FICHA TÉCNICA. Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 2. EDITOR/PROPRIEDADE Secretaria Regional de Educação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FICHA TÉCNICA. Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 2. EDITOR/PROPRIEDADE Secretaria Regional de Educação"

Transcrição

1

2 FICHA TÉCNICA EDITOR/PROPRIEDADE Secretaria Regional de Educação TÍTULO Anuário 2014 AUTORIA Observatório do Sistema Educativo da RAM / Gabinete do Secretário EDIÇÃO Observatório do Sistema Educativo da RAM / Gabinete do Secretário 2015 DESENHO GRÁFICO Gabinete do Secretario /Gabinete de Informação, Imagem e Protocolo ISBN: Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 2

3 SUMÁRIO ÍNDICE DE QUADROS... 5 NOTA METODOLÓGICA GLOSSÁRIO ORGANOGRAMA DO SISTEMA DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO (Ensino não superior) MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO NOTAÇÕES Caracterização geral Estatísticas A. Alunos Matriculados Educação Pré-Escolar Ensino Básico Ensino Secundário B. Aproveitamento Ensino Básico Ensino Secundário C. Pessoal docente Educação Pré-escolar Ensino Básico - 1.º Ciclo Ensino Básico - 2º Ciclo Ensino Básico - 3.º Ciclo e Secundário Escolas Profissionais D. Pessoal Não Docente E. Estabelecimentos de Educação e Ensino F. Necessidades Especiais de Educação G. Desporto Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 3

4 Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 4

5 ÍNDICE DE QUADROS CARACTERIZAÇÃO GERAL Alunos Matriculados Quadro Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação (e distribuição percentual), segundo a natureza do estabelecimento, por nível e modalidade de ensino Quadro Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação (e distribuição percentual), segundo o sexo, por nível e modalidade de ensino Quadro Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação (e distribuição percentual), segundo a natureza do estabelecimento, por sexo, nível e orientação Quadro Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação, segundo o concelho, por sexo e nível de educação e ensino Quadro Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação, segundo o concelho, por sexo e nível de educação e ensino Ensino público Quadro Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação, segundo o concelho, por sexo e nível de educação e ensino Ensino privado dependente do estado Quadro Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação, segundo o concelho, por sexo e nível de educação e ensino Ensino privado independente Aproveitamento Quadro Taxa de conclusão, segundo a natureza do estabelecimento e o sexo, por nível e modalidade de ensino Recursos Humanos Quadro Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e nível de educação e ensino Quadro Pessoal não docente, segundo o concelho, por sexo e natureza do estabelecimento Estabelecimentos de educação e ensino Quadro Estabelecimentos de educação e ensino, segundo o concelho, por natureza e a tipologia do estabelecimento Necessidades Especiais de Educação Quadro Alunos e adultos com necessidades especiais de educação, segundo o serviço de apoio, por concelho Desporto Quadro Distribuição dos atletas federados, segundo o sexo, por concelho Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 5

6 ESTATÍSTICAS 43 A. Alunos Matriculados 45 Educação Pré-escolar 47 Quadro A.1 - Crianças inscritas, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e idade Ensino Básico 51 Quadro A.2 - Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação, segundo o concelho, por sexo, ciclo de estudo e natureza do estabelecimento Quadro A.3 - Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação, segundo o concelho, por sexo, ciclo de estudo e modalidade de ensino Quadro A.4 - Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação, segundo o concelho, por sexo, ciclo de estudo e modalidade de ensino Ensino público Quadro A.5 - Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação, segundo o concelho, por sexo, ciclo de estudo e modalidade de ensino Ensino privado dependente do estado Quadro A.6 - Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação, segundo o concelho, por sexo, modalidade de ensino e natureza do estabelecimento Quadro A.7 - Alunos matriculados, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e ano de escolaridade Quadro A.8 - Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação, segundo o concelho, por sexo, modalidade de ensino e natureza do estabelecimento Quadro A.9 - Alunos matriculados, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e ano de escolaridade Quadro A.10 - Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação, segundo o concelho, por sexo, modalidade de ensino e natureza do estabelecimento Quadro A.11 - Alunos matriculados, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e ano de escolaridade Quadro A.12 - Alunos matriculados, segundo o concelho, por sexo, tipo de curso e natureza do estabelecimento Quadro A.13 - Adultos em atividades de educação e formação, segundo o concelho, por sexo, modalidade de ensino e natureza do estabelecimento Ensino Secundário 71 Quadro A.14 - Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação, segundo o concelho, por sexo e modalidade de ensino Quadro A.15 - Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação, segundo o concelho, por sexo e modalidade de ensino Ensino público Quadro A.16 - Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação, segundo o concelho, por sexo e modalidade de ensino Ensino privado dependente do estado Quadro A.17 - Alunos matriculados, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e ano de escolaridade Quadro A.18 - Alunos matriculados, segundo o concelho, por natureza do estabelecimento de ensino, curso e ano de escolaridade Quadro A.19 - Alunos matriculados, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e ano de escolaridade Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 6

7 Quadro A.20 - Alunos matriculados, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e ano de escolaridade Quadro A.21 - Alunos matriculados, segundo o concelho, por natureza do estabelecimento e área de estudo 80 Quadro A.22 - Alunos matriculados, segundo o concelho, por sexo, tipo de curso e natureza do estabelecimento Quadro A.23 - Adultos em atividades de educação e formação, segundo o concelho, por sexo, modalidade de ensino e natureza do estabelecimento B. Aproveitamento 85 Ensino Básico 87 Quadro B.1 - Conclusões, segundo o concelho, por sexo e modalidade de ensino Quadro B.2 - Conclusões, segundo o concelho, por sexo e modalidade de ensino Ensino público Quadro B.3 - Alunos que transitaram / concluíram, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e ano de escolaridade Quadro B.4 - Adultos que concluíram, segundo o concelho, por sexo, modalidade de formação e natureza do estabelecimento Quadro B.5 - Alunos que transitaram / concluíram, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e ano de escolaridade Quadro B.6 - Alunos que concluíram, segundo o concelho, por sexo e natureza do estabelecimento Quadro B.7- Alunos que concluíram, segundo o concelho, por sexo e natureza do estabelecimento Quadro B.8 - Adultos que concluíram, segundo o concelho, por sexo, modalidade de formação e natureza do estabelecimento Quadro B.9 - Alunos que transitaram / concluíram, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e ano de escolaridade Quadro B.10 - Alunos que concluíram, segundo o concelho, por sexo, tipo de curso e natureza do estabelecimento Quadro B.11 - Alunos que concluíram, segundo o concelho, por sexo e natureza do estabelecimento Quadro B.12 - Adultos que concluíram, segundo o concelho, por sexo, modalidade de ensino e natureza do estabelecimento Ensino Secundário 99 Quadro B.13 - Alunos e adultos que concluíram, segundo o concelho, por sexo e modalidade de ensino Quadro B.14 - Alunos e adultos que concluíram, segundo o concelho, por sexo e modalidade de ensino Quadro B.15 - Alunos e adultos que concluíram, segundo o concelho, por sexo e modalidade de ensino Quadro B.16 - Alunos que transitaram / concluíram, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e ano de escolaridade Quadro B.17 - Alunos que transitaram / concluíram, segundo o concelho, por natureza do estabelecimento de ensino, curso e ano de escolaridade Quadro B.18 - Alunos que transitaram / concluíram, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e ano de escolaridade Quadro B.19 - Alunos que concluíram, segundo o concelho, por sexo e natureza do estabelecimento Quadro B.20 - Alunos que concluíram, segundo o concelho, por sexo e natureza do estabelecimento Quadro B.21 - Alunos que concluíram, segundo o concelho, por natureza do estabelecimento e área de estudo108 Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 7

8 Quadro B.22 - Alunos que concluíram, segundo o concelho, por sexo, tipo de curso e natureza do estabelecimento Quadro B.23 - Adultos que concluíram, segundo o concelho, por sexo, modalidade de ensino e natureza do estabelecimento C. Pessoal Docente 113 Educação Pré-escolar 115 Quadro C.1 - Educadores de infância em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo, função e natureza do estabelecimento Quadro C.2 - Educadores de infância em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo e situação profissional Quadro C.3 - Educadores de infância em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e habilitação académica Ensino Básico- 1.º Ciclo 121 Quadro C.4 - Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo, função e natureza do estabelecimento Quadro C.5 - Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo e situação profissional Quadro C.6 - Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e habilitação académica Ensino Básico - 2.º Ciclo 125 Quadro C.7 - Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo, função e natureza do estabelecimento Quadro C.8 - Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo e situação profissional 127 Quadro C.9 - Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e habilitação académica Quadro C.10 - Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo e grupo de recrutamento (1) 129 Quadro C.11 - Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo e grupo de recrutamento (1) Ensino público Ensino Básico - 3.º Ciclo e Secundário 131 Quadro C.12 - Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo e natureza do estabelecimento Quadro C Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo e situação profissional Quadro C.14 - Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e habilitação académica Quadro C.15 - Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo e grupo de recrutamento (1) Quadro C.16 - Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo e grupo de recrutamento (1) Ensino público Escolas Profissionais 137 Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 8

9 Quadro C.17 - Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo e natureza do estabelecimento Quadro C.18 - Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo e situação profissional Ensino público Quadro C.19 - Pessoal docente em exercício no estabelecimento, segundo o concelho, por sexo, natureza do estabelecimento e habilitação académica D. Pessoal Não Docente 143 Quadro D.1 - Pessoal não docente, segundo o concelho, por sexo e natureza do estabelecimento Quadro D.2 - Pessoal não docente, segundo o concelho, por habilitação académica Quadro D.3 - Pessoal não docente, segundo o concelho, por categoria Ensino público Quadro D.4 - Pessoal não docente, segundo o concelho, por natureza do estabelecimento e função- Ensino público E. Estabelecimentos de Ensino 149 Quadro E.1 - Estabelecimentos de educação e ensino, segundo o concelho, por ensino ministrado e natureza do estabelecimento (1) F. Necessidades Especiais de Educação 153 Quadro F.1 - Alunos com necessidades especiais de educação, segundo o tipo de estabelecimento escolar, por concelho Quadro F.2 - Alunos a frequentarem escolas regulares de ensino, segundo o concelho, por natureza do estabelecimento e nível de educação e ensino Quadro F.3 - Adequações do processo de ensino e de aprendizagem definidas no Programa Educativo Individual dos alunos que frequentam escolas regulares de ensino, por nível de educação e ensino e grupos etários Quadro F.4 - Alunos com necessidades especiais de educação, segundo o sexo, por diagnóstico Quadro F.5 - Terapias usufruídas pelos alunos com necessidades especiais de educação, por grupos etário Quadro F.6 - Docentes de educação especial, segundo o nível de ensino, por concelho Quadro F.7 - Técnicos de escolas públicas afetos à educação especial G. Desporto 163 Quadro G.1 - Distribuição absoluta e percentual de atletas federados, segundo o sexo, por modalidade Quadro G.2 - Distribuição absoluta e percentual de atletas federados, segundo o sexo, por concelho e clube167 Quadro G.3 - Distribuição absoluta de indicadores desportivos, segundo o sexo Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 9

10 Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 10

11 NOTA METODOLÓGICA O OSERAM/SRE e as estatísticas da Educação O Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira, unidade nuclear do Gabinete do Secretário da Secretaria Regional de Educação (OSERAM/SRE) - criada pela Portaria nº 83 de 22 de junho de é o órgão que tem por missão assegurar a produção das estatísticas oficiais da educação, em estreita articulação com os organismos competentes do Sistema Estatístico Nacional nesta matéria. A publicação "Anuário 2014 " tem como principal objetivo disponibilizar informação estatística referente aos diferentes níveis de educação e formação - educação pré-escolar, ensinos básico e secundário, visando promover o conhecimento do sistema educativo junto da Administração Pública, instituições, empresas, investigadores e sociedade em geral. Apresenta, pela primeira vez, informação estatística relativa às Necessidades Especiais de Educação - os principais resultados associados a crianças e alunos dos estabelecimentos de educação e ensino não superior de natureza pública e privada e das instituições de educação especial, docentes e outros técnicos de educação especial. Disponibiliza ainda informação referente ao Desporto Federado. Não se pode deixar de sublinhar que - ao contrário do que sucedia em edições anteriores da publicação "Anuário" - o número de educadores de infância em exercício de funções em jardins de infância em estabelecimentos de ensino da Região Autónoma da Madeira, refere-se exclusivamente à educação préescolar (i.e., no corrente ano letivo foi possível excluir os recursos humanos afetos a atividades de docência junto de crianças com idades inferiores a três anos). Dados de origem - Educação pré-escolar, ensinos básico e secundário Os dados de origem relativos à educação pré-escolar e aos ensinos básico e secundário, foram obtidos a partir: Plataforma PLACE (Plataforma da Comunidade Educativa da RAM) gerida pela Direção Regional do Planeamento, Recursos e Infraestruturas (DRPRI)/SRE, onde os dados administrativos respeitantes aos alunos e estabelecimentos de educação e ensino públicos e privados são registados pelos respetivos estabelecimentos; Dados administrativos provenientes da Direção Regional dos Recursos Humanos e da Administração Educativa, para o pessoal docente e pessoal não docente; Dados administrativos reportados pelos Centros Novas oportunidades (CNO) à unidade Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO). Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 11

12 Dados de origem - Necessidades especiais de educação Os dados de origem relativos à educação pré-escolar e aos ensinos básico e secundário, foram obtidos a partir: Aplicação "Gesdis" conjuntamente gerida pela Direção Regional de Educação e pela Direção Regional de Informática, onde os dados administrativos respeitantes às crianças e aos alunos com NEE nos estabelecimentos de educação e ensino públicos e privados e nas instituições de educação especial são registados pelos gestores do processo do aluno; Dados administrativos provenientes da Direção Regional dos Recursos Humanos e da Administração Educativa para o pessoal docente afeto à educação especial; A informação referente aos técnicos da educação especial foi disponibilizada pela Direção Regional da Educação. Dados de origem - Desporto A informação referente ao Desporto foi disponibilizada pela Direção Regional de Juventude e Desporto. Estrutura da publicação, forma de difusão e critérios de harmonização da informação Resultado material do processo de validação e tratamento dos dados anteriormente referidos, o "Anuário 2014", divulgado no endereço inclui: Uma caraterização geral do sistema educativo que permite obter uma visão global da educação préescolar e dos ensinos básico e secundário através dos principais indicadores a eles associados e a difusão de dados estatísticos organizados por áreas temáticas, segundo os níveis de ensino e ciclos e conforme a estrutura do sistema educativo. Uma caraterização geral das Necessidades Especiais da Educação na RAM para o ano letivo, através dos principais resultados que lhe estão associados. Principais informações referentes ao desporto federado na RAM. No início da publicação apresenta-se o organigrama do sistema educativo, um glossário, a descrição das modalidades de educação e formação e as notações utilizadas para ajudar o utilizador a fazer uma melhor leitura da informação quantitativa. No que diz respeito aos dados relativos a Processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC), importa referir que foram contabilizados os dados dos adultos que se encontravam em processo de reconhecimento no período compreendido entre Setembro de 2013 e Agosto de 2014, não tendo sido considerados os adultos que, no mesmo período de tempo, foram reencaminhados para outras modalidades de ensino. Para harmonizar os conceitos utilizados nas estatísticas nacionais com os que são utilizados internacionalmente, nomeadamente pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), o conceito de "estabelecimento privado" dos ensinos básico e secundário foi subdividido em Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 12

13 "estabelecimento privado dependente do Estado" e "estabelecimento privado independente". Pedidos adicionais de informação estatística A Secretaria Regional de Educação, através do Observatório do Sistema Educativo da RAM, poderá facultar outro tipo de apuramentos, em suporte papel e/ou informático. Para esclarecimentos adicionais contactar: Secretaria Regional de Educação Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira Telefone: Fax: Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 13

14 Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 14

15 GLOSSÁRIO ADEQUAÇÃO CURRICULAR INDIVIDUAL - Medida educativa que visa adaptar o currículo escolar comum aos alunos com necessidades educativas especiais, incluindo os objetivos e os conteúdos. ADEQUAÇÃO NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO - Medida educativa que visa adaptar os procedimentos necessários à avaliação dos progressos das aprendizagens das crianças e jovens com necessidades educativas especiais de carácter ADEQUAÇÃO NO PROCESSO DE MATRÍCULA - Medida educativa que visa adaptar condições especiais de matrícula para crianças e jovens com necessidades educativas especiais de carácter permanente. As condições especiais são: frequentar estabelecimentos de educação ou de ensino independentemente da área de residência; beneficiar de matrícula por disciplina no 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e secundário, desde que assegurada a sequencialidade do regime educativo comum; beneficiar, em situações excecionais e devidamente fundamentadas do adiamento da matrícula no 1.º ano de escolaridade obrigatória, entre outras. ALUNO - Indivíduo que frequenta o sistema formal de ensino após o ato de registo designado como matrícula. ALUNO MATRICULADO - Vide ALUNO. ANO CURRICULAR - Parte do plano de estudos do curso que, de acordo com o respetivo instrumento legal de aprovação, deve ser realizado pelo aluno, quando em tempo inteiro e em regime presencial no decurso de um ano letivo. ANO DE ESCOLARIDADE - Ano de estudos completo legalmente instituído. ANO ESCOLAR - No ensino não superior é o período de tempo compreendido entre 1 de Setembro e 31 de Agosto. No ensino superior é o período que compreende as atividades letivas e as épocas de avaliação. A sua organização está a cargo do órgão legal e estatutariamente competente do estabelecimento de ensino. ANO LETIVO - Período de tempo compreendido entre o início e o fim das atividades letivas que no ensino não superior corresponde a um mínimo de 180 dias efetivos de atividades escolares e no ensino superior deverá corresponder a um período entre 36 e 40 semanas. APOIO PEDAGÓGICO PERSONALIZADO - Medida educativa que visa reforçar as estratégias utilizadas individualmente, no grupo ou na turma, a vários níveis: organização do espaço e das atividades; estímulo e reforço das competências e aptidões envolvidas na aprendizagem; antecipação e reforço da aprendizagem de conteúdos; reforço e desenvolvimento de competências específicas. APROVEITAMENTO ESCOLAR - Situação do aluno, cuja avaliação das aprendizagens resulta nas seguintes menções: aprovação, progressão, transição ou conclusão. CANDIDATO AOS PROCESSOS DE RVCC - Adulto com mais de 18 anos, ativo empregado ou desempregado, que pretende ver reconhecidas, validadas e certificadas competências escolares e/ou profissionais adquiridas ao longo da vida, em contextos diversificados formais, não formais e informais. No âmbito do RVCC escolar, podem também ser abrangidos adultos inativos. CICLO DE ESTUDOS - Etapa definida na estrutura do sistema educativo, com determinado tempo de duração e com uma identidade própria, a nível de objetivos, finalidades, organização curricular, tipo de docência e programas. Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 15

16 CONCLUSÃO - Situação escolar do aluno que termina com sucesso o nível de ensino que frequenta, tendo direito à atribuição do respetivo diploma. CURRÍCULO ESPECÍFICO INDIVIDUAL - Medida educativa que visa adaptar o currículo às caraterísticas e necessidades de cada aluno e que substitui as competências definidas para cada nível de educação e ensino. DESISTÊNCIA - Situação do aluno que no final do ano letivo não se encontrava em condições de se inscrever no ano de escolaridade seguinte, por não ter frequentado até ao final o ano de escolaridade em que se encontrava inscrito. DOCENTE COM FUNÇÕES LETIVAS - Docente que desempenha funções de ensino junto de pelo menos uma turma, podendo também ter, em alternativa ou não, a tempo inteiro ou parcial, atividades de apoio educativo na sala de aula ou fora dela. Inclui os docentes com "horário zero", situação em que o professor, embora em exercício de docência, não tem horário letivo atribuído. DOCENTE COM FUNÇÕES NÃO LETIVAS - Docente ao qual não está atribuída nenhuma turma tendo portanto, uma redução total da componente letiva. Este docente pode estar abrangido, entre outras, por uma das seguintes situações: pré-aposentação; doença incapacitante para o contacto direto com os alunos em sala de aula; funções de gestão; apoio à biblioteca ou aos laboratórios, ou a elaboração de estudos de natureza diversa e que permitam uma melhoria da qualidade do ensino/aprendizagem. EDUCAÇÃO ESPECIAL - Modalidade de educação que visa a inclusão educativa e social, o acesso e o sucesso educativos, a autonomia, a estabilidade emocional, bem como a promoção da igualdade de oportunidades, a preparação para o prosseguimento de estudos ou para uma adequada preparação para a vida pós-escolar ou profissional das crianças e dos jovens com necessidades educativas especiais. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR - Subsistema de educação, de frequência facultativa, destinado a crianças com idades compreendidas entre os três anos e a idade de ingresso no ensino básico. Realiza-se em estabelecimentos próprios, designados por jardins de infância, ou incluídos em unidades escolares em que é também ministrado o ensino básico. A educação pré-escolar, no seu aspeto formativo, é complementar e/ou supletiva da ação educativa da família, com a qual estabelece estreita cooperação. EDUCADOR DE INFÂNCIA - Docente certificado para a educação pré-escolar, após conclusão de um curso de formação inicial de quatro anos, ministrado numa Escola Superior de Educação ou com habilitação legalmente equivalente. ENSINO BÁSICO - Nível de ensino que se inicia cerca da idade de seis anos, com a duração de nove anos, cujo programa visa assegurar uma preparação geral comum a todos os indivíduos, permitindo o prosseguimento posterior de estudos ou a inserção na vida ativa. Compreende três ciclos sequenciais, sendo o 1.º de quatro anos, o 2.º de dois anos e o 3.º de três anos. É universal, obrigatório e gratuito. ENSINO PARTICULAR E COOPERATIVO - Ensino promovido sob iniciativa e responsabilidade de gestão de entidade privada com tutela pedagógica e científica do Ministério da Educação ou do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. ENSINO PRIVADO DEPENDENTE DO ESTADO - Uma instituição de ensino privado dependente do estado é uma instituição em que mais do que 50 por cento dos seus fundos regulares de funcionamento provém de organismos estatais / administração pública (de qualquer nível). Fundos regulares de funcionamento são os fundos destinados aos serviços básicos de ensino das instituições de ensino. Não inclui fundos especificamente destinados a projetos de investigação, pagamentos por serviços prestados ou contratados por organizações Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 16

17 privadas, ou taxas/propinas e subsídios recebidos por serviços auxiliares prestados, tais como a prestação de alojamento e de alimentação. Para além disso, as instituições de ensino devem ser classificadas como instituições de ensino privado dependente do estado se o seu pessoal docente for pago por um organismo governamental quer diretamente ou através da administração direta. ENSINO PRIVADO INDEPENDENTE DO ESTADO - Uma instituição de ensino privado independente do estado é uma instituição em que menos do que 50 por cento dos seus fundos regulares de funcionamento provém de organismos estatais / administração pública (de qualquer nível). Fundos regulares de funcionamento são os fundos destinados aos serviços básicos de ensino das instituições de ensino. Não inclui fundos especificamente destinados a projetos de investigação, pagamentos por serviços prestados ou contratados por organizações privadas, ou taxas/propinas e subsídios recebidos por serviços auxiliares prestados, tais como a prestação de alojamento e de alimentação. ENSINO PÚBLICO Ensino que funciona na direta dependência da administração central, das regiões autónomas e das autarquias. ENSINO SECUNDÁRIO Nível de ensino que corresponde a um ciclo de três anos (10.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade), que se segue ao ensino básico e que visa aprofundar a formação do aluno para o prosseguimento de estudos ou para o ingresso no mundo do trabalho. Está organizado em cursos predominantemente orientados para o prosseguimento de estudos e cursos predominantemente orientados para a vida ativa. ESCOLA Vide ESTABELECIMENTO DE ENSINO (NÃO SUPERIOR). ESCOLA SEDE DE AGRUPAMENTO Vide SEDE DE AGRUPAMENTO. ESTABELECIMENTO DE EDUCAÇÃO Vide JARDIM-DE-INFÂNCIA. ESTABELECIMENTO DE ENSINO (NÃO SUPERIOR) Cada unidade organizacional em que, sob a responsabilidade de um Conselho Executivo ou de um Diretor (Diretor Pedagógico ou Encarregado de Direção), é ministrado o ensino de um ou mais graus. ESTUDANTE Vide ALUNO. GRUPO DE DOCÊNCIA Definição legal das habilitações adequadas para lecionar áreas disciplinares e disciplinas nos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário. GRUPO DE RECRUTAMENTO Vide GRUPO DE DOCÊNCIA JARDIM-DE-INFÂNCIA Estabelecimento que oferece, a tempo completo ou parcial, três anos de educação pré-escolar a crianças dos 3 aos 6 anos de idade. O horário é flexível e adaptado às necessidades dos encarregados de educação. O currículo é organizado num ciclo e inclui uma componente socioeducativa. MATRÍCULA Ato pelo qual um indivíduo adquire a qualidade de aluno de um determinado curso ou estabelecimento de educação ou de ensino. NECESSIDADES ESPECIAIS DE EDUCAÇÃO - Conjunto de limitações significativas, ao nível da atividade e da participação em um ou vários domínios de vida, que decorrem de alterações funcionais e estruturais de carácter permanente e resultam em dificuldades continuadas em comunicação, aprendizagem, mobilidade, autonomia, relacionamento interpessoal e participação social. Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 17

18 NÍVEL DE ENSINO Refere-se a cada um dos três níveis sequenciais que constituem o sistema de ensino: ensino básico, ensino secundário e ensino superior. PESSOAL DOCENTE Conjunto dos educadores de infância e/ou professores, de um estabelecimento de educação/ensino ou de uma entidade. PESSOAL NÃO DOCENTE Conjunto de profissionais pertencentes a carreiras específicas que, em colaboração com o pessoal docente, contribui para o desenrolar do processo educativo num estabelecimento de ensino. PROGRAMA EDUCATIVO INDIVIDUAL - Documento que fixa e fundamenta as necessidades especiais da criança ou jovem e respetivas formas de avaliação baseadas na observação e avaliação em sala de aula e nas informações complementares disponibilizadas pelos participantes no processo individual do aluno, assim como define as medidas educativas previstas na lei. RETENÇÃO Consiste na manutenção do aluno abrangido pela escolaridade obrigatória, no ano letivo seguinte, no mesmo ano de escolaridade que frequenta, por razões de insucesso ou por ter ultrapassado o limite de faltas injustificadas. TIPOS DE CURSOS - Classificação dos cursos segundo a sua orientação, nomeadamente o prosseguimento de estudos ou inserção na vida ativa. TRANSIÇÃO/PROGRESSÃO - Situação escolar que no final do ano letivo, permite ao aluno inscrever-se no ano de escolaridade seguinte. TAXA DE TRANSIÇÃO/CONCLUSÃO - Relação percentual entre o número de alunos que, no final de um ano letivo, obtêm aproveitamento (podendo transitar para o ano de escolaridade seguinte) e o número de alunos matriculados, nesse ano letivo. Usa-se a designação taxa de conclusão quando se refere o aproveitamento no fim do nível de ensino, ou seja no 9.º e no 12.º ano. TAXA DE RETENÇÃO E DESISTÊNCIA - Relação percentual entre o número de alunos que não podem transitar para o ano de escolaridade seguinte e o número de alunos matriculados, nesse ano letivo. Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 18

19 ORGANOGRAMA DO SISTEMA DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO (ENSINO NÃO SUPERIOR) O Sistema Educativo Português compreende a educação pré-escolar e os ensinos básico, secundário e superior. Na Região Autónoma da Madeira, a Secretaria Regional de Educação superintende, de acordo com o programa do Governo, todas as matérias nos sectores da educação, do desporto, da educação especial, da formação profissional, da ciência e tecnologia, da juventude, assim como contribui para a definição dos princípios gerais do sistema educativo no âmbito da educação pré -escolar e dos ensinos básico e secundário. Exerce ainda a administração e gestão educativa na componente de orientação pedagógica e didática, e na componente de administração do sistema educativo. Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 19

20 Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 20

21 MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO Ensino Básico Regular O ensino básico regular encontra-se estruturado em três ciclos sequenciais, sendo o 1.º de quatro anos, o 2.º de dois anos e o 3.º de três anos e destina-se ao prosseguimento de estudos dos alunos que frequentam o sistema de ensino dentro dos limites etários previstos na lei. Esta modalidade visa assegurar a aquisição de aprendizagens num nível básico ou intermedio de complexidade. Habilitações de acesso Duração Certificação 6 anos de idade até 15 de Setembro 9 anos letivos (3 ciclos de estudos 1.º, 2.º e 3.º ciclo) Certificado de conclusão do ensino básico e diploma Certificado profissional do nível 2 do Quadro Nacional de Qualificações Cursos Científico-Humanísticos (ensino secundário) Os cursos científico-humanísticos são vocacionados para o prosseguimento de estudos de nível pós-secundário não superior ou de nível superior (universitário ou politécnico). Habilitações de acesso Duração Certificação 9.º ano de escolaridade 3 anos letivos, correspondentes aos 10.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade Certificado de conclusão do ensino secundário e diploma Certificado profissional do nível 3 do Quadro Nacional de Qualificações Cursos Tecnológicos (ensino secundário) Os cursos tecnológicos, de carácter técnico e tecnológico, proporcionam a aprendizagem de competências profissionalmente qualificantes e visam, prioritariamente, o ingresso no mercado de trabalho, embora permitam igualmente o prosseguimento de estudos. Habilitações de acesso Duração Certificação 9.º ano de escolaridade 3 anos letivos, correspondentes aos 10.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade Certificado de conclusão do ensino secundário e diploma Certificado profissional do nível 3 do Quadro Nacional de Qualificações Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 21

22 Cursos Profissionais (ensino básico e secundário) Os cursos profissionais destinam-se a alunos que pretendem obter uma qualificação profissional que lhes facilite o ingresso no mercado de trabalho e, simultaneamente, uma habilitação escolar que lhes permita o prosseguimento de estudos. Habilitações de acesso Duração Certificação 6.º ano de escolaridade 9.º ano de escolaridade 3 anos letivos, correspondentes aos 7.º, 8.º e 9.º anos de escolaridade 3 anos letivos, correspondentes aos 10.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade Certificado de conclusão do 3.º ciclo do ensino básico Certificado profissional do nível 2 do Quadro Nacional de Qualificações Certificado de conclusão do ensino secundário e diploma Certificado profissional do nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações Cursos de Aprendizagem (ensino secundário) Os cursos de aprendizagem são cursos de formação profissional inicial, em alternância, dirigidos a jovens com idade inferior a 25 anos e que concluíram o 3.º ciclo do ensino básico ou que tenham frequentado o ensino secundário sem o terem concluído. Estes cursos conferem o certificado de conclusão do ensino secundário, e diploma, e o certificado profissional de nível 4 do Quadro Nacional das Qualificações, privilegiando a inserção de jovens no mercado de trabalho, mas permitindo igualmente o prosseguimento de estudos. Habilitações de acesso Tipologia dos cursos Designação Duração (horas) 9.º ano de escolaridade Aprendizagem 2800 a 3700 Certificação Certificado de conclusão do ensino secundário e diploma Certificado profissional do nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações Percursos Curriculares Alternativos (PCA) Oferta formativa destinada a alunos dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, até aos 15 anos de idade, e que apresentem: Insucesso escolar repetido; Problemas de integração; Risco de abandono/ exclusão; Dificuldades de aprendizagem. Os percursos curriculares alternativos permitem aos alunos que os concluam, consoante o ciclo, o seguinte: Atribuição de um certificado comprovativo do ano de escolaridade concluído, do qual constarão as disciplinas e áreas curriculares frequentadas; Atribuição do diploma a que se refere o n.º 80 do Despacho Normativo n.º 1/2005, de 5 de janeiro, aos alunos que venham a concluir o 3.º ciclo do ensino básico com aproveitamento. A obtenção de certificado escolar do 9.º ano de escolaridade através de um percurso curricular alternativo permite ao aluno o prosseguimento de estudos num dos cursos de nível secundário de educação. Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 22

23 Cursos de Educação e Formação (CEF) Estes cursos permitem a jovens, com idades superiores a 15 anos, concluírem o ensino básico ou o ensino secundário através de um percurso flexível, sem prejuízo do prosseguimento de estudos. Percursos e formação Tipo 1 (*) Habilitações de acesso Inferiores ao 6.º ano de escolaridade, com duas ou mais retenções Duração mínima (horas) 1125 (percurso com a duração até dois anos) Certificação Certificado de conclusão do 2.º ciclo do ensino básico Certificado profissional de nível 1 do Quadro Nacional de Qualificações (**) Tipo 2 (*) Com o 6.º ou 7.º ano ou frequência do 8.º ano de escolaridade 2109 (percurso com a duração de dois anos) Certificado de conclusão do 3.º ciclo do ensino básico Certificado profissional de nível 2 do Quadro Nacional de Qualificações Tipo 3 (*) Com o 8.º ano de escolaridade ou frequência, sem aprovação, do 9.º ano de escolaridade 1200 (percurso com a duração de um ano) Certificado de conclusão do 3.º ciclo do ensino básico Certificado profissional de nível 2 do Quadro Nacional de Qualificações Tipo 4 Com o 9.º ano de escolaridade, ou frequência do nível secundário com uma ou mais retenções, sem o concluir 1230 (percurso com a duração de um ano) Certificado escolar Certificado profissional de nível 2 do Quadro Nacional de Qualificações Tipo 5 Com o 10.º ano de um curso do ensino secundário ou equivalente, ou frequência do 11.º ano, sem aproveitamento, ou titular de percurso tipo 4, ou 10.º ano profissionalizante, ou curso de qualificação inicial de nível 2 com curso de formação complementar 2276 (percurso com a duração de dois anos) Certificado de conclusão do ensino secundário, e diploma Certificado profissional de nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações Tipo 6 Com o 11.º ano de um curso do ensino secundário ou equivalente ou frequência do 12.º ano, sem aproveitamento 1380 (percurso com a duração de um anos) Certificado de conclusão do ensino secundário, e diploma Certificado profissional de nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações Tipo 7 Titular do 12.º ano de um curso científicohumanístico ou equivalente do nível secundário, que pertença à mesma ou a área de formação afim 1155 (percurso com a duração de um ano) Certificado escolar Certificado profissional de nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações (*)Têm também acesso os jovens com idade inferior a 15 anos, de acordo com o estabelecido no n.º 2 do artigo 1.º do Regulamento que consta do Despacho - Conjunto n.º 453/2004, DR n.º 175, série II, de 27 de julho com a redação da retificação n.º 1673/2004, DR n.º 211, Série II, de 7 de setembro. RAM: Decreto Legislativo Regional n.º 17/2005/M de 19 de agosto; Portaria n.º 118/2005 de 14 de outubro. (**)A qualificação profissional de nível 1 não atribui saída profissional, constituindo-se antes como uma preparação para a mesma completar num percurso da tipologia subsequente. Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 23

24 Programas integrados de Educação e Formação (PIEF) Estes cursos / programas educativos concretizam-se através de Planos de Educação e Formação Individualizados, que integram: Uma componente de escolarização, que favorece o cumprimento da escolaridade obrigatória; Uma componente de formação para a ocupação e orientação vocacional, de acordo com os interesses e expetativas evidenciadas pelos alunos durante a intervenção; Uma componente de educação para a cidadania, com o desenvolvimento de atividades de interesse social, comunitário e de solidariedade, com a finalidade de promover a integração social, e a mobilização de saberes relacionais e sociais. Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA) Os cursos de educação e formação de adultos são uma oferta de educação e formação para adultos que pretendam elevar as suas qualificações. Estes cursos desenvolvem-se através de percursos de dupla certificação ou, sempre que tal se revele adequado ao perfil e história de vida dos adultos, de habilitação escolar e possibilitam a aquisição de mais habilitações escolares e competências profissionais ou apenas de habilitações escolares, com vista a uma (re)inserção ou progressão no mercado de trabalho. Os cursos EFA destinam-se aos indivíduos que: Tenham idade igual ou superior a 18 anos (a título excecional, poderá ser aprovada a frequência num determinado curso EFA a formandos com idade inferior a 18 anos, desde que estejam inseridos no mercado de trabalho); Pretendam completar o 4.º, 6.º, 9.º ou 12.º ano de escolaridade; Desejem obter uma qualificação profissional. Cursos de educação e formação de adultos de nível básico Percurso formativo Condições mínimas Duração Certificação de acesso (horas) Percurso B1 Inferior ao 1.º ciclo do ensino básico 790 Certificado de conclusão do 1.º ciclo do ensino básico Certificado profissional de nível 1 do Quadro Nacional de Qualificações (**) Percurso B2 Percurso B1+B2 Percurso B3 Percurso B2+B3 1.º ciclo do ensino básico Inferior ao 1.º ciclo do ensino básico 2.º ciclo do ensino básico 2.º ciclo do ensino básico 840 Certificado de conclusão do 2.º ciclo do ensino básico Certificado profissional de nível 1 do Quadro Nacional de Qualificações (**) 1240 Certificado de conclusão do 2.º ciclo do ensino básico Certificado profissional de nível 1 do Quadro Nacional de Qualificações (**) 1940 Certificado de conclusão do 3.º ciclo do ensino básico Certificado profissional de nível 2 do Quadro Nacional de Qualificações 2390 Certificado de conclusão do 3.º ciclo do ensino básico Certificado profissional de nível 2 do Quadro Nacional de Qualificações (**) A qualificação profissional de nível 1 não atribui saída profissional, constituindo-se antes como uma preparação para a mesma a completar num percurso da tipologia subsequente. Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 24

25 Percurso flexível a partir de processo RVCC Inferior ao 1.º ciclo do ensino básico (*) Certificado de conclusão do 3.º ciclo do ensino básico Certificado profissional de nível 2 do Quadro Nacional de Qualificações (*) O número de horas é ajustado (em termos de duração) em resultado do processo RVCC, sempre que aplicável. Cursos de educação e formação de adultos de dupla certificação Percurso formativo S3 - Tipo A Condições mínimas de acesso 9.º ano de escolaridade Duração (horas) 2045 Certificação Certificado de conclusão do ensino secundário, e diploma Certificado profissional de nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações S3 - Tipo B 10.º ano de escolaridade 1680 Certificado de conclusão do ensino secundário, e diploma Certificado profissional de nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações S3 - Tipo C 11.º ano de escolaridade 1075 Certificado de conclusão do ensino secundário, e diploma Certificado profissional de nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações Percurso flexível a partir de processo RVCC Inferior ou igual ao 9.º ano de escolaridade (*) Certificado de conclusão do ensino secundário, e diploma Certificado profissional de nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações (*) O número de horas é ajustado (em termos de duração) em resultado do processo RVCC, sempre que aplicável. Cursos de educação e formação de adultos de certificação escolar Percurso Condições mínimas Duração Certificação formativo de acesso (horas) S - Tipo A 9.º ano de escolaridade 1150 Certificado de conclusão do ensino secundário, e diploma Certificado profissional de nível 3 do Quadro Nacional de Qualificações S - Tipo B S - Tipo C Percurso flexível a partir de processo RVCC 10.º ano de escolaridade 11.º ano de escolaridade Inferior ou igual ao 9.º ano de escolaridade 625 Certificado de conclusão do ensino secundário, e diploma Certificado profissional de nível 3 do Quadro Nacional de Qualificações 315 Certificado de conclusão do ensino secundário, e diploma Certificado profissional de nível 3 do Quadro Nacional de Qualificações (*) Certificado de conclusão do ensino secundário, e diploma Certificado profissional de nível 3 do Quadro Nacional de Qualificações (*) O número de horas é ajustado (em termos de duração) em resultado do processo RVCC, sempre que aplicável. Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 25

26 Sistema Nacional de Reconhecimento, Validação e Certificação de competências O Sistema Nacional de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências permite aos adultos com idade igual ou superior a 18 anos reconhecer, validar e certificar os conhecimentos e competências adquiridos ao longo da vida em contextos formais, informais ou não-formais. O reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) - é desenvolvido em Centros de Novas Oportunidades constituídos por equipas técnico-pedagógicas especializadas e devidamente preparadas para a sua operacionalização. Um processo RVCC baseia-se num conjunto de pressupostos metodológicos (Balanço de Competências, Abordagem Autobiográfica) que permitem evidenciar as competências adquiridas ao longo da vida através da construção de um Portefólio Reflexivo de Aprendizagens orientado segundo um Referencial de Competênciaschave: Referencial de competências-chave para a Educação e formação de Adultos de nível básico; Referencial de Competências-Chave para a Educação e Formação de Adultos de nível secundário; Referencial do Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências Profissionais. RVCC Escolar Habilitações de acesso Inferior ao 9.º ano de escolaridade Duração Variável (dependendo das competências e conhecimentos adquiridos previamente) Certificação Certificado escolar (certificação escolar parcial) Certificado de conclusão do 2.º ciclo do ensino básico Certificado de conclusão do 3.º ciclo do ensino básico Certificado escolar (certificação escolar parcial) Certificado de conclusão do ensino secundário, e diploma Certificado profissional de nível 3 do Quadro Nacional de Qualificações Cursos do Ensino Recorrente Ensino básico O ensino recorrente de nível básico corresponde a uma vertente da educação e formação de adultos, em contexto escolar, de acordo com um plano de atividades organizado, constituindo uma resposta formativa para indivíduos, com idade igual ou superior a 15 anos, que não completaram a escolaridade básica (9.º ano de escolaridade), e pretendem adquirir conhecimentos e competências consideradas essenciais para o seu desenvolvimento pessoal e profissional. Ciclo de ensino Habilitações de acesso Duração Competências 1.º ciclo - Desenvolvimento de capacidades de utilização da língua Portuguesa (oral e Variável (dependendo do escrita) e de conceitos de Matemática itinerário de formação em situações do quotidiano 2.º ciclo 4.º ano de escolaridade individual estabelecido Prosseguimento de estudos e entre o aluno e a escola). desenvolvimento de competências 3.º ciclo 6.º ano de escolaridade profissionais Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 26

27 NOTAÇÕES Sinais convencionais - O fenómeno não existe ou tem valor nulo Quebra de série SIGLAS CEF EFA RVCC CAP CAO DADS STADP STEDIM STFP Cursos de Educação e Formação Educação e Formação de Adultos Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências Centro de Apoio Psicopedagógico Centro de Atividades Ocupacionais Divisão de Apoio às Deficiências Sensoriais Serviço Técnico Socioeducativo de Apoio à Deficiência Profunda Serviço Técnico de Educação para a Deficiência Intelectual e Motora Serviço Técnico de Formação Profissional Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 27

28 Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 28

29 Caracterização Geral Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 29

30 Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 30

31 Quadro Alunos matriculados e adultos em atividades de educação e formação (e distribuição percentual), segundo a natureza do estabelecimento, por nível e modalidade de ensino R.A.Madeira Natureza Público Privado dependente do Estado Privado independente Nível e modalidade % % % % , , ,1 26 0,1 Educação pré-escolar , , ,5 10 0,1 Ensino Básico , , ,6 16 0,1 1º Ciclo , , ,5 16 0,1 Regular , , ,3 16 0,1 Cursos EFA Recorrente 458 3, , º Ciclo , , ,6 - - Regular , , ,5 - - Percursos Curriculares Alternativos 399 5, , Cursos profissionais Cursos CEF 18 0, , Cursos EFA 166 2, , Recorrente RVCC 14 0,2 6 42,9 8 57, º Ciclo , , ,0 - - Regular , , ,0 - - Percursos Curriculares Alternativos 459 4, , Cursos profissionais Cursos CEF , ,6 30 2,4 - - Cursos EFA 529 4, , Recorrente RVCC 133 1, , ,7 - - Secundário , , ,4 - - Regular , , ,7 - - Cursos científico-humanístico / gerais , , ,0 - - Cursos Tecnológicos 351 3, ,0 7 2,0 - - Cursos profissionais , , ,8 - - Cursos de aprendizagem 80 0, , ,8 - - Cursos CEF 423 3, ,3 37 8,7 - - Cursos EFA , , Recorrente RVCC 61 0, , ,7 - - Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 31

FICHA TÉCNICA. Título Estatísticas da Educação 2010/2011 - Jovens

FICHA TÉCNICA. Título Estatísticas da Educação 2010/2011 - Jovens FICHA TÉCNICA Título Estatísticas da Educação 2010/2011 - Jovens Autoria Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) Direção de Serviços de Estatísticas da Educação (DSEE) Divisão de Estatísticas

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos

FICHA TÉCNICA. Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos FICHA TÉCNICA Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos Autoria Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE) Direcção de Serviços de Estatística Edição Gabinete de Estatística e Planeamento

Leia mais

Novembro de 2008 ISBN: 978-972-614-430-4. Desenho gráfico: WM Imagem Impressão: Editorial do Ministério da Educação Tiragem: 5 000 exemplares

Novembro de 2008 ISBN: 978-972-614-430-4. Desenho gráfico: WM Imagem Impressão: Editorial do Ministério da Educação Tiragem: 5 000 exemplares Título: Educação em Números - Portugal 2008 Autoria: Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE)/Ministério da Educação Edição: Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE)/Ministério

Leia mais

FICHAS SÍNTESE NACIONAIS SOBRE OS SISTEMAS EDUCATIVOS NA EUROPA E REFORMAS EM CURSO PORTUGAL JUNHO 2009

FICHAS SÍNTESE NACIONAIS SOBRE OS SISTEMAS EDUCATIVOS NA EUROPA E REFORMAS EM CURSO PORTUGAL JUNHO 2009 FICHAS SÍNTESE NACIONAIS SOBRE OS SISTEMAS EDUCATIVOS NA EUROPA E REFORMAS EM CURSO PORTUGAL JUNHO 2009 1. População escolar e língua de instrução Em 2006-2007, o número de jovens entre os 0 e os 29 anos

Leia mais

2.º SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência PARTE C. Quinta-feira, 12 de abril de 2012 Número 73

2.º SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência PARTE C. Quinta-feira, 12 de abril de 2012 Número 73 II SÉRIE Quinta-feira, 12 de abril de 2012 Número 73 ÍNDICE 2.º SUPLEMENTO PARTE C Ministério da Educação e Ciência Gabinetes do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar e da Secretária

Leia mais

Anexo III ENSINO RECORRENTE REGULAMENTO

Anexo III ENSINO RECORRENTE REGULAMENTO REGULAMENTO INTERNO Anexo III ENSINO RECORRENTE REGULAMENTO REGULAMENTO DO ENSINO RECORRENTE Artigo 1º OBJETO E ÂMBITO 1. O presente regulamento estabelece as regras da organização e desenvolvimento dos

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Título Perfil do Docente 2010/2011 Línguas estrangeiras

FICHA TÉCNICA. Título Perfil do Docente 2010/2011 Línguas estrangeiras FICHA TÉCNICA Título Perfil do Docente 2010/2011 Línguas estrangeiras Autoria Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) Direção de Serviços de Estatísticas da Educação (DSEE) Divisão

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quinta-feira, 6 de junho de 2013. Série. Número 70

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quinta-feira, 6 de junho de 2013. Série. Número 70 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quinta-feira, 6 de junho de 2013 Série Sumário SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E RECURSOS HUMANOS Despacho normativo n.º 4/2013 Regulamenta a avaliação e certificação

Leia mais

FREIXO MARCO DE CANAVESES

FREIXO MARCO DE CANAVESES PROJETO EDUCATIVO FREIXO MARCO DE CANAVESES TRIÉNIO 2012-2015 Conteúdo 1. Caracterização da Escola Profissional de Arqueologia... 2 1.1. Origem e meio envolvente... 2 1.2. População escolar... 2 1.3. Oferta

Leia mais

REVISÃO - ANEXO XII REGULAMENTO INTERNO CURSOS VOCACIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO

REVISÃO - ANEXO XII REGULAMENTO INTERNO CURSOS VOCACIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO REVISÃO - ANEXO XII REGULAMENTO INTERNO CURSOS VOCACIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO PREÂMBULO Este regulamento é um documento orientador, de cariz predominantemente pedagógico, que especifica as normas que

Leia mais

Regras de enquadramento do POPH. O presente documento técnico integra fichas de síntese das principais Tipologias de Intervenção do POPH.

Regras de enquadramento do POPH. O presente documento técnico integra fichas de síntese das principais Tipologias de Intervenção do POPH. Regras de enquadramento do POPH O presente documento técnico integra fichas de síntese das principais Tipologias de Intervenção do POPH. Este documento é orientativo da regulamentação do Programa, não

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 21 de julho de 2014. Série. Número 132

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 21 de julho de 2014. Série. Número 132 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 21 de julho de 2014 Série Sumário SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E RECURSOS HUMANOS Despacho n.º 196/2014 Aprova o Calendário Escolar dos estabelecimentos

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO Considerando que a Portaria nº 9 /2013, de 11 de fevereiro revogou a Portaria nº 29/2012, de 6 de março referente à avaliação das aprendizagens e competências no

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS 2015-2016 1 INTRODUÇÃO No início do ano letivo, compete ao conselho pedagógico do agrupamento definir os critérios de avaliação para cada ciclo e

Leia mais

I SÉRIE - N.º 16-18-4-2002

I SÉRIE - N.º 16-18-4-2002 466 Decreto Legislativo Regional n.º 13/2002/A de 12 de Abril Organização e funcionamento do sistema de reconhecimento e validação de competências e da educação e formação de adultos A Lei de Bases do

Leia mais

CARTA DE COMPROMISSO

CARTA DE COMPROMISSO CARTA DE COMPROMISSO Introdução O Centro para a Qualificação e Ensino Profissional (CQEP) do Agrupamento de Escolas nº1 de Gondomar encontra-se sedeado na Escola-sede do Agrupamento, a Escola Secundária

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Critérios Gerais de Avaliação Agrupamento de Escolas de Sátão 2015-2016 Introdução A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos

Leia mais

REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS DA NUTRIÇÃO

REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS DA NUTRIÇÃO Campus Universitário de Viseu Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares (ISEIT)/ Viseu REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS DA NUTRIÇÃO ANO LETIVO DE 2012-2013

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO VILLARET

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO VILLARET AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO VILLARET Escola E.B. 2/3 João Villaret Tão importante quanto o que se ensina e se aprende é como se ensina e como se aprende. (César Coll) O Agrupamento de Escolas João Villaret

Leia mais

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos de cada nível e de cada ciclo de ensino têm como referência os programas

Leia mais

SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência PARTE C. Terça-feira, 27 de maio de 2014 Número 101

SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência PARTE C. Terça-feira, 27 de maio de 2014 Número 101 II SÉRIE Terça-feira, 27 de maio de 2014 Número 101 ÍNDICE SUPLEMENTO PARTE C Ministério da Educação e Ciência Direção-Geral da Administração Escolar: Aviso n.º 6472-A/2014: Abertura do concurso externo

Leia mais

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO NÃO GRADUADA SECÇÃO I COORDENADOR DE CURSO. Artigo 1.º Coordenador de Curso

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO NÃO GRADUADA SECÇÃO I COORDENADOR DE CURSO. Artigo 1.º Coordenador de Curso REGULAMENTO DA FORMAÇÃO NÃO GRADUADA SECÇÃO I COORDENADOR DE CURSO Artigo 1.º Coordenador de Curso 1. A coordenação pedagógica e científica de um curso de formação não graduada cabe, em regra, a um docente

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO. Indicações para Operacionalização 2012-2015

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO. Indicações para Operacionalização 2012-2015 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO Indicações para Operacionalização 2012-2015 O Plano Anual de Atividades do Agrupamento é relevante para toda a Comunidade Educativa. Por ele se operacionalizam

Leia mais

Gestão de Complexos Desportivos

Gestão de Complexos Desportivos Gestão de Instalações Desportivas Gestão de Complexos Desportivos Módulo 5 Curso profissional de técnico(a) de L/O/G/O apoio à gestão desportiva ÍNDICE 1. Complexos desportivos 1.1. Definição 1.2. Tipologias

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A APLICAÇÃO DAS NOVAS MEDIDAS EDUCATIVAS DO REGIME EDUCATIVO ESPECIAL

ORIENTAÇÕES PARA A APLICAÇÃO DAS NOVAS MEDIDAS EDUCATIVAS DO REGIME EDUCATIVO ESPECIAL ORIENTAÇÕES PARA A APLICAÇÃO DAS NOVAS MEDIDAS EDUCATIVAS DO REGIME EDUCATIVO ESPECIAL REGULAMENTO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA E PEDAGÓGICA DE ALUNOS (PORTARIA 60/2012, de 29 de maio) Direção Regional da

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO. Departamento de Expressões Educação Especial

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO. Departamento de Expressões Educação Especial CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Departamento de Expressões Educação Especial INTRODUÇÃO A Educação Especial, através dos Docentes de Educação Especial (DEE), intervêm na realidade escolar, realizando ações diversificadas

Leia mais

Projeto de Intervenção

Projeto de Intervenção Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, Braga Projeto de Intervenção 2014/2018 Hortense Lopes dos Santos candidatura a diretora do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, Braga Braga, 17 abril de 2014

Leia mais

PARTE C EDUCAÇÃO. 18966-(2) Diário da República, 2.ª série N.º 114 16 de junho de 2016

PARTE C EDUCAÇÃO. 18966-(2) Diário da República, 2.ª série N.º 114 16 de junho de 2016 18966-(2) Diário da República, 2.ª série N.º 114 16 de junho de 2016 PARTE C EDUCAÇÃO Gabinetes da Secretária de Estado Adjunta e da Educação e do Secretário de Estado da Educação Despacho normativo n.º

Leia mais

Quais os alunos que devem ser apoiados pela educação especial?

Quais os alunos que devem ser apoiados pela educação especial? Quais os alunos que devem ser apoiados pela educação especial? Para efeitos de elegibilidade para a educação especial deve-se, antes de mais, ter presente o grupo - alvo ao qual esta se destina alunos

Leia mais

ANEXO XII REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO SECUNDÁRIO

ANEXO XII REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO SECUNDÁRIO ANEXO XII REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO SECUNDÁRIO PREÂMBULO Este regulamento constitui-se como um documento orientador, de cariz predominantemente pedagógico, que específica as normas que

Leia mais

Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres

Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres - Anexo V Regulamento do Programa de Formação em Competências Básicas Artigo 1.º Objeto 1. O programa visa a aquisição, por parte dos adultos, de competências básicas

Leia mais

Manual de Procedimentos no âmbito da Educação Especial

Manual de Procedimentos no âmbito da Educação Especial AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA NOVA DE PAIVA Escola Sede: Escola Secundária de Vila Nova de Paiva Rua Padre Joaquim Rodrigues da Cunha 3650-219 Vila Nova de Paiva Telefone: 232609020 Fax:232609021 http://esvnp.prof2000.pt

Leia mais

ESTATUTO 10 de setembro de 2014

ESTATUTO 10 de setembro de 2014 ESTATUTO 10 de setembro de 2014 ESTRUTURA ORGÂNICA A Escola Artística e Profissional Árvore é um estabelecimento privado de ensino, propriedade da Escola das Virtudes Cooperativa de Ensino Polivalente

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. 7462 Diário da República, 2.ª série N.º 35 19 de Fevereiro de 2010. Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Educação

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. 7462 Diário da República, 2.ª série N.º 35 19 de Fevereiro de 2010. Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Educação 7462 Diário da República, 2.ª série N.º 35 19 de Fevereiro de 2010 8.2 Do requerimento devem constar os seguintes elementos: a) Identificação completa (nome, filiação, naturalidade, data de nascimento,

Leia mais

Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores. Projeto Educativo. Educar para a Cidadania

Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores. Projeto Educativo. Educar para a Cidadania Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores Projeto Educativo Educar para a Cidadania Preâmbulo O Projeto Educativo é o documento que consagra a orientação educativa

Leia mais

4912 Diário da República, 1.ª série N.º 168 30 de agosto de 2012

4912 Diário da República, 1.ª série N.º 168 30 de agosto de 2012 4912 Diário da República, 1.ª série N.º 168 30 de agosto de 2012 Cláusula 4.ª Competências reconhecidas à escola Com o presente contrato, o Ministério da Educação e Ciência reconhece à escola as seguintes

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE VELAS PROJETO DE APOIO EDUCATIVO

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE VELAS PROJETO DE APOIO EDUCATIVO ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE VELAS PROJETO DE APOIO EDUCATIVO Ano Letivo 2015-2016 ÍNDICE ÍNDICE 2 CAPÍTULO I 3 (Introdução) 3 CAPÍTULO II 3 (Objetivos) 3 CAPÍTULO III 4 (Destinatários) 4 CAPÍTULO IV

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNÃO DE MAGALHÃES CHAVES. CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO PARA OS 1.º, 2.º e 3.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNÃO DE MAGALHÃES CHAVES. CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO PARA OS 1.º, 2.º e 3.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNÃO DE MAGALHÃES CHAVES CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO PARA OS 1.º, 2.º e 3.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO ANO LETIVO 2015/2016 ÍNDICE I INTRODUÇÃO... 3 II ENQUADRAMENTO DA AVALIAÇÃO...

Leia mais

Externato Académico. Projeto Educativo

Externato Académico. Projeto Educativo Externato Académico Projeto Educativo 2015-2018 Índice 1. Introdução... 3 2. Caracterização... 4 2.1. Recursos materiais e educativos... 5 3. Princípios orientadores... 7 3.1.Missão, Visão, Objetivos e

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Decreto-Lei n.º 3/2008 de 7 de Janeiro

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Decreto-Lei n.º 3/2008 de 7 de Janeiro MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Decreto-Lei n.º 3/2008 de 7 de Janeiro Constitui desígnio do XVII Governo Constitucional promover a igualdade de oportunidades, valorizar a educação e promover a melhoria da qualidade

Leia mais

JORNAL OFICIAL. 2.º Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 28 de julho de 2014. Série. Número 137

JORNAL OFICIAL. 2.º Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 28 de julho de 2014. Série. Número 137 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Segunda-feira, Série 2.º Suplemento Sumário SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E RECURSOS HUMANOS Aviso n.º 207/2014 Concurso para seleção e recrutamento do pessoal

Leia mais

Município de Leiria Câmara Municipal

Município de Leiria Câmara Municipal REGULAMENTO DO SERVIÇO DE COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA PRÉ ESCOLAR E DO SERVIÇO DE REFEIÇÕES NO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO, DE GESTÃO DIRECTA DO MUNICÍPIO DE LEIRIA Aprovado em reunião de Câmara a 30

Leia mais

PERFIL DO ALUNO 2008/2009

PERFIL DO ALUNO 2008/2009 PERFIL DO ALUNO 2008/2009 FICHA TÉCNICA Título Perfil do Aluno 2008/2009 Autoria Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE) Direcção de Serviços de Estatística Edição Gabinete de Estatística

Leia mais

ISEL INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA

ISEL INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA SUPLEMENTO AO DIPLOMA (versão em português) A estrutura do suplemento ao diploma segue o modelo elaborado pela Comissão Europeia, pelo Conselho da Europa e pela UNESCO/CEPES. Tem por objetivo fornecer

Leia mais

Lei n.º 21/2008 de 12 de Maio

Lei n.º 21/2008 de 12 de Maio Lei n.º 21/2008 de 12 de Maio Primeira alteração, por apreciação parlamentar, ao Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro, que define os apoios especializados a prestar na educação pré-escolar e nos ensinos

Leia mais

Projeto do Regulamento Orgânico da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Projeto do Regulamento Orgânico da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Projeto do Regulamento Orgânico da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa CAPÍTULO I Disposições gerais Art.º 1.º Habilitação O Regulamento Orgânico da FCUL assenta nos preceitos da legislação

Leia mais

Regulamento Municipal para a Concessão de Apoios ao Associativismo. Preâmbulo

Regulamento Municipal para a Concessão de Apoios ao Associativismo. Preâmbulo MUNICIPIO DE ARCOS DE VALDEVEZ Regulamento Dr. Francisco Rodrigues de Araújo, Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez: Faz público que a Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez, na sua sessão

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL A g r u p a m e n t o d e E s c o l a s S a n t o s S i m õ e s Regulamento Interno Serviço de Educação Especial 1 Artigo 1.º Definição 1.1. O Presente documento define e regula o funcionamento e a missão

Leia mais

CURSOS COMPLEMENTARES DE MÚSICA

CURSOS COMPLEMENTARES DE MÚSICA CURSOS COMPLEMENTARES DE MÚSICA APRESENTAÇÃO O ensino artístico de música, de nível equivalente ao ensino secundário, corresponde aos Cursos Complementares de Música, que são ministrados em escolas especializadas

Leia mais

Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves

Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves REGULAMENTO DOS CURSOS EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS NÍVEL SECUNDÁRIO Anexo ao Regulamento Interno Aprovado em Conselho Geral a 26 de março de 2014 1 de 10 Índice

Leia mais

SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE APOIO EDUCATIVO

SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE APOIO EDUCATIVO SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE APOIO EDUCATIVO Uma escola inclusiva tem como princípio fundamental que todos os alunos devem aprender juntos, independentemente das suas dificuldades e diferenças. O agrupamento

Leia mais

RVCC ESCOLAR BÁSICO GUIA DE APOIO

RVCC ESCOLAR BÁSICO GUIA DE APOIO RVCC ESCOLAR BÁSICO GUIA DE APOIO Este documento respeita as regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Privado da escolaridade, o ser humano não abdica da sua condição de produtor de conhecimentos.

Leia mais

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015/2016 PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015-2016 POR UM AGRUPAMENTO DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA JI Fojo EB 1/JI Major David Neto EB 2,3 Prof. José Buísel E.S. Manuel Teixeira Gomes

Leia mais

Posição sobre o Ensino Qualificante

Posição sobre o Ensino Qualificante Posição sobre o Ensino Qualificante Índice Índice... 1 Introdução... 2 Educação e Formação Profissional de Dupla Certificação... 3 Cursos de Educação e Formação de Jovens (CEF)... 3 Cursos Tecnológicos...

Leia mais

Educação pré escolar e 1.º ciclo Índice do Documento Informações Matrículas

Educação pré escolar e 1.º ciclo Índice do Documento Informações Matrículas Educação pré escolar e 1.º ciclo Índice do Documento Informações Matrículas 1. Educação pré escolar e 1.º ciclo Conceito matrícula Quem é o Encarregado de Educação Pedido matrícula Prazos Renovação matrícula

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA 4470 Diário da República, 1.ª série N.º 178 15 de Setembro de 2011 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA Portaria n.º 267/2011 de 15 de Setembro Tendo em conta o reajustamento da organização curricular dos

Leia mais

PROJETO DO DESPORTO ESCOLAR

PROJETO DO DESPORTO ESCOLAR COORDENADOR: Vanda Teixeira 1. FUNDAMENTAÇÃO/ CONTEXTUALIZAÇÃO/ JUSTIFICAÇÃO a) O Desporto Escolar constitui uma das vertentes de atuação do Ministério da Educação e Ciência com maior transversalidade

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016 PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016 JULHO 2015 1. Enquadramento. O presente Plano Estratégico para o ano 2015-2016, dá cumprimento ao disposto no artigo 15.º do Despacho Normativo n.º6/2014, de 26 de maio. Apresentam-se

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO FORMANDO E-LEARNING PQ.11.01/B 2014/03/31 Página 1 de 9

REGULAMENTO INTERNO DO FORMANDO E-LEARNING PQ.11.01/B 2014/03/31 Página 1 de 9 Página 1 de 9 1. APRESENTAÇÃO da ENTIDADE FORMADORA Fundado em 1996, o começou por ensinar informática a crianças e jovens, como franchisado da FUTUREKIDS em Vila Nova de Gaia, dando aulas no seu Centro

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando a vontade comum do

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA 398(2) Diário da República, 1.ª série N.º 15 13 de agosto de 2012 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA Portaria n.º 23A/2012 de 13 de agosto O Decreto Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, estabelece os princípios

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DO CENTRO DE ESTUDOS EM DIREITO DO ORDENAMENTO, DO URBANISMO E DO AMBIENTE

REGULAMENTO DOS CURSOS DO CENTRO DE ESTUDOS EM DIREITO DO ORDENAMENTO, DO URBANISMO E DO AMBIENTE CAPÍTULO I CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO DO ORDENAMENTO, DO URBANISMO E DO AMBIENTE Artigo 1.º (Constituição do Curso) 1. O Curso de Especialização em Direito do Ordenamento, do Urbanismo e do Ambiente

Leia mais

Escola Secundária da Ramada. Plano Plurianual de Atividades. Pro Qualitate (Pela Qualidade)

Escola Secundária da Ramada. Plano Plurianual de Atividades. Pro Qualitate (Pela Qualidade) Escola Secundária da Ramada Plano Plurianual de Atividades Pro Qualitate (Pela Qualidade) 2014 A Escola está ao serviço de um Projeto de aprendizagem (Nóvoa, 2006). ii ÍNDICE GERAL Pág. Introdução 1 Dimensões

Leia mais

Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional do Agrupamento de Escolas N.º 2 de Beja. Enquadramento

Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional do Agrupamento de Escolas N.º 2 de Beja. Enquadramento Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional do Agrupamento de Escolas N.º 2 de Beja Legislação de referência: 1. Despacho n.º 13147/2014 de 29 de outubro 2. Despacho N.º 1709-A/2014 de 3 de fevereiro

Leia mais

AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS Plano de Ações de Melhoria

AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS Plano de Ações de Melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARRONCHES AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS Plano de Ações de Melhoria JANEIRO 2014 1. INTRODUÇÃO... 1 2. ANÁLISE QUALITATIVA... 1 3.... 5 3.1. Áreas de Melhoria... 5 3.2. Identificação

Leia mais

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.)

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) É atribuição do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) no sector da

Leia mais

Proposta de decreto-lei que altera o DL n.º 132/2012, de 27 de junho

Proposta de decreto-lei que altera o DL n.º 132/2012, de 27 de junho Proposta de decreto-lei que altera o DL n.º 132/2012, de 27 de junho (PREÂMBULO) Artigo 1.º Objeto O presente diploma procede à alteração do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho. Artigo 2.º Alterações

Leia mais

Carta Social Rede de Serviços e Equipamentos

Carta Social Rede de Serviços e Equipamentos Carta Social Rede de Serviços e Equipamentos Processo de Atualização por referência a 31 Dezembro de 2014 MANUAL DE INSTRUÇÕES: Modelo de atualização via Internet O processo de atualização da Carta Social

Leia mais

DESPACHO. N.º 21 /2011 Data: 2011/05/30 Para conhecimento de: Pessoal Docente, Discente e Não Docente

DESPACHO. N.º 21 /2011 Data: 2011/05/30 Para conhecimento de: Pessoal Docente, Discente e Não Docente DESPACHO N.º 21 /2011 Data: 2011/05/30 Para conhecimento de: Pessoal Docente, Discente e Não Docente ASSUNTO: Regulamento de Cursos de Especialização Tecnológica da ESTeSL. No âmbito da sua missão e objectivos

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA. Portaria n.º 71/2006 de 24 de Agosto de 2006

S.R. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA. Portaria n.º 71/2006 de 24 de Agosto de 2006 S.R. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA Portaria n.º 71/2006 de 24 de Agosto de 2006 O Plano Regional de Emprego, aprovado pela Resolução n.º 122/2003, de 9 de Outubro, visa, através de um conjunto de medidas estruturantes

Leia mais

Regulamento de Avaliação e Frequência 2014

Regulamento de Avaliação e Frequência 2014 Regulamento de Avaliação e Frequência 2014 Suzano, 2014 CURSOS DE GRADUAÇÃO ADMINISTRAÇÃO CIÊNCIAS CONTÁBEIS EDUCAÇÃO FÍSICA ENGENHARIA AMBIENTAL FARMÁCIA FISIOTERAPIA NUTRIÇÃO Índice Assunto Página ARTIGO

Leia mais

Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior Cód. 152900 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO

Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior Cód. 152900 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO NOTA INTRODUTÓRIA Ano letivo 2015/2016 Sendo a avaliação um «processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar

Leia mais

RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO FEVEREIRO DE 15 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE JOSEFA DE ÓBIDOS RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO FEVEREIRO DE 15 P á g i n a 2 34 Índice 1. Introdução. 4 2. Sucesso Escolar...6 2.1-1.º

Leia mais

Avaliação das aprendizagens 2014/2015

Avaliação das aprendizagens 2014/2015 Avaliação das aprendizagens 2014/2015 Por uma Escola Viva e Exigente ÍNDICE ÍNDICE... I I - PRINCÍPIOS... 1 II - PROCESSO... 1 III - INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO... 2 IV - MODALIDADES DE AVALIAÇÃO... 2 V

Leia mais

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Maio 2015 Ficha Técnica Autor Direção-Geral da Segurança Social (DGSS) - Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação (DSIA) Edição e propriedade

Leia mais

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL Altera os programas de estágios profissionais ESTAGIAR Os programas Estagiar têm-se revelado uma ferramenta útil para a empregabilidade e valorização profissional

Leia mais

Critérios de avaliação dos alunos Abrangidos pela Educação Especial

Critérios de avaliação dos alunos Abrangidos pela Educação Especial Critérios de avaliação dos alunos Abrangidos pela Educação Especial ANO LETIVO 2013-2014 Departamento de Educação Especial Proposta Ano Letivo 2013-2014 Avaliação dos alunos com NEE de carácter permanente,

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS RUY BELO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS RUY BELO PLANO DE FORMAÇÃO 1 PLANO DE FORMAÇÃO Índice Introdução 4 Pressupostos teóricos 5 Enquadramento legal 7 Âmbito da formação (objetivos) 9 Docentes Não docentes Pais e encarregados de educação Levantamento

Leia mais

1- Atividades do início do ano letivo

1- Atividades do início do ano letivo 1- Atividades do início do ano letivo Ensino Profissional Data Hora Reunião Sala 1 a 11 de 1º Ciclo 2 de Pessoal docente Pessoal não docente Início de Pré-escolar 7 de 1º ciclo 14:00h Delegados de grupo

Leia mais

Documento Metodológico

Documento Metodológico Documento Metodológico Designação da operação estatística: Inquérito aos Alunos com Necessidades Especiais de Educação Sigla da operação estatística: Inq. NEE Código da operação estatística: 418 Código

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA Plano Estratégico de Melhoria 2011-2012 Uma escola de valores, que educa para os valores Sustentabilidade, uma educação de, e para o Futuro 1. Plano Estratégico

Leia mais

Artigo 3º Bolsas de Investigação para Frequência de Estágios

Artigo 3º Bolsas de Investigação para Frequência de Estágios PROGRAMA OPERACIONAL DE VALORIZAÇÃO DO POTENCIAL HUMANO E COESÃO SOCIAL DA RAM EIXO I EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO FORMAÇÃO AVANÇADA DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO DE FORMAÇÃO AVANÇADA E QUALIFICAÇÃO DE RECURSOS

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 660/XII/4.ª

PROJETO DE LEI N.º 660/XII/4.ª Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI N.º 660/XII/4.ª ESTABELECE UM NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA E POR DOCENTE NOS ESTABELECIMENTOS DE EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO Exposição de

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS SUPERIORES

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS SUPERIORES I Regime de Ingresso 1. Podem concorrer à primeira matrícula nos CURSOS SUPERIORES DO ISTEC os indivíduos habilitados com: 1.1 Curso do ensino secundário, ou legalmente equivalente, com prova de ingresso

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL 2015/16. (Pré-escolar ao 12º ano de escolaridade)

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL 2015/16. (Pré-escolar ao 12º ano de escolaridade) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL 2015/16 (Pré-escolar ao 12º ano de escolaridade) Os alunos com Necessidades Educativas Especiais, de caráter permanente, a beneficiar de Medidas

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Mourão REGULAMENTO INTERNO

Agrupamento de Escolas de Mourão REGULAMENTO INTERNO Agrupamento de Escolas de Mourão REGULAMENTO INTERNO versão de outubro de 2013 INTRODUÇÃO O Regulamento Interno aparece como o documento que define o regime de funcionamento do Agrupamento de Escolas,

Leia mais

Lei n.º 46/86 de 14 de Outubro

Lei n.º 46/86 de 14 de Outubro Lei n.º 46/86 de 14 de Outubro (Alterada pela Lei n.º 115/97 de 19 de Setembro) Âmbito e princípios...4 (Âmbito e definição)...4 (Princípios gerais)...4 (Princípios organizativos)...5 Organização do sistema

Leia mais

Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo

Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo Dezembro 2007 Capítulo I Disposições gerais Artigo 1.º Âmbito e objecto 1. O presente regulamento visa definir as normas e

Leia mais

Índice. Indicadores Escolarização

Índice. Indicadores Escolarização NUT III Península de Índice População com 3º Ciclo do Ensino Básico (%)...3 População com Ensino Superior (%)...4 Taxa de Abandono Escolar...5 Taxa de Analfabetismo...5 Taxa de Retenção e Desistência no

Leia mais

Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa PREÂMBULO O actual Regulamento Geral de Avaliação (RGA) foi formulado, no essencial, em 2009 e reformulado em 2010. Teve

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575 Artigo 20.º Oferta formativa e monitorização 1 A oferta formativa destinada aos activos desempregados é assegurada através de cursos de educação

Leia mais

Educação pré-escolar e 1.º ciclo Índice do Documento

Educação pré-escolar e 1.º ciclo Índice do Documento Informações Gerais Educação pré-escolar e 1.º ciclo Índice do Documento 1. Educação pré escolar Objetivos da educação pré escolar Oferta educativa: *Componente letiva *Componente não letiva (CAF) Ocupação

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Trofa. Plano de Melhoria e Desenvolvimento

Agrupamento de Escolas da Trofa. Plano de Melhoria e Desenvolvimento Agrupamento de Escolas da Trofa Plano de Melhoria e Desenvolvimento Biénio 2015/2017 INTRODUÇÃO A autoavaliação e a avaliação externa são procedimentos obrigatórios e enquadrados na Lei n.º 31/2002, de

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais ESTATUTOS DO CONSELHO DAS FINANÇAS PÚBLICAS Aprovados pela Lei n.º 54/2011, de 19 de outubro, com as alterações introduzidas pelo artigo 187.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Grafia adaptada em

Leia mais

Normas Regulamentares do Curso de Jornalismo Comunicação e Cultura

Normas Regulamentares do Curso de Jornalismo Comunicação e Cultura 0 APROVADO POR: Conselho Técnico-Científico 20 10 2010 Data: / / 20 10 2010 Normas Regulamentares do Curso de Jornalismo Comunicação e Cultura 1. INTRODUÇÃO As presentes normas aplicam se aos cursos de

Leia mais

Anexo B Regulamento dos Cursos Profissionais. Preâmbulo

Anexo B Regulamento dos Cursos Profissionais. Preâmbulo Anexo B Regulamento dos Cursos Profissionais Preâmbulo O presente documento, elaborado de acordo com a legislação geral e específica 1 desta tipologia de ensino, define a organização, funcionamento, avaliação

Leia mais

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão)

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão) Regulamento Interno O presente regulamento aplica-se a todos os Cursos de formação concebidos, organizados e desenvolvidos pelo Nucaminho - Núcleo dos Camionistas do Minho, com o objetivo de promover o

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES. Sobre Horários. Pessoal docente, escolas públicas. 1 Há novas regras para elaboração dos horários dos professores?

PERGUNTAS FREQUENTES. Sobre Horários. Pessoal docente, escolas públicas. 1 Há novas regras para elaboração dos horários dos professores? PERGUNTAS FREQUENTES Sobre Horários Pessoal docente, escolas públicas 1 Há novas regras para elaboração dos horários dos professores? Sim! A elaboração dos horários dos professores e educadores obedece

Leia mais

Agrupamento de Escolas D. Sancho I Vila Nova de Famalicão. Relatório de Avaliação do Projeto Educativo do Agrupamento 2013/2014

Agrupamento de Escolas D. Sancho I Vila Nova de Famalicão. Relatório de Avaliação do Projeto Educativo do Agrupamento 2013/2014 Agrupamento de Escolas D. Sancho I Vila Nova de Famalicão Relatório de Avaliação do Projeto Educativo do Agrupamento 2013/2014 PAR Índice Introdução 4 1. Avaliação Final do Sucesso Académico 5 1.1. Ensino

Leia mais

A Formação Contínua de Professores: uma Leitura do Decreto- Lei 22/2014

A Formação Contínua de Professores: uma Leitura do Decreto- Lei 22/2014 Casanova, M. P. (2015). A Formação Contínua de Professores: uma leitura do Decreto-Lei 22/2014. In A Formação Continua na Melhoria da Escola. Revista do CFAECA. Almada: CFAECA (pp. 12-18). In http://issuu.com/almadaformarevista/docs/9forma

Leia mais