PORTUGUÊS BRASILEIRO NO FIM DO SÉCULO XIX E NA VIRADA DO MILÊNIO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PORTUGUÊS BRASILEIRO NO FIM DO SÉCULO XIX E NA VIRADA DO MILÊNIO"

Transcrição

1 Versão final publicada em: Kato, M.; S. Duarte, M.E.; Cyrino, S. & Berlinck, R. Português brasileiro no fim do século XIX e na virada do milênio In Suzana Cardoso, Jacyra Mota e Rosa Virgínia Matto e Silva (orgs.) Quinhentos anos de história lingüística no Brasil. Salvador, Empresa Gráfica da Bahia/Funcultura/Governo da Bahia. Pp (2006). ISBN: PORTUGUÊS BRASILEIRO NO FIM DO SÉCULO XIX E NA VIRADA DO MILÊNIO Mary A. KATO (UNICAMP) Maria Eugenia L. DUARTE (UFRJ) Sonia CYRINO (UEL, Londrina) Rosane de ANDRADE BERLINCK (UNESP, Araraquara) 1. Introdução Segundo Tarallo (1993) 1, mudanças sintáticas dramáticas no português brasileiro do final do século XIX estabeleceram uma nova gramática distinta da de Portugal. O autor admite, contudo, que essas mudanças vinham se processando há mais tempo, mas que as circunstâncias sociais podem não ter sido suficientemente satisfatórias para que a pena brasileira começasse a escorrer sua própria tinta (op. cit: 99). No presente trabalho, mostraremos, a partir de resultados posteriores ao do autor, o quanto seu diagnóstico foi acertado. Os fenômenos examinados são os mesmos, exceto o da relativização, tópico não incluído neste trabalho, mas apresentaremos dados diacrônicos e sincrônicos adicionais e uma parte interpretativa que responde a questões não levantadas pelo autor naquela ocasião. Os fenômenos estudados são os seguintes: a) perda seletiva do sujeito nulo, b) aparecimento do objeto nulo referencial, c) perda da inversão verbo-sujeito em 1 Tradução em português do original em inglês apresentado no colóquio La Citoyenneté au XIX e Siècle au Brésil et en France, Paris, 1991.

2 interrogativas-q e d) perda da inversão não-acusativa. O exame da representação do sujeito pronominal e da ordem VS em interrogativas-q se baseia num corpus diacrônico constituído de peças de teatro popular, escritas ao longo dos séculos XIX e XX no Rio de Janeiro. Para a análise sobre o objeto nulo, o corpus também foi constituído por peças, tendo sido utilizadas para o século XIX as comédias de Martins Pena, Arthur Azevedo e José de Alencar, e para o século XX comédias dramáticas, que retratam o cotidiano, de Miguel Falabella, Marques Rebelo, Gianfrancesco Guarnieri e Dias Gomes. O estudo da ordem VS em declarativas examina, além de peças, um corpus de cartas pessoais escritas no mesmo período. A seleção e o processamento dos dados utiliza o pacote de programas VARBRUL (Mollica 1992). Na segunda seção, mostraremos comparativamente os tipos de sujeito nulo, de objeto nulo, de inversão em declarativas e de inversão em interrogativas-q que ocorriam no século XIX e os tipos de padrão que ocorrem no final do século XX. Nas seções seguintes faremos um estudo das correlações encontradas na literatura, a saber: a) a correlação entre o decréscimo do sujeito nulo e o aumento do objeto nulo (seção 3); b) a correlação entre perda de inversão em interrogativas-q e sujeito nulo (seção 4); c) a correlação entre sujeito nulo e inversão românica (seção 5); d) a correlação entre perda de clítico e a restrição de monoargumentalidade na inversão VS (seção 6). Na conclusão, teceremos algumas considerações sobre mudança em vista do que foi apresentado neste artigo sobre o PB. 2. Mudanças atestadas 2.1. Perda seletiva do sujeito nulo Durante todo o século XIX, os sujeitos referenciais de primeira, segunda e terceira pessoas são preferencialmente nulos (cf. Duarte 1993), como ilustram os exemplos em [1], estando seu preenchimento condicionado por ênfase ou contraste e pela existência de um referente 2

3 não acessível sintaticamente, um procedimento comum nas línguas de sujeito nulo por razões funcionais (cf. Calabrese 1986), como se vê em [2]: [1] a. Quando (cv) i te vi pela primeira vez, (cv) i não sabia que (cv) j eras viúva e rica. (1845) b. Tua filha i lamentar-se-á, (cv) i chorará desesperada, não importa (...) Depois que (cv) i estiver no convento e acalmar-se esse primeiro fogo, (cv) i abençoará o teu nome e, junto ao altar, no êxtase de sua tranqüilidade e verdadeira felicidade, (cv) i rogará a Deus por ti. (1845) [2] Falei ontem com seu tenente-coroné i e ele i disse-me que (cv) i havia de vir com sinhá Dona Perpétua e com sinhá moça Rosinha. (1882) Mesmo que o referente não esteja sintaticamente acessível, o sujeito nulo será preferido se não houver ambigüidade na sua interpretação, como ilustra [3]: [3] Se o i encontrarem, dêem-lhe i uma boa arrochada e levem-no i preso. (cv) i Há de me pagar. (1845) O mesmo procedimento se observa em relação aos sujeitos de referência arbitrária, preferencialmente nulos: [4] No fundo a fortuna é para quem sabe adquiri-la. (cv) Pintam-na cega... Que simplicidade! (1845) [5] Como (cv) se está bem aqui! (1882) Vê-se, portanto, que o PB do século XIX e princípios do século XX apresenta um comportamento compatível com o das línguas românicas de sujeito nulo, como o italiano, o espanhol e o português europeu, às quais subjaz um princípio a que Chomsky (1981) se refere como Evite Pronome. Tal situação, entretanto, muda radicalmente na segunda metade do século XX, quando passam a predominar os sujeitos referenciais (definidos e 3

4 indeterminados) foneticamente representados, como ilustram os exemplos da peça de 1992 a seguir: [6] a. Se eu ficasse aqui eu ia querer ser a madrinha. b. Você não entende meu coração porque você tá sempre olhando pro céu e procurando chuva. c. Agora ele não vai mais poder dizer as coisas que ele queria dizer. [7] a. A gente tem que aprender a esperar pelo futuro. b. E esse chá, se você toma bem quente, é batata! c. Eles deveriam ensinar amor às crianças. d. Mas nós temos que nos virar. Trata-se, como mostram os exemplos em [6], de contextos que exibem um referente sintaticamente e discursivamente acessível e que levam obrigatoriamente ao sujeito nulo numa autêntica língua pro-drop, excetuando-se, naturalmente, os casos marcados. O predomínio de casos de preenchimento sobre os de sujeito vazio nesses contextos de referência definida e nos de referência arbitrária exibidos em [7] permitiu a Duarte (1995 e 2000) postular a perda do princípio Evite Pronome e considerar o uso do pronome pleno em contexto não-marcado no PB como uma etapa no processo de mudança em direção a uma língua que não aceita o sujeito foneticamente nulo A expansão do objeto nulo Na história do PB, podemos observar que o objeto nulo sempre foi possível. (cf. Cyrino 1993, 1997). Porém, no decorrer dos séculos temos um aumento significativo em sua ocorrência. Essa mudança atinge primeiramente a posição nula cujo antecedente é proposicional, como no exemplo [8], seguindo-se a posição nula com antecedente predicativo, como no exemplo [9] e, finalmente, o objeto nulo com um NP [-específico] como antecedente, exemplo [10]: [8] Também satirizaras, se souberas (cv) ( ) (cf. se o souberas) 4

5 [9] Eu inda agora não creio Que he verdade este amor Mas praza a Deos, se assim for (cv) (157?) (cf. se assim o for) [10] Um retrato i pedi da vossa cara Porém é para mim coisa mui rara Que logo ao prometer (cv) i me propusestes Condições que observei como quisestes ( ) No século XIX, podemos observar o objeto nulo já com as características que apresenta no século XX. Em outras palavras, entre os diferentes tipos de objeto nulo segundo as diferentes possibilidades de antecedente, temos uma maior ocorrência daquele que se apresenta como o objeto nulo característico do PB 2. A mudança se apresenta, nos dados, na passagem do século XVIII para o século XIX; isto é, a partir do século XIX o objeto nulo com antecedente [+específico, -humano], como podemos ver nos exemplos em [11], é o tipo que mais ocorre nos dados: [11] a. Uma agência me indicou um sobrado i na Praia Fermosa, por cima de um açougue, mas o dono não quis alugá (cv) i ( 1891) b. - Ela já está lá dentro preparando a jacuba i. - Diga a ela que traga (cv) i, pois estou com muito calor. (1837) O século XX apresenta uma alta incidência de objetos nulos, sendo a maior ocorrência de objetos nulos com antecedente [-humano], como nos exemplos abaixo: [12] a. Já viu que o nosso cinema virou clube i... E o burro... que limpe (cv) i depois! (1992) b.... quando eu fui no curral, peguei um bocado de bosta i de vaca e taquei (cv) i em cima do ferimento... (1960) Quando o antecedente é [+humano], temos a ocorrência do pronome tônico "ele" (cf. 2 O primeiro trabalho que mostra o objeto nulo peculiar do PB é o de Galves (1984). 5

6 também Duarte, 1986), que substitui o clítico em desuso: [13] E tu aceitou ele de volta? (1992) O gráfico a seguir, mostra a mudança do objeto nulo quanto a antecedentes no século XIX e XX: Gráfico 1. Objetos nulos quanto aos antecedentes 100% 90% 80% 93% 87% 70% 60% 50% 40% 30% 49% 57% 20% 10% 2% 8% 0% 0% XIX XX 0% [+esp.+hum] [-esp.-hum] [-esp.+hum] [+esp.-hum] Conforme veremos na seção 3, a mudança se inicia com a perda do clítico cuja referência se encontra no nível mais baixo de uma hierarquia referencial, ou seja, o clítico cujo antecedente é [-humano] A perda do sujeito posposto em interrogativas-q. Nas interrogativas-q, os dados diacrônicos analisados em Duarte (1992) revelam a ordem 6

7 VS quase categórica no século XIX e inícios do século XX, quer o sujeito esteja representado por um nome quer por um pronome, seguido ou não de algum constituinte, como mostram os exemplos em [14] [14] a. O que pensa tua filha do nosso projeto? (1845) c. E por que tanto chora a menina? (1845) b. Por que desapareceu ele lá de casa? (1882) c. Mas o que tens tu? (1882) Chegamos ao final do século XX com a ordem VS restrita a verbos monoargumentais com sujeitos nominais, como em [15], tornando-se a ordem SV o padrão, não só com o elemento Q movido como também in situ, como mostram os exemplos em [16]: [15] a.onde andará a Neiva? b.como era mesmo a história? [16] a.e desde quando país tem perna? b.do que tu tá falando? c.desde quando a gente precisa saber escrever pra vender bala? d.o que é que a senhora está dizendo? e. E a senhora acha que eu devo fazer o quê? f. E a gente diz o quê? 2.4. A perda das inversões não-acusativas No que diz respeito à inversão verbo sujeito em declarativas, a análise de Andrade Berlinck (1995 e 2000) identifica três padrões principais que caracterizam o PB do século XIX. O mais freqüente deles ocorre tipicamente com verbos inacusativos - aqueles cujo único argumento é suposto como gerado internamente ao sintagma verbal. Nessa estrutura, o argumento segue imediatamente o verbo, como ilustra [17]: [17] Nesses planos estávamos, quando apareceu este homem, não sei donde, (...)(1845) 7

8 O segundo padrão se aproxima da chamada inversão germânica: o sujeito aparece imediatamente posposto ao verbo e é comum a presença de um outro elemento em posição inicial, embora essa não seja uma condição essencial no PB, como se observa em [18a-b]: [18] a. Emília, aos cinco anos estava eu órfão, e tua mãe, minha tia, foi nomeada por meu pai sua testamenteira e minha tutora. (1845) b. Tem ele nove anos e será prudente criarmo-lo desde já para frade. (1845) Ao contrário dos dois padrões anteriores, encontram-se também casos em que o sujeito não vem contíguo ao verbo 3. Essa construção, ilustrada em [19], constitui o que a literatura designa por inversão românica. Aqui, o sujeito ocupa a posição final da sentença, em adjunção ao sintagma verbal, e apresenta um nítido valor focal. [19] a. Tocou à minha cunhada, como principal bem de fortuna e fonte de renda, a conhecida fábrica de meias da rua de Santa Engrácia. (1896) b. Ora, daí em diante, começaram a chegar à minha mulher as negras notícias a meu respeito. (1896) Além de se diferenciarem segundo a posição que o sujeito pós-verbal ocupa na estrutura e seu valor discursivo, esses três padrões não estão igualmente presentes no PB do século XIX. À parte a construção VS (cf. [17]), a inversão (seja ela de tipo germânico ou românico) é uma alternativa estrutural pouco comum nos dados. Ao compararmos o quadro identificado para o século XIX com dados do fim do século XX, observamos um decréscimo de ocorrência das construções de inversão verbo-sujeito e predicado-sujeito, o que acentua seu caráter marginal. Os exemplos a seguir ilustram os 3 Além da inversão românica, também nos casos de falsa inversão ou antitópico o sujeito pós-verbal aparece linearmente distante do verbo, conforme mostram [a-b], abaixo. No entanto, aqui ele ocupa uma posição deslocada à direita, em adjunção ao sintagma flexional. A posição de sujeito de Flexão, por sua vez, contém um pronome nulo referencial com o qual o SN deslocado está co-indexado. Não se trata de uma verdadeira inversão, o que fica provado pela naturalidade da construção correspondente com o pronome expresso, sempre possível (cf. [c-d]) (Kato & Tarallo 1989; Kato 1992 e 1993). a. É bem bonita a Quinota! (1891) b. E tem um nariz eloqüente, este rapaz! (1896) c. Ela k é bem bonita, a Quinota k! d. E ele k tem um nariz eloqüente, este rapaz k! 8

9 casos de VSX encontrados nos dados da segunda metade do século XX. Com exceção de [20c], as sentenças soam pouco usuais para o falante do PB moderno, revelando no contexto uma opção marcada com nítidos objetivos discursivos. [20] a. Então irei eu para um campo florido, sorridente e em paz... b. Olha só! Já começa ele a chorar de barriga cheia. c. Calma, está todo mundo olhando. (1973) A construção com sujeito final (VXS) é igualmente pouco comum nesse fim de século. Vamos encontrá-la restrita quase que apenas a sentenças com verbos monoargumentais, em especial verbos copulativos, como nos exemplos abaixo: [21] a. O resfriado tem só uma grama rasteira, é nítida a mudança de aspecto da chapada para o resfriado e do resfriado para a vereda. (1967) b. Não é mais dramático um salto daqui de cima... (1973) Assim sendo, conclui-se que a inversão se limita, no momento atual, essencialmente, às construções inacusativas e copulativas. 3. A correlação entre a expansão do objeto nulo e a perda seletiva do sujeito nulo Em vários de seus estudos, Tarallo 4 enfatiza a relação entre a diminuição de categoria vazia na posição de sujeito e seu aumento na posição do objeto. Como sujeito nulo e objeto nulo não fazem parte do mesmo parâmetro de variação, esse fato intrigou os lingüistas brasileiros. Um trabalho de três das autoras do presente artigo (Cyrino, Duarte e Kato 2000) procurou resolver o enigma e sua proposta de solução é apresentada resumidamente nesta seção. Estudando o uso do pronome pessoal em várias línguas, Cyrino, Duarte e Kato (2000) concluem que a referencialidade tem uma relevância altamente translingüística na pronominalização. Para uma língua que tem uma opção interna para variantes nulas ou 4 Cf, por exemplo, Tarallo

10 não-nulas, um fator forte para a seleção de uma forma ou outra é o estatuto referencial do antecedente. Na hipótese das autoras, argumentos [+N, +humano] estão no extremo mais alto na hierarquia referencial, enquanto não-argumentos estão na posição mais baixa. Com relação aos pronomes, o falante (eu) e o interlocutor (você), sendo inerentemente humanos, primeira e segunda pessoas pronominais, estão no ponto mais alto na hierarquia, e o pronome de terceira pessoa que se refere a uma proposição está na posição mais baixa, com a entidade [-humano] entre os dois. O traço [± específico] interage com todos esses traços: I. Hierarquia Referencial não-argumento proposição [-humano] [+humano] 3 p. 3 p. 2 p. 1 p. -espec. +espec. [-ref] < > [+ref.] O estudo propõe, a partir dessa generalização, a seguinte hipótese: II. Hipótese do Mapeamento Implicacional a. quanto mais referencial, maior a possibilidade de um pronome não-nulo. b. uma variante nula em um ponto específico da escala implica uma variante nula à sua esquerda, na hierarquia referencial. O papel da hierarquia referencial proposta no curso da mudança de sujeitos nulos a pronominais plenos é mostrada no Gráfico 2 abaixo, para os dois séculos passados; o alastramento da mudança, como se pode ver, confirma nossa hipótese: os itens mais referenciais, sujeitos com o traço [+humano], determinado ou arbitrário, foram os primeiros a se tornarem foneticamente substantivos. Finalmente, os sujeitos que se referem a uma entidade não-humana ou a uma proposição são mais resistentes à mudança 5. 5 Excetuando-se referentes proposicionais, podemos dizer que esta hierarquia é mantida na fala. A análise sincrônica de Duarte (1995) revela as seguintes taxas de sujeitos pronominais plenos, de acordo com o traço 10

11 Gráfico 2. Sujeitos plenos e a hierarquia referencial 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% XIX/1 XIX/2 XX/1 XX/2 [+hum] [+arb] [-hum] [prop] O pronome expletivo que está numa posição baixa na hierarquia referencial (tanto o tipo "there" como o tipo "it") ainda são categoricamente nulos no texto escrito examinado 6. Com a perda do clítico de terceira pessoa, o PB adquiriu o objeto nulo referencial e, com o empobrecimento da morfologia de concordância, está perdendo o sujeito nulo referencial. Ainda que cada processo tenha ocorrido independentemente, eles parecem ter sido guiados pela hierarquia referencial em I e o mapeamento implicacional em II. A variação interna e a mudança seriam assim apenas reflexos daquilo que governa a variação entre as línguas (cf Tarallo & Kato 1989). Como o clítico de 3 ª pessoa não está mais no paradigma, objetos anafóricos com antecedentes [+humano] são freqüentemente expressos por pronomes fortes "ele" e "ela", o que mostra que a hierarquia de lexicalização proposta atua de novo, evitando que pronomes altamente referenciais tenham uma expressão nula, como mostrado no Gráfico 3 abaixo, para os últimos três séculos: referencial do antecedente: 68% [+humano], 65% [+arbitrário], 56% [-humano] e 44% [+hum/-espec]. 6 Note-se, entretanto, que na fala já se observam estratégias de preenchimento do expletivo (cf. Duarte 1999), entre as quais se destaca o uso do demonstrativo, como ilustra (i) a seguir: (i) a. Isso era em torno de vinte pessoas. b. Isso já faz muito tempo. 11

12 Gráfico 3. Objetos nulos e a hierarquia referencial 120% 100% 80% 60% 40% 20% 0% XIX/1 XIX/2 XX/1 XX/2 [+hum] [-hum] [prop] Objetos cujo antecedente é [-humano] ou uma proposição são hoje quase que categoricamente nulos. Por outro lado, vimos que os sujeitos que têm o traço [-humano] são resistentes à mudança para pronome pleno (cf. Gráfico 2). Até agora, vimos como a distribuição complementar de pronomes nulos e plenos ocorreu ao longo da hierarquia referencial. A hierarquia de lexicalização não exclui a possibilidade de sujeitos referenciais nulos. O que é excluído é a existência de uma língua com pronomes nulos referenciais e pronomes plenos não-referenciais. Quanto ao objeto, se o input exibe um pronome ou um clítico em posições mais baixas da hierarquia referencial, a criança vai considerá-lo um pronome fraco posicionado ou em um núcleo ou em uma posição argumental, e assumirá que todas as posições mais altas vão igualmente exibir um pronome lexical ou clítico (inglês e PE). Se a língua exibe um objeto nulo para uma entidade referencial, a criança assumirá que todas as posições mais baixas podem ser nulas (PB). Além disso, se um pronome forte está presente, a ele será atribuída uma posição deslocada. 4. A correlação entre a perda de sujeito nulo e sujeito posposto em interrogativas-q. Em um estudo clássico sobre as mudanças no francês antigo, Adams (1987) propõe que seu sujeito nulo foi perdido quando a língua deixou de ser uma língua V2. Por outro lado, 12

13 as propostas sobre o parâmetro do sujeito nulo correlacionam essa propriedade à inversão livre VOS e não a XVSY das línguas V2, tipicamente germânicas. Kato e Duarte (1998) procuram verificar se há efetivamente uma correlação entre a perda do sujeito nulo e o desaparecimento do movimento do verbo para a segunda posição nas interrogativas-q. Os resultados daquele estudo encontram-se resumidos na presente seção. Como atestam os exemplos em [14], na seção 2.3, as interrogativas-q do século XIX e inícios deste século exibem obrigatoriamente o padrão VS. Com o propósito de investigar como essa ordem foi reanalisada como SV, Kato e Duarte (1998) empreendem um reexame dos dados de Duarte (1992) relativos aos dois últimos séculos. A distribuição dos padrões VS encontrados revela que as ocorrências típicas de V2 se limitam a 23% dos dados e se referem (a) a casos de AUX S V, todos com um sujeito pronominal, como em [22]: [22] a. Sim senhor, mas que tenho eu a temer? (1845) b. Aonde teria ela ido? (1918) e (b) a casos em que o sujeito, nominal ou pronominal, é seguido por algum constituinte (VSX), como em [23]: [23] a. O que quer essa mulher comigo? (1845) b. Que te importas tu com o canudo? (1882) A maior parte dos dados porém, apresenta o sujeito em posição final (VS ou VXS). Se o sujeito é um pronome, ainda temos o padrão V2, mas, se é um SN, o que significa mais de metade dos dados, pode-se dizer que se trata de uma estrutura ambígua entre V2 e inversão estilística. Um exame da distribuição dos dados pelos dois últimos séculos revela que as sentenças que exibem um inequívoco padrão V2, já raras a partir dos anos 30, deixam de aparecer na segunda metade deste século. O que chama a atenção é o fato de que no século XIX e inícios do século XX as interrogativas com o sujeito não expresso ilustradas em [24] são muito mais freqüentes do que as com o sujeito expresso, o que é compatível com uma língua positivamente marcada em relação ao parâmetro do sujeito nulo, que era o caso do português brasileiro nesse período: 13

14 [24] a. Com quem tenho o prazer de falar? (1845) b. Mas como soube que eu estava aqui? (1845) c. Para que estudaste tanto, rapaz? (1882) d. Onde se esconderia? (1845) Observe-se que, se o sujeito é nulo, sua posição é invisível e o pronome nulo pode ser imaginado pela criança que adquire a língua como estando antes ou depois do verbo, como mostra [24]d : [24] d. Onde se esconderia? À medida que cresce o preenchimento do sujeito pronominal nas declarativas, em conseqüência da redução de nossos paradigmas flexionais verbais (cf. Duarte 1993), cresce também a preferência pela ordem SV nas interrogativas-q. Assim, enquanto na gramática do adulto a posição do sujeito ainda é abaixo do verbo, ou, em termos lineares, à sua direita, na da criança, que está refixando o parâmetro, ela está à esquerda. Em outras palavras, enquanto uma geração atribui a [24]d a representação [25], a geração seguinte pode estar atribuindo a representação [25] : [25] [ CP Onde [ se esconderia [ (ela) t v ]]] [25] [ CP Onde [ [ (ela) se esconderia ]]] Quanto aos contextos em que o sujeito é um SN, o que se observa é que a ordem VS, antes irrestrita, se não desaparece no final do século XX, limita-se a verbos monoargumentais como em [15]a aqui repetido como [26] : [26] Onde andará a Neiva? Como já foi dito, tais estruturas são ambíguas, podendo ser interpretadas com autênticas V2 (V para COMP) ou como um tipo de deslocamento à direita (inversão estilística). Assim, Kato e Duarte (1998) sugerem, seguindo Kato (1993), ser este um contexto que torna a 14

15 reanálise possível. Enquanto a geração mais velha pode estar atribuindo a [26] acima a estrutura [27], a criança, já num contexto de mudança, pode estar interpretando-a como [27], um caso de deslocamento à direita: [27] [ CP Onde qu [ C andará v [ IP a Neiva t v t qu ]]] [27] [ CP Onde qu [ C [ IP (ela i ) andará t qu ] a Neiva i ]] Se a estrutura é [27], o sujeito pós-verbal pode ser um pronome e a mesma gramática que o produz contém sentenças como [22-23]; se a estrutura é [27], o pronome pós-verbal é impossível, como revelam os dados do português brasileiro contemporâneo. Em resumo, as estruturas com um sujeito nominal do século XIX são ou casos de V2 ou casos de deslocamento com o pronome resumptivo sempre nulo, consoante o princípio Evite Pronome. Quando se comparam os resultados obtidos para o aumento de sujeitos pronominais preenchidos e de ocorrência de VS em interrogativas-q, com base no mesmo corpus, podese dizer que os dois fenômenos são paralelos. Observe-se o gráfico 4: 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Gráfico 4: Sujeitos Plenos vs Sujeitos Nulos Ordem SV vs Ordem VS em Interrogativas-Q 20% 3% 23% 16% 25% 14% 57% 46% 77% 50% 95% 67% 87% 73% Sujeitos Plenos Ordem SV O período de tempo foi o primeiro grupo de fatores selecionado pelo programa de regra 15

16 variável VARBRUL para ambos os fenômenos analisados e o exame dos pesos relativos obtidos para cada período mostra que a pressão sobre o preenchimento do sujeito precede a pressão sobre a ordem SV. Observem-se os pesos relativos na tabela a seguir: Período Sujeito Pleno Ordem SV Tabela 1. Sujeitos pronominais plenos e ordem SV em interrogativas-q 5. A correlação entre sujeito nulo e inversão livre, ou românica Na seção anterior, ficou clara a relação entre sujeito nulo e XVOS, mais do que com XVSO. O que nunca ficou muito claro na teoria é por que a propriedade de sujeito nulo vem associada com a de inversão livre, ou românica. Nesta seção iremos apresentar a teoria sobre sujeito nulo e inversão proposta em Kato (1999 e 2000a), que mostra como essas propriedades podem ser derivadas de uma mesma propriedade. Para Kato (1999) o que ocorreu no PB em comparação ao português clássico e ao PE se deve ao fato de nossa língua ter perdido o caráter pronominal de seu afixo de concordância e, como conseqüência, este aparecer afixado ao verbo desde o léxico, não podendo ser inserido como um elemento independente, pronominal, na posição de argumento, conforme a análise minimalista em Chomsky (1995). O argumento pronominal de um verbo pode ser um pronome livre como I no inglês, um clítico como je do francês e um afixo de concordância como -o do espanhol. Somente o pronome livre exige que o Spec de TP seja projetado para a checagem dos traços-d de T. O clítico e o afixo se adjungem ao T e checam igualmente os traços de T nessa posição, não exigindo a projeção do Spec de T. Quando aparece um pronome, este é o pronome forte, que corresponde aos pronomes fortes como o me no inglês e o moi do francês, ocupando, como estes, a posição deslocada. O caso dos pronomes fortes e dos elementos deslocados é o caso default : acusativo no inglês, o oblíquo no francês e nominativo no espanhol e em outras línguas românicas, incluindo o português (PB e PE) 7. 7 Kato mostra que o caso default é aquele que se manifesta no contexto de predicativo enquanto Caso 16

17 [28] a. Me [ TP I like beer] b. Moi[ TP j aime la bière]. c. Yo [ TP am-o la cerveza ]. A análise de Kato elimina pro como categoria descritiva. O sujeito é a própria concordância, que pode desempenhar a função de resumptivo quando o pronome forte está presente. Notese que a posição do pronome forte é a dos DPs deslocados como em: [29] a. John, [ TP he likes beer]. b. Jean [ TP il aime la bière]. c. Juan [ TP ama- la cerveza]. Lembrando que movimentos só são possíveis com núcleos e projeções máximas, fica claro que somente com o espanhol podemos obter a ordem VOS, movimentando-se o TP por cima do DP "Juan" 8. Com o inglês e o francês obtemos uma construção de deslocamento à direita: [30] a. [ TP he likes beer] John. b. [ TP il aime la bière] Jean. c. [ TP ama- la cerveza ] Juan. O movimento do V+O no inglês e no francês é agramatical porque teríamos que mover T, uma projeção não-máxima. Kato propõe ainda que o paradigma de concordância do PB foi substituído pelo paradigma de pronomes fracos livres quase homófonos com os pronomes fortes, e os afixos deixam de ter autonomia, aparecendo já afixados ao verbo desde o léxico. Requer-se, então, que pronomes livres ou sintagmas apareçam na derivação para checar o nominativo e os traços de T. O padrão VOS deixa de ser possível uma vez que o Spec de T aparece preenchido como no inglês. Movendo TP, o que se obtém é uma estrutura de deslocamento à direita. estrutural é requerido por argumentos. (i) It is me. (ii) C est moi. (iii) Soy yo. 8 Esse movimento é considerado prosódico por Zubizarreta (1998). Ele ocorre para conciliar o traço [+F] (= foco ) de um constituinte com o lugar do acento nuclear. 17

18 [31] a. O João [ TP ele comeu a torta] b. [ TP ele comeu a torta] o João. Já no PE não temos pronomes fracos, que podem ocorrer dentro de TP. Quando o pronome ou um DP aparece, ele é externo. Daí ser possível a ordem VOS, que resulta do movimento de TP. [32] a. O João [ TP come-u a torta] b. [ TP Come-u a torta] o João. No exemplo abaixo, enquanto o pronome eles é um pronome forte no PE, no PB eles é também um pronome fraco, admitindo ser duplicado com um pronome forte quasi-homófono (cf. Duarte 1995 e Britto 1998): [33] a. Eles [ TP cantam ] PE b. [ TP Cantam eles] PE [34] a. Eles, [ TP eles cantam]. PB b. [ TP Eles cantam ]. PB O movimento do TP nas inversões livres de línguas de sujeito nulo é prosodicamente motivado, para conciliar o traço [+F] de um constituinte com o lugar do acento nuclear na sentença.(zubizarreta 1998, cf. nota 8). Segundo a autora, esse tipo de movimento é sensível a peso, postulação que será usada na correlação a ser estudada na seção seguinte. 6. A correlação entre perda de clíticos e a restrição de monoargumentalidade na ordem VS Os estudos empíricos de Andrade Berlinck (1989, 1995 e 2000) e Kato et alii (1996) atestam que o único tipo de verbo ainda produtivo na ordem VS no PB é o inacusativo, que parece aceitar essa ordem de forma irrestrita: 18

19 [35] a. Chegou o trem. b.?telefonou o cliente 9. c. *Assinou uma carta o chefe do departamento. d. **Enviou uma carta a todos o presidente da associação. A situação atual resulta de um processo de mudança por que passou o PB ao longo de pelo menos dois séculos. Andrade Berlinck mostra que construções como as exemplificadas em [35c-d] eram possíveis e relativamente comuns na língua utilizada em terras brasileiras no século XVIII, tornando-se residuais nos dados mais recentes. O gráfico 5 ilustra esse percurso. Gráfico 5: Posição do sujeito em orações declarativas 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% XVIII/1 XVIII/2 XIX/1 XIX/2 XX/1 XX/2 SV VSX VXS Por outro lado, as construções inacusativas com SN posposto mantiveram um padrão de uso bastante regular nesse mesmo intervalo de tempo, como mostra o gráfico 6. 9 Embora os dados mostrem apenas uma ocorrência residual de VS com verbos inergativos, o falante não a rejeita como os padrões VOS. 19

20 Gráfico 6: Freqüência de VS no PB. 45% 40% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% 40% 33% 30% 30% 29% 26% XVIII/1 XVIII/2 XIX/1 XIX/2 XX/1 XX/2 VS Estudando o comportamento da inversão no PB, Kato e Tarallo (1988) deram à generalização descritiva encontrada nos estudos anteriores o rótulo de restrição de monoargumentalidade. Nesta seção tentaremos verificar de que forma a perda dos clíticos pode estar relacionada à perda da inversão. Vimos na seção anterior que o movimento-p que produz a ordem VOS é sensível a peso. Essa restrição no PB parece ser mais radical do que nas demais línguas românicas. Podemos sugerir que isso se deve ao fato de o PB ter perdido seu clítico de terceira pessoa, que abrange hoje a segunda e a terceira pessoas do discurso. Como o clítico de primeira pessoa ainda é preservado, esperaríamos que com ele tivéssemos a possibilidade de inversão. E de fato é possível termos [36]a, mas não [36]b e c: o primeiro porque o clítico de terceira pessoa desapareceu e o segundo porque o TP com um DP pleno como objeto é excessivamente pesado para a aplicação do movimento-p. [36] a. Me surpreendeu o filme. b * O surpreendeu o filme. c. * Surpreendeu meu filho o filme. O clítico dativo diferencia te de lhe, este último caindo em desuso na região centro-leste do Brasil. Temos então o seguinte contraste: 20

21 [37] a. Me telefonou o Pedro. b. Te telefonou a Maria? c. * Lhe telefonou o Pedro. d.??telefonou pra mim o Pedro. e.??telefonou pra Maria o Pedro. Já o PE conta com o paradigma de clíticos plenos e conta ainda com a ênclise, o que vai permitir uma possibilidade generalizada de inversão: [38] a. Surpreendeu-me o filme. b. Surpreendeu-o o filme. c.?surpreendeu o meu filho o filme. (Ao meu filho surpreendeu o filme) 10 [39] a. Telefonou-me o Pedro. b. Telefonou-te a Maria? c. Telefonou-lhe o Pedro. d.?telefonou ao Pedro a Maria. (Ao Pedro telefonou a Maria) Veremos, a seguir, como os dados quantitativos da perda da inversão e da perda do clítico podem ser relacionados. O gráfico 7 apresenta os percentuais de freqüência da ordem VOS com verbos transitivos diretos nos corpora analisados, do início do século XVIII ao fim do século XX. A curva decrescente formada por esses índices reproduz os resultados gerais já apresentados no gráfico 5, embora se observe aqui percentuais de ocorrência de VOS em geral mais baixos. 10 As construções do tipo V2, produtivas no PE, parecem ser um recurso para evitar excesso de peso no movimento-p. 21

22 14% 12% 10% 8% 6% 4% 2% 0% Gráfico 7: VOS em orações declarativas com verbos transitivos diretos 13% 7% 4% XVIII/1 XVIII/2 XIX/1 XIX/2 XX/1 XX/2 2% 2% 1% Segundo a idéia de que o movimento que gera VOS é sensível a peso, deveríamos esperar que essa ordem ocorresse com mais freqüência quando o complemento do verbo se realizasse como um pronome clítico ou como um objeto nulo. De fato é o que se constata quando os resultados apresentados acima são reanalisados segundo essas distinções, como nos mostra o gráfico 8: VOS Gráfico 8: VOS segundo a forma do objeto direto 35% 30% 25% 31% 24% 20% 15% 10% 5% 0% 17% 13% 11% 5% 5% 5% 4% 4% 2% 1% 0% 2% 0% 0% XVIII/1 XVIII/2 XIX/1 XIX/2 XX/1 XX/2 objeto nulo pronome clítico DP pleno 7. Conclusões Os estudos de mudança aqui relatados e as correlações feitas sobre elas deixam claro que o PB se caracteriza, após 500 anos de descoberta, com uma gramática própria, bem distante das demais línguas românicas de sujeito nulo. 22

23 Roberts (1993) interpretou as mudanças ocorridas no PB como paralelas às que ocorreram no francês antigo, língua de sujeito nulo. Analisando as ainda produtivas inversões inacusativas e existenciais, Kato (2000b) mostra que tais inversões se distanciam do padrão italiano e português europeu e se aproximam mais das inversões do francês. Outros estudos mostram o PB como uma língua orientada para o discurso (Pontes 1987, Galves 1993, Negrão 1999). Como essas duas tendências podem ser conciliadas em um único sistema? Há muito ainda a se pesquisar no milênio que se inicia, mas podemos dizer que muito se descobriu no final deste que passou. Referências ADAMS, Marianne. (1987). Old French, Null Subjects and Verb-second Phenomena. UCLA: PHD Dissertation. ANDRADE BERLINCK, Rosane de (1989) A construção V SN no português do Brasil: uma visão diacrônica do fenômeno da ordem. In F. Tarallo (org.) Fotografias Sociolingüísticas. Campinas,SP: Pontes, Editora da UNICAMP (1995) La position du sujet en portugais: étude diachronique des variétés brésilienne et européenne. Tese de Doutorado, Katholieke Universiteit Leuven, Leuven, Bélgica.. (2000) Brazilian Portuguese VS Order: a diachronic analysis. In M.A.Kato & E.V.Negrão (orgs) BRITTO, Helena de Souza (1998) Deslocamento à Esquerda, Resumptivo sujeito, Ordem SV e a Codificação Sintática de Juízos Categórico e Tético no Português do Brasil. Tese de Doutorado, UNICAMP, Campinas, SP. CALABRESE, Andrea. (1986). Pronomina: some properties of the Italian pronominal system. In N. Fukui, T. Rapoport & E. Sagey (eds.) MIT Working Papers in Linguistics, CHOMSKY, Noam. (1981) Lectures on Government and Binding.Dordrecht: Foris.. (1995) The Minimalist Program. Cambridge, Mass: The MIT Press. CYRINO, Sônia M.L. (1993) Observações sobre a mudança diacrônica no português do Brasil: objeto nulo e clíticos. In I.Roberts & M.A.Kato (orgs) :

24 . (1997) O objeto nulo no português do Brasil - um estudo sintáticodiacrônico. Londrina: Editora da UEL., M.E.L.DUARTE & M.A. KATO (2000) Visible subjects and invisible clitics in Brazilian Portuguese. In M.A.Kato & E.V.Negrão (orgs): DUARTE, M. Eugênia L. (1986) Variação e Sintaxe: clítico acusativo, pronome lexical e categoria vazia no português do Brasil. Dissertação de mestrado, PUC, São Paulo, SP.. (1992) A perda da ordem V(erbo) S(ujeito) em interrogativas qu- no português do Brasil. DELTA 8, N o especial: (1993) Do pronome nulo ao pronome pleno: a trajetória do sujeito no português do Brasil. In I. Roberts & M.A. KATO (orgs.) (1995) A perda do princípio Evite Pronome no português brasileiro. Tese de Doutorado, UNICAMP, Campinas, SP.. (1999) Sociolingüística Paramétrica: perspectivas. In: D. da Hora & E. Christiano (orgs.) Estudos Lingüísticos: realidade brasileira. João Pessoa; Idéia Editora Ltda (2000) The loss of the Avoid Pronoun principle in Brazilian Portuguese. In M.A.Kato & E.V.Negrão (orgs): GALVES, C (1984) Pronomes e categorias vazias em Português do Brasil. Cadernos de Estudos lingüísticos,7: (1993) O enfraquecimento da concordância no português brasileiro. In: I.Roberts & M.A. Kato (orgs) KATO, Mary A. (1992) Variação sintática e estilo. Cadernos de Estudos Lingüísticos, 22: Homenagem a Carlos Franchi (1993) Word order change: the case of Brazilian portuguese whquestions. Comunicação no XI International Congress of Historical Linguistics, Los Angeles.. (1999) Strong and weak pronominals and the null subject parameter PROBUS, 11,1: (2000a) The partial pro-drop nature and the restricted VS order in Brazilian Portuguese. In: M.A.Kato & E.V.Negrão (orgs): (2000b) A restrição de monoargumentalidade na ordem VS no Português do Brasil. Fórum Lingüístico.Vol 2,1: Florianópolis, UFSC.. & Esmeralda V. NEGRÃO (2000c). Brazilian Portuguese and the 24

25 Null Subject Parameter. Frankfurt: Vervuert-IberoAmericana. & Fernando TARALLO (1988). Restrictive VS syntax in Brazilian Portuguese: its correlation with invisible clitics and visible subjects. Trabalho apresentado na Georgetown RoundTable in Languages and Linguistics.. & M. Eugênia L. DUARTE. (1998) The loss of VS order in whquestions in Brazilian Portuguese and the null subject parameter. Paper presented at the 1996 NWAVE, Las Vegas., M.do NASCIMENTO, E.NICOLAU, R.ANDRADE BERLINCK & H.BRITTO (1996) Padrões de predicação no português falado no Brasil. In M.A.Kato (org.) Gramática do Português Falado. Vol. V: Convergências, Campinas, SP: Editora da UNICAMP; São Paulo:FAPESP. MOLLICA, M. Cecília (org.) (1992). Introdução à Sociolingüística Variacionista. Cadernos didáticos. Rio de Janeiro: Ed. da UFRJ. NEGRÃO, Esmeralda V. (1999) O Português do Brasil: uma língua voltada para o discurso. Tese de Livre-Docência. USP. PONTES, Eunice. (1987) O Tópico no Português do Brasil. Campinas: Editora Pontes. ROBERTS, Ian (1993) Postfacio. In: I.Roberts & M.A.Kato (orgs) & Mary A. KATO (orgs.) Português Brasileiro: uma viagem diacrônica. Campinas: Ed. da UNICAMP. TARALLO, Fernando (1985). The filling of the gap: prodrop rules in Brazilian Portuguese.In: L.D. King & C.A. Maley (eds.), Selected papers from the XIIIth Linguistic Symposium of Romance Languages. Amsterdam/Philadelphia: Johns Benjamins.. (1993) Diagnosticando uma gramática brasileira: o português d aquém e d além-mar ao final do século XIX. In ROBERTS, Ian & M. A. KATO (orgs.) Português Brasileiro: uma viagem diacrônica. Campinas: Ed. da UNICAMP & Mary A. KATO. (1989). Harmonia trans-sistêmica: variação inter e intralingüística. In: Preedição 5. Campinas, Unicamp ZUBIZARRETA, M. Luiza (1998) Word Order, Prosody and Focus. Cambridge, Mass: The MIT Press. 25

O COMPORTAMENTO SINTÁTICO DOS ELEMENTOS À ESQUERDA 1 Maiane Soares Leite Santos (UFBA) may_leite@hotmail.com Edivalda Alves Araújo (UFBA)

O COMPORTAMENTO SINTÁTICO DOS ELEMENTOS À ESQUERDA 1 Maiane Soares Leite Santos (UFBA) may_leite@hotmail.com Edivalda Alves Araújo (UFBA) O COMPORTAMENTO SINTÁTICO DOS ELEMENTOS À ESQUERDA 1 Maiane Soares Leite Santos (UFBA) may_leite@hotmail.com Edivalda Alves Araújo (UFBA) RESUMO O objeto de estudo dessa pesquisa são os sintagmas preposicionados

Leia mais

Anais do 6º Encontro Celsul - Círculo de Estudos Lingüísticos do Sul

Anais do 6º Encontro Celsul - Círculo de Estudos Lingüísticos do Sul Anais do 6º Encontro Celsul - Círculo de Estudos Lingüísticos do Sul A FOCALIZAÇÃO DO SUJEITO NO PORTUGUÊS BRASILEIRO Sandra QUAREZEMIN (Universidade Federal de Santa Catarina) ABSTRACT: This paper describes

Leia mais

Verbos, verbos e mais

Verbos, verbos e mais Verbos, verbos e mais verbos CONHECIMENTO EXPLÍCITO DA LÍNGUA Indicações para utilização dos materiais Foi nossa intenção, ao produzir estes materiais, abordar de forma integrada diferentes domínios do

Leia mais

A distribuição complementar entre a perífrase estar +gerúndio e o. presente do indicativo em português e espanhol

A distribuição complementar entre a perífrase estar +gerúndio e o. presente do indicativo em português e espanhol A distribuição complementar entre a perífrase estar +gerúndio e o presente do indicativo em português e espanhol Talita Vieira Moço (USP) Introdução Nesta ocasião apresentaremos algumas das observações

Leia mais

Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa

Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa Olhando as peças Histórias de Deus:Gênesis-Apocalipse 3 a 6 anos Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa História Bíblica: Gênesis 41-47:12 A história de José continua com ele saindo da prisão

Leia mais

Era uma vez um príncipe que morava num castelo bem bonito e adorava

Era uma vez um príncipe que morava num castelo bem bonito e adorava O Príncipe das Histórias Era uma vez um príncipe que morava num castelo bem bonito e adorava histórias. Ele gostava de histórias de todos os tipos. Ele lia todos os livros, as revistas, os jornais, os

Leia mais

O parâmetro do sujeito nulo na Aquisição do Português L2

O parâmetro do sujeito nulo na Aquisição do Português L2 Estudos da Língua(gem) Estudos em Aquisição de L1 e L2 O parâmetro do sujeito nulo na Aquisição do Português L2 Null subject parameter in L2 Portuguese Acquisition Gildete Rocha Xav i e r Universidade

Leia mais

Estratégias de indeterminação em sentenças infinitivas nãoflexionadas

Estratégias de indeterminação em sentenças infinitivas nãoflexionadas Estratégias de indeterminação em sentenças infinitivas nãoflexionadas do português brasileiro (Strategies of indetermination in infinitive sentences of Brazilian Portuguese) Andrea Colsato Universidade

Leia mais

1) Observe a fala do peru, no último quadrinho. a) Quantos verbos foram empregados nessa fala? Dois. b) Logo, quantas orações há nesse período? Duas.

1) Observe a fala do peru, no último quadrinho. a) Quantos verbos foram empregados nessa fala? Dois. b) Logo, quantas orações há nesse período? Duas. Pág. 41 1 e 2 1) Observe a fala do peru, no último quadrinho. a) Quantos verbos foram empregados nessa fala? Dois. b) Logo, quantas orações há nesse período? Duas. c) Delimite as orações. Foi o presente

Leia mais

CONVERSA COM PAULO FREIRE: Linguagem e Poder

CONVERSA COM PAULO FREIRE: Linguagem e Poder CONVERSA COM PAULO FREIRE: Linguagem e Poder Entrevista concedida a Virginia Maria de Figueiredo e Silva e Tânia Maria Piacentini * Paulo Freire esteve em Florianópolis, no dia 8 de junho, a convite da

Leia mais

Vestibular Comentado - UVA/2010.2

Vestibular Comentado - UVA/2010.2 LÍNGUA PORTUGUESA Comentários: Profs. Evaristo, Crerlânio, Vicente Júnior Texto 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 Flor voltara a embalar-se

Leia mais

Gramática e ensino do português

Gramática e ensino do português Ação de formação Gramática e ensino do português Filomena Viegas Funções sintáticas na frase Sujeito [[Os meus primos] vivem em Santarém. [Esse rapaz alto que tu conheces] estudou no Porto. Chegaram [os

Leia mais

HINÁRIO O APURO. Francisco Grangeiro Filho. www.hinarios.org 01 PRECISA SE TRABALHAR 02 JESUS CRISTO REDENTOR

HINÁRIO O APURO. Francisco Grangeiro Filho. www.hinarios.org 01 PRECISA SE TRABALHAR 02 JESUS CRISTO REDENTOR HINÁRIO O APURO Tema 2012: Flora Brasileira Araucária Francisco Grangeiro Filho 1 www.hinarios.org 2 01 PRECISA SE TRABALHAR 02 JESUS CRISTO REDENTOR Precisa se trabalhar Para todos aprender A virgem mãe

Leia mais

HINÁRIO O APURO. Francisco Grangeiro Filho. Tema 2012: Flora Brasileira Araucária

HINÁRIO O APURO. Francisco Grangeiro Filho. Tema 2012: Flora Brasileira Araucária HINÁRIO O APURO Tema 2012: Flora Brasileira Araucária Francisco Grangeiro Filho 1 www.hinarios.org 2 01 PRECISA SE TRABALHAR Marcha Precisa se trabalhar Para todos aprender A virgem mãe me disse Que é

Leia mais

MALDITO. de Kelly Furlanetto Soares. Peça escritadurante a Oficina Regular do Núcleo de Dramaturgia SESI PR.Teatro Guaíra, no ano de 2012.

MALDITO. de Kelly Furlanetto Soares. Peça escritadurante a Oficina Regular do Núcleo de Dramaturgia SESI PR.Teatro Guaíra, no ano de 2012. MALDITO de Kelly Furlanetto Soares Peça escritadurante a Oficina Regular do Núcleo de Dramaturgia SESI PR.Teatro Guaíra, no ano de 2012. 1 Em uma praça ao lado de uma universidade está sentado um pai a

Leia mais

PDF created with pdffactory Pro trial version www.pdffactory.com

PDF created with pdffactory Pro trial version www.pdffactory.com Tema:Humor Você vai ler a seguir um fragmento da peça teatral Lua nua, de Leilah Assunção, que foi encenada em várias cidades do país entre 1986 e 1989, sempre com grande sucesso de público e de crítica.

Leia mais

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão.

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão. REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO Código Entrevista: 2 Data: 18/10/2010 Hora: 16h00 Duração: 23:43 Local: Casa de Santa Isabel DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS Idade

Leia mais

Desafio para a família

Desafio para a família Desafio para a família Família é ideia de Deus, geradora de personalidade, melhor lugar para a formação do caráter, da ética, da moral e da espiritualidade. O sonho de Deus para a família é que seja um

Leia mais

Brasileiros esperam ganhar salário três vezes maior após fazer MBA

Brasileiros esperam ganhar salário três vezes maior após fazer MBA COLÉGIO SHALOM Ensino Fundamental 6º Ano Profª: Margareth Rodrigues Dutra Disciplina: Língua Portuguesa Aluno(a): TRABALHO DE RECUPERAÇÃO Data de entrega: 18/12/14 Questão 1- Leia o texto a seguir. Brasileiros

Leia mais

Entrevista Noemi Rodrigues (Associação dos Pescadores de Guaíba) e Mário Norberto, pescador. Por que de ter uma associação específica de pescadores?

Entrevista Noemi Rodrigues (Associação dos Pescadores de Guaíba) e Mário Norberto, pescador. Por que de ter uma associação específica de pescadores? Entrevista Noemi Rodrigues (Associação dos Pescadores de Guaíba) e Mário Norberto, pescador. Por que de ter uma associação específica de pescadores? Noemi: É a velha história, uma andorinha não faz verão,

Leia mais

O céu. Aquela semana tinha sido uma trabalheira! www.interaulaclube.com.br

O céu. Aquela semana tinha sido uma trabalheira! www.interaulaclube.com.br A U A UL LA O céu Atenção Aquela semana tinha sido uma trabalheira! Na gráfica em que Júlio ganhava a vida como encadernador, as coisas iam bem e nunca faltava serviço. Ele gostava do trabalho, mas ficava

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADE

RELATÓRIO DE ATIVIDADE RELATÓRIO DE ATIVIDADE A IMPORTÂNCIA DE CADA ALIMENTO Coordenador da atividade: Thaís Canto Cury Integrantes da equipe: Manha: Bianca Domingues, Fernando Peixoto e Juliana Ravelli Tarde: Thaís Cury, Thalita

Leia mais

RECUPERAÇÃO DE IMAGEM

RECUPERAÇÃO DE IMAGEM RECUPERAÇÃO DE IMAGEM Quero que saibam que os dias que se seguiram não foram fáceis para mim. Porém, quando tornei a sair consciente, expus ao professor tudo o que estava acontecendo comigo, e como eu

Leia mais

BOM DIA DIÁRIO. Guia: Em nome do Pai

BOM DIA DIÁRIO. Guia: Em nome do Pai BOM DIA DIÁRIO Segunda-feira (04.05.2015) Maria, mãe de Jesus e nossa mãe Guia: 2.º Ciclo: Padre Luís Almeida 3.º Ciclo: Padre Aníbal Afonso Mi+ Si+ Uma entre todas foi a escolhida, Do#- Sol#+ Foste tu,

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

Conhece os teus Direitos. A caminho da tua Casa de Acolhimento. Guia de Acolhimento para Jovens dos 12 aos 18 anos

Conhece os teus Direitos. A caminho da tua Casa de Acolhimento. Guia de Acolhimento para Jovens dos 12 aos 18 anos Conhece os teus Direitos A caminho da tua Casa de Acolhimento Guia de Acolhimento para Jovens dos 12 aos 18 anos Dados Pessoais Nome: Apelido: Morada: Localidade: Código Postal - Telefone: Telemóvel: E

Leia mais

Geração Graças Peça: Os Cofrinhos

Geração Graças Peça: Os Cofrinhos Geração Graças Peça: Os Cofrinhos Autora: Tell Aragão Personagens: Voz - não aparece mendigo/pessoa Nervosa/Ladrão faz os três personagens Menina 1 Menina 2 Voz: Era uma vez, duas irmãs que ganharam dois

Leia mais

Sinopse I. Idosos Institucionalizados

Sinopse I. Idosos Institucionalizados II 1 Indicadores Entrevistados Sinopse I. Idosos Institucionalizados Privação Até agora temos vivido, a partir de agora não sei Inclui médico, enfermeiro, e tudo o que for preciso de higiene somos nós

Leia mais

#93r. 11.7 O Apocalipse X Mateus 24

#93r. 11.7 O Apocalipse X Mateus 24 11.7 O Apocalipse X Mateus 24 #93r Há uma grande semelhança entre a sequência dos acontecimentos do período da Tribulação, descritos no livro do Apocalipse, com relação a Mateus 24. Vamos hoje, analisar

Leia mais

Músicas Para Casamento

Músicas Para Casamento Músicas Para Casamento 01. Você e Eu - Eliana Ribeiro 7M 7M C#m7 F#7/5+ F#7 Bm7 Quero estar com você, / Lembrar de cada momento bom; C#m7 m7 C#m7 #m7 Em7 7/9 Reviver a nossa história, nosso amor. 7M #m7/5-

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DESCRIÇÃO E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO SINTÁTICO E SEMÂNTICO DOS ADVÉRBIOS EM - MENTE Coordenador/E-mail: Gessilene Silveira Kanthack/

Leia mais

PREGAÇÃO DO DIA 08 DE MARÇO DE 2014 TEMA: JESUS LANÇA SEU OLHAR SOBRE NÓS PASSAGEM BASE: LUCAS 22:61-62

PREGAÇÃO DO DIA 08 DE MARÇO DE 2014 TEMA: JESUS LANÇA SEU OLHAR SOBRE NÓS PASSAGEM BASE: LUCAS 22:61-62 PREGAÇÃO DO DIA 08 DE MARÇO DE 2014 TEMA: JESUS LANÇA SEU OLHAR SOBRE NÓS PASSAGEM BASE: LUCAS 22:61-62 E, virando- se o Senhor, olhou para Pedro, e Pedro lembrou- se da palavra do Senhor, como lhe havia

Leia mais

igrejabatistaagape.org.br [1] Deus criou o ser humano para ter comunhão com Ele, mas ao criá-lo concedeu-lhe liberdade de escolha.

igrejabatistaagape.org.br [1] Deus criou o ser humano para ter comunhão com Ele, mas ao criá-lo concedeu-lhe liberdade de escolha. O Plano da Salvação Contribuição de Pr. Oswaldo F Gomes 11 de outubro de 2009 Como o pecado entrou no mundo e atingiu toda a raça humana? [1] Deus criou o ser humano para ter comunhão com Ele, mas ao criá-lo

Leia mais

Conversando. Ditado popular: Escreveu não leu, o pau comeu.

Conversando. Ditado popular: Escreveu não leu, o pau comeu. Página de abertura Conversando Ditado popular: Escreveu não leu, o pau comeu. Contratos: Escreveu não leu, o pau comeu Por que é importante ler um texto com atenção? Críticas - resposta mal estruturada;

Leia mais

Superando Seus Limites

Superando Seus Limites Superando Seus Limites Como Explorar seu Potencial para ter mais Resultados Minicurso Parte VI A fonte do sucesso ou fracasso: Valores e Crenças (continuação) Página 2 de 16 PARTE 5.2 Crenças e regras!

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ PRÓ REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA. Manual do Moodle- Sala virtual

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ PRÓ REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA. Manual do Moodle- Sala virtual UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ PRÓ REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA Manual do Moodle- Sala virtual UNIFAP MACAPÁ-AP 2012 S U M Á R I O 1 Tela de Login...3 2 Tela Meus

Leia mais

UNIDADE 3: MUNDO PERDIDO PESSOAS PERDIDAS PRECISAM OUVIR A HISTÓRIA DE JESUS

UNIDADE 3: MUNDO PERDIDO PESSOAS PERDIDAS PRECISAM OUVIR A HISTÓRIA DE JESUS Frutos-1 Impact0 LIÇÃO 12 VIVENDO A VIDA COM DEUS UNIDADE 3: MUNDO PERDIDO PESSOAS PERDIDAS PRECISAM OUVIR A HISTÓRIA DE JESUS 9-11 Anos HISTÓRIA BÍBLICA João 1:12; I Pedro 3:15, 18 A Bíblia nos ensina

Leia mais

MÚSICAS. Hino da Praznik Sempre Quando vens p ras colónias Sei de alguém Menino de Bronze Tenho Vontade VuVu & ZéZé

MÚSICAS. Hino da Praznik Sempre Quando vens p ras colónias Sei de alguém Menino de Bronze Tenho Vontade VuVu & ZéZé MÚSICAS Hino da Praznik Sempre Quando vens p ras colónias Sei de alguém Menino de Bronze Tenho Vontade VuVu & ZéZé Hino da Praznik Do Fá Gosto de aqui estar Sol Do E contigo brincar E ao fim vou arranjar

Leia mais

COLOCAÇÃO PRONOMINAL

COLOCAÇÃO PRONOMINAL COLOCAÇÃO PRONOMINAL COLOCAÇÃO PRONOMINAL Na utilização prática da língua, a colocação dos pronomes oblíquos é determinada pela eufonia, isto é pela boa sonoridade da frase. Por isso, em certos casos,

Leia mais

Quem Desiste num momento de crise é porque realmente é um fraco!

Quem Desiste num momento de crise é porque realmente é um fraco! Paixão do Povo de Cristo x Paixão de Cristo Texto Base: provérbios 24.10 na Linguagem de Hoje: Quem é fraco numa crise, é realmente fraco. Na Bíblia A Mensagem : Quem Desiste num momento de crise é porque

Leia mais

Reflexões e atividades sobre Ação Social para culto infantil

Reflexões e atividades sobre Ação Social para culto infantil Reflexões e atividades sobre Ação Social para culto infantil Apresentaremos 4 lições, que mostram algum personagem Bíblico, onde as ações praticadas ao longo de sua trajetória abençoaram a vida de muitas

Leia mais

Conteúdos: Pronomes possessivos e demonstrativos

Conteúdos: Pronomes possessivos e demonstrativos Conteúdos: Pronomes possessivos e demonstrativos Habilidades: Reconhecer os pronomes demonstrativos como marca em relação à posição, ao espaço e ao tempo no texto; Habilidades: Compreender os pronomes

Leia mais

Os dois foram entrando e ROSE foi contando mais um pouco da história e EDUARDO anotando tudo no caderno.

Os dois foram entrando e ROSE foi contando mais um pouco da história e EDUARDO anotando tudo no caderno. Meu lugar,minha história. Cena 01- Exterior- Na rua /Dia Eduardo desce do ônibus com sua mala. Vai em direção a Rose que está parada. Olá, meu nome é Rose sou a guia o ajudara no seu projeto de história.

Leia mais

DIREITOS AUTORAIS E ACESSO À CULTURA São Paulo, agosto de 2008 MESA 2 LIMITAÇÕES E EXCEÇÕES DA LEI

DIREITOS AUTORAIS E ACESSO À CULTURA São Paulo, agosto de 2008 MESA 2 LIMITAÇÕES E EXCEÇÕES DA LEI DIREITOS AUTORAIS E ACESSO À CULTURA São Paulo, agosto de 2008 MESA 2 LIMITAÇÕES E EXCEÇÕES DA LEI O SR. GUILHERME CARBONI (Instituto de Direito do Comércio Internacional e Desenvolvimento): Gostaria de

Leia mais

ORDEM DAS PALAVRAS E OS ADVÉRBIOS DITOS MONOSSILÁBICOS ÁTONOS

ORDEM DAS PALAVRAS E OS ADVÉRBIOS DITOS MONOSSILÁBICOS ÁTONOS ORDEM DAS PALAVRAS E OS ADVÉRBIOS DITOS MONOSSILÁBICOS ÁTONOS Flávio Martins de ARAÚJO (Universidade Federal de Santa Catarina) ABSTRACT: The main goal of this paper is to provide a description of the

Leia mais

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak Entrevista com Ezequiel Quem é você? Meu nome é Ezequiel, sou natural do Rio de Janeiro, tenho 38 anos, fui

Leia mais

Lista de Diálogo - Cine Camelô

Lista de Diálogo - Cine Camelô Lista de Diálogo - Cine Camelô Oi amor... tudo bem? Você falou que vinha. É, eu tô aqui esperando. Ah tá, mas você vai vir? Então tá bom vou esperar aqui. Tá bom? Que surpresa boa. Oh mano. Aguá! Bolha!

Leia mais

Imagens de professores e alunos. Andréa Becker Narvaes

Imagens de professores e alunos. Andréa Becker Narvaes Imagens de professores e alunos Andréa Becker Narvaes Inicio este texto sem certeza de poder concluí-lo de imediato e no intuito de, ao apresentá-lo no evento, poder ouvir coisas que contribuam para continuidade

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 52 Discurso por ocasião da inauguração

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XVI, Nº 04, t. 3, pág. 2451

Cadernos do CNLF, Vol. XVI, Nº 04, t. 3, pág. 2451 O PLURAL DAS PALAVRAS TERMINADAS EM -ÃO: MUDANÇA OU VARIAÇÃO ESTÁVEL? Miriam Cristina Almeida Severino (UFRJ) cristinasmiriams@yahoo.com.br Christina Abreu Gomes (UFRJ) christina-gomes@uol.com.br 1. Introdução

Leia mais

Aula4 ASPECTOS DA TRANSITIVIDADE VERBAL EM LÍNGUA PORTUGUESA. Lêda Corrêa

Aula4 ASPECTOS DA TRANSITIVIDADE VERBAL EM LÍNGUA PORTUGUESA. Lêda Corrêa Aula4 ASPECTOS DA TRANSITIVIDADE VERBAL EM LÍNGUA PORTUGUESA META Apresentar questões problemáticas relativas à transitividade verbal pela gramática tradicional; propor novo modelo de transitividade verbal.

Leia mais

A medida da lei de cotas para o ensino superior

A medida da lei de cotas para o ensino superior Versão 2, 1/12/2008 A medida da lei de cotas para o ensino superior Simon Schwartzman Qual o verdadeiro alcance da lei de cotas para o ensino superior aprovada pelo Congresso Nacional no Dia da Consciência

Leia mais

Profª.: Elysângela Neves

Profª.: Elysângela Neves Profª.: Elysângela Neves Regência É a relação sintática que se estabelece entre um termo regente ou subordinante (que exige outro) e o termo regido ou subordinado (termo regido pelo primeiro) A regência

Leia mais

Afonso levantou-se de um salto, correu para a casa de banho, abriu a tampa da sanita e vomitou mais uma vez. Posso ajudar? perguntou a Maria,

Afonso levantou-se de um salto, correu para a casa de banho, abriu a tampa da sanita e vomitou mais uma vez. Posso ajudar? perguntou a Maria, O Afonso levantou-se de um salto, correu para a casa de banho, abriu a tampa da sanita e vomitou mais uma vez. Posso ajudar? perguntou a Maria, preocupada, pois nunca tinha visto o primo assim tão mal

Leia mais

Livro com atividades para colorir, desenhar, construir, e muito mais! Este livro pertence a

Livro com atividades para colorir, desenhar, construir, e muito mais! Este livro pertence a Livro com atividades para colorir, desenhar, construir, e muito mais! Este livro pertence a CENTRO DE PSICOLOGIA APLICADA DO EXÉRCITO NÚCLEO DE APOIO PSICOLÓGICO E INTERVENÇÃO NA CRISE Edição - Julho 2014

Leia mais

Qual o Sentido do Natal?

Qual o Sentido do Natal? Qual o Sentido do Natal? Por Sulamita Ricardo Personagens: José- Maria- Rei1- Rei2- Rei3- Pastor 1- Pastor 2- Pastor 3-1ª Cena Uma música de natal toca Os personagens entram. Primeiro entram José e Maria

Leia mais

Entrevista A2. 2. Que idade tinhas quando começaste a pertencer a esta associação? R.: 13, 14 anos.

Entrevista A2. 2. Que idade tinhas quando começaste a pertencer a esta associação? R.: 13, 14 anos. Entrevista A2 1. Onde iniciaste o teu percurso na vida associativa? R.: Em Viana, convidaram-me para fazer parte do grupo de teatro, faltava uma pessoa para integrar o elenco. Mas em que associação? Na

Leia mais

Quem tem boca vai a Roma

Quem tem boca vai a Roma Quem tem boca vai a Roma AUUL AL A MÓDULO 14 Um indivíduo que parece desorientado e não consegue encontrar o prédio que procura, aproxima-se de outro com um papel na mão: - Por favor, poderia me informar

Leia mais

CURSO: TRIBUNAL REGULAR ASSUNTOS: CONCORDÂNCIA NOMINAL / CONCORDÂNCIA VERBAL SUMÁRIO DE AULA DÉCIO SENA

CURSO: TRIBUNAL REGULAR ASSUNTOS: CONCORDÂNCIA NOMINAL / CONCORDÂNCIA VERBAL SUMÁRIO DE AULA DÉCIO SENA CURSO: TRIBUNAL REGULAR ASSUNTOS: CONCORDÂNCIA NOMINAL / CONCORDÂNCIA VERBAL SUMÁRIO DE AULA DÉCIO SENA PRIMEIRA PARTE: CONCORDÂNCIA NOMINAL I. Regra Geral II. Casos Particulares I) Regra Geral: Exemplo:

Leia mais

1º VESTIBULAR BÍBLICO DA UMADUP. Livro de João

1º VESTIBULAR BÍBLICO DA UMADUP. Livro de João Upanema/RN, 03 de Agosto de 2013 1º VESTIBULAR BÍBLICO DA Livro de João Leia com atenção as instruções abaixo: 1. Verifique se o caderno de prova contém 30 (trinta) questões. Em caso negativo, comunique

Leia mais

O USO DA FORMA VOCÊ NO NORTE DE MINAS GERAIS Maria do Socorro Vieira Coelho (UniMontes) soccoelho@hotmail.com

O USO DA FORMA VOCÊ NO NORTE DE MINAS GERAIS Maria do Socorro Vieira Coelho (UniMontes) soccoelho@hotmail.com O USO DA FORMA VOCÊ NO NORTE DE MINAS GERAIS Maria do Socorro Vieira Coelho (UniMontes) soccoelho@hotmail.com 1. Introdução Neste artigo trata-se, sob a perspectiva sociolinguística variacionista, a alternativa

Leia mais

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística?

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? Universidade de São Paulo benjamin@usp.br Synergies-Brésil O Sr. foi o representante da Letras junto à CAPES. O Sr. poderia explicar qual

Leia mais

Entrevista exclusiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao SBT

Entrevista exclusiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao SBT Entrevista exclusiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao SBT Brasília-DF, 30 de outubro de 2006 Jornalista Ana Paula Padrão: Então vamos às perguntas, agora ao vivo, com

Leia mais

AMOR, TRANSFERÊNCIA E DESEJO

AMOR, TRANSFERÊNCIA E DESEJO AMOR, TRANSFERÊNCIA E DESEJO Lucia Serrano Pereira 1 Afirmo em nada mais ser entendido, senão nas questões do amor. Isso é o que está dito por Sócrates na obra de Platão O Banquete. O Banquete nos é indicado

Leia mais

ESPELHO, ESPELHO MEU: HÁ ALGUÉM MAIS IMPORTANTE DO QUE EU? - UM ESTUDO SOBRE O DIÁLOGO NA RELAÇÃO ENTRE PROFESSORA E MÃE EM CRECHE

ESPELHO, ESPELHO MEU: HÁ ALGUÉM MAIS IMPORTANTE DO QUE EU? - UM ESTUDO SOBRE O DIÁLOGO NA RELAÇÃO ENTRE PROFESSORA E MÃE EM CRECHE ESPELHO, ESPELHO MEU: HÁ ALGUÉM MAIS IMPORTANTE DO QUE EU? - UM ESTUDO SOBRE O DIÁLOGO NA RELAÇÃO ENTRE PROFESSORA E MÃE EM CRECHE Márcia Gagliardi Núcleo de Estudos e Pesquisas: Formação de Professores

Leia mais

A Bíblia realmente afirma que Jesus

A Bíblia realmente afirma que Jesus 1 de 7 29/06/2015 11:32 esbocandoideias.com A Bíblia realmente afirma que Jesus Cristo é Deus? Presbítero André Sanchez Postado por em: #VocêPergunta Muitas pessoas se confundem a respeito de quem é Jesus

Leia mais

ANÁLISE DA POSTURA DE UMA PROFESSORA PARTICIPANTE DE UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA

ANÁLISE DA POSTURA DE UMA PROFESSORA PARTICIPANTE DE UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN ANÁLISE DA POSTURA DE UMA PROFESSORA PARTICIPANTE DE UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA

Leia mais

Tecnologia da Informação Prof. Mário Henrique de Souza Pardo Resumo Aula 4

Tecnologia da Informação Prof. Mário Henrique de Souza Pardo Resumo Aula 4 Tecnologia da Informação Prof. Mário Henrique de Souza Pardo Resumo Aula 4 1 MS-Excel Aplicando funções às suas fórmulas de Excel (continuação) Serão vistas, nesta aula as funções de busca e referência

Leia mais

1. COMPLETE OS QUADROS COM OS VERBOS IRREGULARES NO PRETÉRITO PERFEITO DO INDICATIVO E DEPOIS COMPLETE AS FRASES:

1. COMPLETE OS QUADROS COM OS VERBOS IRREGULARES NO PRETÉRITO PERFEITO DO INDICATIVO E DEPOIS COMPLETE AS FRASES: Atividades gerais: Verbos irregulares no - ver na página 33 as conjugações dos verbos e completar os quadros com os verbos - fazer o exercício 1 Entrega via e-mail: quarta-feira 8 de julho Verbos irregulares

Leia mais

Em um campo inabitado, cheio de flores, em

Em um campo inabitado, cheio de flores, em Para onde foi o meu dinheiro? A fábula das abelhas. Em um campo inabitado, cheio de flores, em uma terra distante, havia uma colméia diferente das demais. Tudo nessa colméia era muito bem organizado, limpo

Leia mais

Estórias de Iracema. Maria Helena Magalhães. Ilustrações de Veridiana Magalhães

Estórias de Iracema. Maria Helena Magalhães. Ilustrações de Veridiana Magalhães Estórias de Iracema Maria Helena Magalhães Ilustrações de Veridiana Magalhães 2 Era domingo e o céu estava mais azul que o azul mais azul que se pode imaginar. O sol de maio deixava o dia ainda mais bonito

Leia mais

PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010

PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010 PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010 OBSERVAÇÃO NA ESCOLA Localização da Escola 29/03 16/04 Espaço Físico PPP e o Ensino de Ciências OBSERVAÇÃO NA SALA Relação Professor/Alunos

Leia mais

Erros mais freqüentes

Erros mais freqüentes Lição 1 Erros mais freqüentes Extraímos de comunicações empresariais alguns erros, que passamos a comentar: 1. Caso se faça necessário maiores esclarecimentos... Apontamos duas falhas: 1. Caso se faça

Leia mais

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar MELHORES MOMENTOS Expressão de Louvor Acordar bem cedo e ver o dia a nascer e o mato, molhado, anunciando o cuidado. Sob o brilho intenso como espelho a reluzir. Desvendando o mais profundo abismo, minha

Leia mais

Colorindo Missões. Para obter este recurso em português e em outras línguas, visite: www.colorindomissoes.blogspot.com.br

Colorindo Missões. Para obter este recurso em português e em outras línguas, visite: www.colorindomissoes.blogspot.com.br Colorindo Missões Olá irmãos! É com felicidade que apresentamos a vocês a revista Colorindo Missões, uma revista totalmente gratuita de atividades para crianças, que tem como objetivo ensiná-las, de forma

Leia mais

18/11/2005. Discurso do Presidente da República

18/11/2005. Discurso do Presidente da República Discurso do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de entrega de certificado para os primeiros participantes do programa Escolas-Irmãs Palácio do Planalto, 18 de novembro de 2005

Leia mais

OS DIFERENTES MODOS DE LEITURA NO ENSINO DE CIÊNCIAS

OS DIFERENTES MODOS DE LEITURA NO ENSINO DE CIÊNCIAS OS DIFERENTES MODOS DE LEITURA NO ENSINO DE CIÊNCIAS Narjara Zimmermann (narjarazi@ige.unicamp.br) (Mestranda do Programa de Pós-graduação em Ensino e História de Ciências da Terra, Instituto de Geociências,

Leia mais

PERTO DE TI AUTOR: SILAS SOUZA MAGALHÃES. Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma.

PERTO DE TI AUTOR: SILAS SOUZA MAGALHÃES. Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma. PERTO DE TI Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma. Jesus! Perto de ti, sou mais e mais. Obedeço a tua voz. Pois eu sei que tu és Senhor, o

Leia mais

Em algum lugar de mim

Em algum lugar de mim Em algum lugar de mim (Drama em ato único) Autor: Mailson Soares A - Eu vi um homem... C - Homem? Que homem? A - Um viajante... C - Ele te viu? A - Não, ia muito longe! B - Do que vocês estão falando?

Leia mais

Catequese nº 13 (4º Catecismo) Jesus presente no irmão. Jorge Esteves

Catequese nº 13 (4º Catecismo) Jesus presente no irmão. Jorge Esteves Catequese nº 13 (4º Catecismo) Jesus presente no irmão Jorge Esteves Objectivos 1. Reconhecer que Jesus se identifica com os irmãos, sobretudo com os mais necessitados (interpretação e embora menos no

Leia mais

CURIOSIDADES GRÁFICAS

CURIOSIDADES GRÁFICAS CURIOSIDADES GRÁFICAS 1. USO DOS PORQUÊS POR QUE: usado em frases interrogativas diretas e indiretas; quando equivale a pelo qual e flexões e quando depois dessa expressão vier escrita ou subentendida

Leia mais

Para gostar de pensar

Para gostar de pensar Rosângela Trajano Para gostar de pensar Volume III - 3º ano Para gostar de pensar (Filosofia para crianças) Volume III 3º ano Para gostar de pensar Filosofia para crianças Volume III 3º ano Projeto editorial

Leia mais

USO DOS PRONOMES DEMONSTRATIVOS NA FALA E NA ESCRITA 1

USO DOS PRONOMES DEMONSTRATIVOS NA FALA E NA ESCRITA 1 USO DOS PRONOMES DEMONSTRATIVOS NA FALA E NA ESCRITA 1 RESUMO Sirlei de Faria Andrade¹ Nesta pesquisa, o objeto de estudo é análise da apresentação dos pronomes demonstrativos nas gramáticas de Bechara

Leia mais

HINÁRIO. Glauco O CHAVEIRÃO. Glauco Villas Boas. Tema 2012: Flora Brasileira Allamanda blanchetii

HINÁRIO. Glauco O CHAVEIRÃO. Glauco Villas Boas. Tema 2012: Flora Brasileira Allamanda blanchetii HINÁRIO O CHAVEIRÃO Tema 2012: Flora Brasileira Allamanda blanchetii Glauco Glauco Villas Boas 1 www.hinarios.org 2 01 HÓSPEDE Padrinho Eduardo - Marcha Eu convidei no meu sonho Meu mestre vamos passear

Leia mais

UNIDADE 3 MEDIDAS DE POSIÇÃO E DISPERSÃO OBJETIVOS ESPECÍFICOS DE APRENDIZAGEM

UNIDADE 3 MEDIDAS DE POSIÇÃO E DISPERSÃO OBJETIVOS ESPECÍFICOS DE APRENDIZAGEM Unidade 2 Distribuições de Frequências e Representação Gráfica UNIDADE 3 MEDIDAS DE POSIÇÃO E DISPERSÃO OBJETIVOS ESPECÍFICOS DE APRENDIZAGEM Ao finalizar esta Unidade, você deverá ser capaz de: Calcular

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA 7 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª SHEILA RODRIGUES PROF.ª SHIRLEY VASCONCELOS

LÍNGUA PORTUGUESA 7 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª SHEILA RODRIGUES PROF.ª SHIRLEY VASCONCELOS LÍNGUA PORTUGUESA 7 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª SHEILA RODRIGUES PROF.ª SHIRLEY VASCONCELOS CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade III Trabalho- A trajetória humana, suas produções e manifestações. 2 CONTEÚDOS

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 14 Discurso: em encontro com professores

Leia mais

PERDA (DO USO DO TU/TE) E AQUISIÇÃO (DE VOCÊ/TE)

PERDA (DO USO DO TU/TE) E AQUISIÇÃO (DE VOCÊ/TE) PERDA (DO USO DO TU/TE) E AQUISIÇÃO (DE VOCÊ/TE) Sônia Maria Lazzarini CYRINO (UEL Londrina) Onilda Regina M. de BRITO (FECEA) Área de trabalho: Lingüística Histórica (PG UEL) ABSTRACT: Although grammars

Leia mais

ALEGRIA ALEGRIA:... TATY:...

ALEGRIA ALEGRIA:... TATY:... ALEGRIA PERSONAGENS: Duas amigas entre idades adolescentes. ALEGRIA:... TATY:... Peça infanto-juvenil, em um só ato com quatro personagens sendo as mesmas atrizes, mostrando a vida de duas meninas, no

Leia mais

AS RASURAS NO PROCESSO DE CRIAÇÃO DE POEMAS EM SALA DE AULA

AS RASURAS NO PROCESSO DE CRIAÇÃO DE POEMAS EM SALA DE AULA Revista Eletrônica de Educação de Alagoas Volume 01. Nº 01. 1º Semestre de 2013 AS RASURAS NO PROCESSO DE CRIAÇÃO DE POEMAS EM SALA DE AULA Cyntya Mayryele Assis dos SANTOS 1 Resumo Nesse artigo iremos

Leia mais

História de Trancoso

História de Trancoso Aluno(a): Professor(a): Turma: n o : Data: Leia o texto a seguir com atenção. História de Trancoso Joel Rufi no dos Santos Era uma vez um fazendeiro podre de rico, que viajava solitário. Ah, quem me dera

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na visita ao Assentamento Lulão

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na visita ao Assentamento Lulão , Luiz Inácio Lula da Silva, na visita ao Assentamento Lulão Santa Cruz de Cabrália-BA, 28 de setembro de 2005 Meu caro governador Paulo Souto, governador do estado da Bahia, Meu querido companheiro Miguel

Leia mais

Dicas para investir em Imóveis

Dicas para investir em Imóveis Dicas para investir em Imóveis Aqui exploraremos dicas de como investir quando investir e porque investir em imóveis. Hoje estamos vivendo numa crise política, alta taxa de desemprego, dólar nas alturas,

Leia mais

Acólitos. São João da Madeira. Cancioneiro

Acólitos. São João da Madeira. Cancioneiro Acólitos São João da Madeira Cancioneiro Índice Guiado pela mão...5 Vede Senhor...5 Se crês em Deus...5 Maria a boa mãe...5 Quanto esperei por este momento...6 Pois eu queria saber porquê?!...6 Dá-nos

Leia mais

10 segredos para falar inglês

10 segredos para falar inglês 10 segredos para falar inglês ÍNDICE PREFÁCIO 1. APENAS COMECE 2. ESQUEÇA O TEMPO 3. UM POUCO TODO DIA 4. NÃO PRECISA AMAR 5. NÃO EXISTE MÁGICA 6. TODO MUNDO COMEÇA DO ZERO 7. VIVA A LÍNGUA 8. NÃO TRADUZA

Leia mais

Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003. Rio de Janeiro, 28 de maio de 2008.

Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003. Rio de Janeiro, 28 de maio de 2008. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Departamento de Artes & Design Curso de especialização O Lugar do Design na Leitura Disciplina: Estratégia RPG Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA MARQUE A ALTERNATIVA CORRETA UTILIZE O TEXTO I PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 01 A 10. Texto I

LÍNGUA PORTUGUESA MARQUE A ALTERNATIVA CORRETA UTILIZE O TEXTO I PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 01 A 10. Texto I Texto I LÍNGUA PORTUGUESA MARQUE A ALTERNATIVA CORRETA UTILIZE O TEXTO I PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 01 A 10. O Último Computador Luís Fernando Veríssimo Um dia, todos os computadores do mundo estarão

Leia mais

1 - VERBO - João 1:1-3, 14. Intro - (F, Bb, F, Bb) 2x (F, Bb, Dm7, Bb9) 2x

1 - VERBO - João 1:1-3, 14. Intro - (F, Bb, F, Bb) 2x (F, Bb, Dm7, Bb9) 2x 1 - VERBO - João 1:1-3, 14 Intro - (, Bb,, Bb) 2x (, Bb, Dm7, Bb9) 2x Bb m Bb No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus Bb m Dm E o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus m /A Bb Todas

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DAS CULTURAS INFANTIS DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO PARANÁ

CARACTERÍSTICAS DAS CULTURAS INFANTIS DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO PARANÁ 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 CARACTERÍSTICAS DAS CULTURAS INFANTIS DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO PARANÁ Luisa de Oliveira Demarchi Costa 1 ; Verônica Regina Müller 2 RESUMO: Este

Leia mais

Categorias Subcategorias Unidades de registo. Situação. Sai da escola e ia para casa da minha mãe (F1) Experiência de assalto

Categorias Subcategorias Unidades de registo. Situação. Sai da escola e ia para casa da minha mãe (F1) Experiência de assalto Categorias Subcategorias Unidades de registo Experiência de assalto Situação Sai da escola e ia para casa da minha mãe (F1) Estava a ir para a escola (F2) Estava a sair da escola e quando cheguei à porta

Leia mais