Controle de Comunicações - TCM Visão Versão 1.0

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Controle de Comunicações - TCM Visão Versão 1.0"

Transcrição

1 Controle de Comunicações - TCM Visão Versão 1.0 Confidencial <Nome da Empresa>, 2008 Página 1

2 Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor 28/08/ Versão Inicial Roberta Kelly, Elton, João 06/07/ Continuação da Versão Inicial Roberta kelly, Elton, João Confidencial <Nome da Empresa>, 2008 Página 2

3 Índice Analítico 1. Introdução Referências 4 2. Posicionamento Descrição do Problema Sentença de Posição do Produto 5 3. Descrições dos Envolvidos e Usuários Resumo dos Envolvidos (Stakeholders) 3.2 Resumo dos Usuários Ambiente do Usuário 3.4 Resumo das Principais Necessidades dos Envolvidos ou Usuários Alternativas e Concorrência 7 4. Visão Geral do Produto Perspectiva do Produto Suposições e Dependências 8 5. Recursos do Produto 9 6. Outros Requisitos do Produto 9 Confidencial <Nome da Empresa>, 2008 Página 3

4 Visão 1. Introdução A finalidade deste documento é coletar, analisar e definir as necessidades e características de nível superior da Meta Física ou do Protótipo de Projeto de Componente de Software de Computador CSC Controle de Comunicações - TCM. Ele enfoca os recursos de que os envolvidos e usuários-alvo precisam e mostra por que essas necessidades existem. Os detalhes de como o CSC TCM atende a essas necessidades estão descritos nas especificações suplementares e de caso de uso. 1.1 Referências Cunha, Adilson Marques da Notas de Aula da Disciplina CE-235, disponível em acesso em 06/08/2008, Satélites de Comunicação GeoEstacionário, disponível em Acesso 12/08/2008. Souza Júnior, W. C., Notas de aula da Disciplina IH-219 Sensoriamento Remoto: aplicações em Infra-Estrutura e Meio Ambiente. Renaux, D., Becker, L. G. B., Stadzisz, P. C., Góes, R. E., Linhares, R. R., Documento de Especificação do Protocolo de Comunicação Rhodes, versão 0.98 de 31/01/2006. Artefatos de Visão das Unidades de Software de Computador Comunicação por Satélite, por Rádio-Frequências e por Celulares. 2. Posicionamento 2.1 Descrição do Problema O problema Dotar o Item de Configuração de Software de Computador - ICSC Gerenciamento de Telecomunicações - GTCM de um Protótipo de Projeto CSC TCM, que possa ser integrado, em uma segunda fase, aos outros ICSCs, visando propiciar a comunicação entre a Plataforma de Coleta de Dados PCD e os meios físicos de transmissão de dados Hidrometeorológicos, Operacionais e Configurações. afeta cujo impacto é uma boa solução seria Primeiramente a comunidade científica e tecnológica, logo em seguida a Agência Nacional de Águas ANA e o Ministério do Meio Ambiente. Permitir envio de dados da PCD por diferentes meios de comunicação, Satélite, Rádio-Frequências e Comunicação por Celulares, e que possa fazer manutenção da PCD por comando enviado por satélite Desenvolver e um CSC TCM genérico para o Item de Configuração de Software de Computador ICSC Gerenciamento de Telecomunicações - GTCM do Sistema de Software de Computador - SSC Monitoramento de Plataformas de Coleta de Dados - MPCD, que implemente as principais funcionalidades de Controle de Comunicação requerido pelos demais CSCs, visando aumentar a reutilização desses CSCs, de forma integrada, até o final do 2º semestre de Confidencial <Nome da Empresa>, 2008 Página 4

5 Sentença de Posição do Produto Para Ministério do Meio Ambiente, Agência Nacional de Água, Conselho Nacional de Recursos Hídricos, Empresas Institutos, Civis ou Militares, ou qualquer outro objeto desta natureza que faça uso de Comunicação por Satélites, por Rádio-Frequências e por Celulares. Quem O (Controle de Comunicações) Que Diferente de Nosso produto Necessitar de utilizar Comunicação por Satélites ou Rádio- Frequências ou por Celulares. Representa um CSC que mapeia as principais funcionalidades de envio dados da PCD. Propicia a transmissão e a recepção de dados atendendo grandes distâncias e lugares isolados. Dos outros CSCs que controla o envio e realiza o tratamentos dos dados. Todo o território nacional e coberto por satélites. 3. Descrições dos Envolvidos e Usuários Esta seção fornece um perfil dos envolvidos e dos usuários que integram com o CSC do ICSC GTCM, e dos principais problemas que, de acordo com o ponto de vista deles, poderão ser abordados pela solução proposta. Ela não descreve as solicitações ou os requisitos específicos dos usuários e dos envolvidos, já que eles são capturados em um artefato individual de solicitações dos envolvidos. Em vez disso, ela fornece a base e a justificativa que explicam por que os requisitos são necessários. 3.1 Resumo dos Envolvidos (Stakeholders) Dentre os envolvidos ou interessados no desenvolvimento de um conjunto de CSCs que mapeiam as funcionalidades do ICSC GTCM, de forma reutilizável, nem todos são considerados como seus usuários finais. A tabela abaixo apresenta uma lista dos envolvidos ou interessados, suas descrições e responsabilidades. Esses envolvidos ou interessados não são considerados usuários. A tabela contendo uma lista dos usuários, suas descrições e responsabilidades, encontra-se na seção 3.2. Nome Descrição Responsabilidades Equipe do CSC Envio de Dados de Telemetrias-TMT Professor e Alunos de pós-graduação da matéria CE-235: Sistemas Embarcados de Tempo Real e da graduação da matéria CES-63: Sistemas Embarcados do ITA envolvidos com o desenvolvimento do CSC TMT. Envio de Dados Hidrometeorológicos; Envio de Dados Operacionais; e Envio de Configurações. Confidencial <Nome da Empresa>, 2008 Página 5

6 Equipe do CSC Tratamento de Telecomandos - TCD Professor e Alunos de pós-graduação da matéria CE-235: Sistemas Embarcados de Tempo Real e da graduação da matéria CES-63: Sistemas Embarcados do ITA envolvidos com o desenvolvimento do CSC TCD. Recepção de Configurações; Recepção de Interrogações;e Interpretação de Comandos; 3.2 Resumo dos Usuários Encontra-se abaixo descrita uma lista resumida de todos os usuários identificados do CSC TCM. Nome Descrição Envolvido CSC Envio de Dados de Telemetrias-TMT Propicia o envio de dados Hidrometeorológico, Operacionais e de Configuração. Auto-Representado CSC Tratamento de Telecomandos - TCD Propicia a tratamento dos dados na recepção e a interpretação de comandos. Auto-Representado 3.3 Ambiente do Usuário Equipe Técnica do CSC TCM Descrição Tipo Responsabilidades Critérios de Sucesso Envolvimento Equipe responsável pela pesquisa e desenvolvimento das UCSs de Comunicação da PCD via Satélite, Radiofreqüência e Celular. Usuário experiente. Propiciar o envio de dados da PCD por Satélite, por Radiofreqüência e por Celular e envio de comandos de configuração do Satélite para a PCD. Capacidade de configurar a periodicidade de transmissão de dados. Outras CSCs se utilização desta para comunicação entre as USCs. ComentáriosProblemas / O desempenho pode ser comprometido por falhas de comunicação entre as USCs. Equipe Técnica do CSC TMT Confidencial <Nome da Empresa>, 2008 Página 6

7 Descrição Tipo Responsabilidades Critérios de Sucesso Envolvimento Equipe responsável pela pesquisa e desenvolvimento das USCs Envio de Dados Hidrometeorológicos, Envio de Dados Operacionais e Envio de Configurações. Usuário experiente. Propiciar o envio de dados da PCD por Celular. Que tenha sinal de transmissão. Outros CSCs que se utiliza desta para comunicação entre as USCs. ComentáriosProblemas / O desempenho pode ser comprometido por falhas de comunicação entre as USCs. 3.4 Resumo das Principais Necessidades dos Envolvidos ou Usuários Seguem as principais necessidades das soluções existentes, conforme o ponto de vista dos envolvido ou dos usuários. Necessidade Prioridade Preocupações Solução Atual É necessário dotar o Projeto MPCD de uma sistemática para envios e recepção de dados por Satélites É necessário dotar o Projeto SSC MPCD de uma sistemática para recepção de dados por Celular. Alta Alta Levar em conta as principais funcionalidades e os requisitos não funcionais, considerando os meios físicos de transmissão. Levar em conta as principais funcionalidades e os requisitos não funcionais, considerando os meios físicos de transmissão. Seguir o Padrão de Protocolos baseados no modelo OSI. Seguir o Padrão de Protocolos baseados no modelo OSI. Soluções Propostas Desenvolver e implementar um protótipo de USC, que mapeie as funcionalidades de Periodicidade da Comunicação entre a PCD e o Satélite. Desenvolver e implementar um protótipo de USC, que mapeie as funcionalidades de Periodicidade da Comunicação da PCD através de celular. É necessário dotar o Projeto MPCD de uma sistemática para recepção de dados por Celular. Alta Levar em conta as principais funcionalidades e os requisitos não funcionais, considerando os meios físicos de transmissão. Seguir o Padrão de Protocolos baseados no modelo OSI. Desenvolver e implementar um protótipo de USC, que mapeie as funcionalidades de Periodicidade da Comunicação da PCD através radiofreqüência. 3.5 Alternativas e Concorrência Confidencial <Nome da Empresa>, 2008 Página 7

8 Benefícios ao Usuário Bandas de transmissão C e Ku Sistema de GPS, instalado junto à radoma. Antena Recursos de Suporte - Freqüência de uplink - para a transmissão de sinais da terra para o satélite; - Freqüência de downlink - para a transmissão de sinais do satélite de volta para a terra; - Freqüência da portadora do transponder para a modulação do sinal - Fornece a hora, com a devida precisão, para poder receber e acompanhar a órbita do satélite. - Recepção dos dados enviados por Satélites e envio dos mesmos as PCDs. - Recepção dos dados enviados pelas PCDs e envio dos mesmos aos Satélites. 4. Visão Geral do Produto Fig. 01 Visão da USC Comunicação por Satélites 4.1 Perspectiva do Produto O CSC TMC faz parte do ICSC GTCM de SSC MPCD propiciara a implementação das funcionalidades de comunicação entre os meios físicos de transmissão de dados telemétricos e a PCD, que visa atender às solicitações dos stakeholders relacionados ao MPCD. 4.2 Suposições e Dependências N/D Confidencial <Nome da Empresa>, 2008 Página 8

9 5. Recursos do Produto Benefícios ao Usuário Recursos Controle de Comunicações - TCM - Deverá propiciar o armazenamento dos dados coletados pela PCD; - Deverá propiciar a formatação dos dados em uma mensagem padrão; - Deverá propiciar a transmissão de dados da PCD para o Satélite; - Deverá propiciar a recepção de dados enviados do Satélite para PCD; - Deverá propiciar o apontamento da antena três segundos antes do satélite apontar no horizonte de visão da antena; - Deverá propiciar o envio de comando de configuração do Satélite para a PCD; e - Deverá propiciar a execução de teste. 6. Outros Requisitos do Produto Requisitos Normativos: Faz-se necessário observar as normas ISO 9000, ISO , ISSO 12207, ISO 15504e ISO 829. Requisitos de Hardware: A PCD deve possuir um conjunto de sensores definidos de acordo com o tipo de monitoração desejada e da interface de aquisição de dados, possuir uma antena, possuir um transceiver satelital. Requisitos de Desempenho: O tempo de reposta às solicitações dos usuários não deverá ultrapassar 60 segundos, em condições normais de operação. Deverá suportar acesso simultâneo. Requisitos Ambientais: N\A Requisitos de Confiabilidade: É necessário que este CSC sejam extremamente confiáveis, pois os dados adquiridos serão utilizados em Sala de Situação. Para tal é necessário: Fornecimento ininterrupto de energia elétrica; e Sistema de Backup. Requisitos de Segurança: Definição de políticas de acesso aos recursos do sistema e Definição de políticas de backup de dados, equipamentos e instalações. Padrões Aplicáveis: O CSC deverá ser compatível com os padrões boas práticas de codificação existentes. Requisitos de Documentação: N/A Confidencial <Nome da Empresa>, 2008 Página 9

SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS Média de Qualidade de cada Aspecto por ano/semestre

SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS Média de Qualidade de cada Aspecto por ano/semestre 1º Semestre de 2007 03/08/16 17:03 Pagina 1 de19 2º Semestre de 2007 03/08/16 17:03 Pagina 2 de19 1º Semestre de 2008 03/08/16 17:03 Pagina 3 de19 2º Semestre de 2008 03/08/16 17:03 Pagina 4 de19 1º Semestre

Leia mais

PlantVisor PRO - Supervisão e. PlantVisorPRO2. Gerenciamento de Dispositivos

PlantVisor PRO - Supervisão e. PlantVisorPRO2. Gerenciamento de Dispositivos PlantVisor PRO - Supervisão e PlantVisorPRO2 Gerenciamento de Dispositivos PlantVisorPRO2 Uma poderosa solução em um produto muito fácil de usar. Controle & Gerenciamento de Plantas. Soluções integradas

Leia mais

Manual de instalação, configuração e utilização do Enviador XML

Manual de instalação, configuração e utilização do Enviador XML Manual de instalação, configuração e utilização do Enviador XML 1 Manual de instalação, configuração e utilização do Enviador XML 1. Conceitos e termos importantes XML Empresarial: é um sistema web (roda

Leia mais

ITA/CE-235 G4 PSVA - Protótipo de Sistema de Veículo Autônomo Visão Versão 1.0

ITA/CE-235 G4 PSVA - Protótipo de Sistema de Veículo Autônomo Visão Versão 1.0 ITA/CE-235 G4 PSVA - Protótipo de Sistema de Veículo Autônomo Visão Versão 1.0 CE235G4 PSVA Visão Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor 27/08/04 0.1 Versão Inicial Calvetti 29/08/04 0.2 Revisão

Leia mais

Versão: 1.0 Doc Manager

Versão: 1.0 Doc Manager Plano de Gerenciamento de Configuração versão 1.0 Desenvolvimento do Sistema de Gestão de Documentos Doc Manager Cliente: São José Agroindustrial Representante do cliente: Paulo José de Souza 1 Data: 10/04/2016

Leia mais

Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial

Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial Instituto Tecnológico da Aeronáutica Departamento de Engenharia Eletrônica e Computação CE-230: Professor Dr. Luis Alberto Vieira Dias Professor Dr. Adilson Marques

Leia mais

Skypatroll TT8750. Manual do Configurador

Skypatroll TT8750. Manual do Configurador Manual do Configurador Sumário Apresentação...2 Introdução...2 Configurador...3 Botões e suas funcionalidades...4 Abrir portal serial...4 Ler Configurações:...4 Gravar configurações...5 Configuração padrão

Leia mais

De Olho na Pista. Documento de Arquitetura. De Olho na Pista Documento de Arquitetura Data: 23/03/2013. AJA Software

De Olho na Pista. Documento de Arquitetura. De Olho na Pista Documento de Arquitetura Data: 23/03/2013. AJA Software AJA Software www.ajasoftware.wordpress.com De Olho na Pista Documento de Arquitetura Confidencial De Olho na Pista, 2013 1 Sumário 1. Introdução 3 2. Metas e Restrições da Arquitetura 3 3. Padrão da Arquitetura

Leia mais

Análise: smartphone InnJoo Max3 Pro LTE

Análise: smartphone InnJoo Max3 Pro LTE Análise: smartphone InnJoo Max3 Pro LTE Date : 17 de Dezembro de 2016 Durante as últimas semanas tivemos em análise um smartphone (ou phablet, como lhe queira chamar) da marca InnJoo, que claramente apostou

Leia mais

Bruno Antunes da Silva UFSCar - Sorocaba

Bruno Antunes da Silva UFSCar - Sorocaba Bruno Antunes da Silva UFSCar - Sorocaba Introdução HDFS Arquitetura Leitura e escrita Distribuição de nós Controle de réplicas Balancer MapReduce Conclusão Aplicações web com grandes quantidades de dados

Leia mais

CONCESSIONÁRIAS DE ENERGIA APLICAÇÕES

CONCESSIONÁRIAS DE ENERGIA APLICAÇÕES CONCESSIONÁRIAS DE ENERGIA APLICAÇÕES CONTEÚDO 03 VISÃO GERAL TECNOLOGIA: COMUNICADOR MANUTENÇÃO MONITORAMENTO 04 ROTEADOR 10 PREDITIVA 11 DE VARIÁVEIS 12 EMS - ENERGY MANAGEMENT SYSTEMS 02 VISÃO GERAL

Leia mais

Exemplo de Configuração de Ponto de Acesso como Ponte de Grupo de Trabalho

Exemplo de Configuração de Ponto de Acesso como Ponte de Grupo de Trabalho Exemplo de Configuração de Ponto de Acesso como Ponte de Grupo de Trabalho Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Informações de Apoio Configuração Diagrama de Rede

Leia mais

Técnicas para o Desenvolvimento de Projetos de Sistemas de BD

Técnicas para o Desenvolvimento de Projetos de Sistemas de BD CURSO DE GRADUAÇÃO e DE PÓS-GRADUAÇÃO DO ITA 1º SEMESTRE 2002 CES-30 Técnicas de Banco de Dados - BD e CE-240 Projeto de Sistema de BD Prof.Dr. Adilson Marques da Cunha Técnicas para o Desenvolvimento

Leia mais

Disciplina de Programação de Robôs Móveis SSC-0712

Disciplina de Programação de Robôs Móveis SSC-0712 USP - ICMC - SSC LRM (Lab. de Robótica Móvel) SSC 0712 (PRM) - 1o. Semestre 2012 Disciplina de SSC-0712 1 Março 2012 Prof. Fernando Santos Osório Email: fosorio [at] { icmc. usp. br, gmail. com } Estagiário

Leia mais

CES-30 Técnicas de Banco de Dados - BD e CE-240 Projeto de Sistema de BD. Introdução e Orientações Gerais

CES-30 Técnicas de Banco de Dados - BD e CE-240 Projeto de Sistema de BD. Introdução e Orientações Gerais CURSO DE GRADUAÇÃO e DE PÓS-GRADUAÇÃO DO ITA 1º SEMESTRE 2002 CES-30 Técnicas de Banco de Dados - BD e CE-240 Projeto de Sistema de BD Prof. Dr. Adilson Marques da Cunha Introdução e Orientações Gerais

Leia mais

Processo de Desenvolvimento de Software

Processo de Desenvolvimento de Software Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Conteúdo Programático desta aula Fases do Processo. Ciclo de vida do processo. Processo Unificado Orientado por Casos de Uso, surgiu para realizar o

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Capítulo 4: Introdução às Telecomunicações nas Empresas Sistemas de Informação e as decisões gerenciais na era da Internet James A. O'Brien Editora Saraiva The McGraw-Hill Companies, Inc., 1999 Objetivos

Leia mais

DS-1100KI Teclado para uso em rede. Especificações técnicas

DS-1100KI Teclado para uso em rede. Especificações técnicas DS-1100KI Teclado para uso em rede Especificações técnicas Avisos As informações contidas neste documento estão sujeitas a mudança sem prévio aviso e não representam nenhum compromisso em nome da HIKVISION.

Leia mais

PLATAFORMAS MARÍTIMAS. Aula 11. Sistemas de Posicionamento Dinâmico

PLATAFORMAS MARÍTIMAS. Aula 11. Sistemas de Posicionamento Dinâmico PLATAFORMAS MARÍTIMAS Aula 11 Sistemas de Posicionamento Dinâmico INTRODUÇÃO Define-se posicionamento dinâmico (Dynamic Positioning - DP) como um sistema que controla automaticamente a posição e o aproamento

Leia mais

Aplicações com Banco de Dados e Cliente-Servidor

Aplicações com Banco de Dados e Cliente-Servidor Aplicações com Banco de Dados e Cliente-Servidor Aula #231 EBS 211 POO e UML Prof Luiz Fernando S Coletta luizfsc@tupaunespbr Campus de Tupã Roteiro Rede de computadores; Aplicação cliente/servidor; Sockets

Leia mais

ASDM 6.4: Túnel do VPN de Site-para-Site com exemplo de configuração IKEv2

ASDM 6.4: Túnel do VPN de Site-para-Site com exemplo de configuração IKEv2 ASDM 6.4: Túnel do VPN de Site-para-Site com exemplo de configuração IKEv2 Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Informações de Apoio Configurar Diagrama de Rede

Leia mais

LanUn1vers1ty 6421: CONFIGURANDO E SOLUCIONANDO PROBLEMAS EM UMA INFRAESTRUTURA DE REDES WINDOWS SERVER 2008

LanUn1vers1ty 6421: CONFIGURANDO E SOLUCIONANDO PROBLEMAS EM UMA INFRAESTRUTURA DE REDES WINDOWS SERVER 2008 6421: CONFIGURANDO E SOLUCIONANDO PROBLEMAS EM UMA INFRAESTRUTURA DE REDES WINDOWS SERVER 2008 Objetivo: Este curso proporciona aos alunos o conhecimento e as habilidades necessárias para configurar e

Leia mais

Move-nos ter SOLUÇÕES. para oferecer KTS 560 / KTS 590. Diagnóstico de unidades de comando com ESI[tronic]

Move-nos ter SOLUÇÕES. para oferecer KTS 560 / KTS 590. Diagnóstico de unidades de comando com ESI[tronic] Move-nos ter SOLUÇÕES para oferecer KTS 560 / KTS 590 Diagnóstico de unidades de comando com ESI[tronic] Diagnóstico de unidades de comando inovador para uma máxima eficiência Os novos e resistentes módulos

Leia mais

25º Encontro Provedores Regionais NITERÓI/RJ, 13/09/2016

25º Encontro Provedores Regionais NITERÓI/RJ, 13/09/2016 25º Encontro Provedores Regionais NITERÓI/RJ, 13/09/2016 Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações - MCTIC POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCENTIVO À BANDA LARGA O Programa Nacional de Banda Larga

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Redes de Telecomunicações Prof. Robson Almeida INFRA-ESTRUTURA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 TELECOMUNICAÇÕES NAS ORGANIZAÇÕES CONCEITOS BÁSICOS Telecomunicações Reúne toda infraestrutura

Leia mais

Este documento requer uma compreensão do ARP e de ambientes Ethernet.

Este documento requer uma compreensão do ARP e de ambientes Ethernet. Proxy ARP Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Como o Proxy ARP Funciona? Diagrama de Rede Vantagens do Proxy ARP Desvantagens do Proxy ARP Introdução Este documento

Leia mais

Controle de Taxa de Sementes

Controle de Taxa de Sementes Controle de Taxa de Sementes Controle de Taxa de Sementes Chicotes para controle OEM John Deere Module White DJ Hyrdadrive Module Case IH Valve Valve Valve Module Sensor Sensor Sensor Controle de Taxa

Leia mais

UMG MODULAR 300. Aplicações Típicas. Principais Características. Visão Geral USER MEDIA GATEWAY E1, VOIP, GSM, FXS AND FXO

UMG MODULAR 300. Aplicações Típicas. Principais Características. Visão Geral USER MEDIA GATEWAY E1, VOIP, GSM, FXS AND FXO USER MEDIA GATEWAY E1, VOIP, GSM, FXS AND FXO Principais Características Aplicações Típicas Modular, de acordo com o cenário que será utilizado 2 portas Ethernet Giga 10 contas SIP + quantidade máxima

Leia mais

Gerência de Redes Visão Geral

Gerência de Redes Visão Geral Gerência de Redes Visão Geral Cássio D. B. Pinheiro pinheiro.cassio@ig.com.br cassio.orgfree.com Sumário Gerenciamento de Redes Evolução do Gerenciamento Áreas Funcionais Elementos do Gerenciamento Plataformas

Leia mais

Soluções Inovadoras em TI. O uso de sistemas na gestão de laboratórios e projetos de P&D Palestrante: Pablo Braga (CEO)

Soluções Inovadoras em TI. O uso de sistemas na gestão de laboratórios e projetos de P&D Palestrante: Pablo Braga (CEO) Soluções Inovadoras em TI O uso de sistemas na gestão de laboratórios e projetos de P&D Palestrante: Pablo Braga (CEO) A SIDETECH 2 Fundada em 1994, a Sidetech é uma empresa inovadora de soluções em TI,

Leia mais

FAQ sobre a Quality of Service (QoS) nos Catalyst 2950 Series Switches

FAQ sobre a Quality of Service (QoS) nos Catalyst 2950 Series Switches FAQ sobre a Quality of Service (QoS) nos Catalyst 2950 Series Switches Perguntas Introdução Quais são os requisitos de versão de software dos recursos de QoS nos Catalyst 2950 Series Switches? Que recursos

Leia mais

Exemplo de configuração do gerenciamento de largura de banda do VPN 3000 concentrator

Exemplo de configuração do gerenciamento de largura de banda do VPN 3000 concentrator Exemplo de configuração do gerenciamento de largura de banda do VPN 3000 concentrator Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Diagrama de Rede Convenções Configurar uma política

Leia mais

Transferência de Arquivo: Protocolo FTP

Transferência de Arquivo: Protocolo FTP Para iniciar uma sessão FTP (File Transfer Protocol) típica e acessar uma conta, o usuário deve fornecer uma identificação e uma senha; Após a identificação o usuário pode realizar operações de transferência

Leia mais

Informações comerciais: (11) Calçada das Violetas Nº 172 2º andar Barueri - SP

Informações comerciais: (11) Calçada das Violetas Nº 172 2º andar Barueri - SP www.mdftecnologia.com.br Informações comerciais: (11) 4134-1720 comercial@mdftecnologia.com.br Calçada das Violetas Nº 172 2º andar Barueri - SP Empresa fundada em 01 de janeiro de 2003, a MDF Tecnologia,

Leia mais

O que é a distância administrativa?

O que é a distância administrativa? O que é a distância administrativa? Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Usados Convenções Selecione o Melhor Caminho Tabela de Valor de Distância Padrão Outras Aplicações da Distância

Leia mais

IVIA Rede IVIA. Versão 5.0. IVIA Serviços de Informática Ltda. CMMI ISO 9001:2000 MPS.Br.

IVIA Rede IVIA. Versão 5.0. IVIA Serviços de Informática Ltda. CMMI ISO 9001:2000 MPS.Br. IVIA Rede IVIA Especificação de Infra-Estrutura Versão 5.0 IVIA Serviços de Informática Ltda. Av. Washington Soares, 909 Loja 97, Setor Azul Shopping Salinas - Edson Queiroz 60.811-341 Fortaleza CE Brasil

Leia mais

Notas sobre o processamento de dados no SKI

Notas sobre o processamento de dados no SKI Notas sobre o processamento de dados no SKI O SKI (versão 2.3), é o software usado no processamento de dados GPS, com objectivo de obter coordenadas no sistema geodésico WGS84 ou num sistema de coordenadas

Leia mais

RICOH SIM. Solução Integrada Ricoh de Monitoramento e Gerenciamento de Ativos de TI.

RICOH SIM. Solução Integrada Ricoh de Monitoramento e Gerenciamento de Ativos de TI. RICOH SIM Solução Integrada Ricoh de Monitoramento e Gerenciamento de Ativos de TI www.ricoh.com.br Solução Integrada Ricoh de Monitoramento e Gerenciamento de Ativos de TI. Essa solução engloba uma série

Leia mais

Banco de Dados. Introdução. Profa. Flávia Cristina Bernardini

Banco de Dados. Introdução. Profa. Flávia Cristina Bernardini Banco de Dados Introdução Profa. Flávia Cristina Bernardini * Slides Baseados no material elaborado pelos professores Eduardo R. Hruschka, Cristina D. A. Ciferri e Elaine Parros Machado Motivação Operações

Leia mais

Redes de Computadores Prof. Fred Sauer

Redes de Computadores Prof. Fred Sauer Redes de Computadores Prof. Fred Sauer http://www.fredsauer.com.br fsauer@gmail.com Quem sou eu... Prof. Frederico Sauer (Fred) Mestre e Doutor UFRJ com dissertação e tese em Segurança e Gerenciamento

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM INFORMÁTICA SISTEMAS OPERACIONAIS I 1 0 SEM/05 Teste 1 Unidade I DURAÇÃO: 50 MINUTOS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM INFORMÁTICA SISTEMAS OPERACIONAIS I 1 0 SEM/05 Teste 1 Unidade I DURAÇÃO: 50 MINUTOS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM INFORMÁTICA SISTEMAS OPERACIONAIS I 1 0 SEM/05 Teste 1 Unidade I DURAÇÃO: 50 MINUTOS Aluno: GABARITO Escore: 1 a Questão (30) Assinale a(s) resposta(s)

Leia mais

As alterações de política do controle de acesso neste documento usam as seguintes plataformas de hardware:

As alterações de política do controle de acesso neste documento usam as seguintes plataformas de hardware: Índice Introdução Pré-requisitos Componentes Utilizados Diagrama de Rede Configuração Exemplo EIGRP Exemplo OSPF Exemplo de BGP Verificação EIGRP OSPF BGP Troubleshooting Cisco relacionado apoia discussões

Leia mais

UPS. SYS 201 rt 2u INFINITE POWER. De 1000 VA a 3000 VA. Aplicações para Missões Críticas

UPS. SYS 201 rt 2u INFINITE POWER. De 1000 VA a 3000 VA. Aplicações para Missões Críticas INFINITE POWER Aplicações para Missões Críticas UPS UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO ININTERRUPTA SYS 201 rt 2u Tecnologia Online de Dupla Conversão Desenho Convertível para Bastidor/Torre Tensão e Frequência Independentes

Leia mais

Gerência de Configuração: Ramificação e Integração. Leonardo Gresta Paulino Murta

Gerência de Configuração: Ramificação e Integração. Leonardo Gresta Paulino Murta Gerência de Configuração: Ramificação e Leonardo Gresta Paulino Murta leomurta@ic.uff.br Existem diferentes estratégias de criação de ramos, que podem ser combinadas A seleção correta de estratégias possibilita

Leia mais

Manual de Utilizador

Manual de Utilizador Índice 1 Visão Geral... 1 2 Comandos... 3 3 Configurações... 3 3.1 Temporização de circuitos... 4 3.2 Calendarização para on/off de circuitos... 5 3.3 Definições de on/off de circuitos em função valores

Leia mais

Subsistemas de E/S Device Driver Controlador de E/S Dispositivos de E/S Discos Magnéticos Desempenho, redundância, proteção de dados

Subsistemas de E/S Device Driver Controlador de E/S Dispositivos de E/S Discos Magnéticos Desempenho, redundância, proteção de dados Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Gerência de Dispositivos Subsistemas de E/S Device Driver Controlador de E/S

Leia mais

Comunicação de Dados. Arquitecturas

Comunicação de Dados. Arquitecturas Comunicação de Dados Arquitecturas Arquitecturas de Comunicação Definem interacções entre equipamentos e/ou módulos de programas. Podem ser: Arquitecturas abertas Arquitecturas proprietárias Os principais

Leia mais

ENTIDADE M A P A G E R A L D E B E N S M Ó V E I S - Com Localização e Importâncias Data : 2014/04/04 MUN ESTARREJA Ano : Página: 1

ENTIDADE M A P A G E R A L D E B E N S M Ó V E I S - Com Localização e Importâncias Data : 2014/04/04 MUN ESTARREJA Ano : Página: 1 Página: 1 101 01 01 76547 6 070109 42.6 PROJ.65/2009 - CPEOP 006/2010 - Armário 2013/08/12 206 8301 EBI a Sul do Concelho 1.210,64 1.210,64 1.210,64 1.147,58 bastidor 600x600 101 01 01 76548 6 070109 42.6

Leia mais

Universidade Federal de Minas Gerais. Sistemas Operacionais. Aula 19. Sistema de Entrada/Saída

Universidade Federal de Minas Gerais. Sistemas Operacionais. Aula 19. Sistema de Entrada/Saída Aula 19 Sistema de Entrada/Saída Sistema de E/S Por que estudar? Essenciais! Muitos tipos: - mouse - discos - impressora - scanner - rede - modem Cada fabricante complica de um jeito diferente. Tempos

Leia mais

SISTEMA DE AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL: ACESSIBILIDADE NO CONTROLE DOMÉSTICO JASON SCALCO PILOTI

SISTEMA DE AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL: ACESSIBILIDADE NO CONTROLE DOMÉSTICO JASON SCALCO PILOTI SISTEMA DE AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL: ACESSIBILIDADE NO CONTROLE DOMÉSTICO JASON SCALCO PILOTI Abordagem Introdução Proposta de Solução Solução Aplicativo Controlador Comunicação Módulos Testes Conclusão Dúvidas

Leia mais

MÁQUINAS VIRTUAIS EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS. Luiz C. Vieira

MÁQUINAS VIRTUAIS EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS. Luiz C. Vieira EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Luiz C. Vieira Origem na Virtualização de Mainframes IBM, 1960 Executar várias aplicações e processos ao mesmo tempo. Otimização de recursos M44/44X 7044 Máquinas virtuais Em 1980

Leia mais

Camada de Aplicação da Arquitetura TCP/IP

Camada de Aplicação da Arquitetura TCP/IP Arquitetura de Redes de Computadores e Tecnologia de Implementação de Redes 2016.1 Camada de Aplicação da Arquitetura TCP/IP Curso Técnico Integrado em Informática Turma: INT.INF.3M Arquitetura de Redes

Leia mais

Espionagem de atividade computacional por meio de sniffers e monitores de teclado

Espionagem de atividade computacional por meio de sniffers e monitores de teclado por meio de 2 de maio de 2012 Sumário 1 2 3 O que é um sniffer? Propósito principal de analisar o tráfego da rede O que é um sniffer? Propósito principal de analisar o tráfego da rede Configura a interface

Leia mais

Por Sergio Genilson Pfleger PLATAFORMA ROBÓTICA GENÉRICA BASEADA EM ARDUINO.

Por Sergio Genilson Pfleger PLATAFORMA ROBÓTICA GENÉRICA BASEADA EM ARDUINO. Por Sergio Genilson Pfleger PLATAFORMA ROBÓTICA GENÉRICA BASEADA EM ARDUINO. PROBLEMÁTICA: Plataforma Robótica que satisfaça requisitos desejados Problema Asimo - Honda SOLUÇÕES Utilizar o que está disponível

Leia mais

CATÁLOGO DE TREINAMENTO AO CLIENTE PLM NEW HOLLAND. SEMPRE COM VOCÊ

CATÁLOGO DE TREINAMENTO AO CLIENTE PLM NEW HOLLAND. SEMPRE COM VOCÊ CATÁLOGO DE TREINAMENTO AO CLIENTE PLM NEW HOLLAND. SEMPRE COM VOCÊ BEM-VINDO AO MUNDO DA AGRICULTURA DE PRECISÃO PLM NEW HOLLAND. Nas páginas seguintes, você vai encontrar uma ofer ta abrangente de cursos

Leia mais

UPS. SYS pro 201 rt INFINITE POWER. Aplicações para Missões Críticas. Monofásica-Monofásica de 6 kva a 10 kva Trifásica-Monofásica de 10k VA a 20 kva

UPS. SYS pro 201 rt INFINITE POWER. Aplicações para Missões Críticas. Monofásica-Monofásica de 6 kva a 10 kva Trifásica-Monofásica de 10k VA a 20 kva INFINITE POWER Aplicações para Missões Críticas UPS UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO ININTERRUPTA SYS pro 201 rt Monofásica-Monofásica de 6 kva a 10 kva Trifásica-Monofásica de 10k VA a 20 kva Tecnologia Online

Leia mais

Determine a separação que é usada altamente. O comando seguinte mostra a utilização do disco:

Determine a separação que é usada altamente. O comando seguinte mostra a utilização do disco: Índice Introdução Etapas de verificação Se a separação de /Volume está completa Arquivos de backup velhos Atualização de software e arquivos de correção mais velhos Grande base de dados para armazenar

Leia mais

TYR GESTÃO DE RECURSOS LTDA. PLANO DE CONTINGÊNCIA E CONTINUIDADE DOS NEGÓCIOS

TYR GESTÃO DE RECURSOS LTDA. PLANO DE CONTINGÊNCIA E CONTINUIDADE DOS NEGÓCIOS TYR GESTÃO DE RECURSOS LTDA. PLANO DE CONTINGÊNCIA E CONTINUIDADE DOS NEGÓCIOS AGOSTO 2016 1 O presente Plano de Contingência e Continuidade de Negócios ( Plano ) tem como objetivo definir os procedimentos

Leia mais

Política de Segurança da Informação

Política de Segurança da Informação Política de Segurança da Informação A política de segurança representa a formalização das ações que devem ser realizadadas para garantir a segurança. A criação, a implantação e a manutenção da política

Leia mais

Manual de Troubleshooting de Point-to-Point Wireless

Manual de Troubleshooting de Point-to-Point Wireless Manual de Troubleshooting de Point-to-Point Wireless Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Onde está o possível problema? Condição de linha de status O rádio x está

Leia mais

Uma Missão Espacial de Monitoramento Ambiental Usando CubeSat

Uma Missão Espacial de Monitoramento Ambiental Usando CubeSat Uma Missão Espacial de Monitoramento Ambiental Usando CubeSat Descrição do SBCDA Sistema Brasileiro de Coleta de Dados Ambientais Elementos Elementos do do Sistema Sistema SEGMENTO SEGMENTO ESPACIAL ESPACIAL

Leia mais

Redes de Acesso em Banda Larga. Tecnologias de acesso em banda larga. MMDS : Sistema de Distribuição Multiponto Multicanal

Redes de Acesso em Banda Larga. Tecnologias de acesso em banda larga. MMDS : Sistema de Distribuição Multiponto Multicanal Redes de Acesso em Banda Larga 4 WMAN Tecnologias de acesso em banda larga MMDS : Sistema de Distribuição Multiponto Multicanal MDS : Sistema de Distribuição de ídeo por Microondas LMDS/LMCS : Serviços

Leia mais

Arquitetura de sistemas distribuídos

Arquitetura de sistemas distribuídos Arquitetura de sistemas distribuídos 3. Comunicação nos Sistemas Distribuídos 3.1.Introdução aos modelos de comunicação 3.2 Modelo Cliente-Servidor 3.3.Comunicação através de Sockets 3.3 Chamada a procedimento

Leia mais

Conceitos Básicos de Telefonia Celular. CMS Bruno William Wisintainer

Conceitos Básicos de Telefonia Celular. CMS Bruno William Wisintainer Conceitos Básicos de Telefonia Celular CMS 60808 2016-1 Bruno William Wisintainer bruno.wisintainer@ifsc.edu.br Vídeo https://www.youtube.com/watch?v=0og4vkajs4g Primeiros sistemas de comunicação Única

Leia mais

Prof. Ravel Silva (https://www.facebook.com/professorravelsilva) SIMULADO 01 - PERITO PF QUESTÕES

Prof. Ravel Silva (https://www.facebook.com/professorravelsilva) SIMULADO 01 - PERITO PF QUESTÕES Orientações aos alunos: 1. Este simulado visa auxiliar os alunos que estão se preparando para o cargo de Perito da Polícia Federal. 2. O Simulado contém 10 questões estilo CESPE (Certo e Errado) sobre

Leia mais

AUTOR(ES): ALLEF ANDERSON DA SILVA, RICARDO TAVARES RIBEIRO DE MENDONÇA, WILLIAN MULIA MIRANDA

AUTOR(ES): ALLEF ANDERSON DA SILVA, RICARDO TAVARES RIBEIRO DE MENDONÇA, WILLIAN MULIA MIRANDA 16 TÍTULO: SISTEMA DE LOCALIZAÇÃO DE ROTAS PARA ÔNIBUS (BUSME) CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE FRANCA AUTOR(ES): ALLEF ANDERSON DA

Leia mais

Proposta de uma plataforma de monitoramento e acionamento remoto voltada para sistemas de hardware industriais utilizando LabVIEW

Proposta de uma plataforma de monitoramento e acionamento remoto voltada para sistemas de hardware industriais utilizando LabVIEW Proposta de uma plataforma de monitoramento e acionamento remoto voltada para sistemas de hardware industriais utilizando LabVIEW "Este artigo tem como proposta apresentar uma plataforma para monitoramento

Leia mais

Entrada e Saída e Dispositivos

Entrada e Saída e Dispositivos Entrada e Saída e Dispositivos Uma das funções do Sistema Operacional é: - Gerência de dispositivos de E/S. Operações: - Tratamento de interrupções - Tratamento erros - Interfaceamento entre os dispositivos

Leia mais

Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos. Sistemas Operativos 10º ano

Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos. Sistemas Operativos 10º ano Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Sistemas Operativos 10º ano Introdução aos Sistemas Embebidos Vivemos num mundo onde o software desempenha um papel crítico Mas a maior parte deste

Leia mais

Teoria de Sinalização E1 R2

Teoria de Sinalização E1 R2 Teoria de Sinalização E1 R2 Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Usados Convenções Recursos Digitais E1 Sinalização R2 Sinalização de Linha (Sinais Supervisores) Sinalização entre Registros

Leia mais

VSAT. Very Small Aperture Terminal

VSAT. Very Small Aperture Terminal Comunicações Via Satélite VSAT Very Small Aperture Terminal AGENDA Introdução do Conceito de VSAT Aplicações VSAT Arquiteturas e Topologias de Redes Características Gerais da Tecnologia Segmento Espacial

Leia mais

Linguagens de Domínio Específico

Linguagens de Domínio Específico Linguagens de Domínio Específico Fabio Mascarenhas 2017.1 http://www.dcc.ufrj.br/~fabiom/dsl Por que DSLs? Melhorar a produtividade dos programadores input =~ /\d{3}-\d{3}-\d{4}/ Facilitar a escrita e

Leia mais

Antena. Localização dos componentes do amplificador da antena.

Antena. Localização dos componentes do amplificador da antena. Página 1 de 5 Publicado: 11/Ago/2004 Antena Localização dos componentes do amplificador da antena Item Referência Descrição 1 Antena FM 2 Supressor 3 Amplificador da antena de TV 4 Amplificador do sistema

Leia mais

INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DISCIPLINAS OFERECIDAS

INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DISCIPLINAS OFERECIDAS INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DISCIPLINAS OFERECIDAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELETRÔNICA E COMPUTAÇÃO PG/EEC PERÍODO / ANO: 1 o / 2017 ÁREA:

Leia mais

Manual de Instruções: Plantadora Articulada JM8080/90PD Lote Piloto

Manual de Instruções: Plantadora Articulada JM8080/90PD Lote Piloto PASSO A PASSO MONITOR ARVUS TITANIUM CONEXÃO DOS CABOS NO MONITOR: 1- Efetue a conexão do cabo da bateria (12 volts) Figura 01. 2- Conecte o cabo da rede CAN Figura 02; 3- Conecte o cabo da antena Figura

Leia mais

Índice. Introdução. Pré-requisitos. Requisitos

Índice. Introdução. Pré-requisitos. Requisitos Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Colocação de etiquetas do switch externo Configuração de switchport do Catalyst 6500 configuração vswitch1 Configuração da rede 2 VM Considerações

Leia mais

Manual de instalação do Controle de cargas à distância. Instalação do Sistema de Controle.

Manual de instalação do Controle de cargas à distância. Instalação do Sistema de Controle. Manual de instalação do Controle de cargas à distância Instalação do Sistema de Controle. A RPS agradece sua escolha por este produto.estamos certos que o Controle de cargas à distância (CCD-064), irá

Leia mais

Cabeamento Estruturado

Cabeamento Estruturado Cabeamento Estruturado Padrões ANSI/TIA/EIA-568 - Cabeamento Estruturado (CE) ANSI/TIA/EIA-569 - Caminhos e espaços para CE ANSI/TIA/EIA-606 - Administração de CE ANSI/TIA/EIA-607 - Aterramento de CE ISO/IEC

Leia mais

Integração de condomínios à Portaria Remota

Integração de condomínios à Portaria Remota PORTARIA REMOTA Integração de condomínios à Portaria Remota Integre seu sistema de gerenciamento de vários condomínios em uma única operação centralizada Gateway remoto para voz Utilize o gateway da família

Leia mais

Manual de Automação da bomba Stratema

Manual de Automação da bomba Stratema da bomba Stratema CPU ELT.07 Manual de Automação 1. INSTALAÇÃO... 3 1.1. NORMAS APLICADAS... 3 1.2. GUIA RÁPIDO DA INSTALAÇÃO... 3 2. ATERRAMENTO... 3 3. CPU... 4 3.1. COMO IDENTIFICAR... 4 3.2. OBSERVAÇÕES

Leia mais

Padrão IEEE 802.1x/FreeRadius

Padrão IEEE 802.1x/FreeRadius Projeto de redes LUSANA SOUZA MARIA DAS GRAÇAS NATÁLIA BATUTA TATIANE ROCHA GTI V Matutino Prof.ª.: Marissol Sumário 1. OBJETIVO DO TRABALHO... 2 2. PADRÃO IEEE 802.1X... 2 2.1. VISÃO GERAL... 2 2.2. COMO

Leia mais

Introdução a Teste de Software

Introdução a Teste de Software Universidade Católica de Pelotas Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina de Qualidade de Software Introdução a Teste de Software Prof. Luthiano Venecian 1 Conceitos Teste de software

Leia mais

Análise ao smartphone Innjoo 3

Análise ao smartphone Innjoo 3 Análise ao smartphone Innjoo 3 Date : 1 de Fevereiro de 2017 O Innjoo 3 é um dos smartphones da Innjoo que apresenta melhores especificações, entre elas, 4 GB de memória RAM, processador octa-core da MediaTek

Leia mais

Configurando o Cisco VPN 3000 Concentrator 4.7.x para obter um certificado digital e um certificado SSL

Configurando o Cisco VPN 3000 Concentrator 4.7.x para obter um certificado digital e um certificado SSL Configurando o Cisco VPN 3000 Concentrator 4.7.x para obter um certificado digital e um certificado SSL Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Instale Certificados

Leia mais

Modelo em camadas. As redes de computadores são sistemas muito complexos; Decomposição dos sistemas em elementos realizáveis

Modelo em camadas. As redes de computadores são sistemas muito complexos; Decomposição dos sistemas em elementos realizáveis Modelo Geral de Comunicação Modelo em camadas As redes de computadores são sistemas muito complexos; Decomposição dos sistemas em elementos realizáveis A maioria das redes são organizadas como uma série

Leia mais

BIND 9 Instalação e configuração

BIND 9 Instalação e configuração BIND é um software de código aberto que implementa os protocolos para a Internet Domain Name System (DNS), sendo o software DNS mais amplamente utilizado na Internet, proporcionando uma plataforma robusta

Leia mais

Aula 13 Roteamento Dinâmico com Protocolos Link-State (Protocolo OSPF)

Aula 13 Roteamento Dinâmico com Protocolos Link-State (Protocolo OSPF) Disciplina: Dispositivos de Rede I Professor: Jéferson Mendonça de Limas 3º Semestre Aula 13 Roteamento Dinâmico com Protocolos Link-State (Protocolo OSPF) 2014/1 Roteiro de Aula Introdução Funcionamento

Leia mais

Unidade 1 Introdução

Unidade 1 Introdução Unidade 1 UFCG/CEEI/DSC Banco de Dados I Prof. Cláudio Baptista, PhD O que é um Banco de Dados (BD)? É uma coleção de dados relacionados e armazenados em algum dispositivo. Propriedades de um BD: Um BD

Leia mais

Gerência de Redes. Modelo de Gerenciamento OSI

Gerência de Redes. Modelo de Gerenciamento OSI Gerência de Redes Modelo de Gerenciamento OSI Modelo de Gerenciamento OSI e Modelo de Gerenciamento SNMP Vários modelos foram criados por diversos órgãos com o objetivo de gerenciar redes, dados e telecomunicações

Leia mais

ACORDO DE NÍVEL DE SERVIÇO

ACORDO DE NÍVEL DE SERVIÇO ACORDO DE NÍVEL DE SERVIÇO Suporte Técnico DATACOM REVISÃO 1.0 SUMÁRIO 1 INFORMAÇÕES GERAIS... 1 1.1 Controle de Revisão... 1 2 APRESENTAÇÃO... 2 2.1 Objetivo... 2 2.2 Modalidades de Atendimento... 2 2.3

Leia mais

Manutenção de Software. Engenharia de Software Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa 1º semestre de 2015

Manutenção de Software. Engenharia de Software Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa 1º semestre de 2015 Manutenção de Software Engenharia de Software Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa 1º semestre de 2015 Processos de Ciclo de Vida de Software Processos Fundamentais Aquisição Processos de Apoio Documentação

Leia mais

Parte 05. Camada 1 - Repetidores e domínios de colisão

Parte 05. Camada 1 - Repetidores e domínios de colisão INTERCONEXÃO Parte 05 Camada 1 - Repetidores e domínios de colisão Dispositivos de Interconexão NIC Hub/Repeater Bridge/Switch Router Gateways NIC (Network Interface Card) Depende do tipo de tecnologia

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE)

INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) Concurso Público - NÍVEL MÉDIO CARGO: Técnico da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico Classe: Técnico 1 Padrão I CADERNO DE PROVAS TEMA: PROVA DISCURSIVA

Leia mais

Requisitos do sistema para o Qlik Sense. Qlik Sense 3.2 Copyright QlikTech International AB. Todos os direitos reservados.

Requisitos do sistema para o Qlik Sense. Qlik Sense 3.2 Copyright QlikTech International AB. Todos os direitos reservados. Requisitos do sistema para o Qlik Sense Qlik Sense 3.2 Copyright 1993-2017 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados. Copyright 1993-2017 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados.

Leia mais

A informação neste documento é baseada na versão do Cisco IOS 15.0(1)S e na versão do Cisco IOS XR.

A informação neste documento é baseada na versão do Cisco IOS 15.0(1)S e na versão do Cisco IOS XR. Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Rotas local do Cisco IOS Rotas manualmente configuradas do host Rotas local do Cisco IOS XR Roteamento da Multi-topologia Conclusão Introdução

Leia mais

ELABORADORES DANIEL BRUNO FERNANDES CONRADO GIORJETY LICORINI DIAS

ELABORADORES DANIEL BRUNO FERNANDES CONRADO GIORJETY LICORINI DIAS ELABORADORES DANIEL BRUNO FERNANDES CONRADO GIORJETY LICORINI DIAS MATERIAL DIDÁDICO INSTITUCIONAL PARA AS DISCIPLINAS PROJETO INTEGRADO I E PROJETO INTEGRADO II DO CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO

Leia mais

PLANO DE ENSINO. Disciplina: Redes de Computadores Carga Horária: 100h Período: 6º. Ementa

PLANO DE ENSINO. Disciplina: Redes de Computadores Carga Horária: 100h Período: 6º. Ementa Disciplina: Redes de Computadores Carga Horária: 100h Período: 6º Ementa PLANO DE ENSINO Contexto e aspectos gerais de redes de computadores: hardware e software de rede, modelos de referência. Camada

Leia mais

Capítulo 6: Roteamento Estático. Protocolos de roteamento

Capítulo 6: Roteamento Estático. Protocolos de roteamento Capítulo 6: Roteamento Estático Protocolos de roteamento 1 Capítulo 6 6.1 Implementação de roteamento estático 6.2 Configurar rotas estáticas e padrão 6.3 Revisão de CIDR e de VLSM 6.4 Configurar rotas

Leia mais

Sistema Operacional. O S.O. é o programa mais importante do computador. - Realizar a interação entre o usuário, o hardware e o firmware -(BIOS)

Sistema Operacional. O S.O. é o programa mais importante do computador. - Realizar a interação entre o usuário, o hardware e o firmware -(BIOS) O S.O. é o programa mais importante do computador. É um controlador intermediário que fica entre os softwares da categoria dos aplicativos e o hardware. Ele é o tradutor / intérprete das nossas interações

Leia mais

Planos de Suporte Terrazul

Planos de Suporte Terrazul Planos de Suporte Terrazul Introdução Serviços de Suporte...02 Planos...02 Cobrança...03 Formas de Pagamento...03 Termos e Condições...04 Abertura de Chamado...04 Abertura de Chamados Expresso...05 Classificação

Leia mais