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1 CLIPPING DE NOTÍCIAS Acompanhe as notícias dos setores de areia, brita e construção civil Nas primeiras horas do dia os sindicatos, associações e executivos recebem um com as notícias publicadas nos principais veículos de comunicação do País. 1. A Gazeta - ES (09/02/2012) Fábrica de rochas em Colatina...de 350 mil metros quadrados que abrigará a nova unidade, os serviços de terraplanagem já foram iniciados. O próximo passo, explica Gomes, será a construção dos galpões e a aquisição dos equipamentos. Um deles é a máquina polideira, que será usada no polimento das chapas de granito. Na nova CruzeiroNet - SP (09/02/2012) "Minha Casa, Minha Vida" deve ter mais 4 mil unidades... Carolina Santana O plano habitacional do governo federal Minha Casa Minha Vida (MCMV) deve contratar a construção de mais 4 mil unidades esse ano. De acordo com o planejamento, essas residências devem ser entregues em meados de 2013 e contemplarão DCI - SP (09/02/2012) Construção civil no DF retoma fôlego no fim de A indústria da construção civil sinaliza ter fechado 2011 em crescimento, apesar do ano difícil. Sondagem realizada pela Federação das Indústrias do Distrito Federal G1 - RJ (09/02/2012) Financiamento imobiliário cresce mais em PE do que no Brasil...teve um recuo de aproximadamente 30%. A explicação para a redução das contratações se deve ao fato de, em 2010, o estado ter iniciado o processo de construção de casas para as vítimas das enchentes ocorridas na Mata Sul. Em 2011, como não houve catástrofes naturais da mesma proporção em Midia News - SP (08/02/2012) Número de empreiteiras sobe 129% em 2 anos...atuando em Mato Grosso subiu 129% entre 2009 e O balanço faz parte de levantamento realizado pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da construção Civil de Cuiabá e Municípios, e segundo a entidade é decorrente do "boom" no setor, motivado principalmente pelas obras do Programa de Pini - SP (09/02/2012) Custo da construção civil aumentou 8,01% nos últimos 12 meses...de obra foi o principal responsável pela alta do índice, com crescimento de 11,78% no período Mauricio Lima O Índice Nacional do Custo da construção - Disponibilidade Interna (INCC-DI) cresceu 0,89% no mês de janeiro, puxando para cima o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna Portal GCN - SP (09/02/2012)

2 Empresários portugueses da construção civil visitarão SP... Um grupo de empresários portugueses do setor da construção civil visitará São Paulo no período de 27 a 31 de março. A visita tem como objetivo fazer contatos e ainda conhecer empresas e empresários Correio Braziliense - DF (09/02/2012) Caixa libera R$ 3,9 bilhões para DF e Entorno...a nacional, comentou. Do volume liberado em Brasília e região metropolitana para a habitação, R$ 1,3 bilhão, ou 33,3%, foi em créditos para o Minha casa, minha vida, programa do governo federal que objetiva garantir moradia à população de baixa renda. O FGTS respondeu por R$ 1,5 bilhão, ou Diário de Pernambuco - PE (09/02/2012) A tecnologia da construção...freitas Recife, quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012 Industrialização dos processos construtivos visa reduzir custos, diminuir o tempo e racionalizar as obras A construtora Cinkel está utilizando a técnica na construção de A Gazeta - ES (09/02/2012) Fábrica de rochas em Colatina Indústria entrará em operação em 2014 e será destinada ao polimento de granitos 08/02/ h16 Rita Bridi A Marbrasa, com sede em Cachoeiro de Itapemirim, programou investimento da ordem de R$ 50 milhões na instalação de uma nova unidade no bairro Maria Ortiz, em Colatina. A planta industrial, que terá capacidade para polir 120 mil metros quadrados de granito por mês, entrará em operação no final de 2014 e é parte do plano de expansão da empresa.

3 Em Colatina, onde tem a maior jazida de granito preto do país, a Marbrasa dispõe de uma unidade mineradora, na localidade de São Gabriel de Baunilha. Segundo o gerente-executivo da empresa, Elvis Gomes, já foram investidos R$ 5,5 milhões na aquisição de vários equipamentos que contribuirão para aumentar a capacidade de extração de pedras. Na área de 350 mil metros quadrados que abrigará a nova unidade, os serviços de terraplanagem já foram iniciados. O próximo passo, explica Gomes, será a construção dos galpões e a aquisição dos equipamentos. Um deles é a máquina polideira, que será usada no polimento das chapas de granito. Na nova planta, explicou o gerente, serão instalados teares multifuncionais para o beneficiamento do granito extraído nas jazidas que a empresa tem no Norte do Estado. Serão adquiridos também equipamentos utilizados para fazer o enquadramento dos blocos de granito. Na unidade de extração de granito, o investimento de R$ 5,5 milhões foi feito na aquisição de equipamentos que permitirão maior velocidade na extração das pedras, além da construção da nova oficina e do novo refeitório. Novidades para agilizar produção Não são apenas as pedras brasileiras que chamam atenção na Vitória Stone Fair 2012, a maior feira do setor de rochas ornamentais da América Latina que vai até amanhã, no Pavilhão de Carapina. Equipamentos de empresas italianas, brasileiras e americanas prometem ser também as vedetes. É o caso da Rochaz, de Iconha, que apresenta as multifios de 15 até 42 fios, capazes de serrar bloco de granito em cinco horas - teares convencionais demoram cerca de 50 horas. "Saímos do nível tupiniquim para um momento de alto avanço tecnológico", disse o diretor-presidente da Rochaz, Robson Roberte de Andrade, ao revelar que já são 10 clientes interessados durante a feira. A Sotreq apresenta um equipamento de grande porte capaz de fazer o carregamento de blocos de granito de 50 toneladas. Com mais de quatro metros de altura e 12 de comprimento, a novidade é da americana Caterpillar. Com a garantia de reduzir o número de acidentes, a carregadeira realiza o trabalho de deslocamento do bloco de granito em dois minutos. Já a italiana Pellegrini Meccanica apresenta a TDI 100 Super, um equipamento de fio diamantado, específico para pedreira, e um perfurador SLIM. Essas máquinas garantem complementar um grande corte em tempo menor e, assim, proporciona uma redução no consumo de energia. 2. CruzeiroNet - SP (09/02/2012) "Minha Casa, Minha Vida" deve ter mais 4 mil unidades No dia 30 de março, segundo a Caixa, deve ser entregue o condomínio Altos do Ipanema - Por: Fábio Rogério Carolina Santana O plano habitacional do governo federal Minha Casa Minha Vida (MCMV) deve contratar a construção de mais 4 mil unidades esse ano. De acordo com o planejamento, essas residências devem ser entregues em meados de 2013 e contemplarão exclusivamente as famílias com renda mensal de zero a três salários mínimos. Segundo o superintendente regional da Caixa Econômica Federal (CEF) em Sorocaba, Sandro Vimer Valentini, os projetos estão em análise e a triagem dos contemplados é feita junto às prefeituras. Cerca de metade dessas unidades devem ser construídas em Sorocaba. No dia 30 de março, diz Valentini, deve ser entregue o condomínio Altos do Ipanema com as primeiras unidades do MCMV para famílias de baixa renda. São 480 apartamentos construídos na zona norte da cidade. A lista dos contemplados não foi fornecida. A CEF diz que a informação deve ser fornecida pela Prefeitura que, por sua vez, afirma que o banco é quem tem os dados dos contemplados. Apesar da divergência, Valentini comenta que a prioridade foi dada para moradores de áreas de risco. Outras 320 unidades residenciais devem ser entregues ainda este ano em Sorocaba.

4 Sobre os projetos de construção para famílias de baixa renda, Valentini explica que a contratação está em andamento com os dados sendo analisados. Para Sorocaba, os valores máximo de aquisição é de R$ 65 mil para apartamentos e R$ 63 mil para casas. "Os imóveis são comprados pelo FAR (Fundo de Arrendamento Residencial) que é administrado pela Caixa. O imóvel então é repassado para o contemplado que passa a pagar parcelas mensais", explica o superintendente. Com o programa habitacional, que está em sua segunda edição, famílias com renda de até três salários mínimos têm acesso ao financiamento habitacional. Para quitar o imóvel, os novos moradores devem pagar parcelas mensais correspondentes a 10% do salário, tendo o valor mínimo de R$ 50. O local das novas unidades não foi divulgado. O programa conta ainda com outras duas faixas de financiamento. A primeira engloba famílias com renda entre três e seis salários mínimos e a outra beneficia quem tem renda mensal total entre seis e dez mínimos. Na região, desde que foi lançado, em 2009, o programa investiu R$ 1,6 milhão. Foram contratadas 15 mil unidades e 11 mil já foram entregues. Cadastro em 2009 Quando foi lançado o programa Minha Casa Minha Vida pelo governo federal, a Prefeitura de Sorocaba realizou um cadastro das famílias de baixa renda no município. O levantamento foi realizado entre maio e agosto de Foram feitos registros de famílias que ganham até três salários mínimos mensais. 3. DCI - SP (09/02/2012) Construção civil no DF retoma fôlego no fim de 2011 BRASÍLIA - A indústria da construção civil sinaliza ter fechado 2011 em crescimento, apesar do ano difícil. Sondagem realizada pela Federação das Indústrias do Distrito Federal (FIBRA), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon/DF) mostra que em dezembro o indicador da evolução do nível de atividades do setor situou-se em 50,7 pontos. Em consequência do comportamento positivo da atividade do setor, o mercado de trabalho mostra-se levemente aquecido: o indicador de evolução do número de empregados alcançou 50,9 pontos e o do nível de atividade em relação ao usual situou--se em 49,2 pontos. Assim, os entrevistados demonstraram otimismo em relação aos próximos seis meses. De acordo com a sondagem de expectativas, os empresários do setor esperam aumentar o nível de atividade e contratar mais empregados. O indicador de evolução do número de empregados situou-se em 61,9 pontos em dezembro frente aos 59,6 da sondagem anterior. O indicador de nível de atividade alcançou 62,0 pontos em dezembro frente aos 57,8 pontos. Agência CNI 4. G1 - RJ (09/02/2012) Financiamento imobiliário cresce mais em PE do que no Brasil Índices foram divulgados pela Caixa, através do balanço do ano de Crescimento no estado foi de 10,7%, contra 5,5% do Brasil. Vitor Tavares Do G1 PE O crescimento do financiamento imobiliário através da Caixa Econômica Federal em Pernambuco foi maior do que o do Brasil no acumulado do ano passado. Quando comparado o ano de 2011 com 2010, o desempenho do estado foi de 10,7 % de acréscimo, enquanto o País apresentou um índice de aumento de 5,5%. Esse valor, entretanto, não inclui as operações do programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal. Os números foram apresentados nesta quarta-feira (8) pela Superintendência Regional da Caixa

5 no Recife. Quando se coloca o Minha Casa Minha Vida nos números, o estado teve um recuo de aproximadamente 30%. A explicação para a redução das contratações se deve ao fato de, em 2010, o estado ter iniciado o processo de construção de casas para as vítimas das enchentes ocorridas na Mata Sul. Em 2011, como não houve catástrofes naturais da mesma proporção em Pernambuco, as unidades residenciais foram direcionadas a outros tipos de público. Desde o início do programa, em 2009, houve contratos para a construção de unidades, dos quais aproximadamente 16 mil foram relacionados a enchentes. No total, mais de 13 mil já foram entregues para a população. Na Região Metropolitana do Recife (RMR), algumas cidades se destacaram no crescimento de imóveis financiados dentro do Minha Casa Minha Vida. Segundo a Caixa, municípios como Abreu e Lima e Igarassu apresentaram maior número de unidades habitacionais, principalmente para a chamada faixa 1, que é composta por famílias com rendimento mensal de até R$ 1,6 mil. Áreas mais centrais, dentro do Recife ou próximo de áreas mais adensadas, apresentam carência na oferta de terrenos. O tipo de público que está buscando o financiamento também vem apresentando mudanças. A gente tem percebido a busca das pessoas, dentro do Minha Casa Minha Vida, por imóveis localizados em municípios da Região Metropolitana do Recife, que estão mais integrados com a capital. Há uma mudança também no perfil dos clientes. Além das pessoas das classes D e C, percebemos um crescimento de clientes das classes A e B, que estão buscando financiamento conosco, por conta das vantagens, contou Paulo Nery, superintendente regional da Caixa no Recife. O aumento no número de financiamentos imobiliários no estado em 2012 está previsto para 15%. Alguns dos empreendimentos previstos dentro do Minha Casa Minha Vida devem ficar localizados, principalmente, nas cidades do Grande Recife, como em áreas próximas à Cidade da Copa, em São Lourenço da Mata, e também em Jaboatão dos Guararapes. A Caixa deve continuar buscando parcerias. Dentro desse crescimento pernambucano, é papel da Caixa buscar maior relação junto ao governo, mais tempestividade [dentro do prazo] no desenvolvimento dos negócios, mais fontes de recursos. É um trabalho em conjunto, falou Paulo Nery. Pernambuco também apontou números maiores do que o País em relação a pagamentos dos benefícios sociais. O crescimento no estado foi de 18%; no Brasil, 13,6%. No que se refere à quantidade de operações comerciais, que levam em consideração créditos destinados a pessoas físicas e jurídicas, o valor chegou R$ 2,8 bi no estado, crescimento 20% maior do que o brasileiro. Paulo Nery considera que os números do estado refletem o bom momento econômico. Esse é um momento ímpar na economia pernambucana. Com o estado crescendo acima da média, as pessoas também começam a ganhar mais, com crescimento da renda. Por isso que as variáveis locais vêm se desenvolvendo, concluiu. 5. Midia News - SP (08/02/2012) Número de empreiteiras sobe 129% em 2 anos Obras do PAC e da Copa do Mundo de 2014 motivaram crescimento GAZETA DIGITAL Número de empreiteiras atuando em Mato Grosso subiu 129% entre 2009 e O balanço faz parte de levantamento realizado pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil de Cuiabá e Municípios, e segundo a entidade é decorrente do "boom" no setor, motivado principalmente pelas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e da Copa do Mundo de As empresas são responsáveis pela operacionalização da obra. Na avaliação do sindicato, com o avanço no número de empreiteiras, os cuidados com a segurança dos trabalhadores devem ser reforçados, além dos demais direitos trabalhistas. O balanço feito pelo sindicato teve como base o número de empresas cadastradas na Junta Comercial de Mato Grosso (Jucemat). Conforme a pesquisa, 1,921 mil empresas do setor da construção civil (entre empreiteiras e construtoras) se inscreveram no órgão entre 1975 e 2011, e a maioria delas microempresas é empresas de pequeno porte. Presidente do sindicato, Joaquim Santana, informa que somente nos últimos 2 meses, 4 pequenas empreiteiras já procuraram o sindicato aceitando ações judiciais para quitação de direitos trabalhistas que, pela lei, também são de responsabilidade da tomadora do serviço, neste caso, da construtora. "Essa é a verdadeira legalização dos gatos, empreiteiros sem nenhuma condição financeira que abrem

6 empresas e se tornam regulares, podendo atuar livremente", reclama o líder sindical. Para ele, o assunto deveria merecer mais atenção dos órgãos de fiscalização. "Estes números são apenas das empresas regularizadas no mercado, mas sabemos que existem muitas outras irregulares. Ou seja, estamos perdendo o controle da quantidade de empregados e das condições de trabalho oferecidas". Segundo informações repassadas pela assessoria do Sindicato das Indústrias da Construção Civil em Mato Grosso (Sinduscon/MT), do total de empresas atuantes no Estado, apenas 5% são associados à entidade. 6. Pini - SP (09/02/2012) Custo da construção civil aumentou 8,01% nos últimos 12 meses Mão de obra foi o principal responsável pela alta do índice, com crescimento de 11,78% no período Mauricio Lima O Índice Nacional do Custo da Construção - Disponibilidade Interna (INCC-DI) cresceu 0,89% no mês de janeiro, puxando para cima o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI), que cresceu 0,30% no período entre 1º e 31 de janeiro. O detalhe fica para o crescimento de 8,01% no custo do setor nos últimos 12 meses. O custo foi medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) No mês, os três grupos componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: materiais e equipamentos, de 0,16% para 0,24%, serviços, de 0,40% para 1,20% e mão de obra, de 0,01% para 1,34%. Nos últimos 12 meses, o que mais cresceu foi o índice relativo à mão de obra, com alta de 11,78%. Materiais, equipamentos e serviços registraram alta de 4,42% em seus preços. O item que apresentou mais aceleração foi o de taxas de serviços e licenciamentos, que subiu 5,01% no mês de janeiro, seguido pelo preço dos salários de engenheiros, que cresceu 2,01%. Os condutores elétricos apresentaram queda de 1,70%, sendo o item que mais caiu. 7. Portal GCN - SP (09/02/2012) Empresários portugueses da construção civil visitarão SP Um grupo de empresários portugueses do setor da construção civil visitará São Paulo no período de 27 a 31 de março. A visita tem como objetivo fazer contatos e ainda conhecer empresas e empresários de referência no setor não apenas Do Estado, mas também em outras regiões. Durante o encontro, que é organizado pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas, serão realizados seminários e visitas a obras. A expectativa dos organizadores é que a visita conte com a participação de representantes de 20 empresas de Portugal. 8. Correio Braziliense - DF (09/02/2012) Caixa libera R$ 3,9 bilhões para DF e Entorno» MARIANA BRANCO Publicação: 09/02/ :00 O crédito liberado pela Caixa Econômica Federal para financiamento habitacional no Distrito Federal e Entorno registrou crescimento superior ao nacional em No país o crédito para moradia ficou em R$ 67,8 bilhões, aumentando 15,7% frente a Para o DF e municípios de Goiás e Minas Gerais que

7 compõem sua zona de influência, os empréstimos fecharam o ano em R$ 3,9 bilhões, com incremento de 21,88% em igual período. Os dados fazem parte de balanço divulgado ontem pela Superintendência Regional do banco em Brasília. O DF também superou os resultados nacionais na concessão de crédito comercial. No ano passado, R$ 425,5 milhões foram liberados localmente para pessoas jurídicas contra R$ 118,9 milhões em 2010, o que significou incremento de 257,74%. Os empréstimos para pessoas físicas, por sua vez, saltaram de R$ 285,5 milhões para R$ 415,1 milhões, crescendo 50%. Em âmbito nacional a alta para as duas modalidades foi, respectivamente, de 55,2% e 30%. O superintendente regional da Caixa em Brasília, Elício Lima, atribuiu o desempenho excepcional do crédito para pessoa jurídica à política de captação de clientes empresariais da instituição. Aumentamos bastante a participação no mercado perante as médias, grandes e pequenas empresas, afirmou. Lima disse ainda que o resultado do DF e Entorno é motivo para comemorar. A avaliação é que foi positivo. Nossa contribuição em todos os itens de crédito superou a nacional, comentou. Do volume liberado em Brasília e região metropolitana para a habitação, R$ 1,3 bilhão, ou 33,3%, foi em créditos para o Minha Casa, Minha Vida, programa do governo federal que objetiva garantir moradia à população de baixa renda. O FGTS respondeu por R$ 1,5 bilhão, ou 38,4% do montante emprestado. A maior parte do crédito, R$ 2,02 bilhões, ou 51,5%, veio de recursos da poupança. No entanto, enquanto as liberações do Minha Casa, Minha Vida e FGTS cresceram 20,58% e 30%, as da poupança aumentaram só 6,63%. A divulgação dos resultados do DF ocorreu um dia após a Caixa Econômica anunciar seu resultado nacional. Em 2011 o lucro líquido geral da instituição foi de R$ 5,2 bilhões, com avanço de 37,7% na comparação com Diário de Pernambuco - PE (09/02/2012) A tecnologia da construção AUGUSTO FREITAS Recife, quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012 Industrialização dos processos construtivos visa reduzir custos, diminuir o tempo e racionalizar as obras A construtora Cinkel está utilizando a técnica na construção de 500 casas populares de um projeto em Moreno. Analise a atual fase do mercado imobiliário pernambucano. Projetos residenciais e comerciais aqui e ali, construtoras expandindo negócios, sustentabilidade em alta, valorização. É algo jamais visto e o dinamismo tomou conta do setor da construção civil. Do ponto de vista tecnológico, uma nova cultura está surgindo: a industrialização dos processos construtivos. A ideia consiste em ferramentas capazes de reduzir custos, diminuir o tempo de construção e racionalizar as obras. Uma delas começa a ganhar espaço no mercado pernambucano, a de paredes de concreto celular ou concreto celular espumoso. O sistema utiliza a combinação de concreto com aditivos e fibra de polipropileno, injetados em formas de alumínio. Segundo a Associação Brasileira de Cimento Portland em Pernambuco (ABCP-PE), a tecnologia permite mais fluidez dos produtos, conforto térmico e rapidez na obra. Tudo porque as formas (untadas com desmoldantes) são colocadas em torno das paredes do imóvel armada em telas, já com os espaços reservados para instalações elétricas e hidráulicas, portas e janelas. E o canteiro permanece limpe e livre na construção civil tradicional, 20% do material usado são descartados. A tecnologia reduz a praticamente zero os resíduos no canteiro de obras, é resistente e dispensa o uso do chapisco. O acabamento é mínimo, apenas com pintura, explica Eduardo Moraes, gerente regional da ABCP-PE. Doze horas são suficientes para retirar as formas após a concretagem. Elas podem ser utilizadas mais de cinco mil vezes, inclusive em projetos de quatro pavimentos. A construtora Cinkel está utilizando a técnica na construção de 500 casas populares do projeto Parque Residencial Moreno, na PE-07. As paredes ficam prontas em apenas um dia e o ganho é de 50% no tempo total da obra. Montamos as formas pela manhã e à tarde concretamos com nossa tecnologia. No outro dia

8 retiramos os moldes com a estrutura pronta, diz Roberto Kelner, diretor da Cinkel. Kelner pretende expandir a técnica para projetos maiores, já que em outras regiões ela é utilizada em projetos com até 18 pavimentos. Outra construtora que utiliza técnica semelhante (concreto convencional) é a Carrilho, nas obras de 704 apartamentos, no Janga e em Peixinhos. Na falta de mão de obra especializada, a técnica permite a eliminação de outras funções de acabamento, como pintura e reboco, completa Fábio Hatem, engenheiro civil da Carrilho. Mais informações: Comunicação ANEPAC Pró Cultura Marketing e Eventos Tel/Fax: CLIPPING DE NOTÍCIAS Acompanhe as notícias dos setores de areia, brita e construção civil Nas primeiras horas do dia os sindicatos, associações e executivos recebem um com as notícias publicadas nos principais veículos de comunicação do País. 1. DCI - SP (07/02/2012) Mercado quer "regionalizar" condições para o Minha Casa...Paulo - O governo brasileiro quer agilizar a construção de casas neste ano dentro do programa Minha Casa, Minha Vida. Contudo, especialistas entrevistados pelo DCI afirmam que o déficit de Jornal do Comércio - RS (08/02/2012) Apoio à construção civil...franco A construção civil brasileira vive um momento histórico, registrando crescimento significativo, ano após ano. Em 2012, empresários do ramo estimam que o DCI - SP (08/02/2012) Financiamentos imobiliários concedidos pela caixa no RJ subiram 26,7% em do Tempo de Serviço (FGTS) e outras fontes atingiram R$ 3,7 bilhões. Foram financiadas unidades habitacionais. No âmbito do Programa Minha casa, minha vida, segunda fase, iniciada em 2011, foram contratados no estado R$ 2,3 bilhões, que irão beneficiar famílias. A Corumbá Online - MS (08/02/2012) Sindicatos industriais de Corumbá vão discutir associativismo nesta sexta-feira...industriais de Corumbá - Simec (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Corumbá), Sindiecol (Sindicato das Indústrias Extrativas de Corumbá), Sindivesc (Sindicato das Indústrias do Vestuário de Corumbá), Sindicom (Sindicato das Indústrias da Construção e do Folha de S. Paulo - SP (08/02/2012) Sócio de ministro atua em programa do governo...alvo a população de classe média baixa. Os lotes da Village são vizinhos a dois conjuntos de

9 apartamento do Minha Casa, Minha Vida, ainda em construção, o Residencial Irmã Dulce e o Jardim das Colinas. Além do Minha Casa, Minha Vida, o Ministério das Cidades tem como atribuição fazer Ministério do Trabalho e Emprego - DF (07/02/2012) Estoque de trabalhadores na construção civil dobra em cinco anos...milhões de trabalhadores com carteira assinada em todo pais. Brasilia, 06/02/2012 O estoque de trabalhadores com carteira assinada no setor da construção civil dobrou nos últimos cinco anos. Até o final de dezembro de 2011, o setor contabilizava empregos celetistas; em 2006, o Canal Executivo - SP (07/02/2012) Produtores de cimento enfrentam pouca competição...de Macedo Nogueira Lima, verificou os custos de transação e a probabilidade de arbitragem entre estados, a estrutura competitiva no varejo de construção civil e o impacto da diminuição tarifária no poder de mercado de uma empresa localizada no Estado do Amazonas e nos preços na região Norte Jornal Pequeno - MA (08/02/2012) Desempenho baixo em habitação e saneamento enfraqueceu primeiro ano da gestão Dilma...o governo petista está enganando, iludindo a sociedade com falsas promessas', lamentou ontem (6). A iniciativa foi lançada em 2009 com meta de construir 1 milhão de casas. Em 2010, ganhou uma segunda fase, prevendo mais 2 milhões de habitações. No ritmo atual, o governo petista precisaria de eband - SP (07/02/2012) Pedreira será reaberta em Curitiba...que passar por obras. No projeto, está previsto o alargamento do portão de entrada, em 12 metros, e das atuais saídas de emergência, além da construção de outras duas saídas, com escadas no paredão da lateral esquerda do palco, dando acesso à área do estacionamento e do heliponto. Os Estado de Minas - MG (08/02/2012) Agenda...com explosivos é o curso oferecido pelo Instituto de Educação Tecnológica (Ietec) amanhã e sexta-feira, dirigido a engenheiros, geólogos, técnicos, construtores e demais profissionais com interesse na área. Informações: (31) , e no...

10 1. DCI - SP (07/02/2012) Mercado quer "regionalizar" condições para o Minha Casa São Paulo - O governo brasileiro quer agilizar a construção de casas neste ano dentro do programa Minha Casa, Minha Vida. Contudo, especialistas entrevistados pelo DCI afirmam que o déficit de moradias nunca será resolvido se não houver uma verdadeira política habitacional, de modo, principalmente, a avaliar as particularidades da cada região do País. O vice-presidente de Habitação do Secovi-SP, Flávio Prando, afirmou que o sindicato busca "há algum tempo" regionalizar os valores de subsídios e limites dos programas habitacionais. "O custo de produção em São Paulo, por exemplo, é muito maior do que em outros estados e essa diferença se torna perceptível para o comprador com renda até 3 salários mínimos. Um subsídio de R$ 165 mil para essa faixa [do Minha Casa, Minha Vida] em São Paulo é muito baixo", explica. "Habitação tem que ser resolvida de forma geral. Em cidades grandes, como São Paulo, existem várias oportunidades para oferecer moradia, como reconstruir prédios abandonados. Há muita coisa que pode ser feita. Basta uma política que avalie cada localidade. Não adianta obrigar uma pessoa a morar onde ela não nasceu, e que não tenha infraestrutura, como escolas e hospitais, por perto", aponta Sérgio Guimarães Pereira Júnior, especialista em urbanização e diretor da Vallor Urbano. Sobre o Minha Casa, Minha Vida, o especialista diz que "é uma ofensa chamar de programa habitacional". "Uma verdadeira política habitacional é aquela que cria condições para se construir moradias. Neste sentido, o papel do governo tem que ser indutor, agente de fomento, e não executor", avalia. Prando aponta que para resolver o problema habitacional no País as esferas federal, estadual e municipal têm que trabalhar juntas. "O governo de São Paulo, ao reconhecer a dificuldade de atender a demanda, criou o Casa Paulista. Apesar desse subsídio adicional, os recursos federais são muito importantes porque são maiores. Quantitativamente talvez esse programa paulista não consiga ser suficiente", diz. Para o diretor da Vallor Urbano, uma parceria público-privada seria um meio melhor para viabilizar essa política. "Não se pode deixar que a Caixa (Econômica Federal) imponha um lucro para as construtora. Se tiver uma descentralização das atividades com maior participação das empresas, o preço dos imóveis se regularizaria. Além disso, o que se visa hoje é construir o maior número de casas possível sem observar a qualidade desses produtos", critica Pereira Júnior. Ele comenta que uma auditoria recente realizada pela Controladoria Geral da União (CGU), ao mostrar que sete em cada dez contratos fechados no setor de habitação pela Secretaria Nacional de Habitação (SNH) do Ministério das Cidades, envolvendo o repasse de recursos da União para Estados e municípios, não são realizados, comprova que não se pode deixar o gerenciamento habitacional somente nas "mãos públicas". O levantamento foi feito nos contratos assinados entre 2004 e abril de 2011, que fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e se referem especificamente a casas e melhorias em favelas e conjuntos habitacionais no Brasil. Segundo a pesquisa até o quarto mês de 2011, 74% dos contratos que existiam na carteira da SNH, que somam cerca de R$ 12,5 bilhões em investimentos, não foram concretizados. "Embora fortemente combatido pelas elites econômicas, o subsídio é o meio para garantir a moradia própria e aceitável à família de baixa renda. E os governos devem saber disso. É preciso, no entanto, facilitar esse acesso ao realmente necessitado", diz o tenente Dirceu Cardoso Gonçalves, dirigente da Associação de Assistência Social dos Policiais Militares de São Paulo (ASPOMIL). Na opinião dele, os governos federal, estaduais e municipais precisam se apressar com a definição de programas habitacionais mais executáveis. "Ou, então, terão de continuar infinitamente com episódios como o Pinheirinho, as moradias nas encostas, os alagadiços e outros pontos insalubres de se morar", diz ele ao se referir à desocupação do terreno em São José dos Campos (SP), e às diversas situações de risco que ocorrem em todo o País. Missão

11 Na semana passada, em encontro com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o presidente da Caixa Econômica, Jorge Hereda, informou que, em 2011, o Minha Casa, Minha Vida concluiu 700 mil casas. Para 2012, a meta é entregar entre 400 mil e 500 mil unidades e firmar 600 mil contratos de novas moradias. Além da Caixa, Mantega também se reuniu com o Banco do Brasil e com construtoras e pediu empenho para agilizar as obras do programa. "A missão do governo e do setor privado é viabilizar o Minha casa, Minha Vida 2, com mais dois milhões de unidades (até 2014) e completar o Minha Casa, Minha Vida 1", comentou o ministro na oportunidade. Segundo ele, reduzir o déficit habitacional é uma das prioridades do governo neste ano para possibilitar um crescimento econômico de 4,5%. Fernanda Bompan 2. Jornal do Comércio - RS (08/02/2012) Apoio à construção civil Moreira Franco A construção civil brasileira vive um momento histórico, registrando crescimento significativo, ano após ano. Em 2012, empresários do ramo estimam que o setor continuará aquecido e vai expandir a uma taxa perto de 5%, mesmo patamar registrado em Trata-se de uma demonstração clara da força crescente do mercado interno, do aumento de renda da população e da ascensão de milhões de brasileiros ao mercado de consumo. O trabalhador é, certamente, o grande beneficiário desse boom da construção civil. No primeiro semestre de 2011, o setor foi o segundo que mais gerou empregos formais no País. Foram abertos 186 mil novos postos de trabalho, patamar perto dos 235 mil gerados pela agricultura. E esses empregos com carteira assinada significam mais consumo, mais vendas, mais produção e, afinal, ainda mais empregos. É por isso que os três níveis de governo precisam avançar com as políticas que estimulam a construção civil. No entanto, devem atuar para diminuir os gargalos do setor. Um deles é a qualificação da mão de obra. Sem profissionais competentes de engenharia civil e bons mestres de obra, pintores, eletricistas e assentadores de cerâmica, entre outros, os empreendimentos passam a enfrentar problemas sérios, como crescimento do número de acidentes de trabalho, atraso no cronograma das obras e queda da qualidade do produto final. A modernização dos métodos construtivos é outro desafio importante. Os investimentos em novas máquinas e equipamentos serão essenciais para construir mais unidades, com prazos mais reduzidos e com custos menores. E também, com inovação tecnológica e mão de obra mais capacitada, experimentase uma elevação da produtividade, e essa é uma das formas para assegurar a manutenção de taxas de crescimento altas e, com elas, mais e melhores oportunidades de emprego. Ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República 3. DCI - SP (08/02/2012) Financiamentos imobiliários concedidos pela caixa no RJ subiram 26,7% em 2011 RIO DE JANEIRO - Um total de imóveis foi financiado pela Caixa Econômica Federal no estado do Rio de Janeiro, no ano passado, alcançando valor de R$ 8,2 bilhões. O resultado registrado pela instituição foi 26,72% superior ao do ano anterior (R$ 6,5 bilhões). Os números foram divulgados nesta terça-feira (7) pela superintendente regional da Caixa no estado, Nelma Tavares. Com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), as linhas de financiamento somaram em torno de R$ 4,5 bilhões, em 2011, com contratações. Nelma Tavares disse que o valor apurado ficou R$ 617,7 milhões acima do resultado de Já as operações feitas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e outras fontes atingiram R$ 3,7 bilhões. Foram financiadas unidades habitacionais.

12 No âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida, segunda fase, iniciada em 2011, foram contratados no estado R$ 2,3 bilhões, que irão beneficiar famílias. A superintendente regional da Caixa declarou que desde o lançamento do Minha Casa, Minha Vidao, em 2009, já foram contratadas unidades residenciais, com investimento de R$ 3,3 bilhões, e entregues moradias. O balanço apresentado pela Caixa mostra, ainda, que os benefícios sociais pagos no estado do Rio totalizaram, em 2011, R$ 14,4 bilhões. Destaque para o Programa Bolsa Família, com R$ 860,7 milhões; o FGTS (R$ 6,2 bilhões); e o seguro desemprego (R$ 1,7 bilhão). Agência Brasil 4. Corumbá Online - MS (08/02/2012) Sindicatos industriais de Corumbá vão discutir associativismo nesta sexta-feira 7/2/ :18:00 Diretores dos sindicatos industriais de Corumbá - Simec (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Corumbá), Sindiecol (Sindicato das Indústrias Extrativas de Corumbá), Sindivesc (Sindicato das Indústrias do Vestuário de Corumbá), Sindicom (Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de Corumbá) e Siacoms (Sindicato das Indústrias da Alimentação de Corumbá) vão reunir, nesta sexta-feira (10), diversos empresários do município para o lançamento das ações em prol do desenvolvimento das indústrias da região. Segundo o presidente do Simec, Lourival Vieira Costa, a reunião será realizada no auditório do Sesi de Corumbá às 20 horas e são esperados pelo menos 80 empresários dos diversos segmentos industriais do município para discutirem sobre associativismo empresarial. Ele acrescenta ainda que, na oportunidade, o superintendente do IEL, Bergson Amarilla, e o vice-presidente do Simec, Antônio Eustaquio Adão, abordarão assuntos ligados diretamente ao desenvolvimento das empresas, pois a Fiems tem esse papel de reunir os empresários para discutir assuntos que interferem na competitividade. Ao longo da palestra, eles também vão explicar o funcionamento de um sindicato industrial e como a mobilização dos empresários pode trazer resultados para o crescimento de um determinado segmento produtivo, pontuou Lourival Costa. Além disso, acrescenta o presidente do Simec, os gerentes do Sesi, Senai e Sebrae-MS em Corumbá vão apresentar os serviços oferecidos pelas três entidades para os associados dos cinco sindicatos industriais da cidade. Na avaliação dele, o evento servirá para demonstrar aos empresários corumbaenses como a união contribui para o fortalecimento da atuação dos sindicatos. Com o aval dos industriais, os sindicatos terão mais força para brigar pelos interesses comuns da classe. Ao reivindicarmos juntos, teremos mais facilidade na negociação com a administração pública e também com outras entidades, pontuou. Lourival Costa ainda acrescenta que a reunião servirá para a entrega dos certificados para os novos associados do Simec, Sindiecol, Sindivesc, Sindicom e Siacoms. 5. Folha de S. Paulo - SP (08/02/2012) Sócio de ministro atua em programa do governo Empresário tem negócios no Minha Casa, Minha Vida, que é coordenado pelas Cidades BRENO COSTA ENVIADO ESPECIAL A JOÃO PESSOA O novo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, é sócio do dono de uma imobiliária que negocia imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida em João Pessoa. A pasta é responsável pela execução do programa, principal bandeira do governo na área da habitação popular. A Araújo Imobiliária, que pertence a Diógenes Araújo Lins, tem atuação na capital paraibana desde os anos

13 80. A empresa fica num terreno aos fundos do escritório político de Ribeiro. O site da imobiliária tem uma seção destinada exclusivamente a imóveis do programa do governo. A empresa recebe um percentual de cada financiamento pela função de intermediar o contato entre o interessado e a Caixa, financiadora do programa. A sociedade do ministro com Diógenes Araújo se dá em outra empresa, a Village Urbanismo, sediada no escritório de Ribeiro. A empresa é uma das quatro que Aguinaldo Ribeiro omitiu em sua declaração de bens entregue à Justiça Eleitoral em 2010, como a Folha mostrou no domingo. O ministro afirmou que se desligará das empresas. O capital da Village é representado por 133 lotes de terreno localizados em um bairro popular de João Pessoa, o Planalto Boa Esperança. O local é palco de a forte expansão imobiliária, tendo como público alvo a população de classe média baixa. Os lotes da Village são vizinhos a dois conjuntos de apartamento do Minha Casa, Minha Vida, ainda em construção, o Residencial Irmã Dulce e o Jardim das Colinas. Além do Minha Casa, Minha Vida, o Ministério das Cidades tem como atribuição fazer parcerias com Estados e prefeituras para obras de infraestrutura urbana. Essas ações contribuem para a valorização de imóveis e incluem obras de saneamento, abastecimento d'água e coleta de lixo. Ribeiro, que ocupava o posto de líder do PP na Câmara dos Deputados antes de assumir o ministério, apresentou para o Orçamento deste ano uma emenda de R$ 2,6 milhões ao Ministério das Cidades, para ações de infraestrutura em municípios da Paraíba". Agora caberá a ele executar a emenda. 6. Ministério do Trabalho e Emprego - DF (07/02/2012) Estoque de trabalhadores na construção civil dobra em cinco anos No final de 2011, setor tinha 2,7 milhões de trabalhadores com carteira assinada em todo pais. Brasilia, 06/02/2012 O estoque de trabalhadores com carteira assinada no setor da construção civil dobrou nos últimos cinco anos. Até o final de dezembro de 2011, o setor contabilizava empregos celetistas; em 2006, o montante era de , segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Fatores como o aumento do financiamento habitacional e ações governamentais - Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), além dos investimentos previstos por conta dos eventos esportivos Copa do Mundo em 2014 e Jogos Olímpicos em 2016 têm contribuído positivamente para geração de empregos no setor. Somando os setores de atividade econômica, o país chegou ao final de dezembro passado com estoque de empregos celetistas. Destes, referem-se ao setor de serviços; comércio; indústria da transformação; agropecuária; administração pública; serviços de utilidade pública; e extrativa mineral. Caged Em 2011, a Construção Civil foi responsável pela criação de empregos com carteira assinada, registrando o maior crescimento relativo entre os setores, com elevação de 8,78% em relação ao estoque de trabalhadores de dezembro de Os estados que geraram o maior número de empregos com carteira assinada foram São Paulo (41.191); Rio de Janeiro (37.026) e Pernambuco (21.211).

14 7. Canal Executivo - SP (07/02/2012) Produtores de cimento enfrentam pouca competição Na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), uma pesquisa analisou três aspectos da competição na indústria do cimento no Brasil. O trabalho, realizado pela pesquisadora de Tatiana de Macedo Nogueira Lima, verificou os custos de transação e a probabilidade de arbitragem entre estados, a estrutura competitiva no varejo de construção civil e o impacto da diminuição tarifária no poder de mercado de uma empresa localizada no Estado do Amazonas e nos preços na região Norte. Com base nos resultados obtidos, o estudo concluiu que os produtores nacionais enfrentam pouca competição, que não é influenciada pela redução tributária. O cimento é um produto utilizado na maior parte das obras civis, sendo consumido, portanto, em todo o país. Apesar de ser produto homogêneo e de seu processo produtivo ser simples, são necessários elevados investimentos iniciais na produção, o que tende a diminuir a quantidade de fabricantes. Os custos de transporte relativamente altos em comparação aos preços finais do produto também são mencionados como limitadores da competição nessa indústria. A pesquisa, que faz parte da tese de doutorado de Tatiana, foi orientada pelo professor Márcio Issao Nakane, da FEA. Os custos de transação para envio de cimento de um estado a outro, ambos localizados na mesma região geográfica, e a probabilidade de arbitragem entre esses estados são estimados simultaneamente por meio de modelos de regressão com mudança (switching regression model). Os resultados mostram que os custos de transação variam de 5% a 27% do preço final do produto, sendo, portanto, altos. As probabilidades de arbitragem estimadas são bastante baixas, indicando que existe algum outro fator, além do custo de transação, a torná-las baixas. Competição Considerando apenas o Estado de São Paulo, foi analisada a competição no varejo de material de construção civil. A hipótese de que a estrutura nesse setor é competitiva é assumida por outras pesquisas que analisaram a competição na indústria do cimento no Brasil. A partir da conclusão já existente na literatura científica de que o efeito dos impostos depende do tipo de competição, testou-se a hipótese de competição perfeita em contraposição a uma estrutura menos competitiva. Para isso, foi assumida a hipótese de que o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), que antes podia ser caracterizado como ad valorem, passou a ser um imposto específico. Os resultados apontaram para a correção da hipótese de competição perfeita. Tendo em vista extensa literatura que analisa os efeitos da abertura comercial sobre a competição e trabalhos anteriores que analisam o poder de mercado da indústria cimenteira brasileira, foram estimados os efeitos da diminuição da alíquota tarifária ocorrida em 2006 sobre os preços do produto comercializado no Amazonas e em Roraima e sobre o poder de mercado da firma instalada no Amazonas. A verificação do efeito da medida nos preços foi feita por meio da utilização de estimativas com grupos tratados e grupos de controle. O cálculo do impacto da redução tarifária no poder de mercado da firma foi feita com base na hipótese de que o produtor nacional e o externo atuam como competidores em um oligopólio de Cournot. Os resultados indicaram a ausência de efeitos da diminuição tributária. Há pouca competição interestadual e, também, de produtores estrangeiros. Mesmo a redução da alíquota do imposto de importação, foi pouco efetiva em relação à diminuição do poder de mercado do produtor localizado no Amazonas. Mais trabalhos devem ser feitos para se verificar por que a competição regionalmente e, mesmo com competidores externos, é tão restrita. (Agência USP de Notícias) Mais informações: com Tatiana de Macedo Nogueira Lima 8. Jornal Pequeno - MA (08/02/2012) Desempenho baixo em habitação e saneamento enfraqueceu primeiro ano da gestão Dilma POR LETÍCIA BOGÉA DIÁRIO TUCANO

15 No primeiro ano de mandato de Dilma Rousseff, as promessas no setor habitacional e no saneamento básico não prosperaram. A mensagem presidencial encaminhada ao Congresso na semana passada revela que tem sido pífia a execução do programa Minha Casa, Minha Vida. Das três milhões de moradias prometidas no lançamento do projeto, em abril de 2009, apenas foram entregues. O texto mostra ainda que, dos R$ 36,38 bilhões contratados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 1) para saneamento, apenas 9% foram concluídos. Os dados confirmam que os anúncios feitos durante a campanha eram só para obter votos, na avaliação do deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA). 'O Minha Casa, Minha Vida é um projeto de grande importância para a população brasileira. Mas, infelizmente, o governo petista está enganando, iludindo a sociedade com falsas promessas', lamentou ontem (6). A iniciativa foi lançada em 2009 com meta de construir 1 milhão de casas. Em 2010, ganhou uma segunda fase, prevendo mais 2 milhões de habitações. No ritmo atual, o governo petista precisaria de mais 12 anos para cumprir o prometido, segundo o Instituto Teotônio Vilela (ITV). 'Tudo é feito lentamente, como o PAC de uma maneira geral. Já é a marca do governo anunciar programas com pouca realização. A população já percebe que tudo não passa de uma fantasia', disse o tucano. Em relação às baixas aplicações em saneamento, Imbassahy ressalta: 'É realmente uma situação virtual. Um governo da falsa promessa e do compromisso esquecido'. A mensagem presidencial mostra que, dos R$ 36,38 bilhões contratados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 1) para a área, apenas 9% foram concluídos. Na velocidade registrada ao longo dos últimos cinco anos, seria necessário mais meio século para concluir as obras, de acordo com o ITV. 'O problema não é recurso, mas incapacidade administrativa. O governo fala a todo momento que a economia está muito bem e que a União arrecada bilhões. Onde está esse dinheiro?', questionou o deputado. Na opinião do tucano, a verba não está sendo bem aplicada devido à má gerência administrativa, que recolhe tantos impostos sem dar retorno à população. O problema se repete não só no Minha Casa, Minha Vida e no saneamento, mas em saúde e segurança. 'Tanta coisa foi dita durante a campanha. E tudo foi largado e esquecido pela presidente', criticou o parlamentar. 9. eband - SP (07/02/2012) Pedreira será reaberta em Curitiba MP-PR, prefeitura e Associação de Moradores do Abranches chegaram ontem a um consenso Do Metro Curitiba Depois de quase quatro anos, a novela da reabertura da Pedreira Paulo Leminski parece estar chegando ao fim. Ontem, em audiência entre a prefeitura, o MP-PR (Ministério Público) e a associação de moradores na 4ª Vara da Fazenda Pública, Falências e Concordatas, a juíza Mariana Gusso suspendeu o processo que mantinha o espaço fechado. Mas ele só será reaberto depois que passar por obras. No projeto, está previsto o alargamento do portão de entrada, em 12 metros, e das atuais saídas de emergência, além da construção de outras duas saídas, com escadas no paredão da lateral esquerda do palco, dando acesso à área do estacionamento e do heliponto. Os eventos terão que ter equipamentos que direcionem o som, evitando vazamentos e reclamações por parte de moradores do Abranches. Com caixas espalhadas e regulagem de graves, não é necessário volume tão alto em um único ponto, explica o assessor de Controle Externo da Procuradoria Geral do Município, Sílvio Brambila. Mesmo assim, haverá limite de horário, que varia com o tipo e a data do evento. No sábado, terá que terminar até 1h. No domingo, até 22h, comenta Brambila. Segundo ele, haverá pagamento de caução antecipado para evitar violações das regras. A Pedreira foi fechada em março de 2008 a pedido de 134 moradores da região, que reclamavam de barulho e desordem. É uma vitória depois de uma série de encontros para buscar a conciliação, comenta o vereador Jonny Stica, líder do movimento A Pedreira é nossa.

16 Outras mudanças Um posto da Polícia Militar será instalado na Pedreira, segundo Brambila. O trânsito será fiscalizado e as ruas poderão ser bloqueadas, com acesso apenas para moradores. A Pedreira também terá gerador de energia para garantir a iluminação e os equipamentos sonoros. 10. Estado de Minas - MG (08/02/2012) Agenda Mineração Desmonte de rochas com explosivos é o curso oferecido pelo Instituto de Educação Tecnológica (Ietec) amanhã e sexta-feira, dirigido a engenheiros, geólogos, técnicos, construtores e demais profissionais com interesse na área. Informações: (31) , e no Mais informações: Comunicação ANEPAC Pró Cultura Marketing e Eventos Tel/Fax: CLIPPING DE NOTÍCIAS Acompanhe as notícias dos setores de areia, brita e construção civil Nas primeiras horas do dia os sindicatos, associações e executivos recebem um com as notícias publicadas nos principais veículos de comunicação do País. 1. Olhar Direto - MT (07/02/2012) Dilma pede dedicação e bom trânsito político a novo ministro das Cidades...ministro Aguinaldo, sua total dedicação a essas prioridades. Estará sobre sua gestão o Minha Casa, Minha Vida, o maior e mais importante programa de construção de moradias na historia recente do país (...) Ele [Minha Casa, Minha Vida] é a nossa estratégia central de garantir que as famílias de GP1 - PI (07/02/2012) ADH vai entregar mais mil unidades habitacionais no Jacinta Andrade...uma nova cidade na Santa Maria da Codipi, bairro onde fica localizado o empreendimento. Da Redação O objetivo do Governo do Piauí com a construção do Residencial Jacinta Andrade é diminuir o déficit habitacional de Teresina e garantir uma vida digna para as famílias contempladas. Para Pagina 20 - AC (07/02/2012) Governo e Banco do Brasil celebram parceria para construção de moradias...por 07-Fev-2012 O Banco Brasil (BB) é o novo parceiro do governo do Acre na construção de unidades habitacionais integrantes do programa Minha Casa, Minha Vida. Famílias com renda de até três salários mínimos serão Jornal Indústria e Comércio - PR (07/02/2012)

17 Entregas de imóveis devem duplicar em Curitiba...entregues duplique em 2012, em relação ao ano anterior, chegando a apartamentos Crescimento no volume de apartamentos entregues pelas construtoras e valorização dos imóveis novos. Estas são as perspectivas da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná O Documento - MT (06/02/2012) Feira de negócios em construção e habitação será lançada em Cuiabá.../ Várzea Grande, 06/02/ :56. Da Redação Mato Grosso terá a primeira feira de negócios da cadeia produtiva da indústria da construção. Em 4 dias de evento, são esperadas cerca de 8 mil pessoas entre consumidores de imóveis e empresários do segmento. Entre os dias 19 e Ribeirão Preto Online - SP (07/02/2012) Emprego na construção civil cresce 19,59% em Ribeirão Preto...Ribeirão Preto Online O número de empregos na construção civil cresceu 19,59% em Ribeirão Preto, segundo uma pesquisa divulgada na última sexta-feira (3), pelo Sinduscon (Sindicato da Indústria da Jornal da Manhã - MG (07/02/2012) Mercado imobiliário deve registrar crescimento de 30% ao longo do ano...acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), em 2011, os financiamentos para a compra e construção de imóveis atingiram a marca de R$ 79,9 bilhões, sendo considerado o maior volume já registrado em todo o país. Ao todo, foram emprestados Jornow - SP (07/02/2012) Governo exige que Construtoras tenham certificado para atuarem no Programa Minha Casa, Minha Vida...06/02/12 As projeções da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da construção) indicam que, neste ano, cerca de 1,6 milhão de unidades habitacionais serão financiadas em todo o país. Além disso, a entrada de novos Gazeta do Povo - PR (07/02/2012) Justiça suspende processo que mantém Pedreira fechada...cobrar um valor de caução e fiscalizar antes dos eventos o cumprimento das exigências. Além disso, duas novas saídas de emergência deverão ser construídas próximo ao elevador existente atualmente ao lado do palco, para dar acesso a saída pela rua Eugênio Flor. O próprio elevador deverá ser...

18 1. Olhar Direto - MT (07/02/2012) Dilma pede dedicação e bom trânsito político a novo ministro das Cidades G1 A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (6) que espera do novo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, "total dedicação" para as ações sob responsabilidade da pasta e ainda "bom trânsito político" para poder executá-las em parceria com governos estaduais e municipais. No discurso de posse do novo ministro, Dilma ressaltou o perfil da pasta, responsável pelo programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. "Espero, caro ministro Aguinaldo, sua total dedicação a essas prioridades. Estará sobre sua gestão o Minha Casa, Minha Vida, o maior e mais importante programa de construção de moradias na historia recente do país (...) Ele [Minha Casa, Minha Vida] é a nossa estratégia central de garantir que as famílias de baixa renda conquistem o sonho da casa própria". Depois, disse que as atividades da pasta envolvem União, os governos estaduais e as prefeituras, sendo por isso, "um dos ministérios mais federativos", o que, nas palavras da presidente, exige "parcerias". "Isso impõe ao seu titular capacidade de negociação, bom trânsito politico e postura rigorosamente republicana". 2. GP1 - PI (07/02/2012) ADH vai entregar mais mil unidades habitacionais no Jacinta Andrade Segundo os engenheiros da ADH, que acompanham a obra desde o inicio, está se erguendo uma nova cidade na Santa Maria da Codipi, bairro onde fica localizado o empreendimento. Da Redação O objetivo do Governo do Piauí com a construção do Residencial Jacinta Andrade é diminuir o déficit habitacional de Teresina e garantir uma vida digna para as famílias contempladas. Para tanto, a Agência de Desenvolvimento Habitacional (ADH), já entregou casas e no período de abril a junho deste ano serão entregues mais unidades. Em junho também está prevista a conclusão de duas escolas, o

19 terminal de ônibus e a pavimentação asfáltica. Nossa previsão é concluir as mil moradias até o final do ano. Portanto, é a realização do sonho da casa própria para milhares de piauienses, declara o diretor geral da ADH, Gilberto Medeiros. A construção do residencial Jacinta Andrade gerou cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos desde o inicio das obras, com um investimento total de R$ 147 milhões, recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e contrapartida do Governo do Estado. Segundo os engenheiros da ADH, que acompanham a obra desde o inicio, está se erguendo uma nova cidade na Santa Maria da Codipi, bairro onde fica localizado o empreendimento. O Jacinta Andrade foi planejado com todos os equipamentos comunitários necessários ao bom desenvolvimento da vida social de famílias piauienses beneficiadas com a obra, afirma a gerente de Melhorias Habitacionais da ADH, Tatiana Eulálio. São três escolas, duas unidades básicas de saúde, terminal de ônibus, duas creches, delegacia, quadra poliesportiva, centro cultural, mercado público, rede de esgoto, rede elétrica, água encanada e ruas asfaltadas. O contrato dos equipamentos foi assinado 15 meses após o contrato da habitação, por isso, são obras que possuem cronogramas diferentes, ou seja, serão entregues em datas diferentes, explica Tatiana. O residencial ocupa uma área de 172 hectares e irá abrigar aproximadamente 20 mil pessoas. As casas são destinadas à famílias que ganham de 1 a 3 salários mínimos, como é o caso de Larissa e Leonardo, pais do pequeno Artur, de 2 anos. Assinei o contrato na semana retrasada. E ainda não acredito que estou me livrando de um aluguel de R$ 300 reais, comenta a beneficiária Larissa. Ela é atendente de consultório e o marido é frentista, em um Posto de Combustível. 3. Pagina 20 - AC (07/02/2012) Governo e Banco do Brasil celebram parceria para construção de moradias Escrito por 07-Fev-2012 O Banco Brasil (BB) é o novo parceiro do governo do Acre na construção de unidades habitacionais integrantes do programa Minha Casa, Minha Vida. Famílias com renda de até três salários mínimos serão beneficiadas com essa união entre instituição financeira e governo. O protocolo que consolida a parceria foi assinado pelo governador Tião Viana e pelo superintendente do Banco do Brasil, Marcos Bachiega. O superintendente afirma que para o banco é motivo de orgulho poder contribuir com a construção de moradias para famílias de baixa renda. Nós já temos parceria com o programa Minha Casa, Minha Vida na operação de financiamento para famílias com rende superior a três salários mínimos, mas agora vamos poder atender aqueles que mais precisam de uma casa, aqueles que recebem até três salários mínimos, detalha Bachiega. A chefe do Gabinete Civil, Márcia Regina Pereira, pontua que a celebração deste protocolo vem para contribuir. Isso contempla a ação social desenvolvida também por outros bancos. Será mais uma instituição engajada para levar moradia para quem mais precisa, complementa. PROTOCOLO que consolida a parceria foi assinado pelo governo do Estado e pelo superintendente do Banco do Brasil Bachiega revela que o Acre esta se destacando na busca por parcerias para a construção de unidades habitacionais. O Estado e os empresários daqui estão saindo na frente de muitas outras cidades com maior população. O Acre é um dos poucos que já procurou o banco para firmar parceria. Isso mostra o empenho com que o governo atua em prol de sua população, observa o superintendente do Banco do Brasil. Nos próximos dias o BB promoverá reunião com empresários que atuam no ramo de construção civil para dar início às operações de crédito. De acordo com Marcos Bachiega, 12 empresas deverão participar deste encontro.

20 Política habitacional forte - O ano de 2011 foi um marco para a política habitacional do Acre. Em apenas um ano, o governo do Estado promoveu a entrega de moradias para as famílias de baixa renda. Os investimentos nesse setor devem seguir até 2014, tendo em vista que o governo trabalha na construção de mais 10 mil unidades habitacionais que farão parte de um dos projetos mais ousados desta gestão: o Cidade do Povo, cidade projetada para atender entre 60 a 70 mil pessoas com toda infraestrutura necessária, incluindo escolas, unidades de saúde, área de lazer, prédios com serviços públicos, entre outros. Agência de Notícias do Acre 4. Jornal Indústria e Comércio - PR (07/02/2012) Entregas de imóveis devem duplicar em Curitiba Estimativa é que o número de unidades entregues duplique em 2012, em relação ao ano anterior, chegando a apartamentos Crescimento no volume de apartamentos entregues pelas construtoras e valorização dos imóveis novos. Estas são as perspectivas da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR) para o segmento, em Curitiba, para este ano. A estimativa da entidade é que o número de unidades entregues duplique em 2012, em relação ao ano anterior, chegando a apartamentos. O pico deve se dar em 2013, quando serão entregues quase 11 mil unidades na cidade. Para o presidente da associação, Gustavo Selig, esta alta é um reflexo da grande quantidade de empreendimentos lançados em Vale lembrar que próximo a 90% do montante total está vendido e que boa parte não estará disponível no mercado, analisa. Os apartamentos econômicos, em condomínios clubes, com três dormitórios devem ser os mais entregues até Selig acredita que isto não vai desestabilizar o setor, visto que muitas pessoas que adquiriram o imóvel na planta para investimento o fizeram com a finalidade de locação. Segundo o Perfil Imobiliário 2011, realizado pela entidade, apenas 17% dos entrevistados sobre a intenção de compra do imóvel nos próximos 24 meses afirmaram que vão o fazer para investimento. Destes, 82% disseram que vão destiná-lo para locação e apenas 18% para revenda. Isto evidencia o perfil do poupador e não do especulador, comenta Selig. O presidente da Ademi/PR não acredita numa concorrência entre apartamentos novos e prontos para morar. A flexibilidade de pagamento é maior para um imóvel na planta, em que a percentagem do valor do imóvel referente à poupança pode ser parcelada durante o período de construção, justifica Selig. Considerando este cenário, a tendência dos preços dos imóveis novos é de crescimento. De acordo com Selig, os lançamentos devem valorizar entre 12 e 15% ao ano. Este aumento se deve não apenas à questão da valorização, mas também por conta do aumento dos custos de construção, especialmente mão de obra e terreno. Por isso, não há como baixar o preço do imóvel, explica. Selig afirma que construtoras e incorporadoras estão investido pesado na inteligência de mercado, atuando com mais força em nichos e apostando em projetos diferenciados. A tendência é atender perfis de compradores cada vez mais específicos e oferecer ainda mais personalização na área de acabamento, prevê. 5. O Documento - MT (06/02/2012) Feira de negócios em construção e habitação será lançada em Cuiabá Cuiabá / Várzea Grande, 06/02/ :56. Da Redação Mato Grosso terá a primeira feira de negócios da cadeia produtiva da indústria da construção. Em 4 dias de evento, são esperadas cerca de 8 mil pessoas entre consumidores de imóveis e empresários do segmento.

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