MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DECEx - DEE - DEPA ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DO EXÉRCITO E COLÉGIO MILITAR DE SALVADOR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DECEx - DEE - DEPA ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DO EXÉRCITO E COLÉGIO MILITAR DE SALVADOR"

Transcrição

1 MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DECEx - DEE - DEPA ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DO EXÉRCITO E COLÉGIO MILITAR DE SALVADOR 1º Ten Al FAGNER PEREIRA DE ARAÚJO PLANO PARA UM SISTEMA DE MONITORAMENTO UTILIZANDO REDES DE SENSORES SEM FIO: UM ESTUDO DE CASO PARA A ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DO EXÉRCITO E COLÉGIO MILITAR DE SALVADOR Salvador 2009

2 FAGNER PEREIRA DE ARAÚJO PLANO PARA UM SISTEMA DE MONITORAMENTO UTILIZANDO REDES DE SENSORES SEM FIO: UM ESTUDO DE CASO PARA A ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DO EXÉRCITO E COLÉGIO MILITAR DE SALVADOR TCC EsAEx 2009

3 1º Ten Al FAGNER PEREIRA DE ARAÚJO PLANO PARA UM SISTEMA DE MONITORAMENTO UTILIZANDO REDES DE SENSORES SEM FIO: UM ESTUDO DE CASO PARA A ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DO EXÉRCITO E COLÉGIO MILITAR DE SALVADOR Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Comissão de Avaliação de Trabalhos Científicos da Divisão de Ensino da Escola de Administração do Exército, como exigência parcial para a obtenção do título de Especialista em Aplicações Complementares às Ciências Militares. Orientador: Cap QCO Luiz Fernando Sousa da Fonte Salvador 2009

4 1º Ten Al FAGNER PEREIRA DE ARAÚJO PLANO PARA UM SISTEMA DE MONITORAMENTO UTILIZANDO REDES DE SENSORES SEM FIO: UM ESTUDO DE CASO PARA A ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DO EXÉRCITO E COLÉGIO MILITAR DE SALVADOR Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Comissão de Avaliação de Trabalhos Científicos da Divisão de Ensino da Escola de Administração do Exército, como exigência parcial para a obtenção do título de Especialista em Aplicações Complementares às Ciências Militares. Aprovado em: / /2009 José Pereira Emiliano Maj Presidente Escola de Administração do Exército Alexandre José Ribeiro Cap 1º Membro Escola de Administração do Exército Luiz Fernando Souza da Fonte Cap 2º Membro Escola de Administração do Exército

5 Este trabalho é dedicado à minha família principalmente meu irmão que me ajudou a está aqui nesse momento.

6 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus, pela força e amparo nos momentos de incerteza e fraqueza. Ao meu orientador, Cap QCO Luiz Fernando Sousa da Fonte, meus agradecimentos pela orientação objetiva na realização deste trabalho. A minha família, pelo apoio sempre presente nos momentos de sobrecarga de trabalho. Por fim, meus agradecimentos ao Exército Brasileiro, pela oportunidade de realização desta pesquisa.

7 RESUMO Rede de Sensores Sem Fio é um conjunto de dispositivos eletrônicos com capacidade de comunicação entre si que recebem e respondem à sinais ou estímulos do ambiente onde se encontram caracterizados pelo baixo consumo de bateria, podendo ser aplicada em diversos setores como monitoramento, segurança, agricultura, militar, etc. O monitoramento realizado pelo Serviço da Guarda a um aquartelamento é executado por homens que são passíveis de falhas. A eficiência da vigilância executada por um homem pode estar limitada a capacidade física do mesmo. Visando tornar o serviço mais eficiente, o presente trabalho propõe um projeto de um sistema de monitoramento eletrônico realizado com um auxilio de Rede de Sensores Sem Fio. Para alcançar os objetivos desse projeto, foi realizado um estudo de caso na Escola de Administração do Exército e Colégio Militar de Salvador, onde o mesmo foi realizado através de um questionário respondido por vários militares experientes que tiram serviço no Corpo da Guarda dessa organização militar. Para indicar nossa solução foi também realizada uma pesquisa de mercado das principais tecnologias que solucionasse o problema utilizando uma arquitetura de Redes de Sensores Sem Fio. Assim foi possível fazer uma análise das implicações dessa solução para o Exercito Brasileiro de forma geral. Palavras-chave: Redes. Monitoramento. Segurança. Sensores. Sem Fio. Exercito Brasileiro.

8 ABSTRACT Wireless sensor network is a set of electronic devices capable of communicating with each other to receive and respond to environmental stimuli or signals which are characterized by low consumption of battery, can be applied in various industries such as monitoring, security, agriculture, military, etc. The monitoring carried out by a guard barracks is run by men who are likely to fail. The effectiveness of the monitoring performed by a man may be limited to the same physical capacity. To make the service more efficient, this paper proposes a design of a system of electronic monitoring conducted with the aid of Wireless Sensors Network. To achieve the objectives of this project, was a case study in the Escola de Administração do Exército e Colégio Militar de Salvador, where it was conducted through a questionnaire answered by more experienced to take military service in the security of the military organization. To indicate our solution was also carried out market research of key technologies that answer the problem using an architecture of wireless sensor networks. Thus it was possible to analyze the implications of this solution to the Brazilian Army in general. Key-words: Network. Monitoring. Security. Sensors. Wireless. Brazilian Army.

9 LISTA DE FIGURAS Figura 1. Exemplos de Sensores...16 Figura 2. Arquitetura de um sensor sem fio...17 Figura 3. Exemplo de uma Rede de Sensores Sem Fio...18 Figura 4. Símbolo da Escola de Administração do Exercito...30 Figura 5. Vista área da EsAEx/CMS com a localização dos postos de sentinelas...31 Figura 6. Setores que requer mais atenção segundo os entrevistados...32 Figura 7. Sensor MICA2 Mote, tecnologia em RSSF escolhida por esse projeto...33 Figura 8. Micro câmera transmissora e Receptor sem fio Fujika...34 Figura 9. Planejamento inicial do projeto de um sistema de monitoramento usando RSSF...35

10 LISTA DE TABELAS Tabela 1. Comparativo das tecnologias...19 Tabela 2. Cronograma de Atividades...28 Tabela 3. Estimativa do custo inicial para o projeto da EsAEx/CMS...35

11 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS Adj - Adjunto Cb Gd Cabo da Guarda CFO/QC Curso de Formação de Oficiais do Quadro Complementar CiOp Centro de Inteligência e Operações Cmt Gd Comandante da Guarda Cmt U Comandante de Unidade EB Exército Brasileiro EsAEx Escola de Administração do Exército FAPESP Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo GPRS General packet radio service IPM Inquérito Policial Militar km 2 Quilômetro quadrado MEMS Micro-Electro-Mechanical Systems Of Dia Oficial de Dia OM Organização Militar RISG Regulamento Interno e dos Serviços Gerais RSSF Redes de Sensores Sem Fio SCmt U Subcomandante de Unidade Sgt Dia SU Sargento de Dia de Subunidade UFRJ Universidade Federal do Rio de Janeiro

12 Sumário 1 INTRODUÇÃO Motivação e Justificativas Trabalhos Relacionados Objetivos Estrutura da Monografia REDES DE SENSORES SEM FIO Redes de Computadores Sensores Redes de Sensores Sem Fio Áreas de Aplicações de Redes de Sensores sem Fio MONITORAMENTO DE UM AQUARTELAMENTO Guarda do Quartel O Serviço de Oficial de Dia Serviço de Adjunto Cabo de Dia, Sentinelas e Plantões Plano de Defesa do Aquartelamento METODOLOGIA Procedimentos para Coleta de dados Etapas da Investigação ESTUDO DE CASO EsAEx/CMS Setores da EsAEx/CMS e Suas Vulnerabilidades Planejamento Inicial de um Projeto de Implantação (A Solução) Análise de Viabilidade do Projeto CONCLUSÃO REFERÊNCIAS APÊNDICE A QUESTIONÁRIO PARA LEVANTAMENTO DOS PRINCÍPAIS PONTOS VULNERÁVEIS A INVASÃO NA ESAEX/CMS APÊNDICE B TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO... 38

13 11 1 INTRODUÇÃO Redes de Sensores Sem Fio (RSSF) é um conjunto de dispositivos eletrônicos com capacidade de comunicação entre si que recebem e respondem aos sinais ou estímulos do ambiente onde se encontram caracterizado pelo baixo consumo de bateria. Esses tipos de redes podem ser utilizadas para medir quantidades físicas, presença de objetos ou animais, como temperatura e pressão, e converter os dados obtidos em sinais eletrônicos 1. Seu uso hoje em dia está difundido por diversos setores, seja em aplicações industriais (têxtil, espacial), na agricultura (informações clima local), na segurança (detecção de intrusão, aeroportos, automóveis) entre outros. Neste trabalho apresentaremos uma proposta de um Sistema de Monitoramento de um Aquartelamento utilizando Redes de Sensores sem Fio para auxiliar o Exercito Brasileiro (EB) na vigilância dos seus quartéis. Para isso será feito um estudo de caso na Escola de Administração do Exercito e Colégio Militar de Salvador (EsAEx/CMS). 1.1 Motivação e Justificativas O monitoramento feito por homens é passível de falhas. A eficiência da vigilância executada pelo o homem pode ficar limitada a capacidade física do mesmo. Além disso, um aquartelamento monitorado usando a tecnologia RSSF ou até mesmo com auxilio de sistema eletrônico simples pode compensar uma eventual ineficiência do efetivo para fazê-lo, e, uma melhor cobertura no monitoramento das diversas áreas da Organização Militar (OM), tornando mais eficiente um plano de reação contra integridade das pessoas e do patrimônio. Financeiramente, o monitoramento de uma Unidade do Exército pode torna-se menos oneroso e aumentando a qualidade do serviço diário do Corpo da Guarda. 1.2 Trabalhos Relacionados 1 F. AKYILDIZ; W. SU; Y. SANKARASUBRAMANIAM; E. CAYIRCI. A Survey on Sensor Networks. In: IEEE Communications Magazine, 2002, p

14 12 O grande avanço das redes de computadores sem fio está revolucionando a maneira das pessoas interagirem umas com as outras. Um novo horizonte que surge são as RSSF que ganham maior visibilidade a cada ano e tornam-se cada vez mais imprescindíveis nas mais diversas aplicações. Atualmente a indústria está avançando na implementação de RSSF que possam operar em ambientes de produção de forma a oferecerem vantagens no processo de monitoramento. Novos sensores e atuadores baseados em sistemas Micro Eletromecânicos também conhecidos por MEMS, estão sendo desenvolvidos pelos laboratórios ao redor do mundo e fornecem soluções para aplicações específicas. Alguns exemplos de aplicações para RSSF são demonstrados através de: aplicações militares 2 ; monitoramento de ambientes 3 ; detecção de incêndios em florestas 4 ; aplicações na área da saúde, como o monitoramento de sinais vitais 5. O monitoramento de ambientes controlados representa uma possibilidade para a utilização das RSSF, podendo trazer grandes benefícios para a comunidade científica e industrial. O efeito das RSSF no monitoramento de ambientes controlados pode ser aprimorado através da análise dos processos que são realizados nesses ambientes. 1.3 Objetivos Em sentido mais amplo, este trabalho busca propor um estudo inicial para implantação de um sistema de monitoramento eletrônico em aquartelamentos utilizando RSSF, realizado através do estudo de caso da EsAEx/CMS, objetivando avaliar as implicações desse sistema 2 F. Ye; H. Luo; J. Cheng, S. Lu; L. Zhang. A two-tier data dissemination model for large-scale wireless sensor networks. In: Proceedings of the 8th Annual International Conference on Mobile Computing and Networking, 2002, ACM Press, p A. Mainwaring; D. Culler; J. Polastre; R. Szewczyk; J. Anderson. Wireless sensor networks for habitat monitoring. In: Proceedings of the 1st ACM international Workshop on Wireless Sensor Networks and Applications, ACM Press, New York, NY, p A. Cerpa, J. Elson, M. Hamilton, J. Zhao, D. Estrin, L. Girod, Habitat monitoring: application driver for wireless communications technology. In: Workshop on Data communication in Latin America and the Caribbean, 2001, Costa Rica, p A. Chandrakasan, R. Amirtharajah, S. Cho, J. Goodman, G. Konduri, J. Kulik, W. Rabiner, A. Wang. Design considerations for distributed micro-sensor systems. In: Proceedings of the IEEE 1999 Custom Integrated Circuits Conference, 1999, San Diego, CA, p

15 13 para as demais unidades do Exército Brasileiro. Dessa forma, para realização desse estudo de caso na EsAEx/CMS procurou-se: Identificar possíveis falhas no monitoramento da EsAEx/CMS, a partir das ocorrências registradas por militares que servem nessa unidade. Conhecer as principais tecnologias disponíveis no mercado em Redes de Sensores Sem Fio. Apresentar um planejamento inicial de implantação de um sistema de monitoramento de aquartelamentos utilizando RSSF. Apresentar uma estimativa de custo que um projeto desse teria para EsAEx/CMS, indicando as implicações da adoção desse tipo de tecnologia na segurança dos aquartelamentos do Exército Brasileiro. 1.4 Estrutura da Monografia Este trabalho encontra-se organizado em 6 capítulos. O primeiro intitulado, INTRODUÇÃO, contextualiza este estudo frente as possibilidades de utilização das RSSF, bem como justificar a proposta de pesquisa realizada nesse estudo. O Capítulo 2 REDES DE SENSORES SEM FIO Aborda sobre uma visão geral das RSSF, descrevendo a arquitetura, padrões e aplicações que existem nesse tipo de rede. O Capítulo 3 MONITORAMENTO DE UM AQUARTELAMENTO Demonstra esquema de monitoramento de aquartelamento definindo alguns conceitos básicos da guarda ao quartel assim como os principais problemas envolvidos. O Capítulo 4 METODOLOGIA Indica as etapas e ferramentas utilizadas para o desenvolvimento deste estudo. O Capítulo 5 ESTUDO DE CASO EsAEx/CMS Apresenta uma proposta de implantação de um sistema de monitoramento de aquartelamentos utilizando RSSF para auxiliar ao corpo da guarda no monitoramento de um aquartelamento procurando uma maior eficiência em uma situação de emergência. No último capítulo, CONCLUSÃO, são apresentadas as conclusões e implicações do estudo, além de reflexões com base na investigação realizada que apontam orientações para realização de trabalhos futuros.

16 14 2 REDES DE SENSORES SEM FIO Para um melhor entendimento das RSSF, este capítulo apresenta uma visão geral, bem como descreve a arquitetura, padrões e aplicações que existem nesse tipo de rede. 2.1 Redes de Computadores Uma rede de computadores consiste em dois ou mais computadores e outros dispositivos conectados entre si de modo a poderem compartilhar seus serviços, como dados, impressoras, mensagens ( s) entre outros. A Internet é um amplo sistema de comunicação que conecta muitas redes de computadores. Existem várias formas equipamentos eletrônicos serem interligados e compartilhados, mediante meios de acesso, protocolos e requisitos de segurança. Dentre essas formas, destacamos as RSSF que podem ser caracterizadas pelo uso de uma grande quantidade de nós-sensores com a capacidade de se comunicar. Esses nós podem ser colocados dentro do fenômeno a ser analisado ou próximo a ele. A principal característica das RSSF têm sido sua viabilidade econômica e industrial pela rápida convergência de três tecnologias: circuitos integrados, comunicação sem fio e micro-sistemas eletro-mecânicos. Uma RSSF pode ser usada para monitorar e controlar um ambiente. Este tipo de rede tende a ser formada por centenas ou milhares de dispositivos autônomos chamados nós-sensores. Os principais componentes de um nó-sensor são unidade de comunicação sem fio, unidade de energia, unidade de sensoriamento, unidade de computação. Nós-sensores são unidade básica das RSSF que serão detalhados na próxima subseção desse capítulo 2.2 Sensores Um sensor é geralmente definido como um dispositivo que recebe e responde a um estímulo ou um sinal. Porém, os sensores artificiais são aqueles que respondem com sinal elétrico a um estímulo ou a um sinal. A Figura 1 mostra alguns tipos de sensores.

17 15 Figura 1 - Exemplos de Sensores Fonte: sítio Wireless Brasil - Hoje em dia, seu uso está difundido em diversos setores. A aplicação mais comum de sensores é na medição de condições ambientais, como temperatura, pressão, umidade e condições do clima ou do solo, mas eles também são bastante utilizados para monitorar movimentos, controlar velocidades e detectar materiais perigosos. Eles podem ser usados em aplicações industriais (têxtil, espacial), na agricultura (informações clima local), na segurança (detecção de intrusão, aeroportos, automóveis) entre outros. Dentre a tipologia dos sensores, destacamos os Sensores Sem Fio que é o elemento central das RSSF é o nó-sensor que possui capacidades de processamento de dados e de comunicação sem fio. Tais sensores coletam informações e as processam coordenadamente com nós vizinhos, e, as transmitem em direção ao usuário ou para nós processadores. Os componentes de um nó-sensor, ilustrados na Figura 2, indicam a arquitetura de um sensor sem fio, que são basicamente: Unidade de Localização - responsável pela localização do nó na rede; Unidade de Movimentação - essa unidade permite ao nó movimenta-se pela rede. Não são todas tecnologias em RSSF que tem essa possibilidade Unidade de Sensoriamento - possibilita a coleta dos dados dos eventos a serem monitorados pelo nó-sensor; Unidade de Processamento responsável pelo processamento e armazenamento de todas as informações coletados pelo sensor; Unidade de Energia essa unidades tem a função de produzir e armazenar a energia necessária para o funcionamento do nó-sensor Unidade Transmissora/Receptora esse componente tem a função de transmitir e recepcionar as informações.

18 16 Figura 2 - Arquitetura de um sensor sem fio Fonte: sítio do Grupo de Teleinformática e Automação da UFRJ 2.3 Redes de Sensores Sem Fio Uma RSSF pode ser caracterizada pelo uso de uma quantidade grande de nós-sensores com a capacidade de se comunicarem. Como já mencionado anteriormente, esses nós podem ser colocados dentro do fenômeno a ser analisado ou próximo a ele, diferentemente das redes de sensores tradicionais. As posições de cada nó não são pré-determinadas ou pré-calculadas, são aleatórias, visto que a implantação de RSSF em locais de difícil acesso pode ocorrer pelo uso de helicóptero, apenas soltando os nós sobre a região a ser analisada. A comunicação entre estes nós é feita através de uma rede ad-hoc sem fio 6, um nó transmitindo a outro nó próximo, os valores do sensoriamento, conforme esquematizado na Figura 3 até o destino final. Este próximo nó deve se encarregar de passar os dados para o próximo nó, e assim por diante. Sumariamente, a principal idéia nessa tecnologia é tirar o máximo de proveito de dispositivos pequenos e baratos que possam ser usados em larga escala. 6 Cordeiro C. M.; Agrawal, D. P. Mobile Ad hoc Networking, Tutorial/Short Course. In: 20 th Brazilian Symposium on Computer Networks, 2002, p

19 17 Figura 3 - Exemplo de uma Rede de Sensores Sem Fio Fonte: sítio Wireless Brasil - As RSSF têm características que as diferem bastante das redes mais comuns. Uma característica das RSSF é que são centradas em dados, diferente das redes tradicionais centradas em endereço. Assim, um nó difunde ou pede informações baseadas em atributos. Além disso, os nós-sensores devem atender a requisitos específicos da aplicação. Muito comumente os nós focam em apenas um atributo, ou um pequeno conjunto de atributos, necessitando então de processamento no interior da rede. Outras restrições impostas às RSSF são a pouca capacidade de processamento e pouca quantidade de energia que implicam em uma série de requisitos para os protocolos de comunicação nunca antes encontrados em tal escala. Como conseqüência de suas características, os protocolos de comunicação e gerenciamento da rede devem ter capacidades de auto-organização para otimizar a utilização da rede. As tecnologias de comunicação sem fio a serem usadas podem ser escolhidas entre várias opções, como GPRS, Wi-Fi, Bluetooth, e ZigBee. A Tabela 1 abaixo mostra um comparativo dessas tecnologias. Tabela 1 - Comparativo das tecnologias Fonte: sítio Wireless Brasil -

20 18 ZigBee Bluetooth Wi-Fi b GPRS/GSM 1XRTT/CDMA Recurso de Sistema 4-32 KB 250 KB+ 1 MB ± 16 MB+ Vida da Bateria (dias) 100-1, Nós por rede 255/65, Largura de Banda (KBps) , Alcance (metros) Foco da aplicação Web, Monitoramento Substituição de Voz e dados em , e e controle cabos redes sem fio vídeo 2.4 Áreas de Aplicações de Redes de Sensores sem Fio Do ponto de vista de aplicação, as RSSF podem ser utilizadas em diversos cenários incluindo monitoramento ambiental, agricultura, pecuária, rastreamento de eventos, coordenação de ações, mineração e processamento de informação. O potencial de uso das RSSF alcança um número ilimitado de áreas, dentre elas as principais são: Militar - para funções de monitoramento, rastreamento, segurança, controle e manutenção; Industrial - para funções de monitoramento, particularmente em áreas de difícil acesso; Aviação - substituindo as redes com fio, como já são usadas atualmente; Ambiente - para monitorar variáveis ambientais em prédios, florestas oceanos, entre outros; Tráfego - principalmente monitoramento de vias, estacionamentos, entre outros; Engenharia - monitoramento (e modelagem) de estruturas.

21 19 3 MONITORAMENTO DE UM AQUARTELAMENTO Nesse capítulo são definidas as características das principais funções exercidas pelo Serviço da Guarda de um aquartelamento mostrando o seu trabalho durante o decorrer do serviço, bem como possíveis causas de tentativa de invasão ao aquartelamento, seus planos de reação caso ocorra um tentativa dessas, e, possíveis falhas no monitoramento do cartel durante a execução do serviço. Já que a proposta desse trabalho é montar um sistema que auxiliará ao Serviço da Guarda no monitoramento do quartel é essencial ter uma noção de sua função para a segurança de uma Organização Militar. 3.1Guarda do Quartel A guarda do quartel é o nome que se dá ao grupamento de militares responsáveis pela segurança do quartel. Ela é constituída de Cabos e Soldados necessários ao serviço de sentinelas, do Comandante da guarda que é geralmente exercido por um 3 Sargento, pelo Adjunto e por um Oficial de Dia. Para isso todo o pessoal da guarda deve manter-se corretamente uniformizado, equipado e armado durante o serviço, pronto para rapidamente atender a qualquer eventualidade. O Regulamento Interno de Serviços Gerais (RISG) orienta que a guarda do quartel tem por principais finalidades: - manter a segurança do quartel; - manter os presos e detidos nos locais determinados, não permitindo que os primeiros saiam das prisões, nem os últimos do quartel, salvo mediante ordem de autoridade competente; - impedir a saída de praças que não estejam convenientemente fardadas, somente permitindo a sua saída em trajes civis quando portadoras de competente autorização e, neste caso, convenientemente trajadas; - somente permitir a saída de praças, durante o expediente e nas situações extraordinárias, mediante ordem ou licença especial e apenas pelos locais estabelecidos; - não permitir a entrada de bebidas alcoólicas, inflamáveis, explosivos e outros artigos proibidos pelo Cmt U, exceto os que constituírem suprimento para a unidade; - não permitir aglomerações nas proximidades das prisões nem nas imediações do corpo da guarda e dos postos de serviço; - impedir a saída de animais, viaturas ou material sem ordem da autoridade competente, bem como exigir o cumprimento das prescrições relativas à saída de viaturas; - impedir a entrada de força não pertencente à unidade, sem conhecimento e ordem do Of Dia, devendo, à noite, reconhecer à distância aquela que se aproximar do quartel;

22 - impedir que os presos se comuniquem com outras praças da unidade ou pessoas estranhas, sem autorização do Of Dia; - dar conhecimento imediato ao Of Dia sobre a entrada, no aquartelamento, de oficial estranho à unidade; - levar à presença do Adj as praças de outras OM que pretendam entrar no quartel; - impedir a entrada de civis estranhos ao serviço da unidade sem prévio conhecimento e autorização do Of Dia; - apenas permitir a entrada de civis, empregados na unidade, mediante a apresentação do cartão de identidade em vigor, fornecido pelo SCmt U; - só permitir a entrada de qualquer viatura à noite, depois de reconhecida à distância, quando necessário; - fornecer escolta para os presos que devam ser acompanhados no interior do quartel; - relacionar as praças da unidade que se recolherem ao quartel depois de fechado o portão principal; - permitir a saída das praças, após a revista do recolher, somente das que estejam autorizoadas pelo Of Dia; - prestar as continências regulamentares A comunicação eficiente é, sem qualquer dúvida, um dos campos da atividade militar em que os progressos da ciência, através da tecnologia, tornam-se mais visíveis. Uma de suas características essenciais é manter a tropa unida num único objetivo com pouco esforço e contribuir para uma melhor organização das ações de comando numa eventual força de reação a uma tropa inimiga. Não são diferentes as necessidades de uma eficiente comunicação entre os integrantes do corpo da guarda, pois é comum quartéis serem alvos de tentativas de invasão como pode ser visto na noticia abaixo: Um grupo de bandidos roubou sete fuzis do quartel do 6º Batalhão de Infantaria Leve, em Caçapava, no interior de São Paulo, no fim da noite de ontem. Segundo o Comando Militar do Sudeste, por volta das 23 horas o bando atacou dois postos de sentinela do batalhão do Exército, dando início a um tiroteio. Um militar acabou ferido durante o confronto, mas sem risco de morrer. O Comando da Unidade determinou a abertura de um Inquérito Policial Militar (IPM) para a apuração do fato e iniciou as diligências para recuperar o armamento roubado. O IPM, cuja condução é sigilosa, nos termos do Artigo 16 do Código de Processo Penal Militar, tem prazo de 40 dias para ser concluído, podendo ser prorrogado por mais 20 dias. 8 RISG prevê: Para salvaguardar as vidas das pessoas do aquartelamento e o patrimônio histórico, o Os postos de sentinela, especialmente o da sentinela das armas e os das prisões, 7 Decreto nº , de 9 de agosto de Aprova o Regulamento Interno e dos Serviços Gerais (R/1). 8 Forças Terrestres Blog. Disponível em <http://www.forte.jor.br/?p=1893>. Acesso em: 22 jul.2009.

23 são ligados ao corpo da guarda por meio de campainha elétrica ou outros meios de comunicação. 9 Na ocasião do roubo de fuzis, em Caçapava, certamente se houvesse um sistema de comunicação mais eficiente num momento de um ataque desses, o pessoal de serviço teria tido maior possibilidade de prevenir a ofensiva dos bandidos aquele aquartelamento O Serviço de Oficial de Dia O Oficial de Dia (Of Dia) é, fora do expediente, o representante do Comandante da Unidade (Cmt U) ou Subcomandante da Unidade (SCmt U), e, tem como principais atribuições zelar pela segurança das pessoas e do patrimônio do aquartelamento, além das previstas em outros regulamentos, para exemplificar as funções do Oficial de Dia abaixo segue algumas atribuições previstas no RISG: Assegurar, durante o seu serviço, o exato cumprimento de ordens da unidade e das disposições regulamentares relativas ao serviço diário; - estar inteiramente familiarizado com os planos de segurança do aquartelamento, de combate a incêndio, de chamada e os sinais de alarme correspondentes, para fins de execução ou treinamento; - conduzir, pessoalmente, após a rendição da Parada, um exercício de manejo das armas (preconizado nas instruções de tiro) a ser realizado por toda guarda do quartel que está entrando de serviço, bem como a recomendação da fiel obediência às normas de segurança para o uso do armamento, tudo como medida de prevenção de disparos acidentais, e o mesmo procedimento deve ser adotado com o pessoal de reforço que assume o serviço ao final do expediente; - participar ao SCmt U todas as ocorrências extraordinárias havidas fora do expediente, mencionando-as, ainda, na parte diária, e, na recepção ao Cmt U, deve prestar-lhe as mesmas informações, sem que isso o dispense de fazê-lo ao SCmt U; - ter sob sua responsabilidade os objetos existentes nas dependências privativas do Of Dia e de oficiais presos; - estar ciente da entrada, permanência e saída de quaisquer pessoas estranhas à unidade; - inspecionar, freqüentemente, as dependências do quartel, verificando se estão sendo regularmente cumpridas as ordens em vigor e tomando as providências que não exijam a intervenção de autoridade superior; - conservar em seu poder, durante a noite e a partir das vinte e uma horas, as chaves das prisões e de todas as entradas do quartel, menos a do portão principal, que permanece com o Cmt Gd; - impedir, salvo motivo de instrução ou serviço normal, a saída de qualquer fração de tropa armada sem autorização prévia do comando da unidade, a menos que, por circunstâncias especiais, uma autoridade nas condições previstas no inciso XXII deste artigo o determine diretamente, procedendo, então, como está regulado naquele inciso; 9 Decreto nº , de 9 de agosto de Aprova o Regulamento Interno e dos Serviços Gerais (R/1).

24 - impedir a saída de animais, viaturas ou outro material sem ordem de autoridade competente, salvo nos casos de instrução ou serviço normal, fazendo constar da parte diária as saídas extraordinárias, assim como o regresso, mencionando as horas; - impedir a abertura de qualquer dependência fora das horas de expediente, sem ser pelo respectivo chefe ou mediante ordem escrita deste, com declaração do motivo; - assistir ao recebimento de todo o material que entre no quartel fora das horas de expediente, fazendo constar da parte diária, e, a qualquer hora, à distribuição de víveres e forragem; - somente permitir a entrada de civil no quartel depois de inteirado de sua identidade, motivo de sua presença e do conhecimento da pessoa com quem deseja entender-se, mesmo assim, devidamente acompanhado, quando julgar essa medida necessária Como podemos notar o Oficial de Dia é responsável pelo quartel na ausência do Cmt U ou SCmt U, portanto é essencial que o Oficial de Dia possua o máximo de informações relacionadas ao quartel durante o serviço. Nesse sentido, um sistema de monitoramento eficiente o auxiliaria significativamente, sobre essas informações, fornecendo dados que agilizariam a fiscalização e uma possível força de reação. 3.3 Serviço de Adjunto O Adjunto (Adj) é o auxiliar imediato do Of Dia, função geralmente exercida por um 1 Sargento (Sgt) antigo que ficam na incumbência de: - apresentar-se ao Of Dia após receber o serviço, executar e fazer executar todas as suas determinações; - transmitir as ordens que dele receber e inteirá-lo da execução; - participar ao Of Dia todas as ocorrências que verificar e as providências que a respeito tenha tomado; - acompanhar o Of Dia nas suas visitas às dependências do quartel, salvo quando dispensado por ele ou na execução de outro serviço; - dividir os quartos de ronda noturna entre si e os Sgt Dia SU; - dividir a ronda noturna da guarda entre o seu comandante e o Cb Gd; - providenciar para que as chaves de todas as dependências do quartel (gabinetes, reservas, depósitos, paiol etc) estejam colocadas no claviculário da unidade, logo após o toque de ordem, informando pessoalmente ao Of Dia qualquer falta e entregando-lhe a respectiva chave; - no caso de abertura de reserva para entrega de armamento do pessoal de serviço, nos horários sem expediente e ausente o Cmt SU, auxiliar o Of Dia na fiscalização, acompanhados do respectivo Sgt Dia SU, da distribuição e do recolhimento, pelos armeiros, de todo o armamento utilizado, bem como da abertura e do fechamento da reserva Decreto nº , de 9 de agosto de Aprova o Regulamento Interno e dos Serviços Gerais (R/1). 11 Idem.

Redes de Computadores sem Fio

Redes de Computadores sem Fio Redes de Computadores sem Fio Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Programa Introdução

Leia mais

ASSISTÊNCIA MILITAR DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR

ASSISTÊNCIA MILITAR DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR ASSISTÊNCIA MILITAR DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR Órgão/Sigla: Natureza Jurídica: Subordinação: Finalidade: ASSISTÊNCIA MILITAR DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR - ADMINISTRAÇÃO DIRETA AO PREFEITO

Leia mais

Art. 1º Aprovar as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19).

Art. 1º Aprovar as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19). PORTARIA Nº 483, DE 20 DE SETEMBRO DE 2001. Aprova as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19). O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe é conferida

Leia mais

1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores

1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores 1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores A crescente dependência das empresas e organizações modernas a sistemas computacionais interligados em redes e a Internet tornou a proteção adequada

Leia mais

APLICAÇÕES PARA CASAS INTELIGENTES EM AMBIENTES PERVASIVOS

APLICAÇÕES PARA CASAS INTELIGENTES EM AMBIENTES PERVASIVOS APLICAÇÕES PARA CASAS INTELIGENTES EM AMBIENTES PERVASIVOS RESUMO Alessandro Lumertz Garcia 1 Anderson Yanzer Cabral 2 Este artigo apresenta tipos de aplicações que podem existir nas casas inteligentes,

Leia mais

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento

Leia mais

NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Profª. Kelly Hannel Novas tecnologias de informação 2 HDTV WiMAX Wi-Fi GPS 3G VoIP Bluetooth 1 HDTV 3 High-definition television (também conhecido por sua abreviação HDTV):

Leia mais

DETECÇÃO DE FOGO E TECNOLOGIA DE VÍDEO PARA DETECÇÃO DE INVASÃO, FUMAÇA E CHAMAS VIGILÂNCIA POR VÍDEO DE ÚLTIMA GERAÇÃO

DETECÇÃO DE FOGO E TECNOLOGIA DE VÍDEO PARA DETECÇÃO DE INVASÃO, FUMAÇA E CHAMAS VIGILÂNCIA POR VÍDEO DE ÚLTIMA GERAÇÃO DETECÇÃO DE FOGO E TECNOLOGIA DE VÍDEO PARA DETECÇÃO DE INVASÃO, FUMAÇA E CHAMAS VIGILÂNCIA POR VÍDEO DE ÚLTIMA GERAÇÃO Devido à própria natureza do projeto, a maioria das grandes estruturas de hoje não

Leia mais

S.T.A.I. (SERVIÇOS TÉCNICOS DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL) REDE PROFIBUS PA ALISSON TELES RIBEIRO

S.T.A.I. (SERVIÇOS TÉCNICOS DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL) REDE PROFIBUS PA ALISSON TELES RIBEIRO g S.T.A.I. (SERVIÇOS TÉCNICOS DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL) REDE PROFIBUS PA ALISSON TELES RIBEIRO SUMÁRIO 1. Objetivo 2. História 3. O Que é Profibus? 4. Profibus PA 5. Instrumentos 6. Bibliografia 1. OBJETIVO

Leia mais

Falcon Watch Sistema de Vigilância Remota RF-5400

Falcon Watch Sistema de Vigilância Remota RF-5400 comunicaçõesasseguradas Falcon Watch Sistema de Vigilância Remota RF-5400 Melhore os seus sentidos. Falcon Watch Vigilância Remota. Todo o dia. Toda a noite. A Harris sabe da necessidade de ter sistemas

Leia mais

Formadora: Daniela Azevedo Módulo 11 IGRI13 Rui Bárcia - 15

Formadora: Daniela Azevedo Módulo 11 IGRI13 Rui Bárcia - 15 Formadora: Daniela Azevedo Módulo 11 IGRI13 Rui Bárcia - 15 Introdução, com algumas características Uma rede sem fios ou uma rede Wireless é uma infraestrutura das comunicações sem fio que permite a transmissão

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS LABORATÓRIO DE ANÁLISE AMBIENTAL E GEOESPACIAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS LABORATÓRIO DE ANÁLISE AMBIENTAL E GEOESPACIAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS LABORATÓRIO DE ANÁLISE AMBIENTAL E GEOESPACIAL PLANO DE CONTINGÊNCIA DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL Dezembro/2014 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 4 3. ESTRUTURA...

Leia mais

2.2 - A entrada ou saída de pedestres nas dependências da ULIVING BELA VISTA dar-se-á, pela recepção principal Rua Barata Ribeiro, 61

2.2 - A entrada ou saída de pedestres nas dependências da ULIVING BELA VISTA dar-se-á, pela recepção principal Rua Barata Ribeiro, 61 O Regulamento Interno da ULIVING BELA VISTA, localizado na cidade de SÃO PAULO CAPITAL, à Rua Barata Ribeiro nº 61 estabelece as regras de convivência e as relações entre os usuários do empreendimento.

Leia mais

GRUPO SCHEIDT. Satisfação em Conhecê-los!

GRUPO SCHEIDT. Satisfação em Conhecê-los! GRUPO SCHEIDT Satisfação em Conhecê-los! Grupo Scheidt 1 Grupo de Empresas especializadas em Segurança Inteligente na área Patrimonial e Eletrônica 52 anos Soma da Experiência dos Sócios na área de Segurança

Leia mais

Política de Utilização da Rede Sem Fio (Wireless)

Política de Utilização da Rede Sem Fio (Wireless) Política de Utilização da Rede Sem Fio (Wireless) Apucarana, 01 de fevereiro de 2011. Objetivos A política de utilização da rede wireless tem como objetivo estabelecer regras e normas de utilização e ao

Leia mais

Localização e Inteligência Móvel. Com a iguard todos os caminhos levam sua empresa onde ela precisa chegar.

Localização e Inteligência Móvel. Com a iguard todos os caminhos levam sua empresa onde ela precisa chegar. Localização e Inteligência Móvel Com a iguard todos os caminhos levam sua empresa onde ela precisa chegar. 1 2 Localização e Inteligência Móvel Todos os dias sua empresa enfrenta grandes desafios para

Leia mais

A MODERNIZAÇÃO DO COMANDO E CONTROLE DA AAAe

A MODERNIZAÇÃO DO COMANDO E CONTROLE DA AAAe A MODERNIZAÇÃO DO COMANDO E CONTROLE DA AAAe Cap João André França da Silva 1 RESUMO O presente trabalho visa apresentar alguns aspectos relacionados a modernização da artilharia antiaérea. Esta modernização

Leia mais

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSSUNTOS JURÍDICOS

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSSUNTOS JURÍDICOS DECRETO N o 525, DE 11 DE JULHO DE 2013. Regulamenta a utilização de veículos oficiais pela administração direta e indireta do Município de Palmas. O PREFEITO DE PALMAS, no uso de suas atribuições que

Leia mais

Visão geral das redes sem fio

Visão geral das redes sem fio Visão geral das redes sem fio 1 - Introdução O termo redes de dados sem fio pode ser utilizado para referenciar desde dispositivos de curto alcance como o Bluetooth à sistemas de altas taxas de transmissão

Leia mais

MANUAL ALARME DIGITAL INTELBRAS AMT-2010/AMT-2018

MANUAL ALARME DIGITAL INTELBRAS AMT-2010/AMT-2018 MANUAL ALARME DIGITAL INTELBRAS AMT-2010/AMT-2018 PARABÉNS! Você acaba de adquirir um equipamento ímpar em qualidade, tecnologia, precisão e segurança! Mas para que você tenha o máximo aproveitamento de

Leia mais

Análise dos Sistemas de Medição do Consumo de Energia Elétrica em Plantas Industriais

Análise dos Sistemas de Medição do Consumo de Energia Elétrica em Plantas Industriais UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE INFORMÁTICA Análise dos Sistemas de Medição do Consumo de Energia Elétrica em Plantas Industriais Proposta de Trabalho

Leia mais

A EDGE é uma empresa Portuguesa de base tecnológica dedicada à criação e desenvolvimento de sistemas ciber-físicos de elevado desempenho e em tempo real que combinam de forma única a automação, a robótica,

Leia mais

PROJETO DE LEI N O, DE 2007. (Do Sr. MICHEL TEMER)

PROJETO DE LEI N O, DE 2007. (Do Sr. MICHEL TEMER) PROJETO DE LEI N O, DE 2007. (Do Sr. MICHEL TEMER) Dispõe sobre as empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança e dá outras Providências. O Congresso nacional decreta: CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Leia mais

Centro de Treinamento de Combate Sul. Santa Maria / RS Brasil.

Centro de Treinamento de Combate Sul. Santa Maria / RS Brasil. Centro de Treinamento de Combate Sul Santa Maria / RS Brasil. OBJETIVO Apresentar aos participantes do de Demandas Logísticas da Guarnição de Santa Maria/RS o projeto do Centro de Treinamento de Combate

Leia mais

GT GPRS RASTREADOR VIA GPS COM BLOQUEADOR

GT GPRS RASTREADOR VIA GPS COM BLOQUEADOR GT GPRS RASTREADOR VIA GPS COM BLOQUEADOR O GT GPRS é um equipamento wireless que executa a função de recepção e transmissão de dados e voz. Está conectado à rede de telefonia celular GSM/GPRS, para bloqueio

Leia mais

Portaria Nr 026/DCT, 31 Mar 06 (IR 13-07) INSTRUÇÕES REGULADORAS PARA EMPREGO SISTÊMICO DA INFORMÁTICA NO EXÉRCITO BRASILEIRO IREMSI DAS GENERALIDADES

Portaria Nr 026/DCT, 31 Mar 06 (IR 13-07) INSTRUÇÕES REGULADORAS PARA EMPREGO SISTÊMICO DA INFORMÁTICA NO EXÉRCITO BRASILEIRO IREMSI DAS GENERALIDADES Portaria Nr 026/DCT, 31 Mar 06 (IR 13-07) INSTRUÇÕES REGULADORAS PARA EMPREGO SISTÊMICO DA INFORMÁTICA NO EXÉRCITO BRASILEIRO IREMSI DAS GENERALIDADES Art.1º As presentes intruções regulam a sistematização

Leia mais

3 INTEFACES E PROTOCOLOS PARA REDES DE SENSORES INTELIGENTES SEM FIOS

3 INTEFACES E PROTOCOLOS PARA REDES DE SENSORES INTELIGENTES SEM FIOS Capítulo 3 Interfaces e Protocolos para Redes de Sensores Inteligentes sem Fios 36 3 INTEFACES E PROTOCOLOS PARA REDES DE SENSORES INTELIGENTES SEM FIOS A tecnologia sem fios vem sendo comumente utilizada

Leia mais

EDITAL Nº 001/2014 P/3 2º BPM

EDITAL Nº 001/2014 P/3 2º BPM ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO MARANHÃO COMANDO DO POLICIAMENTO DE ÁREA DO INTERIOR 4 2º BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR EDITAL Nº 001/2014 P/3 2º BPM I Curso

Leia mais

SOLUÇÕES DE MOBILIDADE E COMUNICAÇÃO PARA EFICIÊNCIA E SEGURANÇA PORTUÁRIAS

SOLUÇÕES DE MOBILIDADE E COMUNICAÇÃO PARA EFICIÊNCIA E SEGURANÇA PORTUÁRIAS SOLUÇÕES DE MOBILIDADE E COMUNICAÇÃO PARA EFICIÊNCIA E SEGURANÇA PORTUÁRIAS O PULSO VITAL DA ATIVIDADE PORTUÁRIA Cerca de 80% de todo o comércio mundial é despachado por contêineres, de modo que o gerenciamento

Leia mais

Arquitetura de protocolos

Arquitetura de protocolos Arquitetura de protocolos Segue o modelo híbrido Usada pelos nós sensores e pelo nó sorvedouro Inclui planos de Gerenciamento de energia Como um nó sensor usa a sua energia Pode desligar o receptor após

Leia mais

CEFET/RJ UnED Petrópolis

CEFET/RJ UnED Petrópolis CEFET/RJ UnED Petrópolis Relatório de Estágio Supervisionado Empresa: CEFET/RJ UnED Petrópolis Curso: Técnico em Telecomunicações/TV Digital Estagiária: Dayana Kelly Turquetti de Moraes Telefones: (24)

Leia mais

SMART GRIDS: PHYSICAL-LAYER SECURITY. Proposta de trabalho de graduação. Aluno: Lucas André Pequeno Paes Orientador: Daniel Carvalho da Cunha

SMART GRIDS: PHYSICAL-LAYER SECURITY. Proposta de trabalho de graduação. Aluno: Lucas André Pequeno Paes Orientador: Daniel Carvalho da Cunha UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO 2012.2 SMART GRIDS: PHYSICAL-LAYER SECURITY Proposta de trabalho de graduação Aluno: Lucas André Pequeno Paes

Leia mais

Segurança na Rede Local Redes de Computadores

Segurança na Rede Local Redes de Computadores Ciência da Computação Segurança na Rede Local Redes de Computadores Disciplina de Desenvolvimento de Sotware para Web Professor: Danilo Vido Leonardo Siqueira 20130474 São Paulo 2011 Sumário 1.Introdução...3

Leia mais

MY HOME INTRODUÇÃO TOUCH SCREEN. Comando de Automação

MY HOME INTRODUÇÃO TOUCH SCREEN. Comando de Automação TOUCH SCREEN Comando de Automação Central de Cenário 54 ÍNDICE DE SEÇÃO 56 A casa como você quer 62 As vantagens de 66 Dispositivos BUS 68 Integração das funções My Home 70 Vantagens da instalação BUS

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 031/DAT/CBMSC) PLANO DE EMERGÊNCIA

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 031/DAT/CBMSC) PLANO DE EMERGÊNCIA ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 031/DAT/CBMSC)

Leia mais

Caroline Soares, Cristian Fernandes, Richard Torres e Lennon Pinheiro.

Caroline Soares, Cristian Fernandes, Richard Torres e Lennon Pinheiro. 1 Caroline Soares, Cristian Fernandes, Richard Torres e Lennon Pinheiro. Pelotas, 2012 2 Caroline Soares, Cristian Fernandes, Richard Torres e Lennon Pinheiro. Termos técnicos Pelotas, 2012 3 SUMÁRIO 1

Leia mais

IT - 35 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFICAÇÕES HISTÓRICAS

IT - 35 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFICAÇÕES HISTÓRICAS IT - 35 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFICAÇÕES HISTÓRICAS SUMÁRIO 1 - Objetivo 7 - Exposição ao risco de incêndio 2 - Referências normativas 8 - Risco de incêndio 3 - Símbolos 9 - Fatores de segurança

Leia mais

Política de Utilização da Rede Sem Fio (Wireless)- UNICARIOCA

Política de Utilização da Rede Sem Fio (Wireless)- UNICARIOCA Política de Utilização da Rede Sem Fio (Wireless)- UNICARIOCA Objetivos A política de utilização da rede wireless tem como objetivo estabelecer regras e normas de utilização e ao mesmo tempo desenvolver

Leia mais

Mude para digital. Sistema de rádio bidirecional digital profissional MOTOTRBO

Mude para digital. Sistema de rádio bidirecional digital profissional MOTOTRBO Sistema de rádio bidirecional digital profissional A solução de comunicação em rádios bidirecionais de próxima geração está aqui, com melhor desempenho, produtividade e preço e mais oportunidades para

Leia mais

CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES

CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES O sistema digital de radiocomunicação será constituído pelo Sítio Central, Centro de Despacho (COPOM) e Sítios de Repetição interligados

Leia mais

Comunicação Sem Fio REDES WIRELES. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio 06/05/2014

Comunicação Sem Fio REDES WIRELES. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio 06/05/2014 REDES WIRELES Prof. Marcel Santos Silva Comunicação Sem Fio Usada desde o início do século passado Telégrafo Avanço da tecnologia sem fio Rádio e televisão Mais recentemente aparece em Telefones celulares

Leia mais

REGULAMENTO DO USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DO IESUR INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RONDÔNIA

REGULAMENTO DO USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DO IESUR INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RONDÔNIA REGULAMENTO DO USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DO IESUR INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RONDÔNIA Tem o presente regulamento a função de nortear as ações e procedimentos necessários ao bom funcionamento

Leia mais

Segurança do governo eletrônico

Segurança do governo eletrônico 1. Introdução O governo está empenhado em fornecer programas e serviços de modo que atenda às necessidades de empresas e cidadãos que necessitam desses recursos. Para aumentar a demanda desses serviços,

Leia mais

APLICAÇÕES AGRÍCOLAS PARA REDES DE SENSORES SEM FIO RESUMO

APLICAÇÕES AGRÍCOLAS PARA REDES DE SENSORES SEM FIO RESUMO APLICAÇÕES AGRÍCOLAS PARA REDES DE SENSORES SEM FIO RESUMO LUCIANO GONDA 1 CARLOS EDUARDO CUGNASCA 2 ALBERTO CAMILLI 3 O controle e monitoramento em aplicações agrícolas são estratégias fundamentais para

Leia mais

Voz em ambiente Wireless

Voz em ambiente Wireless Voz em ambiente Wireless Mobilidade, acesso sem fio e convergência são temas do momento no atual mercado das redes de comunicação. É uma tendência irreversível, que vem se tornando realidade e incorporando-se

Leia mais

Peça para um amigo baixar o programa também, e você pode começar a experimentar o VoIP para ver como funciona. Um bom lugar para procurar é

Peça para um amigo baixar o programa também, e você pode começar a experimentar o VoIP para ver como funciona. Um bom lugar para procurar é VOIP Se você nunca ouviu falar do VoIP, prepare-se para mudar sua maneira de pensar sobre ligações de longa distância. VoIP, ou Voz sobre Protocolo de Internet, é um método para pegar sinais de áudio analógico,

Leia mais

RESOLUÇÃO N º4, DE 16 DE JANEIRO DE 2009

RESOLUÇÃO N º4, DE 16 DE JANEIRO DE 2009 RESOLUÇÃO N º4, DE 16 DE JANEIRO DE 2009 Dispõe sobre a criação da estrutura do Gabinete de Segurança Institucional do TRF da 2ª Região, da Assessoria Técnica de Segurança, do Grupo Especial de Segurança

Leia mais

Alavancando a segurança a partir da nuvem

Alavancando a segurança a partir da nuvem Serviços Globais de Tecnologia IBM White Paper de Liderança em Pensamento Serviços de Segurança IBM Alavancando a segurança a partir da nuvem O quem, o que, quando, por que e como dos serviços de segurança

Leia mais

PROGRAMA PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Rota de Fuga e Análise de Riscos. Maj. QOBM Fernando Raimundo Schunig

PROGRAMA PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Rota de Fuga e Análise de Riscos. Maj. QOBM Fernando Raimundo Schunig PROGRAMA PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA Rota de Fuga e Análise de Riscos Maj. QOBM Fernando Raimundo Schunig 2010 É um mapa que representa, através de símbolos apropriados, o trajeto a ser seguido pelo indivíduo

Leia mais

WPAN ZigBee & Bluetooth SDIC Cap6. Redes Sem Fios

WPAN ZigBee & Bluetooth SDIC Cap6. Redes Sem Fios Redes Sem Fios As recomendações do IEEE (Institute of Electrical and Eletronics Engineers), particularmente as recomendações da série IEEE 802.11, são os exemplos mais conhecidos para os padrões de redes

Leia mais

Regulamento de Acesso, Circulação e Permanência nas Instalações da Assembleia da República

Regulamento de Acesso, Circulação e Permanência nas Instalações da Assembleia da República Regulamento de Acesso, Circulação e Permanência nas Instalações da Assembleia da República Despacho n.º 1/93, de 19 de março publicado no Diário da Assembleia da República, II Série C, n.º 22 de 22 de

Leia mais

AN APPLICATION OF WIRELESS SENSOR NETWORKS FOR THE ENVIRONMENT MONITORING IN A CULTIVATION OF CORN

AN APPLICATION OF WIRELESS SENSOR NETWORKS FOR THE ENVIRONMENT MONITORING IN A CULTIVATION OF CORN Science Highlights AN APPLICATION OF WIRELESS SENSOR NETWORKS FOR THE ENVIRONMENT MONITORING IN A CULTIVATION OF CORN JUAN CARLOS CONGONA BENAVENTE CARLOS EDUARDO CUGNASCA JOSÉ PAULO MOLIN ANTONIO MAURO

Leia mais

AVALIAÇÃO DE REDES DE SENSORES SEM FIO COMO FERRAMENTA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE ALERTAS ANTECIPADOS DE EMERGÊNCIAS NO ESTADO DA PARAÍBA

AVALIAÇÃO DE REDES DE SENSORES SEM FIO COMO FERRAMENTA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE ALERTAS ANTECIPADOS DE EMERGÊNCIAS NO ESTADO DA PARAÍBA AVALIAÇÃO DE REDES DE SENSORES SEM FIO COMO FERRAMENTA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE ALERTAS ANTECIPADOS DE EMERGÊNCIAS NO ESTADO DA PARAÍBA BRITO 1, Antônio Cavalcanti CARVALHO 2, Fabricio Braga Soares MARINHO

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES MEMÓRIAS DE AULA AULA 1 APRESENTAÇÃO DO CURSO, HISTÓRIA, EQUIPAMENTOS E TIPOS DE REDES Prof. José Wagner Bungart CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Definição de Redes de Computadores e Conceitos

Leia mais

CONTROLE DE DISPOSITIVOS EM REDE SEM FIO INTELIGENTE NO PADRAO DE COMUNICAÇAO ZIGBEE (IEEE 802.15.4)

CONTROLE DE DISPOSITIVOS EM REDE SEM FIO INTELIGENTE NO PADRAO DE COMUNICAÇAO ZIGBEE (IEEE 802.15.4) 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 CONTROLE DE DISPOSITIVOS EM REDE SEM FIO INTELIGENTE NO PADRAO DE COMUNICAÇAO ZIGBEE (IEEE 802.15.4) Saulo Menechine 1, Munif Gebara Junior 2 RESUMO: Com

Leia mais

Vol. IV. Instituições Financeiras. Manual de Segurança. Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br

Vol. IV. Instituições Financeiras. Manual de Segurança. Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br Instituições Financeiras Vol. IV Manual de Segurança Apresentação N a calçada, antes mesmo de se aproximar da entrada da agência bancária, o cliente coloca as

Leia mais

IMAGINE UM MUNDO ONDE A TECNOLOGIA SEJA TOTALMENTE INTUITIVA PRÓXIMA GERAÇÃO EM SOLUÇÕES DE SEGURANÇA PÚBLICA DA MOTOROLA

IMAGINE UM MUNDO ONDE A TECNOLOGIA SEJA TOTALMENTE INTUITIVA PRÓXIMA GERAÇÃO EM SOLUÇÕES DE SEGURANÇA PÚBLICA DA MOTOROLA IMAGINE UM MUNDO ONDE A TECNOLOGIA SEJA TOTALMENTE INTUITIVA PRÓXIMA GERAÇÃO EM SOLUÇÕES DE SEGURANÇA PÚBLICA DA MOTOROLA ESCALADA DO INCIDENTE OU RETORNO À TRANQUILIDADE? ENVIAR MAIS UNIDADES OU REALIZAR

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos

Tipos de Sistemas Distribuídos (Sistemas de Informação Distribuída e Pervasivos) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br. Manual de Segurança

Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br. Manual de Segurança Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br Instituições de Ensino Vol. VIV Manual de Segurança U Apresentação m dos maiores desafios durante a elaboração de um sistema de segurança para uma instituição

Leia mais

ATO DO DIRETOR-GERAL Nº 1516, DE 2005

ATO DO DIRETOR-GERAL Nº 1516, DE 2005 ATO DO DIRETOR-GERAL Nº 1516, DE 2005 Estabelece as competências da Secretaria de Segurança Legislativa do Senado Federal e das Subsecretarias e Serviços a ela subordinados. O DIRETOR-GERAL DO SENADO FEDERAL,

Leia mais

Cap. 1 Introdução. Redes sem Fio e Sistemas Móveis de Computação. Prof. Eduardo Barrére. Material Base: Marcelo Moreno. eduardo.barrere@ice.ufjf.

Cap. 1 Introdução. Redes sem Fio e Sistemas Móveis de Computação. Prof. Eduardo Barrére. Material Base: Marcelo Moreno. eduardo.barrere@ice.ufjf. Redes sem Fio e Sistemas Móveis de Computação Cap. 1 Introdução Prof. Eduardo Barrére eduardo.barrere@ice.ufjf.br Material Base: Marcelo Moreno Dep. Ciência da Computação 1 Computação Móvel Computação

Leia mais

Vol. VII. Instituições de Saúde. Manual de Segurança. Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br

Vol. VII. Instituições de Saúde. Manual de Segurança. Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br Instituições de Saúde Vol. VII Manual de Segurança A Apresentação s instituições de saúde, principalmente os hospitais, são freqüentemente vítimas de ataques externos

Leia mais

TEORIA GERAL DE SISTEMAS

TEORIA GERAL DE SISTEMAS TEORIA GERAL DE SISTEMAS A Internet global A World Wide Web Máquinas de busca Surgiram no início da década de 1990 como programas de software relativamente simples que usavam índices de palavras-chave.

Leia mais

Manual de instalação e operação

Manual de instalação e operação Manual de instalação e operação Central de alarme de incêndio endereçável INC 2000 Central de alarme de incêndio INC 2000 Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Engesul.

Leia mais

2- Disparo de alarme com evolução de setor e com o alarme armado...07. 2.2- Disparo seguido de desarme ou arme em seguida...08

2- Disparo de alarme com evolução de setor e com o alarme armado...07. 2.2- Disparo seguido de desarme ou arme em seguida...08 Caro Cliente: Olá estes procedimentos de atendimento de alarmes foram elaborados, supervisionados, atualizados e informados aos usuários, conforme o avanço tecnológico e as necessidades na área do monitoramento.

Leia mais

5º Cabe ao Cmt Mil A a fixação, dentro do limite estabelecido no 4º deste artigo, do acréscimo a que faz jus o militar. (NR)

5º Cabe ao Cmt Mil A a fixação, dentro do limite estabelecido no 4º deste artigo, do acréscimo a que faz jus o militar. (NR) 5º Cabe ao Cmt Mil A a fixação, dentro do limite estabelecido no 4º deste artigo, do acréscimo a que faz jus o militar. (NR)... Art. 2º Estabelecer que esta portaria entre em vigor na data de sua publicação.

Leia mais

EDIFÍCIO INTELIGENTE CONCEITO E COMPONENTES

EDIFÍCIO INTELIGENTE CONCEITO E COMPONENTES 1 EDIFÍCIO INTELIGENTE CONCEITO E COMPONENTES Dr. Paulo Sérgio Marin, Engº. paulo_marin@paulomarinconsultoria.eng.br 1. Conceito de Edifíco Inteligente Um edifício inteligente pode ser definido como aquele

Leia mais

ANÁLISE DE REDES HIERÁRQUICAS PARA ATENDIMENTO DE LOCAIS REMOTOS

ANÁLISE DE REDES HIERÁRQUICAS PARA ATENDIMENTO DE LOCAIS REMOTOS ANÁLISE DE REDES HIERÁRQUICAS PARA ATENDIMENTO DE LOCAIS REMOTOS Fabiana da Silva Podeleski Faculdade de Engenharia Elétrica CEATEC podeleski@yahoo.com.br Prof. Dr. Omar Carvalho Branquinho Grupo de Pesquisa

Leia mais

VEÍCULAR FAMÍLIA - RASTREADOR GPS/GPRS

VEÍCULAR FAMÍLIA - RASTREADOR GPS/GPRS VEÍCULAR FAMÍLIA - RASTREADOR GPS/GPRS AUTOS MOTOS VANS - CAMINHÕES A nova linha VEÍCULAR FAMILIA são rastreadores via satélite de última geração. Além das funções inerentes aos rastreadores, apresentam

Leia mais

Apesar das vantagens, essa tecnologia apresenta a mesma desvantagem de outras tecnologias para a transmissão de dados: os cabos.

Apesar das vantagens, essa tecnologia apresenta a mesma desvantagem de outras tecnologias para a transmissão de dados: os cabos. Página 1 de 9 PROJETOS / Telecom 25/08/2008 10:44:40 Sistemas Wireless em chão de fábricas. Existem diversas opções de padrões de conexão entre equipamentos industriais e computadores. Dentre essas opções,

Leia mais

Regulamento dos Laboratórios de Informática UNIFACS - Universidade Salvador

Regulamento dos Laboratórios de Informática UNIFACS - Universidade Salvador Regulamento dos Laboratórios de Informática UNIFACS - Universidade Salvador 1) Objetivos Os Laboratórios de informática da UNIFACS se destinam à prática do ensino, pesquisa e à elaboração de trabalhos

Leia mais

Vigilância Industrial

Vigilância Industrial Vigilância Industrial Câmeras Obzerv com Seleção de Profundidade Ativa (ARGC) ARGC-750 ARGC-2400 ARGC-2400 thermovision 2 APLICAÇÕES Vigilância de perímetro e proteção contra terroristas e invasores Proteção

Leia mais

MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA

MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA Central de Coleta e Armazenamento de Dados (Especificação) A Central de Coleta e Armazenamento de Dados deverá apresentar as seguintes características: 1. Receber, de forma contínua,

Leia mais

DAS NORMAS DE SEGURANÇA PARA A UTILIZAÇÃO DA INTERNET TÍTULO V - DAS PRESCRIÇÕES DIVERSAS 19/22 GLOSSÁRIO TÍTULO I DAS GENERALIDADES

DAS NORMAS DE SEGURANÇA PARA A UTILIZAÇÃO DA INTERNET TÍTULO V - DAS PRESCRIÇÕES DIVERSAS 19/22 GLOSSÁRIO TÍTULO I DAS GENERALIDADES PORTARIA Nº 121-EME, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2001. Aprova as Instruções Reguladoras para Utilização da Rede Mundial de Computadores (Internet) por Organizações Militares e Militares do Exército (IR 20-26).

Leia mais

Localização Geográfica no Google Maps com o Auxílio de Redes Wireless

Localização Geográfica no Google Maps com o Auxílio de Redes Wireless Localização Geográfica no Google Maps com o Auxílio de Redes Wireless Henrique G. G. Pereira 1, Marcos L. Cassal 1, Guilherme Dhein 1, Tarcízio R. Pinto 1 1 Centro Universitário Franciscano (UNIFRA) Rua

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010. Regulamenta a utilização dos serviços corporativos disponíveis na rede de computadores da ANAC. A DIRETORA-PRESIDENTE

Leia mais

LEI DELEGADA N.º 79, DE 18 DE MAIO DE 2.007

LEI DELEGADA N.º 79, DE 18 DE MAIO DE 2.007 LEI DELEGADA N.º 79, DE 18 DE MAIO DE 2.007 DISPÕE sobre a SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANÇA PÚBLICA SSP, definindo suas finalidades, competências e estrutura organizacional, fixando o seu quadro de cargos

Leia mais

Developers Magazine http://www.developers.com.br

Developers Magazine http://www.developers.com.br Developers Magazine http://www.developers.com.br Edição 54, Fevereiro de 2001. Mobilidade na Segurança Corporativa A Aliança dos Agentes Móveis e Tecnologias de Segurança Contra os Crackers Francisco Gomes

Leia mais

Levando os benefícios do IP aberto ao controle de acesso físico. Controlador de porta em rede AXIS A1001

Levando os benefícios do IP aberto ao controle de acesso físico. Controlador de porta em rede AXIS A1001 Levando os benefícios do IP aberto ao controle de acesso físico. Controlador de porta em rede AXIS A1001 Abra as portas para o futuro. Com o Controlador de porta em rede AXIS A1001, estamos introduzindo

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE ENSINO E PESQUISA DIRETORIA DE ESPECIALIZAÇÃO E EXTENSÃO (C Aprf Esp do Realengo/1945)

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE ENSINO E PESQUISA DIRETORIA DE ESPECIALIZAÇÃO E EXTENSÃO (C Aprf Esp do Realengo/1945) MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE ENSINO E PESQUISA DIRETORIA DE ESPECIALIZAÇÃO E EXTENSÃO (C Aprf Esp do Realengo/1945) NORMAS PARTICULARES PARA GESTÃO ESCOLAR NO ÂMBITO DA DIRETORIA

Leia mais

Projetos I Resumo de TCC. Luiz Rogério Batista De Pieri Mat: 0413829 5

Projetos I Resumo de TCC. Luiz Rogério Batista De Pieri Mat: 0413829 5 Projetos I Resumo de TCC Luiz Rogério Batista De Pieri Mat: 0413829 5 MAD RSSF: Uma Infra estrutura de Monitoração Integrando Redes de Sensores Ad Hoc e uma Configuração de Cluster Computacional (Denise

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 152/2014/TCE-RO

RESOLUÇÃO N. 152/2014/TCE-RO RESOLUÇÃO N. 152/2014/TCE-RO Regulamenta as atividades de correição e inspeção no âmbito do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia e dá outras providências. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO

Leia mais

Enfrente os atuais desafios de BYOD

Enfrente os atuais desafios de BYOD Folheto Enfrente os atuais desafios de BYOD HP Intelligent Management Center para BYOD Quem é você? Seu dispositivo está em conformidade? Atribuído para redes de aplicativos virtuais de identidade Usuário

Leia mais

Etapas do Manual de Operações de Segurança

Etapas do Manual de Operações de Segurança OPERAÇÕES www.proteccaocivil.pt DE SEGURANÇA CARACTERIZAÇÃO DO ESPAÇO IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS ETAPAS LEVANTAMENTO DE MEIOS E RECURSOS ESTRUTURA INTERNA DE SEGURANÇA PLANO DE EVACUAÇÃO PLANO DE INTERVENÇÃO

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

ESET SMART SECURITY 9

ESET SMART SECURITY 9 ESET SMART SECURITY 9 Microsoft Windows 10 / 8.1 / 8 / 7 / Vista / XP Guia de Inicialização Rápida Clique aqui para fazer download da versão mais recente deste documento o ESET Smart Security é um software

Leia mais

Segurança na Web: Proteja seus dados na nuvem

Segurança na Web: Proteja seus dados na nuvem White paper Segurança na Web: Proteja seus dados na nuvem Resumo Sabemos que as equipes de segurança não podem estar em todos os locais, mas o cenário atual exige que as empresas estejam prontas para proteger

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Dispõe acerca de normas referentes à segurança da informação no âmbito da CILL Informática S/A. Goiânia-Go, novembro de 2015 Política de Segurança da Informação CILL

Leia mais

Prof. Roberto Franciscatto 4º Semestre - TSI - CAFW. Free Powerpoint Templates Page 1

Prof. Roberto Franciscatto 4º Semestre - TSI - CAFW. Free Powerpoint Templates Page 1 Segurança na Web Capítulo 7: IDS e Honeypots Prof. Roberto Franciscatto 4º Semestre - TSI - CAFW Page 1 Introdução IDS = Intrusion Detection Systems (Sistema de Detecção de Invasão) O IDS funciona sobre

Leia mais

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes Noções de Redes: Estrutura básica; Tipos de transmissão; Meios de transmissão; Topologia de redes;

Leia mais

Teclados 624 e 640 Manual do Usuário

Teclados 624 e 640 Manual do Usuário Teclados 624 e 640 624 640 Manual do Usuário Sumário 1. Operação Básica... 2 2. Códigos de Acesso... 4 3. Armando e Desarmando...5 4. Zonas de Pânico... 10 5. Programação com Tecla de Acesso...11 6. Características

Leia mais

SSC0748 - Redes Móveis

SSC0748 - Redes Móveis - Redes Móveis Introdução Redes sem fio e redes móveis Prof. Jó Ueyama Agosto/2012 1 Capítulo 6 - Resumo 6.1 Introdução Redes Sem fo 6.2 Enlaces sem fo, características 6.3 IEEE 802.11 LANs sem fo ( wi-f

Leia mais

Atividade Capitulo 6 - GABARITO

Atividade Capitulo 6 - GABARITO Atividade Capitulo 6 - GABARITO 1. A Internet é uma força motriz subjacente aos progressos em telecomunicações, redes e outras tecnologias da informação. Você concorda ou discorda? Por quê? Por todos os

Leia mais

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE CONTROLE DE ENTRADA E SAÍDA NO CAMPUS CAPIVARI

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE CONTROLE DE ENTRADA E SAÍDA NO CAMPUS CAPIVARI MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE CONTROLE DE ENTRADA E SAÍDA NO CAMPUS CAPIVARI NOVEMBRO DE 2014 1 MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE CONTROLE DE ENTRADA E SAÍDA NO CAMPUS CAPIVARI Este manual tem

Leia mais

Prefeitura Municipal de Ipiranga do Norte

Prefeitura Municipal de Ipiranga do Norte Lei nº 396, de 25 de fevereiro de 2013. Dispõe sobre a criação da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil e do Fundo Municipal de Defesa Civil e dá outras providências. PEDRO FERRONATO, Prefeito Municipal

Leia mais

1 Fique atento ao entrar ou sair de sua casa ou apartamento

1 Fique atento ao entrar ou sair de sua casa ou apartamento 1 Fique atento ao entrar ou sair de sua casa ou apartamento O momento em que entramos ou saímos de nossas residências, costuma oferecer grande risco, pois normalmente estamos distraídos, além de abrirmos,

Leia mais

Manual de Segurança. Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br

Manual de Segurança. Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br Vol. V Indústrias Manual de Segurança Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br I mplementar um sistema de segurança eficaz em uma indústria não costuma ser uma tarefa fácil, principalmente porque, na

Leia mais

PORTARIA Nº 102, DE 30 DE OUTUBRO DE 2008

PORTARIA Nº 102, DE 30 DE OUTUBRO DE 2008 PORTARIA Nº 102, DE 30 DE OUTUBRO DE 2008 O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO - DENATRAN, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 19, inciso I, da Lei nº 9.503, de 23 de setembro

Leia mais