14 NOVEMBRO edição igualmente disponível em newsletter digital 13.O CONGRESSO NACIONAL DE ONCOLOGIA

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1 13.O CONGRESSO NACIONAL DE ONCOLOGIA 14 NOVEMBRO 2014 edição igualmente disponível em newsletter digital REVISTA DIÁRIA DO EVENTO Espero que a participação neste 13.o Congresso Nacional constitua um momento alto de troca de ideias, de debate e de experiências e que sirva também para fortalecer as relações de todos os profissionais dedicados ao tratamento de doentes com cancro Dr. Joaquim Abreu de Sousa entrevista com o Prof. rolf A. stahel, presidente da esmo testemunhos das associações, grupos de estudo e sociedades científicas 14 outubro 2014 / 13.o congresso nacional de oncologia 2014 daily of / 01

2 Prof. Manuel Sobrinho Simões* profere Conferência Inaugural Bem-vindos ao 13. o Congresso Nacional de Oncologia! Dr. Joaquim Abreu de Sousa Presidente da sociedade Portuguesa de oncologia Caros colegas, Foi com gosto que aceitei o convite do doutorjoaquim Abreu de Sousa para proferir as palavras de inauguração do 13.º congresso nacional de oncologia. Confesso que além desse gosto, senti, e ainda sinto, valha a verdade, algum receio porque sei que, enquanto anatomopatologista, estarei a ocupar um lugar emprestado pela gentileza da comissão organizadora. Interpreto este convite como o reconhecimento da importância da patologia molecular no tratamento dos doentes, e como uma aposta na necessidade de tornar a oncologia tão multidisciplinar quanto possível. De passagem, é possível que a presença da componente investigacional nestes domínios contribua para acentuar as vantagens em manter a clínica oncológica assente no tripé assistência/formação/ investigação. Da Investigação à Prática Clínica em Oncologia SALA DO INFANTE 11h30 12h00 * Professor Catedrático de Anatomia Patológica na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Chefe de Serviço no Hospital de S. João e Diretor do IPATIMUP. Ajudou a criar e é Vice-Presidente da Direção do Health Cluster Portugal Caro colega, Em nome da comissão organizadora, temos o maior prazer em contar com a sua presença e auspiciar as boas-vindas ao 13.º Congresso Nacional de Oncologia no Centro de Congressos da Alfândega do Porto. O 13.º Congresso Nacional de Oncologia foi organizado pela Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO) em parceria com todas as Sociedades Científicas, Associações e Grupos de Estudo envolvidos no estudo e tratamento do cancro em Portugal, facto que nos proporciona a enorme satisfação de ver concretizado o objetivo de envolver toda a comunidade científica oncológica portuguesa na organização do seu Congresso Nacional. Foi com júbilo que a SPO viu esta reunião magna da Oncologia obter o reconhecimento e o patrocínio científico da European Society of Medical Oncology (ESMO), que participará ativamente no evento com a celebração de um protocolo de colaboração. O Congresso terá como tema dominante a Perspetiva Multidisciplinar e Multiprofissional da Oncologia porque entendemos que essa é a pedra angular para a prestação de cuidados com elevados padrões de qualidade a doentes com cancro, principalmente numa época de mudança acelerada do ambiente socioeconómico. Procurámos elaborar um programa científico abrangente, que combinasse a especificidade técnica e científica das sessões dos Grupos de Estudo, Associações e Sociedades Científicas, com a transversalidade de um conjunto de temas de atualidade comuns a todos os grupos profissionais. As conferências, sessões científicas, sessões educacionais, mesas redondas, sessões plenárias, debates e fóruns de discussão, que contarão com a presença de peritos de reconhecido mérito, foram desenhadas de forma a promover a discussão aberta da melhor prática clínica, estimular a troca de experiências e o debate de ideias. Os trabalhos científicos desenvolvidos pelos jovens especialistas, os mais recentes avanços da investigação e os trabalhos com potencial para mudar a prática clínica, constituem com frequência matéria de discussão estimulante e com importância científica relevante, pelo que as sessões de comunicações livres terão um lugar de destaque no programa do encontro.esperamos que o congresso constitua uma plataforma que proporcione excelentes oportunidades educativas e partilha de experiências, contatos científicos e, sobretudo, um momento importante para os profissionais de Oncologia fortalecerem as suas relações. edição, coordenação e produção: bloom up Edifício Fernando Pessoa, Rua General Ferreira Martins, nº 10 2ºA Algés Website: Coordenação Geral: Paula Ribeiro; Direção editorial: Teresa Mendes; Design gráfico: Ana Sofia Conceição e João Mântua; Fotografia: António Aires Gomes; Da Investigação à Prática Clínica em Oncologia é o tema a apresentar pelo Prof. Manuel Sobrinho Simões. De acordo com o especialista à Daily Of, os novos paradigmas da ciência médica (genómica passámos para a pós-genómica e estamos atualmente em plena metagenómica) serão utilizados na discussão da etiopatogénese das doenças oncológicas mais frequentes e das medidas a tomar em termos de prevenção, diagnóstico precoce e selecção terapêutica. Antecipa o Prof. Sobrinho Simões que, na sua preleção, irá ser dada uma particular atenção ao papel dos biomarcadores, tecidulares ou séricos, enquanto elementos fundamentais da prática médica em oncologia. Por fim, discutir-se-á a importância crescente das chamadas biopsias líquidas (células, DNA e/ou exosomas) no acompanhamento e tratamento dos doentes oncológicos. O Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Dr. Leal da Costa, será um dos participantes na Sessão de Abertura do Encontro Sessão de Abertura, um dos momentos altos do Congresso SALA DO INFANTE 11h 11h30 A Sessão de Abertura vai constituir, certamente, um dos momentos altos do 13.º Congresso Nacional de Oncologia. O Ministério da Saúde, a Administração Regional de Saúde do Norte, a Câmara Municipal do Porto, a Ordem dos Médicos, a Ordem dos Farmacêuticos, a Ordem dos Enfermeiros e a Sociedade Portuguesa de Oncologia estão representados ao mais alto nível, com personalidades dos vários quadrantes da saúde, interessadas na divulgação, discussão e incremento do acesso e tratamento da Oncologia em Portugal. 02 / daily of 13. o congresso nacional de oncologia 2014 / 14 outubro outubro 2014 / 13. o congresso nacional de oncologia 2014 daily of / 03

3 A ESMO pode apoiar as sociedades nacionais com tomadas de posição sobre questões candentes que podem ser usadas para haver uma maior aproximação às autoridades de saúde Amanhã, dia 15, das 12h30 às13h30, os congressistas poderão assistir a uma importante sessão conjunta da Sociedade Portuguesa de Oncologia e da European Society for Medical Oncology (ESMO). Os temas em destaque são o papel da ESMO no envolvimento das sociedades nacionais, as desigualdades no acesso ao tratamento e resultados europeus e ainda o balanço da medicina anti neoplásica. Rolf A. Stahel, presidente da ESMO, conversou com a Daily Of, e antecipou alguns dos assuntos que mais preocupam os profissionais de saúde. Daily Of (DO) A Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO) é a organização profissional que representa os médicos oncologistas em toda a Europa. Como define a missão da ESMO? entrevista prof. Rolf A. Stahel presidente da ESMO Quando falo com os colegas de Portugal percebo que as desigualdades no acesso aos medicamentos é o maior problema Rolf Stahel (RS) A nossa missão é muito abrangente, cobrindo todos os aspetos da oncologia médica, incluindo a melhoria da qualidade, disseminação do conhecimento, educar e treinar os profissionais, facilitando a igualdade de acesso aos cuidados oncológicos e contactos com outras organizações. DO Como pode a ESMO ajudar as sociedades nacionais cumprir sua missão? RS A ESMO pode apoiar as sociedades nacionais com tomadas de posição sobre questões candentes que podem ser usadas para haver uma maior aproximação às autoridades de saúde. DO Ao olharmos para um futuro de cuidados de saúde transfronteiriços na Europa, como podemos superar as diferenças no acesso aos avanços terapêuticos para o cancro entre os países? RS É um enorme problema, especialmente para médicos e pacientes em países onde não há bom acesso aos cuidados. Mas a ESMO tem já várias iniciativas em curso. Uma delas é o uso das guidelines de prática clínica da ESMO. Estas diretrizes de diagnóstico, tratamento e acompanhamento de doenças importantes foram iniciadas em 2000 e atualmente existem mais de 60 normas, revistas a cada um ou dois anos. Estas dão uma visão geral do que está disponível e é recomendado para uma determinada doença. Os países podem sempre dizer à sua autoridade de saúde que estas são as orientações da ESMO. Por que não podemos ter acesso a elas? Pretendemos enfatizar isso ainda mais. Quando um novo medicamento é aprovado pela Agência Europeia do Medicamento este será analisada pelo grupo que faz as guidelines da ESMO, com o objetivo de identificar quais os fármacos que têm um impacto relevante sobre o resultado clínico. Esperamos dar ênfase adicional em países onde o acesso é mais difícil, para pelo menos ter os fármacos com potencial curativo. Por outro lado, sabemos que a situação na Europa não é fácil de avaliar e por isso a ESMO fez um estudo em países europeus para saber mais sobre as dificuldades de acesso a medicamentos, incluindo onde não há acesso e por que não há acesso. Os dados vão servir de base para sabermos onde podemos ser capazes de intervir. DO Qual é para a ESMO o maior desafio na área da oncologia e como é a sociedade pode enfrentá-lo? RS Tradicionalmente a ESMO tem vindo a trabalhar no aspeto educacional e nas guidelines para a prática clínica, e eu penso que executámos muito bem esse papel. Também já começámos a trabalhar o aspeto político, entre outras coisas, a harmonização da legislação de Saúde da União Europeia, a regulamentação dos estudos clínicos e legislação de proteção de dados. O que está mais em falta é a questão da investigação e dos investigadores europeus. Há uma série de obstáculos para fazer investigação clínica e translacional na Europa. O meu objetivo como presidente ESMO é ver o que podemos fazer para ajudar os investigadores clínicos e translacionais na Europa. Pretendemos fazer isso de várias maneiras, tais como seminários de estudos clínicos para capacitar os investigadores sobre como fazer estudos clínicos. Vamos dar aos investigadores todas as informações sobre as oportunidades de financiamento e como abordar as oportunidades de financiamento europeu. Além disso, convocámos pela primeira vez o Fórum de Ensaios Clínicos ESMO-EORTC (European Organisation for Research and Treatment of Cancer) para discutir a situação e identificar problemas que podem ser abordados em conjunto. DO - Quais são as suas expectativas para a participação no 13. o Congresso Nacional de Oncologia? RS Quando falo com os colegas de Portugal percebo que as desigualdades no acesso aos medicamentos é o maior problema. Espero que, dizendo-lhes o que ESMO faz a nível pan-europeu, compartilhando o estudo que fizemos na Europa e ouvindo suas necessidades seja possível identificar ações para que o acesso às terapêuticas seja melhorado em Portugal, bem como em outros países onde existem tais disparidades. DO Dadas as disparidades em termos de resultados nos pacientes com cancro, considera que deveria haver regulamentação sobre as normas mínimas para o tratamento da doença na Europa? RS Quando lançámos as guidelines clínicas em 1998, produzimos o que ficou conhecido por ESMO Minimum Clinical Recommendations. O nosso foco na altura foi no que era urgente ser feito, em todos os lugares. Mas os países que já tinham mais do que as recomendações mínimas sentiram que isso era uma espécie de desclassificação na sua situação. Por isso, demos um passo em frente dando a evidência científica aos médicos para tomarem decisões clínicas. O que ainda não podemos influenciar é a realidade dos clínicos que têm que lidar com a situação do seu próprio país. Quando um novo medicamento é aprovado pela Agência Europeia do Medicamento este será analisada pelo grupo que faz as guidelines da ESMO, com o objetivo de identificar quais os fármacos que têm um impacto relevante sobre o resultado clínico 04 / daily of 13. o congresso nacional de oncologia 2014 / 14 outubro outubro 2014 / 13. o congresso nacional de oncologia 2014 daily of / 05

4 Dr. a Maria José Passos Presidente do Intergrupo Português de Melanoma Dr. Jorge G. Pereira Presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina Nuclear Sendo a Sociedade Portuguesa de Medicina Nuclear (SPMN) um dos veículos que divulgam a lex artis na área, é muito importante a nossa presença no 13.º Congresso Nacional de Oncologia. Esta é uma oportunidade para a divulgação científica do crescente interesse e pertinência da utilização dos meios disponibilizados pela Medicina Nuclear, na área da Oncologia. A SPMN é a entidade representativa de toda a comunidade que exerce funções (de índole científica e/ou assistencial) nesta área de saúde, desde o nascimento da especialidade médica, em A Medicina Nuclear estuda a biodistribuição de radionuclídeos ou de fármacos marcados com radionuclídeos (radiofármacos), com fins, quer diagnósticos, quer terapêuticos. É uma área de trabalho multidisciplinar. Nela trabalham médicos, farmacêuticos, técnicos, físicos, enfermeiros e informáticos, recorrendo a tecnologia sofisticada, tal como, câmaras gama e tomógrafos de positrões. A Oncologia fornece uma parte substancial do trabalho diário num serviço de Medicina Nuclear, nomeadamente requisitando serviços na área de PET, cintigrafia óssea, imagem de receptores β adrenérgicos e de somatostatina, bem como, terapêuticas com radionuclídeos em carcinoma de tiróide, carcinoma e metástases hepáticas, e tumores neuro endócrinos. A Medicina Nuclear, como imagem molecular e metabólica, permite não só a ajuda no diagnóstico, mas evidencia uma importância crescente no seguimento em Oncologia. Dr. José Casanova Presidente do Grupo Português de Estudo de Sarcomas testemunhos Prof. Dr. Jorge Maciel Barbosa Presidente da Sociedade Portuguesa de Cirurgia A doença oncológica representa parte importante da atividade de todos os Serviços de Cirurgia Geral do País. É, pois, fundamental que o cirurgião esteja preparado para dar o seu contributo fundamental para o tratamento da generalidade dos tumores sólidos. Mas isso, sendo essencial, não chega. A Oncologia moderna é uma atividade médica multidisciplinar e assim o cirurgião tem que ter a capacidade de participar na abordagem global do doente no âmbito das consultas multidisciplinares que desejavelmente devem funcionar em todos os hospitais que tratam doença oncológica. Quis a atual Direção da Sociedade Portuguesa de Oncologia dar um passo em frente e organizar o 13.º Congresso Nacional de Oncologia em torno de sessões organizadas pelas diferentes sociedades científicas implicadas no tratamento da doença oncológica e por grupos multidisciplinares nacionais organizados em torno de patologias oncológicas específicas. O seu objetivo, que a Sociedade Portuguesa de Cirurgia entusiasticamente comunga, é certamente fomentar a cooperação entre os vários centros nacionais de modo a que, para além da tradicional partilha de resultados e experiências, avancem na organização de registos nacionais e ensaios clínicos multicêntricos que se possam traduzir num aumento da contribuição nacional para a evidência em que desejavelmente se deve basear a prática da Oncologia. Coube-nos organizar uma sessão sobre um dos temas candentes da prática clínica diária hospitalar: a abordagem do carcinoma colo-retal com metastização hepática síncrona. Trata-se dum tema controverso, obviamente de abordagem multidisciplinar, em que os timings das várias abordagens terapêuticas podem ser alterados sem que haja evidência suficiente que justifique uma abordagem estandardizada. Temos o privilégio de dispor dum painel de palestrantes e moderadores multidisciplinar e multicêntrico, que representa os centros nacionais com maior experiência no tratamento destas situações, e que certamente explicitará os critérios porque se regem na adoção das suas opções terapêuticas. O Grupo Português de Estudo de Sarcomas encontra-se no seu primeiro ano de existência. Cumpridos todos os passos legais e burocráticos inerentes à sua fundação, estamos a dar os passos fundadores, cujo processo passa nesta fase, pela afirmação da sua presença, e por conseguir reunir como membros de pleno direito, todos os interessados nesta patologia. O trabalho de agregar profissionais cuja atividade assistencial se realiza nesta área, envolvendo todas as vertentes multidisciplinares desde o diagnóstico ao tratamento, tornando-os associados deste Grupo, corresponde ao momento fundador em que nos encontramos. Depois desta agregação seguir-se-á a constituição de diversos subgrupos envolvendo cada uma dessa áreas multidisciplinares, no sentido de produzir normas de orientação e de conduta setoriais, uma fase que se antevê laboriosa e a necessitar da participação ativa dos membros. Só após a conclusão desta segunda fase poderemos então passar para o seguinte trabalho, que resultará da fusão de todas estas normas, no sentido de conseguir elaborar e difundir, guidelines gerais de orientação para os doentes portadores de sarcomas. Assim escritas numa página de revista até parece muito fácil atingir objetivos tão simples e até agregadores. No entanto, como na vida, os primeiros passos são sempre acompanhados de muita incerteza e até de desequilíbrios. Tem sido nosso objetivo avançar com passos seguros, evitando qualquer posição de desequilíbrio, ou que o favoreça. Estamos seguros que no futuro, saberemos afirmar o nosso espaço, ser reconhecidos por tal afirmação, e contribuir para um entrosamento e uma abordagem cientificamente sólida e consensual dos doentes com esta patologia. Assim, e como apelo final: inscreva-se! Foi com prazer que aceitei o amável convite do Dr. Joaquim Abreu de Sousa para presidir à mesa sobre o Tratamento do melanoma em 2014, que decorrerá hoje, dia 14, durante o 13.º Congresso Nacional de Oncologia. Espero um debate interdisciplinar crítico sobre temas controversos relevantes, que não são mais do que a demonstração das nossas dúvidas e do muito que há a estudar e investigar nesta área. São palestrantes especialistas nacionais em dermatologia, cirurgia e oncologia médica, que abordarão os seguintes temas: Cirurgia do gânglio sentinela: Controvérsias em 2014 ; Tratamento médico do melanoma em 2014 e Toxicidade cutânea das novas terapêuticas no tratamento do melanoma avançado. Espero que os temas vos agradem e suscitem discussão animada e enriquecedora. Este Congresso ficará marcado pela primeira apresentação pública do Intergrupo Português de MM (IPM), num encontro organizado pela Sociedade Português Oncologia. Saúdo esta iniciativa, pois considero de extrema importância a parceria entre as diferentes sociedades médicas. O IPM foi criado em dezembro de 2012 e conta com especialistas na prevenção, diagnóstico e tratamento do melanoma. É nosso objetivo conhecer e agregar os diferentes profissionais desta área e contribuir para uniformizar critérios de diagnóstico e terapêutica em Portugal. Até agora publicámos um livro Melanoma 2013, lançado em maio de 2014 na Assembleia da República e realizámos dois simpósios nacionais, o mais recente em Coimbra. O 3.º Simpósio será realizado em 31 de outubro de Tem sido um êxito e vamos continuar! Quero ainda homenagear um amigo e cirurgião, pioneiro em melanoma, o Dr. José Bivar Weinholtz, que nos deixou recentemente e a quem devemos muito. Nada seremos no futuro se ignorarmos o passado! Enf. a Cristina Lacerda Presidente da Associação de Enfermagem Oncológica É com satisfação que a Associação Portuguesa de Enfermagem Oncológica (AEOP) aceitou o convite da Sociedade Portuguesa de Oncologia para integrar o seu 13.º Congresso Nacional de Oncologia, subordinado ao tema Perspetiva multidisciplinar e multiprofissional da Oncologia. Acreditamos que apenas com a junção concertada da ação das diversas disciplinas para a definição da prevenção, diagnóstico precoce, tratamento e na paliação do cancro poderemos adotar programas eficazes no combate a esta doença. Assim o programa deste Congresso parece-nos ser de particular relevância atendendo ao atual contexto político económico onde a união dos diversos profissionais de Saúde tem um papel fundamental para enfrentarmos os desafios e as adversidades que todos temos de responder pondo sempre os interesses do doente oncológico/ família em primeiro lugar. Trazemos a este congresso duas sessões científicas: Enfermeiros Promotores da Segurança do Doente Oncológico e Evolução e Desenvolvimento da Enfermagem Oncológica em Portugal: Que perspetivas. Contamos, nestas duas sessões, com a presença de especialistas portugueses e estrangeiros de renome. Na primeira sessão serão abordados temas importantes tais como a gestão da terapêutica oral, uma vez que esta modalidade é cada vez mais utilizada no tratamento da doença oncológica apresentando, no entanto, problemas de não adesão a este regime terapêutico significativas; a experiência de um call center para promoção da continuidade de cuidados de proximidade; o papel do gestor de caso na gestão da doença oncológica e a experiência de uma enfermeira portuguesa a trabalhar no Royal Marsden Hospital. Na segunda sessão iremos perceber o papel das organizações internacionais European Oncology Nursing Society (EONS) para o desenvolvimento de políticas europeias promotoras do conhecimento na área da enfermagem oncológica. Este tema será apresentado por Birgitte Gube Past President EONS e Chair do Advocacy Group EONS. Como presidente da AEOP falarei sobre o papel das associações nacionais no desenvolvimento e promoção da enfermagem oncológica a nível nacional. Já a Prof.ª Célia Santos irá apresentar a sua experiência na articulação da investigação com a prática clínica. Teremos ainda a apresentação de 10 trabalhos em comunicações livres. Contamos com a presença de todos esperando que este evento seja atrativo de forma a fomentar a participação dos presentes. Pensamos contribuir para um importante encontro científico da comunidade em oncologia. Dr. a Ana Pais Presidente do Grupo de Estudos de Cancro e Trombose A relação entre tromboembolismo venoso e cancro está bem estabelecida. Até 20% dos doentes oncológicos apresentam um evento tromboembólico no decurso da doença, reconhecido como uma das causas mais importantes de mortalidade e morbilidade no doente oncológico. A prevenção e o tratamento do tromboembolismo venoso são um dos desafios mais atuais na prática clínica diária. Apesar da relevância desta questão e da sua incidência crescente, a comunidade em geral e um número significativo de profissionais de saúde, inclusive aqueles que lidam diretamente com os doentes oncológicos, estão pouco sensibilizados para esta temática. Cientes desta realidade, médicos de diferentes especialidades que lidam com o doente oncológico, reuniram-se para formar o designado Grupo de Estudos de Cancro e Trombose (GESCAT). Pretendemos ser um grupo aberto a todos os profissionais de saúde, com o compromisso de contribuir para formar e informar a comunidade científica e a sociedade em geral. Foi neste contexto que considerámos fundamental a elaboração das Recomendações Portuguesas para a Profilaxia e Tratamento do Tromboembolismo Venoso no Doente Oncológico. Mais do que um contributo para a boa prática clínica, esperamos que seja um estímulo para que um número crescente de profissionais de saúde se envolva nesta temática. A multidisciplinaridade da oncologia é a essência do GESCAT e deste congresso. Juntamente com a Sociedade Portuguesa de Oncologia, acreditamos que a colaboração entre todos é essencial para o sucesso deste projeto. Estamos a abrir caminho para ir mais além. Contamos convosco! 06 / daily of 13. o congresso nacional de oncologia 2014 / 14 outubro outubro 2014 / 13. o congresso nacional de oncologia 2014 daily of / 07

5 entrevista Prof. a Teresa Almeida santos Profissionais devem estar preparados para discutir as opções de preservação e/ou referenciar os doentes a especialistas na área da reprodução A criopreservação de ovócitos afigura-se-nos como sendo a mais indicada para jovens pós-púberes e mulheres em idade reprodutiva por ter eficácia aceitável e evitar problemas éticos decorrentes do armazenamento de embriões de casais em que um dos elementos sofre de doença oncológica Preservação da Fertilidade em Doentes com Cancro é o tema da Sessão Especial, que vai decorrer hoje à tarde, das 17h30às 18h00, na Sala do Infante. A Prof.ª Teresa Almeida Santos, da Faculdade de Medicina de Coimbra, vai apresentar a conferência e antecipou à Daily Of, alguns momentos-chave. Daily Of (DO) O que dizem as guidelines em relação à preparação dos profissionais na comunicação da possibilidade de infertilidade nos doentes com cancro em idade reprodutiva? Teresa Almeida Santos (TAS) - As orientações internacionais mais recentes recomendam que os profissionais de saúde devem sempre referir a possibilidade de infertilidade a todos os doentes oncológicos em idade reprodutiva, bem como aos seus pais, no caso de crianças ou adolescentes menores. As orientações internacionais mais recentes recomendam que os profissionais de saúde devem sempre referir a possibilidade de infertilidade a todos os doentes oncológicos em idade reprodutiva, bem como aos seus pais, no caso de crianças ou adolescentes menores DO - Caso os doentes decidam que querem assegurar a preservação da fertilidade, como devem atuar os médicos? TAS Devem estar preparados para discutir as opções de preservação e/ou referenciar os doentes a especialistas na área da reprodução. Estas informações devem ser parte integrante do processo de educação e consentimento informado, antes de iniciar o tratamento, e as estratégias de proteção/preservação da fertilidade devem ser implementadas sistematicamente antes de qualquer tratamento potencialmente lesivo da função reprodutora. DO Quais são as principais técnicas de preservação da fertilidade disponíveis para o homem? TAS A criopreservação de esperma, em azoto líquido segundo protocolos estabelecidos. Posteriormente, quando o doente assim o pretender, o esperma poderá ser usado para técnicas de PMA (inseminação intrauterina (IIU), fecundação in vitro (FIV) ou injeção intracitoplasmática de espermatozóides (ICSI) consoante a situação clínica do casal. E embora os tratamentos da doença oncológica sejam potencialmente causadores de mutações nas células germinais do epitélio seminífero, os dados atualmente disponíveis indicam que não há um risco aumentado de malformações congénitas ou de doença oncológica nas crianças nascidas com utilização de esperma de sobreviventes de doença oncológica. De igual forma, a descendência de sobreviventes do sexo masculino não apresentou risco aumentado de complicações obstétricas e perinatais ou de baixo peso à nascença. Outra técnica é a criopreservação de tecido testicular. Quando não é possível o recurso a esperma ejaculado para criopreservação (crianças pré-púberes ou adultos com dificuldade na colheita mesmo com recurso a técnicas de estimulação mecânica) pode recorrer-se à obtenção de espermatozóides ou de tecido testicular por biópsia. As amostras de tecido testicular obtidas são entãocriopreservadas. Depois de terminar o tratamento, e quando o doente assim pretender, o tecido testicular poderá ser descongelado e utilizado para microinjeção intracitoplasmática. Apesar de ainda não ser uma técnica amadurecida pensa-se que a maturação in vitro deste tecido poderá permitir obter espermatozóides. Esta técnica é ainda experimental e os dados relativos às taxas de sucesso em humanos são muito escassos. Deve também considerar-se a possibilidade de transplante ortotópico de tecido testicular criopreservado ou mesmo de transplante isolado de células estaminais. DO Já a mulher tem mais técnicas ao seu dispor, certo? TAS Sim, embora nem todas estejam disponíveis em Portugal, como é o caso da criopreservação de embriões. É uma técnica destinada a mulheres casadas ou em união de facto, desde que não existam objeções morais e/ou éticas. Quando o casal assim o pretender, os embriões são descongelados e transferidos para o útero materno. No entanto, a legislação portuguesa não contempla esta situação particular, já que restringe a aplicação das técnicas de PMA a casais com um diagnóstico de infertilidade (o que, em rigor, não se verifica nesta situação). Por isso considero que a criopreservação de ovócitos e/ou embriões antes de tratamentos potencialmente lesivos da fertilidade afigura-se-nos como uma estratégia preventiva de uma doença que, inexoravelmente, até pelo avançar da idade ocorrerá. Assim, não existindo um diagnóstico de infertilidade no momento da colheita dos gâmetas, ele será muito provável num futuro próximo. DO Mas a verdade é que o diagnóstico de uma doença oncológica numa mulher jovem pode levar à dissolução do casal TAS Sim. A experiência que já temos e os dados da literatura internacional sugerem que o diagnóstico de uma doença oncológica numa jovem é altamente disruptor, sendo frequentes as situações de dissolução do casal neste contexto. Por isso, justifica-se que, nesse contexto, esta opção não seja considerada em primeira instância. DO Qual a técnica mais indicada para as pacientes jovens pós-púberes e mulheres em idade reprodutiva? TAS A criopreservação de ovócitos afigura-se-nos como sendo a mais indicada para jovens pós-púberes e mulheres em idade reprodutiva por ter eficácia aceitável e evitar problemas éticos decorrentes do armazenamento de embriões de casais em que um dos elementos sofre de doença oncológica. Recentemente, a utilização de protocolos curtos com antagonistas da hormona libertadora das gonadotrofinas (GnRH) e de protocolos random start, que permitem iniciar a estimulação ovárica em qualquer fase do ciclo menstrual, tem-se revelado A criopreservação de ovócitos e/ou embriões antes de tratamentos potencialmente lesivos da fertilidade afigura-se-nos como uma estratégia preventiva de uma doença que, inexoravelmente, até pelo avançar da idade ocorrerá uma estratégia útil quando há constrangimentos de tempo por necessidade de iniciar rapidamente a quimioterapia. Neste caso, todo o processo (estimulação hormonal, punção folicular e criopreservação) pode ser concluído em 2 semanas. Tal situação aplica-se em particular no caso do cancro da mama, em que habitualmente existe um intervalo de 6 semanas entre a cirurgia e o início da quimioterapia, desde que as doentes sejam precocemente referenciadas para o especialista em Medicina da Reprodução. A evidência mais recente indica que as taxas de fecundação e gravidez resultantes de FIV/ICSI são similares quando se utilizam ovócitos frescos ou quando se utilizam ovócitos vitrificados/desvitrificados o que atesta a eficácia da técnica de vitrificação. DO E quando é urgente iniciar o tratamento oncológico? TAS A técnica de criopreservação e transplante de tecido ovárico é o único método de preservação da fertilidade que pode ser utilizada em crianças e jovens na pré-puberdade, em jovens e mulheres em que é indesejável a estimulação hormonal e/ou há necessidade de iniciar tratamento com urgência, uma vez que não exige estimulação hormonal nem punção folicular e, por isso, não implica qualquer adiamento do tratamento da doença oncológica. De facto, pode ser útil, principalmente nas crianças, cujo córtex é extremamente rico em folículos primordiais. No entanto, não é possível evitar a lesão do parênquima ovárico restante pela necessidade de coagulação do tecido remanescente. A decisão de realizar ooforectomia ou biópsias deve ser partilhada com a doente que deve ser informada das consequências (relativamente insignificantes) da realização de uma ooforectomia prévia a um tratamento gonadotóxico. 08 / daily of 13. o congresso nacional de oncologia 2014 / 14 outubro outubro 2014 / 13. o congresso nacional de oncologia 2014 daily of / 09

6 A NÃO PERDER AMANHÃ Novo Teste de Sensitividade Quimioterapêutica com Alvo a Ambas Células do Tumor Primário e Células Tronco Cancerígenas (CSLs) em Tumores Cerebrais Malignos - Marshall University Pier Paolo Claudio (autor principal) Sarah E. Mathis, Anthony Alberico, Rounak Nande, Walter Neto, Logan Lawrence, Candace M. Howard, Gerrit A. Kimmey, Aneel A. Chowdhary, Maria R. B. Tria Tirona, Mark Jeffrey Mogul, Terrence D. Julien, Ondrej Choutka, Rida S. Mazagri, Gerald Oakley III, Krista L. Denning, Thomas Dougherty, Linda Brown, Jagan Valluri TERT Increased Transcriptional Activity and Oncogenic TERT Promoter Mutations in GIST - Hospital de Cancêr de Barretos Nathalia Cristina Campanella (autor principal) Ricardo Celestino, Ana Pestana, Cristovam Scapulatempo- -Neto, Maria José Brito, António Gouveia, José Manuel Lopes, Denise Peixoto Guimarães, Paula Soares, Rui M. Reis Characterization of Epstein-Barr Virus Associated Gastric Carcinomas in Portugal - Instituto Português de Oncologia do Porto Joana Patrícia Costa Ribeiro (autor principal) Andreia Oliveira, Ana Gallagar, Luís Pedro Afonso, Hugo Sousa Número de trabalhos científicos recorde A Sociedade Portuguesa de Oncologia recebeu 123 trabalhos científicos desenvolvidos pelos jovens médicos e enfermeiros, um número nunca antes alcançado. Os temas, que encerram os mais recentes avanços da investigação, com uma importância científica relevante e com potencial para mudar a prática clínica, serão apresentados nas sessões de comunicações livres que assumem um lugar de destaque no programa do 13.º Congresso Nacional de Oncologia. Destes, são 16 os trabalhos a serem apresentados nas comunicações livres de hoje, dia 14, e amanhã, dia 15. O Papel do Papiloma Vírus Humano nos Tumores da Cabeça e Pescoço - Instituto Português de Oncologia de Coimbra Nadine Correia Saraiva (autor principal) Andreia Chaves, Nuno Bonito, Hugo Prazeres, Eugénia Cruz, Miguel Costa, Margarida Teixeira, Regina Silva, Helena Gervásio Tratamento da Carcinomatose Peritoneal com Citorredução Seguida de HIPEC - Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco André Pereira Senhorães Senra (autor principal) José Manuel Fernandes, Donzília Brito, Abreu de Sousa Oliigometastização Hepática de Carcinoma Colorretal Cirurgia de Resgate após Embolização Portal - Instituto Português de Oncologia do Porto Alexandre Manuel Paulo de Sousa (autor principal) Fernanda Sousa, Manuel Fernandes, Belarmino Gonçalves, Susana Dias, Diana Leite, Maria Fragoso, Lúcio Santos, J. Abreu de Sousa QRT com Cisplatina após QT Neoadjuvante com TPF em Tumores Locorregionalmente Avançados da Cabeça e Pescoço - Instituto Português de Oncologia de Lisboa João Mouta (autor principal) Alexandra Mayer, Patrícia Winckler, Mafalda Carneiro, Isália Miguel, Emanuel Gouveia, Diogo Costa, Eduardo Netto, Teresa Alexandre, Isabel Sargento, Margarida Ferreira, António Moreira Desenvolvimento e Progressão do Cancro Colorectal As adipocitocinas como novos marcadores de diagnóstico e prognóstico - Hospital Distrital da Figueira da Foz Maria Amélia Fonseca Pereira (autor principal) Pereira A. Silva D., Matafome P., Gonçalves A. C., Casalta-Lopes J., Seiça R., Silva Marta, Rodrigues E., Brás M., Botelho, F., Azenha N., Sarmento-Ribeiro A. B., Nascimento-Costa J. Efectividade da Radioembolização no Tratamento de Tumor Hepático Irressecável - Instituto Português de Oncologia do Porto Paulo Jorge Semedo Salamanca (autor principal) Paula Ferreira, Maria Fragoso, Belarmino Gonçalves, Maria José Sousa. 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