Soluções de Diagnóstico para Transformadores de Potência

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1 Soluções de Diagnóstico para Transformadores de Potência

2 A prevenção é melhor que a cura - Saiba mais sobre fabricação comissionamento teste durante a fabricação teste de aceitação de fábrica teste de aceitação em campo 100 % condição do transformador Mantenha o seu transformador em boas condições com testes > teste periódico impactos mecânicos >evento > de transporte >evento > pós-falta >evento > de atividade sísmica >etc. > > teste depois de eventos - relocação, aviso ou disparo de proteção, sobrecorrente, sobretensão, terremoto... Agir corretamente no momento certo realizar a manutenção do OLTC >contatos > corroídos >chave > comutadora >motor > e freio 2

3 a condição do seu transformador operação substituição fatores causando deterioração envelhecimento >sobrecarga > >superaquecimento > >umidade > problemas de proteção >mal > funcionamento de proteção >falha > de proteção e ações preventivas subsequentes expectativa de vida do transformador substituir peças >buchas > >pára-raios > >gaxetas > >bombas, > ventoinhas, etc. Realizar o processamento de isolamento >desgaseificação > de fluido >retro-obturação > >secagem > do transformador >passivadores > ou inibidores 3

4 Partes do transformador e as suas possíveis falhas Parte Buchas TCs de bucha Materiais de isolamento Condutores OLTC Enrolamentos 4 Núcleo Pára-raios

5 Conjunto de diagnóstico de transformador: consulte as páginas 6-21 Instrumento de análise de resposta dielétrica: consulte as páginas Instrumento de análise de resposta em frequência: consulte as páginas Sistema de análise de descarga parcial: consulte as páginas Instrumento de teste de transformador de corrente: consulte o folheto do CT Analyzer Capacitância, fator de dissipação/ fator de potência a 50 Hz ou 60 Hz Impedância de curto circuito/ reatância de dispersão Relação de transformação do transformador Corrente de excitação Resistência CC do enrolamento Teste tip up de fator de potência/fator de dissipação Fator de dissipação/fator de potência de frequência variável Resposta de frequência das perdas de fuga Resistência dinâmica Medição de corrente e perda de Watts Análise de resposta dielétrica Análise de resposta em frequência Análise de descarga parcial Analise de transformador de corrente Falhas detectáveis Medição Ruptura parcial entre camadas capacitivas, rachaduras no isolamento resinado x x x x Envelhecimento e umidade x x x Conexão de derivação de medição comprometida ou aberta x x Descargas parciais no isolamento x x Perda de óleo em buchas preenchidas com óleo x Erro de fase ou relação de corrente considerando carga, magnetismo residual excessivo, não conformidade com o padrão IEEE ou IEC relevante Umidade em isolamento sólido x 1 x 1 x Envelhecimento, umidade, contaminação dos fluidos de isolamento x x x Descargas parciais x x Problemas de contato x x Deformação mecânica x Problemas de contato em seletor de derivação e na chave comutadora x x x x Circuito aberto, espiras em curto ou conexões de alta resistência no transformador em série, autotransformador em série ou autotransformador preventivo OLTC x x x Problemas de contato no DETC x x x curto circuitos entre enrolamentos ou entre espiras x x x x Curto circuitos filamento-a-filamento x x Circuitos abertos em filamentos paralelos x x x Curto circuito para terra x x x Deformação mecânica x x x x Problemas de contato, circuitos abertos x x Deformação mecânica x 2 x 2 x Aterramento central flutuante x x x Núcleo laminado em curto x x Deterioração e envelhecimento x Observações: 1) As medições de fator de dissipação/fator de potência a 50 Hz ou 60 Hz podem detectar altos teores de umidade, mas têm um ponto morto para baixos teores de umidade. Medir o fator de potência/ fator de dissipação em frequências mais baixas, como 15 Hz, melhora a sensibilidade. O método mais 5 sensível para determinar a umidade em isolamento sólido é a análise de resposta dielétrica. 2) Se o aterramento central pode ser aberto. x

6 Tudo em Um: o Conjunto de Teste de Transformador Instrumento de medição de resistência de enrolamento CC I resistência do enrolamento V R HV R LV TR Instrumento de medição de reatância de dispersão/impedância de curto circuito I V mecânico? TR Instrumento de medição da resposta em frequência das perdas de fuga I filamentos da bobina V TR + mais diagnósticos de subestação > medição de impedância de aterramento > medição de impedância da linha e fator a terra > Medição de resistência > Teste primário de relés Saída Medição Precisão Peso das 12 kv V, I, P, Q, S sinal de saída digitalmente criado CPC 100: 800 A CA C p : 1 pf - 3 µf Medição C p : < 0,05 % de erro CP TD1: 400 A CC Hz fator de dissipação/fator de potência resistência: 0,5 µω - 20 kω independente da qualidade de rede elétrica na forma da onda e frequência 6

7 Multifuncional CPC 100/CP TD1 Instrumento de medição da relação de transformação N P /N S V P V S TR Instrumento de teste da corrente de excitação do transformador I núcleo φ TR Instrumento de medição fator de dissipação/fator de potência I I R I C V Isolamento + mais diagnósticos de subestação > Teste de transformador de corrente > Teste de transformador de tensão unidades Fonte de alimentação Cabo de alta tensão Carrinho 29 kg/65 lbs V 20 m/65 pés para fácil transporte: 26 kg/56 lbs Hz 16 A tela dupla supervisão de isolamento CPC 100, CP TD1, cabo de medição, cabo de alta tensão 7

8 Medição da capacitância e fator de potência/fator de Pára-raios Buchas OLTC Condutores Materiais de isolamento Enrolamentos Núcleo As medições de fator de dissipação/fator de potência (DF/PF) e capacitância são realizadas para investigar a condição das buchas assim como do isolamento geral do transformador. O envelhecimento e decomposição do isolamento ou a entrada de água, aumentam a quantidade de energia que é transformada em calor no isolamento. Os níveis de dissipação são medidos pelo PF/DF. TR danificado após explosão da bucha Em Pára-raios, as perdas de watt e corrente de unidades idênticas podem ser comparadas. Os desvios podem indicar efeitos de envelhecimento, maus contatos ou circuitos abertos entre elementos. Valores de capacitância das buchas mostram se houve ruptura entre as camadas capacitivas. Para buchas de papel resinado, rachaduras pelas quais houve vazamento de óleo, também podem alterar o valor da capacitância. Uma subida na capacitância de mais de 10% é normalmente considerada perigosa, uma vez que indica que uma parte da distância de isolamento já está comprometida e o estresse dielétrico ao isolamento existente é muito alto. Formas de perdas típicas na faixa Hz perdas de polarização perdas condutivas circuitos equivalentes *) Camadas capacitivas nas buchas Prevenir que as buchas explodam A dissipação de calor aumentada acelera o envelhecimento do isolamento. Se um isolamento envelhecido já não consegue suportar o estresse elétrico, as buchas explodem. Entender melhor as perdas Na frequência de linha, as perdas condutivas podem ser representadas com um circuito paralelo equivalente. As perdas de polarização podem ser representadas por um circuito equivalente em série de um resistor e um capacitador ideal. Altas perdas podem passar em um teste de frequência de linha sem serem notadas, deixando aquele que realiza o teste alheio ao isolamento em perigo. Medir o DF/PF em uma grande faixa de frequência ajuda a entender melhor os dois tipos de perdas. Formas de perda típicas f f superposição de ambos os efeitos f condutor central C J C I 8

9 dissipação Como isso funciona? É aplicada alta tensão ao isolamento a ser testado, por ex. a ponta da bucha e um capacitador de referência de baixa perda (integrado no CP TD1) está conectado em paralelo. As correntes fluindo pelo isolamento e pelo capacitador de referência são medidas e a diferença de tempo entre os seus cruzamentos pelo zero é determinada. O ângulo de perda δ é, então, calculado a partir dessa diferença de tempo. A tangente desse ângulo é o fator de dissipação. O cosseno do ângulo entre a tensão e a corrente é o fator de potência. Os resultados são comparados com os valores dados em IEEE C e IEC e podem ser comparados com uma medição base, outra fase ou um transformador-irmão. Como os resultados podem ser confirmados? Se os valores se desviarem mais do que o indicado nos padrões, então pode ser realizada uma análise de resposta dielétrica para verificar por umidade elevada. Testes químicos podem ser realizados para verificar a qualidade do fluido de isolamento (DGA, força de quebra dielétrica, tensão interfacial, etc.) A medição do fator de potência/fator de dissipação do fluido de isolamento também pode ser feita com um acessório CPC 100, a célula de teste para óleo CP TC12. Fator de dissipação/fator de potência em % *) Buchas OIP: teste tip-up DF/PF Tipo RIP OIP RBP Isolamento Papel impregnado em resina Papel impregnado em óleo Papel resinado IEC < 0,70 < 0,70 < 1,50 C A camada de aterramento e eletrodo de derivação na flange IEEE C < 0,85 < 0,50 < 2,00 Buchas OIP: teste de frequência variável DF/PF Novos valores típicos 0,3-0,4 0,2-0,4 0,5-0,6 *) a 50/60 Hz e 20 C 9

10 Medição da capacitância e fator de potência/fator de As medições de fator de potência/fator de dissipação (PF/DF) indica a condição do isolamento líquido e sólido dentro do transformador. Energiza HV para medir C H + C HL C H C HL, em seguida energiza LV para medir Potência e precisão O CPC 100/CP TD1 pode medir capacitância e PF/DF (tan δ) em laboratório, campos de teste e em campo. Uma poderosa fonte de tensão de teste (12 kv, 100 ma contínuo, 300 ma de corrente de carga de curta duração) com frequência variável ( Hz), combinado com entradas de medição de alta precisão permitem medições rápidas, eficazes e precisas. Procedimentos de testes preparados podem orientar o usuário durante o processo de teste e oferecer bases para um relatório abrangente. LV Equipamento modular O equipamento modular (CPC 100: 29 kg/65 lbs, CP TD1: 26 kg/56 lbs) pode ser facilmente transportado graças as suas maletas resistentes, que também podem ser usadas para apoiar os instrumentos para que seja possível trabalhar a uma altura confortável, como mostrado na página 12. Para um transporte conveniente ou uso móvel como em campos de teste ou em subestações/ centrais de energia elétrica, os instrumentos podem ser montados em um carrinho. O CPC 100 é usado para controlar o teste, isto é: > > inserir os valores de frequência e tensão onde C e cos j/tan d devem ser medidos > > iniciar e parar o teste > > supervisionar o progresso da medição e resultados intermediários > > armazenar os resultados em disco flash e pen drive USB O CP TD1 inclui > > um transformador elevador de alta tensão > > um capacitador de referência (tipo gás pressurizado) > > a unidade para medir e comparar correntes em amplitude e fase IN A Resultados tip up de fator de potência/fator de dissipação C L 10

11 dissipação C L + C HL C L C HL - graças a lógica de comutação interna com proteção C HL C H HV Resultados de frequência variável de fator de potência/fator de dissipação Seus benefícios > > sinal de teste de onda senoidais perfeito digitalmente criado, que é independente da qualidade de potência e frequência de linha > > precisão de laboratório para uso em campo: < 0,05 % de erro para capacitância Cp > > portabilidade (CPC 100: 29 kg/65 lbs, CP TD1: 26 kg/56 lbs) > > mobilidade com o uso do carrinho especializado > > robustez e design ergonômico: maletas de transporte com rodas deixam o equipamento em uma altura de trabalho apropriada (consulte a página 12) > > testes automáticos em diferentes tensões > > testes automáticos em diferentes frequências: detecção precoce de estresse de isolamento devido a elevada sensibilidade fornecida pelas medições realizadas na faixa de Hz > > redução opcional da largura de banda medida até ± 5 Hz e média de até 20 resultados para medições precisas mesmo com forte interferência eletromagnética > > correção de temperatura de acordo com o tipo de isolamento e padrão relevante > > recalibração interna de circuitos eletrônicos do CP TD1 a cada medição > > relatório automático de capacitância Cp, DF (tan d), PF (cos ϕ), potência (ativa, reativa, aparente), impedância (valor absoluto, fase, indutividade, resistência, Q) > > avaliação automática se forem conhecidos valores de referência para capacitância e fator de dissipação/fator de potência > > Menos trabalho de conexão através de duas entradas de medição (IN A, IN B) que pode ser usado para medir, por exemplo, a capacitância de uma bucha ao mesmo tempo que o isolamento principal 11

12 V P / V S = Medir relação e corrente de excitação (sem carga) Pára-raios Buchas OLTC Condutores Materiais de isolamento Enrolamentos Núcleo Configuração do A medição é realizada para avaliar possíveis danos do enrolamento, tais como curto circuitos entre espiras, comparando a relação e as correntes de magnetização medidas com as especificações, resultados da medição de fábrica e/ou entre as fases. Na fábrica, essa medição é realizada para verificar se a relação e o grupo vetorial estão corretos. V P I P Medição da relação com o CPC 100 O CPC 100 mede a relação do transformador aplicando uma alta tensão no enrolamento HV de uma perna do transformador. Em amplitude e fase, ele mede a tensão aplicada e a tensão no enrolamento LV, assim como a corrente de excitação (sem carga). O desvio dos valores nominais é mostrado como uma percentagem. Configuração para medição automática de relação e resistência por derivação (consulte a página 16) Relação de medição por derivação O CPC 100 mede a relação e corrente de excitação em cada posição de derivação. Cada vez que o usuário opera o comutador de derivação, o CPC 100 inicia automaticamente uma nova medição e mede e mostra a relação, ângulo de fase e, para cada derivação, o desvio da relação nominal é mostrado como uma percentagem. Para medir automaticamente a resistência de enrolamento e relação de todas as fases e todas as derivações, consulte a página

13 teste principal Como isso funciona? Como os resultados podem ser confirmados? TR N P / N S V S A relação de enrolamento entre o enrolamento primário e secundário é medida para cada perna do transformador, aplicando alta tensão no lado HV e medindo no lado LV. A relação dessas tensões, igualando a taxa de espira, é calculada. Os resultados são comparados com os valores na placa de modelo e entre as fases. A corrente de excitação é a corrente correspondente que flui no enrolamento de HV se o enrolamento de LV estiver aberto. Os resultados são comparados com uma medição de referência ou uma medição realizada em um transformadorirmão; em transformadores trifásicos, as duas fases exteriores também podem ser comparadas. Com o teste de taxa de espira, espiras em curto podem ser detectadas. Se um problema é suspeito de uma DGA, um teste de fator de dissipação ou um disparo do relé, um teste de taxa de espira pode ser realizado para excluir/verificar se as espiras estão em curto. Se o teste de corrente de excitação mostra desvios, e a resistência do enrolamento CC e o teste de relação não mostrarem erros, então a causa pode ser uma falha no núcleo ou um fluxo residual assimétrico. Cartão de teste CPC 100 TRRatio Corrente de excitação [ma] por derivação Perdas de Watt [W] por derivação Seus benefícios > > fonte de tensão CA poderosa, controlável de 0 a 2000 V > > um sinal de teste de onda senoidais perfeito digitalmente criado que é independente da qualidade da forma da onda da rede elétrica > > teste conveniente e rápido pela detecção automática da operação do comutador de derivação como acionador para a medição da próxima derivação > > medição da corrente de excitação em amplitude e fase > > frequência variável para medições fora das frequências da rede elétrica para supressão de ruído, se selecionado pelo usuário > > precisão e segurança > > relatório automático dos valores das tensões medidas e ângulos de fase, relação e desvio medidos como um percentual, corrente de excitação em amplitude e fase > > representação gráfica do resultado ou por tabelas para cada derivação 13

14 Medir a resistência de enrolamento CC e OLTC Pára-raios Buchas OLTC Condutores Materiais de isolamento Enrolamentos Núcleo Chave comutadora queimada As medições de resistência de enrolamentos são realizadas para avaliar possíveis danos nos enrolamentos. Também são usadas para verificar o Comutador de Derivação em carga (OLTC) - para saber quando limpar ou substituir os contatos do OLTC ou para saber quando substituir ou reformar o próprio OLTC, que tem uma vida útil menor do que a peça ativa do transformador. Na fábrica, essa medição é realizada para calcular o componente I 2 R das perdas do condutor e para calcular as temperaturas do enrolamento no fim de um teste de temperatura. Medir a resistência com o CPC 100 O CPC 100 injeta corrente CC no enrolamento, mede a corrente e a tensão e, então, calcula e mostra a resistência. Quando o valor da resistência é estável, o CPC 100 faz a medição final e reduz a corrente de teste para zero para descarregar a energia armazenada no enrolamento. Quando for seguro remover os cabos de teste, o CPC 100 acende a luz verde de segurança. Enrolamentos derivados e OLTC No modo semiautomático, o CPC 100 mede a resistência de cada posição de derivação subsequente. Cada vez que o usuário opera o OLTC, o CPC 100 aguarda até que o valor estabilize e, então, mede e mostra a resistência do enrolamento nessa posição de derivação. Quando todas as derivações forem medidas, o CPC 100 descarrega a energia indutiva armazenada no enrolamento e indica quando esse processo está concluído. Para medir automaticamente a resistência de enrolamento estática e dinâmica e relação de todas as fases e todas as derivações, consulte a página 16. Medição de resistência dinâmica O OLTC tem que trocar de uma posição de derivação para outra sem interromper a corrente de carga. Ao trocar o comutador de derivação durante a medição de resistência de enrolamento, a corrente CC diminui temporariamente. Essa diminuição da corrente deve ser medida e comparada em todas as derivações, como recomendado no Guia de Manutenção de Transformadores Cigré 445. Tabela no cartão de teste CPC 100 TRTapCheck Resistência do enrolamento por derivação 14 Processo de distribuição

15 Como isso funciona? Para medir a resistência do enrolamento, o enrolamento em teste deve primeiro ser carregado com energia (E=1/2*L*I 2 ) até que a indutância do enrolamento seja saturada. Então a resistência pode ser determinada, medindo a corrente CC e a tensão CC. Para enrolamentos derivados, isso deveria ser feito para cada posição de derivação, consequentemente testando o OLTC e o enrolamento juntos. Os resultados devem ser comparados a uma medição de referência, entre as fases ou com um transformador-irmão. De modo a comparar as medições, os valores de resistência têm que ser recalculados, para refletir diferentes temperaturas durante as medições. Como os resultados podem ser confirmados? Os resultados não devem diferir mais do que 1 % em comparação com a medição de referência. As diferenças entre as fases são normalmente menos de 2-3%. A análise de resposta em frequência ou taxa de espira pode ser usada para confirmar problemas de contato. Em ambos os casos, as zonas críticas no transformador resultarão em uma DGA indicando um aumento de calor. Porém, as assinaturas de gás não são únicas e, assim sendo não permitem a identificação da causa principal. Ondulação por derivação Inclinação por derivação Seus benefícios > teste conveniente e rápido usando a operação OLTC como um acionador para a próxima medição de derivação > avaliação adicional da condição das derivações OLTC individuais através da medição da resistência dinâmica, registrada como parte da medição de resistência "clássica", sem esforço extra > testes com segurança e alta precisão através do uso de uma conexão de 4 fios. O CPC 100 indica visualmente quando é seguro remover cabos de teste, mesmo se sua fonte de alimentação for interrompida durante o teste. Se os cabos de teste forem removidos ou interrompidos acidentalmente, a corrente de teste irá fluir através do trajeto da tensão, evitando sobretensões perigosas. Se o acessório CP SA1 estiver em uso durante tal interrupção acidental de cabos de teste, danos ao CPC 100 serão evitados. > relatório criado automaticamente mostrando a duração do teste, o valor da resistência na temperatura de medição e referência, etc. > resultados gráficos ou por tabelas são produzidos para cada derivação para uma fácil comparação visual 15

16 Medição automática de relação e resistência do enrolamento Utilizando o acessório CP SB1, o CPC 100 pode automaticamente > > medir a relação e a corrente de excitação de todas as derivações e todas as fases > > confirmar o grupo vetorial > > medir a resistência do enrolamento estática e dinâmica de todas as derivações e todas as fases Esse acessório ajuda a economizar muito tempo já que só é necesário fazer a conexão uma única vez. Com o mesmo cabeamento, ambas as medições de relação e resistência podem ser executadas. Através do CP SB1, o CPC 100 está conectado a todas as fases de um transformador. As entradas de comando de aumentar e diminuir do OLTC também são conectadas e controladas pelo CPC 100 e o CP SB1. Mais Rápido Mais Seguro Medições de relação O CPC 100 somente precisa que o usuário insira a relação e o grupo vetorial para medir a relação e a corrente de excitação para cada derivação de cada fase automaticamente. Para cada derivação, os resultados são comparados às relações especificadas e os desvios são mostrados. LV Medição da resistência do enrolamento Com o CP SB1, o CPC 100 injeta a corrente CC em cada derivação de cada enrolamento. O CPC 100 então espera que a corrente estabilize e mede o valor da resistência, assim como os dados descrevendo o processo de comutação (medição de resistência dinâmica). O comutador de derivação é então operado automaticamente até que a medição em uma fase do transformador seja concluída. Entre a medição das diferentes fases, a energia armazenada nos enrolamentos é rapidamente descarregada. Quando os enrolamentos são totalmente descarregados, o CPC 100/CP SB1 automaticamente muda para a próxima fase. No final da medição, o último enrolamento é descarregado e o operador é notificado visualmente que é seguro remover a fiação. CA, CC, OLTC 16

17 de todas as derivações e todas as fases Medições com a caixa de distribuição Caixa de distribuição conectada ao CPC 100/CP TD1 OLTC HV Seus benefícios > muito mais rápido do que a técnica de conexão convencional: - fiação mínima - apenas uma vez para todas as conexões - descarga automática dos enrolamento entre medições - operação automática do comutador de derivação > mais segurança: não é necessário subir e descer constantemente no transformador > fluxo de trabalho simples: uma medição simples e automática para determinar a relação e a corrente de excitação, bem como a resistência dinâmica e estática do enrolamento controle 17 > prevenção de erros de fiação: antes da medição, a plausibilidade da fiação é verificada automaticamente > relatório automático e abrangente para todas as fases e derivações

18 Medir impedância de curto circuito/reatância de dispersão e Pára-raios Buchas OLTC Condutores Materiais de isolamento Enrolamentos Núcleo Superaquecimento regional A medição é realizada para avaliar possível dano/deslocamento de enrolamentos. As medições são comparadas ao longo do tempo ou por comparação entre fases. Em caso de curto circuito, as forças trabalham em direção ao núcleo para o enrolamento interno e para longe do núcleo para o enrolamento exterior. Se essas forças afetarem a disposição dos enrolamentos, o fluxo de dispersão irá alterar. Em particular, curto circuitos entre filamentos paralelos de Condutores Transpostos Continuamente (CTCs), e superaquecimento local devido as perdas excessivas das correntes eddy vinculadas ao fluxo de dispersão podem ser detectados. Existem inúmeros incidentes de gerentes de equipamento investigando a razão pela qual o transformador está gaseificando, mesmo que todos os testes elétricos mostrem resultados aceitáveis. Isso mostra que as suas ferramentas não cobrem todas as possibilidades de preocupação e falhas. Medição da resposta em frequência das perdas de fuga A Resposta em Frequência das Perdas de Fuga de cada fase será aproximadamente idêntica se todas as fases estiverem em boas condições. Um aumento em frequência resultará em um aumento de impedância à medida que o efeito pelicular se torna mais pronunciado. Assim como é possível medir a reatância de dispersão ou impedância de curto circuito na frequência do sistema de potência, o CPC 100 mede a reatância de dispersão ou impedância de curto circuito dentro de uma faixa de frequência de Hz, conforme definido pelo usuário. Ele aplica uma tensão CA ao enrolamento de alta tensão, com o enrolamento de baixa tensão em curto circuito. Ele, então, mede a corrente de carga em amplitude e fase e calcula a impedância. A medição é realizada para cada fase do transformador. O usuário, então, compara os resultados entre as fases e/ou ao longo do tempo. 18

19 resposta em frequência das perdas de fuga Como isso funciona? Uma fonte de CA é conectada para cada fase do enrolamento de HV com o enrolamento de LV correspondente em curto. A corrente e a tensão ao longo do enrolamento de HV são medidas em amplitude e fase e a impedância de curto circuito é calculada. As medições da impedância de curto circuito devem idealmente ser realizadas ao longo de uma faixa de frequências, normalmente conhecidas como Resposta em Frequência das Perdas de Fuga. Aqui, a fonte de CA apresenta frequência variável. Depois que a corrente e tensão da fonte foram medidas ao longo do enrolamento de HV, as perdas de fuga são representadas pela parte indutiva da impedância de curto circuito em frequências mais altas. Como os resultados podem ser confirmados? Reatância de dispersão: desvios de mais de 1% devem ser investigados com outros testes tal como FRA. As diferenças entre as fases são normalmente menos de 2%. Desvios maiores de 3% são considerados significativos. Os resultados da resposta em frequência das perdas de fuga (FRSL) podem ser cruzados com a medição PD, FRA, e DGA. Se filamentos paralelos estão em curto, maiores perdas no canal de fuga irão causar altas temperaturas internas, normalmente indicadas por uma DGA. A assinatura do gás não é única e não fornece a identificação da causa principal, entretanto. A FRSL é única a este respeito. Direção da força do fluxo de dispersão Fluxo de dispersão Seus benefícios > > um sinal de teste de onda senoidais perfeito digitalmente criado, que é independente da qualidade da alimentação HV LV LV HV > > informações de diagnóstico adicionais através da medição da Reatância de dispersão ou impedância de curto circuito em várias frequências > > frequência variável para medições fora das frequências da rede elétrica para supressão de ruído, se selecionado pelo usuário Resultados do teste FRSL com falha na fase C > > precisão e segurança > > relatório automático de todos os valores medidos > > exibição dos resultados como Z e Φ, R e X ou R e L > > representação gráfica dos resultados 19

20 CPC 100/CP TD1 - Operação de acordo com as necessidades Operação manual do painel frontal Configuração direta de valores de saída Representação do resultado no PC/laptop Fichas de teste dedicadas para testes específicos Representação do resultado MS Excel Operar CPC 100/CP TD1 manualmente fornece resultados com pouco treinamento perfeito para usuários operando os dispositivos ocasionalmente. Ao operar diretamente no dispositivo, o usuário apenas seleciona a saída a ser usada, a medição a ser feita e realiza-a pressionando o botão verde. Os usuários podem medir usando exatamente o modo que consideram melhor ao usar esse dispositivo. Operação de painel frontal suportada pelas fichas de teste Fichas de teste dedicadas ajudam ao realizar aplicações frequentes de modo conveniente e eficiente. Os cartões contêm procedimentos prédefinidos, dedicados para aplicações específicas (por exemplo, fator de potência/fator de dissipação, resistência de enrolamento e comutador de derivação, medição da relação, etc.). Diversas fichas de teste podem ser combinadas para formar um plano de teste completo para um equipamento do sistema de potência (p. ex. um transformador de potência), guiando o usuário durante as medições. 20 Relatório Os testes realizados podem ser salvos e são a base de relatórios abrangentes. Para relatórios personalizados, todos os dados relativos a uma medição, incluindo configurações, resultados e informações administrativas como data e hora e nome do arquivo, etc. também pode ser importada para o MS Excel. A OMICRON fornece modelos contendo procedimentos de teste típicos para um sistema de potência de um aparelho, fornecendo orientação durante a medição e, conveniente e rapidamente, produzindo representações de resultados abrangentes em MS Excel. Os relatórios de teste podem ser automaticamente inseridos em folhas específicas do cliente e outros conteúdos, como logomarcas da empresa, podem ser adicionados. Preparação de teste no PC Os testes também podem ser preparados no escritório em um PC ou laptop - sem o CPC 100, com o qual o teste será executado posteriormente no local, passo a passo.

21 individuais Gerenciamento de aplicação e controle por PC com PTM Tela principal do Gerenciador de Teste Primário (PTM) 1. Gerenciamento de equipamento 2. Criação de plano de teste dinâmico Gerenciador de Teste Primário (PTM Primary Test Manager) O software Gerenciador de Teste Primário (PTM) oferece suporte ao fluxo de trabalho do usuário durante o teste de diagnóstico. O usuário pode definir e gerenciar objetos de teste, criar planos de teste, realizar medições e criar relatórios. O PTM gerencia todo o fluxo de trabalho durante o teste, guiando o usuário durante o processo, passo a passo. 1. Gerenciamento de equipamento O PTM oferece suporte a administração de dados de equipamentos de transformadores de potência: características de identificação geral como localização, fabricante, data de produção, números de série, etc. podem ser inseridas assim como dados elétricos como número de enrolamentos, potência e tensões nominais, grupo vetorial, etc. 2. Criação de plano de teste dinâmico Com base nos dados elétricos do aparelho (como o grupo vetorial ou tipo de buchas), o PTM cria um plano de medições de diagnóstico para ser executado de acordo com os padrões da indústria, economizando tempo e reduzindo o risco de erros. O procedimento de teste pode ser facilmente adaptado selecionando/cancelando a seleção de elementos. 3. Orientação durante o teste Durante a medição, o PTM permite ao usuário controlar diretamente o instrumento de teste a partir de um PC ou laptop. Esquemas de conexão claros auxiliam o usuário a fazer as conexões corretas e evitar erros. O progresso do teste é visível na tabela do mesmo ao longo da sua execução. 4. Relatando Após os testes, podem ser criados relatórios a qualquer momento para qualquer das medições realizadas anteriormente. O conteúdo do relatório é flexível e personalizável. Formulários de relatórios específicos do cliente podem ser criados e outros elemento podem ser adicionados, como logomarcas da empresa Orientação durante o teste 4. Representação de resultado no PTM

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