O SETOR LÁCTEO NA ECONOMIA MINEIRA: UM ESTUDO EMPÍRICO A PARTIR DA MATRIZ INSUMO-PRODUTO

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1 O SETOR LÁCTEO NA ECONOMIA MINEIRA: UM ESTUDO EMPÍRICO A PARTIR DA MATRIZ INSUMO-PRODUTO APRESENTACAO ORAL-Estrutura, Evolução e Diâmica dos Sistemas Agroalimetares e Cadeias Agroidustriais CHRYSTIAN SOARES MENDES; MATHEUS WEMERSON GOMES PEREIRA; ERLY CARDOSO TEIXEIRA. UFV, VIÇOSA - MG - BRASIL. O SETOR LÁCTEO NA ECONOMIA MINEIRA: UM ESTUDO EMPÍRICO A PARTIR DA MATRIZ INSUMO-PRODUTO GRUPO DE PESQUISA: ESTRUTURA, EVOLUÇÃO E DINÂMICA DOS SISTEMAS AGROALIMENTARES E CADEIAS AGROINDUSTRIAIS Resumo: O setor lácteo brasileiro tem tido um crescimeto expressivo as ultimas décadas. O estado de Mias Gerais se destaca em relação a este setor á que é o maior produtor de leite do país. Diate disso, o estudo tem como obetivo, aalisar a relevâcia deste setor a ecoomia mieira, por meio do modelo isumo-produto, que permite mesurar os seus pricipais ecadeametos dos setores produtivos através dos ídices de Rasmusse-Hirschma, campos de ifluêcia e ídices puros de ligação. Além disso, buscou-se verificar os efeitos de variações a demada fial sobre os produtos aalisados, pela aálise dos multiplicadores dos Tipos I e II. Desta forma, os resultados corroboram a relevâcia que o setor de leite tem a ecoomia mieira, que foi cosiderado um setor chave, pois apresetou um forte ídice de ligação para trás. Além disso, o setor lácteo gerou um impacto positivo idireto tato o emprego como a reda da ecoomia mieira. Assim, se evidecia que o setor de leite ecessita cada vez meos de mão de obra direta, porém, há uma grade demada idireta, o que é otório, pois cada vez mais a produção de leite brasileira vem se moderizado o que permitiu a ela ser a sexta maior produtora mudial do produto, tedo o estado de Mias Gerais como maior produto do país. Palavras-chave: Leite; Mias Gerais; isumo-produto; ecadeametos; multiplicadores. Abstract: The Brazilia dairy sector has experieced sigificat growth i recet decades. The State of Mias Gerais stads out o this sector sice it is the largest milk producer i the coutry. Thus, the obective this study is examie the relevace of dairy sector i the state ecoomy, usig the iput-output model, which allows us to measure their mai chais of the productive sectors through the Rasmusse-Hirschma idexes, fields of ifluece ad pure rates coectio. I additio, we attempted to verify the effects of chages i fial demad o the products are aalyzed by aalysis of the multipliers of Types I ad II. Thus, the results 1

2 corroborate the importace that the milk idustry has o state ecoomy, which was cosidered a key sector, as it showed a strog lik back. I additio, the dairy sector geerated a idirect positive impact o employmet ad icome of the miig ecoomy. Thus, it is clear that the milk sector eeds less direct labor. However, there is a large idirect demad, which is otorious for icreasig milk productio i Brazil has bee moderized which allowed her to be the sixth largest producer i the world, ad the state of Mias Gerais as a maor product of the coutry. Key words: Milk, Mias Gerais, iput-output, likages, multipliers. 1. INTRODUÇÃO A agroidústria de leite o Brasil vem apresetado um crescimeto expressivo ao logo da década de 1990 e 2000, isso foi reflexo de diversas trasformações ocorridos em todo o setor lácteo, como o surgimeto de um ovo ambiete competitivo, graças a desregulametação do mercado, a liberação dos preços, a abertura comercial e a estabilização ecoômica. O Brasil de acordo com os dados da USDA (Uited States Departmet of Agriculture) é o sexto maior produtor mudial de leite, tedo grade importâcia o mercado iteracioal e também acioal, dado que todos os estados do país produzem este produto, com destaque para o estado de Mias Gerais, que soziho correspodeu o ao de 2008 a 27% de toda produção do mercado brasileiro. Alves (2001), em seu estudo sobre o desempeho do setor leiteiro do Brasil de 1970 a 1999, observou que a produção de leite cresceu cerca de 3,7% ao ao, em aos posteriores essa traetória se mateve. No etato, o preço recebido pelo produtor ão acompahou essa mesma traetória, como destacou Barros e Rizzieri (2000), Yamaguchi (2001) e Gomes (2002). Apesar desta cotradição etre preços e produção, a ecoomia brasileira tem um importate papel a produção de leite. Neste setido, se observa que a literatura sobre a pecuária leiteira é muito vasta, como os trabalhos de Magalhães e Campos (2006) que aalisam a eficiêcia técica do desempeho ecoômico de produtores de leite o Ceará; Ferades et al. (2001) que estimação a produção de leite por meio de dietas ricas em açúcar; Oliveira et al. (2007) fazem uma aálise ecoômica e mercadológico do leite tipo C, etre outros. Em se tratado de estudos sobre a volatilidade do preço do leite, por meio de métodos ecoometricos, destaca-se Gomes et al. (2003) que verificou o comportameto das flutuações do mercado de leite. Visto que o setor lácteo é um importate segmeto da ecoomia brasileira e sedo o maior produtor do país o estado de Mias Gerais, que tem o leite um dos seus símbolos e um dos seus pricipais produtos e de extrema importâcia verificar qual sua relação com os demais setores e seu impacto em termos de geração de emprego e reda a ecoomia mieira? Será que este setor é realmete importate a ecoomia mieira? Deste modo, o presete estudo tem como obetivo aalisar os ecadeametos do setor lácteo a ecoomia mieira, além de medir os impactos de alterações a demada fial sobre a geração de emprego e 2

3 reda, utilizado as abordages de multiplicadores do Tipo I e do Tipo 2, para isto utiliza-se como base de dados a matriz de isumo-produto de Mias Gerais para o ao de 2005 (FJP, 2009). 1.1 O Mercado de Leite o Brasil e em Mias Gerais A produção de leite o Brasil tem sido crescete desde meados da década de 1980, porém este período, equato a produção crescia o preço recebido pelo produtor caia, o que pode ser explicado coforme Gomes (1992), por algus fatores como a capitalização do setor a década de 1970, que possibilitou colher os frutos dos ivestimetos realizados o período seguite; a icorporação de ovas regiões, com aumeto do úmero de vacas e da produtividade dos rebahos e por último foi a teoria do ativo fixo, ou sea, quado o preço do custo do ativo é maior que o preço da veda, o empresário prefere ão desfazer do ativo mesmo com preuízo. O autor, porém argumeta que a pricipal causa para redução do preço foi ustamete a recessão dos aos oiteta. Essa traetória ão se modificou completamete, mas ao cotrário do que ocorreu os aos 80, houve grades trasformações que afetaram toda a cadeia produtiva do leite os aos Os determiates dessas trasformações foram: a) a liberação do preço do leite em 1991, que ates era tabelado pelo govero. O tabelameto trouxe grades preuízos para o agroegócio leite, pois era utilizado mais como medida de auste macroecoômico (cotrole da iflação) que para a moderização do setor. Além disso, o tabelameto fez com que capitais e empresários saíssem da atividade e impediu uma cultura de egociação; b) abertura da ecoomia brasileira, que cotribuiu para criar uma cultura de competição, fazedo com que a qualidade do leite se torasse prioridade a cadeia de lácteos, o que aumetou a importâcia do resfriador a fazeda da coleta a grael e ampliou o pagameto difereciado por volume e qualidade e retirou do mercado os produtores que ão coseguiram itroduzir o processo de graelização. c) estabilidade ecoômica do Brasil, com o Plao Real, que por um lado estimulou o crescimeto da demada, dada pelo aumeto da reda do cosumidor e, por outro lado, em couto com a abertura comercial reduziu a lucratividade do produtor, por causa da redução do preço do produto. Assim, o crescimeto da produção de leite o Brasil aliada a um aumeto da produtividade (Tabela 1), fez do país um dos maiores produtores mudiais do produto. No etato, mesmo tedo uma grade produção, o país importa uma boa quatidade do produto de outros países. A importação que ates era feita apeas pelo govero com a fialidade de regularizar o abastecimeto itero e abastecer programas sociais se modificou. Agora as idústrias laticiistas e empresários começaram a importar com o ituito de suprir o mercado itero, 3

4 em busca de lucros maiores, mesmo que isso viesse a tumultuar o mercado doméstico (GOMES, 1999). Com isso, o úmero de produtores de leite cresceu de maeira ão tão ordea, pois havia muitos que ão possuíam registros de sua produção. Para se ter uma ideia em 2007 os úmero de produtores o Brasil foi de , que foram resposáveis por produzir em média cerca de litros de leite por dia. Detre estes, se desta as empresas DPA/Nestlé, Elegê e Itambé, que represetaram em 2007, 26%, 19% e 16% respectivamete de toda recepção de leite realizada este ao (EMPRAPA, GADO LEITE, 2010). Tabela 1 - Produção de Leite, Vacas Ordehadas e Produtividade Aimal o Brasil 1980/2008*. Ao Produção de Vacas Leite Produtividade Ordehadas (milhões (litros/vaca/ao) (mil cabeças) litros/ao)

5 * Nota (*): Estimativa Embrapa Gado de Leite Fote: Embrapa/IBGE. A idustrialização do setor, bem como, os melhorametos e técicas que surgiram com o passar dos aos, foram de grade importâcia para o crescimeto da produção e da produtividade do leite. Como se observa, a produtividade do leite passou de 801 litros/vaca/ao, para 1261 litros/vaca/ao de 1995 para A fiscalização da produção também trouxe beefícios para os produtores e compradores, pois teriam um produto de mais qualidade e melhor aceitação do mercado. No etato, o produtor de leite passou por diversos mometos difíceis, como a taxação pelo govero do preço do leite a década de 1980, a crise ecoômica e eergética em 1997 e 2001, e a crise iteracioal de 2008, que preudicou e muito o pequeo produtor, em que muitos ão tiveram codições de se materem o mercado e arcarem com os preuízos adquiridos. Com relação a participação das região a produção de leite o país, em 2007, o estado de Mias Gerais ocupa o primeiro lugar, resposável por 27% da produção acioal, seguido pelo Rio Grade do Sul (11%), Paraá (10%), Goiás (10%) e Sata Cataria (7%). O estado de São Paulo ao cotrário do ao de 1997 passou de segudo maior produtor para sexto (6%). Em relação ao estado de Mias Gerais, este tem se destacado a produção acioal de leite, coforme pode ser observado a Tabela 2, em que mateve uma participação média os últimos 10 aos em toro de 28,7% de toda a produção do país, ao passo que a soma de toda uma região, como por exemplo, a Sul, a seguda maior produtora ficou por volta de 26% em igual período (EMBRAPA, GADO LEITE, 2010). O que destaca a importâcia do estado o setor lácteo mieiro para a ecoomia brasileira, pricipalmete cosiderado que grade parte dos produtores são de agricultores familiares, este setido o setor exerce importate efeito social para o Estado. Tabela 2 - Produção de origem aimal dos estabelecimetos agropecuários, segudo as Grades Regiões e Uidade da Federação Grades Regiões e UF Total de estab. Estab. Leite de vaca Leite de búfala Leite de cabra Qtde (1 000 l) % Estab. Qtde (1 000 l) % Estab. Qtde (1000l) % Brasil Norte Nordeste Sudeste Mias Gerais Sul

6 Cetro-Oeste Fote: IBGE, Ceso Agropecuário, Apesar de grade parte da produção aida se cocetrar em regiões sulistas, a uma ítida tedêcia do leite, passar a ser produzido em regiões do Cetro-Oeste, que é uma região do cerrado. Isso se deve a redução do custo de produção, bem como fiaciametos e tecologias que viabilizam a sua produção (GOMES, 1999). 2. METODOLOGIA A metodologia adotada este estudo se baseia a matriz isumo-produto, que possibilita realizar uma aálise detalhada dos diversos setores da ecoomia, tato os compradores como os vededores a estrutura produtiva. Assim, para alcaçar os obetivos propostos o estudo se utilizou os ídices de Rasmusse-Hirschma, campos de ifluêcia e ídices puros de ligação, bem como os multiplicadores de reda, emprego e produto, que serão todos aalisados a seguir. 2.1 Ídices de Ligação Itersetorial Rasmussem- Hirschma e Setores-chave Os ídices de ligações itersetoriais podem ser calculados para idetificar os setoreschave a ecoomia, isto é, se os setores são relevates a ecoomia. Tais ídices foram iicialmete desevolvidos por Rasmusse (1956) e Hirschma (1958). Segudo Guilhoto et al (1994), por meio destes ídices, tora-se possível verificar os setores que teriam o maior poder de ecadeameto detro da ecoomia, isto é, possibilitam determiar os ídices de ligações para trás que idicam o quato um setor demada dos demais e os ídices de ligações para frete que revelam o quato este setor é demadado pelos demais. Para mesurar esses ídices de ligações, ecessitam-se da matriz iversa de Leotief 1 dada por: B = ( I A) de dimesão x, em que idica o úmero de setores cosiderados e cuos elemetos dessa matriz podem ser represetados por b. Dado que B* idica a média de todos os elemetos de B e que B e B i represetam, respectivamete, a soma de uma colua e de uma liha típica de B, tem-se que os ídices podem ser defiidos pelas seguites equações: B / U = (1) B * U B i / B * i = (2) 6

7 Quado os setores possuem os ídices de ligações para trás (U) e os ídices de ligações para frete (Ui) com valores superiores à uidade, estes setores podem ser caracterizados como setores-chave para o crescimeto da ecoomia, isto é, possuem forte ecadeameto (HADDAD et al., 1989). Cada um desses ídices possui uma medida de variabilidade associada, que permite verificar o ecadeameto de um setor com os demais, buscado idetificar como uma alteração em um dado setor repercutirá sobre os demais setores (HADDAD et al., 1989). Tais ídices de dispersão podem ser determiados através das seguites expressões: V V 1 b i = i = 1 i = i i = 1 1 b b i = 1 b 1 i= 1 i = 1 = 1 b 1 2 b 2 (3) (4) 2.2 Campo de Ifluêcia Tedo em vista que os ídices de Rasmusse-Hirschma avaliam a relevâcia de um dado setor em relação aos seus impactos o sistema como um todo, é difícil visualizar os pricipais ecadeametos detro da ecoomia, ou sea, idetificar os coeficietes, que quado modificados, gerariam maior impacto o sistema como um todo (HADDAD e PEROBELLI, 2002; GUILHOTO, 2004). Neste setido, a abordagem do campo de ifluêcia 1 descreve como se distribuem as mudaças dos coeficietes diretos o sistema ecoômico como um todo, o que possibilita verificar as relações etre os setores que apresetariam maior relevâcia detro do processo produtivo. De acordo com Sois et al. (1995) a determiação do campo de ifluêcia requer os dados da matriz de coeficietes diretos, A = a icremetais os coeficietes diretos de isumo, Leotief ates das mudaças, expressa por: 1 por: B ( ε ) = [ I A ε ] = b ( ε ). ; a defiição de uma matriz de variações E = ε e as matrizes iversas de 1 B = [ I A] = b e depois das mudaças, dada Cosidere que ε = ε, i = i1, = 1 e ε = 0, i i, 1 1, isto é, que haa uma variação pequea e em apeas um coeficiete técico. Portato, baseado essas 1 Ver Sois & Hewigs (1989 e 1994); Sois et al. (1995). 7

8 codições, o campo de ifluêcia desta variação pode ser aproximado pela expressão (5), como descrita a seguir: F ( ε ) [ B ( ε ) B ] = (5) ε ode F ( ε ) é a matriz do campo de ifluêcia do coeficiete a, com dimesão x. Para se verificar os coeficietes que possuem maior campo de ifluêcia, associa-se a cada matriz F ε ) um valor, que é dado por: ( k = 1 l = 1 [ ] 2 f ( ) S = ε (6) kl em que S é o valor associado à matriz F ε ). Assim, os coeficietes diretos que tiverem os maiores valores de apresetam os maiores campos de ifluêcia a ecoomia como um todo. 2.3 Ídices Puros de Ligação ( S são os que Outra maeira de miimizar as deficiêcias dos ídices de Rasmusse-Hirschma é determiar os ídices puros de ligações (abordagem GHS,). 2 Os ídices puros de ligações determiam o comportameto da estrutura produtiva cosiderado o ível de produção de cada setor e permitem dimesioar as iterações etre setores em termos de valor da produção. Para ormalizar esses ídices, divide-se o valor da produção média em cada setor pelo valor médio a ecoomia (ANEFALOS e GUILHOTO, 2003). A abordagem GHS tem por obetivo isolar os impactos de cada setor sobre o sistema ecoômico como um todo, coforme sugere Guilhoto et al. (1996), um sistema de isumoproduto formado por dois setores: e r pode ser represetado por uma matriz de coeficietes de isumos diretos (A) dada por: A A r A = (7) A r A rr em que A e A rr se referem às matrizes quadradas de isumos diretos do setor e do resto da ecoomia, respectivamete; A r e A r correspodem a matrizes retagulares dos isumos diretos comprados pelo setor do resto da ecoomia e vice-versa. 2 Ver Guilhoto et al (1994) e Sois et al (1995). 8

9 Através da matriz A e fazedo-se uma decomposição tripla multiplicativa da matriz iversa de Leotief, obtém-se: 1 B = ( I A ) = B B r B B 1 ode: = ( I A ) ; rr = ( I r A r r rr 0 = 0 rr r A = r ( I A rr ) ; ) 1 r = I A r r A r I ( I A A r r r ) 1 e (8) Assim, tedo-se a equação (8), se determia os ídices puros de ligações ormalizados para trás (PBLN) e para frete (PFLN), expressos, respectivamete, por: PBLN = PBL (9) PBL em que: PBL i = A Y e idica o impacto puro do valor da produção total do setor r r sobre o resto da ecoomia, livre da demada de isumos próprios e dos retoros do resto da ecoomia para o setor e: PBLN = PBL (10) PBL em que: PFL i = A Y e represeta o impacto puro do valor da produção total do r r r resto da ecoomia sobre o setor. Por sua vez, o ídice puro total ormalizado das ligações de cada setor (PTLN) pode ser defiido como: em que PTLN = PTL (11) PTL i = PBL PFL. PTL + Segudo Martis e Guilhoto (2001), os setores podem ser cosiderados chaves, sob essa técica dos ídices de ligações puros ormalizados, quado apresetam ídice puro total ormalizado acima da uidade. 2.2 Multiplicadores de emprego, reda e produto 9

10 Para mesurar o impacto sobre a produção, a reda e o emprego, buscaram-se determiar os seus respectivos multiplicadores do tipo I, em que o setor família é exógeo à matriz de coeficietes técicos. O multiplicador de produção do tipo I mede o valor total de produção adicioal em toda ecoomia, que é ecessário para satisfazer a uma uidade moetária adicioal da demada fial, para a produção proveiete de um setor específico (MILLER e BLAIR, 1985). Isto é: O = b i= 1 (12) em que O idica o multiplicador de produção para o setor e b represeta os elemetos da matriz Iversa de Leotief. O multiplicador de reda do tipo I capta os impactos a reda recebida pelas famílias, motivados por mudaças os gastos da demada fial (MARTINS e GUILHOTO, 2001). Matematicamete, pode ser expresso como: R = i = 1 r b + 1, i. (13) em que R refere-se ao multiplicador de reda para o setor, r + 1, i correspode ao efeito iicial a reda do trabalhador para o acréscimo de uma uidade a demada do produto o setor. Com relação ao multiplicador de emprego do tipo I, Martis e Guilhoto (2001) o defie como o valor total de emprego adicioal em toda ecoomia, que é requerido para satisfazer a uma uidade moetária adicioal da demada fial, para a produção decorrete de um setor específico. Assim, um acréscimo da demada fial resultará em elevação de emprego o setor estudado, proveiete de efeitos diretos, e elevação de emprego os demais setores da ecoomia, resultate de efeitos idiretos. No etato, as variações obtidas o emprego são expressas em postos de trabalho e ão em termos moetários como o multiplicador de produção. Matematicamete, o multiplicador de emprego do tipo I pode ser descrito da seguite forma: E = i = 1 w b + 1, i. (14) em que E diz respeito ao multiplicador de emprego para o setor e w + 1, i correspode ao úmero de pessoas ocupadas o setor por uidade moetária produzida. Quato ao multiplicador do tipo II, este segue basicamete os mesmos procedimetos do multiplicador do tipo I, a úica difereça é que este cosidera um vetor liha correspodete a remueração dos trabalhadores e um vetor colua que correspode ao emprego dos mesmos. 10

11 3. FONTE E TRATAMENTO DOS DADOS Os dados deste estudo foram obtidos por meio da matriz isumo produto, dispoibilizada pela Fudação João Piheiro FJP (2009), referete ao estado de Mias Gerais do ao de 2005, composta de 53 produtos e 35 setores, porém foi feita uma agregação destes dados, em que se cosiderou apeas 14 setores, são eles: Lácteo; agropecuária; idústria extrativa mieral; idústria de trasformação; idústria automobilística; produção e distribuição de eletricidade; gás e água; costrução; comércio; trasporte, correio e serviços de iformação; fiaças e seguros; serviços imobiliários e aluguel; serviços de aloametos, alimetação e prestados às empresas; serviços públicos e outros serviços 3. Deve-se ressaltar que, ao se agregar setores, há um viés de agregação, isto é, uma difereça etre o vetor de produção total do sistema agregado e o vetor obtido pela agregação do total da produção do sistema regioal ão agregado (MORIMOTO, 1970; GUILHOTO, 2004). Cotudo, isso ão iviabiliza o estudo, pois os efeitos da agregação somete se toram relevates, quado há uma redução muito expressiva do úmero de setores da matriz origial. 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO 4.1 Ídices de Rasmusse-Hirscham e Ídices Puros de Ligação 3 Os 14 setores foram compostos pelos seguites seguimetos: (1) Setor Lácteo (leite de vaca e de outros aimais, leite de produtos do laticíio e sorvetes); (2) Agropecuária (milho em grão, caa-de-açúcar, soa em grão, café em grão, feão, outros produtos da agricultura, silvicultura e exploração florestal; bovios, aves vivas e ovos, outros produtos da pecuária e pesca); (3) Idústria Extrativa Mieral (miério de ferro, outros produtos das idústrias extrativas mieral); (4) Idústria de Trasformação (abate e preparação de produtos de care, produtos das usias e do refio do açúcar, óleos e gorduras vegetais e aimais - exclusive de milho, rações balaceadas para aimais, outros produtos alimetares, bebidas, produtos do fumo, produtos têxteis, artefatos de couro e calçados, artigos do vestuário e acessórios, celulose, papel e produtos de papel, produtos do refio do petróleo, álcool, produtos farmacêuticos, perfumaria, higiee e limpeza, produtos de borracha e plástico, outros produtos químicos, cimeto, outros produtos de mierais ão-metálicos, metalurgia do aço, metalurgia de metais ão-ferrosos, produtos de metal, máquias e equipametos, máquias, aparelhos e materiais elétricos, móveis, produtos de madeira e artigos diversos); (5) Idústria Automobilística (automóveis, camioetas, utilitários, camihões e ôibus, peças e acessórios para veículos automotores, outros equipametos de trasporte); (6) Produção e distribuição de eletricidade, gás e água (eletricidade, gás, água, esgoto e limpeza urbaa); (7) Costrução (costrução); (8) Comércio (comércio); (9) Trasporte, correio e serviços de iformação (trasporte, armazeagem e correio, serviços de iformação); (10) Fiaças e seguros (itermediação fiaceira e seguros); (11) Serviços imobiliários e aluguel (serviços imobiliários e aluguel, aluguel imputado); (12) Serviços de aloametos, alimetação e prestados às empresas (serviços de aloameto e alimetação, serviços prestados às empresas); (13) Serviços públicos (educação e saúde mercatil, admiistração pública) e (14) Outros serviços (outros serviços). 11

12 De acordo com Guilhoto (2004), os ídices de ligação permitem idetificar quais setores possuem maior poder de ecadeameto detro da ecoomia, ligações estas que podem ser tato para frete como para trás, isto é, a quatidade de produtos demadas de outros setores da ecoomia por um setor e quato um setor demadaria dos outros, respectivamete. Neste setido, verificou-se que os setores de lácteo, idústria de trasformação, automobilística e costrução, foram os que apresetaram maiores ídices de ligação para trás, ou sea, são setores chave para o crescimeto da ecoomia, pois produzem impactos diretos e idiretos tato o emprego como a reda mieira, como será verificado posteriormete a aálise dos multiplicadores de emprego e reda, coforme observado a Tabela 3. Tabela 3 Ídices de ligação de para frete e para trás de Rasmusse-Hirschma, Mias Gerais Setores ILT ILF 1 Setor Lácteo Agropecuária Idústria Extrativa Mieral Idústria de Trasformação Idústria Automobilística Distribuição de eergia, gás e saeameto básico Costrução Comércio Trasporte, correio e serviços de iformação Fiaças e seguros Serviços imobiliários e alugueis Serviços de aloametos, alimetação e prestados às empresas Serviços públicos Outros serviços Fote: Resultados da pesquisa. No que cocere ao ecadeameto para frete (Tabela 3), que represetam os setores mais diâmicos da ecoomia e como importates vededores foram a idústria de trasformação; trasporte, correios e serviços de iformação; agropecuária; serviços de aloametos, alimetação e prestados às empresas; comércio; distribuição de eletricidade, gás e água. No etato, a serviços públicos, foi o que apresetou o meor ídice de ligação para frete (0,664) o que idica que detre todos os setores este se ecotra mais relacioado com a demada fial, ão se equadrado como setor chave da ecoomia de Mias Gerais 4. 4 Utilizado a abordagem fraca do coceito que cosidera setor chave como o setor que apreseta ILT ou ILF maior que uma uidade. 12

13 Para complemetar a aálise dos ídices apresetados, calculou-se os ídices puros de ligação que permitem dimesioar as iterações etre setores em termos de valor da produção. Segudo Casimiro Filho (2002), um setor é cosiderado chave, pela ótica dos ídices puros de ligação ormalizados, quado seus valores dos ídices puros de ligações totais ormalizados excedem a uidade. Tabela 4 Ídices puros de ligação ormalizados para trás (PBL), para frete (PFL) e total (PTL), Mias Gerais, 2005 Setores PBL PFL PTL 1 Setor Lácteo 5,795 0,338 3,067 2 Agropecuária 3,930 3,134 3,532 3 Idústria Extrativa Mieral 0,016 0,580 0,298 4 Idústria de Trasformação 2,395 3,666 3,030 5 Idústria Automobilística 0,010 0,186 0,098 6 Distribuição de eergia, gás e saeameto básico 0,052 0,985 0,518 7 Costrução 0,008 0,050 0,029 8 Comércio 1,229 1,970 1,599 9 Trasporte, correio e serviços de iformação 0,289 1,332 0, Fiaças e seguros 0,118 0,606 0, Serviços imobiliários e alugueis 0,009 0,277 0, Serviços de aloametos, alimetação e prestados às empresas 0,138 0,800 0, Serviços públicos 0,000 0,003 0, Outros serviços 0,010 0,075 0,042 Fote: Resultados da pesquisa. Desta maeira, se observa que muitos setores que ates ão possuíam relação de ligação para trás forte, apresetaram uma expressiva participação agora que se cosideram as iterações etre setores em termos de valor da produção com destaque para o setor lácteo, que teve o maior ídice de ligação pura para trás (5,8), isso cofirma o fato de que este é um setor chave a ecoomia e que possui importate participação os demais setores da ecoomia, porém o que tage a ligação para frete este foi pouco expressivo. Em cotrapartida, outros setores apresetaram uma fraca relação de ligação tato para frete como para trás, é o caso dos setores de serviços públicos, outros serviços, serviços imobiliários e seguros. A idústria de trasformação como era de se esperar teve um ídice de ligação expressivo tato para trás (2,4), para frete (3,6) como total (3,0). Sedo assim, buscou-se agora medir a relação existete etre os setores da ecoomia mieira. 13

14 4.2 Campo de Ifluêcia Como os ídices de Rasmusse-Hirschma ão permitem visualizar os pricipais elos de ligação detro da ecoomia, calculou-se os campos de ifluêcia, que coforme Gilhoto (2004), descreve como se distribuem as mudaças dos coeficietes diretos a ecoomia, permitido idetificar quais as relações etre os setores (Figura 1). Figura 1 Coeficietes setoriais com maior campo de ifluêcia, Brasil Fote: Resultados da pesquisa. Como se observa, caso haa uma pequea variação a matriz de coeficietes técicos, o setor Idústria de trasformação (4), é o que mais propagaria essas variações o sistema ecoômico. A idústria de trasformação é um dos que mais vedem e compram dos demais setores, o que corrobora para seu diamismo. O setor lácteo (1), que é foco deste estudo, apreseta uma relação cosiderável tato em termos de compra como de veda, isso porque a produção de leite esta relacioada com diversos produtos da agropecuária, trasportes, idústria de trasformação etc, que forecem aparato o processo produtivo, sea por meio de equipametos ou produtos voltados para a alimetação dos gados leiteiros. Além disso, por meio do campo de ifluêcia pode-se verificar as demais iterações que ocorrem a ecoomia, com destaque para agropecuária (2), que é corroborado por Amori, Coroel e Teixeira (2009), bem como a idústria automobilística (5), distribuição de eergia, gás e saeameto básico (6), comércio (8) e trasporte (9) que são compradores de praticamete todos os demais setores. Deve-se ressaltar, que quato maior for a bolha, mais forte é a relação que o setor possui com outro. 14

15 4.3 Aálise da geração de emprego, reda e produto a ecoomia Com ituito de mesurar os impactos das modificações a demada fial sobre a produção, reda e geração de empregos, dos setores, em especial do leite, calculou-se os multiplicadores do tipo 1 e 2 bem como os impactos diretos e idiretos da demada fial sobre o pessoal ocupada e sobre as remuerações. Tabela 5 - Multiplicadores do tipo 1 de emprego, salário e produção, Mias Gerais Setores Emprego Reda Produção Valor Rak Valor Rak Valor Rak 1 Setor Lácteo Agropecuária Idústria Extrativa Mieral Idústria de Trasformação Idústria Automobilística Distribuição de eergia, gás e saeameto básico Costrução Comércio Trasporte, correio e serviços de iformação Fiaças e seguros Serviços imobiliários e alugueis Serviços de aloametos, alim. e prestados às emp Serviços públicos Outros serviços Fote: Resultados da pesquisa. Por meio da Tabela 5, se verifica que o setor leite foi um dos que apresetou meor multiplicador da produção, isto é, caso haa um aumeto de uma uidade moetária a demada fial do setor lácteo, levaria a um aumeto de apeas 1,251 uidade moetária a produção da ecoomia, ao passo que a idústria de trasformação aumetaria a produção em 3,32 uidades moetárias. No etato, se estes valores forem decompostos, o caso do setor lácteo uma uidade será direcioada para o setor e apeas 0,251 para a produção da ecoomia, ao passo que a idústria de trasformação iria direcioar 2,32 uidades para a ecoomia. No que tage aos multiplicadores de emprego e reda, o setor de leite passa a ter uma participação mais expressiva, pricipalmete a reda (2,19), se ecotrado a seguda colocação, mas ficado em sexto o rakig de emprego. Porém, a idústria de trasformação 15

16 (2,12), idústria extrativa mieral (1,80) e idústria automobilística (2,29) foram os que tiveram maior multiplicador de emprego, o que mostra a importâcia destes setores a geração de empregos. No caso da idústria automobilística, um aumeto de uma uidade moetária este setor levaria a um acréscimo de 2,29 uidades de emprego gerado, ou melhor, iria gerar 1,29 uidades, pois uma uidade seria correspodete ao próprio setor. Tabela 6 Impactos setoriais diretos e idiretos da demada fial sobre o emprego e a reda exogeamete, Mias Gerais Setores Efeito Direto Efeito Idireto Emprego Reda Emprego Reda 1 Setor Lácteo Agropecuária Idústria Extrativa Mieral Idústria de Trasformação Idústria Automobilística Distribuição de eergia, gás e saeameto básico Costrução Comércio Trasporte, correio e serviços de iformação Fiaças e seguros Serviços imobiliários e alugueis Serviços de aloametos, alim. e prestados às emp Serviços públicos Outros serviços Fote: Resultados da pesquisa. Em relação ao impacto direto e idireto 5 dos setores a demada fial sobre a remueração e emprego, a Tabela 6, destaca os pricipais resultados. Ao se aalisar os efeitos diretos sobre o emprego, se observa que os setores Idústria de trasformação (4), Agropecuária (2) e Trasporte, correio e serviços de iformação (9), são os mais importates geradores de empregos diretos, com destaque para a idústria de trasformação, isto porém era de se esperar dado que este setor é um dos que mais empregam trabalhadores o estado de Mias Gerais e o Brasil. 5 De acordo com Filho (2002, p ), empregos diretos correspodem à mão de obra adicioal requerida pelos setores ode se observa o aumeto da produção; á os empregos idiretos são os gerados os setores que forecem isumos para a produção do setor ode iicialmete ocorreu o aumeto da demada. 16

17 A reda direta também foi resposável por estes mesmos setores, porém agora com uma participação importate do setor Serviços de aloametos, alimetação e prestados às empresas (12). O setor lácteo, ão se destacou como estes setores, mas ao se verificar o efeito idireto este se ecotra etre os que mais geraram emprego e reda idiretamete. São os pricipais setores que geradores de emprego e reda idireta: Agropecuária (2), Lácteo (1), Outros serviços (14), Comércio (7), Serviços públicos (13). Ou sea, apesar da idústria de trasformação ser importate a geração de emprego e reda direta, a agropecuária e o leite, geram mais idireta que diretamete, o que também é de suma importâcia para o crescimeto ecoômico de Mias Gerais. Uma forma um pouco mais realista de verificar os resultados acima apresetados é por meio da adoção dos multiplicadores tipo 2 (Tabela 7), que leva em cosideração os efeitos diretos e idiretos idicados pelo modelo isumo produto, mais variações produzidas a reda resultates de um aumeto dos gastos dos cosumidores. Desta forma, ao costruir este multiplicador se cosidera o efeito que o cosumo das famílias e a reda das mesmas causam a matriz de coeficietes técicos, ou sea, se aalisa o cosumo e reda edogeamete e mais exogeamete. Tabela 7 - Multiplicadores do tipo 2 de emprego, salário e produção, Mias Gerais Setores Emprego Reda Produção Valor Rak Valor Rak Valor Rak 1 Setor Lácteo Agropecuária Idústria Extrativa Mieral Idústria de Trasformação Idústria Automobilística Distribuição de eergia, gás e saeameto básico Costrução Comércio Trasporte, correio e serviços de iformação Fiaças e seguros Serviços imobiliários e alugueis Serviços de aloametos, alim. e prestados às emp Serviços públicos Outros serviços Fote: Resultados da pesquisa. Ao se cosiderar agora o cosumo das famílias edógeo ao sistema produtivo, se percebe que multiplicador de produção cotiuou a ter a idústria de trasformação (4) como pricipal setor produtivo da ecoomia mieira, seguido por Trasporte, correio e serviços de iformação (9), Serviços imobiliários e alugueis (11). 17

18 O setor lácteo cotiuou a ter uma relação baixa em termos do multiplicador de produção. Etretato, este setor passou para o primeiro lugar o multiplicador de reda, isto é, caso haa um aumeto de uma uidade moetária da reda do setor isso irá gera, 3,87, a ecoomia, dado que um será para o próprio setor. Em grade parte, praticamete todos os setores modificaram de classificação, com exceção de outros serviços (14), que permaeceu a mesma posição, o etato, o setor distribuição de eergia, gás e saeameto básico (6) passou da quita para seguda posição do multiplicador de emprego, isto é, caso haa o aumeto de uma uidade, haverá uma acréscimo de 6,25 uidades de emprego a ecoomia. O que se verifica com isso é que a difereça etre os dois multiplicadores tipo 1 e 2 ão foram tão expressivas para algus setores, em termos de rakig, ao passo que para outros teve um mudaça razoável, como a Agropecuária (2) e o próprio Leite (1). O mesmo resultado se verificou com o multiplicador do emprego. Aalisado agora os impactos diretos e idiretos, que servem de base para o multiplicador tipo 2, se observa que houve um aumeto expressivo do efeito idireto do emprego para o setor leite (1), o que corrobora com a importâcia deste segmeto para a ecoomia mieira, bem como o da Agropecuária (2), que teve um efeito superior aos demais. Tabela 8 Impactos setoriais diretos e idiretos da demada fial sobre o emprego e a reda edogeamete, Mias Gerais, Setores Efeito Direto Efeito Idireto Emprego Reda Emprego Reda 1 Setor Lácteo Agropecuária Idústria Extrativa Mieral Idústria de Trasformação Idústria Automobilística Distribuição de eergia, gás e saeameto básico Costrução Comércio Trasporte, correio e serviços de iformação Fiaças e seguros Serviços imobiliários e alugueis Serviços de aloametos, alimet. e prestados às empresas Serviços públicos Outros serviços Fote: Resultados da pesquisa. A idústria de trasformação (4) cotiuou a ser a pricipal gerado de empregos diretos a ecoomia, o Comércio (8) elevou sua participação tato a reda como o emprego idireto, assim como os Serviços públicos (13). O que se observa por meio dos impactos diretos e idiretos do multiplicador tipo dois, é que as pricipais modificações se ecotram os impactos idiretos, ustamete, por como apresetado ateriormete, cosiderar a demada fial como edógea, isso permite otar que os setores possuem importate relação 18

19 a geração de emprego e reda idiretamete, o que é favorável para a ecoomia, pois cotribui para o crescimeto do estado e em cotrapartida para o país. 5. CONCLUSÕES O setor de lácteo apresetou importate participação a ecoomia mieira em 2005, sedo cosiderado um setor chave, pois apresetou um forte ídice de ligação para trás, mesmo estado desagregado do setor agropecuário, o que corrobora a relevâcia deste segmeto, tato a compra de bes e serviços como o forecimeto do produto para os demais setores. Etretato, foi a idústria de trasformação o segmeto que mais teve ecadeametos tato para frete como para trás. Em relação aos impactos das fiais setoriais a produção e geração de emprego e reda, deve-se ressaltar a expressiva cotribuição da idústria de trasformação e idústria extrativa mieral. No etato, em termos de impacto idireto tato o emprego como a reda, os setores de leite, agropecuário, comércio, trasportes, idústria de trasformação, idústria automobilística etre outros, tiveram papel prepoderate a ecoomia mieira o ao de Por meio dos resultados empíricos deste trabalho pode-se evideciar que o setor de leite ecessita cada vez meos de mão de obra direta, porém, há uma grade demada idireta, o que é otório, pois cada vez mais a produção de leite brasileira vem se moderizado o que permitiu a ela ser a sexta maior produtora mudial do produto. Assim, se observa a relevâcia que este segmeto possui para os diversos setores e para a ecoomia mieira, tato como produtora, como icetivadora a geração de emprego e reda. 6. REFERÊNCIAS ALVES, E. R. A. Características do desevolvimeto da agricultura brasileira. I: GOMES, A.T. et al. (ed.) O agroegócio do leite o Brasil. Juiz de Fora: EMBRAPA-CNPGL, p AMORIN, Airto Lopes; CORONEL, Daiel Arruda; TEIXEIRA, Erly Cardoso. A agropecuária a ecoomia brasileira: Uma aálise de isumo produto. Perspectiva Ecoômica. Vol. 5. p.1-19, BARROS, J. M. & RIZZIERI, J. A. B. Os efeitos da pesquisa agrícola para o cosumidor. relatório, São Paulo, FIPE, uho 200. EMBRAPA, GADO LEITE Estatísticas do Leite. Acesso em: 10/02/2010. Dispoível em: 19

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