UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ UTFPR COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA - COELE ENGENHARIA ELETRÔNICA RENAN AUGUSTO TABORDA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ UTFPR COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA - COELE ENGENHARIA ELETRÔNICA RENAN AUGUSTO TABORDA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ UTFPR COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA - COELE ENGENHARIA ELETRÔNICA RENAN AUGUSTO TABORDA RELATÓRIO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO TOLEDO 2013

2 i RENAN AUGUSTO TABORDA RELATÓRIO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO Relatório apresentado na disciplina de Estágio Supervisionado como requisito parcial para conclusão do Curso de Engenharia Eletrônica da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Toledo. Orientador: Prof. MSc Rodrigo da Ponte Caun TOLEDO 2013

3 ii RENAN AUGUSTO TABORDA RELATÓRIO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO Marcelo André Bonfim Supervisor de Estágio Prof. MSc. Rodrigo da Ponte Caun Orientador do Estágio

4 iii Às pessoas mais importantes da minha vida: pai, mãe e irmão.

5 iv AGRADECIMENTOS A Deus, por me dar saúde e perseverança durante todo o período da graduação, assim como no estágio. Aos meus pais, Ananias Taborda e Devandira Taborda, pelo exemplo de vida e sabedoria, que me acompanham o tempo todo, juntamente com meu irmão Roberto Taborda, que sempre me auxiliou nos momentos de estresse, onde o que eu mais precisava era de um exemplo de companheirismo. Ao meu amigo e orientador, Rodrigo da Ponde Caun, que sem as suas palavras, seus concelhos e sua sabedoria a caminhada seria mais difícil. E, também, a empresa Elcoeste, juntamente com o meu supervisor Marcelo Bonfim, que me deram a oportunidade incrível de aplicar os conhecimentos adquiridos na graduação e adquirir uma experiência de trabalho que levarei para toda a vida. A todos vocês, meu muito obrigado.

6 v LISTA DE SIGLAS CCM CENTRO DE CONTROLE DE MOTORES CLP CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL

7 vi LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Alguns componentes utilizados nos painéis (a) Disjuntor trifásico, disjuntor residual e bornes; (b) Disjuntor monofásico, contatores e bornes... 3 Figura 2 - Instalação de leitos... 4 Figura 3 - Identificações utilizadas para os cabos... 5 Figura 4 - Plotter utilizada para gravar as identificações... 5 Figura 5 - CCM instalado na indústria Brasil Foods na cidade de Tatuí-SP... 7

8 vii SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO APRESENTAÇÃO DA EMPRESA ATIVIDADES DESENVOLVIDAS CONTEXTUALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS FORNECIDOS PELA EMPRESA SEQUÊNCIA DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS... 9

9 1 1 INTRODUÇÃO Este relatório apresenta as atividades desenvolvidas pelo aluno Renan Augusto Taborda, no período de estágio obrigatório, realizado na empresa Elcoeste Engenharia Eletromecânica e Automação Industrial (Elcoeste), que teve início em 01/06/2013 e terminou em 05/11/2013, totalizando 456 horas. O supervisor de estágio dentro da empresa foi Marcelo André Bonfim e o aluno orientado pelo Prof. MSc. Rodrigo da Ponte Caun. O estágio é o local onde se tem início o contato profissional do aluno com empresas externas à instituição de ensino. É por meio desta atividade que o acadêmico desenvolve a parte prática relacionada às disciplinas estudadas durante o curso, sendo possível um aperfeiçoamento na formação do aluno. Outro fator importante do estágio é a oportunidade de inserção no mercado de trabalho, adquirindo uma visão geral dos campos de atuação de um engenheiro eletrônico formado na UTFPR campus Toledo, além de definir claramente os problemas e funções relacionados ao exercício da profissão. Durante o período de estágio, executaram-se funções de projeto de painéis elétricos e de automação e, também, resolução de problemas encontrados em campo, durante o suporte técnico aos clientes da empresa, para tanto a empresa forneceu toda a assistência para as viagens, como hospedagem, alimentação e transporte. Para tanto, foram necessários conhecimentos em diversas áreas, como controle de sistemas lineares, máquinas elétricas, instalações industriais, controle supervisório, entre outras, conhecimentos os quais foram adquiridos no decorrer do curso de Engenharia Eletrônica. Ao longo do presente relatório serão apresentados alguns trabalhos realizados pela empresa Elcoeste, as dificuldades encontradas em seus desenvolvimentos e, por fim, a contribuição do estagiário à empresa contratante.

10 2 2 APRESENTAÇÃO DA EMPRESA A Elcoeste Engenharia Eletromecânica e Automação Industrial, fundada em 11 de abril de 1997, realiza prestação de serviços especializados em engenharia de controle e automação industrial, proporcionando soluções aos seus clientes em projeto e acompanhamento de execução da obra, aumentando a confiabilidade e segurança das instalações nos processos industriais. A Elcoeste abrange uma ampla variedade de clientes espalhados em todo o país. Para tanto, tem uma equipe de trabalho de 70 funcionários, objetivando um atendimento em excelência. O departamento de realização do estágio é o de engenharia de automação, contando com uma equipe de 4 (quatro) funcionários, quais sejam: Marcelo André Bonfim (coordenador de projetos), Evandro de Paula (responsável pelo setor comercial e orçamentos), Renan Augusto Taborda (estagiário de projetos) e Luciano Camatti (responsável pelo departamento). Atualmente a empresa está localizada na Rua Armando Luiz Arrosi, nº 1003, Centro, Toledo PR.

11 3 3 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Nesta seção serão descritas as atividades desenvolvidas durante a vigência do estágio, através de uma abordagem objetiva. 3.1 CONTEXTUALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS FORNECIDOS PELA EMPRESA Para um melhor entendimento das atividades desenvolvidas no estágio, é importante enunciar os serviços que a empresa em questão oferece, quais sejam: montagem e manutenção de painéis elétricos, instalação elétrica industrial e projetos de automação, onde se teve a oportunidade de trabalhar em todas as áreas citadas. Para tanto, os próximos três itens resumem os serviços prestados pela Elcoeste. a) Montagem e manutenção de painéis de comando: Um painel de comando é composto por diversos componentes, dentre os quais destacam-se: disjuntor motor, disjuntor termomagnético, contatores, botoeiras de acionamento, relés de tempo e relés de interface, como mostrado na Figura 1. O painel de comando é considerado equipamento chave na indústria, pois através deste há o acionamento das máquinas presentes no ambiente de produção do processo industrial. Figura 1 Alguns componentes utilizados nos painéis (a) Disjuntor trifásico, disjuntor residual e bornes; (b) Contatores, Disjuntor monofásico e bornes. (Fonte: Autoria própria)

12 4 b) Instalação elétrica industrial: consiste no projeto, fiscalização e executação de instalações elétricas industriais, planejando uma instalação elétrica compatível com as necessidades de funcionamento e manutenção definidos pela empresa contratante, sendo aplicados diferentes métodos de instalação, como por exemplo, perfilados, eletrocalhas, leitos, como mostrado na Figura 2, e tubulações, aplicados a uma indústria. Além disso, considera-se a etapa de orçamento, em que se elenca todos os equipamentos (por exemplo, tomadas e luminárias) e máquinas elétricas necessárias, objetivando a otimização da instalação. Figura 2 - Instalação de leitos. Fonte: Autoria própria c) Projeto de quadros de automação: definem-se os equipamentos necessários para automatizar um determinado setor da indústria. Neste item está presente o Controlador Lógico Programável (CLP), programado a partir da linguagem Ladder, que recebe os sinais dos sensores externos e efetua a lógica desejada de forma a fornecer uma resposta adequada do processo sob controle. 3.2 SEQUÊNCIA DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Durante a vigência do estágio foram executadas algumas etapas de trabalho, conforme a evolução do aprendizado dentro da empresa. O primeiro desafio foi a implementação de identificações dos painéis elétricos montados, como apresentado na Figura 3. A Figura 4 mostra a plotter utilizada para gravar tais identificações.

13 5 Figura 3 Identificações utilizadas para os cabos. Fonte: Autoria própria Figura 4 - Plotter utilizada para gravar as identificações. Fonte: Autoria própria Tais identificações, chamadas de tags, são de extrema importância tanto para a montagem quanto para o entendimento do painel. Dessa forma a determinação de cada componente inserido no painel é facilmente associado ao projeto. Outro benefício está relacionado à manutenção, ou seja, cada circuito sendo identificado permite o balizamento da reposição de qualquer equipamento danificado.

14 6 Este processo pode ser denominado de etapa de adapção com relação à simbologia dos projetos e no processo de montagem de painéis, para posteriormente iniciar a fase de projeto e dimensionamento destes painéis. Na segunda fase iniciaram-se os trabalhos de projetos de Centros de Controle de Motores (CCMs), através de elaboração de desenhos do diagrama elétrico com o auxílio da ferramenta computacional AutoCAD. O projeto deste tipo de painel é dividido em duas partes, sendo a primeira a elaboração do diagrama de força e a segunda a elaboração do diagrama de comando. O diagrama de força, representado pelos motores a serem acionados. Para tanto, seja o exemplo de uma partida direta, no qual deve-se definir dispositivos elétricos como os disjuntores motores e os contatores de força, bem como o método do acionamento, ou seja, partida por soft-starters ou inversores de frequência. Salienta-se que os motores mencionados anteriormente com potência maior de 15cv não são acionados por partida direta, sedo utilizados soft-starters ou inversores de frequência. Após executado o diagrama de força, realiza-se o comando para acionamento dos motores, ou seja, é definida uma lógica de acordo com a aplicação desejada. Por fim, com o sistema apto a funcionar, deve-se dimensionar todos os componentes do painel e a fiação de forma adequada, levando-se em conta a potência e a corrente nominal do equipamento. A Figura 5 ilustra um CCM projetado pelo aluno Renan que possuía a função de acionar duas bombas d água através de dois inversores de frequência, instalado na indústria Brasil Foods na cidade de Tatuí-SP. Além de acionar as bombas, o escopo do projeto previa que a pressão de saída da água fosse regulada, parametrizados em 8 bar e 4 bar, conforme descrição do projeto. A partir do exposto, fez-se necessário configurar o inversor de frequência juntamente com a programação Ladder, a fim de regular a pressão através de um controlador PID. Dessa forma, contribui-se com outra etapa do estágio, a programação de inversores de frequência em CLP por meio da linguagem ladder. O maior desafio encontrado durante o estágio esteve relacionado à automação de processos industriais, particularmente ao que se refere ao entendimento do processo a ser automatizado e ao funcionamento dos sensores. Após o entendimento dos pontos críticos apresentados, a programação era realizada sem maiores dificuldades.

15 7 Figura 5 - CCM instalado na indústria Brasil Foods na cidade de Tatuí-SP. Fonte: Autoria própria Outra vertente do estágio é a parte de instalações industriais, em que o estagiário tinha função de executar os desenhos elétricos, enquanto o dimensionamento era de responsabilidade do funcionário Evandro de Paula. De forma geral, a empresa Elcoeste proporcionou um ambiente muito favorável à evolução dos conhecimentos adquiridos durante a graduação em engenharia eletrônica, proporcionando a efetiva aplicação prática da teoria vista em sala de aula através das disciplinas cursadas.

16 8 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS Durante os cinco meses de estágio, uma das maiores dificuldades encontradas foi trabalhar com projetos de automação industrial, dado a particularidade de cada projeto, que utiliza equipamentos diferentes conforme suas peculiaridades, nem sempre de fácil entendimento. Entretanto a equipe de engenharia da empresa ofereceu o suporte necessário para um bom aprendizado e rápida adaptação às diferentes situações impostas pelo trabalho. Outra dificuldade encontrada foi em projetos de automação, os quais exigiam um difícil trabalho de entendimento dos processos industriais, que eram contornados na maioria dos casos entrando no sistema produtivo da fábrica e observando todos os detalhes de cada etapa do processo. A contratante também forneceu esse suporte ao estagiário, proporcionando visitas a diversas fábricas no estado do Paraná e São Paulo. Sendo assim, o estágio pode ser considerado a peça chave na formação de engenheiros, pois proporciona o primeiro contato com a profissão a ser desempenhada pelo acadêmico em uma empresa. Através da conquista desta experiência o estagiário pôde averiguar qual a área do curso de engenharia eletrônica que se pretende especializar/atuar, proporcionando uma visão crítica para reconhecer a importância do curso no atual momento de crescimento econômico que o país se encontra, em especial na área de automação industrial.

17 9 5 REFERÊNCIAS Site Elcoeste. Disponível em: <http://www.elcoeste.com.br> Acesso em 10 Nov

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ UTFPR COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA - COELE ENGENHARIA ELETRÔNICA ALLAN BOMBARDELLI GOETTEMS

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ UTFPR COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA - COELE ENGENHARIA ELETRÔNICA ALLAN BOMBARDELLI GOETTEMS UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ UTFPR COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA - COELE ENGENHARIA ELETRÔNICA ALLAN BOMBARDELLI GOETTEMS RELATÓRIO DE ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO TOLEDO 2013 i ALLAN BOMBARDELLI

Leia mais

Automação. Industrial. Prof. Alexandre Landim

Automação. Industrial. Prof. Alexandre Landim Automação Industrial Prof. Alexandre Landim Automação Industrial Controladores Lógicos Programáveis Parte 1 1. Introdução O Controlador Lógico Programável, ou simplesmente CLP, tem revolucionado os comandos

Leia mais

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

CONHECIMENTO ESPECÍFICO CONHECIMENTO ESPECÍFICO 6. O PID (Proporcional Integral Derivativo) é comumente usado na automação industrial para se encontrar um erro entre a entrada e a saída de um processo qualquer. Nesse processo,

Leia mais

Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Eletrônica Laboratório de Informática Industrial

Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Eletrônica Laboratório de Informática Industrial Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Eletrônica Laboratório de Informática Industrial 1 2 a AULA Controlador Lógico Programável: Características de software.

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 10ª Série Automação Industrial Engenharia Elétrica A atividade prática supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de ensino-aprendizagem desenvolvido por meio

Leia mais

USINA DE TRATAMENTO DE ESGOTO US3-RALF RESUMO

USINA DE TRATAMENTO DE ESGOTO US3-RALF RESUMO MEMORIAL TÉCNICO: TROCA DE TRANSFORMADOR, CONSTRUÇÃO DE SUBESTAÇÃO EM POSTE SIMPLES COM CABINA DE MEDIÇÃO INDIRETA EM BT DE ENERGIA ELÉTRICA E ADEQUAÇÃO AS NORMAS VIGENTES USINA DE TRATAMENTO DE ESGOTO

Leia mais

Aula prática 01 Partida direta de motor monofásico

Aula prática 01 Partida direta de motor monofásico Curso de Tecnologia em Manutenção Industrial Disciplina de Instalações Elétricas Industriais Parte Prática Turma: ET32K N12. Professor Clovis Aula prática 01 Partida direta de motor monofásico OBJETIVO:

Leia mais

Estudo do sistema de IHM para automação de sistema de renovação de água dos chillers em processo de abate de aves.

Estudo do sistema de IHM para automação de sistema de renovação de água dos chillers em processo de abate de aves. Estudo do sistema de IHM para automação de sistema de renovação de água dos chillers em processo de abate de aves. TIAGO NELSON ESTECECHEN tiago_cascavel@hotmail.com UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 01 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Habilitação Profissional: Técnico em Mecânica

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO (3 de 3) 11/NOV/2010 a 20/JAN/2011 REIVAX AUTOMAÇÃO E CONTROLE

RELATÓRIO DE ESTÁGIO (3 de 3) 11/NOV/2010 a 20/JAN/2011 REIVAX AUTOMAÇÃO E CONTROLE RELATÓRIO DE ESTÁGIO (3 de 3) 11/NOV/2010 a 20/JAN/2011 REIVAX AUTOMAÇÃO E CONTROLE Supervisor: Fernando Amorim da Silveira Coordenador: Victor Juliano De Negri Estagiário: Marcos Kaupert 20 de janeiro

Leia mais

Princípio de Funcionamento

Princípio de Funcionamento ROTEIRO Introdução O Controlador Lógico Programável CLP nasceu dentro da General Motors, em 1968, devido a grande dificuldade de mudar a lógica de controle dos painéis de comando a cada mudança na linha

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Formação Inicial e Continuada (Decreto Federal nº 5154/04 e Lei Federal nº 11741/08) PLANO DE CURSO Área: Eletroeletrônica

Leia mais

ESTUDO DE CASO AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL PRODUTO: RODIZIO

ESTUDO DE CASO AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL PRODUTO: RODIZIO ESTUDO DE CASO AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL PRODUTO: RODIZIO 1 OBJETIVO Apresentar processos automatizados Evidenciar melhoria de processo através da automação Aumento da produção/produtividade em função da automação

Leia mais

Desenvolvimento de Software para Avaliação Técnica-Econômica das Alternativas de Investimento propostas em Projetos de Diagnóstico Energético

Desenvolvimento de Software para Avaliação Técnica-Econômica das Alternativas de Investimento propostas em Projetos de Diagnóstico Energético Desenvolvimento de Software para Avaliação Técnica-Econômica das Alternativas de Investimento propostas em Projetos de Diagnóstico Energético C. Penna, A. P. C. Paraguassu, C. M. Matos ENERSUL; I. S. Escobar

Leia mais

TÍTULO: ENVERNIZADORA DE PORTA OBJETOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA

TÍTULO: ENVERNIZADORA DE PORTA OBJETOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ENVERNIZADORA DE PORTA OBJETOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS SUBÁREA:

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Plano de Trabalho Docente - 2015 ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça - SP Eixo Tecnológico: Controle e Processo Industrial Habilitação

Leia mais

LIFT TECHNOLOGY AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

LIFT TECHNOLOGY AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Apresentação Técnica LIFT A Lift Technology iniciou suas atividades em novembro de 2001. Hoje, nossa empresa é formada por técnicos e engenheiros treinados na área de automação industrial

Leia mais

Parte V Linguagem de Programação

Parte V Linguagem de Programação www.spei.br Sociedade Paranaense de Ensino e Informática Parte V Linguagem de Programação 2 1 Linguagens de Programação de CLPs As linguagens de programação permitem aos usuários se comunicar com o CLP

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO Elaboração: Bruno Márcio Agostini, M. Sc. São João del Rei - MG Julho de 2010 TÍTULO I DAS DEFINIÇÕES PRELIMINARES O presente

Leia mais

Automação Centros de Controle de Motores de Baixa Tensão. Motores Automação Energia Tintas

Automação Centros de Controle de Motores de Baixa Tensão. Motores Automação Energia Tintas Automação Centros de Controle de Motores de Baixa Tensão Motores Automação Energia Tintas CCMs BT WEG Os CCMs BT WEG foram desenvolvidos para atender aos mais diversos segmentos de mercado, atendendo a

Leia mais

Fundamentos de Automação. Atuadores e Elementos Finais de Controle

Fundamentos de Automação. Atuadores e Elementos Finais de Controle Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Atuadores

Leia mais

CADERNO DE ENCARGOS E ESPECIFICAÇÕES GERAIS

CADERNO DE ENCARGOS E ESPECIFICAÇÕES GERAIS CADERNO DE ENCARGOS E ESPECIFICAÇÕES GERAIS Instalação do sistema de geração de ozônio na piscina coberta do Centro de Atividades do SESC Ceilândia. Brasília-DF COMAP/DIAD Página 1 BASES TÉCNICAS PARA

Leia mais

Módulo de Expansão E/S Analógicas

Módulo de Expansão E/S Analógicas Descrição do Produto O módulo de E/S analógicas destina-se tanto à leitura e conversão analógico-digital de sinais sob a forma de corrente ou tensão, como fornecer sinais de saída analógicos para controle

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º O presente instrumento

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 211/2005-CEPE/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 211/2005-CEPE/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 211/2005-CEPE/UNICENTRO Aprova o Regulamento de Estágio do Curso de Turismo da Universidade Estadual do Centro- Oeste, UNICENTRO. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE, UNICENTRO:

Leia mais

COMANDOS ELÉTRICOS Este material não é destinado a comercialização.

COMANDOS ELÉTRICOS Este material não é destinado a comercialização. COMANDOS ELÉTRICOS Está apostila é usada nas aulas ministradas na matéria de comandos no curso de pósmédio mecatrônica, não se tratando de um material voltado para a qualificação. Há ainda um complemento

Leia mais

DESCRITIVO TÉCNICO. Data de Aprovação: Outubro de 2005 Data de Revisão: Outubro 2005

DESCRITIVO TÉCNICO. Data de Aprovação: Outubro de 2005 Data de Revisão: Outubro 2005 DESCRITIVO TÉCNICO OCUPAÇÃO 16 Data de Aprovação: Outubro de 2005 Data de Revisão: Outubro 2005 A comissão de Diretores do SENAI Coordenadora das Olimpíadas do Conhecimento determina, de acordo com as

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO - 2/3 Período: de 12/10/2009 a 10/12/2009. REIVAX S/A - Automação e Controle

RELATÓRIO DE ESTÁGIO - 2/3 Período: de 12/10/2009 a 10/12/2009. REIVAX S/A - Automação e Controle Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico Departamento de Engenharia Mecânica Coordenadoria de Estágio do Curso de Engenharia Mecânica CEP 88040-970 - Florianópolis - SC - BRASIL www.emc.ufsc.br/estagiomecanica

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 056, de 28 de abril de 2004.

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Habilitação Profissional: Técnico em Mecatrônica

Leia mais

SIMULADO. Olimpíada do Conhecimento 2013

SIMULADO. Olimpíada do Conhecimento 2013 SIMULADO Olimpíada do ELETRICISTA DE MANUTENÇÃO COM ÊNFASE EM AUTOMAÇÃO PRIMEIRO CADERNO - PLANEJAMENTO Aluno: Turma: Nota Final: Data: / / Olimpíada do SIMULADO SIMULADO ORIENTAÇÕES Prezado Competidor,

Leia mais

18º Congresso de Iniciação Científica INTEGRAÇÃO CAD COM MÁQUINA DE MEDIR POR COORDENADAS PARA TROCA DE INFORMAÇÕES DE GD&T ATRAVÉS DO MODELO 3D

18º Congresso de Iniciação Científica INTEGRAÇÃO CAD COM MÁQUINA DE MEDIR POR COORDENADAS PARA TROCA DE INFORMAÇÕES DE GD&T ATRAVÉS DO MODELO 3D 18º Congresso de Iniciação Científica INTEGRAÇÃO CAD COM MÁQUINA DE MEDIR POR COORDENADAS PARA TROCA DE INFORMAÇÕES DE GD&T ATRAVÉS DO MODELO 3D Autor(es) FELIPE ALVES DE OLIVEIRA PERRONI Orientador(es)

Leia mais

DUAS EXPERIÊNCIAS DE GRADUAÇÃO SANDUÍCHE NA ALEMANHA, DE ALUNOS DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

DUAS EXPERIÊNCIAS DE GRADUAÇÃO SANDUÍCHE NA ALEMANHA, DE ALUNOS DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DUAS EXPERIÊNCIAS DE GRADUAÇÃO SANDUÍCHE NA ALEMANHA, DE ALUNOS DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Jonas Pinheiro, Aluno do Departamento de Engenharia Civil - Universidade

Leia mais

EDIFICAÇÕES ELETROMECÂNICA

EDIFICAÇÕES ELETROMECÂNICA É importante que todo aluno tenha acesso às informações sobre os cursos e faça sua escolha para não haver dúvida no ato da inscrição para o concurso de 2012/2013: EDIFICAÇÕES O Técnico em Edificações é

Leia mais

Especialização em Engenharia de Software e Banco de Dados

Especialização em Engenharia de Software e Banco de Dados Especialização em Engenharia de Software e Banco de Dados Disciplina: Engenharia de Software Tópico: Introdução Prof. Rodolfo Miranda de Barros rodolfo@uel.br Grandes verdades sobre o desenvolvimento e

Leia mais

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-35 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002.

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-35 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002. COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E CENTROS DE CONTROLE Área de Distribuição e Comercialização Identificação

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO Unidade Auditada: UNIVERSIDADE TECNOLOGICA FEDERAL DO PARANA Município - UF: Curitiba - PR Relatório nº: 201315499

Leia mais

A INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL COMO FORMA DE INTEGRAÇÃO ENTRE A TEORIA E PRÁTICA NO ENSINO DE MEDIDAS ELÉTRICAS

A INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL COMO FORMA DE INTEGRAÇÃO ENTRE A TEORIA E PRÁTICA NO ENSINO DE MEDIDAS ELÉTRICAS A INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL COMO FORMA DE INTEGRAÇÃO ENTRE A TEORIA E PRÁTICA NO ENSINO DE MEDIDAS ELÉTRICAS Cesar Ramos Rodrigues - cesar@ieee.org Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Tecnologia,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE TRÊS FERRAMENTAS DIDÁTICAS PARA AUXILIAR O ENSINO DE AUTOMAÇÃO EM CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES

DESENVOLVIMENTO DE TRÊS FERRAMENTAS DIDÁTICAS PARA AUXILIAR O ENSINO DE AUTOMAÇÃO EM CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES DESENVOLVIMENTO DE TRÊS FERRAMENTAS DIDÁTICAS PARA AUXILIAR O ENSINO DE AUTOMAÇÃO EM CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES Josimar R. N. josimarnolasco@yahoo.com.br Lindolpho O. de Araujo Júnior lindolpho@leopoldina.cefetmg.br

Leia mais

Sistema Multibombas Controle Fixo CFW-11

Sistema Multibombas Controle Fixo CFW-11 Motores Energia Automação Tintas Sistema Multibombas Controle Fixo CFW-11 Manual de Aplicação Idioma: Português Documento: 10000122700 / 01 Manual de Aplicação para Sistema Multibombas Controle Fixo Série:

Leia mais

ESCOLA SENAI ARMANDO DE ARRUDA PEREIRA

ESCOLA SENAI ARMANDO DE ARRUDA PEREIRA RELATÓRIO e AUTO AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO - CT Nome do estagiário: Telefone: E-mail para contato: Semestre de conclusão da fase escolar: Empresa: Telefone: Áreas em que estagiou: 1 Houve alguma dificuldade

Leia mais

www.bluemedia.com.br MEDIDORES

www.bluemedia.com.br MEDIDORES www.bluemedia.com.br MEDIDORES Detector de Falhas e Analisador Preditivo - PA A linha PA de Detectores de Falhas e Analisadores Preditivos KRON traz uma nova abordagem para o conceito de monitoramento

Leia mais

TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA

TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA Competência Geral Instalar, manter e projetar sistemas elétricos prediais, industriais e de potência, cumprindo legislações vigentes, parâmetros de eficiência energética, normas

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE TURISMO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE TURISMO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE TURISMO CAPÍTULO I - OBJETIVOS Art. 1º. O presente regulamento tem por finalidade normatizar as atividades de Estágio Supervisionado desenvolvidas no da

Leia mais

WEG EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS S.A. CENTRO DE TREINAMENTO DE CLIENTES - CTC KIT CONTROLE DE VELOCIDADE DE MOTORES CA MANUAL DO ALUNO

WEG EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS S.A. CENTRO DE TREINAMENTO DE CLIENTES - CTC KIT CONTROLE DE VELOCIDADE DE MOTORES CA MANUAL DO ALUNO WEG EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS S.A. CENTRO DE TREINAMENTO DE CLIENTES - CTC KIT CONTROLE DE VELOCIDADE DE MOTORES CA MANUAL DO ALUNO CENTRO DE TREINAMENTO DE CLIENTES - CTC KIT CONTROLE DE VELOCIDADE DE MOTORES

Leia mais

OANAFAS é um programa computacional

OANAFAS é um programa computacional ANAFAS Análise de Faltas Simultâneas OANAFAS é um programa computacional para cálculo de curtos-circuitos. Permite a execução automática de grande variedade de faltas e possui facilidades, como estudo

Leia mais

A ÁLGEBRA NO ENSINO FUNDAMENTAL: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DE INTERVENÇÃO

A ÁLGEBRA NO ENSINO FUNDAMENTAL: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DE INTERVENÇÃO A ÁLGEBRA NO ENSINO FUNDAMENTAL: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DE INTERVENÇÃO Vilmara Luiza Almeida Cabral UFPB/Campus IV Resumo: O presente relato aborda o trabalho desenvolvido no projeto de intervenção

Leia mais

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/lista-de-cursos.html

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/lista-de-cursos.html www.cni.org.br http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/lista-de-cursos.html Lista de cursos Atualmente, do total de cursos a distância ofertados

Leia mais

Aquário Automatizado

Aquário Automatizado Aquário Automatizado Alessandra Dutra Coelho alessandra.coelho@maua.br Bruno Tarantino, Gustavo B. Nascimento, Renato Marino, Rodrigo Pirolo Vivancos Escola de Engenharia Mauá Instituto Mauá de Tecnologia

Leia mais

Empresa Techmachine Solução Industrial.

Empresa Techmachine Solução Industrial. Segurança e Higiene do traalho; Fornecimento de Componentes: Hidráulicos, Empresa Techmachine Solução Industrial. Fundada em 2009, a TECHMACHINE é uma empresa rasileira que atua no mercado nacional e internacional,

Leia mais

GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DO TGI

GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DO TGI FMU Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DO TGI Trabalho de Graduação Interdisciplinar Curso de Design Volume 2 Habilitação: DESIGN GRÁFICO

Leia mais

Manutenção de Instalações Elétricas Como evitar trabalhos corretivos. Existem 4 fundamentos quando se trata da Manutenção de Instalações Elétricas:

Manutenção de Instalações Elétricas Como evitar trabalhos corretivos. Existem 4 fundamentos quando se trata da Manutenção de Instalações Elétricas: Manutenção de Instalações Elétricas Como evitar trabalhos corretivos Luiz Alberto Verri (1) 1.Introdução Existem 4 fundamentos quando se trata da Manutenção de Instalações Elétricas: Mantenha limpo Mantenha

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE ELETROMECÂNICA APOSTILA DE COMANDOS ELÉTRICOS (COMPILADO - 1)

CURSO TÉCNICO DE ELETROMECÂNICA APOSTILA DE COMANDOS ELÉTRICOS (COMPILADO - 1) Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia CURSO TÉCNICO DE ELETROMECÂNICA APOSTILA DE COMANDOS ELÉTRICOS (COMPILADO - 1) PROF. WESLEY DE ALMEIDA SOUTO wesley@cefetba.br 03/ 2004 1. INTRODUÇÃO A representação

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO Mikhail Said de Castro

RELATÓRIO DE ESTÁGIO Mikhail Said de Castro INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL-AERONÁUTICA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Mikhail Said de Castro São José dos Campos, 09 de abril de 2012 FOLHA DE APROVAÇÃO Relatório Final de Estágio

Leia mais

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS 3.4 O PROJETO DE MELHORIA DE PROCESSOS 3.4.1 - CONCEITO DE PROJETO

Leia mais

Edson Duarte Sistemas Eletropneumáticos Lista Geral

Edson Duarte Sistemas Eletropneumáticos Lista Geral 1) Calcule o volume de ar comprimido necessário para o acionamento de 10 cilindros pneumáticos (modelo A), 4 cilindros pneumáticos com retorno por mola (modelo B) e 2 cilindros sem haste (modelo C), todos

Leia mais

ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO CONTEÚDO 4 GENERALIZAÇÃO E ENTIDADE ASSOCIATIVA. Prof. Msc. Ricardo Antonello BANCO DE DADOS I

ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO CONTEÚDO 4 GENERALIZAÇÃO E ENTIDADE ASSOCIATIVA. Prof. Msc. Ricardo Antonello BANCO DE DADOS I ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO BANCO DE DADOS I CONTEÚDO 4 GENERALIZAÇÃO E ENTIDADE ASSOCIATIVA Prof. Msc. Ricardo Antonello Generalizaçao ou especialização Além de relacionamentos e atributos, propriedades

Leia mais

8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A

8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A 8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A Adriane Hartman Fábio Gomes da Silva Dálcio Roberto dos Reis Luciano Scandelari 1 INTRODUÇÃO Este artigo pretende mostrar

Leia mais

Controle de um sistema de ventilação em um quadro de comando e controle

Controle de um sistema de ventilação em um quadro de comando e controle UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DEE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA INSTRUMENTAÇÂO ELETRÔNICA Controle de um sistema de ventilação em um quadro de comando e controle

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DO DESAFIO DO CARRO QUÍMICO

REGULAMENTO GERAL DO DESAFIO DO CARRO QUÍMICO REGULAMENTO GERAL DO DESAFIO DO CARRO QUÍMICO I. Da Definição 1.1. O desafio do curso de Engenharia Química é uma competição acadêmica destinada aos alunos de graduação regularmente matriculados em quaisquer

Leia mais

Promovendo a Inclusão Digital Por Meio do Projeto Multiplicadores

Promovendo a Inclusão Digital Por Meio do Projeto Multiplicadores PROGRAMA INSTITUCIONAL DE ACÕES AFIRMATIVAS RELATÓRIO FINAL DE ATIVIDADES (AGOSTO/2009 A AGOSTO/2010) Promovendo a Inclusão Digital Por Meio do Projeto Multiplicadores Paulo Eduardo Boeira Capeller Dr(ª).

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º- Considera-se estágio, as atividades de aprendizagem social, profissional, proporcionadas ao

Leia mais

TECNOLOGIA COM BAIXO CUSTO, APLICADA A REDUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO SAAE SÃO CARLOS

TECNOLOGIA COM BAIXO CUSTO, APLICADA A REDUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO SAAE SÃO CARLOS TÍTULO DO TRABALHO: TECNOLOGIA COM BAIXO CUSTO, APLICADA A REDUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO SAAE SÃO CARLOS TEMA VIII: EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NOME DOS AUTORES: João Carlos Lopes Valter Luis Dulci Prof. Dr.

Leia mais

QUADRO DE MEDIDORES PARA PRÉDIO DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS NTD-23

QUADRO DE MEDIDORES PARA PRÉDIO DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS NTD-23 QUADRO DE MEDIDORES PARA PRÉDIO DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS NTD-23 INDICE 1- OBJETIVO... 03 2- CONDIÇÕES GERAIS... 03 2.1- GENERALIDADES... 03 2.2- IDENTIFICAÇÃO... 03 3- CONDIÇÕES ESPECÍFICAS...

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DE ALGORITMOS DE APRENDIZADO MULTI- AGENTE EM UM TIME DE FUTEBOL DE ROBÔS

IMPLEMENTAÇÃO DE ALGORITMOS DE APRENDIZADO MULTI- AGENTE EM UM TIME DE FUTEBOL DE ROBÔS IMPLEMENTAÇÃO DE ALGORITMOS DE APRENDIZADO MULTI- AGENTE EM UM TIME DE FUTEBOL DE ROBÔS Aluno: Maurício Pedro Silva Gonçalves Vieira Orientador: Karla Figueiredo Introdução Uma partida de futebol robótico

Leia mais

PROGRAMAÇÃO BÁSICA DE CLP

PROGRAMAÇÃO BÁSICA DE CLP PROGRAMAÇÃO BÁSICA DE CLP Partindo de um conhecimento de comandos elétricos e lógica de diagramas, faremos abaixo uma revisão para introdução à CLP. Como saber se devemos usar contatos abertos ou fechados

Leia mais

MODELO DE SIMULAÇÃO PARA A OTIMIZAÇÃO DO PRÉ- DESPACHO DE UMA USINA HIDRELÉTRICA DE GRANDE PORTE

MODELO DE SIMULAÇÃO PARA A OTIMIZAÇÃO DO PRÉ- DESPACHO DE UMA USINA HIDRELÉTRICA DE GRANDE PORTE UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS DE CURITIBA CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA - ELETROTÉCNICA ERNANI SCHENFERT FILHO LUCIANO CARVALHO DE BITENCOURT MARIANA UENO OLIVEIRA MODELO

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS ALEXANDRE PRADO BARBOSA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Ponta Grossa 2012 ALEXANDRE PRADO BARBOSA Relatório

Leia mais

Programação 1º Semestre 2016 Salto. Cursos de Formação Inicial e Continuada VAGAS LIMITADAS. Inscrições abertas

Programação 1º Semestre 2016 Salto. Cursos de Formação Inicial e Continuada VAGAS LIMITADAS. Inscrições abertas 1º Semestre 2016 Salto Cursos de Formação Inicial e Continuada Inscrições abertas VAGAS LIMITADAS 1º Sem 2016 - v0.1 Out 16 Salto Escola SENAI Ítalo Bologna Tradicional em sua história e dentro de uma

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Formação Inicial e Continuada (Decreto Federal nº 5154/04 e Lei Federal nº 11741/08) PLANO DE CURSO Área: Eletroeletrônica

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico 1º Semestre

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico 1º Semestre Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico 1º Semestre ETEC Dr. Júlio Cardoso Código: : 078 Município: Franca Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Habilitação Profissional: Técnico em

Leia mais

Atribuições dos Tecnólogos

Atribuições dos Tecnólogos UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL TECNOLOGIA EM CONTRUÇÃO CIVIL EDIFÍCIOS E ESTRADAS Atribuições dos Tecnólogos Prof.ª Me. Fabiana Marques Maio / 2014 SOBRE O TECNÓLOGO Segundo

Leia mais

Automação de Bancada Pneumática

Automação de Bancada Pneumática Instituto Federal Sul-rio-grandense Campus Pelotas - Curso de Engenharia Elétrica Automação de Bancada Pneumática Disciplina: Projeto Integrador III Professor: Renato Allemand Equipe: Vinicius Obadowski,

Leia mais

05/12/2006. Discurso do Presidente da República

05/12/2006. Discurso do Presidente da República , Luiz Inácio Lula da Silva, no encerramento da 20ª Reunião Ordinária do Pleno Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Palácio do Planalto, 05 de dezembro de 2006 Eu acho que não cabe discurso aqui,

Leia mais

APLICAÇÃO DO SOFTWARE ELIPSE E3 NA CENTRAL TÉCNICA DE RECEPÇÃO DE SINAIS DA TV GLOBO DO RIO DE JANEIRO

APLICAÇÃO DO SOFTWARE ELIPSE E3 NA CENTRAL TÉCNICA DE RECEPÇÃO DE SINAIS DA TV GLOBO DO RIO DE JANEIRO APLICAÇÃO DO SOFTWARE ELIPSE E3 NA CENTRAL TÉCNICA DE RECEPÇÃO DE SINAIS DA TV GLOBO DO RIO DE JANEIRO Este case apresenta a aplicação da solução Elipse E3 para otimizar a operação de recepção de sinais

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica Apostila de Automação Industrial Elaborada pelo Professor M.Eng. Rodrigo Cardozo Fuentes Prof. Rodrigo

Leia mais

Atividades de Treinamento. Criando meu primeiro programa no SPDSW. HI Tecnologia Indústria e Comércio Ltda. Documento de acesso Público

Atividades de Treinamento. Criando meu primeiro programa no SPDSW. HI Tecnologia Indústria e Comércio Ltda. Documento de acesso Público Criando meu primeiro programa no SPDSW HI Tecnologia Indústria e Comércio Ltda. Documento de acesso Público EAT.01003 Versão 1.0 24 de Novembro de 2014 Apresentação Este documento foi elaborado pela HI

Leia mais

Técnico/a de Refrigeração e Climatização

Técnico/a de Refrigeração e Climatização Técnico/a de Refrigeração e Climatização 1315 Eletricidade e eletrónica - programação de autómatos 2013/ 2014 Gamboa 1 Introdução Automação, estudo dos métodos e procedimentos que permitem a substituição

Leia mais

QUALIDADE DE SOFTWARE

QUALIDADE DE SOFTWARE DOCENTE PROFESSOR CELSO CANDIDO QUALIDADE DE SOFTWARE Formação: o Bacharel em Sistemas de Informações (SI); o MBA em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Conhecimentos: o Web Designer; o Arquitetura

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Considerando que um transformador monofásico será submetido aos ensaios de curto-circuito e a vazio para determinação dos parâmetros do seu circuito equivalente, o qual deverá

Leia mais

Compressores de parafuso

Compressores de parafuso Construídos para toda a vida Compressores de parafuso SÉRIE SM Capacidade: 0.45 a 1.20 m³/min Pressão: 7.5 a 13 bar Compressor de parafusos rotativos Máxima Eficiência e Confiabilidade Há anos os consumidores

Leia mais

Resende (RJ), 16 de setembro de 2015. ATO CONVOCATÓRIO AGEVAP N.º 022/2015 COMUNICADO Nº 5 Aos Interessados

Resende (RJ), 16 de setembro de 2015. ATO CONVOCATÓRIO AGEVAP N.º 022/2015 COMUNICADO Nº 5 Aos Interessados Resende (RJ), 16 de setembro de 2015. ATO CONVOCATÓRIO AGEVAP N.º 022/2015 COMUNICADO Nº 5 Aos Interessados Quanto aos pedidos de esclarecimentos apresentados por algumas entidades, referente ao Ato Convocatório

Leia mais

CURSO DE BACHARELADO EM HOTELARIA

CURSO DE BACHARELADO EM HOTELARIA CURSO DE BACHARELADO EM HOTELARIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO I e II Orientações aos Alunos Julho de 2010 NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1º O Estágio Supervisionado I e II são disciplinas integrantes

Leia mais

a) Estar regularmente matriculados no curso;

a) Estar regularmente matriculados no curso; (35) 3690-8900 / 3690-8958 (fax) br ESTÁGIO CURRÍCULAR SUPERVISIONADO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO (ANO LETIVO 2014) 1 Caracterização Os cursos de Engenharia de Produção do Brasil são regidos pelas

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA BNDES 01/2008 QUESTIONAMENTOS DA EMPRESA SAS

CONSULTA PÚBLICA BNDES 01/2008 QUESTIONAMENTOS DA EMPRESA SAS 1 CONSULTA PÚBLICA BNDES 01/2008 QUESTIONAMENTOS DA EMPRESA SAS QUESTÃO 1 2. DESCRIÇÃO DO OBJETO 2.1. Aquisição do SISTEMA DE RISCO 2.1.1. Fornecimento e cessão de direito de uso definitivo, não exclusivo,

Leia mais

MEDIÇÃO DE FATURAMENTO PARA CONSUMIDORES LIVRES (SMF)

MEDIÇÃO DE FATURAMENTO PARA CONSUMIDORES LIVRES (SMF) COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO MEDIÇÃO DE FATURAMENTO PARA CONSUMIDORES LIVRES (SMF) JUNHO/2016 ÍNDICE 1 MEDIÇÃO DE FATURAMENTO PARA CONSUMIDOR LIVRE 1 1.1 Introdução

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO Nº 54 NOVA CAIXA DE MEDIÇÃO FABRICADA EM POLICARBONATO PARA LIGAÇÕES INDIVIDUAIS E COLETIVAS

COMUNICADO TÉCNICO Nº 54 NOVA CAIXA DE MEDIÇÃO FABRICADA EM POLICARBONATO PARA LIGAÇÕES INDIVIDUAIS E COLETIVAS COMUNICADO TÉCNICO Nº 54 NOVA CAIXA DE MEDIÇÃO FABRICADA EM POLICARBONATO PARA LIGAÇÕES INDIVIDUAIS E COLETIVAS Diretoria de Planejamento e Engenharia Gerência de Engenharia da Distribuição 1. OBJETIVO

Leia mais

MODELAGEM DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

MODELAGEM DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Unidade III MODELAGEM DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Daniel Arthur Gennari Junior Sobre esta aula Ciclo de Vida de Sistemas Engenharia de Software Aplicações de Software Diagramação de Software Ciclo

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP Índice 1. As quatro fases do PCP...3 1.1. Projeto de produção... 3 1.2. Coleta de informações... 5 1.3. Relação despesas/vendas...

Leia mais

Filósofos. A história administração. Filósofos. Igreja Católica e Organização Militar. Revolução Industrial

Filósofos. A história administração. Filósofos. Igreja Católica e Organização Militar. Revolução Industrial Uninove Sistemas de Informação Teoria Geral da Administração 3º Semestre Prof. Fábio Magalhães Blog da disciplina: http://fabiotga.blogspot.com A história administração A história da Administração é recente,

Leia mais

MOTIM Mostra de Trabalhos e Inovação Mercadológica 1

MOTIM Mostra de Trabalhos e Inovação Mercadológica 1 MOTIM Mostra de Trabalhos e Inovação Mercadológica 1 Camilla P. Brasileiro 2 Claudomilson F Braga 3 Resumo O objetivo deste artigo é descrever a importância da vivencia prática teorizada em sala de aula

Leia mais

COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO Nº 0070-2011-01

COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO Nº 0070-2011-01 COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO Nº 0070-2011-01 DRH-SN 0070-2011-01 PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL/GESTÃO DE PROJETOS R$ 40,47 POR AULA (*) ver disposições finais FORMAÇÃO DE CADASTRO

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 APRESENTAÇÃO O Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia de Produção da Faculdade Birigui, com 360h de duração, esta

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS. Prontuário Nome Assinatura QUESTÕES TEÓRICAS

LISTA DE EXERCÍCIOS. Prontuário Nome Assinatura QUESTÕES TEÓRICAS Data: / / Prontuário Nome Assinatura QUESTÕES TEÓRICAS 1) Faça um diagrama do contador CTD contemplando todos os pinos de forma que fique demonstrado o comportamento do pino Q. 2) Das características mais

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Habilitação Profissional: Nível Médio

Leia mais

CRIA NOVOS CARGOS NO QUADRO PERMA- NENTE E DE PROVIMENTO EM COMISSÃO, ERA DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

CRIA NOVOS CARGOS NO QUADRO PERMA- NENTE E DE PROVIMENTO EM COMISSÃO, ERA DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI MUNICIPAL Nº 017/89 CRIA NOVOS CARGOS NO QUADRO PERMA- NENTE E DE PROVIMENTO EM COMISSÃO, ERA DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. AFRANIO HIDALGO LEMOS, Prefeito Municipal de Dois

Leia mais

APLICAÇÕES E ANÁLISE DE SISTEMAS SUPERVISÓRIOS "SCADA"

APLICAÇÕES E ANÁLISE DE SISTEMAS SUPERVISÓRIOS SCADA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE PESQUISA E

Leia mais

EMPRESA MUNICIPAL DE INFORMÁTICA S/A IPLANRIO COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO ESCLARECIMENTO PROCESSO 07.002.351/2015 PE 0398/2015

EMPRESA MUNICIPAL DE INFORMÁTICA S/A IPLANRIO COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO ESCLARECIMENTO PROCESSO 07.002.351/2015 PE 0398/2015 EMPRESA MUNICIPAL DE INFORMÁTICA S/A IPLANRIO COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO ESCLARECIMENTO PROCESSO 07.002.351/2015 PE 0398/2015 1) No termo de referência Especificação Técnica, 6. Obrigações da Contratada,

Leia mais

MANUAL DE CONDIÇÕES E VANTAGENS PARA INVESTIMENTO E USO DO SISTEMA ELÉTRICO:

MANUAL DE CONDIÇÕES E VANTAGENS PARA INVESTIMENTO E USO DO SISTEMA ELÉTRICO: 1/23 MANUAL DE CONDIÇÕES E VANTAGENS PARA INVESTIMENTO E USO DO SISTEMA ELÉTRICO: FULLTECH TECNOLOGIA E AUTOMAÇÃO Rua:Avelino Manoel Avrela, 1640 Bairro Cruzeiro, Caxias do Sul RS Fone: (54) 3029.0573/8133.5639

Leia mais

Descrição do Produto. Dados para Compra

Descrição do Produto. Dados para Compra Descrição do Produto Os módulos supressores para pontos analógicos AL-3492 e AL-3493 foram desenvolvidos para oferecer alta proteção contra surtos de tensão em pontos de entrada ou saída analógicos. Por

Leia mais