Tragédia de Santa maria SEGUROS E RESPONSABILIDADES

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1 APTS Associação Paulista dos Técnicos de Seguro notícias ASSOCIAÇÃO PAULISTA DOS TÉCNICOS DE SEGUR Tragédia de Santa maria SEGUROS E RESPONSABILIDADES Debate da APTS apresenta análise abrangente sobre as causas e consequências do incêndio na boate Kiss, discutindo as responsabilidades e o papel do seguro Ano XXV - Nº Jan. / Fev. / 2013

2 Soluções em seguros que garantem o progresso de nossos parceiros. Desde que chegou ao Brasil, em 1999, o Grupo ACE se propôs a fazer mais do que seguros: trazer desenvolvimento para o mercado securitário por meio de produtos inovadores e prover soluções que garantissem o progresso de pequenas, médias e grandes empresas. Hoje, consolidamo-nos entre as grandes e sólidas companhias de seguro do país, atuando nos mais diversos segmentos e indústrias, tais como: Afinidades (proteção para pessoas e bens pessoais) Auto Frota Automóveis de luxo, mansões, joias, e obras de arte (ACE Private Risk Services) Energia Garantia Linhas Financeiras (E&O e D&O) Multinacionais Pequenas e médias empresas Responsabilidade Civil Geral Riscos Ambientais Riscos de Engenharia Riscos Patrimoniais Transportes Vida Seja bem vindo a um futuro livre de riscos.

3 ASSOCIAÇÃO PAULISTA DOS TÉCNICOS DE SEGURO palavra do presidente Estímulo à liberdade de ação C eleiro de mentes brilhantes e de novas lideranças, a APTS se mantém renovada e vibrante, em 30 anos de existência, por meios de seus colaboradores. Todos, elementos cheios de vontade de executar o melhor trabalho e dispostos a doar tempo e conhecimentos para desvendar os segredos da boa técnica de seguro. A temática dos eventos, sempre atual e interessante, e a participação e sinergia do público demonstram o sucesso da fórmula adotada pela APTS, que consiste no estímulo à liberdade de ação de seus colaboradores. Livres de restrições ou imposições, todos se superam no cumprimento de suas incumbências, prevalecendo, sempre, o bom senso e o desejo de aperfeiçoar a instituição seguro no Brasil. Luis López Vázquez Presidente Em reconhecimento ao trabalho dessas nobres figuras, a APTS registra o seu agradecimento, em nome dos técnicos de seguro. sumário 4. QUEM É QUEM com José Caiafa Junior 6. OPINIÃO por Elza Aguiar, Marinho Despachantes 8. ESPECIAL APTS promove campanha para a aquisição de auditório 10. REGISTRO 11. destaque Evento da ANSP discute uso de código genético no seguro 16. PALESTRAS DO MEIO-DIA Certificação digital como oportunidade de negócios para o corretor de seguros, por Rodrigo Paiva O seguro incêndio ontem e de hoje, por Luis López Vázquez Mercado Internacional de Seguros: Prioridades para 2013, por Carlos Barros de Moura Carreira no mercado de resseguros: as qualificações exigidas e as perspectivas de trabalho, por Fabio Galli Di Matteo A arbitragem no Projeto de Lei de Contrato de Seguro, por Ernesto Tzirulnik 30. GERAL Aniversariantes Agenda de eventos Novos associados 12. CAPA Especialistas analisam as causas e consequências da tragédia em Santa Maria (RS) e a importância do seguro para ressarcimento de prejuízos e amparo às vítimas APTS Associação Paulista dos Técnicos de Seguro notícias TRAGÉDIA DE SANTA MARIA SEGUROS E RESPONSABILIDADES Debate da APTS apresenta análise abrangente sobre as causas e consequências do incêndio na boate Kiss, discutindo as responsabilidades e o papel do seguro Ano XXV - Nº Jan. / Fev. / 2013 ASSOCIAÇÃO PAULISTA DOS TÉCNICOS DE SEGURO DIRETORIA EXECUTIVA: Presidente: Luis López Vázquez Diretor Secretário: Carlos Antonio Barros de Moura Diretor Tesoureiro: José M. Pedreira de Freitas Diretores Assessores da presidência: Alberto Dabus Alexandre Milanez Camillo Carlos César Mourão Pacca Evaldir Barboza de Paula José Roberto Ferreira Montoro Luis Alberto Pomarole Luiz Antonio N. Ramos de Oliveira Marco Antonio de Lucca Odair Negretti Orlando da Costa Paulo Leão de Moura Junior Paulo Silva Braz Plínio Gilberto Spina Junior Ronaldo Santos de Oliveira José Luis S. Ferreira da Silva DIRETORIA TÉCNICA: Artigos Técnicos: Francisco de Assis Braga Assessoria Jurídica: Plinio Machado Rizzi Assistência Emergencial: Dimas Camargo Maia Filho Atuarial: Magali Rodrigues Zeller Comunicação: Pedro Barbato Filho Comunicação de Web-TV: Paulo Alexandre Silva Contratos de Seguros e Resseguros: Fábio Galli Di Matteo Eventos Especiais: Hélio Vassian Eventos, Parcerias e Convênios no Rio de Janeiro: Luis Marques Leandro Gestão de Riscos: Francesco De Cicco Gestão de Saúde: Ariovaldo Bracco Jurídica: Márcia Cicarelli Barbosa de Oliveira Microsseguros: Adevaldo Calegari Novos Projetos: Maria Helena Gurgel Prado Previdência Privada: Paulo Roberto de Campos Castro Property: Armando Bandechi Regulação de Sinistros: Bruno Piagentini Relações Internacionais: Victor Adolfo Duarte Responsabilidade Civil Profissional: Felippe Moreira Paes Barretto Resseguro: Roberto Gomes da Rocha Azevedo Riscos de Engenharia: Norberto Pancera Riscos Digitais: Manuel Dantas Matos Segurança do Trabalho e Patrimonial: Sérgio Duarte da Cruz Seguro Agrícola: Cid Carlos Andrade Junior Seguro de Automóvel: Miguel Angelo Fiori Sobrinho Seguro de Pessoas: Paulo de Tarso Meinberg Seguro de Transportes: Artur Luiz Souza dos Santos Seguro Garantia: José Marcelino Risden Seguros Massificados: Alexandre Del Fiori Sinistros: Dirceu Morandini Sinistros Massificados: José Roberto Macéa Social: Sérgio Eloi Tecnologia: Marco Antonio Damiani Tecnologia em Saúde: Sérgio Mônaco. CONSELHO ADMINISTRATIVO: Efetivos: Carlos Roberto De Zoppa Nelson Martins Fontana Pedro Barbato Filho. Suplentes: Eduardo da Silva Menezes Luiz Gustavo Miranda de Souza Osvaldo Tozi Ohnuma. CONSELHO CONSULTIVO: Presidente: Antonio Penteado Mendonça Secretária: Christina Roncarati Integrantes: Acacio Queiroz Alberto Oswaldo Continentino de Araújo Avelino Schmitt Cláudio Afif Domingos Eiji Denda Francisco Caiuby Vidigal Jayme Brasil Garfinkel João Francisco Borges da Costa Jorge Bento da Silva José Américo Peón de Sá Júlio de Albuquerque Bierrenbach Luiz de Campos Salles Nilton Molina Petr Purm. CONSELHO EDITORIAL: André Pena Caroline Rodrigues Francisco Pantoja Graciane Pereira Guilherme Contrucci Ivanildo J. M. Sousa João Carlos Labruna José Francisco Filho Kelly Lubiato Maurício Dias Mauricio Rodrigues Silva Paulo Kato. APTS notícias Órgão oficial da ASSOCIAÇÃO PAULISTA DOS TÉCNICOS DE SEGURO Redação e Publicidade: Largo do Paissandu, 72-17º andar - Conj São Paulo - SP - CEP Fones: (11) Fone/Fax: (11) Edição e Assessoria de Comunicação: Prisma Comunicação Integrada Jornalista Responsável: Márcia Alves (Mtb ) Assistente de redação: Carolina Estavaringo Secretária: Lucilaine Siqueira Mendes Design gráfico: Anilton Rodrigues Marques Serviços Gráficos: Editora Referência APTS Jan. / Fev. 3

4 quem é quem O cara que entende de risco Do engenheiro que conseguiu mudar a classificação de risco de incêndio de algumas cidades ao profissional da corretagem da atualidade, José Caiafa sempre se preocupou com o tratamento dos riscos N ão se trata de acaso o Debate do Meio-Dia da APTS que discutiu, em fevereiro, as causas e consequências da tragédia de Santa Maria (RS), ter sido considerado por muitos o evento de conteúdo mais abrangente já realizado sobre o tema. Na coordenação do debate, José Caiafa Junior, engenheiro de segurança, diretor da Flex Corretora de Seguros e associado da APTS, cuidou de todas as etapas, da escolha do tema ao convite aos especialistas e até da revisão da matéria de capa desta edição, que traz a cobertura do evento. Este último trabalho tem a marca do profissionalismo de Caiafa, mas não revela ainda quem ele é. Daí porque foi o personagem escolhido pelo presidente da APTS, Luis López Vázquez, para ser o entrevistado desta seção. Sua história começa em Minas Gerais, primeiramente, em Juiz de Fora e depois em Belo Horizonte, quando, aos 15 anos, conquistou sua independência ao sair de casa para estudar interno em Campinas (SP) na escola de Cadetes. Foi nessa época que conheceu sua atual esposa, com quem se casaria 44 anos depois. Mais tarde, já formado em engenharia de segurança, viria a ser um dos primeiros profissionais dessa área a atuar em seguros, convidado por Carlos Roberto De Zoppa, este sim o primeiro engenheiro a gerenciar o departamento então criado pela Itaú Seguros. Em sua atuação nessa atividade, Caiafa e sua equipe realizaram alguns feitos, como a inimaginável mudança de classificação de risco da cidade de Bragança Paulista (SP) na rígida tarifa de incêndio, no final da década de 70. Passamos 30 dias em Bragança fazendo o levantamento, o mapa da cidade, entrevistando a Brigada de Incêndio, a Defesa Civil etc. Depois, montamos o relatório que seria levado ao IRB com todas as informações para alterar a classe de risco, relata. Entretanto, essa visita ao IRB foi marcada por um episódio que ele se diverte ao contar. Dada a importância da mudança de classificação, que significava, no mínimo, 30% de economia no seguro de incêndio aos empresários da cidade, o prefeito de Bragança decidiu acompanhá-lo na visita, juntamente com um diretor da seguradora. Viajaram até o Rio de Janeiro e chegaram ao IRB na hora marcada. Em minutos, o 4 Nov. / Dez. presidente apareceu, mas logo confessou que havia se esquecido da reunião. Todos se apresentaram e comunicaram o objetivo da visita, mas quando pensaram que a reunião iria começar, ainda de pé, na sala da secretária, eis que o presidente do IRB na época os surpreendeu. Ele disse que entregaria o relatório ao seu assessor e pediu licença para se retirar porque estava assistindo ao jogo do Flamengo. A visita foi frustrante, mas, tempos depois, Caiafa alcançou o seu objetivo e a cidade passou da classe de localização 4 para a 2. Mais tarde, ele repetiu o feito em outras cidades, inclusive em Santa Maria (RS), onde ocorreu a tragédia. Solução para riscos declináveis Durante mais de uma década em que usou a tarifa de incêndio (TSIB), ainda no tempo que trabalhava na Itaú, Caiafa muitas vezes reclamou do engessamento e padro-

5 nização do seguro. Daí porque gostou da solução dada pelos seguros multirriscos, para os riscos de menor porte, que abriram espaço para que cada seguradora adotasse seu próprio parâmetro de taxação. Os preços dos seguros passaram a ser definidos de acordo com a experiência e interesse de cada seguradora. Mas, se por um lado, a massificação reduziu o preço do seguro, por outro, inviabilizou a realização de vistorias mais técnicas, que representavam um custo elevado para prêmios cada vez mais competitivos. Entretanto, ele esclarece que essa prática nada tem a ver com o atual problema dos riscos declináveis. Sobre estes, Caiafa explica que foram originados nos contratos entre resseguradoras e seguradoras, geralmente, em resseguros automáticos, nos quais se determinam quais riscos são aceitos e quais riscos não são aceitos. Ele entende que os resseguradores podem recusar certos riscos, como os de fábrica de tintas, por exemplo, caso tenham estabelecido essas condições em contrato. Mas, não aceita, porém, que as seguradoras coloquem a culpa no ressegurador pela recusa, porque ainda existe a opção de resseguros avulsos. Para Caiafa, o problema teria uma solução melhor se o segurado fosse bem orientado a cuidar do seu risco. Um exemplo seria o da boate Kiss, onde um incêndio provocou a morte de 241 pessoas. Partindo do pressuposto de que os donos da boate jamais conseguiriam arcar com um seguro que cobrisse o valor milionário de indenização às vítimas e que seguradora alguma se aventuraria a bancar esse risco, ele avalia que medidas simples e de baixo custo, como a obra para abertura de mais duas saídas de emergência, seriam suficientes para escoar rapidamente todos e reduzir o risco de danos ao público. Nessas condições, ele poderia contratar um seguro de responsabilidade civil com garantia de até R$ 100 mil, pagando cerca de R$ 2 mil por ano. Seria mais fácil conseguir a aceitação de uma seguradora, por ter tratado o risco, diz. Bem relacionado Depois da Itaú, Caiafa teve passagens pela Interbrok, SulAmérica e, em 1988, assumiu o cargo de diretor na Iochpe, a convite do então presidente, Julio Bierrenbach. Foi seu último emprego em seguradora. Decidi que era hora de mudar minha vida, redefinir minhas prioridades e escolher o que queria fazer e como fazer, relata. Resolveu ser corretor de seguros. Até então, havia lecionado para muitas turmas de corretores, mas ele próprio não tinha a habilitação. Por isso aproveitou a chance que a Susep abriu para profissionais com experiência na área, e obteve sua habilitação depois de ser aprovado em exame. Começou em seguro de transportes, mas hoje está mais focado em seguros patrimoniais para pequenas e médias empresas. Uma etapa importante de sua carreira foi a descoberta do nicho de venda de seguros em bancas de jornal. Quando procurou Eugênio Velasques, diretor da Bradesco Seguros, para apresentar sua ideia, ouviu dele uma expressão que o marcou. Ele me disse: você é cara. Hoje se orgulha de ser reconhecido como o corretor das bancas de jornal, mas não se esquece de que bateu em muitas portas antes. Agradeço imensamente às pessoas que, em alguns momentos de minha vida, me disseram para eu desistir, porque elas me estimularam a continuar, diz. Ele acredita que o mercado de seguros teria muito a ganhar se as diretorias das seguradoras dessem aos seus accounts como metas de trabalho a obtenção de ideias inovadoras junto aos corretores, em vez de, simplesmente, cobrar-lhes mais produção Agradeço imensamente às pessoas que, em alguns momentos de minha vida, me disseram para eu desistir, porque elas me estimularam a continuar de seguros de auto, vida, saúde. Prática esta, que, a seu ver, apenas alimenta a indústria do rouba-monte e não ajuda o desenvolvimento do mercado. Mas, no final das contas, a torcida a seu favor é muito maior. Até porque Caiafa é, como se autodefine, bem relacionado. Ele mantém contato com amigos de infância, do colégio, da faculdade, ex-colegas de trabalho e, detalhe, participa de encontros periódicos com todos os grupos, sempre marcados pela internet, principalmente, pelo facebook. Somente a página da república de estudantes da faculdade Ouro Preto (MG) tem mais de 2,4 mil curtidas. E tem ainda a página de seguro de banca, com 5,5 mil seguidores e 300 mil visualizações semanais. Vale registrar que quem tem o privilégio de ser amigo de Caiafa usufrui de certo conceito, já que ele garante selecionar suas amizades. Não gosto das pessoas porque são ricas ou bonitas; isso são futilidades. Gosto de quem é confiável, inteligente e tem foco, afirma. APTS Jan. / Fev. 5

6 opinião A importância do conhecimento técnico no atendimento às seguradoras N um mercado competitivo, a estratégia de reduzir custos e aumentar a lucratividade do negócio é sempre levada em conta pela maioria das empresas. No entanto, antes de contratar um prestador de serviço, em qualquer área, o empresário deve avaliar de maneira minuciosa e criteriosa as condições técnicas e o conhecimento que o contratado tem acerca do seu segmento de mercado. Muitas vezes, o que aparenta ser uma redução de custos, na verdade, pode camuflar um prejuízo, visto que uma prestação de serviço ineficaz tende a impactar negativamente nos resultados da empresa, acarretando na falta de agilidade nas informações e, consequentemente, nas tomadas de decisões finais. No ramo de seguros não é diferente. Para que a seguradora tenha tranquilidade em garantir a indenização de seus clientes e também na venda de salvados, é fundamental que o prestador de serviço na área de despachante detenha profundo conhecimento técnico dos processos, trâmites legais e administrativos necessários à regularização da documentação de um veículo. Condições estas que, certamente, proporcionarão à seguradora uma visão holística e a prestação de serviço integrada. Mas os cuidados não param por ai, já que é necessário ao despachante também ter conhecimento dos trâmites da venda do veículo salvado em leilão. Para tanto, será preciso formar uma parceria entre seguradoras e prestadores de serviços desse mercado, com o objetivo de facilitar e melhorar os processos, além da qualidade de 6 Jan. / Fev. atendimento. Estas etapas, se bem cumpridas, refletirão diretamente na satisfação do segurado. Diante da tamanha concorrência de mercado na maioria dos segmentos e do nível de exigência cada vez maior dos consumidores, cabe a nós, prestadores de serviço, acompanharmos essa tendência, auxiliando as seguradoras no cumprimento do seu trabalho e na redução de custos. Vale ressaltar que ao fragmentar as áreas num determinado processo, contratando vários prestadores de serviço, a seguradora acaba, muitas vezes, aumentando o seu custo, mesmo que pague menos para determinado prestador. Neste caso, a contratação deve ser coerente com o trabalho oferecido, levando-se em conta que o prestador precisa ter uma visão ampla e conhecimento técnico do mercado segurador. Cuidar de todo o controle do processo, desde o aviso de sinistro até a transferência do bem é o papel do despachante. Mas para que isso ocorra de forma correta, precisamos aprimorar, constantemente, nossos conhecimentos e preparar nossos colaboradores para que atuem nesse mesmo propósito. Para garantir essa excelência no atendimento e um alto grau de conhecimento técnico são necessários investimentos, que, muitas vezes, não são visíveis aos olhos dos clientes, mas que fazem toda diferença na prestação de serviço. Muitas vezes, o que aparenta ser uma redução de custos, na verdade, pode camuflar um prejuízo, visto que uma prestação de serviço ineficaz tende a impactar negativamente nos resultados da empresa, acarretando na falta de agilidade nas informações e, consequentemente, nas tomadas de decisões finais. Elza Aguiar é formada em administração de empresas e pós graduada em marketing e gestão de recursos humanos, despachante e bacharel em direito, com mais de 30 anos de atividades na Marinho Despachantes

7 REGISTRO Vázquez e Camillo Vázquez comenta riscos declináveis Em almoço do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS- -SP), realizado no dia 5 de fevereiro, na Sala Panorama do Terraço, em São Paulo (SP), somente para associados, o mentor Alexandre Camillo, mencionou a tragédia de Santa Maria (RS), para em seguida destacar a missão do corretor de seguros de ajudar a população na prevenção e reparação de bens. Na ocasião, o presidente do Sincor-SP, Mário Sérgio, classificou o caso da boate de Santa Maria como um risco declinável. Infelizmente, ainda não conseguimos um encerramento digno para esse problema, disse. O presidente da APTS, Luis López Vázquez, também se manifestou. Os riscos declináveis não cabem na técnica de seguros, uma vez que a seguradora, tem a liberdade de taxar, aplicar franquia e incluir no clausulado normas de segurança do risco, argumentou. Durante o evento, o diretor da APTS, Manuel Matos, informou sobre a campanha da entidade para a compra de auditório próprio, dizendo que espera contar com a adesão de seguradoras. Vázquez e Santanna Almoço com o titular da Susep O presidente Vázquez prestigiou o almoço promovido pelo CCS-SP em homenagem ao superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna, dia 5 de março, no restaurante Circolo Italiano. Na ocasião, Santanna fez um balanço de sua gestão de um ano e meio à frente da Susep, destacando, entre outras medidas positivas, a adoção de novos instrumentos para a aplicação de sanções e punições a corretores e seguradoras. Vázquez foi bastante aplaudido ao afirmar que os riscos declináveis prejudicam a independência e a liberdade do corretor autônomo, sugerindo à Susep um normativo para solucionar a questão. Santanna respondeu que preza a autonomia dos corretores a favor dos consumidores, mas que não via a edição de normativo como solução para os riscos declináveis, sob pena de engessar e encarecer o seguro. Entretanto, se manifestou favorável ao diálogo para a busca de uma solução. Cris Pappi Antranik Photos Vázquez e Manuel Matos Novo presidente da Marítima O presidente da APTS prestigiou o evento promovido pelo CCS-SP para apresentar oficialmente ao mercado paulista o executivo Francisco Vidigal Filho como novo presidente da Marítima Seguros. Durante o café da manha no hotel Mofarrej, dia 26 de fevereiro, o presidente da Yasuda Seguros, Mikio Okumura, esclareceu sobre a aquisição do controle acionário da Marítima.. Membros do Conselho Editorial da APTS Almoço de Páscoa A APTS promoveu, no dia 12 de março, em sua sede, o almoço de Páscoa com a participação dos membros do Conselho Editorial. Todos ganharam um ovo de chocolate como lembrança do evento. APTS Jan. / Fev. 7

8 especial APTS inicia campanha para aquisição e revitalização de seu auditório Para não comprometer o cumprimento de sua programação de eventos, especialmente as consagradas Palestras e Debates do Meio-Dia, a entidade decide iniciar campanha para a compra de auditório O ano 2013 iniciou para a APTS com um novo desafio: comprar o seu auditório. Instalada há quase 30 anos em sede própria no 17º andar do Edifício (Paulino), no número 72 do Largo do Paissandu, centro de São Paulo, a APTS aluga desde meados da década de 90 a sala ao lado da sua para a realização de eventos, especialmente as consagradas Palestras e Debates do Meio-Dia. Mas neste início de ano a sala do auditório foi colocada à venda. Para que a entidade não precise deslocar seus eventos para outro endereço, o presidente da APTS, Luis López Vázquez, decidiu iniciar uma campanha para a arrecadação de recursos junto às empresas do mercado. O diretor da APTS de Riscos Digitais, Manuel Matos, gestor da Rede ICP Seguros, decidiu comandar a campanha, Auditório atual está à venda 8 Jan. / Fev. Manuel Matos, gestor da Rede ICP Seguro para a qual preparou, inclusive, um detalhado material de apresentação da entidade, ressaltando o importante trabalho realizado ao longo de 30 anos de existência. Tão logo soube da necessidade da APTS de captar recursos para a aquisição do auditório, Matos prontamente assumiu a tarefa, com muito entusiasmo, diz Vázquez. Outros amigos e colaboradores assíduos da entidade também manifestaram o seu apoio. Entre os apoiadores da campanha estão o presidente do Sindicado das Seguradoras de São Paulo (Sindseg-SP) e da Academia Nacional de Seguros Previdência, Mauro Batista; o diretor presidente da Paulo Castro & Associados, Paulo Castro; e o presidente da Delphos,Eduardo Menezes. É muito importante para os profissionais do mercado contar com um local, data e hora certa para encontros regulares, nos quais possam obter e reciclar seus conhecimentos. Se o auditório da APTS funcionar junto à sede própria, o público dos eventos poderá ficar mais à vontade, pois os sócios da entidade são de fato os donos da entidade. Portanto, estarão em sua própria casa, diz Menezes. Além da compra do auditório, os recursos arrecadados deverão ser direcionados também para a revitalização do espaço, com a aquisição de novas e confortáveis poltronas; modernos equipamentos de apoio, como computadores e retroprojetores; instalação de um novo sistema de som, melhoria do hall de entrada, com estrutura adequada para coffee-break; além de um novo painel para apresentar os nomes dos patrocinadores.

9 Patrocínios por cotas O responsável pela campanha da APTS, Manuel Matos, dividiu o montante fixado como meta para aquisição e revitalização do auditório em cotas de patrocínio, relacionando os respectivos benefícios. Patrocinador Ouro Destaque da marca da empresa na placa de inauguração do novo auditório; Destaque da marca da empresa no painel fixo do auditório durante todos os eventos; Indicação de tema e palestrante para uma Palestra do Meio- -Dia em 2013; Apresentação de vídeo institucional durante o evento de inauguração do novo auditório; Direito a ser convidado para o evento de inauguração do novo auditório; Destaque na edição especial de inauguração do novo auditório na Revista APTS; Divulgação no site da APTS. Patrocinador Prata Marca da empresa na placa de inauguração do novo auditório; Marca da empresa no painel fixo do auditório durante todos os eventos; Indicação de tema e palestrante para uma Palestra do Meio Dia em 2013; Direito a ser convidado para o evento de inauguração do novo auditório; Citação na edição especial de inauguração do novo auditório na Revista APTS; Divulgação no site da APTS. Patrocinador Bronze Marca da empresa na placa de inauguração do novo auditório; Marca da empresa no painel fixo do auditório durante todos os eventos; Direito a ser convidado para o evento de inauguração do novo auditório; Citação na edição especial de inauguração do novo auditório na Revista APTS; Divulgação no site da APTS. A campanha deverá prosseguir até que os recursos arrecadados atinjam o montante fixado. Além de empresas, a APTS também aceita doações de pessoas físicas. Mais informações pelos telefones da APTS (11) , (11) ou pelo APTS Jan. / Fev. 9

10 destaque ANSP discute código genético no seguro Evento apresentou a evolução no campo da biotecnologia e alertou para o uso indevido das informações genéticas A cademia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) promoveu a 3ª edição do evento Café com Seguro, dia 22 de janeiro no auditório do Sindicato das Seguradoras de São Paulo (Sindseg-SP), com o apoio da APTS. Sob a coordenação do diretor de Relacionamento com os segmentos de Previdência Privada e Vida, Dilmo Bantim Moreira, o evento abordou O Código Genético e o Seguro. A médica e sócia da MA Gazel Medicina Securitária, Marisa Gazel, e o advogado da Minhoto Advogados, Paulo André Minhoto, apresentaram visões distintas, mas complementares, sobre o tema. A ciência evoluiu e temos a responsabilidade de debater o tema, disse o presidente da ANSP e do Sindseg- -SP, Mauro Batista, durante a abertura do evento. 10 Jan. / Fev. Os palestrantes: a médica Marisa Gazel, e o advogado Paulo André Minhoto Prevenção e tratamento Marisa Gazel tratou de esclarecer a plateia sobre as recentes descobertas no campo da biotecnologia. Segundo ela, todo individuo nasce com 26 bilhões células que aumentam para 50 trilhões na idade adulta. O material genético dos indivíduos é carregado pelas células, cada qual formada por 46 cromossomos divididos em 23 pares, metade da mãe e metade do pai. O cromossomo se apresenta na forma de uma longa fita espiralada (dupla hélice), composta por quatro bases de nucleotídeos diferentes (adenina, citosina, guanina e timina), que se repetem milhões de vezes. O sequenciamento do genoma humano foi realizado com a ordenação de 3 bilhões de letras pelos cientistas do Projeto Genoma Humano. Dos genes humanos identificados, sabe-se que algumas sequencias de DNA expressam desde o fenótipo até as mutações que são responsáveis pelo mau funcionamento e propensão a doenças. Marisa Gazel explicou que nem sempre a predisposição significa que o indivíduo desenvolverá a doença. O estilo de vida, como tabagismo e sedentarismo, pode ser determinante para doenças. No seguro, o objetivo do teste genético não é o de evitar a anti-seleção, mas melhorar a avaliação de risco, segundo a médica. Para as seguradoras que comercializam cobertura para tratamento de câncer, segundo Marisa Gazel, o teste genético pode ajudar na aceitação do risco. Os testes resultam no diagnóstico precoce e servem para indicar a terapia adequada e melhorar a sobrevida, afirmou. Direito personalíssimo O advogado Paulo André Minhoto frisou que a discussão do código genético no país ainda está no terreno empírico. Segundo ele, qualquer individuo tem o direito de não querer saber se é propenso a certos tipos de males e que, por isso, seguradoras não podem obrigar a realização do exame. Código genético ainda não serve de base suficiente para precificar o seguro. A exigência do teste extrapola o direito da equidade, atropelando os direitos do segurado, disse. Segundo Paulo André, a Constituição brasileira garante o direito à intimidade e à privacidade, mas não há leis especificas para a questão. Para o especialista, o progresso da ciência e da tecnologia deve se adequar ao Direito e não o contrário. O desenvolvimento tecnológico não pode modificar um direito. O genoma humano se encaixa na questão do direito personalíssimo, ou seja, não existe espaço para negociação desse direito, concluiu.

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12 Capa Tragédia expõe atraso do país no conceito de RC A partir da análise abrangente das causas e consequências do incêndio em Santa Maria, especialistas discutiram a responsabilidade civil dos evolvidos, do ponto de vista da legislação e do seguro Agrande tragédia que abalou o país - o incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS), em 27 de janeiro, que provocou a morte de 241 pessoas e ferimentos em mais cem -, trouxe questionamentos importantes à sociedade, especialmente em relação à definição de culpados. Algumas respostas dependem da conclusão do inquérito policial. Depois, caberá à justiça definir os valores de indenização às famílias das vítimas. Caso os donos da boate tenham contratado os seguros de incêndio e de responsabilidade civil, poderão, teoricamente, solicitar à seguradora o ressarcimento do montante a ser indenizado. Na prática, porém, o pagamento do sinistro por parte da seguradora dependeria do cumprimento às condições do seguro e, principalmente, da ausência de dolo, conforme apuração do inquérito policial. No dia 20 de fevereiro, todas as variáveis envolvidas no caso de eventual pagamento de indenização securitária às vítimas do incêndio na boate Kiss foram analisadas por especialistas em Debate do Meio-Dia promovido pela APTS, em sua sede, em São Paulo (SP). O debate Tragédia na boate Kiss: causas e consequências, coordenado por José Cesar Caiafa Junior, engenheiro de segurança e diretor da Flex Corretora de Seguros, apresentou a visão de peritos em segurança e combate à incêndio e de especialista em inspeção de risco e regulação de sinistros, além da análise de 12 Jan. / Fev. Luis López Vázquez um advogado especializado em seguros e de um deputado envolvido no desenvolvimento da legislação estadual sobre o assunto. Incêndio podia ser evitado Entre os fatores que agravaram a chance de salvamento das vítimas do incêndio da boate de Santa Maria, a primeira apontada pelo coronel Nilton Divino D Addio, ex-comandante no Corpo de Bombeiros do estado de São Paulo, foi a falta de meios de escape eficientes. Para o especialista, a situação foi agravada pelo excesso de lotação, dificuldade de locomoção rápida, falta de sinalização de rotas de saída e de rotas alternativas de fuga, obstáculos diversos à frente da única porta, subdimensionamento das vias de escape e da porta

13 de saída, além da falta de comunicação e orientação por parte dos responsáveis pelo local. De acordo com o alvará emitido pelo Corpo de Bombeiros do município a lotação máxima permitida seria de 691, mas se sabe que no dia da tragédia havia mais que o dobro. D Addio explicou que a área da boate era de 615m², mas a área útil para a circulação das pessoas era bem inferior, descontando-se o espaço da área de palco, chapelaria, bar, circulação, etc. Partindo da estimativa de que a área útil fosse de 500m² e considerando que havia 1,2 mil pessoas no local, o cálculo resultante de área para cada uma é de máximo 0,42m², o que significa um quadradinho de pouco mais de 60cm de lado. A única saída do local, que tinha à frente uma série de obstáculos intermediários, sem qualquer sinalização, media 1,20m de largura, permitindo, pelos cálculos do especialista, a evasão de pouco mais de cem pessoas por minuto. Portanto, seriam necessários pelo menos 12 minutos para o abandono total da boate, afirmou. Partindo da constatação de que a maioria das mortes foi provocada pela inalação de fumaça tóxica exalada pela queima da forração do teto e paredes, no espaço de tempo de apenas três minutos, Caiafa concluiu que a existência de mais saídas poderia ter evitado a tragédia. O abandono do local poderia ter ocorrido em menos de três minutos se houvesse mais duas saídas de emergência, em locais opostos, de mesmas dimensões, observou. Legenda mesa: Plinio Rizzi, coronel D Addio, deputado Major Olímpio, José Caiafa, Martin Faller e Luiz Macoto Segundo D Addio, a ocorrência de um incêndio requer pelo menos dois fatores adicionais, além do oxigênio presente na atmosfera. O primeiro deles é a fonte de calor (fator de ignição) e o outro é um material que pegue fogo (combustível). Para o coronel, está claro que a fonte de calor foi o artefato pirotécnico usado pelos músicos da banda. Mas, do modelo que é vendido para eventos em locais abertos, que pode custar cerca de cinco vezes menos do que o apropriado para recintos fechados. Já o combustível foi a forração acústica imprópria utilizada na parte superior do palco da boate. Embora exista material mais adequado para este fim, que impede a instalação e a propagação das chamas, a opção dos responsáveis pela boate foi pelo mais barato, sem a preocupação com o risco a que estavam expondo os seus usuários, disse Caiafa. Na lista de itens e condições que poderiam ter evitado a tragédia, o coronel destacou dois, que são o equipamento para exaustão de fumaça e os chuveiros automáticos. Além desses, faltaram, principalmente, saídas de emergência, sinalização, alarme Patrocinadores APTS Nov. / Dez. 13

14 Capa Plateia lotada para assistir ao evento e outros. Para D Addio, também contribuíram para piorar o quadro o sistema de isolamento acústico somado ao barulho da música, à pouca visibilidade e à ingestão de bebidas alcoólicas pelos jovens por pelo menos mais de três horas fotos de antes do incêndio mostram que muitos portavam copos e garrafas nas mãos. O fato de Santa Maria contar com apenas um grupamento de Corpo de Bombeiros para 260 mil habitantes não coloca a cidade em desvantagens a outros municípios, como Osasco (SP), por exemplo, que também conta com apenas uma unidade para 660 mil habitantes. No cálculo de proporcionalidade, em Santa Maria os destacamentos de bombeiros correspondem 0,0017 por mil habitante; em São Paulo, que possui equipamentos mais modernos, a proporção é de 0,0038; em Nova York, com tecnologia ainda mais avançada a proporção por mil habitantes é de 0,025. Entretanto, esse dado revela, para ele, que a situação de prevenção e combate a incêndio no Brasil está aquém do necessário. A seu ver, Santa Maria ainda é um município privilegiado, por concentrar tropas do exercito e da aeronáutica e por poder contar com a ajuda desse contingente em casos de emergência. Opinião da plateia Foi importante esse fórum de discussão de um tema que está em pauta e que ainda precisa ser muito estudado, para que a sociedade tenha conscientização da questão de risco. A discussão da responsabilidade civil também foi importante. O debate ajudou a refletir sobre o nosso papel na sociedade. Antonio Carlos de Jesus Pires Porto Seguro 14 Jan. / Fev. Em se tratando de definir a responsabilidade legal da competência do estado e do município nesse tipo de tragédia, o que vemos é um jogo de empurra-empurra, de interesses e omissões, disse. Segundo o deputado Major Olímpio Gomes (PDT), embora o Corpo de Bombeiros de São Paulo tenha conquistado o reforço de mais de 200 engenheiros de segurança nos últimos cinco anos, o órgão não dispõe da competência legal para embargar estabelecimentos. A cidade de São Paulo ainda conta com um órgão de estrutura, como o Contru, que tem essa competência, mas a maioria dos municípios não tem, disse. Durante o debate, ele divulgou a proposta da Frente Parlamentar em Defesa da Segurança Pública, na qual é presidente, de criar o Fundo estadual de segurança contra incêndio e emergências, que auxiliará no suporte de medidas preventivas e estudo para a melhoria de condições do Corpo de Bombeiro de São Paulo. RC precisa evoluir no país O Brasil dispõe de peritos competentes e capazes de identificar todas as causas de incêndio, inclusive de modo cientifico, garante Martin Ern Faller, diretor executivo da multinacional Cunningham Lincy Int do Brasil. Porém, no âmbito do seguro, esses profissionais entram ação apenas em empreendimentos considerados como grandes riscos, que envolvem resseguro. Este é o problema, porque esse trabalho somente é feito a pedido do ressegurador. Mas todos os incêndios deveriam ser investigados a fundo, para evitar que outros ocorram, analisou. Em seu trabalho de inspeção de risco e regulação de sinistros, Martin Faller disse que no caso da boate Kiss uma das etapas seria levantar os seguros contratados, como o de incêndio, de eventos (que poderia ser adquirido pelos músicos da banda) e o de responsabilidade civil. Este último, o mais importante, a seu ver, serviria para garantir a indenização às famílias das vítimas. Para chegar a um valor dessa indenização, Martin Faller fez os cálculos, considerando que a maioria era jovem, ainda em início de carreira e que poderia viver até os 73 anos, em média, segundo parâmetro definido pelo IBGE, com um salário médio de R$ 5 mil ao longo da carreira. Feitas as contas, ele chegou ao valor aproximado de R$ 1,6 milhão por pessoa, que multiplicado pelo número de vítimas fatais da boate Kiss chegaria perto de R$ 400 milhões. Qual seguradora pagaria esse valor?, perguntou. Se uma casa noturna quiser contratar seguro, conseguirá?. De acordo com o especialista, ainda que a boate tivesse um seguro RC, certamente, não teria um limite tão alto. Daí porque sua conclusão é que o seguro de RC precisa evoluir no Brasil. Para

15 ele, a população deve demandar mais e cobrar mais também, o que obrigaria à elevação dos limites de RC. Inclusive para o seguro de automóvel, ele exemplificou, no qual, hoje, o valor médio de importância segurada para responsabilidade civil, na maioria dos casos, é menor do que o contratado para casco. Ele comentou que, devido ao elevado risco que representam, atualmente, casas noturnas e outras atividades como fábrica de móveis e de colchão, fábricas de produtos químicos e de tintas e pequenos supermercados enfrentam dificuldades para conseguir cobertura de seguro. Essa situação vem persistindo desde 2008, quando ocorreu a abertura do resseguro e os riscos até então aceitos pelo ressegurador monopolista passaram a serem oferecidos aos demais players que iniciaram operação no mercado. Para Martin Faller, o caso da boate Kiss pode ser perfeitamente um desses seguros cujo risco foi declinado. Ele atribui a culpa por essa situação à falta de entendimento das seguradoras sobre o que é resseguro. E afirmou que todos os riscos deveriam ser aceitos, bastando serem bem taxados e cobrados. Seguro não indeniza dolo Luiz Macoto Sakamoto, que atua em uma grande seguradora, preferiu participar do debate na condição de técnico de seguro, associado da APTS. Mesmo assim ele analisou o caso do incêndio em Santa Maria do ponto de vista do segurador, destacando a falta de legislação e fiscalização adequada. Daí porque mesmo que se apontem como responsáveis pela tragédia o dono da boate e os músicos, ainda existem outros responsáveis indiretos, como a prefeitura, o Corpo de Bombeiros, o estado, a União, os órgãos normativos, o seguro e outros, ou seja, toda a sociedade. Macoto lembrou que no passado, enquanto vigorou a antiga tarifa de incêndio (TSIB) no país, o segurador tinha certo poder de bolso em relação ao seguro, já que, além da inspeção Opinião da plateia Achei o debate excelente, porque serviu para esclarecer várias dúvidas. Os depoimentos da seguradora, de um advogado e do Corpo de Bombeiros referente a normas, serviram para o nosso dia a dia. Durante a análise de risco de determinadas empresas, devemos atentar para esses detalhes, para entender se o que está sendo aceito pela seguradora está dentro das normas, evitando surpresas lá na frente para o cliente. Porque nós, corretores, somos os responsáveis, indiretamente, pela confiança do segurado. Fátima Guedes Farm Corretora de Seguros Opinião da plateia O debate contou com a participação de profissionais de várias áreas, que expuseram seu ponto de vista, mas sem concluir o assunto, que ficou para a reflexão das pessoas. Achei interessante a parte de RC. Como não atuo nessa área, consegui ter mais noção do caso exposto. Roberval Nascimento Silva Bradesco Auto RE obrigatória, o seguro era agravado e taxado conforme o grau de risco, permitindo à seguradora ainda a imposição de condicionantes para a sua aceitação. No caso do seguro de responsabilidade civil, ele frisou que as regras definem a indenização devida apenas para os casos em que for comprovada a culpa do segurado, desde que não haja dolo por parte do segurado, seus funcionários ou seus representantes legais. Utilizando como base de análise as regras do seguro padronizado de responsabilidade civil, definidas pela Circular Susep 437/12, Macoto avaliou que não haveria cobertura para o incêndio da boate Kiss se o inquérito policial concluísse que houve culpa grave dos responsáveis, que pelas regras do seguro é equivalente a dolo e, portanto, exclui a obrigação da seguradora de indenizar. Mas, observou que seria mais prudente aguardar a decisão do inquérito policial, com a definição dos culpados pela tragédia, para responder se o seguro arcaria ou não com os prejuízos. O advogado Plinio Rizzi, especializado em seguro, concordou com a análise de Macoto e ainda acrescentou a situação de dolo eventual, que ocorre quando o segurado não tinha intenção de cometer o dano, mas assumiu o risco de produzir o seu resultado. Aplicado ao caso da boate Kiss, os donos não teriam a intenção de matar os jovens, mas agiram com tamanha negligência que acabaram colaborando para a tragédia. Mas, caso o inquérito policial aponte os donos da boate ou os músicos como culpados pelo incêndio, o advogado acredita que eles não terão recursos para arcar com as indenizações arbitradas em juízo, estimadas em mais de R$ 400 milhões. Haverá a indicialização dos culpados, o estabelecimento das indenizações devidas, mas não haverá o pagamento, por falta de recursos, disse. Na hipótese de se incluir o município ou estado como responsáveis pela tragédia, então Plinio considera a possibilidade de que o valor da indenização possa ser transformado em precatórios os quais, frisou, são difíceis de receber. Tenho para mim que uma tragédia desse porte não passa pelo seguro, mas pelos valores que a sociedade deve abraçar, disse. APTS Jan. / Fev. 15

16

17 palestra do meio-dia Sua Segurança. APTS Out. / Nov. / Dez. 17

18 palestra do meio-dia Certificação digital aproxima corretores de novos clientes Este foi um dos argumentos apresentados por Rodrigo Paiva, da Rede ICP Seguros, durante sua palestra sobre as oportunidades que a certificação digital pode gerar aos corretores de seguros A internet está definitivamente incorporada ao dia a dia dos brasileiros, de todas as idades e classes sociais. A diferença entre os mais velhos das gerações Boomer (1943 a 1960) e X (1960 a 1980), e os mais jovens - Y (1960 a 2000) e Z (atual) está no nível de incorporação e assimilação dos recursos dessa ferramenta. Entretanto, sabe- -se que tanto a geração atual (os Z ou milênios), como a Y influenciam as demais gerações, inclusive em relação ao comportamento de compra. Diante da velocidade de expansão desse canal, Rodrigo Paiva, diretor de E-Commerce e Gestão de Marcas da Rede ICP Seguros e especialista em marketing digital, aposta que até 2020 o mundo estará 100% on-line. Segundo ele, um dos maiores impactos dessa mudança é a necessidade de segurança nas transações pela internet. Necessidade esta que foi suprida, de acordo com Rodrigo Paiva, pela certificação digital. No âmbito do seguro, contrariando previsões pessimistas do passado, a internet está se tornando uma poderosa aliada dos corretores na venda de produtos e, portanto, uma oportunidade a ser Rodrigo Paiva, Rede ICP Seguros mais bem explorada. A Rede ICP criou um modelo de negócios focado, primeiramente, no corretor de seguros, que passa a trabalhar com um produto estratégico, a certificação digital, disse em sua participação no ciclo de Palestras do Meio-Dia da APTS, dia 16 de janeiro, na sede da entidade, quando apresentou o tema Certificação digital como oportunidade de negócios para o corretor de seguros. 18 Jan. / Fev. Venda pela internet Rodrigo Paiva explicou que a certificação digital é o que garante a identidade de pessoas no mundo digital, equivalendo à assinatura no meio internet. Para realizar transações seguras nesse meio digital, tanto tecnologicamente, como juridicamente, é necessário adotar o certificado digital, que é uma assinatura eletrônica, disse. Os corretores que se credenciam à Rede ICP para a oferta de certificação digital aos seus clientes, segundo ele, passam a ter acesso a um sistema de gestão integrada, que propicia a utilização de todas as funcionalidades da internet, de maneira simples e fácil. Tanto que, atualmente, os corretores da Rede ICP realizam cerca de 200 mil transações on-line por ano, quantidade 20% maior que no último ano. Esta é resposta para quem pergunta se existem corretores vendendo seguros pela internet. Existem sim, e o produto é a certificação digital, afirmou, acrescentando que as corretoras que se juntam à rede passam a utilizar uma identidade corporativa, ganhando mais visibilidade. De acordo com números que apresentou, a Rede ICP conta, atualmente, com 130 corretores credenciados, que atuam como Autoridades de Registro (AR) da ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira) em 83 cidades do país. Público endinheirado Rodrigo Paiva ressaltou que a certificação digital pode ser um meio de os corretores conquistarem novos clien-

19 apoio institucional tes. Isso porque, a compra do certificado é realizada pela internet, mas a validação é presencial. O comércio eletrônico não impede que os corretores continuem realizando seu trabalho de consultoria e atendimento ao cliente, ao contrário, elimina a parte burocrática e melhora a parte de relacionamento, disse. Ele informou, ainda, que este é o modelo de negócio que a Rede ICP acredita. Outro ponto favorável é o perfil comprador de certificado digital. Uma parcela desse público é formada por pessoas físicas com alto poder aquisitivo, que neste ano, por determinação da Receita Federal, deverão entregar a Declaração de Imposto de Renda com o uso de certificado digital. Esses contribuintes, estimados em 180 mil brasileiros, estão na faixa daqueles que tiveram rendimento acima de R$ 10 milhões em Contribuintes como Fernando Henrique Cardoso, Eike Batista, Abílio Diniz e outros, serão obrigados a emitir presencialmente o seu certificado, podendo optar por uma corretora credenciada, disse. Mas a demanda por certificado digital não se restringe apenas ao público mais endinheirado, tanto que existem, atualmente, cerca de 6 milhões de certificados ativos no Brasil. Segundo Rodrigo Paiva, empresários e profissionais liberais, como médicos, advogados e outros, também estão aderindo ao uso do certificado digital. O certificado digital coloca os corretores em contato com as pessoas que decidem, algumas delas potenciais consumidores de seguros, afirmou. Opinião da Plateia O corretor se beneficiará com a certificação digital, mas é preciso ter em mente que haverá concorrentes de outros segmentos. Em um mesmo prédio podem existir várias ARs, como existem várias corretoras que ocupam o mesmo condomínio. Logo, haverá uma concorrência acirrada. Por isso, é importante sair na frente. Quanto mais estruturado estiver o corretor, melhor preparado estará para ganhar dinheiro nessa atividade. Mas, para isso é preciso chegar antes dos outros. César Bertacini Planus Corretora de Seguros Opinião da Plateia A quantidade de certificações emitidas pela AC Sincor já é bem expressiva. O problema da expansão da certificação digital é que depende, quase exclusivamente, de ações de governo. Mas ainda tem muito certificado a ser emitido. Até 2020, seguramente, 30 milhões de certificados digitais estarão ativos no Brasil, porque o governo deverá obrigar todos os contribuintes a declararem seu imposto de renda por meio eletrônico, utilizando a certificação digital. Marco Antonio Damiani Broker Serviços e Sistemas Potencial de vendas De acordo com Rodrigo Paiva, a Rede ICP oferece cursos, treinamento e material de divulgação às corretoras que atuarem como AR, além de fornecer um sistema de gestão para automatização do processo. O corretor cuidará apenas de estabelecer os relacionamentos com os clientes. A remuneração média para cada certificado vendido pelo corretor é de R$ 80,00. As renovações, em prazos de um a três anos, também geram remuneração. O corretor deverá trabalhar pelas renovações de certificado digital, da forma como faz para a renovação de seguros, disse. Rodrigo Paiva esclareceu que a Rede ICP não é uma Autoridade Certificadora (AC), e, portanto, não concorre com entidades de seguros que atuam como AC, caso do Sincor-SP. A Rede ICP tem parceria com várias ACs, como a AC Sincor, AC BR, AC OAB e AC Certisign, além de outras que ainda estão em fase de credenciamento, como a AC Fenacor e AC Sincor-Rio, disse.ele explicou que o papel das ACs é criar e manter o produto certificação digital, e que, por isso, mantêm dependências específicas, isoladas e protegidas, como uma espécie de sala-cofre, para abrigar seus servidores. Por estar em um ponto específico e por não ter capilaridade, a AC depende da AR para distribuir seu produto, explicou. Uma novidade divulgada pelo palestrante é o levantamento que a Rede ICP está preparando sobre o potencial de venda de certificação digital por mesorregião, que é a subdivisão dos estados brasileiros por grupos de municípios com características geográficas, econômicas e sociais semelhantes. Esse trabalho está sob o comando do economista Francisco Galiza, que fará um estudo sobre cada mesorregião. O corretor saberá, por meio de números, se a certificação digital é mais atraente na sua região e o seu potencial de vendas, disse. APTS Jan. / Fev. 19

20 palestra do meio-dia O seguro incêndio no tempo em que não havia riscos declináveis Testemunha da época em que a tarifa de incêndio era aplicada de forma técnica e de acordo com o nível o risco, Luis López Vázquez analisa por que não existem motivos para a recusa de riscos Se atualmente, anos depois da abertura do resseguro, o mercado ainda enfrenta o problema dos riscos declináveis, no passado a situação era mais confortável para segurados e seguradoras. Na época em que o Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) imperava como o único ressegurador (entre 1940 e 2007), praticamente não havia riscos recusados, mesmo aqueles em que o sinistro era quase certo. Hoje, alguns apontam que a dificuldade de se conseguir seguro para determinados tipos de atividades nada mais é do que resultado daquela política do IRB. Entretanto, o ressegurador estatal trouxe inúmeras contribuições ao setor de seguros. Uma delas foi a criação, em 1952, da Tarifa de Seguro Incêndio do Brasil (TSIB) - até hoje reconhecida como a forma mais técnica de taxar o risco de incêndio - e no mesmo ano do Manual Incêndio (Resseguro). Luis López Vázquez, presidente da APTS 20 Jan. / Fev. Esta história foi narrada em detalhes pelo presidente da APTS, Luis López Vázquez, em Palestra do Meio-Dia, realizada em 23 de janeiro, quando apresentou o tema O seguro incêndio ontem e hoje. Em sua longa carreira na área de corretagem de seguros, Vázquez se especializou no ramo de incêndio, vivenciando o período em que esse seguro era o maior e mais rentável no setor. Sobre o IRB, ele fez questão de esclarecer que embora tenha sido fundado em 1939, passou a operar efetivamente somente em 1940, completando 73 anos em Vázquez contou, ainda, que o período do monopólio excedeu o prazo previsto de 50 anos. Até 1990, o IRB foi benéfico ao setor, avaliou. O início da TSIB Embora fosse uma tarifa considerada cara para o segurado, o maior diferencial da TSIB, segundo Vázquez, era a aplicação de um sistema de redução de preços conforme as condições do risco. Esse sistema, que foi criado pelo IRB na TSIB e que ainda serve como exemplo até hoje, fixava taxas de acordo com o fator LOC (Localização, Ocupação e Construção). Era uma tarifa modular em que a interação dos três fatores determinava as taxas, explicou. O LOC dividia os riscos em classes. Para o fator Localização, as cidades com unidades do Corpo de Bombeiros eram enquadradas nas classes 1, 2 ou 3; as localidades sem esse recurso eram designadas na classe 4. Critério semelhante era aplicado ao fator Construção, cujas classes variavam de 1 a 4, dependendo do tipo de material empregado na construção, que se dividia em tipos superior, sólida, mista ou inferior. Nas construções de classe

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