As diferentes funções que o modelo de jogo da equipe desencadeia ao goleiro uma comparação entre Brasil e Alemanha

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "As diferentes funções que o modelo de jogo da equipe desencadeia ao goleiro uma comparação entre Brasil e Alemanha"

Transcrição

1 As diferentes funções que o modelo de jogo da equipe desencadeia ao goleiro uma comparação entre Brasil e Alemanha As funções que o modelo de jogo da equipe desencadeia ao goleiro FERNANDO PAIVA CORRÊA JÚNIOR* Graduado em Ed. Física e Desportos UFJF* Treinador de Goleiro do Grêmio Novorizontino *

2 INTRODUÇÃO Muito tem se falado que a Copa do Mundo no Brasil está sendo a copa das copas. Ao decorrer dos jogos foram surgindo outros comentários que diziam que além de ser a copa das copas, está sendo também a copa dos goleiros. Estes comentários vieram após as grandes exibições dos goleiros durante os jogos, que muitas vezes foram decisivos para a sobrevivência das equipes na competição. O sucesso dos goleiros pode estar diretamente relacionado com a importância dada a este atleta nos dias atuais, onde lhe é oferecido um treinador específico que tem como função criar treinamentos adequados às suas necessidades, oferecendo os recursos necessários ao atleta nos aspectos técnicos, táticos, físicos e psicológicos e também a maior inserção do goleiro no modelo de jogo da equipe. Em algumas equipes o goleiro está inserido constantemente em sua maneira de jogar, isto se deve ao entendimento dos treinadores da necessidade de utilizar estratégias distintas para obter vantagens sobre os adversários, utilizando o goleiro como membro atuante da equipe em todos os momentos do jogo. Dentro deste contexto os goleiros trabalham defensivamente realizando a defesa da meta, cobertura defensiva e organização defensiva (orientações ex: retardamento da progressão dos adversários). Nos momentos ofensivos o goleiro atua realizando a transição defesa/ataque por meio da reposição de bola, escolhendo a melhor opção para dar início à ação ofensiva. Quando a equipe está em sua fase ofensiva o goleiro sobe o bloco junto com toda a equipe. O goleiro também atua constantemente na circulação de bola, abrindo linha de passe para a circulação e orientando sobre a retirada de bola da pressão. Carta (2003) refere que o goleiro desempenha um papel determinante na interpretação da tática coletiva. Portanto entende-se que o modelo de jogo da equipe influencia diretamente nas funções dos goleiros dentro do jogo e as ações do goleiro influenciam diretamente na tática coletiva. Mediante a isto buscamos observar os comportamentos dos goleiros durante os jogos do mundial e realizar uma comparação entre dois goleiros de diferentes escolas de futebol, onde as equipes apresentam modelo de jogo distinto. A partir das observações, especulamos sobre as diferentes demandas que o modelo de jogo de cada equipe pode causar ao atleta e à sua preparação. MAPA DE CALOR O mapa de calor nos permite observar em quais regiões do campo o goleiro esteve posicionado durante a partida entre Brasil x Alemanha. Observamos que há diferença entre as movimentações realizadas pelos dois goleiros envolvidos no jogo. AS DIFERENTES FUNÇÕES BRASIL X ALEMANHA GOLEIRO JÚLIO CÉSAR - MAPA DE CALOR E ESTATÍSTICA Atleta

3 O modelo de jogo da equipe brasileira exigiu ao goleiro Júlio César um trabalho de defesa da meta (ex: execução dos fundamentos para proteção do gol) e transição defesa/ataque (ex: reposição de bola após a retomada da posse), que são ações mais comuns ao goleiro. Estas exigências fizeram com que o goleiro se posicionasse dentro da área, mesmo quando a equipe esteve no momento ofensivo, percorrendo assim uma distância (26.3km em um total de 7 jogos) menor em relação ao outro goleiro. Em relação à equipe não houve mudanças advindas da maneira de atuar do goleiro como na equipe adversária. Preparação A não utilização do goleiro na cobertura defensiva e circulação de bola da equipe pode influenciar na preparação do atleta, pois as ações referentes a estes momentos não estarão inseridas no contexto diário de treino e jogos, fazendo com que a prioridade dos treinos seja as ações de defesa da meta e transição defesa ataque. Veja no vídeo abaixo algumas ações realizadas pelo goleiro brasileiro GOLEIRO MANUEL NEUER - MAPA DE CALOR E ESTATÍSTICAS Atleta O modelo de jogo da equipe alemã exigiu ao goleiro Manuel Neuer além de sua função de defesa da meta (ex: execução dos fundamentos para proteção do gol) e transição defesa/ataque (ex: reposição de bola após a retomada da posse) um trabalho de cobertura defensiva (ex: cobertura da 4 linha) quando a bola esteve em posse do adversário e circulação de bola (ex: abrir linhas de passe) quando a bola estava em posse da equipe. Estas exigências fizeram com que o goleiro se posicionasse nos momentos de cobertura defensiva a frente da linha da área e se deslocasse à lateral do gol criando linhas de passe para executar a circulação de bola. As funções adicionais exigiram que o goleiro percorresse uma distância

4 (38.5km em um total de 7 jogos) maior em relação ao goleiro que não realizou cobertura defensiva e circulação de bola. Em relação à equipe a cobertura defensiva realizada pelo goleiro proporcionou a opção de pressionar o adversário, onde a equipe se posicionou em bloco alto. A circulação de bola permitiu um ganho de amplitude no campo onde foram explorados os espaços. Preparação A utilização do goleiro na cobertura defensiva e circulação de bola fazem com que seja necessário adicionar ao treinamento elementos de ação de cobertura e circulação para que o goleiro tenha todos os recursos necessários para intervir no jogo. Isto faz com que a construção do treino seja um pouco mais complexa, pois além dos elementos de ação de defesa da meta e transição defesa/ataque, serão inseridos elementos de duas novas funções. Veja no vídeo abaixo algumas ações realizadas pelo goleiro alemão CONSIDERAÇÕES FINAIS Entendemos que as funções executadas pelo goleiro dentro do jogo estão diretamente relacionadas com a forma de jogar da equipe, onde esta forma de jogar irá exigir determinadas ações do goleiro. As funções de defesa da meta e transição defesa/ataque são comuns a todos os goleiros, fazendo com que os elementos de ação dessas funções estejam presentes nas sessões de treino de todos. Os goleiros que atuam em equipes que adotam um modelo de jogo em que o goleiro, além das funções de defesa da meta e transição defesa/ataque, realiza cobertura defensiva e circulações de bola participam mais do jogo em relação aos goleiros que atuam somente realizando defesa da meta e transição defesa/ataque.

5 BIBLIOGRAFIA Carta A. Portiere: sport individuale o di squadra? Notiziario del Settore Técnico Federazione Italiana Giuoco Calcio,. 2003;2:32-3 FIFA. Disponível em: Acesso em 14/07/2014. FERNANDO PAIVA CORRÊA JÚNIOR* Treinador de Goleiro do Grêmio Novorizontino - SP* Graduado em Ed. Física e Desportos UFJF *

SISTEMA 4-3-3. Brasil (1962). Origem no 4-2-4. Brasil (1970)

SISTEMA 4-3-3. Brasil (1962). Origem no 4-2-4. Brasil (1970) SISTEMA 4-3-3 HISTÓRICO/EVOLUÇÃO O sistema 4-3-3 tem sua origem no 4-2-4. O Brasil tinha como base o sistema 4-2-4 na Copa do Mundo de 1962. Zagallo era o ponta esquerda, com o seu recuo para auxiliar

Leia mais

Sociedade União 1º.Dezembro. Das teorias generalistas. à ESPECIFICIDADE do treino em Futebol. Programação e. Periodização do.

Sociedade União 1º.Dezembro. Das teorias generalistas. à ESPECIFICIDADE do treino em Futebol. Programação e. Periodização do. Sociedade União 1º.Dezembro Das teorias generalistas à ESPECIFICIDADE do treino em Futebol Programação e Periodização do Treino em Futebol 1 Programação e Periodização do Treino em Futebol Ter a convicção

Leia mais

Evolução Histórica e Tática do Futebol

Evolução Histórica e Tática do Futebol Evolução Histórica e Tática do Futebol Prof. Mst. Sandro de Souza O Campo 1 Os Jogadores Posicionados de acordo com a região do campo DEFESA MEIO-CAMPO ATAQUE ZAGUEIROS Defensores Backs MÉDIOS Armadores

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO JOGO E DO MODELO DE JOGO NA PERFORMANCE DOS ATLETAS

A INFLUÊNCIA DO JOGO E DO MODELO DE JOGO NA PERFORMANCE DOS ATLETAS A INFLUÊNCIA DO JOGO E DO MODELO DE JOGO NA PERFORMANCE DOS ATLETAS A preparação física como norte do processo ou subordinada às variáveis da partida? Uma análise sob a ótica sistêmica. Por Cyro Bueno*

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGO EFETIVO PROFESSOR DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO Edital 21/2015 Campus Rio Pomba FOLHA DE PROVA

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGO EFETIVO PROFESSOR DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO Edital 21/2015 Campus Rio Pomba FOLHA DE PROVA Tema 01: METODOLOGIA DO ENSINO DOS ESPORTES INDIVIDUAIS E COLETIVOS O ensino de esportes coletivos na Educação Física escolar deve ser balizado em princípios pedagógicos importantes como a diversidade,

Leia mais

SISTEMÁTICA DO DESPORTO II

SISTEMÁTICA DO DESPORTO II INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Escola Superior de Desporto de Rio Maior Ano Lectivo 2009/20010 SISTEMÁTICA DO DESPORTO II Licenciatura em Desporto: Variante de Condição Física Regente: Hugo Louro Docentes:

Leia mais

Intervenção do presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Dr. Fernando Gomes 26.08.2014

Intervenção do presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Dr. Fernando Gomes 26.08.2014 Intervenção do presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Dr. Fernando Gomes 26.08.2014 Há exatamente dois meses a Seleção Nacional A efetuou o seu último jogo no Campeonato do Mundo disputado no Brasil.

Leia mais

Emissão Original: 03/11/2014

Emissão Original: 03/11/2014 COPA DO NORDESTE SUB 20/2014 REGULAMENTO ESPECÍFICO DA COMPETIÇÃO CAPÍTULO I Da Denominação e Participação Art. 1º A Copa do Nordeste Sub 20 de 2014, doravante denominada Copa, é regida por dois regulamentos

Leia mais

Escola Superior de Desporto de Rio Maior. Treino com Jovens - Jogos Lúdicos

Escola Superior de Desporto de Rio Maior. Treino com Jovens - Jogos Lúdicos Escola Superior de Desporto de Rio Maior Treino com Jovens - Jogos Lúdicos Docentes: António Graça Paulo Paixão Miguel Discentes: Turma 1 e 2 da UC de Teoria e Metodologia do Treino Rio Maior, 2009_10

Leia mais

1ºTorneio Bancário Society de Clubes Paulista REGULAMENTO 2015

1ºTorneio Bancário Society de Clubes Paulista REGULAMENTO 2015 REGULAMENTO 2015 1º Torneio Bancário Society de Clubes Paulista 2015, é uma promoção da Secretaria de Esporte do Sindicato dos Bancários, e tem por finalidade efetuar o congraçamento entre os bancários

Leia mais

Princípios de Jogo Formação - Infantis 2013-2014

Princípios de Jogo Formação - Infantis 2013-2014 O futebol é um jogo de oposição entre os jogadores de duas equipas e, simultaneamente, um jogo de cooperação entre os elementos da mesma equipa que procuram, a todo o momento, a adopção de comportamentos

Leia mais

O ENSINO DO HANDEBOL NA ESCOLA: UMA PROPOSTA DE SISTEMATIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS

O ENSINO DO HANDEBOL NA ESCOLA: UMA PROPOSTA DE SISTEMATIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS O ENSINO DO HANDEBOL NA ESCOLA: UMA PROPOSTA DE SISTEMATIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS Resumo Scheila Medina 1 - PUCPR Luís Rogério de Albuquerque 2 - PUCPR Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias e

Leia mais

Novas regras do futsal

Novas regras do futsal Novas regras do futsal 2011 Confederação Brasileira de Futebol de Salão - Futsal Futsal do Brasil passa a adotar novidades na regra em 2011 A temporada de 2011 ainda nem começou, mas o futsal brasileiro

Leia mais

PLANO DE TRABALHO FUTEBOL

PLANO DE TRABALHO FUTEBOL PLANO DE TRABALHO FUTEBOL Telefone: (44) 3220-5750 E-mail: centrosesportivos@maringa.pr.gov.br EQUIPE ORGANIZADORA SECRETARIO MUNICIPAL DE ESPORTES E LAZER Francisco Favoto DIRETOR DE ESPORTES E LAZER

Leia mais

O SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL PARA ATLETAS PORTADORES DE PARALISIA CEREBRAL

O SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL PARA ATLETAS PORTADORES DE PARALISIA CEREBRAL O SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL PARA ATLETAS PORTADORES DE PARALISIA CEREBRAL Prof. MsC Cláudio Diehl Nogueira Professor Assistente do Curso de Educação Física da UCB Classificador Funcional Sênior

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO JOGOS DE INTEGRAÇÃO REGULAMENTO TÉCNICO DO BASQUETEBOL MASCULINO

REGULAMENTO TÉCNICO JOGOS DE INTEGRAÇÃO REGULAMENTO TÉCNICO DO BASQUETEBOL MASCULINO REGULAMENTO TÉCNICO JOGOS DE INTEGRAÇÃO REGULAMENTO TÉCNICO DO BASQUETEBOL MASCULINO Art. 1 O torneio de basquetebol masculino será realizado de acordo com as regras estabelecidas pela Federação Internacional

Leia mais

Os cinco subsistemas de Gestão de Pessoas

Os cinco subsistemas de Gestão de Pessoas Faculdade de Tecnologia Senac Goiás Os cinco subsistemas de Gestão de Pessoas Trabalho de Gestão de Pessoas Alunos: Nilce Faleiro Machado Goiânia,4 de dezembro de 2015 1 Sumário Capa...1 Sumário...2 Introdução...3

Leia mais

Lentos, atrasados e desequilibrados

Lentos, atrasados e desequilibrados Deslocamentos Lentos, atrasados e desequilibrados Descoordenação espaço-tempo pela falta de referências e pelas dificuldades naturais da areia, vento ou sol Maior dificuldade em deslocamentos para trás

Leia mais

Matemática em Toda Parte II

Matemática em Toda Parte II Matemática em Toda Parte II Episódio: Matemática no Esporte Resumo Praticar esportes é uma das coisas mais prazerosas na vida de muitas pessoas. Além de fazer bem à saúde, envolve cooperação, coletividade,

Leia mais

Quimibol - Revisando a Tabela Periódica

Quimibol - Revisando a Tabela Periódica Quimibol - Revisando a Tabela Periódica Apresentação O QUIMIBOL é um jogo de tabuleiro que simula o tradicional jogo de futebol. O objetivo desta atividade lúdica é revisar os conteúdos referentes à Tabela

Leia mais

1 Regras dos Esportes de Verao da Special Olympics Basketball BASQUETEBOL

1 Regras dos Esportes de Verao da Special Olympics Basketball BASQUETEBOL 1 BASQUETEBOL As Regras Oficiais da Special Olympics devem governar todas as competições de Basquete da Special Olympics. Como um programa de esportes internacional, a Special Olympics criou estas regras

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013. (Do Sr. JOSÉ STÉDILE)

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013. (Do Sr. JOSÉ STÉDILE) PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 (Do Sr. JOSÉ STÉDILE) Determina que empresas de direito público, no âmbito federal, ao patrocinarem clubes de futebol, destinem 5% do valor do patrocínio para ser utilizado em

Leia mais

Basquetebol A transição defesa-ataque nos escalões de sub-14 e sub-16: como fazer e como construir

Basquetebol A transição defesa-ataque nos escalões de sub-14 e sub-16: como fazer e como construir Basquetebol A transição defesa-ataque nos escalões de sub-14 e sub-16: como fazer e como construir Helder Silva Considerações gerais Índice Proposta de ensino do tema Transição Defesa Ataque O que é?,

Leia mais

Revista Brasileira de Futsal e Futebol ISSN 1984-4956 versão eletrônica

Revista Brasileira de Futsal e Futebol ISSN 1984-4956 versão eletrônica 37 O ÍNDICE DE APROVEITAMENTO DOS CONTRA-ATAQUES É SUPERIOR AOS DAS JOGADAS OFENSIVAS DE POSSE DE BOLA Fábio Figuerôa dos Santos 1 RESUMO Este estudo teve o objetivo de analisar o índice de aproveitamento

Leia mais

Curso Técnico em Agropecuária integrado ao Ensino Médio

Curso Técnico em Agropecuária integrado ao Ensino Médio 1 Curso Técnico em Agropecuária integrado ao Ensino Médio DISCIPLINA: Educação Física PROFESSOR(A): Paulo Fernando Mesquita Junior paulo.junior@ifc-sombrio.edu.br Os sistemas (Parte 2) Sistema 5 X 1 A

Leia mais

Desenvolvimento de Estratégia para Programação do Futebol de Robôs da Mauá

Desenvolvimento de Estratégia para Programação do Futebol de Robôs da Mauá Desenvolvimento de Estratégia para Programação do Futebol de Robôs da Mauá Wânderson O. Assis, Alessandra D. Coelho, Marcelo M. Gomes, Cláudio G. Labate, Daniel F. Calasso, João Carlos G. C. Filho Escola

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA ESPECIFICIDADE NO TREINAMENTO DO FUTEBOL CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA ESPECIFICIDADE NO TREINAMENTO DO FUTEBOL CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA ESPECIFICIDADE NO TREINAMENTO DO FUTEBOL CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA AUTOR(ES): RODRIGO

Leia mais

Pró-Reitoria de Graduação Educação Física

Pró-Reitoria de Graduação Educação Física Pró-Reitoria de Graduação Educação Física Trabalho LUCA de LAMEIRA Conclusão ANTUNES de Curso ANÁLISE DOS GOLS QUE SE ORIGINARAM DE BOLAS PARADAS DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE FUTEBOL DE CAMPO DE 2011 Artigo

Leia mais

Navarro, F. In Planificacion del entrenamiento a largo plazo

Navarro, F. In Planificacion del entrenamiento a largo plazo Um programa de treino bem organizado e planificado, durante um período de tempo prolongado, aumenta a eficácia da preparação para as competições futuras mais importantes, uma vez que: introduz uma utilização

Leia mais

APOSTILA DE FUTSAL. 6º, 7º, 8º e 9º ANO. HISTÓRICO No Brasil

APOSTILA DE FUTSAL. 6º, 7º, 8º e 9º ANO. HISTÓRICO No Brasil APOSTILA DE FUTSAL 6º, 7º, 8º e 9º ANO HISTÓRICO No Brasil O Futebol de Salão tem duas versões sobre o seu surgimento, como em outros esportes, há divergências quanto a sua invenção. Há uma versão que

Leia mais

FUTEBOL DE CAMPO CATEGORIA / IDADE - MASCULINO: CATEGORIAS / IDADE - FEMININO:

FUTEBOL DE CAMPO CATEGORIA / IDADE - MASCULINO: CATEGORIAS / IDADE - FEMININO: FUTEBOL DE CAMPO Todos os atletas deverão apresentar o Documento Original (conforme Art.do Regulamento Geral) É obrigatório (e indispensável) o uso de caneleiras para todos os atletas participantes das

Leia mais

(S.I.) = 10 + 6 3) (FP) O

(S.I.) = 10 + 6 3) (FP) O Lista Cinemática 1) (FP) Um motorista pretende realizar uma viagem com velocidade média de 90 km/h. A primeira terça parte do percurso é realizada à 50km/h e os próximos 3/5 do restante é realizado à 80

Leia mais

Abordagens Matemáticas e Estatísticas para o Futebol

Abordagens Matemáticas e Estatísticas para o Futebol Universidade Estadual de Campinas UNICAMP Abordagens Matemáticas e Estatísticas para o Futebol Aluna: Juliana Mayumi Aoki Orientador: Laércio Luis Vendite Identificação do trabalho Título Abordagens Matemáticas

Leia mais

O Volume Do Treinamento No Futsal

O Volume Do Treinamento No Futsal O Volume Do Treinamento No Futsal Quando se fala de volume de treino é importante primeiramente entender quais são as vias metabólicas predominantemente envolvidas no esporte a ser treinado, e, respeitar

Leia mais

CAMPEONATO DE FUTEBOL DE CAMPO MÁSTER 2013 FUTEBOL NÃO PROFISSIONAL DEPARTAMENTO TÉCNICO NOTA OFICIAL 001/13 REGULAMENTO

CAMPEONATO DE FUTEBOL DE CAMPO MÁSTER 2013 FUTEBOL NÃO PROFISSIONAL DEPARTAMENTO TÉCNICO NOTA OFICIAL 001/13 REGULAMENTO CAMPEONATO DE FUTEBOL DE CAMPO MÁSTER 2013 FUTEBOL NÃO PROFISSIONAL DEPARTAMENTO TÉCNICO NOTA OFICIAL 001/13 REGULAMENTO Dispõe sobre as normas a serem estabelecidas no Regulamento do Campeonato de MÁSTER

Leia mais

Nota de Aplicação. Como enviar alarmes do Vijeo Citect por email utilizando o Microsoft Outlook. Suporte Técnico Brasil. Versão: 1.

Nota de Aplicação. Como enviar alarmes do Vijeo Citect por email utilizando o Microsoft Outlook. Suporte Técnico Brasil. Versão: 1. Nota de Aplicação Como enviar alarmes do Vijeo Citect por email utilizando o Microsoft Outlook Versão: 1.0 Suporte Técnico Brasil Especificações técnicas Hardware: Firmware: Software: Versão: Vijeo Citect

Leia mais

UNIVERSO - Disciplina: Futebol e Futsal Prof. Sandro de Souza

UNIVERSO - Disciplina: Futebol e Futsal Prof. Sandro de Souza SISTEMAS OFENSIVOS E DEFENSIVOS DO FUTSAL Sistema é o posicionamento organizado dos jogadores de uma equipe na quadra. Para que o professor posicione a equipe na quadra de forma organizada, inteligente,

Leia mais

Princípios da defesa 5x3

Princípios da defesa 5x3 Princípios da defesa 5x3 Não importa qual defesa praticamos, mas, o como a tornamos eficaz No 5x5, são até três atacantes realmente envolvidos em uma jogada, portanto, se todos estiverem sempre comprometidos

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS.

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS. Maria da Conceição da Cruz (PIBIX/PIBID-UFS) marynni@hotmail.com Tayane dos Santos (PIBIX -UFS) tayaneyat@gmail.com Resumo:

Leia mais

DEFINIÇÃO DE MOTIVAÇÃO

DEFINIÇÃO DE MOTIVAÇÃO DEFINIÇÃO DE MOTIVAÇÃO MOTIVAÇÃO A motivação é caracterizada como um processo ativo, intencional e dirigido a uma meta, o qual depende da interação de fatores pessoais (intrínsecos) e ambientais (extrínsecos).

Leia mais

O essencial sobre Autor: Francisco Cubal

O essencial sobre Autor: Francisco Cubal O essencial sobre Autor: Francisco Cubal 1 Qual a história do Voleibol? Em 1895 o professor de Educação Física G. Morgan, nos Estados Unidos, criou uma modalidade desportiva que, devido ao seu toque no

Leia mais

17/02/2016. Mestrando Dagnou Pessoa de Moura - Dog. A partida é supervisionada por três árbitros

17/02/2016. Mestrando Dagnou Pessoa de Moura - Dog. A partida é supervisionada por três árbitros Mestrando Dagnou Pessoa de Moura - Dog Formado em Educação Física Unisalesiano Lins Especialista em Fisiologia do Exercício UFSCar Especialista em Biomecânica, Avaliação Física e Prescrição de Exercícios

Leia mais

www.ndu.net.br Sede Social Rua Luís Góis, 2.187 Mirandópolis São Paulo SP Cep: 04043-400 Fone: (11) 7708-7429

www.ndu.net.br Sede Social Rua Luís Góis, 2.187 Mirandópolis São Paulo SP Cep: 04043-400 Fone: (11) 7708-7429 Organização, compromisso e qualidade em prol do esporte universitário paulista www.ndu.net.br Sede Social Rua Luís Góis, 2.187 Mirandópolis São Paulo SP Cep: 04043-400 Fone: (11) 7708-7429 REGULAMENTO

Leia mais

O Trabalho em Equipe

O Trabalho em Equipe Texto de Apoio da Unidade Didática I Seqüência de Atividades I O Trabalho em Equipe Carlos Haroldo Piancastelli 1 Horácio Pereira de Faria 2 Marília Rezende da Silveira 3 Este texto tem como objetivo discutir

Leia mais

UNITERMOS: Marketing esportivo, futebol, administração esportiva.

UNITERMOS: Marketing esportivo, futebol, administração esportiva. ARTIGO Paulo Lanes Lobato * RESUMO Considerando que o marketing é hoje integrante de grande parte das conversas relacionadas ao esporte e, principalmente, que se transformou na esperança do esporte em

Leia mais

NEWSLETTER CETC. 2014 promete... JANEIRO 2014

NEWSLETTER CETC. 2014 promete... JANEIRO 2014 JA N E I R O 2 0 1 4 E M D E S T A Q U E : NEWSLETTER CETC JANEIRO 2014 Plano de actividades V O L U M E I I, N E W S L E T T E R C E T C @ G M A I L. C O M Torneio Gerações Arbitragem 2014 promete...

Leia mais

Danilo Munhoz Alves Corrêa Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio danilomunhoz@globo.com. 1 - Introdução

Danilo Munhoz Alves Corrêa Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio danilomunhoz@globo.com. 1 - Introdução Sistema Modal de Transportes no Município do Rio de Janeiro: a modernização dos eixos de circulação na cidade carioca para a Copa do Mundo de Futebol em 2014 e as Olimpíadas em 2016. 1 - Introdução Danilo

Leia mais

O time também conta com a volta de jogadores que vinham se recuperando de lesão, que é o caso do atacante Marciano e do zagueiro Alex Mineiro.

O time também conta com a volta de jogadores que vinham se recuperando de lesão, que é o caso do atacante Marciano e do zagueiro Alex Mineiro. Depois da conquista da edição 2011 do campeonato mato-grossense no dia 24 de abril, a equipe do Cuiabá Esporte Clube ficou um mês de recesso e retornou aos trabalhos no dia 23 de maio mantendo a maioria

Leia mais

Estruturação dos Conteúdos Unidade Didáctica de Basquetebol. Aula Objectivo Específico Conteúdos Estratégias

Estruturação dos Conteúdos Unidade Didáctica de Basquetebol. Aula Objectivo Específico Conteúdos Estratégias Estruturação dos Conteúdos Unidade Didáctica de Basquetebol Aula Objectivo Específico Conteúdos Estratégias 1 Posição Básica Ofensiva; Passe (Peito e Picado) /recepção; Drible de Avaliar a prestação motora

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA. Título I. Das Disposições Gerais. Capítulo I

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA. Título I. Das Disposições Gerais. Capítulo I 1 REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA Título I Das Disposições Gerais Capítulo I Dos Objetivos e da Estruturação Geral do Serviço de Psicologia Art. 1º - O Serviço de Psicologia é parte

Leia mais

"Organizar evento é como uma grande orquestra"

Organizar evento é como uma grande orquestra "Organizar evento é como uma grande orquestra" Publicação: 25 de Maio de 2014 às 00:00 O primeiro evento que ela organizou foi aos 12 anos, a festa junina da escola. O que Tânia Trevisan não imaginava

Leia mais

ANTF. Acção de Actualização para Treinadores de Futebol de Jovens. Simplificação da Estrutura Complexa do Jogo. Fases do Jogo

ANTF. Acção de Actualização para Treinadores de Futebol de Jovens. Simplificação da Estrutura Complexa do Jogo. Fases do Jogo ANTF Acção de Actualização para Treinadores de Futebol de Jovens Simplificação da Estrutura Complexa do Jogo Fases do Jogo VÍTOR URBANO FASES DO JOGO No Futebol Moderno, todos os jogadores da equipa, sem

Leia mais

Jogos de Integração do Instituto Federal/ Araranguá JIIF

Jogos de Integração do Instituto Federal/ Araranguá JIIF Jogos de Integração do Instituto Federal/ Araranguá JIIF DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Para efeito de classificação, a pontuação será a seguinte: I - 1º lugar: 10 pontos. II - 2º lugar: 7 pontos. III - 3º

Leia mais

Principais Vultos: Peter F. Drucker, Willian Newman, Ernest Dale, Ralph C. Davis, Louis Allen e George Terry.

Principais Vultos: Peter F. Drucker, Willian Newman, Ernest Dale, Ralph C. Davis, Louis Allen e George Terry. Abordagem Neoclássica da Administração Todas as teorias administrativas assentaram-se na Teoria Clássica, seja, como ponto de partida, seja como crítica para tentar uma posição diferente, mas a ela relacionada

Leia mais

Análise do Scout individual da Equipe Profissional de Futebol do Londrina Esporte Clube no Campeonato Paranaense de 2003

Análise do Scout individual da Equipe Profissional de Futebol do Londrina Esporte Clube no Campeonato Paranaense de 2003 62 Luiz Antonio de Oliveira Ramos Filho; Daniel Medeiros Alves Revista Treinamento Desportivo / 2006 Volume 7 Número 1 Página 62 a 67 Análise do Scout individual da Equipe Profissional de Futebol do Londrina

Leia mais

COMO PROGRAMAR SEU TIME

COMO PROGRAMAR SEU TIME COMO PROGRAMAR SEU TIME 1) INSTALAÇÃO: Instale o simulador da categoria SIMUROSOT da FIRA. O simulador é gratuito e está disponível para download no site da FIRA (www.fira.net) ou no site da competição

Leia mais

Colégio Adventista de Rio Preto Educação Física BASQUETEBOL. Basquetebol 8º ano. basquetebol

Colégio Adventista de Rio Preto Educação Física BASQUETEBOL. Basquetebol 8º ano. basquetebol Colégio Adventista de Rio Preto Educação Física BASQUETEBOL Basquetebol 8º ano Basquetebol Origem e Evolução: Estados Unidos - 1891 Prof. James Naismith Universidade Springfield - USA Ginástica - inverno

Leia mais

Astra LX Frases Codificadas Guia para o processo de Configuração de Frases Codificadas no Programa AstraLX.

Astra LX Frases Codificadas Guia para o processo de Configuração de Frases Codificadas no Programa AstraLX. 2011 www.astralab.com.br Astra LX Frases Codificadas Guia para o processo de Configuração de Frases Codificadas no Programa AstraLX. Equipe Documentação Astra AstraLab 24/08/2011 1 Sumário Frases Codificadas...

Leia mais

Federação Paranaense de Canoagem FEPACAN

Federação Paranaense de Canoagem FEPACAN Federação Paranaense de Canoagem FEPACAN Meninos do Lago Núcleo Caiaque Pólo Projeto: Núcleo do Morumbi Prof. Valdecir Fernandes da Cruz CREF. 005870/PR Plano de Aula mês: 09/ 2009 1º Semana: 01 à 04 Manhã:

Leia mais

PASSADO, PRESENTE E FUTURO DAS DIVISÕES DE BASE NO FUTEBOL DO BRASIL JANEIRO DE

PASSADO, PRESENTE E FUTURO DAS DIVISÕES DE BASE NO FUTEBOL DO BRASIL JANEIRO DE PASSADO, PRESENTE E FUTURO DAS DIVISÕES DE BASE NO FUTEBOL DO BRASIL JANEIRO DE 2013 Temos lido e ouvido muitos comentários nos últimos dias sobre o processo de formação de Atletas no Brasil, emitidas

Leia mais

WEBGIS Sistema Informativo Territorial

WEBGIS Sistema Informativo Territorial PREFEITURA MUNICIPAL DE PONTA GROSSA WEBGIS Sistema Informativo Territorial MANUAL DE UTILIZAÇÃO Autor: Rony Camargo de Brito Primeira edição: 20-06-2008 Atualizado: 08-10-2008 Todos os Direitos Reservados

Leia mais

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO BASQUETE MINEIRO

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO BASQUETE MINEIRO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO BASQUETE MINEIRO O que é? O Programa de Desenvolvimento do Basquete Mineiro (PDBM) é um projeto focado no atendimento as demandas dos clubes e escolas, em novas metodologias

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO FÍSICA

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO FÍSICA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 7ª, 8ª e 9ª classes 1º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO Ficha Técnica TÍTULO: Programa de Educação Física - 7ª, 8ª e 9ª classes EDITORA: INIDE IMPRESSÃO: GestGráfica, S.A. TIRAGEM:

Leia mais

Uma paixão pelo herói que está na sombra UM ESTADO DE VIDA! Hugo Oliveira

Uma paixão pelo herói que está na sombra UM ESTADO DE VIDA! Hugo Oliveira No guarda-redes encontramos tudo o que procuramos num desportista: reflexos e sincronização, força e velocidade, espectacularidade e movimentos perfeitos e competitividade e valentia. (John Hodgson) Uma

Leia mais

1. Introdução. Avaliação de Usabilidade Página 1

1. Introdução. Avaliação de Usabilidade Página 1 1. Introdução Avaliação de Usabilidade Página 1 Os procedimentos da Avaliação Heurística correspondem às quatro fases abaixo e no final é apresentado como resultado, uma lista de problemas de usabilidade,

Leia mais

Introdução à Psicologia do Desporto e Exercício

Introdução à Psicologia do Desporto e Exercício INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR LICENCIATURA EM PSICOLOGIA do DESPORTO e do EXERCÍCIO PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR Introdução à Psicologia do Desporto e Exercício

Leia mais

Relação entre as organizações cristãs e as igrejas locais

Relação entre as organizações cristãs e as igrejas locais Seção Relação entre as organizações cristãs e as Conforme discutido na Seção 1, as desempenham um papel na proclamação e na demonstração do evangelho. Entretanto, com muita freqüência, o papel da igreja

Leia mais

Escolinha de Futebol do Isidoro 1 ALUNOS DA ESCOLHINHA DURANTE AS ATIVIDADES

Escolinha de Futebol do Isidoro 1 ALUNOS DA ESCOLHINHA DURANTE AS ATIVIDADES INTRODUÇÃO O presente Projeto visa à introdução de Escolhinha de Futebol para descoberta de novos talentos. O esporte de uma maneira geral, propicia oportunidades de convivência em grupo, diversificando

Leia mais

Texto 07 - Sistemas de Partículas. A figura ao lado mostra uma bola lançada por um malabarista, descrevendo uma trajetória parabólica.

Texto 07 - Sistemas de Partículas. A figura ao lado mostra uma bola lançada por um malabarista, descrevendo uma trajetória parabólica. Texto 07 - Sistemas de Partículas Um ponto especial A figura ao lado mostra uma bola lançada por um malabarista, descrevendo uma trajetória parabólica. Porém objetos que apresentam uma geometria, diferenciada,

Leia mais

Preparação física no Futebol? Uma abordagem sistémica - complexa do Jogo

Preparação física no Futebol? Uma abordagem sistémica - complexa do Jogo Preparação física no Futebol? Uma abordagem sistémica - complexa do Jogo Licenciado em Ciências do Desporto (FMH); Treinador de Futebol há 15 anos; Pós-Graduação em Treino de Alto Rendimento; Especialização

Leia mais

Os juízes de linha devem apresentar-se, junto da mesa do marcador, no mínimo 45 minutos antes do início do jogo.

Os juízes de linha devem apresentar-se, junto da mesa do marcador, no mínimo 45 minutos antes do início do jogo. INTRODUÇÃO As Regras de Jogo regulamentam as funções dos juízes de linha, a sua localização (27.1) e as suas responsabilidades (27.2). Além disso, a Regra 28.2 indica os gestos oficiais com as bandeirolas

Leia mais

Fundamentos de Aplicação do Scouting para a análise da dinâmica competitiva em futebol com recurso a software qualitativo

Fundamentos de Aplicação do Scouting para a análise da dinâmica competitiva em futebol com recurso a software qualitativo Fundamentos de Aplicação do Scouting para a análise da dinâmica competitiva em futebol com recurso a software qualitativo Autores: Marco Alexandre Batista (marcobatist@gmail.com) Escola Superior de Educação

Leia mais

Dist. da linha saída à 1ª barreira

Dist. da linha saída à 1ª barreira TÉCNICA DAS CORRIDAS COM BARREIRAS Antes de mais nada podemos dizer que as corridas com barreiras são provas de velocidade rasa porque, muito embora o barreiristas se depare com uma série de barreiras

Leia mais

BASQUETE FEMININO DE BLUMENAU FMD BLUMENAU / VASTO VERDE PROPOSTA DE PARCERIA

BASQUETE FEMININO DE BLUMENAU FMD BLUMENAU / VASTO VERDE PROPOSTA DE PARCERIA BASQUETE FEMININO DE BLUMENAU FMD BLUMENAU / VASTO VERDE PROPOSTA DE PARCERIA As empresas cidadãs como são chamadas as empresas que se utilizam do marketing social, sabem da importância de sua imagem e

Leia mais

EMENDAS ÀS REGRAS DO JOGO 2016/2017

EMENDAS ÀS REGRAS DO JOGO 2016/2017 EMENDAS ÀS REGRAS DO JOGO 2016/2017 EMENDAS ÀS REGRAS DO JOGO 2016/2017 INTRODUÇÃO OBSERVAÇÕES SOBRE AS REGRAS DO JOGO AS REGRAS DO JOGO EXPLICADAS AS MUDANÇAS ÀS REGRAS PARA 2016/17 - TEXTO ANTIGO -

Leia mais

CARACTERÍSTICAS ESPECIFICAS E FATORES FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO DO VOLEIBOL DE ALTO N ~ L

CARACTERÍSTICAS ESPECIFICAS E FATORES FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO DO VOLEIBOL DE ALTO N ~ L CARACTERÍSTICAS ESPECIFICAS E FATORES FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO DO VOLEIBOL DE ALTO N ~ L JOSÉ ALBERTO PINT~* LEONARDO RAPOSO ROCHA GOMES. 1 ' SUMO uma anáiise das características espedficas do voleiboi,

Leia mais

Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: PARA QUEM CURSA O 9 Ọ ANO EM 2014. Disciplina: MaTeMÁTiCa

Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: PARA QUEM CURSA O 9 Ọ ANO EM 2014. Disciplina: MaTeMÁTiCa Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA O 9 Ọ ANO EM 04 Disciplina: MaTeMÁTiCa Prova: desafio nota: QUESTÃO 6 A soma das medidas dos catetos de um triângulo retângulo é 8cm

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIC

POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIC POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIC 1. CONCEITOS E DEFINIÇÕES 1.1 Políticas de Gestão de Pessoas são o conjunto de estratégias ou políticas específicas

Leia mais

REGULAMENTO DO PAVILHÃO DE DESPORTOS 1 I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DO PAVILHÃO DE DESPORTOS 1 I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DO PAVILHÃO DE DESPORTOS 1 I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º - O Pavilhão de Desportos é propriedade da Câmara Municipal de Vila do Conde e tem como finalidade a prestação de serviços à população

Leia mais

Emissão Original: 21/11/2013

Emissão Original: 21/11/2013 COPA DO NORDESTE/2014 REGULAMENTO ESPECÍFICO DA COMPETIÇÃO CAPÍTULO I Da Denominação e Participação Art. 1º A Copa do Nordeste de 2014, doravante denominada Copa, é regida por dois regulamentos mutuamente

Leia mais

VOLEIBOL 7ºano. Voleibol HISTÓRICO E REGRAS. Origem e Evolução: William Morgan 1895 ACM s Tênis Minonette 07/05/2013. Brasil 1915 Pernambuco

VOLEIBOL 7ºano. Voleibol HISTÓRICO E REGRAS. Origem e Evolução: William Morgan 1895 ACM s Tênis Minonette 07/05/2013. Brasil 1915 Pernambuco VOLEIBOL 7ºano. HISTÓRICO E REGRAS Profª SHEILA - Prof. DANIEL Origem e Evolução: William Morgan 1895 ACM s Tênis Minonette Brasil 1915 Pernambuco Colégio Marista ou ACM s São Paulo 1916 1954 CBV 1982

Leia mais

Unidade didática de Futebol Objetivos gerais do Futebol

Unidade didática de Futebol Objetivos gerais do Futebol 102 Recursos do Professor Unidade didática de Futebol Objetivos gerais do Futebol Cooperar com os companheiros para o alcance do objetivo do Futebol, desempenhando com oportunidade e correção as ações

Leia mais

S.MANCHETE EDITORIAL. colaboradores tiveram uma oportunidade única de aumentar e desenvolver seus conhecimentos ao lidar com cargas perigosas.

S.MANCHETE EDITORIAL. colaboradores tiveram uma oportunidade única de aumentar e desenvolver seus conhecimentos ao lidar com cargas perigosas. EDITORIAL 1 Nesta edição, apresentamos o sucesso do Programa para jovens aprendizes, uma grande oportunidade de iniciação no mercado de trabalho e crescimento profissional. Em seguida, divulgamos com satisfação

Leia mais

REGULAMENTO N.º ---/SRIJ/2015 REGRAS DO JOGO EM MÁQUINAS ONLINE

REGULAMENTO N.º ---/SRIJ/2015 REGRAS DO JOGO EM MÁQUINAS ONLINE REGULAMENTO N.º ---/SRIJ/2015 REGRAS DO JOGO EM MÁQUINAS ONLINE O Regime Jurídico dos Jogos e Apostas online (RJO), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 66/2015, de 29 de abril, determina, no n.º 3 do seu artigo

Leia mais

Município de Santa Helena Secretaria de Educação, Cultura e Esportes Departamento de Esportes e Lazer CAMPEONATO MUNICIPAL DE FUTEBOL SUÍÇO - 2013.

Município de Santa Helena Secretaria de Educação, Cultura e Esportes Departamento de Esportes e Lazer CAMPEONATO MUNICIPAL DE FUTEBOL SUÍÇO - 2013. CAMPEONATO MUNICIPAL DE FUTEBOL SUÍÇO - 2013. REGULAMENTO Santa Helena, Outubro de 2013. CAMPEONATO MUNICIPAL DE FUTEBOL SUIÇO 2013 I DO REGULAMENTO Art. 1º - Este regulamento se destina a regulamentar

Leia mais

O boletim de jogo é preenchido em 4 vias, que, no fim do jogo, serão entregues: I. ANTES DO INÍCIO DO JOGO

O boletim de jogo é preenchido em 4 vias, que, no fim do jogo, serão entregues: I. ANTES DO INÍCIO DO JOGO INTRODUÇÃO O Boletim de Jogo é um documento oficial, cujo preenchimento é da responsabilidade do Marcador, de acordo com as regras e instruções que se apresentam de seguida. O marcador além de ter de saber

Leia mais

Presidente da CBF: Ricardo Terra Teixeira Secretário-Geral: Marco Antonio Teixeira

Presidente da CBF: Ricardo Terra Teixeira Secretário-Geral: Marco Antonio Teixeira Presidente da CBF: Ricardo Terra Teixeira Secretário-Geral: Marco Antonio Teixeira Comissão de Arbitragem: Presidente: Edson Rezende de Oliveira Membros: Luis Cunha Martins (RS), Manoel Serapião Filho

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DAS OLIMPIADAS UFS 2008. 25 de outubro à 30 de novembro de 2008

REGULAMENTO GERAL DAS OLIMPIADAS UFS 2008. 25 de outubro à 30 de novembro de 2008 1 DAS OLIMPIADAS UFS 2008 25 de outubro à 30 de novembro de 2008 São Cristóvão 2008 2 SUMÁRIO TÍTULO I CAPÍTULO I DA APRESENTAÇÃO 3 CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS 3 CAPÍTULO III DA JUSTIFICATIVA 3 TÍTULO II

Leia mais

SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR

SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR UNIDADE POLIVALENTE MODELO VASCO DOS REIS EDUCAÇÃO

Leia mais

Manual do Cliente. Alu Tracker Monitoramento Veicular

Manual do Cliente. Alu Tracker Monitoramento Veicular Alu Tracker Monitoramento Veicular Manual do cliente Manual do Cliente Alu Tracker Monitoramento Veicular Introdução Este manual faz parte do contrato de prestação de serviços. Obrigado por escolher a

Leia mais

ANÁLISE DE JOGO E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES NA EVOLUÇÃO DO FUTEBOL.

ANÁLISE DE JOGO E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES NA EVOLUÇÃO DO FUTEBOL. 1 ANÁLISE DE JOGO E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES NA EVOLUÇÃO DO FUTEBOL. Bernardino Sogabe Priante Aluno concluinte do CEDF/UEPA bernardinosogabepriante@yahoo.com.br Carlos Dorneles Professor Mestre orientador

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS PARA A ELABORAÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA INICIAÇÃO À PRÁTICA DO HANDEBOL 1

CONCEITOS BÁSICOS PARA A ELABORAÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA INICIAÇÃO À PRÁTICA DO HANDEBOL 1 CONCEITOS BÁSICOS PARA A ELABORAÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA INICIAÇÃO À PRÁTICA DO HANDEBOL 1 Por - Jorge Dorfman Knijnik 2 jk@usp.br REFERÊNCIA KNIJNIK, Jorge Dorfman. Conceitos básicos

Leia mais

Confederação Brasileira de Futebol

Confederação Brasileira de Futebol Confederação Brasileira de Futebol Diretoria de Competições Regulamento Específico da Competição Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2015 1 SUMÁRIO DEFINIÇÕES... 3 CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO E PARTICIPAÇÃO...

Leia mais

O CLUBE SPORT BENFICA E CASTELO BRANCO O QUE É A CHUTALBI ESCOLA DE FUTEBOL? ESPIRITO CHUTALBI

O CLUBE SPORT BENFICA E CASTELO BRANCO O QUE É A CHUTALBI ESCOLA DE FUTEBOL? ESPIRITO CHUTALBI O CLUBE SPORT BENFICA E CASTELO BRANCO O Sport Benfica e Castelo Branco é um clube da cidade de Castelo Branco com 84 anos de história, foi fundado em 24 de Março de 1924. Destaca-se o facto de ser a filial

Leia mais

Associação de Futebol de Lisboa CONSELHO DE ARBITRAGEM

Associação de Futebol de Lisboa CONSELHO DE ARBITRAGEM ssociação de Futebol de Lisboa ONSELHO DE RITRGEM PROV TEORI REGULMENTR PR ÁRITROS DISTRITIS 2012 / 2013 22 / Setembro / 2012 Futebol 3a + 3c Esc. Sec. Miguel Torga TESTE 03 Leia atentamente as instruções

Leia mais

ESTEQUIMETRIA LÚDICA: RESSIGNIFICANDO A APRENDIZAGEM POR MEIO DE UMA MARATONA QUÍMICA

ESTEQUIMETRIA LÚDICA: RESSIGNIFICANDO A APRENDIZAGEM POR MEIO DE UMA MARATONA QUÍMICA ESTEQUIMETRIA LÚDICA: RESSIGNIFICANDO A APRENDIZAGEM POR MEIO DE UMA MARATONA QUÍMICA Patrícia Severiano de Oliveira* (1) (1) Universidade Federal de Alagoas Campus Arapiraca *patríciaufal2011@gmail.com

Leia mais

Roteiro para elaboração do Relatório de Estágio Supervisionado do Curso de Bacharelado em Administração da AJES

Roteiro para elaboração do Relatório de Estágio Supervisionado do Curso de Bacharelado em Administração da AJES Roteiro para elaboração do Relatório de Estágio Supervisionado do da AJES A - APRESENTAÇÃO 1. A empresa 1.1. Aspectos Gerais 1.1.1. História da empresa (da fundação a atualidade) 1.1.2. Visão, Missão e

Leia mais

PROGRAMA DE FUTEBOL 10ª Classe

PROGRAMA DE FUTEBOL 10ª Classe PROGRAMA DE FUTEBOL 10ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Disciplina de Educação Física Ficha Técnica Título Programa de Futebol - 10ª Classe Formação de Professores do 1º

Leia mais

QUANTIFICAÇÃO FISIOLÓGICA DA CARGA DE TRABALHO EM ESPORTES AQUÁTICOS: EFICÁCIA PARA A VITÓRIA ESPORTIVA *

QUANTIFICAÇÃO FISIOLÓGICA DA CARGA DE TRABALHO EM ESPORTES AQUÁTICOS: EFICÁCIA PARA A VITÓRIA ESPORTIVA * QUANTIFICAÇÃO FISIOLÓGICA DA CARGA DE TRABALHO EM ESPORTES AQUÁTICOS: EFICÁCIA PARA A VITÓRIA ESPORTIVA * Estélio H. M. Dantas * INTRODUÇÃO Graças à democratização e à abertura que ocorreu na Rússia com

Leia mais