IEE813 Gestão da Inovação Profs. Lia Hasenclever e Luiz Martins de Mello

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2011-1 IEE813 Gestão da Inovação Profs. Lia Hasenclever e Luiz Martins de Mello"

Transcrição

1 O curso possui quatro unidades para os alunos matriculados em Gestão da Inovação e apenas as duas primeiras unidades para os alunos matriculados em Organização do Mercado Internacional de Tecnologia Objetivo: identificar e analisar aspectos econômicos, financeiros e gerenciais da produção e transferência do conhecimento técnico-científico e de sua relação com o processo produtivo e o desenvolvimento econômico de uma perspectiva da empresa, usando evidências empíricas e estudos de caso nacionais e internacionais. Programa: Unidade I - Conhecimento Técnico-Científico, Inovação, Empresa e Mercado Internacional de Tecnologia Conhecimento, inovação, empresa, competitividade e desenvolvimento econômico: novos padrões de competição e o papel da inovação; definições, evolução e perspectivas na teoria da inovação; papel da empresa na inovação A formação do sistema americano de manufaturas, a internacionalização da produção e os fluxos de tecnologia; a globalização recente, as mudanças no padrão manufatureiro e as mudanças na organização do mercado internacional de tecnologia e seus fluxos. Unidade II - Gestão de Sistemas de Inovação e Organização do Mercado Internacional de Tecnologia Relação entre o sistema produtivo e a produção do conhecimento técnico-científico: interação entre a universidade e a empresa; interação entre empresas; transferência do conhecimento e da tecnologia; clusters como espaços de construção de vocações, vinculações e difusão tecnológicas Formas de apropriação do conhecimento e o regime de propriedade intelectual: implicações do regime pós TRIPS sobre as regulamentações nacionais de propriedade intelectual; formas de extensão da duração do monopólio de patentes através de clausulas restritivas nas regulamentações nacionais sobre produtos e nos tratados bilaterais de comércio; flexibilidades possíveis para estabelecimento de novas formas de políticas de inovação e transferência de tecnologia. 2.3 O balanço de pagamentos e a balança de serviços tecnológicos (patentes, Marcas, Licenças, etc..); a assimetria tecnológica e a globalização; inserção internacional através da conta de capitais e conta comercial (balança comercial); os países em desenvolvimento, a inserção tecnológica e as multinacionais; implicações econômicas.do mercado intrafirmas Evidências empíricas: aprendizado tecnológico; diferenças entre grandes e pequenas empresas; estudos de caso de transferência de tecnologia; cluster de confecção de Nova Friburgo, desenvolvimento sócio-econômico da região centro norte fluminense e a atuação da incubadora O papel do estado e das políticas públicas, (poder de compra, formação de recursos humanos); a heterogeneidade tecnológica setorial e empresarial; os padrões internacionais de políticas de inovação: o caso americano. Políticas Públicas de apoio à inovação: diferenças entre tipos de empresas e formas de apoio; políticas comparadas de apoio à inovação. Unidade III Gestão da Inovação na Empresa 3.1 O processo de tomada de decisão de investimentos em inovação: características das atividades de P&D e de capacitação tecnológica empresarial; indicadores de inovação na empresa; custo da inovação para a empresa; análise da contribuição de P&D e da tecnologia para o sucesso da empresa; a problemática da pequena e média empresa. 3.2 Estratégia tecnológica e posicionamento da empresa: liderança e inovação; posicionamento estratégico e estratégia tecnológica; taxonomias de estratégias tecnológicas. 1

2 3.3 - Formas de organização da inovação na empresa: centralização/descentralização; execução/contratação; taxonomia de gerações de formas de organização na empresa. 3.4 Estudos de caso: gerência de P&D nas empresas. Unidade IV O Financiamento da Empresa e da Inovação A relação entre o sistema financeiro e o sistema produtivo; as características de uma economia monetária; risco e incerteza; sistema bancário e mercado de capitais; financiamento e participação nas empresas inovadoras; governança, empresas nacionais e multinacionais Formas de financiamento da empresa: a estrutura de capital da firma; a valorização dos ativos e o crescimento do passivo; o valor dos ativos intangíveis; a relação entre controle e propriedade do capital; fontes de financiamento (finance e funding). 4.3 Formas de financiamento da inovação: relação entre propriedade da inovação e financiamento; formas de financiamento: fiscal, fundo perdido, capital de risco, joint-venture. 4.4 Estudos de caso: financiamento da inovação. Avaliação: a nota será composta a partir de três atividades. A primeira baseada em uma resenha crítica de um dos artigos obrigatórios do curso, a ser escolhido pelo aluno; a segunda baseada em uma pesquisa bibliográfica de dez artigos em periódicos em tema de interesse do aluno, delimitado pelo escopo do curso, e que servirá de base para o trabalho final; esta pesquisa bibliográfica deverá ser entregue nas duas últimas semanas do curso acompanhado de exposição oral do aluno sobre o tema escolhido e a bibliografia obtida. Finalmente a última atividade é o desenho de um projeto de pesquisa, utilizando a bibliografia selecionada que contenha problemática, objetivo, metodologia, hipóteses e conclusões que espera obter, a ser entregue até quinze dias após o término do curso. Bibliografia: Albuquerque, Eduardo da Motta. Patentes e Atividades Inovativas: Uma Avaliação Preliminar do Caso Brasileiro. In: Viotti, Eduardo B. & Macedo, Mariano de Matos (org.). Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil, cap.7. Editora UNICAMP Altenburg, T. & Meyer-Stamer, J. (1999). How to Promote Clusters: Policy Experience from Latin Americas. World Development, v. 27, n. 9, pp Andersen Birgitte, The Neglected Patent Controversies in the Twenty First Century, mimeo, Anderson, Robert; Cohn, Theodore; Ray, Chad; Howlett, Michael & Murray, Catherine. Innovation Systems in a Global Context. The North American Experience. Mcgill- Queen s University Press, London, Avila, Jorge de Paula Costa. O desenvolvimento do setor farmacêutico: a caminho de uma estratégia centrada na inovação. In: Revista Brasileira de Inovação, vol. 3, n. 2, p.283. Rio de Janeiro: FINEP, Bell, Martin & Pavitt, Keith, (1993). "Technological Accumulation and Industrial Growth: contrasts between developed and developing countries". Industrial and Corporate Change, vol.2, n.2.,. Oxford University Press, pp Belluzzo, L. G. e Carneiro, R. Globalização e Integração Perversa. In: Política Econômica em Foco, Boletim Quadrimestral do Centro de estudos de Conjuntura e Política Econômica do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas, maio/agosto de Bermudez, A. Z.; Epstejn, Ruth; Oliveira, Maria Auxiliadora & Hasenclever, Lia. O Acordo Trips na OMC e a Proteção Patentária no Brasil: Mudanças Recentes e Implicações para a 2

3 Produção Local e o Acesso da População aos Medicamentos. Rio de Janeiro: Fiocruz/ENSP, BNDES. Desenvolvimento em Debate: Novos Rumos do Desenvolvimento no Mundo. Livro 1. Produzido pela Editora MAUAD, Bonaccorsi A., Piccaluga A. (1994). "A Theoretical Framework for the Evaluation of University- Industry Relationships". R&D Management, vol. 24, n. 3, pp Brusoni, Stefano, Criscuolo, Paola and Geuna, Aldo. The Knowledge Bases of the World s Largest Pharmaceuticals Groups: What do patent citations to non-patent literature reveal? SPRU Electronic Working Paper Series, Paper no. 90, June Cassiolato, José Eduardo & Elias, Luiz Antônio. O Balanço de Pagamentos Tecnológicos Brasileiro: Evolução do Controle Governamental e Alguns Indicadores. In: Viotti, Eduardo B. & Macedo, Mariano de Matos (org.). Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil, cap.6. Editora UNICAMP Chaves, Gabriela Costa. O Processo de Implementação do Acordo TRIPS da OMC em países da América Latina e Caribe: Análise das Legislações de Propriedade Intelectual sob a Ótica da Saúde Pública. Fundação Oswaldo Cruz Escola Nacional de Saúde Pública. Mestrado em Saúde Pública, sub-área Políticas Públicas, Projeto de Dissertação. Março, Chang, H. Kicking Away The Ladder: Development Strategy in Historical Perspective. Anthem Press; London, Chiesa, Vittorio & Manzini, Raffaella (1998). Towards a Framework for Dynamic Technology Strategy. Technology Analysis & Strategic Management, vol. 10, n. 1, pp Cohen, W & Levinthal, D. (1989). Innovation and Learning: The two faces of two faces of R&D. The Economic Journal, n. 99, pp , set Cooke, Philip. Wills, David (1999). Small Firms, Social Capital and the Enhancement of Business Performance Through Innovation Programme. Small Business Economics, n. 13, pp Corder, Solange & Salles, Sergio. Financiamento e incentivos ao Sistema Nacional de Inovação. In: Parcerias Estratégicas, n. 19, p. 129, Brasília: CGEE, Coriat, Benjamin & Wesntein, Olivier. Instituitions, É changs et Marchés. In: Revue d Economie Industrielle, n. 107, 3éne trim, Criscuolo, Paola. Reverse Technology Transfer: A Patent Citation Analysis of the European Chemical and Pharmaceutical Sectors, SPRU Electronic Working Papers, Paper No. 107, October De Negri, João A. & Salerno, Mario S. (Orgs) (2005). Inovações, Padrões Tecnológicos e Desempenho das Firmas Industriais Brasileiras. Brasília: IPEA. Dosi, G.; Giannetti, P. e Toninelli, P. A. (1992). Technology and Enterprise in a Historical Perspective. Oxford: Clarendon Press. Faure, Y.A. e Hasenclever, L. (2003). O Desenvolvimento Econômico Local do Estado do Rio de janeiro. Quatro Estudos Exploratórios: Campos, Itaguaí, Macaé e Nova Friburgo. Rio de Janeiro: E-Papers. Faure, Y.A. e Hasenclever, L. (2005). O Desenvolvimento Local do Estado do Rio de janeiro. Estudos Avançados nas Realidades Municipais. Rio de Janeiro: E-Papers. Figueiredo, Paulo N. Aprendizagem tecnológica e inovação industrial em economias emergentes: uma breve contribuição para o desenho e implementação de estudos 3

4 empíricos e estratégias no Brasil. In: Revista Brasileira de Inovação, vol. 3, n. 2, p.323. Rio de Janeiro: FINEP, Freeman, Chris & Soete, Luc (1997). The Economics of Industrial Innovation. London: Pinter, Terceira Edição. Gang Zhang. Promoting IPR Policy and Enforcement in China, STI Working Paper, Geuna Aldo & Nesta Lionel. University Patenting and its Effects on Academic Research. SPRU Electronic Working Paper Series, Paper no. 99, June Granovetter, Mark. (1985). Economic Action and social Structure: The Problem of Embedded ness. American Journal of Sociology, vol. 91, n. 3, nov. Hall, Peter (1994). Innovation, Economics and Evolution: Theoretical Perspectives on Changing Technology in Economic Systems. New York: Harvester Wheatsheaf, caps. 2 e 5. Hasenclever, Lia (1994). Produção do Conhecimento Técnico-Científico e o Sistema Produtivo: uma revisão bibliográfica. Texto de Debate FEA/UFRJ, n.33.. (1996). A Empresa Industrial Moderna e a Pesquisa Industrial. Texto Didático Programa Especial em Gestão da Inovação PGCT/PADCT - CAPES - FUJB. Mimeo, s/n.. (1997). Dinâmica e Gestão da Inovação: o Papel das Empresas Industriais Químicas. Tese de Doutorado COPPE/UFRJ. & Cassiolato, J.E. (1998). Capacitação Tecnológica Empresarial Brasileira e Transferência de Tecnologia. XX Simpósio de Gestão da Inovação Tecnológica, São Paulo, de novembro.. (2000). Desenvolvimento Regional: Vocações, Difusão e Vinculações Tecnológicas do Centro-norte Fluminense. Boletim de Economia Fluminense, SECPLAN, ano 1, n. 02, mar. Hemais, C. (1997). Model of International Transfer of Technology: a theoretical approach. Technology Management, v. 3, july, n. 3, pp Humphrey, John. Industrial Reorganization in Developing Countries: From Models to Trajectories World Development, vol. 23, n. 1, pp , Industrial and Corporate Change. Special Issue: Theory of the firm, learning and organization. Vol. 12, n.2, April Kim, Linsu (1997). Imitation to Innovation: The Dynamics of Korea s Technological Learning. Boston, Mass.: Harvard Business School Press. Lacerda, Antônio Corrêa. Globalização e inserção externa da economia brasileira: Política econômica, investimentos diretos estrangeiros e comércio exterior, na década de UNICAMP Universidade Estadual de Campinas / Instituto de Economia. Tese de Doutorado. Abril, Le Bas, Christian & Patel., Pari. Does internationalisation of technology determine technological diversification in large firms? SPRU Electronic Working Paper Series. Paper no September 2004 Levinthal, Daniel (1998). The Slow Pace of Rapid Technological Change: Gradualism and Punctuation in Technological Change. Industrial and Corporate Change, vol. 7, n.2, pp Llerena, Patrick & Lorentz, André. Co-Evolution of Macro Dynamics and Technological change: an alternative new on growth. In: Revue d Economie Industrielle, n. 105, 1er trim,

5 M., Catin & J., Bernard. Les Conditions Economiques du Changement Technologique. Collection Emploi, Industrie et Territoire, L Harmattan, France, Maculan, A-M, Carleial, L. (1999) "Pequenas Empresas, Aprendizado e Interações". Estudos Empresariais (no prelo). Mascarenhas, Gilberto. A biodiversidade brasileira no âmbito do acordo TRIPS. In: Revista Brasileira de Inovação, vol. 3, n. 2, p.393. Rio de Janeiro: FINEP, Matesco, Virene Roxo & Hasenclever, Lia. As Empresas Transnacionais e o seu Papel na competitividade Industrial e dos Países: o caso do Brasil, In: Veiga, Pedro da Motta. O Brasil e os Desafios da Globalização. Rio de Janeiro: Relume Dumará, cap. S/n, pp , Melo, Luiz Martins (1996). Inovação e Finanças. Texto para Discussão IEI/UFRJ, n Melo, Luiz Martins (1996). Inovação e Financiamento. Anais do Encontro dos Economistas de Língua Portuguesa. RJ-IE/UFRJ. Meyer-Stamer, Joerg (1995). New Departures for Technology Policy in Brazil, Science and Public Policy, vol.22, n.5, pp Ministério da Ciência e Tecnologia (2005). Seminários Temáticos para a III Conferência Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação. Edição Especial de Parcerias Estratégicas, n. 20, junho. Brasília: Centro de Estudos Estratégicos/MCT, cinco volumes (inclusão social, áreas de interesse nacional, gestão e regulamentação, presença internacional, geração de riqueza). Motta e Albuquerque, E., Andreassi, Tales & Mibielli de Carvalho, P. G. (s/d). R&D, Patents, Human Resource Capability and Productivity: notes about the Brazilian case. Mimeo. Mowery, D. C., Nelson, R. R. Sampat, B. N. and Ziedonis, A.A. Ivory Tower and Industrial Innovation: University-Industry Technology Transfer Before and After the Bayh-Dole Act in the United States (Innovation and Technology in the World Economy). Stanford University Press, 2004 Munier, Francis. La Conjecturas Schumpeterienne: Revue de la littératura empirique et apport de l economie de la connaissancee. In: Revue d Economie Industrielle, n. 104, 4éne trim, Nonaka, Ikujiro & Takeuchi, Hirotaka (1995). Criação de Conhecimento na Empresa. Como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação. Tradução de Ana Beatriz Rodrigues e de Priscilla Martins Celeste. Rio de Janeiro: Editora Campus, OCDE. Les flux mondiaux de connaissances et le développement économique. OCDE, Orsi, Fabienne, Hasenclever, Lia, Fialho, Beatriz et al. (2003). Intellectual Property Rights, Anti-AIDS Policy and Generic Drugs: lessons from the brazilien public health program. In: Moatti, Jean-Paul, coriat, Benjamin, Souteyrand, Yves, et al. (Eds). Economics of Aids and Acess to HIV/AIDS Care in Developing Coutries: issues and challenges. Paris: ANRS, Collection Sciences Sociales et Sida, 2003, pp (1998) Clusters and the new economics of competition. Harvard Business Review, nov/dec. Patel, Pari. UK Performance in Biotechnology-related Innovation: An Analysis of Patent Data. Final Report Prepared for the Assessment Unit of the UK Department of Trade and Industry. SPRU/ Univeresity of Sussex, December Plociniczak, Sébastien. (2003). La Construction Sociale Du Marché Des Très Petites Entreprises. Des Réseaux Sociaux Au Capital Social Local Des Entrepreneurs. Revue d Économie Régionale et Urbaine, n. 3, pp

6 Resende, Marcelo & Hasenclever, Lia. (1998). Intensidade em Pesquisa e Desenvolvimento e Tamanho da Firma: uma Análise Exploratória do Caso Brasileiro. Estudos Econômicos, vol. 28, n.4, outubro-dezembro. Salerno, Mario Sergio. A política industrial, tecnológica e de comércio exterior do governo federal. In: Parcerias Estratégicas, n. 19, p. 13, Brasília: CGEE, Sarti, Fernando & Sabbatini, Rodrigo. Conteúdo Tecnológico do Comércio Exterior Brasileiro. In: Viotti, Eduardo B. & Macedo, Mariano de Matos (org.). Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil, cap.8. Editora UNICAMP Schmitz, Hubert. Value Chain Analysis for Policy Makers and Practitioners. Geneva: International Labour Office, Schmitz, Hubert & Nadvi, Khalid. Clustering and Industrialization: Introduction. World Development, v. 27, n. 9, pp , Schmitz, Hubert & Musyck, Bernard. Industrial Districts in Europe: Policy Lessons for Developing Countries. World Development, v. 22, n. 6, pp , Souza, Roberto C. B. Coelho. Relevância dos sistemas de propriedade intelectual para o Brasil. In: Parcerias Estratégicas, n. 19, p. 37, Brasília: CGEE, Stoper, Michael. The Regional World. Territorial Development in a Global Economy. The Gilford Press, New York, Teece, D. J. (1987).The Competitive Challenge. Strategies for Industrial Innovation and Renewal. Cambridge, Massachusetts: Ballinger Publishing Company. Teece, D. J. Profiting from technological innovation; implications for integration, collaboration, licensing, and public policy, Research and Policy, 15, , Velho, Lea; Velho, Paulo & Saenz, Tirso. P&D nos setores público e privado no Brasil: complementares ou substitutos?. In: Parcerias Estratégicas, n. 19, p. 87, Brasília: CGEE, Vieira Filho, José Eustáquio Ribeiro & Hasenclever, Lia. A Internacionalização e o Desenvolvimento Industrial: o Caso do Setor Mineral. In: REUNA Revista de Economia da UNA, n. 02(9), vol. 7, abr./jun 2002, BH, pp WIPO. Proposal by Argentina and Brazil for the Establishment of a Development Agenda for WIPO. In: WIPO General Assembly, Thirty-First (15 th Extraordinary) Session. Geneva, set oct,

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA Disciplina: ESPE 119 - Capitalismo Concorrencial, Estado e Regulação Professor: Ricardo Dathein

Leia mais

TIPOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO E MENSURAÇÃO DE CAPACITAÇÕES. Mirian Hasegawa INPE 19/07/2006

TIPOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO E MENSURAÇÃO DE CAPACITAÇÕES. Mirian Hasegawa INPE 19/07/2006 TIPOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO E MENSURAÇÃO DE CAPACITAÇÕES Mirian Hasegawa INPE 19/07/2006 Estrutura da apresentação Origens do trabalho Objetivo Definição Referencial teórico Explicação da Tipologia de identificação

Leia mais

Anais da 64ª Reunião Anual da SBPC São Luís, MA Julho/2012 SABER TECNOLÓGICO PARA QUEM E PARA O QUÊ? A QUESTÃO DAS PATENTES

Anais da 64ª Reunião Anual da SBPC São Luís, MA Julho/2012 SABER TECNOLÓGICO PARA QUEM E PARA O QUÊ? A QUESTÃO DAS PATENTES Anais da 64ª Reunião Anual da SBPC São Luís, MA Julho/2012 SABER TECNOLÓGICO PARA QUEM E PARA O QUÊ? A QUESTÃO DAS PATENTES Introdução Ronaldo Fiani 1 A apropriação privada do conhecimento tecnológico

Leia mais

AUTORES VIVIANE ROBERTO DA SILVA ROMEIRO Universidade Católica de Goiás viviromeiro@hotmail.com

AUTORES VIVIANE ROBERTO DA SILVA ROMEIRO Universidade Católica de Goiás viviromeiro@hotmail.com Área Temática: Gestão do Comércio Exterior Título: Políticas Tecnológicas para promoção do comércio exterior: Inovação e competitividade Instituições de Fomento: UCG/ CNPq/ FUNAPE AUTORES VIVIANE ROBERTO

Leia mais

DISCIPLINA OPTATIVA: FUNDAMENTOS DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE DEFESA. 45h/3 créditos

DISCIPLINA OPTATIVA: FUNDAMENTOS DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE DEFESA. 45h/3 créditos DISCIPLINA OPTATIVA: FUNDAMENTOS DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE DEFESA 45h/3 créditos Ementa: A disciplina envolve as seguintes aproximações: a tecnologia e as inovações tecnológicas como instrumentos de defesa

Leia mais

7 Referências bibliográficas

7 Referências bibliográficas 7 Referências bibliográficas ACS, Z. J.; AUDRETSCH, D. B. Innovation in large and small firms: an empirical analysis. The American Economic Review, v. 78, n. 4, p. 678-690, 1988. ANTONCIC, B.; HISRICH,

Leia mais

Periódicos eletrônicos especializados em Propriedade Intelectual e Inovação 113 títulos, com acesso aos textos integrais

Periódicos eletrônicos especializados em Propriedade Intelectual e Inovação 113 títulos, com acesso aos textos integrais Periódicos eletrônicos especializados em Propriedade Intelectual e Inovação 113 títulos, com acesso aos textos integrais Diretoria de Cooperação para o Desenvolvimento DICOD Centro de Disseminação da Informação

Leia mais

Construção da Soberania em Saúde: Política e Produção Pública de Medicamentos no Brasil

Construção da Soberania em Saúde: Política e Produção Pública de Medicamentos no Brasil Construção da Soberania em Saúde: Política e Produção Pública de Medicamentos no Brasil Maria Auxiliadora Oliveira 1 Gabriela Costa Chaves 2 Noemia Urruth Leão Tavares 3 1 Médica, DSc. Pesquisadora do

Leia mais

ESTUDO SOBRE O PERFIL DOS INVENTORES DAS PATENTES DE UNIVERSIDADES BRASILEIRAS

ESTUDO SOBRE O PERFIL DOS INVENTORES DAS PATENTES DE UNIVERSIDADES BRASILEIRAS ESTUDO SOBRE O PERFIL DOS INVENTORES DAS PATENTES DE UNIVERSIDADES BRASILEIRAS Cristina Gomes de Souza (CEFET/RJ) crisgsouza@gmail.com Rafael Garcia Barbastefano (CEFET/RJ) barbastefano@gmail.com Fernanda

Leia mais

1 ABORDAGEM SOBRE A FIRMA

1 ABORDAGEM SOBRE A FIRMA 1 EMENTA: Professor: Walter Tadahiro Shimajv A disciplina é focada no tema da organização industrial, fundamentalmente na discussão mercado/competição. Inicia-se com uma discussão sobre as bases da concorrência

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO EAD5933 - Empresas e a Conjuntura Econômica Mundial Área: Economia das Organizações Créditos: 08 Professor: Paulo Roberto Feldmann 1. Resumo da disciplina: Nas últimas décadas a acentuada expansão do fenômeno

Leia mais

CRONOGRAMA DE APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS CR3+2015 11.11.15

CRONOGRAMA DE APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS CR3+2015 11.11.15 Horários 13h30 às 15h30 11.11.15 13h30 às 15h30 SESSÃO 1: APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS Sala 1 Painel Estratégias e Horários Sala 2 - Painel Políticas Públicas e Práticas Sustentáveis P1 Consumo e Produção

Leia mais

ENSINO E PESQUISA EM EMPREENDEDORISMO. Tales Andreassi FGV-EAESP

ENSINO E PESQUISA EM EMPREENDEDORISMO. Tales Andreassi FGV-EAESP ENSINO E PESQUISA EM EMPREENDEDORISMO Tales Andreassi FGV-EAESP CONDICIONANTES Área nova, multidisciplinar Importante para as escolas de Administração Não há uma Babson College no Brasil Pesquisa CECOP:

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE MACAU RELAÇÕES ECONÓMICAS REGIONAIS

FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE MACAU RELAÇÕES ECONÓMICAS REGIONAIS FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE MACAU RELAÇÕES ECONÓMICAS REGIONAIS (Programa e bibliografia geral seleccionada) Revista em 05/11/2014 5.º Ano Ano Lectivo 2014/2015 Regente Rui Pedro de Carvalho

Leia mais

Programa Piloto de Patentes Verdes aceleração de patenteamento de tecnologias verdes e incentivo ao desenvolvimento tecnológico no Brasil

Programa Piloto de Patentes Verdes aceleração de patenteamento de tecnologias verdes e incentivo ao desenvolvimento tecnológico no Brasil Programa Piloto de Patentes Verdes aceleração de patenteamento de tecnologias verdes e incentivo ao desenvolvimento tecnológico no Brasil Fábio Massashi Kuribara Eduardo De Carli Andréa Paula Segatto Farley

Leia mais

ii. Inovação e Instituições [ ] Hodgson (2006, cap. 8); [ ] Nelson (2002, 2008); [ ] Nelson e Sampat (2001) [ ] North (1993 [1990])

ii. Inovação e Instituições [ ] Hodgson (2006, cap. 8); [ ] Nelson (2002, 2008); [ ] Nelson e Sampat (2001) [ ] North (1993 [1990]) Universidade Federal do Rio Grande do Sul Programa de Pós-Graduação em Economia Disciplina: ECO 35 Economia da Tecnologia Prof. Achyles Barcelos da Costa OBJETIVO A disciplina tem como objetivo estudar

Leia mais

VALORAÇÃO DE TECNOLOGIA

VALORAÇÃO DE TECNOLOGIA XII Encontro da Rede Mineira de Propriedade Intelectual VALORAÇÃO DE TECNOLOGIA Engª LOURENÇA F. DA SILVA Belo Horizonte - 05/11/2010 Lourença F. Silva - 05-11-2010 1 VALORAÇÃO DA TECNOLOGIA PARA VALORAR

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular GESTÃO DO CONHECIMENTO Ano Lectivo 2012/2013

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular GESTÃO DO CONHECIMENTO Ano Lectivo 2012/2013 Programa da Unidade Curricular GESTÃO DO CONHECIMENTO Ano Lectivo 2012/2013 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (2º Ciclo) 2. Curso Mestrado em Gestão de Recursos Humanos e Análise Organizacional

Leia mais

Universidade*Nove*de*Julho*1*UNINOVE* Programa*de*Mestrado*Profissional*em*Administração* *Gestão*em*Sistemas*de*Saúde*

Universidade*Nove*de*Julho*1*UNINOVE* Programa*de*Mestrado*Profissional*em*Administração* *Gestão*em*Sistemas*de*Saúde* UniversidadeNovedeJulho1UNINOVE ProgramadeMestradoProfissionalemAdministração GestãoemSistemasdeSaúde Disciplina ProjetosComplexoseEstratégicosAplicadosàSaúde Códigodadisciplina GSEL04 Linhadepesquisa

Leia mais

Incerteza, Inovação e o Processo Gerencial: um estudo teórico. GABRIEL FURLAN COLETTI UNESP gabrielf.coletti@gmail.com

Incerteza, Inovação e o Processo Gerencial: um estudo teórico. GABRIEL FURLAN COLETTI UNESP gabrielf.coletti@gmail.com Incerteza, Inovação e o Processo Gerencial: um estudo teórico GABRIEL FURLAN COLETTI UNESP gabrielf.coletti@gmail.com INCERTEZA, INOVAÇÃO E O PROCESSO GERENCIAL: UM ESTUDO TEÓRICO Resumo Neste trabalho

Leia mais

OS ATIVOS INTANGÍVEIS E O CAPITAL INTELECTUAL. Arthur Hyppólito de Moura - 2004

OS ATIVOS INTANGÍVEIS E O CAPITAL INTELECTUAL. Arthur Hyppólito de Moura - 2004 OS ATIVOS INTANGÍVEIS E O CAPITAL INTELECTUAL - 2004 Sumário Mudanças na Sociedade Industrial - fatores e tendências Novos caminhos da organização Elementos críticos do diferencial competetitivo Os recursos

Leia mais

CURRICULUM VITÆ. June 2007 Present: Assistant Professor, Faculdade de Economia da Universidade do Porto.

CURRICULUM VITÆ. June 2007 Present: Assistant Professor, Faculdade de Economia da Universidade do Porto. CURRICULUM VITÆ PERSONAL DATA Full name: Birth: Nationality: Address: Manuel Emílio Mota de Almeida Delgado Castelo Branco 30 December 1971, Porto (Portugal) Portuguese Faculdade de Economia da Universidade

Leia mais

CURRICULUM VITÆ. Licenciatura em Economia da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, concluída em Julho de 1996.

CURRICULUM VITÆ. Licenciatura em Economia da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, concluída em Julho de 1996. CURRICULUM VITÆ DADOS PESSOAIS Nome: Nascimento: Nacionalidade: Morada: Manuel Emílio Mota de Almeida Delgado Castelo Branco 30 de Dezembro de 1971, Porto (Portugal) Portuguesa Faculdade de Economia do

Leia mais

TEXTO PARA DISCUSSÃO N 328 REDES E POLARIZAÇÃO URBANA E FINANCEIRA: UMA EXPLORAÇÃO INICAL PARA O BRASIL

TEXTO PARA DISCUSSÃO N 328 REDES E POLARIZAÇÃO URBANA E FINANCEIRA: UMA EXPLORAÇÃO INICAL PARA O BRASIL TEXTO PARA DISCUSSÃO N 328 REDES E POLARIZAÇÃO URBANA E FINANCEIRA: UMA EXPLORAÇÃO INICAL PARA O BRASIL Marco Crocco Ricardo Machado Ruiz Anderson Cavalcante Março de 2008 Ficha catalográfica 333.73981

Leia mais

Proposta de disciplina G3. Ano Lectivo 2003/2004. Economia das Pensões

Proposta de disciplina G3. Ano Lectivo 2003/2004. Economia das Pensões Proposta de disciplina G3 Ano Lectivo 2003/2004 Economia das Pensões Maria Teresa Medeiros Garcia Lisboa, 31 de Março, 2003 1. Justificação Numa fase de grande incerteza quanto à sustentabilidade financeira

Leia mais

Economia dos Recursos Humanos

Economia dos Recursos Humanos Disciplina oferecida ao Curso de MBE Executivo (5ª edição) do Programa de Pós Graduação em Economia da UFRGS. Economia dos Recursos Humanos Professor Responsável: Giácomo Balbinotto Neto. Objetivo: A economia

Leia mais

Programa de Mestrado e Doutorado em Administração - PMDA

Programa de Mestrado e Doutorado em Administração - PMDA Programa de Mestrado e Doutorado em Administração - PMDA Mestrado em Administração Disciplina: Internacionalização e Globalização Carga horária: 45 horas-aula Créditos: 3 I. OBJETIVOS DA DISCIPLINA A presente

Leia mais

Catalogue des nouvelles acquisitions

Catalogue des nouvelles acquisitions Bulletin Bibliographique Edition Nº 03 Bissau, 18/06/2013 CID Centre d Information et Documentation Nations Unies, Guine-Bissau www.gw.one.un.org www.cidnubissau.net Catalogue des nouvelles acquisitions

Leia mais

CURRICULUM VITAE JOANA SETZER. Pós-graduação stricto sensu Mestrado (2007/2008) Pós-graduação stricto sensu Mestrado (2006/2007)

CURRICULUM VITAE JOANA SETZER. Pós-graduação stricto sensu Mestrado (2007/2008) Pós-graduação stricto sensu Mestrado (2006/2007) CURRICULUM VITAE JOANA SETZER FORMAÇÃO ACADÊMICA Phd Doutorado (desde 2009) LSE London School of Economics and Political Science, London, UK. Orientador: Dr. Michael Mason. Dissertação: Paradiplomacia

Leia mais

VALORIZAÇÃO DO CONHECIMENTO ADQUIRIDO E DESENVOLVIDO NO RAMO DE CONFECÇÕES EM JARAGUÁ

VALORIZAÇÃO DO CONHECIMENTO ADQUIRIDO E DESENVOLVIDO NO RAMO DE CONFECÇÕES EM JARAGUÁ VALORIZAÇÃO DO CONHECIMENTO ADQUIRIDO E DESENVOLVIDO NO RAMO DE CONFECÇÕES EM JARAGUÁ Verônica Cordeiro Rocha Agente Local de Inovação atuante na região do interior da cidade de Jaraguá e Ceres do Programa

Leia mais

MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO

MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO PLANO DE ENSINO Curso: MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO Área de concentração: Organizações, Empreendedorismo e Internacionalização Disciplina: DESENVOLVIMENTO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO Carga Horária semanal: 3 horas

Leia mais

Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil: o Resultado da Cooperação nas Empresas Privadas e Estatais a partir de 2000

Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil: o Resultado da Cooperação nas Empresas Privadas e Estatais a partir de 2000 Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil: o Resultado da Cooperação nas Empresas Privadas e Estatais a partir de 2000 National System of Science, Technology and Innovation in Brasil:

Leia mais

6 Referências bibliográficas

6 Referências bibliográficas 6 Referências bibliográficas AAKER, D. Pesquisa de Marketing. São Paulo: Atlas, 2001. ABBAS, K. Gestão de Custos em Organizações Hospitalares. 2001. In COUTO, Renato e PEDROSA, Tânia. Hospital: Acreditação

Leia mais

DEPÓSITOS DE PATENTES DE UNIVERSIDADES BRASILEIRAS NA BASE DO INPI

DEPÓSITOS DE PATENTES DE UNIVERSIDADES BRASILEIRAS NA BASE DO INPI DEPÓSITOS DE PATENTES DE UNIVERSIDADES BRASILEIRAS NA BASE DO INPI Fernanda de Carvalho Pereira (UFF) nnannda23@gmail.com Jose Manoel Carvalho de Mello (UFF) josemello@pesquisador.cnpq.br De acordo com

Leia mais

Análise Econômica para a Gestão Ambiental

Análise Econômica para a Gestão Ambiental Departamento de Economia UnB Curso de Mestrado em Gestão Econômica do Meio-Ambiente CEEMA Análise Econômica para a Gestão Ambiental Professores: Charles C. Mueller e Bernardo P. M. Mueller I. Objetivos

Leia mais

O conceito de organizações de aprendizagem em uma empresa de telefonia móvel

O conceito de organizações de aprendizagem em uma empresa de telefonia móvel Andre dos Santos Souza O conceito de organizações de aprendizagem em uma empresa de telefonia móvel Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Administração de Empresas

Leia mais

Investigando aspectos da geração de novos produtos de software. Daniel Arcoverde (dfa@cin.ufpe.br)

Investigando aspectos da geração de novos produtos de software. Daniel Arcoverde (dfa@cin.ufpe.br) Investigando aspectos da geração de novos produtos de software Daniel Arcoverde (dfa@cin.ufpe.br) Estrutura Parte1. Inovação é igual em software? Parte 2. Processo de Desenvolvimento de Novos Produtos

Leia mais

Convergência tecnológica, Inovação e Direito da Concorrência no séc. XXI.

Convergência tecnológica, Inovação e Direito da Concorrência no séc. XXI. 20.º Seminário Internacional de Defesa da Concorrência Convergência tecnológica, Inovação e Direito da Concorrência no séc. XXI. Márcio de Oliveira Júnior CADE Há várias formas de abordar a relação entre

Leia mais

PROGRAMA DE CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE

PROGRAMA DE CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO UNIVERSIDADE TECNICA DE LISBOA CURSO DE LICENCIATURA EM GESTÃO 2007/2008 (Regras de Bolonha) PROGRAMA DE CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE L I S B O A SETEMBRO 2 0

Leia mais

A Aprendizagem como Processo de Aquisição e Construção do Conhecimento e a Capacidade de Absorção da Organização com Base nas Novas Tecnologias

A Aprendizagem como Processo de Aquisição e Construção do Conhecimento e a Capacidade de Absorção da Organização com Base nas Novas Tecnologias A Aprendizagem como Processo de Aquisição e Construção do Conhecimento e a Capacidade de Absorção da Organização com Base nas Novas Tecnologias Rui Franganito Resumo A importância da capacidade de do conhecimento

Leia mais

Estratégias de Comercialização de Ativos Intangíveis: formação de gestores. Rio de Janeiro, RJ 28 de Novembro, 2012

Estratégias de Comercialização de Ativos Intangíveis: formação de gestores. Rio de Janeiro, RJ 28 de Novembro, 2012 Estratégias de Comercialização de Ativos Intangíveis: formação de gestores Rio de Janeiro, RJ 28 de Novembro, 2012 Apresentação A OMPI O Brasil Formação de Gestores de Tecnologia e PI no Brasil parcerias

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Diferenciação intersetorial na interação entre empresas e universidades no Brasil. Albuquerque, Eduardo da Motta e * Silva, Leandro Alves ** Póvoa, Luciano *** RESUMO Este artigo

Leia mais

APROFUNDANDO RAÍZES: PROTEÇÃO DAS INOVAÇÕES QUE GERAM VANTAGENS COMPETITIVAS

APROFUNDANDO RAÍZES: PROTEÇÃO DAS INOVAÇÕES QUE GERAM VANTAGENS COMPETITIVAS APROFUNDANDO RAÍZES: PROTEÇÃO DAS INOVAÇÕES QUE GERAM VANTAGENS COMPETITIVAS Amilton Fernando Cardoso, amilthon@terra.com.br Beatriz Fernanda Alves Heitkoetter, beatrizfernalves@hotmail.com Emanuel Alexandre

Leia mais

BIOTECNOLOGIA: A CORRIDA PELA INOVAÇÃO

BIOTECNOLOGIA: A CORRIDA PELA INOVAÇÃO BIOTECNOLOGIA: A CORRIDA PELA INOVAÇÃO Parte 2 Periódico: Inteligência Empresarial (UFRJ), 20, p. 13-18, 2004. Autor: CARVALHO, Rodrigo S. (Hélice Consultoria) E-mail: rcarvalho@heliceconsultoria.com.br

Leia mais

Intensidade tecnológica e a inserção paulista no comércio internacional

Intensidade tecnológica e a inserção paulista no comércio internacional VIII WORKSHOP DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DO CENTRO PAULA SOUZA São Paulo, 9 e 10 de outubro de 2013 Sistemas produtivos: da inovação à sustentabilidade ISSN: 2175-1897 Intensidade tecnológica e a inserção

Leia mais

ALTERAÇÃO NO PADRÃO DE ESFORÇOS DE INOVAÇÃO DAS GRANDES EMPRESAS FARMACÊUTICAS NO BRASIL, 2008-2011

ALTERAÇÃO NO PADRÃO DE ESFORÇOS DE INOVAÇÃO DAS GRANDES EMPRESAS FARMACÊUTICAS NO BRASIL, 2008-2011 ALTERAÇÃO NO PADRÃO DE ESFORÇOS DE INOVAÇÃO DAS GRANDES EMPRESAS FARMACÊUTICAS NO BRASIL, 2008-2011 JULIA PARANHOS Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Economia, Brasil juliaparanhos@ie.ufrj.br

Leia mais

CADEIAS PRODUTIVAS NA POLÍTICA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

CADEIAS PRODUTIVAS NA POLÍTICA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO CADEIAS PRODUTIVAS NA POLÍTICA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO 1 (Apresentado na Reunião Regional Sudeste da Conferência Nacional de C&T para Inovação, Rio de Janeiro 17/08/2001) 1 Victor Prochnik Instituto

Leia mais

O diferencial competitivo das grandes construtoras brasileiras no mercado internacional

O diferencial competitivo das grandes construtoras brasileiras no mercado internacional O diferencial competitivo das grandes construtoras brasileiras no mercado internacional Cristine do Nascimento Mutti (UFSC) ecv1cnm@ecv.ufsc.br Hércules Nunes de Araújo (UNISUL) hercules@unisul. br Roger

Leia mais

Universidade do Minho. Escola de Engenharia. UC transversais Programas Doutorais 1º semestre 2012-13. 11 de outubro 2012

Universidade do Minho. Escola de Engenharia. UC transversais Programas Doutorais 1º semestre 2012-13. 11 de outubro 2012 Universidade do Minho Escola de Engenharia UC transversais Programas Doutorais 1º semestre 2012-13 11 de outubro 2012 1 2 2 courses offered in the first semestre: Métodos de Investigação em Engenharia

Leia mais

IEP815 Política Ambiental, Descentralização e Qualidade de Vida Profa. Estela Neves

IEP815 Política Ambiental, Descentralização e Qualidade de Vida Profa. Estela Neves Objetivo: O objetivo do curso é familiarizar os alunos com a base teórica, marcos conceituais e questões operacionais da política ambiental no âmbito municipal, para capacitá-los para analisar propostas

Leia mais

Indução de Inovações em MPEs: o Posicionamento das Compras Governamentais à Luz do Chain-Linked Model

Indução de Inovações em MPEs: o Posicionamento das Compras Governamentais à Luz do Chain-Linked Model Indução de Inovações em MPEs: o Posicionamento das Compras Governamentais à Luz do Chain-Linked Model Autoria: Marina Figueiredo Moreira RESUMO A busca pela inserção das micro e pequenas empresas MPEs

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais UNIDADE CURRICULAR Competitividade, Planeamento e Controlo nos Serviços de Saúde MESTRADO

Leia mais

EQUIPAMENTOS CULTURAIS E INOVACÃO: O QUE DIZ A LEI DA INOVAÇÃO BRASILEIRA?

EQUIPAMENTOS CULTURAIS E INOVACÃO: O QUE DIZ A LEI DA INOVAÇÃO BRASILEIRA? 2140 EQUIPAMENTOS CULTURAIS E INOVACÃO: O QUE DIZ A LEI DA INOVAÇÃO BRASILEIRA? CULTURAL EQUIPMET AND INNOVATION: WHAT DOES THE BRAZILIAN INNOVATION LAW SAYS? Elaine da Silva Marta Lígia Pomim Valentim

Leia mais

Patenteabilidade de Inovações Farmacêuticas Incrementais no Brasil: Aceitá-Las ou Proibi- Las?*

Patenteabilidade de Inovações Farmacêuticas Incrementais no Brasil: Aceitá-Las ou Proibi- Las?* Patenteabilidade de Inovações Farmacêuticas Incrementais no Brasil: Aceitá-Las ou Proibi- Las?* Auto: Pedro Moreira REVISTA DA ABPI, no. 108, p. 51-59, Set/Out 2010. Resumo: O presente artigo busca analisar

Leia mais

MESTRADO EM CONTABILIDADE E FINANÇAS

MESTRADO EM CONTABILIDADE E FINANÇAS MESTRADO EM CONTABILIDADE E FINANÇAS PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR Unidade Curricular: NOVAS TENDÊNCIAS EM CONTABLIDADE DE GESTÃO Semestre 1º ECT s 6 Área Científica: Docente: CONTABILIDADE HUMBERTO RIBEIRO

Leia mais

O Sistema Internacional de Propriedade Intelectual: Dinâmica de Proteção e Comercialização

O Sistema Internacional de Propriedade Intelectual: Dinâmica de Proteção e Comercialização O Sistema Internacional de Propriedade Intelectual: Dinâmica de Proteção e Comercialização Beatriz Amorim-Borher Escritório da OMPI no Brasil 29 de outubro, 2013 Propriedade Intelectual - antecedentes

Leia mais

PANORAMA DO PATENTEAMENTO BRASILEIRO *

PANORAMA DO PATENTEAMENTO BRASILEIRO * PANORAMA DO PATENTEAMENTO BRASILEIRO * Graziela Ferrero Zucoloto** 1 INTRODUÇÃO Patentes são títulos concedidos ao criador de um produto ou processo útil, inventivo e novo, que permite a exclusão de outros

Leia mais

Gestão de Marketing e Ética Empresarial

Gestão de Marketing e Ética Empresarial Escola de Economia e Gestão Gestão de Marketing e Ética Empresarial Reconhecer e explicar os conceitos pilares do marketing e seu ambiente; Reconhecer a estratégia de marketing e aplicar os principais

Leia mais

DIREITO INTERNACIONAL ECONÓMICO

DIREITO INTERNACIONAL ECONÓMICO Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa Regente: Pedro Infante Mota Ano Letivo 2014/2015 3.º Ano, Turma da Noite DIREITO INTERNACIONAL ECONÓMICO 1. APRESENTAÇÃO Apesar de a propensão para trocar

Leia mais

Sessões 1 e 2: Apresentação da disciplina e o estudo das políticas públicas

Sessões 1 e 2: Apresentação da disciplina e o estudo das políticas públicas Disciplina: Instituições Políticas e Políticas Públicas no Brasil (EUR0204) Dia e horário: segunda, 14 às 17h. Carga horária: 45 horas Sala: I - 9 do Setor II Docente: Alan Daniel Freire de Lacerda Apresentação

Leia mais

Departamento de Sociologia, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Gualtar, 4710-057 Braga Portugal, Telef. 253604212, Fax 253678850

Departamento de Sociologia, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Gualtar, 4710-057 Braga Portugal, Telef. 253604212, Fax 253678850 Instituto de Ciências Sociais Departamento de Sociologia Licenciatura: Sociologia Unidade Curricular: Desenvolvimento, Sociedade e Estado Regime: 2º semestre Ano lectivo: 2007/2008 Docente: Maria Eugénia

Leia mais

MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO UNIVERSITÁRIA. Disciplina

MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO UNIVERSITÁRIA. Disciplina CURSO Ano / Semestre 2015/2 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO UNIVERSITÁRIA Disciplina CAD310026 - Internacionalização da Educação Superior e Gestão da Cooperação Internacional

Leia mais

GESTÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE TECNOLOGIA INPI/DIRTEC/CGTEC

GESTÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE TECNOLOGIA INPI/DIRTEC/CGTEC GESTÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE TECNOLOGIA INPI/DIRTEC/CGTEC 1 INTRODUÇÃO APRESENTAÇÃO Contexto do módulo Gestão e Comercialização de Tecnologia Serviços de apoio da DIRTEC/CGTEC Perspectivas de análise da

Leia mais

MCH0574 INOVAÇÃO NOS SETORES DE ALTA INTENSIDADE TECNOLÓGIA NO BRASIL: AVALIAÇÃO A PARTIR DAS PESQUISAS IBGE PINTEC

MCH0574 INOVAÇÃO NOS SETORES DE ALTA INTENSIDADE TECNOLÓGIA NO BRASIL: AVALIAÇÃO A PARTIR DAS PESQUISAS IBGE PINTEC III Congresso Internacional de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento 20 a 22 de outubro de 2014 CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL MCH0574 INOVAÇÃO NOS SETORES DE ALTA INTENSIDADE TECNOLÓGIA

Leia mais

INOVAÇÃO INDUSTRIAL E DESENVOLVIMENTO NACIONAL: REFLEXÕES SOBRE A ABORDAGEM DE CAPACIDADE TECNOLÓGICA DA FIRMA

INOVAÇÃO INDUSTRIAL E DESENVOLVIMENTO NACIONAL: REFLEXÕES SOBRE A ABORDAGEM DE CAPACIDADE TECNOLÓGICA DA FIRMA INOVAÇÃO INDUSTRIAL E DESENVOLVIMENTO NACIONAL: REFLEXÕES SOBRE A ABORDAGEM DE CAPACIDADE TECNOLÓGICA DA FIRMA VANESSA CABRAL GOMES Universidade de Brasília, Programa de Pós Graduação em Administração

Leia mais

Desafios para C&T&I no Brasil

Desafios para C&T&I no Brasil Desafios para C&T&I no Brasil Carlos Henrique de Brito Cruz Diretor Científico FAPESP CONFAP 26 de Agosto de 2015 desafios-c+t-brasil-confap-20150825.pptx;chbritocruz 1 Desafios para a ciência e a tecnologia

Leia mais

MUDANÇAS TÉCNICAS E INSTITUCIONAL: IMPACTOS SOBRE EMPRESA DO SETOR CALÇADISTA

MUDANÇAS TÉCNICAS E INSTITUCIONAL: IMPACTOS SOBRE EMPRESA DO SETOR CALÇADISTA MUDANÇAS TÉCNICAS E INSTITUCIONAL: IMPACTOS SOBRE EMPRESA DO SETOR CALÇADISTA Andresa Silva Neto Francischini andneto@yahoo.com Universidade Federal de São Carlos. Depto. de Engenharia de Produção Paulo

Leia mais

CGBA Certificate in Global Business Administration

CGBA Certificate in Global Business Administration CGBA Certificate in Global Business Administration Desafios Internacionais, Líderes Globais O CERTIFICATE IN GLOBAL BUSINESS ADMINISTRATION O Certificate in Global Business Administration (CGBA), criado

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR DISCIPLINA: DOUTORAMENTO EM GESTÃO DOCENTES: Prof.ª Dr.ª Maria José Silva Professora Convidada: Professora Doutora Teresa de Noronha Vaz Professora com Agregação da Universidade do Algarve, Presidente

Leia mais

Ações internas voltadas ao fomento da inovação: as empresas também devem fazer sua "lição de casa"

Ações internas voltadas ao fomento da inovação: as empresas também devem fazer sua lição de casa * Resumo É fato indiscutível a importância da participação governamental no estabelecimento de um sistema nacional de inovação eficiente e capaz de gerar uma infraestrutura básica que faça aflorar a P&D

Leia mais

3 o SEMINÁRIO DE DIREITO ECONÔMICO Preço e Direito da Concorrência. Arthur Barrionuevo Professor da FGV SP arthur.barrionuevo@fgv.

3 o SEMINÁRIO DE DIREITO ECONÔMICO Preço e Direito da Concorrência. Arthur Barrionuevo Professor da FGV SP arthur.barrionuevo@fgv. 3 o SEMINÁRIO DE DIREITO ECONÔMICO Preço e Direito da Concorrência Arthur Barrionuevo Professor da FGV SP arthur.barrionuevo@fgv.br Preços em Setores Regulados Tendências Regulatórias e o Controle de Preços

Leia mais

Financiamento da Inovação Tecnológica no Brasil: Análise do período 1998-2005. Jorge Luís Faria Meirelles. Campus de Sorocaba.

Financiamento da Inovação Tecnológica no Brasil: Análise do período 1998-2005. Jorge Luís Faria Meirelles. Campus de Sorocaba. Financiamento da Inovação Tecnológica no Brasil: Análise do período 1998-2005 Jorge Luís Faria Meirelles Professor da Universidade Federal de São Carlos Campus de Sorocaba Nara Rossetti Professora da Universidade

Leia mais

1 INTRODUÇÃO 2 PERSPECTIVAS SOBRE O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: DIFÍCIL CONCEITUAÇÃO A NECESSIDADE DE UM MARCO DE GOVERNANÇA ADEQUADO

1 INTRODUÇÃO 2 PERSPECTIVAS SOBRE O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: DIFÍCIL CONCEITUAÇÃO A NECESSIDADE DE UM MARCO DE GOVERNANÇA ADEQUADO O Desenvolvimento Sustentável A NECESSIDADE DE UM MARCO DE GOVERNANÇA ADEQUADO Maria Bernadete Sarmiento Gutierrez* 1 INTRODUÇÃO Este artigo tem como objetivo principal sugerir como os conceitos de desenvolvimento

Leia mais

Economia criativa: novas oportunidades baseadas no capital intelectual

Economia criativa: novas oportunidades baseadas no capital intelectual Economia criativa: novas oportunidades baseadas no capital intelectual Armando Dalla Costa * Elson Rodrigo de Souza-Santos ** RESUMO - Nas últimas duas décadas ganhou força um novo ramo de estudo denominado

Leia mais

Ecoinovação e Gestão do Conhecimento: Como estas práticas estão relacionadas?

Ecoinovação e Gestão do Conhecimento: Como estas práticas estão relacionadas? Ecoinovação e Gestão do Conhecimento: Como estas práticas estão relacionadas? Ligia Maria Moura Madeira Thais Elaine Vick Marcelo Seido Nagano EESC/USP Contexto As empresas vêm adotando estratégias e práticas

Leia mais

Inovação em fármacos no Brasil. Alexander Triebnigg, Presidente do Conselho da Febrafarma São Paulo, 28 de maio de 2009

Inovação em fármacos no Brasil. Alexander Triebnigg, Presidente do Conselho da Febrafarma São Paulo, 28 de maio de 2009 Inovação em fármacos no Brasil Alexander Triebnigg, Presidente do Conselho da Febrafarma São Paulo, 28 de maio de 2009 Inovação é consenso no Brasil Indústria farmacêutica brasileira investe de forma crescente

Leia mais

Educação, Inovação e Competitividade. Alberto Rodriguez, Ph.D. Especialista Principal em Educação setembro de 2008

Educação, Inovação e Competitividade. Alberto Rodriguez, Ph.D. Especialista Principal em Educação setembro de 2008 Educação, Inovação e Competitividade Alberto Rodriguez, Ph.D. Especialista Principal em Educação setembro de 2008 Origem do estudo Por que alguns países têm excelente desempenho e outros têm fraco desempenho

Leia mais

ABI/INFORM GLOBAL & COMPLETE

ABI/INFORM GLOBAL & COMPLETE ABI/INFORM Complete A mais completa das variantes da ABI/INFORM, combina informação académica, industrial, comercial e notícias regionais. Consiste em: ABI/INFORM Global Um núcleo de mais de 3,000 periódicos

Leia mais

Desempenho das Fusões e Aquisições na Indústria Brasileira na Década de 90: a Ótica das Empresas Adquiridas *

Desempenho das Fusões e Aquisições na Indústria Brasileira na Década de 90: a Ótica das Empresas Adquiridas * Desempenho das Fusões e Aquisições na Indústria Brasileira na Década de 90: a Ótica das Empresas Adquiridas * Frederico Rocha ** Mariana Iootty *** João Carlos Ferraz ** Resumo O objetivo deste trabalho

Leia mais

Relatório Final. Discente: Dâmaris Regina Dias Guimarães da Rocha 12/0050251

Relatório Final. Discente: Dâmaris Regina Dias Guimarães da Rocha 12/0050251 Relatório Final Análise do arcabouço institucional jurídico de Costa Rica, Panamá e Honduras por meio do LICS model para fins de comparação de suas conformações institucionais Discente: Dâmaris Regina

Leia mais

Um Modelo de Mensuração da Contribuição da Gestão do Conhecimento em Projetos

Um Modelo de Mensuração da Contribuição da Gestão do Conhecimento em Projetos 1 Um Modelo de Mensuração da Contribuição da Gestão do Conhecimento em Projetos José Renato Sátiro Santiago Junior 1. Introdução A estruturação de processos voltados para a medição e monitoramentos das

Leia mais

Patents, Innovation and Economic Performance: OECD Conference Proceedings

Patents, Innovation and Economic Performance: OECD Conference Proceedings Patents, Innovation and Economic Performance: OECD Conference Proceedings Summary in Portuguese Patentes, Inovação e Desempenho Econômico: Procedimentos da Assembléia da OCDE Sumário em Português As invenções

Leia mais

NEGÓCIOS INTERNACIONAIS

NEGÓCIOS INTERNACIONAIS NEGÓCIOS INTERNACIONAIS Programa Prof. João Pedro Couto Objectivos Esta disciplina tem como finalidade fornecer aos alunos um conjunto de elementos que permitam aos mesmos, utilizando uma lógica de raciocínio

Leia mais

Carla Tomazini Doutoranda em Ciência Política Unicamp/ IHEAL - Paris III carlatomazini@gmail.com

Carla Tomazini Doutoranda em Ciência Política Unicamp/ IHEAL - Paris III carlatomazini@gmail.com 1 ORIGENS E MUDANÇAS DA AÇÃO PÚBLICA: COMPARAÇÃO DOS PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA DE RENDA NO BRASIL E NO MÉXICO Carla Tomazini Doutoranda em Ciência Política Unicamp/ IHEAL - Paris III carlatomazini@gmail.com

Leia mais

9. Referências Bibliográficas

9. Referências Bibliográficas 9. Referências Bibliográficas ABENGE, Propostas de Diretrizes Curriculares para a Educação em Engenharia no Brasil, Brasília: ABENGE, 1998. ARANHA, J., Pimenta-Bueno, J. A, Scavarda do Carmo, L. C., da

Leia mais

Tecnologia, inovação, aprendizado e geração de conhecimento

Tecnologia, inovação, aprendizado e geração de conhecimento Tecnologia, inovação, aprendizado e geração de conhecimento César Stallbaum Conceição * A difusão do atual paradigma tecnológico, baseado nas tecnologias da informação e da comunicação, e o processo de

Leia mais

CURRICULUM VITAE. Vander Mendes Lucas

CURRICULUM VITAE. Vander Mendes Lucas CURRICULUM VITAE Vander Mendes Lucas Department of Economics, Universidade de Brasília Campus Darcy Ribeiro ICC Ala Norte, 70.919-970, Brasília-DF, Brazil. Fax: ++55 61 3402311 Tel: ++55 61 3072498 ext.

Leia mais

RUMO À INOVAÇÃO SISTÊMICA

RUMO À INOVAÇÃO SISTÊMICA RUMO À INOVAÇÃO SISTÊMICA FERRUGEM, Kael 1 ; SANTOS, Rozali Araujo 2 ; FERREIRA, Ana Paula Alf Lima 3. Palavras-chave: sistemas, inovação e inovação sistêmica. 1. Introdução Cada vez mais as evoluções

Leia mais

PROGRAMA. a) liderança e intenção estratégica para a inovação b) meio inovador interno

PROGRAMA. a) liderança e intenção estratégica para a inovação b) meio inovador interno DEPARTAMENTO... : ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES (POI) CURSO... : ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS PARA GRADUADOS (CEAGR) DISCIPLINA... : INOVAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES PROFESSORES... : LUIZ

Leia mais

GESTÃO DA INOVAÇÃO - UM ESFORÇO DE P&D EM EMPRESA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA ELÉTRICA

GESTÃO DA INOVAÇÃO - UM ESFORÇO DE P&D EM EMPRESA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA ELÉTRICA GESTÃO DA INOVAÇÃO - UM ESFORÇO DE P&D EM EMPRESA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA ELÉTRICA Thiago Renault 1 José Manoel Carvalho de Mello 2 Fernando Toledo Ferraz 3 Acacio Barreto 4 Resumo: Este trabalho analisa

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular 2009/2010

Ficha de Unidade Curricular 2009/2010 Ficha de Unidade Curricular 2009/2010 Unidade Curricular Designação INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO Área Científica Gestão Ciclo de Estudos Licenciatura em Design de Ambientes Carácter: Obrigatória Semestre

Leia mais

Investimentos em P&D nos setores de insumos agropecuários no Brasil

Investimentos em P&D nos setores de insumos agropecuários no Brasil Investimentos em P&D nos setores de insumos agropecuários no Brasil Jaim José da Silva Jr. Universidade Estadual de Campinas Núcleo de Economia Agrícola e do Meio Ambiente (NEA) Câmara Temática de Insumos

Leia mais

Resumo da pesquisa UMA ANÁLISE DO BAIXO GRAU DE INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA A PARTIR DO ESTUDO DAS FIRMAS MENOS INOVADORAS 1 RESUMO

Resumo da pesquisa UMA ANÁLISE DO BAIXO GRAU DE INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA A PARTIR DO ESTUDO DAS FIRMAS MENOS INOVADORAS 1 RESUMO Resumo da pesquisa UMA ANÁLISE DO BAIXO GRAU DE INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA A PARTIR DO ESTUDO DAS FIRMAS MENOS INOVADORAS 1 1 Victor Prochnik 2 Rogério Dias de Araújo 3 "Os brasileiros sempre querem

Leia mais

CONHECIMENTO, INOVAÇÃO E POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL

CONHECIMENTO, INOVAÇÃO E POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL PROSPECTIVA E PLANEAMENTO, Vol. 16 2009 CONHECIMENTO, INOVAÇÃO E POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL Mário Vale 1 Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, Centro de Estudos Geográficos Universidade

Leia mais

... A - B - C - D - E - F - G - H - I - J - K - L - M - N - O - P - Q - R - S - T - U - V - W - X - Y - Z

... A - B - C - D - E - F - G - H - I - J - K - L - M - N - O - P - Q - R - S - T - U - V - W - X - Y - Z Lista das Publicações Periódicas Recebidas no ISP A - B - C - D - E - F - G - H - I - J - K - L - M - N - O - P - Q - R - S - T - U - V - W - X - Y - Z A ACÓRDÃOS DOUTRINAIS DO SUPREMO TRIBUNAL ADMINISTRATIVO.

Leia mais

Fatos e Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes, Normas e Valores

Fatos e Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes, Normas e Valores Unidade Universitária: Escola de Engenharia Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Engenharia Econômica II Professor Doutor Agostinho Celso Pascalicchio Carga horária: 4 Código da Disciplina: 250.1701.2

Leia mais

A Questão da Propriedade Intelectual como Barreira a Disseminação Tecnológica. >Profa. Lia Hasenclever (IE/UFRJ)

A Questão da Propriedade Intelectual como Barreira a Disseminação Tecnológica. >Profa. Lia Hasenclever (IE/UFRJ) A Questão da Propriedade Intelectual como Barreira a Disseminação Tecnológica >Profa. Lia Hasenclever (IE/UFRJ) Seminário Estado, Desenvolvimento e Inovação, ABIFINA, Rio de Janeiro, 25 de novembro de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA DISCIPLINA: ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO PROGRAMA 1. Organização industrial: origem, objeto, método e evolução

Leia mais

CS3303 Dinâmica dos Investimentos Produtivos Internacionais (4-0-4) - DIPI

CS3303 Dinâmica dos Investimentos Produtivos Internacionais (4-0-4) - DIPI CS3303 Dinâmica dos Investimentos Produtivos Internacionais (4-0-4) - DIPI Área de Conhecimento Globalização produtiva, Ciência, Tecnologia e Inovação Professoras: Cristina Fróes de Borja Reis (Diurno):

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DO SUL DE MINAS SARA HELENA PEREIRA E SILVA

FACULDADE DE DIREITO DO SUL DE MINAS SARA HELENA PEREIRA E SILVA FACULDADE DE DIREITO DO SUL DE MINAS SARA HELENA PEREIRA E SILVA Propriedade intelectual e a alta modernidade: redefinindo o sistema para adequação aos direitos fundamentais Projeto de pesquisa orientado

Leia mais