RESENHA CRÍTICA A FOTOGRAFIA COMO OBJETO E RECURSO DE MEMÓRIA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESENHA CRÍTICA A FOTOGRAFIA COMO OBJETO E RECURSO DE MEMÓRIA"

Transcrição

1 FACULDADE DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO ISRAEL ANTONIO MANOEL PEREIRA RESENHA CRÍTICA A FOTOGRAFIA COMO OBJETO E RECURSO DE MEMÓRIA Resenha Crítica apresentada como atividade parcial avaliativa da disciplina Leitura de Imagens. Orientadora: Dra. Miriam Paula Manini Brasília/DF 2013

2 FACULDADE DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO ISRAEL ANTONIO MANOEL PEREIRA RESENHA CRÍTICA A FOTOGRAFIA COMO OBJETO E RECURSO DE MEMÓRIA Resenha Crítica apresentada como atividade parcial avaliativa da disciplina Leitura de Imagens. Orientadora: Dra. Miriam Paula Manini Brasília/DF 2013

3 3 Israel Antonio Manoel Pereira RESENHA CRÍTICA FELIZARDO, Adair; SAMAIN, Etienne G. A fotografia como objeto e recurso de memória, in Discursos Fotográficos, Londrina, v. 3, n. 3, p , CREDENCIAIS DO AUTOR FELIZARDO 1 possui graduação em Letras Literatura e Língua Espanhola pela Universidade Federal de Santa Catarina (1999). Pós-graduação em Fotografia - Práxis e Discurso Fotográfico pela Universidade Estadual de Londrina (2000). Professor convidado do curso de Especialização em Fotografia da Universidade Estadual de Londrina na disciplina Técnicas e Recursos Fotográficos (de 2001 a 2007) e da disciplina Fotografia e Cidade (2008 a 2010). Professor da disciplina Fotografia III do curso de Artes Visuais da Unochapecó (2009). Professor do curso de Museologia do Centro Universitário Barriga Verde na disciplina Museus e as Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (2007). Professor do curso de graduação em Artes Plásticas na disciplina de Fotografia da Univesidade do Planalto Catarinense (2003). Atualmente é fotógrafo, pesquisador e historiador e tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Comunicação Visual, atuando principalmente nos seguintes temas: fotografia, imagem, educação, comunicação e ensino a distância. SAMAIN 2 é antropólogo e teólogo. Pesquisador do CNPq (bolsista-produtividade A-1), professor titular no Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e docente do Departamento de Cinema. Dentre os seus vários trabalhos destaca-se Moroneta Kamayurá. Mitos e aspectos da realidade social dos índios Kamayurá (Alto Xingu) e O Fotográfico (2ª edição, 2005). Atualmente, centra seus interesses na elaboração de uma Antropologia da Imagem (baseada nas obras do fundador da Iconologia, Aby Warburg), bem como numa Antropologia da Comunicação Humana, nos moldes de Gregory Bateson e dos trabalhos da Escola de Palo Alto. Nessa perspectiva, acaba de organizar e de publicar um novo livro, intitulado "Como pensam as imagens" (2012) com a colaboração de 10 pesquisadores brasileiros e estrangeiros, cujos resultados permitirão ampliar os questionamentos relativos a 1 Lattes do autor. Disponível em: <http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=k e3> Acesso em 16 de maio de Lattes do autor. Disponível em: <http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=k d8> Acesso em 16 de maio de 2013.

4 4 uma Epistemologia da Comunicação, tanto como firmar alicerces de uma Antropologia da Imagem. 2. RESUMO DA OBRA O novo boom da fotografia nesse início de século. A fotografia e seu processo como conhecemos hoje filme, revelação e ampliação inicia o novo milênio passando por profundas transformações. Câmeras digitais. O consumo excessivo das imagens, em grande parte despreocupadas, sem critérios ou comprometimento, chegando à banalização. A facilidade para eliminar, para sempre, uma imagem que por algum motivo perdeu o interesse. Mídias de armazenamento de imagens que duram pouco impossibilitando a recuperação do dos dados. A fotografia digital, menores custos de produção, edição e transmissão de imagens torna a fotografia ainda mais popular, acessível e presente na vida das pessoas. Seria bem isso mesmo? Qual seria a relação entre a fotografia e memória? A fotografia trás consigo a veracidade incontestável dos fatos. Foi agregado status de credibilidade. O fato de a fotografia ser uma representação do real pode não ser suficiente para lhe conferir credibilidade absoluta. Monumento aos mortos. Verdade visual nunca antes atingida, permite guardar a memória do tempo e da evolução cronológica (LE GOFF, 2003, p.460). Como a evolução do processo e a massificação da fotografia, os retratos em família podem ser tirados sem a presença de um profissional. A importância da mãe como retratista e mantenedora das lembranças familiares. O que é a memória visual? Os elementos constitutivos da memória individual ou coletiva. Na fotografia o espaço e o tempo cravados no recorte. A fotografia como fenômeno que revolucionou a memória. Memória involuntária e voluntária. A fotografia por ser considerada um dos grandes relicários, documento/monumento, objeto portador de memória viva e própria. Perpetua a nossa existência. A fotografia pode ter sua morte aparente. O ciclo de memória (individual, mas não coletiva), de recordação, rememoração, pode se extinguir. 3. CONCLUSÃO DO RESENHISTA De modo geral, os autores apoiam-se em diversos estudos e observações para emitir suas conclusões. Declaram em suas ideias a transformação do processo fotográfico que popularizou-se com as câmeras digitais. Demonstram-se preocupados com a banalização do consumo excessivo das imagens registradas sem critérios ou comprometimento. Felizardo e Samain, também mostram-se inquietos quanto a facilidade de descarte das imagens digitais

5 5 registradas, e, sobretudo, em relação a qualidade e durabilidade das mídias disponíveis para arquivar as imagens digitais. Tal preocupação justifica-se pelo fato de a fotografia ter uma relação de proximidade com a memória. Aqui apoiam-se no que diz Jacques Le Goff, o segundo é a fotografia, que revoluciona a memória: multiplica-se e democratiza-a, dá-lhe uma precisão e uma verdade visual nunca antes atingidas, permitindo assim guardar a memória do tempo e da evolução cronológica (2003, p.460). Eles trabalham também com a tese de Jocy Alves de Seixas, em que a memória pode ser ativada de forma voluntária e involuntária onde a fotografia exerce o papel primordial na ativação daquela, pois, sendo ela sensorial - nossos olhos sobre nossos olhos historiografia a elegeu (SEIXAS, 2001, p.48). Finalmente, deixam claro a importância da imagem como objeto portador de memória viva e própria, e que fotografar significa perpetuar a memória. 4. CRÍTICAS DO RESENHISTA A obra fornece subsídios a nossa reflexão, à medida que se aprofunda sobre os processos fotográfico e autores que trabalham especialmente a respeito da memória. Com sólidos conhecimentos acerca do processo fotográfico, Felizardo e Samain nos levam a pensar sobre o uso indiscriminado da produção de imagens fotográficas e os métodos utilizados por pessoas descompromissadas para propagar suas memórias ao longo do tempo. Os exemplos citados, nos auxilia na compreensão e importância da imagem como instrumento de ativação da memória e que a sua morte, ou seja, que os danos causados nos dispositivos de armazenagem de dados, representam a morte das lembranças também. Entretanto, deve-se levar em consideração que estamos vivendo um segundo momento da popularização da fotografia pois, se algum dia nós viramos fotógrafos, foi por causa do primeiro momento de popularização com a invenção da máquina portátil e da película flexível da Kodak, onde pessoas tão descompromissadas quanto as da era digital disparavam seus fleches na tentativa de acertar, mas que muitas vezes, devido o despreparo, escolhiam o filme com o ISO muito baixo para uma ocasião muito escura ou sobrava um dedo despercebido na lente da câmera que somente era percebido após o termino da ocasião com a revelação e

6 6 inutilização do relicário, antes mesmo de sua existência como artefato de ativação da memória voluntária. A herança deixada por George Eastman 3 se desenvolveu, passou por problemas e muitas memórias foram perdidas em incêndios, enchentes, entre outras catástrofes que nos fez aprender e chegarmos a processos de preservação que garantam a perpetuação de imagens da Era Analógica. Chegou a Era Digital, onde a popularização da fotografia alcançou a sua massificação, mas de certo, por um caminho sem volta onde os dedos despercebidos da lente se transformaram nos dedos despercebidos na tecla delete, portanto, há de se ressaltar que assim como aprendemos com erros no processo de produção e armazenagem da fotografia analógica o mesmo acontecerá, se já não estiver acontecendo, com o processo da fotografia digital onde aprenderemos com os nossos erros e avançaremos em busca de soluções para armazenamento e preservação dos relicários digitais. 5. INDICAÇÕES DO RESENHISTA: A obra tem como objetivo discutir as profundas transformações nos processos fotográficos, especialmente, no que diz respeito ao processo de massificação da fotografia digital e a preocupação dos autores com a banalização do consumo excessivo das imagens. Os autores exploram a importância da imagem no processo de ativação da memória e no dano irreparável que a perda dessas imagens, sejam por despreparo ou por facilidade no descarte dessas imagens, podem causar na memória desses personagens para gerações futuras. Adair Felizardo e Etienne Samain são instrumentos importantes para realização de pesquisas nos campos de Fotografia, Ciências da Informação, Arquivologia e Comunicação. 3 Criador da câmera fotográfica e filme Kodak responsável pela popularização da fotografia amadora.

RE-CONSTRUINDO A EDUCAÇÃO DE ITABUNA-BA: 1930 A

RE-CONSTRUINDO A EDUCAÇÃO DE ITABUNA-BA: 1930 A RE-CONSTRUINDO A EDUCAÇÃO DE ITABUNA-BA: 1930 A 1945 ASSIS, Raimunda Alves Moreira de UESC UFF GT: História da Educação / n.02 Agência Financiadora: FAPES Neste texto apresento o resultado das principais

Leia mais

RESENHA. SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005.

RESENHA. SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005. 1 RESENHA Mónica Santos Pereira Defreitas 1 SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005. O livro de Lúcia Santaella, Por que as comunicações e as artes estão

Leia mais

PROGRAMA WEBFAMÍLIA APRENDE BRASIL 2015

PROGRAMA WEBFAMÍLIA APRENDE BRASIL 2015 PROGRAMA WEBFAMÍLIA APRENDE BRASIL 2015 Programa de Webfamília Sistema de Ensino Aprende Brasil O Centro de Formação e o Sistema de Ensino Aprende Brasil oferecem um como A Criança e o Adolescente em Foco,

Leia mais

RESENHA CRÍTICA A LEITURA DE IMAGENS FOTOGRÁFICAS: PRELIMINARES DA ANÁLISE DOCUMENTÁRIA DE FOTOGRAFIAS.

RESENHA CRÍTICA A LEITURA DE IMAGENS FOTOGRÁFICAS: PRELIMINARES DA ANÁLISE DOCUMENTÁRIA DE FOTOGRAFIAS. FACULDADE DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO ISRAEL ANTONIO MANOEL PEREIRA A LEITURA DE IMAGENS FOTOGRÁFICAS: PRELIMINARES DA ANÁLISE DOCUMENTÁRIA DE FOTOGRAFIAS.

Leia mais

Tchaikovsky romântico sem solução

Tchaikovsky romântico sem solução Tchaikovsky romântico sem solução Resumo Uma pérola do romantismo na música, Tchaikovsky nos é apresentado aqui juntamente com as grandes peças teatrais que o tornaram imortal. Com uma melodia sensível,

Leia mais

O aluno que estiver com disciplina pendente no currículo antigo, poderá cursar a sua equivalente, que for oferecida no período, do currículo novo.

O aluno que estiver com disciplina pendente no currículo antigo, poderá cursar a sua equivalente, que for oferecida no período, do currículo novo. Equivalências das disciplinas obrigatórias do currículo antigo do curso de Social (cinema, jornalismo e publicidade) vinculadas ao Departamento de Estudos Culturais e Mídia. O aluno que estiver com disciplina

Leia mais

Nome: Laís Knott Oliveira Silva; Clóvis Begnozzi Neto e Eduardo Rossi Claudino.

Nome: Laís Knott Oliveira Silva; Clóvis Begnozzi Neto e Eduardo Rossi Claudino. Nome: Laís Knott Oliveira Silva; Clóvis Begnozzi Neto e Eduardo Rossi Claudino. Professor: Wiviane Knott Sá Oliveira Silva Forma de Apresentação: Painel Instituição: Colégio Londrinense A poética no olhar

Leia mais

O(s) Uso(s) de Documentos de Arquivo na Sala de Aula

O(s) Uso(s) de Documentos de Arquivo na Sala de Aula O(s) Uso(s) de Documentos de Arquivo na Sala de Aula SEQUÊNCIA DIDÁTICA Milton Garcia Silva São Paulo 2012 TEMA Modos de Morar em São Paulo Séculos XIX e XX. JUSTIFICATIVA Nota-se que os alunos possuem

Leia mais

Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003. Rio de Janeiro, 28 de maio de 2008.

Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003. Rio de Janeiro, 28 de maio de 2008. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Departamento de Artes & Design Curso de especialização O Lugar do Design na Leitura Disciplina: Estratégia RPG Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003

Leia mais

EDUCAÇÃO PATRIMONIAL A PARTIR DE JOGOS DIDÁTICOS: UMA EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA NO MUNICÍPIO DE RESTINGA SÊCA/RS/Brasil

EDUCAÇÃO PATRIMONIAL A PARTIR DE JOGOS DIDÁTICOS: UMA EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA NO MUNICÍPIO DE RESTINGA SÊCA/RS/Brasil EDUCAÇÃO PATRIMONIAL A PARTIR DE JOGOS DIDÁTICOS: UMA EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA NO MUNICÍPIO DE RESTINGA SÊCA/RS/Brasil Heliana de Moraes Alves Graduanda em Geografia Bacharelado da Universidade Federal

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES Índice Página PROGRAMAS ACADÊMICOS E PROFISSIONAIS OFERECIDOS POR UM MESMO DEPARTAMENTO...2 PROPOSTA DE PROGRAMA...2 COMO COPIAR E COLAR...2 CADASTRO DOCENTE...2 ATIVIDADE DOCENTE...2

Leia mais

Como Fazer um Vídeo no Windows Live Movie Maker

Como Fazer um Vídeo no Windows Live Movie Maker Como Fazer um Vídeo no Windows Live Movie Maker Versão deste documento: 1 Data de edição deste documento: 12 de Julho de 2011 1. Vá ao Iniciar -> Todos os Programas -> Windows Live Movie Maker Iniciar

Leia mais

Por uma estética das imagens digitais: um olhar sobre Parallel, videoinstalação de Harun Farocki

Por uma estética das imagens digitais: um olhar sobre Parallel, videoinstalação de Harun Farocki Por uma estética das imagens digitais: um olhar sobre Parallel, videoinstalação de Harun Farocki Jamer Guterres de Mello 1 Resumo Este trabalho pretende demonstrar de que forma as imagens digitais produzem

Leia mais

A prática da Educação Patrimonial:

A prática da Educação Patrimonial: A prática da Educação Patrimonial: uma experiência no município de Restinga Sêca / RS HELIANA DE MORAES ALVES E LAURO CÉSAR FIGUEIREDO Introdução O presente trabalho é um breve relato sobre uma prática

Leia mais

DO IMPRESSO AO DIGITAL: AS NOVAS PRÁTICAS DE LEITURA E O ACESSO AS BIBLIOTECAS

DO IMPRESSO AO DIGITAL: AS NOVAS PRÁTICAS DE LEITURA E O ACESSO AS BIBLIOTECAS DO IMPRESSO AO DIGITAL: AS NOVAS PRÁTICAS DE LEITURA E O ACESSO AS BIBLIOTECAS GIOVANA CAIRES MOTTA (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA). Resumo A transposição do texto impresso para o meio digital coloca

Leia mais

RESENHA resenha resumo resenha crítica Título: Identificação do resenhista: Referência: Dados sobre o(s) autor(es): Dados sobre a obra: Apreciação:

RESENHA resenha resumo resenha crítica Título: Identificação do resenhista: Referência: Dados sobre o(s) autor(es): Dados sobre a obra: Apreciação: RESENHA Resenha é a apreciação crítica sobre uma determinada obra (livro, artigo, texto, filme, etc.). Trata-se de um breve texto, semelhante a um resumo, que visa comentar um trabalho realizado. Será

Leia mais

A fotografia como objeto e recurso de memória. Adair Felizardo Etienne Samain

A fotografia como objeto e recurso de memória. Adair Felizardo Etienne Samain 205 A fotografia como objeto e recurso de memória Adair Felizardo Etienne Samain 206 A fotografia como objeto e recurso de memória Photography as object and resource of memory Adair Felizardo* Etienne

Leia mais

Endereço: Rua 1. Mércia ARAÚJO 2 Nelson SOARES 3 Faculdade Social da Bahia, Salvador, BA

Endereço: Rua 1. Mércia ARAÚJO 2 Nelson SOARES 3 Faculdade Social da Bahia, Salvador, BA Endereço: Rua 1 Mércia ARAÚJO 2 Nelson SOARES 3 Faculdade Social da Bahia, Salvador, BA RESUMO: O presente trabalho foi apresentado à disciplina Fotojornalismo II e consistiu na produção de um ensaio fotodocumental.

Leia mais

como a arte pode mudar a vida?

como a arte pode mudar a vida? como a arte pode mudar a vida? LONGE DAQUI, AQUI MESMO 1 / 2 Longe daqui, aqui mesmo 1 Em um caderno, crie um diário para você. Pode usar a escrita, desenhos, recortes de revista ou jornais e qualquer

Leia mais

O USO DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

O USO DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM O USO DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Luiz Carlos Chiofi Universidade Estadual de Londrina - PDE luizquinzi@seed.pr.gov.br Marta Regina Furlan

Leia mais

Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS

Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS SANTOS, Noeli Batista dos 1 Palavras-chave: imagem, ensino, tecnologia.

Leia mais

Fotografia: Arte,Ciência e Tecnologia

Fotografia: Arte,Ciência e Tecnologia Fotografia: Arte,Ciência e Tecnologia E.E. Frontino Guimarães Sala 5 2ª Sessão Professor(es) Apresentador(es): Meire Pereira de França Roseli Fernandes Euquério Lima Realização: Foco Desenvolvimento da

Leia mais

A ESCOLA MULTISSERIADA EM IMAGENS: CONSTRUINDO A MEMÓRIA E O SIGNIFICADO DA ESCOLA NA COMUNIDADE CAMPESINA Juber Helena Baldotto Delboni UFES

A ESCOLA MULTISSERIADA EM IMAGENS: CONSTRUINDO A MEMÓRIA E O SIGNIFICADO DA ESCOLA NA COMUNIDADE CAMPESINA Juber Helena Baldotto Delboni UFES A ESCOLA MULTISSERIADA EM IMAGENS: CONSTRUINDO A MEMÓRIA E O SIGNIFICADO DA ESCOLA NA COMUNIDADE CAMPESINA Juber Helena Baldotto Delboni UFES Resumo Este estudo analisa de que maneira as fotografias são

Leia mais

História da Mídia Impressa na Educação

História da Mídia Impressa na Educação História da Mídia Impressa na Educação LUSTOSA, Elem Acadêmica do Curso de Pedagogia Iniciação Científica MACIEL, Margareth de Fátima Doutorado em Educação UNICENTRO - PARANÁ RESUMO Esse texto aborda a

Leia mais

DESENHO EM FOTOGRAFIA

DESENHO EM FOTOGRAFIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE ARTES DEPARTAMENTO DE ARTES VISUAIS FLÁVIO CAETANO DE SOUZA KARLA ROGGE JASTROW UILLIAN TRINDADE OLIVEIRA DESENHO EM FOTOGRAFIA VITÓRIA 2008 FLÁVIO CAETANO

Leia mais

Unidade I - Fundamentos I.1 Introdução à Computação Gráfica

Unidade I - Fundamentos I.1 Introdução à Computação Gráfica Unidade I - Fundamentos I.1 Introdução à Computação Gráfica I.1.1 Introdução Começou com Exibição de informação para plotters Telas de tubos de raios catódicos (CRT) Tem se desenvolvido Criação, armazenamento

Leia mais

O Curso de História da Arte na Universidade Federal de São Paulo

O Curso de História da Arte na Universidade Federal de São Paulo O Curso de História da Arte na Universidade Federal de São Paulo Jens Baumgarten UNIFESP Resumo O artigo apresenta o projeto acadêmico-intelectual do novo curso de graduação de História da Arte na Universidade

Leia mais

O paradigma da fotografia

O paradigma da fotografia O paradigma da fotografia Boris Kossoy * Para refletirmos sobre os novos paradigmas que desde os anos 90 estabeleceram uma nova práxis à fotografia necessitaríamos de vários seminários. Aqui pretendo apenas

Leia mais

O Museu Afro-Brasil (SP) como lugar de memória e salvaguarda do patrimônio cultural para o povo-de-santo: narrativas institucionais sobre o Candomblé.

O Museu Afro-Brasil (SP) como lugar de memória e salvaguarda do patrimônio cultural para o povo-de-santo: narrativas institucionais sobre o Candomblé. O Museu Afro-Brasil (SP) como lugar de memória e salvaguarda do patrimônio cultural para o povo-de-santo: narrativas institucionais sobre o Candomblé. Elizabeth Castelano Gama* O artigo propõe discutir

Leia mais

JUSTIFICATIVA VISÕES DO LUGAR: REPRESENTAÇÃO DE MEMÓRIA E DE HISTÓRIA DE CATALÃO EM PESQUISAS

JUSTIFICATIVA VISÕES DO LUGAR: REPRESENTAÇÃO DE MEMÓRIA E DE HISTÓRIA DE CATALÃO EM PESQUISAS VISÕES DO LUGAR: REPRESENTAÇÃO DE MEMÓRIA E DE HISTÓRIA DE CATALÃO EM PESQUISAS HISTÓRICAS DO CURSO DE HISTÓRIA DO CAC UFG, NO PERÍODO DE 1995 A 2001. Jaciely Soares da Silva, UFG/CAC; jacielysoares@hotmail.com

Leia mais

MARTINS, Carlos Benedito (org). Para onde vai a Pós-graduação em Ciências Sociais no Brasil. Bauru SP: Edusc, 2005. POR.

MARTINS, Carlos Benedito (org). Para onde vai a Pós-graduação em Ciências Sociais no Brasil. Bauru SP: Edusc, 2005. POR. Resenhas Trajetos da Pós-graduação em Ciências Sociais no Brasil MARTINS, Carlos Benedito (org). Para onde vai a Pós-graduação em Ciências Sociais no Brasil. Bauru SP: Edusc, 2005. POR Fabio Lanza 1 Aobra

Leia mais

Cheia do Amazonas: o cotidiano do ribeirinho 1. Sandro Aurélio Gomes PEREIRA 2 Carlos Fábio Morais GUIMARÃES 3

Cheia do Amazonas: o cotidiano do ribeirinho 1. Sandro Aurélio Gomes PEREIRA 2 Carlos Fábio Morais GUIMARÃES 3 Cheia do Amazonas: o cotidiano do ribeirinho 1 Sandro Aurélio Gomes PEREIRA 2 Carlos Fábio Morais GUIMARÃES 3 Faculdade Martha Falcão DeVry, Manaus, AM RESUMO As populações ribeirinhas do Amazonas convivem

Leia mais

Os Tempos da Máquina. Gabriel Menotti

Os Tempos da Máquina. Gabriel Menotti Os Tempos da Máquina Gabriel Menotti A parte mais evidente das Máquinas do Tempo são as fotografias. É por meio desses elementos que o projeto de Andrei Thomaz se dá prontamente ao olhar. Um público acostumado

Leia mais

JOGOS NAS AULAS DE HISTÓRIA ATRAVÉS DO PIBID: UMA POSSIBILIDADE DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO E DE INTERAÇÃO

JOGOS NAS AULAS DE HISTÓRIA ATRAVÉS DO PIBID: UMA POSSIBILIDADE DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO E DE INTERAÇÃO JOGOS NAS AULAS DE HISTÓRIA ATRAVÉS DO PIBID: UMA POSSIBILIDADE DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO E DE INTERAÇÃO Rayssa Eutália Gurjão Coutinho Borges 1 Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) E-mail: rayssagurjao@hotmail.com

Leia mais

Palavras-chave: Museu do Minério e das Minas; Educação; Redes Sociais; Redes Digitais; Comunicação Social

Palavras-chave: Museu do Minério e das Minas; Educação; Redes Sociais; Redes Digitais; Comunicação Social O USO DAS REDES DIGITAIS NA CONSTRUÇÃO DA EDUCAÇÃO E DO CONHECIMENTO: A COMUNICAÇÃO DOS NOVOS TEMPOS Case Museu das Minas e do Metal Rede MMM e Midiateca Camila Vieira Dutra¹ Resumo: Este trabalho visa

Leia mais

ANÁLISE DO USO DAS MÍDIAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DOS PROFESSORES DE UMA ESCOLA PÚBLICA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO ESTADO DE ALAGOAS

ANÁLISE DO USO DAS MÍDIAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DOS PROFESSORES DE UMA ESCOLA PÚBLICA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO ESTADO DE ALAGOAS ANÁLISE DO USO DAS MÍDIAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DOS PROFESSORES DE UMA ESCOLA PÚBLICA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO ESTADO DE ALAGOAS Olindina maria moura da silva (UFAL) hollyn.moura@hotmail.com RESUMO:

Leia mais

Fotografia - Instrumento de registro e alguns efeitos de inovações tecnológicas 1. Mariana Capeletti CALAÇA 2 Erick Rôso HUBER 3

Fotografia - Instrumento de registro e alguns efeitos de inovações tecnológicas 1. Mariana Capeletti CALAÇA 2 Erick Rôso HUBER 3 Fotografia - Instrumento de registro e alguns efeitos de inovações tecnológicas 1 Mariana Capeletti CALAÇA 2 Erick Rôso HUBER 3 Resumo Nós conseguimos nos definir enquanto indivíduo e enquanto grupo, baseado

Leia mais

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula.

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Sabrine Denardi de Menezes da Silva Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha - Campus São Vicente do Sul RESUMO: A

Leia mais

PORTARIA/SEE Nº. 506/2010

PORTARIA/SEE Nº. 506/2010 PORTARIA/SEE Nº. 506/2010 DEFINE AS ÁREAS DE CONHECIMENTO RELACIONADAS DIRETAMENTE AOS AMBIENTES ORGANIZACIONAIS EM QUE ATUAM OS SERVIDORES DE NÍVEL MÉDIO E ELEMENTAR DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

Leia mais

MARILENA MENOLLI. O TRABALHO INFANTIL NO BRASIL ATRAVÉS DE IMAGENS (Séculos XX e XXI)

MARILENA MENOLLI. O TRABALHO INFANTIL NO BRASIL ATRAVÉS DE IMAGENS (Séculos XX e XXI) MARILENA MENOLLI O TRABALHO INFANTIL NO BRASIL ATRAVÉS DE IMAGENS (Séculos XX e XXI) LONDRINA 2008 MARILENA MENOLLI O TRABALHO INFANTIL NO BRASIL ATRAVÉS DE IMAGENS (Séculos XX e XXI) Produção didático-pedagógico,

Leia mais

O USO DO EDITOR DE APRESENTAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES EDUCATIVAS

O USO DO EDITOR DE APRESENTAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES EDUCATIVAS O USO DO EDITOR DE APRESENTAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES EDUCATIVAS Mário Sérgio de Andrade Mendonça, mariomendonc@gmail.com Eduardo Machado Real, eduardomreal@uems.br UEMS Universidade Estadual

Leia mais

O uso do DOSVOX no Laboratório de Informática Educativa do IBC

O uso do DOSVOX no Laboratório de Informática Educativa do IBC O uso do DOSVOX no Laboratório de Informática Educativa do IBC Bianca Della Líbera Vanessa França da Silva Instituto Benjamin Constant Eixo Temático: Tecnologia assistiva Palavras chave: deficiência visual,

Leia mais

COMO CRIAR UM SITE DE NEGÓCIOS

COMO CRIAR UM SITE DE NEGÓCIOS 0 COMO CRIAR UM SITE DE NEGÓCIOS Em 5 Passos Simples Aprenda aqui a criar um site de negócios de maneira simples, com algumas dicas fundamentais para o começo do seu projeto no Mercado Digital COMO CRIAR

Leia mais

FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROGRAMA GERAL DE DISCIPLINA - PGD. Linha de Pesquisa: Discurso, memória e identidade Disciplina: Discurso e História

FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROGRAMA GERAL DE DISCIPLINA - PGD. Linha de Pesquisa: Discurso, memória e identidade Disciplina: Discurso e História UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE UERN CAMPUS AVANÇADO PROFª. MARIA ELISA DE A. MAIA - CAMEAM DEPARTAMENTO DE LETRAS DL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS PPGL Curso de Mestrado Acadêmico

Leia mais

EDITAL PARA A MOSTRA FOTOGRÁFICA DO 12º CONGRESSO INTERNACIONAL DA REDE UNIDA

EDITAL PARA A MOSTRA FOTOGRÁFICA DO 12º CONGRESSO INTERNACIONAL DA REDE UNIDA EDITAL PARA A MOSTRA FOTOGRÁFICA DO 12º CONGRESSO INTERNACIONAL DA REDE UNIDA DIFERENÇA SIM, DESIGUALDADE NÃO: PLURALIDADE NA INVENÇÃO DA VIDA A comissão organizadora do 12º Congresso Internacional da

Leia mais

UMA LEITURA SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 1980

UMA LEITURA SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 1980 UMA LEITURA SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 1980 ELAINE RODRIGUES (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ), ALLINE MIKAELA PEREIRA (PPE/UEM). Resumo Por

Leia mais

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1 Fotografia e Escola Marcelo Valle 1 Desde 1839, ano do registro da invenção da fotografia na França, quase tudo vem sendo fotografado, não há atualmente quase nenhuma atividade humana que não passe, direta

Leia mais

AUXILIAR DOCENTE Atualizado em Março/2013

AUXILIAR DOCENTE Atualizado em Março/2013 AUXILIAR DOCENTE Atualizado em Março/2013 RELAÇÃO DE REQUISITOS MÍNIMOS PARA INGRESSO NO EMPREGO PÚBLICO PERMANENTE DE AUXILIAR DOCENTE I Este documento tem por finalidade apresentar os requisitos de titulação

Leia mais

Fotografia na Web. Professor: Edvaldo Nascimento Ferreira Junior 71 9908.9404 edvaldo@designconceito.com.br

Fotografia na Web. Professor: Edvaldo Nascimento Ferreira Junior 71 9908.9404 edvaldo@designconceito.com.br Fotografia na Web Professor: Edvaldo Nascimento Ferreira Junior 71 9908.9404 edvaldo@designconceito.com.br www.designconceito.com.br/unijorge (material de aula, trabalhos, bibliografia, links interessantes

Leia mais

NORMAS DE PUBLICAÇÃO NOS CADERNOS DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES

NORMAS DE PUBLICAÇÃO NOS CADERNOS DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES NORMAS DE PUBLICAÇÃO NOS CADERNOS DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES 1. Apresentação: Os Cadernos da Escola de Educação e Humanidades são uma publicação anual, de veiculação eletrônica, no formato on

Leia mais

PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos

PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos RESUMO Elizane Pegoraro Bertineti 1 Tanise Stumf Böhm 2 O presente texto busca apresentar o trabalho realizado pela Patrulha Ambiental Mirim

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CLAUDIOMAR PINHEIRO DA SILVA A EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DAS MÍDIAS NA ESCOLA PÚBLICA.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CLAUDIOMAR PINHEIRO DA SILVA A EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DAS MÍDIAS NA ESCOLA PÚBLICA. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CLAUDIOMAR PINHEIRO DA SILVA A EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DAS MÍDIAS NA ESCOLA PÚBLICA. CURITIBA 2015 CLAUDIOMAR PINHEIRO DA SILVA A EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DAS MÍDIAS NA ESCOLA PÚBLICA.

Leia mais

Anexo Docente 1 PROJETO DE MONITORIA. Centro Universitário SENAC: Curso: Bacharelado em Propaganda e Publicidade

Anexo Docente 1 PROJETO DE MONITORIA. Centro Universitário SENAC: Curso: Bacharelado em Propaganda e Publicidade Anexo Docente 1 PROJETO DE MONITORIA Centro Universitário SENAC: Curso: Bacharelado em Propaganda e Publicidade Disciplina: Fotografia Publicitária manhã Código: Professor Responsável: Prof. Dr. Antonio

Leia mais

UNITERMOS: Marketing esportivo, futebol, administração esportiva.

UNITERMOS: Marketing esportivo, futebol, administração esportiva. ARTIGO Paulo Lanes Lobato * RESUMO Considerando que o marketing é hoje integrante de grande parte das conversas relacionadas ao esporte e, principalmente, que se transformou na esperança do esporte em

Leia mais

CURSO DE TECNOLOGIA EM DESIGN GRÁFICO

CURSO DE TECNOLOGIA EM DESIGN GRÁFICO CURSO DE TECNOLOGIA EM DESIGN GRÁFICO Eixo Tecnológico: Produção Cultural e Design Carga Horária: 2540 h/a Turno: Noturno Tempo de Duração: 6 semestres ( 3 anos) Regime: Seriado semestral Estágio: Opcional

Leia mais

Transcinema é o cinema situação, ou seja, um cinema que experimenta novas arquiteturas, novas narrativas e novas estratégias de interação.

Transcinema é o cinema situação, ou seja, um cinema que experimenta novas arquiteturas, novas narrativas e novas estratégias de interação. Transcinema e a estética da interrupção Kátia Maciel Transcinema é o cinema situação, ou seja, um cinema que experimenta novas arquiteturas, novas narrativas e novas estratégias de interação. Se o cinema

Leia mais

Sticker Art: Uma ferramenta de inclusão e conscientização do valor da arte

Sticker Art: Uma ferramenta de inclusão e conscientização do valor da arte Sticker Art: Uma ferramenta de inclusão e conscientização do valor da arte Priscila de Macedo Pereira e Souza Resumo: Uma experiência numa escola pública de Goiânia, usando da técnica Sticker Art para

Leia mais

Quando o historiador deixa de assistir e começa a analisar: Reflexões sobre a relação história e cinema

Quando o historiador deixa de assistir e começa a analisar: Reflexões sobre a relação história e cinema 1 Quando o historiador deixa de assistir e começa a analisar: Reflexões sobre a relação história e cinema Carlos Adriano F. de Lima Quando os irmãos Augusthe e Lois Lumiere apresentaram seu cinematógrafo

Leia mais

II ENCONTRO NACIONAL DA MEMÓRIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO 01 E 02 DE OUTUBRO DE 2007 CAMPINAS SP R E L A T Ó R I O

II ENCONTRO NACIONAL DA MEMÓRIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO 01 E 02 DE OUTUBRO DE 2007 CAMPINAS SP R E L A T Ó R I O II ENCONTRO NACIONAL DA MEMÓRIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO 01 E 02 DE OUTUBRO DE 2007 CAMPINAS SP R E L A T Ó R I O A tônica do evento foi a preservação de documentos. Pontos de vista diversos foram sustentados

Leia mais

PARECER Nº 15-A/2011. Manifesta-se sobre a declaração de interesse público e social do acervo de Paulo Freire, sob a guarda do Instituto Paulo Freire

PARECER Nº 15-A/2011. Manifesta-se sobre a declaração de interesse público e social do acervo de Paulo Freire, sob a guarda do Instituto Paulo Freire PARECER Nº 15-A/2011 Manifesta-se sobre a declaração de interesse público e social do acervo de Paulo Freire, sob a guarda do Instituto Paulo Freire 1- APRESENTAÇÃO A Portaria nº. 78, do Conselho Nacional

Leia mais

Palavras-Chave: PIBID, Formação Inicial de Professores, Ensino de Informática.

Palavras-Chave: PIBID, Formação Inicial de Professores, Ensino de Informática. DESAFIOS DO ENSINO DA INFORMÁTICA NAS ESCOLAS PÚBLICAS: CONTRIBUIÇÕES DO PIBID NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES RESUMO Jéssyca Edly Messias Ribeiro (IFRN) jeh_edly@hotmail.com Jefferson Hernane da Silva

Leia mais

RECORTES DE ITACIBÁ: A FOTOGRAFIA SOB O OLHAR INFANTIL. Andressa dos Reis Costa (autora) Maria Auxiliadora de Carvalho Corassa (orientadora)

RECORTES DE ITACIBÁ: A FOTOGRAFIA SOB O OLHAR INFANTIL. Andressa dos Reis Costa (autora) Maria Auxiliadora de Carvalho Corassa (orientadora) RECORTES DE ITACIBÁ: A FOTOGRAFIA SOB O OLHAR INFANTIL Andressa dos Reis Costa (autora) Maria Auxiliadora de Carvalho Corassa (orientadora) andressa.es@hotmail.com Universidade Federal do Espírito Santo

Leia mais

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Unidade I Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Introdução A disciplina Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil tem o objetivo de provocar reflexões

Leia mais

O vídeo nos processos de ensino e aprendizagem

O vídeo nos processos de ensino e aprendizagem PACC / UAB / UFABC O vídeo nos processos de ensino e aprendizagem Por Lilian Menezes Como dito anteriormente, na linguagem audiovisual as imagens ocupam lugar de destaque e quando começamos a trabalhar

Leia mais

Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem.

Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem. 1 Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem. Cristiane Vinholes Jacomelli Prof(a). Dr(a) Maria do Carmo de Sousa

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE JOGOS CARTOGRÁFICOS COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA

REFLEXÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE JOGOS CARTOGRÁFICOS COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA REFLEXÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE JOGOS CARTOGRÁFICOS COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA Tais Pires de Oliveira Universidade Estadual de Maringá Departamento de Geografia tais_piresoliveira@hotmail.com

Leia mais

Transversalidades da Cultura e Gestão de Projetos Culturais: Articulações e Possibilidades. 1

Transversalidades da Cultura e Gestão de Projetos Culturais: Articulações e Possibilidades. 1 Curso de Sustentabilidade em Projetos Culturais. Transversalidades da Cultura e Gestão de Projetos Culturais: Articulações e Possibilidades. 1 Diogo Reyes da Costa Silva. 2 Introdução: O presente texto

Leia mais

RECURSOS DA INTERNET PARA O USO PEDAGÓGICO NAS AULAS DE

RECURSOS DA INTERNET PARA O USO PEDAGÓGICO NAS AULAS DE RECURSOS DA INTERNET PARA O USO PEDAGÓGICO NAS AULAS DE Resumo MATEMÁTICA Ana Paula R. Magalhães de Barros 1 / UNESP Rúbia Barcelos Amaral 2 /UNESP Devido ao aumento da oferta de recursos tecnológicos

Leia mais

As esferas acústicas da cena e o cinema

As esferas acústicas da cena e o cinema As esferas acústicas da cena e o cinema César Lignelli Programa de Pós-Graduação em Educação UnB Doutorando Educação e Comunicação Or. Profa. Dra. Laura Coutinho Professor Assistente do Departamento de

Leia mais

JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO)

JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO) JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO) De acordo com o Edital de produção de conteúdo digitais multimídia, alguns aspectos

Leia mais

Lata na mão, grafiteiro na rua, arte na prede e a montagem de um vídeo etnográfico na Amazônia 1

Lata na mão, grafiteiro na rua, arte na prede e a montagem de um vídeo etnográfico na Amazônia 1 Lata na mão, grafiteiro na rua, arte na prede e a montagem de um vídeo etnográfico na Amazônia 1 Leila Cristina Leite Ferreira-UFPA RESUMO: Este artigo traz como discussão a captação, a elaboração e a

Leia mais

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Denise Ritter Instituto Federal Farroupilha Campus Júlio de Castilhos deniseritter10@gmail.com Renata da Silva Dessbesel Instituto

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE CURSO MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE CURSO MÍDIAS NA EDUCAÇÃO 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE CURSO MÍDIAS NA EDUCAÇÃO ROMANTISMO NA ERA DIGITAL Cursistas Alessandra Doose do Prado Bruder Luciana Kniss Schuhmacher Sandra Terezinha

Leia mais

Licenciatura em Espanhol

Licenciatura em Espanhol Licenciatura em Espanhol Rebeka Caroça Seixas Apresentação e Objetivos Estamos bem adiantados em nosso curso. Já falamos sobre o conceito de arte, conhecendo um pouco de cada linguagem artística. Hoje,

Leia mais

EDITAL Abertura de inscrições para a seleção de candidatos ao Programa de Mestrado em Comunicação da UNIP

EDITAL Abertura de inscrições para a seleção de candidatos ao Programa de Mestrado em Comunicação da UNIP EDITAL Abertura de inscrições para a seleção de candidatos ao Programa de Mestrado em Comunicação da UNIP Mestrado recomendado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES,

Leia mais

História da Fotografia em Goiás. Prof. Ms. Déborah Rodrigues Borges

História da Fotografia em Goiás. Prof. Ms. Déborah Rodrigues Borges História da Fotografia em Goiás Prof. Ms. Déborah Rodrigues Borges Poucas referências bibliográficas; Fotógrafos pioneiros: registros de profissionais na cidade de Goiás no final do século XIX. Predominância

Leia mais

No manual da webcam, ele descobriu que seu sensor de imagem tem dimensão total útil de 2

No manual da webcam, ele descobriu que seu sensor de imagem tem dimensão total útil de 2 1. (Ufsc 2015) Fotografar é uma arte que se popularizou com os celulares e se intensificou com as redes sociais, pois todos querem postar, publicar os seus registros, suas selfies. Talvez alguns celulares

Leia mais

Cais da Leitura: leitura em ação

Cais da Leitura: leitura em ação Cais da Leitura: leitura em ação Conceição Flores. Universidade Potiguar (UnP). Carla Rosiane C. Andrade. Universidade Potiguar (UnP). Nos últimos tempos, estamos sendo quase que cotidianamente bombardeados

Leia mais

CARTOGRAFIA TATÍL :MOBILIDADE E PASSAPORTE PARA INCLUSÃO

CARTOGRAFIA TATÍL :MOBILIDADE E PASSAPORTE PARA INCLUSÃO CARTOGRAFIA TATÍL :MOBILIDADE E PASSAPORTE PARA INCLUSÃO ERIANE MALAFATTI¹ e DÉBORA FELÍCIO² anemalafatti@yahoo.com.br, deborafelicio@hotmail.com ¹ Aluna do curso de Geografia Unifal-MG 2 Professor do

Leia mais

Câmera Digital. Autor: Darllene Negri Nicioli

Câmera Digital. Autor: Darllene Negri Nicioli Câmera Digital Autor: Darllene Negri Nicioli 2 OBJETIVO Têm como objetivo este trabalho mostrar o princípio de funcionamento geral de uma câmera digital até as vantagens e desvantagens do produto final,

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SEED SUPERINTENDÊNCIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUED CURSO DE INTRODUÇÃO A EDUCAÇÃO DIGITAL

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SEED SUPERINTENDÊNCIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUED CURSO DE INTRODUÇÃO A EDUCAÇÃO DIGITAL 1 NRE: TOLEDO 2 COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO VEREADOR SAMUEL BENCK EFM 3 AUTOR: Fernanda Mesquita Santiago 4 DOCENTE: Nilton Sérgio Rech 5 TÍTULO: Salvando imagens do Portal Dia a Dia no Pendrive para uso

Leia mais

RELACAO DE PROJETOS VINCULADOS A LINHA ESTUDOS CULTURAIS E COMUNICACAO DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS SOCIAIS.

RELACAO DE PROJETOS VINCULADOS A LINHA ESTUDOS CULTURAIS E COMUNICACAO DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS SOCIAIS. RELACAO DE PROJETOS VINCULADOS A LINHA ESTUDOS CULTURAIS E COMUNICACAO DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS SOCIAIS. SERGIO LUIZ PEREIRA DA SILVA Memória, identidade e cultura visual: a construção da identidade

Leia mais

A PEDAGOGIA COMO CULTURA, A CULTURA COMO PEDAGOGIA. Gisela Cavalcanti João Maciel

A PEDAGOGIA COMO CULTURA, A CULTURA COMO PEDAGOGIA. Gisela Cavalcanti João Maciel A PEDAGOGIA COMO CULTURA, A CULTURA COMO PEDAGOGIA Gisela Cavalcanti João Maciel UMA TEORIA PÓS-COLONIALISTA DO CURRÍCULO O objetivo dessa teoria é analisar as relações de poder entre as nações que compõem

Leia mais

Palavras-chave: Mercado Publicitário. Publicidade e Propaganda. TV Digital.

Palavras-chave: Mercado Publicitário. Publicidade e Propaganda. TV Digital. 8 1ª Jornada Científica de Comunicação Social A pesquisa em Comunicação: tendências e desafios O ADVENTO DA TV DIGITAL E A PRODUÇÃO DE CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS UM ESTUDO ENFOCANDO AS PERSPECTIVAS FUTURAS

Leia mais

A interdisciplinaridade nos Programas de Pós-Graduação da Faculdade de Letras da UFRJ: alguns problemas estruturais. Marcelo Jacques de Moraes

A interdisciplinaridade nos Programas de Pós-Graduação da Faculdade de Letras da UFRJ: alguns problemas estruturais. Marcelo Jacques de Moraes A interdisciplinaridade nos Programas de Pós-Graduação da Faculdade de Letras da UFRJ: alguns problemas estruturais Marcelo Jacques de Moraes Historicamente, os Programas de Pós-Graduação da Faculdade

Leia mais

Educação Patrimonial Centro de Memória

Educação Patrimonial Centro de Memória Educação Patrimonial Centro de Memória O que é história? Para que serve? Ambas perguntas são aparentemente simples, mas carregam uma grande complexidade. É sobre isso que falarei agora. A primeira questão

Leia mais

PATRIMÔNIO HISTÓRIO DE SÃO JOÃO DO CARIRI: MÚLTIPLAS POSSIBILIDADES NO ESTUDO DA MATEMÁTICA MOVIDAS POR SUA ESTÉTICA APARENTE

PATRIMÔNIO HISTÓRIO DE SÃO JOÃO DO CARIRI: MÚLTIPLAS POSSIBILIDADES NO ESTUDO DA MATEMÁTICA MOVIDAS POR SUA ESTÉTICA APARENTE PATRIMÔNIO HISTÓRIO DE SÃO JOÃO DO CARIRI: MÚLTIPLAS POSSIBILIDADES NO ESTUDO DA MATEMÁTICA MOVIDAS POR SUA ESTÉTICA APARENTE Gilmara Gomes MEIRA 1 1 Departamento de Matemática Mestrado em Ensino de Ciências

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSOR E AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO (TIC)

FORMAÇÃO DE PROFESSOR E AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO (TIC) FORMAÇÃO DE PROFESSOR E AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO (TIC) Divina Rosangela de Souza Costa UCG Joana Peixoto UCG Comunicação Formação e profissionalização docente O presente trabalho tem

Leia mais

DESCRIÇÃO DO PROJETO E DA AÇÃO.

DESCRIÇÃO DO PROJETO E DA AÇÃO. TÍTULO: 4 a FEIRA CULTURAL O HOMEM E O CINEMA AUTORAS: EVANDRA CRISTINA DA SILVA E RENATA APARECIDA DOS SANTOS ESCOLA ESTADUAL JARDIM DAS ROSAS (SERRANA/SP) COMUNICAÇÃO RELATO DE EXPERIÊNCIA DESCRIÇÃO

Leia mais

A TÉCNICA RODÍZIO DE PAINÉIS

A TÉCNICA RODÍZIO DE PAINÉIS A TÉCNICA RODÍZIO DE PAINÉIS Oscar Medeiros Filho oscarfilho@usp.br AMAN/ AEDB RESUMO O mundo passa por um período de rápidas transformações socioculturais. Impulsionadas pelo crescimento exponencial do

Leia mais

WORKSHOPS CINE DESIGN 2010. Workshop 1 FIGURINO Com Luciana Buarque (PE/RJ)

WORKSHOPS CINE DESIGN 2010. Workshop 1 FIGURINO Com Luciana Buarque (PE/RJ) WORKSHOPS CINE DESIGN 10 Workshop 1 FIGURINO Com Luciana Buarque (PE/RJ) A oficina tem como proposta mapear o processo de criação de um figurino, seja qual for a mídia ao qual se destine, desde a compreensão

Leia mais

Walter Benjamin e o papel do cinema na sociedade

Walter Benjamin e o papel do cinema na sociedade Walter Benjamin e o papel do cinema na sociedade Em sua obra A Obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica (1936), Walter Benjamin (1892-1940) analisa as novas técnicas da reprodução da arte abordando

Leia mais

Princípios Gerais da Psicopedagogia 30. Educação Psicomotora e Prática de jogos 30. Psicologia do Desenvolvimento 30.

Princípios Gerais da Psicopedagogia 30. Educação Psicomotora e Prática de jogos 30. Psicologia do Desenvolvimento 30. A Universidade Candido Mendes tem como mantenedora a Sociedade Brasileira de Instrução, a mais antiga instituição particular de ensino superior do país, fundada em 1902 pelo Conde Candido Mendes de Almeida,

Leia mais

C U R R I C U L U M V I T A E

C U R R I C U L U M V I T A E C U R R I C U L U M V I T A E INFORMAÇÃO PESSOAL Nome Morada Correio electrónico Endereço electrónico Luís Miguel Pereira Araújo da Rocha Rua do Teixeira, nº43, 1º 1200-390 Lisboa Telefone 96 252 74 53

Leia mais

Anelise de Brito Turela Ferrão Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Edição de um filme a partir de fotografias

Anelise de Brito Turela Ferrão Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Edição de um filme a partir de fotografias PROJETO DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO RELATÓRIO DE ATIVIDADE Anelise de Brito Turela Ferrão Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Edição de um filme a partir de fotografias ANIVERSÁRIO GEMEOS / 7

Leia mais

filmadora sport FS201

filmadora sport FS201 MANUAL DO USUÁRIO filmadora sport FS201 Acessórios Encaixe dos Suportes Aviso Requisitos do Sistema Aparência e Botões Iniciando o Uso Uso do cartão de memória Ligando e Desligando Conversão entre modos

Leia mais

ANÁLISE DA POSTURA DE UMA PROFESSORA PARTICIPANTE DE UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA

ANÁLISE DA POSTURA DE UMA PROFESSORA PARTICIPANTE DE UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN ANÁLISE DA POSTURA DE UMA PROFESSORA PARTICIPANTE DE UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES PROGRAMAS COM CURSOS ACADÊMICO E PROFISSIONAL... 2 PROPOSTA DE PROGRAMA... 2 COMO COPIAR E COLAR... 2 INSTALAÇÃO DAS VERSÕES ANTERIORES DO COLETA DE DADOS:... 2 EXCLUSÃO DE UMA

Leia mais

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional CAPITULO I Do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional Art. 1º. Constitui o patrimônio histórico e artístico nacional o conjunto dos bens móveis

Leia mais