Guia de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

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1 Guia de Gerenciamento de Resíduos Sólidos maio 2014

2 Para a elaboração deste manual, foi fundamental o apoio do Sebrae, ao reconhecer que o acesso de seus clientes aos serviços tecnológicos disponíveis no mercado é condição necessária ao cumprimento da sua missão institucional de promoção do desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios. O acesso a serviços tecnológicos pelos pequenos negócios depende, essencialmente, da superação de três desafios: pouca compreensão, por parte dos empreendedores, acerca da importância destes serviços; ampliação da rede de prestadores de serviços tecnológicos, como alternativa à limitação técnica das pequenas empresas; e alto custo dos serviços.

3 Introdução... 2 A Política Nacional de Resíduos Sólidos e as empresas... 4 Resíduos e suas classificações...7 Implantação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Primeiro passo: planejamento Segundo passo: implementação e operação Terceiro passo: verificação e ações corretivas...19 Considerações finais Anexos Anexo 1: Classificação dos resíduos sólidos de acordo com a pnrs e a abnt nbr Anexo 2: Principais métodos de tratamento e disposição fina Anexo 3: Obrigações e sanções legais relacionadas à geração e ao tratamento de resíduos sólidos Anexo 4: Principais resíduos sólidos gerados nos processos produtivos... 28

4 1 Introdução O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 assumiu o compromisso de desenvolver uma transformação sustentável, aplicando critérios de sustentabilidade em todo o ciclo de gestão dos Jogos, desde a concepção e planejamento até a implementação, revisão e o pós-evento. Este compromisso está calcado nos três princípios de desenvolvimento sustentável ratificados pela Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento Rio 92 e que também servem de base para o Rio São eles: Planeta: mitigar o impacto ambiental causado pelos projetos relacionados aos Jogos Rio 2016, imprimindo uma pegada ambiental reduzida. Pessoas: planejamento e execução dos Jogos Rio 2016 de forma inclusiva, entregando Jogos para todos. Prosperidade: contribuição para o desenvolvimento econômico do estado e da cidade do Rio de Janeiro, através do planejamento, execução e prestação de contas dos Jogos com responsabilidade e transparência. Pelas premissas adotadas pelo Rio 2016, é esperado que fornecedores, patrocinadores e licenciados também desenvolvam o Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) em seus próprios escritórios e cadeias produtivas. Assim, este manual visa a informar e auxiliar os potenciais parceiros do Rio 2016 acerca das melhores formas de gerenciar e destinar os resíduos gerados em sua área de atuação. 2

5 O Rio 2016 reconhece o potencial dos Jogos para demonstrar que a gestão adequada dos resíduos, desde o planejamento até o legado, traz benefícios concretos, não apenas ambientais, mas também financeiros. Um evento do porte dos Jogos é uma grande oportunidade para implementar sistemas, melhorar infraestruturas e estabelecer padrões operacionais que possibilitem a redução da quantidade de resíduos e maximização da reutilização e reciclagem. Outra estratégia é usar atividades educativas, culturais e oportunidades de comunicação com o público para promover estilos de vida com baixa produção de resíduos e a adoção de hábitos de coleta seletiva e reciclagem. Neste sentido, o Rio 2016 se comprometeu a gerenciar da forma correta os seus resíduos, com base na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Cabe destacar que a gestão dos resíduos deve ocorrer de forma integrada entre o Comitê Organizados dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos e os governos federal, estadual e municipal. Reduzir o impacto dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos no meio ambiente, desde o seu planejamento até a implementação, revisão e o pós-evento, é uma questão prioritária para o desenvolvimento sustentável, e o gerenciamento os resíduos gerados é essencial para atingir este objetivo. De acordo com o Plano de Gestão de Sustentabilidade 1 do Rio 2016, os objetivos específicos do gerenciamento de resíduos são: Alinhar e implementar os planos de gestão de resíduos em todas as construções, garantindo manejo e tratamento final adequados (Responsáveis: governos estadual e municipal e Rio 2016). Gestão e tratamento responsáveis dos resíduos sólidos das operações dos Jogos (Responsável: Rio 2016). Gestão e tratamento responsáveis de resíduos sólidos corporativos (Responsável: Rio 2016). 1 O Plano de Gestão de Sustentabilidade está disponível para consulta no website Rio 2016: 3

6 2 A Política Nacional de Resíduos Sólidos e as empresas A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS - Lei N o , de 2 de agosto de 2010) define Resíduos Sólidos como: material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade, a cuja destinação final se procede, se propõe proceder ou se está obrigado a proceder, nos estados sólido ou semissólido, bem como gases contidos em recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos d água, ou exijam para isso soluções técnica ou economicamente inviáveis em face da melhor tecnologia disponível. Segundo a PNRS, os geradores de resíduos sólidos são pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, que geram resíduos sólidos por meio de suas atividades, inclusive o consumo. São obrigados a cumprir a PNRS: Fabricantes Importadores Distribuidores Comerciantes Consumidores Titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos 4

7 A PNRS prevê a redução na geração de resíduos através de hábitos de consumo sustentável e de um conjunto de instrumentos que propiciam tanto a reciclagem e reutilização dos resíduos sólidos (aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reaproveitado), como a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos (aquilo que não pode ser reciclado ou reutilizado). GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PNRS) Conjunto de ações exercidas, direta ou indiretamente, nas etapas de coleta, transporte, transbordo, tratamento e destinação final ambientalmente adequadas dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, de acordo com o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e/ou com o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, exigidos na forma da PNRS No gerenciamento de resíduos sólidos considerado na PNRS, deve ser observada a seguinte ordem de prioridade: 1. Não geração 2. Redução 3. Reutilização 4. Reciclagem 5. Tratamento dos resíduos sólidos 6. Disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos 5

8 Os principais instrumentos estabelecidos pela PNRS para os fornecedores são: Acordo setorial: ato de natureza contratual entre o poder público e a empresa para a implementação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto. Responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos: conjunto de atribuições para a minimização do volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados e para a redução dos riscos à saúde humana e ao meio ambiente decorrentes do ciclo de vida dos produtos. Logística reversa: instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de procedimentos destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento ou outra destinação final ambientalmente adequada. Planos de resíduos sólidos: planos a serem elaborados com participação social, contendo o diagnóstico dos resíduos sólidos gerados nas diferentes esferas, objetivos e estratégias acerca do tema. As pessoas jurídicas obrigadas a elaborar este plano são: Geradores de resíduos dos serviços de saneamento básico Geradores de resíduos industriais Geradores de resíduos de saúde Geradores de resíduos de mineração Estabelecimentos comerciais e de serviços que gerem resíduos perigosos ou que, por sua natureza, composição ou volume não sejam equiparados a resíduos domiciliares pela administração municipal Empresas de construção civil Responsáveis por portos, aeroportos, terminais alfandegários, rodoviários, ferroviários e passagens de fronteira 6

9 3 Resíduos e suas classificações A classificação dos resíduos sólidos gerados em determinada atividade é o primeiro passo para estruturar um plano de gestão adequado. A partir da classificação, serão definidas as etapas de coleta, armazenamento, transporte, manipulação e disposição final adequada a cada tipo de resíduo. Existem alguns documentos oficiais que classificam os resíduos sólidos. Os dois principais e que serão adotados por este manual são a PNRS e a ABNT NBR Algumas formas de classificação são: Natureza física Origem Grau de periculosidade Grau de biodegradabilidade Composição química Ao final deste documento, é apresentada uma tabela com a classificação dos resíduos de acordo com a PNRS e a ABNT NBR Neste guia, são consideradas as seguintes definições para redução, reutilização e reciclagem: Redução da geração na fonte: também conhecida como prevenção de resíduo, é definida pela EPA (Agência de Proteção Ambiental dos EUA, na sigla em inglês) como qualquer mudança no projeto, na fabricação, compra ou uso de materiais que vise à redução de sua quantidade ou periculosidade, antes de se tornarem resíduos sólidos. Por questões técnicas, nem todos os materiais descartados podem ser reciclados e grande parte deles tem como destino o lixo comum. É importante identificar que materiais são estes para que sejam substituídos ou para que se estudem modificações nos processos. 7

10 EXEMPLOS DE MATERIAIS NÃO RECICLÁVEIS Plástico Espuma Bandejas Embalagem metalizada (café e salgadinho) Papel Papel plastificado Papel laminado Etiquetas Guardanapos Vidros Espelhos Louças Lâmpadas Ampolas de remédios Cerâmicas Tubos de TV e monitores Vidro temperado plano Metal Clipes Grampos Esponjas de aço Latas de tinta, verniz e solventes químicos Reutilização de resíduos: quando o resíduo é reaproveitado sem que haja modificações na sua estrutura. Exemplos: a utilização dos dois lados de uma folha de papel e a reutilização de garrafas de vidros e barris. Reciclagem de resíduos: quando há um beneficiamento no resíduo para que ele seja utilizado em outro ou no mesmo processo. Exemplo: as latinhas de alumínio, que passam por um beneficiamento para que o alumínio seja reaproveitado no processo. Recuperação de energia: recuperação de energia térmica gerada pela combustão dos resíduos sólidos urbanos, por tratamento via oxidação térmica, pirólise e gaseificação, entre outros. 8

11 4 Implantação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Independentemente da legislação, desenvolver e implementar um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) é fundamental para qualquer fornecedor que pretenda maximizar as oportunidades e reduzir custos e riscos associados à gestão de resíduos sólidos. O PGRS garante que todos os resíduos serão gerenciados de forma apropriada e segura e envolve as seguintes etapas: 1. Fontes de geração 2. Caracterização (classificação e quantificação) 3. Manuseio 4. Acondicionamento 5. Armazenamento 6. Coleta 7. Transporte 8. Reuso/reciclagem 9. Tratamento 10. Disposição final Getty Images 9

12 POLÍTICA DE RESÍDUOS 1 Planejamento 2 Implementação e operação 3 Verificação e ações corretivas 4 Revisão da gestão Identificação e caracterização Classificação Requerimentos legais Obejtivos e metas Estrutura e responsabilidades Treinamento e competências Manuseio e acondicionamento Pré-tratamento Monitoramento e medições Identificação de não conformidades Ações corretivas Ações preventivas Avaliações periódicas da política de resíduos Reorganização de responsabilidades Disposição final Auditoria do PGRS Controle operacional Os mesmos preceitos da implementação de qualquer sistema de gestão devem ser aplicados no caso de um PGRS. Isto significa adotar os seguintes passos: 4.1 primeiro passo: PLANEJAMENTO Durante o planejamento do PGRS, as principais etapas estão vinculadas à definição dos objetivos e metas, ao levantamento dos aspectos ambientais e aos requerimentos legais. Estas três etapas estão detalhadas a seguir Objetivos e metas Como qualquer plano de gestão, o PGRS deve apresentar objetivos e metas. Os objetivos são direcionamentos gerais aos quais o PGRS está vinculado, enquanto as metas são numéricas e temporais Aspectos ambientais No caso da implementação de um PGRS, os aspectos ambientais são os resíduos gerados. E, para administrar os resíduos, é preciso conhecê-los. Assim, devem ser determinados (as): Geração: Quais os processos que geram resíduos? Para a identificação das fontes de geração de resíduos, é necessário percorrer os processos da empresa, através, por exemplo, de entrevistas com os responsáveis. Vale destacar: todos os processos da empresa podem gerar resíduos. 10

13 Processos típicos de uma empresa e seus respectivos resíduos Escritórios: papel e papelão usado, cartuchos usados de impressoras, pilhas e baterias usadas, equipamentos sem condições de uso Banheiros e cozinhas: restos de comida, papel higiênico usado Manutenção: óleo lubrificante usado, latas de óleo, peças sem condições de uso (contaminadas com óleo ou não) Boas práticas para o gerenciamento de óleo lubrificante usado Óleos lubrificantes usados são classificados como resíduos perigosos (classe I). Estes resíduos são inflamáveis e podem estar contaminados com metais pesados. Um litro de óleo, por exemplo, é suficiente para contaminar litros de água. Os geradores de óleos lubrificantes devem garantir sua segregação, estabelecer um sistema de armazenamento apropriado e encaminhar o resíduo para o sistema de gestão integrado, por meio de operadores devidamente licenciados. Na entrega, o produtor deve receber do operador de recolha a documentação comprovativa. O local de armazenamento deve ser bem definido, identificado, coberto, afastado de fontes de calor, possuir solo impermeável e bacias de retenção devidamente dimensionadas e ser de fácil acesso. O responsável pelo manuseio destes resíduos deve estar equipado com óculos com proteção lateral e luvas impermeáveis e utilizar materiais adequados em caso de derrame ou limpeza. Os revendedores de óleos lubrificantes devem dar suporte aos geradores, provendo informações sobre os cuidados necessários ao manuseio. Após coletado, o óleo lubrificante usado deverá ser entregue a um novo refinador devidamente licenciado. O óleo lubrificante usado também pode ser enviado a coprocessamento. 11

14 Classificação: Quais as classes de cada resíduo gerado? De acordo com as normas e metodologias, os resíduos identificados devem ser classificados para a definição de sua periculosidade. Quantificação: Quais as quantidades de cada resíduo? Determinar a quantidade de cada resíduo gerado é fundamental para a definição das formas de transporte, de armazenamento e para a análise financeira do tratamento e da disposição final Requerimentos legais e outros Para determinar todas as etapas do PGRS, é fundamental conhecer detalhadamente os requerimentos legais e outros (por exemplo, exigências do cliente) aos quais o plano está subordinado. As principais regulamentações acerca da gestão de resíduos estão listadas ao final deste documento. 4.2 segundo passo: IMPLEMENTAÇÃO E OPERAÇÃO Após a etapa de planejamento, têm início a implementação e a operação do PGRS. Neste 2 o passo, talvez o mais longo e difícil, devem ser considerados os seguintes itens: Estrutura e responsabilidade É fundamental que o PGRS contemple toda a estrutura proposta para a gestão dos resíduos e indique claramente os responsáveis por cada atividade do plano Treinamento, consciência e competência Durante a implantação do PGRS, deve-se avaliar atentamente as equipes que estarão envolvidas nos processos de gestão de resíduos. Os profissionais devem ter a qualificação necessária. Especialmente aqueles que vierem a lidar com o manuseio dos resíduos precisam conhecer os aspectos ambientais do seu trabalho. O treinamento básico para o pessoal envolvido com o manuseio dos resíduos deve conter, no mínimo: Informações sobre as características e os riscos inerentes ao trato de cada tipo de resíduo Orientação sobre a coleta, o transporte e armazenamento Utilização adequada dos equipamentos de proteção individual (EPI) necessários Procedimentos de emergência em caso de contato ou contaminação individual ou ambiental com o resíduo 12

15 4.2.3 Manuseio e acondicionamento É importante identificar as formas de manuseio e acondicionamento dos resíduos. Como orientação geral: A separação deve ocorrer no local de origem Devem ser separados os resíduos que possam gerar condições perigosas se combinados Devem ser separados os resíduos secos dos úmidos. Deve-se evitar a mistura de resíduos semissólidos com resíduos sólidos Quando possível, os resíduos devem ser segregados de acordo com suas características. A fim de facilitar e padronizar esta segregação, a Resolução CONAMA 275/2001 definiu cores para identificar cada tipo de resíduo. Código de cores para coleta seletiva de resíduos, CONAMA 275/2001 Azul Vermelho Verde Amarelo Preto Laranja Branco Roxo Marrom Cinza Papel/papelão Plástico Vidro Metal Madeira Resíduos perigosos Resíduos ambulatórios e de serviço de saúde Resíduos radioativos Resíduos orgânicos Resíduo geral não reciclável ou misturado Se não for possível segregar os resíduos da forma estabelecida pela CONAMA 275/2001, eles deverão ser separados entre resíduos secos (que podem ser reciclados) e úmidos, estes últimos sendo, ainda, distinguidos entre materiais orgânicos (como cascas de frutas e legumes, folhas e restos de comida) e não recicláveis (como material de higiene pessoal, plásticos e papéis engordurados, vidros planos e embalagens de isopor). O PGRS deve detalhar as formas de manuseio e armazenamento temporário para cada tipo de resíduo gerado. As normas NBR , NBR , NBR e NBR contêm as especificações necessárias, enquanto a NBR determina o transporte adequado. 13

16 4.2.4 Pré-tratamento Em muitos casos, os resíduos requerem algum tipo de tratamento antes de serem encaminhados. Por exemplo, latas de alumínio para reciclagem precisam ser prensadas antes do transporte, para a redução de seu volume. Este pré-tratamento pode ser feito dentro ou fora das dependências da empresa geradora, mas precisa estar especificado no PGRS. Caso o pré-tratamento seja conduzido dentro da empresa, é necessário verificar junto a órgão ambiental a necessidade de licença para a operação. Exemplo de pré-tratamento Em geral, o lodo de estação de tratamento de efluentes caracterizado, na maioria dos casos, como resíduo perigoso deve ser adensado antes do envio à destinação final. Muitas vezes, este processo é conduzido nas dependências da empresa onde ocorre o tratamento de efluentes. Getty Images 14

17 4.2.5 Documentação do PGRS Para que o PGRS obedeça a procedimentos específicos em cada etapa da gestão dos resíduos, de forma padronizada, é necessária uma documentação abrangendo todas as atividades do processo. Essa documentação deve ser conhecida e de fácil acesso pelos envolvidos no PGRS. Os documentos básicos de um PGRS são os seguintes: Objetivos e metas Os objetivos devem estar de acordo com os conceitos gerais, enquanto as metas devem apresentar números e prazos a serem respeitados. Requerimentos legais e outros Todos os requerimentos legais e outros aplicáveis devem estar documentados e atualizados no PGRS. Procedimentos escritos, detalhando todas as atividades do PGRS e seus respectivos responsáveis Todas as atividades envolvidas no PGRS precisam estar orientadas por procedimentos escritos, cujo nível de detalhamento é específico para cada empresa e deve ser estabelecido na etapa de planejamento. Protocolos de auditorias internas e de terceiros Devem ser desenvolvidos protocolos específicos e documentados para auditorias feitas internamente ou por terceiros (prestadores de serviço para a empresa em determinadas atividades do PGRS). Indicadores para acompanhamento do PGRS Os indicadores do desempenho do PGRS também devem estar devidamente documentados, possibilitando a comparação de diferentes planos. Fichas de resíduos É recomendável que cada resíduo gerado tenha uma ficha própria, com a descrição de todas suas características e formas de gestão. A seguir, um exemplo de ficha de resíduo. 15

18 Modelo de ficha de resíduos - Baterias Resíduos típicos desta categoria Baterias e pilhas usadas ou danificadas de equipamentos ou veículos. Incluem baterias de níquel-cadmio (Ni-Cd), lítio (Li), mercúrio (Hg), alcalinas, zinco-carvão, níquel hidreto metálico e ácido-chumbo (Pb). Origem do resíduo Veículos, motores, sistemas de geração de emergência, instrumentos e equipamentos pequenos, como celulares, rádios, máquinas fotográficas etc. Medidas de segurança Usar luvas ao manusear Evitar quebrar e danificar as baterias, pois seu conteúdo pode ser perigoso Evitar contato com olhos e pele Opções de minimização Avaliar frequência de troca Usar baterias recarregáveis, quando aplicável Usar equipamentos de baixo consumo de energia Usar energia solar Usar baterias com componentes menos perigosos Avaliar outras fontes de corrente elétrica Usar baterias de longa duração No caso de pilhas comuns, dar preferência às de zinco-carvão, que não têm resíduos perigosos Métodos de gerenciamento preferenciais Depois que as medidas de minimização tiverem sido adotadas onde for apropriado, a seguinte sequência de disposição deve ser utilizada: 1. Armazenamento temporário Em containers apropriados para resíduos perigosos, à prova de vazamentos e localizados em área seca e ventilada. 2. Pré-tratamento Estabilizar o resíduo de bateria se a mesma estiver quebrada, danificada ou com vazamento. 3. Opções de tratamento e disposição final (em ordem de preferência) A) Reciclagem (apenas recicladoras autorizadas pelo órgão ambiental competente) ou devolução ao fabricante. B) Aterros industriais para resíduos perigosos (classe 1) autorizados pelo órgão ambiental competente. OBS.: As pilhas comuns e alcalinas, de níquel metal hidreto, lítio, tipo botão e miniaturas podem ser dispostas em aterros para resíduos não perigosos. 16

19 Todos os registros relativos a resíduos devem ser arquivados. Este procedimento, além de atender a exigências legais, facilita o acompanhamento do PGRS pelos responsáveis por cada etapa do processo. Manifesto de resíduos O Sistema de Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) é um instrumento de controle que, por meio de formulário próprio, permite identificar as destinações dadas pelo gerador, transportador e receptor do resíduo. De acordo com a DZ R-7, que define o Sistema de Manifesto, o gerador do resíduo deve produzir quatro vias do manifesto para cada movimentação de seus resíduos. Para cada resíduo destinado para fora da unidade, deve-se providenciar também: 1. Documento de saída do resíduo, informando quantidade, destino, data, meio de transporte e percurso a ser percorrido. 2. Documento de chegada do resíduo a seu destino. Pode ser o documento de saída protocolado junto ao receptor com a data e hora de chegada ou um documento especifico a ser assinado pelo receptor do resíduo. 3. Documento emitido pelo receptor do resíduo informando a data e hora em que o resíduo foi processado, tratado, incinerado, aterrado etc., e o processo de tratamento ou disposição utilizado. Vale destacar que estes documentos devem ser mantidos pela empresa para resguardá-la em caso de qualquer problema com um dos receptores dos resíduos. 17

20 Modelo de MTR para a cidade do Rio de Janeiro 18

21 4.2.6 Disposição final A disposição final escolhida dependerá do tipo de resíduo. Deverá ser analisado o custo/benefício entre todas as possibilidades. As variáveis comumente avaliadas para a definição da disposição final de resíduos são: Tipo de resíduo Classificação do resíduo Quantidade do resíduo Métodos de tratamento viável, dos pontos de vista técnico e ambiental Disponibilidade do método de disposição Resultados de longo prazo do método de disposição Custo do método de tratamento Ao final deste documento, há uma tabela com as principais formas de destinação dos resíduos sólidos. 4.3 terceiro passo: VERIFICAÇÃO E AÇÕES CORRETIVAS Após implementar o PGRS conforme apresentado no 2 o passo, deve-se acompanhá-lo e, se necessário, realizar ações corretivas. As etapas do 3 o passo estão detalhadas a seguir Monitoramento e medições O monitoramento do PGRS deve ser feito através de indicadores vinculados aos resíduos (quantitativos, qualitativos e financeiros), fundamentais para a avaliação do desempenho da empresa, para a mensuração dos ganhos econômicos e ambientais e para a criação de metas e objetivos futuros garantindo, assim, a melhoria contínua da preservação ambiental. Estes indicadores devem ser criados durante a implementação do PGRS e reavaliados ao longo de seu funcionamento, de forma a espelhar, da melhor maneira possível, a eficácia do gerenciamento de resíduos sólidos na empresa. Alguns exemplos de indicadores são: Quantidade de pilhas e baterias trocadas (mensal) Quantidade de baterias substituídas por recarregáveis Custo para envio das baterias para reciclagem 19

22 As medições dos indicadores devem ser arquivadas por um determinado tempo e comparadas periodicamente. É importante realizar uma análise crítica das medições, em função de resultados históricos e/ou esperados para aquele indicador especifico Auditoria do PGRS Para garantir que o PGRS esteja operando corretamente e passe por melhorias contínuas, o melhor método são auditorias internas (realizadas na empresa) e externas (realizadas por terceiros). Auditorias internas As auditorias internas devem ser realizadas periodicamente em todas as etapas do gerenciamento. O PGRS precisa indicar a frequência das auditorias internas e o seu protocolo de realização. O protocolo é especifico para cada empresa e contém um check list das questões relativas aos resíduos a serem avaliadas. Auditorias de terceiros É fundamental realizar auditorias nas dependências dos terceiros contratados para atuar em qualquer etapa do gerenciamento dos resíduos. Vale destacar que o gerador dos resíduos será, sempre, o responsável legal por eles até que sejam finalmente destruídos. Cabe também ao PGRS definir a periodicidade das auditorias externas. O resultado das auditorias e da análise dos indicadores informará sobre possíveis desvios do PGRS, chamados de não conformidades podem ser desvios legais, técnicos ou relações custo/benefício a serem melhoradas. Depois de conhecidas as não conformidades, devem ser definidas ações corretivas e preventivas. O fluxograma a seguir resume a implementação e operação do PGRS: 20

23 FLUXOGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Processo Resíduo gerado Técnicas de minimização Modificação no processo ou mudança no design dos equipamentos Eliminação ou substituição de materiais Controle e gerenciamento de inventário Melhoria da manutenção, organização e limpeza Reutilização no processo Recliclagem NBR NBR NBR NBR Caracterização e classificação NBR NBR NBR 7500 Opções de pré-tratamento Centrifugação Separação gravitacional Redução de partículas Neutralização Inertização Lavagem É PERIGOSO? sim Armazenamento temporário para resíduos perigosos REQUER PRÉ- -TRATAMENTO? sim Pré-tratamento não não NBR NBR 7500 Armazenamento temporário para resíduos não perigosos NBR 13221; NBR 7500; NBR 7501; NBR 7502; NBR 7503; NBR 7504; NBR 10157; NBR 11175; NBR Disposição final (de acordo com características e classe final de resíduo) Opções de disposição final Tratamento térmico Tratamento biológico Coprocessamento Aterro industrial É POSSÍVEL RECICLAR OU REUTILIZAR? não sim Reciclagem/ reutilização interna Reciclagem/ reutilização externa REQUER PRÉ- -TRATAMENTO? não sim Pré-tratamento Opções de pré-tratamento Centrifugação Separação gravitacional Redução de partículas Neutralização Inertização Lavagem NBR NBR 7500 NBR Disposição final (de acordo com características e classe) Opções de disposição final Tratamento térmico Tratamento biológico Co-processamento Aterro industrial 21

24 5 Considerações finais Os Jogos Rio 2016 têm como um de seus objetivos a disseminação de boas práticas socioambientais a serem utilizadas pelo Comitê Organizador, seus fornecedores e patrocinadores. Um dos itens relacionados no Plano de Gestão de Sustentabilidade do Comitê Rio 2016 refere-se explicitamente à geração de resíduos nas instalações e pelos fornecedores. Este guia deve servir para auxiliar o fornecedor a desenvolver um PGRS em suas dependências, disseminando esta prática também em sua própria cadeia de produção. No caso de qualquer dúvida que não tenha sido esclarecida neste manual, entre em contato pelo rio2016.com. Getty Images 22

25 6 Anexos ANEXO 1: CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DE ACORDO COM A PNRS E A ABNT NBR POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PNRS) Quanto à origem Resíduos domiciliares Resíduos de limpeza urbana Resíduos sólidos urbanos Resíduos de estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços Resíduos dos serviços públicos de saneamento básico Resíduos industriais Resíduos de serviços de saúde Resíduos da construção civil Resíduos agrossilvopastoris Resíduos de serviços de transportes Resíduos de mineração ABNT NBR Quanto ao grau de periculosidade Resíduos Classe I Perigosos Resíduos Classe II A Não perigosos e não inertes Resíduos Classe II B Não perigosos e inertes Originários de atividades domésticas em residências urbanas. Originários da varrição, limpeza de logradouros e vias públicas e outros serviços de limpeza urbana. Englobados em resíduos domiciliares e limpeza urbana. Resíduos gerados nessas atividades, com exceção de: resíduos de limpeza urbana; resíduos dos serviços públicos de saneamento básico; resíduos de serviços de saúde; resíduos da construção civil; e resíduos de serviços de transportes. Resíduos gerados nessas atividades, com exceção dos resíduos sólidos urbanos. Resíduos gerados nos processos produtivos e instalações industriais. Resíduos gerados nos serviços de saúde, conforme definido em regulamento ou em normas estabelecidas pelos órgãos do Sisnama e do SNVS. Resíduos gerados nas construções, reformas, reparos e demolições de obras de construção civil, inclusive os resultantes da preparação e escavação de terrenos para obras civis. Resíduos gerados nas atividades agropecuárias e silviculturais, inclusive os relacionados a insumos utilizados nestas atividades. Resíduos originários de portos, aeroportos, terminais alfandegários, rodoviários e ferroviários e passagens de fronteira. Resíduos gerados na atividade de pesquisa, extração ou beneficiamento de minérios. Aqueles cujas propriedades físicas, químicas ou infectocontagiosas podem trazer riscos à saúde pública e/ou ao meio ambiente. Apresentam propriedades como biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água. Resíduos que, quando amostrados de forma representativa e submetidos a contato dinâmico e estático com água destilada ou desionizada, em temperatura ambiente, não apresentam qualquer um de seus constituintes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água, com exceção de aspecto, cor, turbidez, dureza e sabor. 23

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