ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO DO SEGURO AMBIENTAL NO BRASIL ANDRÉA PACHECO TERRA

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1 ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO DO SEGURO AMBIENTAL NO BRASIL ANDRÉA PACHECO TERRA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO - UENF CAMPOS DOS GOYTACAZES RJ NOVEMBRO 2003

2 ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO DO SEGURO AMBIENTAL NO BRASIL ANDRÉA PACHECO TERRA Dissertação apresentada ao Centro de Ciência e Tecnologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense, como parte das exigências para obtenção de título de Mestre em Ciências de Engenharia, na área de concentração de Engenharia de Produção. Orientadora: Prof. Cláudia do Rosário Vaz Morgado, D. Sc. Co-orientador: Prof. Assed Naked Haddad, D. Sc. CAMPOS DOS GOYTACAZES RJ NOVEMBRO 2003

3 FICHA CATALOGRÁFICA Preparada pela Biblioteca do CCT / UENF 14/2005 Terra, Andréa Pacheco Análise das condições de operação do seguro ambiental no Brasil / Andréa Pacheco Terra. Campos dos Goytacazes, vi, 118 f. Orientador: Cláudia do Rosário Vaz Morgado Co-orientador: Assed Naked Haddad Dissertação (Mestrado em Ciências de Engenharia) -- Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro. Centro de Ciência e Tecnologia. Laboratório de Engenharia de Produção. Campos dos Goytacazes, Área de concentração: Engenharia de Produção Bibliografia: f Seguro Ambiental 2. Gerência de Riscos 3. Poluição 4. Direito Ambiental l. Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro. Centro de Ciência e Tecnologia. Laboratório de Engenharia de Produção II. Título CDD

4 ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO DO SEGURO AMBIENTAL NO BRASIL ANDRÉA PACHECO TERRA Dissertação apresentada ao Centro de Ciência e Tecnologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense, como parte das exigências para obtenção de título de Mestre em Ciências de Engenharia, na área de concentração de Engenharia de Produção. Aprovada em / /. Comissão Examinadora: Prof. Carlos Alberto Pereira Soares, D. Sc. UFF Prof. Renato de Campos, D. Sc UENF Prof. Assed Naked Haddad, D. Sc UFRJ - Co-orientador Prof. Cláudia do Rosário Vaz Morgado, D. Sc UFRJ - Orientadora -

5 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Apresentação Objetivo Metodologia da Pesquisa Estrutura do Trabalho 3 2 RESPONSABILIDADE AMBIENTAL DA EMPRESA Direito Ambiental no Brasil O Meio Ambiente e a Constituição Federal Política Nacional do Meio Ambiente O Processo de Licenciamento 13 3 GERÊNCIA DE RISCOS Avaliação de Riscos Tipos de Riscos Inspeção de Riscos Ambientais 30 4 SEGURO AMBIENTAL Evolução Histórica do Seguro Ambiental no Mundo Legislação Ambiental no Mundo Evento Gradual X Evento Súbito Apólices de Seguro Ambiental no Mundo Dificuldades do Seguro Ambiental 61 5 ANÁLISE DA OPERAÇÃO DO SEGURO AMBIENTAL NO BRASIL Questões relevantes Metodologia Utilizada O Perfil dos Entrevistados Questionário Desenvolvimento do Mercado de Seguro Ambiental no Brasil Setores Industriais que mais demandam o Seguro Ambiental Fatores Inibidores do Desenvolvimento do Seguro Ambiental no Brasil Obrigatoriedade ou não do Seguro Ambiental no Brasil Legislação Ambiental X Contratação do Seguro Ambiental Gerenciamento de Riscos e o Seguro Ambiental Perfil Industrial Brasileiro X Seguro Ambiental Política Ambiental para Empresas Estrangeiras que têm seus Riscos sediados no Brasil Operação/Tendências do Mercado Segurador Brasileiro Considerações Finais CONCLUSÕES E SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS iv

6 RESUMO A pesquisa realizou uma análise das condições de fatores que influenciam na operação do Seguro Ambiental no Brasil. O aumento dos acidentes ambientais e as condições técnicas e jurídicas impostas às empresas que desenvolvem atividades perigosas ao meio ambiente têm ensejado, por parte das empresas, pesquisadores e órgãos públicos, a busca de novas estratégias e ferramentas no âmbito da proteção ambiental. Foi construído um questionário que tentou abordar algumas questões relevantes. O seguro ambiental deve ser obrigatório? A Política Ambiental para as empresas estrangeiras deverá ser diferenciada? Tanto a área de atuação como a área de conhecimento dos entrevistados foram formulados a fim de se obter um resultado composto de visões contrastantes e diferenciadas, possibilitando assim uma visão multidisciplinar do assunto e da situação atual da operação do Seguro Ambiental no Brasil. Palavras-chaves: seguro ambiental, gerência de riscos, poluição, direito ambiental. v

7 ABSTRACT The research analyzed the factors that have an effect on the Environmental Insurance in Brazil. As a result of the increasing number of environmental accidents and the technical and juridical conditions imposed to companies whose activities have a hazardous effect on the environment. Many companies as well as researchers and public organisms have developed a number of new strategies in the area of environmental protection. A survey was conducted to address the most relevant issues. Should the Environmental Insurance be compulsory? Should there be a different Environmental Policy for foreign companies? Both variables of knowledge and activity of the interviewees were considered in order to come up with differentiated and contrasted points of view. The purpose of this research was to shed a more multidisciplinary light on the topic of the current Environmental Insurance in Brazil. Keywords: environmental insurance, risk management, pollution, environmental law. vi

8 1. Introdução 1.1. Apresentação O mundo industrializado trouxe muitas modificações a vida do homem, aumento da poluição, desastres ecológicos, desmatamento ambiental. A sociedade se encontra desprotegida e necessitando de diretrizes para solucionar esses problemas. Com a ocorrência de alguns sinistros de grandes proporções, relacionados com o derrame de petróleo e, devido à grande concentração de produtos tóxicos nas indústrias, as seguradoras mundiais, as empresas e a sociedade começaram a se conscientizar do problema. O Estado desempenha um papel importante na condução das questões sociais, e a sociedade civil caminha rapidamente para uma realidade em que o cidadão tenha responsabilidades mais claras e objetivas, devendo as organizações acompanhar as transformações comportamentais que já estão acontecendo. Todos estão comprometidos com a preservação do meio ambiente. A organização empresarial já se apresenta como um ator social poderoso. Essa realidade cria novas expectativas sobre ela. A avaliação ambiental estratégica e seus instrumentos de gestão ambiental deverão considerar a

9 2 introdução de inovações sociais na área de seguros para ajudar ao estado e ao país a proteger o meio ambiente. A expansão da indústria atualmente não acontece apenas nos países chamados de países desenvolvidos. Em verdade, estes para fugir dos danos ambientais, deslocam seus complexos industriais mais poluidores para outros países. Esse contínuo deslocamento se faz com maior rapidez para países em desenvolvimento, como por exemplo, o Brasil Objetivo O objetivo principal do trabalho é determinar os fatores favoráveis e desfavoráveis na conjuntura brasileira para a implantação e operação do seguro Ambiental no Brasil, não pretendendo com isso esgotar o tema Metodologia da pesquisa A metodologia da pesquisa foi baseada na pesquisa bibliográfica, na caracterização teórica do problema, na formulação e análise de um questionário sobre o seguro ambiental. Foram utilizados o canal formal (pesquisa bibliográfica) e o informal (entrevistas). A pesquisa realizou uma análise das condições de fatores da operação do Seguro Ambiental no Brasil. Os fatores analisados têm relação com: O contexto sócio cultural que interfere no seguro ambiental; Sistema jurídico em matéria de proteção ao meio ambiente; Características da indústria e dos diferentes tipos de

10 riscos ambientais; Desenvolvimento do mercado de seguros na área ambiental. Para isso, foram realizadas entrevistas com profissionais da área ambiental, securitária, gerência de riscos e acadêmica. Além de uma análise exploratória da situação atual do sistema segurador brasileiro, através de bancos de dados do IRB (Instituto de Resseguro do Brasil), FUNENSEG (Fundação Escola Nacional de Seguros), FENASEG (Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização), SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), etc., que juntamente com as entrevistas tentamos resgatar as diferentes visões da rede pública e privada, advogados da área de seguros, comunidade acadêmica, IRB, empresários, representantes de seguradoras e resseguradoras, profissionais de órgãos ambientais em operação no país Estrutura do trabalho O capítulo dois aborda o direito ambiental Brasileiro. A proteção do meio ambiente e a sua evolução na legislação brasileira. A responsabilidade Ambiental, os mecanismos de controle e punição pela prática de crimes ambientais. Já o capítulo três aborda especificamente o seguro ambiental, suas modalidades, uma visão do seguro ambiental no mundo e também o sistema pools utilizados em alguns paises. Finalizando, o capítulo quatro faz uma análise da operação do seguro ambiental no Brasil, através da compilação das respostas do questionário proposto.

11 4 2. Responsabilidade Ambiental da Empresa A Política Ambiental de uma empresa varia de acordo com a natureza de suas atividades, serviços e produtos. Mas existem princípios gerais que devem ser considerados: Que incluam o comprometimento com o atendimento à legislação e normas ambientais aplicáveis, e demais requisitos subscritos pela organização. Deve fornecer também a estrutura para o estabelecimento e revisão dos objetivos e metas ambientais, que incluam o comprometimento com a melhoria contínua e com a prevenção da poluição; que seja documentada, implementada, mantida e comunicada a todos os funcionários. A organização deve verificar de que forma a empresa afeta o meio ambiente, medidas preventivas e corretivas e quais os recursos disponíveis. A ISO define aspecto ambiental como elemento das atividades, produtos ou serviços de uma organização que pode interagir com o meio ambiente. Os aspectos ambientais podem ser positivos também. Pode também não haver um consenso se o impacto é positivo ou negativo. Por isso, toda empresa deve

12 estabelecer e documentar uma metodologia para identificação e análise dos aspectos ambientais Direito Ambiental no Brasil A nossa pretensão é dar uma noção mínima do direito. O objetivo aqui é facilitar a compreensão da responsabilidade ambiental da empresa no Brasil. O direito ambiental é um conjunto de princípios e regras que têm o objetivo de proteger os recursos naturais, culturais e artificiais e combater a poluição O Meio Ambiente e a Constituição Federal A Constituição de 1988 deixou a questão bem definida quando procurou estabelecer competências, direitos e obrigações relativos à proteção ambiental. At Todos têm o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. O parágrafo 3º do artigo 225 da Constituição da República Federal do Brasil merece destaque no capítulo constitucional do meio ambiente, porque prevê que as condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, independente da obrigação de reparar os danos causados. Esta norma constitucional abre caminho para a responsabilização penal das pessoas jurídicas.

13 6 À parte do referido 3º, independentemente de reparar os danos causados, estabelece a responsabilidade civil objetiva em matéria ambiental, que é um fator importante à garantia do meio ambiente. Vale ressaltar que a responsabilidade civil tem se resolvido através do ressarcimento do dano causado, mas este nem sempre pode ser convertido em pecúnia. A Constituição Federal determina seja o dano reparado, mas ainda sentimos falta de uma lei que cria mecanismos capazes de viabilizar tanto o ressarcimento, quanto a reparação. Porém, a reparação do dano não pode minimizar a prevenção do dano, segundo professor Paulo Affonso Leme Machado. Voltando à reparação do dano, nesta está incluída a obrigação de restauração, de reposição ou de reconstituição, sendo esta obrigação penalidade passível de ser aplicada nas áreas de proteção ambiental, conforme encontramos no 2º do artigo 9º, da lei nº 6.902/81. Mas a realidade nos mostra a enorme dificuldade ou a total impossibilidade da reparação (ou restauração ou reposição ou reconstituição), do dano causado, o que os remete, então, e com a máxima urgência, à inadiável necessidade de trabalhar e legislar sobre o tema prevenção, segundo o professor Paulo Leme Política Nacional do Meio Ambiente A origem da Política Nacional do meio Ambiente se deu logo após a Conferência de Estocolmo em 16 de junho de O Brasil dá início à normalização de sua política ambiental com a publicação do decreto n de 30 de outubro de 1973 ao criar, no âmbito do Ministério do Interior, a Secretaria Especial do Meio Ambiente-SEMA, a primeira agência especialmente destinada a

14 responder pelas questões ambientais a nível nacional. Os Objetivos da Política Nacional do Meio Ambiente estão no artigo quarto. Os instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente são: estabelecimento de padrões de qualidade ambiental, o zoneamento ambiental, avaliação de impactos ambientais, licenciamento e sua revisão, penalidades disciplinares ou compensatórias, sistemas de informações, cadastros e outros instrumentos de gestão. A legislação básica seria: O artigo 225, da CF, a lei 6.938/81 da PNMA, Ação civil publica 7347/85, a lei de crimes ambientais 9605/98, as resoluções CONAMA (1/86, 237/91, esses artigos tem remissões), 182CRFB, estatuto da cidade 10257/01, 184 CRFB, 8629/93, 8171/91. A partir daí temos todas as demais legislações setorizadas. (notas de aula da Professora Miriam Fontenelle) A lei nº 6.938/81, que dispõe sobre a política Nacional do Meio Ambiente, também prevê, como um de seus objetivos, a imposição, ao poluidor e ao predador, da obrigação de recuperar e/ou indenizar os danos causados (artigo 4º, inciso VII), independentemente da existência de culpa artigo 14º 1º). Apesar de alguma proteção legal, esbarra o meio ambiente, como entende o Professor Paulo de Bessa Antunes, no seguinte fato: o alto impacto ambiental é, quase sempre, produzido por grandes instalações e indústrias que pertencem a poderosos grupos econômicos; ou, como é rotineiro que a grande poluição seja causada pelos órgãos públicos dos mais diversos matizes, não raro com autorização dos órgãos de controle ambiental. Assim, não é difícil perceber-se que, por força de toda uma cultura nacional, a punição dos degradadores e poluidores é, ainda, uma aspiração, pelos argumentos supra-expostos, entende que, sem descuidar da repressão penal e administrativa, e mesmo civil, o viés educativo

15 8 precisa ser grandemente desenvolvido, sob pena de não lograrmos da execução à legislação ambiental. O próprio meio ambiente é um patrimônio ambiental e público. É direito de todos. Seu valor não pode ser quantificado em moeda. Um bom exemplo é a floresta amazônica. Não se pode atribuir um valor monetário ao seu subsolo por mais que este tenha riquezas minerais. Caso esta riqueza seja explorada da mesma forma como foi Serra Pelada, ao final desta exploração não haverá mais ouro e muita menos floresta. Os rios estarão contaminados pelo mercúrio usado na exploração. O dano causado ao patrimônio ambiental será bem maior do que o valor financeiro dos metais retirados inconseqüentemente, daí a importância em prevenir. O meio ambiente é um bem que interessa a diversos tipos de comunidades que possuam as mais diversas diferenças entre si. Os interesses que despertam estas comunidades, logicamente, também são distintos entre si, ou seja, o interesse é difuso. Enquanto um quer preservar, o outro só pensa em tirar. Mas no fim tudo gira em torno do meio ambiente. O trabalho mais importante a ser desenvolvido agora é a Educação, através da ação exercida pelas gerações adultas sobre as mais jovens, para orientá-las em relação à importância do meio ambiente. Educar, para estimular, desenvolver e orientar as aptidões dos indivíduos de acordo com os ideais da sociedade sejam eles autoridades ou não, tanto no sentido de deixar de ser lenta a efetivação do castigo ao poluidor e degradador, quanto não de preparar a sociedade e seus representantes para a utilização dos meios, judiciais ou não, para a defesa do meio ambiente. Não podemos, isto é certo, caminhar para uma atividade repressiva alheia à realidade, como é o caso de ser um crime contra a natureza, em algumas hipóteses, inafiançável. Tal rigor na legislação tem sido de

16 indiscutível ineficácia, ao passo que outra mais branda e entenda a realidade social, poderia se mostrar mais eficiente (Antunes, 2000). Tem havido muita dificuldade, de parte dos juízes, para a correta aplicação das penas previstas nas leis, seja pelos excessos nelas previstos, seja pela insignificância dos animais em especial, e do meio ambiente em geral. Mas enquanto estiver sendo aplicado este hediondo principio da insignificância para a fauna e a flora e para os rios e mares, estaremos todos sendo co-autores destes crimes contra o meio ambiente e omissos na defesa de bens da União previstos na Constituição Federal. Está na hora do Poder Judiciário, principalmente, na busca da preservação da Terra, se agigantar no combate aos crimes contra ao meio ambiente (ou crimes ecológicos), responsabilizando o infrator civil e criminalmente. A natureza é um patrimônio público e, como tal, deve ser protegida e respeitada. Nunca esquecidos de que, antes de combater precisamos prevenir, é neste momento que o Direito e a Justiça têm mais falhado. Vivemos em um país onde há mais de 30 milhões de pessoas vivendo em estado de miséria absoluta. Temos que responsabilizar, civil e criminalmente, os poderosos grupos econômicos e os órgãos públicos poluidores, pois estes são os verdadeiros responsáveis pela verdadeira e incontrolada devastação, fazendo com que as multas sejam tão caras que seja melhor prevenir. Conforme falou o Cacique de Seattle em 1854, o que quer que ocorra aos animais, mais breve vai acontecer também ao homem... e o que vier acontecer com a terra recairá sobre os filhos da terra. Há uma ligação em tudo e a justiça tem que se tornar o elo mais forte da corrente protetora do meio ambiente. A lei n /81, até hoje considerada moderna em matéria de direito ambiental, foi de grande importância, porque foi a primeira lei global em matéria de meio ambiente na América Latina. Tratando do direito à informação, criou a

17 10 responsabilidade independente de culpa e regulou a presença do Ministério Público em ação judicial, antevendo mesmo os fundamentos da ação civil pública, criada posteriormente em Com a edição da Constituição Federal de 1988, consagrou-se a preocupação de preservação do meio ambiente através do seu Capitulo VI, art. 225, nele se prevendo, inclusive, que o dano ambiental sujeitará aos seus autores sanções penais e administrativas, independente da obrigação de reparar os danos causados. Por sua vez, a Lei n , ao disciplinar a Ação Civil Pública de Responsabilidade por danos Causados ao Meio Ambiente, já trazia em seu Art, 3 a obrigação do causador do dano de repará-lo através de uma condenação em dinheiro, ou ao cumprimento de obrigação de fazer ou não fazer. A lei n /98, ao tratar exclusivamente do direito ambiental, consolidou a construção legislativa ocorrida no Brasil nos últimos anos, incorporando diversos institutos de direito civil e até mesmo penal, revelando-se como lei moderna e atenta à necessária coibição de abusos cometidos na exploração dos recursos naturais, incentivando medidas protetivas na sua preservação. A responsabilidade penal da pessoa jurídica, com punição ao agente responsável pelo dano ambiental, encontra previsão expressa na lei n. 9605/98, que não reprime diretamente com pena de reclusão, porque primeiro ela dá uma opção, nas penas de até quatro anos, de reparação do dano. Ela tem até certo paralelismo, pontos de muita convergência com as sanções civis. Estabelece também sanções administrativas, tais como a multa simples, que poderá ser convertida em serviços de preservação, melhoria e recuperação da qualidade do meio ambiente (Art. 72, parágrafo quarto).

18 Essas medidas de caráter reparatório do dano, inegavelmente, constituem-se como riscos cobertos pelas condições especiais do seguro de poluição ambiental, cujos efeitos econômicos apresentam-se com elevado potencial, merecendo, justo pela previsão legal, cuidados redobrados dos subscritores na análise do risco proposto responsabilidade objetiva. A nova ordem legal vigente no campo do direito ambiental não mais valoriza a apreciação subjetiva da conduta do poluidor, mas a ocorrência do resultado prejudicial ao homem e ao seu ambiente. A atividade poluente acaba sendo uma apropriação pelo poluidor dos direitos de outrem, pois na realidade a emissão poluente representa um confisco do direito de alguém em respirar ar puro, beber água saudável e viver com tranqüilidade. Por isso, é imperioso, na análise do risco imposto por penalidade legal, examinar as conseqüências econômicas das modalidades de reparação do dano ecológico, pois muitas vezes não basta indenizar para fazer cessar a causa do mal, já que um carrinho de dinheiro não substitui o sono recuperador, a saúde dos brônquios ou a formação do feto. A responsabilidade independente da culpa, consagrada pelo atual sistema legal ambiental brasileiro (Lei n /98), é um alerta à aceitação do risco e produz sua necessária avaliação sob o enfoque de critérios objetivos, visando ao alcance mediato e imediato do eventual sinistro provocado pelo bem segurado. A Lei de Política Nacional do Meio Ambiente consagra como um dos seus objetivos a imposição ao poluidor e ao predador da obrigação de recuperar e/ou indenizar os danos causados (Art. 4,VII, da Lei n , de ). Alem disso, possibilita o reconhecimento da responsabilidade do poluidor em indenizar e/ou reparar os danos causados ao meio ambiente e aos terceiros afetados por sua atividade, independentemente da existência de culpa (Art. 14, parágrafo1). Acentue-se que a aplicação da penalidade administrativa, prevista nos incisos I, II,

19 12 III e IV, do Art. 14, não elide a indenização ou reparação que o Poder Judiciário possa cominar, como se vê sem qualquer dúvida no parágrafo primeiro do aludido Artigo 14. A expansão da indústria após a Revolução Industrial, especialmente nos países mais desenvolvidos, aumentou a preocupação com os danos causados ao meio ambiente. Tal preocupação levou à determinação das responsabilidades dos agentes que de alguma forma contribuíram para esses danos. Assim aparecem o evento danoso e a figura do responsável. Foi em 1868, o primeiro entendimento formulado sobre a matéria na Inglaterra. A câmara dos Lordes enunciou pela primeira vez o principio básico da teoria do risco em responsabilidade civil. O verdadeiro papel da lei é o de determinar que a pessoa que, em seu próprio interesse, colocar em sua terra, recolher e guardar qualquer coisa susceptível de causar danos, sem sair dali, deverá fazê-lo por sua conta e risco e, em caso contrario, será responsável, em primeiro plano, por todos os danos conseqüentes. Este entendimento é o espelho da doutrina da responsabilidade objetiva aceita pelos vários países: quem controla a fonte de risco e dela tira proveito deve igualmente suportar as respectivas desvantagens. No aspecto particular do meio ambiente, Portugal assume-se como um dos primeiros países na implementação de medidas legislativas que consagram o direito ao meio ambiente. A constituição de 1976 assumiu, a nível de Direito Constitucional comparado, uma posição pioneira nesse âmbito. Antes dela só a Constituição da Grécia de É reconhecida, por exemplo, a sua influência direta na redação da constituição Espanhola de 1978 sobre esta matéria. E os agentes poluidores não se circunscrevem aos limites territoriais de cada país, como veremos o exemplo da Suécia; como exigir soluções globais que atendam a problemática. Nos países líderes da economia mundial, quem quer que seja que

20 tenha sofrido danos em sua pessoa ou em sua propriedade, devido à poluição, já pode obter uma indenização, segundo o advogado Walter Antonio Polido. Daí surgir o fundamento de mais um instrumento em defesa do meio ambiente: O Seguro Ambiental. O Seguro Ambiental guardaria em si, de forma equilibrada, o atendimento das obrigações preventivas, reparatórias e indenizatórias de parte do agente poluidor, e ao mesmo tempo possibilitaria, com as devidas correções, a continuidade da atividade empresarial O Processo de Licenciamento O licenciamento ambiental foi instituído no Estado do Rio de Janeiro pelo Decreto de 1977 com a finalidade de cadastrar e regulamentar as atividades potencialmente poluidoras do setor produtivo. A legislação Federal atual determina que, em geral, o licenciamento deve ser responsabilidade do Estado, portanto do Órgão Ambiental Estadual que no caso do Estado do Rio de Janeiro é a FEEMA. Embora já exista a exigência há muitos anos, relativamente poucas empresas já adquiriram a sua licença de operação. O sistema de licenciamento ambiental funciona como um processo de acompanhamento sistemático das conseqüências ambientais de uma atividade que se pretenda desenvolver, desde as etapas iniciais de seu planejamento, pela emissão das três licenças e pela verificação do cumprimento das restrições determinadas em cada uma delas, que condicionam a execução do projeto, as medidas de controle e as regras de operação. O processo inclui ainda as rotinas de "acompanhamento de licença" vinculadas à "monitoração" dos efeitos ambientais do empreendimento, componentes essenciais do sistema, além das normas

21 14 técnicas e administrativas que o regulam. Embora, se aplique melhor aos novos empreendimentos, o licenciamento ambiental serve também para o controle e a correção dos danos causados por atividades poluidoras instaladas antes de sua instituição, nestes casos pela concessão de licenças de operação, ou de licenças de instalação para novos equipamentos de controle da poluição ou outros tipos de medidas corretivas, quando couber. Licença Prévia (LP) A primeira fase do licenciamento corresponde à licença prévia (U), a ser requerida na etapa de planejamento da atividade, quando ainda não se definiram a localização, o detalhamento do projeto, os processos tecnológicos, nem o conjunto de medidas e equipamentos de controle ambiental; sua concessão baseia-se nas informações prestadas pelo empreendedor, em croquis, ante-projetos e estimativas e representa o compromisso de o Poder Público aprovar o projeto executivo, sempre que o empreendedor atenda às condições e restrições impostas no documento de licença. Licença de Instalação (LI) Uma vez detalhado o projeto executivo e definidas as medidas e equipamentos de proteção ambiental, deve ser requerida a licença de instalação (LI), cuja concessão autoriza o início da construção do empreendimento. Para sua análise, é necessária a apresentação de informações detalhadas sobre a distribuição espacial das unidades que compõem o projeto, os métodos construtivos, os processos, as tecnologias, os sistemas de tratamento e disposição

22 de rejeitos, os corpos receptores etc. A licença de instalação define os parâmetros do projeto e as condições de realização das obras, que deverão ser obedecidas para garantir que a implantação da atividade não cause impactos ambientais negativos além dos limites aceitáveis e estabelecidos na legislação ambiental. Licença de Operação A licença de operação (LO), requerida quando do término da construção e depois de verificada a eficiência das medidas de controle ambiental, autoriza o início do funcionamento da atividade, sendo obrigatória tanto para os novos empreendimentos quanto para aqueles anteriores à vigência do sistema. Nestes casos, é definido um prazo para que a atividade possa se adequar às exigências legais, implantando os dispositivos de controle apropriados. A licença de operação, portanto, estabelece todas as condições que o empreendimento deverá obedecer durante sua permanência, funcionamento ou operação, determinando os padrões de qualidade dos efluentes líquidos e gasosos que deverão ser observados, bem como todos os critérios de controle ambiental a serem respeitados. Estabelece ainda o programa de monitoração dos efeitos ambientais, determinando os parâmetros e a periodicidade das medições, cujos resultados servem para o acompanhamento da atividade pelo órgão ambiental licenciador. O tempo de validade de cada licença pode variar, de acordo com as normas vigentes no Estado em que se localiza, o tipo de empreendimento e a situação ambiental da área, obedecidos aos limites máximos e mínimos que estão estabelecidos na Resolução CONAMA 237/97.

23 16 Para a LP, o prazo mínimo corresponde ao cronograma de desenvolvimento do projeto e o máximo permitido é de 5 (cinco) anos; Para a LI, o prazo mínimo é aquele estabelecido no cronograma de implantação e o máximo é de 6 (seis) anos- Para a LO, o prazo de validade mínimo é de 4 (quatro) anos e não pode ser superior a 10 (dez) anos. As empresas, que já se encontram em funcionamento e não possuem licença, devem verificar se ela se enquadra no tipo de empreendimento que é dispensado desse licenciamento ou se estão em desacordo com a legislação, precisando dar entrada na solicitação de uma Licença de Operação. A fiscalização no Estado do Rio de Janeiro compete, primeiramente, a própria FEEMA. Entretanto, outros Órgãos estão habilitados a exigir essa licença, dentre eles estão a Defesa Civil e as Secretarias Municipais de Meio Ambiente.

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