Projeto. Nota Técnica 04. Análise do Balanço de Pagamentos do Estado e a Importância dos APLs no Fluxo de Comércio. Ceará

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1 Projeto Análise do Mapeamento e das Políticas para Arranjos Produtivos Locais no Norte, Nordeste e Mato Grosso e dos Impactos dos Grandes Projetos Federais no Nordeste Nota Técnica 04 Análise do Balanço de Pagamentos do Estado e a Importância dos APLs no Fluxo de Comércio Ceará 1

2 Projeto Análise do Mapeamento e das Políticas para Arranjos Produtivos Locais no Norte, Nordeste e Mato Grosso e dos Impactos dos Grandes Projetos Federais no Nordeste Nota Técnica 04 ANÁLISE DO BALANÇO DE PAGAMENTOS DO ESTADO E A IMPORTÂNCIA DOS APLs NO FLUXO DE COMÉRCIO Ceará Equipe Estadual Coordenador: Prof. Dr. Jair do Amaral Filho Pesquisadores: Prof. Dra. Maria Cristina Pereira de Melo Keuler Hissa Teixeira Francisco Laércio Pereira Braga Estagiários: Felipe Cavalcante Coelho Daniel Cavalcante Queiroz de Lima Daiane Marques da Silva Luís Henrique Pompeu de Vaconcelos Melo Equipe de Coordenação do Projeto / RedeSist Coordenadora: Valdênia Apolinário Maria Lussieu da Silva Thaís de Miranda Moreira 2

3 SUMÁRIO INTRODUÇÃO ESTRUTURA ECONÔMICA ESTADUAL E IMPORTÂNCIA DOS APLS REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA NORTE CEARENSE NOROESTE CEARENSE SERTÕES CEARENSES JAGUARIBE CENTRO SUL CEARENSE SUL CEARENSE A BALANÇA COMERCIAL DOS ESTADOS (BCE) FLUXOS DE COMÉRCIO INTERESTADUAIS FLUXOS DE COMÉRCIO INTERESTADUAIS POR ATIVIDADES ECONÔMICAS FLUXO DE COMÉRCIO INTERNACIONAL DO ESTADO DO CEARÁ EM GRUPOS DE ATIVIDADES RESPONSÁVEIS POR 90% DAS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES CEARENSES EM PAUTA DE EXPORTAÇÃO MUNICIPAL DO ESTADO DO CEARÁ EM DESTINO DAS EXPORTAÇÕES MUNICIPAIS EM FLUXO DE COMÉRCIO TOTAL A IMPORTÂNCIA DOS APLS NO FLUXO DE COMÉRCIO DO ESTADO APLS COM ATIVIDADES FORMALIZADAS APL DE CALÇADOS APL DE CARCINICULTURA APL DE MÓVEIS APL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO APL DE TURISMO APL DE FLORES APLS COM ATIVIDADES PARCIALMENTE FORMALIZADAS APL DE FRUTICULTURA IRRIGADA APL DE REDES DE DORMIR APL DE JÓIAS FOLHEADAS APL DE CERÂMICA VERMELHA APL DE DERIVADOS DA CAJUCULTURA APL DE CONFECÇÕES APL DE CACHAÇA APL DE CAFÉ ECOLÓGICO APL DE PEDRAS ORNAMENTAIS APL DE METAL-MECÂNICA APLS COM ATIVIDADES NÃO-FORMALIZADAS APL DE ARTESANATO APL DE OVINOCAPRINOCULTURA APL DE APICULTURA APL DE DERIVADOS DO LEITE CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS

4 ANEXO 1 BALANÇA COMERCIAL INTERESTADUAL DAS TRANSAÇÕES, SEGUNDO ATIVIDADES ECONÔMICAS CEARÁ ANEXO 2 FLUXO DAS ENTRADAS, POR ESTADO, DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS E DOS APLS - CEARÁ ANEXO 3 FLUXO DAS SAÍDAS, POR ESTADO, DAS PRINCIPAIS ATIVIDADES ECONÔMICAS E DOS APLS - CEARÁ ANEXO 4 SALDO DAS TRANSAÇÕES, POR ESTADO, DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS E DOS APLS - CEARÁ ANEXO 5 EXPORTAÇÕES - CEARÁ ANEXO 6 IMPORTAÇÕES - CEARÁ ANEXO 7 BALANÇA COMERCIAL TOTAL DAS TRANSAÇÕES, SEGUNDO ATIVIDADES ECONÔMICAS CEARÁ ANEXO 8 BALANÇA COMERCIAL TOTAL DAS TRANSAÇÕES, SEGUNDO ATIVIDADES ECONÔMICAS CEARÁ

5 LISTA DE TABELAS Tabela 1 PIB a preços correntes 2003 a Tabela 2 Renda per capita 2003 a Tabela 3 - Composição do Valor Adicionado do Estado do Ceará Tabela 4 Empregos e Empresas da Região Metropolitana de Fortaleza Tabela 5 Empregos e Empresas da Região Norte do Ceará Tabela 6 Empregos e Empresas do Noroeste Cearense Tabela 7 Empregos e Empresas dos Sertões Cearenses Tabela 8 Empregos e Empresas da Região do Jaguaribe Tabela 9 Empregos e Empresas do Centro-Sul Cearense Tabela 10 Empregos e Empresas do Sul Cearense Tabela 11 Fluxo de Comércio do Estado do Ceará Tabela 12 Balança comercial interestadual das transações, segundo suas principais atividades econômicas - Ceará Tabela 13 Fluxo das entradas, por estado, das principais atividades econômicas e dos APLs - Ceará Tabela 14 Fluxo das saídas, por estado, das principais atividades econômicas e dos APLs - Ceará Tabela 15 Saldo das Transações, por estado, das principais atividades econômicas e dos APLs - Ceará Tabela 16 Participação nas Exportações e Saldo da Balança Comercial BR, NE, CE 2000 a Tabela 17 Índice de Concentração das Exportações e Importações Ceará Tabela 18 Principais Municípios Exportadores Ceará Tabela 19 Principais Municípios Importadores Ceará Tabela 20 Balança Comercial dos Principais Municípios com maiores Superávit e Déficit Tabela 21 Balança Comercial Internacional das transações do Estado do Ceará, segundo suas principais atividades econômicas Tabela 22 Participação das Classes nos Grupos que respondem por 90% das Exportações Ceará Tabela 23 Subclasses dos Grupos que respondem por 90% das Exportações Ceará Tabela 24 Participação das Classes nos grupos que respondem por 90% das Importações Ceará Tabela 25 Subclasses dos grupos que respondem por 90% das Importações Ceará Tabela 26 Exportações por Classe Fortaleza Tabela 27 Exportações por Classe Maracanaú Tabela 28 Exportações por Classe Cascavel Tabela 29 Exportações por Classe Sobral Tabela 30 Exportações por Classe Itapagé Tabela 31 Exportações por Classe Aracati

6 Tabela 32 Exportações por Classe Horizonte Tabela 33 Exportações por Classe - Quixeramobim Tabela 34 Exportações por Classe Quixeré Tabela 35 Exportações por Classe Caucaia Tabela 36 Exportações por Classe Juazeiro do Norte Tabela 37 Exportações por Classe Uruburetama Tabela 38 Exportações por Classe Camocim Tabela 39 Exportações por Classe Itarema Tabela 40 Importação por Classe Fortaleza Tabela 41 Importação por Classe Caucaia Tabela 42 Importação por Classe Maracanaú Tabela 43 Importação por Classe Horizonte Tabela 44 Destino das Vendas Externas dos Principais Municípios Exportadores Tabela 45 Destino das Exportações Municipais Tabela 46 Balança comercial total das transações, segundo principais atividades econômicas - Ceará LISTA DE MAPAS Mapa 1 Mesorregião Metropolitana de Fortaleza Mapa 2 Mesorregião Norte Cearense Mapa 3 Mesorregião Noroeste Cearense Mapa 4 Mesorregião Sertões Cearenses Mapa 5 Mesorregião do Jaguaribe Mapa 6 Mesorregião Centro-Sul Cearense Mapa 7 Mesorregião do Sul Cearense Mapa 8 Localização Municipal das Exportações do Estado do Ceará em

7 INTRODUÇÃO Entender a economia cearense e suas relações com outras regiões e o mundo foi o objetivo principal desta nota técnica. O Comércio Internacional mostra-se como importante instrumento para medir a competitividade da economia local, que no caso do Estado do Ceará, tanto as grandes empresas são responsáveis por esse comércio de produtos e serviços, quanto os Arranjos Produtivos Locais (APLs). Por outro lado, a demanda por insumos e matérias-primas também é constante, intensificando essa relação com o resto do país e do mundo. Antes de entrar no real escopo da balança comercial, foi necessário construir um capítulo inicial aprofundando o conhecimento sobre a estrutura da economia cearense. Para tanto, realizou-se um levantamento dos principais indicadores do Ceará (PIB, PIB per capita, Valor Adicionado, População), comparando-os ao Brasil e Nordeste. Além deste, buscou-se realizar breve histórico sobre os principais investimentos produtivos realizados ao longo das últimas décadas e a política de incentivos fiscais como fatores determinantes para a competitividade do Ceará. Um olhar pormenorizado das mesorregiões do Ceará também foi feito, enfocando as atividades responsáveis pela geração de emprego regional e a participação dos APLs lá localizados. Feito tal introdutório, o Capítulo 2 se propôs a detalhar e analisar a Balança Comercial do Ceará, não só em nível internacional, mas também enfocando aspectos do comércio interestadual. Para tanto, foi realizado um levantamento minucioso das principais demandas de produtos cearenses e quem foram os Estados ou países que mais compraram produtos e serviços. Os dados foram obtidos junto à Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará, Instituto de Pesquisa Econômica do Ceará - IPECE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE e Ministério da Indústria e Comércio - MDIC. O último capítulo foi destinado a analisar a balança comercial dos APLs cearenses, a partir do conhecimento tácito adquirido pelos pesquisadores e das relações de troca 6

8 expressas no capítulo 2. Identificaram-se os principais locais de origem das matériasprimas e insumos, bem como o destino final dos produtos e serviços finais, independentemente do grau de formalização das atividades. Os APLs selecionados foram aqueles mais representativos da economia do Ceará, tal como Calçados, Confecções, Artesanato, Fruticultura, Ovinocaprinocultura, dentre outros. Por fim, o trabalho segue com as Considerações Finais desta Nota Técnica, seguida do referencial bibliográfico consultado e anexos. 7

9 1. ESTRUTURA ECONÔMICA ESTADUAL E IMPORTÂNCIA DOS APLs O Estado do Ceará é a 3ª maior economia do Nordeste e apresenta um PIB de R$ 46,3 bilhões e Renda per capita de R$ 5.636, em 2006, equivalente a 44,4% da renda per capita nacional, de R$ Tabela 1 PIB a preços correntes 2003 a 2006 R$ ( ) Brasil Nordeste Ceará Participação % NE/BR 12,77% 12,72% 13,07% 13,13% CE/NE 15,00% 14,92% 14,59% 14,88% CE/BR 1,92% 1,90% 1,91% 1,95% Fonte: IBGE/DCN/2008 Tabela 2 Renda per capita 2003 a 2006 R$ (1,00) Brasil Nordeste Ceará Participação (%) NE/BR 45,85% 45,82% 47,17% 47,52% CE/NE 95,18% 94,35% 91,93% 93,48% CE/BR 43,64% 43,23% 43,36% 44,42% Fonte: IBGE/DCN/2008. Dentre as atividades que mais contribuem para crescimento do PIB cearense estão a Administração Pública, Comércio e Indústria de Transformação, que juntos representavam quase 50% do Valor Adicionado Bruto no ano O valor adicionado, por sua vez, representa o valor que a atividade econômica acrescenta aos bens e serviços 8

10 consumidos no seu processo produtivo, sendo obtida pela diferença entre o valor de produção e o consumo intermediário absorvido por essas atividades. Veja os dados completos na tabela e gráfico a seguir. Tabela 3 - Composição do Valor Adicionado do Estado do Ceará 2006 ATIVIDADES Valor Adicionado (R$ milhão) Participação no VA total (%) Agricultura, silvicultura e exploração florestal ,1% Pecuária e pesca 893 2,2% Indústria extrativa mineral 325 0,8% Indústrias de transformação ,4% Construção ,8% Produção e distribuição de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana ,6% Comércio e serviços de manutenção e reparação ,4% Serviços de alojamento e alimentação 853 2,1% Transportes, armazenagem e correio ,0% Serviços de informação ,2% Intermediação financeira, seguros e previdência completamentar ,2% Serviços prestados às famílias e associativos 934 2,3% Serviços prestados às empresas ,6% Atividades imobiliárias e aluguel ,6% Administração, saúde e educação públicas ,1% Saúde e educação mercantis ,9% Serviços domésticos 690 1,7% Total ,0% Fonte: IBGE/DCN/2008 9

11 Gráfico 1 Atividades que mais contribuem para o Valor Adicionado Bruto Ceará 2006 Como se sabe, a economia cearense experimentou, nos últimos vinte cinco anos, crescimento razoável comparado aos crescimentos do Nordeste e do Brasil. A título de ilustração, entre 2002 e 2005 a economia cearense cresceu 9,3%, em uma média de 3,1% a.a., próxima, portanto, da média nacional de 3,2% no mesmo período. O bom desempenho nas duas últimas décadas deveu-se a duas razões. Em primeiro lugar, graças ao baixo desempenho das economias do Sul e do Sudeste, 10

12 especialmente da economia paulista, por causa da recessão prolongada que atravessou o País nos anos 1980 e Isso afetou sensivelmente a locomotiva da economia nacional. Em segundo lugar, observou-se no Ceará, desde 1987, uma sucessão de inovações em nível das políticas públicas estaduais que resultou em estímulos para o crescimento local. Exemplo disso foram os ajustes fiscais e financeiros que geraram poupança pública e proporcionaram realizações de investimentos na infra-estrutura, em parceria com o governo federal, Banco Mundial e Banco Interamericano. No bojo dessas realizações aconteceram o Porto do Pecém e a construção do Açude Castanhão, acompanhado de melhorias do sistema estadual dos recursos hídricos. Hoje, parece não haver dúvidas de que esses dois equipamentos são as duas principais âncoras de atração de investimentos para o Estado. Durante a década de 1990, e início da década de 2000, empresas do Sul e Sudeste, principalmente intensivas em mão-de-obra, subiram para o Nordeste a procura de uma reserva de competitividade, já que foram constrangidas pela abertura comercial e pela concorrência asiática, ou chinesa, nos mercados internacionais. No Ceará, assim como em outras partes do Nordeste, encontraram mão-de-obra abundante e barata, infra-estrutura e incentivos fiscais, estes hoje banalizados por certa homogeneização provocada pela generalização da sua oferta pelos estados da federação. Aqui as empresas encontraram também boa localização geográfica em relação aos mercados americano e europeu. Nessas condições, a economia cearense assistiu a uma diversificação da estrutura produtiva industrial. As empresas do segmento de alimentos e confecções se instalaram por todo o território cearense, bem como as de couro e calçados. As empresas incentivas do setor metal-mecânico, por sua vez, ficaram próximas à região metropolitana de Fortaleza, com destaque para Caucaia. A indústria têxtil, com tradição local, também expandiu sua capacidade se beneficiando dos incentivos fiscais, concentrando-se também na região metropolitana de Fortaleza, especificamente no Distrito Industrial de Maracanaú. Esses investimentos se voltaram tanto para o mercado nacional como internacional, provocando transformações estruturais na pauta de exportação cearense. 11

13 Na esteira dessa expansão se agregaram investimentos ocorridos nas áreas do turismo, cultivo de camarão e fruticultura, sem o apoio pesado dos incentivos fiscais, mas alavancados por empréstimos do Banco do Nordeste do Brasil e pelo empreendedorismo empresarial. Os investimentos turísticos se concentraram prioritariamente na orla marítima, enquanto que o cultivo de camarão ficara às margens da foz do Rio Jaguaribe e Rio Acaraú. A fruticultura ocupou espaços próximos aos perímetros irrigados da Chapada do Apodi, Vale do Curu Paraipaba e Vale do Acaraú. Entretanto, o movimento de expansão da capacidade instalada industrial perdeu seu ímpeto na segunda metade dos anos 2000, momento em que a política estadual de incentivos fiscais viu sua força declinar, como mecanismo de atração. A partir desse período, tal política passou a atender, em grande parte, empresas de origem local. Nesse contexto, chama atenção a frustração causada pelas empresas calçadistas, ou montadoras de calçados, atraídas para o Estado, já que as mesmas não conseguiram induzir um processo de adensamento da cadeia produtiva por conta própria, deixando em seus territórios de origem seus fornecedores. Entretanto, isto não anula sua importância como fonte vigorosa de geração de empregos formais, sobretudo no interior do Estado. Somente no município de Sobral a empresa Grendene oferece cerca de , responsáveis por uma grande massa salarial que irriga todos os meses a economia de Sobral e municípios vizinhos. Outras empresas do ramo calçadista que chegaram ao Ceará por, meio dos incentivos fiscais, têm participação relevante na economia local, como por exemplo: em Quixeramobim com a empresa Aniger Calçados, em Russas e Iguatu com a Dakota Calçados, em Senador Pompeu com a Senador Pompeu Calçados e em Itapajé com a Disport Nordeste Calçados. Pode-se dizer que a estratégia de alavancagem de investimentos para o Ceará, com base em incentivos fiscais e mão-de-obra barata, encontrou seu ponto de inflexão, caminhando para o esgotamento. A persistente generalização dos incentivos entre os estados da federação e a redução das intervenções federais no Estado, entre 2003 e 2006, contribuiram para a exposição desse problema. Se esta hipótese estiver correta há que se pensar em uma nova estratégia de atração de investimentos, mas que esteja inserida 12

14 dentro de um novo modelo de desenvolvimento para a economia do Estado; mas também, que esteja associado a uma nova política federal de desenvolvimento regional, francamente favorável à correção dos desequilíbrios estruturais regionais. Os projetos estruturantes vinculados ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a exemplo da Transposição do Rio São Francisco, da Transnordestina etc., são, sem alguma dúvida, positivos, entretanto estão desvinculados de uma política federal explícita de desenvolvimento regional para o Nordeste e o Ceará, em particular. O Porto do Pecém pode ser uma boa alavanca de investimento, desde que completadas suas bases infra-estruturais e de logística, tais como o eixo de integração Castanhão-Pecém, expansão da oferta de gás, aumento da profundidade do calado e conexão com a rede ferroviária Transnordestina. Outra possibilidade, para o porto, é a criação da Zona de Processamento para Exportação (ZPE), desde que bem vendido às empresas e dotado de um bom modelo de gestão. Além disso, será mais do que providencial evitar que se constitua uma ZPE isolada das redes de fornecedores locais, o que seria optar por um enclave consumidor de incentivos, sem a conveniência da endogeneização dos seus impactos. Entretanto, mesmo que bem aproveitado, o Porto do Pecém não pode ser visto como a única solução para o desenvolvimento da economia estadual, pois o mesmo reforçaria apenas alguns setores, e sem a certeza de que os grandes projetos gerarão os efeitos multiplicadores e de aglomeração esperados. Sem falar que poderão ser projetos com grande consumo de água e energia, oferecendo muitos riscos ambientais. Além disso, reforçará a concentração espacial das atividades econômicas na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), fato que criaria os inconvenientes trazidos pelo excesso de aglomeração e agravamento da concentração espacial das atividades dentro e no entorno dessa região metropolitana. Por isso, um modelo renovado de desenvolvimento deve ser pensado. Em primeiro lugar, a noção de desenvolvimento econômico deveria ser encarada como uma estratégia transversal dentro dos governos estadual e municipais, de maneira que todas as secretarias incorporassem tal objetivo e orientassem o conjunto das ações dos governos nessa direção. O desenvolvimento não pode ser uma missão a ser desempenhada por 13

15 uma única Secretaria, ou Agência, do desenvolvimento econômico, nem atrelado às conquistas de investimentos externos e aos grandes projetos industriais estruturantes. No melhor dos casos, essa noção deve estar associada à educação de qualidade e de massa, à saúde bem cuidada, e à difusão do conhecimento e das inovações tecnológicas. Aliado a estes fatores está o respeito pelo meio ambiente. Neste aspecto, o que se vê são sinais trocados, porque ora se acena para os turistas oferecendo praias belas e limpas, ora se acena aos investidores externos oferecendo tolerância para com as fontes energéticas emissoras de gás carbono, enquanto o resto do mundo as recusa. Além dos aspectos voltados para a qualidade de vida da população, devem ser levados em conta também os territórios e suas capacidades, ou seja, o tecido sócioprodutivo, as inúmeras cadeias produtivas já iniciadas e o grande interior do Estado, desfavorecido economicamente. Neste sentido, há inúmeras possibilidades a serem exploradas tanto em nível das vantagens comparativas como em nível das vantagens competitivas. Encontram-se dezenas de Sistemas e Arranjos Produtivos Locais (SAPLs) espalhados pelo interior, em diversas dimensões e setores, formados espontaneamente e sem qualquer incentivo estatal, oferecendo mais de postos de trabalho. Aliado à estratégia de construção das vantagens competitivas, poderes públicos e empresas privadas podem e devem tirar vantagens do sistema estadual de inovação, aproximando com mais contundência centros de pesquisa e de formação ao sistema produtivo local, tais como a cajucultura e ovino-caprinocultura. Nesse sentido, é mais do que oportuno organizar e coordenar as empresas e organizações de base tecnológica, estimulando as aglomerações das mesmas em parques e condomínios tecnológicos. Os tópicos seguintes tratarão da economia cearense, a partir de enfoque regional das mesorregiões do IBGE. 14

16 1.1 REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA A Região Metropolitana de Fortaleza - RMF é composta por 12 municípios, abriga 42% da população do Ceará, concentra aproximadamente 40% do PIB cearense, 67,4% dos empregos formais e 67,2% dos estabelecimentos do estado. As atividades econômicas da RMF são bastante diversificadas, com maior destaque para o setor de serviços e indústria de transformação. No segmento de serviços Fortaleza abriga 57,8% do comércio varejista do Estado e 81,9% do comércio atacadista. No que diz respeito à indústria de transformação, Mapa 1 Mesorregião Metropolitana de merece destaque a indústria têxtil (94% dos Fortaleza empregos), com forte concentração no Distrito Industrial de Maracanaú, instituições financeiras (97,9% dos empregos) principalmente em Fortaleza, Material de Transporte (88,2% dos empregos) e Indústria Química (81,3% dos empregos). Tabela 4 Empregos e Empresas da Região Metropolitana de Fortaleza 2008 Metropolitana de Fortaleza CEARÁ ESTAB EMPREGO ESTAB EMPREGO EXTR MINERAL MIN NAO MET IND METALURG IND MECANICA ELET E COMUM MAT TRANSP MAD E MOBIL PAPEL E GRAF BOR FUM COUR

17 (Continuação) Metropolitana de Fortaleza CEARÁ ESTAB EMPREGO ESTAB EMPREGO IND QUIMICA IND TEXTIL IND CALCADOS ALIM E BEB SER UTIL PUB CONSTR CIVIL COM VAREJ COM ATACAD INST FINANC ADM TEC PROF TRAN E COMUM ALOJ COMUNIC MED ODON VET ENSINO ADM PUBLICA AGRICULTURA OUTR/IGN Total Fonte: RAIS, A capital Fortaleza tem vantagem comparativa no que diz respeito às atividades culturais e de entretenimento, baseadas na indústria do turismo, e oferecem grandes possibilidades de expansão e descentralização. Aproximadamente 70% dos estabelecimentos cearenses de alojamento e alimentação estão localizados em Fortaleza. A vida noturna é bastante agitada, com inúmeras casas de show, boates e clubes sociais, mostrando-se como atrativo para o turismo. Merecem destaque os Arranjos Produtivos Locais de Tecnologia da Informação, Turismo, Confecções e Têxtil. 16

18 1.2 NORTE CEARENSE A mesorregião do Norte Cearense é formada pela união de 36 municípios. As principais localidades são: Baturité, Beberibe, Canindé, Cascavel, Itapagé, Itapipoca, Paracuru, Pentecoste e São Gonçalo do Amarante. A região ocupa uma área de 21 mil km 2 e população de 969 mil habitantes. Juntos, os 36 municípios representam aproximadamente 4,4% do PIB Ceará. As atividades econômicas são bem diversificadas, merecendo destaque o setor serviços, especificamente de alojamento e alimentação. Por exemplo, na região serrana de Baturité ressaltam-se os APLs de Café orgânico, turismo e flores. O município de Itapajé tem destaque no bordado e crochê, enquanto os demais municípios mais ao sertão se destacam na produção de castanha de caju, com destaque para Cascavel. Itapipoca tem o maior comércio varejista da região. O Porto do Pecém, principal porto do Ceará, fica localizado no município de São Gonçalo do Amarante, e é considerado um dos portos com sistema de operação mais barato do Mapa 2 Mesorregião Norte Cearense Brasil. Sua movimentação em 2008 foi de 1,4 milhões de toneladas, tendo como principais produtos aço (importação) e frutas frescas (exportação), segundo dados da Secretaria de Infraestrutura do Estado do Ceará. Integrando a estrutura do Porto do Pecém foi implantado o Complexo Industrial e Portuário do Pecém que tem o objetivo de fortalecer e dar sustentabilidade ao crescimento do parque industrial do Ceará, possibilitando a promoção de atividades industriais integradas. 17

19 Tabela 5 Empregos e Empresas da Região Norte do Ceará 2008 Região Norte do Ceará CEARÁ ESTAB EMPREGO ESTAB EMPREGO EXTR MINERAL MIN NAO MET IND METALURG IND MECANICA ELET E COMUM MAT TRANSP MAD E MOBIL PAPEL E GRAF BOR FUM COUR IND QUIMICA IND TEXTIL IND CALCADOS ALIM E BEB SER UTIL PUB CONSTR CIVIL COM VAREJ COM ATACAD INST FINANC ADM TEC PROF TRAN E COMUM ALOJ COMUNIC MED ODON VET ENSINO ADM PUBLICA AGRICULTURA OUTR/IGN Total Fonte: RAIS,

20 1.3 NOROESTE CEARENSE A mesorregião do Noroeste Cearense é formada pela união de 47 municípios, ocupa uma área de 34,5 mil km 2, população de 1,2 milhões de habitantes e representa aproximadamente 6,6% do PIB cearense. As principais cidades são: Sobral, Tianguá, Acaraú, Camocim, Viçosa do Ceará, Granja e Santa Quitéria. A região da Serra da Ibiapaba se destaca na produção de bebidas (cachaça), turismo e artesanato, inclusive tendo apoio de diversas instituições, tais como SEBRAE, IEL e Governo do Estado. Sobral, por sua vez, é o maior centro comercial da região, tanto varejista como atacadista. Abriga empresas de grande porte, como por exemplo, Grendene e Votorantim, e também se configura como importante centro educacional, por meio da Universidade Estadual do Vale do Acaraú e Universidade Federal do Ceará. Esta última oferece o curso de Medicina e utiliza a Santa Casa de Misericórdia com hospital de referência para os residentes. Mapa 3 Mesorregião Noroeste Cearense Nos municípios do litoral há maior destaque para Jijoca de Jericoacoara, com o APL de Turismo na Vila de Jericoacoara. A vila de Jericoacoara atrai inúmeros turistas nacionais e estrangeiros que buscam a beleza natural das praias e dunas. Os demais municípios da região têm a agricultura e pecuária como principais atividades econômicas. Segundo dados da RAIS (2008), a região do Noroeste Cearense possui destaque na Construção Civil, indústria têxtil e calçadista. 19

21 Tabela 6 Empregos e Empresas do Noroeste Cearense 2008 Noroeste Cearense CEARÁ ESTAB EMPREGO ESTAB EMPREGO EXTR MINERAL MIN NAO MET IND METALURG IND MECANICA ELET E COMUM MAT TRANSP MAD E MOBIL PAPEL E GRAF BOR FUM COUR IND QUIMICA IND TEXTIL IND CALCADOS ALIM E BEB SER UTIL PUB CONSTR CIVIL COM VAREJ COM ATACAD INST FINANC ADM TEC PROF TRAN E COMUM ALOJ COMUNIC MED ODON VET ENSINO ADM PUBLICA AGRICULTURA OUTR/IGN Total Fonte: RAIS,

22 1.4 SERTÕES CEARENSES A mesorregião dos Sertões Cearenses é formada pela união de 30 (trinta) municípios e tem como principais cidades: Crateús, Quixadá, Quixeramobim e Senador Pompeu. Essa região ocupa uma área de km 2 e população de 841 mil habitantes, configurando-se em baixa densidade demográfica. É responsável por 3,4% do PIB do Ceará. As principais atividades econômicas são o comércio varejista, indústria de alimentos, construção civil e agricultura de cerqueiro, pecuária e ovinocaprinocultura. Os municípios de Quixadá e Quixeramobim têm destaque para o APL de Mapa 4 Mesorregião Sertões Cearenses Ovinocaprinocultura e turismo rural. O turismo de esportes radicais, especialmente de asa delta tem ganho destaque em Quixadá. Em Quixeramobim há uma experiência exitosa em fruticultura irrigada, conhecida como Pingo D Água. Tabela 7 Empregos e Empresas dos Sertões Cearenses 2008 Sertões Cearenses CEARÁ ESTAB EMPREGO ESTAB EMPREGO EXTR MINERAL MIN NAO MET IND METALURG IND MECANICA ELET E COMUM MAT TRANSP MAD E MOBIL

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