Proposta de Estratégia de Sensibilização na Autoavaliação Institucional Utilizando Recursos de Realidade Aumentada

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Proposta de Estratégia de Sensibilização na Autoavaliação Institucional Utilizando Recursos de Realidade Aumentada"

Transcrição

1 Proposta de Estratégia de Sensibilização na Autoavaliação Institucional Utilizando Recursos de Realidade Aumentada Alex de Santana Rodrigues Colégio Pedro II Av. Bernardo de Vasconcelos, 941 Realengo Rio de Janeiro/RJ Rosa Amelita Sá M. Motta e Altemar Sales de Oliveira Universidade Federal do RJ Av. Horácio Macedo, 2030 Cid. Universitária, Rio de Janeiro/RJ e Andrea Luciane B. Pifanes Faetec RJ Av. Clarimundo de Melo, 842 Rio de Janeiro/RJ ABSTRACT This paper proposes a strategy of awareness using audiovisual resources and augmented reality for the FAETERJ-Rio institucional self assessment. For the preparation of the proposal it was developed a web environment simulating the FAETERJ-Rio institutional self assessment focusing on infrastructure dimension of the National Assessment of College Education Sinaes. In this web environment, participants also experienced the augmented reality technology, and after this they answered two questionnaires on institutional self-assessment and evaluation of the proposal. RESUMO Este trabalho apresenta uma proposta de estratégia de sensibilização utilizando recursos audiovisuais e de realidade aumentada para a autoavaliação institucional da FAETERJ-RIO. Para a elaboração da proposta foi desenvolvido um ambiente web simulando a autoavaliação institucional da FAETERJ-Rio com foco na dimensão infraestrutura do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - Sinaes. Os sujeitos da pesquisa fizeram uso do ambiente web da proposta e ao final responderam um questionário para avaliar a proposta. Os resultados do questionário mostraram que 84% dos participantes concordam totalmente que a realidade aumentada promoveu uma interação entre o participante e a autoavaliação e 61% concordam totalmente que após a experiência com a realidade aumentada o participante ficou interessado em participar da autoavaliação. Categories and Subject Descriptors H.5.1 [Multimedia Information Systems]: Animations, Artificial, augmented, and virtual realities, Audio input/output, Evaluation/methodology, Hypertext navigation and maps, Video. General Terms Measurement, Design, Experimentation, Human Factors. KeyWords Realidade Aumentada, Autoavaliação Institucional, SINAES. Permission to make digital or hard copies of all or part of this work for personal or classroom use is granted without fee provided that copies are not made or distributed for profit or commercial advantage and that copies bear this notice and the full citation on the first page. To copy otherwise, or republish, to post on servers or to redistribute to lists, requires prior specific permission and/or a fee. Conference 10, Month 1 2, 2010, City, State, Country. Copyright 2010 ACM /00/0010 $ INTRODUÇÃO A busca pela qualidade do ensino superior nas instituições de ensino superior - IES no Brasil originou a criação de uma lei federal específica que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES na qual dispõe de diretrizes para avaliar as instituições de educação superior, seus cursos e o desempenho dos estudantes [5]. A avaliação das instituições, descrita na lei do Sinaes como avaliação institucional, visa melhorar a qualidade da educação superior, identificar méritos e valores das instituições, orientar a expansão da oferta e promover a responsabilidade social das IES. O processo global de avaliação institucional das IES é composto por uma Avaliação Externa e outra Autoavaliação. A autoavaliação corresponde a um levantamento de dados da IES, conduzida pela Comissão Própria de Avaliação - CPA das IES, onde toda a comunidade acadêmica participa através de uma pesquisa, visando detectar diversos aspectos pedagógicos, administrativos, infraestrutura entre outros da instituição. Com relação a participação da comunidade acadêmica na autoavaliação institucional, a Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior - CONAES [9] orienta que as CPAs elaborem estratégias de sensibilização para estimular a participação na autoavaliação. As estratégias de sensibilização visam envolver toda a comunidade acadêmica na autoavaliação institucional. Uma das maiores dificuldades detectadas pelas CPAS das IES é a sensibilização da comunidade acadêmica para participar das autoavaliações institucionais [10]. Soluções tecnológicas numa sociedade que avança a cada dia em diversas pesquisas podem ser utilizadas como ferramentas de apoio nas estratégias de sensibilização das autoavaliações. A tecnologia de realidade aumentada (ambientes simulados com recursos computacionais) já vem sendo utilizada em diversas áreas. Para Tori [22] a realidade aumentada traz novos paradigmas de interação por meios de interfaces tangíveis, que ao serem manipuladas transmitem informações ao sistema virtual. Diante desse contexto será apresentada neste artigo uma proposta de estratégia de sensibilização com recursos de realidade aumentada para a participação da comunidade acadêmica de uma instituição pública na sua autoavaliação institucional. 2. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROBLEMA, RELEVÂNCIA E OBJETIVO Instituições públicas e privadas de ensino superior necessitam serem avaliadas com base nas diretrizes do Sinaes [5]. No âmbito 434

2 público existe uma recém criada instituição de ensino superior do Governo do Rio de Janeiro que está em processo de desenvolvimento de sua autoavaliação institucional. Desde a sua criação até o ano de 2008 não existia um projeto de autoavaliação institucional nesta instituição [11]. Nos anos de 2005 e 2006 houve a primeira autoavaliação institucional nesta instituição, sem seguir as orientações do Sinaes. No ano seguinte é elaborado o primeiro projeto de autoavaliação institucional seguindo as orientações do Sinaes [11], sem que efetivamente fosse executado. Com base nesse pequeno histórico de autoavaliações institucionais desta instituição, percebe-se que a mesma encontra-se numa fase gestacional no processo de autoavaliação, que este processo ainda não está consolidado e que há pouca participação da comunidade acadêmica. O Conaes orienta que as Comissões Próprias de Avaliação - CPAs elaborem estratégias de sensibilização [9] para estimular a participação da comunidade acadêmica na autoavaliação. Entende-se por estratégia a habilidade de dispor as coisas para alcançar a vitória [13], ou seja, são diversas ações pensadas e executadas para atingir metas. Reis et al [17] aponta em sua pesquisa o baixo número de participantes da comunidade acadêmica na autoavaliação da Universidade Federal de Viçosa/MG. Na autoavaliação executada pela universidade, apenas 9% da comunidade acadêmica participou da autoavaliação no segundo semestre de Numa pesquisa semelhante realizada por Polidori et al [15] podese observar também a baixa participação na autoavaliação institucional do Centro Universitário Metodista IPA/RS. Apenas 10% da comunidade acadêmica participou desta autoavaliação. Ainda no contexto de participação da comunidade acadêmica na autoavaliação, um relatório elaborado pelo INEP analisando uma amostra das autoavaliações institucionais recebidas das IES entre 2004 e 2008 [10], consta que os coordenadores das CPAs descrevem que as fragilidades encontradas na execução das autoavaliações são a falta de participação efetiva de alguns segmentos representativos e a dificuldade das CPAs em sensibilizar a comunidade acadêmica para participar da pesquisa de autoavaliação ([10], p. 97). De acordo com Andriola [4] um dos principais desafios que se apresenta na atuação dos membros da CPA é a sensibilização da comunidade interna. Isso porque o mesmo afirma que é preciso destruir o mito da avaliação presente no contexto educacional onde avaliação está relacionada à punição e estabelecimento de ranking. A sensibilização para participação na autoavaliação institucional tem por objetivo a tomada de consciência do sujeito quanto a sua importância no processo de construção e reconstrução da IES, onde o mesmo compartilha o espaço com os seus pares. Numa sociedade do conhecimento e informação, onde soluções tecnológicas avançam a cada dia, diversas pesquisas podem ser utilizadas como ferramentas de apoio nas estratégias de sensibilização das autoavaliações. Uma das tecnologias que vem sendo desenvolvida nos laboratórios nos últimos anos e ganhando espaço em diversas áreas como educação, entretenimento e publicidade é a tecnologia de realidade aumentada. Para Tori [22] a realidade aumentada traz novos paradigmas de interação. Os procedimentos mais tradicionais de interação entre usuário e sistemas computacionais ficam por conta de mouses, teclados e toques em tela e com a realidade aumentada essa interação acontece por meios de interfaces tangíveis, que ao serem manipuladas transmitem informações ao sistema virtual. No mercado publicitário, Lufti e Raposo [14] citam alguns exemplos de empresas que utilizam de realidade aumentada para promover uma interação entre os clientes e os produtos das empresas e consequentemente promover a venda de seus produtos. Diante desse contexto, a tecnologia de realidade aumentada apresenta-se num cenário favorável, como uma ferramenta para apoiar estratégias de sensibilização nesta instituição visto que esta autoavaliação ainda não está no cotidiano da instituição e não existe um conhecimento por parte da grande maioria da comunidade acadêmica deste processo. 3. SINAES: SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES foi instituído pela Lei nº , de 14 de abril de 2004 com intuito de descrever os procedimentos para avaliação das instituições de ensino superior IES, avaliação dos cursos e avaliação de desempenho dos estudantes. Os principais objetivos do SINAES são: possibilitar a melhora da qualidade da educação superior, orientar a expansão da oferta, promover a responsabilidade social das IES e identificar mérito e valor das instituições nas mais diversas áreas. Nesses nove anos de criação do SINAES, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP foi articulando parcerias com os Conselhos Estaduais de Educação, tendo como exemplo o convênio firmado com o Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro [18], a fim de consolidar a lei. O artigo 3º da lei do Sinaes, que trata da avaliação institucional, diz que essa avaliação tem por objetivo... identificar o seu perfil [instituição] e o significado de sua atuação, por meio de suas atividades, cursos, programas, projetos e setores, considerando as diferentes dimensões institucionais.... Consta ainda no artigo 3º, que para identificar o perfil e a atuação da instituição de ensino há a necessidade de verificar dez dimensões das IES. Dentre essas dimensões, fará parte do escopo deste trabalho a dimensão infraestrutura física, na qual estará incluída no ambiente web da proposta descrita mais a diante. A avaliação institucional é composta por duas modalidades: a) Avaliação Externa: É uma avaliação feita por uma comissão de especialistas designadas pelo Inep, sem qualquer ligação com a IES avaliada, na qual realiza visitas às IES com objetivo de verificar seu funcionamento. b) Autoavaliação: É uma avaliação interna realizada pela própria IES, conhecida como autoavaliação institucional. As autoavaliações institucionais são pesquisas na qual toda a comunidade acadêmica deve participar visando detectar diversos aspectos pedagógicos, administrativos, gerencial, infraestrutura, política, entre outros da instituição. A lei do SINAES, em seu artigo 11, define que as IES devem instituir suas Comissões Próprias de Avaliação - CPA, que terá como atribuições conduzir os processos de autoavaliação institucional da IES. A autoavaliação tem um caráter educativo e de melhoria da instituição ([19], pág. 105), propiciando uma reflexão sobre diversos aspectos da instituição, qual é o cenário atual e quais são os rumos da IES. 4. O USO DAS TICS NA AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DO SINAES Numa sociedade globalizada, dependente e consumidora de tecnologias, os recursos de tecnologia da informação e comunicação - TIC estão cada vez mais presentes e sendo 435

3 utilizadas para a gestão e administração das instituições de educação superior [3]. Uma pesquisa realizada por Souza e Souza [20] os mesmos analisaram algumas pesquisas que descrevem o uso das tecnologias da informação e comunicação como ferramentas de suporte na autoavaliação das IES. A pesquisa concluiu que o uso da TIC pelas IES como suporte na autoavaliação melhoraram a organização dos dados, agilidade, economia de tempo e recursos financeiros. Outra vantagem que a pesquisa também concluiu foi de que o uso das TICs podem abranger um número maior de participantes nas autoavaliações institucionais. Com relação ao uso das TICs apoiando a gestão e administração das IES, vale ressaltar a experiência da Universidade Presbiteriana Mackenzie com o uso do Ambiente Virtual de Aprendizagem - AVA Moodle apoiando a autoavaliação institucional [2]. A Universidade Presbiteriana Mackenzie criou um ambiente para a autoavaliação institucional no AVA Moodle para que os alunos da pós-graduação respondessem ao questionário visando respostas para compor a avaliação institucional global da instituição. 5. PRINCÍPIOS DE REALIDADE AUMENTADA Há muito tempo os códigos de barras são utilizados para armazenar informações simples, como por exemplo, a descrição e o valor de um produto. Os sequenciamentos das listras brancas com pretas podem armazenar essas informações de uma maneira simples e prática. A ideia de realidade aumentada surgiu com a evolução dos formatos de códigos de barras para os formados de códigos 2D (bidimensionais) para armazenar diversas informações de um objeto, como recursos de som, imagem, vídeo, posicionamento, etc. Esses códigos são chamados de QR CODE. São justamente esses códigos bidimensionais que permitem posicionar objetos virtuais que possam interagir com objetos reais, dando a ideia de realidade aumentada. Combinando os códigos de duas dimensões, dispositivos de captura de imagem e um software específico, podemos ter um ambiente de realidade aumentada. A realidade aumentada é uma tecnologia na qual se permite uma maior interação de objetos do mundo real com o mundo virtual. Na utilização da realidade aumentada os códigos bidimensionais são os marcadores, que são objetos reais que servem para posicionar os elementos virtuais no mundo real. Na realidade aumentada o usuário permanece no ambiente físico e real e o objeto virtual é transportado para o ambiente do usuário, onde o usuário pode interagir com o objeto virtual, sem a utilização de recursos avançados ou complexos e sem a necessidade de adaptação e treinamento para a sua utilização [23]. Na realidade aumentada é preciso criar objetos virtuais tridimensionais ou não tridimensionais, posicioná-los, mostrá-los no cenário real e manuseá-los, ocorrendo assim uma interação entre o usuário e objeto virtual no cenário real. Recursos de multimídia e recursos de realidade virtual (interação em tempo real e geração de imagens dos objetos virtuais) são elementos essenciais para a criação de um ambiente de realidade aumentada [23]. São necessários três componentes para a existência da realidade aumentada: marcadores (que possibilite a criação do objeto virtual), câmera (ou dispositivo que seja capaz de captar e transmitir imagem) e software (interpretar o sinal transmitido pela câmera), O procedimento para a experimentação da realidade aumentada acontece da seguinte forma: a) Posiciona-se o marcador em frente a câmera; b) A câmera captura o marcador e envia a imagem para o software; c) O software interpreta a imagem do marcador capturada pela câmera; d) O software processa a imagem capturada, interpreta e gera o objeto virtual; e) O monitor exibe o objeto virtual sobreposto ao marcador; Essa tecnologia vinculada a autoavaliação institucional pode criar um cenário favorável para a sensibilização da comunidade acadêmica na pesquisa, visto que a sensibilização para participação é uma das ações que precisa ser melhorada pelas CPAs [10]. 6. PROCESSING O Processing é uma linguagem de programação desenvolvida por Casey Reas e Benjamim Fry, do Massachusetts Institute of Technology. Além de uma linguagem de programação, o Processing também é um ambiente de desenvolvimento integrado [16] cujo objetivo é desenvolver projetos gráficos interativos e de animação. Com o passar do tempo o Processing tornou-se uma excelente ferramenta para o desenvolvimento de projetos de animação gráfica com interatividade, sem que os usuários tivessem a necessidade de possuir grandes conhecimentos de programação. O Processing é disponibilizado gratuitamente na internet nas versões Windows, Linux e MAC Os. Na programação de ambientes com o Processing, o programador tem a possibilidade de incluir nos códigos fonte um conjunto de rotinas ou funções denominada Dynamic Link Library (biblioteca de vínculo dinâmico) popularmente conhecida como DLL. As bibliotecas nada mais são do que arquivo(s) que fornecem código, dados ou rotinas para programas em execução no sistema operacional. A utilização das bibliotecas DLL facilita o trabalho do programador, uma vez que as rotinas ou funções necessárias já estão prontas, não tendo a necessidade de criar novas funções. 7. MÉTODOLOGIA, TÉCNICAS E FERRAMENTAS Este trabalho é um tipo de pesquisa aplicada e classifica-se, segundo seus objetivos, como uma pesquisa exploratória, por buscar a solução para um problema concreto [7] [1]. Quanto ao ambiente em que os dados foram coletados, esta pesquisa classifica-se como pesquisa de campo. A respeito da natureza dos dados esta pesquisa utilizou-se de uma abordagem quantitativa [12]. O cenário da pesquisa foi uma instituição pública de ensino superior que pertence ao governo do estado do Rio de Janeiro. Esta instituição conta atualmente com aproximadamente 440 alunos matriculados e possui uma biblioteca, uma sala multimídia e cinco salas de aulas chamadas de salas híbridas. Essas salas são um espaço compartilhado de sala de aula e laboratório, a fim de integrar-se com uma nova concepção de ensino tecnológico [21]. Os sujeitos da pesquisa foram 45 alunos que pertencem às turmas do turno da manhã dos cursos de graduação em análise de sistemas informatizados. Os alunos foram escolhidos seguindo um tipo de amostra probabilista [12] baseada na escolha aleatória dos entrevistados. O instrumento utilizado para coleta de dados foi o questionário. Quanto a forma do questionário este se apresenta com questões fechadas, classificada assim por Gil [8] pois... conferem maior uniformidade às respostas e podem ser facilmente processadas 436

4 (pg. 123), além de possibilitar o tratamento quantitativo dos dados e rapidez na aplicação da pesquisa [8]. Ainda neste questionário foi utilizada a escala de resposta psicométrica Likert ou escala Likert, onde os participantes indicam o grau de concordância ou discordância. Os dados relativos as respostas objetivas do questionário fechado foram tratados em termos dos seus percentis na forma de gráficos de barras utilizando o software Microsoft excel Ferramentas Utilizadas Softwares a) Processing versão para sistema operacional windows, juntamente com as bibliotecas Jmyron, Gsvideo e Simpleartoolkit; b) Quick Time Player versão 7.7.3; c) Basic Quick Time Vídeo versão 1.0.1; d) Windows Movie Maker versão 2012; e) Leawo Vídeo Converter versão ; f) NVU versão 1.0 PR; g) Google Form; h) Google Drive Hardwares a) Notebook HP EliteBook 8460p Intel Core i5 vpro 2.6 GHz, Memória Ram 4 GB, HD 700 GB, sistema operacional Windows 7 Professional 64 Bits, Câmera com resolução 640 x 480; b) Filmadora Sony Handycam DCR-SR68, 80 GB, Zoom 60 X. 8. DESCRIÇÃO DA PROPOSTA DE ESTRATÉGIA E DESENVOLVIMENTO A proposta de estratégia desenvolvida neste estudo teve por finalidade sensibilizar e despertar o interesse dos participantes da comunidade acadêmica na autoavaliação institucional promovendo uma interação entre o participante e a autoavaliação, por meio da utilização de realidade aumentada. As seguintes ações foram desenvolvidas para implementação: (a) criação de um vídeo de apresentação da sala híbrida, (b) integração e exibição do vídeo por meio da realidade aumentada e (c) desenvolvimento do ambiente web para a execução da estratégia. Para implementar esta proposta, foi criado um ambiente web de internet local para simular uma autoavaliação institucional com foco na dimensão Infraestrutura do Sinaes. Para construir esse ambiente web foi utilizado o software editor de páginas Html chamado NVU, por ser gratuito e ter interface simples. A figura abaixo representa o ambiente web construído para a proposta de estratégia. Neste ambiente o participante realizou as seguintes atividades: 1) experimentar a tecnologia de realidade aumentada; 2) responder ao questionário da autoavaliação institucional com foco na dimensão infraestrutura do Sinaes; 3) responder ao questionário para avaliar a proposta de estratégia. Na primeira atividade do ambiente web da proposta os participantes experimentaram o uso da tecnologia de realidade aumentada. Ao direcionarem o marcador para a câmera do notebook foi exibido um vídeo de 26 segundos da sala híbrida da instituição. Para a edição do vídeo foi utilizado o software Windows Movie Maker, pela compatibilidade com o sistema operacional e por ser gratuito. O software Leawo Vídeo Converter também foi utilizado para converter o formato de vídeo do Quick Time. Esse software foi escolhido por ser gratuito e pela facilidade de operar. Nesse vídeo foi exibido a infraestrutura da sala híbrida, a fim de auxiliar o participante da pesquisa a relembrar os detalhes da sala híbrida que ajudarão na composição da resposta do questionário da autoavaliação. O software de realidade aumentada Processing foi selecionado por ter uma interface simples de usar, oferecer suporte gratuito e possuir códigos prontos para serem reutilizados e adaptados. Juntamente com o Processing foram utilizadas as bibliotecas Jmyron, Gsvideo e Simpleartoolkit. Que permitem integração com a câmera, reprodução de vídeo e leitura de marcador. Também foram utilizados os softwares: Quick Time Player e Basic Quick Time Vídeo. Esses dois softwares foram escolhidos pela necessidade de compatibilidade de reprodução e captura de vídeo no Processing. Para que a câmera capturasse a imagem e exibisse o vídeo, foi necessário colocar o vídeo dentro da pasta "simpleartoolkit\demo02\data" e alterar algumas instruções do código. 9. FUNCIONAMENTO DO AMBIENTE E APLICAÇÃO DA PESQUISA A pesquisa foi aplicada nas dependências da instituição de ensino superior. O pesquisador esclareceu aos participantes o objetivo da pesquisa, como funciona a tecnologia de realidade aumentada e sobre a lei do Sinaes. Em seguida apresentou o ambiente web da proposta e quais eram as três etapas do ambiente que deveriam utilizar: (a) realidade aumentada, (b) questionário de autoavaliação institucional e (c) questionário de avaliação da proposta. No primeiro momento de utilização do ambiente web, os participantes receberam um marcador de realidade aumentada e após acessarem o ambiente web, direcionaram o marcador para a câmera do notebook. Foi então exibido no monitor do computador um vídeo da sala híbrida, mostrando informações sobre a sala híbrida e toda sua estrutura, conforme representado na figura abaixo. Logo da Instituição Figura 2. Vídeo sendo exibido por meio de realidade aumentada. Figura 1. Ambiente Web da proposta. Após a interação com a tecnologia da realidade aumentada, o participante acessou a segunda atividade onde foi direcionado ao 437

5 questionário da autoavaliação institucional. Nesta etapa os participantes responderam a cinco perguntas sobre a estrutura física das salas híbridas. Ao término da resposta do questionário da autoavaliação institucional sobre as salas híbridas, os participantes responderam ao questionário de avaliação da proposta, que também possui cinco perguntas fechadas. 10. RESULTADOS OBTIDOS Com a aplicação do questionário para os participantes da pesquisa, na terceira atividade do ambiente, foram coletados dados para avaliação da proposta de estratégia. Considerando as opções concordo totalmente e concordo parcialmente como favoráveis a implementação da proposta e não concordo totalmente e não concordo parcialmente como desfavoráveis a implementação da proposta, é possível analisar se a proposta pode ser integrada ao conjunto de outras estratégias adotadas pela instituição. A primeira pergunta consistiu em verificar se A experiência com realidade aumentada promoveu uma interação entre o participante e a autoavaliação institucional. 84% concordam totalmente; 11% concordam parcialmente e 5% escolheram a opção indiferente. Figura 5. Gráfico vídeo auxiliando na autoavaliação A quarta pergunta foi: o uso dos recursos audiovisual e realidade aumentada auxiliaram para entender o significado da autoavaliação. 45% concordam totalmente; 39% concordam parcialmente; 14% escolheram a opção indiferente e 2% não concordam parcialmente. Figura 6. Gráfico recursos auxiliando na autoavaliação Figura 3. Gráfico Interação por meio de realidade aumentada A segunda pergunta foi após a experiência com a realidade aumentada o participante ficou interessado em participar da autoavaliação. 61% concordam totalmente; 32% concordam parcialmente e 7% escolheram indiferente. Por fim, desejava-se verificar se após a experiência da autoavaliação com realidade aumentada participaria voluntariamente da próxima autoavaliação. 64% concordam totalmente; 27% concordam parcialmente e 9% apontaram indiferente como resposta. Figura 7. Gráfico participação voluntária após realidade aumentada Figura 4. Gráfico interessado na autoavaliação A terceira pergunta elaborada foi a exibição do vídeo sobre a infraestrutura auxiliou para responder a autoavaliação. 64% concordam parcialmente e 36% concordam totalmente; 11. CONSIDERAÇÕES FINAIS O trabalho aqui apresentado teve como motivação a baixa participação da comunidade acadêmica e a dificuldade em sensibilizar os participantes para a autoavaliação institucional [10]. A proposta consistiu em utilizar recursos de realidade aumentada para sensibilizar a participação da comunidade acadêmica na autoavaliação institucional. Os recursos audiovisual e realidade aumentada foram escolhidos para a proposta de estratégia de sensibilização por serem recursos de animação e interação que despertam o interesse dos participantes. 438

6 Foi desenvolvido um ambiente web com três atividades para os participantes utilizarem: experimentar a realidade aumentada, responder ao questionário de autoavaliação institucional e responder o questionário de avaliação da proposta. Ao final da pesquisa de avaliação da proposta aplicada aos participantes, pode-se perceber que todos os itens avaliados tiveram como maioria de respostas concordo totalmente ou concordo parcialmente. Nesse sentido verificou-se que a proposta possui um cenário favorável para ser implementada. A estratégia proposta neste trabalho contribuiu para auxiliar a instituição na execução de estratégias de sensibilização eficazes para promover a sensibilização na participação da autoavaliação institucional, além de confirmar que o uso da tecnologia de realidade aumentada é um recurso que desperta o interesse do participante para a realização da autoavaliação institucional. 12. REFERÊNCIAS [1] ABRANTES, J. (2011) Fazer monografia é moleza: o passo a passo de um trabalho científico. 3. ed. Rio de Janeiro: Wak Editora, [2] ALVES, D. A. & Cruz, M. L. I. G. da. A autoavaliação institucional na pós-graduação com o apoio do ambiente moodle. In: Seminário Moodle Moot, 2011, São Paulo. Anais Eletrônicos, São Paulo, 2011: UPM. [3] ANDRADE, R. O. B. de & Tachizawa, T. (2003) Tecnologias da Informação aplicadas às instituições de ensino e às universidades corporativas. São Paulo: Atlas, [4] ANDRIOLA, W. B. (2005) Desafios e necessidades que se apresentam às Comissões Próprias de Avaliação das Instituições de Educação Superior, visando à Implementação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. In: Ristoff, D. & Júnior, V. de P. A. (Orgs). Avaliação participativa: perspectivas e desafios. Brasília: p. [5] BRASIL. (2004) Lei , de 14 de abril de Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências. Diário Oficial da República Federal do Brasil, Poder Legislativo, Brasília, DF, 15 abr Seção 1, p. 3. [6] CHIZZOTTI, A. (1995) Pesquisa em ciências humanas e sociais. 6 ed - São Paulo: Cortez, [7] GIl, A. C. (2010) Como elaborar Projetos de Pesquisa 4. ed. São Paulo: Atlas, [8] GIL, A. C. (2008) Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. - São Paulo: Atlas, [9] INEP: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Roteiro de Autoavaliação Institucional: orientações gerais. (2004) Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior - CONAES. Brasília, [10] INEP: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Análise dos relatórios de autoavaliação das instituições de educação superior. (2011) Brasília - DF, Vol. 3, 2011; [11] IST: Proposta de autoavaliação institucional do IST Rio para o biênio Rio de Janeiro, Documento Eletrônico disponível no endereço eletrônico<http://www.faetec.rj.gov.br/istrio/images/regulamentos/projeto_auto_avaliacao_ist_rio_15_ 07_08_empdf.pdf> [12] LAKATOS, E. M. & MARCONI, M. de A. (2011) Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, [13] LUFT, C. P. (2005) Minidicionário Luft. 21ª Ed. São Paulo: Átila, [14] LUTFI, A. N. & RAPOSO, A. B. (2010) Realidade Aumentada e Publicidade: Até onde pode ir essa relação? VII Workshop de Realidade Virtual e Aumentada WRVA 2010, p São Paulo, Brasil, [15] POLIDORI, M. M., et Al. (2007) Avaliação institucional participativa. Campinas, jun Avaliação: revista da avaliação da educação superior [online]. 2007, Vol. 12, no. 2, pp [16] REAS, C.; FRY, B. (2010) Getting Started With Processing. 1. ed. California, USA Published by O'Reilly Media Inc., [17] REIS, C. Z. T., et Al. (2010) Autoavaliação em uma instituição federal de ensino superior: resultados e implicações. Avaliação: revista da avaliação da educação superior [Online]. 2010, Vol. 15, no. 3: pp , ISSN [18] RIO DE JANEIRO. Conselho Estadual de Educação. Deliberação CEE nº 296 de 28 de março de Dispõe sobre normas a serem observadas visando ao cumprimento do Convênio de Cooperação Técnica. Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 12 de abril de 2006, p. 26. [19] SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: da concepção à regulamentação. 2. ed. ampl. Brasília: INEP, p. [20] SOUZA, M. de & SOUZA, C. H. M. de. (2011) A utilização das ferramentas tecnológicas como instrumento facilitador de processos nas avaliações internas das instituições de ensino superior. InterSciencePlace Revista Científica Internacional. [online]. Edição 19, vol. 1. Outubro/dezembro, [21] SOUZA, R. C. de & SÁ, A. De L. H. de. (2007) A Mandala e a concepção pedagógica do ISTCC. In: MOTA, F. da S.; CAMPOS, M. F.; Goldschmidt, R. R. (Org.). A escola Mandala: uma nova concepção para o ensino tecnológico na rede Faetec. 2. ed. Rio de Janeiro: p [22] TORI, R. (2010) Educação sem distância: as tecnologias interativas na redução de distâncias em ensino e aprendizagem. 1 ed. São Paulo: Editora Senac São Paulo, [23] TORI, R. & KIRNER, C. & SISCOUTTO, R. (2006) Fundamentos e Tecnologia de Realidade Virtual e Aumentada. Livro do pré-simpósio VIII Symposium on Virtual Reality. Porto Alegre: Editora SBC Sociedade Brasileira de Computação,

PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006.

PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006. PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006. Aprova, em extrato, o Instrumento de Avaliação Externa de Instituições de Educação Superior do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES O MINISTRO

Leia mais

FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013

FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013 FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013 Sete Lagoas Março de 2014 Sumário 1. DADOS DA INSTITUIÇÃO... 4 1.1. Composição da Comissão

Leia mais

INICIAÇÃO Revista Eletrônica de Iniciação Científica, Tecnológica e Artística

INICIAÇÃO Revista Eletrônica de Iniciação Científica, Tecnológica e Artística HOLOFACE Programação de Simulação de Interfaces Interativas Aluno: Leandro Santos Castilho 1 Orientador: Romero Tori 2 Linha de Pesquisa: Ambientes Interativos Projeto: Livro 3D Resumo Os conceitos de

Leia mais

Virtualização: Uma analise de desempenho das soluções mais utilizadas do mercado.

Virtualização: Uma analise de desempenho das soluções mais utilizadas do mercado. Virtualização: Uma analise de desempenho das soluções mais utilizadas do mercado. Marcelo Souto Maior Thyago Cortêz CST-FMN Recife-PE +55 81 88054131 thyagocortez8030@gmail.com Filipe Cabral Hugo Leonardo

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS BRASILEIRAS E PORTUGUESAS

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS BRASILEIRAS E PORTUGUESAS 1 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS BRASILEIRAS E PORTUGUESAS São Carlos SP Abril 2011 Euro Marques Júnior USP eurojr@uol.com.br Educação Universitária Serviços

Leia mais

A Função da Comissão Própria de Avaliação (CPA) em uma Instituição de Ensino Superior. Prof. Marcílio A. F. Feitosa

A Função da Comissão Própria de Avaliação (CPA) em uma Instituição de Ensino Superior. Prof. Marcílio A. F. Feitosa A Função da Comissão Própria de Avaliação (CPA) em uma Instituição de Ensino Superior Prof. Marcílio A. F. Feitosa Avaliação das Instituições de Educação Superior A Avaliação Institucional é um dos componentes

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EM MATO GROSSO DO SUL: A RELAÇÃO ENTRE O SISTEMA NACIONAL E O SISTEMA ESTADUAL

AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EM MATO GROSSO DO SUL: A RELAÇÃO ENTRE O SISTEMA NACIONAL E O SISTEMA ESTADUAL AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EM MATO GROSSO DO SUL: A RELAÇÃO ENTRE O SISTEMA NACIONAL E O SISTEMA ESTADUAL Resumo Marianne Pereira Souza - UFGD marianne-souza@hotmail.com Giselle Cristina Martins Real

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação UF: DF Superior. ASSUNTO: Instrumentos de avaliação para credenciamento

Leia mais

Comunicação digital da moda - Relato de uma experiência de concepção e desenvolvimento de um curso a distância

Comunicação digital da moda - Relato de uma experiência de concepção e desenvolvimento de um curso a distância Comunicação digital da moda - Relato de uma experiência de concepção e desenvolvimento de um curso a distância Camila Barth Paiva Centro Universitário Ritter dos Reis Programa de Pós-Graduação em Design

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância - Dresead Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS IPITANGA FACIIP UNIDADE BAIANA DE ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO - UNIBAHIA PERÍODO 2015/2017. Lauro de Freitas - Bahia

FACULDADES INTEGRADAS IPITANGA FACIIP UNIDADE BAIANA DE ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO - UNIBAHIA PERÍODO 2015/2017. Lauro de Freitas - Bahia FACULDADES INTEGRADAS IPITANGA FACIIP UNIDADE BAIANA DE ENSINO PESQUISA E ETENSÃO - UNIBAHIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE AUTOAVALIAÇÃO PERÍODO 2015/2017 Lauro de Freitas

Leia mais

Tabela 1 - Tabela 2 - Tabela 3 -

Tabela 1 - Tabela 2 - Tabela 3 - Elaborar cursos de capacitação aplicada ao NAPNE; Sistematizar as atividades propostas pela comunidade educativa para atendimento das PNEEs; Elaborar instrumentos de avaliação que sejam abrangentes e criteriosos

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE AUTORIA PARA A GERAÇÃO DE CONTEÚDOS ON-LINE. Maio/2005 023-TC-C5

PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE AUTORIA PARA A GERAÇÃO DE CONTEÚDOS ON-LINE. Maio/2005 023-TC-C5 1 PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE AUTORIA PARA A GERAÇÃO DE CONTEÚDOS ON-LINE Maio/2005 023-TC-C5 Viviane Guimarães Ribeiro Universidade de Mogi das Cruzes vivianegr@yahoo.com.br Saulo Faria Almeida Barretto

Leia mais

AUTOAVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNISC. Ana Karin Nunes* Rosângela Gabriel** Christian Ricardo Rohr* Maria Elisa Baumhardt**

AUTOAVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNISC. Ana Karin Nunes* Rosângela Gabriel** Christian Ricardo Rohr* Maria Elisa Baumhardt** AUTOAVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNISC Ana Karin Nunes* Rosângela Gabriel** Christian Ricardo Rohr* Maria Elisa Baumhardt** * Assessoria de Avaliação Institucional da Universidade de Santa

Leia mais

PLANO DE AÇÃO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO

PLANO DE AÇÃO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO PLANO DE AÇÃO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO 2014 APRESENTAÇÃO O Plano de Ação ora apresentado planeja o processo da Autoavaliação Institucional, que vem se consolidando na Faculdade Norte Capixaba de São

Leia mais

Avaliação de Interfaces: Aplicação de método de comunicabilidade no ambiente amadeus

Avaliação de Interfaces: Aplicação de método de comunicabilidade no ambiente amadeus Avaliação de Interfaces: Aplicação de método de comunicabilidade no ambiente amadeus Jakeline Soares de Lima Josefa Marciele Ferreira do Ariane Nunes Rodrigues Victor Afonso dos Santos jakelline29@gmail.com

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTAS DE APOIO AO ENSINO EM AMBIENTES VIRTUAIS 3D

DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTAS DE APOIO AO ENSINO EM AMBIENTES VIRTUAIS 3D CESAR DA CONCEIÇÃO RODRIGUES FILHO DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTAS DE APOIO AO ENSINO EM AMBIENTES VIRTUAIS 3D Projeto de Pesquisa para ingresso no programa de Iniciação Científica da Universidade Municipal

Leia mais

SIC 56/07. Belo Horizonte, 8 de novembro de 2007.

SIC 56/07. Belo Horizonte, 8 de novembro de 2007. SIC 56/07 Belo Horizonte, 8 de novembro de 2007. 1. DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO, PELO INEP, DOS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO PARA O CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR E SEUS PÓLOS DE APOIO

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA: DIFERENTES TECNOLOGIAS NA ESCOLA

REALIDADE AUMENTADA: DIFERENTES TECNOLOGIAS NA ESCOLA 110. ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA REALIDADE AUMENTADA: DIFERENTES

Leia mais

Acessibilidade Educacional com Realidade Aumentada

Acessibilidade Educacional com Realidade Aumentada Acessibilidade Educacional com Realidade Aumentada Ewerton Daniel de Lima 1, Fabiano Utiyama 1, Daniela Eloise Flôr 1 1 UNIPAR Universidade Paranaense ewertondanieldelima@hotmail.com,{fabianoutiyama, danielaflor}@unipar.br

Leia mais

Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre PLANO PLURIANUAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (2014-2017)

Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre PLANO PLURIANUAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (2014-2017) Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre PLANO PLURIANUAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (2014-2017) Setembro de 2014 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. JUSTIFICATIVA... 5 3. OBJETIVOS DA AVALIAÇÃO...

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

AFRE. a. ( ) Instalando um programa gerenciador de carregamento, como o LILO ou o GRUB. a. ( ) Data Werehouse ; Internet ; Linux

AFRE. a. ( ) Instalando um programa gerenciador de carregamento, como o LILO ou o GRUB. a. ( ) Data Werehouse ; Internet ; Linux 1. De que forma é possível alterar a ordem dos dispositivos nos quais o computador procura, ao ser ligado, pelo sistema operacional para ser carregado? a. ( ) Instalando um programa gerenciador de carregamento,

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve:

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve: >PORTARIA Nº 2.051, DE 9 DE JULHO DE 2004 Regulamenta os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído na Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004.

Leia mais

AMBIENTE VIRTUAL DE APOIO AO ALUNO Pesquisa em andamento: resultados preliminares

AMBIENTE VIRTUAL DE APOIO AO ALUNO Pesquisa em andamento: resultados preliminares AMBIENTE VIRTUAL DE APOIO AO ALUNO Pesquisa em andamento: resultados preliminares Denis Lacerda Paes 1 ; Angelo Augusto Frozza 2 RESUMO O trabalho apresentado visa desenvolver uma aplicação baseada em

Leia mais

ORIENTADOR(ES): JEFFERSON ANTONIO RIBEIRO PASSERINI, MARIA BETÂNIA RICCI BOER

ORIENTADOR(ES): JEFFERSON ANTONIO RIBEIRO PASSERINI, MARIA BETÂNIA RICCI BOER Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: REALIDADE AUMENTADA APLICADA A PUBLICIDADE CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

Leia mais

PROJETO DA CPA 1 DADOS DA INSTITUIÇÃO. Nome: Faculdade São Salvador Código: 2581 Caracterização: Instituição privada com fins lucrativos

PROJETO DA CPA 1 DADOS DA INSTITUIÇÃO. Nome: Faculdade São Salvador Código: 2581 Caracterização: Instituição privada com fins lucrativos PROJETO DA CPA Em atendimento ao que dispõe a Lei 10.861, de 14 de abril de 2004 que institui a obrigatoriedade da Avaliação Institucional e por entender a importância do SINAES para o desenvolvimento

Leia mais

PROJETO INFORMÁTICA NA ESCOLA

PROJETO INFORMÁTICA NA ESCOLA EE Odilon Leite Ferraz PROJETO INFORMÁTICA NA ESCOLA AULA 1 APRESENTAÇÃO E INICIAÇÃO COM WINDOWS VISTA APRESENTAÇÃO E INICIAÇÃO COM WINDOWS VISTA Apresentação dos Estagiários Apresentação do Programa Acessa

Leia mais

Formação de professores conteuditas para produção de materiais didáticos da Educação a Distância

Formação de professores conteuditas para produção de materiais didáticos da Educação a Distância Formação de professores conteuditas para produção de materiais didáticos da Educação a Distância Rosemary Pessoa Borges Avenida Sen. Salgado Filho, 1559, Tirol. Natal - RN I CEP 59015-000 +55 (084) 3092-8938

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação em Direito (presencial e a distância)

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação em Direito (presencial e a distância) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP

Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES (Lei 10.681/2004) tem o propósito de promover a melhoria da educação superior no Brasil....assegurar

Leia mais

AVALIAÇÃO, GESTÃO E QUALIDADE NO ENSINO SUPERIOR AS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS

AVALIAÇÃO, GESTÃO E QUALIDADE NO ENSINO SUPERIOR AS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS AVALIAÇÃO, GESTÃO E QUALIDADE NO ENSINO SUPERIOR AS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS Fernanda de Cássia Rodrigues Pimenta UNICID 1 fernanda@educationet.com.br Prof. Dra. Celia Maria Haas UNICID 2 celiamhaas@uol.com.br

Leia mais

18/05/2009. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Departamento de Engenharia de Produção. Technology Roadmapping André Leme Fleury

18/05/2009. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Departamento de Engenharia de Produção. Technology Roadmapping André Leme Fleury Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Produção Sistemas de Informação Ambientes Virtuais para Ensino da Engenharia de Produção Prof. Dr. André Leme Fleury Apresentação

Leia mais

Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle

Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle No INSEP, o ambiente virtual de aprendizagem oferecido ao acadêmico é o MOODLE. A utilização dessa ferramenta é fundamental para o sucesso das atividades em EAD,

Leia mais

9º Congresso de Pós-Graduação AGENTE PARA MEDIAÇÃO DE APRENDIZAGEM ELETRÔNICA

9º Congresso de Pós-Graduação AGENTE PARA MEDIAÇÃO DE APRENDIZAGEM ELETRÔNICA 9º Congresso de Pós-Graduação AGENTE PARA MEDIAÇÃO DE APRENDIZAGEM ELETRÔNICA Autor(es) MICHELE CRISTIANI BARION FREITAS Orientador(es) CECÍLIA SOSA ARIAS PEIXOTO 1. Introdução A partir de ferramentas

Leia mais

CAPTURA SINCRONIZADA DE VÍDEO NO ENSINO DE CIÊNCIAS

CAPTURA SINCRONIZADA DE VÍDEO NO ENSINO DE CIÊNCIAS CAPTURA SINCRONIZADA DE VÍDEO NO ENSINO DE CIÊNCIAS INTRODUÇÃO A imagem e o áudio têm ocupado cada vez mais espaço na constituição e expressão do conhecimento humano, seja no âmbito da informação, do entretenimento

Leia mais

Britannica Escola Online. Manual de Treinamento

Britannica Escola Online. Manual de Treinamento Britannica Escola Online Manual de Treinamento 1 ÍNDICE Conhecendo a Britannica Escola Online...3 Como Acessar a Britannica Escola Online...3 Página Inicial da Britannica Escola Online...4 Área de Pesquisa...4

Leia mais

Designer gráfico. elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade

Designer gráfico. elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade Rubens de Souza Designer gráfico O designer gráfico desenvolve projetos ou planejamentos a partir de elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade específica de atingir

Leia mais

Tópicos Especiais em Informática. Msc. Márcio Alencar

Tópicos Especiais em Informática. Msc. Márcio Alencar Tópicos Especiais em Informática Msc. Márcio Alencar Recursos Certamente, um dos atrativos do chamado e- Learning (ou ensino á distância com uso de ferramentas computacionais/eletrônicas), são os novos

Leia mais

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Faculdade Educacional da Lapa 1 FAEL RESULTADOS - AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012 O referido informativo apresenta uma súmula dos resultados da autoavaliação institucional, realizada no ano de 2012, seguindo

Leia mais

3.1. Sensibilização CPA para novos coordenadores de ensino contratados

3.1. Sensibilização CPA para novos coordenadores de ensino contratados PLANO DE TRABALHO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO CPA GESTÃO 2012 1 SUMÁRIO 1. MEMBROS COMPONENTES DA CPA GESTÃO 2012... 03 2. INTRODUÇÃO... 03 3. PLANO DE TRABALHO GESTÃO 2012... 03 3.1. Sensibilização

Leia mais

MICROSOFT POWER POINT 2003

MICROSOFT POWER POINT 2003 MICROSOFT POWER POINT 2003 APOSTILA PAGINAS.TERRA.COM.BR/EDUCACAO/INFOCAO 1 Sumário Software de Apresentação 03 Exemplos de Software de Apresentação 04 Considerações para uma boa Apresentação 05 Apresentações

Leia mais

Leis Federais. LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências

Leis Federais. LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta

Leia mais

SOCIEDADE ROLIMOURENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA S/C FACULDADE DE ROLIM DE MOURA FAROL. Relatório de auto-avaliação da Faculdade de Rolim de Moura

SOCIEDADE ROLIMOURENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA S/C FACULDADE DE ROLIM DE MOURA FAROL. Relatório de auto-avaliação da Faculdade de Rolim de Moura 1 SOCIEDADE ROLIMOURENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA S/C FACULDADE DE ROLIM DE MOURA FAROL Relatório de auto-avaliação da Faculdade de Rolim de Moura Rolim de Moura, 2010 2 RESUMO O relatório, ora apresentado,

Leia mais

Palavras-chave: Educação Superior. Avaliação. Gestão. Qualidade.

Palavras-chave: Educação Superior. Avaliação. Gestão. Qualidade. AVALIAÇÃO, GESTÃO E QUALIDADE NO ENSINO SUPERIOR AS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS Fernanda de Cássia Rodrigues Pimenta UNICID 1 fernanda@educationet.com.br Prof. Dra. Celia Maria Haas UNICID 2 celiamhaas@uol.com.br

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS Kelly Cristina de Oliveira 1, Júlio César Pereira 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil kristhinasi@gmail.com,

Leia mais

Santa Cruz do Sul, outubro de 2015.

Santa Cruz do Sul, outubro de 2015. MANUAL DO USUÁRIO Santa Cruz do Sul, outubro de 2015. Adilson Ben da Costa & Ederson Luis Posselt Programa de Pós-graduação em Sistemas e Processos Industriais, Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC),

Leia mais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

Plano de Ação da Comissão Própria de Avaliação (CPA) do Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos (ITPAC/Porto) para o triênio 2014-2016

Plano de Ação da Comissão Própria de Avaliação (CPA) do Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos (ITPAC/Porto) para o triênio 2014-2016 Plano de Ação da Comissão Própria de Avaliação (CPA) do Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos (ITPAC/Porto) para o triênio 2014-2016 Porto Nacional, 27 de Agosto de 2014 1 Conteúdo 1.1 Mantenedora...

Leia mais

Consultoria para desenvolvimento de estratégias de treinamento on-line

Consultoria para desenvolvimento de estratégias de treinamento on-line 1 2 A HIPOCAMPUS é uma empresa de consultoria em comunicação e ensino digital com foco nos profissionais de saúde. Estamos prontos a auxiliar empresas dos diferentes segmentos da área de saúde a estabelecer

Leia mais

FACULDADE DE MACAPÁ - FAMA REGIMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA

FACULDADE DE MACAPÁ - FAMA REGIMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Diretoria de Documentos e Gestão Matricial de CPA FACULDADE DE MACAPÁ - FAMA REGIMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA Macapá - 2015 Rodrigo Galindo Presidente

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Portaria nº 808, de 8 de junho de 00. Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. O MINISTRO DE

Leia mais

Realidade Aumentada Aplicada em Jogos Educacionais

Realidade Aumentada Aplicada em Jogos Educacionais Realidade Aumentada Aplicada em Jogos Educacionais Ezequiel Roberto Zorzal 1, Alexandre Cardoso 1, Claudio Kirner 2, Edgard Lamounier Júnior 1 1 Programa de Pós Graduação em Engenharia Elétrica - Universidade

Leia mais

Indicie. 1.Introdução...1. 2.Como Surgiu...2. 3.Para que serve...3. 4.Instalação...3. 5. Oque ele permite fazer...5. 6. Primeiro Cenário...

Indicie. 1.Introdução...1. 2.Como Surgiu...2. 3.Para que serve...3. 4.Instalação...3. 5. Oque ele permite fazer...5. 6. Primeiro Cenário... Artigo sobre Indicie 1.Introdução....1 2.Como Surgiu....2 3.Para que serve....3 4.Instalação....3 5. Oque ele permite fazer....5 6. Primeiro Cenário....6 7. Segundo Cenário....7 8. Conclusão....8 5. Referencias....9

Leia mais

COMPETENCIAS E CONHECIMENTOS NECESSÁRIOS AO GESTOR ESCOLAR NA PROMOÇÃO DAS

COMPETENCIAS E CONHECIMENTOS NECESSÁRIOS AO GESTOR ESCOLAR NA PROMOÇÃO DAS 1 COMPETENCIAS E CONHECIMENTOS NECESSÁRIOS AO GESTOR ESCOLAR NA PROMOÇÃO DAS Curitiba Pr - Maio - 2014 Mary Natsue Ogawa - Centro Universitário Internacional Uninter - Mary.o@grupouninter.com.br Classe

Leia mais

HISTÓRICO DAS AVALIAÇÕES INSTITUCIONAIS E DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ATENAS

HISTÓRICO DAS AVALIAÇÕES INSTITUCIONAIS E DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ATENAS HISTÓRICO DAS AVALIAÇÕES INSTITUCIONAIS E DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ATENAS O processo de avaliação institucional foi desenvolvido pela comunidade acadêmica da Faculdade Atenas, com o intuito

Leia mais

As tecnologias Informacionais e Comunicacionais (TIC) como instrumento de experimentação e investigação matemática¹

As tecnologias Informacionais e Comunicacionais (TIC) como instrumento de experimentação e investigação matemática¹ As tecnologias Informacionais e Comunicacionais (TIC) como instrumento de experimentação e investigação matemática¹ Ana Caroline Lazaro Stoppa², Idalci Cruvinel dos Reis³ ¹Pesquisa realizada por acadêmica

Leia mais

Virtualização - Montando uma rede virtual para testes e estudos de serviços e servidores

Virtualização - Montando uma rede virtual para testes e estudos de serviços e servidores Virtualização - Montando uma rede virtual para testes e estudos de serviços e servidores Este artigo demonstra como configurar uma rede virtual para ser usada em testes e estudos. Será usado o VirtualBox

Leia mais

ADMINISTRAÇÃODEREDES BASEADASEM LINUX. SalvadorAlvesdeMeloJúnioreIsmaelSouzaAraújo

ADMINISTRAÇÃODEREDES BASEADASEM LINUX. SalvadorAlvesdeMeloJúnioreIsmaelSouzaAraújo ADMINISTRAÇÃODEREDES BASEADASEM LINUX SalvadorAlvesdeMeloJúnioreIsmaelSouzaAraújo INFORMAÇÃOECOMUNICAÇÃO Autor Salvador Alves de Melo Júnior e Ismael Souza Araújo Salvador Alves de Melo Júnior: Mestre

Leia mais

Caracterização da Modelagem de Ambientes de Aprendizagem a distância

Caracterização da Modelagem de Ambientes de Aprendizagem a distância Caracterização da Modelagem de Ambientes de Aprendizagem a distância Adja F. de Andrade adja@inf.pucrs.br 1 Beatriz Franciosi bea@inf.pucrs.br Adriana Beiler 2 adrianab@inf.pucrs.br Paulo R. Wagner prwagner@inf.pucrs.br

Leia mais

Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES Principais aspectos

Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES Principais aspectos INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES Principais aspectos XIX SEMINÁRIO

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia (presencial e a distância)

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia (presencial e a distância) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DE COLABORADORES PQC ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR MÓDULO 1: GESTÃO ACADÊMICA DE IES

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DE COLABORADORES PQC ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR MÓDULO 1: GESTÃO ACADÊMICA DE IES MÓDULO 1: GESTÃO ACADÊMICA DE IES Educação Superior no Brasil: cenários e tendências Conceitos e concepções de universidade; aspectos históricos da educação superior no Brasil; a reforma da educação superior

Leia mais

MOODLE é o acrónimo de "Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment. Executado em um AVA - Ambiente Virtual de Apresendizagem;

MOODLE é o acrónimo de Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment. Executado em um AVA - Ambiente Virtual de Apresendizagem; MOODLE é o acrónimo de "Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment Software livre, de apoio à aprendizagem; Executado em um AVA - Ambiente Virtual de Apresendizagem; A expressão designa ainda

Leia mais

DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO:

DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 6/5/2009, Seção 1, Pág. 11. Portaria n 427, publicada no D.O.U. de 6/5/2009, Seção 1, Pág. 11 - Republicada. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO

Leia mais

JULIO CANDIDO DE MEIRELLES JUNIOR

JULIO CANDIDO DE MEIRELLES JUNIOR AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FUNDAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL

Leia mais

PROGRAMA DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (PAAI):

PROGRAMA DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (PAAI): UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (PAAI): uma reflexão sobre o 1 o Ciclo 2004 a 2009 Prof a. Silvia Modesto Nassar silvia@inf.ufsc.br Laboratório de Tecnologias

Leia mais

RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO DA FACULDADE DE ROLIM DE MOURA (FAROL)

RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO DA FACULDADE DE ROLIM DE MOURA (FAROL) 1 RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO DA FACULDADE DE ROLIM DE MOURA (FAROL) Rolim de Moura 2014 2 RESUMO O relatório apresentado é o resultado do processo auto avaliativo desta Instituição, realizado pela Comissão

Leia mais

Sistema Solar com Realidade Aumentada

Sistema Solar com Realidade Aumentada Sistema Solar com Realidade Aumentada Eduardo S. Okawa, Claudio Kirner, Tereza G. Kirner ICE / DMC / UNIFEI - Universidade Federal de Itajubá dudu.unifei@gmail.com, ckirner@gmail.com, tgkirner@gmail.com

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL LUIZ SOARES ANDRADE PLANO DE AÇÃO 2015

ESCOLA ESTADUAL LUIZ SOARES ANDRADE PLANO DE AÇÃO 2015 ESCOLA ESTADUAL LUIZ SOARES ANDRADE PLANO DE AÇÃO 2015 NOVA ANDRADINA MS MARÇO DE 2015 ESCOLA ESTADUAL LUIZ SOARES ANDRADE PLANO DE AÇÃO 2015 Plano de ação a ser desenvolvido no ano letivo de 2015, pelo

Leia mais

Christiane dos Santos PEREIRA*, Samuel Pereira DIAS, Gabriel da SILVA Centro Federal de Educação Tecnológica de Bambuí-MG

Christiane dos Santos PEREIRA*, Samuel Pereira DIAS, Gabriel da SILVA Centro Federal de Educação Tecnológica de Bambuí-MG A UTILIZAÇÃO DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM COMO FERRAMENTA DE APOIO AO ENSINO PRESENCIAL: estudos preliminares e proposta de uma metodologia de implantação no CEFET-Bambuí Christiane dos Santos

Leia mais

Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Serviço Federal de Processamento de Dados SERPRO Universidade Corporativa Ministério da Fazenda Responsável: Margareth Alves de Almeida - Chefe

Leia mais

FACULDADE LEGALE RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO

FACULDADE LEGALE RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO FACULDADE LEGALE RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2013 DE ACORDO COM O MODELO DO: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - COMISSÃO NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR CONAES/INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

Ministério da Educação

Ministério da Educação Página 1 de 25 Ministério da Educação Nº 1229 - Segunda feira, 21 de junho de 2010 Gabinete do Ministro - Portaria nº 807, de 18 de junho de 2010 Gabinete do Ministro - Portaria nº 808, de 18 de junho

Leia mais

MEC. INEP. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO. REVISÃO - III

MEC. INEP. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO. REVISÃO - III SIC 38/10* Belo Horizonte, 3 de dezembro de 2010. MEC. INEP. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO. REVISÃO - III O MEC publicou a Portaria nº 1326, de 18/11/2010 (ver íntegra do texto abaixo). É preciso ser mágico

Leia mais

O Sistema de Controle de Egressos utilizado pelo Instituto Metodista Granbery: uma ferramenta de acompanhamento e relacionamento

O Sistema de Controle de Egressos utilizado pelo Instituto Metodista Granbery: uma ferramenta de acompanhamento e relacionamento Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery http://re.granbery.edu.br - ISSN 1981 0377 Curso de Sistemas de Informação - N. 7, JUL/DEZ 2009 O Sistema de Controle de Egressos utilizado pelo Instituto

Leia mais

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação

Leia mais

CONHECENDO O SCRATCH E SUAS POTENCIALIDADES PEDAGÓGICAS

CONHECENDO O SCRATCH E SUAS POTENCIALIDADES PEDAGÓGICAS CONHECENDO O SCRATCH E SUAS POTENCIALIDADES PEDAGÓGICAS ANDREA DA SILVA MARQUES RIBEIRO andrea.marques@gmail.com INSTITUTO DE APLICAÇÃO FERNANDO RODRIGUES DA SILVEIRA (CAP-UERJ) FERNANDO DE BARROS VASCONCELOS

Leia mais

ÚNICA EDUCACIONAL LTDA FACULDADE ÚNICA DE IPATINGA PROJETO DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

ÚNICA EDUCACIONAL LTDA FACULDADE ÚNICA DE IPATINGA PROJETO DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ÚNICA EDUCACIONAL LTDA FACULDADE ÚNICA DE IPATINGA PROJETO DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Março de 2015 SISTEMA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL A avaliação é entendida pela Faculdade Única de Ipatinga como um processo

Leia mais

Localização Geográfica no Google Maps com o Auxílio de Redes Wireless

Localização Geográfica no Google Maps com o Auxílio de Redes Wireless Localização Geográfica no Google Maps com o Auxílio de Redes Wireless Henrique G. G. Pereira 1, Marcos L. Cassal 1, Guilherme Dhein 1, Tarcízio R. Pinto 1 1 Centro Universitário Franciscano (UNIFRA) Rua

Leia mais

PRONTO EDUCAÇÃO PLANO DE GESTÃO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA

PRONTO EDUCAÇÃO PLANO DE GESTÃO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI LAUREATE INTERNACIONAL EDUCATION Klaibert Miranda Jacqueline Cícera Florêncio dos Santos Valter Garoli Mariana Estima do Nascimento PRONTO EDUCAÇÃO PLANO DE GESTÃO DE EDUCAÇÃO

Leia mais

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Abril de 2012 Página 1 de 11 Sumário Introdução 3 Justificativa 5 Objetivos 6 Metodologia 7 Dimensões de

Leia mais

APLICAÇÕES INTERATIVAS EDUCATIVAS UTILIZANDO REALIDADE VIRTUAL E AUMENTADA

APLICAÇÕES INTERATIVAS EDUCATIVAS UTILIZANDO REALIDADE VIRTUAL E AUMENTADA Revista F@pciência, Apucarana-PR, ISSN 1984-2333, v.4, n. 7, p. 61 69, 2009. 61 APLICAÇÕES INTERATIVAS EDUCATIVAS UTILIZANDO REALIDADE VIRTUAL E AUMENTADA Aluna. Aryanne Consolaro (FAP) Aluno. Márcio de

Leia mais

Potencialidades Tecnológicas e Educacionais - Parte II

Potencialidades Tecnológicas e Educacionais - Parte II UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA V SEMINÁRIO DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE Patric da Silva Ribeiro patricribeiro@unipampa.edu.br Maicon Isoton maiconisoton@gmail.com Potencialidades Tecnológicas

Leia mais

INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EXTERNA

INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EXTERNA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior CONAES Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior

Leia mais

Relatório Parcial de Autoavaliação Institucional. Ciclo Avaliativo 2013 2015

Relatório Parcial de Autoavaliação Institucional. Ciclo Avaliativo 2013 2015 Relatório Parcial de Autoavaliação Institucional Ciclo Avaliativo 2013 2015 Cascavel 2014 CPA Comissão Própria de Avaliação Presidente Prof. Gelson Luiz Uecker Representante Corpo Docente Profa. Anália

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS CAMPUS MACEIÓ PROJETO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA. Maceió, 2013.

FACULDADE PITÁGORAS CAMPUS MACEIÓ PROJETO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA. Maceió, 2013. PROJETO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA Maceió, 2013. SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 1. HISTÓRICO DO GRUPO 2. DIREÇÃO 3. MISSÃO INSTITUCIONAL 4. VISÃO INSTITUCIONAL 5. FACULDADE PITÁGORAS 6. A COMISSÃO PRÓPRIA

Leia mais

SENAI São Lourenço do Oeste. Introdução à Informática. Adinan Southier Soares

SENAI São Lourenço do Oeste. Introdução à Informática. Adinan Southier Soares SENAI São Lourenço do Oeste Introdução à Informática Adinan Southier Soares Informações Gerais Objetivos: Introduzir os conceitos básicos da Informática e instruir os alunos com ferramentas computacionais

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Modalidade Online

EDITAL DE SELEÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Modalidade Online EDITAL DE SELEÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Modalidade Online DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR Regulamentação de Pós-Graduação Lato Sensu e Ato de Credenciamento Institucional para Oferta de Curso de Pós-Graduação

Leia mais

Palavras-chave: Transição acadêmico-profissional; formação em Psicologia; mercado de trabalho.

Palavras-chave: Transição acadêmico-profissional; formação em Psicologia; mercado de trabalho. 1 FORMAÇÃO, INSERÇÃO E ATUAÇÃO PROFISSIONAL NA PERSPECTIVA DOS EGRESSOS DE UM CURSO DE PSICOLOGIA. BOBATO, Sueli Terezinha, Mestre em Psicologia pela UFSC, Docente do Curso de Psicologia na Universidade

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES CREDENCIAMENTO DE PÓLO DE APOIO PRESENCIAL PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES CREDENCIAMENTO DE PÓLO DE APOIO PRESENCIAL PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância - Dresead Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Leia mais

DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS. Maio/2005 216-TC-C3

DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS. Maio/2005 216-TC-C3 1 DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS Maio/2005 216-TC-C3 José Antonio Gameiro Salles UNISUAM / CCET / Desenv. de Softwares & UNISUAM/LAPEAD - antoniosalles@gmail.com

Leia mais