COOPERATIVAS DE SEGUROS DE AUTOMÓVEIS Gerenciando um novo ramo de negócio

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COOPERATIVAS DE SEGUROS DE AUTOMÓVEIS Gerenciando um novo ramo de negócio"

Transcrição

1 COOPERATIVAS DE SEGUROS DE AUTOMÓVEIS Gerenciando um novo ramo de negócio Flávio Henrique de Oliveira Javier Batista de Sá Júlio Cesar Andrade Nilton José Ferreira Roberto Januário Ronilson Esteves Santos Belo Horizonte Maio de 2008

2 Flávio Henrique de Oliveira Javier Batista de Sá Júlio Cesar Andrade Nilton José Ferreira Roberto Januário Ronilson Esteves Santos COOPERATIVAS DE SEGUROS DE AUTOMÓVEIS Gerenciando um novo ramo de negócio Orientadora: Professora Maria Helena Michel Relatório final do projeto interdisciplinar apresentado ao Curso de Administração da Faculdade Novos Horizontes como requisito parcial para aprovação nas disciplinas do 2º. Semestre letivo. Belo Horizonte Maio de

3 RESUMO Este projeto busca analisar os conceitos principais de gerente e gerencia e suas aplicações dentro das organizações. Tendo como objetivo de pesquisa principal as cooperativas onde foram apresentadas suas características principais, sua historia juntamente com sua funcionalidade. O referencial teórico teve como tema principal cooperativa de seguro de automóveis com o objetivo de analisar sua função principal, através de avaliação de estudos específicos analise de informações, entrevistas e visita a uma cooperativa de seguro de automóveis. Os resultado foram analisados com foco especificando o tema seguro de cooperativas de automóveis que trouxeram informações de como funciona sua administração, as praticas realizadas e seu objetivo, buscando verificar seus benefícios e desvantagens. 3

4 SUMÁRIO RESUMO 1 INTRODUÇÃO REFERNCIAL TEÓRICO Gerência Gerente Organizações Cooperativas Cooperativa de seguro de automóveis METODOLOGIA ANALISE DE DADOS CONCLUSÃO REFERÊNCIAS APÊNDICE A - Roteiro da entrevista

5 1 INTRODUÇÃO Apresenta-se, neste trabalho, o relatório final do projeto Interdisciplinar, desenvolvido no 2º período do curso de Administração da Faculdade Novos. Horizontes, que teve como tema Gerencia e Gerentes, optando o grupo por discutir o tema sob a visão das Cooperativas de veículos. Sabe-se que as cooperativas são uma forma de organização moderna, na qual os cooperados são os próprios donos, ou seja, todos compartilham as decisões (lucros ou prejuízos) A proposta básica desse tipo de organização é a possibilidade de que as pessoas envolvidas (cooperados) repartam entre si as atividades de produção e a distribuição dos lucros, alem da solução dos problemas comuns. Do nome pode-se compreender que a base para funcionar uma cooperativa é a colaboração, e é o que acontece em uma cooperativa de veículos. Optou-se por esse tema devido ao fato de o mesmo ser um assunto que rege interesses de praticamente toda a população que possui veículos. Devido ao grande aumento das taxas de um seguro privado, os seguros de cooperativas se tornaram uma alternativa bastante viável para a população, que nem sempre possui condições de adquirir um seguro privado. Embasado nos dados acima, foram criadas as questões de pesquisa: Como funcionam as cooperativas? Quais as dificuldades enfrentadas pelos gerentes dessas cooperativas? Diante disso, elaboram-se alguns objetivos para a pesquisa. O geral é discutir os principais aspectos conceituais relativos às cooperativas, enquanto forma de organização.em mais detalhes, as cooperativas de seguros de automóveis. OS Específicos foram definidos: 1. Identificar as vantagens e desvantagem da participação em cooperativas de seguro de automóveis. 2. Verificar as competências necessárias para gerenciar uma cooperativa de seguro de automóveis. 3. Identificar os desafios que esse tipo de organização enfrenta. 5

6 2 REFERECIAL TEÓRICO 2.1 Gerencia O trabalho do dirigente consiste em tomar decisões, estabelecer metas, definir diretrizes e atribuir responsabilidades aos integrantes da organização, de modo que as atividades de planejar, comandar, coordenar, e controlar estejam numa seqüência lógica, (FAYOL citado por MAXIMIANO, 2004 pág.48). Com isso, o autor acima quis dizer que o dirigente é responsável pelas decisões que serão tomadas na organização, onde ele tem que cumprir etapas e procedimentos para que tudo ocorra dentro dos parâmetros necessários. afirmação: Para o propósito desse trabalho torna-se importante mostrar a seguinte A gerência é importante em pelo menos em dois pontos. No primeiro ela pode melhorar a produtividade, bem como a economia e no segundo pode ajudar a organização a atender as prioridades competitivas dos clientes. (JAMES 1999, pág.465). O autor mostra que a organização pode melhorar sua lucratividade e também trazer a excelência no atendimento ao cliente e nas exigências que são formadas pelos mesmos. Um bom exemplo seria um cooperado que tem seu veículo segurado em uma determinada cooperativa de seguro de automóveis, e quando ele vier a sofrer um sinistro, se o mesmo tiver um acompanhamento diferenciado, com certeza a organização terá a credibilidade de seu cliente que será sempre fiel a ela. Nesse contexto, o processo decisório organizacional tende a ser visto como um conjunto de relações ordenadas para se adaptar às variações ambientais e atingir fins predeterminados. As organizações passam, então, a ser retratadas como seres racionais, adaptativos, potencialmente harmoniosos e até inteligentes (MOTTA pág. 64) O autor afirma que o processo decisório tem que estar sempre flexível para ajudar as organizações nas mais difíceis situações para sempre dar um resultado positivo, assim fazendo que o gerenciamento sempre seja coordenado com racionalidade e objetividade. Motta (1995) afirma que, para o gerenciamento seguir nas condições de flexibilidade e racionalidade, o responsável tem que adquirir um treinamento gerencial que constitui uma oportunidade de desenvolvimento pessoal, onde mostrará o individuo uma nova visão de si próprio, de sua careira, de seu futuro e de sua organização, também mostrando para ele os mitos e as verdades sobre a função de um dirigente. 6

7 QUADRO 1: Mitos e Verdades mais Comuns sobre as Funções do Dirigente Fonte: Motta, 1995 pág,60. O autor expõe seu conceito sobre algo que parece ser simples em primeira instancia, ou seja, quando se analisa superficialmente. Mas, quando a se estuda a fundo sobre o assunto, pode-se perceber que o trabalho do gerente é muito mais complexo e difícil de cumprir do que se imagina. 7

8 2.2 Gerente Gerente é o líder que demanda a confiança de seus subordinados, é solicito a seus desejos e desenvolvimento, ao mesmo tempo em que desenvolve os recursos matérias de modo a alcançar alta eficiência das operações dos subordinados. (SILVA, 2002, pág.261). Com isso o autor afirma que o conceito apresentado de gerente é a pessoa que exerce liderança, e toma decisões necessárias. Desenvolve planejamento e controle nas execuções dos trabalhos de seus subordinados bem como transmite confiabilidade nas suas decisões. Segundo Silva (2002), para ser um gerente eficaz, ele tem que desenvolver habilidades de gerenciamento de pessoas para obter o sucesso. A liderança eficaz inclui perfil, condicionamento, experiência, treinamento, comunicação objetiva, sendo que só ocorre quando a liderança de sucesso resulta em comportamento funcional. Silva (1992), afirma que a pessoa para ser um gerente de sucesso é necessário muito mais do que um planejamento e controle das tarefas, é preciso influenciar motivando o comportamento de todo o grupo de subordinados. O sucesso do líder pode ser devido parcialmente a certos traços de personalidade ou do seu comportamento, mas também e determinado por quão bem aquelas abordagens atendem as necessidades dos subordinados e as características da situação.(silva, 2002, pág.263) O conceito do autor demonstra que o líder deve apresentar uma personalidade que motiva e contagia, apresentado planos e tarefas, adequadas ao momento oferecendo um ambiente de trabalho aceitável aos seus subordinados. O desenvolvimento de competências gerenciais se alinha ao objetivo mais amplo de tornar as organizações do terceiro setor melhor preparadas para enfrentar os desafios atuais e futuros. Em termos genéricos, poderíamos dizer que toda organização necessita de quadros com as seguintes competências gerenciais básicas:liderança, persuasão, trabalho em equipe, criatividade, tomada de decisão, planejamento e organização e determinação. (REIS,2008,pág.13) O autor destaca para que para uma pessoa ser um bom gestor é preciso ela obter varias competências gerenciais que o auxiliarão em seu desempenho dentro da organização. 8

9 2.3 Organizações Uma organização é uma combinação de esforços individuais que tem por finalidade realizar propósitos coletivos. Por meio de uma organização torna-se possível perseguir e alcançar objetivos que seriam inatingíveis para uma pessoa. Uma grande empresa ou uma pequena oficina, um laboratório ou o corpo de bombeiros, um hospital ou uma escola são todos exemplos de organizações, (MAXIMIANO,1992 pág. 40) Para o autor uma organização é basicamente uma instituição que visa atender varias pessoas, lembrando que em uma organização cada pessoa tem sua função estabelecida que seriam os cargos, para alcançar um objetivo em grupo onde uma pessoa sozinha não daria conta de exercer todas funções. Maximiano (1992), explica que uma organização é constituída pelo conjunto de empregados que nela exercem suas funções, pelo maquinário, pelo dinheiro aplicado. Então a organização é formada pela soma de tudo isso que, no final ira, disponibilizar um determinado produto ou serviço, mostrando que a organização é voltada somente para um objetivo, que seria o seu crescimento. 2.4 Cooperativas Carneiro (1981) destaca que o foco do cooperativismo é identificar os interesses, idéias, necessidades com o intuito de se obter benefícios satisfatórios a todo grupo. Segundo Carneiro (1981), para oferecer o serviço de melhor qualidade existe alternativa de se buscar empresas que tenham serviço necessário como sua atividade principal, oferecendo um serviço de qualidade e especializada. Com isso a terceirização torna-se uma alternativa que traz conforto e comodidade as organizações. Carneiro (1981) destaca este conceito dando ênfase à redução de custos com a mão de obra, já que os cooperados são os donos do próprio negocio, gerando assim um maior comprometimento com a organização, pois há uma divisão direta do resultado e das responsabilidades econômico-financeira do negocio.com isso obtém-se um aumento real da produtividade redução de custo final do serviço, proporcionando competitividade das empresas e conseqüentemente gerando novos postos de trabalho. Para Carneiro (1981), a historia da cooperativa está relacionada com as necessidades de se alavancar a economia das pequenas organizações. Objetivando o crescimento e trazendo benefícios comuns a todo grupo, com praticas satisfatórias, e como uma administração eficiente. 9

10 2.4.1 Cooperativa de seguro de automóveis Devido à procura de referências teóricas sobre o assunto cooperativa de seguro de automóveis, tornou-se como referências para este item o texto (APPROVA citado por COSTA), que normatiza o funcionamento de uma seguradora de veículos. Uma cooperativa de seguro de automóveis é uma associação de proteção aos veículos automotores e é uma instituição sem fins lucrativos formados por pessoas idôneas e comprometidas umas com as outras, com a finalidade de proteger seus veículos, com alta eficiência e baixo custo.(costa, 2005, pág.01). Segundo o autor uma cooperativa de seguro de automóveis não possui fins lucrativos e tem como objetivo atender pessoas que necessitam de um seguro com preço mais acessível. Uma cooperativa de seguro de automóveis funciona, através de um sistema arrojado de rateio dos prejuízos ocorridos entre os associados, e pela capacidade de proporcionar soluções e respostas em tempo abreviado. (COSTA, 2005, pág.01). O autor afirma então, que uma cooperativa no segmento de seguros de automóveis, divide os prejuízos ocorridos no mês com os associados. Costa (2005) demonstra que os custos são divididos entre os associados de acordo com o valor do veículo, equilibrando as despesas de cada associado. O avanço tecnológico trouxe conforto e comodidade em muitos aspectos da vida moderna. Porém, assistimos a um avanço sem precedentes da violência nos grandes centros urbanos, sobretudo, no trânsito.(costa, 2005, pág.02).segundo o autor o avanço da tecnologia trouxe também o aumento da violência. Daí a visão de uma cooperativa de seguro de automóveis, mostrando que é possível uma maior segurança quanto à propriedade dos veículos de seus associados, dando-lhes a garantia de um prestação de serviço de alta qualidade e baixo custo.(costa, 2005, pág.02). Segundo o autor uma cooperativa de seguro de automóveis proporciona aos seus associados um seguro compatível e com baixo valor. A missão de uma cooperativa de seguro de automóveis, é proteger os veículos de seus associados, entendendo que um patrimônio adquirido, mais do que um bem material, é um testemunho público do esforço e empenho de cada um (COSTA,2005,pág 3). O autor entende que é de vital importância a proteção de um bem, que é conquistado com bastante esforço. 10

11 Costa (2005) afirma que o foco no cliente é a razão da existência do sucesso. O autor mostra que uma cooperativa de seguro de automóveis é uma associação vencedora, que alcança os objetivos previstos. O foco principal da associação e o tempo de resposta abreviado, visão á curto e longo prazo, manutenção pelo máximo de tempo de posições liderança de mercado, orientação e determinação para proporcionar soluções, busca de crescimento organizacional, estrutural e novos investimentos. (COSTA, 2005, pág.05) Conforme informa o autor uma cooperativa de seguro de automóveis prática uma sistemática de crescimento bem administrada, com o objetivo de se alcançar o sucesso máximo. Conforme o autor os associados se uniram com um objetivo em comum, que seria cobertura total para os seus veículos. É cobrada de todos os associados uma mensalidade, por cada veículo cadastrado junto à cooperativa a titulo de despesas administrativas e demais custos relativos à manutenção da instituição. Esta mensalidade dependerá do valor do veículo cadastrado, conforme a tabela Abaixo: (COSTA, 2005, pág.11). TABELA 1: Tabela de mensalidades de veículos Valor do veículo Índice de rateio Mensalidade Até R$ ,00 1 R$ 15,00 De R$ ,00 até R$ 1,5 R$ 22, ,00 De R$ ,01 até R$ 2 R$ 30, ,00 Fonte: Costa, 2005 pág,15. Costa 2005 explica que para se tornar mais justos os valores das parcelas, cada associado paga um valor proporcional ao valor do seu veículo. 11

12 3 METODOLOGIA Este projeto teve como objeto de pesquisa as cooperativas de seguro de automóveis. Para isso foi selecionada uma empresa no ramo das cooperativas de seguros de automóveis cujo nome é APPROVA.O propósito dessa pesquisa é conhecer um pouco mais sobre os objetivos de uma cooperativa de seguro de automóveis e a função de um gerente dentro dela. Para a realização dessa pesquisa foram selecionadas duas pessoas dessa determinada empresa, sendo a primeira um gerente financeiro e a outra pessoa é um cooperado dessa mesma organização. Após a seleção dessas duas pessoas optou-se por caracterizar a pesquisa de campo que (segundo Fachin 2001 pág.133). Se detém na observação do contexto a principio um fato social, que passa a ser examinado, e posteriormente, é encaminhada para explicações por meio dos métodos e das técnicas específicas, em uma pesquisa descritiva e qualitativa que (segundo Fachin 2001 pág. 82). É caracterizada por seus atributos e relacionam os aspectos não somente mensuráveis, mas também definidos descritivamente. Visando alguns conceitos sobre a cooperativa. Em seqüência foram elaboradas algumas perguntas que serviram para coleta de dados em forma de uma entrevista, e esta entrevista foi analisada de modo comparativo que (segundo Fachin 2001 pág. 37). consiste em investigar coisas ou fatos e explicá-los segundo suas semelhanças e suas diferenças. Onde realizamos primeiramente a entrevista com o gerente financeiro da APPROVA e em segundo com cooperado embasados nas respostas do gerente. Fazendo uma síntese de toda metodologia realizado neste projeto, podese concluir que ele foi realizado em cinco momentos, onde no primeiro momento elaboramos a tematização, justificativa, problematização, e os objetivos. No segundo momento foi realizado o referencial teórico, no terceiro a pesquisa de campo, em seguida analise dos dados e por final apresentação oral e teatro. 12

13 4 ANALISE DE DADOS A pesquisa realizada é referente a uma cooperativa de seguro de automóveis na qual o seu nome é APROVA. Onde foram entrevistadas duas pessoas, um gerente financeiro Sr. Dennis Costa que será mencionado na entrevista como o ENTREVISTADO 1, e a outra pessoa é o segurado Sr. Helder Fernandes Filho dessa mesma cooperativa que será mencionada na entrevista como ENTREVISTADO 2. Baseado nessa pesquisa o ENTREVISTADO 1. exalta as vantagens de se obter um seguro de cooperativa. Uma das vantagens em participar de uma cooperativa é em relação ao custo beneficio, e pode ser pago em até 12 vezes mais barato a mesma cobertura e os mesmos benefícios de uma seguradora convencional. O ENTREVISTADO 2. também concorda com alguns conceitos que foram citados pelo entrevistado 1 A maior vantagem encontrada em uma cooperativa cooperativa de seguro de automóveis é em relação à diferença de preço de uma cooperativa para uma seguradora privada. O ENTREVISTADO 1.Procura também expor os objetivos da APPROVA,que tem como objetivo primordial conferir a proteção e segurança dos automóveis e seus associados,por meio de repartição entre os associados de eventuais prejuízos materiais nestes bens em função da utilização dos mesmos que sejam causados por,acidentes,furto qualificado ou roubo de acordo com as normas estabelecidas pelo seu regulamento.diante destes objetivos apresentados o ENTREVISTADO 2 elogia a cooperativa em relação ao cumprimento dos objetivos Creio que os objetivos são cumpridos pois a única vez em que precisei, quando meu carro estragou e precisei de um reboque eles foram pontuais e responsáveis em relação a seus objetivos. O ENTREVISTADO 1.Fala um pouco sobre os aspectos que são predominantes para o surgimento de uma cooperativa de seguro de automóveis o surgimento de uma cooperativa de seguro de automóveis vem através dos outros custos oferecidos pelas seguradoras convencionais,e pessoas que tem veículos mais antigos,ficando inviável fazer a proteção por meio de uma seguradora convencional. Houve uma coincidência na resposta do ENTREVISTADO 1 com a do ENTREVISTADO 2 que respondeu o seguinte. Pelo meu ponto de vista as seguradoras privadas tem oferecido preços exorbitantes e de difícil acesso para algumas pessoas,por isso a necessidade da criação de uma alternativa que no caso temos as cooperativas de seguro de automóveis 13

14 Em consenso com as respostas dos entrevistados entende-se que ao adquirir um seguro de cooperativas as pessoas, estarão adquirindo um produto que é similar ao original com as mesmas vantagens e com preços mais acessíveis e de grandes vantagens para a população que possui veículos. Foi questionada ao ENTREVISTADO 1.sobre a habilidade necessária para gerenciar uma cooperativa de seguro de automóveis que expôs da seguinte forma os seus conceitos Não necessariamente necessita de habilidades diferenciadas mas, muito respeito e dedicação e principalmente levar a sério àquilo que faz Ao ENTREVISTADO 2.Foi exposta a habilidade necessária para um gestor e questionado se o gerente da APPROVA detinha essas habilidades. Não acredito que seja tão difícil gerenciar uma cooperativa, mas claro que você tem que possuir alguns aspectos diferenciados e do que eu pude conhecer do gerente da APPROVA ele é muito competente e inteligente no cumprir de suas ações O ENTREVISTADO 1.Obteve o mesmo raciocínio e conceito do ENTREVISTADO 2 quanto à dificuldade em gerenciar uma cooperativa. Não há dificuldade em gerenciar uma cooperativa, pois, a maior preocupação de um gestor é em relação aos lucros e prejuízos e na nossa associação nos rateamos o real, ou seja, somente o que acontece em termos de prejuízos, de forma que não trabalhamos com fundo de caixa para eventuais problemas que podem acontecer. Os entrevistados colocam de forma simples o gerenciamento de uma cooperativa, expondo as suas opiniões de forma contraria ao que se constata no referencial teórico que mostra que para gerenciar qualquer organização são necessárias varias habilidades como planejar, organizar, liderar e controlar. O maior desafio encontrado para a criação de uma cooperativa pelo ENTREVISTADO 1 é sobre a confiabilidade de um novo projeto no segmento de seguro de automóveis no qual ainda não tinha sido testado. O ENTREVISTADO 2.Também vê a confiabilidade como maior obstáculo em criar uma cooperativa Criar algo é fácil, difícil é saber se vai dar certo e se vai ser como os criadores imaginaram e o pior de tudo é que não depende só da organização, depende também do público que irá adquirir um determinado produto. Os principais desafios encontrados no segmento de cooperativa segundo o ENTREVISTADO 1 além da concorrência são os órgãos fiscalizadores. SINCOR-MG e o SUSEP órgãos que fiscalizam as seguradoras devido a grande baixa na cartela de clientes das seguradoras houve um problema jurídico onde é questionada a finalidade 14

15 das associações, dizendo que somos seguros disfarçados, onde queremos recolher os impostos do qual somos isentos. O ENTREVISTADO 2.Mesmo assim continua baseado seu conceito sobre os desafios na confiabilidade. O maior desafio que eu vejo que as cooperativas enfrentam e a confiabilidade pois todos os meus amigos ficam receosos em adquirir um seguro de cooperativa. Sobre a questão da evolução da cooperativa APPROVA o ENTREVISTADO 1 observa de forma positiva a evolução se deve pelas pessoas adquirir confiança no projeto por causa de um trabalho sério,dedicação,competências e respeito que criamos entre as associações que se estalaram após a APPROVA. O ENTREVISTADO 2.Também vê uma grande evolução da APPROVA. Vejo ela evoluindo bastante, pois como já falei várias pessoas ficam receosas em adquirir um seguro de cooperativa, mas a APPROVA vem quebrando esta barreira e mostrando que as pessoas devem confiar em um seguro de cooperativa e que eles são de grande válida para a população. É possível entender a queixa do gerente em relação aos desafios, e isso pode ser comprovado através do próprio cooperado que mesmo com pouco conhecimento sobre os desafios, pode detectar o principal deles, que é a relação da confiabilidade da população para com as cooperativas, esse dentre outros problemas vem sendo os grandes obstáculos no caminho das cooperativas de seguro de automóveis. 15

16 CONCLUSÃO Ao decorrer do desenvolvimento desse projeto foi possível obter informações baseada na teoria de autores de renome na área da administração, como os conceitos de gerencia, gerente, as funções necessárias para gerenciar uma organização, alguns conceitos sobre organização, conceito sobre o que é uma cooperativa e o que é uma cooperativa de seguros de automóveis. Foi possível também obter a resposta do problema proposto na introdução, sobre como funcionam as cooperativas? Questão respondida da seguinte forma. As premissas do cooperativismo são: identidade de propósito e interesse; ações conjuntas, voluntárias que objetivam para a coordenação de contribuição e serviços; obtenção de resultado útil e comum a todos. Outro problema proposto foi sobre as dificuldades enfrentadas pelos gerentes dessas cooperativas, respondido de forma simples pois não foi encontrada nenhuma dificuldade em gerenciar uma cooperativa pois a maior preocupação de um gestor é em relação aos lucros e prejuízos e nas cooperativas eles trabalham de forma de rateamento e não com um fundo de caixa. Outra conclusão que se pode obter foi sobre o alcance dos objetivos, que possui como objetivo geral os conceitos relativos à cooperativa e cooperativa de seguro de automóveis. Pois no referencial teórico foi detectado através de alguns autores conceitos sobre o objetivo proposto. Em seguida, alguns objetivos específicos, sobre as vantagens e desvantagens da participação das cooperativas de seguro de automóveis. E pode-se analisar a confiança em uma cooperativa, pois possui as mesmas coberturas e benefícios de uma seguradora convencional, mas com preços mais acessíveis. O outro objetivo especifico está relacionado com as competências necessárias para gerenciar uma cooperativa de seguro de automóveis onde se concluiu através da pesquisa de campo que é necessário obter habilidades diferenciadas para administrar uma cooperativa de automóveis, sendo um gestor com ações ordenadas e planejadas, preocupar com as políticas e diretrizes da instituição, ter um trabalho programado com algumas fases previsíveis relacionadas com os problemas, programar objetivos e metas, reunir-se para resolver problemas, saber analisar relatórios diversos e manter um comportamento formal. E por ultimo identificar os desafios que essas organizações enfrentam. E foram detectados alguns desafios onde dois se sobressaem sendo o primeiro a confiabilidade de segurar o veículo em uma cooperativa e o segundo se refere às fiscalizações que tentam acabar com as cooperativas. 16

17 Diante dos conceitos expostos no projeto foi possível esclarecer varias duvidas sobre o assunto, e concluir que a cooperativa é uma alternativa segura e confiável que obtemos para escapar dos grandes preços impostos pelas seguradoras privadas. 17

18 REFERÊNCIAS Bureau Internacional du Travil. Curso de educação operaria. Lisboa, F.D.T 1971 CARNEIRO,Palmyos Paixão. O principio cooperativo e a força social do trabalho. 14.ed. Belo Horizonte, fundec, NORONHA, Adolfo Vasconcelos. Cooperativismo. São Paulo, Capolo, MAXIMIANO, Antônio César A. Introdução a Administração, 3ª ed. São Paulo, Editora Atlas, SILVA, Reinaldo Oliveira.Teorias da Administração, S.P: Pioneira Thomson Learning , 261 e

19 APÊNDICE A Roteiro da entrevista Para essa pesquisa foram elaboradas as seguintes perguntas para o gerente: 1.Em sua opinião quais as vantagens oferecidas a um associado de uma cooperativa de seguro de automóveis? 2.Quais os principais objetivos de uma cooperativa de seguro de automóveis? 3.O que você considera em aspecto predominante para o surgimento de uma cooperativa de seguro de automóveis? 4.Quais as habilidades necessárias para gerenciar uma cooperativa de seguro de automóveis? 5.Você encontra alguma dificuldade em gerenciar uma cooperativa? 6.Qual a maior dificuldade encontrada na criação dessa cooperativa? 7.Quais desafios você considera interventoras no seguimento de uma cooperativa? 8.Como você vê a evolução desta associação em relação às problemas enfrentados? E para o cooperado foram elaboradas as seguintes perguntas: 1.Em sua opinião quais as vantagens oferecidas a um associado de uma cooperativa de seguro de automóveis? 2.Uma cooperativa de seguro de automóveis passa os seguintes objetivos.conferir a proteção e segurança dos automóveis e seus associados, por meio de repartição entre os associados de eventuais prejuízos materiais nestes bens em função da utilização dos mesmos que sejam causados por, acidentes, furto qualificado ou roubo de acordo com as normas estabelecidas pelo seu regulamento. Você acha que esses objetivos são cumpridos em relação ao atendimento do cooperado? 3.O que você considera um aspecto predominante para o surgimento de uma cooperativa de seguro de automóveis? 4.As habilidades necessárias para um gestor são planejar, organizar, liderar e controlar Você acha que o gestor da APPROVA possui essas qualidades ao gerenciar esta cooperativa? 5.Você acredita que as cooperativas enfrentam algum desafio em seu segmento? 6.Você vê alguma dificuldade em criar uma cooperativa. Quais? 7.Você vê alguma evolução na associação, a qual você participa? Ou pelo contrário você vê a decadência dela? 19

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO 1 LÍDERES DO SECULO XXI André Oliveira Angela Brasil (Docente Esp. das Faculdades Integradas de Três Lagoas-AEMS) Flávio Lopes Halex Mercante Kleber Alcantara Thiago Souza RESUMO A liderança é um processo

Leia mais

Função Gerencial. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua

Função Gerencial. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua Função Gerencial Autor: Ader Fernando Alves de Pádua 1. INTRODUÇÃO Este artigo tem por objetivo levar aos seus leitores à uma aproximação teórica dos estudos da administração empresarial, enfocando a importância

Leia mais

Quais são os objetivos dessa Política?

Quais são os objetivos dessa Política? A Conab possui uma Política de Gestão de Desempenho que define procedimentos e regulamenta a prática de avaliação de desempenho dos seus empregados, baseada num Sistema de Gestão de Competências. Esse

Leia mais

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Ultrapassando barreiras e superando adversidades. Ser um gestor de pessoas não é tarefa fácil. Existem vários perfis de gestores espalhados pelas organizações,

Leia mais

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO OBJETIVOS Definir com maior precisão o que é marketing; Demonstrar as diferenças existentes entre marketing externo, marketing interno e marketing de treinamento;

Leia mais

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014 ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL Guia Prático de Compra Edição de julho.2014 O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO Í n d i c e 6 perguntas antes de adquirir um sistema 4 6 dúvidas de quem vai adquirir

Leia mais

Avaliação Confidencial

Avaliação Confidencial Avaliação Confidencial AVALIAÇÃO 360 2 ÍNDICE Introdução 3 A Roda da Liderança 4 Indicadores das Maiores e Menores Notas 7 GAPs 8 Pilares da Estratégia 9 Pilares do Comprometimento 11 Pilares do Coaching

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

Empreendedorismo na prática

Empreendedorismo na prática Empreendedorismo na prática Autor: José Carlos Assis Dornelas Aluno: Douglas Gonzaga; Diana Lorenzoni; Paul Vogt; Rubens Andreoli; Silvia Ribeiro. Turma: 1º Administração Venda Nova do Imigrante, Maio

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

O que é Administração

O que é Administração O que é Administração Bem vindo ao curso de administração de empresas. Pretendemos mostrar a você no período que passaremos juntos, alguns conceitos aplicados à administração. Nossa matéria será puramente

Leia mais

Gestão Colegiada HOSPITAL DAS CLÍNICAS UNIDADE I

Gestão Colegiada HOSPITAL DAS CLÍNICAS UNIDADE I Gestão Colegiada HOSPITAL DAS CLÍNICAS UNIDADE I Gestão Colegiada Os aspectos que definem o grau de responsabilidade de uma instituição são: 1 - A conformação da agenda do gestor: isso significa que um

Leia mais

Vendas - Cursos. Curso Completo de Treinamento em Vendas com Eduardo Botelho - 15 DVDs

Vendas - Cursos. Curso Completo de Treinamento em Vendas com Eduardo Botelho - 15 DVDs Vendas - Cursos Curso Completo de Treinamento em Vendas com - 15 DVDs O DA VENDA Esta palestra mostra de maneira simples e direta como planejar o seu trabalho e, também, os seus objetivos pessoais. Através

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO

GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 109 GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO Claudinei Higino da Silva,

Leia mais

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427 7.1 Introdução O processo de monitoramento e avaliação constitui um instrumento para assegurar a interação entre o planejamento e a execução, possibilitando a correção de desvios e a retroalimentação permanente

Leia mais

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL COD: NOR 312 APROVAÇÃO: Resolução DIREX Nº 009/2012 de 30/01/2012 NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO 1/17 ÍNDICE

Leia mais

O ADVOGADO GESTOR. A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo. Peter Drucker

O ADVOGADO GESTOR. A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo. Peter Drucker O ADVOGADO GESTOR Ari Lima A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo. Peter Drucker A competitividade atualmente no setor jurídico tem exigido uma nova postura profissional dos advogados. Tanto para

Leia mais

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento M A N U A L TREINAMENTO 1. Introdução A velocidade das mudanças tecnológicas, o aumento da diversidade nos locais de trabalho e a acentuada mobilidade dos trabalhadores atuais são aspectos do mundo contemporâneo

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS 0 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS AS FUNÇÕES DA CONTROLADORIA E O PERFIL DO CONTROLLER NAS EMPRESAS INTEGRANTES DOS PRINCIPAIS

Leia mais

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir.

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir. 1. A administração de recursos humanos, historicamente conhecida como administração de pessoal, lida com sistemas formais para administrar pessoas dentro da organização. A administração de recursos humanos

Leia mais

Prof. Gustavo Nascimento. Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA

Prof. Gustavo Nascimento. Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA Prof. Gustavo Nascimento Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA A liderança e seus conceitos Liderança é a capacidade de influenciar um grupo para que as metas sejam alcançadas Stephen Robbins A definição de liderança

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013 RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013 Even e Junior Achievement de Minas Gerais UMA PARCERIA DE SUCESSO 1 SUMÁRIO Resultados Conquistados... 3 Resultados do Projeto... 4 Programa Finanças Pessoais... 5 Conceitos

Leia mais

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES AVALIAÇÃO DE COLABORADORES RESUMO A preocupação com o desempenho dos colaboradores é um dos fatores que faz parte do dia-a-dia da nossa empresas. A avaliação de desempenho está se tornando parte atuante

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Elisa Maçãs IDÉIAS & SOLUÇÕES Educacionais e Culturais Ltda www.ideiasesolucoes.com 1

Leia mais

Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012

Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012 Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS A Fundação Getulio Vargas (FGV) deu início a

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00 Páginas 1/8 1. OBJETIVO O Código de Ética é um conjunto de diretrizes e regras de atuação, que define como os empregados e contratados da AQCES devem agir em diferentes situações no que diz respeito à

Leia mais

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS Junho, 2006 Anglo American Brasil 1. Responsabilidade Social na Anglo American Brasil e objetivos deste Manual Já em 1917, o Sr. Ernest Oppenheimer, fundador

Leia mais

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS.

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. DIPLOMA CONFERIDO: TECNÓLOGO DE

Leia mais

CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR EXPERIÊNCIA DE ADMINISTRADORES

CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR EXPERIÊNCIA DE ADMINISTRADORES CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR EXPERIÊNCIA DE ADMINISTRADORES ANÁLISE DE REQUISITOS PARA RELATOR E AVALIADOR DA BANCA EXAMINADORA ESBOÇO ESQUEMÁTICO CONSIDERAÇÕES INICIAIS Esta breve análise pretende abordar

Leia mais

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores Sumário Liderança para potenciais e novos gestores conceito Conceito de Liderança Competências do Líder Estilos de Liderança Habilidades Básicas Equipe de alta performance Habilidade com Pessoas Autoestima

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica por Camila Hatsumi Minamide* Vivemos em um ambiente com transformações constantes: a humanidade sofre diariamente mudanças nos aspectos

Leia mais

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial remuneração para ADVOGADOS Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados advocobrasil Não ter uma política de remuneração é péssimo, ter uma "mais ou menos" é pior ainda. Uma das

Leia mais

ATENDIMENTO 3D O diferencial para o sucesso em vendas

ATENDIMENTO 3D O diferencial para o sucesso em vendas Perfil... Atuando há 20 anos em vendas Jean Oliveira já viveu na pele cada experiência que essa profissão promove, é especialista com MBA em Estratégias de Negócios e graduado em Tecnologia de Processamento

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

Fatores e Indicadores de Desempenho ADP

Fatores e Indicadores de Desempenho ADP Fatores e Indicadores de Desempenho ADP RESPONSABILIDADE / COMPROMETIMENTO COM A INSTITUIÇÃO - Assumir o compromisso na realização das atribuições - Atuar com disposição para mudanças - Buscar qualidade

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

PLANEJAMENTO DE MARKETING

PLANEJAMENTO DE MARKETING PLANEJAMENTO DE MARKETING A análise ambiental e o planejamento beneficiam os profissionais de marketing e a empresa como um todo, ajudando os gerentes e funcionários de todos os níveis a estabelecer prioridades

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

MERITOCRACIA E COMPETÊNCIAS Avaliando Desempenho e Construindo Resultados Sustentáveis na Administração Pública

MERITOCRACIA E COMPETÊNCIAS Avaliando Desempenho e Construindo Resultados Sustentáveis na Administração Pública MERITOCRACIA E COMPETÊNCIAS Avaliando Desempenho e Construindo Resultados Sustentáveis na Administração Pública ROGERIO LEME rogerio@lemeconsultoria.com.br Rogerio Leme Diretor de Estudos de Desenvolvimento

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

MEGAINVEST. Código de Ética

MEGAINVEST. Código de Ética Código de Ética Sumário - Do Código de Ética - Filosofia Corporativa - Valores - Do Relacionamento Interno, Externo e Políticas Relacionadas - Exceções ao Código, Sanções e Punições Acreditamos que, no

Leia mais

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO Apesar de as empresas brasileiras estarem despertando para o valor das ações de educação corporativa em prol dos seus negócios, muitos gestores ainda

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE GEduc 2012 - Novos Rumos para a Gestão Educacional Pág 1 Temas Pressupostos teórico-metodológicos As necessidades

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Questões sobre o tópico Desenvolvimento e treinamento de pessoal: levantamento de necessidades, programação, execução e avaliação. Olá Pessoal, hoje veremos outro

Leia mais

Remuneração e Avaliação de Desempenho

Remuneração e Avaliação de Desempenho Remuneração e Avaliação de Desempenho Objetivo Apresentar estratégias e etapas para implantação de um Modelo de Avaliação de Desempenho e sua correlação com os programas de remuneração fixa. Programação

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014 Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 Este relatório baseia-se nas respostas apresentadas no Inventário de Análise Pessoal comportamentos observados através questionário

Leia mais

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA?

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? Definição: a manipulação planejada da comunicação visando, pela persuasão, promover comportamentos em benefício do anunciante que a utiliza. Funções: cabe a propaganda informar

Leia mais

COMO FAZER A TRANSIÇÃO

COMO FAZER A TRANSIÇÃO ISO 9001:2015 COMO FAZER A TRANSIÇÃO Um guia para empresas certificadas Antes de começar A ISO 9001 mudou! A versão brasileira da norma foi publicada no dia 30/09/2015 e a partir desse dia, as empresas

Leia mais

Questões. Gestão de Projetos GNG- 103. Questões. Gestão de Projetos GNG- 103 15/11/2006

Questões. Gestão de Projetos GNG- 103. Questões. Gestão de Projetos GNG- 103 15/11/2006 Questões Gestão de Projetos GNG- 103 GNG-103 Gestão de Projetos O que é gerenciamento de s? Cite algumas vantagens da organização por. Quais são os cinco grupos de processos de gerenciamento de s? Cite

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO CONTEÚDO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - CONCEITO DE PREÇO NOS SERVIÇOS - FATORES DETERMINANTES DOS PREÇOS - ESTRATÉGIAS E ASPECTOS IMPORTANTES PARA

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 Analista da Divisão de Contratos da PRODESP Diretor de Esporte do Prodesp

Leia mais

Formulário de Avaliação de Desempenho

Formulário de Avaliação de Desempenho Formulário de Avaliação de Desempenho Objetivos da Avaliação de Desempenho: A avaliação de desempenho será um processo anual e sistemático que, enquanto processo de aferição individual do mérito do funcionário

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS Universidade Federal do Ceará Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Curso de Administração de Empresas GESTÃO POR COMPETÊNCIAS MAURICIO FREITAS DANILO FREITAS Disciplina

Leia mais

Discurso do diretor Luiz A Pereira da Silva no SICOOB - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil

Discurso do diretor Luiz A Pereira da Silva no SICOOB - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil Brasília, 23 de novembro de 2011 Discurso do diretor Luiz A Pereira da Silva no SICOOB - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil 1. Senhoras e senhores, boa tarde. 2. Inicialmente, eu gostaria de

Leia mais

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL: A CONDUTA DO INDIVÍDUO RESUMO

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL: A CONDUTA DO INDIVÍDUO RESUMO 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL: A CONDUTA DO INDIVÍDUO ALCALDE, Elisângela de Aguiar 1 MARIANO, Rosiane da Conceição 2 SANTOS, Nathália Ribeiro dos SANTOS, Rosilei Ferreira dos SANTOS, Sirene José Barbosa

Leia mais

Unidade II GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres

Unidade II GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres Unidade II GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS Professora Ani Torres Gestão de Pessoas Conjunto de métodos, políticas,técnicas e práticas definidos com o objetivo de orientar o comportamento humano

Leia mais

Código de Ética do IBCO

Código de Ética do IBCO Código de Ética do IBCO Qua, 14 de Novembro de 2007 21:00 O papel do consultor de organização, no desempenho de suas atividades, é o de assistir aos clientes na melhoria do seu desempenho, tanto nos aspectos

Leia mais

Os profissionais estão envelhecendo. E agora?

Os profissionais estão envelhecendo. E agora? 10Minutos Gestão de talentos Pesquisa sobre envelhecimento da força de trabalho no Bras Os profissionais estão envelhecendo. E agora? Fevereiro 2015 Destaques O Bras está envelhecendo rapidamente. Estima-se

Leia mais

Código de Ética. PARTE I Relação com o cliente de Consultoria

Código de Ética. PARTE I Relação com o cliente de Consultoria Código de Ética PARTE I Relação com o cliente de Consultoria 1. É essencial que o Consultor estabeleça de inicio com o cliente, de forma clara, os objetivos do trabalho previsto, dos meios a serem utilizados,

Leia mais

Manual do Estagiário 2008

Manual do Estagiário 2008 Manual do Estagiário 2008 Sumário Introdução... 2 O que é estágio curricular... 2 Objetivos do estágio curricular... 2 Duração e carga horária do estágio curricular... 3 Requisitos para a realização do

Leia mais

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS Amplitude de Controle Conceito Também denominada amplitude administrativa ou ainda amplitude de supervisão, refere-se ao número de subordinados que um

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS John F. Eichstaedt, Toni Édio Degenhardt Professora: Eliana V. Jaeger RESUMO: Este artigo mostra o que é um SIG (Sistema de Informação gerencial) em uma aplicação prática

Leia mais

O Processo De Melhoria Contínua

O Processo De Melhoria Contínua O Processo De Melhoria Contínua Não existe mais dúvida para ninguém que a abertura dos mercados e a consciência da importância da preservação do meio ambiente e a se transformaram em competitividade para

Leia mais

Gestão Financeira. Diretrizes e Práticas da Gestão Financeira. Aula 1. Organização da Aula. Contextualização. Objetivos

Gestão Financeira. Diretrizes e Práticas da Gestão Financeira. Aula 1. Organização da Aula. Contextualização. Objetivos Gestão Financeira Aula 1 Diretrizes e Práticas da Gestão Financeira Prof. Esp. Roger Luciano Francisco Organização da Aula Contextualização Abrangência da área financeira O profissional de finanças O mercado

Leia mais

cada fator e seus componentes.

cada fator e seus componentes. 5 CONCLUSÃO Conforme mencionado nas seções anteriores, o objetivo deste trabalho foi o de identificar quais são os fatores críticos de sucesso na gestão de um hospital privado e propor um modelo de gestão

Leia mais

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO CONCURSO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM TEMA 04: ATIVIDADES DO ENFERMEIRO ATIVIDADES DO ENFERMEIRO SUPERVISÃO GERENCIAMENTO AVALIAÇÃO AUDITORIA

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

Você dispõe da base necessária para desenvolver a confiança dos funcionários? Terceirização de RH e o líder empresarial SUMÁRIO EXECUTIVO

Você dispõe da base necessária para desenvolver a confiança dos funcionários? Terceirização de RH e o líder empresarial SUMÁRIO EXECUTIVO Terceirização de RH e o líder empresarial SUMÁRIO EXECUTIVO Você dispõe da base necessária para desenvolver a confiança dos funcionários? EM ASSOCIAÇÃO COM Empresas com funcionários envolvidos superam

Leia mais

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software [...] O que é a Qualidade? A qualidade é uma característica intrínseca e multifacetada de um produto (BASILI, et al, 1991; TAUSWORTHE, 1995).

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Graduação em Ciências Contábeis com Ênfase em Controladoria

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Graduação em Ciências Contábeis com Ênfase em Controladoria PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Graduação em Ciências Contábeis com Ênfase em Controladoria Aline Fernanda de Oliveira Castro Michelle de Lourdes Santos A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE

Leia mais

INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS

INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS Ari Lima Um empreendimento comercial tem duas e só duas funções básicas: marketing e inovação. O resto são custos. Peter Drucker

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 3 Criação, Estruturação, Montagem e Gerenciamento de uma Equipe de Projeto

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 3 Criação, Estruturação, Montagem e Gerenciamento de uma Equipe de Projeto Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 3 Criação, Estruturação, Montagem e Gerenciamento de uma Equipe de Projeto Tópicos Abordados Criação, Estruturação e Gerenciamento de uma Equipe de Projeto. O Papel

Leia mais

Sugestões do FGC para uma Orientação Internacional de Seguro Depósito

Sugestões do FGC para uma Orientação Internacional de Seguro Depósito Sugestões do FGC para uma Orientação Internacional de Seguro Depósito (Abril, 2002) Ana Carla Abraão Costa Economista Os sistemas de seguro depósito, a par dos problemas de perigo moral e seleção adversa

Leia mais

FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA

FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA A NECESSIDADE DE CONSULTORIA NAS EMPRESAS RECIFE DEZ/2014 ALEXSANDRA SOARES DA SILVA A NECESSIDADE DE CONSULTORIA NAS EMPRESAS Artigo científico apresentado em

Leia mais

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS AUDITORIA INTERNA DA ATLAS A auditoria interna serve à administração como meio de identificação de que todos os processos internos e políticas definido pela ATLAS, assim como sistemas contábeis e de controle

Leia mais

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Não há mais dúvidas de que para as funções da administração - planejamento, organização, liderança e controle

Leia mais

O que é Benchmarking?

O que é Benchmarking? BENCHMARKING Sumário Introdução Conhecer os tipos de benchmarking Aprender os princípios do bechmarking Formar a equipe Implementar as ações Coletar os benefícios Exemplos Introdução O que é Benchmarking?

Leia mais

Prof Elly Astrid Vedam

Prof Elly Astrid Vedam Prof Elly Astrid Vedam Despertar e saber lidar com os mecanismos de liderança e se preparar para a gestão de pequenos e médios negócios; Identificar conflitos no ambiente de seu negócio, calculando e avaliando

Leia mais

Imagem Global e Reputação da Indústria Automobilística

Imagem Global e Reputação da Indústria Automobilística Imagem Global e Reputação da Indústria Automobilística Contexto Durante a história recente, as percepções públicas a respeito da indústria automobilística tem reagido de acordo com eventos e marcos globais

Leia mais

Celebrado em Brasília, aos 20 dias do mês de março de 1996, em dois originais, nos idiomas português e alemão, ambos igualmente válidos.

Celebrado em Brasília, aos 20 dias do mês de março de 1996, em dois originais, nos idiomas português e alemão, ambos igualmente válidos. ACORDO-QUADRO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERAL DA ALEMANHA SOBRE COOPERAÇÃO EM PESQUISA CIENTÍFICA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO O Governo da República

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. O QUE É?

PLANO DE NEGÓCIOS. O QUE É? NE- CACT O Núcleo de Empreendedorismo da UNISC existe para estimular atitudes empreendedoras e promover ações de incentivo ao empreendedorismo e ao surgimento de empreendimentos de sucesso, principalmente,

Leia mais

LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE MUITOS DOS PROBLEMAS MAIS CRÍTICOS NÃO ESTÃO NO MUNDO DAS COISAS, MAS NO MUNDO DAS PESSOAS. DESENVOLVIMENTO: APTIDÕES TÉCNICAS >>> HABILIDADES SOCIAIS CIÊNCIAS BEM SUCEDIDAS X CIÊNCIAS MAL SUCEDIDAS. -

Leia mais

Enquete. O líder e a liderança

Enquete. O líder e a liderança Enquete O líder e a liderança Muitas vezes, o sucesso ou fracasso das empresas e dos setores são creditados ao desempenho da liderança. Em alguns casos chega-se a demitir o líder, mesmo aquele muito querido,

Leia mais

Programa de Excelência em Atendimento aos Clientes

Programa de Excelência em Atendimento aos Clientes Programa de Excelência em Atendimento aos Clientes PROPOSTA TÉCNICA COMERCIAL Versão 2.0 Setembro de 2014 Agosto de 2008 Índice ÍNDICE...2 1. CONTEXTO...3 2. VISÃO, ESCOPO E ATIVIDADES DESTE PROJETO...5

Leia mais