NERGIA LIMPA ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA: O Sol promovendo sustentabilidade e segurança energética para o Brasil

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1 ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA: O Sol promovendo sustentabilidade e segurança energética para o Brasil Geração distribuída e centralizada, leilões e incentivos fiscais contribuem para geração de energia solar fotovoltaica, além de fomentar o setor produtivo e promover o desenvolvimento social através de geração de emprego e renda Rodrigo Lopes Sauaia Márcio Takata Enova Solar Divulgação ABSOLAR O sol é considerado uma das fontes renováveis de maior potencial para geração de energia elétrica no Brasil, e uma tecnologia promissora para este desenvolvimento é a fonte solar fotovoltaica, que vem se destacando dentro de dois grandes segmentos, a geração centralizada, que abrange a construção de grandes usinas solares, cujo foco é a distribuição de energia elétrica para matriz energética nacional, e a geração distribuída, outro grande segmento do setor solar fotovoltaico, que abrange a instalação de sistemas solares fotovoltaicos em telhados e fachadas de edifícios residenciais, comerciais, industriais e públicos e também vem crescendo de forma significativa na atualidade. O Brasil já é referência em geração de energia elétrica através de fontes renováveis, que atualmente representam mais de 80% de sua matriz. Porém a participação das fontes fósseis nos últimos anos aumentou como uma forma do governo complementar a geração de energia das hidrelétricas. No entanto, de acordo com Rodrigo Lopes Sauaia, presidente executivo da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), não só é possível como benéfico para o país buscar a diversificação da matriz elétrica do país através das chamadas fontes renováveis complementares, tais como, biomassa, eólica e solar, que contribuem para garantir maior segurança energética, sustentabilidade ambiental, movimentação econômica e geração de empregos de qualidade ao Brasil. O setor solar fotovoltaico ganhou espaço no cenário de energia elétrica nacional a partir de 2013, quando houve a primeira inserção em grande escala de fonte solar na matriz elétrica, resultado de um leilão do governo do Estado de Pernambuco, no qual foram contratadas cinco usinas solares fotovoltaicas com capacidade de geração de 92 MW (Megawats). Das cinco usinas, duas já estão em operação, e fazem parte do primeiro parque híbrido do Brasil, que combina geração de energia solar fotovoltaica e eólica, onde 10 MW de potência são gerados por energia solar fotovoltaica. O ano de 2014 também teve grande volume de contratação de energia solar através de leilões, com a implantação de mais de 30 usinas da fonte, seguida por dois leilões adicionais em 2015, que contrataram por volta de 1000 MW de potência cada um. Atualmente são 99 usinas solares já contratadas, representando um total de MW de energia solar fotovoltaica e mais de R$ 12,5 bilhões em investimentos, que entrarão em operação até o final de mar-abr/16 rev/gbc/br

2 Geração distribuída em edificações A geração distribuída se tornou um mercado competitivo para os grandes e adensados centros urbanos do país. O consumidor pode gerar sua própria energia através da utilização de sistemas solares fotovoltaicos nos telhados ou fachadas de edifícios, o que diminui sua demanda por eletricidade da rede de distribuição. A característica mais marcante deste tipo de geração é a possibilidade deste consumidor fornecer energia limpa e renovável para a matriz elétrica do país, ao mesmo tempo em que economiza dinheiro, incentiva a geração de novos empregos e negócios na sua região, ajuda na proteção ambiental e ainda contribui para o desenvolvimento sustentável do país rumo a uma economia de baixo carbono. A resolução normativa nº 482 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), instituída em abril de 2012, divide a geração distribuída em dois tipos, a micro e minigeração de energia. Com a revisão desta normativa através da resolução nº 687 da ANEEL, de novembro de 2015, as faixas de potência nominal foram ajustadas de 100 kw para 75 kw para microgeração, ao passo que a minigeração teve sua potência nominal ampliada para a partir de 75 kw e até 5 MW. A revisão, qualificada como histórica por especialistas do setor, deve promover uma ampliação exponencial no mercado de micro e minigeração ao longo dos próximos anos. Além disso, a revisão 687/2015, que entrou em efeito a partir de 1º de março de 2016, trouxe uma série de aprimoramentos estratégicos para incentivar a geração distribuída em residências e edifícios de todo o país. Ao final de 2012, o Brasil possuía apenas três sistemas de micro e minigeração instalados e em 2013 este número aumentou 25 vezes, chegando a um total de 75 sistemas instalados em todo país. No ano de 2014, os sistemas implantados deram um salto para 423 projetos. De 2014 para 2015 o crescimento de sistemas implantados foi de impressionantes 308% no segmento de micro e minigeração, atingindo a marca de 1731 sistemas. Atualmente são mais de sistemas instalados no Brasil, segundo dados da ANEEL, sendo que mais de 96% de todos os sistemas são da fonte solar fotovoltaica, a maioria em residências e pequenos comércios. Podemos dizer que a energia solar fotovoltaica é a tecnologia líder de mercado no segmento de micro e minigeração distribuída, em especial por ser a mais abundante do país, de fácil instalação e operação. A nossa Fotos: Divulgação expectativa para o ano de 2016 é de que este segmento cresça ainda mais fortemente do que no ano de A resolução normativa 687/2015 incorporou uma série de aprimoramentos regulatórios favoráveis ao desenvolvimento da micro e minigeração do Brasil, afirma Rodrigo Sauaia. Essa resolução posicionou o país na vanguarda, como uma referência internacional na área de promoção à geração distribuída a partir de fontes renováveis, complementa. De acordo com Rodrigo Sauaia, qualquer empresa ou residência pode se tornar uma geradora de energia limpa e renovável, bastando para isso possuir um telhado adequado para a instalação de um sistema solar fotovoltaico. Um exemplo exposto pelo presidente executivo da ABSOLAR são as empresas comerciais e de serviços que não operam aos finais de semana. Neste caso, a empresa gera energia diariamente com o sistema solar fotovoltaico, porém consome a energia apenas durante os dias úteis semana. Ainda assim, enquanto a unidade não está em operação, a energia gerada é injetada na rede de distribuição, ajudando a atender a demanda do bairro e da região. Este processo, além de contribuir com o meio ambiente, através da redução da demanda de eletricidade gerada por combustíveis fósseis, diminui as perdas do sistema elétrico nacional. No Brasil estas perdas chegam a representar quase 15% da demanda total de eletricidade, segundo dados oficiais EPE, e são ocasionadas pelo transporte da energia elétrica por milhares de quilômetros através das linhas de transmissão e na distribuição. Podemos reduzir essas perdas quando geramos a energia de forma distribuída e próxima do ponto de consumo, o que aumenta a eficiência técnica e econômica da matriz elétrica nacional, reduzindo custos e aumentando a competitividade das empresas brasileiras, explica. Compensação de energia elétrica A resolução normativa nº 482/2012 da ANEEL estabeleceu também o Sistema de Compensação de Energia Elétrica, que permite a geração de créditos pela unidade consumidora com micro ou minigeração. O mecanismo simplificou a conexão da geração distribuída à rede de distribuição de energia elétrica e revistagbcbrasil.com.br 29 mar-abr/16

3 Fotos: Divulgação permitiu que a produção de energia excedente seja repassada à matriz, gerando créditos de energia, válidos por 60 meses. Estes créditos podem ser posteriormente utilizados para abater a demanda desta unidade consumidora, ou ainda de outras unidades consumidoras da mesma pessoa ou empresa. De acordo com Márcio Takata, sócio-diretor da Enova Solar e professor do curso de Energias Renováveis do Green Building Council Brasil, o sistema de compensação de energia é um avanço muito importante da normativa. A geração de energia solar fotovoltaica em condomínios verticais é um grande desafio, pois geralmente na há área suficiente que permita geração de energia para todos os condôminos, geralmente a quantidade de energia gerada acaba atendendo somente as áreas comuns dos edifícios. Mas com a revisão da norma, abriram-se possibilidades para o setor, pois é possível instalar o sistema fotovoltaico em um local de maior área, maximizando a geração desta energia, além de proporcionar que esta energia seja utilizada em outro imóvel, desde que este seja do mesmo proprietário. Com isso o mercado de gerado de distribuída tende a cresce muito nos próximos anos, destaca. O cliente pode usufruir deste benefício abatendo o seu consumo na proporção de 1 kwh de energia gerada para 1 kwh de energia consumida. Esse modelo é chamado de medição líquida e conhecido internacionalmente como net-metering. Com ele, evitam-se os custos de armazenamento a energia elétrica gerada, que é repassada à rede para consumo imediato e eficiente. Desta forma, o país otimiza a geração de energia para atender a demanda, pois o próprio consumidor contribui para a geração de parte da energia elétrica que o Brasil precisa, além de contribuir para a preservação dos níveis dos reservatórios das hidrelétricas. Geração compartilhada Solar fotovoltaica Número de conexões por fonte Biogás Biomassa Eólica Hidráulica Solar/Eólica TOTAL Fonte ANEEL Solar fotovoltaica Potência Total Instalada (kw) Biogás Biomassa Eólica Hidráulica Solar/Eólica TOTAL Fonte ANEEL Um novo modelo de geração de energia elétrica inovador segundo Rodrigo Sauaia e, que alavanca o desenvolvimento do setor é a chamada geração compartilhada, estabelecida pela resolução normativa nº 687/2015. Ela funciona como um tipo de compra coletiva de energia solar fotovoltaica. Este novo modelo, com potencial de geração de novas oportunidades de negócios, poderia ser utilizado também junto a certificações sustentáveis, qualidade construtiva, redução de impactos ambientais, mesmo em empreendimentos que não possuem espaços fisicamente projetados para comportar sistemas de geração de energia. Através da geração compartilhada, consumidores de todos os tipos podem se reunir e investir em conjunto em um sistema solar fotovoltaico único e de porte maior. Com isso, é possível reduzir custos com o ganho de escala, tornando a energia solar fotovoltaica mais barata aos consumidores. A ideia deste novo modelo é dinamizar e criar novas oportunidades e modelos de negócios para a participação da população brasileira na geração distribuída a partir de fontes renováveis. A nossa expectativa é de que a energia solar fotovoltaica seja uma das principais fontes deste modelo, pelo interesse que a população tem. As análises de opinião pública apontam que mais de 80% da população brasileira apoia e se interessa por energia solar fotovoltaica, o que favorece a integração desta fonte na nossa sociedade, destaca o presidente executivo da ABSOLAR. Financiamentos e redução de impostos para a cadeia produtiva Atualmente existe uma série de linhas de financiamento destinados à instalação de sistemas solares fotovoltaicos em edificações. Alguns exemplos, incluem o BNB (Banco do Nordeste), que possui a linha de financiamento FNE Verde; o BNDES, que disponibiliza financiamentos para empresas com interesse em investir em projetos de sustentabilidade e podem ser utilizados tanto para eficiência energética quanto para geração de energia renovável, bem como oportunidades específicas de financiamento via agências e bancos estaduais, a exemplo dos Estados de São Paulo, Goiás e Pernambuco. Outros financiamentos voltados para o segmento são as linhas PROGER e PROGER Tu- 30 mar-abr/16 rev/gbc/br

4 Anuário de Certificações GBC Brasil 2016 Imagens ilustrativas A edição 2015 do Anuário de Certificações GBC Brasil reuniu mais de 60 projetos, 40 empresas e se tornou a publicação de referência do setor. Agora, em 2016, sua empresa vai encontrar informações completas e detalhadas sobre os empreendimentos certificados no ano passado, bem como dados e estatísticas sobre os selos LEED, tipologias, classificação. Opinião de especialistas e consultores sobre as perspectivas de um mercado em expansão. E o exclusivo Guia de fornecedores de soluções sustentáveis que contribuem para a certificação dos projetos. Não perca essa oportunidade de destacar a sua empresa no principal veículo de informação da construção sustentável! Invista certo: garanta o seu espaço na publicação oficial do Green Building Council Brasil Lançamento Julho/2016 Você já pode reservar o seu exemplar. Ligue para e saiba como receber seu Anuário em primeira mão. Valor especial de pré-lançamento. VIBEDITORA revistagbcbrasil.com.br 31 mar-abr/16

5 rismo, a primeira com foco em pequenas e médias empresa, e a segunda voltada para o segmento de construções hoteleiras, ambos os programas são oferecidos pelo Banco do Brasil. Nas linhas Producard e Construcard da Caixa Econômica Federal, foi também incorporada a energia solar fotovoltaica, a partir de A Caixa Econômica Federal também possui linha CAIXA BCD Pessoa Jurídica Eco Eficiência, que possui foco nas pequenas e médias empresas. Segundo Sauaia, ainda existem as linhas de financiamento através do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social), que foca em equipamentos nacionalizados, bem como linhas através de bancos de fomento e fundos estaduais, além das várias oportunidades em bancos privados. Já existem várias oportunidades disponíveis, incluindo bancos privados, que também investem em soluções no setor fotovoltaico explica Rodrigo Sauaia. Apesar de diversas linhas de financiamento disponíveis para o segmento, Sauaia salienta que muitas opções ainda não estão alinhadas com as características de um projeto de longo prazo, como um sistema solar fotovoltaico. Para tanto, é necessário levar em consideração o baixo risco que um sistema como este traz ao longo dos anos. Recomendamos aos entes financeiros que o produto financeiro em projetos deste tipo tenham entre oito e 12 anos de prazo de amortização, o que já é aplicado pelos bancos públicos. Além disso, deve-se levar em consideração que o sistema fotovoltaico é um equipamento de baixo risco, que opera robustamente por 25 anos e as taxas de financiamento precisam refletir esta característica. Isso ainda não está aparecendo, pois os juros são muito elevados, destaca. Questões tributárias também são barreiras para o crescimento do setor solar fotovoltaico, devido aos impostos ainda elevados para este setor no Brasil, muito superior à carga tributária sobre equipamentos de outras fontes renováveis. De acordo com Sauaia, a tributação faz toda a diferença. É uma forma de reduzir o preço médio da energia solar e aumentar sua competitividade de inserção na matriz elétrica brasileira. Buscamos igualdade, sem prejuízo às demais fontes, diz. Nesse tem também avanços importantes, com a isenção de tributos federais, como PIS e COFINS, que não incidem mais sobre a micro e minigeração de energia. Com o aumento da tarifa de energia elétrica no país, combinado com a redução no custo da tecnologia, que teve uma queda de cerca de 70% e 80% nos últimos 10 anos no mundo, a energia solar fotovoltaica se tornou economicamente atrativa para os diferentes segmentos no país. O benefício não fica só na geração de energia, mas também para as empresas que investem na obtenção de um selo, como o LEED do Green Building Council, pela sinalização junto à sua marca do reconhecimento e engajamento com temas ambientais e de sustentabilidade, além do impacto visual positivo trazido por um sistema solar fotovoltaico, além, é claro, da economia com a energia elétrica, argumenta Sauaia. Desenvolvimento social e capacitação profissional A expectativa do setor é que com o desenvolvimento da energia solar fotovoltaica, o Brasil gere uma média de entre 25 a 30 empregos por MW instalado por ano. A previsão é que sejam instalados MW de energia solar fotovoltaica até 2018, em uma média de pelo menos MW por ano, o que corresponderia a cerca de 30 mil novos empregos gerados pelo setor. Outra área importante é a formação profissional. Segundo Sauaia, o Brasil já tem profissionais com níveis técnico e superior voltados para a área de engenharia elétrica, mas muitos ainda não conhecem as especificidades da energia solar fotovoltaica. Por isso, é preciso trabalhar essas especificidades através de cursos de formação, aprofundamentos e parcerias acadêmicas. A capacitação é um tema importante para o avanço do setor, mas é um tipo de trabalho que uma associação não faz sozinha, mas com parceiros, com universidades, escolas técnicas, SENAI, centros de formação, agências e entidades do governo, entre outras, conclui. Perspectivas que vão além dos compromissos Um dos grandes acontecimentos em prol da sustentabilidade do planeta ocorreu em Paris, no final de 2015, com a COP21. As metas estabelecidas pelo Brasil em relação ao setor elétrico, são que o Brasil deverá gerar pelo menos 23% de sua demanda elétrica até 2030 a partir de fontes renováveis não- -hídricas, como, biomassa, eólica e solar. A energia solar fotovoltaica é um eixo importante desta meta, com a perspectiva de representar mais de 7% da matriz elétrica nacional. Apesar destes objetivos oficiais, Sauaia ressalta que as expectativas do setor vão além dos compromissos firmados. Acreditamos que o Brasil reúne as condições necessárias para não apenas atingir, como também superar estas metas, em especial devido ao enorme potencial de fontes renováveis que o país possui. Por isso, entendemos que o Brasil pode inclusive ousar mais, realizando um trabalho de aceleração do uso de suas renováveis não-hídricas, ajudando inclusive a substituir parte da demanda de termelétricas muito poluentes e com custos elevados, afirma. Segundo ele, a sinalização do Ministério de Minas e Energia é de buscar substituir em torno 15 mil MW das termelétricas mais antigas e caras, localizadas nas regiões nordeste e norte do Brasil, por energias renováveis nos próximos anos. Para o presidente executivo da ABSOLAR, a COP21 foi um primeiro passo de um trabalho mais amplo e abrangente que deverá ser desenvolvido ao longo das próximas décadas. Sobretudo, foi uma sinalização muito importante por parte dos mais de 190 países que estiveram reunidos aprovando, em comum acordo, essa meta internacional de transição para uma economia de baixo carbono e para a mitigação dos efeitos mais adversos das mudanças climáticas. Neste âmbito, expectativa do setor solar fotovoltaico é de contribuir com os governos ao redor do mundo na transformação da matriz energética global. A energia solar fotovoltaica é parte estratégica desta solução, contribuindo para atingirmos as nossas metas de redução de emissões de gases efeito estufa, trazendo geração de renda, empregos de qualidade, uso de tecnologias cada vez mais eficientes, bem como, geração de valor econômico com sustentabilidade e consciência ambiental, finaliza. 32 mar-abr/16 rev/gbc/br

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