Aula 00 Aula Demonstrativa Curso: Direito Tributário p/ ICMS RJ 2014 Professora: Juliana Migowski

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1 Aula 00 Aula Demonstrativa Curso: Direito Tributário p/ ICMS RJ 2014 Professora: Juliana Migowski

2 APRESENTAÇÃO Curso: Direito Tributário p/ ICMS RJ Olá, amigos! É com grande prazer que faço parte dessa equipe inovadora e competente do Curso Exponencial! Estava na posição de vocês há poucos meses, estudando alucinadamente todos os (bons) materiais que via pela frente, dando o sangue para alcançar o objetivo de ser aprovada no concurso para Auditor Fiscal da Receita Estadual do Rio de Janeiro. Imaginem minha alegria ao ser classificada em primeiro lugar, aos 25 anos! Claro que o importante mesmo é estar dentro do número de vagas oferecidas, mas esse resultado representou o coroamento de muita, muita dedicação e esforço. Senti na pele todas as angústias e ansiedades que vocês estão vivendo, por isso fico muito feliz de fazer parte do caminho de vocês e ajudá-los a passar por essa fase tão difícil o mais rápido possível! Minha trajetória no mundo dos concursos começou em 2009, assim que concluí a graduação em Jornalismo na UFRJ. Sempre fui boa aluna, havia ficado nas primeiras colações dos vestibulares com apenas 16 anos, e me sentia frustrada por atuar numa área em que o estudo não era muito recompensado. Decidi que seria servidora pública por duas razões: ter sucesso dependeria apenas de mim e me sentiria satisfeita por realizar um trabalho que beneficia a todos. Com cerca de três meses de estudo, período em que ainda trabalhava (muito) na área da Comunicação Social, fui classificada em 5º lugar no concurso para Técnico Assistente de Procuradoria da PGE-RJ. Meu trabalho era bastante simples, mas, ainda assim, sentia que ele era muito importante! Percebi que meu caminho era mesmo ser servidora pública. No ano seguinte iniciei o curso de Direito na Uerj com o objetivo de ampliar o leque de opções de concursos públicos. No final de 2010 prestei concurso para Agente Executivo da CVM e fui classificada em 1º lugar. Havia tentado outros concursos, como Bacen e MPU, mas a rotina de trabalho / faculdade / casa e estudo para concursos estava bem complicada! Foi nessa época que descobri a área fiscal e, logo de cara, decidi que meu foco seria o ICMS-RJ, pois não gostaria de sair do meu Estado. No início de 2011, iniciei o estudo para esse concurso e tranquei a faculdade para poder me dedicar a ele. Não via mais propósito em fazer outro curso para só então prestar concurso de nível superior. A área fiscal está de braços abertos para pessoas de todas as formações! Basta dedicação, ter em mãos os melhores materiais e seguir uma rotina de estudos bem organizada. É aí que entra a equipe do Exponencial para te mostrar o caminho das pedras. Prof. Juliana Migowski 2 de 61

3 Nossa missão é oferecer um material completo com a máxima objetividade traduzindo, sem enrolação! No curso de Direito Tributário para o ICMS-RJ estudaremos os principais pontos da teoria, sempre tentando trazer o conteúdo de forma esquematizada e sinalizando as pegadinhas mais comuns. Teoria e exercícios se complementam em nossa aula. Alguns tópicos específicos, mas não menos importantes, serão abordados diretamente nas questões, então fique de olho e estude todo o material. Fique certo de que já fizemos o esforço da objetividade por vocês! Na análise das questões buscarei mostrar as ferramentas que utilizei para ganhar tempo o grande vilão da última prova do ICMS-RJ. A utilização de esquemas e relações de cores ao longo do material tem o duplo objetivo de facilitar o entendimento e agilizar sua revisão. Nesta primeira aula abordaremos aspectos gerais do Direito Tributário que serão esmiuçados ao longo do curso. Portanto, não se preocupe tanto com os detalhes nesse momento. Você verá que logo estará familiarizado com os termos específicos da nossa disciplina. Mas, em caso de dúvidas, não se acanhe: estarei à disposição no fórum para esclarecer qualquer ponto que não tenha ficado muito claro. Acredito que percorremos três passos em nosso estudo (qualquer estudo): Conhecimento Assimilação Domínio Para chegar ao último estágio precisamos de 2 Ps: PACIÊNCIA e PERSISTÊNCIA. No primeiro contato com alguma matéria, somos apresentados a ela. Não conseguimos assimilar todo o conteúdo. Por isso, precisamos fazer uma boa revisão em um prazo não tão longo para não correr o risco de esquecermos tudo e termos que recomeçar do zero. Finalmente, devemos fazer muitos exercícios para adquirir o domínio da matéria e seguir uma rotina de revisão para manter esse domínio. Cada matéria é um mundo novo que a gente desbrava. Se você estiver de coração aberto, conseguirá desfrutar dessa aventura e sentirá até um grande prazer em adquirir novos conhecimentos. Busque esse gostinho e verá que ficará bem mais leve essa vida de tanta renúncia e privação que todo concurseiro dedicado vive. Contem comigo nessa jornada! Estarei à disposição no Fórum e no e- mail Prof. Juliana Migowski 3 de 61

4 Histórico e análise das provas Direito Tributário Ninguém duvida da importância de nossa disciplina nos concursos para a área fiscal. São sempre muitas questões de Direito Tributário! No caso do concurso para AFRE-RJ foram 46 questões de Direito Tributário e Legislação Tributária em um total de 100 questões da P2, na qual era preciso obter pelo menos 65% de acertos. Nas provas de 2011 e 2010 foram 20 questões especificamente de Direito Tributário. Logo, o custo-benefício de se estudar muito bem essa matéria é imenso! Mas, claro, não se esqueça de que é preciso fazer os mínimos em todos os grupos de matérias 50% em cada, exceto inglês -, portanto não adianta você ser especialista em Direito Tributário e negligenciar o estudo de Estatística, por exemplo. Particularmente, não considero a banca FCC das mais difíceis. No entanto, ela vem seguindo uma tendência de elaborar questões imensas, com casos práticos em historinhas cheias de blá blá blá antes de chegar aos finalmentes. Tenho dois conselhos: 1 - Tenha o maior domínio possível da matéria, pois assim você ficará mais seguro e não perderá muito tempo pensando na hora da prova; 2 - Faça muitas questões para adquirir a malandragem necessária. Você aprenderá a selecionar o que ler dos enunciados e quais questões resolverá primeiro. Na tabela abaixo fizemos um RAIO-X das últimas três provas para AFRE-RJ com o objetivo de ajudar na orientação de seu estudo. Na última coluna está indicado em que aula cada assunto será tratado. PROVAS AFRE-RJ ASSUNTO (Quantidade de questões por assunto) AULA Total Tributos: espécies Taxas Contribuições Melhoria Empréstimos Compulsórios de Prof. Juliana Migowski 4 de 61

5 Contribuições Especiais Princípios Constitucionais Tributários Repartição das Receitas Tributárias Curso: Direito Tributário p/ ICMS RJ Impostos em espécie Impostos estaduais Legislação Tributária Matérias reservadas à Lei Complementar Interpretação e Integração da Legislação Tributária Fato Gerador Obrigação Tributária Imunidade Tributária Sujeito Passivo Responsabilidade Tributária Crédito Tributário: garantias e privilégios Lançamento Tributário Suspensão / Extinção / Exclusão do Crédito Tributário Fiscalização Tributária Dívida Ativa / Certidão Negativa Prof. Juliana Migowski 5 de 61

6 No quadro abaixo segue o programa do nosso curso. Os temas são apresentados conforme o edital do último concurso, mas em ordem diferente, com objetivos didáticos. Aula Conteúdo 00 Tributo: definição e espécies. Impostos, taxas, contribuição de melhoria, empréstimos compulsórios, contribuições especiais. 01 Competência Tributária e Capacidade Tributária Ativa. Classificação da Competência Tributária. Princípios Constitucionais Tributários. Data Já disponível 14/06 02 Impostos em espécie e repartição das receitas tributárias 21/06 03 Legislação Tributária: vigência, aplicação, interpretação e integração. 04 Hipótese de Incidência. Fato Gerador. Obrigação Tributária Principal e Acessória Sujeito Ativo e Sujeito Passivo, Domicílio Tributário. Sonegação Fiscal 05 Responsabilidade Tributária: por substituição, por transferência, por infrações. 28/06 05/07 12/07 06 Crédito tributário. Lançamento: efeitos e modalidades. 19/07 07 Suspensão, extinção e exclusão do crédito tributário. Repetição de indébito 26/07 08 Incidência e não incidência. Imunidade. Isenção. 02/08 09 Administração tributária: fiscalização, regulamentação, competência, limites, procedimentos. Importância dos documentos fiscais. Dívida ativa: certidão negativa.. Informações e sigilo fiscal.. 09/08 Finalmente, hora de nos aventurarmos! Tenha uma boa aula! Prof. Juliana Migowski 6 de 61

7 Aula 00 Tributos: definição e espécies. Impostos, taxas, contribuição de melhoria, empréstimos compulsórios, contribuições especiais. Assunto Página 1- O que é tributo? Espécies de tributos Tributos: aspectos importantes Questões comentadas Lista de exercícios Gabarito O QUE É TRIBUTO? 1.1. Receitas derivadas x Receitas originárias Para realizar seus mais diversos fins, o Estado necessita de recursos. O Direito Tributário é o ramo do Direito Público dedicado ao estudo da mais importante fonte de receita do Estado: o tributo. Trata-se de um tipo de receita derivada, isto é, aquela que o Estado obtém por meio da realização das atividades que lhe são típicas, utilizando-se da soberania que lhe foi outorgada pela sociedade. As receitas derivadas surgem das relações de Direito Público, nas quais a Administração atua em posição de superioridade (poder de império do Estado). Você não manifesta o desejo de pagar o ICMS quando compra alguma coisa no mercado, por exemplo, mas, ainda assim, você o paga em razão de uma imposição estatal prevista em lei. Existem também as receitas originárias, aquelas que o Estado consegue angariar por meio da exploração de seu patrimônio. As receitas originárias são fruto de obrigações constituídas pela vontade das partes (manifestação bilateral da vontade), não de uma coerção imposta pelo Estado. Um exemplo típico de receita originária é o aluguel recebido em razão de um contrato de locação. O locatário em algum momento manifestou o desejo de alugar o imóvel, não foi obrigado pelo Estado. Uma dica para você identificar facilmente se determinada receita é classificada como derivada ou originária é questionar se ela poderia ter sido recebida por um particular. Se a resposta for positiva, tal receita é originária. Exemplo: poderia um particular receber dividendos caso fosse sócio de uma empresa? Como a resposta é afirmativa, dividendos recebidos pelo Estado são receitas originárias. Prof. Juliana Migowski 7 de 61

8 Receitas Originárias Receitas Derivadas Exploração do patrimônio Natureza contratual Ex: Alugueis, dividendos. Poder de Império Previsão legal Ex: tributos correto afirmar: (FCC / AC TCE-PR / 2011) Com relação aos tributos, é a) São considerados receita derivada e têm por finalidade obter recursos financeiros para o Estado custear as atividades que lhe são correlatas. b) Sujeitam-se aos princípios da reserva legal e da anterioridade da Lei, sem exceções. c) Têm natureza determinada pelo fato gerador da obrigação, sendo relevantes para qualifica-los: a sua determinação e a destinação legal do produto de sua arrecadação. d) As taxas de serviço têm como fato gerador o exercício do poder de polícia, poder disciplinador, por meio do qual o Estado intervém em determinadas atividades, com a finalidade de garantir a ordem e segurança. e) Preço Público, sinônimo de tarifa, decorre da utilização de serviços obrigatórios que a Administração Pública, de forma direta ou por delegação (concessão e permissão), coloca à disposição da população. Comentários Essa questão é para levantar a moral do candidato! Rs O gabarito foi dado de bandeja na alternativa a. Os assuntos das demais alternativas serão estudados ao longo do curso Definição legal de tributo Já sabemos, portanto, que o tributo é uma receita derivada. Falta agora conhecermos sua definição legal, que é fornecida pelo art. 3º do CTN: em moedaou cujo valor nela se possa exprimir TRIBUTO é toda prestação pecuniária compulsória que não constitua sançãoe de ato ilícito instituída em lei cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada Prof. Juliana Migowski 8 de 61

9 Vamos analisar a definição por partes. Curso: Direito Tributário p/ ICMS RJ i) Prestação pecuniária compulsória Justamente por ser uma receita derivada, como vimos, o tributo decorre de uma obrigação prevista em lei e tem, portanto, caráter compulsório / obrigatório. ii) em moeda ou cujo valor nela de possa exprimir Segundo a maioria dos autores, deve-se entender que o dispositivo apenas autoriza que o tributo seja expresso em índices ou indexadores, como a Ufir 1, e não que possa ser pago por outros meios como pela dação de mercadorias, por exemplo. É importante destacar, contudo, que atualmente o tributo também pode ser pago em bens imóveis, nos termos da lei. Essa hipótese foi incluída no CTN (inciso XI do art. 156) pela Lei Complementar 104/2001. iii) não constitua sanção de ato ilícito Como detalharemos melhor adiante, o dever de pagar tributo decorre do acontecimento do fato gerador, que é uma situação prevista na lei instituidora do tributo. Por exemplo, a propriedade de veículo automotor é o fato gerador do IPVA e a circulação de mercadorias é fato gerador do ICMS. Assim, o dever de pagar tributo não pode ser confundido com uma punição / sanção ao contribuinte. Por essa razão, tributo e multa apresentam naturezas distintas. Mesmo as multas tributárias, decorrentes do descumprimento de algum dever legal previsto na legislação tributária (como efetuar o recolhimento do tributo dentro do prazo legal ou emitir notas fiscais), não são tributos! Atenção! Não confunda! É preciso entender que se em meio a atos ilícios ocorrer algum fato gerador, o tributo será devido. Nesses casos é preciso isolar os dois aspectos, o fato previsto na lei do tributo que gera o dever de pagá-lo e o ato ilícito. Os rendimentos do traficante de drogas, por exemplo, deveriam ser declarados ao Fisco e tributados. Se a origem desse dinheiro está relacionada a atividades ilegais, isso não é problema do Direito Tributário, pois as sanções penais não impedem a cobrança do tributo, entendeu? iv) instituída em lei Sendo o Brasil um Estado de Direito, nossa Constituição prevê que ninguém será obrigado a fazer ou deixar 1 Para amenizar os efeitos dos altos índices inflacionários foram criados alguns indexadores, como a UFIR (Lei 8.383/91). Dessa forma, o tributo era calculado em UFIR e pago convertendo-se seu valor para a moeda. Era uma forma de o tributo não sofrer o impacto inflacionário, pois a UFIR era calculada diariamente ou mensalmente. Prof. Juliana Migowski 9 de 61

10 de fazer algo senão em virtude da lei (CF, art. 5º, II). Logo, sendo o tributo compulsório, só pode ser instituído por lei. Dependendo do tributo, sua instituição pode estar prevista em lei ordinária ou complementar ou, até mesmo, em ato normativo com força de lei, como as medidas provisórias. Assim, atos infralegais, isto é, hierarquicamente abaixo das leis, como os decretos, não podem instituir tributos. v) cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada As autoridades administrativas não têm discricionariedade na cobrança de tributos, isto é, elas não podem escolher de quem cobrar ou o valor da cobrança, por exemplo. Elas devem agir exatamente conforme previsto nas leis tributárias. (FCC / Procurador Teresina / 2010) A partir do conceito legal de tributo, é possível afirmar que a multa NÃO é espécie de tributo porque o tributo a) tem que ser instituído mediante lei, ao passo que a multa não se reveste dessa obrigatoriedade. b) é cobrado mediante atividade administrativa vinculada, enquanto a multa pode ser aplicada de forma discricionária pelo poder público. c) não é sanção por ato ilícito e a multa é sanção pecuniária por prática de ato ilícito. d) é prestação pecuniária compulsória, ao passo que a aplicação da multa não é compulsória, dependendo da condenação administrativa. e) pode ser objeto de compensação, anisitia e remissão, ao contrário da multa, que só pode ser objeto de anistia. Comentários Como vimos, embora multa e tributo constituam-se em prestações pecuniárias, distinguem-se por uma característica fundamental: a multa é uma sanção por ato ilícito, justamente o que o art. 3º do CTN proíbe o tributo de ser. Assim, nosso gabarito é a assertiva c. Vejamos os erros das demais alternativas. Alternativa A A multa também deve ser prevista em lei, pois a Constituição Federal determina que ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer algo senão em virtude de lei. Alternativa B A autoridade fiscal não possui discricionariedade na aplicação de multas, pois não pode agir segundo os critérios de conveniência ou Prof. Juliana Migowski 10 de 61

11 oportunidade. Assim, tanto a cobrança de tributo como a de multa são atividades administrativas plenamente vinculadas. Alternativa D Sempre que ocorrer a situação prevista em lei que configure a necessidade de pagamento de multa, esta será obrigatória. Alternativa E Veremos adiante. 2- ESPÉCIES DE TRIBUTOS Espécies de tributos Teoria Tripartida (CTN) Teoria Pentapartida (STF) Imposto Taxa Contribuição de melhoria Empréstimos compulsórios Contribuições especiais O Código Tributário Nacional, em seu art. 5º, estabelece que os tributos são impostos, taxas e contribuições de melhoria. É o que se costuma chamar de Teoria Tripartida ou Tripartite. No entanto, há uma corrente que defende a existência de cinco espécies tributárias, que incluiriam, além das já mencionadas, os empréstimos compulsórios e as contribuições especiais. A Teoria Pentapartida é a corrente dominante em nosso ordenamento jurídico e a adotada pelo STF, além de ser a mais cobrada em provas de concurso público (a FCC adota esta corrente). No entanto, fique atento ao enunciado da questão: se for perguntado quais são as espécies tributárias de acordo com o CTN lembre-se de que são apenas três! E o que define cada espécie tributária? O principal elemento determinante da natureza do tributo é seu FATO GERADOR, situação prevista em lei e que, ao ocorrer no caso concreto, gera para o contribuinte o dever de pagá-lo. Assim, quando ocorre prestação de serviço num salão de beleza, por exemplo, ocorre uma situação prevista na lei do Imposto sobre Serviços (ISS), sendo fato gerador desse tributo. Vale ressaltar que as bancas também podem afirmar que a BASE DE CÁLCULO é elemento determinante da espécie tributária, já que é o aspecto que dimensiona / quantifica o fato gerador. As espécies tributárias possuem fatos geradores com características distintas. No caso dos impostos o fato gerador é uma situação ligada a alguma manifestação de riqueza por parte do contribuinte, como a propriedade de um imóvel ou de um veículo, obtenção de renda, importação de bens, etc. Dessa forma, o contribuinte não é atingido pelo imposto em razão de alguma ação estatal, mas por demonstrar capacidade econômica. Prof. Juliana Migowski 11 de 61

12 Já nos casos das taxas e da contribuição de melhoria, os fatos geradores estão relacionados com alguma atividade estatal: serviço público específico e divisível ou exercício regular do poder de polícia (taxas) e valorização imobiliária decorrente de obra pública (contribuição de melhoria). Vejamos com mais detalhes. IMPOSTOS Fato do Contribuinte TAXAS e CONTRIBUIÇÕES DE MELHORIA Fato da Administração 2.1 Taxas As taxas estão previstas no art. 77 do CTN. Vejamos as informações no quadro abaixo: Competência União, Estados, DF e Municípios (no âmbito de suas respectivas atribuições) TAXAS Exercício regular do poderde polícia; ou Fato Gerador Utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específicoe divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição Há, portanto, dois fatos geradores distintos para a cobrança de taxas previstos no CTN. a) Taxa de serviço O dispositivo fala em utilização efetiva ou potencial de um serviço público específico e divisível como fato gerador de taxas. O primeiro ponto que deve ficar claro é que o serviço deve existir efetivamente para que possa dar origem à cobrança. O que pode ser potencial é a sua utilização pelo contribuinte no caso de serviços de utilização compulsória que sejam colocados à disposição do contribuinte. Por exemplo, o serviço de coleta domiciliar de lixo tem caráter de compulsoriedade, já que não podemos jogar lixo nas ruas. Mas sua utilização pode não ser efetiva caso o contribuinte esteja viajando, o que não impediria a cobrança de taxa pelo serviço, Prof. Juliana Migowski 12 de 61

13 entendeu? Enfim, a utilização potencial está relacionada à disponibilidade do serviço. Outro ponto que devemos esclarecer a respeito das taxas de serviço é que só podem ser cobradas se o serviço em questão for específico e divisível. Serviço específico Aquele que possa ser destacado em unidades autônomas de intervenção, utilidade ou necessidade pública (CTN, art. 79, II). Ou seja, devemos ser capazes de diferenciar aquele determinado serviço de outras iniciativas estatais para que seja possível a cobrança da taxa. Exemplo: o serviço de combate a incêndios é um serviço específico. Serviço divisível Aquele que possa ser utilizado separadamente, por parte de cada um de seus usuários. Assim, não pode ser cobrada taxa por serviços prestados genericamente à coletividade, como por exemplo pela segurança pública ou pela limpeza das ruas, já que não são oferecidos de forma individualizada aos cidadãos. Nesse contexto, é importante conhecermos conteúdo da Súmula 670 do STF: o serviço de iluminação pública não pode ser remunerado mediante taxa. Um caso especial que merece destaque é o das taxas cobradas pelos serviços notariais e de registro prestados pelos cartórios. Tais serviços são considerados públicos pela Constituição Federal (art. 236), mas são prestados por particulares mediante delegação do Poder Público. Isso poderia nos dar margem a dúvidas sobre a natureza tributária dos emolumentos cobrados por esses serviços, mas o STF entende que são taxas, portanto, tributos (ADI de 30/05/1997). b) Taxa de polícia Além da taxa de serviço, existe esta outra forma de taxa cobrada pelo exercício do poder de polícia, que consiste na fiscalização e vigilância sobre certas atividades realizadas pelos particulares, a fim de resguardar interesses públicos, garantindo que o exercício dos direitos e liberdades individuais não prejudique direitos e a liberdade da coletividade. Exemplos do exercício do Poder de Polícia: dar licença, autorização, fiscalizar. Ressalte-se que a taxa de polícia é decorrente do exercício da atividade de polícia administrativa e não se confunde com a polícia de manutenção da ordem pública ou a polícia judiciária. Enquanto a primeira é inerente a toda a Administração Pública, as demais são privativas de certos órgãos (Polícias Civis) ou corporações (Polícias Militares). A cobrança da taxa de policia não exige a ocorrência de efetiva fiscalização ao contribuinte, basta que exista a estrutura e seja exercida a atividade correspondente. Até porque é impossível que todos os contribuintes sejam fiscalizados concretamente, certo? Prof. Juliana Migowski 13 de 61

14 Taxas x Preços Públicos Curso: Direito Tributário p/ ICMS RJ Vamos estudar agora um ponto que costuma causar bastante confusão na cabeça (cheia) do pobre concurseiro e, portanto, prato cheio para as provas de concursos. Os preços públicos se assemelham muito às taxas em razão do caráter contraprestacional, pois também são cobrados pela utilização de determinados serviços. Contudo, preços públicos não são compulsórios, portanto não são tributos. Vejamos as diferenças nos quadros abaixo: Preços Públicos (TARIFA) TAXAS Nãoé tributo Obrigação de natureza contratual Regime Jurídico de direito administrativo Receita originária Depende de manifestação de vontade Cobrança não se submete aos princípios tributários Exemplo: Pedágio cobrado por concessionária; Pagamento de energia elétrica; Passagem de transporte coletivo É tributo Prevista em lei Regime Jurídico de direito tributário Receita derivada Compulsório Sujeitas às limitações constitucionais ao poder de tributar Exemplo: Taxa da vigilância sanitária; taxa judiciária (custa processual) Base de Cálculo das Taxas Vejamos o que diz o parágrafo único do art. 77 do CTN: Segundo o CTN, a TAXAnãopode... ter base de cálculo ou fato gerador idênticosaos que correspondam a imposto ser calculadaem função do capital das empresas A base de cálculo representa o aspecto quantitativo do tributo. Juntamente com a alíquota aplicável é quem vai definir o valor a ser pago. Como a taxa é um tributo contraprestacional, este valor deve guardar relação com o custo arcado pelo Estado para a prestação do serviço ou para o desempenho da atividade de polícia. Daí justifica-se a previsão legal acima citada. A proibição acima mencionada não impede que sejam utilizados alguns elementos da base de cálculo própria de Prof. Juliana Migowski 14 de 61

15 determinado imposto, conforme a Súmula Vinculante 29, desde que não haja integral identidade entre uma base e outra. Nesse contexto, o STF considera constitucional a Taxa de Fiscalização da CVM (Súmula 665), cobrada das pessoas físicas e jurídicas que integram o sistema de distribuição de valores mobiliários. Houve certa controvérsia pelo fato de a taxa cobrada pelo poder de polícia exercido levar em consideração o patrimônio líquido da sociedade ou do fundo de investimento sujeitos à fiscalização. Na verdade, como o tributo é estabelecido em valores fixos de acordo com as faixas de variação do PL, a Corte entendeu que o patrimônio era apenas um parâmetro para a base de cálculo. (ESAF / Procurador DF / 2007) O Sistema Tributário Nacional é regido por regras e princípios gerais que estão postos nos art. 145 a 162 da Constituição Federal. Com base no conteúdo das disposições acima referidas, assinale, entre as opções abaixo apresentadas, a que está correta: a) É inconstitucional a taxa de fiscalização dos mercados de títulos e valores mobiliários instituída pela Lei n , de 1989, haja vista não ser conferido, pelo ordenamento jurídico positivado, poder de polícia à Comissão de Valores Mobiliários. b) O serviço de iluminação pública, pela sua natureza jurídica, deve ser sempre remunerado mediante taxa. c) Os serviços gerais prestados por órgãos de Segurança Pública não podem ser sustentados por taxas. Essa atividade pública, por sua natureza, deve ser retribuída, genericamente, por impostos. d) É inconstitucional lei estadual que cria taxa destinando a arrecadação de seu produto aos serviços de fiscalização da atividade notarial e de registro a órgão público. e) É constitucional a taxa municipal de conservação de estradas de rodagem que tem como base de cálculo a adotada para o imposto territorial rural. Comentários Alternativa A Incorreta, pois a cobrança é considerada constitucional pelo STF, conforme a Súmula nº 665. Alternativa B Em desacordo com a súmula nº 670 do STF: O serviço de iluminação pública não pode ser remunerado mediante taxa. Alternativa C Correta. Serviços de Segurança Pública não são específicos e divisíveis, portanto não podem ser sustentados por taxas. Alternativa D Contraria o entendimento do STF manifestado no julgamento da ADI MT: Prof. Juliana Migowski 15 de 61

16 É constitucional a destinação do produto da arrecadação da taxa de fiscalização da atividade notarial e de registro a órgão público e ao próprio Poder Judiciário. Alternativa E Em desacordo com a súmula nº 595 do STF: É inconstitucional a taxa municipal de conservação de estradas de rodagem cuja base de cálculo seja idêntica à do Imposto Territorial Rural. Gabarito: C 2.2. Contribuição de melhoria Esse tributo está previsto no art. 81 do CTN: CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA Competência Fato Gerador União, Estados, DF e Municípios (no âmbito de suas respectivas atribuições) valorização imobiliáriadecorrente de obra pública Como constatamos na definição legal, o fato gerador da contribuição de melhoria é a VALORIZAÇÃO IMOBILIÁRIA decorrente de obra pública. Fique atento aos detalhes, pois são eles que nos pegam na hora da prova. Qual a possível pegadinha aí? A banca pode querer confundi-lo afirmando que o fato gerador da contribuição de melhoria é a obra pública. Mas não é isso, Juliana? NÃO! O fato gerador é a valorização imobiliária decorrente de obra pública, ou seja, não basta que seja feita uma obra para que esteja constituída a obrigação tributária. Se a obra em questão não promover a valorização do imóvel, não haverá fato gerador. A contribuição de melhoria é um tributo contraprestacional, pois há uma ação estatal relativa ao contribuinte, no caso, a obra pública. Justamente por ser contraprestacional deve apresentar relação com o custo da obra. O próprio CTN estabelece limites para a cobrança: LIMITE INDIVIDUAL LIMITE TOTAL Acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado. Despesa realizada pelo ente público com a obra. Prof. Juliana Migowski 16 de 61

17 A FCC gosta de cobrar esse assunto apresentando as despesas com a obra e a valorização imobiliária. Vejamos um exemplo da última prova para Auditor Fiscal da Receita Estadual do Rio de Janeiro. (FCC / AFRE-RJ / 2014) O Estado do Rio de Janeiro decidiu realizar obras públicas para conter as enchentes que assolavam um determinado município hipotético de seu território. Essas obras consistiam em elevar as margens do Rio que banhava esse município e incluíam, em decorrência disso, a abertura de vias públicas largas e modernas, recuperação da região degradada e, inclusive, a realização de obras de paisagismo. As obras públicas a serem realizadas foram orçadas em R$ 250 mil, valor esse a ser integralmente financiado por contribuição de melhoria. Estudos efetuados demonstraram que a zona a ser beneficiada pelas obras abrangeria cinco imóveis da região, sendo que a valorização média esperada desses imóveis seria de 20%. Com base nisso, o Estado promoveu o lançamento da contribuição de melhoria, cobrando, de cada um dos cinco imóveis localizados na região beneficiada, contribuição de melhoria equivalente a 20% do valor do imóvel, resultando na seguinte situação: Imóvel Valia (R$) Contribuição de Melhoria Cobrada (R$) Valorização efetiva, constatada em razão da obra I 100 mil 20 mil Não teve valorização alguma II 200 mil 40 mil Passou a valer 220 mil III 300 mil 60 mil Passou a valer 345 mil IV 400 mil 80 mil Passou a valer 480 mil V 500 mil 100 mil Passou a valer 625 mil Considerando as informações acima, é correto afirmar: a) Todos os cinco imóveis deveriam pagar contribuição de melhoria, pois as obras realizadas trouxeram vários tipos de benefícios à região, como, por exemplo, o fim das enchentes e o embelezamento da área. b) O Estado poderá cobrar contribuição de melhoria de todos os imóveis que se valorizam em decorrência da obra em questão, tendo como único valor máximo limite, para essa cobrança, o montante equivalente à valorização que cada imóvel sofreu em decorrência das obras realizadas. c) Embora os imóveis valorizados em decorrência da obra em questão tenham tido uma valorização média de 20%, o Estado poderá Prof. Juliana Migowski 17 de 61

18 cobrar, de todos eles, linearmente, contribuição de melhoria calculada com base na aplicação do percentual de 18% sobre o valor do imóvel antes da realização da obra. d) Se o fator individual de valorização do imóvel II, apurado com base na legislação própria, fosse igual a 0,074 (ou 7,4%), a contribuição de melhoria relativa a esse imóvel poderia ser determinada e, posteriormente, lançada e cobrada, mediante o rateio do custo total da obra por esse fator individual de valorização. e) Considerando que a valorização do imóvel V (R$ 125 mil) é equivalente a 46,29% da soma total das valorizações individuais de cada imóvel (R$ 270 mil), o Estado poderá aplicar esse índice de 46,29% sobre o valor do imóvel antes da valorização, para fins de cálculo do valor da contribuição de melhoria por ele devida. Comentários Eu posso imaginar o que você está pensando. Que questão imensa! É verdade, mas dava para resolver essa e muitas outras questões sem ler todo o enunciado e de forma até bastante rápida. Por isso, não se assuste tanto com o tamanho da questão. Com alguma malandragem você pode resolvê-la em segundos. Está aí a importância de se fazer muitas questões, principalmente da banca que você vai enfrentar. Você verá que elas costumam seguir sempre a mesma linha e descobrirá os caminhos para vencê-las (e não ser vencido!). Aprenda a buscar palavras-chave. Do que trata essa questão? Se você passar o olho pela tabela verá que está tratando de contribuição de melhoria. Veja que são informados os valores de valorização imobiliária e do tributo a ser cobrado. Com isso você já pode pensar que provavelmente a questão vai querer que a gente analise algo sobre os limites para a contribuição de melhoria que, como vimos, são dois: limite global -> gasto com a obra e limite individual -> valorização imobiliária. As valorizações imobiliárias são informadas na própria tabela, então nossa missão é procurar no meio do enunciado um número que informe o valor gasto com a obra. Batemos o olho no valor de R$ 250 mil e confirmamos que se trata do gasto total com a obra. Você já tem as informações de que precisa para analisar as alternativas. Todo o resto é enrolação que tem dois objetivos claros: fazer você perder tempo e confundi-lo. Apenas para que você entenda o que estou dizendo, vamos ver o que o resto do enunciado fala. Veja o seguinte trecho Estudos efetuados demonstraram que a zona a ser beneficiada pelas obras abrangeria cinco imóveis da região, sendo que a valorização média esperada desses imóveis seria de 20%. Mas a tabela nos fornece já a valorização efetiva. Para que eu preciso saber qual era a valorização esperada? Para nada! Como vimos, o fato gerador da contribuição de melhoria só ocorre com a efetiva valorização imobiliária promovida por uma obra pública. Se o governo espera uma Prof. Juliana Migowski 18 de 61

19 valorização de 20%, mas na realidade não valoriza nada, não poderá ser cobrado o tributo, lembra? Outra parte do enunciado fala das razões da obra, da degradação da área que será substituída pelo paisagismo: só blá blá blá! Então, vamos às alternativas! Alternativa A Todos os cinco imóveis deveriam pagar contribuição de melhoria. Não precisa continuar a ler o resto da assertiva (nem deve!). Como observamos na tabela, o imóvel I não teve valorização alguma. Logo, ele não deve pagar contribuição de melhoria, o que torna a alternativa errada. Alternativa B (...) tendo como único valor máximo limite, para essa cobrança, o montante equivalente à valorização que cada imóvel (...). Como vimos, há dois limites para a contribuição de melhoria, sendo um deles o valor do total da obra. Logo, assertiva errada. Alternativa C (...)o Estado poderá cobrar, de todos eles, (...) antes da realização da obra. (...). Antes da realização da obra não houve fato gerador. Logo, não pode haver a cobrança do tributo. Assertiva errada. Alternativa E Se aplicarmos 46,29% sobre o valor antes da valorização (R$ 500 mil) para o cálculo da contribuição de melhoria, esta seria de R$ ,00, valor superior ao limite individual para o tributo, que seria de R$ 125 mil. Assertiva errada. Alternativa D Por eliminação, chegamos à alternativa D. Não há nada de errado nela. Veja que o limite individual para a contribuição de melhoria no caso do imóvel II é o valor de R$ 20 mil, que corresponde a 10% de valorização sofrida pelo imóvel. Logo, o tributo poderia ser cobrado pela taxa de 7,4%, pois estaria respeitando os limites legais. Gabarito: D 2.3. Impostos Esse tributo está previsto no art. 16 do CTN: IMPOSTOS Fato Gerador Situação independente de qualquer atividade estatal específica, relativa ao contribuinte Os impostos são chamados de tributos não-contraprestacionais, isto é, não são cobrados em função de alguma atividade estatal específica. Por essa razão são classificados como tributos NÃO VINCULADOS. Distinguem-se das taxas, por exemplo, que para serem exigidas necessitam de uma contraprestação do Estado. Prof. Juliana Migowski 19 de 61

20 TRIBUTOS VINCULADOS TRIBUTOS NÃO VINCULADOS Fato gerador: dependede ação estatal Contraprestacionais Ex: taxas e contribuições de melhoria Fato gerador: independe de ação estatal Não contraprestacionais Ex: impostos Outra característica importante relativa aos impostos é a necessidade de serem graduados de acordo com a capacidade econômica do contribuinte, conforme previsão constitucional. Abordaremos este tópico com mais profundidade na aula sobre Princípios Constitucionais Tributários. Também estudaremos em um próximo encontro as diferentes espécies de impostos Empréstimos Compulsórios Os empréstimos compulsórios estão previstos na Constituição Federal, art. 148, e no Código Tributário Nacional, art. 15. Vejamos os detalhes no quadro abaixo: Competência: União EMPRÉSTIMOS COMPULSÓRIOS Lei Complementar Provisórios Restituíveis Lei instituidora deve determinar prazo de duração Lei instituidora deve determinar forma de devolução Guerra externa (ou sua iminência) Em casos de: Calamidade Pública Investimento público urgente e de relevante interesse nacional Prof. Juliana Migowski 20 de 61

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