SIMPÓSIO INTERN DE CLIMATOLOGIA REALIZAÇÃO SIMPÓSIO INTERNACIONAL SIMPÓSIO INTERNACIONAL SIMPÓSIO INTERNACIONAL REALIZAÇÃO

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1 ULN

2 RESUMO DO PROJETO A proposta do I Simpósio Internacional de Climatologia (SIC) é discutir as vulnerabilidades climáticas e suas consequências para o Brasil e o mundo. O cenário atual no país, com baixos níveis nos reservatórios, possibilidade de racionamento de energia e crise na economia, é propício para se levantar discussão sobre como o Brasil vem se preparando para enfrentar as vulnerabilidades climáticas, uma vez que há indicação que os fenômenos considerados extremos na atualidade tendem a se torna mais frequentes em um futuro próximo. Assim, nesse evento será dado maior enfoque as questões associadas ao clima que nesse momento estão em evidência no País, como a crise hídrica e energética, o desflorestamento da Amazônia, entre outras. Ainda, SIMPÓSIO serão consideradas INTERNACIONAL discussões que envolvem o clima global, como o uso de recursos energéticos no novo cenário econômico mundial, com uma possível desaceleração da economia e a perspectiva de um novo acordo para limitar as emissões dos gases do efeito estufa na COP 21 em Paris ainda em Além disto, está se propondo a discussão sobre o último relatório do IPCC levando em conta as possíveis constatações e também as incertezas que são inerentes às projeções climáticas. Assim, no contexto descrito acima, a Sociedade Brasileira de Meteorologia (SBMET) realizará o I Simpósio Internacional de Climatologia (SIC) entre 13 a 16 de outubro de 2015 em Natal/RN com o tema ulnerabilidades Climáticas: O Brasil no século XXI. Sendo assim, os painéis de abertura e fechamento do evento tratarão de questões relacionadas diretamente às questões que afetam a sociedade brasileira: O clima e a questão hídrica e energética no Brasil e Tecnologias, Gestão e ulnerabilidades Climáticas no Brasil, respectivamente. Ainda no primeiro se tratará dos Recursos Energéticos e discussões climáticas globais. No segundo dia do evento se tratará da variabilidade climática e eventos extremos na América do Sul e questões globais associadas ao clima, cujos temas dos painéis são: ariações e extremos climáticos sobre a América do Sul: aspectos continentais e regionais e O Novo Relatório do IPCC (AR5): constatações e complexidades. INTRODUÇÃO A proposta do I Simpósio Internacional de Climatologia (SIC) é discutir as vulnerabilidades climáticas e suas consequências para o Brasil e o mundo. O cenário atual no país, com baixos níveis nos reservatórios, possibilidade de racionamento de energia e crise na economia, é propício para se levantar discussão sobre como o Brasil vem se preparando para enfrentar as vulnerabilidades climáticas, uma vez que há indicação que os fenômenos considerados extremos na atualidade tendem a se torna mais frequentes em um futuro próximo. Assim, nesse evento será dado maior enfoque as questões associadas ao clima que nesse momento estão em evidência no País, como a crise hídrica e energética, o desflorestamento da Amazônia, entre outras. ULN Historicamente, as secas observadas no Nordeste eram consideradas como a principal vulnerabilidade climática no Brasil. Este fenômeno sempre teve associado a graves consequências sociais e econômicas para essa região, como também para outras regiões do País, em consequências dos fluxos migratórios e os problemas daí advindos. Os últimos três anos ( ) foram de seca na região, no entanto, com o crescimento econômico atual da região, não houve a repercussão que se observava nas décadas passadas, quando as consequências atingiam outras regiões do país. Em anos recentes, início dos anos 2000, o Brasil viveu uma crise no setor hidrelétrico, associada a baixa quantidade de precipitação em quase todo o país, que trouxe sérias consequências econômicas para o País. Nestes quinze anos as discussões sobre a vulnerabilidade climática e o setor elétrico deixaram de ser tratadas, esse ano o País se encontra em risco de passar novamente por uma crise no setor de geração de energia hidrelétrica, em razão dos baixos níveis dos reservatórios em algumas regiões. Informações do Boletim Diário do Operador Nacional do Sistema (ONS) em 05/04/2015 indicam que praticamente todas as regiões do País se encontram com menos de 50% da sua capacidade máxima de armazenamento, sendo que as regiões Sudeste/Centro Oeste, que respondem por maior parte da energia gerada no país, estavam com menos de 30% (Tabela 1). A Figura 1 apresenta a situação da Energia Armazenada no Sistema nas regiões Sudeste/Centro-Oeste em Apesar do aumento da geração de energia em anos recentes, quando se compara as informações dos dois períodos, nota-se que o País deve ser colocar em alerta sobre as consequências de um novo apagão.

3 Tabela 1 - Energia Armazenada no Sistema Fonte: DE Operador CLIMATOLOGIA Nacional do Sistema (ONS) em 05/04/2015. A crise hídrica no Brasil tem consequências além do setor energético. O exemplo mais evidente tem sido a situação observada na região Sudeste do Brasil, em especial no estado de São Paulo, onde se verifica uma crise de abastecimento de água há mais de um ano. Devido à importância econômica desta região, os efeitos desta crise acabam influenciando todo o País. Segundo publicações da Agência Nacional de Águas (ANA) O ano de 2014 se destacou por seca extrema na região Sudeste, com probabilidade de ocorrência inferiores a 1% (tempo de retorno superior a 100 anos.). Apesar da chuva ligeiramente próxima do normal no primeiro trimestre do ano de 2015 na região sudeste (INMET, 2015), estas não foram suficientes para assegurar captação suficiente de água pelos reservatórios desta região. Houve recuperação do Sistema Cantareira no estado de São Paulo em relação ao ano de 2014, no entanto, este ainda se encontrava no final de março de 2015 com vazão abaixo da média (Figura 2). Enquanto a situação no sistema FURNAS é ainda mais crítico com um volume útil ligeiramente acima de 10% no final de fevereiro de 2015 (Figura 3). Figura 1 - Energia Armazenada no Sistema em 2001 nas regiões Sudeste e Centro-Oeste - Fonte: ONS. EOLUÇÃO DA AZÃO MÉDIA MENSAL DO SISTEMA EQUIALENTE ULN Figura 2 - azão média no sistema Cantareira. Fonte: Boletim de Monitoramento dos Reservatórios do Sistema da Cantareira Abril 2015/ANA.

4 OLUME ENTRE OS ANOS DE 2009 E 2015 ULN Figura 3 - olume do sistema FURNAS. Fonte: Boletim de Monitoramento de Furnas - Março de 2015/ANA. Mesmo com a redução da taxa de deflorestação da Amazônia em 2014, com -18% (-83%) em relação a 2013 (2004) (INPE, 2014), essa ainda é uma questão ambiental preocupante, dada a importância desta floresta e a extensão da área já completamente devastada, aproximadamente 20% da área denominada Amazônia Legal (INPE, 2014). Por outro lado, com os recentes cortes no orçamento dos programas que visam prevenir o desflorestamento da Amazônia já se espera que essas taxas aumentem (http://amazonia.org.br). Sabe-se que a grande quantidade de evapotranspiração sobre a Floresta é responsável pelo transporte de calor latente para altos níveis da atmosfera e a intensa convecção aí está associada ao sistema de alta pressão em altos níveis denominada de Alta da Bolívia. Por outro lado, esse sistema está associado aos padrões de ondas atmosféricas planetárias e por essa via a Amazônia pode influenciar o clima de todo planeta. Assim, ao alterar as características desta floresta é possível tanto alterar o clima regional, como de regiões remotas. Ainda, serão consideradas discussões que envolvem o clima global, como o uso de recursos energéticos no novo cenário econômico mundial, com exploração do gás de xisto, decaimento do preço de petróleo, uma possível desaceleração da economia e a perspectiva de um novo acordo para limitar as emissões dos gases do efeito estufa na COP 21 (Conference of the Parties) em Paris ainda em Além disto, está se propondo a discussão sobre o último relatório do IPCC levando em conta as possíveis constatações e também as incertezas que são inerentes as projeções climáticas. Assim, no contexto descrito acima, a Sociedade Brasileira de Meteorologia (SBMET) realizará o I Simpósio Internacional de Climatologia (SIC) entre 13 a 16 de outubro de 2015 em Natal/RN com o tema ulnerabilidades Climáticas: O Brasil no século XXI. Sendo assim, os painéis de abertura e fechamento do evento tratarão de questões relacionadas diretamente

5 às questões que afetam a sociedade brasileira: O clima e a questão hídrica e energética no Brasil e Tecnologias, Gestão e ulnerabilidades Climáticas no Brasil, respectivamente. Ainda no primeiro se tratará dos Recursos Energéticos e discussões climáticas globais. No segundo dia do evento se tratará da variabilidade climática e eventos extremos na América do Sul e questões globais associadas ao clima, cujos temas dos painéis são: ariações e extremos climáticos sobre a América do Sul: aspectos continentais e regionais e O Novo Relatório do IPCC (AR5): constatações e complexidades. NORMAS PARA PUBLICAÇÃO Os trabalhos SIMPÓSIO submetidos INTERNACIONAL ao evento deverão ser apresentados na forma de resumo expandido. Este deverá ser apresentado em inglês DE e português/espanhol, CLIMATOLOGIA sendo no máximo 1 página para cada língua, totalizando, assim, 2 páginas por resumo expandido. Na produção do resumo observar a concisão e a clareza do texto. Os trabalhos devem ser apresentados no formato PDF e com tamanho máximo de 2 MB. O texto deverá ter a seguinte formatação: fonte Times New Roman 11, espaço simples, com as seguintes margens: 3,0cm do lado esquerdo, 3.0cm do lado direito, 2,5cm na parte superior e 2,5cm na parte inferior. ULN A partir de 30 de agosto de 2015 os resumos aprovados serão divulgados na interface de inscrição, e os autores com trabalhos aprovados terão 15 dias após a data de divulgação para enviar os pôsteres. HISTÓRICO DO SIC Os Simpósios Internacionais de Climatologia promovidos pela SBMET têm como finalidade reunir a comunidade científica e profissional do Brasil e do exterior para apresentar e discutir temas associados à climatologia e áreas correlatas. Estes eventos começaram a ser realizados em 2005 e tem periodicidade bianual. O primeiro SIC foi realizado entre 23 e 27 de outubro de 2005 em Fortaleza com tema A Hidroclimatologia e os Impactos Ambientais em Regiões Semi-Áridas. Nesse Simpósio foram discutidos aspectos relacionados aos recursos hídricos e a degradação ambiental em diversas regiões semi-áridas do planeta, incluindo o semi-árido do Nordeste brasileiro. O segundo SIC foi realizado entre 04 e 08 de novembro de 2007 em São Paulo, com o tema Detecção e Atribuição de Causas para as Mudanças Climáticas na América do Sul. O terceiro SIC foi realizado entre 18 a 21 em Canela/RS, com o tema Mudanças de Clima e Extremos: Avaliação de riscos futuros, planejamento e desenvolvimento sustentável. Os três primeiros SICs tiveram aproximadamente 300 participantes inscritos. O I SIC realizado em João Pessoa entre 16 e 19 de outubro de teve um público recorde de aproximadamente 800 pessoas e neste evento foi discutido o tema Mudanças Climáticas e seus Impactos em Áreas Urbanas. O SIC foi realizado em Florianópolis/SC entre os dias 15 e 18 de outubro de 2013 e discutiu-se sobre Interação Oceano-Atmosfera: impactos climáticos no presente e cenários futuros. Assim, pelo histórico apresentado acima, o SIC já é um evento consolidado junto aos membros da SBMET e de diversas instituições públicas e da sociedade civil. Neste I SIC também pretende-se fazer ampla divulgação junto a vários setores da sociedade e comunidade acadêmica visando manter o número de participantes, desta forma, mantendo a consolidação desse evento.

6 CORPO EDITORIAL Coordenação Dr. Romulo Paz (UFCG) Presidente da SBMET Comitê Científico Dra. Rosane Rodrigues Chaves Coordenação Científica do Evento Dr. Emerson Mariano da Silva Diretor Científico da SBMET Dra. Mônica Mendes ice-diretora Científica da SBMET Dra. Claudine Pereira Dereczynski (UFRJ) Dr. Cláudia Rejane Jacondino de Campos (UFPel) Cleber Souza Corrêa (ICEA) Dr. David Mendes (UFRN) Dr. Hermes Alves de Almeida (UEPB) Dr. Humberto Alves Barbosa (UFAL) Dra. Iracema Fonseca de Albuquerque Cavalcanti (INPE) Dr. Isimar de Azevedo Santos (UENF) Dr. José Carlos Figueiredo (UNESP) Dr. José Ivaldo Barbosa de Brito (UFCG) Dr. José Maria Brabo Alves (UECE) Dr. José Ricardo de Almeida França (UFRJ) Profa. Dra. Judith Johanna Hoelzemann (UFRN) Dra. Magaly de Fatima Correia (UFCG) Dr. Manoel Alonso Gan (INPE) Dr. Marcos Antonio Lima Moura (UFAL) Dra. Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz (UFPB) Dra. Maria Aurora Santos da Mota (UFPA) Dr. Michel Mesquita (Uni Research Climate - Norway) Dr. Paulo Sérgio Lucio (UFRN) Dr. Ricardo Sarmento Tenório (UFAL) Dra. Rita aléria Andreoli de Souza (UEA) Dra. Simone Erotildes Teleginski Ferraz (UFSM) Dr. Tércio Ambrizzi (USP) Dra. Teresinha de Maria Bezerra S. Xavier (ACECI / UFC) A SOCIEDADE BRASILEIRA DE METEOROLOGIA A Sociedade Brasileira de Meteorologia (SBMET) foi criada em 1958 como uma sociedade civil técnico-científica para incentivar o desenvolvimento da Meteorologia e regulamentar a profissão. Assim, a SBMET tem como objetivos promover, incentivar e divulgar o estudo e a pesquisa da Meteorologia em todos os seus aspectos; promover e resguardar os direitos profissionais dos meteorologistas; congregar todas as pessoas que se dedicam à Meteorologia ou que por ela se interessam, visando a uma cooperação estreita entre elas e a um efetivo intercâmbio de informações e de conhecimentos; conduzir e incrementar relações e troca de informações técnico-científicas e profissionais com outras entidades congêneres, nacionais ou de outros países. Em 1962 a SBMET foi desativada, voltando a ser ativada em Já em 1977 essa Sociedade promoveu a I Semana de Meteorologia da UFRJ, reunindo estudantes, profissionais da área e entidades governamentais para palestras de pesquisadores brasileiros e estrangeiros. Esse evento é considerado pelos pioneiros como embrião dos congressos bienais da SBMET. Deste então, houve grande avanço nas relações institucionais entre órgãos de Meteorologia, além do número crescente de associados e da participação da comunidade nas propostas da Sociedade. Entre as conquistas desta nova fase estão a regulamentação da profissão de meteorologista (1980), aquisição de uma sede no centro comercial do Rio de Janeiro (2000), realização de Congressos Brasileiros de Meteorologia em anos pares (a partir de 1980) e de Simpósios Internacionais de Climatologia em anos ímpares (a partir de 2005), que em 2015 chega a sua sexta edição como um evento consolidado. ULN

7 ULN CONTATO

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