Bacharela em Serviço Social pela Universidade Federal do Pará, e 2

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1 A ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ: a garantia da permanência no contexto de contrarreformas dos direitos. Josiane Mendes de Queiroz 1 Daniela Ribeiro Castilho 2 RESUMO: Este presente trabalho apresenta a Assistência Estudantil e sua relação com a Universidade Operacional como indica Chauí (1999), sendo pontuado sobre a diminuição orçamentária para a política de permanência e, como isso, se materializa na vida, na sobrevivência e na permanência dos/as estudantes que acessam tais programas na Universidade Federal do Pará. Para atingirmos o objetivo pretendido, foi utilizado como método de análise o histórico-dialético, tendo como base análises documentais e revisões documentais e bibliográficas de artigos. Portanto nota-se que as contrarreformas perfilhadas pelo Estado afetam diretamente a Assistência Estudantil que em um formato dominó atinge a qualidade do trabalho ofertado aos/as estudantes assistidos/as. Por isso, é imprescindível a ação coletiva dos vários segmentos sociais para que a Assistência Estudantil seja mantida e ampliada dentro do espaço universitário. Palavras-chave: Educação Superior, Assistência Estudantil, Contrarreformas do Estado, UFPA. ABSTRACT: This paper presents the Student Assistance and its relationship with the "Operational" University, as Chauí (1999) indicates, being punctuated on the budget reduction for the permanence policy and, as such, materializes in the life, survival and permanence of the / students who access such programs at the Federal University of Pará. In order to achieve the desired objective, historical-dialectical analysis was used as a method of analysis, based on documentary analyzes and documentary and bibliographic reviews of articles. Therefore, it can be noted that the counterreforms outlined by the State affect directly the Student Assistance that in a domino format achieves the quality of the work offered to the students assisted. Therefore, it is essential the collective action of the various social segments so that the Student Assistance is maintained and expanded within the university space. Keywords: Higher Education, Student Assistance, Counterreforms of the State, UFPA. 1 Bacharela em Serviço Social pela Universidade Federal do Pará, e 2 Profa. Dra. Do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal do Pará. Assistente Social Conselheira do CFESS, e 1

2 1 INTRODUÇÃO A educação por ser um direito tem sua função social que é essencial na vida dos/as cidadãos/ãs, haja vista, que a educação nos marcos históricos era privilégio das classes detentoras do poder e este cenário se modifica em partes com o fomento em políticas sociais que dão acesso áqueles/as que historicamente são negligenciados/as nesse direito. Sendo assim, debater sobre o papel que a Assistência Estudantil ocupa nas condições de permanência dos/as estudantes que não tem meios de manter-se no ensino superior faz-se necessário diante do contexto em que as universidades estatais sofrem para manterem-se públicas. Deste modo, o presente trabalho tem por objetivo apresentar a Assistência Estudantil e sua relação com a Universidade Operacional como indica Chauí (1999), sendo pontuado sobre a diminuição orçamentária para a política de permanência e, como isso, se materializa na vida, na sobrevivência e na permanência dos/as estudantes que acessam tais programas na Universidade Federal do Pará. Para atingirmos o objetivo pretendido, foi utilizado como método de análise o históricodialético, tendo como base análises documentais e revisões bibliográficas de artigos que tratam sobre a temática das políticas educacionais, as reformas para ensino superior brasileiro que repercutem diretamente nas Instituições de Ensino Superior (IES) estatais e consequentemente na Universidade Federal do Pará que é o lócus referência das arguições reflexivas. 2 A EDUCAÇÃO SUPERIOR E A ASSISTÊNCIA SOCIAL NO CONTEXTO BRASILEIRO A educação, no Brasil, inclinou-se, veementemente, às orientações advindas do neoliberalismo, isto fez com que as reformas na educação do ensino superior trouxessem implicações na relação estabelecida entre Estado e sociedade civil, pois quando voltamos o olhar para a educação superior tem-se o direcionamento de um Estado que delega sua responsabilidade para o mercado. A expansão ideológica materializada da educação como mercadoria intensifica-se no século XXI, onde há o repasse de recursos financeiros públicos para as instituições privadas que em quase ou nada se comprometem com a qualidade do ensino fazendo com que as IES públicas restrinjam seu poder de atuação que ano após ano é,severamente, atingida comprometendo sua função social (CAVAIGNAC e COSTA, 2017, p.416). 2

3 Chauí (1999) ao falar sobre este momento de reformas executadas pelo Estado capitalista tem alertado sobre a mudança na lógica universal e democrática das concepções sobre autonomia universitária. A autonomia pretendida pelo ordenamento do Estado é pretendida em busca da produtividade, isto é, a autonomia universitária é vista como meio de alcançar os objetivos do mercado, sendo assim qualidade, avaliação e flexibilização assumem conotações diferentes dentro deste contexto. A mesma autora ainda faz a diferenciação entre instituição e organização. A autora primeiramente, conceitua instituição inerente à universalidade que tenta realizar mediações diante das contradições impostas pelo sistema capitalista. Desta forma, a instituição (pensada ou desejada) se opõe ao que seja uma organização, pois com as mudanças do capital há a fragmentação da vida social onde aponta uma sociedade fragilizada, instável e de organizações competindo entre si. A transposição de instituição para organização exige que ocorram duas fases: a primeira é a universidade funcional e a fase final é a universidade operacional. A universidade funcional caracteriza-se em formar trabalhadores/as qualificados/as em um curto espaço de tempo, para isso, altera-se as matrizes curriculares, flexibiliza-se os horários, distanciando ensino de pesquisa e fazendo essas adequações aos interesses do mercado. E a universidade operacional monta uma estrutura de gerenciamento que se autossustenta, se organizando enquanto empresa para administrar serviços sem a intervenção do estado como fonte de recursos.. Sendo assim, quando filhos/as da classe trabalhadora adentram nas universidades públicas encontram dificuldades para permanecer no curso de graduação, haja vista que o processo de acesso e permanência são desiguais. Consideremos, desta forma, que a educação configura-se como direito a partir da ampliação do acesso, mas que também garanta que o/a discente conclua seu curso de graduação, por isso, há necessidade da proposição de mecanismos que possibilitem às universidades comportarem alunos/as dos mais diversos níveis educacionais reduzindo na maioria das vezes [...] os efeitos das desigualdades apresentadas por um conjunto de estudantes provenientes de seguimentos sociais cada vez mais pauperizados e que apresentam dificuldades concretas de prosseguirem sua vida acadêmica com sucesso (MAGALHÃES, 2012, p.94). Para garantir a minimização dos efeitos das desigualdades sociais é que foram criados norteadores legais para garantir que estudantes advindos da classe trabalhadora pudessem ser integralizados ao ensino superior, fazendo com que não houvesse a evasão por motivos, puramente, econômicos. Para que isto se tornasse realidade foi preciso que a academia se manifestasse e propusesse por meio de estudos, a criação de uma política de assistência 3

4 estudantil que trouxesse consigo novas formas de enfrentamento às desigualdades inerentes ao sistema capitalista e que se fazem presente na sociedade brasileira. Nascimento (2012, p. 151) salienta que a Política de Assistência Estudantil na sua efetivação direciona-se a ofertar benefícios de forma reduzida e focalizada [...] e emergenciais, destinados a um público em específico, [que é ] fruto da forma reduzida como se configurou o assistencial, no Brasil, nos limites da formação social do país. Ademais, trazer o contexto histórico da Assistência Estudantil torna-se imprescindível para entendermos o estágio atual na qual ela se apresenta, e como esta política está sendo efetivada nas instituições públicas. Sendo assim, Pinheiro (2014) traz como marco legal a Constituição Federativa Brasileira de 1988 quem, juntamente, com a aprovação da Lei 9.394/96 estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional e o Plano Nacional de Educação que reafirma a educação como um direito. E sobre estas normativas específicas encontra-se nelas (LDB e PNE) os princípios basilares que discorrem sobre o acesso e permanência. Rodrigues (2006) frisa a relevância [...] que as normas educacionais, de forma geral devem ser interpretadas no sentido de garantir o acesso (ingresso inicial e reingresso) e, uma vez assegurado esse acesso, [deve-se], garantir a permanência do aluno no sistema e mesmo na reintegração. Qualquer interpretação que contrarie este princípio, que permeia todo o Direito Educacional Brasileiro, não deve ser considerada (RODRIGUES, 2006, p. 206). Salienta-se então, que toda e qualquer norma que limite o acesso ou permanência deve ser desconsiderada frente ao que prescreve o direito educacional, porém, percebe-se que a própria normativa produz restrições. Por exemplo, no artigo 208 da Constituição Federal disserta sobre o dever do Estado e que explicita no seu inciso V que o acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, será segundo a capacidade de cada um. Deste modo, o Estado se isenta como provedor do acesso democrático e universal ao ensino superior, reproduzindo o sistema baseado na meritocracia (BARBOSA, 2011). Almeida (2013, p.40) argumenta que a ANDIFES se direciona para a institucionalização, manutenção e incremento das políticas públicas relacionadas à Assistência Estudantil. E neste sentido em 1996/1997, 2003/2004 e 2010 instigou o Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis (FONAPRACE) a realizarem pesquisas com o objetivo de montar um perfil socioeconômico dos/as discentes das IFES, as quais apresentaram como resultado: instituições federais compostas por cidadãos e cidadãs que tinham a renda salarial abaixo de 1(um) mil reais por mês. 4

5 A mesma autora reitera que o FONAPRACE ao perceber esta fragilidade advinda dos/as estudantes, que por ventura não tinham condições de manter-se no curso por questões socioeconômicas, fez diversas proposições no campo das políticas públicas que assegurassem este direito. E como proposta do FONAPRACE à ANDIFES foi sugerida a criação do Fundo para Assistência Estudantil, [que] deverá ter o valor equivalente a 10% do orçamento anual de OCC (Outros custeios e Capitais) das IFES (ANDIFES, 2007, p.17). De acordo com o Decreto nº 7.234/2010 este dispõe sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil, que tem por finalidade de aumentar as possibilidades do/a estudante permanecer no ensino superior.. Para além da Política de Assistência Estudantil, outras ações foram realizadas com intuito de expandir a permanência conforme Caôn e Frizzo (2011) descrevem Para direcionar o governo na condução do PDE, algumas ações foram descritas e voltadas especificamente ao ensino superior: Universidade Aberta do Brasil (UAB), Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), Programa de Bolsa Institucional à Docência (PIBID), Programa de Apoio à Plano de Reestruturação a Expansão das Universidades (Reuni) e Programa Universidade para Todos (ProUni). (CAON e FRIZZO, 2011, p.5). Todas estas ações promoveram e promovem grandes impactos seja para entrada ou permanência do/a aluno/a nas IES públicas e, consequentemente, faz com que as decisões tomadas pelo governo e orientadas pelos organismos internacionais para expansão do ensino promova, desta forma, a entrada, mesmo que de forma precarizada, da classe trabalhadora no ensino superior. Ora, a problemática não se centra em ampliar a entrada da classe trabalhadora, mas como, será assegurada a permanência desta dentro das IES, pois devido ao grande contingente de filhos/as da classe trabalhadora, a oferta da Assistência Estudantil seja incapaz de atender a uma demanda cada vez mais crescente, ou seja, esta não poderá atender a todos/as e, isso faz, com procure determinadas estratégias para que seja dividido o parco orçamento destinado à assistência redistribuído em bolsas, programas e serviços que não vão atingir todos/as discentes que dela necessitar. Logo, ressaltamos que quantidade não é sinônimo de qualidade, por isso, enfatiza-se que possibilitar o acesso à universidade não diz que o cidadão ou cidadã, terá conseguido atingir a máxima do direito à educação. 3 A UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ: a realidade local da assistência estudantil 5

6 O debate sobre Assistência Estudantil está circunscrito no debate das universidades brasileiras. No entanto, nossa pesquisa tem como lócus privilegiado a maior universidade do norte do país, no qual me encontro como sujeito partícipe da construção desta Instituição. Atualmente, a instituição têm 12 (doze) Campi (Abaetetuba, Ananindeua, Altamira, Belém, Bragança, Breves, Cametá, Capanema, Castanhal, Salinópolis, Soure e Tucuruí) ofertando 60 cursos de graduação e com 89 Programas de Pós-Graduação com 52 programas acadêmicos e 11 programas de mestrado profissional; com 15 nos Campi do interior (PDI, 2015). Em 2006 houve uma nova reformulação do Estatuto que rege a universidade, o qual elencou os princípios que norteiam o espaço acadêmico. São eles: I- a universalização do conhecimento; II - o respeito à ética e à diversidade étnica, cultural e biológica; III - o pluralismo de ideias e pensamento; IV - o ensino público e gratuito; V - a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; VI - a flexibilidade de métodos, critérios e procedimentos acadêmicos; VII - a excelência acadêmica; VIII - a defesa dos Direitos Humanos e a preservação do meio ambiente (ESTATUTO DA UFPA, 2006, p.4). Em consonância com o que se almeja e espera das IES públicas foi instituído o novo estatuto que vem para reafirmar o compromisso da UFPA com o ensino de qualidade, gratuito, que é embasado por eticidade e respeito, onde o espaço acadêmico deve honrar sua função social que é de grande relevância para a sociedade. Hoje, a UFPA é composta de mais de 50 mil pessoas (professores/as, técnico/aadministrativos/as e discentes) que de acordo com o Anuário Estatístico de 2017 contempla mil discentes da graduação e mil da pós-graduação. Estes avanços se deram em meio às reformas universitárias, restruturação econômica, política e social que culminaram para o estágio mais recente de sua história. Segundo informações do Anuário (2017) em relação a dados institucionais temos segundo o quadro: Componentes institucionais Ensino de graduação Cursos ofertados (Belém) Cursos ofertados (interior) Alunos matriculados Alunos concluintes Alunos ingressantes

7 Graduação (Belém) Graduação (interior) Vagas processo seletivo especial Vagas por acréscimo indígena Vagas pessoas com deficiência Vagas por acréscimo quilombola Fonte: Anuário Estatístico, Estes dados demonstram que ao longo dos anos foram sendo investidas ainda mais políticas sociais que possibilitassem acesso aos/às cidadãos/as a quem, historicamente, são negados o direito a educação e educação com qualidade, porém, de forma desorganizada, percebe-se que a ampliação do acesso não é acompanhado de melhorias institucionais e pedagógicas que possam atender as especificidades das novas demandas que são trazidas pelo/as discentes que, por exemplo, se enquadram nas vagas direcionadas ao indígena, quilombola ou as pessoas com deficiência. Desta forma, o ordenamento em específico da Restruturação e Expansão das Universidades (REUNI) que abrem as portas das Instituições Federais de Ensino (IFES) públicas sem o mínimo preparo dos espaços acadêmicos, efetiva ações que visam a quantificação em mostrar a ampliação do acesso as universidades públicas ao restringi-la,somente, em números, não abrindo espaço para uma análise crítica das consequências para manutenção da qualidade do ensino ofertado. A UFPA segue a perspectiva da padronização da educação superior que acontece nos demais estados da República Federativa Brasileira, com discurso inclusivo distanciando as reais reivindicações do debate. E na perspectiva de inserir mais alunos/as na UFPA aumentaram-se as vagas dos cursos noturnos, como pode-se observar no quadro abaixo: Ano Número de cursos Demanda Oferta Ingresso Diplomados ofertados Fonte: CEPS/UFPA,

8 Nesta tabela percebe-se o um equilíbrio ao longo dos anos do ingresso dos/as discentes nos turnos da noite, possibilitando e/ou flexibilizando horários para que alunos/as trabalhadores/as possam continuar seus estudos. Esta concessão flexibiliza como um todo as matrizes educacionais, porém, traz a precarização que é percebida para aqueles/as que estudam no turno da noite, devido ao reduzido horário, a falta de investimentos em pesquisa e extensão para os/as discentes que estudam à noite; a falta de tempo que os/as estudantes não têm para estudar devido a dupla e/ou tripla jornada de trabalho, prejudicando o processo de ensino aprendizagem. No entanto, esta mesma estrutura que utilizada para a manutenção do status quo pode ser modificada pelos/as cidadãos/as que adentram neste espaço público através de reinvindicações por melhores condições na educação. Neste viés, pensando na qualidade, é preciso um conjunto de fatores que caminhem no mesmo sentido para se ter um resultado propositivo. Voltando esta fala para a realidade amazônica onde, ainda, permanece uma educação elitizada, quinhentista e onde a realidade mostra que a educação é para uma minoria, é preciso resgatar a provocação que Chauí nos faz ao nos advertir que: A universidade tem hoje um papel que alguns não querem desempenhar, mas que é determinante para a existência da própria universidade: criar incompetentes sociais e políticos, realizar com a cultura o que a empresa realiza com o trabalho, isto é, parcelar, fragmentar, limitar o conhecimento e impedir o pensamento, de modo a bloquear toda tentativa concreta de decisão, controle e participação, tanto no plano da produção material, quanto no da produção intelectual. Se a universidade brasileira está em crise, é simplesmente porque a reforma do ensino inverteu seu sentido e finalidade-em lugar de criar elites dirigentes, está destinada a criar mãode-obra dócil para o mercado (CHAUI, 2001, p.46). A UFPA segue o modelo de educação descrita pelos governos brasileiros, que ao longo dos anos se transformou em mais uma universidade operacional. É nítida a diferença da universidade defendida pelo estatuto e da universidade que na sua realidade se molda às pretensões do mercado que se divide na busca por uma educação de qualidade e na contramão tem obtenção de capital privado descaracterizando a educação como direito. Quando nos referimos a este assunto específico esbaramos sobre às questões referentes ao acesso e permanência nas universidades públicas, isto é, falamos dos meios utilizados pela instituição em garantir que cidadãos/as que não tenham condições de permanecer no curso, possam ter possibilidades de concluir sua graduação. Neste viés, segundo Santiago (2014) a Assistência Estudantil é pensada a partir de seus norteadores jurídicos a abranger o/a discente, em sua totalidade, seja material, social e pedagógica, porém, ressalta que a própria legislação não deixa explícito, a questão orçamentária que traz problemas para as IES públicas, pois, essas omissões impõem limites 8

9 à efetivação de ações na área da Assistência Estudantil prejudicando o desenvolvimento global dos/as usuários/as. E isto faz com que a própria instituição se responsabilize pelas despesas que são geradas pela demanda que é maior que os recursos advindos do Estado. E adverte que é preciso que haja a definição específica de recursos para que se possa atender às demandas das universidades federais. O Programa de Assistência Estudantil da UFPA em sua base já define o público que tem direito a participar da concessão de auxílios nas instituições públicas. Neste sentido coloca como condição basilar a renda mínima e, assim, torna restrita a assistência estudantil a discentes que são, economicamente, hipossuficientes e que por essa fragilidade podem não permanecerem no ensino superior. Por isso, ao predominar a composição econômica percebe-se que a contenção orçamentária influência nos critérios de abrangência da política de assistência estudantil que comtempla os/as estudantes universitários/as dos cursos presenciais, das IES públicas sendo que os graduandos do ensino a distância não são englobados por este programa (ibidem). E com este suporte advindo pelo PNAES, a UFPA dispõe de recursos e uma rede de apoio que conta com a primazia da assistência estudantil como um local da promoção da cidadania preconizando o respeito e a dignidade humana, uma vez que muitos cidadãos que adentram a universidade não têm condições de continuar sua graduação (PDI, 2015). Neste sentido, foi criada, em 2007, a Diretoria de Assistência Estudantil (DAIE) vinculada à Pró-Reitoria de Extensão. No entanto, de acordo com Santiago (2014, p. 170) foi, somente em 2009, que se pode dizer que houve ações explícitas que pontuasse a Assistência Estudantil propriamente dita. Anterior a 2009, a UFPA delimitava sua atuação em: a) Restaurante Universitário (RU) restrito a capital, Campus Guamá; b) Casa da Estudante, apenas uma unidade para atender, somente, as discente do sexo feminino; c) Serviço Psicossocial e; d) Apoio a eventos científicos. E a contar de 2009 ampliaram-se as áreas de atuação, de forma desigual, lembrando que o REUNI contribuiu para expansão de vagas alterando a realidade amazônica, especificamente, nas universidades públicas do interior, onde as disparidades sociais pontualmente são maiores. As práticas da Assistência Estudantil como a Diretoria de Assistência e Integração Estudantil (DAIE) ocorreu até outubro de 2016, sendo substituída pela Superintendência de Assistência Estudantil (SAEST) criada por determinação da gestão do programa do, então, Magnífico Reitor da universidade o Prof. Dr. Emanuel Zagury Tourinho, a qual é integrada a seu gabinete e que funciona no antigo espaço físico contando com a mesma equipe técnica (SAEST, 2016). 9

10 Por conseguinte, o Relatório Anual de 2017 da SAEST, descreve o corpo de profissionais que a integram são: o superintendente; 21 (vinte e um) técnicos-administrativos da UFPA, com 07 (sete) assistentes sociais, 05 (cinco) interpretes de libra, 04 (quatro) nutricionistas, 02 (dois) pedagogos, 01 (um) assistente em administração e 01 (um) docente e 01(um) técnico em laboratório compondo a equipe de servidores; 29 (vinte e nove) técnicos-administrativos da FADESP, com, 06 (seis) auxiliares administrativos, 05 (cinco) assistentes sociais, 04 (quatro) assistentes administrativos, 2 (dois) analistas administrativos, 02 (dois) motoristas, 02 (dois) analistas de projetos, 02 (dois) analistas de TI, 01 (um) psicólogo, 01(um) analista de comunicação, 01 (um) arquivista, 01(um) pedagogo, 01(um) assessor pedagógico e 01(um) sociólogo na equipe de colaboradores; 22 (vinte e dois) bolsistas com discentes dos seguintes cursos: 05 (cinco) de Serviço Social, 03 (três) de Ciências Contábeis, 02 (dois) de História, 02 (dois) de Letras, 02 (dois) de Ciências da Computação, 01 (um) de Estatística, 01 (um) de Geofísica, 01 (um) de Psicologia, 01 (um) de Ciências Econômicas, 01(um) de Administração, 01(um) de Comunicação Social, 01 (um) de Sistema de Informação e 01 (um) de Pedagogia. É importante salientar a partir do que foi exposto, que o financiamento destinado a Política de Assistência Estudantil, está, concomitantemente, associado às determinações de um projeto dominante que legitima as determinações voltadas as decisões no âmbito educacional, sendo assim, Machado (2017) pontua elencando algumas assertivas sobre este assunto que reflete a realidade da Universidade do Pará: 1). As divisões dos recursos são feitas de formas desiguais que leva em consideração indicadores que, notadamente, tem direcionamento de produção voltado a mercantilização; 2). É predominante o financiamento da assistência estudantil sendo através de recursos fiscais, estes recursos são provindos de impostos que a própria sociedade paga, isto é, os usuários da referida política, são beneficiários do fundo público que eles mesmos financiam; 3). As IES inseridas na lógica mercadológica investem em recursos próprios para complementar os recursos procedentes do Tesouro Nacional que são insuficientes para suprir as necessidades da instituição, isso mostra a privatização ocorrendo dentro do espaço público como meio das universidades se autossustentarem produzindo, assim, caminhos para demarcar este espaço como privado; 4). Há o descaso em fomentar políticas que tenha a ótica da permanência de graduandos em situação de vulnerabilidade social, pois, até 2007, inexistia no âmbito legal, algo inclinado a esta prerrogativa, logo, entende-se que não se tem por primazia a efetivação de fato de universidades gratuitas, de excelência e qualidade; 10

11 5). Os programas relacionados a assistência estudantil destinam-se a promover transferência de renda, fazendo com que o usuário possa ter capital para investir no mercado, dando possiblidades deste minimamente sobreviver; 6). A política é operacionalizada de forma seletiva, focalizada e condicionada (MACHADO, 2017, p. 250) e, assim, retrocede no que tange a promoção de justiça social e frustra as pretensões do que se espera de uma política que venha efetivar um direito. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS Portanto, é inegável que o Programa de Assistência Estudantil na Universidade Federal do Pará é extremamente importante para a permanência dos/as estudantes no ensino superior, haja vista, que somente a entrada dos/as cidadãos/ãs não é a única condição para a efetivação do direito à educação é preciso que a universidade pública se reinvente pleiteando projetos/programas que garanta que o/a estudante concluam a sua trajetória no seu curso. E diante dos acirramento dos recursos destinados a Assistência Estudantil que repercutem diretamente na qualidade dos serviços ofertados aos estudantes requer uma atuação estruturada e combinada dos diversos sujeitos, sendo que estes devem expressar um conjunto de pensamentos e ações que estejam bem azeitadas no que se refere a uma perspectiva de ação educativa mais emancipadora. Por isso, pensar a garantia da permanência no contexto de contrarreformas dos direitos é um desafio nestes cenário pleno de contradições e de disputas entre as classes sociais, que pressupõe um entendimento da educação enquanto política social que é palco de lutas daqueles que buscam por um país mais justo e igualitário, sendo assim é imprescindível que os/as estudantes reivindiquem de forma coletiva e tornem-se visíveis diante do sistema, pois só a resistência continuará dando esperanças para a efetivação do direito à educação. REFERÊNCIAS ALMEIDA, J. C. S. de. Avaliação da Implementação do PNAES- Programa Nacional de Assistência Estudantil na UFPR: impactos e resultados para graduandos com fragilidade socioeconômica Disponível em: < Acesso em: 19 de janeiro de ANDIFES, Diretório Nacional. Plano Nacional de Assistência Estudantil. [Brasília],

12 ANUÁRIO ESTATÍSTICO 2017/ ANO BASE Disponível em: < B2016.pdf>. Acesso em 03 de março de BARBOSA, C. D. da L. Assistência Estudantil: compromisso do Serviço Social com o ensino superior CAON, G.F. FRIZZO, H.C.F. Acesso, equidade e permanência no ensino superior: desafios para o processo de democratização no Brasil Disponível em: < Acesso em: 25 de março de CAVAIGNAC, M. D.; COSTA, R. M. P. Serviço social, Assistência Estudantil e Contrarreforma do Estado. Temporalis, Brasília (DF), ano 17, n.34, jul. /dez CHAUI, M. A Universidade Operacional. Folhas de São Paulo: Cadernos Mais LIMA, K. R. S.O Banco Mundial e a educação superior brasileira na primeira década do novo século. Universidade Fluminense (UFF). Katálysis, v. 14, n.1.p , jan. /jun MACHADO, F. M. O Financiamento da Assistência Estudantil na UFES no contexto de contrarreforma da educação superior. / Fernanda Meneghini Machado (Dissertação) Disponível em: < i %20Machado.pdf. Acesso em 10 de fevereiro de MAGALHÃES, R. P. de. Desigualdade, pobreza e educação no ensino superior no Brasil. In: FONAPRACE-Revista Comemorativa 25 anos: histórias, memorias e múltiplos olhares. PROEX: UFU-MG, NASCIMENTO, C.M. do. Elementos conceituais para pensar a política de assistência estudantil na atualidade. In: FONAPRACE-Revista Comemorativa 25 anos: histórias, memorias e múltiplos olhares. PROEX: UFU-MG, PINHEIRO, E. B. A Política Nacional de Assistência Estudantil na Universidade Federal do Pará (UFPA): a perspectiva de atuação multiprofissional no atendimento aos discentes Disponível em:< 1&isAllowed=y>. Acesso em: 20 de fevereiro de RODRIGUES, H. W. Direito à educação: acesso, permanência e desligamento de alunos do ensino superior. Revista Sequencia, n. 52, p , jul Disponível em:< >. Acesso em: 12 de março de SUPERINTÊNCIA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL (SAEST). Relatório Anual. 2016/2017. Disponível em: < Acesso em 18 de fevereiro de YASBEK, M. C. Classes subalternas e assistência social. 5ª ed. São Paulo: Cortez,

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