Structural analysis of employment in the Brazilian economy: 1996 and 2002 compared

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Structural analysis of employment in the Brazilian economy: 1996 and 2002 compared"

Transcrição

1 MPRA Munich Pesonal RePEc Achive Stuctual analysis of employment in the Bazilian economy: 1996 and 2002 compaed Joaquim José Matins Guilhoto and Silvio Massau Ichihaa and Mácio Guea Amoim Univesidade de São Paulo, SENAI - Depatamento Nacional 2010 Online at MPRA Pape No , posted 11. Mach :40 UTC

2 Stuctual Analysis of Employment in the Bazilian Economy: 1996 and 2002 Compaed Joaquim J.M. Guilhoto Depatment of Economics - Univesity of São Paulo REAL Univesity of Illinois Silvio Massau Ichihaa Univesity of São Paulo Mácio Guea Amoim SENAI National Depatment Abstact With the implementation, in 1994, of the Real plan in the Bazilian economy, and the consequent pice stabilization, the analysis of stuctual aspects of the economy has gain in impotance. Among these aspects, giving the needs fo labo absoption in the economy, one of the main concens elates to the question of employment. This pape deals with this by making an analysis of the changes in the employment in the Bazilian economy and elating these changes with the poductive stuctue of the Bazilian economy between 1996 and To do it is made use of input-output matices estimated fo the Bazilian economy fo these yeas and fo 42 economic sectos, accoding to the methodology pesented by Guilhoto and Sesso Fillho (2005). Though the use of these matices, a seies of indicatos wee estimated, which then, allowed to make an analysis of the stuctual aspects of the Bazilian economy and to elate if with the employment changes occued in the peiod being consideed. 1. INTRODUCTION The development of the Bazilian labo maket has gone though diffeent phases duing the political-economic evolution of the county. In this histoical line, the State intevention was always thee, in a moe o less extent. Fom the1930, the State stated to adequate its executive and legislative noms with the goal to establish the necessay conditions fo the industial development.

3 The public policies adopted thought this time peiod have consolidated the nation uban labo maket which also led to an economic gowth. Howeve, has a esult of this pocess thee was an incease in the ual-uban migation, as well as in the income dispaities. These negative impacts wee somehow minimized though an incease in the extenal debt, which helped to conduct a policy to implant the necessay infastuctue (base industy, enegy, ods, communication, etc) and at the same time to allow fo the apid economic gowth obseved en the late 1960 s and ealy 1970 s ( Bazilian Miacle ). Howeve the scacity of esouces and the political and economic cises faced by the govenment, has educed the govenment capacity to solve the poblem of the infomal labo 1 and employment in the economy. \Now a days the State is faced with the challenge to implement political measues to educe the numbe of people unemployed and the social dispaities. In this case it is necessay a plan that takes into consideation not only the diect, but also the indiect effects of the political policies. With the analysis that take into consideation all the inteactions that take place among the poductive pocess, it is possible to measue the diect and indiect effects of the political measues diected to the employment poblem. In this sense, the use of the input-output matix and the elated theoy ae impotant tools, as they allow to obseve all the economic elations that take place in ode to obtain the national poduction. Howeve, given the complexity of the labo maket, it is also necessay to intepet changes occued in the technological and tade elations though out a given time peiod. The analysis can thus be conducted using indicatos deived fom the input-output matix and the system of national accounts. Using data eleased by the Bazilian National Institute of Statistics (IBGE), it was possible to make such a compaison between the yeas of 1996 and Fo the yea of 1999, IBGE has aleady elease the input-output matix, but, fo the yea of 2002, the input-output matix was estimated using infomation fom the System of National Accounts and the methodology pesented by Guilhoto and Sesso Filho (2005). The data fom the input-output matix wee used to deived a seies of indicatos, pesented in methodological section below, which allowed to elated the changes in the pattens of employment with the stuctual changes occued in the Bazilian economy between 1996 and In the next section it is pesented the methodology used in this pape. Section 3 will pesented an analysis of the esults obtained, while the final comments ae made in the last section. 1 Infomal labo hee efes to the labo foce which ae not legally egiste and hás such with no labo ights no social secutity. 2

4 2. METHODOLOGY 2.1. Employment Multiplies & Employment Geneation To evaluate the paticulaities associated with the labo foce used in each economic secto, fist, it was used the diect labo coefficients in each one of the sectos, defined has: C e i ei VBP i Sendo: C e i o coeficiente de empego do seto i; e i a quantidade de pessoal ocupado do seto i; e VPB i o valo buto da podução do seto i. A unidade do coeficiente de empego é dada po empegos / eais. Já o coeficiente de geação de empegos, ou geado de empego, é obtido a pati da combinação dos elementos da matiz invesa de Leontief com o coeficiente de empego de cada seto. O geado de empegos dietos e indietos é calculado da seguinte foma: 1 e G e C I A 1n 1n nn Sendo G e o veto dos coeficientes de geação de empego dieto e indieto; C e o veto dos coeficientes de empego; (I - A) -1 a matiz invesa de Leontief; e n igual ao númeo de setoes. A unidade do geado de empego é dada po empegos / eais. O geado de empego indica quanto empego é geado dieta e indietamente paa cada unidade monetáia poduzida na demanda final. Paa sepaa o efeito de geação de empego dieto (geação de empego no pópio seto) e indieto (geação de empego nos demais setoes) deve-se ecoe ao cálculo da matiz dos coeficientes de geação ao invés do veto dos coeficientes de geação. 1 E ˆ e G C I A nn nn nn Sendo G E a matiz dos coeficientes de geação de empego dieto e indieto (valoes que podem se sepaados); veto diagonalizado dos coeficientes de empego; (I - A) -1 a matiz invesa de Leontief; e n igual ao númeo de setoes. ˆ e C Caso a matiz invesa de Leontief leve em consideação a estutua de enda e consumo das famílias, os valoes obtidos paa os coeficientes de geação de empego levaão em conta, além do efeito dieto e indieto, o efeito induzido. Este efeito coesponde à geação de empego ocasionada pelo aumento do consumo das famílias. Além dos cálculos dos coeficientes e dos geadoes de empegos é possível obte um teceio tipo de coeficiente - o multiplicado - que tem a função de tabalha com outo tipo de unidade de medida. O coeficiente multiplicado de empego usa a unidade de medida expessa (1) (2) (3) 3

5 po empegos / empegos, ao invés de empego / eais, como é o caso do coeficiente de empego e de geação de empego. A expessão algébica usada paa calcula o multiplicado de empego dieto e indieto é dada po: e e. ˆ e M G C 1n 1n nn 1 Sendo M e o veto dos coeficiente de multiplicação o empego; G e o veto dos coeficientes de geação de empego dieto e indieto; C ˆ e o veto diagonalizado dos coeficientes de empego; e n igual ao númeo de setoes. Analogamente ao caso dos geadoes de empego, se a matiz invesa de Leontief usada no cálculo de G e considea a estutua de enda e o consumo das famílias, os valoes obtidos paa os coeficientes de multiplicação de empego assumião o efeito dieto, indieto e o induzido 2. (4) 2.2. Deteminação dos setoes chave da economia A identificação de setoes-chave é um método bastante útil e que passa, necessaiamente, pela definição dos índices de ligações inteindustiais. Os índices de ligações podem apesenta algumas impefeições, mas ecentes metodologias que os estimam são mais consistentes matematicamente e se peocupam em austa incoeências. A segui são apesentadas duas técnicas, a seem usadas neste tabalho, destinadas a mensua e compaa a impotância dos setoes podutivos Os índices de Rasmussen-Hischman Segundo Leontief (1951), os fluxos intesetoiais, em uma dada economia, podem se deteminados po fatoes econômicos e tecnológicos a pati de um sistema de equações simultâneas, da foma: X AX Y (5) Sendo que X é um veto (n x 1) que denota o valo da podução total po seto; Y é um veto (n x 1) do valo da demanda final setoial; A epesenta a matiz (n x n) dos coeficientes técnicos de podução, isto é, a matiz de coeficientes dietos de insumos de odem (n x n). Neste modelo, o veto de demanda final é gealmente tatado como exógeno, assim o veto de podução total é deteminado apenas pelo veto de demanda final: X BY (6) 2 Denomina-se multiplicado de empego Tipo I quando o efeito multiplicado indieto e dieto é consideado e Tipo II quando é somado o efeito induzido. 4

6 B ( I A) 1 Sendo que B epesenta a matiz de insumos dietos e indietos (n x n), ou a matiz de Leontief. Em 1 B I A, o elemento (7) b i deve se intepetado como sendo a podução total do seto i que é necessáia paa poduzi uma unidade de demanda final do seto. A pati da equação (7) se obtém os valoes dos multiplicadoes de podução do tipo I (Ve Mille & Blai, 1985) que coespondem à soma ao longo das colunas da matiz B. Tais multiplicadoes fonecem infomações a espeito do aumento, em unidades, do poduto total causado pelo aumento de uma unidade na demanda final do poduto de um seto, dada as ligações intesetoiais na economia. Deste modelo, é possível calcula os Índices de Ligações paa Fente e paa Tás de Rasmussen-Hischman, que pemitem estabelece os setoes que teiam o maio pode de encadeamento dento da economia. Os setoes que apesentam esses índices maioes que a unidade são consideados setoes-chave, ou sea, setoes estatégicos na estutua podutiva, uma vez que execem influencia consideável sobe os demais setoes. Os índices de Ligações paa Tás (pode da dispesão) e paa Fente (sensibilidade da dispesão) são deteminados, espectivamente, atavés das expessões: [ / ] U B n B [ / ] U i Bi n B Define-se B como sendo a matiz invesa de Leontief B; B* como sendo a média de todos os elementos de B; B * e B *i como sendo, espectivamente, a soma de uma coluna e de uma linha típica de B; e n o númeo de setoes na economia. O Índice de Ligações paa Tás denota o quanto um seto demanda dos outos setoes 3, enquanto o Índice de Ligações paa Fente denota o quanto um seto é demandado pelos outos. (8) (9) Abodagem GHS: os índices puos de ligação Os índices de ligações de Rasmussen-Hischman, emboa muito utilizados paa identificação de setoes-chave, têm ecebido algumas cíticas na liteatua, po não computaem a influência dos difeentes níveis de podução em cada seto da economia. [McGilvay (1977) e Hewings (1982)]. Com o intuito de coigi essa deficiência, foi poposto inicialmente, o enfoque Cella-Clements (Cella, 1984 e Clements, 1990), posteiomente a visão do índice puo de 3 Nesse sentido, tal medida pode sinaliza o gau de dependência de um deteminado seto em alação aos demais da estutua podutiva. 5

7 ligações (Guilhoto et al., 1994) e, mais ecentemente, a abodagem do novo índice puo de ligações, também denominada GHS (Guilhoto et al., 1996) 4. No pesente tabalho popõe-se utilização da abodagem GHS, uma vez que ela leva em consideação a impotância de dado seto em temos de seu nível de podução, bem como sua inteação com outos setoes na economia, além de coigi um eo de decomposição contidos nos tabalhos de Cella (1984) e Clements (1990) e de apimoa a vesão inicial do índice puo de ligações apesentada em Guilhoto et al. (1994). O método GHS pode se intepetado como uma tentativa de uni dois métodos muito utilizados na análise de insumo-poduto que, além de apesentaem pontos comuns em suas fomulações, são consideados impotantes paa entende dada estutua econômica e distingui o impacto de um seto/egião em deteminada economia sobe seus váios componentes (Guilhoto et al., 1996). O pimeio oiginou-se das limitações do método tadicional de identifica setoes-chave (Rasmussen, 1956 e Hischman, 1958) e é poposto com o obetivo de sepaa os impactos de dado seto/egião do esto da economia onde está inseido (Cella, 1984, Clements, 1990 e Guilhoto et al., 1994). O segundo método, apesentado com popósito inteiamente difeente po Miyazawa (1976), é uma tentativa de identifica as fontes de mudanças na economia e o papel das ligações intenas e extenas nas popagações destas mudanças. O índice puo de ligações intesetoiais paa fente, paa tás e total obetiva medi a impotância de dado seto paa o esto da economia em temos do seu valo da podução. Patindo da consolidação da abodagem GHS apesentada em Guilhoto et al. (1996), tem-se que a matiz de coeficientes de insumos dietos, A epesentando um sistema de insumopoduto paa dado seto e o esto da economia é dada po: A A A A A onde A e A são matizes quadadas de insumos dietos do seto e do esto da economia (economia menos o seto ), espectivamente; A e A são matizes etangulaes mostando, espectivamente, os insumos dietos compados pelo seto do esto da economia e os insumos dietos compados pelo esto da economia do seto. Da equação (10) pode-se chega a: L L I A I A L cuos elementos são definidos como: I A 1 I A 1 L L Paa uma evolução conológica das váias abodagens de índices de ligações anteioes ao GHS ve Guilhoto et al. (1994), Clements & Rossi (1991 e 1992), e paa mais detalhes sobe a abodagem GHS ve Guilhoto et al. (1996). A I (10) (11) (12) (13) 6

8 I A A 1 I A A 1 Assim, a pati da equação (11), é possível veifica como ocoe o pocesso de podução na economia e deiva um conunto de multiplicadoes/ligações epesentados pelas matizes: 0 0 intepetada como o multiplicado exteno de Miyazawa (1976) paa o seto e o esto da economia, ; 0 0 intepetada como o multiplicado inteno de Miyazawa (1976) paa o seto e o esto da economia, ; I A A I As linhas desagegam a demanda final po sua oigem, isto é, a pimeia linha sepaa a demanda final intena ao seto ( I ) da demanda final extena ao seto, enquanto a segunda sepaa a demanda final extena ao esto da economia ao esto da economia ( I ). A Conugando a equação (14) com a fomulação de Leontief dada po: 1 X I A Y A (14) (15) (16) (17) (18) da demanda final intena é possível deiva um conunto de índices que podem se usados tanto paa odena os setoes em temos de sua impotância no valo da podução geado quanto paa veifica como ocoe o pocesso de podução na economia. Estes índices são obtidos de: X X I A Pimeiamente, multiplicando-se os dois últimos temos do lado dieito da equação (20), pode-se deiva: X X A onde A I 0 Y A Y A Y Y Y Y (19) (20) (21) Y é o impacto dieto da demanda final do esto da economia sobe o seto, ou sea, fonece o nível de expotações do seto necessáio paa satisfaze o nível de podução 7

9 do esto da economia paa uma demanda final dada po Y e A Y é o impacto dieto da demanda final do seto sobe o esto da economia, isto é, epesenta o nível de expotações do esto da economia que é necessáio paa satisfaze o nível de podução do seto paa deteminada demanda final dada po. Y Em seguida, fazendo o poduto dos dois últimos temos do lado dieito da equação (21) chega-se a: X X 0 0 Y A Y A Y Y onde pode-se deiva novas definições de índice puo de ligação paa tás (PBL) e de índice puo de ligação paa fente (PFL) dadas po: PBL PFL A A Y Y O PBL fonece o impacto puo do valo da podução total do seto sobe o esto da economia,, ou sea, expessando um impacto que é live da demanda de insumos que o Y seto ealiza do pópio seto e dos etonos (feedback) do esto da economia paa o seto e vice-vesa. O PFL fonece o impacto puo do valo da podução total do esto da economia sobe o. Uma vez que o PBL e o PFL são expessos em valoes coentes, o índice puo do Y seto, total das ligações (PTL) de cada seto na economia pode se obtido pela adição de ambos como: PTL = PBL + PFL (25) Confome especificado anteiomente, os índices puos de ligações são expessos em temos de valo da podução total. Assim, quando se petende faze uma análise compaativa, em difeentes peíodos, desses índices e dos de ligações de Hischman-Rasmussen, não é possível utiliza os índices puos de ligações. Paa supea esse inconveniente, pode-se faze uma nomalização dos índices puos. Essa nomalização é feita dividindo-se o valo da podução em cada seto pelo valo médio da economia. O índice puo de ligação paa tás nomalizado é definido como PBLN n PBL PBL O índice puo de ligações paa fente nomalizado é i n (22) (23) (24) (26) 8

10 PFLN n i PFL PFL n Já o índice puo total nomalizado das ligações de cada seto seá dado po: PTLN n i PTL PTL n De acodo com a equação (28), pode-se pecebe que, paa obte o índice puo total de ligações nomalizado (PTLN) de cada seto da economia, não mais é possível soma o PBLN com o PFLN, visto que estes índices não são expessos em valoes coentes. (27) (28) 9

11 3. LABOR MARKET COMPARED: 1996 AND 2002 This section makes an analysis of the esults obtained by applying the above methodology, fist it is made an analysis of the changes employment multiplies and geneatos. Then, the obseved changes ae linked with the changes in the poductive stuctue of the economy Employment multiplies e Employment Geneation Os dois tipos de paâmetos seão exploados nos itens a segui. Sendo que as análises com o coeficiente de geação de empegos seão avaliadas com mais igo, pois elas focalizam e dimensionam melho as atividades podutivas e suas elações com o mecado de tabalho, sendo mais aplicáveis paa os fins deste tabalho O multiplicado de empego Como visto na seção anteio, os multiplicadoes de empego podem se divididos em dois tipos: multiplicado de empego Tipo 1, que detemina quantos empegos são fomados dieta e indietamente a pati da ciação de um novo posto de tabalho em um deteminado seto podutivo; multiplicado de empego Tipo 2, soma ao multiplicado de empego Tipo 1 todos os empegos fomados pelo aumento de enda da população, em vitude da maio quantidade de postos de tabalho dietos e indietos. O Gáfico 1 apesenta os 42 setoes que dividem a economia basileia, classificados confome as matizes insumo poduto nacionais. As baas coespondem à escala do eixo esquedo do gáfico e dimensionam o valo do multiplicado de empego Tipo 1 de cada seto. Os losangos assumem oientação positiva ou negativa confome o eixo da dieita, cuos valoes estão associados com a difeença do multiplicado de empego ente os anos (multiplicado do ano de 2002 subtaído pelo de 1996). 10

12 50,00 45,00 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 Agopecuáia Extat. mineal Petóleo e gás Mineal não metálico Sideugia Metalug. não feosos Outos metalúgicos Máquinas e equip. Mateial elético Equip. eletônicos Autom./cam/onibus Peças e out. veículos Madeia e mobiliáio Celulose, papel e gáf. Ind. da boacha Elementos quimicos Refino do petóleo Químicos divesos Famac. e veteináia Atigos plásticos Ind. têxtil Atigos do vestuáio Fabicação calçados Indústia do café Benef. pod. vegetais Abate de animais Indústia de laticínios Fabicação de açúca Fab. óleos vegetais Outos pod. aliment. Indústias divesas SIUP Constução civil Comécio Tanspotes Comunicações Instituições financeias Sev. pest. à família Sev. pest. à empesa Aluguel de imóveis Administação pública Sev. piv. não mecantis 6,0 4,0 2,0 0,0-2,0-4,0-6,0-8,0-10,0-12,0-14,0 Mult. Empeg. Tipo Vaiação Absoluta ( ) Fonte: A pesquisa. Gáfico 1. O multiplicado de empego tipo 1, paa o ano de 2002, e sua vaiação em elação ao ano de Pelo Gáfico 1 os seis setoes com as maioes quedas do efeito multiplicado de empego do Tipo 1 são: Petóleo e gás, Sideugia, Indústia do café, Fabicação de açúca, Fabicação de óleos vegetais e elementos químicos. Tais setoes, confome também pode se obsevado no Gáfico 2, são os que apesentam as eduções do multiplicado Tipo 2 mais exacebadas. Já no que diz espeito aos setoes que apesentam aumento do efeito multiplicado de empego do Tipo 1, destacam-se: mateial elético, automóveis caminhões e ônibus, efino de petóleo, famácia e veteináia e comunicações. No entanto, ainda de acodo com o Gáfico 2 os setoes que apesentaam um aumento no multiplicado do Tipo 2 são: mateial elético, efino de petóleo, comunicações e famácia e veteináia. 11

13 10,0 100,00 80,00 60,00 40,00 20,00 0,00 Agopecuáia Extat. mineal Petóleo e gás Mineal não metálico Sideugia Metalug. não feosos Outos metalúgicos Máquinas e equip. Mateial elético Equip. eletônicos Autom./cam/onibus Peças e out. veículos Madeia e mobiliáio Celulose, papel e gáf. Ind. da boacha Elementos quimicos Refino do petóleo Químicos divesos Famac. e veteináia Atigos plásticos Ind. têxtil Atigos do vestuáio Fabicação calçados Indústia do café Benef. pod. vegetais Abate de animais Indústia de laticínios Fabicação de açúca Fab. óleos vegetais Outos pod. aliment. Indústias divesas SIUP Constução civil Comécio Tanspotes Comunicações Instituições financeias Sev. pest. à família Sev. pest. à empesa Aluguel de imóveis Administação pública Sev. piv. não mecantis 0,0-10,0-20,0-30,0-40,0-50,0-60,0-70,0 Mult. Empeg. Tipo Vaiação Absoluta ( ) Fonte: A pesquisa. Gáfico 2. O multiplicado de empego tipo 2, paa o ano de 2002, e sua vaiação em elação ao ano de Ressalta-se que paa o multiplicado do tipo 2, houve edução em 35 dos 42 setoes da economia. A azão que pode explica a maioia das eduções, no peíodo de 1996 a 2002, baseiase no fato de que os todos os efeitos de geação de empegos totais se apesentaam-se negativos O geado de empego Confome mencionado na seção anteio, o cálculo dos coeficientes de geação de empego dieto, indieto e induzido elaciona a quantidade de empegos com os valoes monetáios de podução expessos em eais coespondentes, neste tabalho, sempe ao ano de Ou sea, os valoes efeentes à matiz insumo poduto de 1996 foam deflacionados paa o ano de 2002, isso gaante que os valoes dos coeficientes de geação de empego esteam nas mesmas unidades (empegos po milhões de eais de 2002), podendo se compaados. Po definição, os geadoes de empego são divididos em tês tipos: geado de empego dieto, detemina quantos empegos são geados em um deteminado seto podutivo quando a podução do mesmo seto é aumentada; geado de empego indieto, detemina quantos empegos são geados em todos os outos setoes quando a podução de um deteminado seto é aumentada; 12

14 geado de empego induzido, detemina quantos empegos são geados devido ao aumento do consumo das famílias, influenciado pelo aumento da enda da população, dado o aumento da quantidade de empego dieto, indieto e induzido. Obsevando os esultados paa o ano de 2002, é possível ve que em todos os casos houve edução da capacidade de geação de empegos indietos e induzidos. Apenas nos amos de atividades de podução máquinas e da constução houve uma pequena melhoa dos coeficientes de geação de empego dieto, mas com queda dos efeitos indietos e induzidos. A geação de empegos dieta está associada com as caacteísticas intínsecas de cada seto, mas a geação indieta e induzida depende do contexto geal, onde um seto pode sofe a influência de todos os outos, estendendo então as análises paa todas as atividades econômicas. O Gáfico 3 apesenta, paa 2002, o valo do efeito geado de empego dieto de cada seto epesentado pelas baas e pela escala do eixo da esqueda do gáfico. Os losangos estão associados ao eixo da dieita e com a difeença do geado ente os anos (geado do ano de 2002 subtaído pelo de 1996) Agopecuáia Extat. mineal Petóleo e gás Mineal não metálico Sideugia Metalug. não feosos Outos metalúgicos Máquinas e equip. Mateial elético Equip. eletônicos Autom./cam/onibus Peças e out. veículos Madeia e mobiliáio Celulose, papel e gáf. Ind. da boacha Elementos quimicos Refino do petóleo Químicos divesos Famac. e veteináia Atigos plásticos Ind. têxtil Atigos do vestuáio Fabicação calçados Indústia do café Benef. pod. vegetais Abate de animais Indústia de laticínios Fabicação de açúca Fab. óleos vegetais Outos pod. aliment. Indústias divesas SIUP Constução civil Comécio Tanspotes Comunicações Instituições financeias Sev. pest. à família Sev. pest. à empesa Aluguel de imóveis Administação pública Sev. piv. não mecantis -40 Fonte: A pesquisa. Geado. Emp. Dieto Vaiação Absoluta ( ) Gáfico 3. O geado de empego dieto, paa o ano de 2002, e sua vaiação em elação ao ano de Valoes apesentados integalmente no anexo A, Tabela A2. 13

15 Pela obsevação do Gáfico 3, destaca-se a baa dos seviços pivados não mecantis que são compostos po empegados domésticos, igeas, etc. Esta categoia exige uma gande quantidade de pessoas, mas sua epesentação no Valo Buto da Podução (VPB) nacional é bastante baixa (0,62%, em 2002). Obviamente, o incentivo ao aumento de sua podução taduzse, numeicamente, na geação de gande quantidade de empego, mas na pática isso pode não se uma atitude azoável a se adotada po um plano estatégico de geação de empegos. Quanto às vaiações, o pequeno aumento do efeito multiplicado de empego do seto agopecuáio, anteiomente mencionado na análise dos Gáficos 1 e 2, é efletido po uma gande queda em 2002, em temos do geado de empego dieto, eduzindo-o a dois teços do valo de No outo oposto o seto da fabicação de calçados admitiu uma elevação de 12 empegados paa cada milhão de aumento da podução em elação a No contexto geal, em 2002, 30 setoes tiveam edução do efeito geado dieto com elação ao ano de 1996, e apenas 5 setoes tiveam altas maioes que 2 empegados paa cada milhão, ente 1996 e As eduções e os aumentos do efeito geado de empego dieto associam-se, pincipalmente: no caso das eduções: o com o aumento da tecnologia do seto, tonando-o mais capital intensivo, dispensando mão-de-oba. (exemplo: advento de maquináio agícola que dispensam tabalhadoes, mantendo ou aumentando a podução); no caso dos aumentos: o com a eestutuação do seto, tonando-o momentaneamente mais mão-de-oba intensivo, exigindo uma maio caga de mão-de-oba. (exemplo: instalação de pólos de fabicação de equipamentos eletônicos, exigindo contatações, sem atingi, momentaneamente, a podução espeada fase de investimento). No Gáfico 4, o efeito geado de empego indieto é adicionado, cumulativamente, ao efeito geado do empego dieto. As extensões acima das baas que dimensionam o valo geado dieto coespondem ao geado de empego indieto, sendo que as vaiações dadas pelos losangos avaliam as difeenças dos dois anos de análise coespondentes aos dois geadoes somados (soma do geado dieto e indieto de 2002 subtaído pela soma do geado dieto e indieto de 1996). 14

16 Agopecuáia Extat. mineal Petóleo e gás Mineal não metálico Sideugia Metalug. não feosos Outos metalúgicos Máquinas e equip. Mateial elético Equip. eletônicos Autom./cam/onibus Peças e out. veículos Madeia e mobiliáio Celulose, papel e gáf. Ind. da boacha Elementos quimicos Refino do petóleo Químicos divesos Famac. e veteináia Atigos plásticos Ind. têxtil Atigos do vestuáio Fabicação calçados Indústia do café Benef. pod. vegetais Abate de animais Indústia de laticínios Fabicação de açúca Fab. óleos vegetais Outos pod. aliment. Indústias divesas SIUP Constução civil Comécio Tanspotes Comunicações Instituições financeias Sev. pest. à família Sev. pest. à empesa Aluguel de imóveis Administação pública Sev. piv. não mecantis -40 Fonte: A pesquisa. Geado. Emp. Dieto Geado. Emp. Indieto Vaiação Absoluta ( ) Gáfico 4. O geado de empego indieto, paa o ano de 2002, e sua vaiação em elação ao ano de A obsevação do efeito geado indieto, no Gáfico 4, pemite visualiza que os setoes de tansfomação de podutos são os que têm os maioes valoes de geação de empego indieto, dado o aumento de suas espectivas poduções em um milhão de eais. Estes setoes, localizados no Gáfico 4 ente a indústia têxtil e as indústias divesas, são abastecidos po outos setoes 6. O aumento da podução depende, potanto, do aumento da podução pimáia, isso detemina efeitos geadoes de empegos indietos maioes. Quando os dois efeitos (geação dieta e indieta de empegos) são somados e compaados com o ano de 1996 tem-se, na gande maioia dos casos, vaiações negativas. As eduções e os aumentos do efeito geado de empego dieto somado aos efeitos indietos associam-se pincipalmente com: no caso das eduções: o aumento da tecnologia do espectivo seto e/ou dos setoes elacionados, tonando-o mais capital intensivo, dispensando mão-de-oba. (exemplo: o 6 Tais setoes tendem a apesenta um maio índice de ligação paa tás. No entanto, quando pondeados, de acodo com o método GHS, esse índice tende a não se tão expessivo paa a maioia destes setoes dada a epesentatividade dos mesmos. 15

17 maquináio agícola dispensa tabalhadoes, diminuindo o efeito geado dieto do seto agopecuáio e indieto do seto de beneficiamento de podutos vegetais); o aumento das impotações de bens consumidos pelos setoes podutivos (exemplo: substituição de atigos de plástico (embalagens) nacionais pelos impotados, ocasionando a edução do efeito indieto de geação de empegos da indústia alimentícia) no caso dos aumentos: o eestutuação do pópio seto, tonando-o momentaneamente mais mão-de-oba intensivo, exigindo uma maio caga de mão-de-oba dieta (mesmo exemplo mencionado paa o geado de empego dieto). o aumento das elações com os outos setoes (exemplo: expansão do mecado de comunicações, aumentando a demanda po outos podutos povenientes de setoes nacionais mais intensivos em mão-de-oba). Este aumento das elações pode se devido a edução das impotações de bens consumidos pelos setoes podutivos (exemplo: substituição de têxteis impotados po similaes nacionais paa a fabicação de atigos de vestuáio). Simila ao Gáfico 4, o Gáfico 5 adiciona o efeito geado de empego induzido aos dois outos efeitos. O segundo tipo de extensão acima das baas que agegam o valo geado dieto e indieto coesponde ao geado de empego induzido, e as vaiações dadas pelos losangos caacteizam a soma dos tês efeitos e a vaiação ente os anos (soma do geado dieto, indieto e induzido de 2002 subtaído pela soma do geado dieto, indieto e induzido de 1996). Supondo o aumento da podução dos seviços pivados não mecantis da odem de um milhão de eais de 2002 (po exemplo: atavés da contatação pelo goveno de empegadas domésticas ) haveá a geação de 402 postos de tabalho dietos, mas este seto, epesentado pelas empegadas, necessita de poucos insumos paa a sua podução, po isso o efeito indieto de geação empegos é insignificante (3 empegos). Contudo, as 402 empegadas admitidas aumentam seus endimentos, efetivando compas que aumentam a podução de outos setoes geando 78 novos postos de tabalho na economia. Isto é caacteizado pelo efeito geado de empego induzido pelo aumento da enda. O efeito total do advento de um milhão de eais de 2002 destinados aos seviços não mecantis, gea, potanto, o aumento de 483 postos de tabalho, como demonstado no Gáfico 5. 16

18 Agopecuáia Extat. mineal Petóleo e gás Mineal não metálico Sideugia Metalug. não feosos Outos metalúgicos Máquinas e equip. Mateial elético Equip. eletônicos Autom./cam/onibus Peças e out. veículos Madeia e mobiliáio Celulose, papel e gáf. Ind. da boacha Elementos quimicos Refino do petóleo Químicos divesos Famac. e veteináia Atigos plásticos Ind. têxtil Atigos do vestuáio Fabicação calçados Indústia do café Benef. pod. vegetais Abate de animais Indústia de laticínios Fabicação de açúca Fab. óleos vegetais Outos pod. aliment. Indústias divesas SIUP Constução civil Comécio Tanspotes Comunicações Instituições financeias Sev. pest. à família Sev. pest. à empesa Aluguel de imóveis Administação pública Sev. piv. não mecantis Geado. Emp. Dieto Geado. Emp. Indieto Geado. Emp. Induzido Vaiação Absoluta ( ) Fonte: A pesquisa. Gáfico 5. O geado de empego induzido, paa o ano de 2002, e sua vaiação em elação ao ano de Em 2002, pelo efeito geado total (soma da geação de empegos dieta, indieta e induzida), nenhum seto admite tendência positiva na geação de empegos, quando compaado ao ano de As eduções do efeito geado de empego total associam-se pincipalmente com: o todas as consideações mencionadas anteiomente paa o caso das eduções do geado de empego dieto e indieto, o aumento da tecnologia dos setoes que têm gande impotância no consumo das famílias (exemplo: aumento de tecnologia no seto agopecuáio dispensando gande quantidade de mão-de-oba), o aumento das impotações de podutos que têm gande impotância no consumo das famílias com similaes nacionais (exemplo: substituição de equipamentos eletônicos nacionais po similaes estangeios) o edução do pode aquisitivo dos tabalhadoes (exemplo: um seto mantém os empegados mas com saláios eais mais baixos, eduzindo a enda eal e o pode de compa). 17

19 As pincipais causas que podem se elacionadas com a edução ou aumento dos coeficientes de geação de empego foam descitas paa cada tipo de efeito (dieto indieto e induzido). Em esumo, pode-se considea 5 causas geais que são capazes de influencia a demanda po empego na podução setoial e que podem se intepetados pelos modelos de insumo poduto. aumento ou edução da tecnologia de podução capital intensiva e edução do pode aquisitivo da classe tabalhadoa. aumento ou edução do montante de impotações destinadas a abastece o consumo intemediáio e das famílias, aumento ou edução das elações de um seto com os demais setoes da economia, eestutuação podutiva. Os tópicos seguintes exploam estes itens atavés de outos métodos analíticos com o intuito de elaciona estes eventos com o desenvolvimento dos setoes da economia Aumento da tecnologia de podução capital intensiva e edução das emuneações aos tabalhadoes O aumento da tecnologia de podução capital intensiva atua negativamente na geação de empegos dietos, indietos e induzidos. Obviamente, o aumento da tecnologia de mão-de-oba intensiva tem esultado inveso na geação de empegos. As análises deste tópico utilizam o coeficiente de geação de empego dieto de cada seto, associando-o com duas azões: a azão ente o valo das emuneações e o valo buto de podução (VBP) e a azão ente o valo adicionado e o valo buto de podução (VBP). Estas combinações de númeos, que funcionam como coeficientes, são capazes de detemina quais os setoes ampliaam o uso da tecnologia capital intensiva, ente os anos de 1996 e Atavés da Figua 1, obseva-se que os setoes podutivos podem se divididos em quato gupos (epesentados po quato quadantes). 18

20 18,0 15,0 Quadante IV Quadante I Vaiação absoluta da paticipação das emuneações no VBP ( ) em unidades pecentuais Fonte: A pesquisa. 12,0 9,0 6,0 3,0 0,0-3,0-6,0-9,0-12,0-15,0-18,0 Quadante III -36,0-30,0-24,0-18,0-12,0-6,0 0,0 6,0 12,0 18,0 24,0 30,0 36,0 Vaiação absoluta do geado de empego dieto ( ) em pessoas po milhão de eais de 2002 Quadante II Figua 1. Vaiações setoiais de paticipação da emuneação sobe o VBP em elação às vaiações dos geadoes de empegos dietos, ente 1996 e O quadante I é fomado po setoes em que, tanto o geado de empego dieto, como a paticipação das emuneações aos tabalhadoes aumentaam, ou sea, estas atividades passaam a contata mais pessoas. Apaentemente, estes setoes passaam a utiliza menos tecnologia capital intensiva. A Tabela 4 desceve os setoes que petencem ao quadante I. Setoes Podutivos Quadante I Vaiação absoluta do geado de empego total ( ) em unidades pecentuais Vaiação absoluta da paticipação das emuneações no VBP ( ) em pessoas / milhão de eais de 2002 Sev. piv. não mecantis 7,197 0,238 Equip. eletônicos 1,955 1,451 Constução civil 0,448 0,174 Fonte: A pesquisa. Tabela 4. Descição dos pontos do Quadante I da Figua 1. Pela análise dos númeos não é possível dize se a geação de empegos no seto de seviços pivados não mecantis foi melho ou pio acompanhada pelas emuneações, em elação aos outos dois setoes. É inteessante obseva que as magnitudes não podem se compaadas apenas obsevando as vaiações ente os anos. A emuneação dos tabalhadoes nos seviços pivados não mecantis epesenta ceca de 90% do VBP (seto composto em gande pate po seviços domésticos) enquanto que a emuneação no seto de equipamentos eletônicos não passa de 10% do VBP. Assim, é difícil dize qual atividade passou a contata mais pessoas com melhoes emuneações, ou ao menos mantendo o mesmo valo das emuneações anteioes. 19

Structural changes in employment in the economy: 1996 and 2002 compared

Structural changes in employment in the economy: 1996 and 2002 compared MPRA Munich Pesonal RePEc Achive Stuctual changes in employment in the economy: 1996 and 22 compaed Ichihaa, Silvio Massau; Guilhoto, Joaquim J.M. and Amoim, Mácio Guea 27 Online at http://mpa.ub.uni-muenchen.de/31514/

Leia mais

The Production Structure of Brazilian Economy and Agribusiness: 1980 to 1995

The Production Structure of Brazilian Economy and Agribusiness: 1980 to 1995 MPRA Munich Pesonal RePEc Achive The Poduction Stuctue of Bazilian Economy and Agibusiness: 1980 to 1995 Maia Cistina Otiz Futuoso and Joaquim José Matins Guilhoto Univesity of São Paulo, Univesity of

Leia mais

O macrossetor da construção civil na economia brasileira em 2004

O macrossetor da construção civil na economia brasileira em 2004 O macosseto da constução civil na economia basileia em 2004 The constuction industy maco-secto in the Bazilian economy in 2004 Ricado Kueski Instituto Paanaense de Desenvolvimento Econômico e Social Rua

Leia mais

Importância do setor florestal para a economia brasileira

Importância do setor florestal para a economia brasileira IMPORTÂNCIA DO SETOR FLORESTAL PARA A ECONOMIA BRASILEIRA NAISY SILVA SOARES; ELIANE PINHEIRO DE SOUSA; MÁRCIO LOPES DA SILVA; UFV VIÇOSA - MG - BRASIL pinheioeliane@hotmail.com APRESENTAÇÃO ORAL Evolução

Leia mais

Relações Setoriais e Sinérgicas no Sistema Inter-Regional Sul-Restante do Brasil

Relações Setoriais e Sinérgicas no Sistema Inter-Regional Sul-Restante do Brasil Relações Setoiais e Sinégicas no Sistema Inte-Regional Sul-Restante do Basil Antonio Calos Moetto * Rossana Lott Rodigues ** Umbeto Antonio Sesso Filho *** Katy Maia **** Resumo: A pati do sistema inte-egional

Leia mais

ANÁLISE ESTRUTURAL DO EMPREGO NA ECONOMIA BRASILEIRA Comparação entre 1996 e 2002

ANÁLISE ESTRUTURAL DO EMPREGO NA ECONOMIA BRASILEIRA Comparação entre 1996 e 2002 ANÁLISE ESTRUTURAL DO EMPREGO NA ECONOMIA BRASILEIRA Comparação entre 1996 e 2002 Silvio Massaru Ichihara Joaquim J. M. Guilhoto Marcio Guerra Amorim n.6 Série Estudos Ocupacionais ANÁLISE ESTRUTURAL

Leia mais

Unidade 13 Noções de Matemática Financeira. Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto racional ou real Desconto comercial ou bancário

Unidade 13 Noções de Matemática Financeira. Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto racional ou real Desconto comercial ou bancário Unidade 13 Noções de atemática Financeia Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto acional ou eal Desconto comecial ou bancáio Intodução A atemática Financeia teve seu início exatamente

Leia mais

x p - O Valor do total das actividades consideradas, na região padrão p.

x p - O Valor do total das actividades consideradas, na região padrão p. Conceitos e Metodologias Medidas de Especialização Regional As medidas de análise egional, tadicionalmente utilizadas na análise dos tecidos podutivos egionais e em análises económicas sectoiais à escala

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Índice:

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Índice: ANEXO 4 ROTEIRO DE VERIFICAÇÃO DO CÁLCULO DO CUSTO DO CAPITAL Roteio de Veificação do Cálculo do Custo do Capital Índice: Índice: Conceitos Veificações 1 VISÃO GERAL... 3 1.1 O QUE É CUSTO DE CAPITAL...

Leia mais

A Disposição a Pagar pelo Uso da Água na Bacia Hidrográfica do Rio Pardinho

A Disposição a Pagar pelo Uso da Água na Bacia Hidrográfica do Rio Pardinho A Disposição a Paga pelo Uso da Água na Bacia Hidogáfica do Rio Padinho Auto: Augusto Mussi Alvim (CPF: 564402430-04). Douto em Economia, Pofesso Adunto do Depatamento de Ciências Econômicas, PUCRS. Av.

Leia mais

Análise de Correlação e medidas de associação

Análise de Correlação e medidas de associação Análise de Coelação e medidas de associação Pof. Paulo Ricado B. Guimaães 1. Intodução Muitas vezes pecisamos avalia o gau de elacionamento ente duas ou mais vaiáveis. É possível descobi com pecisão, o

Leia mais

Relatório Interno. Método de Calibração de Câmaras Proposto por Zhang

Relatório Interno. Método de Calibração de Câmaras Proposto por Zhang LABORATÓRIO DE ÓPTICA E MECÂNICA EXPERIMENTAL Relatóio Inteno Método de Calibação de Câmaas Poposto po Zhang Maia Cândida F. S. P. Coelho João Manuel R. S. Tavaes Setembo de 23 Resumo O pesente elatóio

Leia mais

2. Projetos de Investimento como Opções Reais

2. Projetos de Investimento como Opções Reais 8. Pojetos de nvestimento como Opções Reais Uma fima que possui uma opotunidade de investimento adquiiu algo semelhante a uma opção de compa financeia: ela possui o dieito, mas não necessaiamente a obigação

Leia mais

Escola Secundária com 3º Ciclo do E. B. de Pinhal Novo Física e Química A 10ºAno MEDIÇÃO EM QUÍMICA

Escola Secundária com 3º Ciclo do E. B. de Pinhal Novo Física e Química A 10ºAno MEDIÇÃO EM QUÍMICA Escola Secundáia com 3º Ciclo do E. B. de Pinhal Novo Física e Química A 10ºAno MEDIÇÃO EM QUÍMICA Medi - é compaa uma gandeza com outa da mesma espécie, que se toma paa unidade. Medição de uma gandeza

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Dados da Empesa Razão Social: Infotec Cusos Pofissionalizantes Ltda. Nome Fantasia: CEBRAC Cento Basileio de Cusos Data de fundação:

Leia mais

Termodinâmica 1 - FMT 159 Noturno, segundo semestre de 2009

Termodinâmica 1 - FMT 159 Noturno, segundo semestre de 2009 Temodinâmica - FMT 59 Notuno segundo semeste de 2009 Execícios em classe: máquinas témicas 30/0/2009 Há divesos tipos de motoes témicos que funcionam tanfeindo calo ente esevatóios témicos e ealizando

Leia mais

EM423A Resistência dos Materiais

EM423A Resistência dos Materiais UNICAMP Univesidade Estadual de Campinas EM43A esistência dos Mateiais Pojeto Tação-Defomação via Medidas de esistência Pofesso: obeto de Toledo Assumpção Alunos: Daniel obson Pinto A: 070545 Gustavo de

Leia mais

ARITMÉTICA DE PONTO FLUTUANTE/ERROS EM OPERAÇÕES NUMÉRICAS

ARITMÉTICA DE PONTO FLUTUANTE/ERROS EM OPERAÇÕES NUMÉRICAS ARITMÉTICA DE PONTO FLUTUANTE/ERROS EM OPERAÇÕES NUMÉRICAS. Intodução O conjunto dos númeos epesentáveis em uma máquina (computadoes, calculadoas,...) é finito, e potanto disceto, ou seja não é possível

Leia mais

NOVAS ESTIMATIVAS DO MODELO DE GERAÇÃO DE EMPREGOS DO BNDES* Sheila Najberg** Roberto de Oliveira Pereira*** 1- Introdução

NOVAS ESTIMATIVAS DO MODELO DE GERAÇÃO DE EMPREGOS DO BNDES* Sheila Najberg** Roberto de Oliveira Pereira*** 1- Introdução NOVAS ESTIMATIVAS DO MODELO DE GERAÇÃO DE EMPREGOS DO BNDES* Sheila Najberg** Roberto de Oliveira Pereira*** 1- Introdução O Modelo de Geração de Empregos do BNDES 1 (MGE) estima o número de postos de

Leia mais

MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação. Aula 05. Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano

MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação. Aula 05. Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação Aula 5 Pof. D. Maco Antonio Leonel Caetano Guia de Estudo paa Aula 5 Poduto Vetoial - Intepetação do poduto vetoial Compaação com as funções

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO FUNDO PATRIMONIAL DE APOIO AO JORNALISMO INVESTIGATIVO (F/ABRAJI) Aprovado pela Assembleia Geral de Associados realizada em.

REGIMENTO INTERNO DO FUNDO PATRIMONIAL DE APOIO AO JORNALISMO INVESTIGATIVO (F/ABRAJI) Aprovado pela Assembleia Geral de Associados realizada em. REGIMENTO INTERNO DO FUNDO PATRIMONIAL DE APOIO AO JORNALISMO INVESTIGATIVO (F/ABRAJI) Apovado pela Assembleia Geal de Associados ealizada em. Capítulo I Disposições Peliminaes At. 1º O pesente egimento

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Sênio Dados da Empesa Razão Social: MF 1000 FRANQUIA DE COSMÉTICOS LTDA Nome Fantasia: VITA DERM DAY CLINIC Data de fundação: 12/03/1984

Leia mais

De Kepler a Newton. (através da algebra geométrica) 2008 DEEC IST Prof. Carlos R. Paiva

De Kepler a Newton. (através da algebra geométrica) 2008 DEEC IST Prof. Carlos R. Paiva De Keple a Newton (atavés da algeba geomética) 008 DEEC IST Pof. Calos R. Paiva De Keple a Newton (atavés da álgeba geomética) 1 De Keple a Newton Vamos aqui mosta como, a pati das tês leis de Keple sobe

Leia mais

IV SEMEAD TÍTULO SINTÉTICO REPRESENTATIVO DE UM FUNDO DE INVESTIMENTOS. José Roberto Securato 1 RESUMO

IV SEMEAD TÍTULO SINTÉTICO REPRESENTATIVO DE UM FUNDO DE INVESTIMENTOS. José Roberto Securato 1 RESUMO IV SEMEAD TÍTULO SINTÉTIO EPESENTATIVO DE UM FUNDO DE INVESTIMENTOS José obeto Secuato ESUMO O atigo tata da possibilidade de obtemos um título sintético que seja uma mímica em temos de isco e etono de

Leia mais

FÍSICA 3 Fontes de Campo Magnético. Prof. Alexandre A. P. Pohl, DAELN, Câmpus Curitiba

FÍSICA 3 Fontes de Campo Magnético. Prof. Alexandre A. P. Pohl, DAELN, Câmpus Curitiba FÍSICA 3 Fontes de Campo Magnético Pof. Alexande A. P. Pohl, DAELN, Câmpus Cuitiba EMENTA Caga Elética Campo Elético Lei de Gauss Potencial Elético Capacitância Coente e esistência Cicuitos Eléticos em

Leia mais

física eletrodinâmica GERADORES

física eletrodinâmica GERADORES eletodinâmica GDOS 01. (Santa Casa) O gáfico abaixo epesenta um geado. Qual o endimento desse geado quando a intensidade da coente que o pecoe é de 1? 40 U(V) i() 0 4 Do gáfico, temos que = 40V (pois quando

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Sênio Dados da Empesa Razão Social: Spoleto Fanchising LTDA. Nome Fantasia: Spoleto. Data de fundação: 07 de feveeio de 1999. Númeo

Leia mais

Renato Frade Eliane Scheid Gazire

Renato Frade Eliane Scheid Gazire APÊNDICE A CADENO DE ATIVIDADES PONTIFÍCIA UNIVESIDADE CATÓLICA DE MINAS GEAIS Mestado em Ensino de Ciências e Matemática COMPOSIÇÃO E/OU DECOMPOSIÇÃO DE FIGUAS PLANAS NO ENSINO MÉDIO: VAN HIELE, UMA OPÇÃO

Leia mais

1 - Nome do projeto ou do programa de responsabilidade social: Programa SOS na Escola

1 - Nome do projeto ou do programa de responsabilidade social: Programa SOS na Escola PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Dados da Empesa Razão Social: Montese Educação pofissional Ltda. Nome Fantasia: SOS Educação Pofissional Data de fundação: 10/03/2010

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Dados da Empesa Razão Social: Pé Vemelho Ensino Pofissionalizante SS LTDA Nome Fantasia: BIT Company Data de fundação: 23/05/2009

Leia mais

Ivan Correr (UNIMEP) ivcorrer@unimep.br. Ronaldo de Oliveira Martins (UNIMEP) romartin@unimep.br. Milton Vieira Junior (UNIMEP) mvieira@unimep.

Ivan Correr (UNIMEP) ivcorrer@unimep.br. Ronaldo de Oliveira Martins (UNIMEP) romartin@unimep.br. Milton Vieira Junior (UNIMEP) mvieira@unimep. X SMPEP Bauu, SP, Basil, 7 a 9 de ovembo de 2005 Avaliação do índice de utilização de máquinas feamentas CC em uma empesa de usinagem, po meio da análise da técnica de pé ajustagem de feamentas. - van

Leia mais

Dimensionamento de uma placa de orifício

Dimensionamento de uma placa de orifício Eata de atigo do engenheio Henique Bum da REBEQ 7-1 Po um eo de fechamento de mateial de ilustação, pate do atigo do Engenheio Químico Henique Bum, publicado na seção EQ na Palma da Mão, na edição 7-1

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Sênio Dados da Empesa Razão Social: Spoleto Fanchising LTDA. Nome Fantasia: Spoleto Data de fundação: 07 de feveeio de 1999 Númeo

Leia mais

CAMPOS MAGNETOSTÁTICOS PRODUZIDOS POR CORRENTE ELÉTRICA

CAMPOS MAGNETOSTÁTICOS PRODUZIDOS POR CORRENTE ELÉTRICA ELETOMAGNETMO 75 9 CAMPO MAGNETOTÁTCO PODUZDO PO COENTE ELÉTCA Nos capítulos anteioes estudamos divesos fenômenos envolvendo cagas eléticas, (foças de oigem eletostática, campo elético, potencial escala

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Fornecedor

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Fornecedor PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fonecedo Dados da Empesa Razão Social: Visa do Basil Empeendimentos Ltda. Nome Fantasia: Visa Data de Fundação: 08 de junho de 1987 Númeo

Leia mais

ELETRÔNICA II. Engenharia Elétrica Campus Pelotas. Revisão Modelo CA dos transistores BJT e MOSFET

ELETRÔNICA II. Engenharia Elétrica Campus Pelotas. Revisão Modelo CA dos transistores BJT e MOSFET ELETRÔNICA II Engenaia Elética Campus Pelotas Revisão Modelo CA dos tansistoes BJT e MOSFET Pof. Mácio Bende Macado, Adaptado do mateial desenvolvido pelos pofessoes Eduado Costa da Motta e Andeson da

Leia mais

3. Elementos de Sistemas Elétricos de Potência

3. Elementos de Sistemas Elétricos de Potência Sistemas Eléticos de Potência. Elementos de Sistemas Eléticos de Potência..4 apacitância e Susceptância apacitiva de Linhas de Tansmissão Pofesso:. Raphael Augusto de Souza Benedito E-mail:aphaelbenedito@utfp.edu.b

Leia mais

Fig. 8-8. Essas linhas partem do pólo norte para o pólo sul na parte externa do material, e do pólo sul para o pólo norte na região do material.

Fig. 8-8. Essas linhas partem do pólo norte para o pólo sul na parte externa do material, e do pólo sul para o pólo norte na região do material. Campo magnético Um ímã, com seus pólos note e sul, também pode poduzi movimentos em patículas, devido ao seu magnetismo. Contudo, essas patículas, paa sofeem esses deslocamentos, têm que te popiedades

Leia mais

PARTE IV COORDENADAS POLARES

PARTE IV COORDENADAS POLARES PARTE IV CRDENADAS PLARES Existem váios sistemas de coodenadas planas e espaciais que, dependendo da áea de aplicação, podem ajuda a simplifica e esolve impotantes poblemas geométicos ou físicos. Nesta

Leia mais

2.6 RETRODISPERSÃO DE RUTHERFORD. 2.6.1 Introdução

2.6 RETRODISPERSÃO DE RUTHERFORD. 2.6.1 Introdução Capítulo Técnicas de Caacteização Estutual: RS.6 RETRODISPERSÃO DE RUTHERFORD.6. Intodução De modo a complementa a análise estutual das váias amostas poduzidas paa este tabalho, foi utilizada a técnica

Leia mais

Professor: Newton Sure Soeiro, Dr. Eng.

Professor: Newton Sure Soeiro, Dr. Eng. UNIVERSIDDE FEDERL DO PRÁ MESTRDO EM ENGENHRI MECÂNIC GRUPO DE VIRÇÕES E CÚSTIC nálise Modal Expeimental Pofesso: Newton Sue Soeio, D. Eng. elém Paá Outubo/00 Gupo de Vibações e cústica UFP nálise Modal

Leia mais

João Eduardo de Souza Grossi

João Eduardo de Souza Grossi UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA MESTRADO PROFISSIONALIZANTE, MODELAGEM MATEMÁTICA EM FINANÇAS MODELO DISCRETO DE APREÇAMENTO

Leia mais

DETERMINAÇÃO DE ROTAS PARA EMPRESAS DE ENTREGA EXPRESSA

DETERMINAÇÃO DE ROTAS PARA EMPRESAS DE ENTREGA EXPRESSA DETERMINAÇÃO DE ROTAS PARA EMPRESAS DE ENTREGA EXPRESSA Femin A. Tang Montané Pogama de Engenhaia de Sistemas, COPPE/UFRJ Vigílio José Matins Feeia Filho Depatamento de Engenhaia Industial/ UFRJ/ Escola

Leia mais

Gestão de Inventários: Introdução 1

Gestão de Inventários: Introdução 1 Gestão de Inventáios: Intodução 1 Gestão de Inventáios Intodução Definição de inventáio (ou stock) Acumulação de matéias-pimas, podutos semi-acabados e/ou podutos acabados, bem como de sobessalentes necessáios

Leia mais

- B - - Esse ponto fica à esquerda das cargas nos esquemas a) I e II b) I e III c) I e IV d) II e III e) III e IV. b. F. a. F

- B - - Esse ponto fica à esquerda das cargas nos esquemas a) I e II b) I e III c) I e IV d) II e III e) III e IV. b. F. a. F LIST 03 LTROSTÁTIC PROSSOR MÁRCIO 01 (URJ) Duas patículas eleticamente caegadas estão sepaadas po uma distância. O gáfico que melho expessa a vaiação do módulo da foça eletostática ente elas, em função

Leia mais

ANÁLISE DA FIABILIDADE DA REDE DE TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO

ANÁLISE DA FIABILIDADE DA REDE DE TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO NÁLIE D IBILIDDE D REDE DE TRNPORTE E DITRIBUIÇÃO. Maciel Babosa Janeio 03 nálise da iabilidade da Rede de Tanspote e Distibuição. Maciel Babosa nálise da iabilidade da Rede de Tanspote e Distibuição ÍNDICE

Leia mais

Aula ONDAS ELETROMAGNÉTICAS

Aula ONDAS ELETROMAGNÉTICAS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS Aula 6 META Intoduzi aos alunos conceitos básicos das ondas eletomagnéticas: como elas são poduzidas, quais são suas caacteísticas físicas, e como desceve matematicamente sua popagação.

Leia mais

GEOMETRIA ESPACIAL. a) Encher a leiteira até a metade, pois ela tem um volume 20 vezes maior que o volume do copo.

GEOMETRIA ESPACIAL. a) Encher a leiteira até a metade, pois ela tem um volume 20 vezes maior que o volume do copo. GEOMETRIA ESPACIAL ) Uma metalúgica ecebeu uma encomenda paa fabica, em gande quantidade, uma peça com o fomato de um pisma eto com base tiangula, cujas dimensões da base são 6cm, 8cm e 0cm e cuja altua

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Dados da Empesa Razão Social: Cusos e Empeendimentos VER Ltda Nome Fantasia: Micolins Unidade Nova Lima Data de fundação: 09/03/2007

Leia mais

ESTRATÉGIA DE CONTROLE PARA ACIONAMENTO A VELOCIDADE VARIÁVEL PARA MOTORES MONOFÁSICOS COM OPERAÇÃO OTIMIZADA

ESTRATÉGIA DE CONTROLE PARA ACIONAMENTO A VELOCIDADE VARIÁVEL PARA MOTORES MONOFÁSICOS COM OPERAÇÃO OTIMIZADA ESTRATÉGA DE CONTROLE PARA ACONAMENTO A VELOCDADE VARÁVEL PARA MOTORES MONOFÁSCOS COM OPERAÇÃO OTMZADA Ronilson Rocha * Pedo F Donoso Gacia * Selênio Rocha Silva * Mácio Fonte Boa Cotez x UFMG -CPDEE *

Leia mais

PR I. Teoria das Linhas de Transmissão. Carlos Alberto Barreiro Mendes Henrique José da Silva

PR I. Teoria das Linhas de Transmissão. Carlos Alberto Barreiro Mendes Henrique José da Silva PR I II Teoia das Linhas de Tansmissão Calos Albeto Baeio Mendes Henique José da Silva 5 Linhas de Tansmissão 1 LINHAS DE TRANSMISSÃO 1.1 Paâmetos distibuídos Um cabo coaxial ou uma linha bifila (mostados

Leia mais

/(,'(%,276$9$57()/8;2 0$*1e7,&2

/(,'(%,276$9$57()/8;2 0$*1e7,&2 67 /(,'(%,76$9$57()/8; 0$*1e7,& Ao final deste capítulo você deveá se capaz de: ½ Explica a elação ente coente elética e campo magnético. ½ Equaciona a elação ente coente elética e campo magnético, atavés

Leia mais

I~~~~~~~~~~~~~~-~-~ krrrrrrrrrrrrrrrrrr. \fy --~--.. Ação de Flexão

I~~~~~~~~~~~~~~-~-~ krrrrrrrrrrrrrrrrrr. \fy --~--.. Ação de Flexão Placas - Lajes Placas são estutuas planas onde duas de suas tês dimensões -lagua e compimento - são muito maioes do que a teceia, que é a espessua. As cagas nas placas estão foa do plano da placa. As placas

Leia mais

Informação Geográfica em Engenharia Civil

Informação Geográfica em Engenharia Civil Noções Infomação Geogáfica em Engenhaia Civil Infomação Geogáfica Infomação espeitante a fenómenos (o que ocoe no tempo e no espaço) Geoefeenciação Associação da posição espacial à infomação Alexande Gonçalves

Leia mais

Índice de Sharpe e outros Indicadores de Performance Aplicados a Fundos de Ações Brasileiros

Índice de Sharpe e outros Indicadores de Performance Aplicados a Fundos de Ações Brasileiros Índice de Shape e outos Indicadoes de Pefomance Aplicados a Fundos de Ações Basileios Gyogy Vaga RESUMO Implementamos e aplicamos divesas medidas estatísticas de avaliação de pefomance aos dez maioes fundos

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Dados da Empesa Razão Social: Cultua Anglo Ameicana de Petolina LTDA Nome Fantasia: Yázigi Petolina Data de fundação 03 de janeio

Leia mais

SEGUNDA LEI DE NEWTON PARA FORÇA GRAVITACIONAL, PESO E NORMAL

SEGUNDA LEI DE NEWTON PARA FORÇA GRAVITACIONAL, PESO E NORMAL SEUNDA LEI DE NEWON PARA FORÇA RAVIACIONAL, PESO E NORMAL Um copo de ssa m em queda live na ea está submetido a u aceleação de módulo g. Se despezamos os efeitos do a, a única foça que age sobe o copo

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Sênio Dados da Empesa Razão Social: Soidents Fanchising Ltda Nome Fantasia: Soidents Clínicas Odontológicas Data de fundação: 20

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Questão 3. alternativa C. alternativa E

Questão 1. Questão 2. Questão 3. alternativa C. alternativa E Questão 1 Dois pilotos iniciaam simultaneamente a disputa de uma pova de automobilismo numa pista cuja extensão total é de, km. Enquanto Máio leva 1,1 minuto paa da uma volta completa na pista, Júlio demoa

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO PARA MONITORAMENTO EM LINHA E CONTROLE DE REATORES DE POLIMERIZAÇÃO

DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO PARA MONITORAMENTO EM LINHA E CONTROLE DE REATORES DE POLIMERIZAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO PARA MONITORAMENTO EM LINHA E CONTROLE DE REATORES DE POLIMERIZAÇÃO Macelo Esposito, Calos A. Claumann, Ricado A. F. Machado, Claudia Saye, Pedo H. H. Aaújo* Univesidade Fedeal

Leia mais

Movimentos de satélites geoestacionários: características e aplicações destes satélites

Movimentos de satélites geoestacionários: características e aplicações destes satélites OK Necessito de ee esta página... Necessito de apoio paa compeende esta página... Moimentos de satélites geoestacionáios: caacteísticas e aplicações destes satélites Um dos tipos de moimento mais impotantes

Leia mais

F-328-2 º Semestre de 2013 Coordenador. José Antonio Roversi IFGW-DEQ-Sala 216 roversi@ifi.unicamp.br

F-328-2 º Semestre de 2013 Coordenador. José Antonio Roversi IFGW-DEQ-Sala 216 roversi@ifi.unicamp.br F-38 - º Semeste de 013 Coodenado. José Antonio Rovesi IFGW-DEQ-Sala 16 ovesi@ifi.unicamp.b 1- Ementa: Caga Elética Lei de Coulomb Campo Elético Lei de Gauss Potencial Elético Capacitoes e Dieléticos Coente

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Sênio Dados da Empesa Razão Social: Depyl Action Depilações Ltda-ME Nome Fantasia: Depyl Action - Especializada em Depilação Data

Leia mais

3 - DESCRIÇÃO DO ELEVADOR. Abaixo apresentamos o diagrama esquemático de um elevador (obtido no site da Atlas Schindler).

3 - DESCRIÇÃO DO ELEVADOR. Abaixo apresentamos o diagrama esquemático de um elevador (obtido no site da Atlas Schindler). 3 - DESCRIÇÃO DO EEVADOR Abaixo apesentamos o diagama esquemático de um elevado (obtido no site da Atlas Schindle). Figua 1: Diagama esquemático de um elevado e suas pates. No elevado alvo do pojeto, a

Leia mais

Introdução. Base de Dados: Linha de Calibração Observatório Nacional Agulhas Negras

Introdução. Base de Dados: Linha de Calibração Observatório Nacional Agulhas Negras A impotância da eestutuação da Linha de Calibação Obsevatóio Nacional Agulhas Negas paa atende as caacteísticas dos gavímetos Scintex CG5. Fancisma Rimoli Bequó, IFF, Itapeuna, Basil*. Iis Peeia Escoba,

Leia mais

Transformador de Corrente com Núcleo Toroidal de Liga Nanocristalina

Transformador de Corrente com Núcleo Toroidal de Liga Nanocristalina 1 Tansfomado de Coente com Núcleo Tooidal de Liga Nanocistalina Benedito A. Luciano, Membe, EEE, Raimundo C. S. Feie, José Gutembegue A. Lia, Glauco Fontgalland, Membe, EEE, e Walman B. de Casto. Abstact-

Leia mais

Caro cursista, Todas as dúvidas deste curso podem ser esclarecidas através do nosso plantão de atendimento ao cursista.

Caro cursista, Todas as dúvidas deste curso podem ser esclarecidas através do nosso plantão de atendimento ao cursista. Cao cusista, Todas as dúvidas deste cuso podem se esclaecidas atavés do nosso plantão de atendimento ao cusista. Plantão de Atendimento Hoáio: quatas e quintas-feias das 14:00 às 15:30 MSN: lizado@if.uff.b

Leia mais

Densidade de Fluxo Elétrico. Prof Daniel Silveira

Densidade de Fluxo Elétrico. Prof Daniel Silveira ensidade de Fluxo Elético Pof aniel ilveia Intodução Objetivo Intoduzi o conceito de fluxo Relaciona estes conceitos com o de campo elético Intoduzi os conceitos de fluxo elético e densidade de fluxo elético

Leia mais

CAPÍTULO III- DESCRIÇÃO DE UM FLUIDO EM MOVIMENTO. 1. Leis Físicas Fundamentais. 3 leis escoamentos independentes da natureza do fluido

CAPÍTULO III- DESCRIÇÃO DE UM FLUIDO EM MOVIMENTO. 1. Leis Físicas Fundamentais. 3 leis escoamentos independentes da natureza do fluido CAPÍTULO III- DESCRIÇÃO DE UM FLUIDO EM MOVIMENTO 1. Leis Físicas Fundamentais 3 leis escoamentos independentes da natueza do fluido Leis Básicas Equações Fundamentais Lei da Consevação de Massa Equação

Leia mais

ÁREA DE ASSUNTOS FISCAIS E DE EMPREGO - AFE nº 31- novembro 2001 E M P R E G O

ÁREA DE ASSUNTOS FISCAIS E DE EMPREGO - AFE nº 31- novembro 2001 E M P R E G O INFORME-SE ÁREA DE ASSUNTOS FISCAIS E DE EMPREGO - AFE nº 31- novembro 2001 E M P R E G O SETORES INTENSIVOS EM MÃO-DE-OBRA: Uma atualização do Modelo de Geração de Emprego do BNDES O Modelo de Geração

Leia mais

75$%$/+2(327(1&,$/ (/(75267È7,&2

75$%$/+2(327(1&,$/ (/(75267È7,&2 3 75$%$/+(37(&,$/ (/(7567È7,& Ao final deste capítulo você deveá se capa de: ½ Obte a epessão paa o tabalho ealiado Calcula o tabalho que é ealiado ao se movimenta uma caga elética em um campo elético

Leia mais

Objetivo Estudo do efeito de sistemas de forças não concorrentes.

Objetivo Estudo do efeito de sistemas de forças não concorrentes. Univesidade edeal de lagoas Cento de Tecnologia Cuso de Engenhaia Civil Disciplina: Mecânica dos Sólidos 1 Código: ECIV018 Pofesso: Eduado Nobe Lages Copos Rígidos: Sistemas Equivalentes de oças Maceió/L

Leia mais

Aplicação da Lei Gauss: Algumas distribuições simétricas de cargas

Aplicação da Lei Gauss: Algumas distribuições simétricas de cargas Aplicação da ei Gauss: Algumas distibuições siméticas de cagas Como utiliza a lei de Gauss paa detemina D s, se a distibuição de cagas fo conhecida? s Ds. d A solução é fácil se conseguimos obte uma supefície

Leia mais

Exp. 10 - RESSONÂNCIA

Exp. 10 - RESSONÂNCIA apítulo Exp. 0 - RESSONÂNIA EÉTRIA. OBJETIVOS Estudo das oscilações eléticas foçadas em cicuitos essonantes em séie e em paalelo..2 PARTE TEÓRIA Muitos sistemas físicos estáticos e estáveis, quando momentaneamente

Leia mais

Fundação Getulio Vargas Escola de Pós-Graduação em Economia Mestrado em Finanças e Economia Empresarial

Fundação Getulio Vargas Escola de Pós-Graduação em Economia Mestrado em Finanças e Economia Empresarial Fundação Getulio Vagas Escola de Pós-Gaduação em Economia Mestado em Finanças e Economia Empesaial UTILIZAÇÃO DO MODELO DE BLACK-LITTERMAN PARA GESTÃO DE HEDGE FUNDS DO BRASIL Ricado Lafayette Stockle

Leia mais

PRINCÍPIOS DA DINÂMICA LEIS DE NEWTON

PRINCÍPIOS DA DINÂMICA LEIS DE NEWTON Pofa Stela Maia de Cavalho Fenandes 1 PRINCÍPIOS DA DINÂMICA LEIS DE NEWTON Dinâmica estudo dos movimentos juntamente com as causas que os oiginam. As teoias da dinâmica são desenvolvidas com base no conceito

Leia mais

UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL CÁLCULO VETORIAL

UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL CÁLCULO VETORIAL OBJETIVOS DO CURSO UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL CÁLCULO VETORIAL Fonece ao aluno as egas básicas do cálculo vetoial aplicadas a muitas gandezas na física e engenhaia (noção de

Leia mais

Antenas. Antena = transição entre propagação guiada (circuitos) e propagação não-guiada (espaço). Antena Isotrópica

Antenas. Antena = transição entre propagação guiada (circuitos) e propagação não-guiada (espaço). Antena Isotrópica Antenas Antena tansição ente popagação guiada (cicuitos) e popagação não-guiada (espaço). Antena tansmissoa: Antena eceptoa: tansfoma elétons em fótons; tansfoma fótons em elétons. Antena sotópica Fonte

Leia mais

Método Alternativo de Controle Vetorial Usando Processador Digital de Sinais

Método Alternativo de Controle Vetorial Usando Processador Digital de Sinais U NIVERSIDADE F EDERAL DE G OIÁS E SCOLA DE E NGENHARIA E LÉTRICA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Método Altenativo de Contole Vetoial Usando Pocessado Digital de Sinais

Leia mais

Vedação. Fig.1 Estrutura do comando linear modelo ST

Vedação. Fig.1 Estrutura do comando linear modelo ST 58-2BR Comando linea modelos, -B e I Gaiola de esfeas Esfea Eixo Castanha Vedação Fig.1 Estutua do comando linea modelo Estutua e caacteísticas O modelo possui uma gaiola de esfeas e esfeas incopoadas

Leia mais

Capítulo 12. Gravitação. Recursos com copyright incluídos nesta apresentação:

Capítulo 12. Gravitação. Recursos com copyright incluídos nesta apresentação: Capítulo Gavitação ecusos com copyight incluídos nesta apesentação: Intodução A lei da gavitação univesal é um exemplo de que as mesmas leis natuais se aplicam em qualque ponto do univeso. Fim da dicotomia

Leia mais

'CRYSTAL :FASHION EVENTO! alimentares '- -. ---- BULIMIA e ~'... C;;ritiba b~ distúrbios. os mais caro! e veloze! do mundc. MARIAlpU ,-- UTOMÓVEI!

'CRYSTAL :FASHION EVENTO! alimentares '- -. ---- BULIMIA e ~'... C;;ritiba b~ distúrbios. os mais caro! e veloze! do mundc. MARIAlpU ,-- UTOMÓVEI! , a --,;-,,; BULMA e ' C;;itiba b ANO REliA distúbios alimentaes '- - ---- MARAlpU \, EVENTO! sobe o Tudo 'CRYSTAL,-- UTOMÓVE! os mais cao! e veloze! do mundc :FASHON -- - - - - - - ---==--- - - - " ",

Leia mais

Avaliação: por que? Técnicas de Avaliação. Avaliação: Estudos em Laboratório. Objetivos da Avaliação. Avaliação Outros Grupos

Avaliação: por que? Técnicas de Avaliação. Avaliação: Estudos em Laboratório. Objetivos da Avaliação. Avaliação Outros Grupos intemidia.usp.b Avaliação: po que? intemidia.usp.b Técnicas de Avaliação Avalia adequação de designs Testa a usabilidade e a funcionalidade do sistema Requisitos dos usuáios estão efetivamente sendo atendidos?

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

CARACTERIZAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO CARACTERIZAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Eduardo Pereira Nunes Elisio Contini Apresentação à Diretoria da ABAG 13 de setembro de 2000 - São Paulo O PROBLEMA Controvérsias sobre contribuição

Leia mais

9: GREMAUD, TONETO JR. E VASCONCELLOS

9: GREMAUD, TONETO JR. E VASCONCELLOS Capítulo 9: GREMAUD, TONETO JR. E VASCONCELLOS (2002) Política Monetáia POLÍTICA MONETÁRIA o Afeta o poduto de foma indieta. Atavés da política monetáia o Banco Cental define as condições de liquidez da

Leia mais

Variable Speed Wind Turbine Modeling Using ATPDraw

Variable Speed Wind Turbine Modeling Using ATPDraw Antonio S. Neto, Fancisco A. S. Neves, Pedo A. C. Rosas Univesidade Fedeal de Penambuco UFPE Recife - PE Email: asneto01@yahoo.com.b, fneves@ufpe.b, posas@ufpe.b Eduado L. R. Pinheio, Selênio R. Silva

Leia mais

2 Compressor Automotivo

2 Compressor Automotivo Compesso Automotivo Neste capítulo seá apesentado o desenvolvimento de um modelo de simulação de compessoes altenativos automotivos..1. Intodução O compesso é o componente mais impotante de um sistema

Leia mais

Modelo integrado para seleção de cargas e reposicionamento de contêineres vazios no transporte marítimo

Modelo integrado para seleção de cargas e reposicionamento de contêineres vazios no transporte marítimo Modelo integado paa seleção de cagas e eposicionamento de contêinees vazios no tanspote maítimo Rafael Bubac Teixeia 1 e Claudio Babiei da Cunha 2 Resumo: Este atigo tata do poblema integado de escolha

Leia mais

Motores Elétricos. IX.1 Motores de Indução Trifásicos (MIT)

Motores Elétricos. IX.1 Motores de Indução Trifásicos (MIT) Eletotécnica Geal IX. Motoes Eléticos IX Motoes Eléticos Um moto elético é uma máquina capaz de tansfoma enegia elética em enegia mecânica, utilizando nomalmente o pincípio da eação ente dois campos magnéticos.

Leia mais

Capítulo III Lei de Gauss

Capítulo III Lei de Gauss ELECTROMAGNETISMO Cuso de Electotecnia e de Computadoes 1º Ano º Semeste 1-11 3.1 Fluxo eléctico e lei de Gauss Capítulo III Lei de Gauss A lei de Gauss aplicada ao campo eléctico, pemite-nos esolve de

Leia mais

digitar cuidados computador internet contas Assistir vídeos. Digitar trabalhos escolares. Brincar com jogos. Entre outras... ATIVIDADES - CAPÍTULO 1

digitar cuidados computador internet contas Assistir vídeos. Digitar trabalhos escolares. Brincar com jogos. Entre outras... ATIVIDADES - CAPÍTULO 1 ATIVIDADES - CAPÍTULO 1 1 COMPLETE AS FASES USANDO AS PALAVAS DO QUADO: CUIDADOS INTENET CONTAS DIGITA TAEFAS COMPUTADO A COM O COMPUTADO É POSSÍVEL DE TEXTO B O COMPUTADO FACILITA AS tarefas digitar VÁIOS

Leia mais

Alessandro Tadeu Rodrigues Gomides. Avaliação de Riscos em Estratégias de Investimentos de Longo Prazo: Aplicação Prática em um Fundo de Pensão

Alessandro Tadeu Rodrigues Gomides. Avaliação de Riscos em Estratégias de Investimentos de Longo Prazo: Aplicação Prática em um Fundo de Pensão lessando Tadeu Rodigues Gomides valiação de Riscos em Estatégias de Investimentos de Longo azo: plicação ática em um Fundo de ensão EGE/FGV Rio de Janeio, 9 de junho de 004 valiação de Riscos em Estatégias

Leia mais

Prof. Dirceu Pereira

Prof. Dirceu Pereira Polícia odoviáia edeal Pof. Diceu Peeia ísica 3.4. OÇAS EM TAJETÓIAS CUILÍNEAS Se lançamos um copo hoizontalmente, póximo a supefície da Tea, com uma velocidade inicial de gande intensidade, da odem de

Leia mais

FREIOS e EMBRAGENS POR ATRITO

FREIOS e EMBRAGENS POR ATRITO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DEPARTAMENTO DE PROJETO MECÂNICO APOSTILA FREIOS e EMBRAGENS POR ATRITO Auto: Pof.D. Auteliano Antunes dos Santos Junio Esta apostila

Leia mais

MUDANÇAS ESTRUTURAIS E CRESCIMENTO ECONÔMICO NO RIO GRANDE DO SUL: UMA ANÁLISE DE INSUMO-PRODUTO, 1998-2003

MUDANÇAS ESTRUTURAIS E CRESCIMENTO ECONÔMICO NO RIO GRANDE DO SUL: UMA ANÁLISE DE INSUMO-PRODUTO, 1998-2003 MUDANÇAS ESTRUTURAIS E CRESCIMENTO ECONÔMICO NO RIO GRANDE DO SUL: UMA ANÁLISE DE INSUMO-PRODUTO, 1998-2003 Adelar Fochezatto 1 Cristiano Ponzoni Ghinis 2 Resumo O objetivo deste trabalho é identificar

Leia mais

Recomenda-se a leitura atenta de todo o Edital antes de realizar a inscrição.

Recomenda-se a leitura atenta de todo o Edital antes de realizar a inscrição. EDITAL PARA O PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO EDITAL DE SELEÇÃO DE CANDIDATOS PARA RESIDÊNCIA MÉDICA - ANO 2016 Recomenda-se a leitua atenta

Leia mais

EXPERIÊNCIA 5 - RESPOSTA EM FREQUENCIA EM UM CIRCUITO RLC - RESSONÂNCIA

EXPERIÊNCIA 5 - RESPOSTA EM FREQUENCIA EM UM CIRCUITO RLC - RESSONÂNCIA UM/AET Eng. Elética sem 0 - ab. icuitos Eléticos I Pof. Athemio A.P.Feaa/Wilson Yamaguti(edição) EPEIÊNIA 5 - ESPOSTA EM FEQUENIA EM UM IUITO - ESSONÂNIA INTODUÇÃO. icuito séie onsideando o cicuito da

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE GRADUAÇÃO FÍSICA

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE GRADUAÇÃO FÍSICA CONCURSO DE DMISSÃO O CURSO DE GRDUÇÃO FÍSIC CDERNO DE QUESTÕES 2008 1 a QUESTÃO Valo: 1,0 Uma bóia náutica é constituída de um copo cilíndico vazado, com seção tansvesal de áea e massa m, e de um tonco

Leia mais

Relações econômicas do Ceará com o Brasil e os principais setores geradores de emprego e renda na economia

Relações econômicas do Ceará com o Brasil e os principais setores geradores de emprego e renda na economia Relações econômicas do Ceará com o Brasil e os principais setores geradores de emprego e renda na economia Patrícia Verônica Pinheiro Sales Lima 1 Joaquim José Martins Guilhoto 2 1 - Introdução Apesar

Leia mais