29º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul

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1 29º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul BUSCA ATIVA DOS SERVIDORES HIPERTENSOS E DIABÉTICOS DA UEM: ORIENTAÇÃO, PREVENÇÃO, TRIAGEM E ENCAMINHAMENTO MÉDICO DE TRABALHADORES DE UMA INSTITUIÇÃO PÚBLICA DE ENSINO SUPERIOR Área temática: Saúde Berenice Pelizza Vier (Coordenadora da Ação de Extensão) Amanda Pohlmann Bonfim 1, BerenicePelizza Vier 2, Bruna Carolina Basso 1, Bruna Cunha Santos 1, Graziele Ferreira 1, Nathalia Cabral Bergamasco 1, Patrícia Pinheiro Montalvão 1, Sergio Yamada 3, Silvia de Fatima Takahashi 1, Thiago Sossai 1, Wanderley Cadamuro 4 Palavras-chave: hipertensão, diabetes, triagem, prevenção Resumo O projeto de extensão universitária aos servidores da Universidade Estadual de Maringá, através da busca ativa por aplicação de um questionário e aferição das medidas antropométricas e da pressão arterial; e passiva, por análise retrospectiva de prontuários médicos, objetiva triagem, orientação, análise epidemiológica e encaminhamento médico de indivíduos hipertensos e diabéticos que trabalham nos departamentos da referida instituição. Assim, nos últimos anos de atuação, vem mostrando sucessos e fracassos na concretização de seus anseios. Introdução A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA). Associa-se freqüentemente a alterações funcionais e/ou estruturais dos órgãos-alvo (coração, encéfalo, rins e vasos sanguíneos) e a alterações metabólicas, com consequente 1 Acadêmico(a) do curso de Medicina da Universidade Estadual de Maringá - PR. 2 Coordenadora do projeto e docente em Medicina da Família e Comunidade do Departamento de Medicina da Universidade Estadual de Maringá - PR. 3 Docente em Nefrologia do Departamento de Medicina da Universidade Estadual de Maringá. 4 Médico do Ambulatório da Universidade Estadual de Maringá PR.

2 aumento do risco de eventos cardiovasculares fatais e não-fatais. A mortalidade estimada em todo o mundo, por causas associadas à hipertensão, em 1 bilhão de indivíduos, é de aproximadamente 7,1 milhão de mortes por ano. A prevalência estimada de hipertensão no Brasil atualmente é de 35% na população acima de 40 anos. Isso representa, em números absolutos, um total de 17 milhões de portadores da doença, segundo estimativa de 2004 do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). O diabetes mellitus tipo 2 é caracterizado por uma hiperglicemia sangüínea que resulta da deficiência secretória da célula beta, podendo ser precedida ou não por resistência insulínica, sendo que, evitar a deterioração da célula beta requer a precocidade do diagnóstico, medidas educativas que impliquem em mudanças definitivas dos hábitos de vida e a instituição da terapêutica adequada. No Brasil, de acordo com o Vigitel 2007 (Sistema de Monitoramento de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas Não Transmissíveis), a ocorrência média de diabetes na população adulta (acima de 18 anos) é de 5,2%, o que representa pessoas que confirmaram ser portadoras da doença. A prevalência aumenta com a idade: o diabetes atinge 18, 6% da população com idade superior a 65 anos. A hipertensão arterial é um importante fator de risco para doenças decorrentes de aterosclerose e trombose, que se exteriorizam, predominantemente, por acometimento cardíaco, cerebral, renal e vascular periférico sendo responsável por 25 e 40% da etiologia multifatorial da cardiopatia isquêmica e dos acidentes vasculares cerebrais, respectivamente. A maioria dos eventos cardiovasculares ocorre em indivíduos com alterações leves dos fatores de risco que, se deixados sem tratamento por muitos anos, podem produzir uma doença manifesta. Sendo assim, os fatores de risco identificados para a hipertensão (excesso de peso, excesso na ingesta de sódio, atividade física reduzida, inadequada ingesta de frutas, vegetais e potássio, e excesso na ingesta de álcool) e diabetes mellitus tipo 2 (estilo de vida sedentário, alimentação rica em carboidratos e gorduras e excesso de peso, que pode invariavelmente, culminar com o estado de "resistência à insulina", podendo associar-se ou não ao DM2, na dependência dos genes diabetogênicos envolvidos) devem ser propagados na atenção primária à saúde, a fim de estimular a prevenção das doenças em questão, representando menores gastos ao sistema de saúde e melhor qualidade de vida para a população. Tendo a dimensão da repercussão dessas comorbidades na população global e, mais especificamente na brasileira, fica clara a relevância do Projeto de Extensão Busca Ativa dos Servidores Hipertensos e Diabéticos da Universidade Estadual de Maringá. Fundado nos estudos, pesquisas e dados previamente coletados, o projeto em questão tem como objetivos o diagnóstico precoce, o encaminhamento para tratamento e a prevenção dos agravos resultantes da presença de doenças crônico-degenerativas para os funcionários da UEM. Este estudo, em especial, teve por objetivo avaliar a metodologia utilizada para o desenvolvimento de tal projeto, analisando suas peculiaridades e nuances, as maiores dificuldades encontradas na execução da mesma e os objetivos de tal delineamento metodológico. Metodologia

3 A Universidade Estadual de Maringá conta com diversas áreas de atuação de seus funcionários, que se dividem em departamentos e serviços prestados. O início de uma coleta se dá pela escolha da área de atuação para coleta de dados referente às pessoas envolvidas no trabalho local. Tal escolha é embasada na falta ou defasagem de dados nos arquivos do projeto em relação a uma determinada área. Ao se determinar a área a ser trabalhada, faz-se um apanhado geral e uma discussão a respeito de prováveis comorbidades, dificuldades, resistências e anseios prevalentes na área, tendo em vista o trabalho efetivamente realizado no local. Também é feito um estudo prévio sobre o sexo mais prevalente e o histórico dos funcionários, dando preferência àqueles que ainda não possuem cadastro no projeto. Determinada a escolha do setor, é feito um agendamento com o chefe dos funcionários em questão, para que os funcionários sejam previamente avisados, tais como não estar de bexiga cheia, estar em jejum 30 minutos antes, não ingerir café ou bebidas alcoólicas, não praticar exercícios físicos nos 60 minutos anteriores e não fumar nos 30 minutos anteriores. No dia da coleta, os servidores que desejam participar assinam um termo de consentimento livre e esclarecido e recebem orientações sobre as aferições, tais como não conversar durante a medida e tirar possíveis dúvidas após o término da aferição. Solicita-se também o preenchimento de um questionário auto-aplicável, que abrange informações sobre a presença das doenças crônico-degenarativas Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) e Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) no indivíduo e nos familiares próximos, com o objetivo de determinar associação com hereditariedade. A partir dos dados coletados, são também identificados fatores de risco para HAS tais como: idade, etnia, condições socioeconômicas, uso abusivo de sal, obesidade, álcool e sedentarismo. O preenchimento do questionário é completado pelo participante do projeto, com as medidas antropométricas (peso, altura e IMC) do servidor. Com isso, tem-se dados sobre obesidade, que é um dos fatores de risco para DM2, assim como a própria HAS e dislipidemias. Antes de se iniciar a aferição, é explicado o procedimento e o servidor fica em repouso por pelo menos cinco minutos em ambiente calmo. Quando é chegado o momento da aferição da pressão arterial, o paciente é mantido na posição sentada, com as pernas descruzadas, pés apoiados no chão, dorso recostado na cadeira e relaxado. O braço fica na altura do coração (nível do ponto médio do esterno ou quarto espaço intercostal), livre de roupas, apoiado, com a palma da mão voltada para cima e o cotovelo ligeiramente fletido. São executadas no total 3 aferições com a mesma técnica e preparo, com intervalos de 5 minutos entre elas, sendo utilizado para este fim o esfigmomanômetro aneróide e estetoscópio simples. Para a medida da glicemia capilar, é usado o glicosímetro de fita e não há um preparo específico, pois é considerada a medida da glicemia casual (aquela realizada a qualquer hora do dia, independente do horário das refeições). Durante e após os processos de preenchimento do questionário, obtenção das medidas antropométricas, aferição de pressão e medida de glicemia capilar, são sanadas possíveis dúvidas e são feitos determinados alertas preventivos, como a importância da alimentação saudável, prática de exercícios e os malefícios do cigarro; e também são explicados os dados, como o IMC e as medidas de glicemia e PA. Após

4 o trabalho com os servidores, os participantes do projeto selecionam as fichas que apresentem pressão arterial (determinada por média aritmética simples de três medidas) maior ou igual a 140/90 mmhg e/ou glicose casual maior ou igual a 200 mg/dl. É sugerido a esses servidores com medidas alteradas, então, encaminhamento para o Ambulatório da Universidade Estadual de Maringá, onde são agendadas consultas com o cardiologista responsável. Essas consultas, com o consentimento do paciente, podem ser acompanhadas pelos alunos participantes do projeto; nelas, é feito o diagnóstico de HAS e/ou DM2 e o delineamento de medidas de controle, como plano nutricional, rotina de exercícios físicos e terapia medicamentosa. No campo das atividades preventivas, os participantes do projeto atuam focando na prevenção das comorbidades pesquisadas, HAS e DM2. Os trabalhos preventivos são realizados nos setores e departamentos já atendidos pelos participantes e variam conforme as características peculiares das pessoas a serem abordadas. São utilizados projeções de slides, discussões, cartazes e folders, a fim de ressaltar as principais medidas preventivas a serem realizadas, como intervenções no estilo de vida, com ênfase em alimentação saudável, prática regular de atividade física e combate ao tabagismo, que reduzem a incidência de DM2 e HAS, e intervenções no controle da obesidade, hipertensão arterial, diabetes, dislipidemia e sedentarismo, que previnem doenças cardiovasculares. Figura 1 Questionário auto-aplicável usado para triagem dos servidores

5 Conclusões O projeto Busca Ativa dos Servidores Hipertensos e Diabéticos da UEM auxilia os participantes no desenvolvimento de atividades da prática médica (contato com a população, acompanhamento de consultas, prática no correto procedimento de aferição de pressão segundo às VI Diretrizes de Hipertensão Arterial) e científica (na pesquisa e divulgação dos resultados), além de promover a integração dos acadêmicos na extensão universitária, conscientizando a comunidade da universidade sobre a importância das atividades de prevenção na área da saúde, principalmente aquelas de prevenção de doenças com altas taxas de prevalência e incidência. Tais atividades, no sentido da busca por hábitos de vida saudáveis e diagnóstico da HAS e DM2 precocemente, têm contribuído à comunidade interna da UEM para o alerta em relação ao controle dessas doenças, auxiliando na diminuição da prevalência e propiciando aos servidores da instituição: possibilidade de educação e conhecimento sobre os temas abordados; diagnóstico precoce de tais doenças; oportunidade de tratamento; e implementação de mudanças no estilo de vida. Entretanto, os resultados alcançados sinalizaram a negligência de muitos servidores com a própria saúde, apesar da viabilidade do acesso ao atendimento e acompanhamento médico dentro da universidade; e sinalizaram também para a importância da busca, orientação e encaminhamento médico dos servidores de alto risco ou já hipertensos como forma de controle da doença, prevenção de complicações e manutenção dos indivíduos afetados ainda não-tratados. Portanto, apesar de todos os benefícios oferecidos pelo projeto em questão, a baixa receptividade por parte dos servidores ainda é uma realidade, demonstrada pela: pouca mobilização dos servidores para seu respectivo tratamento no ambulatório; falta de interesse nas ações e atividades de prevenção; relutância em cumprir avisos prévios para correta aferição da pressão e medida da glicemia capilar; dentre outras. Sendo assim, muito ainda se tem a fazer a fim de aumentar a abrangência e o impacto de tal projeto, colocando-o aos servidores como referência de prevenção, triagem, atendimento e pesquisa na área institucional. Referências BARRETO, Sandhi Maria et al. Hypertension and clustering of cardiovascular risk factors in a community in Southest Brazil The Bambuí Health and Ageing Study. Arquivo Brasileiro de Cardiologia, n. 77, p , São Paulo, dez CHOBANIAN, Aram V et al. Seventh Report of the Joint National Committee on Prevention, Detection, Evaluation, and Treatment of High Blood Pressure. Journal of the American Heart Association. Dallas, n. 42, p , dez FUCHS, FD. Hipertensão arterial sistêmica. In: PASSOS, Valéria MA et al. Hipertensão arterial no Brasil: estimativa de prevalência a partir de estudos de base populacional. Epidemiologia e Serviços de Saúde, Brasília, n. 15, p , LIMA, Sheyla Maria Lemos et al. Utilização de diretrizes clínicas e resultados na atenção básica à hipertensão arterial. Disponível em:

6 <http://www.moreirajr.com.br/revistas.asp?id_materia=2174&fase=imprime> Acesso em 07 jun LOWE, William L. Genetics of diabetes mellitus. Massachusetts: Kluwer Academic Publishers, 2001 VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. São Paulo, Diretrizes da Sociedade Brasileira de Hipertensão. São Paulo, 2009.

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