Análise de Estratégias de Controle de Erros para Redes de Sensores com Modulação OQPSK e GFSK

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Análise de Estratégias de Controle de Erros para Redes de Sensores com Modulação OQPSK e GFSK"

Transcrição

1 XXV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES SBT 7, 3-6 DE SETEMBRO DE 7, RECIFE, PE Aálise de Estatégias de Cotole de Eos paa Redes de Sesoes com Modulação OQPSK e GFSK João. Kleischmidt e Walte C. Boelli Resumo Este atigo popõe um modelo aalítico paa cálculo da taxa de eo de pacotes e eiciêcia de eegia de dieetes esquemas de cotole de eos em edes de sesoes sem io. São usadas estatégias de etasmissão, codiicação de caal e esquemas híbidos FEC/ARQ paa as modulações OQPSK e GFSK. O caal sem io é modelado com desvaecimeto Rayleigh. Os esultados obtidos podem da idicações do tipo de modulação e técica de cotole de eos a seem utilizados paa detemiadas codições da ede, como elação sial-uído e úmeo de saltos. Palavas-Chave modulação, cotole de eos, edes de sesoes, eiciêcia de eegia. Abstact This pape poposes a aalytical model to evaluate the packet eo ate ad the eegy eiciecy o dieet eo cotol schemes i wieless seso etwoks. Retasmissio stategies, chael codig ad hybid FEC/ARQ schemes o OQPSK ad GFSK modulatios ae studied. The wieless chael is modeled with Rayleigh adig. The obtaied esults may idicate the modulatio type ad eo cotol techique to be used i a etwok with dieet umbe o hops ad sigal-to-oise atio values. Idex tems modulatio, eo cotol, seso etwoks, eegy eiciecy. I. INTRODUÇÃO As edes de sesoes sem io são um tipo especial de edes ad hoc, omada po sesoes de baixo custo e baixa potêcia []. Estes dispositivos possuem compoetes paa sesoiameto, pocessameto de dados e comuicação. Algumas aplicações destas edes são o moitoameto ambietal em locais como loestas e oceaos, teste de qualidade de podutos um ambiete idustial, ete outas. Os potocolos e algoitmos (omação, oteameto, geeciameto, etc) devem te capacidade de autoogaização. Estas edes são caacteizadas pela limitação de eegia, baixa lagua de bada, pequeo tamaho de memóia e capacidade computacioal, gade úmeo de ós, modelo de táego dieete das edes ad hoc tadicioais e sesoes mais suscetíveis à alhas. O seso deve evia os dados paa um dispositivo cetal, chamado de coleto. O ó coleto é esposável po ecebe todas as iomações da ede, bem como executa taeas de geeciameto dos ós. Gealmete a ede de sesoes possui múltiplos saltos, ou seja, paa o seso evia os dados até o coleto, os dados devem passa po ós itemediáios, que podem se sesoes ou outo tipo de ó com capacidade de oteameto. João eique Kleischmidt e Walte C. Boelli, Depatameto de Telemática, Faculdade de Egehaia Elética e de Computação, Uivesidade Estadual de Campias, Campias-SP, s: {joaohk, Os caais sem io possuem taxas de eo altas devido à iteeêcia e ao desvaecimeto geado pelo multipecuso, levado ao despedício de eegia. Algumas técicas podem se empegadas paa melhoa a coiabilidade dos dados eviados o caal sem io, como o uso de estatégias de etasmissão (ARQ), códigos coetoes de eo (FEC) ou o cotole da potêcia de tasmissão []. Emboa que estatégias de cotole de eos melhoem a coiabilidade de etega de pacotes, a tasmissão de bits adicioais estes esquemas cotibui também paa o aumeto do cosumo de eegia, ou seja, existe um compomisso ete a coiabilidade e o cosumo de eegia. Algus autoes têm estudado esta questão paa esquemas de cotole de eos em edes de sesoes sem io [3], [4], [5], [6], [7], [8]. Em [3] e [4] a eiciêcia de eegia de dieetes técicas de cotole de eos oi aalisada paa edes de sesoes com um tascepto de ádio comecial usado um modelo aalítico. A coiabilidade e o cosumo de eegia oam aalisados em [5] usado simulação paa edes de sesoes sem ehuma tecologia especíica, modelo de caal ou modulação. A eiciêcia de eegia de estatégias de cotole de eos do padão Bluetooth oi aalisada em um caal com desvaecimeto Rayleigh usado simulação [6] e modelo aalítico [7] e as estatégias de etasmissão do padão IEEE 8..4 oam compaadas em [8]. Dieete das abodages ealizadas estes tabalhos ateioes, que utilizam uma tecologia especíica ou dispositivos comeciais, este atigo aalisa as taxas de eo de pacotes e a eiciêcia de eegia de estatégias de cotole de eos paa edes de sesoes usado as modulações GFSK (Gaussia Fequecy-Shit Keyig) e OQPSK (Oset Quadatue Phase-Shit Keyig). Estas modulações são utilizadas os padões paa edes pessoais sem io IEEE 8.5. e IEEE 8.5.4, espectivamete. Estes padões de edes sem io oam pojetados especiicamete paa edes com estições de eegia. São aalisados sistemas com e sem etasmissão, além de dois tipos de códigos coetoes de eo: ammig e BC. Algumas estatégias de cotole de eos paa edes de sesoes sem io são apesetadas a Seção II. A Seção III desceve um modelo aalítico paa cálculo de pobabilidade de eo de pacotes e eiciêcia de eegia. Os esultados obtidos são descitos a Seção IV e a Seção V az as cosideações iais. II. CONTROLE DE ERROS PARA REDES DE SENSORES Os equisitos de cosumo de eegia, a estutua de múltiplos saltos e a tasmissão boadcast do caal sem io azem com que as edes de sesoes sem io ecessitem de dieetes tipos de estatégias de cotole de eos. Dieetes

2 XXV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES SBT 7, 3-6 DE SETEMBRO DE 7, RECIFE, PE paâmetos de desempeho, como cosumo de eegia, latêcia e taxa de eo de pacotes devem se aalisados. A codiicação de caal usa códigos coetoes de eos paa combate eos de bit adicioado edudâcia (bits de paidade) aos pacotes de dados ates que sejam tasmitidos. Esta edudâcia é usada pelo ecepto paa detecta e coigi eos. Sistemas ARQ têm apeas a capacidade de detecta eos e ão é eita ehuma tetativa paa coigi os pacotes ecebidos com eo; é eita uma equisição paa que os pacotes ecebidos com eo sejam etasmitidos. A detecção de eos é gealmete eita usado um código CRC (Cyclic Redudacy Check). FEC e ARQ são as duas categoias básicas de técicas de cotole de eos. ARQ é elativamete simples e tem bom desempeho se as taxas de eo ão são muito gades. No etato, pode leva a gades atasos a ede se as codições de caal são uis. Os esquemas FEC têm um bom desempeho e podem mate as taxas de ataso costates mesmo em más codições, mas paa mate a coiabilidade váios padões de eo devem se coigidos. Etão um código muito logo é ecessáio, impodo uma sobecaga de tasmissão bastate alta. Outo ato é que o caal sem io é ão estacioáio e as taxas de eo de bit vaiam com o tempo. Os códigos são estacioáios e devem se implemetados paa gaati um detemiado desempeho paa o pio caso das caacteísticas do caal. Logo, são associadas a uma sobecaga de bits desecessáia quado o caal está em boas codições. Paa melhoa as desvatages de sistemas FEC e ARQ, a combiação desses dois esquemas pode se eita, os chamados esquemas ARQ híbidos. Neste tabalho são usados esquemas híbidos do tipo I, que iclui bits de paidade tato paa detecção como paa coeção de eos. Se o úmeo de bits com eo pode se coigido pelo código ão é solicitada etasmissão. Se um eo ão coigível é detectado, o ecepto descata o pacote e solicita a etasmissão. Este pocesso é epetido até que a palava código seja ecebida coetamete ou o úmeo máximo de etasmissões seja atigido. Neste atigo são popostos e aalisados quato esquemas de cotole de eos: ) código CRC paa detecção de eos sem etasmissão; ) código CRC paa detecção de eos com etasmissão. 3) codiicação de caal com código CRC paa detecção de eos sem etasmissão. 4) codiicação de caal com código CRC paa detecção de eos com etasmissão. No pimeio esquema o código CRC é usado apeas paa veiicação de eos. Se houve eo o pacote é descatado e ão é tasmitido paa o póximo ó (uma ede com múltiplos saltos). Num esquema sem CRC, o pacote seia tasmitido ao póximo ó mesmo que tivesse eos. No segudo esquema, o código CRC é usado paa detecção de eos e solicitação de etasmissão. É eviado um pacote paa coima ou ão a ecepção, azedo com que o tasmisso eevie o pacote de dados em caso de eos. O teceio e quato esquemas ucioam como os dois pimeios, com a dieeça que usam adicioalmete um código coeto de eos (ammig ou BC). Estes quato esquemas são compaados com um sistema sem capacidade de detecção/coeção de eos ou etasmissão. O pacote de dados da camada de elace é a uidade de comuicação ete os ós sesoes da ede, cosistido de um cabeçalho de c bits, um taile de t bits e d bits de dados, como mosta a Figua. O pacote de etoo o caso de etasmissão possui o mesmo omato, poém sem o campo paa dados. A Tabela I mosta os tipos de pacotes utilizados este tabalho, com as iomações sobe o cotole de eos utilizado, modulação e tamaho dos dados. cabeçalho c bits dados d bits Fig.. Fomato do pacote. Tabela I. Tipos de pacotes. taile t bits Tipo Modulação ARQ CRC FEC Dados (bytes) NO3/ OQPSK Não Não Não 3/56 CO3/ OQPSK Não Sim Não 3/56 AO3/ OQPSK Sim Sim Não 3/56 O3/ OQPSK Sim Sim ammig 3/56 BO3/ OQPSK Sim Sim BC 3/56 OB3/ OQPSK Não Sim BC 3/56 NG3/ GFSK Não Não Não 3/56 CG3/ GFSK Não Sim Não 3/56 AG3/ GFSK Sim Sim Não 3/56 O3/ GFSK Sim Sim ammig 3/56 BG3/ GFSK Sim Sim BC 3/56 CB3/ GFSK Não Sim BC 3/56 III. MODELO ANALÍTICO A. Cálculo da pobabilidade de eo de pacote Um pacote eviado ão é aceito pelo ecepto quado qualque um dos cico evetos acotece: (A) o cabeçalho do pacote eviado está coompido; (B) o destio alha ao sicoiza com o taile do pacote eviado; (C) os dados do pacote eviado estão coompidos, causado a alha a veiicação de CRC; (D) o cabeçalho do pacote de etoo está coompido e (E) a ote é icapaz de sicoiza com o taile do pacote de etoo. Está sedo assumido que os eos são estatisticamete idepedetes. O cabeçalho é ecebido coetamete se todos os bits são ecebidos coetamete: c A] p( ), () [ ] ode p ) é a pobabilidade de eo de bit do caal dieto ( em ução da elação sial-uído (SNR) média ecebida. Como o pacote de etoo ACK também tem um cabeçalho de c bits, a pobabilidade paa o eveto D tem a mesma oma, c D] [ p( )], () ode p( ) é a pobabilidade de eo de bit do caal eveso. Os evetos B ou E ocoem se qualque bit do taile de sicoização o ecebido com eo: t B] p( ) (3) [ ]

3 XXV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES SBT 7, 3-6 DE SETEMBRO DE 7, RECIFE, PE t [ p( )] E ] (4) O eo mais povável é o do tipo C, que ocoe quado os bits de dados são ecebidos com eos. Paa o caso sem ehum tipo de código coeto de eos: [ p( )] d C ], (5) Paa pacotes em que os dados são potegidos com um código coeto de eos, a pobabilidade do eveto C é calculada cosideado a capacidade de coeção do código. Paa um código de ammig de taxa /3 (5,), capaz de coigi todos os padões de eos simples e detecta todos os eos duplos uma palava código, tem-se que: 5 [ 5p( )[ p( )] + [ p( )] ] C], (6) 4 B ode B é o úmeo de blocos de bits que etam o codiicado. Outo código utilizado este tabalho é um código BC (5,59,3). A pobabilidade do eveto C este caso é: 3 5 k 5 k C ] [ p( )] [ p( )] k k 7) Neste atigo são cosideadas as modulações OQPSK e GFSK. A pobabilidade de eo de bit p( ) vaia paa cada tipo de modulação. Paa a modulação OQPSK é dada po [9]: ode Q ( x) é : p ( ) Q( ), (8) u Q( x) exp du (9) π x Paa a modulação GFSK com poduto tempo-lagua de aixa BT,5 e ídice de modulação ete,8 e,35, a pobabilidade de eo de bit p( ) é calculada da seguite oma []: ( a +b ) / p( ) Q ( a, b) e I o ( ab) () Sedo que Q (a, b) é a ução Q-Macum, I o é a ução de Bessel modiicada de pimeia odem e a e b são costates que depedem da elação sial-uído, da coelação ρ dos siais e do ídice de modulação i, dados pelas equações () e (). Neste tabalho oi utilizado um ídice de modulação i,3. si(πi) ρ () πi ( ρ ), ( + ρ ) a b () Assim, a pobabilidade de eo de pacote do caal dieto, PER, e eveso, PER, podem se deiidas po: PER PER ( ) A] B] C] d (3) ( ) D] E] d, (4) ode ( ) e ( ) são as uções de desidade de pobabilidade do caal dieto e eveso, espectivamete. O caal sem io é modelado usado desvaecimeto Rayleigh. Esta distibuição é amplamete utilizada paa a modelagem de caais sem io. A ução desidade de pobabilidade é dada po: ( ) exp, paa (5) ode é a SNR media ecebida e é a SNR istatâea. As pobabilidades de eo de pacote podem etão se calculadas usado a equação (5) em (3) e (4). Está sedo cosideado que as codições de popagação ete o tasmisso e o ecepto são as mesmas as duas dieções, ou seja,. A pobabilidade de um pacote se coetamete ecebido é a pobabilidade de sucesso do pacote os caais dieto e eveso. Assim, a pobabilidade de eo de pacote PER é dada po: PER [( PER )( PER )] (6) B. Cálculo da eiciêcia de eegia A pobabilidade de um pacote se coetamete ecebido o ó coleto paa os pacotes sem ARQ é dada po: P ( ) (7) aq PER ode é o úmeo total de saltos. Cosidee o úmeo de etasmissões de um pacote com ARQ. Assumido que o código CRC é capaz de detecta todos os eos e úmeo máximo de etasmissões iiito, a pobabilidade que um pacote chegue coetamete o coleto é: aq + [( PER )( PER )] P (8) A pobabilidade de acoteceem etasmissões é o poduto de alha as - tasmissões e a pobabilidade de sucesso a eésima tasmissão: p N [ ] ( PER)( PER) (9) Etão, a equação () é usada paa calcula o úmeo médio de etasmissões N em um salto: N p [ ] () O úmeo de pacotes ecebidos com eo o coleto pode se deiido paa os pacotes sem ARQ como o poduto do úmeo total de pacotes tasmitidos pac e a pobabilidade que o pacote chegue com eo o coleto: eo N ( P ) () Fazedo as mesmas cosideações da equação (8), ehum dos pacotes ARQ é ecebido o coleto com eos e assim eo : ( P ) () aq eo aq pac A coiabilidade R é dada pela pocetagem dos pacotes eviados que são ecebidos coetamete o coleto e pode se calculada da seguite oma: R ) / ] (3) pac [( pac eo pac Como ão está sedo usado ehum hadwae especíico, o cosumo de eegia é expesso de oma omalizada. As eegias cosideadas são as gastas o pocesso de comuicação (tasmissão e ecepção).

4 XXV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES SBT 7, 3-6 DE SETEMBRO DE 7, RECIFE, PE É cosideado o mesmo modelo de [4] e [5], ode a ecepção de um bit cosome apoximadamete 75% da eegia gasta paa tasmiti um bit. A eegia míima cosumida E mi paa saltos é calculada paa um pacote sem ehum cotole de eos (sem ARQ): E mi pac ( bits + bits.75), (4) ode bits é o úmeo total de bits do pacote. A eegia cosumida total E uma ede de sesoes paa um pacote sem ARQ é o úmeo total de bits tasmitidos e ecebidos: E +.75 (5) ( ) pac bits bits Paa os pacotes com ARQ, a eegia E é o úmeo total de bits tasmitidos e ecebidos, icluido as etasmissões: E N + + ( + ).75, (6) [ ] pac bits ack bits ack ode ack é o úmeo total de bits do pacote de etoo (ACK). Paa calcula a eegia E paa o caso de código CRC sem ARQ é peciso calcula o úmeo médio de saltos que um pacote vai te a ede sem se descatado. A pobabilidade que um pacote atija h saltos é o poduto do sucesso em h- saltos e a pobabilidade de alha o h-ésimo salto, se h<. Se h a pobabilidade de um pacote atigi saltos é o poduto do sucesso os h- saltos e a pobabilidade de alha o h-ésimo salto mais a pobabilidade de sucesso em saltos: h p[ h] [( PER ) ( PER )], se h < (7) h h p [ h] ( PER ) ( PER ) + ( PER ), se h [ ] Etão o úmeo médio saltos pode se calculado: h p [ h] h (8) A eegia total cosumida E paa os pacotes com CRC e sem ARQ é: E +.75 (9) ( ) pac bits bits Paa uma ede de sesoes se cosideada eiciete em eegia, o máximo úmeo de bits de dados deve se tasmitido com o míimo cosumo de eegia. O paâmeto de eiciêcia de eegia η pode se deiido como: E η mi R (3) E IV. RESULTADOS As Figuas a 7 mostam os esultados obtidos usado o modelo aalítico de pobabilidade de eo de pacotes e eiciêcia de eegia paa os dieetes pacotes e esquemas de cotole de eos apesetados a Seção II. O úmeo de bits utilizados paa o cabeçalho do pacote oi c3 e paa o taile t8 bits. A Figua mosta a taxa de eo de pacotes PER em ução da elação sial-uído. São compaadas as modulações OQPSK e GFSK com e sem codiicação. A PER da modulação GFSK é sempe mais alta que a da modulação OQPSK, pois a pobabilidade de eo de bit também é maio [9]. Quado compaado um pacote sem codiicação com outo que usa código coeto de eos, a PER de um pacote codiicado é sempe mais baixa. O código de ammig tem um melho desempeho paa as duas modulações quado compaado ao sistema ão codiicado. Po coigi mais eos, o código BC apeseta um desempeho aida melho paa a taxa de eo de pacotes. Nos esultados obtidos paa eiciêcia de eegia das Figuas 3 a 7 um seso evia pacotes ao coleto ( pac ). Apeas um ó seso tasmite de cada vez. A Figua 3 compaa os esquemas de cotole de eos e da Seção II paa as duas modulações uma ede com 5 saltos e dados de 3 bytes. Com este úmeo de saltos (5) o desempeho elativo ete os pacotes tede a estabiliza [6], [7]. Como espeado, a eiciêcia da modulação OQPSK é melho que da GFSK quado compaadas às mesmas estatégias de cotole de eos (AO3 e AG3, po exemplo). Quado aalisado o desempeho dos pacotes somete da modulação OQPSK, o pacote CO3 é melho paa valoes altos de SNR e o pacote AO3 paa valoes meoes (abaixo de 5 db, apoximadamete). A mesma coclusão é válida paa a modulação GFSK, mudado apeas o valo que o pacote CG3 é mais eiciete em eegia que o pacote AG3 (acima de 3 db, apoximadamete). As Figuas 4 e 5 mostam a eiciêcia de eegia paa saltos e 3 bytes de dados paa OQPSK e GFSK, espectivamete. Com poucos saltos a melho opção em uma ampla aixa de elação sial-uído é usa código CRC paa detecção de eos, poém sem etasmissão (CO3 e CG3). Apeas paa valoes baixos de SNR usa código BC é a melho opção, poém também sem etasmissão (OB3 e CB3). A dieeça ete os dois esquemas de modulação é que paa GFSK o código BC é mais eiciete paa valoes de SNR abaixo de db (Figua 5), equato que paa OQPSK toa-se eiciete apeas paa valoes abaixo de 5 db (Figua 4). Quado o úmeo de bytes de dados do pacote aumeta, algumas mudaças podem se veiicadas, como mostam as Figuas 6 e 7. Com 56 bytes de dados usa etasmissão sem código é a estatégia mais eiciete paa valoes de SNR acima de 5 db (OQPSK - Figua 6) ou db (GFSK - Figua 7). Usa codiicação de caal só e mais eiciete paa valoes baixos de SNR, equato que usa código CRC sem etasmissão (CO ou CG) ão possui melho eiciêcia de eegia paa ehum valo de SNR. O picipal ato que leva ao despedício de eegia em sistemas ARQ são os bits adicioais eviados o pacote de etoo usado paa coima ou ão o ecebimeto de um pacote. Como o úmeo de bits deste pacote de etoo é ixo, quado o tamaho dos dados aumeta, o impacto do úmeo de bits do pacote de etoo já ão é tão sigiicativo, azedo com que a eiciêcia de eegia aumete. Nos esultados obtidos pode-se obseva que paa cada codição de caal, úmeo de saltos e tamaho de dados uma detemiada técica de cotole de eos apeseta um melho desempeho. Usa codiicação de caal é a melho opção apeas paa valoes baixos de SNR e poucos saltos ou também SNR baixa e tamaho de dados gade. As estatégias de cotole de eos têm um compotameto semelhate paa as duas modulações estudadas, poém o impacto de eos é sempe maio a modulação GFSK, que pecisa de um valo de SNR um pouco maio que da modulação OQPSK paa atigi o mesmo desempeho.

5 XXV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES SBT 7, 3-6 DE SETEMBRO DE 7, RECIFE, PE PER,8,6,4 OQPSK GFSK OQPSK-ammig GFSK-ammig OQPSK-BC GFSK-BC,8,6,4 NO CO AO O BO OB,, Fig.. Pobabilidade de eo de pacote, 3 bytes. 3 4 Fig. 6. Eiciêcia de eegia paa 5 saltos, 56 bytes, modulação OQPSK.,8,6,4,,8,6,4, Fig. 3. Eiciêcia de eegia paa 5 saltos, 3 bytes. NO3 CO3 AO3 O3 BO3 OB3 AO3 AG3 NO3 NG3 CO3 CG3 3 4 Fig. 4. Eiciêcia de eegia paa saltos, 3 bytes, modulação OQPSK.,8,6,4, NG3 CG3 AG3 G3 BG3 CB3 3 4 Fig. 5. Eiciêcia de eegia paa saltos, 3 bytes, modulação GFSK.,8,6,4, NG CG AG G BG CB 3 4 Fig. 7. Eiciêcia de eegia paa 5 saltos, 56 bytes, modulação GFSK. V. CONCLUSÃO Neste atigo oam popostas e aalisadas dieetes estatégias de cotole de eos paa edes de sesoes sem io paa as modulações OQPSK e GFSK. As técicas estudadas icluem códigos CRC, etasmissão (ARQ), códigos de ammig e BC e técicas híbidas FEC/ARQ. Um modelo aalítico oi apesetado paa cálculo de pobabilidade de eo de pacotes e da mética de eiciêcia de eegia em caais com desvaecimeto Rayleigh. A modulação OQPSK mostou-se mais eiciete em eegia do que a modulação GFSK, pois tem meo pobabilidade de eo de símbolo. Os códigos coetoes de eos utilizados apesetam bom desempeho paa dimiui a pobabilidade de eo de pacote, poém são eicietes em eegia apeas paa baixos valoes de elação sial-uído. Usa código CRC paa detecção de eos sem etasmissão mostou-se eiciete paa altos valoes de SNR e poucos saltos. Usa etasmissão é a melho opção paa edes com muitos saltos e/ou quado o pacote possui um gade úmeo de bytes de dados. Os esultados obtidos podem da idicações do tipo de modulação e estatégia de cotole de eos a se utilizada uma aplicação de sesoiameto. O modelo apesetado este atigo pode se adaptado paa outas modulações e esquemas de cotole de eos.

6 XXV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES SBT 7, 3-6 DE SETEMBRO DE 7, RECIFE, PE REFERÊNCIAS [] I. F. Akyildiz, W. Su, Y. Sakaasubamaiam e E. Cayici, A suvey o seso etwoks, IEEE Commuicatios Magazie, pp. -4, Agosto. []. Liu,. Ma, M. El Zaki e S. Gupta, Eo cotol schemes o etwoks: a oveview, Mobile Netwoks ad Applicatios, vol., pp. 67-8, Juho 997. [3] Y. Sakaasubamaia, I. F. Akyildiz e S. W. Mc Laughli, Eegy eiciecy based packet size optimizatio i wieless seso etwoks, Poc. o Seso Netwok Potocols ad Applicatios, 3. [4]. Kavoe, Z. Shelby e C. Pomalaza-Ráez. Codig o eegy eiciet wieless embedded etwoks, It. Wokshop o Wieless Ad-hoc Netwoks, 4. [5] J. Mee, M. Nijdam e M. Bijl, Adaptive eo cotol i a wieless seso etwok usig packet impotace valuatio, adwae/sotwae codesig, Eschede, olada, Maio 3. [6] J.. Kleischmidt, W. C. Boelli e M. E. Pellez, Custom eo cotol schemes o eegy eiciet Bluetooth seso etwoks, SBT/IEEE Iteatioal Telecommuicatios Symposium, Fotaleza, Basil, Setembo 6. [7] J.. Kleischmidt, W. C. Boelli e M. E. Pellez, A aalytical model o eegy eiciecy o eo cotol schemes i seso etwoks, IEEE Iteatioal Coeece o Commuicatios, Glasgow, Escócia, Juho 7. [8] J.. Kleischmidt e W. C. Boelli, Aálise da eiciêcia de eegia de estatégias de etasmissão em edes de sesoes IEEE 8.5.4, 5 th Iteatioal Telecommuicatios ad Techologies Symposium, Cuiabá- MT, Basil, Dezembo 6. [9] B. Skla, Digital Commuicatios, Petice all, 995. [] J. Poakis, Digital Commuicatios, New Yok, NY: McGaw-ill, 4 th editio,.

Controle de Erros para Redes de Sensores Bluetooth

Controle de Erros para Redes de Sensores Bluetooth XXII SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES - SBT 5, 4-8 DE SETEMBRO DE 25, CAMPINAS, SP Contole de Eos paa Redes de Sensoes Bluetooth João H. Kleinschmidt, Walte C. Boelli e Macelo E. Pellenz Resumo

Leia mais

Capítulo I Erros e Aritmética Computacional

Capítulo I Erros e Aritmética Computacional C. Balsa e A. Satos Capítulo I Eos e Aitmética Computacioal. Itodução aos Métodos Numéicos O objectivo da disciplia de Métodos Numéicos é o estudo, desevolvimeto e avaliação de algoitmos computacioais

Leia mais

Análise da eficiência de energia de esquemas de retransmissão em redes de sensores IEEE

Análise da eficiência de energia de esquemas de retransmissão em redes de sensores IEEE Aálise da eiciêcia de eegia de esquemas de etasmissão em edes de sesoes IEEE 82.5.4 João. Kleischmidt e Walte C. Boelli Depatameto de Telemática - DT Faculdade de Egehaia Elética e de Computação - FEEC

Leia mais

Departamento de Informática. Modelagem Analítica. Desempenho de Sistemas de Computação. Arranjos: Amostras Ordenadas. Exemplo

Departamento de Informática. Modelagem Analítica. Desempenho de Sistemas de Computação. Arranjos: Amostras Ordenadas. Exemplo Depatameto de Ifomática Disciplia: Modelagem Aalítica do Desempeho de Sistemas de Computação Elemetos de Aálise Combiatóia Pof. Ségio Colche colche@if.puc-io.b Teoema: Elemetos de Aálise Combiatóia Modelagem

Leia mais

2 - Circuitos espelho de corrente com performance melhorada:

2 - Circuitos espelho de corrente com performance melhorada: Electóica 0/3 - Cicuitos espelho de coete com pefomace melhoada: Po ezes é ecessáio aumeta a pefomace dos cicuitos espelho de coete, tato do poto de ista da pecisão da taxa de tasfeêcia de coete como da

Leia mais

TRABALHO E POTENCIAL ELETROSTÁTICO

TRABALHO E POTENCIAL ELETROSTÁTICO LTOMAGNTISMO I 5 TABALHO POTNCIAL LTOSTÁTICO Nos capítulos ateioes ós ivestigamos o campo elético devido a divesas cofiguações de cagas (potuais, distibuição liea, supefície de cagas e distibuição volumética

Leia mais

ARITMÉTICA DE PONTO FLUTUANTE/ERROS EM OPERAÇÕES NUMÉRICAS

ARITMÉTICA DE PONTO FLUTUANTE/ERROS EM OPERAÇÕES NUMÉRICAS ARITMÉTICA DE PONTO FLUTUANTE/ERROS EM OPERAÇÕES NUMÉRICAS. Intodução O conjunto dos númeos epesentáveis em uma máquina (computadoes, calculadoas,...) é finito, e potanto disceto, ou seja não é possível

Leia mais

Controle de Erros Adaptativo para Redes de Sensores sem Fio usando Valor de Informação de Mensagens Baseado em Entropia

Controle de Erros Adaptativo para Redes de Sensores sem Fio usando Valor de Informação de Mensagens Baseado em Entropia Contole de Eos Adaptatvo paa Redes de Sensoes sem Fo usando Valo de Inomação de Mensagens Baseado em Entopa João H. Klenschmdt e Walte C. Boell Resumo Este atgo popõe estatégas de contole de eos adaptatvo

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Questão 3. alternativa C. alternativa E

Questão 1. Questão 2. Questão 3. alternativa C. alternativa E Questão 1 Dois pilotos iniciaam simultaneamente a disputa de uma pova de automobilismo numa pista cuja extensão total é de, km. Enquanto Máio leva 1,1 minuto paa da uma volta completa na pista, Júlio demoa

Leia mais

Relatório Interno. Método de Calibração de Câmaras Proposto por Zhang

Relatório Interno. Método de Calibração de Câmaras Proposto por Zhang LABORATÓRIO DE ÓPTICA E MECÂNICA EXPERIMENTAL Relatóio Inteno Método de Calibação de Câmaas Poposto po Zhang Maia Cândida F. S. P. Coelho João Manuel R. S. Tavaes Setembo de 23 Resumo O pesente elatóio

Leia mais

Controle Adaptativo de Erros para Redes de Sensores sem Fio usando Informação de Área de Cobertura

Controle Adaptativo de Erros para Redes de Sensores sem Fio usando Informação de Área de Cobertura Contole Adaptativo de Eos paa Redes de Sensoes sem Fio usando Inomação de Áea de Cobetua João H. Kleinschmidt e Walte C. Boelli Depatamento de Telemática Faculdade de Engenhaia Elética e de Computação

Leia mais

Parte I - Projecto de Sistemas Digitais

Parte I - Projecto de Sistemas Digitais Parte I - Projecto de Sistemas Digitais Na disciplia de sistemas digitais foram estudadas técicas de desevolvimeto de circuitos digitais ao ível da porta lógica, ou seja, os circuito digitais projectados,

Leia mais

EM423A Resistência dos Materiais

EM423A Resistência dos Materiais UNICAMP Univesidade Estadual de Campinas EM43A esistência dos Mateiais Pojeto Tação-Defomação via Medidas de esistência Pofesso: obeto de Toledo Assumpção Alunos: Daniel obson Pinto A: 070545 Gustavo de

Leia mais

ÁREA DE COBERTURA EM AMBIENTE DE PROPAGAÇÃO MODELADO COM A DISTRIBUIÇÃO κ µ

ÁREA DE COBERTURA EM AMBIENTE DE PROPAGAÇÃO MODELADO COM A DISTRIBUIÇÃO κ µ ÁREA DE COBERTURA EM AMBIENTE DE PROPAGAÇÃO MODELADO COM A DISTRIBUIÇÃO κµ κµ JAMIL RIBEIRO ANTÔNIO Dssetação apesetada ao Isttuto Nacoal de Telecomucações INATEL como pate dos equstos paa obteção do Título

Leia mais

Prof. Daniel I. De Souza, Jr., Ph.D.

Prof. Daniel I. De Souza, Jr., Ph.D. CONAMET/SAM 26 TESTE DE VIDA SEQÜENCIAL APLICADO A UM TESTE DE VIDA ACELERADO COM UMA DISTRIBUIÇÃO DE AMOSTRAGEM WEIBULL DE TRÊS PARÂMETROS - UMA ABORDAGEM UTILIZANDO-SE O MÉTODO DO MAXIMUM LIKELIHOOD

Leia mais

A TORRE DE HANÓI Carlos Yuzo Shine - Colégio Etapa

A TORRE DE HANÓI Carlos Yuzo Shine - Colégio Etapa A TORRE DE HANÓI Carlos Yuzo Shie - Colégio Etapa Artigo baseado em aula miistrada a IV Semaa Olímpica, Salvador - BA Nível Iiciate. A Torre de Haói é um dos quebra-cabeças matemáticos mais populares.

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores A Iteret Parte II Prof. Thiago Dutra Ageda Visão Geral O que é a Iteret? Orgaização da Iteret Estrutura da Iteret Bordas da Rede Núcleo da Rede Redes de

Leia mais

João Eduardo de Souza Grossi

João Eduardo de Souza Grossi UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA MESTRADO PROFISSIONALIZANTE, MODELAGEM MATEMÁTICA EM FINANÇAS MODELO DISCRETO DE APREÇAMENTO

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Sênio Dados da Empesa Razão Social: Depyl Action Depilações Ltda-ME Nome Fantasia: Depyl Action - Especializada em Depilação Data

Leia mais

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES DE ORDEM N

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES DE ORDEM N EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES DE ORDEM N Estudaremos este capítulo as equações diereciais lieares de ordem, que são de suma importâcia como suporte matemático para vários ramos da egeharia e das ciêcias.

Leia mais

Um Protocolo Híbrido de Anti-colisão de Etiquetas para Sistemas RFID

Um Protocolo Híbrido de Anti-colisão de Etiquetas para Sistemas RFID XXIX SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES - SBrT 11, 2-5 DE OUTUBRO DE 211, CURITIBA, PR Um Protocolo Híbrido de Ati-colisão de Etiquetas para Sistemas RFID Bruo A. de Jesus, Rafael C. de Moura, Liliae

Leia mais

ActivALEA. ative e atualize a sua literacia

ActivALEA. ative e atualize a sua literacia ActivALEA ative e atualize a sua literacia N.º 29 O QUE É UMA SONDAGEM? COMO É TRANSMIITIIDO O RESULTADO DE UMA SONDAGEM? O QUE É UM IINTERVALO DE CONFIIANÇA? Por: Maria Eugéia Graça Martis Departameto

Leia mais

Análise do Efeito do Solo em Canal de Propagação Outdoor 3-D Usando o Método B-FDTD

Análise do Efeito do Solo em Canal de Propagação Outdoor 3-D Usando o Método B-FDTD IEEE LATIN AMERICA TRANSACTIONS, VOL. 5, NO. 3, JUNE 7 65 Aálise do Efeito do Solo em Caal de Popagação Outdoo 3-D Usado o Método B-FDTD Rodigo M. S. de Oliveia, Waldi H. B. J e Calos L. S. S. Sobiho (Membo

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Dados da Empesa Razão Social: Cusos e Empeendimentos VER Ltda Nome Fantasia: Micolins Unidade Nova Lima Data de fundação: 09/03/2007

Leia mais

Módulo 5: Conteúdo programático Eq da continuidade em Regime Permanente. Escoamento dos Fluidos - Equações Fundamentais

Módulo 5: Conteúdo programático Eq da continuidade em Regime Permanente. Escoamento dos Fluidos - Equações Fundamentais Módulo 5: Conteúdo pogamático Eq da continuidade em egime Pemanente Bibliogafia: Bunetti, F. Mecânica dos Fluidos, São Paulo, Pentice Hall, 7. Eoamento dos Fluidos - Equações Fundamentais Popiedades Intensivas:

Leia mais

GERADORES. Figura 5.1 (a) Gerador não ideal. (b) Gerador não ideal com a resistência interna r explicita no diagrama.

GERADORES. Figura 5.1 (a) Gerador não ideal. (b) Gerador não ideal com a resistência interna r explicita no diagrama. ELEICIDADE CAPÍULO 5 GEADOES Cofome visto o Capítulo, o geado é uma máquia elética capaz de estabelece uma difeeça de potecial elético (ddp) costate (ou fime) ete os extemos de um coduto elético, de maeia

Leia mais

RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 2 o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 10/08/13 PROFESSOR: MALTEZ

RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 2 o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 10/08/13 PROFESSOR: MALTEZ ESOLUÇÃO DA AALIAÇÃO DE MATEMÁTICA o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 0/08/ POFESSO: MALTEZ QUESTÃO 0 A secção tansvesal de um cilindo cicula eto é um quadado com áea de m. O volume desse cilindo, em m, é: A

Leia mais

Um Protocolo MAC para Redes de Sensores sem Fio Voltado para Aplicações Específicas Utilizando o Método de Acesso TDMA

Um Protocolo MAC para Redes de Sensores sem Fio Voltado para Aplicações Específicas Utilizando o Método de Acesso TDMA Um Protocolo MAC para Redes de Sesores sem Fio Voltado para Aplicações Específicas Utilizado o Método de Acesso TDMA Sadro Silva de Oliveira e Shusaburo Motoyama Resumo - Neste artigo é apresetado um ovo

Leia mais

PREFEITURA MUNlClPAL DE VIÇOSA

PREFEITURA MUNlClPAL DE VIÇOSA PRAÇA DO ROSÃRIO, 5 - CEP 36570000 - VIÇOSA - MG GABINETCTOPREFEnO LEI N«1199/97 Dispõe sobe alteações no Código Tibutáio do Munícipto e dá outas povidências 0 Povo cte Muntoípio cto Viçosa, po seus epesentutes,

Leia mais

Termodinâmica 1 - FMT 159 Noturno, segundo semestre de 2009

Termodinâmica 1 - FMT 159 Noturno, segundo semestre de 2009 Temodinâmica - FMT 59 Notuno segundo semeste de 2009 Execícios em classe: máquinas témicas 30/0/2009 Há divesos tipos de motoes témicos que funcionam tanfeindo calo ente esevatóios témicos e ealizando

Leia mais

Probabilidades. José Viegas

Probabilidades. José Viegas Probabilidades José Viegas Lisboa 001 1 Teoria das probabilidades Coceito geral de probabilidade Supoha-se que o eveto A pode ocorrer x vezes em, igualmete possíveis. Etão a probabilidade de ocorrêcia

Leia mais

Fig. 8-8. Essas linhas partem do pólo norte para o pólo sul na parte externa do material, e do pólo sul para o pólo norte na região do material.

Fig. 8-8. Essas linhas partem do pólo norte para o pólo sul na parte externa do material, e do pólo sul para o pólo norte na região do material. Campo magnético Um ímã, com seus pólos note e sul, também pode poduzi movimentos em patículas, devido ao seu magnetismo. Contudo, essas patículas, paa sofeem esses deslocamentos, têm que te popiedades

Leia mais

VII Equações Diferenciais Ordinárias de Primeira Ordem

VII Equações Diferenciais Ordinárias de Primeira Ordem VII Equações Difereciais Ordiárias de Primeira Ordem Itrodução As equações difereciais ordiárias são istrumetos esseciais para a modelação de muitos feómeos proveietes de várias áreas como a física, química,

Leia mais

CAP. I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO

CAP. I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO CAP I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO 0 Itrodução Por método umérico etede-se um método para calcular a solução de um problema realizado apeas uma sequêcia fiita de operações aritméticas A obteção de uma solução

Leia mais

/(,'(%,276$9$57()/8;2 0$*1e7,&2

/(,'(%,276$9$57()/8;2 0$*1e7,&2 67 /(,'(%,76$9$57()/8; 0$*1e7,& Ao final deste capítulo você deveá se capaz de: ½ Explica a elação ente coente elética e campo magnético. ½ Equaciona a elação ente coente elética e campo magnético, atavés

Leia mais

DETERMINAÇÃO DE ROTAS PARA EMPRESAS DE ENTREGA EXPRESSA

DETERMINAÇÃO DE ROTAS PARA EMPRESAS DE ENTREGA EXPRESSA DETERMINAÇÃO DE ROTAS PARA EMPRESAS DE ENTREGA EXPRESSA Femin A. Tang Montané Pogama de Engenhaia de Sistemas, COPPE/UFRJ Vigílio José Matins Feeia Filho Depatamento de Engenhaia Industial/ UFRJ/ Escola

Leia mais

CAMPOS MAGNETOSTÁTICOS PRODUZIDOS POR CORRENTE ELÉTRICA

CAMPOS MAGNETOSTÁTICOS PRODUZIDOS POR CORRENTE ELÉTRICA ELETOMAGNETMO 75 9 CAMPO MAGNETOTÁTCO PODUZDO PO COENTE ELÉTCA Nos capítulos anteioes estudamos divesos fenômenos envolvendo cagas eléticas, (foças de oigem eletostática, campo elético, potencial escala

Leia mais

Prof. Dirceu Pereira

Prof. Dirceu Pereira Aula de UNIDADE - MOVIMENTO VERTICAL NO VÁCUO 1) (UFJF-MG) Um astonauta está na supefície da Lua quando solta, simultaneamente, duas bolas maciças, uma de chumbo e outa de madeia, de uma altua de,0 m em

Leia mais

Estudo das Energias e Funções de Onda em um Ponto Quântico Cilíndrico Study of Energies and Wave Functions in a Cylindrical Quantum Dot

Estudo das Energias e Funções de Onda em um Ponto Quântico Cilíndrico Study of Energies and Wave Functions in a Cylindrical Quantum Dot 4 Estudo das Eergias e Fuções de Oda em um Poto Quâtico Cilídrico Study of Eergies ad Wave Fuctios i a Cylidrical Quatum Dot Sílvio José Prado Faculdade de Ciêcias Itegradas do Potal FACIP UFU, Uberlâdia,

Leia mais

CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA

CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA 5. INTRODUÇÃO É freqüete ecotrarmos problemas estatísticos do seguite tipo : temos um grade úmero de objetos (população) tais que se fossem tomadas as medidas

Leia mais

ESTRATÉGIA DE CONTROLE PARA ACIONAMENTO A VELOCIDADE VARIÁVEL PARA MOTORES MONOFÁSICOS COM OPERAÇÃO OTIMIZADA

ESTRATÉGIA DE CONTROLE PARA ACIONAMENTO A VELOCIDADE VARIÁVEL PARA MOTORES MONOFÁSICOS COM OPERAÇÃO OTIMIZADA ESTRATÉGA DE CONTROLE PARA ACONAMENTO A VELOCDADE VARÁVEL PARA MOTORES MONOFÁSCOS COM OPERAÇÃO OTMZADA Ronilson Rocha * Pedo F Donoso Gacia * Selênio Rocha Silva * Mácio Fonte Boa Cotez x UFMG -CPDEE *

Leia mais

DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DE GERADOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO CONECTADO ASSINCRONAMENTE À REDE MONOFÁSICA

DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DE GERADOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO CONECTADO ASSINCRONAMENTE À REDE MONOFÁSICA DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DE GERADOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO CONECTADO ASSINCRONAMENTE À REDE MONOFÁSICA LIMA, Nélio Neves; CUNHA, Ygho Peteson Socoo Alves MARRA, Enes Gonçalves. Escola de Engenhaia Elética

Leia mais

Mário Meireles Teixeira. Departamento de Informática, UFMA. mario@deinf.ufma.br. Técnicas de Modelagem. Técnicas de Avaliação de desempenho.

Mário Meireles Teixeira. Departamento de Informática, UFMA. mario@deinf.ufma.br. Técnicas de Modelagem. Técnicas de Avaliação de desempenho. Simulação Mário Meireles Teixeira Departameto de Iformática, UFMA mario@deif.ufma.br Técicas de Modelagem Técicas de Avaliação de desempeho Aferição Modelagem Protótipos Bechmarcks Coleta de Dados Rede

Leia mais

GEOMETRIA ESPACIAL. a) Encher a leiteira até a metade, pois ela tem um volume 20 vezes maior que o volume do copo.

GEOMETRIA ESPACIAL. a) Encher a leiteira até a metade, pois ela tem um volume 20 vezes maior que o volume do copo. GEOMETRIA ESPACIAL ) Uma metalúgica ecebeu uma encomenda paa fabica, em gande quantidade, uma peça com o fomato de um pisma eto com base tiangula, cujas dimensões da base são 6cm, 8cm e 0cm e cuja altua

Leia mais

Capítulo 5. Misturas Simples

Capítulo 5. Misturas Simples Capítulo 5. Misturas Simples aseado o livro: tkis Physical Chemistry Eighth Editio Peter tkis Julio de Paula 04-06-2007 Maria da Coceição Paiva 1 Misturas Simples Para iterpretar termodiamicamete o efeito

Leia mais

Definição: Seja a equação diferencial linear de ordem n e coeficientes variáveis:. x = +

Definição: Seja a equação diferencial linear de ordem n e coeficientes variáveis:. x = + Vléi Zum Medeios & Mihil Lemotov Resolução de Equções Difeeciis Liees po Séies Poto Odiáio (PO) e Poto Sigul (PS) Defiição: Sej equção difeecil lie de odem e coeficietes viáveis: ( ) ( ) b ( ) é dito poto

Leia mais

MOMENTOS DE INÉRCIA. Física Aplicada à Engenharia Civil II

MOMENTOS DE INÉRCIA. Física Aplicada à Engenharia Civil II Física Aplicada à Egeharia Civil MOMENTOS DE NÉRCA Neste capítulo pretede-se itroduzir o coceito de mometo de iércia, em especial quado aplicado para o caso de superfícies plaas. Este documeto, costitui

Leia mais

1.5 Aritmética de Ponto Flutuante

1.5 Aritmética de Ponto Flutuante .5 Aritmética de Poto Flutuate A represetação em aritmética de poto flutuate é muito utilizada a computação digital. Um exemplo é a caso das calculadoras cietíficas. Exemplo:,597 03. 3 Este úmero represeta:,597.

Leia mais

ANÁLISE DA FIABILIDADE DA REDE DE TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO

ANÁLISE DA FIABILIDADE DA REDE DE TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO NÁLIE D IBILIDDE D REDE DE TRNPORTE E DITRIBUIÇÃO. Maciel Babosa Janeio 03 nálise da iabilidade da Rede de Tanspote e Distibuição. Maciel Babosa nálise da iabilidade da Rede de Tanspote e Distibuição ÍNDICE

Leia mais

Universidade de São Paulo Instituto de Física. Física Moderna II. Profa. Márcia de Almeida Rizzutto 2 o Semestre de Física Moderna 2 Aula 20

Universidade de São Paulo Instituto de Física. Física Moderna II. Profa. Márcia de Almeida Rizzutto 2 o Semestre de Física Moderna 2 Aula 20 Uivesidade de São Paulo Istituto de Física Física Modea II Pofa. Mácia de Almeida Rizzutto o Semeste de 14 Física Modea 1 Todos os tipos de ligação molecula se devem ao fato de a eegia total da molécula

Leia mais

CAPÍTULO 5 CIRCUITOS SEQUENCIAIS III: CONTADORES SÍNCRONOS

CAPÍTULO 5 CIRCUITOS SEQUENCIAIS III: CONTADORES SÍNCRONOS 60 Sumário CAPÍTULO 5 CIRCUITOS SEQUENCIAIS III: CONTADORES SÍNCRONOS 5.1. Itrodução... 62 5.2. Tabelas de trasição dos flip-flops... 63 5.2.1. Tabela de trasição do flip-flop JK... 63 5.2.2. Tabela de

Leia mais

Avaliação: por que? Técnicas de Avaliação. Avaliação: Estudos em Laboratório. Objetivos da Avaliação. Avaliação Outros Grupos

Avaliação: por que? Técnicas de Avaliação. Avaliação: Estudos em Laboratório. Objetivos da Avaliação. Avaliação Outros Grupos intemidia.usp.b Avaliação: po que? intemidia.usp.b Técnicas de Avaliação Avalia adequação de designs Testa a usabilidade e a funcionalidade do sistema Requisitos dos usuáios estão efetivamente sendo atendidos?

Leia mais

Formatação de fonte. Teorema da amostragem

Formatação de fonte. Teorema da amostragem Formatação de ote 1 Teorema da amotragem Do aalógico para o digital A amotragem (itatâea) de um ial ou orma de oda aalógica é o proceo pelo qual o ial paa a er repreetado por um cojuto dicreto de úmero.

Leia mais

Calendário de inspecções em Manutenção Preventiva Condicionada com base na Fiabilidade

Calendário de inspecções em Manutenção Preventiva Condicionada com base na Fiabilidade Caledário de ispecções em Mauteção Prevetiva Codicioada com base a Fiabilidade Rui Assis Faculdade de Egeharia da Uiversidade Católica Portuguesa Rio de Mouro, Portugal rassis@rassis.com http://www.rassis.com

Leia mais

Unidade 13 Noções de Matemática Financeira. Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto racional ou real Desconto comercial ou bancário

Unidade 13 Noções de Matemática Financeira. Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto racional ou real Desconto comercial ou bancário Unidade 13 Noções de atemática Financeia Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto acional ou eal Desconto comecial ou bancáio Intodução A atemática Financeia teve seu início exatamente

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Sênio Dados da Empesa Razão Social: MF 1000 FRANQUIA DE COSMÉTICOS LTDA Nome Fantasia: VITA DERM DAY CLINIC Data de fundação: 12/03/1984

Leia mais

CONTEÚDO. RECIPROCIDADE QUADRÁTICA 27 Carlos Gustavo T. de A. Moreira & Nicolau Corção Saldanha, Rio de Janeiro - RJ

CONTEÚDO. RECIPROCIDADE QUADRÁTICA 27 Carlos Gustavo T. de A. Moreira & Nicolau Corção Saldanha, Rio de Janeiro - RJ CONTEÚDO AOS LEITORES LIII OLIMPÍADA INTERNACIONAL DE MATEMÁTICA Euciados, Soluções e Resultado Basileio VII OLIMPÍADA IBEROAMERICANA DE MATEMÁTICA 5 Euciados, Soluções e Resultado Basileio ARTIGOS A FÓRMULA

Leia mais

F-328-2 º Semestre de 2013 Coordenador. José Antonio Roversi IFGW-DEQ-Sala 216 roversi@ifi.unicamp.br

F-328-2 º Semestre de 2013 Coordenador. José Antonio Roversi IFGW-DEQ-Sala 216 roversi@ifi.unicamp.br F-38 - º Semeste de 013 Coodenado. José Antonio Rovesi IFGW-DEQ-Sala 16 ovesi@ifi.unicamp.b 1- Ementa: Caga Elética Lei de Coulomb Campo Elético Lei de Gauss Potencial Elético Capacitoes e Dieléticos Coente

Leia mais

QUAIS OS FATORES SÃO DETERMINANTES PARA REDUZIR A DESIGUALDADE EM UM AMBIENTE DE CRESCIMENTO ECONÔMICO E MENOS POBREZA? ÁREA TEMÁTICA: ECONOMIA SOCIAL

QUAIS OS FATORES SÃO DETERMINANTES PARA REDUZIR A DESIGUALDADE EM UM AMBIENTE DE CRESCIMENTO ECONÔMICO E MENOS POBREZA? ÁREA TEMÁTICA: ECONOMIA SOCIAL QUAIS OS FATORES SÃO DETERMINANTES PARA REDUZIR A DESIGUALDADE EM UM AMBIENTE DE CRESCIMENTO ECONÔMICO E MENOS POBREZA? ÁREA TEMÁTICA: ECONOMIA SOCIAL Vito Hugo Mio Doutoado em Ecoomia (CAEN/UFC. Aalista

Leia mais

MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação. Aula 05. Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano

MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação. Aula 05. Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação Aula 5 Pof. D. Maco Antonio Leonel Caetano Guia de Estudo paa Aula 5 Poduto Vetoial - Intepetação do poduto vetoial Compaação com as funções

Leia mais

SOLUÇÕES e GASES- EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

SOLUÇÕES e GASES- EXERCÍCIOS RESOLVIDOS rof. Vieira Filho SOLUÇÕES e GSES- EXERCÍCIOS RESOLVIDOS SOLUÇÕES. em-se 500g de uma solução aquosa de sacarose (C O ), saturada a 50 C. Qual a massa de cristais que se separam da solução, quado ela é

Leia mais

Testes de Hipóteses para a Diferença Entre Duas Médias Populacionais

Testes de Hipóteses para a Diferença Entre Duas Médias Populacionais Estatística II Atoio Roque Aula Testes de Hipóteses para a Difereça Etre Duas Médias Populacioais Vamos cosiderar o seguite problema: Um pesquisador está estudado o efeito da deficiêcia de vitamia E sobre

Leia mais

Números Complexos (Parte II) 1 Plano de Argand-Gauss. 2 Módulo de um número complexo. Prof. Gustavo Adolfo Soares

Números Complexos (Parte II) 1 Plano de Argand-Gauss. 2 Módulo de um número complexo. Prof. Gustavo Adolfo Soares Númeos Complexos (Pate II) 1 Plao de Agad-Gauss Das defiições de que um úmeo complexo é um pa odeado de úmeos eais x e y e que C = R R, temos que: A cada úmeo complexo coespode um úico poto do plao catesiao,

Leia mais

Importância do setor florestal para a economia brasileira

Importância do setor florestal para a economia brasileira IMPORTÂNCIA DO SETOR FLORESTAL PARA A ECONOMIA BRASILEIRA NAISY SILVA SOARES; ELIANE PINHEIRO DE SOUSA; MÁRCIO LOPES DA SILVA; UFV VIÇOSA - MG - BRASIL pinheioeliane@hotmail.com APRESENTAÇÃO ORAL Evolução

Leia mais

Solução de Equações Diferenciais Ordinárias Usando Métodos Numéricos

Solução de Equações Diferenciais Ordinárias Usando Métodos Numéricos DELC - Departameto de Eletrôica e Computação ELC 0 Estudo de Casos em Egeharia Elétrica Solução de Equações Difereciais Ordiárias Usado Métodos Numéricos Versão 0. Giovai Baratto Fevereiro de 007 Ídice

Leia mais

J. A. M. Felippe de Souza 9 Diagramas de Bode

J. A. M. Felippe de Souza 9 Diagramas de Bode 9 Diagramas de Bode 9. Itrodução aos diagramas de Bode 3 9. A Fução de rasferêcia 4 9.3 Pólos e zeros da Fução de rasferêcia 8 Equação característica 8 Pólos da Fução de rasferêcia 8 Zeros da Fução de

Leia mais

Sistemas de Filas Simples

Sistemas de Filas Simples Sistemas de Filas Simles Teoria de Filas Processo de chegada: se os usuários de uma fila chegam os istates t, t, t 3,..., t, as variáveis aleatórias τ t - t - são chamadas de itervalos etre chegadas. As

Leia mais

GERÊNCIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GERÊNCIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GERÊNCIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO FUNCEF/ DIATI / GETIF Enconto da Qualidade e Podutividade em Softwae EQPS Belo Hoizonte - 2008 Basília, 25 de Setembo de 2008 Agenda Sobe a FUNCEF Beve históico Objetivo

Leia mais

AMOSTRAGEM. metodologia de estudar as populações por meio de amostras. Amostragem ou Censo?

AMOSTRAGEM. metodologia de estudar as populações por meio de amostras. Amostragem ou Censo? AMOSTRAGEM metodologia de estudar as populações por meio de amostras Amostragem ou Ceso? Por que fazer amostragem? população ifiita dimiuir custo aumetar velocidade a caracterização aumetar a represetatividade

Leia mais

Introdução ao Estudo de Sistemas Lineares

Introdução ao Estudo de Sistemas Lineares Itrodução ao Estudo de Sistemas Lieares 1. efiições. 1.1 Equação liear é toda seteça aberta, as icógitas x 1, x 2, x 3,..., x, do tipo a1 x1 a2 x2 a3 x3... a x b, em que a 1, a 2, a 3,..., a são os coeficietes

Leia mais

EXPERIÊNCIA 5 - RESPOSTA EM FREQUENCIA EM UM CIRCUITO RLC - RESSONÂNCIA

EXPERIÊNCIA 5 - RESPOSTA EM FREQUENCIA EM UM CIRCUITO RLC - RESSONÂNCIA UM/AET Eng. Elética sem 0 - ab. icuitos Eléticos I Pof. Athemio A.P.Feaa/Wilson Yamaguti(edição) EPEIÊNIA 5 - ESPOSTA EM FEQUENIA EM UM IUITO - ESSONÂNIA INTODUÇÃO. icuito séie onsideando o cicuito da

Leia mais

Pró-Reitoria de Graduação Curso de Licenciatura em Matemática Trabalho de Conclusão de Curso

Pró-Reitoria de Graduação Curso de Licenciatura em Matemática Trabalho de Conclusão de Curso 3 ó-reioia de Gaduação Cuso de iceciaua em aemáica Tabalho de Coclusão de Cuso [Digie o íulo do documeo] [Digie o subíulo do RÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO documeo] TRABAHO DE CONCUSÃO DE CURSO ROBABIIDADE AICADA

Leia mais

Variable Speed Wind Turbine Modeling Using ATPDraw

Variable Speed Wind Turbine Modeling Using ATPDraw Antonio S. Neto, Fancisco A. S. Neves, Pedo A. C. Rosas Univesidade Fedeal de Penambuco UFPE Recife - PE Email: asneto01@yahoo.com.b, fneves@ufpe.b, posas@ufpe.b Eduado L. R. Pinheio, Selênio R. Silva

Leia mais

MONOVIAS COM PERFIS ESTRUTURAIS GERDAU. Pedro Fereguetti Atendimento Técnico da Gerdau PERFIS ESTRUTURAIS GERDAU ARTIGO TÉCNICO 1.

MONOVIAS COM PERFIS ESTRUTURAIS GERDAU. Pedro Fereguetti Atendimento Técnico da Gerdau PERFIS ESTRUTURAIS GERDAU ARTIGO TÉCNICO 1. ERFIS ESTRUTURAIS GERDAU 1. INTRODUÇÃO Amlamente utilizado na indústia, monovia é deinida como o caminho de olamento dos sistemas de içamento de cagas utilizando talhas manuais ou eléticas (igua 1 e ).

Leia mais

INTRODUÇÃO A TEORIA DE CONJUNTOS

INTRODUÇÃO A TEORIA DE CONJUNTOS INTRODUÇÃO TEORI DE CONJUNTOS Professora Laura guiar Cojuto dmitiremos que um cojuto seja uma coleção de ojetos chamados elemetos e que cada elemeto é um dos compoetes do cojuto. Geralmete, para dar ome

Leia mais

Análise de Correlação e medidas de associação

Análise de Correlação e medidas de associação Análise de Coelação e medidas de associação Pof. Paulo Ricado B. Guimaães 1. Intodução Muitas vezes pecisamos avalia o gau de elacionamento ente duas ou mais vaiáveis. É possível descobi com pecisão, o

Leia mais

Influência do ruído aéreo gerado pela percussão de pavimentos na determinação de L n,w

Influência do ruído aéreo gerado pela percussão de pavimentos na determinação de L n,w Ifluêcia do ruído aéreo gerado pela percussão de pavimetos a determiação de,w iogo M. R. Mateus CONTRAruído Acústica e Cotrolo de Ruído, Al. If.. Pedro, Nº 74-1º C, 3030 396 Coimbra Tel.: 239 403 666;

Leia mais

Modelo integrado para seleção de cargas e reposicionamento de contêineres vazios no transporte marítimo

Modelo integrado para seleção de cargas e reposicionamento de contêineres vazios no transporte marítimo Modelo integado paa seleção de cagas e eposicionamento de contêinees vazios no tanspote maítimo Rafael Bubac Teixeia 1 e Claudio Babiei da Cunha 2 Resumo: Este atigo tata do poblema integado de escolha

Leia mais

PATROCINADORES 2011. Federação das Indústrias do Estado do Amazonas - FIEAM. Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Amazonas SEBRAE/AM

PATROCINADORES 2011. Federação das Indústrias do Estado do Amazonas - FIEAM. Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Amazonas SEBRAE/AM PATOCINADOES 2011 EALIZAÇÃO: Federação das Indústrias do Estado do Amazonas - FIEAM Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Amazonas SEBAE/AM PATOCÍNIO: Confederação Nacional da Indústria CNI

Leia mais

Fig. 2.1 - Componentes da força da gravidade.

Fig. 2.1 - Componentes da força da gravidade. FORMA E DIMENSÕES DA TERRA Iis eeia Escoba Uivesidade do Estado do Rio de Jaeio Depatameto de Egehaia Catogáfica Rua São Facisco Xavie, 54, 4º ada, sl 400B 0550-013 Rio de Jaeio RJ e-mail: iisescoba@tea.com.b

Leia mais

Planejamento da Irrigação com Uso de Técnicas de Otimização

Planejamento da Irrigação com Uso de Técnicas de Otimização 4 Revista Brasileira de Agricultura Irrigada v.,., p.4 49, 007 Fortaleza, CE, INOVAGRI http://.iovagri.org.br Protocolo 00.07 9//007 Aprovado em 09//007 Plaejameto da Irrigação com Uso de Técicas de Otimização

Leia mais

Aluno(a): Professor: Chiquinho

Aluno(a): Professor: Chiquinho Aluo(a): Pofesso: Chquho Estatístca Básca É a cêca que tem po objetvo oeta a coleta, o esumo, a apesetação, a aálse e a tepetação de dados. População e amosta - População é um cojuto de sees com uma dada

Leia mais

Análise do Perfil de Temperaturas no Gás de Exaustão de um Motor pelo Método das Diferenças Finitas

Análise do Perfil de Temperaturas no Gás de Exaustão de um Motor pelo Método das Diferenças Finitas Poceeding Seies of te Bazilian Society of Applied and Computational Matematics, Vol., N. 1, 14. Tabalo apesentado no CMAC-Sul, Cuitiba-PR, 14. Análise do Pefil de Tempeatuas no Gás de Exaustão de um Moto

Leia mais

O erro da pesquisa é de 3% - o que significa isto? A Matemática das pesquisas eleitorais

O erro da pesquisa é de 3% - o que significa isto? A Matemática das pesquisas eleitorais José Paulo Careiro & Moacyr Alvim O erro da pesquisa é de 3% - o que sigifica isto? A Matemática das pesquisas eleitorais José Paulo Careiro & Moacyr Alvim Itrodução Sempre que se aproxima uma eleição,

Leia mais

Problema de Fluxo de Custo Mínimo

Problema de Fluxo de Custo Mínimo Problema de Fluo de Custo Míimo The Miimum Cost Flow Problem Ferado Nogueira Fluo de Custo Míimo O Problema de Fluo de Custo Míimo (The Miimum Cost Flow Problem) Este problema possui papel pricipal etre

Leia mais

Antenas. Antena = transição entre propagação guiada (circuitos) e propagação não-guiada (espaço). Antena Isotrópica

Antenas. Antena = transição entre propagação guiada (circuitos) e propagação não-guiada (espaço). Antena Isotrópica Antenas Antena tansição ente popagação guiada (cicuitos) e popagação não-guiada (espaço). Antena tansmissoa: Antena eceptoa: tansfoma elétons em fótons; tansfoma fótons em elétons. Antena sotópica Fonte

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Dados da Empesa Razão Social: Pé Vemelho Ensino Pofissionalizante SS LTDA Nome Fantasia: BIT Company Data de fundação: 23/05/2009

Leia mais

Veremos neste capítulo as distribuições na variável discreta: Distribuição Binomial e Distribuição de Poisson.

Veremos neste capítulo as distribuições na variável discreta: Distribuição Binomial e Distribuição de Poisson. CAPÍTULO 5 DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL E DISTRIBUIÇÃO DE POISSON Veemos este capítulo as distibuições a vaiável disceta: Distibuição Biomial e Distibuição de Poisso. 1. Pobabilidade de Beoulli Seja um expeimeto

Leia mais

A Base Termodinâmica da Pressão Osmótica

A Base Termodinâmica da Pressão Osmótica 59087 Bofísca II FFCLRP P Pof. Atôo Roque Aula 7 A Base emodâmca da Pessão Osmótca Elemetos de emodâmca As les báscas da temodâmca dzem espeto à covesão de eega de uma foma em outa e à tasfeêca de eega

Leia mais

TEORIA DA GRAVITAÇÃO UNIVERSAL

TEORIA DA GRAVITAÇÃO UNIVERSAL Aula 0 EORIA DA GRAVIAÇÃO UNIVERSAL MEA Mosta aos alunos a teoia da gavitação de Newton, peda de toque da Mecânica newtoniana, elemento fundamental da pimeia gande síntese da Física. OBJEIVOS Abi a pespectiva,

Leia mais

Vedação. Fig.1 Estrutura do comando linear modelo ST

Vedação. Fig.1 Estrutura do comando linear modelo ST 58-2BR Comando linea modelos, -B e I Gaiola de esfeas Esfea Eixo Castanha Vedação Fig.1 Estutua do comando linea modelo Estutua e caacteísticas O modelo possui uma gaiola de esfeas e esfeas incopoadas

Leia mais

Ivan Correr (UNIMEP) ivcorrer@unimep.br. Ronaldo de Oliveira Martins (UNIMEP) romartin@unimep.br. Milton Vieira Junior (UNIMEP) mvieira@unimep.

Ivan Correr (UNIMEP) ivcorrer@unimep.br. Ronaldo de Oliveira Martins (UNIMEP) romartin@unimep.br. Milton Vieira Junior (UNIMEP) mvieira@unimep. X SMPEP Bauu, SP, Basil, 7 a 9 de ovembo de 2005 Avaliação do índice de utilização de máquinas feamentas CC em uma empesa de usinagem, po meio da análise da técnica de pé ajustagem de feamentas. - van

Leia mais

UFRGS 2007 - MATEMÁTICA

UFRGS 2007 - MATEMÁTICA - MATEMÁTICA 01) Em 2006, segudo otícias veiculadas a impresa, a dívida itera brasileira superou um trilhão de reais. Em otas de R$ 50, um trilhão de reais tem massa de 20.000 toeladas. Com base essas

Leia mais

Equações Diferenciais (ED) Resumo

Equações Diferenciais (ED) Resumo Equações Difereciais (ED) Resumo Equações Difereciais é uma equação que evolve derivadas(diferecial) Por eemplo: dy ) 5 ( y: variável depedete, : variável idepedete) d y dy ) 3 0 y ( y: variável depedete,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO PARA MONITORAMENTO EM LINHA E CONTROLE DE REATORES DE POLIMERIZAÇÃO

DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO PARA MONITORAMENTO EM LINHA E CONTROLE DE REATORES DE POLIMERIZAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO PARA MONITORAMENTO EM LINHA E CONTROLE DE REATORES DE POLIMERIZAÇÃO Macelo Esposito, Calos A. Claumann, Ricado A. F. Machado, Claudia Saye, Pedo H. H. Aaújo* Univesidade Fedeal

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Sênio Dados da Empesa Razão Social: Spoleto Fanchising LTDA. Nome Fantasia: Spoleto. Data de fundação: 07 de feveeio de 1999. Númeo

Leia mais

ERROS ERRO DE ARREDONDAMENTO

ERROS ERRO DE ARREDONDAMENTO ERROS Seja o valor aproimado do valor eacto. O erro de deie-se por ε ε erro absoluto de Aálise N um érica 4 ERRO DE ARREDONDAENTO Seja o valor aproimado do valor eacto tedo eactamete k dígitos após o poto

Leia mais

Uma Metodologia de Busca Otimizada de Transformadores de Distribuição Eficiente para qualquer Demanda

Uma Metodologia de Busca Otimizada de Transformadores de Distribuição Eficiente para qualquer Demanda 1 Uma Metodologia de Busca Otimizada de Trasformadores de Distribuição Eficiete para qualquer Demada A.F.Picaço (1), M.L.B.Martiez (), P.C.Rosa (), E.G. Costa (1), E.W.T.Neto () (1) Uiversidade Federal

Leia mais

AULA 23 FATORES DE FORMA DE RADIAÇÃO TÉRMICA

AULA 23 FATORES DE FORMA DE RADIAÇÃO TÉRMICA Notas de aula de PME 336 Pocessos de Tasfeêcia de Calo e Massa 98 AULA 3 ATORES DE ORMA DE RADIAÇÃO TÉRMICA Cosidee o caso de duas supefícies egas quaisque que tocam calo po adiação témica ete si. Supoha

Leia mais