1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF 6 - DDD 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEX

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1 O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA, SENDO OS SEUS ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS. 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 4 - NIRE 1 - ENDEREÇO COMPLETO RUA GENERAL POLIDORO, BAIRRO OU DISTRITO BOTAFOGO 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF 6 - DDD 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEX 11 - DDD 12 - FAX 13 - FAX 14 - FAX NOME 2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO RUA GENERAL POLIDORO,99 5º ANDAR 4 - CEP 5 - MUNICÍPIO BOTAFOGO 6 - UF 7 - DDD 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE 11 - TELEX 12 - DDD 13 - FAX 14 - FAX 15 - FAX EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 1 - INÍCIO 2 - TÉRMINO TRIMESTRE ATUAL 3 - NÚMERO 4 - INÍCIO 5 - TÉRMINO TRIMESTRE ANTERIOR 6 - NÚMERO 7 - INÍCIO 8 - TÉRMINO 9 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes 11 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO Marcos Donizete Panassol

2 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ Número de Ações 1 - TRIMESTRE ATUAL 2 - TRIMESTRE ANTERIOR 31/03/ /12/ IGUAL TRIMESTRE EX. ANTERIOR 31/03/ Ordinárias Preferenciais Total Ordinárias Preferenciais Total TIPO DE EMPRESA Empresa Comercial, Industrial e Outras 2 - TIPO DE SITUAÇÃO Operacional 3 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO Privada Nacional 4 - CÓDIGO ATIVIDADE Telecomunicações 5 - ATIVIDADE PRINCIPAL EXPLORAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES 6 - TIPO DE CONSOLIDADO Não Apresentado 7 - TIPO DO RELATÓRIO DOS AUDITORES Sem Ressalva 1 - ITEM 2 - CNPJ 3 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 1 - ITEM 2 - EVENTO 3 - APROVAÇÃO 4 - PROVENTO 5 - INÍCIO PGTO. 6 - TIPO AÇÃO 7 - VALOR DO PROVENTO P/ AÇÃO

3 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 1- ITEM 2 - DATA DA 3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO 7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS 8 - PREÇO DA AÇÃO NA ALTERAÇÃO (Reais Mil) (Reais Mil) (Mil) EMISSÃO (Reais) 1 - DATA 2 - ASSINATURA

4 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3-31/03/ /12/ Ativo Total Ativo Circulante Disponibilidades Caixa e Bancos Aplicação c/ Liquidez Imediata Créditos Contas a Receber de Serviços Provisões Devedores Duvidosos (29.072) (29.860) Empréstimos a Receber de Coligadas Impostos Diferidos e a Recuperar Adiantamentos a Empregados Adiantamentos a Fornecedores Depósitos Judiciais Estoques Material de Estoque de Manutenção Outros Outros Valores Realizáveis Despesas do Período Seguinte Ativo Realizável a Longo Prazo Créditos Diversos Impostos Diferidos e a Recuperar Depósitos judiciais Incentivos Fiscais Créditos com Pessoas Ligadas Com Coligadas Com Controladas Com Outras Pessoas Ligadas Outros Ativo Permanente Investimentos Participações em Coligadas Participações em Controladas Outros Investimentos Imobilizado Diferido 0 0

5 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3-31/03/ /12/ Passivo Total Passivo Circulante Empréstimos e Financiamentos Debêntures Fornecedores Impostos, Taxas e Contribuições Imposto de Renda Cofins Pis ICMS a Recolher Contribuição Social Outros Dividendos a Pagar Provisões Provisões p/ Contingências Dívidas com Pessoas Ligadas Outros Pessoal Encargos Benef. Sociais Consignações a Favor de Terceiros Outras Obrigações Passivo Exigível a Longo Prazo Empréstimos e Financiamentos Debêntures Provisões Provisões p/contingências Dívidas com Pessoas Ligadas Outros Impostos, Taxas e Contribuições Recursos Capitalizáveis Outras Obrigações Resultados de Exercícios Futuros Patrimônio Líquido Capital Social Realizado Capital Social Subscrito Reservas de Capital Ágio na Subscrição de Ações Doações Subvenções p/ Investimento Juros s/ Obras em Andamento Reserva Especial Lei 8200/ Outras Reservas de Capital Reservas de Reavaliação 0 0

6 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3-31/03/ /12/ Ativos Próprios Controladas/Coligadas Reservas de Lucro Legal Estatutária Para Contingências De Lucros a Realizar Retenção de Lucros Especial p/ Dividendos Não Distribuídos Outras Reservas de Lucro Lucros/Prejuízos Acumulados ( ) ( )

7 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3-01/01/2001 a 31/03/ /01/2001 a 31/03/ /01/2000 a 31/03/ /01/2000 a 31/03/ Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços Deduções da Receita Bruta ( ) ( ) ( ) ( ) 3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos ( ) ( ) ( ) ( ) 3.05 Resultado Bruto Despesas/Receitas Operacionais ( ) ( ) ( ) ( ) Com Vendas (67.696) (67.696) (69.949) (69.949) Gerais e Administrativas (59.058) (59.058) (69.751) (69.751) Financeiras (28.262) (28.262) (7.030) (7.030) Receitas Financeiras Despesas Financeiras (37.659) (37.659) (15.026) (15.026) Outras Receitas Operacionais Outras Despesas Operacionais (19.529) (19.529) (15.300) (15.300) Resultado da Equivalência Patrimonial Resultado Operacional (39.550) (39.550) 3.08 Resultado Não Operacional Receitas Despesas (3.188) (3.188) (63) (63) 3.09 Resultado Antes Tributação/Participações (39.196) (39.196) 3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (1.998) (1.998) IR Diferido Participações/Contribuições Estatutárias Participações Contribuições Reversão dos Juros sobre Capital Próprio Lucro/Prejuízo do Período (27.509) (27.509)

8 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3-01/01/2001 a 31/03/ /01/2001 a 31/03/ /01/2000 a 31/03/2000 NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 6-01/01/2000 a 31/03/ LUCRO POR AÇÃO 0, ,00006 PREJUÍZO POR AÇÃO (0,00040) (0,00040)

9 NOTAS EXPLICATIVAS 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Telecomunicações do Rio de Janeiro S.A. (a Companhia ou Telemar-RJ) tem como objetivo a prestação de serviços públicos de telecomunicações (serviço telefônico fixo comutado) no Estado do Rio de Janeiro. Esses serviços são prestados sob concessão da União, outorgada até 31 de dezembro de 2005, assegurado o direito à prorrogação única por vinte anos. Sua atividade é regulamentada pela Agência Nacional de Telecomunicações Anatel. A Telemar RJ é uma companhia aberta, controlada pela Tele Norte Leste Participações S.A., que detém 95,79 % do capital votante e 86,20 % do capital total. A gestão operacional e financeira da Telemar-RJ é conduzida no contexto de empresas associadas (vide nota 14). 2. APRESENTAÇÃO DAS INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS As informações trimestrais foram elaboradas de acordo com a Lei das Sociedades por Ações, disposições complementares da Comissão de Valores Mobiliários CVM e normas aplicáveis às concessionárias de serviços públicos de telecomunicações e são uniformes àquelas adotadas na elaboração das demonstrações financeiras do exercício social findo em 31 de dezembro de RECEITA OPERACIONAL BRUTA DOS SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES 31/03/01 31/03/00 DESCRIÇÃO R$ mil % R$ mil % Serviço telefônico Local Habilitação , ,7 Assinatura , ,4 Pulso (serviço medido) , ,0 A cobrar , ,5 Outras Receitas , ,3 Serviços de Longa Distância (Intra-Setorial ) , ,6 Serviços de Longa Distância ( Inter- Setorial) , ,0 Serviços de Telef.de Uso Público (Cartão Telefonico) , ,9 Serviço Fixo Móvel , ,9 Serviços Adicionais , , , ,5 Remuneração pelo uso de rede Uso de Redes Fixo-Fixo , ,6 Uso de Redes Móvel-Fixo , , , ,2 Serviço de comunicação dados Serviço de Linha Dedicada SLDD/SLDA , ,2 16/05/ :04:05 Pág: 9

10 NOTAS EXPLICATIVAS Exploração Industrial de Linha Dedicada EILD , ,8 Serviço IP ,0 Comutação por pacotes+frame Relay , , , ,2 Outros serviços 219 0, ,1 Receita operacional bruta , ,0 Até 1º de abril de 1998, as receitas das ligações de telefonia-fixa locais e longa-distância eram divididas entre a Embratel e as empresas regionais de telefonia-fixa. Com base nesse sistema, cada empresa de telefonia -fixa cobrava todas as ligações telefônicas locais e longa-distância de seus clientes e retinha um percentual das receitas de todas as ligações (tal percentual era determinado pelo Ministério das Telecomunicações), transferindo o restante da receita à Embratel. Esse sistema de compartilhamento de receitas foi eliminado em 1º de abril de 1998 e substituído por um novo sistema pelo qual a Embratel recebe 100% das receitas de ligações de longa distância inter-regionais que efetuar. Entretanto, deve pagar algumas taxas de interconexão por minuto às empresas regionais de telefonica-fixa pela conexão e uso de suas redes ao iniciar e/ou complementar essas ligações. Além disso, até 30 de junho de 2001, a Embratel pagará as operadoras uma tarifa adicional por minuto de conexão denominada ( PAT ). A taxa complementar por minuto de interconexão recebida pela Telemar-RJ nos trimestres findos em 31 de março de 2001 e 2000, totalizou, respectivamente R$ e R$ A Telemar-RJ aluga equipamentos e linhas de telecomunicações para a Embratel, empresas celulares e outras empresas privadas, para completar ligações (circuitos dedicados e conexões de cabos), bem como para prover comunicações de dados por meio de uma quantidade de acordos operacionais que expiram em diferentes datas. As receitas com esses aluguéis (EILD, SLDD, SLDA), conforme os respectivos contratos, foram as seguintes: 31/03/01 31/03/00 Receita com aluguel Despesa com aluguel (8.507) (4.158) 4. CUSTOS E DESPESAS OPERACIONAIS POR NATUREZA Custo serviços prestados Comercialização de serviços Gerais e administrativas 31/03/01 Total Interconexão Depreciação Demais custos e despesas operacionais: Pessoal Material Serviços de terceiros Taxa de administração Publicidade e propaganda /05/ :04:05 Pág: 10

11 NOTAS EXPLICATIVAS Aluguel e seguros PDD e baixa do contas a receber Outros Insumos Custo serviços prestados Comercialização de serviços Gerais e administrativas 31/03/00 Interconexão Depreciação Demais custos e despesas operacionais: Pessoal Material Serviços de terceiros Taxa de administração Publicidade e propaganda Aluguel e seguros PDD e baixa do contas a receber Outros Insumos Os custos com interconexão referem-se basicamente às tarifas de uso das redes fixo -móvel cobradas pelas operadoras de celular, reduzindo substancialmente a margem destes serviços. Os custos com aluguel e seguros incluem os valores que estão sendo pagos pelo aluguel de postes de empresas de energia elétrica, bem como aluguel de linhas dedicadas (EILD) da Embratel. Alguns contratos de aluguel de postes estão sendo negociados, sendo que os valores provisionados refletem a expectativa da administração do real valor desses aluguéis. Em Assembléia Geral Extraordinária da Tele Norte Leste de 30 de novembro de 1999, os acionistas da controladora Tele Norte Leste aprovaram um acordo de prestação de serviços gerenciais e administrativas entre as controladas, dentre as quais a Telemar RJ, e a Telemar Participações S.A., acionista majoritária da Tele Norte Leste, conforme previsto nos Contratos de Concessão. Esse acordo tem vigência até 2003, podendo ser prorrogado, e a remuneração baseia-se em um percentual da receita líquida consolidada das controladas, apurada conforme os princípios contábeis previstos na legislação societária, sendo: 1% no período de agosto de 1998 a 31 de dezembro de 2000; 0,5% em 2001 e 2002, e 0,2% em Total 5. RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO 16/05/ :04:05 Pág: 11

12 NOTAS EXPLICATIVAS 31/03/01 31/03/00 Receitas Financeiras Receitas financeiras nominais Variações monetárias/cambiais ativas Despesas Financeiras Despesas financeiras nominais (16.511) (18.971) Variações monetárias/cambiais passivas (21.148) (37.659) (15.026) Total (28.262) (7.030) 6. OUTRAS RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS LÍQUIDAS 31/03/01 31/03/00 Pesquisa e desenvolvimento (4.558) (4.115) Tributos (7.913) (2.433) Serviços técnicos administrativos Multas aplicadas Despesas recuperadas Aluguel de infra-estrutura Provisão para contingência (6.208) (8.752) Reversão de provisão para c ontingência Outras, líquidas (1.815) O aumento verificado em despesas recuperadas trata-se basicamente de valores de multas e mora decorrentes de atrasos no cumprimento de cronogramas de entrega de serviços de manutenção. Em outubro de 2000, o Senado Federal aprovou Projeto de Lei, que estabelece o FUNTTEL - Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações Brasileiras, cujo principal objetivo é o estímulo à pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias. O fundo entrou em vigor em 28 de março de 2001, e sendo financiado, por 0,5 % da receita líquida das operadoras de telecomunicações. O FUST - Fundo de Universalização de Serviços de Telecomunicações foi aprovado em 17 de agosto de 2000 e visa proporcionar recursos para cobrir a parcela de custo atribuível ao cumprimento de obrigações do Plano Geral de Metas de Universalização. Dentre as receitas do fundo consta a contribuição de 1% da receita operacional bruta dos serviços de telecomunicações excluindo o ICMS, o PIS e a COFINS. Essa contribuição está sendo efetuada mensalmente, a partir de janeiro de Durante o trimestre findo em 31 de março de 2001, Telemar-RJ registrou R$ em Outras despesas operacionais tributos, relativas às despesas com o FUST. 16/05/ :04:05 Pág: 12

13 NOTAS EXPLICATIVAS 7. RECEITAS (DESPESAS) NÃO OPERACIONAIS 31/03/01 31/03/00 Ganho na baixa de ativo permanente Outras despesas não operacionais líquidas IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO A reconciliação dos impostos apurados conforme alíquotas nominais e o valor dos impostos registrados está apresentada a seguir: 31/03/01 31/03/00 Lucro (prejuízo) antes da tributação (39.196) Imposto de renda e contribuição social à alíquota nominal (34% em 2001 e 2000) (1.998) Ajustes para apuração da alíquota efetiva: Multas não dedutíveis (1.640) Benefício (despesa) de imposto de renda e contribuição social (1.998) Alíquota efetiva de imposto de renda e Contribuição social 34,0% 29,8% A composição da receita (despesa) tributária é a seguinte: 31/03/01 31/03/00 Contribuição social sobre o lucro 508 (3.528) Imposto de renda (8.159) 16/05/ :04:05 Pág: 13

14 NOTAS EXPLICATIVAS (11.687) 9. CONTAS A RECEBER DE SERVIÇOS 31/03/01 31/12/00 Valores a faturar Valores faturados Provisão para créditos de liquidação duvidosa (29.072) (29.860) A Vencer Vencidas até 30 dias Vencidas de 31 a 60 dias Vencidas de 61 a 90 dias Vencidas a mais de 90 dias IMPOSTOS DIFERIDOS E A RECUPERAR 31/03/01 31/12/00 Imposto de renda e contribuição social diferidos ICMS, PIS e COFINS e outros impostos a recuperar Imposto de renda e contribuição social a recuperar Imposto de renda retido na fonte Total Circulante Realizável a longo prazo IMOBILIZADO Custo Depreciação acumulada 31/03/01 31/12/00 Valor Valor líquido líquido Taxa anual de depreciação (%) Prédios e canalizações subterrâneas ( ) a 10 Equipamentos de comutação automática ( ) Transmissão e outros equipamentos 16/05/ :04:05 Pág: 14

15 NOTAS EXPLICATIVAS equipamentos ( ) Outros ativos ( ) a 20 Obras em andamento ( ) EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS 31/03/01 31/12/00 Empréstimos em moeda nacional Com empresas ligadas (Nota 14) BNDES (i) Empréstimos e financiamentos em moeda estrangeira Fornecedor (ii) Instituições financeiras (iii) Total Circulante: Empréstimos e financiamentos Dívidas com pessoas ligadas Exigível a longo prazo (i) Em dezembro de 1999, a Companhia firmou contrato de empréstimo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, no total de R$ (valor nominal), com vencimento em dezembro de 2000, e juros baseados na Taxa Referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia - SELIC mais 6,48% ao ano. Este empréstimo refere-se a antecipação de recursos de operação definitiva ("empréstimo ponte") para a Companhia, até a liberação da linha especial de crédito descrita no parágrafo seguinte. Tendo a Companhia comprovado que os recursos dessa operação foram aplicados na aquisição de equipamentos de infra-estrutura, equipamentos eletrônicos, software de gerenciamento de rede e outros, bem como no pagamento dos respectivos serviços de instalação e montagem, nos termos previstos no "Programa de Apoio a Investimentos em Telecomunicações", os referidos recursos foram recalculados (conforme definido em contrato) à Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP divulgada pelo Banco Central do Brasil mais 6,48 % ao ano, sendo 5,5% a título de "spread" básico e 0,98% a título de "spread" de risco, passando o principal a fazer parte do contrato a seguir descrito. Em dezembro de 2000, a Companhia firmou novo contrato com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, no valor total de R$ , com vencimento até dezembro de 2007 incidem juros baseados na Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP mais 3,85% ao ano. O principal será amortizado a partir de fevereiro de 2002, em 72 parcelas mensais. Até 31 de dezembro foram utilizados novos recursos, totalizando aproximadamente R$ , além do principal das antecipações de R$ citadas no parágrafo anterior. Em 31 de dezembro de 2000 por ter assegurado o cumprimento 16/05/ :04:05 Pág: 15

16 NOTAS EXPLICATIVAS das exigências dos empréstimos ponte a companhia reverteu partes dos encargos calculados em função da alteração de SELIC para TJLP. No primeiro trimestre de 2001 os vencimentos dos empréstimos ponte foram repactuados quando da incorporação aos contratos finais. (ii) (iii) O financiamento de fornecedor refere-se a contrato com a SIEMENS, corrigidos pela variação do dólar norte-americano acrescida de juros calculados pela taxa LIBOR mais 5% ao ano, com vencimento em Os empréstimos captados junto ao BankBoston totalizam R$ , e são atualizados pela variação do dólar norte-americano, acrescidos de juros baseados na variação da Taxa LIBOR mais 4,25% ao ano, com amortização semestral até janeiro de Os demais empréstimos foram contraídos junto aos bancos Unibanco (R$ ) e Bilbao Viscaia (R$ 4.178) são remunerados a taxas de juros que variam entre 6,84% e 12,01% ao ano, respectivamente. As amortizações são semestrais até O reembolso da dívida a longo prazo está programado como segue: 31/03/01 31/12/ em diante Total PROVISÕES PARA CONTINGÊNCIAS As provisões para contingência referem-se a: 31/03/01 31/12/00 Natureza: Trabalhistas Tributárias Cíveis Total Circulante Exigível a longo prazo (a) As principais contingências provisionadas estão descritas a seguir: 16/05/ :04:05 Pág: 16

17 NOTAS EXPLICATIVAS Ações trabalhistas - A provisão para ações trabalhistas inclui a estimativa da administração da maior perda provável em relação a várias ações movidas por atuais e ex-empregados, sendo as principais: Adicional de periculosidade - totaliza R$ com base em uma decisão final do Tribunal Superior do Trabalho de 1998, que proporcionou jurisprudência sobre a apuração do adicional de periculosidade. Essa provisão reflete o montante a pagar para os trabalhadores que desempenham suas funções em um ambiente considerado perigoso, principalmente operações próximas a instalações de alta tensão; Equiparação salarial - provisão de R$ , objetivando refletir a provável perda resultante de processos de equiparação salarial entre determinadas classes de empregados; Diferenças salariais/indenizações/produtividade/insalubridade - provisão de R$ referente a processos coletivos cuja responsabilidade de perda foi considerada como provável pela administração da Companhia; O restante das causas provisionadas referem-se a diversos processos, substancialmente pedidos de indenizações, com valores individuais inferiores a R$ A provisão para contingências inclui R$ de plano de aposentadoria comp lementar. Ações tributárias - A determinação da maneira como os diversos impostos federais, estaduais e municipais aplicam-se às operações está sujeita a interpretações variadas devido à natureza singular de suas operações. A administração acredita que sua interpretação das obrigações fiscais está substancialmente em conformidade com a legislação vigente. Os principais questionamentos provisionados são: FINSOCIAL/PASEP/COFINS - Com base em orientação de seus consultores jurídicos, a administração da Comp anhia mantém provisão de R$ referente aos questionamentos da majoração da alíquota e alargamento da base de cálculo do PIS e COFINS de fevereiro de 1999, tendo obtido liminar. Em agosto de 1998 a companhia obteve antecipação de tutela para compensar valores recolhidos a maior, a titulo de PASEP, com as importâncias mensais destas contribuições, bem como dos aumentos de alíquotas da contribuição para o FINSOCIAL, declarados inconstitucionais pela Suprema Corte. A companhia procedeu as ncompensações com outros tributos federais ao longo dos últimos anos, mas mantém provisionado o valor de R$ por não possuir decisão em última instância. Os consultores jurídicos entendem que são boas as chances de êxito. INSS - Em 31 de março de 2001, a administração mantém provisão de R$ referente ao INSS, sendo a parcela principal relacionada à autuação fiscal sobre a compensação e suspensão do SAT (Seguro de Assistência de Trabalho). CPMF - A Companhia possui liminar para não proceder o recolhimento da CPMF em bancos localizados no estado do Rio de Janeiro. Tal valor encontra-se provisionado, totalizando R$ em 31 de março de ISS - A Companhia mantém provisão no montante de R$ 8.275, relativo ao Imposto Sobre Serviços - ISS, decorrente de autuações fiscais sofridas a partir de 1998, obre serviços não sujeitos à tributação do ICMS, tais como aluguel de equipamentos, comissões de publicidade, serviços de valor agregado e outros 16/05/ :04:05 Pág: 17

18 NOTAS EXPLICATIVAS serviços técnicos e administrativos. O valor da provisão reflete a parcela das autuações que os consultores jurídicos entendem ser passíveis de perdas. Existe R$ de autuações referentes a locação de mão -de-obra, aluguel de linhas telefônicas, serviços despertador e etc., que não estão provisionadas por serem consideradas possíveis ou remotas já que estas atividades não se enquadram na lista de incidência do ISS ou já são tributáveis pelo ICMS. Ações cíveis - As ações cíveis relacionam-se, principalmente, a disputas com fornecedores de equipamentos de telecomunicações sobre cláusulas de escalonamento de preços, rescisões contratuais e planos de expansão. (b) Os principais questionamentos não provisionados referem-se a: ICMS convênio 69 - Em 19 de junho de 1998, os Secretários Estaduais de Finanças aprovaram o Convênio 69/98, aumentando a abrangência do ICMS, que passou a incidir também sobre outros serviços, inclusive a tarifa de habilitação e instalação. De acordo com essa nova interpretação, o ICMS pode ser aplicado retroativamente aos outros serviços de telecomunicações durante os últimos cinco anos. A administração acredita que o aumento da abrangência do ICMS para serviços suplementares aos de telecomunicações básicos é questionável porque (i) os Secretários Estaduais atuaram além do escopo de suas autoridades; (ii) a interpretação tributa serviços que não são considerados de telecomunicações, e (iii) novos impostos não podem ser aplicados retroativamente. Em abril de 1999, a Companhia foi autuada pela Secretaria de Finanças do Estado do Rio de Janeiro no valor de R$ com relação ao ICMS sobre habilitações e instalações posteriores a junho de Durante 1999, R$ foram pagos e o saldo remanescente no montante R$ , foi parcelado em até 29 parcelas mensais. Em 31 de março de 2001, o saldo provisionado é de R$ e está apresentado no balanço patrimonial como "Impostos a recolher e diferidos". A administração, baseada na opinião de seus consultores jurídicos, no fato de não ter repassado este aumento tributário aos assinantes e em uma consulta favorável ao Conselho de Contribuintes não está registrando provisão. ICMS sobre ligações internacionais - Em julho de 1999, a companhia foi autuada em R$ relativo ao ICMS sobre ligações internacionais originárias no Brasil. As autoridades alegaram que as ligações internacionais foram prestadas no Brasil e, portanto, sujeitas ao ICMS. Entretanto, essa lei contradiz outras interpretações legais, as quais especificam que as ligações internacionais são consideradas como exportação de serviços e, portanto, dispensadas de ICMS. Ademais, há dúvida quanto à responsabilidade por este recolhimento, caso venha a ser cobrado, pois a Companhia não possui receitas destes serviços. A administração não acredita que o pagamento de ICMS sobre ligações internacionais seja provável. Em fevereiro de 2000, a Companhia obteve resposta favorável do Conselho de Contribuintes. Aumento de tarifas - Em fevereiro de 1999, o Governo Federal aumentou a alíquota da COFINS de 2% para 3%. Para compensar as companhia s pelo aumento de 1%, o governo permitiu a dedução deste valor com a contribuição social a pagar, tendo a Anatel regulamentado que o incremento não deveria ser repassado aos consumidores como aumento na tarifa. Como a companhia não compensou este aumento com a contribuição social por possuir base negativa, entendeu que tal incremento de custo poderia ser repassado aos assinantes, conforme o próprio Contrato de Concessão. A companhia impetrou recurso da Anatel, e baseada na opinião de seus consultores jurí dicos, entende que deve obter uma decisão favorável e que nenhuma obrigação é devida aos assinantes. 16/05/ :04:05 Pág: 18

19 NOTAS EXPLICATIVAS Impostos federais - Em 9 de agosto de 2000, a Companhia, recebeu dois autos de infração, oriundos de fiscalização da Secretaria da Receita Federal, no valor total de R$ , referentes aos tributos IRPJ, CSL, PIS, COFINS e IRRF, por supostas infrações relacionadas a fatos geradores ocorridos em 1996, sendo, portanto, anterior à privatização da própria Companhia. A Companhia apresentou à Delegacia da Receita Federal no Rio de Janeiro, dentro do prazo legal, a documentação comprobatória da regularidade de registros contábeis glosados, bem como haver a Companhia recolhido corretamente os valores dos tributos exigíveis, relativamente ao período fiscalizado, num total de sessenta e seis volumes, correspondentes a mais de três mil e quinhentas páginas de documentos que refutam as alegações formuladas pela fiscalização. Na avaliação das administrações da Companhia e da controladora Tele Norte Leste, bem como de seus consultores jurídicos, os citados autos de infração são improcedentes e, portanto, não foi efetuada provisão para eventuais perdas que possam decorrer dessa questão. Receitas fixo -móvel - Em 6 de julho de 2000, a Anatel deliberou pelo direito da Embratel sobre as receitas das chamadas fixo -móvel interestaduais, ficando a Companhia com direito às receitas das chamadas intraestaduais, do período de junho de 1998, quando foram assinados os contratos de concessão, até julho de 1999, quando passou a vigorar o código de seleção da prestadora (CSP) para os serviços de longa distância. A decisão da Anatel estabelece que a partir da introdução do CSP, a receita é da prestadora escolhida pelo usuário. Na opinião das administrações da Companhia, a Agência interpretou, equivocadamente, como análogos o serviço fixo -móvel e o serviço telefônico fixo -comutado. O entendimento das administrações da Tele Norte Leste e da Companhia é de que a receita do serviço fixo - móvel, independentemente da distância, pertence à operadora local, à qual o assinante que originou a chamada está vinculado, de acordo com as normas daquela Agência que não foram revogadas. Com efeito, a Companhia já protocolou pedido de reconsideração ao Conselho Diretor da Anatel e caberá ainda a submissão da questão ao Poder Judiciário, caso não tenha acolhido o seu pedido de reconsideração. A administração não registra provisão para perdas das causas classificadas como possíveis na opinião de seus consultores jurídicos. Em 31 de dezembro de 2000, as principais causas nesta situação totalizam aproximadamente R$ incluindo (i) incidência do ISS sobre determinados serviços R$75.300; (ii) antigos revendedores de cartões indutivos - R$ ; (iii) rescisão contratual R$ ; (iv) indenização por plano de expansão/emissão de ações R$ A movimentação das provisões para contingências, é como segue: 31/03/01 31/03/00 Natureza: Novas provisões Reversão de provisões, liquidações e acordos (2.986) (14.984) Total As novas provisões referem-se, principalmente, a compensação de PIS, COFINS e FINSOCIAL pelos questionamentos de majoração de alíquota e base de cálculo (aproximadamente R$ 9.644), INSS sobre compensação e suspensão do SAT Seguro de Assistência de Trabalho (R$7.994) e CPMF (R$ 4.544). 16/05/ :04:05 Pág: 19

20 NOTAS EXPLICATIVAS As reversões decorrem de decisões favoráveis, acordos ou pagamento. As principais reversões referem-se a pagamento de determinados processos cíveis (R$ 110), bem como pagamentos, acordos e reversões de causas trabalhistas (de periculosidade e equiparação salarial - R$ 2.876). A Companhia tem envidado esforços no sentido de reduzir o volume de causas trabalhistas em andamento. 14. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS Os principais saldos estão apresentados abaixo: Empresas Empréstimos a receber de coligadas Fornecedores Outros investimentos Dívidas com pessoas ligadas Despesas financeiras 31/03/01 Receitas finan - Ceiras Tele Norte Leste Telemar-MG Telemar-ES Telemar- BA Telemar-AL Telemar-PE Telemar-PB 94 1 Telemar-RN Telemar-PA Total /12/00 Empresas Outros investimentos Fornecedores Dívidas com pessoas ligadas Despesas Financeiras Receitas financeiras Tele Norte Leste Telemar-MG Telemar-ES Telemar- BA 626 Telemar-SE 88 Telemar-AL Telemar-PE 314 Telemar-PB 24 Telemar-CE 6 Telemar-MA 215 Telemar-PA 69 Telemar-AM 558 Telemar-AP 45 16/05/ :04:05 Pág: 20

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