Expansão do CASSI Família

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1 Publicação da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil Ano IV - nº 17 setembro/dezembro 2011 Expansão do CASSI Família Caixa de Assistência faz campanha para aumentar participantes do Plano página 4 1

2 EDITORIAL NOTAS Conversa em família Dois registros que faço a seguir estão a merecer de todos nós alguns minutos de reflexão: a) o artigo 196 da Constituição Federal diz que a saúde é direito de todos e dever do Estado. Apesar disso, de 2000 a 2010 os recursos anualmente destinados ao setor caíram de 1,76% para 1,66% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços finais aqui produzidos; b) a economia brasileira cresceu 7,5% em Em valores, portanto, o PIB brasileiro fechou o último ano em R$ 3,6 trilhões. Se cruzarmos esses informes, veremos que o Estado só vem conseguindo destinar anualmente ao chamado Sistema Único de Saúde (SUS) 1,66% de R$ 3,6 trilhões, isto é, R$ 62,5 bilhões. Repartidos por 190 milhões de brasileiros, isso representa apenas R$ 27 por mês para cada um, destinados a políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. Para efeito comparativo e reflexão sobre o assunto, apenas a CASSI, que atua no chamado segmento de Saúde Suplementar, acaba de fechar seu orçamento para 2012, no qual prevê despesas totais de R$ 2,3 bilhões para cobertura assistencial de cerca de 711 mil participantes, o que representa, em média, R$ 271 por mês para cada assistido. O último caderno de dados estatísticos publicado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) destaca que o número de beneficiários de planos de saúde cresceu 7,6%, entre junho de 2010 e junho de Foram mais 3,3 milhões de novos vínculos, totalizando agora 46,6 milhões de portadores de planos de saúde. Ou seja, enquanto o direito constitucional não se materializa de fato, quase 25% da população brasileira já procurou uma proteção complementar. Como os planos de saúde administrados pela CASSI possuem a mais vantajosa relação custo-benefício entre aqueles com cobertura semelhante (ampla oferta de serviços médico-hospitalares, sobretudo nas regiões metropolitanas, e abrangência nacional), figurando ainda entre os mais baratos do mercado, estou seguro de que a Campanha de Expansão do Plano CASSI Família que acabamos de lançar voltará a ser um bom motivo para uma conversa em família na mesa de almoço ou jantar. Boa leitura e feliz 2012! Hayton Jurema da Rocha (presidente) Expediente ANS - nº Conselho Deliberativo Roosevelt Rui dos Santos (Presidente) Fernanda Duclos Carísio (Vice-presidente) Amauri Sebastião Niehues (Titular) Ana Lúcia Landin (Titular) Loreni Senger Correa (Titular) Marco Antonio Ascoli Mastroeni (Titular) Renato Donatello Ribeiro (Titular) Sergio Iunes Brito (Titular) Vagner Lacerda Ribeiro (Suplente) Claudio Alberto Barbirato Tavares (Suplente) Fernando Sabbi Melgarejo (Suplente) Gilberto Lourenço da Aparecida (Suplente) Íris Carvalho Silva (Suplente) José Roberto Mendes do Amaral (Suplente) Milton dos Santos Rezende (Suplente) Ubaldo Evangelista Neto (Suplente) Conselho Fiscal Gilberto Antonio Vieira (Presidente) Eduardo Cesar Pasa (Titular) Francisco Henrique Pinheiro Ellery (Titular) Frederico Guilherme F. de Queiroz Filho (Titular) Paulo Roberto Evangelista de Lima (Titular) Rodrigo Nunes Gurgel (Titular) Benilton Couto da Cunha (Suplente) Marcos José Ortolani Louzada (Suplente) Cesar Augusto Jacinto Teixeira (Suplente) Luiz Roberto Alarcão (Suplente) José Caetano de Andrade Minchillo (Suplente) Viviane Cristina Assôfra (Suplente) Diretoria Executiva Hayton Jurema da Rocha (Presidente) Denise Lopes Vianna (Diretora de Planos de Saúde e Relac. com Clientes) Maria das Graças C. Machado Costa (Diretora de Saúde e Rede de Atendimento) Geraldo A. B. Correia Júnior (Diretor de Administração e Finanças) Edição e Redação Editor: Sergio Freire (MTb-DF 7.630) Jornalistas: Liziane Bitencourt Rodrigues (MTb-RS 8.058), Marcelo Delalibera (MTb-SP ), Pollyana Gadêlha (MTb-DF 4.089) e Tatiane Cortiano (MTb-PR 6.834) Edição de arte Projeto gráfico: Luís Carlos Pereira Aragão e Carlos Eduardo Peliceli Diagramação: Luís Carlos Pereira Aragão e Caroline Teixeira de Morais Produção Impressão: Fórmula Gráfica Tiragem: exemplares Edição: setembro/dezembro 2011 Imagens: Divisão de Marketing e Dreamstime Valor unitário impresso: R$ 0,24 Publicação da CASSI (Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil). É permitida a reprodução dos textos, desde que citada a fonte. 2

3 PREVENÇÃO Redução de mortes não diminui luta contra aids Prevenção contra HIV depende de cuidados pessoais e de informação Você tem ouvido dizer que não se morre mais de aids, que é possível levar vida normal tendo o vírus ou mesmo a doença já manifestada? É verdade, o número de mortes por HIV vem caindo. Mas isso não significa que é possível baixar a guarda contra a aids. Ela ainda não tem cura e, mesmo que os tratamentos atuais consigam evitar a morte prematura, não livram os pacientes de cuidados necessários para doenças crônicas. E o tratamento para reduzir a quantidade de vírus em circulação no organismo e se manter longe das doenças oportunistas como tuberculose e pneumonia tem efeitos colaterais. O uso de antirretrovirais (medicamentos para controlar a proliferação do vírus) gera náusea, vômito, diarreia, distúrbios dos triglicerídeos e do colesterol, tontura, lipodistrofia (rearranjo da gordura corporal, com perda na face, nos glúteos e nas pernas e ganho na barriga, nas mamas, inclusive em homens, e na parte de trás do pescoço). O vírus HIV também predispõe os portadores a cânceres invasivos, como os linfomas, e aumenta a chance de desenvolvimento de tumores mais agressivos. Pessoas com aids têm aumento do risco de ataque cardíaco por conta do aumento do colesterol e triglicerídeos, constata a médica da Divisão de Programas de Saúde da CASSI, a infectologista Eveline Fernandes Nascimento Vale. Ela também faz parte do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde e destaca que a melhor atitude contra a aids é evitar a contaminação, usando preservativos na relação sexual, independentemente de idade, e não compartilhando seringas, cuidados que estão ao alcance de todos. A médica alerta para o crescimento do número de infectados na terceira idade e entre adolescentes. Os idosos estão vivendo mais, com maior qualidade de vida e ativos sexualmente e acabam mais vulneráveis à contaminação porque muitas vezes são esquecidos nas campanhas de prevenção e não estão atentos aos riscos. Os adolescentes também, por iniciarem a vida sexual prematuramente, sem terem claro o risco decorrente do sexo sem proteção. Eveline chama a atenção ainda para o risco da contaminação de gestantes, que acabam tendo relações sexuais sem uso de preservativo durante a gravidez. Às vezes, a grávida tem resultado de exame de HIV negativo no primeiro trimestre e positivo ao final da gestação, diz a infectologista. Como o vírus pode ser transmitido ao bebê ainda no útero da mãe, e também durante o parto e a amamentação, o teste anti- -HIV é incluído na rotina dos exames pré-natais, devendo ser realizado no começo e ao final da gestação, explica a médica. Quem deve fazer exame de HIV? Diferentemente da época em que a doença foi descoberta, hoje não se fala mais em grupos de risco para contaminação por HIV. A doença inclusive tem crescido no público feminino e na população heterossexual, que era o alvo das campanhas antiaids no passado. Hoje, recomenda-se verificar a presença de HIV em toda pessoa que tenha mantido relações sexuais sem uso de preservativo. É comum pessoas que têm um único parceiro serem contaminadas numa relação estável. Usuários de drogas injetáveis que compartilharam seringa e pessoas que já tiveram alguma doença sexualmente transmissível também se expuseram ao risco de contaminação. Onde investigar a doença? Os profissionais da CliniCASSI são habilitados a esclarecer dúvidas sobre aids e a indicar exames, caso o participante revele que pode ter corrido risco de contaminação. Porém, na CASSI, como em qualquer outro plano ou na rede pública de saúde, a investigação não é feita sem a manifestação de interesse do paciente e o seu consentimento. O que define risco de contaminação? Manter relação sexual sem uso de preservativo, compartilhar seringas e contrair outra doença sexualmente transmissível são fatores de risco para contaminação por HIV. Aids no Brasil Até junho de 2011, foram registrados casos. Esse número se refere a pessoas que já tiveram a manifestação da doença. O número de contaminados por HIV é superior. A incidência é de 17,9 casos para cada 100 mil habitantes e a faixa etária com maior incidência da doença é a de 25 a 49 anos de idade. A proporção é de 1,7 caso em homens para 1 caso em mulheres. Nas mulheres, em 83,1% dos casos registrados em 2010 a contaminação ocorreu em relação heterossexual. Nos homens, 42,4% das contaminações ocorreram em relações heterossexuais, 22% em relações homossexuais, 7,7% em relações bissexuais. O restante está relacionado a transmissões sanguíneas. A região do País com maior incidência é a Sul: 28,8 casos para cada 100 mil habitantes. 3

4 CAPA O associado Benedito com a esposa e os dois filhos, que têm CASSI Família desde os 24 anos Expansão do CASSI Família beneficia participantes Instituição faz campanha para aumentar número de beneficiários Em janeiro, a CASSI lança a campanha de expansão do CASSI Família para aumentar o número de adesões ao Plano. A Caixa de Assistência incentivará, ao longo de 2012, os funcionários e aposentados do Banco do Brasil a indicarem o Plano para os familiares até terceiro grau. A campanha destaca a qualidade do CASSI Família, cujo principal diferencial está na ampla oferta de serviços médico-hospitalares, com cobertura nacional e preço inferior ao dos planos equivalentes em todas as faixas etárias. Planos similares cobram até R$ 484,85 para usuários na faixa etária de 0 a 18 anos, enquanto o CASSI Família custa R$ 186,61 (valor de novembro de 2011), menos da metade. Além da melhor relação custo-benefício, o CASSI Família não tem cobrança de coparticipação e possui uma rede de prestadores com quase 40 mil credenciados, entre hospitais, laboratórios, clínicas e profissionais de saúde em diversas especialidades. A qualidade do Plano é confirmada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), cuja avaliação coloca a CASSI no patamar dos melhores planos do País, de acordo com o Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS). Todos esses aspectos demonstram a solidez da Caixa de Assistência em prestar atendimento aos participantes há 68 anos. Por conta dos benefícios do Plano, o aposentado do BB, Benedito Luiz Rodrigues de Camargo, 61 anos, indicou o CASSI Família para os dois filhos, Marcelo Camargo, 37, e Sandra Camargo, 33, que foram seus dependentes no Plano de Associados. Após os 24 anos, quando encerrou o prazo para dependência, o pai fez questão que os dois fossem para o CASSI Família, pois já teve experiências ruins com outros planos de saúde. A CASSI sempre foi muito boa para minha família. Se fosse ruim, eu não a indicaria para meus filhos. Sou acompanhado pela CliniCASSI São Paulo Norte e posso dizer que não há atendimento melhor do que o da CASSI. O tratamento não se compara ao dos outros planos de saúde do mercado. Definitivamente, a cobertura da CASSI é superior. Os filhos de Benedito possuem outro plano de saúde, mas ambos preferem utilizar os serviços da CASSI. Sandra afirma que, se pudesse, recomendaria o CASSI Família para outros parentes. Os serviços são fáceis de utilizar. É fácil marcar consultas e sinto que o atendimento é personalizado, graças ao trabalho feito pela CliniCASSI, argumenta. Marcelo diz ter um relacionamento de longa data com a Caixa de Assistência. Nunca utilizei o plano oferecido pelo meu trabalho, pois tenho uma relação de confiança com a CASSI. 4 4

5 CAPA Por que é importante para você Com o acréscimo do número de participantes no Plano CASSI Família, há maior possibilidade de ampliação da rede credenciada. Quanto maior o número de pessoas assistidas pela Caixa de Assistência, maior será o poder de negociação da CASSI junto aos prestadores de serviços, já que a possibilidade de uso da rede credenciada será bem maior. É o volume de beneficiários que justifica a ampliação da rede de credenciados. Outra vantagem para a CASSI e para o beneficiário com o crescimento do CASSI Família refere-se à divisão das despesas administrativas da Instituição. Um percentual das receitas das contribuições do Plano de Associados e das mensalidades do CASSI Família cobre as despesas administrativas da CASSI. Portanto, quanto maiores as receitas provenientes do CASSI Família, mais fácil será sustentar as operações da Instituição, liberando assim mais recursos para pagar as despesas com assistência à saúde de todos os participantes da Caixa de Assistência. Indicação rende benefícios Para incentivar os funcionários e aposentados do BB a indicarem o Plano aos familiares, a Caixa de Assistência firmou parceria com a Dotz, programa de fidelidade que concede créditos para quem indica e para quem adere ao CASSI Família. O titular do Plano de Associados que indica o CASSI Família para os parentes ganha dotz, caso a pessoa faça a adesão ao Plano. Já aquele que aderir ao Plano ganha dotz, após o pagamento da primeira mensalidade, e mais dotz caso opte por débito da mensalidade em conta bancária. Os dotz são creditados em até 30 dias após a adesão ao Plano CASSI Família ser validada, o que ocorre com a entrega dos documentos necessários e o pagamento da primeira mensalidade. Como indicar o Plano Os titulares do Plano de Associados (funcionários, ex-funcionários, aposentados e pensionistas do Banco do Brasil) podem indicar o CASSI Família para parentes até 3º grau, consanguíneos ou por afinidade, devendo informar ao familiar o número da matrícula funcional, que comprova a indicação, e orientá-lo a ir até uma agência do Banco do Brasil ou a uma Unidade CASSI com cópia de RG, CPF e comprovante de endereço. O número da matrícula do associado deve ser informado pelo parente no momento da adesão ao CASSI Família para garantir o benefício dos dotz. Apesar de o participante do CASSI Família ter de ser vinculado a uma matrícula de funcionário, aposentado ou pensionista do BB, não ocorre nenhuma responsabilidade financeira entre ambos quando o associado faz a indicação. 5

6 CAPA Já tenho CASSI Família. O que posso fazer? Os participantes do CASSI Família podem informar a outros parentes até terceiro grau de funcionários e aposentados do BB a possibilidade de adesão ao Plano. É só orientá-los sobre os benefícios em dotz e explicar como aderir com a indicação de algum associado. Outra forma de contribuir é informar os associados sobre a campanha, mostrando que, além de garantirem assistência à saúde de qualidade para os familiares, ganharão dotz e ainda ajudarão a fortalecer o Plano. Dotz: benefício da CASSI para novas adesões Dotz é o nome do programa de fidelidade por meio do qual os pontos acumulados (chamados dotz) podem ser trocados por produtos, serviços ou viagens. Os dotz podem ser utilizados em diversas lojas cadastradas em todo o Brasil e, inclusive, para compras via internet. Para isso, é necessário fazer o cadastro no site Depois, o beneficiário recebe um cartão no endereço indicado, sem custos adicionais, em até 30 dias. Para acumular mais pontos, é só comprar nas lojas e sites parceiros da Dotz. Quem pode fazer parte do CASSI Família Veja mais informações sobre o Plano CASSI Família e sobre a campanha em 6

7 NOTÍCIAS DA CASSI Plano apresenta baixo índice de reclamação O último relatório divulgado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mostra que a CASSI apresenta um índice de reclamações abaixo da média das grandes operadoras. No ranking das reclamações, a CASSI aparece em 38º lugar entre as 92 operadoras de grande porte, na média do último semestre avaliado (novembro de 2010 a abril de 2011). A avaliação é resultado das reclamações que chegam à ANS. Na CASSI, o número tem sido sempre inferior à média (veja gráfico), o que pode estar relacionado à existência de mais canais da Caixa de Assistência para se relacionar com seus participantes e resolver diretamente com eles eventuais problemas. Além da Central ( ), a CASSI conta com um formulário eletrônico, preenchido pelo site, e criou há um ano a Ouvidoria CASSI, que funciona como recurso de segunda instância, caso o beneficiário não se satisfaça com a resposta obtida pela Central ou pelo contato eletrônico. O ranking daquelas operadoras com maior volume de reclamações é feito pelo total de queixas enviadas à ANS dividido pelo total de assistidos pelo plano. A partir de 2012, a Agência deve levar em conta as reclamações contra as operadoras para compor o Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS). Até então, são consideradas as ações de atenção à saúde, a estrutura e a forma de operação, a situação econômico-financeira e a satisfação do beneficiário (permanência e desistência do plano). A CASSI está entre aquelas com melhor IDSS, avaliadas com notas de 0,6 a 1, faixa alcançada somente por um quarto das operadoras de saúde do País. Ouvidoria CASSI completa um ano de funcionamento Em dezembro, a Ouvidoria CASSI completou um ano de funcionamento. Nesse período, o serviço respondeu 95% das demandas em até cinco dias úteis e conseguiu solucionar 81% das solicitações enviadas por participantes e prestadores de serviços. O índice de resolubilidade só não é maior porque algumas reclamações não podem ser solucionadas de imediato. Para os próximos anos, a Caixa de Assistência espera contar com a confiança dos participantes e continuar prestando um atendimento qualificado. Se as pessoas nos procuram, é porque já tentaram resolver o problema e estão insatisfeitas. Vamos ouvi-las para oferecer soluções de forma atenciosa e personalizada. Queremos que saibam que podem contar com esse serviço, destaca o gerente da Ouvidoria CASSI, Augusto Andrade. A Ouvidoria CASSI está disponível aos participantes, conselheiros de usuários, prestadores de serviços e visitantes pelo link Fale com a CASSI, opção Ouvidoria CASSI. Para registrar a solicitação, é preciso informar o número do protocolo da reclamação enviada anteriormente à Caixa de Assistência (pelo contato eletrônico, Central CASSI ou Unidades). Já para enviar denúncias, não é necessário protocolo anterior. 7

8 SAÚDE Alimentos e medicamentos: uma interação nem sempre benéfica As reações entre nutrientes e drogas podem gerar diversos efeitos colaterais ou retardar, reduzir ou potencializar a ação esperada Os alimentos fornecem energia para o correto funcionamento do organismo. Já os medicamentos são utilizados, geralmente, para prevenir, curar ou aliviar sintomas de alguma doença. Porém, a interação entre esses dois elementos nem sempre é benéfica para o corpo humano. Pensando nisso, o Food and Drug Administration (FDA), agência regulamentadora do governo dos Estados Unidos com atribuições semelhantes à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), como proteção da saúde da população por intermédio do controle sanitário da produção e da comercialização de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária, divulgou a cartilha online Avoid Food-Drug Interactions (Evite a interação entre alimentos e drogas). O guia abrange medicamentos que precisam ou não de receita médica e as reações com comida, álcool e cafeína. O objetivo é alertar a população sobre as interações entre medicamento e nutrientes para evitar até possíveis intoxicações. No Brasil, os estudos são relativamente recentes na área, mas especialistas em nutrição, farmácia e medicina já estudam os efeitos e alertam seus pacientes sobre as possíveis reações. Droga e nutriente As influências entre medicamento e nutriente são frequentes, pois, normalmente, a administração é feita via oral, assim, a absorção é provavelmente a forma mais comum responsável pelas interações. O contato entre droga e nutriente também pode ocorrer em vários níveis: na ingestão do alimento, na absorção da droga ou do nutriente, no transporte de proteínas pelo sangue e durante os processos de metabolização e de excreção. O médico coordenador do Centro de Assistência Toxicológica do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Ceatox/USP), Anthony Wong, explica que a reação entre droga e nutriente pode tanto potencializar, reduzir ou retardar o efeito esperado do medicamento. Tanto o alimento pode interferir na ação medicamento e vice-versa. Muitas vezes esse contato pode chegar a níveis tóxicos e, por falta de orientação, o paciente não sabe o porquê de determinada reação, explica. O contato entre nutriente e medicação pode gerar efeitos colaterais graves. Chocolate, abacate, banana, queijos curados ou fortes, iogurte, salsicha seca e creme de leite são alguns exemplos de alimentos que devem 8

9 SAÚDE ser evitados em grande quantidade por pessoas que fazem uso de antidepressivos (inibidores monoaminoxidase IMAOs), por exemplo. Esses alimentos possuem uma substância chamada tiramina que, juntamente com a medicação, podem causar um aumento repentino na pressão arterial. O farmacêutico Cadri Saleh Ahmad Awad, membro da Comissão de Farmácia Comunitária do Conselho Federal de Farmácia (CFF), diz que antibióticos que possuem tetraciclina, geralmente usada para o tratamento de infecções bacterianas, podem ter o efeito prejudicado com a ingestão de determinados alimentos. A tetraciclina sofre interferências na absorção, e pode não ter o efeito desejado caso seja ingerida com alimentos ricos em ferro, como o feijão, por exemplo. A absorção do antibiótico pelo organismo pode ser alterada em até 60%, explica. Cadri também diz que a demora na absorção de certos medicamentos pelo organismo, quando ingeridos com comida, nem sempre indica redução da quantidade absorvida. Em certos casos, a interação pode fazer com que o paciente tenha que usar a medicação por um período maior para produzir a ação aguardada. O álcool e a cafeína são dois grandes vilões na opinião dos especialistas. O farmacêutico destaca que a maioria da população esquece de que chás, refrigerantes, bebidas energéticas e até chocolates também podem conter cafeína. Pessoas que fazem uso de broncodilatadores, como albuterol e teofilina, geralmente para tratamento de asma e doenças respiratórias, por exemplo, devem evitar cafeína, pois a substância pode levar ao aumento de efeitos colaterais, nervosismo e aceleração dos batimentos cardíacos. Juntamente com o álcool, esse tipo de medicamento pode causar vômito, náusea, dor de cabeça e irritabilidade. Com relação ao álcool, o farmacêutico complementa que não existe ideia mais equivocada do que tomar um comprimido de paracetamol, presente em analgésicos, para curar a dor de cabeça de uma ressaca. É recomendável esperar, no mínimo, seis horas para ingerir qualquer analgésico depois de bebida alcoólica, comenta. O médico Anthony Wong evidencia as consequências da junção álcool e medicamento. O álcool e o paracetamol são metabolizados no fígado e, em combinação, produzem um resultado altamente tóxico. Utilizada com frequência, a mistura pode lesionar o fígado, causando dano hepático. O uso concomitante e recorrente das duas substâncias pode ser fatal, declara. Efeitos colaterais A incidência de interações depende de diversos fatores, como dose do medicamento, uso de outras medicações, peso, idade, sexo e hábitos alimentares de cada indivíduo. Organismos diferentes nem sempre sofrem os mesmos efeitos colaterais. A nutricionista da CliniCASSI São Paulo Sul, Maria Luiza Soares Brandão, explica que os sintomas mais comuns da combinação indevida são náuseas, vômitos, diarreias, erupções cutâneas e toxicidade em vários órgãos. Dependendo da composição do medicamento, existe a possibilidade de reações como o desconforto gástrico, sendo recomendado o uso próximo às refeições. A nutricionista relata que muitos pacientes preferem ingerir o medicamento juntamente com leite, pensando em proteger o estômago. Porém, existem drogas, como sais de ferro, bisacodil (laxante) e antibióticos, que, preferencialmente, não devem ser ingeridas com leite, pois têm a absorção da medicação reduzida. Maria Luiza também afirma que alimentos ricos em vitamina K, como brócolis, repolho, couve, espinafre e nabo devem ser evitados concomitantemente com o uso de medicamentos anticoagulantes, como a Varfarina (comumente prescrita para tratar as condições de infarto agudo do miocárdio, trombose ou embolismo pulmonar), pois podem acarretar não efetividade do medicamento ou hemorragias. Quem faz uso de medicamentos para controlar a hipertensão arterial deve evitar alimentos ricos em potássio, como banana, laranja e vegetais de folhas verdes. Os anti-hipertensivos aumentam a quantidade de potássio no organismo, o que, em nível elevado, pode causar batimento cardíaco irregular e palpitações. O farmacêutico Cadri Saleh Ahmad Awad indica maneiras de evitar possíveis efeitos adversos. As bulas dos medicamentos geralmente apresentam alguns dos principais sintomas e, muitas vezes, também mencionam a interação com alimentos. O ideal é sempre tirar todas as dúvidas com o médico que prescreveu o medicamento. 9

10 NOTAS 2012 terá 520 mil casos de câncer O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que, em 2012, surjam 520 mil novos casos doença. A informação faz parte da publicação Estimativa 2012 Incidência de Câncer no Brasil, lançada em novembro. Em 2011, uma novidade no estudo: sete novas localizações de câncer entraram no ranking dos tumores mais frequentes do País: bexiga, ovário, tireoide (nas mulheres), sistema nervoso central, corpo do útero, laringe (nos homens) e linfoma não Hodgkin. A Estimativa vale para o período O estudo destaca os tipos de câncer mais incidentes nas regiões brasileiras, como de pele não melanoma, próstata, mama e pulmão. Os especialistas consideram essa a principal ferramenta de planejamento e gestão da saúde pública na área oncológica no Brasil. Isso porque fornece informações necessárias para a elaboração das políticas públicas de saúde voltadas para o atendimento da população. Desconsiderando o câncer de pele não melanoma (tumor com baixa mortalidade), entre o sexo masculino o câncer de próstata permanecerá como o mais comum, seguido pelo de pulmão, cólon e reto, estômago, cavidade oral, laringe e bexiga. Entre as mulheres, a glândula tireoide, de modo inédito, aparece no quinto lugar geral, atrás do câncer de pele não melanoma, mama, colo do útero, cólon e reto. Na sequência, vêm os tumores de pulmão, estômago e ovário. Brasil amplia acordo para a redução de sódio em alimentos O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou, em dezembro, a ampliação do acordo voluntário com associações da indústria para a redução da quantidade de sódio em alguns alimentos. Agora, a quantidade de sódio deve ser diminuída gradativamente na batata frita, batata palha, pão francês, bolos prontos, misturas para bolos, maionese, biscoitos (doces e salgados) e salgadinhos. O primeiro acordo, assinado no primeiro semestre, previa diminuição da substância em massas instantâneas e pães (bisnaga e de forma). O Ministério da Saúde estima retirar do mercado, até 2014, aproximadamente 1,5 tonelada de sódio. Carteirinha para paciente bariátrico A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) lançou a carteirinha do paciente bariátrico, para quem passou por uma redução de estômago. A iniciativa é inédita no mundo, segundo o presidente da entidade, Ricardo Cohen, e foi inspirada nos documentos dados a pacientes submetidos à cirurgia cardíaca e colocação de marcapasso. O objetivo é oferecer mais segurança às pessoas que passaram por cirurgia de obesidade quando forem atendidas por outros médicos, principalmente em emergências. Segundo Cohen, a carteirinha é um guia para que os não especialistas possam tratar os pacientes mais adequadamente. Chagas: remédio para crianças Depois de 40 anos sendo oferecido unicamente em dose para adultos, o benznidazol, principal remédio utilizado no tratamento do combate à doença de Chagas, será produzido em versão pediátrica, podendo ser administrado inclusive em recém- -nascidos. A apresentação tradicional do medicamento é na forma de comprimidos com 100 mg do princípio ativo. A partir de agora será oferecido também na forma de pó solúvel com 12,5 mg. A produção será feita pelo Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe), único produtor desse medicamento em todo o mundo. A autorização para produção foi publicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em dezembro. 10

11 OMS: Brasil integra rede de monitoramento da resistência do HIV O Brasil passou a fazer parte da rede da Organização Mundial da Saúde (OMS) de monitoramento da resistência do vírus HIV aos medicamentos disponíveis atualmente. Um dos maiores desafios encontrados no tratamento da aids é a resistência aos medicamentos disponíveis. Estima-se que, no Brasil, 1% das pessoas infectadas pelo vírus apresente multirresistência às drogas, ou seja, nenhum dos 24 remédios do coquetel surte efeito. Um percentual inferior a 5%, no entanto, pode apresentar resistência a uma ou algumas das drogas. Por isso, explicam os especialistas, o monitoramento é fundamental para a escolha do tratamento mais eficiente. Desde 2002, o laboratório da Fiocruz faz testes de genotipagem do vírus indicados para indivíduos que não respondem à terapia convencional. O objetivo é determinar a quais drogas o paciente é resistente, para tratá-lo da forma mais eficiente possível. O laboratório da Fiocruz foi escolhido dentre mais de 30 centros da América Latina para esses testes. Como integrante da rede da OMS, o laboratório receberá também demandas específicas, como determinar níveis de resistência transmitida em crianças e gestantes, casos considerados prioritários. Cai mortalidade por doença crônica A taxa de mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) diminuiu 26% entre 1991 e 2009, caindo de 711 para 526 mortes para cada 100 mil habitantes, segundo aponta o estudo Saúde Brasil 2010, do Ministério da Saúde, que analisa a situação geral do brasileiro nessa área e contribui para a definição de estratégias e políticas públicas do setor. Neste período, o índice de mortes por DCNT reduziu em 1,4% ao ano. Quando considerado um intervalo de tempo menor, de 2005 a 2009, o declínio da mortalidade foi ainda mais acelerado, com redução média anual de 1,6%. Do total de óbitos registrados em 2009 por todas as causas (cerca de um milhão de mortes), foram por doenças crônicas não transmissíveis, que representam 72% dos óbitos no Brasil e são a principal causa de mortalidade no País. Entre as mortes por DCNT, 80,7% foram provocadas por doenças cardiovasculares, câncer, doença respiratória crônica e diabetes. Para diminuir ainda mais a mortalidade por essas doenças, o Ministério da Saúde lançou o Plano de Ações de Enfrentamento às Doenças Crônicas Não Transmissíveis/ Esse plano é o que define ações e recursos para combater esse tipo de enfermidade nos próximos dez anos, seguindo recomendações mundiais. Soja pode ajudar a combater obesidade Cientistas espanhóis demonstraram os benefícios contra a obesidade e como proteção para o fígado das isoflavonas, substâncias de origem vegetal encontradas na soja e que atuam de forma similar a determinados hormônios que o organismo humano segrega, como os estrogênios. O estudo, realizado por membros do Centro de Pesquisa Biomédica em Rede-Fisiopatologia de Obesidade e Nutrição (CIBERobn) da Fundação Imabis de Málaga, foi testado em roedores e publicado na edição de dezembro da revista British Journal of Pharmacology. Além das propriedades protetoras das isoflavonas da soja contra o aumento de peso, a pesquisa revelou também seu papel na ativação da gordura marrom termogênica e na redução da esteatose hepática associada (gordura no fígado). 11

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