Thiago Braido de N. Melo * Philip Thompson * RESUMO ABSTRACT

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Thiago Braido de N. Melo * michelim@h8.ita.br Philip Thompson * biscuitears@fastmail.fm RESUMO ABSTRACT"

Transcrição

1 CLIPIÃO: UM PIÃO FEITO COM CLIPES DE PAPEL E A FÍSICA ENVOLVIDA NELE Thiago Braido de N. Melo * Philip Thompson * * ITA Instituto de Tecnologia Aeronáutica, Clube de Ciências Qurak RESUMO As perguntas chaves de nosso trabalho são: como fazer um pião com um clipe de papel? Como medir a sua velocidade de giro? Uma solução apresentada em um livro de divertimentos com matemática é aproveitada neste artigo para o ensino de conceitos de física a nível de ensino médio e superior. trabalho está dividido em duas partes. A primeira, teórica, mostra como calcular o ângulo ideal para que aconteça a rotação do clipe de papel chamado aqui de clipião. A segunda, prática, trata de diferentes métodos de medição experimental da velocidade angular do pião e do seu amortecimento. a primeira parte mostramos que é possível encontrar o ângulo de abertura que deve ter a estrutura do pião com cálculo integral ou com aproximações sucessivas via um algorítmo simples para rodar em microcomputador. Na segunda parte, aplicamos conceitos básicos de eletrônica para medir a freqüência de rotação do pião utilizando 3 métodos diferentes: vídeo, um sensor de luz acoplado em um osciloscópio e um sensor de luz que gera um arquivo de som cuja freqüência é analisada em espectogramas. ABSTRACT The main questions of our work are: How could we make a top just using a paper clip? How could we measure its rotation speed? Asking ourselves, we used a solution presented in a mathematical game book to answer these questions, but also developing it in a high school and college language level.this work is presented in two parts. The first is mainly theorical and shows how to discovered the ideal angle that this top should be build to rotate properly. The second is pratical and deals with diferents methods to measure the top rotation speed and its reduction.in the first we used the book solution using Calculus and than we developed a computacional method to discovered the ideal angle mentioned before using just geometric elements (this way we could teach using high school language). In the second part, we used basic eletronic aplications to measure the rotation speed and developed three methods. The first we just used a video player, the second we used a sensor of light linked to an osciloscope, and in the last one we used the same sensor of light linked to an sound generator and then analysed its frequency spectrum. INTRODUÇÃO A idéia original do Clipião vem de um artigo do professor japonês Takao Sakai, Topics on tops which enable anyone to enjoy himself, a partir do qual baseamos o design do pião de nosso trabalho. Este artigo apresentava o ângulo ideal para a sua rotação perfeita, porém, o raciocínio utilizava-se de cálculo integral para atingir os resultados. Entre nossas propostas está a de calcular este ângulo utilizando-se apenas de trigonometria, desenvolvendo o raciocínio a partir de equilíbrio de torques e localização de centros de massa e comprovar sua funcionalidade ao construir um Clipião com as características determinadas teoricamente. OBJETIVOS Construir um pião com um clipe de papel podendo apenas dobrá-lo, calculando as condições ideais para que ele permaneça estável quando em rotação; determinar a sua velocidade angular inicial (ω 0 ), assim como construir um gráfico do seu amortecimento com o passar do tempo, aplicando o conteúdo da matéria de Física vista ao longo dos três anos do ensino médio de uma

2 maneira divertida e interessante, valendo-se de um brinquedo feito com material acessível a todos e de fácil construção. MATERIAL UTILIZADO NO PROJETO Videocassete, televisão, câmera VHS e câmera digital (que registra vídeo); Osciloscópio e gravador de som; Circuito composto por diodo foto-sensível, resistor, baterias e fios; Lâmpada incandescente e fonte reguladora CC; Microcomputador com os softwares Mathematica, Microsoft Windows Movie Maker e Spectogram. PROCEDIMENTO: Construção do clipião Ele pode ser feito de algumas maneiras, e escolhemos uma delas que explicamos neste trabalho.sendo C o comprimento total do arame do clipe, L o comprimento da haste vertical, e R o seu raio, então: C = L + 2 R + (2π β).r (1) onde β é o ângulo de abertura que deve ter para equilibrar-se. Assim R será: R C - L = ( 2π - β + 2) (2) Para um clipião ideal, o ângulo certo deve ser β =53,13. Este ângulo foi calculado através de trigonometria a partir de um raciocínio envolvendo equilíbrio de torques e localização de centros de massa (desenvolvimento em anexo), que resultou na seguinte equação, que foi resolvida com o auxílio do software mathematica : figura 1: O clipião visto por baixo

3 Determinação da velocidade de giro: 1 o. método determinação da velocidade angular inicial (ω 0 ) através da câmera VHS Utilizando uma câmera de vídeo que filma 30 quadros por segundo, gravamos o momento do lançamento do clipião. Reproduzindo a gravação e contamos o número de quadros para saber o tempo que o dedo leva para girar o pião. N A duração do lançamento será Τ = segundos, sendo N o número de quadros medido e o número de quadros que a câmera registra a cada segundo (deve ser alterado para cada tipo de câmera). A quantidade de voltas Q que dará o eixo do clipião em contato com o dedo será: C Q = (3) 2πR Sendo C a largura do dedo que lança o clipião, e R o raio do arame do clipe. Assim, a freqüência de giro do pião será: f = Q (4) Τ C f = Hz (5) 2πR. N.1/ 30 Os parâmetros e resultados deste método estão contidos na tabela 1. C R N f 1 cm 0,45 mm 4 quadros 26,5 Hz tabela 1: parâmetros e resultados do primeiros método Este método só possibilita a medida da freqüência inicial de lançamento. Os segundo e terceiro métodos propõem uma medida da freqüência para vários instantes e portanto um gráfico pode ser feito (como será visto abaixo). 2 o. método determinação do gráfico de amortecimento através do osciloscópio Para termos uma maior precisão nas medições, utilizamos um fotodiodo em um circuito bem simples que permite observar uma mudança de voltagem quando um braço do clipião passa sobre o fotodiodo. Colocamos o fotodiodo na sua parte inferior e a lâmpada na sua parte superior. Quando a luz emitida pela lâmpada passa pela região vazia do clipião temos uma voltagem na resistência R que é medida pelo osciloscópio. No momento em que o feixe de luz é interrompido por um dos aros do clipião, temos uma mudança na voltagem em R que é observado no osciloscópio. Como os dois aros se encontram próximos aparece na tela do osciloscópio duas quedas de voltagem por volta. Tomandose o tempo entre as passagens de um mesmo aro sobre o fotodiodo saberemos o período da rotação do clipião. Observação: a lâmpada utilizada deve ser CC (corrente contínua) para que não haja interferência no gráfico mostrado no visor do osciloscópio. Utilizando uma câmera digital, filmamos as imagens mostradas no osciloscópio durante a rotação do pião em aproximadamente 16 segundos. Passamos o filme para o computador e, utilizando o software Microsoft Windows Movie Maker,

4 analisamos quadro por quadro. Selecionamos os quadros melhores que continham dois pares de picos. A distância d da Figura 4 mede o tempo de uma volta (período). Sabendo o período, podemos 1 encontrar facilmente a freqüência pela relação: f = T Através dos valores de d e do período T, podemos plotar o amortecimento da freqüência do pião com o tempo (gráfico 1, f vs t). figura 2 Negativo da imagem do visor do osciloscópio Freqüência (Hz) Tempo (s) gráfico 1: Amortecimento da velocidade do clipião obtido pelo osciloscópio 3 o. método determinação do gráfico de amortecimento através do gravador de som Este terceiro método é bastante semelhante ao segundo, pois utilizamos o mesmo circuito interagindo com o Clipião (esquema do circuito na figura 4 e a interação dele com o Clipião na figura 5, ambas acima), porém, a sua ligação foi realizada no conector de microfone de um gravador de som em vez do osciloscópio. Como foi comentado acima, ao girar por sobre o fotodiodo, o clipião interrompe a luz que chega ao componente, fazendo com que a voltagem no resistor R sofra

5 uma variação. No osciloscópio, tal variação pode ser visualizada como um pico (figura 6), mas no gravador de som um pulso audível é gerado. Este pulso sonoro terá a mesma freqüência que a tensão que o gerou, e, conseqüentemente, a mesma freqüência de giro do clipião. Gravamos este som enquanto o clipião perdia velocidade em uma fita K-7, que teve seu conteúdo transferido para um arquivo do tipo Wave (.wav). Analisamos a gravação no microcomputador com o auxílio do software Spectrogram, que possibilita a obtenção do espectro de uma onda sonora em um gráfico de freqüência versus tempo (f vs t). O espectro do som produzido pela rotação do clipião está mostrado na figura 3 figura 3 Espectro do som do clipião em gráfico f vs t, onde é possível ver a freqüência verdadeira e seus harmônicos O programa Spectrogram nos permite obter com precisão a freqüência da onda em determinados instantes. A cada 0,5s obtivemos um valor e, a partir deles, foi plotado mais um gráfico (gráfico 2), abaixo: Freqüência (Hz) Tempo (s) gráfico 2: Amortecimento obtido pelo Gravador de Som

6 Discussão dos Resultados Obtidos Nos dois primeiros métodos, houve uma certa imprecisão que não existiu no terceiro, pois em ambos foram utilizadas filmagens e, como os espaços de tempo entre um quadro e outro é considerável com relação às proporções com as quais estamos trabalhando, essas incertezas influenciaram em nossas medições. Porém, mesmo com essas flutuações experimentais, os valores de freqüência obtidos foram muito próximos, tanto entre os dois primeiros métodos quanto entre todos os três. O terceiro método foi o que mais nos impressionou pela sua enorme precisão, mesmo sabendo-se que as flutuações dos dois primeiros não o afetam (anulando a possibilidade de erros gerados por leituras equivocadas), apesar de ter suas próprias variações, na forma de chiados e interferências. Tal precisão ocorreu porque no terceiro método utilizamos um pequeno motor DC para girar o pião enquanto no primeiro e segundo método giramos com a mão. Além disso, na análise das quadros no Microsoft Windows Movie Maker, durante o segundo método, tivemos que utilizar uma régua para medir a distância d na tela, o que gerou mais uma fonte de imprecisão. Em ambos os gráficos fizemos uma aproximação para a função exponencial por um motivo muito simples: a força de atrito amortecedora que age sobre o clipião em rotação é diretamente proporcional à sua velocidade angular, isto é, quanto mais rápido ele gira mais intenso é o amortecimento e, portanto, há uma perda maior em um espaço de tempo menor (ver gráficos 1 e 2). No gráfico do terceiro método (gráfico 2) os valores foram praticamente exatos com relação à aproximação para a função exponencial, demonstração de sua enorme precisão. Custos O Clipião tem, como foi dito, entre seus objetivos, a sua função acadêmica versátil com a vantagem de ter um custo baixo (para sua construção é necessário apenas um clipe de arame e um alicate, mais detalhes em Dicas para confecção do Clipião, abaixo). Mas o que deve ser discutido é o custo para os métodos de cálculo da velocidade de rotação do objeto que deu seu nome ao título do trabalho. O primeiro método (determinação da velocidade inicial) pode ser realizado em casa, tendo apenas uma câmera VHS e um videocassete como equipamento utilizado. Já o segundo método é mais indicado para ser realizado em instituições de ensino pois, com exceção do microcomputador, os demais instrumentos (osciloscópio e câmera digital) são de difícil aquisição para quem quiser realizar a experiência em sua casa devido ao elevado custo. O terceiro método também pode ser realizado em casa, pois utilizamos um circuito simples e que utiliza componentes baratos, um gravador de som com entrada para microfone (onde ligamos o circuito) e um microcomputador (hoje comum na maioria das residências). Além da precisão, o baixo custo do terceiro método o torna mais atraente do que os demais. Conclusão Foi possível, ao construir um clipião que funciona, comprovar na prática o que foi determinado teoricamente, mostrando que os cálculos efetuados estavam corretos. Depois conseguimos meçar a velocidade angular do clipião utilizando métodos diferentes entre si e, ainda assim, manter a fidelidade entre os dados obtidos, que possuem a mesma ordem de grandeza.tudo isso apenas utilizando conceitos de matemática elementar (na determinação do ângulo ideal para rotação), mecânica (cálculo da velocidade angular inicial, primeiro método), eletricidade (gráfico do amortecimento com o osciloscópio, segundo método) e ondulatória (gráfico do amortecimento como gravador de som, terceiro método). Características do trabalho que resgatam seu objetivo principal: ensinar ciência com um brinquedo simples, algo divertido e barato que todos podem construir. Bibliografia SAKAI, TAKAO; Topics on tops which enable anyone to enjoy himself, Mathematical Sciences (Surikagaki), no. 271, p , Janeiro de 1986

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA PROFESSOR: LUCIANO CAVALCANTI SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

Leia mais

Servos - Analo gicos e Digitais - Funcionamento, uso e diferenças entre eles!

Servos - Analo gicos e Digitais - Funcionamento, uso e diferenças entre eles! Servos - Analo gicos e Digitais - Funcionamento, uso e diferenças entre eles! É importante lembrar que esta matéria serve para qualquer tipo de servo utilizado em aeromodelismo. Figura 1 Um dos diversos

Leia mais

Física FUVEST ETAPA. ε = 26 cm, e são de um mesmo material, Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2. c) Da definição de potência, vem:

Física FUVEST ETAPA. ε = 26 cm, e são de um mesmo material, Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2. c) Da definição de potência, vem: Física QUESTÃO 1 Um contêiner com equipamentos científicos é mantido em uma estação de pesquisa na Antártida. Ele é feito com material de boa isolação térmica e é possível, com um pequeno aquecedor elétrico,

Leia mais

Cursos Técnicos de Mecânica e Eletrônica. Projeto Cata-vento

Cursos Técnicos de Mecânica e Eletrônica. Projeto Cata-vento FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA Cursos Técnicos de Mecânica e Eletrônica Projeto Cata-vento Carlos Eduardo Bruxel Bernardo Juchem Becker Marcelo Felipe Veit Thomás Jung Spier 3111/4111

Leia mais

Cátia Homem, 9 de Janeiro de 2008 Página 1

Cátia Homem, 9 de Janeiro de 2008 Página 1 Escola Secundária Vitorino Nemésio Física e Química A Componente de física 11º ano Actividade Laboratorial 2.1 Osciloscópio Nome: Turma: Nº: Classificação: docente: 1. Questão problema: Perante o aumento

Leia mais

Roteiro para experiências de laboratório. AULA 2: Osciloscópio e curvas do diodo. Alunos: 2-3-

Roteiro para experiências de laboratório. AULA 2: Osciloscópio e curvas do diodo. Alunos: 2-3- Campus SERRA COORDENADORIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Disciplinas: ELETRÔNICA BÁSICA e ELETRICIDADE GERAL Professores: Vinícius Secchin de Melo Wallas Gusmão Thomaz Roteiro para experiências de laboratório

Leia mais

VEÍCULO BV 1. Figura 01 BV 1 construído com material de baixo custo

VEÍCULO BV 1. Figura 01 BV 1 construído com material de baixo custo VEÍCULO BV 1 Resumo Este trabalho apresenta um tutorial ("How To") para a construção de um robô simples controlado por um PC através da porta paralela. A construção deste robô tem como objetivo introduzir

Leia mais

Sensores e Atuadores (1)

Sensores e Atuadores (1) (1) 4º Engenharia de Controle e Automação FACIT / 2009 Prof. Maurílio J. Inácio Introdução Sensores Fornecem parâmetros sobre o comportamento do manipulador, geralmente em termos de posição e velocidade

Leia mais

Teste de Avaliação 3 A - 06/02/2013

Teste de Avaliação 3 A - 06/02/2013 E s c o l a S e c u n d á r i a d e A l c á c e r d o S a l Ano letivo 201 2/2013 Física e Química A Bloco II (11ºano) Teste de Avaliação 3 A - 06/02/2013 1. Suponha que um balão de observação está em

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1 INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1.1 - Instrumentação Importância Medições experimentais ou de laboratório. Medições em produtos comerciais com outra finalidade principal. 1.2 - Transdutores

Leia mais

Tutorial de Eletrônica Aplicações com 555 v2010.05

Tutorial de Eletrônica Aplicações com 555 v2010.05 Tutorial de Eletrônica Aplicações com 555 v2010.05 Linha de Equipamentos MEC Desenvolvidos por: Maxwell Bohr Instrumentação Eletrônica Ltda. Rua Porto Alegre, 212 Londrina PR Brasil http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

ROTEIRO 20 PÊNDULO SIMPLES E PÊNDULO FÍSICO

ROTEIRO 20 PÊNDULO SIMPLES E PÊNDULO FÍSICO ROTEIRO 20 PÊNDULO SIMPLES E PÊNDULO FÍSICO INTRODUÇÃO Estamos cercados de oscilações, movimentos que se repetem. Neste roteiro vamos abordar oscilações mecânicas para uma classe de osciladores harmônicos

Leia mais

Como funciona o motor de corrente contínua

Como funciona o motor de corrente contínua Como funciona o motor de corrente contínua Escrito por Newton C. Braga Este artigo é de grande utilidade para todos que utilizam pequenos motores, principalmente os projetistas mecatrônicos. Como o artigo

Leia mais

Técnico em Eletrotécnica

Técnico em Eletrotécnica Técnico em Eletrotécnica Caderno de Questões Prova Objetiva 2015 01 Em uma corrente elétrica, o deslocamento dos elétrons para produzir a corrente se deve ao seguinte fator: a) fluxo dos elétrons b) forças

Leia mais

RESOLUÇÕES DA PROVA DE FÍSICA UFC 2006. PROFESSOR Célio Normando

RESOLUÇÕES DA PROVA DE FÍSICA UFC 2006. PROFESSOR Célio Normando RESOLUÇÕES DA PROVA DE FÍSICA UFC 006 Ari Duque de Caxias Ari Washington Soares Ari Aldeota Da 5ª Série ao Pré-Vestibular Sede Hildete de Sá Cavalcante (da Educação Infantil ao Pré-Vestibular) Rua Monsenhor

Leia mais

ANÁLISE DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA EM CONVERSORES DE FREQUENCIA

ANÁLISE DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA EM CONVERSORES DE FREQUENCIA ANÁLISE DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA EM CONVERSORES DE FREQUENCIA Nome dos autores: Halison Helder Falcão Lopes 1 ; Sergio Manuel Rivera Sanhueza 2 ; 1 Aluno do Curso de Engenharia Elétrica; Campus

Leia mais

Instituição Escola Técnica Sandra Silva. Direção Sandra Silva. Título do Trabalho Fonte de Alimentação. Áreas Eletrônica

Instituição Escola Técnica Sandra Silva. Direção Sandra Silva. Título do Trabalho Fonte de Alimentação. Áreas Eletrônica Instituição Escola Técnica Sandra Silva Direção Sandra Silva Título do Trabalho Fonte de Alimentação Áreas Eletrônica Coordenador Geral Carlos Augusto Gomes Neves Professores Orientadores Chrystian Pereira

Leia mais

EXPERIÊNCIA 5 OSCILOSCÓPIO DIGITAL

EXPERIÊNCIA 5 OSCILOSCÓPIO DIGITAL EXPERIÊNCIA 5 OSCILOSCÓPIO DIGITAL 1. INTRODUÇÃO TEÓRICA 1.1 VERIFICAÇÃO FUNCIONAL Esta rápida verificação deve ser executada para comprovar se o instrumento está funcionando corretamente. Ligue o instrumento

Leia mais

Resolução Comentada CEFET/MG - 2 semestre 2014

Resolução Comentada CEFET/MG - 2 semestre 2014 Resolução Comentada CEFET/MG - 2 semestre 2014 01 - A figura mostra um sistema massa-mola que pode oscilar livremente, sem atrito, sobre a superfície horizontal e com resistência do ar desprezível. Nesse

Leia mais

Os encoders ópticos convertem deslocamentos angulares em uma sequência de pulsos digitais, contando com um só bit ou decodificando um conjunto deles,

Os encoders ópticos convertem deslocamentos angulares em uma sequência de pulsos digitais, contando com um só bit ou decodificando um conjunto deles, Encoders ópticos O que é: Os encoders ópticos convertem deslocamentos angulares em uma sequência de pulsos digitais, contando com um só bit ou decodificando um conjunto deles, os pulsos podem ser convertidos

Leia mais

2 Métodos de Medida da PMD

2 Métodos de Medida da PMD em Enlaces Ópticos 12 2 Métodos de Medida da PMD Teoria básica de medição da PMD discutida na referência 6, Test and Measurements. Neste capítulo serão abordados os aspectos mais importantes dos métodos

Leia mais

Sistema de Leitura da Porta de Mouse do PC

Sistema de Leitura da Porta de Mouse do PC FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA Projeto para Trabalho Trimestral de Física Curso: Técnico em Eletrônica Turma: 4312 Data: 18/10/2005 Sala : 224 Aluno: Cleber Moraes n : 5 Aluno:

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Resposta

Questão 1. Questão 2. Resposta Questão 1 A energia que um atleta gasta pode ser determinada pelo volume de oxigênio por ele consumido na respiração. Abaixo está apresentado o gráfico do volume V de oxigênio, em litros por minuto, consumido

Leia mais

Laboratório de Circuitos Elétricos 1 2015/2. Experiência N o 02: Medidas AC

Laboratório de Circuitos Elétricos 1 2015/2. Experiência N o 02: Medidas AC Laboratório de Circuitos Elétricos 1 2015/2 Experiência N o 02: Medidas C I - Objetivos Familiarização com os equipamentos de laboratório: gerador de funções, osciloscópio e multímetro. II - Introdução

Leia mais

Linhas de Transmissão

Linhas de Transmissão Linhas de Transmissão 1. Objetivo Medir a capacitância, indutância e a impedância num cabo coaxial. Observar a propagação e reflexão de pulsos em cabos coaxiais. 2. Introdução Uma linha de transmissão

Leia mais

REPRESENTAÇÃO FASORIAL DE SINAIS SENOIDAIS

REPRESENTAÇÃO FASORIAL DE SINAIS SENOIDAIS REPRESENTAÇÃO FASORIAL DE SINAIS SENOIDAIS Neste capítulo será apresentada uma prática ferramenta gráfica e matemática que permitirá e facilitará as operações algébricas necessárias à aplicação dos métodos

Leia mais

Como escrever um bom RELATÓRIO

Como escrever um bom RELATÓRIO Como escrever um bom RELATÓRIO Mas o que é uma EXPERIÊNCIA? e um RELATÓRIO? Profa. Ewa W. Cybulska Profa. Márcia R. D. Rodrigues Experiência Relatório Pergunta à Natureza e a procura da Resposta Divulgação

Leia mais

SISTEMA DE PARTIDA E GERAÇÃO DE ENERGIA PARA TURBINA AERONÁUTICA.

SISTEMA DE PARTIDA E GERAÇÃO DE ENERGIA PARA TURBINA AERONÁUTICA. SISTEMA DE PARTIDA E GERAÇÃO DE ENERGIA PARA TURBINA AERONÁUTICA. Marco Antonio Souza 1, Milton Benedito Faria 2, Carlos Eduardo Cabral Vilela, Prof. MSc 3. Homero Santiago Maciel, Prof. DR 4. UNIVAP,

Leia mais

AULA LAB 04 PRINCÍPIOS DE CORRENTE ALTERNADA E TRANSFORMADORES 2 MEDIÇÃO DE VALORES MÉDIO E EFICAZ COM MULTÍMETRO

AULA LAB 04 PRINCÍPIOS DE CORRENTE ALTERNADA E TRANSFORMADORES 2 MEDIÇÃO DE VALORES MÉDIO E EFICAZ COM MULTÍMETRO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETRÔNICA CURSO TÉCNICO DE ELETRÔNICA Eletrônica Básica AULA LAB 04 PRINCÍPIOS DE CORRENTE ALTERNADA E TRANSFORMADORES

Leia mais

. linear ou rotativo. analógico ou digital. absoluto, incremental ou incremental-absoluto. princípio de operação

. linear ou rotativo. analógico ou digital. absoluto, incremental ou incremental-absoluto. princípio de operação 8 - Transdutores Um transdut or é um equipamento que converte variações de uma determinada grandeza física em outra. Por exemplo, um transdut or de posição converte variações de movimento em um sinal de

Leia mais

Como reduzir sua conta de energia elétrica

Como reduzir sua conta de energia elétrica Como reduzir sua conta de energia elétrica Com REDULIGHT você tem energia de melhor qualidade e economiza até 25% na conta Saiba como O que é e como funciona o filtro REDULIGHT O Redulight é um Filtro

Leia mais

SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO

SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO 1 SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO VISÃO GERAL O Sistema de Rastreio Óptico, ou simplesmente SISROT, foi desenvolvido com o objetivo de rastrear foguetes nos primeiros instantes de

Leia mais

ESTUDO SOBRE CONTROLE DE MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS

ESTUDO SOBRE CONTROLE DE MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS ESTUDO SOBRE CONTROLE DE MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS Autores : Marina PADILHA, Tiago DEQUIGIOVANI. Identificação autores: Engenharia de Controle e Automação - Bolsista Interno; Orientador IFC - Campus

Leia mais

TC 3 UECE - 2013 FASE 2 MEDICINA e REGULAR

TC 3 UECE - 2013 FASE 2 MEDICINA e REGULAR TC 3 UECE - 03 FASE MEICINA e EGULA SEMANA 0 a 5 de dezembro POF.: Célio Normando. A figura a seguir mostra um escorregador na forma de um semicírculo de raio = 5,0 m. Um garoto escorrega do topo (ponto

Leia mais

Superposição de ideias em física ondulatória

Superposição de ideias em física ondulatória UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Instituto de Física Programa de Pós-Graduação em Ensino de Física Mestrado Profissional em Ensino de Física Superposição de ideias em física ondulatória Manoel Jorge

Leia mais

De: Luis Alberto Katz Data: Janeiro 17 2007 Número: PA1906

De: Luis Alberto Katz Data: Janeiro 17 2007 Número: PA1906 ANÚNCIO DE PRODUTO De: Luis Alberto Katz Data: Janeiro 17 2007 Número: PA1906 Fluke 345 Alicate de medição de qualidade de energia Apresentamos o alicate de medição de qualidade de energia mais avançado

Leia mais

Título: Controle de um sistema Bola- Barra com realimentação através de imagem

Título: Controle de um sistema Bola- Barra com realimentação através de imagem Título: Controle de um sistema Bola- Barra com realimentação através de imagem Autores: Caio Felipe Favaretto, Henrique Corrêa Ramiro, Rômulo de Oliveira Souza e Marcelo Barboza Silva Professor orientador:

Leia mais

Campo Magnético de Espiras e a Lei de Faraday

Campo Magnético de Espiras e a Lei de Faraday Campo Magnético de Espiras e a Lei de Faraday Semestre I - 005/006 1.Objectivos 1) Estudo do campo magnético de espiras percorridas por corrente eléctrica. ) Estudo da lei de indução de Faraday.. Introdução

Leia mais

3 Resistores Lei de ohms

3 Resistores Lei de ohms Resistores 3 Lei de ohms O resistor é um componente eletrônico usado para oferecer resistência a passagem dos elétrons em um circuito. Os resistores mais comuns são os resistores de carbono também chamados

Leia mais

Lista 3. Física Experimental III (F 329 C) Rafael Alves Batista

Lista 3. Física Experimental III (F 329 C) Rafael Alves Batista Lista 3 Física Experimental III (F 329 C) Rafael Alves Batista 1) Considere uma fonte de tensão alternada senoidal. A partir do gráfico abaixo, faça o que se pede. a) Estime o período da onda. b) Estime

Leia mais

MANUAL. Leia cuidadosamente este manual antes de ligar o Driver. A Neoyama Automação se reserva no direito de fazer alterações sem aviso prévio.

MANUAL. Leia cuidadosamente este manual antes de ligar o Driver. A Neoyama Automação se reserva no direito de fazer alterações sem aviso prévio. 1 P/N: AKDMP5-1.7A DRIVER PARA MOTOR DE PASSO MANUAL ATENÇÃO Leia cuidadosamente este manual antes de ligar o Driver. A Neoyama Automação se reserva no direito de fazer alterações sem aviso prévio. 2 SUMÁRIO

Leia mais

RELATÓRIO FINAL: PROJETO DESAFIO CONTROLE DE POSIÇÃO DE UMA VÁLVULA

RELATÓRIO FINAL: PROJETO DESAFIO CONTROLE DE POSIÇÃO DE UMA VÁLVULA RELATÓRIO FINAL: PROJETO DESAFIO CONTROLE DE POSIÇÃO DE UMA VÁLVULA Laboratório de Controle e Automação 1 ( LECI 1 ) Professor: Reinaldo Martinez Palhares Integrantes: Henrique Goseling Araújo, Hugo Montalvão

Leia mais

TÍTULO: OSCILOSCÓPIO - TEORIA

TÍTULO: OSCILOSCÓPIO - TEORIA TÍTULO: OSCILOSCÓPIO - TEORIA Uma das grandes dificuldades que os técnicos enfrentam na reparação de circuitos eletrônicos é esta: os fenômenos que ocorrem nos componentes eletrônicos são abstratos; ou

Leia mais

6 Conclusões e Trabalhos futuros 6.1. Conclusões

6 Conclusões e Trabalhos futuros 6.1. Conclusões 6 Conclusões e Trabalhos futuros 6.1. Conclusões Neste trabalho estudou-se o comportamento do sistema que foi denominado pendulo planar com a adição de uma roda de reação na haste do pendulo composta de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ESCOLA DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Princípios e Fenômenos da Mecânica Professor: Humberto

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ESCOLA DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Princípios e Fenômenos da Mecânica Professor: Humberto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ESCOLA DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Princípios e Fenômenos da Mecânica Professor: Humberto EXPERIMENTO Nº 6 LANÇAMENTO HORIZONTAL DE PROJÉTIL Discentes: Camila de

Leia mais

32. Um sistema termodinâmico realiza um ciclo conforme representado na figura abaixo:

32. Um sistema termodinâmico realiza um ciclo conforme representado na figura abaixo: 0 GABARITO O DIA o PROCESSO SELETIVO/005 FÍSICA QUESTÕES DE 3 A 45 3. Uma fonte de luz monocromática está imersa em um meio líquido de índice de refração igual a,0. Os raios de luz atingem a superfície

Leia mais

Cap.4 - Medição de Tensão e Corrente Cap. 5 - Medidas com Multímetros Analógicos e Digitais

Cap.4 - Medição de Tensão e Corrente Cap. 5 - Medidas com Multímetros Analógicos e Digitais Universidade Federal de Itajubá UNIFEI Cap.4 - Cap. 5 - Medidas com Multímetros Analógicos e Digitais Prof. Dr. Fernando Nunes Belchior fnbelchior@hotmail.com fnbelchior@unifei.edu.br Medição de Tensão

Leia mais

CVMDDC - CONTROLE DE VELOCIDADE DO MOTOR DC

CVMDDC - CONTROLE DE VELOCIDADE DO MOTOR DC UFLA Universidade Federal de Lavras DEX Departamento de Ciências Exatas Bacharelado em CVMDDC - CONTROLE DE VELOCIDADE DO MOTOR DC Autor: Edna Mie Kanazawa Orientador: Wilian Soares Lacerda Lavras, novembro

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DA 3ª ETAPA - 2013

PROGRAMAÇÃO DA 3ª ETAPA - 2013 PROGRAMAÇÃO DA 3ª ETAPA - 2013 FÍSICA CARLOS 3ª MÉDIO Srs. pais ou responsáveis, caros alunos, Encaminhamos a Programação de Etapa, material de apoio para o acompanhamento dos conteúdos e habilidades que

Leia mais

PRATICA EXPERIMENTAL. Introdução:

PRATICA EXPERIMENTAL. Introdução: PRATICA 2: Corpos em queda livre PRATICA EXPERIMENTAL Introdução: Ao deixar um corpo cair próximo da terra, este corpo será atraído verticalmente para baixo. Desprezando-se se a resistência do ar, todos

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR

APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA, CAMPUS DE JI-PARANÁ, DEPARTAMENTO DE FÍSICA DE JI-PARANÁ DEFIJI SEMESTRE TURMA ESPECIAL ÓPTICA PROF. DR. ROBINSON APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR Robinson Viana Figueroa

Leia mais

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Quim. Nova, Vol. 38, No. 3, S1-S6, 2015 O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Fernando Arruda Mendes de Oliveira a,b, Eduardo Ribeiro

Leia mais

Eletrônica Aula 07 CIN-UPPE

Eletrônica Aula 07 CIN-UPPE Eletrônica Aula 07 CIN-UPPE Amplificador básico Amplificador básico É um circuito eletrônico, baseado em um componente ativo, como o transistor ou a válvula, que tem como função amplificar um sinal de

Leia mais

MAN 006A-08-12 Uso do Alicate Amperímetro

MAN 006A-08-12 Uso do Alicate Amperímetro MAN 006A-08-12 Uso do Alicate Amperímetro Geração: equipe técnica Metalfrio. Revisão: Alexandre Mendes, Fernando Madalena, Gustavo Brotones e Rafael Atílio. http://treinamento.metalfrio.com.br treinamento@metalfrio.com.br

Leia mais

Controle de vibração significa a eliminação ou a redução da vibração.

Controle de vibração significa a eliminação ou a redução da vibração. Quais são os métodos mais utilizados para controle de vibrações? Defina um absorvedor de vibração? Qual é função de um isolador de vibração? Por que um eixo rotativo sempre vibra? Qual é a fonte da força

Leia mais

UM SOFTWARE PARA EXPERIMENTOS SOBRE BATI- MENTO DE ONDAS SONORAS+*

UM SOFTWARE PARA EXPERIMENTOS SOBRE BATI- MENTO DE ONDAS SONORAS+* UM SOFTWARE PARA EXPERIMENTOS SOBRE BATI- MENTO DE ONDAS SONORAS+* Wilton Pereira da Silva Cleide M. D. P. S. e Silva Departamento de Física Universidade Federal de Campina Grande Diogo D. P. S. e Silva

Leia mais

Gerador de funções e osciloscópio

Gerador de funções e osciloscópio Experimento 2 Gerador de funções e osciloscópio 2.1 Material Osciloscópio digital; Gerador de funções. 2.2 Introdução Na aula anterior utilizamos instrumentos de medida (amperímetro e voltímetro) e fontes

Leia mais

5 Sistema Experimental

5 Sistema Experimental 5 Sistema Experimental Este capitulo apresenta o sistema experimental utilizado e é composto das seguintes seções: - 5.1 Robô ER1: Descreve o robô utilizado. É dividida nas seguintes subseções: - 5.1.1

Leia mais

10/11/2014 PROF. ROBINSON PROF. ROBINSON FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA, CAMPUS DE JI-PARANÁ, DEPARTAMENTO DE FÍSICA DE JI-PARANÁ DEFIJI

10/11/2014 PROF. ROBINSON PROF. ROBINSON FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA, CAMPUS DE JI-PARANÁ, DEPARTAMENTO DE FÍSICA DE JI-PARANÁ DEFIJI FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA, CAMPUS DE JI-PARANÁ, DEPARTAMENTO DE FÍSICA DE JI-PARANÁ DEFIJI DISCIPLINA DE FÍSICA EXPERIMENTAL II SEMESTRE 2014/2 LABORATÓRIO 5: LEIS DA ÓPTICA GEOMÉTRICA

Leia mais

Ondas sonoras: Experimentos de Interferência e Ondas em Tubos

Ondas sonoras: Experimentos de Interferência e Ondas em Tubos Ondas sonoras: Experimentos de Interferência e Ondas em Tubos Relatório Final de Atividades apresentado à disciplina de F-809. Aluna: Cris Adriano Orientador: Prof. Mauro de Carvalho Resumo Este trabalho

Leia mais

LEI DE OHM E RESISTÊNCIA ELÉTRICA

LEI DE OHM E RESISTÊNCIA ELÉTRICA LEI DE OHM E RESISTÊNCIA ELÉTRICA OBJETIVOS Este experimento tem por objetivo estudar a dependência da diferença de potencial ( ) com a corrente ( ) de um dado circuito para componentes ôhmicos e não ôhmicos.

Leia mais

MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉCTRICAS UTILIZAÇÃO DO OSCILOSCÓPIO E DO MULTÍMETRO

MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉCTRICAS UTILIZAÇÃO DO OSCILOSCÓPIO E DO MULTÍMETRO TRABALHO PRÁTICO MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉCTRICAS UTILIZAÇÃO DO OSCILOSCÓPIO E DO MULTÍMETRO Objectivo Este trabalho tem como objectivo a familiarização com alguns dos equipamentos e técnicas de medida

Leia mais

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia de Controle e Automação. Ronilson Rocha

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia de Controle e Automação. Ronilson Rocha Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia de Controle e Automação PROJETO E CARACTERIZAÇÃO DE CIRCUITOS ELETRÔNICOS CAÓTICOS: O LADO NEGATIVO DO CIRCUITO DE CHUA Ronilson

Leia mais

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1.1 Introdução Consiste em um guia de onda cilíndrico, conforme ilustra a Figura 1, formado por núcleo de material dielétrico (em geral vidro de alta pureza),

Leia mais

OSCILOSCÓPIO DIGITAIS COMPACTOS PORTÁTEIS DE 2 CANAIS ISOLADOS MODELOS OX 5022 E OX 5042

OSCILOSCÓPIO DIGITAIS COMPACTOS PORTÁTEIS DE 2 CANAIS ISOLADOS MODELOS OX 5022 E OX 5042 OSCILOSCÓPIO DIGITAIS COMPACTOS PORTÁTEIS DE 2 CANAIS ISOLADOS MODELOS OX 5022 E OX 5042 Pontos-chave: 2 Canais isolados; Três instrumentos num só: osciloscópio de 20 ou 40 MHz, multímetro TRMS / analisador

Leia mais

Energia conservada em uma mola. Introdução. Materiais Necessários

Energia conservada em uma mola. Introdução. Materiais Necessários Intro 01 Introdução A energia é algo intangível e, portanto, as medidas de energia envolvem, necessariamente, processos de medidas indiretas. Em outras palavras, para medir energia, medimos outras grandezas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL FÍSICA EXPERIMENTAL III CAPACITORES E CIRCUITOS RC COM ONDA QUADRADA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL FÍSICA EXPERIMENTAL III CAPACITORES E CIRCUITOS RC COM ONDA QUADRADA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL FÍSICA EXPERIMENTAL III CAPACITORES E CIRCUITOS RC COM ONDA QUADRADA 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar o comportamento

Leia mais

ROTEIRO PARA LABORATÓRIO 1

ROTEIRO PARA LABORATÓRIO 1 1 Princípios de Eletricidade e Eletrônica Engenharia Ambiental Prof. Marcio Kimpara data: ROTEIRO PARA LABORATÓRIO 1 Resistores e Tensão Alternada Senoidal Objetivos: Familiarização com os osciloscópios

Leia mais

Eletrônicos PAE. Componente Curricular: Práticas de Acionamentos. 5.ª Prática Inversor de Frequência Vetorial da WEG CFW-08

Eletrônicos PAE. Componente Curricular: Práticas de Acionamentos. 5.ª Prática Inversor de Frequência Vetorial da WEG CFW-08 1 Componente Curricular: Práticas de Acionamentos Eletrônicos PAE 5.ª Prática Inversor de Frequência Vetorial da WEG CFW-08 OBJETIVO: 1) Efetuar a programação por meio de comandos de parametrização para

Leia mais

CONTEÚDOS: Req. 2-A figura a seguir ilustra uma onda mecânica que se propaga numa velocidade 3,0m/s. Qual o valor do comprimento de onda?

CONTEÚDOS: Req. 2-A figura a seguir ilustra uma onda mecânica que se propaga numa velocidade 3,0m/s. Qual o valor do comprimento de onda? Exercícios para recuperação final 2 ano Acesso CONTEÚDOS: Óptica (reflexão refração lentes) Estudo das ondas Fenômenos ondulatórios Eletrodinâmica Leis de Ohm Associação de resistores Geradores e Receptores

Leia mais

O que é o motor de passo?

O que é o motor de passo? Universidade Federal Fluminense Centro Tecnológico Escola de Engenharia Curso de Engenharia de Telecomunicações Programa de Educação Tutorial Grupo PET-Tele Motor de Passo Autor atual: Felipe Gonçalves

Leia mais

Manual de funcionamento Esteira transportadora

Manual de funcionamento Esteira transportadora Manual de funcionamento Esteira transportadora Sumário 1. DESCRIÇÃO DO SISTEMA... 2 2. ITENS DO SISTEMA... 3 2.1. PLACA DE COMANDO... 3 2.1.1. Sinalizador... 3 2.1.2. Botão pulsador... 3 2.1.3. Chave comutadora...

Leia mais

Tópicos de Física Moderna ano 2005/2006

Tópicos de Física Moderna ano 2005/2006 Trabalho Prático Nº 3 ESTUDO DA DIFRAÇÃO Tópicos de Física Moderna ano 005/006 Objectivos: Familiarização com os fenómenos de interferência e difracção da luz, com utilização de uma rede de difracção para

Leia mais

OSCILOSCÓPIO PORTÁTIL DIGITAL MODELO: MINISCOPE 300V

OSCILOSCÓPIO PORTÁTIL DIGITAL MODELO: MINISCOPE 300V OSCILOSCÓPIO PORTÁTIL DIGITAL MODELO: MINISCOPE 300V APLICAÇÕES Este instrumento foi projetado para proporcionar uma análise rápida de sinais através de sua Unidade de Aquisição de Dados Rápida. Dotado

Leia mais

Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados

Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados Mauricélio Alves de Sousa, Eng o Fernando Luiz Marcelo Antunes, PhD Ricardo Silva Thé Pontes, MSc Grupo de Processamento de

Leia mais

APÊNDICE B. Ensaio da Performance do Protótipo. MATRBDA-HAW560-75kW

APÊNDICE B. Ensaio da Performance do Protótipo. MATRBDA-HAW560-75kW APÊNDICE B Ensaio da Performance do Protótipo MATRBDA-HAW560-75kW 282 LABORATÓRIO DE ENSAIOS ELÉTRICOS - BAIXA TENSÃO WEG MÁQUINAS RELATÓRIO DE ENSAIO DE PROTÓTIPO MATRBDA 560 POTÊNCIA: 75KW / 25KW TENSÃO

Leia mais

ESTÁTICA DE CORPO EXTENSO: UMA ABORDAGEM EXPERIMENTAL. Leonardo Sampaio Motta. Antônio Carlos Fontes dos Santos

ESTÁTICA DE CORPO EXTENSO: UMA ABORDAGEM EXPERIMENTAL. Leonardo Sampaio Motta. Antônio Carlos Fontes dos Santos UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Instituto de Física Programa de Pós-Graduação em Ensino de Física Mestrado Profissional em Ensino de Física ESTÁTICA DE CORPO EXTENSO: UMA ABORDAGEM EXPERIMENTAL

Leia mais

INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO COM ROBÔS LEGO

INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO COM ROBÔS LEGO RAYNER DE MELO PIRES ANA PAULA SUZUKI ANDRÉ REIS DE GEUS GABRIELA QUIRINO PEREIRA SALVIANO LUDGÉRIO FELIPE GOMES INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO COM ROBÔS LEGO JULHO DE 2010 SUMÁRIO 1 O que é o NXT?...4 2 Explicando

Leia mais

PROVA DE FÍSICA 1998 Segunda Etapa

PROVA DE FÍSICA 1998 Segunda Etapa PROVA DE FÍSICA 1998 Segunda Etapa QUESTÃO 01 Um cano de irrigação, enterrado no solo, ejeta água a uma taxa de 15 litros por minuto com uma velocidade de 10 m/s. A saída do cano é apontada para cima fazendo

Leia mais

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Física Questão 01 Durante uma brincadeira, Rafael utiliza o dispositivo mostrado nesta figura para lançar uma bolinha horizontalmente. Nesse

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR. Centro de Ciências Exatas e Tecnologia - CCET. Engenharia de Computação

Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR. Centro de Ciências Exatas e Tecnologia - CCET. Engenharia de Computação Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR Centro de Ciências Exatas e Tecnologia - CCET Engenharia de Computação Jean Carlo Ferreira Tambosi Raul Silva Donato Victor Henrique Alves Ribeiro Gerador

Leia mais

Lista de Exercícios de Eletrônica Analógica. Semicondutores, Diodos e Retificadores

Lista de Exercícios de Eletrônica Analógica. Semicondutores, Diodos e Retificadores Lista de Exercícios de Eletrônica Analógica Semicondutores, Diodos e Retificadores Questões sobre Semicondutores: 1) O que é um material semicondutor? Dê 2 exemplos. 2) O que é camada de valência? 3) O

Leia mais

Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006. PdP. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos

Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006. PdP. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos TUTORIAL Montagem da Ponte H Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br contato@maxwellbohr.com.br

Leia mais

SISTEMA DE GRAVAÇÃO DIGITAL COM UM MICROCOMPUTADOR (DVD OU PLACAS DE CAPTURA DE VÍDEO)

SISTEMA DE GRAVAÇÃO DIGITAL COM UM MICROCOMPUTADOR (DVD OU PLACAS DE CAPTURA DE VÍDEO) SISTEMA DE GRAVAÇÃO DIGITAL COM UM MICROCOMPUTADOR (DVD OU PLACAS DE CAPTURA DE VÍDEO) Há vários tipos de sistemas de gravações digitais. Os mais baratos consistem de uma placa para captura de vídeo, que

Leia mais

FÍSICA. Sempre que for necessário, utilize g= 10m/s 2

FÍSICA. Sempre que for necessário, utilize g= 10m/s 2 FÍSICA Sempre que for necessário, utilize g= 10m/s 2 28 d Leia com atenção a tira da Turma da Mônica mostrada abaixo e analise as afirmativas que se seguem, considerando os princípios da Mecânica Clássica.

Leia mais

E X E R C Í C I O S. i(a) 7,5 10 elétrons

E X E R C Í C I O S. i(a) 7,5 10 elétrons E X E R C Í C I O S 1. O gráfico da figura abaixo representa a intensidade de corrente que percorre um condutor em função do tempo. Determine a carga elétrica que atravessa uma secção transversal do condutor

Leia mais

NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA

NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA Prof. Carlos R. A. Lima CAPÍTULO 5 PROPRIEDADES ONDULATÓRIAS DA MATÉRIA Primeira Edição junho de 2005 CAPÍTULO 5 PROPRIEDADES ONDULATÓRIAS DA MATÉRIA ÍNDICE 5.1- Postulados

Leia mais

Bancada de Testes Hidrostáticos e Pneumáticos

Bancada de Testes Hidrostáticos e Pneumáticos Bancada de Testes Hidrostáticos e Pneumáticos 1 Concepção O que é a bancada de testes da Valeq? Esta bancada foi desenvolvia com a intenção de agilizar os testes de campo e de bancada que envolvem pressão.

Leia mais

Todas as medições efectuadas no osciloscópio são basicamente medições de comprimentos nesta matriz.

Todas as medições efectuadas no osciloscópio são basicamente medições de comprimentos nesta matriz. Ciências Experimentais P5: Osciloscópio. Sensibilidade, resolução e erro máximo do aparelho. 1. Objectivos Iniciação ao osciloscópio. Estimativas de sensibilidade, resolução e erro máximo do aparelho.

Leia mais

( ) ( ) ( ( ) ( )) ( )

( ) ( ) ( ( ) ( )) ( ) Física 0 Duas partículas A e, de massa m, executam movimentos circulares uniormes sobre o plano x (x e representam eixos perpendiculares) com equações horárias dadas por xa ( t ) = a+acos ( ωt ), ( t )

Leia mais

Aula V Medição de Variáveis Mecânicas

Aula V Medição de Variáveis Mecânicas Aula V Medição de Variáveis Mecânicas Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Disciplina: Instrumentação e Automação Industrial I(ENGF99) Professor: Eduardo Simas(eduardo.simas@ufba.br) Sensores

Leia mais

ELETRICIDADE BÁSICA ROTEIRO DA EXPERIÊNCIA 05 OSCILOSCÓPIO

ELETRICIDADE BÁSICA ROTEIRO DA EXPERIÊNCIA 05 OSCILOSCÓPIO ELETRICIDADE BÁSICA ROTEIRO DA EXPERIÊNCIA 05 OSCILOSCÓPIO 1 Introdução O osciloscópio é basicamente um dispositivo de visualização gráfico que mostra sinais elétricos no tempo. O osciloscópio pode ser

Leia mais

Experimento 8 Circuitos RC e filtros de freqüência

Experimento 8 Circuitos RC e filtros de freqüência Experimento 8 Circuitos RC e filtros de freqüência 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é ver como filtros de freqüência utilizados em eletrônica podem ser construídos a partir de um circuito RC. 2. MATERIAL

Leia mais

MANUAL. - Leia cuidadosamente este manual antes de ligar o Driver. - A Neoyama Automação se reserva no direito de fazer alterações sem aviso prévio.

MANUAL. - Leia cuidadosamente este manual antes de ligar o Driver. - A Neoyama Automação se reserva no direito de fazer alterações sem aviso prévio. 1 P/N: AKDMP16-4.2A DRIVER PARA MOTOR DE PASSO MANUAL ATENÇÃO: - Leia cuidadosamente este manual antes de ligar o Driver. - A Neoyama Automação se reserva no direito de fazer alterações sem aviso prévio.

Leia mais

Comunicação da informação a curta distância. FQA Unidade 2 - FÍSICA

Comunicação da informação a curta distância. FQA Unidade 2 - FÍSICA Comunicação da informação a curta distância FQA Unidade 2 - FÍSICA Meios de comunicação É possível imaginar como seria o nosso mundo sem os meios de comunicação de que dispomos? Os * * * * Aparelhos de

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Resposta. Resposta

Questão 1. Questão 2. Resposta. Resposta Questão 1 Na natureza, muitos animais conseguem guiar-se e até mesmo caçar com eficiência, devido à grande sensibilidade que apresentam para a detecção de ondas, tanto eletromagnéticas quanto mecânicas.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL Física Experimental III - Medidas Elétricas Objetivo O objetivo desta prática é aprender a fazer medições de resistência, tensão

Leia mais

1 Esfera de aço 1 Transitor BC547

1 Esfera de aço 1 Transitor BC547 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO VICENTE DO SUL ROTEIRO DE MONTAGEM DA ATIVIDADE DE AQUISIÇÃO AUTOMÁTICA DE DADOS REOMETRIA DE FLUIDOS NEWTONIANOS PROFESSOR RAFHAEL BRUM WERLANG 1.0 OBJETIVO

Leia mais

O ESTUDO DA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA ATRAVÉS DE ATIVIDADES EXPERIMENTAIS COM MATERIAIS DE BAIXO CUSTO

O ESTUDO DA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA ATRAVÉS DE ATIVIDADES EXPERIMENTAIS COM MATERIAIS DE BAIXO CUSTO O ESTUDO DA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA ATRAVÉS DE ATIVIDADES EXPERIMENTAIS COM MATERIAIS DE BAIXO CUSTO Jorge Alberto Lenz lenz@utfpr.edu.br Marcos Antonio Florczak florczak@utfpr.edu.br Universidade

Leia mais