.N Carga 100% UCD.E Carga 100% Corrente de passagem nominal (A) Fig. 28. Vida útil do contato para o tipo UCC. Fig. 29. Vida útil do contato para o tipo UCD. 18 Manual técnico UC 1ZSC AAW pt

19 Padrões e testes Os comutadores de derivação em carga feitos pela ABB atendem aos requisitos, de acordo com as normas IEC e IEEE C Placa de especificações Os testes de tipo incluem: Teste de elevação da temperatura de contato Testes de comutação Teste da corrente de curto-circuito Teste de impedância de transição Testes mecânicos Testes dielétricos Os testes de rotina incluem: Verificação da montagem Teste mecânico Teste de sequência Teste de isolamento dos circuitos auxiliares Teste de vácuo Inspeção final Fig. 30. Exemplo de placa de especificações. 1ZSC AAW pt Manual técnico UC 19

20 Níveis de isolamento LI é o impulso de raios (1,2/50 µs). pf é a tensão de teste da frequência de alimentação (60 s). Os níveis de isolamento são indicados como a tensão de impulso máxima tensão de impulso máxima para frequência de alimentação. Os testes foram executados de acordo com a IEC , com um novo comutador e óleo de transformador de isolamento I -30 C limpo, de acordo com a IEC O valor da tensão máxima suportável do óleo era superior a 40 kv/2,5 mm (IEC 60156). a2 a1 Fig. 31. Comutação linear (L). e1 b1 b1 b2 g1 contato correspondente na fase adjacente Níveis de isolamento para o terra (g1 e g2) Para UCG e UCL kv, kv, kv e kv Para UCC e UCD kv, kv e kv Os níveis do impulso de raios (LI) e os níveis da frequência de alimentação (Pf) correspondem aos seguintes U m -de acordo com a IEC: contatos correspondentes na fase adjacente b1 LI (kv) Pf (kv) Um (kv) ) Tabela 4. 1) Cobre 76 kv, que não é um valor IEC. a1 Entre quaisquer contatos elétricos adjacentes no seletor de derivação, não conectado. a2 Entre as extremidades do enrolamento de regulagem fina (em toda a faixa). Para comutação aproximada/precisa na posição menos, isso significa entre a extremidade oscilante livre do enrolamento aproximado e qualquer extremidade do enrolamento preciso. b1 Entre derivações não conectadas de fases diferentes no seletor preciso b2 Entre contatos abertos de fases diferentes na chave desviadora. c1 Entre extremidades do enrolamento aproximado na comutação aproximada/precisa d1 Entre derivações não conectadas de fases diferentes no seletor aproximado (comutação aproximada/precisa) e1 Entre a derivação pré-selecionada e a derivação conectada de uma fase na chave desviadora e no seletor de derivação. f1 Entre qualquer extremidade do enrolamento aproximado e a derivação conectada f2 Entre qualquer extremidade do enrolamento aproximado e o meio do enrolamento preciso. g1 Derivação conectada ao terra g2 Derivação pré-selecionada conectada ao terra a2 a2 Fig. 32. Comutação reversa (R). f2 Fig. 33. Comutação aproximada/precisa (D) c1 a1 a1 f1 e1 e1 b1 b1 d1 g2 b2 g1 contatos correspondentes na fase adjacente d1 b2 g1 20 Manual técnico UC 1ZSC AAW pt

1ZSE 5492-133 pt, Rev. 5. Comutadores em carga, tipos UC e VUG, com mecanismos acionados por motor, tipos BUE/BUL Lista de peças sobressalentes

1ZSE 5492-133 pt, Rev. 5. Comutadores em carga, tipos UC e VUG, com mecanismos acionados por motor, tipos BUE/BUL Lista de peças sobressalentes 1ZSE 5492-133 pt, Rev. 5 Comutadores em carga, tipos UC e VUG, com mecanismos acionados por motor, tipos BUE/BUL Lista de peças sobressalentes Este documento não deve ser copiado sem a autorização por

Leia mais

Comutadores de derivação em carga, tipos UCG, UCL, UCC e UCD com mecanismos de accionamento do motor, tipos BUE e BUL Lista de peças sobressalentes

Comutadores de derivação em carga, tipos UCG, UCL, UCC e UCD com mecanismos de accionamento do motor, tipos BUE e BUL Lista de peças sobressalentes Comutadores de derivação em carga, tipos UCG, UCL, UCC e UCD com mecanismos de accionamento do motor, tipos BUE e BUL Lista de peças sobressalentes ZSE 5492-33 pt, Rev. 3, 2004-03-5 Este documento não

Leia mais

1ZSC000562-AAL pt. Comutadores em carga a vácuo tipo VUBB Manual do Usuário

1ZSC000562-AAL pt. Comutadores em carga a vácuo tipo VUBB Manual do Usuário 1ZSC000562-AAL pt Comutadores em carga a vácuo tipo VUBB Manual do Usuário Instrução original As informações fornecidas neste documento têm o intuito de ser gerais, sem abranger todas as aplicações possíveis.

Leia mais

1ZSE 2750-105 pt, Rev. 7. Buchas para transformadores, tipo GOE e GOE(2) Manual Técnico

1ZSE 2750-105 pt, Rev. 7. Buchas para transformadores, tipo GOE e GOE(2) Manual Técnico 1ZSE 2750-105 pt, Rev. 7 Buchas para transformadores, tipo GOE e GOE(2) Manual Técnico Este Manual Técnico foi produzido para fornecer aos fabricantes de transformadores, e a seus projetistas e engenheiros,

Leia mais

1ZSC000562-AAD pt. Acessórios e dispositivos de proteção para comutadores em carga Guia de classificação

1ZSC000562-AAD pt. Acessórios e dispositivos de proteção para comutadores em carga Guia de classificação 1ZSC000562-AAD pt Acessórios e dispositivos de proteção para comutadores em carga Guia de classificação As informações fornecidas neste documento têm o intuito de ser gerais, sem abranger todas as aplicações

Leia mais

Disjuntores a Vácuo SION Descrição. Índice. Título Aqui. Seção 1 Disjuntores a Vácuo SION Descrição. Seção 2 Disjuntor Padrão 3AE

Disjuntores a Vácuo SION Descrição. Índice. Título Aqui. Seção 1 Disjuntores a Vácuo SION Descrição. Seção 2 Disjuntor Padrão 3AE Disjuntores a Vácuo Descrição Disjuntores a Vácuo Título Aqui Índice Seção 1 Disjuntores a Vácuo Descrição Seção 2 Disjuntor Padrão 3AE Seção 3 Módulo Deslizante 3AE Anexo Siemens AG 2005 Disjuntores a

Leia mais

TRANSFORMADORES MOLDADOS EM RESINA

TRANSFORMADORES MOLDADOS EM RESINA MODELO TAM TRANSFORMADORES - TIPO TAM Os transformadores a seco moldados em resina epóxi são indicados para operar em locais que exigem segurança, os materiais utilizados em sua construção são de difícil

Leia mais

MANUTENÇÃO CENTRADA NA CONFIABILIDADE DE SUBESTAÇÕES

MANUTENÇÃO CENTRADA NA CONFIABILIDADE DE SUBESTAÇÕES Comitê de Estudo B3 Subestações Força Tarefa - Manutenção Centrada na Confiabilidade MANUTENÇÃO CENTRADA NA CONFIABILIDADE DE SUBESTAÇÕES Comutadores de tap INTRODUÇÃO Os comutadores de tap são utilizados

Leia mais

CONJUNTOS DE FACAS DE AR WINDJET

CONJUNTOS DE FACAS DE AR WINDJET CONJUNTOS DE FACAS WINDJET CONJUNTO DE FACAS WINDJET SOPRADORES CONJUNTOS DE FACAS WINDJET SUMÁRIO Página Visão geral dos pacotes de facas de ar Windjet 4 Soprador Regenerativo 4 Facas de ar Windjet 4

Leia mais

TRANSFORMADOR A SECO Geafol de 75 a 25.000 kva

TRANSFORMADOR A SECO Geafol de 75 a 25.000 kva Com a linha Geafol, obteve-se um transformador com excelentes características elétricas, mecânicas e térmicas que, adicionalmente, ainda é ecológico. São produzidos sob certificação DQS, ISO 9001 e ISO

Leia mais

27 Sistemas de vedação II

27 Sistemas de vedação II A U A UL LA Sistemas de vedação II Ao examinar uma válvula de retenção, um mecânico de manutenção percebeu que ela apresentava vazamento. Qual a causa desse vazamento? Ao verificar um selo mecânico de

Leia mais

Springer - Carrier. Índice

Springer - Carrier. Índice Índice Página 1 - Diagnóstico de Defeitos em um Sistema de Refrigeração... 8 1.1 - Falha: Compressor faz ruído, tenta partir, porém não parte... 8 1.2 - Falha: Compressor funciona, porém não comprime...

Leia mais

X20 30 36 AC GEARLESS

X20 30 36 AC GEARLESS 3141 pt - 02.1999 / a Este manual deve ser entregue ao usuário final X20 30 36 AC GEARLESS Manual de instalação e manutenção Com o objetivo de obter o máximo de desempenho de sua nova máquina GEARLESS,

Leia mais

1ZSE 5492-125 pt, Rev. 2. Comutador de derivações sob carga, tipo UCL com mecanismos de acionamento motorizado, tipos BUE e BUL Guia de manutenção

1ZSE 5492-125 pt, Rev. 2. Comutador de derivações sob carga, tipo UCL com mecanismos de acionamento motorizado, tipos BUE e BUL Guia de manutenção 1ZSE 5492-125 pt, Rev. 2 Comutador de derivações sob carga, tipo UCL com mecanismos de acionamento motorizado, tipos BUE e BUL Guia de manutenção Este documento não deve ser copiado sem permissão por escrito

Leia mais

Figura 8.1 Representação esquemática de um transformador.

Figura 8.1 Representação esquemática de um transformador. CAPÍTULO 8 TRANSFORMADORES ELÉTRICOS 8.1 CONCEITO O transformador, representado esquematicamente na Figura 8.1, é um aparelho estático que transporta energia elétrica, por indução eletromagnética, do primário

Leia mais

Mini Aquecedor série SEC 016 8W, 10W, 13W

Mini Aquecedor série SEC 016 8W, 10W, 13W Mini Aquecedor série SEC 016 8W, 10W, 13W Limitador de temperatura Ampla faixa de alimentação Aquecimento dinâmico Economia de energia elétrica Compacto Aquecedor para aplicação em invólucros de pequeno

Leia mais

Capítulo III. Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda. Proteção de geradores. Faltas à terra no rotor. Tipos de sistemas de excitação

Capítulo III. Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda. Proteção de geradores. Faltas à terra no rotor. Tipos de sistemas de excitação 24 Capítulo III Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* Faltas à terra no rotor A função primária do sistema de excitação de um gerador síncrono é regular a tensão

Leia mais

2.5. Placas eletrônicas da central

2.5. Placas eletrônicas da central 2.5. Placas eletrônicas da central Placa eletrônica de laço Piezo Placa de laço Na placa eletrônica de laço podem ser ligados quatro laços de detecção, compostos por detectores de fumaça, detectores termovelocimétricos

Leia mais

SITRANS LVL200H.ME****A****

SITRANS LVL200H.ME****A**** Vibrating Switches SITRANS LVL200H.ME****A**** NCC 14.03368 X Ex d IIC T6 Ga/Gb, Gb Instruções de segurança 0044 Índice 1 Validade... 3 2 Geral... 3 3 Dados técnicos... 4 4 Condições de utilização... 4

Leia mais

VÁLVULAS BORBOLETA COM SEDE RESILIENTE MANUAL DE SEGURANÇA

VÁLVULAS BORBOLETA COM SEDE RESILIENTE MANUAL DE SEGURANÇA VÁLVULAS BORBOLETA COM SEDE RESILIENTE MANUAL DE SEGURANÇA The High Performance Company ÍNDICE 1.0 Introdução...1 1.1 Termos e abreviações... 1 1.2 Acrônimos... 1 1.3 Suporte ao produto... 2 1.4 Literatura

Leia mais

VÁLVULAS DE RETENÇÃO MANUAL DE INSTRUÇÕES E MANUTENÇÃO SÉRIE: R

VÁLVULAS DE RETENÇÃO MANUAL DE INSTRUÇÕES E MANUTENÇÃO SÉRIE: R 22/04/2013 MANUAL DE INSTRUÇÕES E MANUTENÇÃO SÉRIE: R cmo@cmo.es http://www.cmo.es pág. 1 MONTAGEM DESCRIÇÃO Directiva sobre máquinas: DIR 2006/42/CE (MÁQUINAS). Directiva sobre equipamentos sob pressão:

Leia mais

INFORMAÇÕES TÉCNICAS - - Fig. 3. Fig. 2

INFORMAÇÕES TÉCNICAS - - Fig. 3. Fig. 2 Fig. 1 02 Fig. 3 Fig. 2 03 INFORMAÇÃO TÉCNICA SOBRE VÁLVULAS DE PULSO 1 8 9 10 A ASCO possui uma ampla linha de válvulas de pulso para o mercado de filtros de manga com acessórios que permitem monitorar

Leia mais

SUPLEMENTO Nº 03. 1. Com referência ao Pregão Eletrônico PE.GCM.A.00175.2013, informamos que este Suplemento visa alterar:

SUPLEMENTO Nº 03. 1. Com referência ao Pregão Eletrônico PE.GCM.A.00175.2013, informamos que este Suplemento visa alterar: PE.GCM.A.0075.203 /6 SUPLEMENTO Nº 03. Com referência ao Pregão Eletrônico PE.GCM.A.0075.203, informamos que este Suplemento visa alterar:.. Edital, Seção V, Anexo II, Formulário 02 Acessórios e Ferramentas

Leia mais

Megôhmetro Digital de 12kV

Megôhmetro Digital de 12kV Megôhmetro Digital de 12kV Funções: Maior flexibilidade para testar máquinas de alta tensão, se comparado aos instrumentos comuns com tensão de medição de 5/10kV. A alta corrente de curto aumenta a velocidade

Leia mais

Transformadores de Corrente

Transformadores de Corrente Transformadores de Corrente Uso externo Isolado a óleo JOF (24 550) kv Descrição geral Os TCs to tipo JOF são utilizados em sistemas de alta tensão entre 24 e 550 kv. Eles transformam níveis elevados de

Leia mais

Transformadores de Força

Transformadores de Força Transformadores de Força SISTEMA DE QUALIDADE certificado pela DQS de acordo com EN ISO 9001 Reg. N o 4989-01 A Tecnologia do Transformador em um relance A constante evolução tecnológica a nível mundial

Leia mais

Transmissor de pressão para aplicações de refrigeração e ar-condicionado Modelo R-1, com sensor metálico thin-film hermeticamente soldado

Transmissor de pressão para aplicações de refrigeração e ar-condicionado Modelo R-1, com sensor metálico thin-film hermeticamente soldado Medição eletrônica de pressão Transmissor de pressão para aplicações de refrigeração e ar-condicionado Modelo R-1, com sensor metálico thin-film hermeticamente soldado WIKA folha de dados PE 81.45 Aplicações

Leia mais

BOMBA DE VÁCUO MANUAL DE OPERAÇÃO MODELOS. VP-50D (1,8cfm) VP-140D ( 5cfm) VP-200D (7cfm) VP-340D (12cfm) I COMPONENTES

BOMBA DE VÁCUO MANUAL DE OPERAÇÃO MODELOS. VP-50D (1,8cfm) VP-140D ( 5cfm) VP-200D (7cfm) VP-340D (12cfm) I COMPONENTES BOMBA DE VÁCUO MANUAL DE OPERAÇÃO MODELOS VP-50D (1,8cfm) VP-140D ( 5cfm) VP-200D (7cfm) VP-340D (12cfm) I COMPONENTES II -MANUAL DE OPERAÇÃO 1 Leia atentamente antes de utilizar a bomba de Vácuo Todos

Leia mais

Índice. 1. Advertência. 2. Características técnicas. 3. Aplicações. 4. Estrutura. 5. Instruções de uso e operação. 6. Manutenção.

Índice. 1. Advertência. 2. Características técnicas. 3. Aplicações. 4. Estrutura. 5. Instruções de uso e operação. 6. Manutenção. MODELO: BYG AR 1533 Índice 1. Advertência. 2. Características técnicas. 3. Aplicações. 4. Estrutura. 5. Instruções de uso e operação. 6. Manutenção. 7. Diagrama elétrico. 8. Diagrama hidráulico. 9. Peças

Leia mais

Sistemas de válvula Sistemas de válvulas conforme norma ISO 5599-1, tamanho 3, série 581. Catálogo impresso

Sistemas de válvula Sistemas de válvulas conforme norma ISO 5599-1, tamanho 3, série 581. Catálogo impresso ISO 5599-1, tamanho 3, série 581 Catálogo impresso 2 ISO 5599-1, tamanho 3, série 581 Acionamento elétrico Sistema de válvulas, Série 581, tamanho 3 Qn = 4100 l/min Largura da válvula piloto: 22 mm conexão

Leia mais

ISOTRANS IND. DE TRANSFORMADORES LTDA.

ISOTRANS IND. DE TRANSFORMADORES LTDA. ISOTRANS IND. DE TRANSFORMADORES LTDA. TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS DE ISOLAÇÃO COM BLINDAGEM APLICAÇÃO Os transformadores monofásicos de isolação com blindagens, magnética e eletrostática, foram desenvolvidos

Leia mais

Explicação dos Tipos de Válvula Solenóide

Explicação dos Tipos de Válvula Solenóide Explicação dos Tipos Válvula Solenói Todas as válvulas da Danfoss possuem agora uma signação que talha sua estrutura e operação.vários números e letras finem se a válvula é operada diretamente ou servocontrolada,

Leia mais

Comutador de Taps sob Carga Tipo V

Comutador de Taps sob Carga Tipo V www.reinhausen.com Comutador de Taps sob Carga Tipo V Instruções de Serviço BA 081/04 2 Índice Índice 1 Dados Gerais 5 1.1 Instruções de segurança 5 1.2 Aplicações específicas 5 2 Design 6 3 Fornecimento

Leia mais

Capacitores Correção do Fator de Potência. Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas

Capacitores Correção do Fator de Potência. Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Capacitores Correção do Fator de Potência Motores Automação Eneria Transmissão & Distribuição Tintas www.we.net Sumário Tecnoloia dos Capacitores...4 Linha de Produtos...5 UCW - Unidade Capacitiva Monofásica...6

Leia mais

BrikStar CM. Prensa hidráulica de briquetagem D GB. Sempre uma idéia a frente

BrikStar CM. Prensa hidráulica de briquetagem D GB. Sempre uma idéia a frente BrikStar CM Prensa hidráulica de briquetagem Sempre uma idéia a frente D GB BrikStar Prensa hidráulica de briquetagem BrikStar CM BrikStar CM de 4 até 11 kw As prensas de briquetagem da série BrikStar

Leia mais

www.siemens.com/sion Disjuntores a vácuo SION 3AE5 e 3AE1 Equipamento de média tensão Catálogo HG 11.02 2014 Answers for infrastructure and cities.

www.siemens.com/sion Disjuntores a vácuo SION 3AE5 e 3AE1 Equipamento de média tensão Catálogo HG 11.02 2014 Answers for infrastructure and cities. www.siemens.com/sion Disjuntores a vácuo SION AE5 e AE1 Equipamento de média tensão Catálogo HG 11.0 014 Answers for infrastructure and cities. Disjuntores a vácuo SION AE5 e AE1 R-HG11-8.tif Siemens HG

Leia mais

PV-2200 MANUAL DE INSTRUÇÃO

PV-2200 MANUAL DE INSTRUÇÃO Pág.:1 MÁQUINA: MODELO: NÚMERO DE SÉRIE: ANO DE FABRICAÇÃO: O presente manual contém instruções para instalação e operação. Todas as instruções nele contidas devem ser rigorosamente seguidas do que dependem

Leia mais

Disjuntores a vácuo SION 3AE5 e 3AE1. Equipamento de média tensão. Totally Integrated Power SION. Catálogo HG 11.02. Edição 2015. siemens.

Disjuntores a vácuo SION 3AE5 e 3AE1. Equipamento de média tensão. Totally Integrated Power SION. Catálogo HG 11.02. Edição 2015. siemens. Disjuntores a vácuo SION AE5 e AE1 Equipamento de média tensão Totally Integrated Power SION Catálogo HG 11.0 Edição 015 siemens.com/sion Disjuntores a vácuo SION AE5 e AE1 R-HG11-8.tif Siemens HG 11.0

Leia mais

Características Técnicas Série Quasar

Características Técnicas Série Quasar Descrição do Produto A Série Quasar é uma linha de painéis tipo CCMi (centro de controle de motores inteligente) para baixa tensão e correntes até 3150 A, ensaiados conforme a norma NBR/IEC 60439-1 - TTA

Leia mais

Automação Hidráulica

Automação Hidráulica Automação Hidráulica Definição de Sistema hidráulico Conjunto de elementos físicos associados que, utilizando um fluido como meio de transferência de energia, permite a transmissão e o controle de força

Leia mais

Capacitores para Correção do Fator de Potência Bobinas de polipropileno metalizado, auto-regenerativo e com dielétrico seco Perdas dielétricas

Capacitores para Correção do Fator de Potência Bobinas de polipropileno metalizado, auto-regenerativo e com dielétrico seco Perdas dielétricas Capacitores para Correção do Fator de Potência Bobinas de polipropileno metalizado, auto-regenerativo e com dielétrico seco Perdas dielétricas menores que 0,4 W/kvar Dispositivo interruptor de segurança

Leia mais

COMPONENTES. Chave sem carga para o tipo de Título Instalação fixa SW

COMPONENTES. Chave sem carga para o tipo de Título Instalação fixa SW COMPONENTES Chave sem carga para o tipo de Título Instalação fixa SW Informações gerais A chave SW sem carga é uma gama completa projetada para cobrir todas as aplicações a serem cumpridas em subestações

Leia mais

CADASTRO TÉCNICO DE FORNECEDORES SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO MATERIAIS PADRONIZADOS APLICADOS EM CÂMARA DE TRANSFORMAÇÃO 15KV - ATENDIMENTO COLETIVO

CADASTRO TÉCNICO DE FORNECEDORES SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO MATERIAIS PADRONIZADOS APLICADOS EM CÂMARA DE TRANSFORMAÇÃO 15KV - ATENDIMENTO COLETIVO SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO CADASTRO TÉCNICO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO CD.DT.PDN.03.14.001 03 APROVADO POR MARCELO POLTRONIERI ENGENHARIA E CADASTRO (DEEE) SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. HISTÓRICO DAS REVISÕES...

Leia mais

BOLETIM 222.1 Fevereiro de 2002. Bombas Goulds Modelos 5150/VJC cantiléver verticais de sucção inferior. Goulds Pumps

BOLETIM 222.1 Fevereiro de 2002. Bombas Goulds Modelos 5150/VJC cantiléver verticais de sucção inferior. Goulds Pumps BOLETIM 222.1 Fevereiro de 2002 Bombas Goulds Modelos 5150/VJC cantiléver verticais de sucção inferior Goulds Pumps Goulds Modelos 5150/VJC Bombas cantiléver verticais Projetadas para lidar com lamas corrosivas

Leia mais

Série Quasar. Quadro Geral de Baixa Tensão Quadro de Distribuição Centro de Controle de Motores Inteligente. www.altus.com.br

Série Quasar. Quadro Geral de Baixa Tensão Quadro de Distribuição Centro de Controle de Motores Inteligente. www.altus.com.br Série Quasar Quadro Geral de Baixa Tensão Quadro de Distribuição Centro de Controle de Motores Inteligente www.altus.com.br Na medida exata para seu negócio Modular: ampla variedade de configurações para

Leia mais

MANUAL DE FUNCIONAMENTO FILTROS INDUSTRIAIS. G:Manuais/Manuais atualizados/ta

MANUAL DE FUNCIONAMENTO FILTROS INDUSTRIAIS. G:Manuais/Manuais atualizados/ta MANUAL DE FUNCIONAMENTO FILTROS INDUSTRIAIS TA G:Manuais/Manuais atualizados/ta Rev.01 ESQUEMA HIDRÁULICO 1 - INTRODUÇÃO 1.1. - FINALIDADE DESTE MANUAL Este manual proporciona informações teóricas e de

Leia mais

PNEUMÁTICA. Enroladores de mangueiras e de cabos. Desempenho superior, design durável e facilidade de uso

PNEUMÁTICA. Enroladores de mangueiras e de cabos. Desempenho superior, design durável e facilidade de uso PNEUMÁTICA Enroladores de mangueiras e de cabos Desempenho superior, design durável e facilidade de uso 2 Para uso profissional em ambientes industriais. Satisfação das necessidades dos ambientes de trabalho

Leia mais

GA-2 Dispositivo de Alarme de Separador de Massa Lubrificante com dois sensores Instruções de instalação e funcionamento

GA-2 Dispositivo de Alarme de Separador de Massa Lubrificante com dois sensores Instruções de instalação e funcionamento Labkotec Oy Myllyhaantie 6 FI-33960 PIRKKALA FINLAND Tel: + 358 29 006 260 Fax: + 358 29 006 1260 19.1.2015 Internet: www.labkotec.fi 1/12 GA-2 Dispositivo de Alarme de Separador de Massa Lubrificante

Leia mais

Chave de segurança codifi cada por transponder CTP com bloqueio

Chave de segurança codifi cada por transponder CTP com bloqueio Chave de segurança codifi cada por transponder CTP com bloqueio A chave de segurança CTP A chave de segurança CTP combina o comprovado princípio de funcionamento das chaves de segurança eletromecânicas

Leia mais

Manual de Instalação, Operação e Manutenção. Chave Eletrônica de Nível LIDEC 91-92

Manual de Instalação, Operação e Manutenção. Chave Eletrônica de Nível LIDEC 91-92 Chave Eletrônica de Nível LIDEC 91-92 Manual de Instalação, Operação e Manutenção INFORMAÇÕES DE DIREITOS AUTORAIS Este documento não pode ser reproduzido, no todo ou em parte e por quaisquer meios, sem

Leia mais

CABINES METÁLICAS PRÉ-FABRICADAS DESTINADAS À MEDIÇÃO,PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA

CABINES METÁLICAS PRÉ-FABRICADAS DESTINADAS À MEDIÇÃO,PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA CABINES METÁLICAS PRÉ-FABRICADAS DESTINADAS À MEDIÇÃO,PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA ROMAGNOLE Produtos Elétricos S.A. 1 2 ROMAGNOLE Produtos Elétricos S.A. A energia é o núcleo dos acontecimentos,

Leia mais

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Relés de Sobrecarga Térmico Linha RW

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Relés de Sobrecarga Térmico Linha RW Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Relés de Sobrecarga Térmico Linha RW Relés de Sobrecarga Térmico RW Informações Gerais - Local para identificação - Tecla Reset + Multifunção

Leia mais

Goulds 3640. API-610 10ª edição/iso 13709 API BB2 de dois estágios dividida radialmente entre rolamentos

Goulds 3640. API-610 10ª edição/iso 13709 API BB2 de dois estágios dividida radialmente entre rolamentos API-610 10ª edição/iso 13709 API BB2 de dois estágios dividida radialmente entre rolamentos Goulds Pumps Uma empresa líder em soluções de pacotes de bombas projetadas segundo normas do API Liderança comprovada

Leia mais

Manual do Usuário. Produto LUBE-SEAL. Versão: LUBE-SEAL Manual V1.0 Data: 13/10/2006 Escrito por: Marcelo da Silveira Petter Prada dos Santos

Manual do Usuário. Produto LUBE-SEAL. Versão: LUBE-SEAL Manual V1.0 Data: 13/10/2006 Escrito por: Marcelo da Silveira Petter Prada dos Santos Manual do Usuário Produto Versão: Manual V1.0 Data: 13/10/2006 Escrito por: Marcelo da Silveira Petter Prada dos Santos SUMÁRIO SUMÁRIO 2 1. TERMOS E CONVENÇÕES 4 2. INFORMAÇÕES GERAIS 5 2.1. Dados do

Leia mais

Acessórios Desconectáveis 200A

Acessórios Desconectáveis 200A 200A APLICAÇÃO Os Acessórios da Prysmian possuem uma concepção de projeto baseada no sistema plugue - tomada, porém para tensões, permitindo fácil conexão e desconexão de um cabo de potência, de um equipamento,

Leia mais

Manual de instruções. Rampa de alinhamento

Manual de instruções. Rampa de alinhamento Manual de instruções Rampa de alinhamento Apresentação Primeiramente queremos lhe dar os parabéns pela escolha de um equipamento com nossa marca. Somos uma empresa instalada no ramo de máquinas para auto

Leia mais

Transformador de Distribuição Tipo Pedestal

Transformador de Distribuição Tipo Pedestal Nº Data Revisões Visto. Vanderlei Robadey Página 1 de 14 Legenda 1 Compatimento de alta tensão; 2 Compatimento de baixa tensão; 3 Bucha de alta tensão tipo poço removível; 4 Bucha baixa tensão 1,3kV; 5

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO TALHAS E TROLES MANUAIS

MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO TALHAS E TROLES MANUAIS MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO TALHAS E TROLES MANUAIS TALHAS ELÉTRICAS GUINCHOS DE ALAVANCA TALHAS COM ACIONAMENTO MANUAL 1) NORMAS UTILIZADAS: NBR 10401 e 10402 Especificação: Fixa as condições exigíveis

Leia mais

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Alternadores Síncronos Linha AN10. Novo

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Alternadores Síncronos Linha AN10. Novo Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Alternadores Síncronos Linha AN10 Novo Alternadores Síncronos Linha AN10 Os alternadores da linha AN10 foram desenvolvidos para aplicação em

Leia mais

Medidores de nível de combustível LLS 20160 е LLS-AF 20310

Medidores de nível de combustível LLS 20160 е LLS-AF 20310 Medidores de nível de combustível LLS 20160 е LLS-AF 20310 Conteúdo 1 INTRODUÇÃO... 3 2 DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO... 4 2.1 USO DO PRODUTO... 4 2.2 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS... 4 2.2.1 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Leia mais

Manômetros, modelo 7 conforme a diretiva 94/9/CE (ATEX)

Manômetros, modelo 7 conforme a diretiva 94/9/CE (ATEX) Manual de instruções Manômetros, modelo 7 conforme a diretiva 94/9/CE (ATEX) II 2 GD c TX Modelo 732.51.100 conforme ATEX Modelo 732.14.100 conforme ATEX Manual de instruções, modelo 7 conforme ATEX ágina

Leia mais

Gas-Lift - Vantagens

Gas-Lift - Vantagens Gas-Lift - Vantagens Método relativamente simples para operar O equipamento necessário é relativamente barato e é flexível Podem ser produzidos baixos ou altos volumes É efetivo sob condições adversas

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES CATRACA PNEUMÁTICA ¼ : TCP1/4P

MANUAL DE INSTRUÇÕES CATRACA PNEUMÁTICA ¼ : TCP1/4P MANUAL DE INSTRUÇÕES CATRACA PNEUMÁTICA ¼ : TCP1/4P www.tanderequipamentos.com.br assistencia@tanderequipamentos.com.br Conteúdo DESCRIÇÃO... 3 SEGURANÇA GERAL... 3 DICAS DE MANUTENÇÃO... 3 OPERAÇÕES...

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE Página 1 de 10 Manual Técnico Transformadores de potência Revisão 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...2 2 RECEBIMENTO...2 3 INSTALAÇÃO...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 3.3 Proteções...7 4 MANUTENÇÃO...9

Leia mais

MANUAL DRIVE PARA MOTOR DE PASSO MODELO AKDMP5-5.0A

MANUAL DRIVE PARA MOTOR DE PASSO MODELO AKDMP5-5.0A MANUAL DRIVE PARA MOTOR DE PASSO MODELO AKDMP5-5.0A V01R12 Atenção: - Leia cuidadosamente este manual antes de ligar o Driver. - A Akiyama Tecnologia se reserva no direito de fazer alterações sem aviso

Leia mais

-MANUAL DE INSTRUÇÕES; -LISTA DE PEÇAS. PALETEIRA MÜLLER 3T

-MANUAL DE INSTRUÇÕES; -LISTA DE PEÇAS. PALETEIRA MÜLLER 3T -MANUAL DE INSTRUÇÕES; -LISTA DE PEÇAS. PALETEIRA MÜLLER 3T NOTA: O operador deve LER o Manual de Instruções antes de utilizar a Paleteira Müller 3T. Obrigado por ter escolhido e utilizar a Paleteira Müller

Leia mais

kymanual ou automática a escolha é sua

kymanual ou automática a escolha é sua . kymanual ou automática a escolha é sua Válvula borboleta LKB automática ou manual Aplicação ALKBéumaválvulaborboletasanitáriaacionadamanualou automaticamente para uso em sistemas com tubulações em aço

Leia mais

Tubos e Conexões com Qualidade Schulz

Tubos e Conexões com Qualidade Schulz Linha ConectAR Tubos e Conexões com Qualidade Schulz O constante crescimento da indústria, dos processos tecnológicos e o forte impulso da automação industrial, exigem instalações de ar comprimido, eficientes,

Leia mais

rimetal casa de vácuo Manual do Usuário Máquinas para Baterias

rimetal casa de vácuo Manual do Usuário Máquinas para Baterias casa de vácuo Manual do Usuário ÍNDICE INTRODUÇÃO Apresentação Dados Técnicos Cuidados Segurança Limpeza 2 3 4 5 6 MANUTENÇÃO Instruções Manutenção Preventiva INSTALAÇÃO 8 9 10 GARANTIA Garantia 12 Contato

Leia mais

ÍNDICE MANUTENÇÃO PREVENTIVA COMO PEDIR PEÇAS DE REPOSIÇÃO

ÍNDICE MANUTENÇÃO PREVENTIVA COMO PEDIR PEÇAS DE REPOSIÇÃO Este manual ajudará você a familiarizar-se com a sua Empilhadeira Manual BYG. Facilitará também, possíveis manutenções periódicas. Recomendamos uma atenção especial para utilização do equipamento, antes

Leia mais

Automação industrial Sensores

Automação industrial Sensores Automação industrial Sensores Análise de Circuitos Sensores Aula 01 Prof. Luiz Fernando Laguardia Campos 3 Modulo Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina Cora Coralina O que são sensores?

Leia mais

Instruções complementares Flutuador para detecção de óleo/água para VEGACAP 63

Instruções complementares Flutuador para detecção de óleo/água para VEGACAP 63 Instruções complementares Flutuador para detecção de óleo/água para VEGACAP 63 Document ID: 31595 1 Índice Índice 1 Sobre o presente documento 1.1 Função.................................. 3 1.2 Grupo-alvo................................

Leia mais

PCH BARUÍTO PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO PROJETO

PCH BARUÍTO PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO PROJETO PCH BARUÍTO PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO PROJETO CUIABÁ MT OUTUBRO DE 2003 1 PCH BARUITO PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO PROJETO Empreendedor : Global Energia Elétrica S/A Empreendimento:

Leia mais

110,5 x 22,5 x 114 (term. mola)

110,5 x 22,5 x 114 (term. mola) Supervisão de parada de emergência e monitoramento de portas Supervisão de sensores de segurança magnéticos codificados Entrada para 1 ou 2 canais Categoria de Segurança até 4 conforme EN 954-1 Para aplicações

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES TURBO ELÉTRICO PRP-5000 E PRP-2008 E PRP-2010EN PRP-2012EN. www.progas.com.br www.braesi.com.br

MANUAL DE INSTRUÇÕES TURBO ELÉTRICO PRP-5000 E PRP-2008 E PRP-2010EN PRP-2012EN. www.progas.com.br www.braesi.com.br MANUAL DE INSTRUÇÕES TURBO ELÉTRICO Progás Indústria Metalúrgica Ltda. Av. Eustáquio Mascarello, Desvio Rizzo Caxias do Sul RS Brasil Fone: 000.. www.progas.com.br e mail: progas@progas.com.br Data de

Leia mais

Válvulas de Segurança 3/2 vias DM² C

Válvulas de Segurança 3/2 vias DM² C Válvulas de Segurança 3/2 vias DM² C Isolamento da Energia Pneumática Categoria 4 Líder na Tecnologia de Válvulas de Segurança Desde 1950 2005 Tecnologia e experiência 1995 2000 1980 1976 1967 1962 1954

Leia mais

CONTEÚDO: Capítulo 4. Válvulas Industriais. Email: vendas@jefferson.ind.br Fone: 016 3622-5744/3622-9851 Site: www.jefferson.ind.

CONTEÚDO: Capítulo 4. Válvulas Industriais. Email: vendas@jefferson.ind.br Fone: 016 3622-5744/3622-9851 Site: www.jefferson.ind. CONTEÚDO: Capítulo 4 Válvulas Industriais Email: vendas@jefferson.ind.br Fone: 016 3622-5744/3622-9851 Site: 1 VÁLVULAS DEFINIÇÃO: DISPOSITIVOS DESTINADOS A ESTABELECER, CONTROLAR E INTERROMPER O FLUXO

Leia mais

Manual de Instruções

Manual de Instruções Medidor digital de relação de transformação itttr 2000R www.instrutemp.com.br INSTRUTEMP INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO LTDA. RUA FERNANDES VIEIRA, 156, BELENZINHO SÃO PAULO SP, CEP: 03059-023 Especificação técnica

Leia mais

Produtos de Média Tensão. Is-limiter Limitador de corrente extra rápido

Produtos de Média Tensão. Is-limiter Limitador de corrente extra rápido Produtos de Média Tensão Is-limiter Limitador de corrente extra rápido Is-limiter O limitador de corrente extra rápido reduz os custos das instalações resolve problemas de curto-circuito em instalações

Leia mais

Quadros de distribuição de energia elétrica

Quadros de distribuição de energia elétrica Catálogo Técnico Quadros de distribuição de energia elétrica de embutir de sobrepor 206-01/2009-0 Quadros de distribuição de energia elétrica Linha Luxury ÍNDICE Características técnicas...2 Acessórios...4

Leia mais

Relé de Estado Sólido Com Tecnologia DBC Mod. SRL

Relé de Estado Sólido Com Tecnologia DBC Mod. SRL Descritivo L 1 24 à 280 Vac T 1 SRL In 4-32 Vcc 40 A A 2 - + A 1 O relé de estado sólido Sensym é construído em caixa poliamida com fibra de vidro, dentro dos mais altos padrões de qualidade. O acionamento

Leia mais

67.22-4300 67.23-4300. 2 NA Distância entre contatos abertos 3 mm Montagem em circuito impresso. Vista do lado do cobre

67.22-4300 67.23-4300. 2 NA Distância entre contatos abertos 3 mm Montagem em circuito impresso. Vista do lado do cobre Série 67 - Relé de potência para PCI 50 SÉRIE 67 Características 67.22-4300 67.23-4300 Montagem em circuito (abertura 3 mm) 50 Relé de potência para PCI Versões com 2 e 3 contatos N, com dupla abertura

Leia mais

Transformador Trifásico de Força Classe até 145kV CST (Estrutural) Transformador Trifásico de Força Classe até 145kV CST (Características)

Transformador Trifásico de Força Classe até 145kV CST (Estrutural) Transformador Trifásico de Força Classe até 145kV CST (Características) CATÁLOGO TÉCNICO TRANSFORMADORES A ÓLEO DE MÉDIA E ALTA TENSÃO Índice Transformador de Força Transformador Trifásico de Força Classe até 145kV CST (Estrutural) Transformador Trifásico de Força Classe até

Leia mais

Instrução de Montagem e de Regulagem

Instrução de Montagem e de Regulagem Instrução de Montagem e de Regulagem A ser guardada pelo usuário! Indicadores de posição da nova geração ÍNDICE DO CONTEÚDO Legenda 3 Indicações de Segurança 4 SWITCHmaster -Montagem e Regulagem dos Cames

Leia mais

FUNCIONAMENTO FILTROS PRENSA - MS-CE

FUNCIONAMENTO FILTROS PRENSA - MS-CE MANUAL DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO FILTROS PRENSA - MS-CE 1 - INTRODUÇÃO 1.1 - FINALIDADE DESTE MANUAL Este manual proporciona informações teóricas e de instalação, operação e manutenção dos filtros

Leia mais

30.22. Baixo consumo Contatos dourados Montagem em circuito impresso 0.8. Vista lado cobre. 2 reversíveis 2/3 125/250 125 25

30.22. Baixo consumo Contatos dourados Montagem em circuito impresso 0.8. Vista lado cobre. 2 reversíveis 2/3 125/250 125 25 Série 30 - Relé miniatura Dual in Line A Características 30. Montagem em circuito impresso A para comutação de sinais contatos reversíveis para comutação de baixas cargas Relé miniatura para padrão industrial

Leia mais

Instruções de segurança VEGAFLEX FX61/62/65/66/67.CI****H**** VEGAFLEX FX63.CI***H**** AEX-12064-X

Instruções de segurança VEGAFLEX FX61/62/65/66/67.CI****H**** VEGAFLEX FX63.CI***H**** AEX-12064-X Instruções de segurança VEGAFLEX FX61/62/65/66/67.CI****H**** VEGAFLEX FX63.CI***H**** AEX-12064-X BR-Ex ia IIC T6 0044 38674 Índice 1 Validade 3 2 Geral 3 2.1 Instrumentos da zona 0 3 2.2 Instrumentos

Leia mais

QUALIDADE - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO

QUALIDADE - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO PLUG TERMINAL COM CAPA (PTC) 600 A 8,7 / 15 KV OPERAÇÃO SEM CARGA SUMÁRIO ITEM CONTEÚDO PG. 1. OBJIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 03 5.1. Condições

Leia mais

17,5kV P/V-17 Painel de Distribuição CA em Caixa Metálica. MSA CONTROL Indústria Elétrica Ltda.

17,5kV P/V-17 Painel de Distribuição CA em Caixa Metálica. MSA CONTROL Indústria Elétrica Ltda. GE Energy Management Industrial Solutions MSA CONTROL - (11) 3961-1171 - comercial@msacontrol.com.br Gear 17,5kV P/V-17 Painel de Distribuição CA em Caixa Metálica MSA CONTROL Indústria Elétrica Ltda.

Leia mais

Instruções para Implementadores Volvo Truck Corporation

Instruções para Implementadores Volvo Truck Corporation Instruções para Implementadores Volvo Truck Corporation Características Construtivas Tomada de Força VM Contents Generalidades, página 2 Tomada de força montada na caixa de mudanças, página 2 Tomada de

Leia mais

Chaves posicionadoras eletromecânicas múltiplas e simples

Chaves posicionadoras eletromecânicas múltiplas e simples e Conteúdo. 00 conf. DIN 43697.4 6.6 6.8 7.0 46. 40 eletromecânicas.4 F 60 conf. DIN 43693.6 99 00 s s múltiplas 00 6 6 7 46 40 s s F 60 99 00 Acessórios Peças de reposição. múltiplas conf. DIN 43697 para

Leia mais

Transformando energia em soluções. Motores de. Alta Tensão

Transformando energia em soluções. Motores de. Alta Tensão Transformando energia em soluções Motores de Alta Tensão Motores de alta tensão A WEG desenvolveu em conjunto com consultoria internacional especializada uma linha de motores de carcaça de ferro fundido

Leia mais

Ferramentas Pneumáticas

Ferramentas Pneumáticas Ferramentas Pneumáticas Ferramentas Pneumáticas Para se tomar a decisão com relação ao uso de ferramentas pneumáticas é necessário saber as diferenças principais entre elas e outros tipos de ferramentas

Leia mais

Transformadores trifásicos

Transformadores trifásicos Transformadores trifásicos Transformadores trifásicos Transformadores trifásicos Por que precisamos usar transformadores trifásicos Os sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica

Leia mais

Motores Lineares Industriais

Motores Lineares Industriais Motores Lineares Industriais Sistema de accionamento puramente eléctrico Controlo de posição livre ao longo de todo o curso Para tarefas de posicionamento precisas e dinâmicas Vida útil maior com a tecnologia

Leia mais

das válvulas de vazão de líquidos e gases

das válvulas de vazão de líquidos e gases Válvulas de Vazão de Líquidos e Gases Wagner Britto Vaz de Oliveira 00/16144 Pedro Kouri Paim 00/16063 9 de Junho de 2005 1 Introdução No contexto de automação industrial, válvulas de comando são elementos

Leia mais

bambozzi Manual de Instruções NM 250 TURBO +55 (16) 3383 S.A.B. (Serviço de Atendimento Bambozzi) 0800 773.3818 sab@bambozzi.com.

bambozzi Manual de Instruções NM 250 TURBO +55 (16) 3383 S.A.B. (Serviço de Atendimento Bambozzi) 0800 773.3818 sab@bambozzi.com. bambozzi A SSISTÊNCIAS T ÊCNICAS AUTORIZADAS acesse: www.bambozzi.com.br/assistencias.html ou ligue: +55 (16) 3383 3818 Manual de Instruções BAMBOZZI SOLDAS LTDA. Rua Bambozzi, 522 Centro CEP 15990-668

Leia mais

Usina de Inovações Brasil Novembro 2008 SIPLUX E SIVACON S4

Usina de Inovações Brasil Novembro 2008 SIPLUX E SIVACON S4 Usina de Inovações Brasil Novembro 2008 SIPLUX E SIVACON S4 Painéis de distribuição e Centro de Controle de Motores para todas as aplicações em Baixa Tensão. O que se espera de um painel de Baixa tensão?

Leia mais

Os termômetros de resistência podem ser isolados de altas tensões. Todavia, na prática, o espaço de instalação disponível é frequentemente pequeno

Os termômetros de resistência podem ser isolados de altas tensões. Todavia, na prática, o espaço de instalação disponível é frequentemente pequeno ProLine P 44000 Medições Precisas de Temperatura em Altas Tensões, até 6,6 kv Quando as temperaturas precisam ser medidas com termômetros de resistência Pt100 em ambientes sob altas tensões, os transmissores

Leia mais