2 Histórico da Telefonia Móvel no Brasil

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2 Histórico da Telefonia Móvel no Brasil"

Transcrição

1 LÓGICAS TERRITORIAIS DAS REDES DE TELEFONIA MÓVEL NO BRASIL Felipe Serra da Silva Prof. Rubens de Toledo Junior 1 Introdução Pretendemos aqui estudar as lógicas territoriais das redes de telefonia móvel no Brasil. Tal estudo se justifica porque as redes de telecomunicação, entre estas as de telefonia móvel, são uma parcela relevante na constituição do meio técnico-científico-informacional, base material da globalização. O período técnico-científico-informacional, sinônimo de globalização, teve início na década de 1970 tendo como um de seus principais componentes o avanço dos meios de telecomunicação e das infra-estruturas de transportes, que permitiram mudanças no modo de funcionamento das empresas e do próprio capitalismo. A intensificação da velocidade e do volume dos fluxos de informação é uma das marcas do período atual. Esses fluxos necessitam de suportes para seu funcionamento. Quando se faz referência aos serviços informacionais, muitas vezes não se leva em consideração a infra-estrutura que deve ser construída para que os dados fluam com perfeição. A telefonia móvel, pertencente ao conjunto das telecomunicações, é um dos meios, hoje em dia, mais populares. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) em julho de 2009 já havia mais de 159 milhões de aparelhos habilitados. As estações rádio base (ERBs) fazem parte da infra-estrutura da telefonia móvel, que esta espalhada por todo território nacional. A distribuição das torres pelo território nacional se dá de modo extremamente desigual, e existem vários fatores que induzem a concentração ou dispersão destas estações. O estudo dará ênfase na distribuição espacial destas torres e como ela corrobora as desigualdades regionais existentes no Brasil. 2 Histórico da Telefonia Móvel no Brasil A implantação do Sistema de Telefonia Móvel no Brasil ocorre no final do ano de 1990 no Rio de Janeiro. Logo este sistema se espalha pelo país, porém inicialmente era um serviço caro restrito as pessoas com muita renda. Nesta época o sistema de telecomunicação era estatal, mas já se vinha tendo proposta para a privatização do setor. O Brasil, segundo Iozzi, (2005) vivia seu segundo período do sistema de telecomunicação: 1

2 Reconhecemos três períodos: 1) a implantação de rede de telefonia e a sua operação por empresas privadas. Este período inicia-se em meados do século XIX e estende-se até a década de ) a estatização das empresas e a formação do Sistema Brasileiro de Telecomunicações, fase compreendida entre a década de 1960 até final da década de ) a privatização e a nova regulação do setor, período iniciado no ano de 1998, cujas principais características perduram até hoje. (IOZZI, 2005, p. 19) A privatização do setor foi devido às crises econômicas das décadas de 1980 e De cunho neoliberal, o Consenso de Washington, foi criado, pelos países desenvolvidos, bem o obedecimento a seus princípios era utilizado como um condicionante para a liberação de empréstimos. Este vinha com uma series de determinações, nas quais os governantes brasileiros tinham que cumprir, e uma de suas normas a privatização das empresas estatais. Entretanto para o Brasil havia um problema constitucional, já que as leis brasileiras não permitiam a privatização de setores estratégicos como às telecomunicações O Ministério das Comunicações iniciou então varias reformas para que a concessão a empresas privadas fosse efetivada. O congresso necessitava aceitar as modificações no regulamento, pois a lei brasileira proibia a privatização deste setor. Segundo Iozzi (2006) de 1995 a 1997 ocorreram estas mudanças necessárias para a venda das empresas de telecomunicações, na qual previa a transferência dessas empresas a uma entidade privada, porém esta não poderia obter o monopólio do mercado. Em 16 de julho de 1997 foi criada a lei 9472, conhecida como Lei geral das Telecomunicações (LGT). Esta lei também decretava a criação da Agência nacional de Telecomunicações (ANATEL), e sua atribuição será a regulamentação deste novo sistema de telecomunicações. Sobre a concessão das telecomunicações móveis, Segundo Dias (2002), ocorre quando o governo decide, em 1996, que a Banda B seria colocada a venda primeiro e a Banda A só seria posta a venda em O edital definitivo da venda da Banda B é feito em julho de 1997, na qual o sistema foi divido em dez áreas, organizadas em dois blocos, as áreas nobres e as áreas menos valorizadas. Em junho de 1998 o governo lança o edital da venda da Banda A. O governo conseguiu assim atingir os seus objetivos que foram a concessão do setor, mas sem deixar que este fosse monopolizado. Diferentemente da telefonia fixa, na qual as empresas mantiveram o monopólio em sua área de atuação durante um certo período. Em Salvador, por exemplo, apenas recentemente surgiram as empresas espelhos, como a GVT e 2

3 a LIVRE, para concorrer com a Oi Telemar. As empresas celulares sempre tiveram empresas concorrentes. Em 2001, com o argumento de que deveria existir mais competição entre empresas de telefonia móvel, o governo abriu a licitações para as bandas C, D e E. Contudo, ao final dos leilões, o governo apenas conseguiu vender as Bandas D e E, sendo estas divididas em três regiões. Atualmente estas são as quatro maiores empresas de telefonia móvel do Brasil. Segundo PICCIONI (2010) a Vivo lidera o setor com 29,57% (Gráfico 01), seguida pela Claro com 25,42%, TIM com 23,75%, OI detém 20,89% sobrando 0,37% para as outras empresas. Gráfico 01 Participação das Operadoras em Porcentagem no Mercado Brasileiro 3 Estações Rádio Database no Brasil Segundo a ANATEL (2009), hoje no Brasil existem Estações Rádio Base (ERBs) espalhadas em seu território. Estas estações são necessárias para o funcionamento do Sistema de Telefonia Móvel Terrestre Público (STMTP), pois são as ERBs as responsáveis pela emissão/recepção entre as estações móveis (os aparelhos celulares), bem como os terminais de Controle. 3

4 Seu estudo é necessário para uma interpretação da globalização, período em que vivemos. Segundo Santos e Silveira (2005) vivemos no período técnico-científico-informacional ou globalização, período este caracterizado pela junção entre técnica e ciência e esta técnica tende a ser simultaneamente técnica e informacional. Os atuais sistemas de telecomunicações dão a impressão de que as distâncias diminuíram, pois a troca de grande volume de informação passou a se dar de forma praticamente instantânea, e seu uso também ampliou as desigualdades. Segundo Santos e Silveira: Já com a globalização, informação e finanças passam a configurar a nova geografia, distinguindo os lugares segundo a presença ou a escassez das novas variáveis-chave. Com o meio técnico-científico-informacional, agravam-se as diferenças regionais e aumenta a importância da Região Concentrada com a hegemonia paulista, mas também a partir da ocupação de áreas periféricas com produções modernas. (SANTOS; SILVEIRA, 2005, p.28) Currien e Gensollen apud Benakouche (1995) separam as redes em redes suporte e redes serviços. As primeiras são as redes suporte, ou seja, os fios, cabos, terminais etc. A segunda são as redes serviços ofertados (processamento remoto de dados, correios eletrônicos etc), ou seja, os fluxos. As ERBs fazem parte da rede suporte da telefonia móvel. Para a compreensão das desigualdades socioespaciais, nas diversas escalas em que estas podem ocorrer, e para a compreensão do funcionamento dos circuitos da economia, é necessário recorrer ao estudo das telecomunicações, que, mesmo não sendo um fator determinante do desenvolvimento de determinadas atividades humanas, frequentemente é uma característica fundamental para que esta ocorram. (TOLEDO JUNIOR, 2003, p. 94) As regiões Sul e Sudeste do Brasil, tabela 01, são as que contêm maiores quantidades de estações. Em 2009, Elas possuíam, respectivamente, segundo a ANATEL, e ERBs representando 68% do total brasileiro. A região Nordeste tem ERBs, apesar de ter mais estados que a região Sul. As regiões com menos estações são: a região Centro Oeste com e região Norte com Entre os estados, levando em consideração a extensão territorial, também aparecem as desigualdades. O Rio de Janeiro possui ERBs, enquanto a Bahia possui apenas (tabela 02), mas a maior concentração destas estações se encontra no estado mais desenvolvido do país, São Paulo, com , enquanto a segunda região é Minas Gerais, com 5.578, praticamente a metade do número de São Paulo. O mapa 01 nos mostra como as ERBs estão espalhadas no território Brasileiro. Verifica-se que as maiores concentrações se encontram principalmente junto ao litoral, e vai 4

5 diminuindo no interior do continente. Os maiores pontos de concentração das ERBs se encontram nas capitais dos estados, e nas parcelas do território que possuem uma economia mais dinâmica, bem como uma maior concentração de infra-estrutura de diversos tipos. Tabela 01 Número de Estações Rádio Base por Regiões Brasileiras Re gião Números de ERBs Norte Centro Oeste Nordeste Sul Sudeste Fonte: ANATEL Tabela 02 Números de Estações Rádio Base dos Estados Brasileiros por Regiões Região Norte ERBs Região Nordeste ERBs Acre 127 Alagoas 586 Amapá 89 Ceará Amazonas 569 Bahia Pará Maranhão 596 Rondônia 181 Paraíba 618 Roraima 50 Pernambuco T ocantins 293 Piauí 391 Rio Grande do Norte 611 Região Centro Oeste Distrito Federal Goiás ERBs Sergipe 405 Região Sudeste ERBs Mato Grosso 767 Espírito Santo Mato Grosso do Sul 632 Minas Gerais Região Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Fonte: ANATEL 2009 Rio de janeiro ERBs São Paulo

6 Com todas estas informações, fica claro que as ERBs também corroboram para a consolidação das desigualdades sobre o território brasileiro. Segundo, Santos (2001), a técnica da informação possibilita ao mundo duas coisas. A primeira é a comunicação entre as mais diversas técnicas em funcionamento, a segunda é sobre a convergência dos momentos na qual existe a simultaneidade das ações no tempo cujo processo gera a aceleração do tempo. Entretanto o capitalismo, através da difusão da globalização, torna esse sistema desigual. Estas técnicas não chegam a todos os lugares ao mesmo tempo, e hoje apesar da abundância de informações, ainda segundo Santos (2001), estas são utilizadas apenas por um punhado de atores em função de seus objetivos particulares. No Brasil o meio técnico-científico-informacional está presente com maior intensidade na Região Concentrada, principalmente em São Paulo. A concessão das telecomunicações a empresas privadas apesar do crescimento de usuários os locais, mantém a concentração dos usuários no litoral brasileiro. Como a maioria das concentrações de ERBs leva em consideração a quantidade de usuários, já que eles têm um número limitado de ligações, as áreas com maiores populações tende a ter mais estações. Contudo, existe outros fatores que podem fazer o local ter mais estações, como relevo, edifícios, vegetação, entretanto o estudo econômico do local é que atualmente tem maior peso. A concessão da prestação de serviços de telecomunicação às empresas privadas, apesar de ter propiciado o aumento do número de usuários, manteve a concentração da oferta do serviço de telefonia móvel em determinadas parcelas do território. Endentemos que o estudo das localizações das ERBs é essencial para compreendermos as lógicas territoriais das redes de telefonia móvel no Brasil. A implantação da maioria das ERBs leva em consideração a quantidade de usuários consolidadas ou potenciais. Também a dinâmica econômica e a densidade técnica são características do território que exercem forte influência na localização das ERBs, provocando sua concentração territorial, e fazendo com que o acesso aos serviços de telefonia móvel seja fortemente desigual ao longo do território brasileiro. 6

7 Mapa 01 Localização de Estação Data Base no Brasil 7

8 Referências ANATEL, Agência Nacional de Telecomunicações. Relatório das estações por localidades. Disponível em : <http://sistemas.anatel.gov.br/stel/consultas/listaestacoes Localidade/tela.asp?pNumServico=010> Acesso em: 10 out BENAKOUCHE, Tâmara. Redes de comunicação eletrônica e desigualdades regionais. In. GONÇALVES, M. F. (Org.). O Novo Brasil Urbano: impasses, dilemas, perspectivas. Editora Mercado Aberto, Porto alegre, 1995, p DIAS, Lia Ribeiro; SILVEIRA, Eliane do Canto (Cord.). A revolução da mobilidade Celular: O celular no Brasil: de símbolo de Status a Instrumento de cidadania. São Paulo: Plano Editorial, p IOZZI, Fabíola Lana. Políticas Territoriais das Empresas de Telecomunicações no Brasil: Universalização do Serviço de Telefonia Fixa f. Dissertação (mestrado em Geografia) Universidade Estadual de Campinas, São Paulo, [2006]. SANTOS, Milton. Por uma outra Globalização: do pe nsame nto único à consciê ncia universal. 5ª Ed. Editora Record, 2001, 174p. : il. SANTOS, Milton e SILVEIRA María Laura. O Brasil: território e sociedade no inicio do século XXI. 7ª Ed, editora Record, p. : il. PICCIONI, Catarine P.. Gaste menos na conta do célula: aprenda a usar mais e pagar menos pelos serviços oferecidos pelas operadoras de telefonia móvel. VOCÊ S/A, São Paulo, 10 Fevereiro 2010 edição 140, p. 74 a 75. TOLEDO JUNIOR, Rubens de. Telecomunicações e Uso do Território Brasileiro. In: Maria Adélia Aparecida de Souza (Org.). Território Brasileiro: Usos e Abusos. Campinas, São Paulo: Editora Edições Territorial,

FLUXO TELECOMINICAÇÕES COM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TELECOMINICAÇÕES COM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES COM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES COM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO

Leia mais

FLUXO FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DAPARAÍBA

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 7.938 0,37 0 0,00-7.938 0,37

Leia mais

É Presidente do Comitê de TIC - Tecnologia da Informação e Comunicação da Amcham - SP, Câmara Americana de Comércio de São Paulo.

É Presidente do Comitê de TIC - Tecnologia da Informação e Comunicação da Amcham - SP, Câmara Americana de Comércio de São Paulo. Direitos de Passagem e Termos de Permissão de Uso de Vias Públicas O objetivo deste tutorial é fazer com que você conheça os conceitos básicos sobre direitos de passagem e termos de permissão de uso de

Leia mais

O TERRITÓRIO BRASILEIRO. 6. Fronteiras Terrestres

O TERRITÓRIO BRASILEIRO. 6. Fronteiras Terrestres O TERRITÓRIO BRASILEIRO 6. Fronteiras Terrestres Até o começo do século XVII, os colonizadores se concentraram em cidades fundadas na região litorânea do Brasil, principalmente no Nordeste. A principal

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

Dimensão social. Habitação

Dimensão social. Habitação Dimensão social Habitação Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2004 235 39 Adequação de moradia Este indicador expressa as condições de moradia através da proporção de domicílios com condições

Leia mais

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 0 0,00 0 0 0 0,00 Rondônia

Leia mais

Geografia. Textos complementares

Geografia. Textos complementares Geografia Ficha 2 Geografia 2 os anos Silvia ago/09 Nome: Nº: Turma: Queridos alunos, bom retorno. Segue um conjunto de atividades que têm por objetivo encaminhar as discussões iniciadas em nossas aulas

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS

Leia mais

3 CONTEXTO DO ESTUDO DE CASO

3 CONTEXTO DO ESTUDO DE CASO 27 3 CONTEXTO DO ESTUDO DE CASO Este capítulo apresenta o setor de telecomunicações no Brasil e o mercado de banda larga residencial. 3.1 O setor de telecomunicações no Brasil O setor de telecomunicações

Leia mais

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS ASPECTOS 11 SOCIOECONÔMICOS 11.1. INFORMAÇÕES GERAIS O suprimento de energia elétrica tem-se tornado fator indispensável ao bem-estar social e ao crescimento econômico do Brasil. Contudo, é ainda muito

Leia mais

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA -

Leia mais

Como está a desigualdade de gênero entre os estados brasileiros?

Como está a desigualdade de gênero entre os estados brasileiros? Como está a desigualdade de gênero entre os estados brasileiros? Luísa Cardoso 1 Medir de forma multidimensional o quão desigual é a situação das mulheres em relação aos homens é uma iniciativa empreendida

Leia mais

Índice de Desenvolvimento da Educação Básica IDEB. Inep/MEC Reynaldo Fernandes. Presidente do Inep/MEC e Professor da FEA-RP/USP

Índice de Desenvolvimento da Educação Básica IDEB. Inep/MEC Reynaldo Fernandes. Presidente do Inep/MEC e Professor da FEA-RP/USP Índice de Desenvolvimento da Educação Básica IDEB Inep/MEC Reynaldo Fernandes Presidente do Inep/MEC e Professor da FEA-RP/USP O IDEB IDEB = j N j P j Indicador sintético que combina informações de desempenho

Leia mais

FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

1º trimestre EXERCÍCIOS EXTRA - GEOGRAFIA Ensino Fundamental 7º ano classe: Profª. Débora Nome: nº

1º trimestre EXERCÍCIOS EXTRA - GEOGRAFIA Ensino Fundamental 7º ano classe: Profª. Débora Nome: nº . 1º trimestre EXERCÍCIOS EXTRA - GEOGRAFIA Ensino Fundamental 7º ano classe: Profª. Débora Nome: nº Valor: 10 Nota:. ASSINALE AS ALTERNATIVAS CONFORME PEDEM OS ENUNCIADOS E DEPOIS PREENCHA O GABARITO

Leia mais

FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Acidentes de Trabalho com Consequência óbitos

Acidentes de Trabalho com Consequência óbitos Acidentes de Trabalho com Consequência óbitos Brasília DF Abril/2015 1. INTRODUÇÃO O Ministério da Previdência (MPS), por intermédio da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (DATAPREV),

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Melhorar a qualidade dos serviços e a infraestrutura aeroportuária para os usuários. Ampliar a oferta de transporte aéreo à população brasileira

Melhorar a qualidade dos serviços e a infraestrutura aeroportuária para os usuários. Ampliar a oferta de transporte aéreo à população brasileira Objetivos Melhorar a qualidade dos serviços e a infraestrutura aeroportuária para os usuários Ampliar a oferta de transporte aéreo à população brasileira Reconstruir a rede de aviação regional Medidas

Leia mais

Mudanças Socioespaciais em um Mundo Globalizado

Mudanças Socioespaciais em um Mundo Globalizado Mudanças Socioespaciais em um Mundo Globalizado Colégio Salesiano São José 8º ano Geografia Professor: Juliano Mudanças no Espaço Geográfico Como ocorrem essas mudanças: Formas; Funções; Fluxos; Modos

Leia mais

PERFIL DOS RADIOLOGISTAS NO BRASIL: análise dos dados INTRODUÇÃO

PERFIL DOS RADIOLOGISTAS NO BRASIL: análise dos dados INTRODUÇÃO 1 PERFIL DOS RADIOLOGISTAS NO BRASIL: análise dos dados INTRODUÇÃO O Brasil conta hoje, com 254.886 médicos em atividade profissional (CFM, 2003). O contingente de radiologistas é da ordem de 5388, o que

Leia mais

FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO

Leia mais

Nº 23 Março 2012. Perfil da Raça da População Cearense

Nº 23 Março 2012. Perfil da Raça da População Cearense Nº 23 Março 2012 Perfil da Raça da População Cearense Análise a partir dos dados do Censo Demográfico 2010 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho Vice Governador

Leia mais

SUFICIÊNCIA DE REDE: Ligia Bahia Ronir Raggio Luiz Maria Lucia Werneck Vianna. Edital 005/2014 ANS/OPAS

SUFICIÊNCIA DE REDE: Ligia Bahia Ronir Raggio Luiz Maria Lucia Werneck Vianna. Edital 005/2014 ANS/OPAS SUFICIÊNCIA DE REDE: UM ESTUDO ECOLÓGICO SOBRE BENEFICIÁRIOS E REDES DE CUIDADOS À SAÚDE A PARTIR DE ANÁLISES EXPLORATÓRIAS DAS PROPORÇÕES DE PARTOS CESARIANOS E TAXAS DE MORTALIDADE POR CÂNCER DE MAMA

Leia mais

Cursos Técnicos Profissionalizantes de Nível Médio para a Área de Informática

Cursos Técnicos Profissionalizantes de Nível Médio para a Área de Informática CAPÍTULO 9 Cursos Técnicos Profissionalizantes de Nível Médio para a Área de Informática Apresentação Com base em metodologia desenvolvida pelo Observatório SOFTEX, busca-se conhecer o Sistema de Educação

Leia mais

Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2010

Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2010 Contas Regionais do Brasil 2010 (continua) Brasil Agropecuária 5,3 Indústria 28,1 Indústria extrativa 3,0 Indústrias de transformação 16,2 Construção civil 5,7 Produção e distribuição de eletricidade e

Leia mais

Sugestões de avaliação. Geografia 7 o ano Unidade 1

Sugestões de avaliação. Geografia 7 o ano Unidade 1 Sugestões de avaliação Geografia 7 o ano Unidade 1 5 Unidade 1 Nome: Data: 1. Verdadeiro ( V ) ou falso ( F )? Responda considerando a localização do território brasileiro no planeta. a) o oceano que banha

Leia mais

A MULHER TRABALHADORA NO SETOR DA HOTELARIA E GASTRONOMIA EM SÃO PAULO E NO BRASIL

A MULHER TRABALHADORA NO SETOR DA HOTELARIA E GASTRONOMIA EM SÃO PAULO E NO BRASIL A MULHER TRABALHADORA NO SETOR DA HOTELARIA E GASTRONOMIA EM SÃO PAULO E NO BRASIL Um estudo de perfil sócio-econômico para subsidiar ações estratégicas na categoria MARÇO DE 2010 ALOISIO LEÃO DA COSTA

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

GESTÃO INTEGRADA DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS - PRINCIPAIS DIRETRIZES E DESAFIOS. Flávio Terra Barth 1

GESTÃO INTEGRADA DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS - PRINCIPAIS DIRETRIZES E DESAFIOS. Flávio Terra Barth 1 GESTÃO INTEGRADA DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS - PRINCIPAIS DIRETRIZES E DESAFIOS Flávio Terra Barth 1 Resumo - A Lei Federal 9.433, de 8 de janeiro de 1997 sobre a Política e o Sistema Nacional de Recursos

Leia mais

AGRICULTURA FAMILIAR COMO FORMA DE PRODUÇÃO RURAL PARA ABASTECIMENTO DE GRANDES CENTROS URBANOS

AGRICULTURA FAMILIAR COMO FORMA DE PRODUÇÃO RURAL PARA ABASTECIMENTO DE GRANDES CENTROS URBANOS AGRICULTURA FAMILIAR COMO FORMA DE PRODUÇÃO RURAL PARA ABASTECIMENTO DE GRANDES CENTROS URBANOS Jaqueline Freitas dos Santos 692 jaquelineufmg_09@hotmail.com Klécia Gonçalves de Paiva Farias kleciagp@gmail.com

Leia mais

Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE

Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE Um total de 131 municípios da região Norte participou do Levantamento Nacional do Transporte Escolar. No Acre, 36% dos municípios responderam

Leia mais

Especificações Técnicas

Especificações Técnicas Especificações Técnicas Metodologia Técnicaeformadecoleta: Quantitativa: survey telefônico, com amostra 2.322 entrevistas, realizadas entre os dias 17 de junho e 07 de julho de 2009, pelo Instituto Vox

Leia mais

Pronatec Senac Online

Pronatec Senac Online Pronatec Senac Online Introdução 3ª edição Nesta terceira edição, serão apresentados os dados do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) referentes ao mês de março de 2013. Esses

Leia mais

Mapa do Encarceramento: os jovens do Brasil

Mapa do Encarceramento: os jovens do Brasil Mapa do Encarceramento: os jovens do Brasil O Mapa do Encarceramento: os jovens do Brasil é mais uma publicação do Plano Juventude Viva, que reúne ações de prevenção para reduzir a vulnerabilidade de jovens

Leia mais

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS no Estado do Rio de Janeiro FEVEREIRO DE 2014 BRASIL O saldo líquido de empregos formais em fevereiro deste ano foi de 260.823 em todo o país, segundo o Cadastro Geral de Empregados

Leia mais

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008 (continua) Produção 5 308 622 4 624 012 4 122 416 3 786 683 3 432 735 1 766 477 1 944 430 2 087 995 2 336 154 2 728 512 Consumo intermediário produtos 451 754 373 487 335 063 304 986 275 240 1 941 498

Leia mais

PROGNÓSTICO DE VERÃO

PROGNÓSTICO DE VERÃO 1 PROGNÓSTICO DE VERÃO (Janeiro, Fevereiro e Março de 2002). O Verão terá início oficial às 17h21min (horário de verão) do dia 21 de dezembro de 2001 e estender-se-á até às 16h15min do dia 20 de março

Leia mais

PROGRAMAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL : TELEMAR

PROGRAMAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL : TELEMAR PROGRAMAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL : TELEMAR TELECOM SOCIAL 2005 Nova Atitude Social para Sustentação do Desenvolvimento Ronaldo Iabrudi Brasília, 04 de maio de 2005 O GRUPO TELEMAR RESPONSABILIDADE

Leia mais

PRODUÇÃO E ÁREA COLHIDA DE SOJA NO NORDESTE

PRODUÇÃO E ÁREA COLHIDA DE SOJA NO NORDESTE Ano V Agosto de 2011 Nº 13 INFORME RURAL ETENE Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste - ETENE Ambiente de Estudos, Pesquisas e Avaliação - AEPA PRODUÇÃO E ÁREA COLHIDA DE SOJA NO NORDESTE

Leia mais

ECONOMIA DA CULTURA - EQUIPAMENTOS AUDIOVISUAIS NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS

ECONOMIA DA CULTURA - EQUIPAMENTOS AUDIOVISUAIS NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS IV ENECULT - Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura 28 a 30 de maio de 2008 Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. ECONOMIA DA CULTURA - EQUIPAMENTOS AUDIOVISUAIS NOS MUNICÍPIOS

Leia mais

Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015

Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015 Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015 O saneamento básico no Brasil não condiz com o país que é a 7ª. economia do mundo da população não possui coleta

Leia mais

Estudo Estratégico n o 4. Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco

Estudo Estratégico n o 4. Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco Estudo Estratégico n o 4 Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco PANORAMA GERAL ERJ receberá investimentos recordes da ordem

Leia mais

2 Referencial prático

2 Referencial prático 2 Referencial prático Este capítulo é composto de quatro seções, com o objetivo de apresentar o histórico e situar o atual ambiente competitivo de telecomunicações no Brasil, com destaque para ações voltadas

Leia mais

Regionalização Brasileira

Regionalização Brasileira GEOGRAFIA DO BRASIL Regionalização Brasileira A República Federativa do Brasil é formada por 26 estados e pelo Distrito Federal. Os estados, por sua vez, dividem-se em municípios, os quais são as menores

Leia mais

Figura 1: Distribuição de CAPS no Brasil, 25. RORAIMA AMAPÁ AMAZONAS PARÁ MARANHÃO CEARÁ RIO GRANDE DO NORTE PAIUÍ PERNAMBUCO ACRE ALAGOAS SERGIPE TOCANTINS RONDÔNIA PARAÍBA BAHIA MATO GROSSO DISTRITO

Leia mais

PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO. Resumo Executivo - Pesquisa

PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO. Resumo Executivo - Pesquisa PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO Resumo Executivo - Pesquisa 1 Apresentação O CBCA Centro Brasileiro da Construção em Aço, no ano em que completa 10 anos de atividades, e a ABCEM Associação

Leia mais

FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

A USINA HIDRELÉTRICA DO ESTREITO-MA: ANÁLISE DE SEUS ESPAÇOS DE INFLUÊNCIA SOB A CONTRIBUIÇÃO DO TRABALHO DE MILTON SANTOS

A USINA HIDRELÉTRICA DO ESTREITO-MA: ANÁLISE DE SEUS ESPAÇOS DE INFLUÊNCIA SOB A CONTRIBUIÇÃO DO TRABALHO DE MILTON SANTOS Thaís Samara de Castro Bezerra José Carlos Bezerra Universidade Estadual da Paraíba UEPB thaissamara@hotmail.com karligor@hotmail.com A USINA HIDRELÉTRICA DO ESTREITO-MA: ANÁLISE DE SEUS ESPAÇOS DE INFLUÊNCIA

Leia mais

Panorama da Educação em Enfermagem no Brasil

Panorama da Educação em Enfermagem no Brasil Panorama da Educação em Enfermagem no Brasil Rede ABEn de Pesquisa em Educação em Enfermagem GT EDUCAÇÃO 2012 Portaria Nº 17/2012 Realizar a Pesquisa Panorama da Formação em Enfermagem no Brasil no período

Leia mais

3 O Panorama Social Brasileiro

3 O Panorama Social Brasileiro 3 O Panorama Social Brasileiro 3.1 A Estrutura Social Brasileira O Brasil é um país caracterizado por uma distribuição desigual de renda. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios

Leia mais

GEOGRAFIA - 3 o ANO MÓDULO 12 O BRASIL NEOLIBERAL E OS DESAFIOS PARA O SÉCULO XXI

GEOGRAFIA - 3 o ANO MÓDULO 12 O BRASIL NEOLIBERAL E OS DESAFIOS PARA O SÉCULO XXI GEOGRAFIA - 3 o ANO MÓDULO 12 O BRASIL NEOLIBERAL E OS DESAFIOS PARA O SÉCULO XXI Como pode cair no enem A desconcentração industrial verificada no Brasil, na última década, decorre, entre outros fatores,

Leia mais

Considerações sobre recolhimento de imposto sobre doação de espécie nos Estados e no Distrito Federal

Considerações sobre recolhimento de imposto sobre doação de espécie nos Estados e no Distrito Federal Considerações sobre recolhimento de imposto sobre doação de espécie nos Estados e no Distrito Federal Conforme artigo 155, I, 1º, II, da Constituição Federal, o recolhimento do tributo em comento deverá

Leia mais

TELEFONIA FIXA Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Federal

TELEFONIA FIXA Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Federal TELEFONIA FIXA Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Federal 16 de ABRIL / 2009 Maria Inês Dolci Campanha! Telefone Fixo Mais Barato e Chamadas Locais Sem Limite! Histórico Sistema Telebrás - privatizado

Leia mais

Contabilizando para o Cidadão Entendendo as Finanças Públicas

Contabilizando para o Cidadão Entendendo as Finanças Públicas Nº de Famílias Beneficiadas pelo Bolsa Família em Relação ao Total de Famílias do Nº de Famílias Beneficiadas / Total de Famílias - ano 2015 (%) 50,00% 48,2% 42,8% Média Nacional - % de Famílias Beneficiadas

Leia mais

OBSERVATORIUM: Revista Eletrônica de Geografia, v.3, n.9, p. 147-151, abr. 2012.

OBSERVATORIUM: Revista Eletrônica de Geografia, v.3, n.9, p. 147-151, abr. 2012. DIAS, P. S. Território e informação: o circuito da produção publicitária na cidade de São Paulo. 101 f. Dissertação (Mestrado em Geografia)-Instituto de Geociências, Universidade Estadual de Campinas,

Leia mais

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos Unidades da Federação 1980 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002

Leia mais

Redução de Homicídios no Brasil

Redução de Homicídios no Brasil Ministério da Saúde MS Secretaria de Vigilância em Saúde - SVS Redução de Homicídios no Brasil SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 1 METODOLOGIA DE ANÁLISE... 1 RESULTADOS... 2 Homicídios no Brasil... 2 Óbitos por Arma

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES Barbara Christine Nentwig Silva Professora do Programa de Pós Graduação em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Social /

Leia mais

Grupo 6 - STFC. Universidade de Brasília. Direito Administrativo III Turma: A. Prof.Dr. Márcio Iorio Aranha. Ailton Mota de Magalhães - 13/0059099

Grupo 6 - STFC. Universidade de Brasília. Direito Administrativo III Turma: A. Prof.Dr. Márcio Iorio Aranha. Ailton Mota de Magalhães - 13/0059099 Universidade de Brasília Direito Administrativo III Turma: A Prof.Dr. Márcio Iorio Aranha Grupo 6 - STFC Ailton Mota de Magalhães - 13/0059099 Danielle Aparecida Viana dos Reis 13/0069761 Melissa Luz Silva

Leia mais

Analfabetismo no Brasil

Analfabetismo no Brasil Analfabetismo no Brasil Ricardo Paes de Barros (IPEA) Mirela de Carvalho (IETS) Samuel Franco (IETS) Parte 1: Magnitude e evolução do analfabetismo no Brasil Magnitude Segundo estimativas obtidas com base

Leia mais

Os impactos ambientais de maior incidência no país

Os impactos ambientais de maior incidência no país Os impactos ambientais de maior incidência no país Segundo a Pesquisa de Informações Básicas Municipais Perfil dos Municípios Brasileiros/MUNIC 2008, realizada regularmente pelo Instituto Brasileiro de

Leia mais

ORIENTE MÉDIO. Prof: Marcio Santos ENEM 2009 Ciências Humanas Aula II. Jerusalém Muro das Lamentações e Cúpula da Rocha

ORIENTE MÉDIO. Prof: Marcio Santos ENEM 2009 Ciências Humanas Aula II. Jerusalém Muro das Lamentações e Cúpula da Rocha Prof: Marcio Santos ENEM 2009 Ciências Humanas Aula II ORIENTE MÉDIO -Região marcada por vários conflitos étnicos, políticos e religiosos. -Costuma-se considerar 18 países como pertencentes ao Oriente

Leia mais

Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL. Debora Barbosa da Silva

Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL. Debora Barbosa da Silva Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL META Refletir sobre as características da população brasileira como fundamento para a compreensão da organização do território e das políticas de planejamento e desenvolvimento

Leia mais

Meto t d o o d l o og o i g a II. Segm g e m nt n a t ção o do d o me m rcado III. C racte t rização o do d s o ent n r t evi v sta t do d s

Meto t d o o d l o og o i g a II. Segm g e m nt n a t ção o do d o me m rcado III. C racte t rização o do d s o ent n r t evi v sta t do d s Roteiro I. Metodologia II. III. IV. Segmentação do mercado Caracterização dos entrevistados Percepções sobre o turismo no Brasil V. Hábitos e comportamentos sobre turismo VI. VII. VIII. Prioridade de investimento

Leia mais

Nos últimos 20 anos, o País vem se redemocratizando e

Nos últimos 20 anos, o País vem se redemocratizando e ERRATA A página 19 foi substituída pela página abaixo: Quadro de servidores públicos municipais 1999-2002 Nos últimos 20 anos, o País vem se redemocratizando e passando por uma redistribuição de poderes

Leia mais

EDUCAÇÃO INDÍGENA BILINGUE E MULTICULTURAL NO BRASIL Educação Específica e Diferenciada

EDUCAÇÃO INDÍGENA BILINGUE E MULTICULTURAL NO BRASIL Educação Específica e Diferenciada EDUCAÇÃO INDÍGENA BILINGUE E MULTICULTURAL NO BRASIL Educação Específica e Diferenciada Processo Histórico Educação escolar diferenciada: uma história de curta duração... Constituição Federal de 1988 Brasil

Leia mais

PIB DO ESTADO DE RONDÔNIA 2007

PIB DO ESTADO DE RONDÔNIA 2007 PIB DO ESTADO DE RONDÔNIA 2007 Para o ano de 2007, o Produto Interno Bruto PIB do Estado de Rondônia apresentou um crescimento de 5,2% em relação ao ano anterior, ficando assim com 16ª a colocação no ranking

Leia mais

Nº 56 Março 2013. Desequilíbrios Regionais no Brasil e a Distribuição Desigual de Recursos Entre os Estados

Nº 56 Março 2013. Desequilíbrios Regionais no Brasil e a Distribuição Desigual de Recursos Entre os Estados Nº 56 Março 2013 Desequilíbrios Regionais no Brasil e a Distribuição Desigual de Recursos Entre os Estados GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho Vice Governador

Leia mais

TELEFONIA FIXA E MÓVEL

TELEFONIA FIXA E MÓVEL DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TELEFONIA FIXA E MÓVEL NOVEMBRO DE 2015 PRODUTOS PLANTA DE TELEFONIA NO BRASIL 2011 Acessos fixos 14,4% Acessos móveis 85,6% FONTE: ANATEL dez/10 PLANTA

Leia mais

OS DILEMAS DA DICOTOMIA RURAL-URBANO: ALGUMAS REFLEXÕES.

OS DILEMAS DA DICOTOMIA RURAL-URBANO: ALGUMAS REFLEXÕES. OS DILEMAS DA DICOTOMIA RURAL-URBANO: ALGUMAS REFLEXÕES. Fausto Brito Marcy R. Martins Soares Ana Paula G.de Freitas Um dos temas mais discutidos nas Ciências Sociais no Brasil é o verdadeiro significado,

Leia mais

é de queda do juro real. Paulatinamente, vamos passar a algo parecido com o que outros países gastam.

é de queda do juro real. Paulatinamente, vamos passar a algo parecido com o que outros países gastam. Conjuntura Econômica Brasileira Palestrante: José Márcio Camargo Professor e Doutor em Economia Presidente de Mesa: José Antonio Teixeira presidente da FENEP Tentarei dividir minha palestra em duas partes:

Leia mais

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015. Perspectivas da economia / Comprometimento de renda. Novembro/2015. Copyright Boa Vista SCPC 1

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015. Perspectivas da economia / Comprometimento de renda. Novembro/2015. Copyright Boa Vista SCPC 1 Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Perspectivas da economia / Comprometimento de renda Novembro/2015 Copyright Boa Vista SCPC 1 Objetivo, metodologia e amostra o Objetivo: Pesquisa para

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Alto Boa Vista, MT 01/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2248,35 km² IDHM 2010 0,651 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 5247 hab. Densidade

Leia mais

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO É claro que o Brasil não brotou do chão como uma planta. O Solo que o Brasil hoje ocupa já existia, o que não existia era o seu território, a porção do espaço sob domínio,

Leia mais

O NOVO INCRA 1. POR QUE MUDAR O INCRA

O NOVO INCRA 1. POR QUE MUDAR O INCRA O NOVO INCRA Apresentação Estamos chegando ao final do processo de reestruturação do Incra. Foram alguns meses de árduo trabalho, construindo nosso futuro. Chegamos agora ao termo de uma mudança que foi

Leia mais

Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde

Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Cheila Marina de

Leia mais

A DEMANDA POR SAÚDE PÚBLICA EM GOIÁS

A DEMANDA POR SAÚDE PÚBLICA EM GOIÁS Título: A DEMANDA POR SAÚDE PÚBLICA EM GOIÁS Projeto de pesquisa: ANÁLISE REGIONAL DA OFERTA E DA DEMANDA POR SERVIÇOS DE SAÚDE NOS MUNICÍPIOS GOIANOS: GESTÃO E EFICIÊNCIA 35434 Autores: Sandro Eduardo

Leia mais

DIFERENCIAIS SOCIODEMOGRÁFICOS ENTRE OS IDOSOS NO BRASIL

DIFERENCIAIS SOCIODEMOGRÁFICOS ENTRE OS IDOSOS NO BRASIL Seminário sobre Educação Superior e Envelhecimento Populacional no Brasil MEC - SESU/CAPES DIFERENCIAIS SOCIODEMOGRÁFICOS ENTRE OS IDOSOS NO BRASIL Maria Isabel Parahyba Coordenação de População e Indicadores

Leia mais

Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara dos Deputados Federais Marco Maia

Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara dos Deputados Federais Marco Maia Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara dos Deputados Federais Marco Maia Proposição n RCP 0013/12 As entidades signatárias, reunidas na Campanha Banda Larga é um direito seu!, instituída desde fevereiro

Leia mais

RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 *

RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * Os resultados aqui apresentados foram extraídos do Atlas da Vulnerabilidade Social nos Municípios Brasileiros, elaborado pelo Instituto

Leia mais

Dimensão social. Educação

Dimensão social. Educação Dimensão social Educação 218 Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2004 36 Taxa de escolarização Representa a proporção da população infanto-juvenil que freqüenta a escola. Descrição As variáveis

Leia mais

RANKING NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009)

RANKING NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009) NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009) População Ocupada 5 a 17 anos 2008 Taxa de Ocupação 2008 Posição no Ranking 2008 População Ocupada 5 a 17

Leia mais

ANEXO I - TERMO DE REFERÊNCIA. 1) ORGÃO INTERESSADO E LOCALIZAÇÃO 1.1) Órgão Interessado: Conselho Federal de Nutricionistas (CFN);

ANEXO I - TERMO DE REFERÊNCIA. 1) ORGÃO INTERESSADO E LOCALIZAÇÃO 1.1) Órgão Interessado: Conselho Federal de Nutricionistas (CFN); Página 1 de 7 ANEXO I - TERMO DE REFERÊNCIA LICITAÇÃO/MODALIDADE: Pregão Presencial nº 05/2008 REGIME DE EXECUÇÃO: Menor Preço Global 1) ORGÃO INTERESSADO E LOCALIZAÇÃO 1.1) Órgão Interessado: Conselho

Leia mais

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA RODOVIÁRIAS Quadro 13 - UF: ACRE Ano de 211 82 5 6 8 9 5 3 14 4 11 9 4 4 63 2 4 7 6 6 9 4 8 4 4 3 6 68 4 2 8 3 1 8 4 9 2 6 7 5 63 3 6 3 2 13 9 8 7 5 1 5 1 67 4 2 9 6 8 5 5 7 6 6 4 5 85 3 7 1 1 4 7 9 6

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

Apoio. Patrocínio Institucional

Apoio. Patrocínio Institucional Patrocínio Institucional Apoio O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte, desperta potencialidades artísticas que elevam a autoestima de jovens

Leia mais

POR QUE OS EGRESSOS DO CURSO DE COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL DA UNB NÃO PODEM SE REGISTRAR NO CONRERP.

POR QUE OS EGRESSOS DO CURSO DE COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL DA UNB NÃO PODEM SE REGISTRAR NO CONRERP. POR QUE OS EGRESSOS DO CURSO DE COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL DA UNB NÃO PODEM SE REGISTRAR NO CONRERP. O curso A UnB Universidade de Brasília descontinuou a habilitação de Relações Públicas, do Curso de

Leia mais

IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL

IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL Brasília, Novembro/ 2013 Unidade de Políticas Públicas NOTA TÉCNICA IMPACTOS DAS DISTORÇOES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL Este estudo

Leia mais

Contextualizando a Economia Solidária 1

Contextualizando a Economia Solidária 1 Contextualizando a Economia Solidária 1 O nascimento da Economia Solidária Caracterizado pela propriedade privada dos meios de produção e pela acumulação de riquezas por meio do lucro, que proporciona

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 75 Aprendizagem Brasil 5º ano do Ensino Fundamental 13 de março de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social

Leia mais

Caracterização da coleta seletiva de resíduos sólidos no Brasil: avanços e dificuldades

Caracterização da coleta seletiva de resíduos sólidos no Brasil: avanços e dificuldades Revista Economia & Tecnologia (RET) Volume 9, Número 4, p. 129-136, Out/Dez 2013 Seção: Tecnologia & Inovação Caracterização da coleta seletiva de resíduos sólidos no Brasil: avanços e dificuldades Alessandra

Leia mais

O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO E A MOBILIDADE DO CAMPO PARA A CIDADE EM BELO CAMPO/BA

O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO E A MOBILIDADE DO CAMPO PARA A CIDADE EM BELO CAMPO/BA O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO E A MOBILIDADE DO CAMPO PARA A CIDADE EM BELO CAMPO/BA Silmara Oliveira Moreira 1 Graduanda em Geografia/UESB, Bolsista da UESB E-mail: silmara.geo@gmail.com Resumo: O objetivo

Leia mais

PORQUE A VOLTA DA TELEBRÁS É UMA BOA NOTÍCIA

PORQUE A VOLTA DA TELEBRÁS É UMA BOA NOTÍCIA ESTUDO PORQUE A VOLTA DA TELEBRÁS É UMA BOA NOTÍCIA Vilson Vedana Consultor Legislativo da Área XIV Comunicação Social, Informática, Telecomunicações, Sistema Postal, Ciência e Tecnologia ESTUDO DEZEMBRO/2007

Leia mais

R. Gen, Aristides Athayde Junior, 350. 80730-370. Bigorrilho. Curitiba. Paraná Telefone: 41 3053-3219. www.ibpt.org.br

R. Gen, Aristides Athayde Junior, 350. 80730-370. Bigorrilho. Curitiba. Paraná Telefone: 41 3053-3219. www.ibpt.org.br ESTUDO SOBRE IPVA EM RELAÇÃO À FROTA DE VEÍCULOS E À POPULAÇÃO O IPVA é o tributo estadual, cuja arrecadação é a segunda mais importante, depois do ICMS; A estimativa de arrecadação de IPVA (Imposto sobre

Leia mais

RIO ACOLHEDOR I - PACIÊNCIAUNIDADE MUNICIPAL DE REINSERÇÃO SOCIAL. PERFIL DOS ACOLHIDOS: Uso de crack e outras drogas e Estado de origem.

RIO ACOLHEDOR I - PACIÊNCIAUNIDADE MUNICIPAL DE REINSERÇÃO SOCIAL. PERFIL DOS ACOLHIDOS: Uso de crack e outras drogas e Estado de origem. RIO ACOLHEDOR I - PACIÊNCIAUNIDADE MUNICIPAL DE REINSERÇÃO SOCIAL PERFIL DOS ACOLHIDOS: Uso de crack e outras drogas e Estado de origem. APRESENTAÇÃO 1. PERFIL DE ACOLHIDOS USUARIOS DE CRACK E OUTRAS DROGAS

Leia mais

Relatório da Frota Circulante de 2015

Relatório da Frota Circulante de 2015 I Frota circulante total O Relatório da Frota Circulante, elaborado pelo Sindipeças com dados até 2014, apontou aumento de 3,7% na frota de autoveículos brasileira, em comparação com 2013, registrando

Leia mais