Patricia del Carmen Alvarado G. Agências de subscrição de riscos. Os riscos eletrônicos. Maré negra no Golfo do México

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1 VERSÃO BRASILEIRA ANO XXIX 113 Patricia del Carmen Alvarado G. A Gerência de Riscos é um trabalho em equipe Gerente de riscos da Autoridade do Canal do Panamá Responsabilidade ambiental e garantias financeiras O regime português e o exemplo espanhol. Parte II SEGUNDO QUADRIMESTRE 2012 PAULA RIOS E ANA SALGUEIRO Agências de subscrição de riscos Natureza e regulação na Espanha CÉSAR GARCÍA Os riscos eletrônicos Panes, proteção da vida privada e riscos intrínsecos FRANÇOIS SETTEMBRINO Maré negra no Golfo do México Gestão da catástrofe e responsabilidade das empresas GERÊNCIA DE RISCOS E SEGUROS

2 Instituto de Ciencias del Seguro T Paseo de Recoletos, 23. Madrid BOLSAS DE FORMAÇÃO 2012 EM SEGUROS E GESTÃO DO RISCO A FUNDACIÓN MAPFRE está realizando uma convocatória anual de bolsas destinadas a facilitar o acesso a atividades de formação relacionadas a seguros e gestão do risco. Bolsas de formação especializada para profissionais da Ibero-América e de Portugal: destinadas a oferecer a universitários da Ibero-América e de Portugal um período de formação em universidades e instituições espanholas sobre temas relacionados com seguros e gestão do risco. Bolsas de estudo: destinadas a facilitar o acesso às atividades de formação oferecidas pelo Instituto de Ciencias del Seguro.

3 editorial Reinventar-se ou morrer O acontecimento esportivo mais popular do mundo há pouco se encerrou. Refiro-me ao encontro da cidade de Londres com os Jogos Olímpicos de E é uma sorte que, por alguns dias, finda a ressaca da Eurocopa, tenhamos um bom motivo para pensar em coisas diferentes: esforço, superação, desportividade, espírito olímpico... Embora os primeiros jogos tenham sido celebrados na cidade de Olímpia, por volta do ano 776 a.c., foram o entusiasmo de Evangelios Zappas e a tenacidade do barão de Coubertin que possibilitaram a reinvenção dos Jogos Olímpicos da era moderna e sua transformação em símbolo universal da civilização. O segredo é reinventar-se. E, mesmo que a situação econômica em grande parte do planeta não ofereça muitos motivos para otimismo, devemos aproveitar esta época de crise não só para apertar o cinto, mas também para estabelecermos controles e mecanismos que garantam que esses mesmos erros não voltem a acontecer. Reinventar nosso modelo econômico superando o original, assim como fizeram os pais dos Jogos Olímpicos modernos, transformando-os num símbolo global. Se existe um projeto que pode simbolizar a vontade dos seres humanos e a união entre os mundos, este projeto é o Canal do Panamá. Na entrevista com a Gerente de Riscos do Canal, Patricia del Carmen Alvarado G., podemos conhecer a gestão de riscos tanto na grande obra de ampliação quanto no funcionamento diário do Canal. Se considerarmos que o tráfego comercial pelo Canal representa 5% do comércio mundial, então podemos imaginar a magnitude dessas tarefas. No primeiro dos três estudos (segunda parte do estudo publicado no número 112 da nossa revista), as autoras tratam do tema da responsabilidade ambiental, considerando as diversas normas desenvolvidas em alguns dos países pertencentes às economias emergentes para tratar da responsabilidade ambiental e da reparação dos danos provocados por diferentes catástrofes ambientais. No segundo estudo, o autor reflete sobre a natureza jurídica das agências de subscrição, analisando alguns aspectos que podem parecer difusos em função da interpretação do supervisor e chegando a concluir, após argumentação sólida e extensa, que essas agências compartilham mais características com a atividade de mediação do que com a atividade seguradora. No terceiro dos estudos publicados, François Settembrino, membro do Conselho de Redação desta revista e especialista em Gerência de Riscos, nos lembra que existem riscos fundamentais dos quais nos esquecemos 3

4 editorial algumas vezes. Para isso, ele desenha uma situação hipotética em que, diante da incerteza do futuro, só dispomos de uma arma de combate: a resiliência. Apresentamos neste número o ranking dos maiores grupos seguradores europeus Não Vida em 2011, elaborado pelo Centro de Estudos da FUNDACIÓN MAPFRE. Com ele podemos observar que o ano de 2011 não só esteve marcado pela crise da dívida soberana da zona do euro, mas também pelo fato de a indústria seguradora mundial ter passado por perdas recorde devido às catástrofes naturais. O Observatório de Sinistros dá sequência ao nosso primeiro artigo sobre responsabilidade ambiental ao descrever a explosão e posterior afundamento da plataforma petrolífera Deepwater Horizon no Golfo do México. Declarada como catástrofe nacional pelo presidente Obama, os milhões de litros de petróleo derramados provocaram uma autêntica tragédia para as comunidades costeiras do golfo. Encerramos este número com as habituais seções de resenhas bibliográficas e o adendo com notícias sobre a AGERS. Como de costume, desejamos que este número lhes seja interessante. Tirem uma folga, descansem, mas não abram mão de reinventar o futuro. FUNDACIÓN MAPFRE Instituto de Ciencias del Seguro Paseo de Recoletos, Madrid (España) Tel.: Fax: PRESIDENTE: Filomeno Mira Candel DIRETOR: José Luis Ibáñez Götzens CHEFE DE REDAÇÃO: Ana Sojo Gil COORDENAÇÃO: María Rodrigo López CONSELHO DE REDAÇÃO: Irene Albarrán Lozano, Alfredo Arán Iglesia, Francisco Arenas Ros, Montserrat Guillén Estany, Alejandro Izuzquiza Ibáñez de Aldecoa, César López López, Jorge Luzzi, Francisco Martínez García, Ignacio Martínez de Baroja y Ruíz de Ojeda, Eduardo Pavelek Zamora, Mª Teresa Piserra de Castro, César Quevedo Seises, Daniel San Millán del Río, François Settembrino. PRODUÇÃO EDITORIAL: Comark XXI Consultores de Comunicación y Marketing DESENHO GRÁFICO: Adrían y Ureña Versão Brasileira: Fundación mapfre - Delegação Brasil Direção: Fátima Lima COORDENAÇÃO: Mercedes Gómez Nieto Tradução E REVISÃO: Maristela Leal Casati Projeto Gráfico e Design Adaptado: bmew Propaganda A revista Gerência de Riscos e Seguros não se responsabiliza pelo conteúdo de nenhum artigo ou trabalho assinado por seus autores, e o fato de publicá-los não implica concordância ou identificação com os trabalhos expostos nesta publicação. É proibida a reprodução total ou parcial dos textos e ilustrações desta revista sem a autorização prévia do editor. 4

5 índice SEGUNDO quadrimestre 2012 Obs.: Versão brasileira traduzida, originalmente, da edição espanhola da Revista Gerencia de Riesgos y Seguros, 2º Quadrimestre de Atualidade 6 Novidades legislativas. Notícias IGREA Iniciativa Gerentes de Riscos Associados. Caso Prestige, 10 anos depois. A mortalidade por acidentes na Espanha. Riscos emergentes das nanotecnologias? John H. Fitzpatrick, novo secretário da Associação de Genebra. Alberto Manzano, novo acadêmico da Real Academia San Dionísio de Ciências, Artes e Letras. Encerramento do curso 2011/2012 da Faculdade de Ciências do Seguro, Jurídicas e da Empresa. Agenda Entrevista 12 Patricia del Carmen Alvarado G., gerente de riscos da Autoridade do Canal do Panamá. O gerente de riscos precisa conhecer sua operação em todos os níveis e manter estreita relação com os funcionários. Estudos A responsabilidade ambiental e as garantias financeiras: o regime português e o exemplo espanhol como referência para outros mercados. Parte II. PAULA RIOS E ANA SALGUEIRO Entendendo as agências de subscrição de riscos CÉSAR GARCÍA Os riscos eletrônicos FRANÇOIS SETTEMBRINO Relatório Ranking dos maiores grupos seguradores europeus Não Vida 2011 CENTRO DE ESTUDOS Observatório de sinistros Maré negra no Golfo do México GERÊNCIA DE RISCOS E SEGUROS Livros 74 Notícias AGERS 79 Caderno Brasil 82 Sustentabilidade: Gestão de risco, eis a questão 5

6 LEGISLAÇÃO Novidades Real Decreto-lei 16/2012, de 20 de abril, de medidas urgentes para garantir a sustentabilidade do Sistema Nacional de Saúde e melhorar a qualidade e a segurança de seus atendimentos. BOE núm. 98, de 24 de abril de Resolução de 12 de abril de 2012, do Congresso dos Deputados, pelo qual se ordena a publicação do Acordo de Convalidação do Real Decreto-lei 10/2012, de 23 de março, pelo qual se modificam determinadas normas financeiras relativas às faculdades das Autoridades Europeias de Supervisão. BOE núm. 94, de 19 de abril de Real Decreto-lei 10/2012, de 23 de março, pelo qual se modificam determinadas normas financeiras relativas às faculdades das Autoridades Europeias de Supervisão. BOE núm. 72, de 24 de março de Ordem ECC/548/2012, de 15 de março, pela qual se estabelece o sistema de resseguro a cargo do Consórcio de Seguros para o Plano de Seguros Agrários Combinados do exercício de BOE núm. 66, de 17 de março de Atualidade Reunião do presidente da IGREA com a diretora geral de seguros Daniel San Millán, presidente da Iniciativa Gerentes de Riscos Espanhóis Associados (IGREA), reuniu-se na primeira semana de junho com Flavia Rodríguez-Ponga, diretora geral de Seguros e Fundos de Pensão. Esta iniciativa faz parte dos contatos que a IGREA mantém com outros agentes e instituições do mercado segurador espanhol para trabalharem em conjunto no desenvolvimento do setor e dar voz aos grandes compradores de seguros. O presidente da IGREA agradeceu sinceramente a predisposição da Direção Geral de Seguros para escutar as inquietudes e propostas da associação que reúne os grandes compradores de seguros, já que estes, por serem grandes riscos, ficam fora do alcance das leis que protegem os consumidores de seguros. Nestes tempos complicados, onde fica clara a importância da Gerência de Riscos para a sustentabilidade econômica dos Estados e das empresas, é hora de os gerentes de riscos darem um passo adiante nas organizações e contribuírem para que a aposta na internacionalização das grandes corporações espanholas continue tendo êxito nos próximos anos, declarou Daniel San Millán, que também destacou o quão bem o setor segurador está se comportando nesta já prolongada e severa crise econômica. Guia de boas práticas na gestão de sinistros A IGREA, que por meio de seus 30 associados agrupa a maioria das empresas listadas na Ibex e em outros índices bursáteis espanhóis, apresentou recentemente o Guia de Boas Práticas na Gestão de Sinistros. O guia se dirige a todos os profissionais do setor segurador e estabelece um conjunto de princípios e boas práticas na gestão dos sinistros, para que sua tramitação seja homogênea, ordenada e pactuada entre as partes. Por isso, o documento propõe a sequência de passos a serem seguidos pelos diferentes agentes envolvidos nas diversas fases e esclarece e define o papel de cada uma das 6

7 partes envolvidas. Este método de trabalho pretende evitar os conflitos que comumente surgem no processo de tramitação de sinistros e reduzir os prazos de resolução, agilizando procedimentos complexos quando acontece um pedido de indenização. O Guia é a primeira grande iniciativa da IGREA, disse Daniel San Millán, durante sua apresentação, celebrada na sede da Direção Geral de Seguros, à qual compareceram 150 profissionais do setor. Temos certeza de que ele trará benefícios para todas as partes envolvidas no complexo processo de gestão de sinistros. Depois de intensos contatos com seguradoras, corretores e especialistas, tentamos otimizar e sistematizar o processo de pedidos de indenização e também esclarecer o papel de todos os envolvidos. Recomendamos aos segurados que utilizem as ferramentas que o guia propõe e que as apliquem em sua relação com as companhias seguradoras, concluiu. Caso Prestige, 10 anos depois No próximo dia 16 de outubro terá início o juízo oral do afundamento do petroleiro Prestige, que aconteceu no dia 13 de novembro de 2002 próximo à costa galega. Deixando milhares de marinheiros e marisqueiros sem poder trabalhar, foi uma das piores catástrofes ecológicas, econômicas e sociais que a Galícia já viveu. Ainda há restos na região, que não foram limpos pela dificuldade de acesso. O navio, construído 26 anos antes no Japão e que não tinha passado por nenhuma revisão desde 1999, transportava toneladas de óleo combustível da Letônia para Gibraltar, quando foi pego por um temporal que abriu um vazamento em seu casco. Seis dias depois ele partiu ao meio e afundou. O Prestige já estava há vários anos nas listas negras de navegação das grandes companhias de navegação internacionais. A ideia inicial foi afastar o navio o máximo possível da costa, rumo ao norte, mas depois o petroleiro foi rebocado por quatro embarcações e virou para o sul, para ir pelas águas portuguesas até Cabo Verde. As primeiras manchas de óleo apareceram quatro dias depois do início do temporal, e o afundamento se deu dois dias mais tarde. Os afetados que abriram o processo estão pedindo uma indenização total por danos e prejuízos em matéria de responsabilidade civil de 1,264 bilhões de euros e acusam o diretor geral da Marinha Mercante da época, o capitão do navio, o primeiro oficial e dois marinheiros. Como responsáveis civis diretos apontase a seguradora The London Steam-Ship Owners e o Fundo Internacional de Indenização de Danos devidos à Contaminação por Hidrocarbonetos (FIDAC). As várias nacionalidades das partes envolvidas na navegação daquela viagem do Prestige complicam a situação na hora de estabelecer as responsabilidades: ele navegava por águas espanholas; o monocasco era da Libéria; ele operava sob a bandeira de conveniência das Bahamas; o armador e o capitão são gregos; a tripulação em sua maioria é filipina; a empresa que realizou a última revisão do petroleiro é norte-americana, e o consórcio constituído pela armadora grega e pela sociedade suíça proprietária da carga é russo. Em termos práticos, o primeiro responsável é o armador proprietário do navio, e este, não importa onde seja o acidente e onde esteja radicada a sede do proprietário, tem de indenizar. Depois que ocorreu a catástrofe, foram solicitadas, através de diversos órgãos, medidas que possam ajudar a evitar situações como esta. Ainda assim, percebese, por exemplo, a ausência de uma legislação europeia e de um órgão 7

8 que cuide da segurança nas águas (dois meses depois, em janeiro de 2003, começou a funcionar a Agência de Segurança Marítima Europeia, e, se suas normas estivessem em vigor antes, o Prestige teria tido que se submeter a estritas revisões e possivelmente teria sido retirado de navegação). Exigiu-se que se revogue com a maior rapidez a moratória que permite que os navios que transportam mercadorias perigosas não disponham de casco duplo até Também foi exigido das autoridades comunitárias e internacionais: que realizem a ampliação das zonas marítimas especialmente sensíveis; que implantem um corredor longe o bastante da zona costeira, mas que, por sua vez, não impeça que os trabalhos de resgate e salvamento sejam feitos com agilidade; a provisão de mais recursos humanos e técnicos; que exijam garantias maiores na inspeção de navios antigos e que restrinjam o tráfego marítimo internacional dos cargueiros nestas áreas. A mortalidade por acidentes na Espanha Em 2010, o Instituto Nacional de Estatística (INE) registrou um total de óbitos na Espanha, dos quais ocorreram por causas externas e os demais, por causas naturais. As causas externas, tal como as denomina o sistema de classificação de óbitos da Organização Mundial da Saúde, compreendem causas acidentais e intencionais, que neste ano alcançaram os números NÚMERO DE VÍTIMAS Casa e lazer Tráfego viário Acidentes de trabalho 757 (incluídos os in itinere ) apresentados nos quadros abaixo. Considerando-se apenas os acidentes e com base nos dados estatísticos do Ministério do Emprego e Seguridade Social (acidentes de trabalho) e do Ministério do Interior (acidentes de tráfego viário), a distribuição de falecimentos por categorias fica estabelecida conforme o quadro a seguir: ACIDENTES NÚMERO DE VÍTIMAS Transporte* Quedas Obstrução das vias respiratórias Envenenamento 722 Afogamento 432 Forças mecânicas 201 Incêndio 188 Outros e não especificados INTENCIONAIS OU POR NEGLIGÊNCIA NÚMERO DE VÍTIMAS Suicídios Agressões 329 Complicações intervenção médica 419 Outros 104 *Viário, aéreo, marítimo e outros. 8

9 Riscos emergentes das nanotecnologias? Desde o fim do século passado vêm-se utilizando cada vez com mais profusão as nanotecnologias, que proporcionam usos industriais novos e melhores em setores químicos, farmacêuticos, alimentícios e de acabamentos superficiais, entre outros. Como ocorre com todas as tecnologias, junto com os incríveis avanços surgem riscos de efeitos negativos, que, neste caso, são considerados emergentes, mas ainda são pouco conhecidos. Conforme sua definição científica, as nanopartículas são elementos ou estruturas de dimensão de 1 a 100 nanômetros, sendo um nanômetro (nm) igual a 10-6 milímetros (mm, ou seja, um décimo milionésimo de mm). O tamanho tão reduzido das nanopartículas sólidas faz com que elas se comportem como partículas gasosas ou microrganismos e que penetrem facilmente em membranas e tecidos biológicos, como os respiratórios, digestivos e cutâneos, de onde procede sua possível periculosidade. Contudo, nos poucos anos de utilização e por seu uso reduzido, até o momento não foram registrados casos específicos de danos ou problemas em trabalhadores e usuários de produtos fabricados com nanopartículas. Alguns desses produtos são cremes cosméticos, aerossóis, pinturas ou resíduos de combustíveis fósseis, dos quais não se detectaram efeitos nocivos nem na mão de obra nem nos consumidores até o momento. Ainda assim, persiste a suspeita de que seu potencial previsível de dano ou doença venha a se confirmar e desencadeie toxicidade, cânceres, combustões descontroladas e explosões. Atualmente estão sendo feitas pesquisas com animais em vários laboratórios de saúde e industriais, mas os cronogramas são longos, e por isso teremos de esperar mais dois ou três anos para dispormos de resultados que ajudem a esclarecer a suspeita, ainda que parcialmente. John H. Fitzpatrick, novo secretário geral da Associação de Genebra A Associação de Genebra nomeou John H. Fitzpatrick secretário geral e diretor geral em sua Assembleia Geral, celebrada dia 7 de junho em Washington DC, sucedendo Patrick M. Liedtke, que ocupava o cargo desde janeiro de Fitzpatrick fez sua carreira profissional no mundo financeiro e segurador. Foi diretor financeiro (CFO) da Kemper Corporation, nos Estados Unidos, e da SWISS RE, onde também foi responsável pelo negócio de Vida e Saúde da Divisão de Serviços Financeiros. Atualmente é membro não executivo do Comitê de Diretores da AIG. 9

10 Alberto Manzano, novo acadêmico da Real Academia San Dionísio de Ciências, Artes e Letras O presidente da FUNDACIÓN MAPFRE, Alberto Manzano, foi recentemente nomeado novo acadêmico da Real Academia San Dionísio de Ciências, Artes e Letras, num ato solene celebrado em Jerez de la Frontera (Cádiz). Desta forma, esta instituição cultural reconhece seus méritos acadêmicos e sua brilhante trajetória profissional, tanto na MAPFRE quando na FUNDACIÓN MAPFRE. Encerramento do curso 2011/2012 Em 21 de junho celebrou-se o ato de encerramento do curso da Faculdade de Ciências do Seguro, Jurídicas e da Empresa da Universidade Pontifícia de Salamanca e do CUMES no local que foi sua sede até três anos atrás: o campus Monte del Pilar da MAPFRE. Assistiram ao ato de encerramento do curso mais de 200 pessoas, entre alunos de todas as turmas que passaram pelo centro, professores e colaboradores. Posteriormente foi servido um coquetel nos jardins, onde os assistentes desfrutaram momentos muito agradáveis. Após finalizar esta etapa, o Instituto de Ciências do Seguro, por intermédio do CUMES, manterá seu compromisso com a formação, especialmente pela Internet, oferecendo o mestrado universitário em Seguros e Gerência de Riscos na modalidade semipresencial, o mestrado universitário em Gestão e Técnica de Seguros (e-learning) e o Plano de Formação especializada em seguros, do qual participam mais de alunos procedentes de 19 países. 10

11 Agenda AGENDA 2012 CONGRESSOS E JORNADAS JORNADA DATAS LOCAL CONVOCANTE Congresso Anual 6-7 de novembro Pfäffikon (Suíça) SIRM XXXII Gerente de Risco de Construção de novembro Orlando, FL (EUA) IRMI Congresso Anual de novembro Queensland (Austrália) RMIA VII Congresso Anual de novembro Sidney (Austrália) IFRIMA Congresso Anual 9-12 de dezembro San Francisco, CA (EUA) SRA IX Seminário Seguros e Finanças de dezembro Londres (Reino Unido) Associação de Genebra 11

12 entrevista Cada supervisor, gerente ou vice-presidente administra seu risco em colaboração com os outros, diz Patricia del Carmen Alvarado G., o que significa que a Gerência de Riscos no Canal do Panamá é um trabalho de equipe. O desafio agora é implementar uma metodologia integral na gestão do risco em todos os níveis, o que permitirá que a organização pense e tome decisões considerando os riscos que têm um impacto negativo na operação e, ao mesmo tempo, identifique as oportunidades que surgirem em sua operação diária. Patricia del Carmen Alvarado G. GERENTE DO DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE RISCOS DA AUTORIDADE DO CANAL DO PANAMÁ Texto: ALICIA OLIVAS Fotos: ISTMO PHOTO O gerente de riscos precisa conhecer sua operação em todos os níveis e manter 12

13 uma estreita relação com os funcionários 13

14 entrevista Prestes a completar um século de história, o Canal do Panamá tem oferecido um serviço seguro e eficiente a mais de um milhão de trânsitos (marca alcançada em 2010). Cerca de navios do mundo todo utilizam este atalho anualmente. De fato, as atividades de transporte comercial através do Canal do Panamá representam cerca de 5% do comércio mundial. Como a área de Gestão de Riscos contribuiu para este êxito? Nos últimos anos a área de Gestão de Riscos evoluiu e tornou-se uma operação de serviços. O apoio e o trabalho com as diferentes áreas da organização nas oficinas de risco nos permitiu contribuir para garantir uma operação segura e eficiente, promovendo uma cultura de riscos na organização. Como se organiza a gestão do risco no Canal do Panamá? Quais departamentos ou áreas intervêm neste processo e como é o funcionamento? Todos os colaboradores participam, de um jeito ou de outro, da gestão de riscos no Canal do Panamá. Para termos objetivos O OBJETIVO DA GESTÃO DO RISCO NO CANAL É GARANTIR A SEGURANÇA DAS OPERAÇÕES DE TRÂNSITO E PROTEGER O PATRIMÔNIO, OS BENS E OS ATIVOS DA AUTORIDADE DO CANAL claros de colocação de pessoal, fazemos oficinas com todas as áreas da organização para identificarmos os riscos seguráveis. Atualmente estamos realizando oficinas com a metodologia de gestão integral de riscos em diferentes áreas operacionais, como plano piloto, e até o momento os resultados estão mostrando um compromisso da organização em todos os níveis. OBJETIVOS DA GESTÃO DE RISCOS Qual é o objetivo principal da gestão de riscos no Canal do Panamá? Garantir a segurança na operação de trânsito de alta qualidade e proteger o patrimônio, os bens e os ativos da Autoridade do Canal (ACP). Trata-se de promover uma cultura de gestão de riscos proativa, que tem por objetivo implementar um sistema de administração de riscos em todos os níveis da organização. Atualmente estamos no processo de impulsionar sua formalização com a aprovação da Equipe de Alta Direção, da Política de Riscos, e sob um esquema de Enterprise Risk Management no Canal. 14

15 A Gerência de Riscos no Canal do Panamá se baseia nos critérios do Enterprise Risk Management (ERM). Em sua opinião, como esta metodologia contribui? Esta metodologia permite identificar onde há oportunidades na organização para melhorar os processos, o que permite otimizar recursos e melhorar a eficiência e a eficácia na operação, e tudo isso em linha com as metas ou objetivos estratégicos da organização. Como estão conseguindo semear uma verdadeira cultura do risco em todas as áreas da ACP? Fundamentalmente, com a participação ativa da maior quantidade de colaboradores no processo. Para o ano fiscal em curso (que inclui de outubro de 2011 a setembro de 2012), o Canal previu registrar o maior orçamento de sua história. Vocês vão conseguir isso? Como este desafio é encarado na sua área? A OPERAÇÃO DO CANAL EXIGE TRABALHO EM EQUIPE, E ESSA DINÂMICA DE TRABALHO ESTÁ PRESENTE TAMBÉM NA HORA DE ANALISAR, PONDERAR E TOMAR DECISÕES SOBRE OS RISCOS O desafio está aí e o trabalho em equipe do pessoal de marketing e de finanças, entre outros, definiu ações que redefinem a estratégia de gastos e consideram as variações do mercado que têm impacto na receita do Canal. As perspectivas são positivas. MAPA DE RISCOS Entre seus deveres está a identificação dos riscos. Como se constrói o melhor mapa de riscos, sem deixar nada descoberto? No Canal nós trabalhamos em equipe na hora de construir um mapa de riscos. Membros de todas as áreas da organização contribuem com a identificação, quantificação e validação dos riscos durante a etapa de construção do mapa de riscos. A operação do Canal, por sua complexidade, exige trabalho em equipe, e essa dinâmica de trabalho está presente também na hora de analisar, ponderar e tomar decisões sobre os riscos. 15

16 entrevista Neste exato momento, quais são os riscos que mais a preocupam? Em princípio, vejo em cada situação uma oportunidade para voltar a focar na gestão do risco. Ou seja, a minha preocupação a transforma em alternativas para melhorar constantemente a forma em que estamos fazendo nosso trabalho e assim obter resultados que superem nossos objetivos estratégicos e beneficiem o Panamá. O Canal administra seus riscos externos e internos de forma proativa. Ainda assim, os riscos externos os de mercado, por exemplo são os que impõem mais desafios para a organização, em virtude do controle limitado que o Canal pode exercer sobre eles e porque seu impacto pode ser sério. A economia mundial está num ponto de inflexão, e é por isso que o Canal conta com um grupo de profissionais que a analisam, estimando alternativas para que sejam escolhidas as de menor impacto para o Canal. O resultado do trabalho de uma equipe interdisciplinar de profissionais (das áreas de comunicação, tecnologia, mercado, finanças, O RESULTADO DO TRABALHO DE UMA EQUIPE INTERDISCIPLINAR DE PROFISSIONAIS NOS PERMITE ANTECIPAR SITUAÇÕES DE RISCO E ADMINISTRÁ-LAS PARA REDUZIR SEU IMPACTO operações, ambiente, recursos humanos, jurídica, entre outras) nos permite antecipar situações de risco, administrá-las para reduzir seu impacto e aproveitar as oportunidades da situação. Na economia global existe um reconhecimento expresso da importância dos riscos ambientais, sociais, de transparência e ética, e de pane tecnológica. Em sua opinião, a Gerência de Riscos está preparada para assumir estas ameaças? A Gerência de Riscos no Canal é representativa. Esta representatividade está em toda pessoa que tiver sob sua responsabilidade a execução de um processo que contribui para que os objetivos estratégicos do Canal sejam alcançados. Cada supervisor, gerente ou vice-presidente administra seu risco em colaboração com os outros. O Canal está preparado para estes desafios: ambientais, sociais, éticos e tecnológicos. Dispomos das melhores práticas para o manejo ambiental; na verdade, temos um departamento inteiro responsável por gerir o risco ambiental. A responsabilidade social, de ética e transparência, a cargo da Repartição de Gestão Corporativa, também está na vanguarda, com ações em benefício da comunidade, com a colaboração de um grupo de voluntários que vem trabalhando de forma incondicional pelo Panamá. O Canal é regido pela ética e pela lei da transparência, que se aplica igualmente a todos os colaboradores. Um Comitê de Tecnologia é o responsável por gerir o risco tecnológico e promover a mudança exigida pela alta gerência do Canal. No Canal todos contribuímos para a gestão do risco, e nossa área serve de assessoria para garantir o processo. Com quais planos de contingência vocês contam para enfrentar grandes catástrofes? Atualmente, o Canal dispõe de um Pla- 16

17 O PROGRAMA DE AMPLIAÇÃO DO CANAL TRABALHOU NA IDENTIFICAÇÃO DE SEUS RISCOS DESDE A CONCEPÇÃO DO PROJETO e porque periodicamente o Canal realiza simulações e capacitação de emergências, em conjunto com as comunidades, dentro da área de responsabilidade identificada no plano. Atualmente está em andamento o programa de ampliação que duplicará a capacidade do Canal. Como se lida, do ponto de vista do risco, com um projeto desta envergadura? Quais são os riscos mais graves? O programa de ampliação do canal trabalhou na identificação de seus riscos desde a concepção do projeto. Inicia-se com um modelo para identificar os riscos do Canal diante de um projeto desta magnitude. O projeto das especificações técnicas da declaração de objeções, tal qual o tipo de contrato utilizado, foi feito considerando-se os riscos, sua mitigação e transferência. Todas as variáveis que podem incidir nestes riscos têm controle e acompanhamento contínuo. O Departamento de Engenharia e Programas é o responsável por gerir estes riscos. Qualquer risco identificado com antecipação pelo pessoal da ampliação é levado ao Comitê de Ampliação, que se reúne semanalmente, onde são tomadas as decisões corretivas e preventivas. no de Emergências e Contingências que se ativa conforme a situação, agrupando diferentes especialistas e líderes que formam o Centro de Comando de Incidências, que, por sua vez, assume o controle da situação em conjunto com a operação do Canal. Um exemplo recente foi a situação das chuvas extraordinárias denominada a Puríssima de 2010, que ativou o Centro de Comando de Incidências. Este centro decidiu suspender o trânsito de navios pelo Canal durante 17 horas e jogar milhares de galões de água em vários pontos para enfrentar o crescente caudal resultante das chuvas. O resultado foi um sucesso porque se dispunha de um plano de contingências SEGUROS E FÓRMULAS ALTERNATIVAS Outra função principal que você desempenha é a negociação e a colocação de seguros nos mercados local e internacional. No seu modo de ver, o que os gerentes de riscos precisam ter em mente na hora de traçar as linhas básicas de seus programas de seguros? É fundamental para nós analisarmos os riscos em detalhe junto com os técnicos especialistas, para podermos criar apropriadamente uma estrutura de cobertura que cumpra as políticas e necessidades da ope- 17

18 entrevista ração. O gerente de riscos deve conhecer sua operação em todos os níveis e manter uma estreita relação com os funcionários nas diversas áreas da organização, sua principal fonte de informações. Ele também precisa se basear numa metodologia de administração de riscos, que inclui a análise de riscos qualitativos e quantitativos, que fortalecem o plano de negociação e a colocação no mercado segurador. ESTUDAMOS AS VANTAGENS E POSSÍVEIS BENEFÍCIOS QUE UMA CATIVA DE SEGUROS PODE TER PARA A AUTORIDADE DO CANAL Você poderia descrever os principais programas de seguros da Autoridade do Canal do Panamá? O programa de seguros contra catástrofes do Canal cobre os danos à propriedade do Canal, a responsabilidade civil derivada de sua operação e a perda de receita por fechamento parcial ou total do canal de navegação. O programa de seguros controlado pela Autoridade do Canal do Panamá para o programa de ampliação cobre os danos às obras de construção e a responsabilidade civil derivada do empreiteiro na execução dos trabalhos. O programa de seguros de saúde, acidentes e vida para os funcionários do Canal dá cobertura de hospitalização e gastos médicos, além de indenização por acidentes de trabalho e morte por qualquer causa. O que vocês esperam de seus seguradores? O Canal mantém uma estreita relação com seus seguradores, fundamentada na confiança profissional e na solidez financeira do segurador, capaz de enfrentar um pedido de indenização em caso de evento segurado. Vocês têm alguma cativa de seguros? Por quê? O Canal não tem uma cativa de seguros. Atualmente este é um tema em discussão, mas nós continuamos estudando suas vantagens e possíveis benefícios para a Autoridade do Canal do Panamá. 18

19 Além do seguro, vocês dispõem de outras fórmulas para enfrentar os riscos? É política da administração de riscos reter para si o nível de riscos que ela pode manejar apropriadamente com suas competências fundamentais e transferir apenas o risco catastrófico para o mercado segurador. Para isto, contamos com uma reserva para danos e responsabilidade por acidentes durante o trânsito dos navios pelo Canal. Também se contempla no orçamento um programa de investimentos agressivo para reduzir o risco na operação. Uma área de inteligência competitiva avalia constantemente as 19

20 entrevista UMA LONGA CARREIRA NO CANAL E NOVOS DESAFIOS Em 1985, Patricia del Carmen Alvarado G. iniciou sua carreira profissional no Canal do Panamá. No decorrer destes 27 anos maravilhosos de experiência, eu cresci com as pessoas do Canal trabalhando em diversas posições assistente administrativa, oficial de orçamento, analista de programas, analista de riscos, até chegar ao cargo que exerço hoje, de gerente da área de Gestão de Riscos. Em paralelo ao seu crescimento profissional, ela foi se preparando academicamente. Seu currículo é extenso: Concluí meu bacharelado na Universidade do Estado da Flórida com especialização em Estudos Latino- Americanos e em Administração de Empresas como área secundária em 1991, e depois fiz mestrado na Universidade Nacional do Panamá, no programa de Desenvolvimento do Setor Marítimo, com especialização em Portos e Canais (1996). Além disso, como a maior parte de sua carreira se deu na área de finanças, em 1999 eu concluí o mestrado em Administração de Empresas, com especialização em Finanças, na Universidade Latino-Americana de Ciência e Tecnologia, e depois, como achei fundamental complementar meus conhecimentos de seguros, contratos e finanças, decidi estudar Direito e Ciências Políticas na ULACIT e consegui meu diploma de advogada em Por fim, também participou do programa de Liderança Executiva do Canal do Panamá, que representou um ano de capacitação em diversos temas finanças, mercado, economia, operações no Canal, recursos humanos, liderança, etc., e que terminei em maio deste ano. Além disso, Patricia del Carmen Alvarado G. é membro ativo da Risk and Insurance Management Society e participou como conferencista diversas vezes, convidada por diferentes grupos APADEA, CONALPROSE, ALARYS e RIMS para falar sobre riscos, seguros e obrigações. Quais são suas funções à frente da área de Gestão de Riscos da Autoridade do Canal do Panamá? Minhas funções como gerente conjugam diversas responsabilidades: supervisionar e desenvolver minha equipe de trabalho; dar assessoria às diversas áreas do Canal em assuntos de gestão integral de riscos, tais como identificação, qualificação, quantificação, simulação, mitigação, controle e acompanhamento. Oferecemos assessoria em coberturas de seguros e em redação de cláusulas contratuais para contratos de serviços de obras ou de tipo comercial. Somos responsáveis pelo projeto, contratação e administração dos seguros corporativos do Canal. Entre eles estão: o programa de seguros corporativos contra catástrofes e o programa de seguros controlado para a construção do terceiro jogo de eclusas e a escavação do Canal de Acesso do Pacífico (CAP4). Oferecemos análise de riscos para apoiar os projetos de investimento de estrutura e equipamento, contratos de serviços diversos, operações e corpos de bombeiros, tecnologia, entre outros. Onde se situa a área dentro do organograma da ACP? Ela forma parte da divisão de Administração Financeira e Riscos do Departamento de Administração e Finanças, que reporta diretamente à Repartição do Administrador. Que êxitos você destacaria dentro dos seus mais de 20 anos de experiência na administração financeira e de riscos do Canal? Durante meus anos no Canal eu tive diversas experiências que me impactaram profissionalmente. Entre elas, posso destacar o desenvolvimento e a implementação do módulo de contabilidade por projetos da Oracle; o desenho, o desenvolvimento e a implementação do Plano de Saúde, Acidentes e Vida contratado com uma seguradora do mercado local para os funcionários do Canal; o desenho das especificações técnicas para as 20

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