PATENTE COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PARA A ÁREA DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO: um estudo de caso

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PATENTE COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PARA A ÁREA DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO: um estudo de caso"

Transcrição

1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA ELISÂNGELA DE MOURA PATENTE COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PARA A ÁREA DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO: um estudo de caso CAMPINAS 2008

2 ELISÂNGELA DE MOURA PATENTE COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PARA A ÁREA DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO: um estudo de caso Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado como exigência para obtenção do Título de Bacharel em Biblioteconomia, ao curso de Biblioteconomia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Orientadora: Profª Drª Vera Sílvia Marão Beraquet. PUC CAMPINAS 2008

3

4 Pontifícia Universidade Católica de Campinas Centro de Ciências Sociais Aplicadas Faculdade de Biblioteconomia BANCA EXAMINADORA Orientadora Profª. Drª. Vera Sílvia Marão Beraquet 1º Examinador Profª. Drª. Mariângela Pisoni Zanaga 2º Examinador Bibliotecária Valdinéa Sonia Petinari Campinas, 01 de dezembro de 2008.

5 Dedico! Aos que confiaram em mim, que tiveram paciência e compreensão nos dias em que estive ausente para concluir este trabalho. E à minha família que sempre acredita no meu sucesso.

6 AGRADECIMENTOS trabalho. Agradeço primeiramente a Deus, por me guiar sempre e poder concluir este Ao meu pai Joaquim pelos ensinamentos, pela honestidade, a minha mãe Maria pela paciência durante esta jornada de 4 anos, principalmente pelo incentivo moral para atingir os resultados profissionais, acadêmicos e pessoais. Às minhas irmãs pela troca de experiências, aos sobrinhos pelas ausências, mas mesmo assim sempre carinhosos. Ao Cido, pelos ensinamentos durante o tempo que esteve presente, e que sempre estará em nossas vidas, pelos incentivos morais, financeiros e pela alegria de sempre. Aos colegas de classe sem exceção, pela parceria. Aos amigos conquistados nesse período: Cássia, Athais, Rosimeire, Fernanda, Paula, Sueli, Silvia e Antônia, que durante esses 4 anos proporcionaram muitas alegrias, experiências, conhecimentos, que levarei pra sempre. Aos profissionais do Centro de Engenharia Biomédica da Unicamp, pela experiência de vida durante 3 anos, pelas trocas de conhecimentos, e também pela confiança depositada. Aos professores Carlos Corrêa, Mariângela Pisoni Zanaga, Leonardo, Renata Ciol, César Pereira que sempre me motivaram a ir além daquilo que era proposto. A professora Vera Beraquet, pelos ensinamentos, oportunidades, cobranças e pela orientação. Obrigada pela confiança.

7 "A ciência está destinada a desempenhar um papel cada vez mais preponderante na produção industrial. E as nações que deixarem de entender essa lição hão inevitavelmente de ser relegadas à posição de nações escravas: cortadoras de lenha e carregadoras de água para os povos mais esclarecidos". Lord Rutherford

8 RESUMO MOURA, Elisângela de. Patente como fonte de informação para a área de pesquisa e desenvolvimento tecnológico: um estudo de caso f. Monografia (Graduação) Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Centro de Ciências Sociais Aplicadas, Curso de Biblioteconomia, Campinas, Estudo sobre o conhecimento e uso da patente como fonte de informação por parte dos pesquisadores da área de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, nos quais são vinculados a uma Agência de Propriedade Intelectual de uma universidade paulista. Como objetivos específicos: verificou a utilização do documento de patente; identificou onde são recuperados esses documentos; analisou quais as dificuldades e preferências de acesso a essa fonte, por fim, identificou se existe o conhecimento e reconhecimento da função da patente como fonte de informação. Como método, aplicou-se questionário semi-estruturado com 22 questões relacionadas ao uso e conhecimento da fonte de patente, nos quais foram respondidos 8, tornando-se uma pesquisa de pequeno porte. Concluiu-se a maior parte dos pesquisadores conhece e utiliza a patente como fonte de informação no desenvolvimento de seus produtos e serviços, percebeu-se que existe o reconhecimento da patente como fonte de informação tecnológica como propulsora de novos conhecimentos e a cultura de uso dessa fonte, no âmbito da universidade foi praticada. Diante desses levantamentos, como conseqüência, foram ainda percebidas as razões que podem estar impedindo o uso da informação contida nas patentes. Palavras-chave: Patente. Fonte de informação. Informação tecnológica. Universidade.

9 ABSTRACT MOURA, Elisângela de. Patent as a source of information for the area of research and technological development: a case study. Campinas Monograph (Undergraduate) - Library Science, Applied Social Sciences Center, Pontifical Catholic University of Campinas Study on the knowledge and use of the patent as a source of information by researchers from research and technological development area, in which are linked to an Intellectual Property Agency of São Paulo University. Specific objectives: found the use of the patent document; identified where these documents are recovered; which examined the difficulties preferences and access to this source, finally, if there is identified the knowledge and recognition of the function of the patent as an information source. As a method was applied semi-structured questionnaire with 22 questions related to the use and knowledge of the source of patent, in which 8 were answered, making it a small research. Concluded most researchers know and use patents as a source of information in developing their eservices products, it was noticed that there is a recognition of the patent as a source of technological information as a driver of new knowledge and to use this source of culture within the university was committed. Given these surveys, as a consequence, were still perceived the reasons that may be preventing the use of information contained in patents. Keywords: Patent. Source of information. Technological information. University.

10 LISTA DE QUADROS Quadro 1 - Formação acadêmica dos sujeitos Quadro 2 - Visão quanto a função da patente Quadro 3 - Opinião sobre as condições do país em gerar tecnologias, ampliar o número de patentes registradas e transferir informações e conhecimentos... 40

11 LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Graduação dos pesquisadores Tabela 2 - Última atualização dos sujeitos em nível de formação acadêmica Tabela 3 - Número de patentes depositadas Tabela 4 - Área de aplicação da patente Tabela 5 - Motivo do depósito da patente Tabela 6 - Uso da fonte de patente para gerar novos conhecimentos Tabela 7 - Uso do documento de patente como fonte de informação Tabela 8 - Uso de bases de dados de P.I. para acessar o documento de patente Tabela 9 - Frequência de uso das bases de dados de P. I Tabela 10 - Fontes consultadas para acessar o documento de patente Tabela 11 - Fontes consultadas para obter o documento de patente Tabela 12 - Opinião quanto a estrutura do documento de patente Tabela 13 - Dificuldades enfrentadas na busca ao documento de patente Tabela 14 - Preferências de formatos na recuperação de informações sobre patentes Tabela 15 - Visão quanto à função da patente Tabela 16 - Forma de uso da fonte de patente Tabela 17 - Tabela 18 - Tabela 19 - Tabela 20 - Conhecimento e uso das bases de dados disponível na instituição em que trabalha Como teve conhecimento das bases de dados de Patentes de sua instituição Percepções durante a busca nas bases de dados de patentes da universidade na qual trabalha Nível de conhecimento quanto as informações e serviços disponibilizados sobre 38 patentes disponibilizados no INPI... Tabela 21 - Fontes de informações mais utilizadas... 39

12 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS P&D I.T. C&T INPI CEDIN DIDOC DIINTEC PROFINT TCIs C&E PINTEC CT&I Pesquisa e Desenvolvimento Informação Tecnológica Ciência e Tecnologia Instituto Nacional de Propriedade Intelectual Centro de Documentação e Informação Tecnológica Divisão de Documentação Divisão de Informação Tecnológica Programa de Fornecimento e Informação Tecnológica Tecnologias de Informação e Comunicação Cientistas e Engenheiros Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica Ciência, Tecnologia e Inovação ANPEI CPqD P.I Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Propriedade Intelectual

13 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Fonte de informação Informação tecnológica Sistema Nacional de Propriedade Intelectual Patente como fonte de informação REVISÃO DE LITERATURA MÉTODO Caracterização da Instituição Sujeitos e coleta de dados Procedimentos TABULAÇÃO DOS DADOS... 5 DISCUSSÃO... 6 CONCLUSÃO... 7 REFERÊNCIAS APÊNDICES... 58

14 3 1 INTRODUÇÃO A realização desse trabalho justifica-se pelo atual cenário mundial, onde a tecnologia é potencial no desenvolvimento de uma nação. Reforçou-se pelo fato de Campinas estar inserida no Pólo de Alta Tecnologia da região. Pesquisar este tema representou um desafio tanto ao fato de adquirir conhecimento aprofundado na área, quanto para ter contato com os profissionais da área pesquisada. Além de a temática ser bem diferenciada na Biblioteconomia. O estudo que se apresenta possui como panorama a questão de identificar se os pesquisadores reconhecem a patente como fonte de informação inclusive se utiliza essa fonte para o desenvolvimento de seus produtos e serviços tecnológicos. Sabe-se que a tecnologia é o mais relevante instrumento de desenvolvimento da economia atual, ela dá autonomia para os países tornarem-se sustentáveis gerando produtos e serviços para a sociedade. Entende-se por tecnologia a técnica que emprega conhecimento científico, onde os conhecimentos que foram utilizados para gerar a máquina, o processo, a planta industrial permitem sua absorção, adaptação, transferência e difusão. (JANNUZZI; MONTALLI, 2004). A condição atual de um país depende do conjunto de descobertas, aperfeiçoamentos e esforços das gerações anteriores. Pilat (2005, p. 13) afirma que o avanço tecnológico proporciona novos métodos de produção, aumento da produtividade, geração de riquezas e melhoria da qualidade de vida da população. Nesse contexto, a capacidade de inovar ganha importância preponderante na definição de quem vai prosperar ou sucumbir. O valor dos produtos e serviços depende cada vez mais da quantidade de inovação, tecnologia e inteligência neles incorporada. (BRASIL INOVADOR, 2006) A informação tem hoje, nas indústrias papel fundamental para a área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O tipo de informação que permeia aspectos relativos à produção de conhecimento tecnológico é a Informação Tecnológica (I. T.). Ela pode ser entendida como aquela que trata da informação necessária,

15 4 utilizada e gerada, nos procedimentos de aquisição, inovação e transferência de tecnologia, nos procedimentos de metrologia, certificação de qualidade, normalização e processos de produção. (MONTALLI; CAMPELLO, 1996) O documento de patente vem cada vez mais sendo utilizado como valiosa fonte de I.T. Contribui muito para isso o fato de as patentes serem documentos uniformizados. Existem diversos códigos, adotados internacionalmente, que facilitam a recuperação de informações de interesse para empresas ou pesquisadores. (BORJA, 2005) Essa fonte de informação é o principal indicativo de desenvolvimento tecnológico, produzido pela ciência traduzida em tecnologia, recurso fundamental para competitividade em função das inovações tecnológicas que pode alavancar. É responsável pelo desenvolvimento dos países, pois gera competitividade das empresas, sendo um agente de riqueza econômica. (SANTOS; DIAS, 1996) A patente é formada por conhecimentos técnicos, sendo um instrumento legal destinado a proteger a invenção aplicável a indústria, durante um prazo de tempo definido, contra cópias e quaisquer outros usos não autorizados pelo seu possuidor de modo a permitir-lhe a exploração rentável dessa nova idéia. (FRANÇA, 2000, p. 153). O amparo jurídico da patente tem como função estimular e promover por meio do uso da informação de patente o desenvolvimento técnico, científico e industrial. (SANTOS; DIAS, 1996). Este estudo tem como escopo as informações geradas no ambiente de inovação tecnológica e a riqueza da informação de patentes, tendo como objetivo geral analisar o conhecimento e uso da patente como fonte de informação por parte dos pesquisadores doutores vinculados a uma Agência de P.I de uma universidade paulista. A pesquisa teve como objetivos específicos de verificar se há utilização do documento de patente; identificar onde são recuperados esses documentos; identificar as dificuldades e preferências de acesso a essa fonte, por fim, analisar se existe o conhecimento e reconhecimento da função da patente como fonte de informação.

16 5 Para isso, foram aplicados questionários aos 51 pesquisadores vinculados a Agência de Propriedade Intelectual, visando identificar a relevância atribuída à fonte de patente, descrevendo as possíveis dificuldades encontradas pelos pesquisadores na obtenção e uso da patente como fonte de informação. Este estudo foi desenvolvido numa agência de Propriedade Intelectual situada numa universidade estadual paulista. Esta agência possui uma estrutura direcionada ao desenvolvimento e proteção de novas tecnologias, com a finalidade de resguardar a propriedade intelectual das tecnologias, marcas, produtos, ou processos eventualmente desenvolvidos na universidade. A agência auxilia os pesquisadores nos procedimentos de registro de propriedade intelectual das invenções, nos processos de licenciamento das inovações, na redação e no depósito de patente, no registro de software, na identificação de produtos ou processos patenteáveis e licenciáveis. A escolha do local se deu pelo fato de as atividades de pesquisa científica e tecnológica no Brasil serem desenvolvidas em sua grande parte no universo acadêmico. No país a quase totalidade da atividade de pesquisa e desenvolvimento (P&D) ocorre em ambiente acadêmico ou instituições governamentais e não na indústria. (CRUZ, 1999) As universidades empreenderam grandes esforços para construção da capacitação própria para o fomento de novas tecnologias. As estruturas organizacionais criadas pelas universidades são capazes de atender as novas demandas tecnológicas, e assim estão consolidando agências de inovação tecnológica, que promovem a área de pesquisa e desenvolvimento tecnológico no universo acadêmico. No âmbito da Biblioteconomia, esta pesquisa pretende disseminar esse tipo de fonte de informação, inclusive os resultados visam promover a atuação do bibliotecário em centros de pesquisa científica e tecnológica, atuando como mediador para acesso a informações tecnológicas de qualidade.

17 6 Diante do quadro apresentado, partiu-se das questões: Os pesquisadores conhecem e utilizam a patente como fonte de informação durante o desenvolvimento de seus produtos e serviços? A informação contida nos documentos de patentes, provoca um questionamento relevante quanto ao uso e motivo aos quais os pesquisadores fazem ou não o uso desta informação tecnológica. Diante desses levantamentos, como conseqüência, foram ainda percebidas as razões que podem estar impedindo algumas empresas de utilizarem a informação contida nas patentes, como ferramenta no desenvolvimento de novos produtos. O desenvolvimento deste trabalho teve como ponto principal, a realização de um estudo exploratório no que tange em atrair, auxiliar e divulgar os resultados aos profissionais da área, pesquisadores, agências e aos órgãos do sistema de propriedade intelectual quanto ao uso e conhecimento de patentes como fonte de informação tecnológica. Desta forma, analisar os fatores positivos e negativos e ter um referencial para evolução da melhoria contínua da disponibilização dessa fonte, promovendo o desenvolvimento científico e tecnológico do país. Assim, estimular e promover maiores discussões sobre o assunto, no seu uso de forma qualitativa, que pode significar maior competitividade para o país, geração de empregos e renda para a sociedade. O capítulo 1 está dividido em subtópicos, no qual abrange os seguintes conceitos básicos: Fontes de Informação; Informação Tecnológica; Sistema Nacional de Propriedade Intelectual e por último a Patente como fonte de informação. No capítulo 2, trata do levantamento da literatura científica pertinente, com trabalhos relacionados a patente como fonte de informação. No capítulo 3 apresenta-se o método utilizado, caracterizando a instituição e os sujeitos da pesquisa, bem como os procedimentos e os instrumentos para coleta de dados. No capítulo 4, encontrase a tabulação dos dados, com tabelas e quadros, mostrando todos os dados da pesquisa. O capítulo 5 trata da discussão dos principais dados apresentados. O capítulo 6 apresenta as conclusões e sugestões sobre o uso e conhecimento da patente como fonte de informação tecnológica.

18 7 1.1 Fontes de informação O interesse pelo conhecimento sempre fez parte da história da humanidade e com o resultado da revolução social, econômica e tecnológica, o desejo de se compreender suas formas de aquisição se reforçaram. O interesse pelas informações disponíveis também se estenderam, pois por meio dela que se pode alcançar mais resultados, isso porque sua busca amplia a bagagem de conhecimentos. Castro (2006) afirma que a produção do conhecimento ocorre no indivíduo, fruto da informação recebida. Assim sendo, para que a informação seja recebida, assimilada e gerada em conhecimento, esta informação deve estar disponível em alguma fonte de informação. Cunha (2001) apud Borja (2005, p. 26) citou que as fontes de informação cientítica e tecnológica possuem várias características em comum: a) Formato: aparecem em diferentes formatos, incluindo periódicos, relatórios técnicos, manuais e patentes. Alguns, como as patentes, são mais comuns nas áreas tecnológicas; b) Universalidade: cientistas e engenheiros, dispersos pelas várias regiões do globo, utilizam em seus trabalhos as mesmas fórmulas, tabelas e medidas. Essa característica faz com que a metodologia e os resultados de determinada pesquisa sejam compreendidos por especialistas de todos os países; c) Acumulação de conhecimentos: diferentemente de outras disciplinas, a ciência e tecnologia são construídas com informações coletadas ao longo do tempo; assim, o cientista ou engenheiro não precisa reinventar uma informação básica que já se encontra disponível nas diversas fontes de informação. (CUNHA, 2001 apud BORJA, 2005, p. 26) Dentre as fontes de informações citadas acima, o Manual de Oslo traz definições e orientações metodológicas para coleta e análise de informações para a área de inovação tecnológica. Dentre as fontes de informações citadas, apontou a patente como fonte de informação propulsora para inovação. Essas fontes de informação desenvolvem capacidades de absorção de conhecimentos, o que pode se tornar uma poderosa ferramenta para o crescimento econômico. Isto porque, as fontes de informação são documentos provenientes das

19 8 atividades de pesquisa, nas quais são definidas em três tipos. Como fonte primária, contém informações originais ou novas interpretações de fatos ou idéias já conhecidas, nos quais têm interferência direta do autor da pesquisa. Neste caso, estão inseridos relatórios técnicos, artigos de periódicos, trabalhos apresentados em congressos, teses e dissertações, patentes e outros. As fontes secundárias visam facilitar o uso e consulta de determinada informação que estão dispersas nas fontes primárias. Neste caso, estão incluídas as enciclopédias, dicionários, manuais, dentre outros. As fontes terciárias também denominadas como obras de referências, são aquelas que remetem e guiam o usuário para as fontes primárias e secundárias, neste incluem bibliografias, catálogos, bases de dados entre outros. A principal finalidade da obra de referência é facilitar a localização da informação que se procura. (SISTEMAS DE BIBLIOTECAS DA UNICAMP 1 ) Para se alcançar o sucesso na P&D, Cunha (2001) apud Borja (2005, p. 26) afirma que o uso regular e efetivo das fontes apropriadas, impressas e eletrônicas, é a chave para se alcançar este sucesso, como também sucesso em quaisquer atividades ligadas à ciência e tecnologia. Percebe-se que a fonte de informação tecnológica para a área de P&D é fator determinante para o progresso tecnológico. Para que isto aconteça, elas devem ser coletadas e disponibilizadas em fontes acessíveis, além de ser em divulgadas para o uso efetivo da comunidade de pesquisadores, visando melhoria no progresso científico e tecnológico do país. 1.2 Informação Tecnológica Dos diferentes tipos de informações geradas pela sociedade, destaca-se a informação tecnológica, devido ao seu importante papel no desenvolvimento de uma nação. O conhecimento produzido neste ambiente é denominado informação tecnológica, no qual trata da informação necessária, utilizada e da informação 1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS; SISTEMAS DE BIBLIOTECAS DA UNICAMP. Programa de capacitação de usuários em informação científica: módulo 1 fontes de informação. Campinas: UNICAMP, 2005.

20 9 gerada nos procedimentos de aquisição, inovação e transferência de tecnologia, aplicados nos processos de produção. (MONTALLI; CAMPELLO, 1996). Este tipo de informação é utilizada como fonte necessária para produção do conhecimento científico, e é definida como todo tipo de conhecimento sobre tecnologias de processo, de produto e de produção, que favoreça a melhoria contínua da qualidade e a inovação do setor produtivo. (ALVARES, 1998 apud MOURA, 2005, p. 5) Castro (2006) afirma que ela é diferenciada pelo seu importante papel no desenvolvimento de uma nação, sendo responsável, por exemplo, pela inovação e, consequentemente, pela competitividade das empresas, agentes de riqueza econômica de um país. Com a renovação constante de produtos e serviços fez a informação atrelada com área de Ciência e Tecnologia (C&T) tornar-se um recurso primordial nos processos inovativos. Isto fez com que todos os olhares voltassem para esse setor, criando um processo contínuo de inovação, que se estendeu até os dias atuais. Castro (2006) afirma que a informação produzida pela ciência traduzida em tecnologia é recurso fundamental para a competitividade em função da inovação que pode alavancar. Para o autor, o processo de criar o novo, de inovar, depende inequivocamente de quanta informação se dispõe e o processo de produção e captação de informação para geração de novos conhecimentos para aplicação em novos produtos e processos é recurso estratégico para uma nação. A inovação tecnológica assumiu um grande papel frente ao desenvolvimento econômico, político e social das nações. Isto porque a inovação segundo Viotti (2001) apud Pereira (2005, p. 35) [...] é a chave para o crescimento, competitividade, e o desenvolvimento de empresas, indústrias regiões e países. Também tem importância fundamental na determinação do estilo de desenvolvimento das regiões ou nações e na forma como afeta no presente, e afetará no futuro, a qualidade de vida da população em geral e de seus segmentos.

21 10 A atual preocupação dos países em se manterem sustentáveis e independentes, deve-se ao fator econômico e para que este desejo seja efetivado, o desenvolvimento científico e tecnológico é essencial. A tecnologia é o mais relevante instrumento de desenvolvimento da economia atual, ela dá autonomia para os países tornarem-se sustentáveis gerando produtos e serviços para a sociedade. Pilat (2005, p. 13) afirma que o avanço tecnológico proporciona novos métodos de produção, aumento da produtividade, geração de riquezas e melhoria da qualidade de vida da população. No campo da pesquisa e desenvolvimento, a produção renovada do conhecimento é fator primordial para o desenvolvimento tecnológico. A informação tecnológica é o insumo básico na produção do conhecimento, ela que serve como base e é indispensável no desenvolvimento de novas tecnologias. Os autores Sanchez e Paula (2001, p. 42) afirmam que a sobrevivência da informação tecnológica obriga o setor de ciência e tecnologia, à renovação contínua dos processos tecnológicos para manter a competitividade. A relevância da área científica e tecnológica se reforçou após a II Guerra Mundial, quando os países desenvolvidos investiram abundantemente na produção contínua de novos produtos e serviços para nação de forma a manter o desenvolvimento sustentável. (PEREIRA, 2005) No Brasil e no mundo existem políticas na área tecnológica e científica, que são denominadas Ciência e Tecnologia (C&T) e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). A área de C&T no país é considerada bem mais ampla do que a categoria de P&D, mas a excede. Atribui-se à categoria P&D as atividades criativas relativas à C&T: o investimento para criar conhecimento e tecnologia pertence à categoria P&D e também à categoria C&T, enquanto que o investimento para comprar tecnologia pronta pertence à categoria C&T. (CRUZ, 1999). Pode-se inferir que a informação tecnológica serve, acima de tudo, para fomentar a indústria e servir como ferramenta maior no progresso de inovação tecnológica para o avanço da ciência e da indústria. (BORJA, 2005)

22 Sistema Nacional de Propriedade Intelectual Neste contexto de conhecimento, informação e tecnologia, a propriedade industrial se constituiu como instrumento de proteção à tecnologia que é desenvolvida, evitando que seja apropriada indevidamente. O Sistema Internacional de Propriedade Intelectual é um conjunto de leis e tratados que tem como objetivo de proteger todos os ativos intangíveis da indústria, representada por valores voláteis, tais como a tecnologia utilizada, a marca como proteção de um produto, dentre outros. (FRANÇA, 2000) O sistema de Propriedade Intelectual teve seus princípios básicos estabelecidos na Convenção da União de Paris para Proteção da Propriedade Industrial. No Brasil, a Lei 9.279/1996, que trata da propriedade industrial, estabelece também o que pode e não pode ser patenteável, pois a patente deve representar uma invenção e deve ter aplicação industrial. Os objetivos do sistema patentário visam em primeiro lugar, de recompensar o inventor de uma novidade técnica que tenha necessariamente uma aplicação industrial. Isto é feito através da concessão do estado para a exploração da invenção por um prazo determinado. O segundo refere-se a plena e universal divulgação das inovações tecnológicas geradas pelas invenções, de forma a possibilitar seu uso no benefício geral da humanidade, desenvolvendo as artes e a indústria. (FRANÇA, 2000) O órgão responsável pela concessão de patentes e registro de marcas no Brasil é o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que é autarquia ligada ao Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, com sede no Rio de Janeiro, criado pela Lei 5.648/1970. O Instituto foi criado no dia 11 de dezembro de 1970, pela Lei n.º em uma época marcada pelo esforço de industrialização do país, o INPI pautava sua atuação por uma postura cartorial que se limitava à concessão de marcas e patentes e pelo controle da importação de novas tecnologias. (FRANÇA, 2000)

23 12 Hoje, com a modernização do país, o INPI concentra esforços para utilizar o sistema de propriedade industrial não somente em sua função de proteção intelectual. Todo o trabalho de reestruturação, empreendido, sobretudo a partir de 2004, tem como objetivo utilizar este sistema como instrumento de capacitação e competitividade, condições fundamentais para alavancar o desenvolvimento tecnológico e econômico do país. A reestruturação atendeu à necessidade de modernizar tanto os processos administrativos quanto as áreas fins, em especial as relacionadas às marcas e patentes. Os novos rumos da administração podem ser representados também pela criação, em 2004, da Ouvidoria e da Diretoria de Articulação e Informação Tecnológica. Os dois órgãos passaram a fortalecer os elos do Instituto com a sociedade, facilitando o acesso às informações tecnológicas disponíveis no INPI e disseminando a cultura da propriedade intelectual. (INPI, 2008) No que se refere à cooperação institucional, o INPI procura consolidar seus laços com as principais instituições do Sistema Nacional de Inovação - associações empresariais, federações, universidades, agências de desenvolvimento. Com a Confederação Nacional da Indústria, o INPI busca a efetiva participação das empresas brasileiras nos programas de capacitação relacionados à propriedade intelectual. Voltada à micro e pequenas empresas, a parceria com o Sebrae tem se mostrado o melhor caminho para o incentivo às produções locais. (INPI, 2008) O setor responsável pelos documentos de patentes no INPI é o Centro de Documentação e Informação Tecnológica (CEDIN) que é encarregado de proporcionar os serviços e programas para facilitar o acesso a informação especializada, sendo sua estrutura composta pela Divisão de Documentação (DIDOC) e pela Divisão de Informação Tecnológica (DINTEC). (INPI, 2008) O CEDIN administra um acervo extraordinário de informações sobre o desenvolvimento de tecnologias para as quais se requer a patente. No acervo, o banco de patentes possui mais de 25 milhões de referências de documentos de patentes, originados dos principais países industrializados, alem da documentação brasileira. Seus serviços permitem acesso a diversas fontes de informação no exterior, ampliando capacidade de pesquisa, com economia de recursos. O centro

24 13 presta informações para empresas, pesquisadores e áreas de governo sobre o desenvolvimento de tecnologias para as quais se requer a patente. (FRANÇA, 2000) O instituto tem se posicionado de forma atuante no país e criou programas eficientes e de alto padrão para o uso da informação tecnológica, um dos programas é o Programa de Fornecimento Automático de Informação Tecnológica (PROFINT). Este programa trata da informação seletiva da informação tecnológica, contida nos documentos de patente nacionais e estrangeiros. Uma das normas criadas referiu-se a padronização do documento de patente, sendo como exigência para sua concessão as seguintes partes: folha de rosto onde contém dados bibliográficos essenciais, tais como nome do inventor, título da invenção; relatório descritivo descrição pormenorizada do invento, o problema a ser resolvido e como resolvê-lo, contendo esquemas, diagramas, desenhos; reivindicações delimitam aquilo que vai ser protegido; resumo da patente descrição sucinta do invento. Além disso, tomando providências quanto ao acesso e uso da fonte de informação de patentes foram criados bancos de dados informatizados de patentes, de forma que a informação contida dentro do documento de patente seja recuperada, analisada e disseminada para os pesquisadores. Desta forma, o INPI promove o progresso de técnica por dois motivos: porque constitui-se como um incentivo e proteção ao investimento realizado, e segundo por motivar concorrentes a buscarem alternativas tecnológicas na disputa pelo mercado. Criando assim novos investimentos na área de P&D. 1.4 Patente como fonte de informação A importância dada a informação, as fontes e recursos de informação disponíveis atualmente não nos faz pensar que antigamente o homem produzia algum tipo de conhecimento (material, escultural, pinturas, etc) sem acesso aos estoques de informação. As atividades inventivas, como forma de lazer, ou para melhoria da qualidade de vida eram expressões do conhecimento. Isto porque na Idade Média os homens começaram a preocupar-se em registrar suas obras, principalmente os artesãos que formaram suas corporações de ofício, que

INOVAÇÃO DE PRODUTO, PROCESSO, ORGANIZACIONAL E DE MARKETING NAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS

INOVAÇÃO DE PRODUTO, PROCESSO, ORGANIZACIONAL E DE MARKETING NAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS INOVAÇÃO DE PRODUTO, PROCESSO, ORGANIZACIONAL E DE MARKETING NAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS Fábio Luiz Papaiz Gonçalves Faculdade de Administração CEA Centro de Economia e Administração fabiopapaiz@gmail.com

Leia mais

Patentes verdes: mecanismo de desenvolvimento sustentável. Prof. Dr. Nivaldo dos Santos. Faculdade Alfredo Nasser. nivaldodossantos@bol.com.

Patentes verdes: mecanismo de desenvolvimento sustentável. Prof. Dr. Nivaldo dos Santos. Faculdade Alfredo Nasser. nivaldodossantos@bol.com. Patentes verdes: mecanismo de desenvolvimento sustentável Prof. Dr. Nivaldo dos Santos Faculdade Alfredo Nasser nivaldodossantos@bol.com.br A importância de um sistema de patentes forte para incentivar

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

Política Industrial, transferência de tecnologia e propriedade industrial

Política Industrial, transferência de tecnologia e propriedade industrial Política Industrial, transferência de tecnologia e propriedade industrial Introdução aos debates Jorge de Paula Costa Avila VII REPICT Rio de Janeiro 14 de julho de 2004 Política Industrial, Competitividade

Leia mais

INT VIDEO INSTITUCIONAL

INT VIDEO INSTITUCIONAL INT VIDEO INSTITUCIONAL Carlos Alberto Teixeira 16 de Fevereiro de 2011 Investimentos e Incentivos Fiscais - Projetos de Inovação em Ciência e Tecnologia Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha

Leia mais

III WORKSHOP DAS UNIDADES DO MCT E A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA CTI/CAMPINAS

III WORKSHOP DAS UNIDADES DO MCT E A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA CTI/CAMPINAS III WORKSHOP DAS UNIDADES DO MCT E A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA CTI/CAMPINAS Carlos Alberto Teixeira Agosto 2010 Criação, Invenção e Inovação A criatividade existe no universo das idéias, em que os processos

Leia mais

VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013

VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013 Comentários de Peter Hansen sobre interação Universidade- Empresa no Brasil e Experiências Práticas. VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013 Apresentação Prof. Peter

Leia mais

PROPRIEDADE INTELECTUAL E INOVAÇÃO. Maria Aparecida de Souza. Agência USP de Inovação Universidade de São Paulo

PROPRIEDADE INTELECTUAL E INOVAÇÃO. Maria Aparecida de Souza. Agência USP de Inovação Universidade de São Paulo VIII Seminário do Setor de Saúde da Britcham, tema: "Ambiente de Inovação em Saúde no Brasil PROPRIEDADE INTELECTUAL E INOVAÇÃO Maria Aparecida de Souza Agência USP de Inovação Universidade de São Paulo

Leia mais

Módulo 2: Introdução à Propriedade Intelectual

Módulo 2: Introdução à Propriedade Intelectual Nota: O estudo deste módulo requer cerca de 02 horas. Módulo 2: Introdução à Propriedade Intelectual O que é Propriedade Intelectual? Você provavelmente sabe a resposta desta questão. Sabemos que o inventor

Leia mais

Por que o empreendedorismo [junto com o capital intelectual] deve ser adotado como área estratégica no planejamento estratégico da Suframa?

Por que o empreendedorismo [junto com o capital intelectual] deve ser adotado como área estratégica no planejamento estratégico da Suframa? Por que o empreendedorismo [junto com o capital intelectual] deve ser adotado como área estratégica no planejamento estratégico da Suframa? 1 O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para

Leia mais

Identificação do questionário. 02 - Data da coleta: / / Identificação da empresa. Informações adicionais. 04 - E-mail do entrevistado:

Identificação do questionário. 02 - Data da coleta: / / Identificação da empresa. Informações adicionais. 04 - E-mail do entrevistado: IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Diretoria de Pesquisas Coordenação de Indústria PESQUISA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA 005 PROPÓSITO DA PESQUISA - As informações fornecidas por sua empresa

Leia mais

Resolução 158/Reitoria/Univates Lajeado, 23 de novembro de 2011

Resolução 158/Reitoria/Univates Lajeado, 23 de novembro de 2011 Resolução 158/Reitoria/Univates Lajeado, 23 de novembro de 2011 Estabelece a Política Institucional de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia do Centro Universitário UNIVATES O Reitor do

Leia mais

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E ATIVIDADES DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO NAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E ATIVIDADES DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO NAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E ATIVIDADES DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO NAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS Max Naytan Rinaldi dos Santos Faculdade de Administração CEA Centro de Economia e Administração max_naytan_n10@hotmail.com

Leia mais

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso?

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? i n o v a ç ã o 8 Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? Carla Conti de Freitas Yara Fonseca de Oliveira e Silva Julia Paranhos Lia Hasenclever Renata

Leia mais

CEDIN - Centro de Documentação e Informação Tecnológica. Manual dos Serviços de Informação Tecnológica. Passo-a-passo para os clientes

CEDIN - Centro de Documentação e Informação Tecnológica. Manual dos Serviços de Informação Tecnológica. Passo-a-passo para os clientes CEDIN - Centro de Documentação e Informação Tecnológica Manual dos Serviços de Informação Tecnológica Passo-a-passo para os clientes CEDIN INFORMAÇÃO TECNOLÓGICA ÍNDICE 1 - Apresentação 02 2 - Por quê

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX

POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX Março de 2009 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...4 1.1 Objetivos...4 1.2 Público alvo deste documento...4 2 GLOSSÁRIO...5 3 POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX...7 3.1 Em relação aos ambientes

Leia mais

VI Conferência Anpei: Inovação como Estratégia Competitiva

VI Conferência Anpei: Inovação como Estratégia Competitiva REVISTA DO BNDES, RIO DE JANEIRO, V. 13, N. 26, P. 303-308, DEZ. 2006 VI Conferência Anpei: Inovação como Estratégia Competitiva Data: 5 a 7 de junho de 2006 Local: Rio de Janeiro (RJ) Representante do

Leia mais

O Sistema de Propriedade Intelectual no Brasil

O Sistema de Propriedade Intelectual no Brasil O Sistema de Propriedade Intelectual no Brasil Estrutura do INPI Propriedade Intelectual Sistema criado para garantir a propriedade ou exclusividade resultante da atividade intelectual nos campos industrial,

Leia mais

Tecnologia e Inovação

Tecnologia e Inovação Painel 1 Tecnologia e Inovação Tadeu Pissinati Sant Anna Rio de Janeiro, 24 de agosto de 2010 Sumário I. Conceitos de Tecnologia e Inovação II. A inovação tecnológica no Brasil I. Conceitos 1) Tecnologia

Leia mais

Inserção Internacional dos NITs Brasileiros

Inserção Internacional dos NITs Brasileiros Inserção Internacional dos NITs Brasileiros Denise Gregory Diretora de Cooperação para o Desenvolvimento INPI Seminário ETT/PUC-RS: Um decênio da história na gestão de PI e Transferência de Tecnologia

Leia mais

Profª.. MSc. Silvana Pimentel de Oliveira Manaus/2009

Profª.. MSc. Silvana Pimentel de Oliveira Manaus/2009 Profª.. MSc. Silvana Pimentel de Oliveira Manaus/2009 SECT- AM: Missão e Diretrizes A SECT foi criada para formular e gerir políticas estaduais de C&T buscando articular os esforços os de fazer com que

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSU 018/2014

RESOLUÇÃO CONSU 018/2014 RESOLUÇÃO CONSU 018/2014 Estabelece as diretrizes da Política Institucional de Propriedade Intelectual, Transferência de Tecnologia e Inovação da UEFS e dá outras providências. O Reitor da Universidade

Leia mais

FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR PORTARIA Nº 34, DE 19 DE JULHO DE 2001

FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR PORTARIA Nº 34, DE 19 DE JULHO DE 2001 FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR PORTARIA Nº 34, DE 19 DE JULHO DE 2001 O PRESIDENTE DA COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR - CAPES, no uso das

Leia mais

MARINHA DO BRASIL SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIAE INOVAÇÃO DA MARINHA NORMAS PARA PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL NA MB

MARINHA DO BRASIL SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIAE INOVAÇÃO DA MARINHA NORMAS PARA PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL NA MB Anexo(5), da Port nº 26/2011, da SecCTM MARINHA DO BRASIL SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIAE INOVAÇÃO DA MARINHA NORMAS PARA PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL NA MB 1 PROPÓSITO Estabelecer orientações

Leia mais

CAPÍTULO II DO ESTÍMULO À CONSTRUÇÃO DE AMBIENTES ESPECIALIZADOS E COOPERATIVOS DE INOVAÇÃO

CAPÍTULO II DO ESTÍMULO À CONSTRUÇÃO DE AMBIENTES ESPECIALIZADOS E COOPERATIVOS DE INOVAÇÃO LEI Nº 3095, de 17 de Novembro de 2006 DISPÕE sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo no âmbito do Estado do Amazonas, e dá outras providências O GOVERNADOR

Leia mais

A RELAÇÃO UNIVERSIDADE-EMPRESA NA UFS: UMA INVESTIGAÇÃO A PARTIR DO DIRETÓRIO DOS GRUPOS DE PESQUISA DO CNPQ

A RELAÇÃO UNIVERSIDADE-EMPRESA NA UFS: UMA INVESTIGAÇÃO A PARTIR DO DIRETÓRIO DOS GRUPOS DE PESQUISA DO CNPQ XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. A RELAÇÃO UNIVERSIDADE-EMPRESA NA UFS: UMA INVESTIGAÇÃO A PARTIR DO DIRETÓRIO DOS GRUPOS DE PESQUISA DO CNPQ Felipe Andrade Martins (UFS) felipe.amartins@yahoo.com.br

Leia mais

Formação do Engenheiro de Produção: Competências Acadêmicas e Profissionais

Formação do Engenheiro de Produção: Competências Acadêmicas e Profissionais Formação do Engenheiro de Produção: Competências Acadêmicas e Profissionais Propriedade Intelectual e seu impacto nos programas de pós-graduação XVI ENCEP Encontro Nacional de Coordenadores de Cursos de

Leia mais

Disciplina: Recursos e Tecnologia Prof.: Sidney

Disciplina: Recursos e Tecnologia Prof.: Sidney Disciplina: Recursos e Tecnologia Prof.: Sidney 1 A inovação pode ocorrer em diferentes modalidades: A introdução de novos produtos ou de melhorias substanciais em produtos existentes na produção de bens

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES A Biblioteca da Faculdade do Guarujá tem por objetivos: - Colaborar em pesquisas e projetos desenvolvidos pelo corpo docente e discente da Faculdade do Guarujá;

Leia mais

Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br

Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br C1 Introdução Este guia traz noções essenciais sobre inovação e foi baseado no Manual de Oslo, editado pela Organização para a Cooperação

Leia mais

A Contribuição da Informação Tecnológica de Patentes para a Plataforma itec

A Contribuição da Informação Tecnológica de Patentes para a Plataforma itec Atribuição-Sem Derivações-Sem Derivados CC BY-NC-ND A Contribuição da Informação Tecnológica de Patentes para a Plataforma itec Encontro de Negócios em Inovação e Tecnologia itec 2015 São Paulo, SP 28

Leia mais

Cooperação Técnica para Modernização dos Serviços Relativos à Propriedade Industrial

Cooperação Técnica para Modernização dos Serviços Relativos à Propriedade Industrial Programa 0393 PROPRIEDADE INTELECTUAL Objetivo Garantir a propriedade intelectual e promover a disseminação de informações, visando estimular e diversificar a produção e o surgimento de novas tecnologias.

Leia mais

ESTUDO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO UTILIZADO PELA ÁREA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE BENTO GONÇALVES EM SEU PROCESSO, GERENCIAMENTO E LOGÍSTICA

ESTUDO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO UTILIZADO PELA ÁREA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE BENTO GONÇALVES EM SEU PROCESSO, GERENCIAMENTO E LOGÍSTICA ESTUDO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO UTILIZADO PELA ÁREA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE BENTO GONÇALVES EM SEU PROCESSO, GERENCIAMENTO E LOGÍSTICA W.L.MOURA 1 ; L.FILIPETTO 2 ; C.SOAVE 3 RESUMO O assunto sobre inovação

Leia mais

MEC/CAPES. Portal de Periódicos

MEC/CAPES. Portal de Periódicos MEC/CAPES Portal de Periódicos A CAPES e a formação de recursos de alto nível no Brasil Criada em 1951, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é uma agência vinculada ao

Leia mais

Resolução nº 02-07 CONSUNI

Resolução nº 02-07 CONSUNI Resolução nº 02-07 CONSUNI O Conselho Universitário da Universidade de Caxias do Sul UCS, no uso das suas atribuições estatutárias e regimentais, e considerando a Portaria n. º 170, de 15 de maio de 1998,

Leia mais

Diretrizes para a Construção de uma Política Tecnológica com Foco na Inovação 1

Diretrizes para a Construção de uma Política Tecnológica com Foco na Inovação 1 Diretrizes para a Construção de uma Política Tecnológica com Foco na Inovação 1 No mundo atual, um dos campos prioritários de intervenção do Estado está sendo a promoção do desenvolvimento tecnológico,

Leia mais

Guia de incentivos fiscais à inovação tecnológica

Guia de incentivos fiscais à inovação tecnológica recursos para inovação Centro de Conhecimento recursos para inovação Guia de incentivos fiscais à inovação tecnológica Lei 11.196/05 (Lei do Bem) Estratégia Incentivos Fiscais e Recursos Educação e Cultura

Leia mais

Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica

Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica Fernando César Lima Leite fernandodfc@gmail.com 1. A comunicação científica e sua importância Qualquer

Leia mais

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus APRESENTAÇÃO Ao se propor a sistematização de uma política pública voltada para os museus brasileiros, a preocupação inicial do Ministério

Leia mais

Avanços Tecnológicos no mundo da Universidade apoiados pelos NIT: o caso da UFPI. Prof. Dr. Sérgio Henrique B. de S. Leal

Avanços Tecnológicos no mundo da Universidade apoiados pelos NIT: o caso da UFPI. Prof. Dr. Sérgio Henrique B. de S. Leal Avanços Tecnológicos no mundo da Universidade apoiados pelos NIT: o caso da UFPI Prof. Dr. Sérgio Henrique B. de S. Leal São Luis, 09 de julho de 2010 INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Processo de aprendizagem contínuo

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DA PESQUISA-AÇÃO PARA OBTENÇÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

A CONTRIBUIÇÃO DA PESQUISA-AÇÃO PARA OBTENÇÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA A CONTRIBUIÇÃO DA PESQUISA-AÇÃO PARA OBTENÇÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Daniela GIBERTONI 1 RESUMO A inovação tecnológica continua a ser um desafio para as empresas e para o desenvolvimento do país. Este

Leia mais

_áääáçíéå~= `Éåíêç=ÇÉ=fåÑçêã~ ç=é=oéñéêæååá~

_áääáçíéå~= `Éåíêç=ÇÉ=fåÑçêã~ ç=é=oéñéêæååá~ _áääáçíéå~ `ÉåíêçÇÉfåÑçêã~ çéoéñéêæååá~ DIRETRIZES PARA A SELEÇÃO E AQUISIÇÃO DE LIVROS, MONOGRAFIAS E SIMILARES PARA A BIBLIOTECA DA FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA/ USP 1. INTRODUÇÃO O fluxo crescente de

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO As ações de pesquisa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas constituem um processo educativo

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

Status: Ativo. Natureza: Aberto. Revisado por: Grupo Gestor. Organização Para Cópias

Status: Ativo. Natureza: Aberto. Revisado por: Grupo Gestor. Organização Para Cópias Referência: CPA-002-2006 Versão: 2.0 Status: Ativo Data: 24/maio/2006 Natureza: Aberto Número de páginas: 26 Origem: Revisado por: Aprovado por: GEOPI Grupo Gestor xxx Título: Orientações gerais aos Grupos

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

A Propriedade Intelectual no Contexto da Universidade Federal de Sergipe

A Propriedade Intelectual no Contexto da Universidade Federal de Sergipe Suzana Leitão Russo; Claudio Andrade Macedo; Gabriel Francisco da Silva; Glaucio José Couri Machado 3 A PROPRIEDADE INTELECTUAL NO CONTEXTO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE 65 artigo A Propriedade Intelectual

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES 202 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO ALGUNS COMENTÁRIOS ANTES DE INICIAR O PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO: a) Os blocos a seguir visam obter as impressões do ENTREVISTADO quanto aos processos de gestão da Policarbonatos,

Leia mais

O entendimento e os benefícios de aplicação da Lei Federal de Inovação Tecnol. Florianópolis

O entendimento e os benefícios de aplicação da Lei Federal de Inovação Tecnol. Florianópolis O entendimento e os benefícios de aplicação da Lei Federal de Inovação Tecnol ológica Florianópolis polis,, 02 de abril de 2008. 1 CRONOLOGIA OS TRABALHOS: 1. Indicativos do quadro brasileiro de inovação;

Leia mais

PLANO DIRETOR 2014 2019

PLANO DIRETOR 2014 2019 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E INOVAÇÃO INDUSTRIAL EMBRAPII PLANO DIRETOR 2014 2019 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 4 2. MISSÃO... 8 3. VISÃO... 8 4. VALORES... 8 5. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS... 8 6. DIFERENCIAIS

Leia mais

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS Estabelece a política de pesquisa, desenvolvimento, inovação e extensão da Universidade Positivo (UP). O CONSELHO ACADÊMICO SUPERIOR (CAS), órgão da administração superior

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012.

RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. Dispõe sobre concessão de incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte.

Leia mais

L A C Laboratory for Advanced Collaboration

L A C Laboratory for Advanced Collaboration Publicação de Dados Governamentais no Padrão Linked Data 1.2 - Dados Governamentais Abertos Karin Breitman José Viterbo Edgard Marx Percy Salas L A C Laboratory for Advanced Collaboration Objetivo deste

Leia mais

POLÍTICA DE PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DA ELETROSUL

POLÍTICA DE PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DA ELETROSUL POLÍTICA DE PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DA ELETROSUL Departamento de Planejamento, Pesquisa e Desenvolvimento - DPD Diretoria de Engenharia 1 ÍNDICE 1 PÚBLICO ALVO... 3 2 FINALIDADE...3 3 FUNDAMENTOS...

Leia mais

A Questão da Patente na Universidade

A Questão da Patente na Universidade A Questão da Patente na Universidade Maria Regina Carvalho Macieira Departamento de Engenharia de Produção/UFSCar Rua Major Newton Leite, 96 CEP 13.564-660 - São Carlos - SP Ana Lúcia Vitale Torkomian

Leia mais

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS REDES DE PEQUENAS EMPRESAS As micro, pequenas e médias empresas, em decorrência da globalização e suas imposições,vêm buscando alcançar vantagem competitiva para sua sobrevivência no mercado. CONTEXTO

Leia mais

Dispêndios realizados em ciência e tecnologia e pesquisa e desenvolvimento no estado de Santa Catarina

Dispêndios realizados em ciência e tecnologia e pesquisa e desenvolvimento no estado de Santa Catarina Dispêndios realizados em ciência e tecnologia e pesquisa e desenvolvimento no estado de Santa Catarina Nathan Esaú Gunther nathangunther@yahoo.com.br Dr. Renato Ramos Campos Universidade Federal de Santa

Leia mais

A gestão da propriedade intelectual em um cenário de inovação aberta

A gestão da propriedade intelectual em um cenário de inovação aberta A gestão da propriedade intelectual em um cenário de inovação aberta Araken Alves de Lima Coordenador-Geral da Academia da Propriedade Intelectual, Inovação e Desenvolvimento (ACAD/INPI) Roteiro Apresentação

Leia mais

Patents, Innovation and Economic Performance: OECD Conference Proceedings

Patents, Innovation and Economic Performance: OECD Conference Proceedings Patents, Innovation and Economic Performance: OECD Conference Proceedings Summary in Portuguese Patentes, Inovação e Desempenho Econômico: Procedimentos da Assembléia da OCDE Sumário em Português As invenções

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA AGÊNCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO - ABC INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA - IICA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E

Leia mais

Propriedade Intelectual O que é/para que serve? Renata Reis Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual GTPI/ABIA/REBRIP

Propriedade Intelectual O que é/para que serve? Renata Reis Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual GTPI/ABIA/REBRIP Propriedade Intelectual O que é/para que serve? Renata Reis Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual GTPI/ABIA/REBRIP Propriedade Intelectual É o conjunto de direitos que incidem sobre as criações

Leia mais

Sistema produtivo e inovativo de software e serviços de TI brasileiro: Dinâmica competitiva e Política pública

Sistema produtivo e inovativo de software e serviços de TI brasileiro: Dinâmica competitiva e Política pública Conferência Internacional LALICS 2013 Sistemas Nacionais de Inovação e Políticas de CTI para um Desenvolvimento Inclusivo e Sustentável 11 e 12 de Novembro, 2013 - Rio de Janeiro, Brasil Sistema produtivo

Leia mais

Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA

Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Documento de Trabalho SESSÃO TEMÁTICA INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Indicador de importância das prioridades (Resultado

Leia mais

Plano de Ação e Programa de Formação de Recursos Humanos para PD&I

Plano de Ação e Programa de Formação de Recursos Humanos para PD&I Plano de Ação e Programa de Formação de Recursos Humanos para PD&I 1. Plano de Ação A seguir apresenta-se uma estrutura geral de Plano de Ação a ser adotado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência

Leia mais

Proteção do Conhecimento da Embrapa Milho e Sorgo por meio da Propriedade Intelectual

Proteção do Conhecimento da Embrapa Milho e Sorgo por meio da Propriedade Intelectual O que é a Propriedade Intelectual A Propriedade Intelectual é o mecanismo que visa proteger a propriedade sobre o conhecimento, fruto da inteligência e do talento humano. Divide-se tradicionalmente em

Leia mais

CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA

CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA Curitiba tem se mostrado uma cidade dinâmica e de grandes oportunidades para os trabalhadores e empreendedores.

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS Art. 1 o. O Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia - NITTEC é um Órgão Executivo

Leia mais

Síntese Usando o Conhecimento para o Desenvolvimento

Síntese Usando o Conhecimento para o Desenvolvimento Síntese Usando o Conhecimento para o Desenvolvimento A Experiência Brasileira Overview Using Knowledge for Development The Brazilian Experience As Sínteses constituem-se em excertos de publicações da OCDE.

Leia mais

Profº Rodrigo Legrazie

Profº Rodrigo Legrazie Profº Rodrigo Legrazie Tecnologia Conceito: é a área que estuda, investiga as técnicas utilizadas em diversas áreas de produção Teoria geral e estudos especializados sobre procedimentos, instrumentos e

Leia mais

Pesquisa Acadêmica, Propriedade Intelectual e Desenvolvimento Social

Pesquisa Acadêmica, Propriedade Intelectual e Desenvolvimento Social Pesquisa Acadêmica, Propriedade Intelectual e Desenvolvimento Social Luciano Póvoa Senado Federal Goiânia, outubro de 2015 Introdução BOWMAN vs. MONSANTO CO (2013); Tecnologia Terminator Introdução Preços

Leia mais

FAPPES FACULDADE PAULISTA DE PESQUISA E ENSINO SUPERIOR ORGANIZAÇÃO, POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DE ACERVO

FAPPES FACULDADE PAULISTA DE PESQUISA E ENSINO SUPERIOR ORGANIZAÇÃO, POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DE ACERVO FAPPES FACULDADE PAULISTA DE PESQUISA E ENSINO SUPERIOR ORGANIZAÇÃO, POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DE ACERVO A Biblioteca da FAPPES é uma Biblioteca especializada, mantida pela Sociedade

Leia mais

Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde

Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde Objetivo: Apresentar o Modelo da BVS: conceitos, evolução, governabilidade, estágios e indicadores. Conteúdo desta aula

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL E VOLUNTARIADO EMPRESARIAL. A contribuição do trabalho voluntário na Responsabilidade Social

RESPONSABILIDADE SOCIAL E VOLUNTARIADO EMPRESARIAL. A contribuição do trabalho voluntário na Responsabilidade Social RESPONSABILIDADE SOCIAL E VOLUNTARIADO EMPRESARIAL A contribuição do trabalho voluntário na Responsabilidade Social Ana Paula P. Mohr Universidade do Vale do Rio dos Sinos ana.mohr@gerdau.com.br INTRODUÇÃO

Leia mais

MECANISMOS DE FOMENTO VOLTADOS PARA PROJETOS DE INOVAÇÃO

MECANISMOS DE FOMENTO VOLTADOS PARA PROJETOS DE INOVAÇÃO MECANISMOS DE FOMENTO VOLTADOS PARA PROJETOS DE INOVAÇÃO RESUMO Este artigo investigou quais são os mecanismos de fomento concedidos pelo Governo Federal como instrumentos de apoio aos projetos de inovação

Leia mais

Propriedade Intelectual e Patentes

Propriedade Intelectual e Patentes Propriedade Intelectual e Patentes Ernani Souza Jr. Redator de Patentes NUPITEC - CDT/UnB Patentes http://www.forbes.com/sites/timworstall/2013/02/10/apples-winning-the-samsung-patent-battles-and-losing-the-war/

Leia mais

MANUAL PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INEAGRO-UFRRJ

MANUAL PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INEAGRO-UFRRJ MANUAL PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INEAGRO-UFRRJ 2009 Índice Introdução...3 O que é Base Tecnológica?...3 O que é o Programa de Incubação?...3 Para quem é o Programa de Incubação?...4 Para que serve o

Leia mais

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE GEduc 2012 - Novos Rumos para a Gestão Educacional Pág 1 Temas Pressupostos teórico-metodológicos As necessidades

Leia mais

Conferência Estadual Paulista de C&TI 12 de abril de 2010 Mesa 1: P&D no setor privado. Sistema de Inovação... Como chegar ao P&D?

Conferência Estadual Paulista de C&TI 12 de abril de 2010 Mesa 1: P&D no setor privado. Sistema de Inovação... Como chegar ao P&D? Conferência Estadual Paulista de C&TI 12 de abril de 2010 Mesa 1: P&D no setor privado Sistema de Inovação... Como chegar ao P&D? Ronald M. Dauscha Agenda - Foco em maturidade de inovação - Serviços para

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 34

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 34 CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 34 TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA AMBIENTALMENTE SAUDÁVEL, COOPERAÇÃO E FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL INTRODUÇÃO 34.1. As tecnologias

Leia mais

EMPREGABILIDADE DOS FORMANDOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS DA PUC-RIO

EMPREGABILIDADE DOS FORMANDOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS DA PUC-RIO EMPREGABILIDADE DOS FORMANDOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS DA PUC-RIO Aluno: Marcos Rodrigues Gomes Orientadora: Ana Heloísa da Costa Lemos INTRODUÇÃO Atualmente os indivíduos procuram

Leia mais

PROGRAMA DE PROTEÇÃO DE PI

PROGRAMA DE PROTEÇÃO DE PI GUIA PARA MELHORAR O SEU Principais Práticas para a Proteção de PI PROGRAMA DE PROTEÇÃO DE PI 2013 Centro para Empreendimento e Comércio Responsáveis TABELA DE CONTEÚDO CAPÍTULO 1: Introdução à Proteção

Leia mais

PRÓ-DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU POLÍTICA INSTITUCIONAL DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DO INTA

PRÓ-DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU POLÍTICA INSTITUCIONAL DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DO INTA PRÓ-DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU POLÍTICA INSTITUCIONAL DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DO INTA A propriedade intelectual abrange duas grandes áreas: Propriedade Industrial (patentes,

Leia mais

PRÁTICAS AMBIENTAIS DAS EMPRESAS DO SETOR AUTOMOTIVO DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA

PRÁTICAS AMBIENTAIS DAS EMPRESAS DO SETOR AUTOMOTIVO DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA PRÁTICAS AMBIENTAIS DAS EMPRESAS DO SETOR AUTOMOTIVO DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA Solidia Elizabeth dos Santos 1 Co-autores: Prof. Dr. Cleverson V. Andreoli 2 Prof. Dr. Christian L. da Silva 3 RESUMO

Leia mais

GESTÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE TECNOLOGIA INPI/DIRTEC/CGTEC

GESTÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE TECNOLOGIA INPI/DIRTEC/CGTEC GESTÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE TECNOLOGIA INPI/DIRTEC/CGTEC 1 INTRODUÇÃO APRESENTAÇÃO Contexto do módulo Gestão e Comercialização de Tecnologia Serviços de apoio da DIRTEC/CGTEC Perspectivas de análise da

Leia mais

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec Capital Intelectual O Grande Desafio das Organizações José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago Novatec 1 Tudo começa com o conhecimento A gestão do conhecimento é um assunto multidisciplinar

Leia mais

Gestão do Conhecimento Case Documentar

Gestão do Conhecimento Case Documentar Gestão do Conhecimento Case Documentar GESTÃO DO CONHECIMENTO CASE DOCUMENTAR Empresa: Documentar Tecnologia e Informação Localização: R. Barão de Macaúbas 460 20º Andar Santo Antônio BH/MG Segmento: Tecnologia,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que ANEXO II Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui registro em base de patentes brasileira. Também serão considerados caráter inovador para este Edital os registros de patente de domínio público

Leia mais

1988 - Sistema de Automação do NDC (SAND): Controle da Terminologia de Indexação e Sistema de Informações Legislativas

1988 - Sistema de Automação do NDC (SAND): Controle da Terminologia de Indexação e Sistema de Informações Legislativas A Coordenação de Bibliotecas e a informatização do sistema: onde estamos e o que queremos 1988 - Sistema de Automação do NDC (SAND): Controle da Terminologia de Indexação e Sistema de Informações Legislativas

Leia mais

Avaliação do Impacto do Sistema de Rastreamento de Veículos na Logística

Avaliação do Impacto do Sistema de Rastreamento de Veículos na Logística Luis Cláudio Bernardo Moura Avaliação do Impacto do Sistema de Rastreamento de Veículos na Logística Dissertação de Mestrado (Opção profissional) Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES E MANUTENÇÃO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA DA BIBLIOTECA UNIFAMMA

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES E MANUTENÇÃO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA DA BIBLIOTECA UNIFAMMA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES E MANUTENÇÃO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA DA BIBLIOTECA UNIFAMMA MARINGÁ 2012 1 APRESENTAÇÃO O Desenvolvimento de Coleções, qualquer que seja o tipo de biblioteca (pública,

Leia mais

INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA

INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA Profa. Ms. Rose Romano Caveiro CONCEITO E DEFINIÇÃO É um conjunto de abordagens, técnicas e processos utilizados pela ciência para formular e resolver problemas

Leia mais

Plano de Trabalho 2013/2015

Plano de Trabalho 2013/2015 SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FUNDAP SEADE CEPAM CONVÊNIO SPDR USP FUNDAP SEADE CEPAM ANEXO I Plano de Trabalho 2013/2015 OUTUBRO DE 2013 I. JUSTIFICATIVAS

Leia mais

INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos

INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos Cláudia Peixoto de Moura Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS E-mail: cpmoura@pucrs.br Resumo do Trabalho:

Leia mais

Gestão de Propriedade Intelectual aplicada ao Desenvolvimento de Inovações e Aceleração de Empresas de Base Tecnológica

Gestão de Propriedade Intelectual aplicada ao Desenvolvimento de Inovações e Aceleração de Empresas de Base Tecnológica Gestão de Propriedade Intelectual aplicada ao Desenvolvimento de Inovações e Aceleração de Empresas de Base Tecnológica Resumo As experiências vivenciadas pela equipe da Accelera IP evidenciam a dificuldade

Leia mais

Profa. Dra. Cristina Castro Lucas de Souza Depieri

Profa. Dra. Cristina Castro Lucas de Souza Depieri Inovação e Tecnológia na Gestão Pública Profa. Dra. Cristina Castro Lucas de Souza Depieri Doutorado em Administração (UnB) Mestrado em Contabilidade e Controladoria (UFMG) Graduação em Ciências Contábeis

Leia mais

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL Com o advento da nova Constituição em 1988 e a promulgação e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em fins de 1996, novas perspectivas foram colocadas

Leia mais

Conselho Deliberativo Nacional Roberto Simões Presidente. Diretoria Executiva Luiz Barretto Diretor-Presidente

Conselho Deliberativo Nacional Roberto Simões Presidente. Diretoria Executiva Luiz Barretto Diretor-Presidente SISTEMA SEBRAE DIRECIONAMENTO ESTRATÉGICO 2013-2022 1 2 2012 Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sebrae Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada desta publicação,

Leia mais