GESTÃO CURRICULAR Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GESTÃO CURRICULAR Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico"

Transcrição

1 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO GESTÃO CURRICULAR Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico Relatório Colecção Relatórios

2 FICHA TÉCNICA Título Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico Relatório Autoria Inspecção-Geral da Educação Coordenação: Maria Leonor Duarte e Maria Margarida Paulo Elaboração: Augusto Patrício Rocha, José Pinho Silva, Lúcia Fialho, Manuel Carvoeiro, Maria Judite Cruz, Maria Margarida Paulo e Maria Pia Barroso Colecção Relatórios Edição Inspecção-Geral da Educação (IGE) Av. 4 de Julho, LISBOA Tel.: / Fax: / URL: Design gráfico e divulgação IGE Divisão de Comunicação e Documentação (DCD) Junho 010

3 ÍNDICE NOTA DE APRESENTAÇÃO... 5 I INTRODUÇÃO Objectivos Metodologia Selecção dos agrupamentos de escolas e das escolas não agrupadas Recolha da informação Procedimentos e agenda Agrupamentos e Escolas Caracterização... 7 II RESULTADOS Planificação da acção educativa Projecto Educativo e Projecto Curricular de Agrupamento Plano de Actividades Projectos Curriculares de Grupo Projectos Curriculares de Turma Educação Pré-Escolar Gestão do currículo Monitorização do currículo Actividades de animação e de apoio à família Transporte escolar Ensino básico 1.º ciclo Gestão do currículo..... Monitorização do currículo Actividades de enriquecimento curricular Componente de apoio à família Refeições escolares....6 Transporte escolar...

4 III RELATÓRIOS-SÍNTESE Planificação da acção educativa Gestão do currículo na educação pré-escolar e no 1.º ciclo Actividades de animação e de apoio à família na EPE AEC e componente de apoio à família no 1.º ciclo Transporte escolar e serviço de refeições... 4 IV CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES Conclusões Recomendações ANEXO Lista de Agrupamentos de Escolas e Escolas Não Agrupadas Intervencionados em

5 NOTA DE APRESENTAÇÃO A actividade Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico integra o Programa Acompanhamento do Plano de Actividades da Inspecção-Geral da Educação. Com esta actividade pretende-se observar e acompanhar a organização e gestão do currículo na educação préescolar e no 1.º ciclo do ensino básico, considerando as Orientações Curriculares para a Educação Pré- Escolar e o Currículo Nacional do Ensino Básico, bem como a articulação entre as actividades lectivas, as de apoio à família e as de enriquecimento curricular. Pretende-se, ainda, avaliar a eficácia da implementação das medidas de valorização destes níveis de educação e ensino e contribuir para a melhoria da intervenção das várias entidades envolvidas quer nas práticas pedagógicas, quer na gestão dos recursos. Este relatório apresenta os resultados da actividade Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico realizada em 47 agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas no ano lectivo de Na introdução são referidos os objectivos e a metodologia. O capítulo Resultados explicita a apreciação dos cinco campos de análise: Planificação da Acção Educativa, Gestão do Currículo, Actividades de Animação e de Apoio à Família (educação pré-escolar), Actividades de Enriquecimento Curricular e Componente de Apoio à Família (1.º ciclo), Refeições e Transportes. No capítulo Relatórios-Síntese são apresentados os aspectos mais positivos, os que mais carecem de melhoria e outros que mereceram referência nos relatórios enviados aos agrupamentos de escolas e às escolas não agrupadas. O último capítulo apresenta as Conclusões e Recomendações. Com o desenvolvimento desta actividade, a IGE pretende contribuir para a adequação das respostas educativas às necessidades dos alunos e das famílias e para a melhoria do serviço público de educação e ensino prestado pelas escolas. 5

6 I INTRODUÇÃO 1. Objectivos Com esta actividade pretende-se: Acompanhar a concretização das medidas de política educativa, designadamente: o A gestão do currículo, tendo em conta a implementação dos Planos Nacionais de Leitura, do Ensino do Português, da Matemática, do Ensino Experimental das Ciências e do Plano Tecnológico; o A articulação entre as actividades lectivas e as actividades de enriquecimento curricular; o A oferta da componente de apoio à família. Avaliar a eficácia da implementação das medidas enunciadas; Contribuir para a melhoria dos processos e para a indução de boas práticas de gestão dos recursos.. Metodologia.1. Selecção dos agrupamentos de escolas e das escolas não agrupadas As Delegações Regionais da Inspecção-Geral da Educação seleccionaram os agrupamentos de escolas e as escolas não agrupadas tendo como critérios: o equilíbrio na distribuição geográfica, os recursos humanos disponíveis e a não inclusão dos que foram avaliados no ano lectivo anterior ou que se encontravam em avaliação no âmbito do Programa de Avaliação Externa das Escolas. Constituíram excepção alguns agrupamentos que nesta avaliação foram classificados com Insuficiente no domínio Prestação do Serviço Educativo... Recolha da informação Os documentos de planificação da acção educativa e as entrevistas em painel a diferentes intervenientes no processo educativo constituíram as principais fontes de recolha da informação. Os dados recolhidos foram analisados e registados no roteiro da actividade, documento que serviu de base à elaboração do relatório-síntese. Os relatórios-síntese foram enviados aos agrupamentos intervencionados e às respectivas Direcções Regionais de Educação... Procedimentos e agenda A actividade, realizada por um inspector, desenvolveu-se nos agrupamentos, durante quatro dias. Antecedendo a intervenção, cada Delegação Regional da IGE elaborou a respectiva agenda e solicitou à direcção do agrupamento a disponibilização dos documentos organizativos e de planificação da acção educativa e a marcação das entrevistas, com base em critérios definidos pela IGE. A intervenção iniciou-se com uma breve apresentação da actividade à Direcção, seguida da análise dos documentos disponibilizados e da realização das entrevistas a diferentes intervenientes no processo educativo. A informação recolhida foi organizada, analisada e registada no roteiro da actividade e no relatório-síntese que contempla, para cada um dos domínios em apreciação, os aspectos mais positivos, os aspectos que mais carecem de melhoria e outros julgados pertinentes. 6

7 . Agrupamentos e Escolas Foram intervencionados 44 agrupamentos de escolas e escolas básicas integradas, com a seguinte distribuição regional (QUADRO I):.1. Caracterização QUADRO I AGRUPAMENTOS DE ESCOLAS E ESCOLAS BÁSICAS INTEGRADAS (EBI) Delegações Regionais Agrupamentos de Escolas EBI Norte 74 Centro 71 0 Lisboa e Vale do Tejo 6 0 Alentejo 1 Algarve 1 0 Total 44 Os agrupamentos de escolas e as escolas onde se realizou esta actividade incluem 188 jardins-deinfância e 1640 escolas básicas do 1.º ciclo, frequentados, respectivamente, por 9 7 crianças, distribuídas por 090 grupos e alunos, distribuídos por 65 turmas. O corpo docente destes agrupamentos conta com 469 educadores de infância e 7741 professores do 1.º ciclo. Educação pré-escolar Na educação pré-escolar, de acordo com os dados apresentados no QUADRO II, o número de educadores de infância compreende os educadores com grupo e sem grupo atribuído, que correspondem, respectivamente, a 84,6% e 15,4% do total. É na Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo que há mais educadores sem grupo atribuído (18%), seguindo-se-lhe, por ordem decrescente, a DRE do Algarve (17,9%), a do Alentejo (16,9%), a DRE do Centro (14,6%) e a DRE do Norte (1,8%). A média de crianças por grupo oscila entre 16, e,5 nas Direcções Regionais do Centro e do Algarve, respectivamente, registando-se nas Direcções Regionais do Alentejo, do Norte e de Lisboa e Vale do Tejo, valores médios próximos (respectivamente, 18,1, 19,9 e 0,9 crianças por grupo). Caracterização Direcções Regionais QUADRO II CARACTERIZAÇÃO DOS AGRUPAMENTOS: EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR N.º de JI N.º de crianças N.º de grupos de crianças N.º de educadores de infância Rácio crianças/ grupo N.º de educadores com grupo N.º educadores sem grupo % de educadores sem grupo N.º de assistentes operacionais Rácio assistentes operacionais/ji Rácio assistentes operacionais/ grupos crianças Norte , , ,6 0,89 Centro , ,6 65 1, 0,91 Lisboa e Vale do Tejo , , ,80 1,05 Alentejo , ,9 1 1,19 0,81 Algarve , ,9 5,74 1,1 TOTAL , , ,40 0,9 7

8 Os rácios de assistentes operacionais por grupos de crianças e por jardim-de-infância diferem, registando-se no Alentejo os valores mais baixos (0,81 e 1,19) e no Algarve os valores mais elevados (1,1 e,74). 1.º ciclo do ensino básico Os dados apresentados no QUADRO III permitem constatar que, no 1.º ciclo, o número de alunos dos 1.º e.º anos (58 871) é inferior ao dos.º e 4.º anos (6 846). As turmas a funcionarem em regime duplo registam percentagens elevadas no Algarve (48,8%) e em Lisboa e Vale do Tejo (6,7%), sendo significativamente mais baixas no Norte (15,7%) e no Centro (7,%) e residuais no Alentejo (0,8%) QUADRO III CARACTERIZAÇÃO DOS AGRUPAMENTOS: 1.º CICLO ENSINO BÁSICO Caracterização Direcções Regionais N.º EB1 N.º turmas N.º turmas regime normal N.º turmas regime duplo % turmas regime duplo Total alunos N.º de alunos do 1.º e.º anos Norte , , , ,47,88 Centro , , , ,98,15 Lisboa e Vale do Tejo , , , 671 1,86,6 Alentejo , , , ,0,1 Algarve , , , ,41 1,69 TOTAL , , ,.9 1,4,75 N.º de alunos do.º e 4.º anos Total de professores Rácio de alunos/turma N.º professores com turma N.º professores sem turma % professores sem turma N.º assistentes operacionais Rácio de assistentes operacionais/eb1 Rácio de assistente s operacionais/turmas O QUADRO III apresenta, ainda, os professores com turma e sem turma atribuída, que correspondem, respectivamente, a 8,7% e 17,% do total de professores colocados. As Direcções Regionais de Educação do Centro (16,1%) e do Algarve (,6%) registam, respectivamente, a mais baixa e a mais elevada percentagem de professores sem turma atribuída, apresentando o Norte, 17%, Lisboa e Vale do Tejo, 17,%, e o Alentejo, 0,6%. A média de alunos por turma oscila entre 16,9 e 0,5, respectivamente no Centro e no Algarve, registando o Alentejo, 18,4, o Norte, 19,6, e Lisboa e Vale do Tejo, 0,. Os agrupamentos da DRE Algarve apresentam uma média de assistentes operacionais por EB1 mais elevada (4,41) do que as restantes: Lisboa e Vale do Tejo (1,86), Norte (1,47), Alentejo (1,0) e Centro (0,98). Consequentemente, a média de turmas por assistente operacional regista também variações significativas, embora de menor amplitude, entre as diferentes DRE, oscilando entre 1,69 no Algarve e,15 no Centro. Formação de docentes O QUADRO IV apresenta as acções de formação frequentadas no ano lectivo de pelos educadores de infância e pelos professores do 1.º ciclo. 8

9 QUADRO IV FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E NO 1.º CICLO ACÇÕES DE FORMAÇÃO Educadores Professores N.º % N.º % Operacionalização das Orientações curriculares para a educação pré-escolar no âmbito da Matemática e da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita 184 7, Programa Nacional do Ensino de Português , Programa de Formação Contínua em Matemática ,8 Programa de Formação em Ensino Experimental das Ciências , Programa de Formação no Uso Educativo das Tecnologias de Informação e Comunicação ,8 Total 184 7,5.6 4,0 Considerando os dados recolhidos, o número de docentes que frequentaram acções de formação corresponde a menos de um décimo (7,5%) do total de educadores de infância e a cerca de um terço (4%) do total de professores do 1.º ciclo. Recursos informáticos N.º de salas-turmas QUADRO V RECURSOS INFORMÁTICOS N.º de computadores N.º de salas com computador % de salas com computador Média de computadores por sala N.º de salas com Internet % de salas com Internet Educação pré-escolar ,8 515,1 1.º ciclo , 1, ,9 Total , 8 1, ,7 O QUADRO V apresenta os recursos informáticos dos jardins-de-infância e das escolas do 1.º ciclo intervencionados. Apesar de 74% das salas dos jardins-de-infância disporem de computador, só,1% destas têm acesso à Internet. No 1.º ciclo, o acesso à Internet está disponibilizado em 84,9% das salas que têm computador (71,% do total de salas). 9

10 II RESULTADOS Neste capítulo apresentam-se dados relativos aos cinco campos em análise: Planificação da Acção Educativa Gestão do Currículo Actividades de Animação e de Apoio à Família (educação pré-escolar) Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC) Componente de Apoio à Família (1.º ciclo) e Refeições e Transportes 1. Planificação da acção educativa A apreciação deste campo centra-se nos aspectos relacionados com a organização das actividades lectivas, de enriquecimento curricular e de apoio à família e na participação da comunidade na vida das escolas e dos jardins-de-infância. 1.1 Projecto Educativo e Projecto Curricular de Agrupamento GRÁFICO 1 PROJECTO EDUCATIVO / PROJECTO CURRICULAR DE AGRUPAMENTO Consagra a orientação educativa do agrupamento e explicita os princípios, os valores, as metas e as estratégias que se propõe cumprir 4 94 Contempla todos os níveis de educação e de ensino existentes no agrupamento 5 9 Adequa as orientações curriculares à especificidade do agrupamento Adequa o currículo nacional à especificidade do agrupamento Introduz aspectos regionais e locais Não Aplicável Não Sim 47 A comunidade educativa participou na sua construção 4 64 A comunidade educativa conhece o documento 6 7 Está prevista a sua avaliação 5 9 % 10

11 De acordo com os dados do GRÁFICO 1, os projectos educativos e curriculares de 94% dos agrupamentos/escolas consagram a orientação educativa para a educação pré-escolar e para o 1.º ciclo; 66% e 64% adequam, respectivamente, as orientações curriculares e o currículo nacional às especificidades dos jardins-de-infância e das escolas; 47% dos documentos contemplam componentes regionais e locais do currículo e 9% prevêem a sua avaliação. A comunidade educativa participou na elaboração dos projectos educativo e curricular de 64% dos agrupamentos/escolas, sendo de referir que em 7% das unidades de gestão a comunidade educativa conhecia tais documentos. 1. Plano de Actividades GRÁFICO PLANO DE ACTIVIDADES Define, em função do projecto educativo, os objectivos, as formas de organização e de programação das actividades e identifica os recursos necessários à sua execução Inclui as actividades de animação e de apoio à família e de enriquecimento curricular Não Aplicável Não Contempla a articulação entre as actividades dos níveis de educação e de ensino do agrupamento Sim Integra acções propostas pela comunidade educativa Está prevista a sua avaliação 9 70 % Como se pode observar no GRÁFICO, os planos de actividades de 84% dos agrupamentos/escolas são coerentes com os respectivos projectos educativos; 74% contemplam a articulação entre as actividades da educação pré-escolar e do 1.º ciclo e integram acções propostas pela comunidade educativa e 70% contemplam também a sua avaliação. Contemplam as actividades de animação e de apoio à família e de enriquecimento curricular 44% dos planos de actividades. 1. Projectos Curriculares de Grupo O GRÁFICO apresenta valores relativos aos campos de análise dos projectos curriculares de grupo apreciados. 11

12 GRÁFICO PROJECTOS CURRICULARES DE GRUPO 6 Operacionaliza as metas e as estratégias constantes no Projecto Educativo/Projecto Curricular de Agrupamento Contém a caracterização das crianças do grupo 87 Contempla todas as áreas de conteúdo das orientações curriculares (áreas de formação pessoal e social, de expressão e comunicação e de conhecimento do mundo) Estabelece metodologias de diferenciação pedagógica 6 4 Contempla actividades no âmbito do Plano Nacional de Leitura Contempla actividades de utilização de TIC Considera a organização do ambiente educativo Elaborado com a participação de outros técnicos 5 4 Elaborado com a participação dos pais e encarregados de educação Contempla a avaliação das aprendizagens das crianças Contempla a avaliação do projecto através de relatório O documento foi divulgado à comunidade educativa 8 % Não Aplicável Não Sim As linhas orientadoras do projecto educativo e curricular estão operacionalizadas nos projectos curriculares de grupo (79%). A maioria destes documentos (94%) contempla todas as áreas de conteúdo das orientações curriculares para a educação pré-escolar área de formação pessoal e social, de expressão e comunicação e de conhecimento do mundo e a caracterização das crianças (87%); 91% dos projectos curriculares de grupo consideram a organização do ambiente educativo dos jardins-de-infância e 6% enunciam metodologias de diferenciação pedagógica. Dos projectos curriculares de grupo analisados, 75% contemplam actividades no âmbito do Plano Nacional de Leitura, sendo, no entanto, menos frequente o planeamento de actividades com recurso às tecnologias da informação e comunicação (40%). 1

13 Embora a participação dos pais e encarregados de educação e o contributo de outros técnicos (educadores de apoio, terapeutas e psicólogos) na elaboração dos projectos curriculares de grupo seja reduzida (4% e 5%, respectivamente), a divulgação destes documentos à comunidade educativa atinge valores elevados (8%). A previsão da avaliação das aprendizagens das crianças está contemplada (9%), assim como a avaliação destes projectos através de relatório (76%). 1.4 Projectos Curriculares de Turma O GRÁFICO 4 apresenta valores relativos aos campos de análise dos projectos curriculares de turma analisados. GRÁFICO 4 PROJECTOS CURRICULARES DE TURMA Operacionaliza as metas e as estratégias constantes no Projecto Educativo/Projecto Curricular de Agrupamento Contém a caracterização dos alunos da turma Contempla todas as componentes do currículo (áreas curriculares disciplinares e não disciplinares e actividades de enriquecimento curricular) Estabelece metodologias de diferenciação pedagógica Contempla actividades no âmbito do Plano Nacional da Leitura Contempla actividades no âmbito do Programa Nacional de Ensino do Português Contempla actividades no âmbito do Plano de Acção para a Matemática Contempla actividades no âmbito do Ensino Experimental das Ciências Contempla actividades no âmbito do Plano Tecnológico da Educação Considera a organização do ambiente educativo Elaborado com a participação de outros técnicos (professor de apoio, terapeuta ) Elaborado com a participação dos pais e encarregados de educação Contempla as diferentes modalidades de avaliação das aprendizagens Contempla a avaliação do projecto através de relatório O documento foi divulgado à comunidade educativa Não Aplicável Não 5 Sim % 1

14 A maioria dos projectos curriculares de turma operacionaliza as metas e as estratégias do projecto educativo e curricular e contempla todas as componentes do currículo (78%); considera a caracterização dos alunos (96%), a organização do ambiente educativo (6%) e enuncia metodologias de diferenciação pedagógica (70%). Estes projectos contemplam actividades no âmbito do Plano Nacional de Leitura (8%). Porém, é ainda reduzida a inclusão de actividades no domínio das tecnologias da informação e comunicação (%). Registaram-se, ainda, baixas taxas de integração das actividades previstas no Programa Nacional de Ensino do Português (1%), no Plano de Acção para a Matemática (%) e no Ensino Experimental das Ciências (5%). A participação dos pais e encarregados de educação e de outros técnicos (professores de apoio, terapeutas e psicólogos) na elaboração dos projectos curriculares de turma é reduzida (0%). A divulgação destes documentos à comunidade educativa atinge valores significativos (79%). A avaliação das aprendizagens está contemplada nos projectos curriculares de turma (87%), assim como a avaliação do projecto através de relatório (76%).. Educação Pré-Escolar Na educação pré-escolar, são analisados aspectos relativos à gestão do currículo e à articulação curricular com o 1.º ciclo, assim como a informação prestada aos pais e encarregados de educação sobre as actividades a desenvolver com as crianças e os seus progressos nas aprendizagens. A apreciação das actividades de apoio à família é feita com base nos diferentes serviços oferecidos (animação socioeducativa, refeições e transportes), na organização dos aspectos pedagógicos e logísticos, designadamente na articulação entre as autarquias e os agrupamentos/escolas, na gestão dos recursos materiais e humanos, na planificação, supervisão e acompanhamento dos serviços prestados e na sua adequação às necessidades das crianças e das famílias. 14

15 .1. Gestão do currículo GRÁFICO 5 ÁREAS DE CONTEÚDO Gestão do tempo ser equilibrada ao longo da semana 96 1 Realização, no âmbito do Plano Nacional de Leitura, de actividades de: leitura diária orientada na sala de actividades 9 4 Realização, no âmbito do Plano Nacional de Leitura, de actividades de: leitura em contexto familiar Realização, no âmbito do Plano Nacional de Leitura, de actividades de: leitura em bibliotecas Realização de actividades, no domínio da matemática, para: desenvolvimento do sentido do número 95 Realização de actividades, no domínio da matemática, para: aprendizagem da organização e do tratamento de dados 84 1 Realização de actividades, no domínio da matemática, para: aprendizagem de aspectos relativos à geometria e à medida 89 8 Realização de actividades no domínio das expressões motora 95 Realização de actividades no domínio das expressões dramática 96 1 Realização de actividades no domínio das expressões plástica 97 0 Realização de actividades no domínio das expressões musical 97 0 Realização de actividades experimentais no âmbito das ciências Utilização das TIC nas actividades diárias 5 44 Articulação entre as diferentes áreas de conteúdo 97 0 Utilização de instrumentos diversificados de registo das aprendizagens de cada criança 94 4 Desenvolvimento, ao longo do ano lectivo, de projectos/actividades de articulação curricular entre a educação pré-escolar e o 1.º ciclo De ser dado conhecimento aos pais e encarregados de educação das actividades a desenvolver em cada área de conteúdo 85 1 De ser dado conhecimento aos pais e encarregados de educação do percurso e das aprendizagens das crianças 94 De se promover a participação dos pais e encarregados de educação nas actividades educativas 95 De se promover a participação de outros parceiros locais nas actividades educativas Sim Não Não Aplicável % 15

16 De acordo com os dados ilustrados no GRÁFICO 5, a gestão do currículo é efectuada pela maioria dos educadores de infância, de forma equilibrada ao longo da semana (96%), articulando as diferentes áreas de conteúdo das orientações curriculares (97%). Na acção pedagógica, a realização de actividades no âmbito das áreas de conteúdo é considerada pela quase totalidade dos educadores de infância quer no que respeita aos domínios da Matemática, quer das Expressões motora, dramática, plástica e musical. O desenvolvimento de actividades experimentais no âmbito das ciências ocorre em 78% dos agrupamentos/escolas intervencionadas. Já no que respeita à utilização das tecnologias da informação e comunicação verificam-se valores que, apesar de serem mais reduzidos (5%), ultrapassam os previstos nos documentos de planificação (40%) projectos curriculares de grupo (GRÁFICO ). As actividades desenvolvidas no âmbito do Plano Nacional da Leitura têm expressão na leitura diária efectuada pelo educador de infância, ou por outros adultos, na sala de actividades (9%), na leitura em contexto familiar (81%) e em bibliotecas (79%), valores que são convergentes com a planificação das referidas actividades. Os educadores informam os pais e encarregados de educação sobre o percurso e as aprendizagens realizadas pelas crianças (94%) e prestam informação acerca das actividades a desenvolver no âmbito das áreas de conteúdo das orientações curriculares (85%). É assinalável a participação dos pais e encarregados de educação nos jardins-de-infância (95%), sendo menor a de outros parceiros locais (76%).. Monitorização do currículo GRÁFICO 6 CONSELHO PEDAGÓGICO A concretização das orientações curriculares 5 6 A realização das actividades de animação e de apoio à família O desenvolvimento de componentes curriculares da iniciativa do agrupamento Não Aplicável Não Sim A articulação curricular com o 1.º ciclo 4 55 A avaliação dos progressos das crianças 0 77 % 16

17 GRÁFICO 7 DEPARTAMENTO CURRICULAR 4 A concretização das orientações curriculares 9 87 A concretização das actividades de animação e de apoio à família O desenvolvimento de componentes curriculares da iniciativa do agrupamento Não Aplicável Não Sim 4 A articulação curricular com o 1.º ciclo 74 4 A avaliação das actividades dos grupos de crianças 4 9 Os dados recolhidos, apresentados nos GRÁFICOS 6 E 7, indicam que a monitorização do currículo é assegurada com maior prevalência pelo departamento curricular relativamente ao conselho pedagógico, nos aspectos relativos à concretização das orientações curriculares, à realização das actividades de animação e de apoio à família e à articulação com o 1.º ciclo.. Actividades de animação e de apoio à família % O GRÁFICO 8 apresenta os serviços oferecidos no âmbito da componente de apoio à família na educação pré-escolar e que se traduz, entre outras, na realização de actividades de animação socioeducativa (57%) e na prestação dos serviços de transporte e almoço, respectivamente por 56% e 80% dos agrupamentos/escolas. Na maioria dos casos (94%), as câmaras municipais são as entidades promotoras destes serviços e actividades, estabelecendo, para o efeito, protocolos com outras entidades, sobretudo com juntas de freguesia (40%) e instituições particulares de solidariedade social (%). GRÁFICO 8 COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA 80% 56% 57% 16 % Almoço Transporte Actividades de animação socioeducativa Actividades organizadas pelo agrupamento 17

18 A planificação das actividades da componente de apoio à família é elaborada tendo em conta as necessidades das famílias em 89% dos casos e é feita pelo agrupamento/escola em articulação com a autarquia (7%), envolvendo a maioria dos educadores e dos animadores (86%) e, ainda, os pais e encarregados de educação, embora estes de forma mais reduzida (8%). A referida planificação é efectuada também em articulação com as actividades da componente lectiva (81%) e dada a conhecer aos encarregados de educação (85%) GRÁFICO 9. GRÁFICO 9 PLANIFICAÇÃO DAS ACTIVIDADES DE ANIMAÇÃO E APOIO À FAMÍLIA 7 Pelo agrupamento (quando é entidade promotora) 85 Pelo agrupamento em articulação com a autarquia Não Aplicável Não Sim 8 Com o envolvimento do educador responsável pelo grupo Com o envolvimento do(s) animador(es) Com a participação dos pais Em articulação com as actividades da componente lectiva Tendo em conta as necessidades das famílias 4 89 Comunicada comunicada aos encarregados de educação no momento da inscrição e confirmada no início do ano lectivo % As actividades de animação e de apoio à família são supervisionadas e avaliadas pelos educadores de infância, respectivamente, em 88% e 79% das situações, através de reuniões com os animadores (78%), conforme dados apresentados no GRÁFICO

19 GRÁFICO 10 SUPERVISÃO PEDAGÓGICA E ACOMPANHAMENTO DAS ACTIVIDADES: EDUCADORES DE INFÂNCIA Supervisiona a programação das actividades Acompanha as actividades através de reuniões com os respectivos animadores Não Aplicável Não Sim Avalia a sua realização Reúne com os encarregados de educação para dar a conhecer a evolução das actividades % As referidas actividades são asseguradas por animadores com formação específica, em 17% das situações (GRÁFICO 11), sendo estes substituídos nas suas ausências, em 5% dos agrupamentos/escolas, de acordo com os dados apresentados no GRÁFICO 1. GRÁFICO 11 RECURSOS HUMANOS Outros recursos 18% Animadores com formação específica 17% Assistentes operacionais 1% Animadores sem formação específica 4% Conforme apresentado no GRÁFICO 1, para a frequência da animação socioeducativa foram constituídos grupos com menos de 5 crianças (80%) e de 5 ou mais crianças (0%). Na maioria dos agrupamentos (8%), as crianças com necessidades educativas especiais frequentam as actividades de animação. 19

20 GRÁFICO 1 ANIMAÇÃO SOCIOEDUCATIVA. CONSTITUIÇÃO DOS GRUPOS E N.º CRIANÇAS POR GRUPO Mais de 5 crianças 7% 5 crianças 1% Menos de 5 crianças 80% Os itens do GRÁFICO 1 apresentam dados relativos ao funcionamento das actividades de animação e de apoio à família: adequação e suficiência de espaços, recursos e horários. Estas actividades são, maioritariamente, desenvolvidas em espaços dos jardins-de-infância (81%), nalguns casos nas salas de actividades (41%). Os espaços utilizados são considerados pouco adequados pelos interlocutores em % das situações. Os horários de funcionamento desta componente são vistos como adequados pelas famílias em 91% dos agrupamentos/escolas intervencionados. Os recursos materiais são considerados adequados e suficientes, respectivamente, em 8% e 70% dos casos, e em % o número de assistentes operacionais que acompanham as crianças é considerado insuficiente. A adequação dos espaços, a suficiência dos recursos materiais, a substituição dos animadores nas suas faltas ao serviço e a suficiência de assistentes operacionais registam valores mais reduzidos. GRÁFICO 1 LOGÍSTICA GLOBAL Adequação dos espaços físicos às actividades de animação e de apoio à família 7 60 Adequação dos recursos materiais às actividades Suficiência dos recursos materiais para as actividades 7 70 Adequação dos horários de funcionamento das actividades às necessidades das famílias 7 91 Integração de crianças com necessidades educativas especiais Substituição dos animadores nas suas ausências Suficiência de auxiliares de acção educativa para acompanhamento das crianças 7 70 Não Aplicável Não Sim % 0

21 O GRÁFICO 14 evidencia que, em 94% dos agrupamentos/escolas são desencadeados processos de avaliação dos serviços de animação e de apoio à família que contam, essencialmente, com a participação dos docentes (55%) e dos animadores (64%). O nível de participação das crianças (16%), dos pais e encarregados de educação (%), do pessoal não docente (9%) e da autarquia (7%) apresenta valores mais baixos. GRÁFICO 14 AVALIAÇÃO DO SERVIÇO PRESTADO O agrupamento desencadeou processos de avaliação com a participação das crianças O agrupamento desencadeou processos de avaliação com a participação dos pais/encarregados de educação 6 6 O agrupamento desencadeou processos de avaliação com a participação dos animadores O agrupamento desencadeou processos de avaliação com a participação dos docentes O agrupamento desencadeou processos de avaliação com a participação do pessoal não docente O agrupamento desencadeou processos de avaliação com a participação da autarquia Não Aplicável Não Sim %.4. Transporte escolar Do universo das crianças da educação pré-escolar, 15% beneficia de transporte. Este serviço não é assegurado às crianças que dele necessitam, em % dos agrupamentos/escolas. As condições de segurança estão asseguradas em 95% dos casos, sendo garantido o acompanhamento das crianças, por um vigilante, nos percursos efectuados (8%). Em 98% dos agrupamentos este serviço é considerado pelos interlocutores adequado às necessidades das famílias (GRÁFICO 15). GRÁFICO 15 TRANSPORTE ESCOLAR 5 18 Não Sim % O transporte é assegurado a todas as crianças que dele necessitam O serviço é adequado às necessidades das famílias (horários, itinerários ) O serviço garante as condições de segurança As crianças são acompanhadas por adultos nos percursos efectuados 1

22 O GRÁFICO 16 apresenta o grau de participação da comunidade educativa na avaliação do serviço de transporte: crianças (11%), pais e encarregados de educação (17%), adultos que acompanham as crianças (19%) e entidades que asseguram o serviço (9%). GRÁFICO 16 AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTE Sim Não % 11 O agrupamento desencadeou processos de avaliação com a participação das crianças O agrupamento desencadeou processos de avaliação com a participação dos pais/encarregados de educação O agrupamento desencadeou processos de avaliação com a participação dos adultos que acompanham as crianças 9 O agrupamento desencadeou processos de avaliação com a participação

23 . Ensino básico 1.º ciclo Em relação ao 1.º ciclo, a gestão do currículo centra-se nas áreas curriculares disciplinares e não disciplinares, na articulação com a educação pré-escolar e com o.º ciclo, na informação transmitida aos pais e encarregados de educação sobre o desenvolvimento do currículo e sobre o percurso e as aprendizagens dos alunos. São também consideradas as dinâmicas implementadas pelo conselho pedagógico e pelos departamentos curriculares na monitorização do currículo. Quanto às actividades de enriquecimento curricular, de oferta obrigatória e facultativa, são ainda apreciadas a sua adequação às necessidades das famílias, a monitorização e a organização logística e pedagógica: o papel das entidades promotoras e das parcerias, o desempenho dos órgãos de gestão, docentes e respectivos dinamizadores na sua planificação, supervisão e avaliação..1. Gestão do currículo No desenvolvimento do currículo, a gestão dos tempos lectivos é feita, em 91% dos agrupamentos/escolas, de forma equilibrada, ao longo da semana. O desenvolvimento das áreas curriculares disciplinares e não disciplinares é realizado de acordo com os tempos mínimos definidos, respectivamente em 8% e 91% dos agrupamentos/escolas intervencionados. A articulação entre as referidas áreas ocorre em 94% dos casos (GRÁFICO 17). Assinala-se a realização generalizada de actividades no âmbito do Plano Nacional de Leitura, com maior incidência na leitura diária em sala de aula (96%), seguida da leitura em biblioteca (84%) e em contexto familiar (81%). Já a realização de actividades no âmbito do Programa Nacional de Ensino do Português 1.º Ciclo (58%), do Plano de Acção para a Matemática (47%) e do Ensino Experimental das Ciências (57%) têm expressão mais reduzida. Em 50% dos casos são utilizadas as tecnologias da informação e comunicação nos processos de ensino e de aprendizagem. GRÁFICO 17 DESENVOLVIMENTO DAS ÁREAS CURRICULARES Realização, no de âmbito actividades do PNL, no de âmbito actividades do PNL de de leitura diária diária orientada na na sala sala de de actividades 96 4 Sim Realização, no âmbito de actividades do PNL, de no actividades âmbito do PNL de leitura de leitura em em contexto contexto familiar familiar Realização, Realização no âmbito de actividades do PNL, de no actividades âmbito do PNL de leitura de leitura em em biblioteca bibliotecas Não Não Aplicável Realização de actividades no âmbito de Plano Nacional do Ensino do Português Realização de actividades no âmbito de Plano de Acção para a Matemática Realização de actividades no âmbito de Ensino Experimental das Ciências Da utilização generalizada das TIC nos processos de ensino e de aprendizagem Realização de actividades de expressão e educação físico-motora 7 8 Realização de actividades de expressão e educação musical 8 17 Realização de actividades de expressão e educação dramática 91 9 Realização de actividades de expressão plástica 97 %

24 A maioria dos agrupamentos/escolas contempla, no desenvolvimento do currículo, as áreas das expressões físico-motora (7%), musical (8%), dramática (91%) e plástica (97%). A articulação entre as áreas curriculares disciplinares e não disciplinares é promovida, registando-se nestas últimas a realização de diversas actividades na Área de Projecto (97%), no Estudo Acompanhado (96%) e na Formação Cívica (98%). Estas actividades são registadas pela maioria dos docentes em sumário diário (99%), sendo, em 95% das situações, utilizados instrumentos diversificados de registo das aprendizagens dos alunos. Quanto à articulação curricular, constata-se que é mais significativa entre o 1.º ciclo e a educação préescolar (79%) do que entre o 1.º e o.º ciclos do ensino básico (51%). São frequentes as práticas de comunicação aos pais e encarregados de educação do percurso e das aprendizagens dos alunos na quase totalidade das agrupamentos (99%) e menos frequentes no que respeita à informação sobre o currículo de cada área disciplinar (70%) e sobre os conteúdos programados e leccionados em cada período lectivo (78%)... Monitorização do currículo De acordo com os GRÁFICOS 18 E 19, a monitorização e a supervisão da concretização do currículo nacional, bem como das actividades de enriquecimento curricular, são realizadas na maioria das situações pelos departamentos curriculares (79%) e pelo conselho pedagógico (7%). A monitorização das várias vertentes do currículo é também realizada com maior incidência pelos departamentos curriculares. A concretização dos programas e a avaliação dos alunos são as componentes em que a monitorização atinge valores mais elevados (respectivamente, 9 % e 96%, em departamento curricular, e 71% e 94%, em conselho pedagógico). Já a articulação curricular com o.º ciclo e a educação pré-escolar e o desenvolvimento de componentes curriculares da iniciativa do agrupamento são aspectos menos supervisionados. GRÁFICO 18 MONITORIZAÇÃO/DEPARTAMENTO CURRICULAR Concretização dos programas e das orientações curriculares 71 9 Sim Realização das actividades de enriquecimento curricular 6 7 Não Não Aplicável Desenvolvimento de componentes curriculares da iniciativa do agrupamento Articulação curricular com a educação pré-escolar Articulação curricular com o.º ciclo Avaliação dos alunos 94 6 % 4

25 GRÁFICO 19 MONITORIZAÇÃO/CONSELHO PEDAGÓGICO Concretização dos programas e das orientações curriculares Sim Realização das actividades de enriquecimento curricular Não Não Aplicável Desenvolvimento de componentes curriculares da iniciativa do agrupamento Articulação curricular com a educação pré-escolar 7 4 Articulação curricular com o.º ciclo Avaliação das actividades das turmas ou grupos de alunos 96 1 %.. Actividades de enriquecimento curricular As actividades de enriquecimento curricular compreendem as de oferta obrigatória Apoio ao Estudo e Ensino do Inglês e de oferta facultativa Actividade física e desportiva, Expressões, Ensino da Música, entre outras (QUADRO VI)...1 Actividades de enriquecimento curricular de oferta obrigatória QUADRO VI ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR DE OFERTA OBRIGATÓRIA AEC Agrupamentos que ofereceram a actividade (%) Frequência (% alunos) Apoio ao estudo 98% 84% Ensino do Inglês 96% 85% Assinala-se que 9% dos alunos do 1.º ciclo não frequentam qualquer actividade de enriquecimento curricular. Quanto às de oferta obrigatória, o Apoio ao Estudo e o Ensino do Inglês, disponibilizadas em 98% e 96% dos agrupamentos, são frequentadas, respectivamente, por 84% e 85% dos alunos. Nas actividades de Apoio ao Estudo, 97% das turmas foram constituídas com menos de 5 alunos e por 5 alunos (%). O Apoio ao Estudo tem a duração semanal de 90 minutos e é assegurado pelos professores das turmas, em 94% das situações. Os alunos realizaram trabalhos de consolidação das aprendizagens (99%) e efectuaram trabalhos de casa (91%). São ainda realizadas outras actividades em 55% das situações analisadas (GRÁFICO 0). 5

26 GRÁFICO 0 REALIZAÇÃO DO APOIO AO ESTUDO Duração semanal de 90 minutos 98 Assegurado pelos professores das turmas 94 6 Assegurado por outros professores do agrupamento 6 94 Existe articulação entre professores do apoio ao estudo 77 No apoio ao estudo os alunos realizam trabalhos de casa 91 9 No apoio ao estudo os alunos realizam consolidação das aprendizagens 99 1 No apoio ao estudo os alunos realizam outras actividades A frequência acarreta despesas para a família 98 % Sim Não A articulação entre os docentes que leccionam o Apoio ao Estudo é assegurada em 77% dos agrupamentos/escolas e efectuada em conselho de docentes. Apesar de a sua oferta ser obrigatória, o ensino do Inglês não é proporcionado em 4% dos agrupamentos. Nos restantes, é assegurado a alunos do 1.º ao 4.º ano de escolaridade, maioritariamente, em turmas constituídas com menos de 5 alunos (97%), e, residualmente, em turmas com este número de alunos (%). A distribuição dos tempos semanais destinados ao efeito oscila entre 90 minutos para o 1.º e.º anos (95%) e 15 minutos para os.º e 4.º anos (8%) GRÁFICO 1. Sendo desenvolvida, maioritariamente, nas salas de aula, esta actividade é também concretizada noutros espaços dos agrupamentos (9%) e da comunidade (16%). 1 GRÁFICO 1 REALIZAÇÃO DO ENSINO DE INGLÊS Não aplicável Não Sim Existe articulação com os professores de Inglês dos.º e.º ciclos A totalidade dos professores possui possui habilitação para o ensino ensino do do Inglês Inglês Duração semanal de 15 minutos para os.º e 4.º anos Duração semanal de 90 minutos para os 1.º e.º anos 6

27 A maioria dos professores que dinamizam a actividade são detentores de formação específica para o ensino do Inglês (94%). A substituição nas faltas ao serviço dos referidos professores é assegurada em 61% dos agrupamentos/escolas intervencionados. Em mais de metade (5%) das unidades de gestão é feita a articulação com os professores de Inglês dos.º e.º ciclos... Actividades de enriquecimento curricular de oferta facultativa A maioria dos agrupamentos disponibiliza, no âmbito das actividades de oferta facultativa, a actividade Física e Desportiva (98%), o ensino da Música (88%) e a Expressão Plástica (7%). Já a actividade experimental e as tecnologias da informação e comunicação são disponibilizadas em menor número de agrupamentos (% e 1%, respectivamente), o que acontece também com as actividades de Literatura Infantil e Plano Nacional da Leitura, Cidadania e Ambiente, Xadrez, Academia de Estudo, Robótica entre outras. O QUADRO VII apresenta o número de alunos que frequentam outras actividades. QUADRO VII ALUNOS QUE FREQUENTAM AS AEC DE OFERTA FACULTATIVA E CONSTITUIÇÃO DAS TURMAS (%) Actividades de enriquecimento curricular Alunos N.º % Actividade física e desportiva ,4% Música ,8% Expressões e artes ,8% Expressão plástica ,% Actividade experimental 618 5,1% Educação para a cidadania ,9% Tecnologia de Informação e Comunicação ,8% Literatura Infantil/Plano Nacional de Leitura 169 1,0% Xadrez 614 0,5% Actividades lúdicas 609 0,5% Academia do estudo 54 0,4% Robótica 86 0,% Outras 87,%...1 Actividade física e desportiva A actividade física e desportiva, de oferta facultativa, é organizada em 98% dos agrupamentos, beneficiando dela 80% dos alunos do 1.º ciclo. A actividade física e desportiva tem uma duração semanal variável entre 90 e 15 minutos, respectivamente em 54% e 64% dos agrupamentos/escolas. As turmas são constituídas, na maioria dos casos (96%), com menos de 5 alunos e as restantes por 5 alunos. Em 95% dos agrupamentos, a dinamização da actividade é assegurada por professores com habilitação específica, sendo, em caso de falta ao serviço, a sua substituição assegurada por outros docentes, em 66% dos agrupamentos. A articulação entre os docentes que a dinamizam e os professores de educação física dos.º e.º ciclos ocorre em 46% dos agrupamentos/escolas (GRÁFICO ). 7

28 GRÁFICO REALIZAÇÃO DA ACTIVIDADE FÍSICA E DESPORTIVA A frequência da actividade acarreta despesas para a família 97 Sim Existe articulação com os professores de Educação Física dos.º e.º ciclos 46 5 Não Não aplicável Os professores/dinamizadores são substituídos quando faltam 66 A totalidade A totalidade dos dos professores professores possui possui habilitação habilitação para para o ensino o ensino da actividade actividade 95 Duração semanal de 15 minutos ( aulas de 45 minutos cada) 64 4 Duração semanal de 90 minutos ( aulas de 45 minutos cada) Os espaços utilizados para esta actividade são maioritariamente desadequados, dado que a utilização da sala de aula para este fim ocorreu em 5% dos agrupamentos. Assim, os espaços utilizados e a articulação com os.º e.º ciclos emergem como as maiores fragilidades no desenvolvimento da actividade física e desportiva.... Ensino da Música O ensino da Música (GRÁFICO ) é disponibilizado por 88% dos agrupamentos/escolas, sendo a sua duração semanal variável entre 90 (67%) e 15 (45%) minutos. Esta actividade é frequentada por 61% dos alunos do 1.º ciclo, em turmas que na sua maioria são constituídas com menos de 5 alunos (96%). GRÁFICO ENSINO DA MÚSICA Duração semanal de 90 minutos ( aulas de 45 minutos cada) Sim Não Duração semanal de 15 minutos ( aulas de 45 minutos cada) Não Aplicável A totalidade A dos dos professores possui possui habilitação específica para o ensino para o do ensino Inglês de inglês Os professores/dinamizadores são substituídos quando faltam Existe articulação com os professores de Educação Física dos.º e/ou.º ciclos do agrupamento A frequência da actividade acarreta despesas para as famílias % 8

29 Em 7% dos agrupamentos/escolas, esta actividade é assegurada por professores com habilitações específicas e decorre predominantemente nas salas de aula (84%) e em 14% dos casos em espaços da comunidade. A articulação dos professores dinamizadores com os dos.º e.º ciclos é reduzida, ocorrendo em 6% dos agrupamentos.... Outras actividades de enriquecimento curricular Os agrupamentos/escolas oferecem aos alunos outras actividades de enriquecimento curricular, destacando-se os domínios das expressões artísticas e plástica (7%) e das actividades experimentais (%) e tecnologias da informação e comunicação (1%), frequentados, respectivamente, por 8% e 5% dos alunos do 1.º ciclo. Alguns agrupamentos organizam ainda actividades de estudo e outras no âmbito da cidadania e ambiente, robótica, actividade lúdica, xadrez, literatura e actividades do Plano Nacional da Leitura, frequentadas por 0% dos alunos do 1.º ciclo. Estas actividades registam valores residuais no âmbito da articulação dos seus dinamizadores com os docentes dos.º e.º ciclos, e, de um modo geral, não acarretam despesas para as famílias dos alunos que as frequentam... Aspectos organizativos Os aspectos organizativos dizem respeito às condições de realização das actividades de enriquecimento curricular, ou seja, espaços, recursos materiais e humanos, planificação, acompanhamento, supervisão e avaliação das mesmas. Em 77% dos agrupamentos, a planificação das actividades de enriquecimento curricular é efectuada em parceria com as entidades promotoras, 89% das quais mediante a celebração de acordo de colaboração. Em 61% dos agrupamentos, os objectivos dos projectos educativos são tidos em conta na planificação das referidas actividades (GRÁFICO 4). GRÁFICO 4 PLANIFICAÇÃO DAS ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR Efectuada pelo agrupamento (quando é a única entidade promotora) Efectuada pelo agrupamento em parceria com a(s) entidade(s) promotora(s) Sim Não Não Aplicável Efectuada mediante celebração de acordo de colaboração 89 9 Envolvendo o(s) professor(es) da(s) turma(s) 67 1 Envolvendo os professores dinamizadores das AEC Envolvendo outros intervenientes (escolas de música, de teatro, de dança, clubes recreativos, associações culturais e IPSS...) 45 5 De acordo com os objectivos definidos no Projecto Educativo do Agrupamento 61 6 Comunicada aos encarregados de educação no momento da inscrição e confirmada no início do ano lectivo 8 16 % 9

30 Os professores/dinamizadores (87%) e os professores titulares das turmas (67%) participam no trabalho de planificação. Em 8% dos agrupamentos as actividades planificadas são comunicadas aos encarregados de educação no início do ano lectivo. A supervisão pedagógica e o acompanhamento das actividades de enriquecimento curricular ocorrem em 78% dos agrupamentos/escolas, através de reuniões dos professores titulares de turma com os dinamizadores (79%). Em 74% dos casos, a realização das actividades é avaliada pelos professores das turmas (GRÁFICO 5). Estes docentes conhecem as orientações programáticas das actividades que supervisionam, em 85% dos agrupamentos. GRÁFICO 5 PLANIFICAÇÃO DAS ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR O professor conhece as orientações programáticas para as AEC O professor supervisiona a programação das actividades Sim Não Não Aplicável O professor acompanha as actividades através de reuniões com os professores/dinamizadores das AEC O professor avalia a sua realização O professor reúne com os encarregados de educação para dar a conhecer a evolução das actividades Em 98% dos agrupamentos e escolas, a realização das actividades de enriquecimento curricular respeita uma perspectiva inclusiva, traduzida na integração dos alunos com necessidades educativas especiais nestas actividades (GRÁFICO 6). GRÁFICO 6 CONDIÇÕES LOGÍSTICAS DAS ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR Integração de alunos com necessidades educativas especiais Registo da assiduidade dos alunos Sim Não Articulação entre as actividades lectivas e as de enriquecimento curricular 76 Não Aplicável Flexibilização do horário lectivo para o desenvolvimento das AEC Adequação dos espaços às actividades desenvolvidas Adequação dos recursos materiais às actividades desenvolvidas Suficiência dos recursos materiais para as actividades 71 8 Adequação dos horários de funcionamento das actividades às necessidades das famílias 87 1 Suficiência de auxiliares de acção educativa para o acompanhamento dos alunos 5 46 Inscrição dos alunos nas AEC (pelos encarregados de educação) 99 0 Referência no Regulamento Interno às implicações das faltas dos alunos às AEC %

GESTÃO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E NO ENSINO BÁSICO

GESTÃO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E NO ENSINO BÁSICO INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO GESTÃO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E NO ENSINO BÁSICO Relatório 2009-2010 Colecção Relatórios FICHA TÉCNICA Título Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar e no Ensino

Leia mais

Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar. e no Ensino Básico Relatório-Síntese. Agrupamento de Escolas n.º 1 de Évora

Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar. e no Ensino Básico Relatório-Síntese. Agrupamento de Escolas n.º 1 de Évora Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar e no Ensino Básico Relatório-Síntese Agrupamento de Escolas n.º 1 de Évora AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N.º 1 DE ÉVORA CÓDIGO 135537 CONCELHO DE ÉVORA DELEGAÇÃO REGIONAL

Leia mais

ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR

ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR Programa de Actividades de Enriquecimento Curricular no 1º. Ciclo do Ensino Básico Relatório de Acompanhamento da Execução Física 2008/2009 CAP Comissão de Acompanhamento

Leia mais

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS Referentes e instrumentos de trabalho Setembro de 2009 Colecção Outras publicações FICHA TÉCNICA Título Avaliação Externa das Escolas Referentes

Leia mais

AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS Plano de Ações de Melhoria

AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS Plano de Ações de Melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARRONCHES AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS Plano de Ações de Melhoria JANEIRO 2014 1. INTRODUÇÃO... 1 2. ANÁLISE QUALITATIVA... 1 3.... 5 3.1. Áreas de Melhoria... 5 3.2. Identificação

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ- ESCOLAR

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ- ESCOLAR CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ- ESCOLAR ANO LETIVO 2013/2014 Departamento do Pré- Escolar 2013/2014 Page 1 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Introdução A avaliação em educação é um elemento integrante

Leia mais

Escola Secundária da Ramada. Plano Plurianual de Atividades. Pro Qualitate (Pela Qualidade)

Escola Secundária da Ramada. Plano Plurianual de Atividades. Pro Qualitate (Pela Qualidade) Escola Secundária da Ramada Plano Plurianual de Atividades Pro Qualitate (Pela Qualidade) 2014 A Escola está ao serviço de um Projeto de aprendizagem (Nóvoa, 2006). ii ÍNDICE GERAL Pág. Introdução 1 Dimensões

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO Escola Básica Integrada de Eixo. Ano letivo 2012/2013

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO Escola Básica Integrada de Eixo. Ano letivo 2012/2013 RELATÓRIO FINAL DE EXECUÇÃO DO PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES RELATIVO A 2012/2013 1 - Enquadramento O presente relatório tem enquadramento legal no artigo 13.º alínea f, do Decreto -Lei nº 75/2008, de 22

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Agrupamento de Escolas Serra da Gardunha - Fundão Ano Lectivo 2010/2011 Ensino Básico A avaliação escolar tem como finalidade essencial informar o aluno, o encarregado de educação e o próprio professor,

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos Departamento da Educação Pré Escolar CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Introdução A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática

Leia mais

Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade

Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Índice Nota Introdutória Legislação Conceitos/Glossário de termos Princípios Orientadores e finalidades Documentos Nota Introdutória:

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016 Plano Anual de Atividades 2015/ 2016 Ser,Intervir e Aprender PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016 Sede: ES de Mem Martins EB23 Maria Alberta Menéres; EB1 de Mem Martins n.º2; EB1 com JI da Serra das Minas

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA Plano Estratégico de Melhoria 2011-2012 Uma escola de valores, que educa para os valores Sustentabilidade, uma educação de, e para o Futuro 1. Plano Estratégico

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Critérios Gerais de Avaliação Agrupamento de Escolas de Sátão 2015-2016 Introdução A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos

Leia mais

Educação pré-escolar e 1.º ciclo Índice do Documento

Educação pré-escolar e 1.º ciclo Índice do Documento Informações Gerais Educação pré-escolar e 1.º ciclo Índice do Documento 1. Educação pré escolar Objetivos da educação pré escolar Oferta educativa: *Componente letiva *Componente não letiva (CAF) Ocupação

Leia mais

Nº 13 AEC - Papel e Acção na Escola. e-revista ISSN 1645-9180

Nº 13 AEC - Papel e Acção na Escola. e-revista ISSN 1645-9180 1 A Escola a Tempo Inteiro em Matosinhos: dos desafios estruturais à aposta na formação dos professores das AEC Actividades de Enriquecimento Curricular Correia Pinto (*) antonio.correia.pinto@cm-matosinhos.pt

Leia mais

Critérios de Avaliação

Critérios de Avaliação Critérios de Avaliação 1.º Ciclo do Ensino Básico CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1º CICLO Critérios de Avaliação, 1º Ciclo - Ano Letivo 2014-15 Página 1 de 10 1. Domínios de avaliação: AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N.º

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria 2015l2017 ÍNDICE ÍNDICE: INTRODUÇÃO... 3 ÁREAS DE AÇÃO DE MELHORIA.... 4 PLANOS DE AÇÃO DE MELHORIA.. 5 CONCLUSÃO...

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO - PROJETO DO CONTRATO DE AUTONOMIA

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO - PROJETO DO CONTRATO DE AUTONOMIA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO - PROJETO DO CONTRATO DE AUTONOMIA ANEXO II DOMÍNIO: GESTÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR Estudex PROJETOS ATIVIDADES ESTRATÉGIAS PARCERIAS CALENDARIZAÇÃO Sala de estudo para o

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237

Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237 Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237 o previsto para os docentes da educação pré -escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, continua aplicar -se o disposto no seu artigo 18.º

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MIRANDELA DEPARTAMENTO DO PRÉ-ESCOLAR A N O L E T I V O 2 0 1 4 / 1 5

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MIRANDELA DEPARTAMENTO DO PRÉ-ESCOLAR A N O L E T I V O 2 0 1 4 / 1 5 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MIRANDELA DEPARTAMENTO DO PRÉ-ESCOLAR A N O L E T I V O 2 0 1 4 / 1 5 Introdução A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa em

Leia mais

5ª Conferência Internacional de Educação Financeira

5ª Conferência Internacional de Educação Financeira A Educação Financeira nas Escolas: O Referencial de Educação Financeira e a formação de docentes 5ª Conferência Internacional de Educação Financeira Perspetivas e reflexões: por uma cidadania ativa Educação

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL A g r u p a m e n t o d e E s c o l a s S a n t o s S i m õ e s Regulamento Interno Serviço de Educação Especial 1 Artigo 1.º Definição 1.1. O Presente documento define e regula o funcionamento e a missão

Leia mais

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015/2016 PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015-2016 POR UM AGRUPAMENTO DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA JI Fojo EB 1/JI Major David Neto EB 2,3 Prof. José Buísel E.S. Manuel Teixeira Gomes

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016 PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016 JULHO 2015 1. Enquadramento. O presente Plano Estratégico para o ano 2015-2016, dá cumprimento ao disposto no artigo 15.º do Despacho Normativo n.º6/2014, de 26 de maio. Apresentam-se

Leia mais

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos de cada nível e de cada ciclo de ensino têm como referência os programas

Leia mais

PLANO DE ARTICULAÇÃO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO CADAVAL

PLANO DE ARTICULAÇÃO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO CADAVAL PLANO DE ARTICULAÇÃO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO CADAVAL 2015/2016 A EQUIPA: Fátima Martins, Manuela Parreira, Ana Paula Melo, Vera Moura, Manuela Simões, Anabela Barroso, Elsa Carvalho, Graça

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR / CENTRO DE RECURSOS. ESCOLA SECUNDÁRIA QUINTA do MARQUÊS

REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR / CENTRO DE RECURSOS. ESCOLA SECUNDÁRIA QUINTA do MARQUÊS REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR / CENTRO DE RECURSOS ESCOLA SECUNDÁRIA QUINTA do MARQUÊS Artigo 1º - Definição A Biblioteca Escolar - Centro de Recursos Educativos da Escola Secundária Quinta

Leia mais

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS N AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS Relatório Agrupamento de Escolas de Abelheira VIANA DO CASTELO 2014 2015 Área Territorial de Inspeção do Norte CONSTITUIÇÃO DO AGRUPAMENTO Jardins de Infância e Escolas

Leia mais

Projeto de Intervenção

Projeto de Intervenção Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, Braga Projeto de Intervenção 2014/2018 Hortense Lopes dos Santos candidatura a diretora do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, Braga Braga, 17 abril de 2014

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA LIXA - FELGUEIRAS PLANO DE ARTICULAÇÃO CURRICULAR

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA LIXA - FELGUEIRAS PLANO DE ARTICULAÇÃO CURRICULAR AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA LIXA - FELGUEIRAS PLANO DE ARTICULAÇÃO CURRICULAR AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA LIXA, FELGUEIRAS PLANO DE ARTICULAÇÃO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA LIXA, FELGUEIRAS 1 Índice

Leia mais

Projeto global de autoavaliação do Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado

Projeto global de autoavaliação do Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado Projeto global de autoavaliação do Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado 1. Introdução O Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado (AEMC) entende a autoavaliação como um processo ao serviço do seu desenvolvimento

Leia mais

PLANO DE AUTOAVALIAÇÃO

PLANO DE AUTOAVALIAÇÃO AE de maximinos EQUIPA DE AUTOAVALIAÇÃO PLANO DE AUTOAVALIAÇÃO 2012/2013 Equipa de Autoavaliação Alcina Pires Ana Paula Couto Antonieta Silva António Rocha Beatriz Gonçalves José Pedrosa Paula Mesquita

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE Apresentação geral do Decreto Regulamentar (a publicar em breve) - diferenciação; Princípios orientadores - distinção pelo mérito (diferenciação pela positiva);

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE PLANO DE MELHORIA. Julho de 2012

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE PLANO DE MELHORIA. Julho de 2012 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE PLANO DE MELHORIA Julho de 2012 Rua da Verónica, 37, 1170-384 Lisboa Tel: 218860041/2 Fax: 218868880 Email: geral@aegv.pt INDICE I. Introdução. 3 II. Ponto de partida.....

Leia mais

Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma*

Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma* Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma* Glória Macedo, PQND do 4º Grupo do 2º Ciclo do EB e Formadora do CFAE Calvet de Magalhães, Lisboa A Reorganização Curricular do Ensino Básico

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS 2015-2016 1 INTRODUÇÃO No início do ano letivo, compete ao conselho pedagógico do agrupamento definir os critérios de avaliação para cada ciclo e

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA INSPECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO RELATÓRIO FINAL DA ORGANIZAÇÃO DO ANO LECTIVO

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA INSPECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO RELATÓRIO FINAL DA ORGANIZAÇÃO DO ANO LECTIVO REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA INSPECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO RELATÓRIO FINAL DA ORGANIZAÇÃO DO ANO LECTIVO 2006/2007 ÍNDICE ABREVIATURAS 3 INTRODUÇÃO.. 4 I METODOLOGIA.

Leia mais

Critérios de Avaliação. Departamento Educação Pré-Escolar

Critérios de Avaliação. Departamento Educação Pré-Escolar Critérios de Avaliação Departamento Educação Pré-Escolar 2015/2016 Critérios de Avaliação As principais diretrizes normativas referentes à avaliação na Educação Pré-Escolar estão consagradas no Despacho

Leia mais

AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR PRINCÍPIOS Caráter holístico e contextualizado do processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança; Coerência entre os processos de avaliação e os princípios subjacentes

Leia mais

NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Évora A.1.a. Outra(s)

Leia mais

Tipologia Textual O conto. Competências a trabalhar associadas ao processo CO L CEL

Tipologia Textual O conto. Competências a trabalhar associadas ao processo CO L CEL Ministério da Educação Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora nº2 Novo Programa de Português do Ensino Básico Sequência Didáctica 5º ano Ano lectivo de 2010/2011 Tipologia Textual O conto Competências

Leia mais

António José Cardoso Pires da Silva

António José Cardoso Pires da Silva (PLANO DE INTERVENÇÃO APRESENTADO PELO DIRECTOR AO CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO) Quadriénio 2010/2014 Director António José Cardoso Pires da Silva INTRODUÇÃO O conhecimento do Agrupamento Marquês de Pombal

Leia mais

AGENDA DAS VISITAS AGRUPAMENTOS

AGENDA DAS VISITAS AGRUPAMENTOS AGENDA DAS VISITAS AGRUPAMENTOS 8h45 9h00-11h00 11h00-12h30 12h30 14h30-16h30 17h00-18h00 18h00 1.º dia Chegada à escola-sede do Agrupamento Sessão de apresentação do Agrupamento pela Direcção e primeira

Leia mais

Avaliação Externa das Escolas Relatório de escola. Agrupamento de Escolas Terras do Xisto FUNDÃO

Avaliação Externa das Escolas Relatório de escola. Agrupamento de Escolas Terras do Xisto FUNDÃO Avaliação Externa das Escolas Relatório de escola Agrupamento de Escolas Terras do Xisto FUNDÃO Delegação Regional do Centro da IGE Datas da visita: 20, 21 e 24 de Novembro de 2008 2 I INTRODUÇÃO A Lei

Leia mais

PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES

PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES Agrupamento de Escolas Elias Garcia 2013/2016 1 PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES 2013/2016 O Plano Plurianual de Atividades (PPA) constitui um dos documentos de autonomia,

Leia mais

MODERNIZAR E MELHORAR AS ESCOLAS ATRAVÉS DAS TIC

MODERNIZAR E MELHORAR AS ESCOLAS ATRAVÉS DAS TIC 30 Dossier Tic Tac Tic Tac MODERNIZAR E MELHORAR AS ESCOLAS ATRAVÉS DAS TIC Texto de Elsa de Barros Ilustração de Luís Lázaro Contribuir para o aumento do sucesso escolar dos alunos, equipando as escolas

Leia mais

PROJECTO EDUCATIVO DE AGRUPAMENTO

PROJECTO EDUCATIVO DE AGRUPAMENTO Agrupamento Vertical de Escolas São Vicente/Telheiras (171931) PROJECTO EDUCATIVO DE AGRUPAMENTO 2009 2012 Sede: ESCOLA BÁSICA 2, 3 DE TELHEIRAS Nª 2 Rua Fernando Namora 1600-454 LISBOA Telef.: 217121260

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL TEIXEIRA GOMES

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL TEIXEIRA GOMES Inovação e Qualidade Plano de Ação Estratégico - 2012/2013 ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL TEIXEIRA GOMES PROJECTO DE INTERVENÇÃO PLANO DE ACÇÃO ESTRATÉGICO 2012/2013 Escola de Oportunidades e de Futuro Telmo

Leia mais

Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto. Para Ti Se Não Faltares

Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto. Para Ti Se Não Faltares Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto Para Ti Se Não Faltares 2 A. IDENTIFICAÇÃO GERAL DA ENTIDADE Projecto(s) Para Ti Se Não Faltares Promotor(es): Fundação Benfica Sigla PTF Morada Estádio Sport

Leia mais

Atividades de Enriquecimento do Currículo (AEC)

Atividades de Enriquecimento do Currículo (AEC) Atividades de Enriquecimento do Currículo (AEC) INTRODUÇÃO: De acordo com o DL 91/2013, artº 14º e os despachos normativos da organização do ano letivo n.s 7 e 7-A/2013 e o recente despacho de organização

Leia mais

Agrupamento de Escolas n.º 2 de Beja. Regulamento Interno. Biblioteca Escolar

Agrupamento de Escolas n.º 2 de Beja. Regulamento Interno. Biblioteca Escolar Agrupamento de Escolas n.º 2 de Beja Regulamento Interno 2014 1. A 1.1. Definição de A é um recurso básico do processo educativo, cabendo-lhe um papel central em domínios tão importantes como: (i) a aprendizagem

Leia mais

Agrupamento de Escolas Professor Noronha Feio

Agrupamento de Escolas Professor Noronha Feio Avaliação efectuada pelo Coordenador e Departamento de ducação special Grelha de Avaliação da Observação da Aula Avaliado: Avaliador: Disciplina/Área Data / / A Preparação e organização das actividades

Leia mais

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS A AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS Relatório Agrupamento de Escolas da Madalena VILA NOVA DE GAIA 6 a 8 maio 2013 Área Territorial de Inspeção do Norte 1 INTRODUÇÃO A Lei n.º 31/2002, de 20 de dezembro, aprovou

Leia mais

Quais os alunos que devem ser apoiados pela educação especial?

Quais os alunos que devem ser apoiados pela educação especial? Quais os alunos que devem ser apoiados pela educação especial? Para efeitos de elegibilidade para a educação especial deve-se, antes de mais, ter presente o grupo - alvo ao qual esta se destina alunos

Leia mais

CÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RESULTADOS ESCOLARES E ESTRATÉGIAS DE MELHORIA NO ENSINO BÁSICO

CÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RESULTADOS ESCOLARES E ESTRATÉGIAS DE MELHORIA NO ENSINO BÁSICO INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RESULTADOS ESCOLARES E ESTRATÉGIAS DE MELHORIA NO ENSINO BÁSICO Relatório 2007-2008 Colecção Relatórios FICHA TÉCNICA Título Resultados Escolares e Estratégias de Melhoria no

Leia mais

Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade

Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade Índice Preâmbulo... 2 I - Órgãos de Administração e Gestão. 2 Secção I - Legislação aplicável. 2 Secção II - Conselho Geral. 2 Secção III - O Director. 4 Secção IV - Conselho Administrativo 5 Secção V

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO. Departamento de Expressões Educação Especial

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO. Departamento de Expressões Educação Especial CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Departamento de Expressões Educação Especial INTRODUÇÃO A Educação Especial, através dos Docentes de Educação Especial (DEE), intervêm na realidade escolar, realizando ações diversificadas

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE VELAS PROJETO DE APOIO EDUCATIVO

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE VELAS PROJETO DE APOIO EDUCATIVO ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE VELAS PROJETO DE APOIO EDUCATIVO Ano Letivo 2015-2016 ÍNDICE ÍNDICE 2 CAPÍTULO I 3 (Introdução) 3 CAPÍTULO II 3 (Objetivos) 3 CAPÍTULO III 4 (Destinatários) 4 CAPÍTULO IV

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS Cód. 161007 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MEALHADA DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO Ano lectivo 2010-2011 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS A avaliação das crianças e dos alunos (de diagnóstico,

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Trofa. Plano de Melhoria e Desenvolvimento

Agrupamento de Escolas da Trofa. Plano de Melhoria e Desenvolvimento Agrupamento de Escolas da Trofa Plano de Melhoria e Desenvolvimento Biénio 2015/2017 INTRODUÇÃO A autoavaliação e a avaliação externa são procedimentos obrigatórios e enquadrados na Lei n.º 31/2002, de

Leia mais

PLANO DE MELHORIA DA BIBLIOTECA da FAV PARA 2015/2016

PLANO DE MELHORIA DA BIBLIOTECA da FAV PARA 2015/2016 Agrupamento de Escolas de Santiago do Cacém Escola Básica Frei André da Veiga PLANO DE MELHORIA DA BIBLIOTECA da FAV PARA 2015/2016 A. Currículo, literacias e aprendizagem Problemas identificados Falta

Leia mais

SÍNTESE DO ACORDO COM O ME EM 07/01/2010 QUE O SEPLEU NÃO ASSINOU

SÍNTESE DO ACORDO COM O ME EM 07/01/2010 QUE O SEPLEU NÃO ASSINOU SÍNTESE DO ACORDO COM O ME EM 07/01/2010 QUE O SEPLEU NÃO ASSINOU QUADRO RESUMO DA CARREIRA Escalão Índice Duração Outros requisitos: Quotas, aulas assistidas 1 167 4 2 188 4 2 aulas assistidas 3 205 4

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Cuba. Plano de Formação

Agrupamento de Escolas de Cuba. Plano de Formação Agrupamento de Escolas de Cuba Plano de Ano Letivo de 2012/2013 Índice Introdução... 3 1- Departamento curricular da educação pré-escolar... 6 2- Departamento curricular do 1º ciclo... 6 3- Departamento

Leia mais

Projecto de Intervenção 2010-2014

Projecto de Intervenção 2010-2014 Projecto de Intervenção 2010-2014 Desafios da Boa Água AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA BOA-ÁGUA QUINTA DO CONDE - SESIMBRA Nuno Mantas Maio de 2010 1. Introdução O Agrupamento de Escolas da Boa-Água foi criado

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES 2013/2014

PLANO DE ATIVIDADES DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES 2013/2014 PLANO DE ATIVIDADES DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES 2013/2014 Pág.1 INTRODUÇÃO O Plano Anual de Atividades das s Escolares do Agrupamento de Escolas n.º 1 de Grândola atende à especificidade das bibliotecas

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Decreto-Lei n.º 3/2008 de 7 de Janeiro

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Decreto-Lei n.º 3/2008 de 7 de Janeiro MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Decreto-Lei n.º 3/2008 de 7 de Janeiro Constitui desígnio do XVII Governo Constitucional promover a igualdade de oportunidades, valorizar a educação e promover a melhoria da qualidade

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO. Indicações para Operacionalização 2012-2015

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO. Indicações para Operacionalização 2012-2015 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO Indicações para Operacionalização 2012-2015 O Plano Anual de Atividades do Agrupamento é relevante para toda a Comunidade Educativa. Por ele se operacionalizam

Leia mais

PESSOAL DOCENTE AÇÕES DE FORMAÇÃO ACREDITADAS PELO CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA PARA O CENTRO EDUCATIS

PESSOAL DOCENTE AÇÕES DE FORMAÇÃO ACREDITADAS PELO CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA PARA O CENTRO EDUCATIS TREINO DA APTIDÃO MUSCULAR EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES Registo: CCPFC/ACC-61196/09 Válida até: 30-09-2012 Destinado a: Professores dos Grupos 260 e 620 AERÓBICA NA ESCOLA - METODOLOGIA BÁSICA Registo: CCPFC/ACC-61225/09

Leia mais

PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM

PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM Ano Letivo 2011/2012 Marinha Grande, Setembro de 2011 1. Índice: Índice 2 1. Introdução 3 2. Caracterização

Leia mais

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS Relatório Escola Secundária Fernando Namora AMADORA 12 e 13 jan. 2012 Área Territorial de Inspeção de Lisboa e Vale do Tejo 1 INTRODUÇÃO A Lei n.º 31/2002, de 20 de dezembro,

Leia mais

ÍNDICE PATRONATO DE SANTO ANTÓNIO INTRODUÇÃO... 2 I - OPÇÕES E PRIORIDADES... 3

ÍNDICE PATRONATO DE SANTO ANTÓNIO INTRODUÇÃO... 2 I - OPÇÕES E PRIORIDADES... 3 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 2 I - OPÇÕES E PRIORIDADES... 3 1.1. PRIORIDADES A NÍVEL DA ACTUAÇÃO EDUCATIVA... 4 1.2. PRIORIDADES A NÍVEL DO AMBIENTE EDUCATIVO... 4 II APRENDIZAGENS ESPECÍFICAS... 5 2.1. SENSIBILIZAÇÃO

Leia mais

DGEstE Direção de Serviços da Região Centro

DGEstE Direção de Serviços da Região Centro DGEstE Direção de Serviços da Região Centro Bibliotecas Escolares - Plano Anual de Atividades (PAA) Ano letivo 2014/2015 Este PAA encontra-se estruturado em 4 domínios (seguindo as orientações da RBE)

Leia mais

COMISSÃO PERMANENTE DO CONSELHO GERAL. Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010

COMISSÃO PERMANENTE DO CONSELHO GERAL. Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010 Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010 O presente relatório traduz a avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento Vertical de Escolas de Leça da Palmeira/Santa Cruz do

Leia mais

Avaliação Externa do Programa das Atividades de Enriquecimento Curricular no 1.º Ciclo do Ensino Básico. Sumário Executivo e Recomendações

Avaliação Externa do Programa das Atividades de Enriquecimento Curricular no 1.º Ciclo do Ensino Básico. Sumário Executivo e Recomendações Avaliação Externa do Programa das Atividades de Enriquecimento Curricular no 1.º Ciclo do Ensino Básico Sumário Executivo e Recomendações Entidade responsável pelo Estudo: Centro de Investigação em Educação

Leia mais

2013/2014 [PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - BIBLIOTECA ESCOLAR]

2013/2014 [PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - BIBLIOTECA ESCOLAR] Projeto / Atividade Objetivos Intervenientes Recursos/ materiais Voluntários de Leitura Construir relações/parcerias com a BMP e com as redes locais (ADA/Centro Comunitário de Portel) BE - Vamos Partilh@r

Leia mais

SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE APOIO EDUCATIVO

SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE APOIO EDUCATIVO SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE APOIO EDUCATIVO Uma escola inclusiva tem como princípio fundamental que todos os alunos devem aprender juntos, independentemente das suas dificuldades e diferenças. O agrupamento

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MONÇÃO RI ANEXO V REGULAMENTO DAS VISITAS DE ESTUDO E INTERCÂMBIOS ESCOLARES

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MONÇÃO RI ANEXO V REGULAMENTO DAS VISITAS DE ESTUDO E INTERCÂMBIOS ESCOLARES AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MONÇÃO RI ANEXO V REGULAMENTO DAS VISITAS DE ESTUDO E INTERCÂMBIOS ESCOLARES Aprovado em 26 de março de 2013 0 ANEXO V REGULAMENTO DAS VISITAS DE ESTUDO E INTERCÂMBIOS ESC0LARES

Leia mais

2009-2010. Agrupamento Vertical de Escolas de Ferreira do Alentejo PLANO DE CONTINGÊNGIA GRIPE A (H1N1)

2009-2010. Agrupamento Vertical de Escolas de Ferreira do Alentejo PLANO DE CONTINGÊNGIA GRIPE A (H1N1) 2009-2010 Agrupamento Vertical de Escolas de Ferreira do Alentejo PLANO DE CONTINGÊNGIA GRIPE A (H1N1) 1. Introdução No sentido de colmatar a possibilidade de contágio e a rápida propagação da gripe A,

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNÃO DE MAGALHÃES CHAVES. CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO PARA OS 1.º, 2.º e 3.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNÃO DE MAGALHÃES CHAVES. CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO PARA OS 1.º, 2.º e 3.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNÃO DE MAGALHÃES CHAVES CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO PARA OS 1.º, 2.º e 3.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO ANO LETIVO 2015/2016 ÍNDICE I INTRODUÇÃO... 3 II ENQUADRAMENTO DA AVALIAÇÃO...

Leia mais

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS Relatório Agrupamento de Escolas de Proença-a-Nova 2013 2014 Área Territorial de Inspeção do Centro 1 INTRODUÇÃO A Lei n.º 31/2002, de 20 de dezembro, aprovou o sistema de

Leia mais

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Artigo 1.º Âmbito 1 - O presente regulamento de avaliação de desempenho aplica-se a todos os docentes que se encontrem integrados na carreira. 2 - A avaliação

Leia mais

AVALIAÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR

AVALIAÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR AVALIAÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR ANO LETIVO 2012-2013 Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora Instrumento essencial ao DESENVOLVIMENTO DO CURRÍCULO Uma estrutura ao SERVIÇO DA ESCOLA Recurso fundamental

Leia mais

COORDENAÇÃO DE PROJETOS E DOS PLANOS ANUAL E PLURIANUAL DE ATIVIDADES

COORDENAÇÃO DE PROJETOS E DOS PLANOS ANUAL E PLURIANUAL DE ATIVIDADES COORDENAÇÃO DE PROJETOS E DOS PLANOS ANUAL E PLURIANUAL DE ATIVIDADES Artigo 69.º Definição 1. A informação relativa às atividades educativas promovidas a partir dos docentes, das estruturas de coordenação

Leia mais

ADENDA Ano letivo 2015/2016

ADENDA Ano letivo 2015/2016 ADENDA Ano letivo 2015/2016 INTENCIONALIDADE EDUCATIVA Plano de Estudo e de Desenvolvimento do Currículo 2013/2017 3.2. Desenho Curricular e Carga Horária das Ofertas Educativas do Agrupamento 3.2.1. Desenho

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO ANO LETIVO 2015-2016

PLANO ESTRATÉGICO ANO LETIVO 2015-2016 PLANO ESTRATÉGICO ANO LETIVO 2015-2016 1. INTRODUÇÃO E ENQUADRAMENTO Nos termos do Artigo 15.º, do Despacho Normativo n.º7/2013, 11 de julho No final de cada ano escolar, o conselho pedagógico avalia o

Leia mais

Lei n.º 21/2008 de 12 de Maio

Lei n.º 21/2008 de 12 de Maio Lei n.º 21/2008 de 12 de Maio Primeira alteração, por apreciação parlamentar, ao Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro, que define os apoios especializados a prestar na educação pré-escolar e nos ensinos

Leia mais

Manual de Procedimentos no âmbito da Educação Especial

Manual de Procedimentos no âmbito da Educação Especial AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA NOVA DE PAIVA Escola Sede: Escola Secundária de Vila Nova de Paiva Rua Padre Joaquim Rodrigues da Cunha 3650-219 Vila Nova de Paiva Telefone: 232609020 Fax:232609021 http://esvnp.prof2000.pt

Leia mais

Avaliação Externa das Escolas Relatório de escola. Agrupamento de Escolas e Jardins da Serra LEIRIA

Avaliação Externa das Escolas Relatório de escola. Agrupamento de Escolas e Jardins da Serra LEIRIA Avaliação Externa das Escolas Relatório de escola Agrupamento de Escolas e Jardins da Serra LEIRIA Delegação Regional do Centro da IGE Datas da visita: 20, 21 e 24 de Novembro de 2008 2 I INTRODUÇÃO A

Leia mais

PLANOS DE ESTUDO E DE DESENVOLVIMENTO DO CURRÍCULO

PLANOS DE ESTUDO E DE DESENVOLVIMENTO DO CURRÍCULO PLANOS DE ESTUDO E DE DESENVOLVIMENTO DO CURRÍCULO TRIÉNIO 2013/2016 «conjunto de decisões articuladas, partilhadas pela equipa docente de uma escola, tendentes a dotar de maior coerência a sua actuação,

Leia mais

FICHAS SÍNTESE NACIONAIS SOBRE OS SISTEMAS EDUCATIVOS NA EUROPA E REFORMAS EM CURSO PORTUGAL JUNHO 2009

FICHAS SÍNTESE NACIONAIS SOBRE OS SISTEMAS EDUCATIVOS NA EUROPA E REFORMAS EM CURSO PORTUGAL JUNHO 2009 FICHAS SÍNTESE NACIONAIS SOBRE OS SISTEMAS EDUCATIVOS NA EUROPA E REFORMAS EM CURSO PORTUGAL JUNHO 2009 1. População escolar e língua de instrução Em 2006-2007, o número de jovens entre os 0 e os 29 anos

Leia mais

PLANO TECNOLÓGICO DE EDUCAÇÃO (PTE) 2010 PROGRAMA DE FORMAÇÃO DOCUMENTO DE TRABALHO

PLANO TECNOLÓGICO DE EDUCAÇÃO (PTE) 2010 PROGRAMA DE FORMAÇÃO DOCUMENTO DE TRABALHO PLANO TECNOLÓGICO DE EDUCAÇÃO (PTE) 2010 PROGRAMA DE FORMAÇÃO DOCUMENTO DE TRABALHO Certificação de Nível 1 A formação deste nível é, assim, iminentemente, residual, visto que a maioria dos docentes a

Leia mais

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS Relatório Agrupamento de Escolas n.º 1 de Elvas 27 fevereiro a 1 março 2013 Área Territorial de Inspeção do Alentejo e Algarve 1 INTRODUÇÃO A Lei n.º 31/2002, de 20 de dezembro,

Leia mais

DEPARTAMENTO DO 1.º CICLO/PRÉ-ESCOLAR CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO. 1.º Ciclo do Ensino Básico

DEPARTAMENTO DO 1.º CICLO/PRÉ-ESCOLAR CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO. 1.º Ciclo do Ensino Básico DEPARTAMENTO DO 1.º CICLO/PRÉ-ESCOLAR Ano letivo 2015/2016 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1.º Ciclo do Ensino Básico CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1.º Ciclo do Ensino Básico ANO LETIVO 2015/2016 Constituem objeto de

Leia mais

Critérios de Avaliação

Critérios de Avaliação DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Critérios de Avaliação Avaliação na Educação Pré-Escolar Princípios Orientadores De acordo com as recomendações da DGIDC, a avaliação é um elemento integrante e regulador

Leia mais

Novembro de 2008 ISBN: 978-972-614-430-4. Desenho gráfico: WM Imagem Impressão: Editorial do Ministério da Educação Tiragem: 5 000 exemplares

Novembro de 2008 ISBN: 978-972-614-430-4. Desenho gráfico: WM Imagem Impressão: Editorial do Ministério da Educação Tiragem: 5 000 exemplares Título: Educação em Números - Portugal 2008 Autoria: Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE)/Ministério da Educação Edição: Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE)/Ministério

Leia mais

INGLÊS. Actividades de Enriquecimento Curricular no 1º Ciclo do Ensino Básico. Relatório final de acompanhamento

INGLÊS. Actividades de Enriquecimento Curricular no 1º Ciclo do Ensino Básico. Relatório final de acompanhamento Associação Portuguesa de Professores de Inglês Actividades de Enriquecimento Curricular no 1º Ciclo do Ensino Básico INGLÊS Relatório final de acompanhamento APPI - CAP 2011/2012 1 1. INTRODUÇÃO Este relatório

Leia mais

Agrupamento de Escolas Irene Lisboa PORTO

Agrupamento de Escolas Irene Lisboa PORTO 14 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Avaliação Externa das Escolas Relatório de escola Agrupamento de Escolas Irene Lisboa PORTO Delegação Regional de Norte da IGE Datas da visita: 14 a 16 de Fevereiro de 2011

Leia mais

PROJETO DO DESPORTO ESCOLAR

PROJETO DO DESPORTO ESCOLAR COORDENADOR: Vanda Teixeira 1. FUNDAMENTAÇÃO/ CONTEXTUALIZAÇÃO/ JUSTIFICAÇÃO a) O Desporto Escolar constitui uma das vertentes de atuação do Ministério da Educação e Ciência com maior transversalidade

Leia mais

ANEXO XII REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO SECUNDÁRIO

ANEXO XII REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO SECUNDÁRIO ANEXO XII REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO SECUNDÁRIO PREÂMBULO Este regulamento constitui-se como um documento orientador, de cariz predominantemente pedagógico, que específica as normas que

Leia mais