4 - GESTÃO FINANCEIRA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "4 - GESTÃO FINANCEIRA"

Transcrição

1 4 - GESTÃO FINANCEIRA Nos termos do art. 103 da Lei Federal nº 4.320/64, o Balanço Financeiro demonstra a movimentação das receitas e despesas financeiras, evidenciando também operações não propriamente financeiras, tais como as receitas de cancelamentos de restos e de serviços da dívida a pagar, bem como as despesas empenhadas ainda não pagas. TOTAL ,65 TOTAL ,65 RECEITA ORÇAMENTÁRIA ,24 DESPESA ORÇAMENTÁRIA ,51 RECEITAS CORRENTES ,03 DESPESA POR FUNÇÕES ,51 LEGISLATIVA ,23 RECEITA TRIBUTÁRIA ,46 JUDICIÁRIA ,75 RECEITA DE CONTRIBUIÇÃO ,04 ADMINISTRAÇÃO ,93 RECEITA PATRIMONIAL ,60 DEFESA NACIONAL ,82 RECEITA DE SERVIÇOS ,13 SEGURANÇA PÚBLICA ,57 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES ,99 RELAÇÕES EXTERIORES ,02 OUTRAS RECEITAS CORRENTES ,81 ASSISTÊNCIA SOCIAL ,68 PREVIDÊNCIA SOCIAL ,22 SAÚDE ,64 RECEITAS DE CAPITAL ,00 TRABALHO ,12 EDUCAÇÃO ,50 OPERAÇÕES DE CRÉDITO ,29 CULTURA ,33 ALIENAÇÃO DE BENS ,90 DIREITOS DA CIDADANIA ,73 AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS ,24 URBANISMO ,48 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL ,18 HABITAÇÃO ,65 OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL ,39 SANEAMENTO ,00 DEDUÇÕES DA RECEITA CORRENTE ,79 GESTÃO AMBIENTAL ,26 DEDUÇÕES DE RECEITA TRIBUTÁRIA ,34 AGRICULTURA ,65 DEDUÇÕES DE RECEITA PATRIMONIAL ,56 COMÉRCIO E SERVIÇOS ,84 DEDUÇÕES DE RECEITAS DE SERVIÇOS -836 COMUNICAÇÕES ,68 DEDUÇÕES DE TRANSF. CORRENTES ,37 ENERGIA ,88 DEDUÇÕES OUTRAS RECEITAS CORRENTES ,52 TRANSPORTE ,60 DESPORTO E LAZER ,50 ENCARGOS ESPECIAIS ,43 TRANSFERENCIAS ATIVAS TRANSFERENCIAS PASSIVAS ,93 REPASSES RECEBIDOS REPASSES CONCEDIDOS ,93 RECEITA EXTRA-ORÇAMENTÁRIA ,08 DESPESA EXTRA-ORÇAMENTÁRIA ,45 DEVEDORES DIVERSOS, PARTICULARES ,63 DEVEDORES DIVERSOS, PART ,29 DEVEDORES DIVERSOS, PÚBLICOS ,96 DEVEDORES DIVERSOS, PÚBLICOS ,39 RESTOS A PAGAR ,63 RESTOS A PAGAR ,99 SERVIÇO DA DÍVIDA A PAGAR ,93 SERVIÇO DA DÍVIDA A PAGAR ,40 CRÉDITOS DE CONTRIBUINTES ,74 CRÉDITOS DE CONTRIBUINTES ,99 DEPÓSITOS DIVERSOS ,69 DEPÓSITOS DIVERSOS ,28 CREDORES DIVERSOS, PARTICULARES ,42 CREDORES DIVERSOS, PARTICULARES ,32 CREDORES DIVERSOS, PÚBLICOS ,08 CREDORES DIVERSOS, PÚBLICOS ,79 SALDO DISP. DO EXERCÍCIO ANTERIOR ,33 SALDO DISP. P/ EXERCÍCIO SEGUINTE ,76 CAIXA ,61 CAIXA ,00 BANCOS ,46 BANCOS ,46 BANCOS, CONTAS ESPECIAIS ,47 BANCOS, CONTAS ESPECIAIS ,54 APLICAÇÕES FINANCEIRAS ,79 APLICAÇÕES FINANCEIRAS ,76 Fonte: Balanço Financeiro - PMSP

2 A auditoria realizada com o objetivo de avaliar a Gestão Financeira da PMSP apresentou as seguintes conclusões: Geração de Caixa / Movimentação Financeira 2007 A condução da gestão financeira da Prefeitura em 2007 propiciou uma geração de caixa da ordem de R$ 647 milhões, influenciada pela situação superavitária de execução orçamentária. No quadro seguinte está comparada a Geração de Caixa dos dois últimos exercícios: Ingressos Δ% Receita orçamentária , ,24 11,4 Receita extra-orçamentária , ,08 42,5 Total dos ingressos ( A ) , ,32 25,4 Desembolsos Despesa orçamentária , ,51 5,7 Transferências financeiras -o ,93 Despesa extra-orçamentária , ,45 45,4 Total dos desembolsos ( B ) , ,89 28,3 Geração de Caixa (A - B) , ,43-45,7 Fonte: Balanço Financeiro de 2006 e 2007 A gestão financeira da Prefeitura, nos dois últimos anos, resultou em geração de caixa positiva correspondendo a 7,0% da receita orçamentária de 2006 e a 3,4% em A maior parte desse resultado é reflexo dos superávits alcançados na execução orçamentária dos últimos exercícios (R$ 677,7 milhões em 2006 e R$ 304,4 milhões em 2007). A movimentação de 2007, comparada com a de 2006, apresenta uma redução de 45,7% na geração total de caixa. A redução reflete o maior crescimento dos desembolsos (28,3%) sobrepujando a evolução dos ingressos que teve um crescimento menor (25,4%). O montante acumulado pela geração de caixa dos três últimos exercícios (R$ 3,7 bilhões) representa 90% do total das disponibilidades de 2007 (saldo de R$ 4,1 bilhões). A geração de caixa de 2007, menor que a de 2006 em 45,7%, permitiu, todavia, um incremento de 18,6% nas disponibilidades da Prefeitura.

3 Valores Índice Disponível no início do exercício ,33 100,0 Geração de Caixa de ,43 18,6 Disponível em ,76 118,6 Fonte: Balanço Financeiro Para efeito comparativo, pode-se mensurar o volume das disponibilidades utilizando como referencial a capacidade de saldar as despesas de cada exercício. Assim, temos que o saldo do disponível em foi suficiente para o pagamento de dois meses e 24 dias das despesas (pagas) de Do mesmo modo, depois de estimar as despesas que deverão ser pagas em 2008, ajustando os valores de 2007 com o mesmo percentual de majoração (27%) atribuído às despesas orçamentárias da Prefeitura, temos que o saldo de seria suficiente para pagar dois meses e 18 dias das despesas de 2008.

4 4.2 - Evolução das Disponibilidades Ao completar três exercícios, a atual gestão conseguiu acumular um disponível de R$ 4,1 bilhões. Esse volume de reservas possibilitará que em 2008 haja aumentos de gastos da Prefeitura, tradicionais em último ano de mandato. O gráfico seguinte compara a evolução das disponibilidades de 2004 a 2007: Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Fonte: Balancetes Financeiros O gráfico evidencia a diferença de tratamento das disponibilidades, antes e depois de dezembro de O último exercício da gestão anterior (2004) caracterizou-se pelo consumo das reservas de caixa a razão de R$ 10 milhões mensais, culminando o ano com apenas R$ 358 milhões disponíveis, valor exíguo para o gerenciamento das finanças da Prefeitura. A gestão atual, nos três últimos exercícios, vem apresentando uma consistente geração de caixa. Em 2005 o acréscimo médio mensal do disponível foi de R$ 160 milhões, em 2006 atingiu R$ 99 milhões e em 2007 R$ 53,9 milhões. Os meses de janeiro e fevereiro, nos três anos, graças à arrecadação de IPVA e IPTU, foram suficientes para proporcionar o incremento acumulado pelo caixa em cada ano. Ao completar três exercícios, a atual gestão conseguiu acumular um disponível de R$ 4,1 bilhões. Esse volume de reservas possibilitará que em 2008 haja aumentos de gastos da Prefeitura, tradicionais em último ano de mandato, sem maiores sobressaltos.

5 4.3 - Aplicações Financeiras Foram auferidos R$ 502 milhões de rendimentos sobre aplicações financeiras em 2007, o correspondente a 2,63% do total das receitas orçamentárias da Prefeitura no exercício, tendo em vista a aplicação sistemática para rentabilização dos recursos excedentes. A maior parte das disponibilidades da Prefeitura corresponde às Aplicações Financeiras (97,6%) % 2007 % Caixa , ,00 -- Bancos e Contas Especiais ,93 4, ,00 2,4 Aplicações Financeiras ,79 95, ,76 97,6 SALDO do DISPONÍVEL ,33 100, ,70 100,0 Fonte: Balanço Financeiro de 2006 e 2007 O saldo médio mensal das aplicações em 2007 alcançou o valor de R$ 4,43 bilhões, correspondendo a um crescimento de 37%, sobre as aplicações médias de 2006, que ficaram em R$ 3,23 bilhões. Os rendimentos auferidos como resultado das aplicações financeiras alcançou a importância de R$ 502 milhões em 2007, apresentando um crescimento de 0,9% sobre os valores de A diferença entre o crescimento da média das aplicações (37%) e o aumento (0,9%) dos rendimentos obtidos deveu-se à redução da rentabilidade das aplicações de renda fixa. A média da taxa Selic de 2006 foi de 1,177% a.m. e a média de 2007 foi de 0,938% a.m.

6 4.4 - Resultado Financeiro do Exercício O superávit financeiro alcançado em 2007 permite que a Prefeitura promova em 2008 a abertura de créditos adicionais suplementares utilizando deste recurso até o limite de R$ 1,74 bilhão. A partir do resultado da equação demonstrado no quadro a seguir, a Prefeitura poderá promover em 2008 a abertura de créditos adicionais suplementares utilizando como recurso o superávit financeiro de 2007, até o limite de R$ 1,74 bilhão. A utilização dessa faculdade permitirá considerável ampliação do orçamento original. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO FINANCEIRO em Disponível ,76 Realizável ,01 Total do Ativo Financeiro ,77 Restos e Serviço da Dívida a Pagar ,42 Créditos De Contribuintes ,19 Depósitos Diversos ,74 Credores Diversos, Particulares ,42 Credores Diversos, Públicos ,97 Total do Passivo Financeiro ,74 Resultado Financeiro Superávit ,03 Fonte: Balanço Patrimonial 2007 No exercício de 2007, a PMSP utilizou dessa faculdade promovendo a abertura de créditos adicionais que totalizaram R$ 815,7 milhões, correspondendo a 71,3% do valor apurado como superávit financeiro (R$ 1.143,2 milhões), com base no Balanço Patrimonial de 2006.

7 4.5 - Recursos Disponíveis x Dívida de Curto Prazo Em havia situação de confortável suficiência de disponibilidades financeiras, pois se fossem saldadas todas as obrigações de curto prazo restaria ainda R$ 1,26 bilhão (30% das disponibilidades apresentadas no final do exercício). A seguir, demonstra-se o confronto entre o montante dos recursos financeiros disponíveis e as obrigações de curto prazo: Passivo Financeiro Disponibilidade , , ,76 (-) Obrigações de Curto Prazo , , ,00 Restos a Pagar , , ,49 Serviço da Dívida a Pagar , , ,93 Créditos de contribuintes , , ,19 Credores Diversos, Particulares , , ,42 Credores Diversos, Públicos , , ,97 (=) Excedente de disponibilidade , , ,76 Fonte: Balanço Patrimonial 2005, 2006, 2007 Os recursos acumulados no disponível da Prefeitura ( ) são mais que suficientes para o pagamento do saldo total (R$ 2,74 bilhões) de Restos e do Serviço da Dívida a Pagar, recém inscritos e remanescentes de outros exercícios. Se fossem saldadas todas as obrigações de curto prazo, ainda restaria R$ 1,26 bilhão (30% das disponibilidades apresentadas no final do exercício), caracterizando situação de confortável suficiência de disponibilidades financeiras. Um terço das disponibilidades corresponde a recursos vinculados (são valores destinados, em geral, ao pagamento de despesas com saúde e educação). Proporção conveniente para saldar os saldos de empenho (Restos) dessas duas funções que juntas correspondem a 30% dos Restos de 2007.

8 4.6 - Tempestividade de Pagamento das Obrigações Em 2007, o pagamento das obrigações da Prefeitura ocorreu tempestivamente, ressalvado que, como em exercícios anteriores, a maior parte dos precatórios vencidos deixou de ser pago Atendimento aos prazos para liquidação e pagamento das despesas Os procedimentos de auditoria, aplicados em base de testes, permitiram verificar que a liquidação das despesas e os pagamentos efetuados pela PMSP durante o exercício foram efetuados de acordo com os parâmetros estabelecidos no 1º do art. 13 do Decreto nº , de (30 dias para vencimento da obrigação) e a Portaria SF nº 165/07 (mínimo de 05 dias úteis para pagamento a partir da liquidação) Pagamento dos Precatórios No exercício de 2007 a Prefeitura tinha por obrigação o pagamento de precatórios no montante de R$ 5,63 bilhões. O orçamento inicial destinou R$ 468,26 milhões para essa finalidade, o correspondente a apenas 8,3% do total devido. Foram pagos apenas R$ 171 milhões, isto é, um terço do orçamento inicial, ficando o restante sem utilização. Perdura o tratamento parcimonioso dado pela Prefeitura ao pagamento dos precatórios contrastando com a geração de caixa que nos três últimos exercícios já acumula o excedente de R$ 4 bilhões. Apesar do volume de pagamentos do exercício apresentar um aumento de 5,1% sobre os desembolsos do exercício anterior, corresponde apenas a 3% do total devido em 2007 (R$ 5,63 bilhões). A exigüidade dos pagamentos de precatórios tem levado os credores a ingressarem com processos de seqüestros que vem se consagrando como fórmula alternativa para resolver essa questão. Exercício Δ% Valores Seqüestrados em R$ , ,04-13,3 O montante dos seqüestros realizados em 2007 ficou apenas R$ 15 milhões a menos que os pagamentos espontâneos. Em 2006 o volume de seqüestros havia superado em R$ 18 milhões os pagamentos feitos pelas vias normais.

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DIRETORIA DE CONTROLE DOS MUNICÍPIOS DMU PROCESSO : PCP 06/00076210 UNIDADE : Município de BALNEÁRIO CAMBORIÚ RESPONSÁVEL : Sr. RUBENS SPERNAU - Prefeito

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DIRETORIA DE CONTROLE DOS MUNICÍPIOS DMU PROCESSO PCP 08/00199278 UNIDADE Município de Joinville RESPONSÁVEL Sr. Marco Antonio Tebaldi - Prefeito Municipal

Leia mais

COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO ANUAL DE CONTROLE INTERNO OBJETO: 2014 GESTOR/ORDENADOR DE DESPESAS:

COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO ANUAL DE CONTROLE INTERNO OBJETO: 2014 GESTOR/ORDENADOR DE DESPESAS: COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO ANUAL DE CONTROLE INTERNO OBJETO: Contas relativas ao exercício de 2014 GESTOR/ORDENADOR DE DESPESAS: Vereadora Maria das Dores Campos A. Lousado I APRESENTAÇÃO Em

Leia mais

BALANCETE ORÇAMENTÁRIO AGOSTO/2012 SALDO ATUALIZADA REALIZADAS DOTAÇÃO. (a) (b) (c )=(a-b) (d) ( e ) (f) (g) (h)=(d-e)

BALANCETE ORÇAMENTÁRIO AGOSTO/2012 SALDO ATUALIZADA REALIZADAS DOTAÇÃO. (a) (b) (c )=(a-b) (d) ( e ) (f) (g) (h)=(d-e) RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS PREVISÃO INICIAL BALANCETE ORÇAMENTÁRIO AGOSTO/2012 Diretoria da Área Orçamentária e Financeira SALDO PREVISÃO RECEITAS DOTAÇÃO DESPESAS DESPESAS DESPESAS SALDO ATUALIZADA REALIZADAS

Leia mais

Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IRF - M Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.885/0001-45

Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IRF - M Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.885/0001-45 Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IRF - M Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo (Administrado pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - CNPJ: 92.702.067/0001-96) e 2014 com Relatório

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

Art. 1º - Fica aprovado o Regimento Interno da Central do Sistema de Controle Interno, anexo ao presente Decreto.

Art. 1º - Fica aprovado o Regimento Interno da Central do Sistema de Controle Interno, anexo ao presente Decreto. DECRETO N.º 961/08 De 01 de julho de 2008. APROVA O REGIMENTO INTERNO DA CENTRAL DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A PREFEITA MUNICIPAL DE VALE DO SOL, no uso de suas atribuições

Leia mais

AUDITORIA INTERNA RELATÓRIO SOBRE AS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2013

AUDITORIA INTERNA RELATÓRIO SOBRE AS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2013 AUDITORIA INTERNA RELATÓRIO SOBRE AS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2013 Em cumprimento à Instrução Normativa nº 14, de 14.12.2011, especificamente do seu art. 10, e à Decisão Normativa nº 009/2013, ambas do Tribunal

Leia mais

RGF ANEXO I (LRF, art. 55, inciso I, alínea "a") R$ 1,00 DESPESA COM PESSOAL LIQUIDADAS

RGF ANEXO I (LRF, art. 55, inciso I, alínea a) R$ 1,00 DESPESA COM PESSOAL LIQUIDADAS DEMONSTRATIVO DA DESPESA COM PESSOAL RGF ANEXO I (LRF, art. 55, inciso I, alínea "a") R$ 1,00 DESPESAS EXECUTADAS DESPESA COM PESSOAL LIQUIDADAS (a) (Últimos 12 Meses) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS

Leia mais

Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Petrobrás (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 de

Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Petrobrás (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 de Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Petrobrás Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 de setembro de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes Aos

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE PÚBLICA EXERCÍCIO DE 2014

DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE PÚBLICA EXERCÍCIO DE 2014 NOTAS EXPLICATIVAS 1. DIVULGAÇÃO DE POLÍTICAS CONTÁBEIS Políticas contábeis são os princípios, bases, convenções, regras e procedimentos específicos aplicados pela entidade na elaboração e na apresentação

Leia mais

LEI Nº 1047/2012. O Prefeito do Município de Pinhalão, Estado do Paraná. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1047/2012. O Prefeito do Município de Pinhalão, Estado do Paraná. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1047/2012 O Prefeito do Município de Pinhalão,. SÚMULA: Dispõe sobre as Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2013 e dá outras providências. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu,

Leia mais

Perfin Long Short 15 FIC FIM

Perfin Long Short 15 FIC FIM Perfin Long Short 15 FIC FIM Relatório Mensal- Junho 2013 O Perfin LongShort 15 FICFIM tem como objetivo gerarretorno superior ao CDIno médio prazo. O fundo utiliza-se de análise fundamentalista eaestratégia

Leia mais

Não Possui Prestadora de Serviços de Informática Nome: DELTA SOLUÇÕES EM INFORMÁTICA LTDA CNPJ: 03703992000101 Telefone: (51)32354200

Não Possui Prestadora de Serviços de Informática Nome: DELTA SOLUÇÕES EM INFORMÁTICA LTDA CNPJ: 03703992000101 Telefone: (51)32354200 Neste RVE estão incluídos: Sim Não Modelos da LRF do Legislativo 1. Informações da Entidade 1.1 Dados Cadastrais da Administração Atual CNPJ: 04526121000122 Período: 01/01/2015 a 31/12/2015-6º Bimestre

Leia mais

Demonstrações Financeiras

Demonstrações Financeiras Demonstrações Financeiras Fundo de Aposentadoria Programada Individual Banrisul Conservador CNPJ 04.785.314/0001-06 (Administrado pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - CNPJ 92.702.067/0001-96)

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro

Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro RELAÇÃO DE DOCUMENTOS INTEGRANTES DA PRESTAÇÃO DE CONTAS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA (CONTAS DE GOVERNO) EXERCÍCIO DE 2013 CONFORME OFÍCIO-CIRCULAR Nº 14/2014 PRS/GAP RESPONSABILIZAÇÃO CADASTROS do Prefeito

Leia mais

Série 34 E 35 Relatório de Acompanhamento do CRI 31-jan-14

Série 34 E 35 Relatório de Acompanhamento do CRI 31-jan-14 31-jan-14 a - Juros 6.691.919,50 a - Juros 1.672.979,81 b - Amortização 3.757.333,97 b - Amortização 939.333,65 a - Saldo atual dos CRI Seniors (984.936.461,48) b - Saldo atual dos CRI Junior (246.234.105,79)

Leia mais

Fator Veritá Fundo de Investimento Imobiliário (Administrado pelo Banco Fator S.A.)

Fator Veritá Fundo de Investimento Imobiliário (Administrado pelo Banco Fator S.A.) Fator Veritá Fundo de Investimento Imobiliário Demonstrações Financeiras Referentes ao Exercício Findo em 31 de Dezembro de 2011 e Relatório dos Auditores Independentes CNPJ 11.664.201/0001-00 Deloitte

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA

GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA Pág. 1 Índice 1. BALANCETE... 3 2. BALANÇO... 5 3. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS... 10 4. RESUMO... 12 Pág. 2 1. BALANCETE O balancete é um documento contabilístico

Leia mais

MUNICÍPIOS COM POPULAÇÃO INFERIOR A 50.000 HABITANTES QUE OPTARAM PELA DIVULGAÇÃO SEMESTRAL DOS ANEXOS DOS ARTS. 53, 54 E 55 DA LRF

MUNICÍPIOS COM POPULAÇÃO INFERIOR A 50.000 HABITANTES QUE OPTARAM PELA DIVULGAÇÃO SEMESTRAL DOS ANEXOS DOS ARTS. 53, 54 E 55 DA LRF MUNICÍPIOS COM POPULAÇÃO INFERIOR A 50.000 HABITANTES QUE OPTARAM PELA DIVULGAÇÃO SEMESTRAL DOS ANEXOS DOS ARTS. 53, 54 E 55 DA LRF MODELO / SUGESTÃO PARA O RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DAS METAS DO TERCEIRO

Leia mais

- Gestão Financeira 1 -

- Gestão Financeira 1 - 1 Cap 2 - Administração do Capital de Giro 2.1 Introdução 2.2 O capital circulante e capital circulante líquido 2.3 Políticas de gerenciamento do capital circulante 2.4 Capital de Giro Próprio 2.5 Capital

Leia mais

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011.

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o São estabelecidas, em cumprimento

Leia mais

Aos Conselheiros e Diretores do CENTRO DE APOIO AOS PEQUENOS EMPREENDIMENTOS DO PIAUÍ CEAPE/PI Teresina - PI. 1.1) Balanço Patrimonial: Pag.

Aos Conselheiros e Diretores do CENTRO DE APOIO AOS PEQUENOS EMPREENDIMENTOS DO PIAUÍ CEAPE/PI Teresina - PI. 1.1) Balanço Patrimonial: Pag. Aos Conselheiros e Diretores do CENTRO DE APOIO AOS PEQUENOS EMPREENDIMENTOS DO PIAUÍ CEAPE/PI Teresina - PI 1.1) Balanço Patrimonial: Pag. 1 P 1 Continuação... Pag. 2 P 2 1.2) Demonstração do Resultado

Leia mais

Série 108 Relatório de Acompanhamento do CRI 31-jan-15

Série 108 Relatório de Acompanhamento do CRI 31-jan-15 31-jan-15 a - Saldo atual dos CRI Seniors (37.502.102,11) c - Saldo devedor total da carteira, encargos e valores a processar 37.502.133,30 f - Excedente / (Falta) 1.034,16 28-fev-15 a - Saldo atual dos

Leia mais

Descrição Jan a Jun. 2013 Jan a Jun. 2014 Variação R$ Variação % Receitas Custos Assistenciais Resultado Operacional

Descrição Jan a Jun. 2013 Jan a Jun. 2014 Variação R$ Variação % Receitas Custos Assistenciais Resultado Operacional Comparativamente com o mesmo período de 2013, o percentual de crescimento dos custos assistenciais (atendimentos a beneficiários locais - 158) foi de 20,06%, enquanto que as receitas oriundas de mensalidades

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Texto para as questões de 31 a 35 conta saldo despesa de salários 10 COFINS a recolher 20 despesas de manutenção e conservação 20 despesa de depreciação 20 PIS a recolher 30 despesas

Leia mais

2.2 Resultado com mercadorias 2.3 Impostos que afetam as mercadorias 2.4 Critérios de avaliação do estoque

2.2 Resultado com mercadorias 2.3 Impostos que afetam as mercadorias 2.4 Critérios de avaliação do estoque Disciplina: Contabilidade Comercial I Período: 2º Tipo: I Professor: Evaldo Modesto de Ávila Curso: Ciências Contábeis Assunto: Texto Semestre: 2º Nome: Nº: Apostila : Turma: ÚNICA Turno: NOITE Data: 002

Leia mais

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00

Leia mais

ADMINISTRAÇÃOFINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

ADMINISTRAÇÃOFINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARANÁ - UNESPAR CAMPUS DE PARANAVAÍ. ADMINISTRAÇÃOFINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 215/216 WWW. O N I V A L D O. C O M. BR Administração Financeira oizidoro@uol.com.br

Leia mais

Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras

Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras EletrosSaúde Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2011 e de 2010 Em milhares de reais 1 Contexto Operacional A Fundação Eletrobrás de Seguridade Social ELETROS é uma entidade

Leia mais

Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IMA Geral Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.894/0001-36

Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IMA Geral Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.894/0001-36 Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IMA Geral Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo (Administrado pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - CNPJ: 92.702.067/0001-96) e 2014 com Relatório

Leia mais

Demonstrações Financeiras

Demonstrações Financeiras Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IMA Geral Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.894/0001-36 (Administrado pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - CNPJ: 92.702.067/0001-96)

Leia mais

FACULDADE IBGEN INSTITUTO BRASILEIRO DE GESTÃO DE NEGÓCIOS MBA EM GESTÃO PÚBLICA

FACULDADE IBGEN INSTITUTO BRASILEIRO DE GESTÃO DE NEGÓCIOS MBA EM GESTÃO PÚBLICA FACULDADE IBGEN INSTITUTO BRASILEIRO DE GESTÃO DE NEGÓCIOS MBA EM GESTÃO PÚBLICA UM MODELO DE PREVISÃO DE TRANSFERÊNCIAS SEMANAIS DE ICMS PARA OS MUNICÍPIOS André Fernando Butzen Porto Alegre, Rio Grande

Leia mais

Relatório de Desempenho da Gestão do Fermoju Período: janeiro/2012 a dezembro/2012

Relatório de Desempenho da Gestão do Fermoju Período: janeiro/2012 a dezembro/2012 ESTADO DO CEARÁ PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA SECRETARIA DE FINANÇAS FERMOJU Relatório de Desempenho da Gestão do Fermoju Período: janeiro/2012 a dezembro/2012 1. Departamento de Gerência Executiva

Leia mais

Curso: Ciências Contábeis. Disciplina: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Entrega dia 30 de Novembro

Curso: Ciências Contábeis. Disciplina: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Entrega dia 30 de Novembro Faculdade Atenas Maranhense - FAMA Professor: Esp. CLEIDIANA SACCHETTO Curso: Ciências Contábeis. Disciplina: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Entrega dia 30 de Novembro DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU

Leia mais

Ref.: Demonstrações Contábeis de 2013

Ref.: Demonstrações Contábeis de 2013 Ao Morro do Chapéu Golfe Clube Belo Horizonte, 28 de fevereiro de 2014. Ref.: Demonstrações Contábeis de 2013 Anexamos às seguintes demonstrações: 1. Balanço Patrimonial: apresenta a situação patrimonial

Leia mais

A INSTITUIÇÃO TESOURO ESTADUAL EM TEMPO DE AMEAÇAS ÀS FINANÇAS CAPIXABAS*

A INSTITUIÇÃO TESOURO ESTADUAL EM TEMPO DE AMEAÇAS ÀS FINANÇAS CAPIXABAS* A INSTITUIÇÃO TESOURO ESTADUAL EM TEMPO DE AMEAÇAS ÀS FINANÇAS CAPIXABAS* Marcos Bragatto O sucesso da gestão de qualquer instituição se fundamenta na eficiência do desempenho do tripé métodos, meios e

Leia mais

CENTRO DE APOIO AOS PEQUENOS EMPREENDIMENTOS DO PIAUÍ CEAPE/PI

CENTRO DE APOIO AOS PEQUENOS EMPREENDIMENTOS DO PIAUÍ CEAPE/PI c Aos Conselheiros e Diretores do CENTRO DE APOIO AOS PEQUENOS EMPREENDIMENTOS DO PIAUÍ CEAPE/PI C.N.P.J.(MF): 01.668.749/0001-74 Teresina - PI PARECER DE AUDITORIA R e f e r e n t e a o e x e r c í c

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE DECRETO Nº 22.561, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2012.

RIO GRANDE DO NORTE DECRETO Nº 22.561, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2012. RIO GRANDE DO NORTE DECRETO Nº 22.561, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2012. Fixa normas para a execução orçamentária e financeira do exercício de 2012 e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO RIO GRANDE

Leia mais

Fontes. Executivo 2.707.918 406.554 3.114.472 87,92. Legislativo 119.200 100 119.300 3,37. Judiciário 236.004 8.900 244.904 6,91

Fontes. Executivo 2.707.918 406.554 3.114.472 87,92. Legislativo 119.200 100 119.300 3,37. Judiciário 236.004 8.900 244.904 6,91 RELATÓRIO O Balanço Geral do Estado do exercício de 2004 traz em primeiro plano as demonstrações consolidadas composta pela Administração Direta, representada pelos Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário

Leia mais

RGF ANEXO I (LRF, art. 55, inciso I, alínea "a") R$ 1,00

RGF ANEXO I (LRF, art. 55, inciso I, alínea a) R$ 1,00 DEMONSTRATIVO DA DESPESA COM PESSOAL RGF ANEXO I (LRF, art. 55, inciso I, alínea "a") R$ 1,00 DESPESA COM PESSOAL LIQUIDADAS (a) DESPESAS EXECUTADAS (Último 1 MMoMo) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

Anexo IV Metas Fiscais IV.3. Evolução do Patrimônio Líquido (Art. 4 o, 2 o, inciso III, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000)

Anexo IV Metas Fiscais IV.3. Evolução do Patrimônio Líquido (Art. 4 o, 2 o, inciso III, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo IV Metas Fiscais IV.3. Evolução do Patrimônio Líquido (Art. 4 o, 2 o, inciso III, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) O Patrimônio Líquido PL é composto pelos subgrupos Capital Social,

Leia mais

CADERNO DE QUESTÕES PROCESSO SELETIVO TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA (TRV) 2ª ETAPA EDITAL 02/2015-COPESE DATA: 08/02/2015. HORÁRIO: das 09 às 12 horas

CADERNO DE QUESTÕES PROCESSO SELETIVO TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA (TRV) 2ª ETAPA EDITAL 02/2015-COPESE DATA: 08/02/2015. HORÁRIO: das 09 às 12 horas Realização: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CADERNO DE QUESTÕES PROCESSO SELETIVO TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA (TRV) 2ª ETAPA EDITAL 02/2015-COPESE CURSO: BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS

Leia mais

Demonstrações Financeiras & Anexo. 31 Dezembro 2013

Demonstrações Financeiras & Anexo. 31 Dezembro 2013 Demonstrações Financeiras & Anexo 31 Dezembro 2013 1 I. Demonstrações Financeiras individuais a) Balanço em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 2 b) Demonstração dos resultados por naturezas dos exercícios findos

Leia mais

2.1 Apresentação e elaboração das Demonstrações Contábeis

2.1 Apresentação e elaboração das Demonstrações Contábeis NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO 1. Contexto Operacional O Conselho Regional de Contabilidade de Mato Grosso, criado pelo Decreto-Lei nº 9.295, publicado no Diário Oficial

Leia mais

Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes

Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Safra Petrobras - Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de (Administrado pelo Banco Safra de Investimento S.A.) Demonstrações Financeiras Referentes ao Exercício Findo em 30 de Junho de 2007 e ao Período

Leia mais

Relatório Gerencial Abril 2016. Receita Imobiliária 763.982,82 PEUGEOT 96.554,65 PETROBRAS 667.428,17 RENDA FIXA 7.938,83. Receitas Totais 771.

Relatório Gerencial Abril 2016. Receita Imobiliária 763.982,82 PEUGEOT 96.554,65 PETROBRAS 667.428,17 RENDA FIXA 7.938,83. Receitas Totais 771. TRX Edifícios Corporativos XTED11 - FII Relatório Gerencial Abril 2016 DADOS DO FUNDO DATA DE INÍCIO Novembro/2012 PRAZO Indeterminado VALOR DE MERCADO R$ 38.142.000,00 VALOR PATRIMONIAL R$ 94.237.354,75

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO E ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO E ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO E ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As orientações constantes deste manual devem ser observadas pelas Unidades Gestoras para encerramento do exercício,

Leia mais

Relatório Trabalhista

Relatório Trabalhista Rotinas de Pessoal & Recursos Humanos www.sato.adm.br - sato@sato.adm.br - fone (11) 4742-6674 Desde 1987 Legislação Consultoria Assessoria Informativos Treinamento Auditoria Pesquisa Qualidade Relatório

Leia mais

ANEXOS Resolução TCE Nº 1.604/07 (Administração Estadual)

ANEXOS Resolução TCE Nº 1.604/07 (Administração Estadual) ANEXO I DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA DOS RECURSOS RECEBIDOS Código Receita Ingressos 00 RECURSOS DO TESOURO (PESSOAL) 00 RECURSOS DO TESOURO (CUSTEIO E INVESTIMENTOS) 10 RECURSOS

Leia mais

NOTAS ÀS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2012

NOTAS ÀS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2012 NOTAS ÀS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2012 Nota Introdutória: A prestação de contas de 2012 é elaborada de acordo com o SNC 1. Não existiram alterações no capital nem perdas ou ganhos por imparidade. As presentes

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 247, DE 27 DE MARÇO DE 1996, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 269/97, 285/98, 464/08 E

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 247, DE 27 DE MARÇO DE 1996, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 269/97, 285/98, 464/08 E TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 269/97, 285/98, 464/08 E 469/08. Dispõe sobre a avaliação de investimentos em sociedades coligadas e controladas e sobre os procedimentos

Leia mais

Desafio da qualidade e produtividade no setor público brasileiro

Desafio da qualidade e produtividade no setor público brasileiro Desafio da qualidade e produtividade no setor público brasileiro FNQ- Reunião do Conselho Curador São Paulo, 26 de agosto de 2010 Luciano Coutinho 1 Brasil retomou o ciclo de crescimento sustentado pela

Leia mais

COMPETÊNCIAS E DESAFIOS DO SECRETÁRIO DE FINANÇAS. Fernando Carlos Almeida

COMPETÊNCIAS E DESAFIOS DO SECRETÁRIO DE FINANÇAS. Fernando Carlos Almeida COMPETÊNCIAS E DESAFIOS DO SECRETÁRIO DE FINANÇAS Fernando Carlos Almeida A QUESTÃO Quais os compromissos do Secretário Municipal de Finanças com a gestão financeira moderna e responsável, com a execução

Leia mais

BALANÇO DAS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ROCHAS ORNAMENTAIS E DE REVESTIMENTO NO PERÍODO JANEIRO A SETEMBRO DE 2013 1

BALANÇO DAS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ROCHAS ORNAMENTAIS E DE REVESTIMENTO NO PERÍODO JANEIRO A SETEMBRO DE 2013 1 Informe 15/213 Balanço das Exportações e Importações Brasileiras de Rochas Ornamentais e de Revestimento no Período Janeiro a Setembro de 213 Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais ABIROCHAS

Leia mais

A T I V O P A S S I V O CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 1.718.300 CIRCULANTE E EXIGÍVEL A LONGO PRAZO 24.397

A T I V O P A S S I V O CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 1.718.300 CIRCULANTE E EXIGÍVEL A LONGO PRAZO 24.397 BANCO CENTRAL DO BRASIL FUNDO DE GARANTIA DOS DEPÓSITOS E LETRAS IMOBILIÁRIAS - FGDLI BALANÇO PATRIMONIAL DE ENCERRAMENTO - EM 29 DE ABRIL DE 2005 A T I V O P A S S I V O CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO

Leia mais

COORDENADORA-GERAL DE ESTUDOS E INFORMAÇÕES GERENCIAIS Sandra Helena Caresia Gustavo

COORDENADORA-GERAL DE ESTUDOS E INFORMAÇÕES GERENCIAIS Sandra Helena Caresia Gustavo PRESIDENTE DA REPÚBLICA Luiz Inácio Lula da Silva MINISTRO Paulo Bernado Silva SECRETÁRIO-EXECUTIVO Nelson Machado SECRETÁRIO DE RECURSOS HUMANOS Sérgio Eduardo Arbulu Mendonça COORDENADORA-GERAL DE ESTUDOS

Leia mais

Kinea Renda Imobiliária FII. Relatório de Gestão

Kinea Renda Imobiliária FII. Relatório de Gestão Kinea Renda Imobiliária FII Relatório de Gestão Agosto de 2012 Palavra do Gestor Prezado investidor, Conforme informado preliminarmente no relatório de junho, no mês de julho concluímos a aquisição do

Leia mais

Relatório Tipo Dezembro de 20XX

Relatório Tipo Dezembro de 20XX Relatório Tipo Dezembro de 20XX Alvim & Rocha Consultoria de Gestão, Lda. Tel.: 22 831 70 05; Fax: 22 833 12 34 Rua do Monte dos Burgos, 848 Email: mail@alvimrocha.com 4250-313 Porto www.alvimrocha.com

Leia mais

Permitida a reprodução total ou parcial desta publicação desde que citada a fonte.

Permitida a reprodução total ou parcial desta publicação desde que citada a fonte. Subsistemas Orçamentário Patrimonial Custos Compensação registra, processa e evidencia os atos e os fatos relacionados ao planejamento e à execução orçamentária; registra, processa e evidencia os fatos

Leia mais

1. Atividade Econômica

1. Atividade Econômica Julho/212 O Núcleo de Pesquisa da FECAP apresenta no seu Boletim Econômico uma compilação dos principais indicadores macroeconômicos nacionais que foram publicados ao longo do mês de referência deste boletim.

Leia mais

Instituto Odeon - Filial Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e relatório de revisão dos auditores independentes

Instituto Odeon - Filial Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e relatório de revisão dos auditores independentes Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de e relatório de revisão dos auditores independentes Relatório de revisão dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores

Leia mais

Com transparência, escreveremos juntos o futuro de nossa cooperativa. ASSEMBLEIAS SICREDI 2016

Com transparência, escreveremos juntos o futuro de nossa cooperativa. ASSEMBLEIAS SICREDI 2016 Com transparência, escreveremos juntos o futuro de nossa cooperativa. ASSEMBLEIAS SICREDI 2016 Edital de Convocação COOPERATIVA DE CRÉDITO E INVESTIMENTO DE LIVRE ADMISSÃO UNIÃO PARANÁ/SÃO PAULO - SICREDI

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS CONTÁBEIS

GLOSSÁRIO DE TERMOS CONTÁBEIS GLOSSÁRIO DE TERMOS CONTÁBEIS AMORTIZAÇÃO: Representa a conta que registra a diminuição do valor dos bens intangíveis registrados no ativo permanente, é a perda de valor de capital aplicado na aquisição

Leia mais

O Lucro Líquido do 1T12 foi de R$2,5 MM, superior em R$10,7 MM ao prejuízo do 1T11, de R$8,2 MM negativos.

O Lucro Líquido do 1T12 foi de R$2,5 MM, superior em R$10,7 MM ao prejuízo do 1T11, de R$8,2 MM negativos. São Paulo, 13 de maio de 2013 - A Unidas S.A. ( Companhia ou Unidas ) anuncia os seus resultados do primeiro trimestre de 2012 (). As informações financeiras são apresentadas em milhões de Reais, exceto

Leia mais

INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO DE LONDRINA CASA DO EMPREENDEDOR NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2.011.

INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO DE LONDRINA CASA DO EMPREENDEDOR NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2.011. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2.011. 1 CONTEXTO OPERACIONAL A Instituição Comunitária de Crédito de Londrina Casa do Empreendedor, em operação desde 18/11/1997, é uma

Leia mais

Relatório do Administrador BB Renda de Papéis Imobiliários Fundo de Investimento Imobiliário FII (CNPJ no. 15.394.563/0001-89)

Relatório do Administrador BB Renda de Papéis Imobiliários Fundo de Investimento Imobiliário FII (CNPJ no. 15.394.563/0001-89) Relatório do Administrador BB Renda de Papéis Imobiliários Fundo de Investimento Imobiliário FII (CNPJ no. 15.394.563/0001-89) Ref.: 1º Semestre de 2014 Em conformidade com o Artigo n. 39 da Instrução

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA CONTRATO 07/2013 EXERCÍCIO 2013 jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 ago/13 set/13 out/13 nov/13 dez/13 Número da Nota Fiscal emitida - - - - - - 92 99 110 121/133-157 - - Depósitos realizados

Leia mais

Bungeprev Fundo Múltiplo de Previdência Privada Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2007 e de 2006 e parecer dos auditores independentes

Bungeprev Fundo Múltiplo de Previdência Privada Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2007 e de 2006 e parecer dos auditores independentes Bungeprev Fundo Múltiplo de Previdência Privada Demonstrações e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes Aos Administradores, Participantes e Patrocinadores Bungeprev Fundo

Leia mais

PROPOSTA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS - 2010

PROPOSTA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS - 2010 Secretaria da Administração do Estado da Bahia Superintendência de Previdência Diretoria de Gestão Financeira Previdenciária e Investimentos PROPOSTA DE POLÍTICA DE INVESTIMENTOS - 2010 REGIME PRÓPRIO

Leia mais

Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS

Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS Demonstrações Financeiras em 31 de dezembro de 2004 e Parecer dos Auditores Independentes Parecer dos Auditores Independentes 03 de fevereiro

Leia mais

2. IOF na determinação do custo do bem importado.

2. IOF na determinação do custo do bem importado. PARECER DE ORIENTAÇÃO CVM Nº 7, DE 5 DE MARÇO DE 1981. EMENTA: O IOF integra o custo de aquisição juntamente com o valor resultante da conversão da moeda estrangeira correspondente ao preço de aquisição

Leia mais

Questões de Concursos Tudo para você conquistar o seu cargo público www.qconcursos.com ]

Questões de Concursos Tudo para você conquistar o seu cargo público www.qconcursos.com ] 01 - Q223454A contabilidade foi definida no I Congresso Brasileiro de Contabilidade como: a ciência que estuda e pratica as funções de orientação, controle e registro relativo aos atos e fatos da administração

Leia mais

(EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I) 19.331.000,00 19.331.000,00 1.019.712,35 5,28 12.775.069,85 66,09 6.555.930,15 RECEITAS CORRENTES

(EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I) 19.331.000,00 19.331.000,00 1.019.712,35 5,28 12.775.069,85 66,09 6.555.930,15 RECEITAS CORRENTES RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA BALANÇO ORÇAMENTÁRIO ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO 2014/ BIMESTRE NOVEMBRODEZEMBRO RREO ANEXO I (LRF, Art. 52, inciso I, alíneas

Leia mais

EXERCÍCIO. Elaboração dos Demonstrativos Contábeis

EXERCÍCIO. Elaboração dos Demonstrativos Contábeis EXERCÍCIO Elaboração dos Demonstrativos Contábeis Considerando a Lei Orçamentária Aprovada para a Prefeitura de Belo Jardim para o exercício de X1, e os fatos contábeis ocorridos, lance os valores nos

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS 2010 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA

RELATÓRIO E CONTAS 2010 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA 1 ANÁLISE DO BALANÇO O Balanço e o Sistema Contabilístico adequam-se ao previsto no Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL), espelhando a situação

Leia mais

Desempenho da Economia de Caxias do Sul Dezembro de 2015

Desempenho da Economia de Caxias do Sul Dezembro de 2015 Dezembro/2015 1- Desempenho da Economia de Caxias do Sul A economia de Caxias do Sul, em dezembro, apresentou indicador com leve recessão no mês (-0,3%). Foi a Indústria que puxou o índice para baixo,

Leia mais

PORTARIA Nº 492, DE 29 DE JUNHO DE 2006

PORTARIA Nº 492, DE 29 DE JUNHO DE 2006 15 REPÚBLICA F Novembro EDERATIVA DO BRASIL PORTARIA Nº 492, DE 29 DE JUNHO DE 2006 O SECRETÁRIO-ADJUNTO DO TESOURO NACIONAL, no uso das atribuições que lhe confere a Portaria nº 403, 2 zembro 2005, do

Leia mais

CM DE MANOEL VIANA ORGÃO Nº: 76701 CNPJ: 09284796000126 01/01/2013 a 31/12/2013

CM DE MANOEL VIANA ORGÃO Nº: 76701 CNPJ: 09284796000126 01/01/2013 a 31/12/2013 Neste RVE estão incluídos: Sim Não Modelos da LRF do Legislativo 1. Informações da Entidade 1.1 Dados Cadastrais da Administração Atual CNPJ: 09284796000126 Período: 01/01/2013 a 31/12/2013-6º Bimestre

Leia mais

1. Objetivo e Descrição do fundo

1. Objetivo e Descrição do fundo FATOR VERITÀ FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII CNPJ: 11.664.201/0001-00 Administrado pelo Banco Fator S.A. CNPJ: 33.644.196/0001-06 RELATÓRIO SEMESTRAL 1º. SEM. 2013 1. Objetivo e Descrição do fundo

Leia mais

Lei nº 542/09/2009. Do Orçamento do Município. Dos Orçamentos das Unidades Gestoras Prefeitura e Câmara Municipal

Lei nº 542/09/2009. Do Orçamento do Município. Dos Orçamentos das Unidades Gestoras Prefeitura e Câmara Municipal M U N I C Í P I O D E C H I A P E T A Lei nº 542/09/2009 Estima a Receita e fixa a Despesa do Município de CHIAPETA para o Exercício de 2010.. OSMAR KUHN, Prefeito Municipal de CHIAPETA, faz saber a todos

Leia mais

Estado do Rio de Janeiro PREFEITURA MUNICIPAL DE CANTAGALO Secretaria Municipal de Governo e Planejamento

Estado do Rio de Janeiro PREFEITURA MUNICIPAL DE CANTAGALO Secretaria Municipal de Governo e Planejamento 1 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL GUIA PRÁTICO PARA O CIDADÃO O que é a LRF? A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), ou Lei Complementar nº 101, é o principal instrumento regulador das contas públicas no

Leia mais

Lei nº 590/10/2010. Do Orçamento do Município. Dos Orçamentos das Unidades Gestoras Prefeitura e Câmara Municipal

Lei nº 590/10/2010. Do Orçamento do Município. Dos Orçamentos das Unidades Gestoras Prefeitura e Câmara Municipal M U N I C Í P I O D E C H I A P E T A Lei nº 590/10/2010 Estima a Receita e fixa a Despesa do Município de CHIAPETA para o Exercício de 2011.. OSMAR KUHN, Prefeito Municipal de CHIAPETA, faz saber a todos

Leia mais

Objetivos da Oficina 22 Contas a Pagar, Passivos por Competência, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes:

Objetivos da Oficina 22 Contas a Pagar, Passivos por Competência, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes: 1 CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO - ASPECTOS PATRIMONIAIS OFICINA 22 Contas a Pagar, Passivos por Competência, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes AUTOR: PROF. FRANCISCO GLAUBER LIMA MOTA

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 01. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 01. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Aula 01 MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Abordaremos os seguintes pontos: 01.03.03 reconhecimento da receita orçamentária. 01.03.03.01 relacionamento do regime orçamentário com o regime

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas ATIVO 2014 2013 Explicativas CIRCULANTE 11.363 8.987 Disponibilidades 30 37 Relações Interfinanceiras / Aplicações R.F. 4 8.069 6.136 Operações de Crédito

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA E DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PL. Professor: Flávio GEORGE Rocha

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA E DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PL. Professor: Flávio GEORGE Rocha DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA E DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PL Professor: Flávio GEORGE Rocha Novembro/2015 Graduação em Ciências Contábeis (2000) Especialista em Auditoria e Perícia Contábil Professor

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ANEXO 1 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS (EM EUROS) 2 3 4 5 6 ÍNDICE DO ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 1. Nota introdutória 2. Referencial contabilístico de preparação das

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas ATIVO Explicativas CIRCULANTE 63.224 47.422 Disponibilidades 423 429 Relações Interfinanceiras / Aplicações R.F. 4 31.991 23.380 Relações Interdependências

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O nº 1060/05

R E S O L U Ç Ã O nº 1060/05 TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DA BAHIA R E S O L U Ç Ã O nº 1060/05 Estabelece normas para a apresentação da documentação mensal da receita e despesa e da prestação de contas anual de Prefeituras

Leia mais

Informações e orientações para organização do processo decisório

Informações e orientações para organização do processo decisório Informações e orientações para organização do processo decisório Prof. Pedro Paulo H. Wilhelm, Dr. Eng. Prod (Dep. Economia) WILHELM@FURB.BR Prof. Maurício C. Lopes, Msc. Eng. Prod. (Dep. Computação) MCLOPES@FURB.BR

Leia mais

QUESTÕES DE AFO E CONTABILIDADE PÚBLICA ANALISTA JUDICIÁRIO CONTABILIDADE - STM/2011 ÚLTIMA PARTE

QUESTÕES DE AFO E CONTABILIDADE PÚBLICA ANALISTA JUDICIÁRIO CONTABILIDADE - STM/2011 ÚLTIMA PARTE QUESTÕES DE AFO E CONTABILIDADE PÚBLICA ANALISTA JUDICIÁRIO CONTABILIDADE - STM/2011 ÚLTIMA PARTE Prezado internauta e estudante do Ponto dos Concursos! Desejo a todos uma mente ILUMINADA e que tenham

Leia mais

Receita Operacional Líquida alcança R$ 20,9 milhões, aumento de 9,7% ante o trimestre anterior

Receita Operacional Líquida alcança R$ 20,9 milhões, aumento de 9,7% ante o trimestre anterior Última Cotação em 30/09/2014 FBMC4 - R$ 20,60 por ação Total de Ações: 726.514 FBMC3: 265.160 FBMC4: 461.354 Valor de Mercado (30/09/2014): R$ 20.269,7 mil US$ 9.234,5 mil São Bernardo do Campo, 12 de

Leia mais

Princípios Fundamentais Contabilidade

Princípios Fundamentais Contabilidade Princípios Fundamentais Contabilidade 1 Princípios Contábeis. Resolução CFC 750 de 29 de dezembro de 1993. Art. 3 São Princípios de Contabilidade:(2) I o da ENTIDADE; II o da CONTINUIDADE; III o da OPORTUNIDADE;

Leia mais

Demonstrativo da Composição e Diversificação da Carteira

Demonstrativo da Composição e Diversificação da Carteira Demonstrativo da Composição e Diversificação da Carteira Mês/Ano: 31 de março de 2016 Nome do Fundo: Alfa I - Fundo Mútuo de CNPJ: 03.919.892/0001-17 Administrador: Banco Alfa de Investimento S.A. CNPJ:

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas ATIVO 2014 2013 Explicativas CIRCULANTE 39.466 27.437 Disponibilidades 221 196 Relações Interf. / Aplicações R.F. 5 27.920 18.274 Operações de Crédito 6 11.138

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA GLORIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA GLORIA Página 1 de 28 ESTADO DE GOIÁS PÁG: 001 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO RREO ANEXO 1 (LRF, Art. 52, inciso I, alíneas a e b do inciso II e 1º) R$ RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS NO BIMESTRE % ATÉ BIMESTRE

Leia mais

115610000000 ALMOXARIFADO - CONSOLIDAÇÃO 115810000000 OUTROS ESTOQUES - CONSOLIDAÇÃO

115610000000 ALMOXARIFADO - CONSOLIDAÇÃO 115810000000 OUTROS ESTOQUES - CONSOLIDAÇÃO 100000000000 ATIVO 329.083,39 911.970,67 872.747,07 368.306,99 110000000000 ATIVO CIRCULANTE 3.073,50 898.201,87 872.747,07 28.528,30 111000000000 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 111100000000 CAIXA E EQUIVALENTES

Leia mais

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS)

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS) NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS) Temas para Discussão 1) DISPOSIÇÕES GERAIS 2) DEFINIÇÕES GERAIS 3) CARACTERÍSTICAS E ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO DE CUSTOS 4) EVIDENCIAÇÃO

Leia mais