Estudo sobre o impacto das Redes de Próxima Geração no mercado

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1 Estudo sobre o impacto das Redes de Próxima Geração no mercado 11 de Junho, 2008 Projecto Número CON 0222 Versão 6.0 B Relatório para a ANACO

2 Conteúdo Capítulo 1 Caracterização das redes existentes em Portugal Introdução Visão geral do estado das redes Portugal Telecom Rede de acesso Rede física em cobre Pontos de atendimento Redes de transporte Rede óptica de transporte Rede ATM Rede IP/MPLS Redes de Serviço Rede ADSL Rede PSTN Rede de Voz Trunking IP Rede de Voz sobre IP empresarial Rede de IPTV Sonaecom Rede de acesso Redes de Transporte Rede de transporte óptico Rede de agregação Ethernet Rede IP/MPLS Redes de Serviço Rede de acesso à Internet Rede de serviços de voz Rede de serviços de vídeo Contribuição da Sonaecom à consulta pública Regulatory Principles of NGA do ERG Vodafone Rede de Acesso Redes de Transporte Redes de Serviço...21

3 6 ZON Multimedia Rede de Acesso Redes de Transporte Rede de transporte óptico Rede de transporte IP/MPLS Redes de Serviço ONI Rede de Acesso Redes de Transporte Rede de transporte óptico Rede de transporte ATM Redes de transporte Metro Ethernet e IP/MPLS Redes de Serviço Rede de Serviços de Voz Cabovisão...26 Capítulo 2 Cenário competitivo em Portugal Visão geral do mercado de telecomunicações em Portugal Os principais operadores que actuam no mercado Operadores fixos Operadores móveis Operadores de serviço por cabo A concorrência do sector Serviço Móvel (voz e dados) Serviço Fixo (voz) Serviço Fixo (banda larga) Serviço de TV por subscrição Evolução das receitas dos serviços Tecnologias de acesso fixo O serviço telefónico fixo Sonaecom Cabovisão e TVCabo GSM Fixo Outros Acesso Indirecto Acesso FWA Acesso em fibra Receitas...60

4 3 O serviço de banda larga Acesso ADSL Acesso Cabo Outros tipos de acesso G FWA e Acesso por fibra Receitas O serviço de TV por subscrição A TV por Cabo A TV por Satélite IPTV Receitas Os pacotes de serviços...90 Capítulo 3 NGN no contexto internacional Introdução Respondendo aos desafios da convergência Incentivos e barreiras para a transformação para as NGNs Eficiência Operacional Potencial de aumento de receitas e rentabilidade Vantagem Competitiva Riscos para o investimento Riscos de mercado Riscos operacionais Riscos tecnológicos Riscos regulatórios A arquitectura das redes NGNs Tecnologias NGN de acesso banda larga em local fixo Tecnologias de controlo de serviços A normalização das NGN Serviços em ambiente NGN Regulação em ambiente NGN Aspectos regulatórios no Acesso Aspectos regulatórios na Interligação Aspectos regulatórios relacionados a Conteúdo e Aplicações Estudos de caso para operadores históricos...126

5 8.1 O caso da BT Introdução A transformação da rede Desenvolvimento regulatório e de política governamental para as NGN no Reino Unido Investimentos e economias Situação atual de desenvolvimento da rede 21CN Pontos de interesse para o caso das NGN em Portugal O caso da KPN Introdução A transformação da rede Actividades do regulador Investimentos e economias Pontos de interesse para o caso das NGN em Portugal O caso da France Telecom Introdução A transformação da rede Evolução da rede PSTN/RDIS e outras redes legadas Evolução da rede de acesso em banda larga Investimentos e economias Resumo das ofertas FTTH na França Pontos de interesse para o caso das NGN em Portugal O caso da Deutsche Telekom Introdução A transformação da rede Investimentos e economias Pontos de interesse para o caso das NGN em Portugal O caso do NGN na Austrália Redes de Próxima Geração(NGN) na Australia Redes de Próxima Geração - Escopo Telstra Prestador histórico de serviços OPEL Acesso Rural e Regional FANOC Proposta de Prestrador de Acesso às Redes de Próxima Geração Telstra e as Redes de Próxima Geração Redes de núcleo e de transporte Sistemas de apoio às Redes de Próxima Geração Redes de acesso de Próxima Geração Redes de acesso de próxima geração na Austrália

6 Proposta FTTN da Telstra Rede Regional da OPEL Proposta FTTN da FANOC Pontos de interesse para o caso das NGN em Portugal Estudos de caso para operadores alternativos e parcerias público-privadas O caso da Bredbandsbolaget na Suécia Introdução Cobertura e participação no mercado Estratégia de mercado da Bredsbandbolaget Pontos de interesse para o caso das NGN em Portugal O caso da FastWeb na Itália Introdução Cobertura e participação no mercado Estratégias de mercado da FastWeb Pontos de interesse para o caso das NGN em Portugal O caso da Citynet em Amsterdão Introdução Cronologia do projecto Estrutura de investimento Desafios legais Pontos de interesse para o caso das NGN em Portugal O caso da THD92 em Hauts de Seine Introdução Objectivos do projecto O modelo de delegação de serviços públicos Pontos de interesse para o caso das NGN em Portugal Capítulo 4 Caracterização da procura de serviços suportados por NGN Introdução Objectivo do Estudo Visão Geral do Modelo Voz Banda Larga Capítulo 5 Cenário de evolução das redes Introdução Cenários de evolução da rede...205

7 2.1 Definição das estratégias de desenvolvimento da rede Operador histórico Rede de acesso aberto Redes de Cabo Unbundlers Análise de Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças Operador histórico Rede de acesso aberto Operadores de cabo Unbundlers (SLU) Capítulo 6 Custos e investimentos relacionados com a implementação das NGN Introdução Objectivo do modelo Visão geral do modelo Estrutura do relatório O cenário para a Portugal Telecom Fibra ao Nó / Armário de rua (FTTN / FTTC) Rede FTTH O cenário para a Joint-venture O cenário do operador de cabo O cenário de operador de rede utilizando acesso desagregado Desagregação do lacete local (LLU) Desagregação a nível de sub-lacete (SLU) Resultados do modelo PTC Joint-venture Operador de cabo Operador de acesso desagregado Conclusões Capítulo 7 Co-Instalação dos operadores Introdução Visão geral sobre desagregação de lacetes Tipos de co-instalação

8 3 Questões técnicas associadas à desagregação a nível de SDF Opções para a co-instalação a nível de SDF Co-instalação física Co-instalação remota Co-instalação virtual Principais questões técnicas associadas às opções Co-instalação física Co-instalação remota Co-instalação virtual Desagregação lógica O que é? Características consideradas por reguladores Capítulo 8 Impacto na Info-inclusão Introdução Abordagens existentes de e-inclusão e a situação em Portugal O impacto do NGA nos princípios da e-inclusão Impacto do NGA na segregação digital geográfica Conclusões Capítulo 9 Modelos de interligação Introdução Marco regulatório para interligação e implicações para NGN Introdução O arranjo dos pontos de interligação Qualidade do serviço Mecanismos de tarifação na Interligação Questões-chave relacionadas à evolução do sistema de interligação num ambiente NGN Formação de organismos e fora de normalização Reino Unido Austrália Espanha Outros órgãos internacionais Normalizações Técnicas Emergentes TISPAN

9 Capítulo 10 Impacto na avaliação de custos numa perspectiva regulatória Introdução Novos problemas introduzidos pelas NGN na avaliação de custos Características das redes NGN Implicações regulatórias e impactos nos custos Custeio em NGN e possíveis remédios Alternativas ao controlo de preços baseada em custo Conclusões e pontos-chave para actuação das ARNs em custeio NGN338 3 Custeio NGN e impacto regulatório em maior detalhe Impactos no acesso Custos NGN a serem considerados Implicações regulatórias e acções potenciais Serviços grossistas de interligação em NGN Acções regulatórias para serviços grossistas de interligação em NGN Serviços de retalho e as implicações regulatórias em NGNs Custeio de outros serviços grossistas Capítulo 11 Impacto das condições de acesso a edifícios numa perspectiva regulatória Introdução Situação actual de acesso a edifícios Aspectos envolvidos Barreiras Horizontais Barreiras Verticais O ITED Outros problemas identificados na barreira vertical A visão do mercado As barreiras horizontais As barreiras verticais Abordagem à barreira vertical na França Modelo de acesso compartilhado Capítulo 12 Análise de rentabilidade das NGN Introdução Metodologia da Análise de Rentabilidade Análise dos benefícios comerciais do FTTx...366

10 4 Resultados da Análise de Rentabilidade ANEXOS: Outros resultados do modelo Capítulo 13 Recomendações Anexo 1: Notas de síntese das entrevistas Notas de síntese da reunião com a PTC Notas de síntese da reunião com a Sonaecom Notas de síntese da reunião com a Vodafone Notas de síntese da reunião com a ZON Multimédia Notas de síntese da reunião com a ONI Notas de síntese da reunião com a Cabovisão Notas de síntese da reunião com a TMN Notas de síntese da reunião com a AR Telecom Notas de síntese da reunião com a CBE Anexo 2: Estudo comparativo Relações entre Concentração de mercado, ARPU e Procura para Banda Larga Introdução Selecção dos países para comparação Relação entre concentração de mercado e receita média por utilizador Relação entre nível médio de receita por utilizador e penetração dos serviços de banda larga nas habitações Dados colectados para a análise Anexo 3: Outras informações relacionadas ao Modelo de Procura de Serviços Outros Resultados do Modelo Fontes Utilizadas Distribuição dos concelhos considerados Anexo 4: Informações complementares sobre o modelo de custos e investimentos A. Metodologia para estimar o número de Nós Remotos e Pontos de Agregação (APs) 421 B. Metodologia para determinar o número de LOs a serem desagregados versus a percentagem de linhas Anexo 4: Lista de Acrônimos...427

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12 Figura 1: Cenário PT CAPEX / Habitação passada Error! Bookmark not defined. Figura 2: Cenário PT CAPEX / Habitação ligada.. Error! Bookmark not defined. Figura 3: Cenário PT OPEX / Habitação ligada... Error! Bookmark not defined. Figura 4: Cenário JV CAPEX / Habitação passada Error! Bookmark not defined. Figura 5: Cenário JV CAPEX / Habitação ligada.. Error! Bookmark not defined. Figura 6: Cenário JV OPEX / Habitação ligada... Error! Bookmark not defined. Figura 7: Resultados da comparação CAPEX / Habitação passada... Error! Bookmark not defined. Figura 8: Resultados da comparação CAPEX / Habitação ligada Error! Bookmark not defined. Figura 9: Cenário da PT Economias de OPEX vs. CAPEX cumulativo... Error! Bookmark not defined. Figura 10: Áreas temáticas da e-inclusão e o impacto pela NGA.Error! Bookmark not defined. Figura 11: CAPEX por Habitação passada para diferentes tipos de área em Portugal... Error! Bookmark not defined. Figura 12: Evolução da receita por cliente conforme a adopção de pacotes... Error! Bookmark not defined. Figura 13: Distribuição de clientes por tecnologia. Error! Bookmark not defined. Figura 14: Comparação das análises de sensibilidade...error! Bookmark not defined. Figura 15: Segmentos da Rede de Acesso da PTC... 4 Figura 16: Características dos lacetes locais da rede da PTC... 5 Figura 17: Critério para classificação de tipo de densidade... 5 Figura 18: Distribuição cumulativa de lacetes por comprimento médio... 7 Figura 19: Distribuição cumulativa de lacetes por comprimento médio para cada tipo de densidade (tipo A) Figura 20: Distâncias médias nas redes primária e secundária para classes de densidade do tipo B [iic]... 8 Figura 21: Dados quantitativos da rede exterior da PTC [iic]... 9 Figura 22: Detalhe dos pontos de atendimento por tipo de tecnologia instalada [iic]... 9

13 Figura 23: Rede óptica de transporte da PTC [iic]...10 Figura 24: Rede ATM da PTC [iic]...11 Figura 25: Rede IP/MPLS da PTC [iic]...11 Figura 26: Rede ADSL da PTC [iic]...12 Figura 27: Rede PSTN da PTC [iic]...12 Figura 28: Rede de Voz Trunking IP [iic]...13 Figura 29: Rede VoIP [iic]...13 Figura 30: Rede de IPTV [iic]...13 Figura 31: Cobertura ORALL Sonaecom [iic]...14 Figura 32: Rede backbone de transporte óptico da Novis (Setembro de 2005)...15 Figura 33: Rede metropolitana óptica da Novis (Setembro de 2005)...16 Figura 34: Rede núcleo IP/MPLS [iic]...17 Figura 35: Estrutura da Rede Metro Ethernet da Sonaecom [iic]...17 Figura 36: Exemplo de Rede Metropolitana Lisboa [iic]...17 Figura 37: Topologia da rede de acesso à Internet [iic]...18 Figura 38: Topologias da rede de serviços de Voz sobre IP [iic]...18 Figura 39: Topologias da rede de serviços de Vídeo [iic]...18 Figura 40: Visão fim a fim da solução de serviços IPTV [iic]...19 Figura 41: Cobertura da rede de cabo da ZON Multimedia [iic]...22 Figura 42: Rede IP/MPLS da Zon Multimedia [iic]...23 Figura 43: Backbone ATM [iic]...24 Figura 44: Backbone IP/MPLS [iic]...25 Figura 45: Rede de Voz da ONI [iic]...25 Figura 46: Rede Cabovisão...26 Figura 47: Serviços disponibilizados pelos operadores em Portugal...28 Figura 48: Serviços grossistas oferecidos pelos operadores fixos...30 Figura 49: Cobertura banda larga móvel TMN (actualizado em 26/12/2007)...31 Figura 50: Estimativa de cobertura das redes UMTS (06/2006)...33 Figura 51: Penetração dos serviços telefónico e de banda larga nos alojamentos ligados...34

14 Figura 52: Participação no mercado [iic]...35 Figura 53: Número de assinantes do serviço móvel e penetração em países da União Europeia, Outubro de Figura 54: Distribuição geográfica dos alojamentos cablados (Portugal continental)...37 Figura 55: Evolução da oferta de bundles da Cabovisão...38 Figura 56: Evolução esperada da oferta de bundles da TVCabo...39 Figura 57: Receita média por utilizador: STM, STF, Banda Larga, TV por subscrição...39 Figura 58: Evolução do volume de receitas por serviço...41 Figura 59: Evolução das receitas do STM em relação às receitas combinadas do STF e STD...43 Figura 60: Evolução das receitas do STM em relação às receitas combinadas do STF, STD e Televisão por Subscrição (PayTV)...44 Figura 61: Evolução do número de acessos fixos instalados por tecnologia...45 Figura 62: Evolução do número de acessos equivalentes fixos...45 Figura 63: Evolução do número de acessos fixos (números absolutos)...46 Figura 64: Evolução dos acessos por fibra e sem fio...47 Figura 65: Acesso PSTN/RDIS por tipo de operador...48 Figura 66: Acessos PSTN/RDIS de retalho da PTC em relação a outros operadores...49 Figura 67: Tipos de operadores com acentuado crescimento em PSTN/RDIS...50 Figura 68: Evolução recente do número de acessos telefónicos por cabo...51 Figura 69: Evolução do serviço por cabo e taxas de penetração...52 Figura 70: Evolução do número de acessos GSM Fixo...53 Figura 71: Evolução do acesso PSTN por GSM Fixo [iic]...54 Figura 72: Evolução do GSM Fixo na Optimus e Vodafone [iic]...54 Figura 73: Evolução dos utilizadores de pré-selecção e selecção chamada a chamada...55 Figura 74: Evolução do acesso indirecto nos últimos 7 anos...56 Figura 75: Evolução no número de acessos FWA em Portugal...57

15 Figura 76: Evolução do número de assinantes FWA de Janeiro a Dezembro de 2007 por operador [iic]...57 Figura 77: Evolução do número de assinantes FWA de Janeiro a Dezembro de 2007 por zonas [iic]...58 Figura 78: Evolução no número de acessos FWA na Irlanda...58 Figura 79: Acesso ao STF usando FWA [iic]...59 Figura 80: Evolução do número de acessos em fibra óptica em Portugal...60 Figura 81: Evolução das receitas de serviço telefónico em Portugal...61 Figura 82: Cabazes de tarifas residencial fixa da OCDE Agosto 2006 (US$ PPC) 62 Figura 83: Comparação entre Portugal e média para o grupo EU15 cabazes de tarifas fixas OCDE (valores em USD PPC)...62 Figura 84: Acesso de banda larga por tipo de tecnologia...64 Figura 85: Evolução da banda larga fixa em Portugal desde Figura 86: Evolução da banda larga para clientes residenciais...66 Figura 87: Evolução da banda larga para clientes não residenciais...66 Figura 88: Evolução da proporção das famílias clássicas residentes com computador em Portugal...67 Figura 89: Evolução da proporção das famílias clássicas residentes com computador em Portugal...68 Figura 90: Crescimento do número total de alojamentos familiares clássicos em Portugal...69 Figura 91: Estimativa inicial indicativa do número de acessos de banda larga fixa em Figura 92: Evolução da oferta ADSL nos últimos trimestres...71 Figura 93: Evolução da oferta ADSL desde Figura 94: Evolução da Oferta de Lacete Local...72 Figura 95: Evolução da oferta grossista de ADSL...73 Figura 96: Evolução no número de centrais com co-instalação...74 Figura 97: Percentagem cumulativa de linhas de acesso por número de centrais.75 Figura 98: Evolução da oferta de banda larga por cabo nos últimos trimestres...75 Figura 99: Evolução do serviço por cabo e taxas de penetração...76 Figura 100: Estatísticas dos acessos por banda larga móvel...77

16 Figura 101: Evolução do número de acessos Vodafone Connect Card [iic]...78 Figura 102: Evolução do número de aderentes das e.iniciativas [iic]...78 Figura 103: Crescimento mensal por iniciativa [iic]...79 Figura 104: Evolução do acesso por banda larga móvel...79 Figura 105: Evolução da receita média por acesso em banda larga (em Euros)...80 Figura 106: Evolução das receitas médias por acesso em países seleccionados...81 Figura 107: Assinantes de TV por subscrição por tipo de tecnologia...82 Figura 108: Evolução da TV por subscrição em Portugal desde Figura 109: Proporção entre residências com televisão e o número de assinantes de TV por subscrição...84 Figura 110: Evolução do número de residências com televisão...84 Figura 111: Evolução da oferta de TV por cabo nos últimos trimestres...85 Figura 112: Evolução da oferta de TV por Cabo da Cabovisão...86 Figura 113: Evolução da oferta de TV por Cabo entre 2001 e Figura 114: Evolução da oferta de serviço DTH entre 2001 e Figura 115: Evolução da receitas de serviço de TV por subscrição em Portugal...89 Figura 116: Taxa de churn indexada para diferentes pacotes de serviço...90 Figura 117: Evolução dos bundles na Cabovisão...91 Figura 118: Convergência dos serviços de comunicação electrónica...94 Figura 119: Programas NGN de operadores históricos em países da Europa...95 Figura 120: Diferenças entre redes legadas e redes NGN Figura 121: Arquitectura NGN Figura 122: Alternativas de uso de fibra óptica na rede de acesso Figura 123: Cenários de desenvolvimento FTTC Figura 124: Tecnologias de banda larga em cobre capacidades vs. distâncias. 108 Figura 125: Diminuindo o comprimento do lacete e aumentado a velocidade de acesso Figura 126: Características da tecnologia PON Figura 127: Acesso óptico em Ethernet Figura 128: Comparação entre GPON e Ethernet

17 Figura 129: Arquitectura híbrida fibra/coaxial utilizada por operadores de cabo. 112 Figura 130: Arranjo de frequências no cabo coaxial Figura 131: Taxas de acesso banda larga com tecnologia DOCSIS Figura 132: Principais entidades internacionais envolvidas com a normalização das NGN Figura 133: Potenciais serviços disponíveis em redes NGN Figura 134: Regulação com foco em cada parte da cadeia de valores NGN Figura 135: Principais desafios regulatórios no acesso Figura 136: Principais desafios regulatórios na Interligação Figura 137 Evolução da rede Figura 138 Tecnologias e protocolos de transporte utilizados na rede 21CN Figura 139 Solução de acesso desagregado lógico para a implementação FTTH da BT em Ebbsfleet Valley Figura Rede all-ip da KPN Figura 141: Oferta desagregada em rede all-ip Figura 142 CAPEX para a transformação da rede Figura Visão One IT&N Figura 144 Desenvolvimento da rede de acesso FTTH da France Telecom Figura 145 Características da rede de acesso em cobre na França Figura Evolução do CAPEX para o Grupo FT (divulgado em Dezembro 2007) Figura 147 Fase 2 do desenvolvimento do FTTH pela France Telecom Figura 148 Estrutura de custos do piloto FTTH da France Telecom Figura 149: Principais ofertas de pacotes de serviço sobre acesso em fibra na França Figura 150: Relações entre MDF e SDF e solução NGA escolhida pelo operador histórico Figura 151 Substituição da rede baseada em circuitos por rede NGN Figura 152 Evolução da rede de fibra até o armário de rua (cable distributor - CD) Figura 153: Evolução da cobertura da rede da Bredbandsbolaget

18 Figura 154: Parcerias para ampliação da cobertura Figura 155: Evolução da cobertura da rede da Bredbandsbolaget Figura 156: Zonas de desenvolvimento da FTTH em Amesterdão Figura 157 Estrutura PPP do projecto Citynet Figura 158: Argumentos pró e contra o projecto da Citynet Figura 159: Ilustração da curva Bass Figura 160: Resultados da estimativa de acessos de voz Figura 161:Estimativa de Distribuição dos Acessos de Voz Figura 162: Estimativa de Utilizadores de Serviços de Banda Larga Fixa Figura 163: Utilizadores com acesso à Internet de banda larga móvel em Portugal Figura 164: Estimativa de acessos banda larga móvel em local fixo Figura 165: Estimativa de Utilizadores de TV por subscrição Figura 166: Possibilidades de desenvolvimento de rede de acesso de altíssima velocidade pelo operador histórico Figura 167: Probabilidade dos sub-cenários A a C no cenário de desenvolvimento pelo Operador histórico de rede de acesso banda larga em altíssima velocidade 208 Figura 168: Cobertura de regiões cabladas por operadores de cabo Figura 169: Possíveis modelos de operação de rede de acesso aberta Figura 170: Modelos de rede de acesso aberto para acesso banda larga em altíssima velocidade Figura 171: Possibilidades de desenvolvimento da rede para operadores de cabo Figura 172: Análise SWOT para o cenário do operador histórico Figura 173: Análise SWOT para o cenário de rede de acesso aberto Figura 174: Análise SWOT para o cenário de operadores de cabo Figura 175: Análise SWOT para o cenário de operador de acesso desagregado220 Figura 176: Cenário da PTC itens de CAPEX Figura 177: Cenário da PTC itens de OPEX Figura 178: Cenário da PTC visão geral do modelo FTTN/FTTC

19 Figura 179: Tipos de área por densidade e comprimento dos lacetes locais da PT Figura 180: Fibra ao Nó Componentes de rede Figura 181: Visão geral do cenário FTTH Figura 182: FTTH Componentes da Rede Figura 183: Cenário da JV itens de CAPEX Figura 184: Cenário da JV itens de OPEX Figura 185: Cenário da JV implementação da rede de acesso Figura 186: Cenário do Operador por cabo visão geral do modelo FTTH Figura 187: Cenário do operador de cabo itens de CAPEX e OPEX Figura 188: Cenário de operador com acesso desagregado visão geral da rede LLU Figura 189: Cenário de operador com acesso desagregado visão geral do modelo LLU Figura 190: Cenário de operador com acesso desagregado visão geral da rede SLU Figura 191: Cenário de operador com acesso desagregado visão geral do modelo SLU Figura 192: Cenário PT CAPEX / Habitação passada Figura 193: Cenário PT CAPEX / Habitação ligada Figura 194: Cenário PT OPEX / Habitação ligada Figura 195: Cenário JV CAPEX / Habitação passada Figura 196: Cenário JV CAPEX / Habitação ligada Figura 197: Cenário JV OPEX / Habitação ligada Figura 198: Cenário operador de cabo - CAPEX / Habitação passada Figura 199: Cenário operador de cabo CAPEX / Habitação ligada Figura 200: Cenário operador de cabo OPEX / Habitação ligada Figura 201: Cenário do operador de acesso desagregado CAPEX por assinante262 Figura 202: Resultados da comparação CAPEX / Habitação passada Figura 203: Resultados da comparação CAPEX / Habitação ligada Figura 204: Comparação do OPEX da PTC entre os casos FTTC e FTTH

20 Figura 205: Comparação do CAPEX da PTC na rede drop entre os casos FTTB e FTTH Figura 206: Comparação do CAPEX, por utilizador, da PTC na rede drop entre os casos FTTB e FTTH Figura 207: Cenário da PT Economias de OPEX vs. CAPEX cumulativo Figura 208: Cenário SLU com partilha de custos dos nós remotos Figura 209: Co-instalação física em armário de rua Figura 210: Opções para Co-Instalação remota a nível de SDF Figura 211: Opções de co-instalação virtual a nível de SDF Figura 212: Espaço tomado por armários de rua para acesso VDSL Figura 213: Índice de utilização Internet em grupos de risco em Portugal e média UE em Figura 214: Correlação entre cobertura DSL e taxas de penetração em areas rurais (2005) Figura 215: Áreas temáticas da e-inclusão e o impacto pela NGA Figura 216: Investimento de capital necessário para cobrir as áreas urbanas de Portugal com fibra Figura 217: Investimento de capital necessário para cobrir áreas rurais em Portugal com fibra Figura 218: CAPEX por Habitação passada para diferentes tipos de área em Portugal Figura 219: Larguras de banda disponíveis com ADSL e VDSL Figura 220: Distribuição de comprimentos dos lacetes locais em Portugal (% das habitações) Figura 221: Base de assinantes DSL particionada por taxas de download no final de 2006 por país Figura 222: Impacto das NGN na regulação Figura 223: Estrutura da TISPLAN Figura 224: NGN têm menor variação de custos em função da procura e a função custo é menos previsível Figura 225: Separação pode ocorrer em diferentes camadas de um bolo de separação e as fatias de uma camada inferior poderiam ser incluídas em um bolo separado. Assume-se que a rede móvel é um bolo separado por completo

21 Figura 226: A separação funcional (esquerda) dá serviços equivalentes a outros operadores aos dos prestados ao próprio negócio. A separação estrutural produz tratamento equivalente natural já que todos os operadores são simplesmente clientes que devem ser tratados igualmente Figura 227: Barreiras Horizontais e Verticais ao acesso a edifícios Figura 228: Indicador Estudos de viabilidade para uso de condutas da PTC Figura 229: Ilustração do modelo de cablagem de edifício por fibra Figura 231: Estrutura da modelagem Estimativas de Receita por Tecnologia Figura 232: Pressupostos de adopção de pacotes e receita por assinante Figura 233: Economia em custos de facturação de clientes triple play (Ilustrativo) Figura 234: Receita Mensal de serviços avançados por cliente (líquida de IVA). 369 Figura 235: Estimativa de Quota de mercado por serviço por meio de acesso (% RGUs) Figura 236: Receita Média por RGU Sem considerar descontos por pacote (líquida de IVA) Figura 237: Evolução da receita por cliente conforme a adopção de pacotes Figura 238: Média de Serviços/ Cliente por Tecnologia Figura 239: Resultados na Análise de Cenário 1- Operador Histórico Figura 240: Resultados do Cenário Figura 241: Resultados do Cenário Figura 242: Resultados do Cenário Figura 243: Comparação das análises de sensibilidade Figura 244: Número de Clientes por Tecnologia de Acesso Figura 245: Número de RGUs Voz por Tecnologia de Acesso Figura 246: Número de RGUs Banda Larga por Tecnologia de Acesso Figura 247: Número de RGUs TV por Subscrição por Tecnologia de Acesso Figura 248: Estimativa de Receita Média por Cliente ( /ano) por tecnologia Figura 249: Receitas Retalho por Tecnologia Figura 255: Penetração da banda larga nas habitações para países do EU Figura 256: Relação entre o factor de concentração de mercado e a receita média por utilizador

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