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1 TÉCNICO maio 2010

2 ÍNDICE LEGISLAÇÃO FEDERAL... ESTADUAL... MUNICIPAL PROPOSIÇÃO MUNICIPAL

3 LEGISLAÇÃO FEDERAL 1. Ato Declaratório Executivo CODAC nº 34, de DOU 1 de Coordenação-Geral de Arrecadação e Cobrança Divulga a Agenda Tributária do mês de junho de Instrução Normativa DC/ANVISA nº 6, de DOU 1 de Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária Dispõe sobre a fiscalização de meios de transporte, estabelecimentos e serviços sujeitos a controle sanitário em Portos, Aeroportos e Fronteiras poderá ser registrada em meios eletrônicos. 3. Instrução Normativa DIDES nº 41, de DOU 1 de Diretoria de Desenvolvimento Setorial Dispõe sobre a versão do Padrão TISS de comunicação e segurança para a troca de informações entre operadoras de planos privados de assistência à saúde e prestadores de serviços de saúde sobre os eventos assistenciais realizados aos seus beneficiários. 4. Instrução Normativa RFB nº 1.028, de DOU 1 de Secretaria da Receita Federal Aprova o programa gerador e as instruções para preenchimento da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ 2010). 5. Instrução Normativa RFB nº 1.029, de DOU 1 de Secretaria da Receita Federal Aprova o programa gerador do Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais Mensal-Semestral, versão 2.4 (Dacon Mensal-Semestral 2.4). 6. Instrução Normativa RFB Nº 1.031, de DOU 1 de Secretaria da Receita Federal do Brasil Altera a Instrução Normativa SRF Nº 421, de 10 de maio de 2004, que dispõe sobre os Depósitos Judiciais e Extrajudiciais referentes a tributos e contribuições federais administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. 7. Instrução Normativa RFB nº 1.033, de DOU 1 de Secretaria da Receita Federal do Brasil Dispõe sobre a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf) e o programa gerador da Dirf Instrução Normativa RFB nº 1.034, de DOU 1 de Secretaria da Receita Federal do Brasil Altera a Instrução Normativa RFB Nº 974, de 27 de novembro de 2009, que dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF). 9. Instrução Normativa RFB nº 1.035, de DOU 1 de Secretaria da Receita Federal do Brasil 3

4 Dispõe sobre a baixa especial da inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) de pessoas jurídicas, nos termos dos arts. 54 e 55 da Lei nº , de 27 de maio de Lei nº , de DOU 1 de Altera os arts. 109 e 110 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de Código Penal. 11. Lei nº , de DOU 1 de Altera o art. 723 da Lei nº , de 10 de janeiro de Código Civil, para adequálo às exigências da Lei Complementar nº 95, de 26 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre a elaboração, a redação, a alteração e a consolidação das leis. 12. Lei nº , de DOU 1 de Altera dispositivos da Lei nº 4.886, de 9 de dezembro de 1965, que regula as atividades dos representantes comerciais autônomos, para dispor sobre fixação do valor das anuidades, taxas e emolumentos devidos pelos profissionais da categoria e pelas pessoas naturais e jurídicas aos Conselhos Regionais dos Representantes Comerciais em que estão registrados. 13. Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 02, de DOU 1 de Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e Secretaria da Receita Federal do Brasil Dispõe sobre os modelos de requerimentos de Parcelamento e de Reparcelamento de débitos inscritos em dívida ativa da União. 14. Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 03, DOU 1 de Republicado no DOU 1 de Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e Secretaria da Receita Federal do Brasil Dispõe sobre a necessidade de manifestação dos sujeitos passivos optantes pelos parcelamentos previstos na Lei nº , de 27 de maio de 2009, com relação à inclusão dos débitos nas respectivas modalidades de parcelamento e dá outras providências. 15. Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 05, de DOU 1 de Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e Secretaria da Receita Federal do Brasil Delega à Secretaria da Receita Federal do Brasil competência para efetuar o parcelamento de débitos nos casos em que especifica. 16. Portaria INMETRO nº 184, de DOU 1 de Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial 17. Portaria MPS nº 259, de DOU 1 de Ministro de Estado da Previdência Social Revoga a Portaria MPS nº 270 de Portaria MTE nº 982, de DOU 1 de Ministério do Trabalho e Emprego Altera a Portaria MTE nº 488 de

5 19. Portaria MTE nº 1.095, de DOU 1 de Ministério do Trabalho e Emprego Disciplina os requisitos para a redução do intervalo intrajornada. 20. Portaria MTE nº 1.100, de DOU 1 de Ministério do Trabalho e Emprego Altera a Portaria MTE nº 550 de Portaria MTE nº 1.246, de DOU 1 de Portaria SIT/DSST nº 184, de DOU 1 de Secretaria de Inspeção do Trabalho e Diretoria do Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho Altera a Portaria nº 121, de 30 de setembro de 2009, que estabelece as normas técnicas de ensaios e os requisitos obrigatórios aplicáveis aos Equipamentos de Proteção Individual - EPI enquadrados no Anexo I da NR-6 e dá outras providências. 23. Portaria SECEX nº 10, de DOU 1 de Secretaria de Comércio Exterior Dispõe sobre as operações de comércio exterior. 24. Resolução CAMEX nº 26, de DOU 1 de Câmara de Comércio Exterior Altera as alíquotas ad valorem do Imposto de Importação incidentes sobre os seguintes Bens de Informática e Telecomunicação, na condição de Ex-tarifários. 25. Resolução CAMEX nº 34, de DOU 1 de Câmara de Comércio Exterior Altera para 2% (dois por cento), até 31 de dezembro de 2011, as alíquotas ad valorem do Imposto de Importação incidentes sobre os Bens de Capital que especifica, na condição de Extarifários. 26. Resolução CAMEX nº 36, de DOU 1 de Câmara de Comércio Exterior 27. Resolução CGSN nº 73, de DOU 1 de Comitê Gestor do Simples Nacional Altera a Resolução CGSN nº 58, de 27 de abril de Resolução CONAMA nº 423, de DOU 1 de Republicado no DOU 1 de Revoga o parágrafo único do art. 16 da Resolução nº 401, de 4 de novembro de 2008, do Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA. 5

6 LEGISLAÇÃO FEDERAL 1. Ato Declaratório Executivo CODAC nº 34, de DOU 1 de Coordenação-Geral de Arrecadação e Cobrança Divulga a Agenda Tributária do mês de junho de ÍNTEGRA: Art. 1.º Os vencimentos dos prazos para pagamento dos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e para apresentação das principais declarações, demonstrativos e documentos exigidos por esse órgão, definidas em legislação específica, no mês de junho de 2010, são os constantes do Anexo Único a este Ato Declaratório Executivo (ADE). 1.º Em caso de feriados estaduais e municipais, os vencimentos constantes do Anexo Único a este ADE deverão ser antecipados ou prorrogados de acordo com a legislação de regência. 2.º O pagamento referido no caput deverá ser efetuado por meio de: I - Guia da Previdência Social (GPS), no caso das contribuições sociais previstas nas alíneas "a", "b" e "c" do parágrafo único do art. 11 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, das contribuições instituídas a título de substituição e das contribuições devidas, por lei, a terceiros; ou II - Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), no caso dos demais tributos administrados pela RFB. 3.º A Agenda Tributária será disponibilizada na página da RFB na Internet no endereço eletrônico. Art. 2.º As referências a "Entidades financeiras e equiparadas", contidas nas discriminações da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, dizem respeito às pessoas jurídicas de que trata o 1.º do art. 22 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de Art. 3.º Ocorrendo evento de extinção, incorporação, fusão ou cisão de pessoa jurídica em atividade no ano do evento, a pessoa jurídica extinta, incorporadora, incorporada, fusionada ou cindida deverá apresentar: I - o Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon Mensal) até o 5º (quinto) dia útil do 2.º (segundo) mês subseqüente ao do evento; II - a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Mensal (DCTF Mensal) até o 15º (quinto) dia útil do 2.º (segundo) mês subseqüente ao do evento; III - a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) até o último dia útil: a) do mês de junho, para eventos ocorridos nos meses de janeiro a maio do respectivo ano-calendário; ou b) do mês subseqüente ao do evento, para eventos ocorridos no período de 1º de junho a 31 de dezembro; 6

7 IV - o Demonstrativo do Crédito Presumido do IPI (DCP) até o último dia útil: a) do mês de março, para eventos ocorridos no mês de janeiro do respectivo anocalendário; o b) do mês subseqüente ao do evento, para eventos ocorridos no período de 1.º de fevereiro a 31 de dezembro. Parágrafo único. A obrigatoriedade de apresentação da DIPJ, da DCTF Mensal e do Dacon Mensal, na forma prevista no caput, não se aplica à incorporadora nos casos em que as pessoas jurídicas, incorporadora e incorporada, estejam sob o mesmo controle societário desde o ano-calendário anterior ao do evento. Art. 4.º Ocorrendo evento de extinção, incorporação, fusão ou cisão de pessoa jurídica que permanecer inativa durante o período de 1.º de janeiro até a data do evento, a pessoa jurídica extinta, incorporada, fusionada ou cindida deverá apresentar a Declaração Simplificada da Pessoa Jurídica (DSPJ) - Inativa até o último dia útil do mês subseqüente ao do evento. Art. 5.º No caso de extinção, decorrente de liquidação, incorporação, fusão ou cisão total, a pessoa jurídica extinta deverá apresentar a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf), relativa ao respectivo ano-calendário, até o último dia útil do mês subseqüente ao da ocorrência do evento. Parágrafo único. A Dirf, de que trata o caput, deverá ser entregue até o último dia útil do mês de março quando o evento ocorrer no mês de janeiro do respectivo ano-calendário. Art. 6.º Na hipótese de saída definitiva do País ou de encerramento de espólio, a Dirf de fonte pagadora pessoa física, relativa ao respectivo ano-calendário, deverá ser apresentada: I - no caso de saída definitiva do Brasil, até: a) a data da saída do País, em caráter permanente; e b) 30 (trinta) dias contados da data em que a pessoa física declarante completar 12 (doze) meses consecutivos de ausência, no caso de saída do País em caráter temporário; II - no caso de encerramento de espólio, no mesmo prazo previsto para a entrega, pelos demais declarantes, da Dirf relativa ao ano-calendário. Art. 7.º A Declaração Final de Espólio deve ser apresentada até o último dia útil do mês de abril do ano-calendário subseqüente ao: I - da decisão judicial da partilha, sobrepartilha ou adjudicação dos bens inventariados, que tenha transitado em julgado até o último dia do mês de fevereiro do ano-calendário subseqüente ao da decisão judicial; II - da lavratura da escritura pública de inventário e partilha; III - do trânsito em julgado, quando este ocorrer a partir de 1.º de março do anocalendário subseqüente ao da decisão judicial da partilha, sobrepartilha ou adjudicação dos bens inventariados. Art. 8.º A Declaração de Saída Definitiva do País, relativa ao período em que tenha permanecido na condição de residente no Brasil, deverá ser apresentada: I - no ano-calendário da saída, até o último dia útil do mês de abril do ano-calendário subsequente ao da saída definitiva, bem como as declarações correspondentes a anoscalendário anteriores, se obrigatórias e ainda não entregues; 7

8 II - no ano-calendário da caracterização da condição de nãoresidente, até o último dia útil do mês de abril do ano-calendário subsequente ao da caracterização. Parágrafo único. A pessoa física residente no Brasil que se retire do território nacional deverá apresentar também a Comunicação de Saída Definitiva do País: I - a partir da data da saída e até o último dia do mês de fevereiro do ano-calendário subsequente, se esta ocorreu em caráter permanente; ou II - a partir da data da caracterização da condição de nãoresidente e até o último dia do mês de fevereiro do ano-calendário subsequente, se a saída ocorreu em caráter temporário. Art. 9.º No caso de incorporação, fusão, cisão parcial ou total, extinção decorrente de liquidação, a pessoa jurídica deverá apresentar a Declaração sobre a Opção de Tributação de Planos Previdenciários (DPREV), contendo os dados do próprio ano-calendário e do anocalendário anterior, até o último dia útil do mês subseqüente ao de ocorrência do evento. Art. 10. Nos casos de extinção, fusão, incorporação e cisão total da pessoa jurídica, a Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob) de Situação Especial deverá ser apresentada até o último dia útil do mês subseqüente à ocorrência do evento. Art. 11. No recolhimento das contribuições previdenciárias decorrentes de Reclamatória Trabalhista sob os códigos 1708, 2801, 2810, 2909 e 2917, deve-se considerar como mês de apuração o mês da prestação do serviço e como vencimento a data de vencimento do tributo na época de ocorrência do fato gerador, havendo sempre a incidência de acréscimos legais. 1.º Na hipótese de não reconhecimento de vínculo, e quando não fizer parte do acordo homologado a indicação do período em que foram prestados os serviços, deve ser considerado como mês de apuração o mês da homologação do acordo, ou o mês do pagamento, se este anteceder aquela, e como vencimento o dia 10 do mês subseqüente. 2.º Na hipótese do 1.º, o recolhimento das contribuições de que trata o caput deverá ser efetuado no mesmo prazo em que devam ser pagos os créditos encontrados em liquidação de sentença ou em acordo homologado, sendo que nesse último caso o recolhimento será feito em tantas parcelas quantas as previstas no acordo, nas mesmas datas em que sejam exigíveis e proporcionalmente a cada uma delas. Art. 12. Nos casos de extinção, cisão total, cisão parcial, fusão ou incorporação, a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN) deverá ser entregue até o último dia do mês subseqüente ao do evento, exceto nos casos em que essas situações especiais ocorram no 1.º (primeiro) quadrimestre do ano-calendário, hipótese em que a declaração deverá ser entregue até o último dia do mês de junho. Parágrafo único. Com relação ao ano-calendário de exclusão da Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP) do Simples Nacional, esta deverá entregar a DASN, abrangendo os fatos geradores ocorridos no período em que esteve na condição de optante, até o último dia do mês de março do ano-calendário subseqüente ao de ocorrência dos fatos geradores. 8

9 Art. 13. Nos casos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, a Escrituração Contábil Digital (ECD) deverá ser entregue pelas pessoas jurídicas extintas, cindidas, fusionadas, incorporadas e incorporadoras até o último dia útil do mês subseqüente ao do evento. Art. 14. Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação. MARCELO DE ALBUQUERQUE LINS Coordenador-Geral 9

10 2. Instrução Normativa DC/ANVISA nº 6, de DOU 1 de Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária Dispõe sobre a fiscalização de meios de transporte, estabelecimentos e serviços sujeitos a controle sanitário em Portos, Aeroportos e Fronteiras poderá ser registrada em meios eletrônicos. ÍNTEGRA: Art. 1.º A fiscalização de meios de transporte, estabelecimentos e serviços sujeitos a controle sanitário em Portos, Aeroportos e Fronteiras poderá ser registrada em meios eletrônicos. 1.º Para garantir a segurança das informações obtidas serão adotados os controles definidos na política de segurança de informação da Anvisa. 2.º O controle de acessos se dará por assinatura eletrônica sob uma das seguintes formas de identificação inequívoca do signatário: I - assinatura digital baseada em certificado digital emitido por Autoridade Certificadora credenciada, na forma de lei específica; II - cadastro de usuário na Anvisa, mediante preenchimento de formulário anexo e envio físico ou de arquivo digital do mesmo por correio eletrônico institucional para a Gerência Geral de Portos, Aeroportos e Fronteiras. Art. 2.º As informações referentes à fiscalização previstas no art. 1.º irão instruir os processos administrativos sanitários pertinentes e subsidiarão o Gerenciamento dos Riscos sanitários. Parágrafo único. O setor regulado poderá solicitar arquivo digital com registro das fiscalizações realizadas nos termos previstos nesta instrução normativa, devendo para isso protocolar pedido no posto de vigilância sanitária do respectivo Porto, Aeroporto ou Passagem de Fronteira solicitando tais informações e disponibilizando mídia para gravação ou endereço eletrônico para envio das mesmas. Art. 3.º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. DIRCEU RAPOSO DE MELLO Diretor ANEXO I ADASTRO DE USUÁRIO PARA OBTENÇÃO DE ASSINATURA ELETRÔNICA DE ACESSO AO SISTEMA ELETRÔNICO DE INSPEÇÃO 1. Dados do solicitante (chefia imediata) 1.1 NOME DO SOLICITANTE: 1.2 TELEFONE: 1.3 UNIDADE DA ANVISA: 10

11 2. Dados pessoais do usuário responsável pela assinatura eletrônica 2.1 NOME COMPLETO: 2.2 MATRÍCULA: 2.3 POSTO EM QUE ESTÁ LOTADO: 2.3 CARGO: 2.4 TELEFONE: 3. PERFIL DE ACESSO O ANALISTA/FISCAL O GESTOR/CHEFIA DE POSTO O GESTOR/COORDENAÇÃO 4. DECLARAÇÃO DE CONFIDENCIALIDADE E RESPONSABILIDADE Ao receber minha assinatura eletrônica, declaro manter sigilo das informações obtidas nas fiscalizações e efetuar a troca periódica de minha senha pessoal e intransferível., de de 20 Assinatura do novo usuário Ciente, Encaminho a GGPAF para providências Assinatura e carimbo da Chefia Imediata 11

12 3. Instrução Normativa DIDES nº 41, de DOU 1 de Diretoria de Desenvolvimento Setorial Dispõe sobre a versão do Padrão TISS de comunicação e segurança para a troca de informações entre operadoras de planos privados de assistência à saúde e prestadores de serviços de saúde sobre os eventos assistenciais realizados aos seus beneficiários. ÍNTEGRA: Art. 1.º Esta Instrução Normativa - IN dispõe sobre a versão do Padrão TISS de comunicação e segurança para a troca de informações entre operadoras de planos privados de assistência à saúde e prestadores de serviços de saúde sobre os eventos assistenciais realizados aos seus beneficiários, estabelecido pela Resolução Normativa - RN nº 153, de 28 de maio de Art. 2.º As operadoras de planos privados de assistência à saúde e os prestadores de serviços de saúde deverão obrigatoriamente adotar os padrões de comunicação e segurança descritos no anexo I, as instruções contidas no anexo II e a tabela de domínio descrita no anexo III, todas elas presentes nesta Instrução Normativa para a garantia da comunicação através de WebService. Art. 3.º Fica instituída como limite para adoção da versão do Padrão TISS de comunicação e segurança a data de 12 de maio de Parágrafo único. A DIDES poderá conceder prazo adicional de sessenta dias às Operadoras, para adoção dessa nova versão do padrão de comunicação e segurança, sendo admitida no período eventualmente concedido a utilização da versão Art. 4.º Eventuais casos omissos nessa Instrução Normativa deverão ser submetidos à DIDES, que decidirá acerca dos procedimentos a serem adotados. Art. 5.º Os anexos I, II e III constituem parte desta IN e estarão disponíveis para consulta e cópia na página da Internet Art. 6.º Revoga-se a INº 31, de 25 de setembro de 2008, após o decurso do prazo previsto no art. 3º da presente IN. Art. 7.º O descumprimento do disposto na presente IN poderá ensejar as sanções administrativas cabíveis, conforme previsto na RN nº 124, de 30 de março de 2006 e suas alterações posteriores. Art. 8.º Esta IN entra em vigor a partir da data de sua publicação. MAURICIO CESCHIN Diretor 12

13 4. Instrução Normativa RFB nº 1.028, de DOU 1 de Secretaria da Receita Federal Aprova o programa gerador e as instruções para preenchimento da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ 2010). ÍNTEGRA: Art. 1.º Todas as pessoas jurídicas, inclusive as equiparadas, deverão apresentar a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ 2010) de forma centralizada pela matriz. 1.º A obrigatoriedade a que se refere este artigo não se aplica: I - às pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), de que trata a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006; II - aos órgãos públicos, às autarquias e às fundações públicas; e III - às pessoas jurídicas inativas de que trata a Instrução Normativa RFB nº 990, de 22 de dezembro de º A DIPJ 2010 também deverá ser apresentada pelas pessoas jurídicas extintas, cindidas parcialmente, cindidas totalmente, fusionadas ou incorporadas. 3.º A obrigatoriedade de entrega na forma prevista no 2.º não se aplica à incorporadora, nos casos em que as pessoas jurídicas, incorporadora e incorporada, estejam sob o mesmo controle societário desde o ano-calendário anterior ao do evento. Art. 2.º Fica aprovado o programa gerador e as instruções para preenchimento da DIPJ 2010, relativa ao ano-calendário de 2009, exercício de Art. 3.º O programa DIPJ 2010 é de reprodução livre e está disponível no sítio da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) na Internet, no endereço <http://www.receita.fazenda.gov.br>. Art. 4.º As declarações geradas pelo programa DIPJ 2010 deverão ser apresentadas por meio da Internet, com a utilização do programa de transmissão Receitanet, disponível no endereço mencionado no art. 3.º. Parágrafo único. Para a transmissão da DIPJ 2010, a assinatura digital da declaração, mediante a utilização de certificado digital válido, é obrigatória. Art. 5.º As declarações geradas pelo programa DIPJ 2010 devem ser apresentadas até as 23h59min59s (vinte e três horas, cinquenta e nove minutos e cinquenta e nove segundos), horário de Brasília, do dia 30 de junho de

14 Parágrafo único. As declarações geradas pelo programa DIPJ 2010 pelas pessoas jurídicas extintas, cindidas parcialmente, cindidas totalmente, fusionadas, incorporadoras ou incorporadas, devem ser apresentadas até as 23h59min59s (vinte e três horas, cinquenta e nove minutos e cinquenta e nove segundos), horário de Brasília, observando-se o disposto na Instrução Normativa RFB nº 946, de 29 de maio de Art. 6.º A apresentação da declaração após o prazo de que trata o art. 5º, ou a sua apresentação com incorreções ou omissões, sujeita o contribuinte às seguintes multas: I - de 2% (dois por cento) ao mês-calendário ou fração, incidente sobre o montante do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica informado na DIPJ 2010, ainda que integralmente pago, no caso de falta de entrega desta declaração ou entrega após o prazo, limitada a 20% (vinte por cento), observado o disposto no 3º; II - de R$ 20,00 (vinte reais) para cada grupo de 10 (dez) informações incorretas ou omitidas. 1.º Para efeito de aplicação da multa prevista no inciso I do caput, será considerado como termo inicial o dia seguinte ao término do prazo originalmente fixado para a entrega da declaração e como termo final a data da efetiva entrega ou, no caso de nãoapresentação, da lavratura do auto de infração. 2.º Observado o disposto no 3.º, as multas serão reduzidas: I - a 50% (cinquenta por cento), quando a declaração for apresentada após o prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício; II - a 75% (setenta e cinco por cento), se houver a apresentação da declaração no prazo fixado em intimação. 3.º A multa mínima a ser aplicada será de R$ 500,00 (quinhentos reais). Art. 7.º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. Art. 8.º Fica revogada a Instrução Normativa SRF nº 127, de 30 de outubro de OTACÍLIO DANTAS CARTAXO Secretário 14

15 5. Instrução Normativa RFB nº 1.029, de DOU 1 de Secretaria da Receita Federal Aprova o programa gerador do Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais Mensal-Semestral, versão 2.4 (Dacon Mensal-Semestral 2.4). ÍNTEGRA: Art. 1.º Aprovar o programa gerador do Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais Mensal-Semestral, versão 2.4 (Dacon Mensal-Semestral 2.4). Parágrafo único. O programa Dacon Mensal-Semestral 2.4, de livre reprodução, estará disponível para download, no sítio da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) na Internet, no endereço. Art. 2.º O programa gerador destina-se ao preenchimento de Dacon Mensal ou de Dacon Semestral, original ou retificador, relativo a fatos geradores ocorridos a partir de 1.º de janeiro de 2008, inclusive em situações de extinção, incorporação, fusão e cisão total ou parcial. 1.º No caso do Dacon Semestral, extinto em 1.º de janeiro de 2010, a utilização do programa gerador fica limitada aos fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de º A apresentação de Dacon, original ou retificador, relativo a fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2007, deverá ser efetuada com a utilização das versões anteriores do programa gerador, conforme o caso. Art. 3.º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. OTACÍLIO DANTAS CARTAXO Secretário-Executivo 15

16 6. Instrução Normativa RFB Nº 1.031, de DOU 1 de Secretaria da Receita Federal do Brasil Altera a Instrução Normativa SRF Nº 421, de 10 de maio de 2004, que dispõe sobre os Depósitos Judiciais e Extrajudiciais referentes a tributos e contribuições federais administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. ÍNTEGRA: Art. 1.º O Anexo II à Instrução Normativa SRF Nº 421, de 10 de maio de 2004, substituído pelo Anexo IV à Instrução Normativa RFB Nº 736, de 2 de maio de 2007, fica substituído pelo Anexo Único a esta Instrução Normativa. Art. 2.º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. OTACÍLIO DANTAS CARTAXO Secretário-Executivo ANEXO ÚNICO Instruções para preenchimento do DJE A) NO CASO DE DEPÓSITO JUDICIAL: CAMPO O QUE DEVE CONTER 01 Número de identificação do depósito na CAIXA. 02 Nome e telefone do contribuinte. 03 Sigla da Seção Judiciária com dois (2) dígitos alfabéticos. 04 Número da Vara da Seção Judiciária onde tramita o processo. 05 Ação/Classe com cinco (5) dígitos numéricos conforme tabela fornecida pela Justiça. 06 Nome do autor da ação. 07 Nome do réu na ação. 08 Base de cálculo do tributo relativo ao período de apuração. 09 Alíquota a ser aplicada sobre a base de cálculo. 10 Data do encerramento do período base, no formato DD/MM/AAAA. 11 Número de inscrição no CPF ou no CNPJ do contribuinte. 12 Código do tributo divulgado pela RFB. 13 Número do processo judicial. 14 -Número de inscrição na Dívida Ativa da União, para depósito da Dívida Ativa da União; -Número do imóvel Rural na Receita Federal(NIRF), para depósito do ITR; -Código da Unidade Administrativa da RFB responsável pelo despacho aduaneiro, para depósito de tributo do comércio exterior. 15 Data de vencimento da receita, no formato DD/MM/AAAA. 16 Valor da receita principal obtido após a aplicação da alíquota sobre a base de cálculo. 17 Valor da multa, quando devida. 16

17 18 Valor dos juros de mora, ou encargos do DL nº 1.025/1969, ou outros, quando devidos. 19 Soma dos campos 16 a Campo reservado para o código de barras. 21 Autenticação da CAIXA B) NO CASO DE DEPÓSITO EXTRAJUDICIAL: CAMPO O QUE DEVE CONTER 01 Número de identificação do depósito na CAIXA. 02 Nome e telefone do contribuinte. 03 a Não preencher Base de cálculo do tributo relativo ao período de apuração. 09 Alíquota a ser aplicada sobre a base de cálculo. 10 Data do encerramento do período base, no formato DD/MM/AAAA. 11 Número de inscrição no CPF ou no CNPJ do contribuinte. 12 Código do tributo divulgado pela RFB. 13 Número do processo administrativo. 14 -Número do imóvel Rural na Receita Federal(NIRF), para depósito do ITR; -Código da Unidade Administrativa da RFB responsável pelo despacho aduaneiro, para depósito de tributo do comércio exterior. 15 Data de vencimento da receita, no formato DD/MM/AAAA. 16 Valor da receita principal obtido após a aplicação da alíquota sobre a base de cálculo. 17 Valor da multa, quando devida. 18 Valor dos juros de mora, ou encargos do DL nº 1.025/1969, ou outros, quando devidos. 19 Soma dos campos 16 a Campo reservado para o código de barras. 21 Autenticação da CAIXA 17

18 7. Instrução Normativa RFB nº 1.033, de DOU 1 de Secretaria da Receita Federal do Brasil Dispõe sobre a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf) e o programa gerador da Dirf ÍNTEGRA: CAPÍTULO I DA OBRIGATORIEDADE DE ENTREGA DA DIRF Art. 1.º Estarão obrigadas a entregar a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte relativa ao ano-calendário de 2010 (Dirf-2011), as seguintes pessoas jurídicas e físicas que tenham pagado ou creditado rendimentos que tenham sofrido retenção do imposto sobre a renda na fonte, ainda que em um único mês do anocalendário a que se referir a Dirf, por si ou como representantes de terceiros: I - estabelecimentos matrizes de pessoas jurídicas de direito privado domiciliadas no Brasil, inclusive as imunes ou isentas; II - pessoas jurídicas de direito público; III - filiais, sucursais ou representações de pessoas jurídicas com sede no exterior; IV - empresas individuais; V - caixas, associações e organizações sindicais de empregados e empregadores; VI - titulares de serviços notariais e de registro; VII - condomínios edilícios; VIII - pessoas físicas; IX - instituições administradoras ou intermediadoras de fundos ou clubes de investimentos; e X - órgãos gestores de mão-de-obra do trabalho portuário. 1.º As Dirf dos Serviços notariais e de registros (cartórios), deverão ser entregues: I - no caso dos serviços mantidos diretamente pelo Estado, em nome e mediante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) da fonte pagadora; e II - nos demais casos, pelas pessoas físicas de que trata o art. 3º da Lei nº 8.935, de 18 de novembro de 1994, nos respectivos nomes e Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). 2.º Deverão também entregar a Dirf, as pessoas físicas e jurídicas domiciliadas no País que efetuarem pagamento, crédito, entrega, emprego ou remessa a residentes ou domiciliados no exterior, ainda que não tenha havido a retenção do imposto, inclusive nos casos de isenção ou alíquota zero, de valores referentes a: I - aplicações em fundos de investimento de conversão de débitos externos; II - royalties e assistência técnica; III - juros e comissões em geral; IV - juros sobre o capital próprio; V - aluguel e arrendamento; VI - aplicações financeiras em fundos ou em entidades de investimento coletivo; VII - em carteiras de valores mobiliários e nos mercados de renda fixa ou renda variável; VIII - fretes internacionais; IX - previdência privada; X - remuneração de direitos; XI - obras audiovisuais, cinematográficas e videofônicas; 18

19 XII - lucros e dividendos distribuídos; XIII - rendimentos de que trata o art. 1.º do Decreto nº 6.761, de 5 de fevereiro de 2009, que tiveram a alíquota do imposto sobre a renda reduzida a zero, relativos a: a) despesas com pesquisas de mercado, bem como com aluguéis e arrendamentos de estandes e locais para exposições, feiras e conclaves semelhantes, no exterior, inclusive promoção e propaganda no âmbito desses eventos, para produtos e serviços brasileiros e para promoção de destinos turísticos brasileiros (Lei nº 9.481, de 13 de agosto de 1997, art. 1.º, inciso III, e Lei nº , de 17 de setembro de 2008, art. 9º); b) contratação de serviços destinados à promoção do Brasil no exterior, por órgãos do Poder Executivo Federal (Lei nº 9.481, de 1997, art. 1.º, inciso III, e Lei nº , de 2008, art. 9.º); c) comissões pagas por exportadores a seus agentes no exterior (Lei nº 9.481, de 1997, art. 1.º, inciso II); d) despesas de armazenagem, movimentação e transporte de carga e de emissão de documentos realizadas no exterior (Lei nº 9.481, de 1997, art. 1.º, inciso XII, Lei nº , de 2008, art. 9.º); e) operações de cobertura de riscos de variações, no mercado internacional, de taxas de juros, de paridade entre moedas e de preços de mercadorias (hedge) (Lei nº 9.481, de 1997, art. 1.º, inciso IV); f) juros de desconto, no exterior, de cambiais de exportação e as comissões de banqueiros inerentes a essas cambiais (Lei nº 9.481, de 1997, art. 1.º, inciso X); g) juros e comissões relativos a créditos obtidos no exterior e destinados ao financiamento de exportações (Lei nº 9.481, de 1997, art. 1.º, inciso XI); e h) outros rendimentos pagos, creditados, entregues, empregados ou remetidos a residentes ou domiciliados no exterior, com alíquota do imposto sobre a renda reduzida a zero; e XIV - demais rendimentos considerados como rendas e proventos de qualquer natureza, na forma das instruções vigentes, exceto aqueles previstos no art. 690 do Decreto nº 3.000, de 26 de março de 1999 (RIR/1999). 3.º Sem prejuízo do disposto no caput e no 1.º, ficam também obrigadas à entrega da Dirf, as pessoas jurídicas que tenham efetuado retenção, ainda que em um único mês do ano-calendário a que se referir a Dirf, da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição para o PIS/Pasep sobre pagamentos efetuados a outras pessoas jurídicas, nos termos do 3.º do art. 3.º da Lei nº , de 3 de julho de 2002, e dos arts. 30, 33 e 34 da Lei nº , de 29 de dezembro de Art. 2.º Sem prejuízo do disposto no art. 1.º, deverão ser prestadas informações relativas à retenção do Imposto sobre a Renda na Fonte e das contribuições incidentes sobre os pagamentos efetuados a pessoas jurídicas pelo fornecimento de bens ou prestação de serviços, nos termos do art. 64 da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, nas Dirf entregues pelos (as): I - órgãos públicos; II - autarquias e fundações da administração pública federal; III - empresas públicas; IV - sociedades de economia mista; e V - demais entidades de cujo capital social sujeito a voto, a União, direta ou indiretamente detenha a maioria, e que recebam recursos do Tesouro Nacional e estejam 19

20 obrigadas a registrar a sua execução orçamentária e financeira no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi). CAPÍTULO II DO PROGRAMA GERADOR DA DIRF Art. 3.º O Programa Gerador da Dirf 2011 (PGD 2011), de uso obrigatório pelas fontes pagadoras, pessoas físicas e jurídicas, para preenchimento ou importação de dados da declaração, utilizável em equipamentos da linha PC ou compatíveis, será aprovado por ato do Secretário da Receita Federal do Brasil e disponibilizado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) em seu sítio na Internet, no endereço <http://www.receita.fazenda.gov.br>. 1.º O programa de que trata o caput deverá ser utilizado para entrega das declarações relativas ao ano-calendário de 2010, bem como para o ano-calendário de 2011 nos casos de extinção de pessoa jurídica em decorrência de liquidação, incorporação, fusão ou cisão total, e nos casos de pessoas físicas que saírem definitivamente do País e de encerramento de espólio. 2.º O programa Dirf 2010, disponível no sítio da RFB na Internet, no endereço referido no caput deverá ser utilizado para entrega das declarações relativas aos anos-calendário de 2005 a 2009, bem como para o ano-calendário de 2010 nos casos de extinção de pessoa jurídica em decorrência de liquidação, incorporação, fusão ou cisão total, e nos casos de pessoas físicas que saírem definitivamente do País e de encerramento de espólio. 3.º No caso do 2.º, para preenchimento ou importação de dados pelo PGD 2010 deverá ser observada a Tabela de Códigos de Receitas do ano-calendário da retenção. 4.º No preenchimento ou importação de dados pelo PGD 2011 deverão ser observados a Tabela de Códigos de Receitas e leiaute especificamente definidos para o programa. 5.º A utilização do PGD 2011 gerará arquivo contendo a declaração validada, em condições de transmissão à RFB. 6.º Cada arquivo gerado conterá somente uma declaração. 7.º O arquivo de texto importado pelo PGD 2011 que vier a sofrer qualquer tipo de alteração deverá ser novamente submetido ao PGD. CAPÍTULO III DA ENTREGA DA DIRF Art. 4.º A Dirf deverá ser entregue por meio do programa Receitanet, disponível no sítio da RFB na Internet no endereço referido no caput do art. 3.º. 1.º A transmissão da Dirf será realizada independentemente da quantidade de registros e do tamanho do arquivo. 2.º Durante a transmissão dos dados, a Dirf será submetida a validações que poderão impedir sua entrega. 20

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