PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS E GRANDES EVENTOS SEGUROS PARA. Entrevista: João Elisio Ferraz de Campos. Mudanças nos seguros de pessoas.

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1 ISSN [ ANO ano ] NÚMERO [ número SETEMBRO ] [ setembro 2007 ] [ 2007 ] SEGUROS PARA PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS E GRANDES EVENTOS Entrevista: João Elisio Ferraz de Campos Mudanças nos seguros de pessoas Artigos técnicos

2 EXPEDIENTE CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Otávio Ribeiro Damaso (Presidente) Eduardo Hitiro Nakao (Vice-presidente) Otacílio Caldeira Júnior Pedro Wilson Carrano Albuquerque Luiz Tavares Pereira Filho Cesar Jorge Saad DIRETORIA Eduardo Hitiro Nakao (Presidente) Alberto de Almeida Pais (Vice-presidente Executivo) Sergio Caruso Vandro Ferraz da Cruz Manoel Morais de Araujo Francisco Aldenor Alencar Andrade CONSELHO FISCAL Marcio Leão Coelho (Presidente) Alexandre Cairo Rogério Baptista Teixeira Fernandes Antonio Carlos do Nascimento Sanches Lucio Antonio Marques SEDE Av. Marechal Câmara, Castelo CEP Rio de Janeiro - RJ - Brasil Telefone: (21) GERÊNCIA REGIONAL EM SÃO PAULO R. Manoel da Nóbrega, andar - Jardim Paulista CEP São Paulo - SP - Brasil Telefone: (11) ESCRITÓRIO DE REPRESENTAÇÃO DA SECRETARIA EXECUTIVA EM BRASÍLIA SCN - Edifício Brasília Trade Center, Quadra I - Bloco C - salas a CEP Brasília - DF - Brasil Telefone: (61) SUBSIDIÁRIAS EM NOVA YORK UA Holding Corporation UAIC - United Americas Insurance Company UA Service Corporation, 805 Third Avenue - 14 th floor New York USA Telefone: ESCRITÓRIO DE LONDRES London Branch 25, Lime Street - London EC3M 7HR, United Kingdom Telefone: CONSELHO EDITORIAL Eduardo Hitiro Nakao Vandro Ferraz da Cruz Francisco Aldenor Alencar Andrade Sebastião Furtado Pena Gisele de Lima Castro Campos Renata Rocha Nunes Claudio Roberto Contador Lucio Antonio Marques COORDENAÇÃO EDITORIAL Inah de Paula Comunicações DIREÇÃO DE ARTE Inah de Paula Comunicações REDAÇÃO IRB-Brasil Resseguros S.A. e Inah de Paula Comunicações REVISÃO IRB-Brasil Resseguros S.A. e Inah de Paula Comunicações GRÁFICA Zit Gráfica e Editora FOTOS Alexandre Faria Somafoto DISTRIBUIÇÃO IRB-Brasil Resseguros S.A. Os conceitos emitidos em artigos assinados exprimem apenas as opiniões de seus autores e são de sua exclusiva responsabilidade. Os textos publicados podem ser livremente reproduzidos, desde que citada a fonte. Publicação editada pelo IRB-Brasil Re. Circulação desta edição: mil exemplares, distribuídos gratuitamente mediante assinatura.

3 EDITORIAL Esta edição da Revista do IRB representa uma retomada de uma tradicional publicação do mercado de seguros, após um ano sem circulação. Neste momento, não poderíamos deixar de mencionar pedidos de inúmeros leitores, inclusive de colaboradores, que insistentemente solicitaram o retorno. A eles, fiéis interessados nos artigos e notícias veiculados pela Revista do IRB, os agradecimentos do Conselho Editorial, com o compromisso de envidar esforços para manter a sua circulação a cada trimestre. A matéria de capa aborda o mercado de seguros para produções audiovisuais e grandes eventos, um mercado em expansão, acompanhando a evolução dos investimentos das produtoras. João Elisio Ferraz de Campos, presidente da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização FENASEG, em entrevista, coloca sua opinião sobre o novo modelo de representação institucional do setor de seguros, baseado na constituição de uma confederação e quatro federações. Ilan Goldberg e Carolina Pinto, advogados e colaboradores, apresentam suas considerações sobre a ótica do Poder Judiciário sobre o seguro garantia judicial, um instrumento que vem ganhando importância na gestão empresarial. As recentes mudanças que ocorreram no seguro de pessoas foram assunto de discussão de uma mesa redonda, com a presença de técnicos do IRB-Brasil Re, Salvador Leal de Souza Costa e Alessandra Martins Monteiro, e Lucio Antonio Marques, membro do Conselho Fiscal da Empresa. Os empregados do IRB-Brasil Re, Angela de Jesus Argueles, Leandro de Andrade Carvalho e Leonardo dos Santos Peres, também apresentaram artigos, procurando traduzir em pontos consistentes o exercício de suas atividades cotidianas. Angela Argueles discorre sobre os erros de projetos nas estruturas de concreto, indicando as origens, os procedimentos de prevenção etc. Leandro de Andrade e Leonardo Peres, por sua vez, discriminam as etapas do processo de implementação de controles internos nas organizações, com destaque para os aspectos comportamentais dos indivíduos envolvidos. Você encontrará ainda as habituais seções Na Estante, Jurisprudência e Panorama do Mercado. Boa leitura! Conselho Editorial R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p. 1-48, setembro

4 Revista do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p. 1-48, setembro 2007 ISSN Editorial Carta do Presidente Nova configuração institucional do mercado segurador Entrevista com João Elisio Ferraz de Campos Na Estante Panorama do Mercado Jurisprudência Matéria de Capa Proteção para produções audiovisuais e grandes eventos Em Foco Seguros de pessoas: Mudanças e perspectivas para o mercado Artigos Técnicos Erros de projeto - estruturas de concreto Angela de Jesus Arguelhes A implementação do sistema de controles internos e os impactos na cultura organizacional Leandro de Andrade Carvalho e Leonardo dos Santos Peres Considerações a respeito da aceitação do seguro garantia judicial perante o Poder Judiciário Brasileiro Ilan Goldberg e Carolina Pinto

5 CARTA DO PRESIDENTE Os efeitos decorrentes da Lei-Complementar 126, de , ao dispor sobre o encerramento do monopólio das operações de resseguro, com admissão de mercado competitivo no País, terminam por validar as transformações de governança, de procedimentos e de atitude que vêm sendo observadas, com ênfase, pelo IRB-Brasil Re ao longo dos últimos anos. Em ambiente de concorrência, as cedentes, diante das opções e por sua livre iniciativa, procurarão cobertura para seus excedentes junto a resseguradores, após observação e aceitação dos requisitos de solvência, padrão de governança corporativa, modus operandi negocial estável, celeridade e comprometimento na subscrição de riscos e atuação tempestiva na liquidação de sinistros. Do passado recente, destaco a constante busca pela especialização do corpo técnico, por meio de cursos direcionados a temas importantes na ciência do resseguro e visitas a resseguradores com relevante presença no cenário mundial; as modificações ocorridas na estrutura interna, com a criação de subunidades administrativas com focos específicos e a integração de gerências, melhorando a gestão das atividades conduzidas, sem prejuízo do sistema de controles internos; a adoção de regras e a elaboração de instrumentos diferenciados de comunicação, para os públicos interno e externo, para mitigar a ocorrência de riscos operacionais e de imagem; e, a consolidação de uma política de segurança da informação, respaldada na conscientização, com o objetivo de assegurar o acesso e o uso exclusivo de dados e informações pelo quadro pessoal próprio. Estou convicto, portanto, que o IRB-Brasil Re está preparado para enfrentar as condições competitivas dispostas na Lei-Complementar 126, de 2007, atualizado pelas medidas de fortalecimento adotadas, que se aliam à experiência acumulada ao longo de sua atuação de sessenta e oito anos na atividade de resseguro, no mercado nacional, com conhecimento tanto das singularidades das normas e da legislação vigentes sobre seguro e resseguro, quanto da forma de atuação das sociedades seguradoras e dos grandes segurados locais. Eduardo Hitiro Nakao Presidente R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p. 1-48, setembro

6 ENTREVISTA Nova conf iguração institucional do mercado segurador O mercado de seguros, previdência privada, saúde suplementar e capitalização tem um novo modelo de representação institucional. Dentre os principais objetivos do novo sistema de representação do setor, denominado Projeto Confederação, estão o de conferir maior autonomia representativa às entidades do mercado, desconcentrar a administração e diversificar as ações das diferentes áreas de atuação do segmento. A Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização Fenaseg, que foi fundada em 25 de junho de 1951, está em processo de transformação na Confederação Nacional de Seguros, Resseguros, Previdência Privada, Saúde Suplementar e Capitalização. A futura Confederação será a entidade máxima de representação institucional do mercado e terá como atribuições agregar as principais lideranças, coordenar ações políticas, elaborar o planejamento estratégico do setor e representar o segmento junto às entidades internacionais. Caberá à Confederação o desenvolvimento de atividades de interesse comum às federações, como o Plano Integrado de Prevenção e Redução da Fraude em Seguro, Resseguro, Relações Internacionais, Comissões Técnicas (Arbitragem, Ouvidoria, Controles Internos e Complaince, etc), Certificação Profissional, Conselho de Ética e a Central de Serviços, que prestará serviços às empresas do mercado. As federações terão como responsabilidade a representação política e técnica nos temas específicos dos ramos que representam, tendo empresas filiadas e sendo seu corpo diretivo eleito pelo voto direto destas empresas. 6 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p. 6-9, setembro 2007

7 ENTREVISTA O novo modelo de representação institucional já tem o grande mérito de ter incorporado ao debate [...] um número muito maior de lideranças do mercado Revista do IRB - O que motivou a criação de uma confederação e as novas entidades de representação institucional das seguradoras? JE - A evolução do mercado que, à medida que cresce se torna também mais complexo, levou as principais lideranças do setor a pensar em um novo modelo que atendesse mais especificamente os vários segmentos, tanto em termos técnicos como de representação. Durante todo o processo de transição, a Fenaseg, presidida por João Elisio Ferraz de Campos entrevistado desta edição da REVISTA DO IRB continuará sendo, oficialmente, a entidade máxima de representação institucional do setor. O novo modelo de representação institucional já tem o grande mérito de ter incorporado ao debate e ao compromisso com a busca de objetivos e interesses comuns, um número muito maior de lideranças do mercado, representado pelos cargos que passam a ocupar nas diretorias das federações, e não tenho dúvidas de que isso significa união de forças, o que me leva a afirmar que, assim, estaremos mais preparados para enfrentar os desafios da nossa atividade e mais perto de alcançar sucesso em nossas propostas e sugestões, afirma João Elisio. Revista do IRB - Quando a idéia da nova configuração começou a se desenvolver? JE - O novo modelo começou a ser desenhado em 2005, após uma ampla consulta ao mercado. As duas primeiras etapas do projeto foram concluídas, respectivamente, no dia 07 de fevereiro, com a eleição das diretorias das quatro federações, e no dia 07 de março de 2007, com a instalação das federações. Elas terão como responsabilidade a representação política e técnica nos temas específicos dos ramos que representam, tendo empresas filiadas e sendo seu corpo diretivo eleito pelo voto direto destas empresas. As novas entidades também representarão o mercado junto ao poder público, às instituições da sociedade civil e demais entidades e ficarão sediadas no Rio de Janeiro, no mesmo prédio da Fenaseg. R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p. 6-9, setembro

8 ENTREVISTA Revista do IRB - Quantas e quais são as novas federações e o nome de seus presidentes? JE - O novo sistema é formado por uma confederação, em fase de constituição, e por quatro federações, já em funcionamento: Federação Nacional de Seguros Gerais Fenseg, que tem Jayme Brasil Garfinkel como presidente; Federação Nacional das Empresas de Capitalização Fenacap, presidida por José Ismar Alves Tôrres; Federação Nacional de Previdência Privada e Vida Fenaprevi, cujo presidente é Antônio Cássio dos Santos; e Federação Nacional de Saúde Suplementar Fenasaúde, presidida por Luiz Carlos Trabuco Cappi. Revista do IRB - Quais são os papéis das novas federações? JE - Exercer a representação política e institucional dos setores de seguros, previdência complementar e capitalização, estabelecer e implementar políticas que visem o desenvolvimento do mercado, apoiar ações para a implantação de políticas públicas de interesse dos setores representados, além de elaborar, executar e acompanhar o cumprimento do planejamento estratégico do setor. Revista do IRB - A Fenaseg tem 56 anos de atuação no desenvolvimento do mercado segurador. Como vê o estágio final para a abertura do resseguro? JE - A abertura do resseguro representa a conquista de uma antiga reivindicação em favor da modernização do mercado segurador brasileiro. A medida vai colocar o setor de seguros do País em sintonia com as necessidades de uma economia diversificada, dinâmica e em franco processo de desenvolvimento, trazendo benefícios tanto para o mercado interno quanto externo. Entre eles, a efetiva concorrência no mercado de resseguros, redução de custos para os segurados, ampliação do nível de eficiência das seguradoras, ganhos na diversificação, maior capacidade de subscrição, mais empresas de seguros são algumas das vantagens da abertura, que devem ocorrer a médio e longo prazos. 8 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p. 6-9, setembro 2007

9 ENTREVISTA Revista do IRB - Qual é, em sua opinião, o maior desafio e também benefício da abertura do mercado ressegurador brasileiro neste primeiro momento? JE - O fim do monopólio do resseguro certamente vai despertar ainda mais a criatividade das seguradoras, que encontrarão, na concorrência entre as resseguradoras, possibilidades de desenvolver novos produtos de acordo com as necessidades da sociedade. O IRB-Brasil Re, é preciso reconhecer, foi um instrumento valioso no desenvolvimento do mercado brasileiro de seguros durante muito tempo. A par de sua atividade de agente ressegurador, ajudou a formar quadros e, com seu relacionamento externo, não deixou que nos afastássemos substancialmente das técnicas e procedimentos utilizados nos países mais desenvolvidos. Nós esperamos que o IRB-Brasil Re continue a ser um instrumento valioso no mercado brasileiro de seguros, mas a verdade é que o modelo vigente há muito tempo se esgotou. A abertura do resseguro representa a conquista de uma antiga reivindicação em favor da modernização do mercado segurador brasileiro Revista do IRB - Quais são os ramos de seguro que mais crescem no País? JE - Nos últimos anos, o ramo que mais tem crescido é o seguro de pessoas, e a tendência é de crescimento contínuo, devendo chegar a 17,5% este ano. Concorrerá para isso o aumento da oferta de seguros populares. Na seqüência, virá o seguro de automóvel, com 12,8% de expansão, e o de saúde, com 10%. Outro seguro que também deve avançar este ano é o rural, em função das novas medidas de incremento a serem adotadas pelo governo. Revista do IRB - Quais as previsões de crescimento do mercado segurador até o fim deste ano? JE - O mercado segurador brasileiro deverá atingir, em 2007, uma arrecadação de prêmios da ordem de R$ 82,5 bilhões, o que vai representar um salto de 12% em relação ao volume de prêmios de 2006, R$ 73,7 bilhões, segundo dados da Susep, excluindo o seguro Saúde sob responsabilidade da ANS. Esses cálculos são de um estudo encomendado pela Fenaseg à G. Tagliavini Consultoria, que levou em conta variáveis macroeconômicas, como PIB, inflação, taxa de juros e de câmbio e venda de automóveis. R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p. 6-9, setembro

10 NA ESTANTE ARBITRAGEM NO SEGURO E RESSEGURO Autor: Sergio Ruy Barroso de Mello - Ed. Funenseg págs. Além dos principais conceitos que envolvem a arbitragem, o estudo também dá destaque para a ética: a relacionada à atividade e a exigida em relação ao árbitro figura que, segundo o autor, tem função idêntica a de um juiz, diferindo deste apenas pelo fato de suas competências emanarem da esfera privada, e não do Estado. O livro é fruto de pesquisas nas searas do direito brasileiro, do direito comparado e dos usos e costumes jurídicos no seguro e no resseguro. EM DEBATE, 6 - CONTRATO, DANO AMBIENTAL, RISCO Autores das Monografias: Arthur Damasceno, Fernando do Rego Barros Filho, Paulo Ricardo Rodrigues Jr, Antonio Carlos Nóbrega, Leonardo Thomazoni Loyola, Ilan Goldberg - Ed. Funenseg págs. Dentro da coleção Em Debate, a Escola Nacional de Seguros Funenseg, apresenta o conhecimento, a pesquisa e as idéias de jovens universitários, através de monografias dos cursos de graduação e pós-graduação, com o objetivo de estimular o crescimento e a transformação do mercado de seguros, resseguros, previdência complementar aberta e capitalização. COMENTÁRIOS SOBRE A NOVA LEI BRASILEIRA DE RESSEGUROS Autores: Luís Felipe Pellon e Sergio Barroso de Mello - Ed. Pellon & Associados Soluções Jurídicas - 45 págs. Estudo e análise preliminar sobre a nova Lei Brasileira de Resseguros trazendo aos interessados uma visão do alcance de seus dispositivos e auxiliando na redação da regulamentação a ser editada. ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS E COLABORATIVAS: COMO INFLUEN- CIAR O AMBIENTE E MELHORAR O DESEMPENHO DE EMPRESAS Autor: Lenise Saraiva de Vasconcelos Costa - Ed. Funenseg págs. O trabalho de Lenise Costa, neste livro, mescla práticas competitivas e colaborativas utilizadas pelas seguradoras, através de um aproveitamento inovador do tema central e enfoca a possibilidade de que a participação futura de um maior número de seguradoras em novas pesquisas só agregará valor ao mercado. 10 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p , setembro 2007

11 NA ESTANTE ESTUDOS FUNENSEG ABERTURA DO RESSEGURO, DEMANDA DE RESSEGUROS E IMPACTO SOBRE O MERCADO SEGURADOR Autor: Lauro Vieira de Faria - Ed. Funenseg - 66 págs. Este título da série Estudos Funenseg tem como objetivo aferir em que medida os mercados de resseguros e de seguros diretos brasileiros seriam afetados pela eventual abertura do resseguro e conseqüente fim do modelo centralizado na área. Para isso, o autor estudou a questão do resseguro tanto teórica quanto empiricamente. PRECIFICAÇÃO: CREDIBILIDADE, RISCO NO RESSEGURO E APLICAÇÕES DIVERSAS Autor: Paulo Pereira Ferreira - Ed. Funenseg - 57 págs. Em outro título da série Estudos Funenseg, o leitor irá encontrar os principais tipos de contratos de resseguro, mostrando as aplicações práticas a eles relacionadas, tanto do ponto de vista do ressegurador, quanto da seguradora. São apresentados, também, diversos conceitos práticos de um contrato de seguro, tais como franquia, seguros proporcionais, seguros não proporcionais e reintegração automática da importância segurada. RESPONSABILIDADE CIVIL E OBJETIVA: CONTRATO DE SEGURO E CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR Autor: Walter Antonio Polido - Ed. Funenseg - 25 págs. Este texto da série Estudos Funenseg estuda a responsabilidade objetiva, não só no campo conceitual, mas também e especialmente sob a ótica do Código de Defesa do Consumidor, traçando paralelos com o Código Civil de Em breves notas introdutórias, é focado o contrato de seguro de responsabilidade civil com destaque para o segmento de produtos. Seleção de obras disponíveis na Biblioteca de Seguros Rodrigo Médicis pertencentes ao acervo da Empresa. A Biblioteca está aberta para consulta diariamente das 9 às 17 horas, na Avenida Marechal Câmara, nº térreo, Castelo, RJ. Informações pelos telefones (21) e (21) , pelo ou pelo site R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p , setembro

12 PANORAMA DO MERCADO Pólo Internacional de Seguros e Resseguros do Rio de Janeiro O Projeto de Lei nº. 153/2007, do deputado estadual João Pedro (DEM), que institui o Pólo Internacional de Seguros e Resseguros foi aprovado pela Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Um dos objetivos do projeto é o de criar condições para a valorização do setor de seguros e resseguros no estado, visto que o Rio de Janeiro tem uma forte vocação na prestação de serviços e qualificação de profissionais, afirmou o parlamentar. A proposta estabelece que caberá ao Executivo criar incentivos para corretoras de seguros e resseguros instaladas no estado. O projeto favorece também seguradoras, resseguradoras, empresas de auditoria, estatística, regulação de sinistros e administração de riscos. O estado do Rio de Janeiro abriga as sedes das principais entidades do setor, órgão supervisor e de classe, de grandes seguradoras, de escritórios de representação de resseguradores internacionais e de corretores de resseguro. Porém, para o ex-superintendente da Susep, Renê de Oliveira Garcia Junior, é difícil viabilizar esta proposta já que o projeto exige renúncia fiscal e aprovação de leis complementares no Congresso Nacional. No Brasil, seria preciso criar uma zona franca, o que, segundo Renê Garcia, requer um trâmite demorado e complexo. O Brasil é o mais expressivo mercado de resseguros da América Latina e também o que apresenta maior potencial de crescimento, movimentando anualmente mais de US$ 1,5 bilhão. IRB-Brasil Re faz parceria com Coppead para curso in company Dando continuidade à política de preparar a empresa para o início da concorrência, o IRB-Brasil Re fechou parceria com o Instituto Coppead de Administração da UFRJ, para a realização do Curso de Extensão em Gestão Empresarial. Comportamento organizacional, custos em administração e estratégia empresarial serão algumas das disciplinas do curso, que está sendo ministrado in company, com carga horária de 216 horas. 12 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p , setembro 2007

13 PANORAMA DO MERCADO Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros em Vitória O Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, marcado para os dias 11, 12 e 13 de outubro de 2007, em Vitória ES, terá como tema central Planejamento, Ação e Qualificação. A Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados, de Capitalização, de Previdência Privada e das Empresas Corretoras de Seguros Fenacor, organizadora do evento juntamente com o Sindicato dos Corretores de Seguros do Espírito Santo Sincor ES, definiu, a partir de consultas feitas diretamente à categoria, quatro temas centrais de discussão nos grupos de trabalho que serão realizados durante o evento: Relacionamento Corretor x Seguradoras ; Gestão Empresarial ; Pessoas e Benefícios (Vida, Previdência Aberta e Saúde) e Automóvel e Ramos Elementares. A expectativa é que o número de participantes no evento, que acontecerá no Centro de Convenções de Vitória, seja de duas mil pessoas. Alugar um imóvel sem f iador ou depósito antecipado? Só com seguro de f iança locatícia. Os depósitos-garantia ou fiador já podem ser considerados coisas do passado. Para alugar um imóvel, o consumidor pode recorrer ao seguro de fiança locatícia a um custo competitivo, podendo abranger as coberturas de danos físicos ao imóvel, multa por rescisão e pintura interna. A apólice garante o pagamento do aluguel mais encargos, como IPTU e condomínio, em caso de inadimplemento do locatário. O produto é oferecido por algumas seguradoras e, segundo a Federação Nacional de Seguros Gerais Fenseg, apesar de a representatividade do seguro no universo de garantias locatárias ser baixa, algo em torno de 12% dos contratos, o produto ganha espaço entre os brasileiros. Nos últimos dois anos, dobrou o número de adesões. Segundo o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo Creci-SP, a falta de pagamento do aluguel respondeu por 90,3% das ações locatícias abertas nos fóruns da capital paulista. R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p , setembro

14 PANORAMA DO MERCADO PANORAMA DO MERCADO Seguro-saúde para pequenas e médias empresas As seguradoras começam a apostar cada vez mais no segmento de pequenas e médias empresas, lançando novos planos e oferecendo serviços a custos reduzidos. O foco está nas empresas com mais de 20 funcionários. Para crescer nessa área, a prioridade é inovar sempre, lançando produtos diferenciados no mercado. O potencial de crescimento em pequenas e médias empresas é grande, principalmente na área de serviços, com destaque para a área de telefonia e logística. AGENDA Outubro XXXI Conferência Hemisférica de Seguros De 21 a 24 de outubro de 2007 Centro de Convenciones Simón Bolívar - Guayaquil, Equador Mais informações: Conferência Latinoamericana 2007 LIMRA De 30 a 31 de outubro de 2007 Sheraton Boston Hotel - Boston, MA, EUA Mais informações: Novembro VII Seminário Internacional de Gerência de Riscos e Seguros De 19 a 21 de novembro de 2007 Hotel Maksoud Plaza - São Paulo, SP, Brasil Mais informações: 7seminario.html Dezembro 2º SIBRADEN - Simpósio Brasileiro de Desastres Naturais e Tecnológicos De 09 a 13 de dezembro de 2007 Centro de Convenções do Plaza e Panorama Hotéis - Santos, SP, Brasil Mais informações: /2sibraden/ 14 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p , setembro 2007

15 SEGURO CÓPIA DO CONTRATO AO BENEFICI- ÁRIO DESNECESSIDADE Se o recorrente é beneficiário do contrato de seguro realizado pela sua ex-empregadora, e não parte contratante, não estava a seguradora obrigada a fornecer-lhe cópia do contrato. O escopo da norma é possibilitar àquele que contrata a ciência do conteúdo contratual, a fim de que possa aferir a conveniência em celebrar a avença, razão pela qual não é dirigida a terceiro, ainda que beneficiário do pacto. (STJ Ac. Unân. da 3ª T., publ. Em Resp SP Rel. Min. Castro Filho) In Boletim COAD/ADV nº 08/2007, p. 122 Ementa SEGURO HABITACIONAL CONTRATO DE MÚ- TUO FINANCEIRO TAXA DE ADMINISTRAÇÃO E TAXA DE RISCO DE CRÉDITO ABUSIVIDADE CONFIGURADA A contratação do seguro é obrigatória no contrato de mútuo financeiro, sendo facultado ao mutuário a sua contratação com seguradora de sua escolha, desde que o seguro contratado compreenda as garantias mínimas do prêmio vigente dadas pela seguradora indicada pelo mutuante e estipuladas no contrato de financiamento. Ainda que não se verifique quaisquer dos critérios referidos como: critério modelador, paradigmático e previsão legislativa, a abusividade e onerosidade se extrai da natureza das rubricas e das sua proporção em relação ao encargo mensal, pois é inconcebível que de uma prestação mensal de pagamento de um financiamento imobiliário, com a utilização de recursos do FGTS, o peso das taxas bancárias perfaçam cerca de 24% do seu valor. (TRF 4ª R. Ac. Unân. da 3ª T., publ. Em Ap. Cív /RS Rel. Des. Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz) JURISPRUDÊNCIA APELAÇÃO SEGURO OBRIGATÓRIO INDE- NIZAÇÃO LEGITIMIDADE ATIVA DESCEN- DENTES COMPROVAÇÃO DE CONTRATAÇÃO DESNECESSIDADE FIXAÇÃO EM SALÁRIOS MÍNIMOS POSSIBILIDADE Os descendentes são parte legítima para pleitear a indenização por falecimento da genitora, uma vez comprovado o falecimento do cônjuge varão. A falta de comprovação de contratação do seguro DPVAT não obsta o dever da seguradora de reparar o dano, ressaltando que a cobrança da indenização pode ser feita a qualquer seguradora. No caso de DPVAT a vinculação da indenização em salários mínimos não se constitui em fator de correção monetária, conforme vedado pela legislação vigente, mas sim em base para quantificação do montante ressarcitório. (TJ-MG Ac. Unân. da 13ª Câm. Cív., publ. Em Ap. Cív /001 Relª Desª Cláudia Maia) Consulta à Jurisprudência TJ-MG SEGURO TRANSPORTE DE CARGA APROPRIAÇÃO INDÉBITA A finalidade do seguro de transporte de cargas é resguardar o patrimônio do segurado contra eventuais prejuízos decorrentes dos riscos que essa atividade representa. Para o Direito Civil, alheio à interpretação restritiva do tipo penal essencial ao campo do Direito repressivo, a apropriação indébita se constitui em modalidade de furto, pelo que encerra um risco de transporte. (TJ-MG Ac. Unân. da 13ª Câm. Cív., publ. Em Ap. Cív /001 Rel Des. Fábio Maia Viani) In Boletim COAD/ADV nº 19/2007, p. 297 Ementa In Boletim COAD/ADV nº 08/2007, p.122 Ementa R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p , setembro

16 JURISPRUDÊNCIA SEGURO PRAZO PRESCRICIONAL APO- SENTADORIA POR INVALIDEZ DECORRENTE DE DOENÇA MENTAL O prazo prescricional da pretensão de segurado em face da seguradora para haver o pagamento da indenização prevista no contrato de seguro em caso de aposentadoria por invalidez, não corre contra o incapaz acometido de doença mental, ainda que inexistente interdição judicial. (TJ-DF Ac. Unân. da 3ª Câm. Civ., publ. Em Embs. Infrs Ap. Cív Rel. Des. Dácio Vieira) In Boletim COAD/ADV nº 28/2007, p. 442 Ementa SEGURO DE VIDA AÇÃO MOVIDA CONTRA A ESTIPULANTE ALEGAÇÃO DE DOENÇA PRE- EXISTENTE MÁ-FÉ DO CONTRATANTE NÃO EVIDENCIADA À luz do Código de Defesa do Consumidor, o beneficiário de seguro pode acionar a estipulante do contrato com vistas ao recebimento da indenização negada administrativamente quando, aos seus olhos, a empresa pareça-lhe ser a responsável direta pela negativa do pagamento, a caracterizar sua legitimidade passiva. Nos contratos de seguro, presume-se a boa-fé do segurado, incumbindo à seguradora o ônus da prova da omissão dolosa do contratante. A exigência de exames médicos é condição tida como fundamental para eximir a companhia seguradora do pagamento da indenização contratada em caso de óbito por doença preexistente. Se negligencia tal procedimento, assume os riscos do contrato e responde pelo pagamento do valor da apólice. (TJ-SC Ac. Unân. da 2ª Câm. De Direito Civil, publ. Em Ap. Cív Rel. Des. Luiz Carlos Freyesleben) In Boletim COAD/ADV nº 23/2007, p. 362 Ementa SEGURO INTERPRETAÇÃO DE CLÁUSULA CONTRATUAL INDENIZAÇÃO POR INVALIDEZ Possível erro médico ocorrido durante ato cirúrgico como causa preponderante e adequada ao resultado invalidez permanente do segurado. Cláusula contratual que estabelece de forma clara e não abusiva que não se incluem no conceito de acidente, decorrências de tratamentos ou exames clínicos, cirúrgicos e medicamentosos... Situação fática que não pode ser havida como acidente tal como conceituado na Apólice, mas sim provável erro médico ocorrido durante o ato cirúrgico, mais próximo de um ato interno do procedimento cirúrgico a que se submeteu o segurado. Inteligência da cláusula limitativa do risco (1.2.1 letra do contrato). Desprovimento do recurso. (TJ-RJ 5ª Câm. Cível Julgamento: 03/07/2007 Des. Paulo Gustavo Horta) Consulta à Jurisprudência TJ-RJ 16 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p , setembro 2007

17 MATÉRIA DE CAPA PROTEÇÃO PARA PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS E GRANDES EVENTOS Há pouco mais de uma década, o cinema brasileiro demonstra grande evolução. Para especialistas, toda essa receptividade está intimamente ligada à diversificação dos gêneros das produções, principal combustível para levar os espectadores às salas de exibição de filmes nacionais. Essa diversificação nunca foi tão presente, nem mesmo na década de 70, quando as produções brasileiras tinham recorde de público. Os investimentos das produtoras se tornam mais expressivos ano a ano e, conseqüentemente, cresce a consciência da importância de segurar os riscos de suas atividades. Além de uma grande dose de criatividade e competência técnica, também é preciso preservar a segurança. Segurança na hora de rodar o filme, na hora de construir cenários, de transportar bens materiais inclusive os negativos dos filmes para escolher e assessorar a equipe técnica e os atores. Roberto Muniz A Generali, em parceria com o IRB-Brasil Re e a Circles Group rede mundial de corretores especializados em riscos para eventos e audiovisuais, com grande presença na Europa, está lançando um seguro multirisco com 12 coberturas para diversos tipos de produções, entre as quais, longas-metragens, comerciais, reality shows, seriados de TV, documentários, vídeos institucionais, videoclipes e sessões fotográficas. Estamos seguindo a tendência internacional de oferecer uma solução única para o cliente, diz Roberto Muniz, Coordenador de Riscos Diversos do IRB-Brasil Re. Essa concepção de produto, reunindo diversas coberturas em uma mesma apólice, é a mesma utilizada para segurar eventos. R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p , setembro

18 MATÉRIA DE CAPA Estamos seguindo a tendência internacional de oferecer uma solução única para o cliente O mercado de seguros de entretenimento, voltado para filmagens, é ainda bastante limitado no Brasil, ficando restrito a um reduzido número de seguradoras. Quanto às corretoras, existem apenas três especializadas, sendo duas delas no Rio de Janeiro e uma em São Paulo, segundo informações de Ricardo Minc, representante da Circles Group no País. Minc diz que com o aumento do número de produções no Brasil e a parceria entre produtoras nacionais e estrangeiras, a expectativa é de crescimento deste nicho, uma vez que agora as produtoras estão começando a tomar consciência da importância de garantir suas produções. Isso já ocorre, por exemplo, com a produtora O2 Filmes, que detém mais de 50% do mercado nacional de comerciais. Para avaliar os riscos a que uma produção está exposta, as seguradoras realizam uma avaliação completa, considerando, por exemplo, as locações previstas no roteiro, cenas que apresentem nível elevado de risco como cenas subaquáticas ou em altura o cuidado com os negativos e a qualificação da equipe envolvida na produção. Os sets, os camarins, incluindo os guarda-roupas e o local de armazenamento dos equipamentos após a filmagem, também precisam ser averiguados, de forma a se detectar possíveis condições inadequadas, capazes de dar início a incêndios e quedas de equipamentos, e colocar em risco todo o trabalho das pessoas envolvidas. Segundo Minc, o prêmio pago pelo segurado é de cerca de 1,5% do orçamento segurável. No mercado nacional, estão disponíveis quatro modalidades de seguros voltadas para esse segmento. As mais comuns são fi lm package, também conhecida como seguro de produção, e acidentes pessoais. Existem, ainda, as modalidades erros e omissões (E&O) e completion bond ou performance bond. A modalidade fi lm package garante o empreendimento, desde a sua pré-produção até a pós-produção cobrindo a escolha da locação, equipe e elenco até a finalização. É a modalidade mais contratada no País e oferece diversas coberturas, como no show, responsabilidade civil e equipamentos. A cobertura no show protege a produtora, no caso de impedimento de conclusão do trabalho, seja por doença ou morte de algum ator relevante ao enredo da produção, ou em determinados casos de impedimentos dos atores. A cobertura de responsabilidade civil tem por finalidade o reembolso das despesas relacionadas aos prejuízos causados a terceiros, decorrentes da atividade que está sendo desempenhada, como a queda de uma grua ou de um holofote. 18 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p , setembro 2007

19 MATÉRIA DE CAPA O seguro de acidentes pessoais é contratado como uma apólice individual, complementar ao fi l m p a ck a g e, e destina-se à proteção do elenco e da equipe envolvida. O sindicato dos produtores exige a contratação de seguro de acidentes pessoais para toda a equipe, explica Minc. Já o E&O tem a função de cobrir possíveis erros do produtor, como a divulgação da imagem de alguém sem a devida autorização, questões relacionadas à compra de direitos autorais e plágio. com o aumento do número de produções no Brasil e a parceria entre produtoras nacionais e estrangeiras, a expectativa é de crescimento deste nicho A modalidade menos procurada no País é a completion bond, que garante aos investidores a entrega do filme. Como no Brasil a maioria dos filmes é produzida com incentivo do Governo, as obras são acompanhadas pelos órgãos competentes, principalmente o Ministério da Cultura, o que minimiza o risco. Já em países de maior tradição em produções cinematográficas, como os Estados Unidos, onde as produções envolvem grandes quantias de investidores privados, esse produto tem grande procura. Ricardo Minc cita, ainda, outras coberturas, a exemplo de suporte (cobre possíveis despesas causadas pela danificação de algum rolo de negativo ou hard disk); sets e guarda-roupas (cobre todos os cenários e os figurinos a serem utilizados pelos atores para as filmagens); propriedade de terceiros, veículos de cena e equipamentos (destinada a cobrir despesas com a quebra, perda ou danificação de algum bem material utilizado em cena ou para a produção, seja ele alugado ou emprestado) e conteúdo de escritório (refere-se à proteção dos bens materiais empregados em função da produção). Cobertura para eventos Exposições, shows musicais, eventos esportivos, congressos e desfiles de escolas de samba. Esses são alguns exemplos de grandes eventos cobertos por apólices de seguros. Muitas vezes, as produtoras que organizam eventos têm capital inferior ao custo da produção, sendo o seguro uma ferramenta indispensável para garantir proteção aos patrocinadores e ao público. Hoje, o IRB-Brasil Re está preparado para oferecer uma gama de vinte coberturas para mais de 50 tipos de eventos. Em uma competição esportiva de hipismo, por exemplo, uma única apólice pode oferecer cobertura para quase R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p , setembro

20 MATÉRIA DE CAPA todos os riscos envolvidos no evento: cancelamento; responsabilidade civil, incluindo a instalação e montagem; objetos de decoração; dinheiro arrecadado na bilheteria; estruturas temporárias montadas; RC garagista; acidentes pessoais para o público e o competidor; morte acidental dos animais participantes; equipamentos e shows pirotécnicos. Algumas seguradoras que operam no País oferecem cobertura para os setores de entretenimento e esportes, principalmente na carteira de responsabilidade civil. Nessa área, a Ace Seguradora, contabilizou, no primeiro semestre deste ano, 250 eventos cobertos, somando mais de R$ 1 milhão em prêmios, segundo Robert Hufnagel, diretor de RCG daquela empresa. O seguro de entretenimento disponibiliza coberturas exclusivas e diferenciadas, como responsabilidade civil (danos corporais ou materiais causados a terceiros durante o evento, desde sua concepção até a desmontagem); cancelamento, adiamento e interrupção (cobertura que garante, de forma abrangente, a indenização de despesas causadas por eventual cancelamento, adiamento ou interrupção do evento, incluindo a ausência de artistas e/ou palestrantes); acidentes pessoais (destinada ao público espectador ou equipe empregada na produção do evento) e equipamentos (perdas e danos causados aos equipamentos durante o evento). O interesse por seguro de eventos no Brasil começou a crescer recentemente porque o orçamento da produção ficou muito elevado. O produto modernizou-se, espelhado em modelos já existentes na Europa e nos EUA Roberto Muniz diz que os sinistros mais comuns incluem o impedimento de acesso ao local do evento por chuva muito forte ou, ainda, o não comparecimento de alguma personalidade cuja presença, declarada antes do acontecimento, seja imprescindível. O interesse por seguro de eventos no Brasil começou a crescer recentemente porque o orçamento da produção ficou muito elevado. O produto modernizou-se, espelhado em modelos já existentes na Europa e nos EUA. Os organizadores de shows são os que buscam mais o seguro, e, nesse caso, o problema maior é quanto ao não comparecimento do artista. Quando é estrangeiro, temos o cuidado de consultar o mercado externo sobre o risco de inadimplência, pois há artistas que, na última hora, não comparecem ao show sem motivo sério, afirma. 20 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 67, n. 302, p , setembro 2007

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