Transdisciplinaridade, Novas Tecnologias e Compartilhamento de Informações: Perspectiva de Mudanças para o Campo Comunicação/Educação?

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1 Transdisciplinaridade, Novas Tecnologias e Compartilhamento de Informações: Perspectiva de Mudanças para o Campo Comunicação/Educação? 1 Rafael Vergili 2 Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) Resumo A Web ajudou a modificar as maneiras de consumir, produzir, reformular e compartilhar informações. No atual contexto tecnológico, a troca de mensagens é facilitada, sem barreiras de tempo e espaço, o que poderia incentivar criações coletivas de interesse público. No entanto, a reclusão disciplinar e alguns obstáculos culturais ainda impedem que se atinja a plenitude no que tange ao entrecruzamento de campos do conhecimento. Para promover reflexão acerca dos temas supracitados e, em especial, sobre a projeção de novos cenários para a educação, por meio de pesquisa bibliográfica são desenvolvidos os seguintes tópicos: contribuições do prosumer nas perspectivas do consumo e do compartilhamento; relação entre avanços tecnológicos e alterações nos conceitos de autoria e autoridade; influência da cultura participatória nas criações coletivas; e associação entre transdisciplinaridade e novas tecnologias para gerar mudanças no contexto educacional. Palavras-chave: educação; transdisciplinaridade; Web; informação; criações coletivas. Introdução Emissores e receptores, antes separados por rígidas fronteiras, tornaram-se indissociáveis após a configuração midiática ter se remodelado com auxílio da Web. Em um novo panorama tecnológico, de fácil apropriação, o intercâmbio de imagens, sons e textos é intensificado. Nesse sentido, os códigos e símbolos gerados artificialmente pelo homem deram origem a mundos paralelos, que simulam a realidade e ganham cada vez mais importância. Pode-se dizer, assim, que a comunicação se baseia, cada vez mais, em bens imateriais, o que contribui para o desenvolvimento, proliferação e domínio por códigos, deslocando as estruturas de produção e consumo da sociedade contemporânea (FLUSSER, 2007; BENKLER, 2007). 1 Trabalho apresentado no Grupo de Trabalho Comunicação, Educação e Consumo, do 3º Encontro de GTs - Comunicon, realizado nos dias 10 e 11 de outubro de Doutorando em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA- USP) e Mestre em Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero.

2 Diante do breve panorama apresentado, o artigo, dividido em quatro itens, além da introdução e das considerações finais, pretende, por meio de pesquisa bibliográfica, promover reflexão sobre o impacto que a cultura participatória 3 e a transdisciplinaridade, associadas ao novo contexto tecnológico, podem provocar em criações coletivas de interesse público e na projeção de novos rumos para a educação. Para isso, o primeiro item apresenta a configuração atual do cenário tecnológico em que a sociedade está inserida, responsável direto por potencializar as atividades do prosumer (consumidor e produtor de informações, de forma simultânea), indivíduo que pode se tornar cada vez mais importante nas mudanças na forma de compartilhamento na Web. As principais referências utilizadas para abordar o tema são: Alvin Toffler (1980, 1990), Don Tapscott e Anthony D. Williams (2007). No segundo item, para tratar da mudança nos conceitos de autoria e autoridade, além da confiabilidade das informações geradas de maneira colaborativa com auxílio das novas tecnologias, são utilizados textos de Brasilina Passarelli (2008) e Jim Giles (2005). Obras de Henry Jenkins (2009, 2012) e de Yochai Benkler (2007) são usadas para abordar a cultura participatória e fan fiction, um arranjo colaborativo que permite a criação de novos textos, quadrinhos, games e filmes a partir de obras originais, introduzindo o fato de criações coletivas poderem contribuir com reflexões de interesse público e tornaram-se pilares norteadores de uma nova caminhada para a revitalização do cenário educacional. Por fim, no quarto item, apoiando-se em referenciais como Edgar Morin (2003), Maria Aparecida Baccega (1999), Muniz Sodré (2012) e Ubiratan D Ambrosio (1994, 1997), busca-se articular os tópicos debatidos anteriormente com o conceito de transdisciplinaridade, na tentativa de facilitar o entendimento de fenômenos ocorridos na Web, como a rápida troca de informações e as obras geradas coletivamente, no intuito de promover reflexão sobre mudanças que podem ocorrer no campo da ciência e da educação, caso evite-se a reclusão disciplinar e, por consequência, produza-se conhecimento unificado e significativo. 3 Devido à tradução literal da expressão participatory culture, Henry Jenkins (2012) usa o neologismo cultura participatória para se referir ao que se costuma chamar de cultura participativa. Optou-se pela utilização da palavra participatória no decorrer do artigo, para manter a ideia original do autor. Atributos referentes a essa cultura serão apresentados no item Cultura participatória e criações coletivas: puro entretenimento ou novas perspectivas para a educação?. 2

3 Prosumer: contribuições para as mudanças nas perspectivas do consumo e do compartilhamento Com o advento da Web, a emissão de informações, antes restrita aos tradicionais veículos de comunicação, foi rompida. Cada pessoa inserida no ambiente digital adquiriu a possibilidade de se tornar não apenas um consumidor de conteúdo, mas, também, um produtor e disseminador de mensagens. Com isso, abriu-se espaço para interações mais frequentes e, por consequência, a oportunidade de criar, remixar e/ou revitalizar textos, obras artísticas, entre outros processos e produtos comunicacionais, que podem favorecer obras coletivas (JENKINS, 2009). É desse contexto que surge a figura do prosumer, aglutinação das palavras producer + consumer (em português, produtor e consumidor). Tal condição já havia sido iniciada no livro Take Today: The Executive as Dropout, de Marshall McLuhan e Barrington Nevitt (1972), mas o termo que expressasse de maneira concisa as duas características foi apresentado pela primeira vez em 1980, por Alvin Toffler, na obra A Terceira Onda. Posteriormente, o conceito foi retomado em Powershift: as mudanças do poder, pelo próprio Toffler (1990) e, com considerações sobre novas características do ambiente, por Don Tapscott e Anthony D. Williams (2007). Não é raro notar o uso do termo prosumer traduzido para o português, ora com duas letras s, como no caso de João Távora, responsável pela tradução do livro de Alvin Toffler (1980), que optou por prossumidor, ora com um s só, caso de Jose Octavio Islas-Carmona (2008) e José Manuel Corona Rodríguez (2012). No presente artigo, no entanto, optou-se por utilizar sempre a expressão original prosumer 4, relatada em The third wave, de Alvin Toffler (1980), em que o autor trata basicamente de três ondas na história da humanidade: a primeira caracterizada pela sociedade agrícola, a segunda calcada na sociedade industrial e a terceira baseada na tecnologia. O prosumer, pessoa que, simultaneamente, consome e produz conteúdo, estaria inserido nas três ondas mencionadas anteriormente, mas ganharia destaque no momento atual, pois o consumo priorizaria a troca de informações em detrimento de produtos materiais/físicos (TOFFLER, 1980; BENKLER, 2007). Parte dessa mudança ocorre por razões econômicas. Antigamente, a replicação de conteúdo de maneira analógica muitas vezes era inviabilizada pelos altos custos associados ao processo. Por 4 Ao realizar uma revisão bibliográfica é possível encontrar outros termos que definem a junção de papéis entre consumidores e produtores de informação. Axel Bruns (2008a, 2008b), por exemplo, opta por utilizar o termo produser. Carolina Frazon Terra (2011), por sua vez, prefere empregar usuário-mídia. E Inês Amaral (2012) utiliza consumidor 2.0. Porém, por ter sido o primeiro termo utilizado para descrever a figura do consumidor de informações que também produz conteúdo, estar mais consolidado e ter seu uso recorrente na maior parte da bibliografia disponível sobre temas relacionados, optou-se pela manutenção do uso do termo prosumer no presente artigo. 3

4 exemplo, para compartilhar uma música com outra pessoa, era necessário gravar uma fita cassete a partir de outra fita, ou de um disco de vinil, o que fazia com que a quantidade de cópias existentes trouxesse consigo um custo proporcional fixo associado. Ou seja, o custo era alto, o conteúdo replicado geralmente possuía qualidade inferior, não existiam muitas possibilidades de remixagem e as tecnologias disponíveis para a realização da cópia eram escassas (LESSIG, 2010; SHAPIRO; VARIAN, 1999). No entanto, as inovações tecnológicas das últimas décadas e, mais recentemente, a emergência de redes sociais, com interfaces cada vez mais amigáveis, tornaram a apropriação mais frequente por parte da sociedade. Ou seja, uma substituição do átomo para os bits começou a ser incorporada, o que proporcionou o rompimento das limitações do espaço físico e a quebra da barreira do tempo, o livre trânsito de informações pela rede e a ampliação de oportunidades de troca de informações sem custos associados. Isso permite que não especialistas, de maneira criativa e não linear, criem, repliquem, reformulem, exponham e difundam mensagens para um grande número de pessoas, de qualquer parte do mundo, instantaneamente, estimulando uma comunicação voltada para a colaboração e, consequentemente, para o desenvolvimento de criações coletivas de maneira cada vez mais rápida (TOFFLER, 1980; BENKLER, 2007; LESSIG, 2008; TAPSCOTT, 2010; CASTELLS, 2011, AMARAL, 2012). Portanto, de acordo com Don Tapscott e Anthony D. Williams (2007) é possível verificar que as pessoas, com auxílio da tecnologia, conseguem exceder a concepção de simples consumidores, mudando as práticas de produção e influenciando diretamente os processos comunicacionais: Os usuários mais avançados, na realidade, não aguardam por um convite para transformar um produto em uma plataforma para as suas próprias inovações. Eles simplesmente organizam suas próprias comunidades de prosumers on-line, em que compartilham informações relacionadas ao produto, colaboram em projetos customizados, envolvem-se no comércio e trocam dicas, ferramentas e partes de produtos. (TAPSCOTT; WILLIAMS, 2007: 126, tradução nossa) Diante do ambiente Web e da consequente possibilidade da fácil troca de informações, muitos pontos precisam ser discutidos. Dentre os mais polêmicos estão as mudanças provocadas no conceito de autoria e autoridade, que serão debatidos mais detalhadamente no próximo item do artigo. 4

5 Relação entre avanços tecnológicos e alterações nos conceitos de autoria e autoridade As mudanças no conceito de autoria e autoridade possuem relação inextricável com os avanços tecnológicos. No que tange à autoria, uma das principais dificuldades encontradas refere-se à identificação de pessoas que produziram determinado tipo de texto ou expressão original, principalmente em decorrência das constantes remixagens de conteúdo e do anonimato possibilitado pela Web (PASSARELLI, 2008). Entre as características e possibilidades mais comuns nesse ambiente, Cíntia Dal Bello (2010: 12) sugere: a) sonegação parcial ou adulteração de informações pessoais; b) dissimulação da identidade oficial por meio da adoção de fake profile; c) uso superficial de múltiplas plataformas e perfis; d) restrição do número de amigos; e) classificação dos amigos em grupos para personalizar a disponibilidade dos conteúdos publicados; f) aplicação de cadeados aos conteúdos publicados (o que limita sua visibilidade à rede de amigos autorizados); g) seleção de imagens para publicação que não revelem a localização geográfica da residência, da escola e de locais de trabalho; h) uso de canais de comunicação mais apropriados para tratar de assuntos privados. Já no caso da autoridade, o destaque, principalmente no que se refere ao saber científico, fica por conta da validação de textos publicados sem o processo de legitimação por entendimento entre pares, também conhecido por peer review (PASSARELLI, 2008). Essa discussão, todavia, não é recente. Em 2005, em análise comparativa, desenvolvida pela Revista Nature, entre quarenta e dois artigos da Enciclopédia Britânica e da Wikipédia, cinquenta especialistas em revisão científica avaliaram que a diferença no número de omissões críticas, erros factuais e declarações enganosas era pequena três erros por artigo na enciclopédia impressa e quatro equívocos na on-line (GILES, 2005). Mesmo com os resultados do estudo divulgados, o debate sobre a confiabilidade de textos coletivos e, em especial, de enciclopédias com essas características como a Wikipédia, mencionada anteriormente ainda está em curso, longe de obter uma resposta definitiva. A partir da análise, inclusive, aumentaram as discussões sobre a metodologia utilizada, alegando-se que os verbetes e artigos analisados estariam estritamente ligados à ciência, o que pode ter feito com que muitas informações da enciclopédia on-line tenham sido copiadas de versões impressas ou de sites de universidades. A dúvida, no entanto, persistirá. Quase dez anos se passaram e a Enciclopédia Britânica não mais possui versão impressa, nem o mesmo número de profissionais, enquanto a Wikipédia alterou suas políticas de publicação e revisão para tentar aprimorar o sistema de contribuições, o que pode ter reduzido ou aumentado a diferença de erros entre as publicações. Independentemente dos resultados, fica uma reflexão: ainda que dividam opiniões quanto à 5

6 confiabilidade e dificultem a identificação de autoria, criações coletivas sejam elas de áudio, vídeo ou texto representam um indicativo para novas maneiras de consumir, possuir, compartilhar, reformular e disseminar informações? Cultura participatória e criações coletivas: puro entretenimento ou novas perspectivas para a educação? Ao tomar como base a questão levantada no item anterior como pressuposto básico, propõese, ao seguir a ideia de cultura participatória, promover reflexão acerca das novas possibilidades que as criações coletivas, potencializadas pelas novas tecnologias, são capazes de gerar no âmbito da educação. Basicamente, a cultura participatória se relacionaria com as novas possibilidades geradas pela Web e seria composta por: suporte técnico adequado para compartilhamentos entre pessoas; livre expressão artística e possibilidade de engajamento cívico, em que indivíduos possam acreditar que suas contribuições serão importantes; e orientação informal (sem líder específico) de fluxo de informações para criações coletivas de interesse público (JENKINS et. al., 2009). Deve-se ressaltar, todavia, que apesar de importantes alicerces, as novas tecnologias, de maneira isolada, não podem ser consideradas as únicas responsáveis pelos processos de colaboração entre pessoas. A alteração principal tem que ser a do próprio indivíduo, encorajado pela ruptura das limitações de espaço e tempo, da passagem do analógico para o digital, e da consequente multidirecionalidade incorporada no ambiente, responsável por facilidades no trânsito de informações, de forma não linear, simples e sem regras (BENKLER, 2007). Ainda na perspectiva técnica, Yochai Benkler destaca a característica nonrival da informação. Ou seja, diferentemente de produtos físicos, devido à sua imaterialidade, a informação pode ser consumida por diversas pessoas ao mesmo tempo, inclusive sem demandar custos adicionais de produção. Esse fator, por si só, já facilita a participação ativa de indivíduos, uma vez que o foco da expressão individual é alterado para o envolvimento livre de interesses comuns, dando origem a comunidades que possam expressar produções e consumos marginais, em detrimento de produtos institucionalizados (BENKLER, 2007; JENKINS, 2012). Um exemplo desse arranjo colaborativo e não institucional característico da cultura participatória é a fan fiction, descrita, de maneira geral, como o desenvolvimento de novas histórias, geralmente por fãs, a partir de filmes, textos, quadrinhos, romances, séries de TV ou games, quase sempre distribuídas gratuitamente no ambiente digital, o que pode gerar inquietação em outros 6

7 potenciais autores e, por consequência, revitalizar o impulso criativo (BENKLER, 2007; JENKINS, 2009). Nessa perspectiva, portanto, gera-se um círculo vicioso de participação em que o texto é apenas o ponto de partida; leitores podem estar motivados a responder à obra criando outras novas. Obras literárias não simplesmente nos iluminam; elas também nos inspiram ou, talvez mais precisamente, nos provocam (JENKINS, 2012: 15). De acordo com Henry Jenkins (2012), essas obras e criações em contínuo andamento, ou seja, raramente estáticas, geralmente estão vinculadas ao entretenimento, mas poderiam ser aplicadas ao contexto da educação: [...] surgiu um forte conjunto de argumentos sobre os benefícios educacionais da comunidade de fãs como um espaço de aprendizado informal, especialmente para os jovens fãs. Cada vez mais experts em literatura estão reconhecendo que recriar, recitar e se apropriar de elementos de histórias preexistentes é uma parte valiosa e orgânica do processo pelo qual crianças desenvolvem a cultura literária. Educadores gostam de falar sobre criar andaimes, as maneiras pelas quais o processo pedagógico funciona de uma maneira passo-a-passo, encorajando crianças a experimentarem novas habilidades baseadas naquelas que já aperfeiçoaram, dando suporte para novos passos até se sentirem confiantes para dar outros novos passos por conta própria. Na sala de aula, o professor providencia o andaime. Na cultura participatória, toda a comunidade toma a responsabilidade de ajudar os novatos a encontrarem seu caminho. (JENKINS, 2012: 22, grifo do autor) Nesse sistema de intensa participação e de auxílio coletivo, destaca-se a libertação das amarras comerciais e da possibilidade de entrecruzamento de campos do conhecimento, facilitandose a formação de pessoas mais preparadas para os desafios da sociedade contemporânea, até mesmo do ponto de vista científico, como será discutido no próximo item, que abordará mais detalhadamente como a transdisciplinaridade pode ser aplicada com auxílio da Web. Transdisciplinaridade associada às novas tecnologias: elementos que podem mudar o contexto educacional/científico? Acredita-se que o cenário de cultura participatória apresentado no item anterior é favorável para explorar de modo intensificado a transdisciplinaridade. O termo surgiu em 1970, no I Congresso Internacional sobre Interdisciplinaridade, realizado na cidade de Nice, na França. Jean Piaget, reconhecido educador suíço, ao abordar um dos temas do evento, mencionou a palavra trandisciplinaridade para indicar um caminho para o rompimento da dicotomia entre sujeito e objeto (THEOPHILO, 2004; MARTINEZ, 2008). O debate se ampliou em 1986, por meio da Declaração de Veneza, desenvolvida a partir de discussões realizadas no Colóquio A Ciência diante das Fronteiras do Conhecimento. Os debates prosseguiram em mais três declarações, 7

8 referentes a encontros ocorridos em Vancouver, Belém e Tóquio, que inclusive tiveram participação do matemático brasileiro Ubiratan D Ambrosio (1994, 1997). No entanto, o termo ganhou abrangência e apoiadores a partir do I Congresso Mundial de Transdisciplinaridade, realizado em Portugal, no ano de 1994, em que foi redigida uma Carta oficial, por Lima de Freitas, Edgar Morin e Basarab Nicolescu (1994), na qual foram oferecidas diretrizes sobre a transdisciplinaridade, definida como a abertura, e não necessariamente o domínio, de diversas disciplinas, permitindo atravessá-las e ultrapassá-las. De maneira geral, o conceito também teria relação com a ideia de que em determinado momento as movimentações internas de cada disciplina atingem um limite, conseguindo evoluções apenas quando o intercâmbio com outras áreas é realizado. Ou seja, as disciplinas não deveriam ser hierarquizadas, tornando possível uma nova abordagem, híbrida, capaz de construir conhecimento unificado e significativo, de transcender linhas divisórias, mas com a proposta de manter características e técnicas específicas de cada uma (D AMBRÓSIO, 1994; BACCEGA, 1999; FRANÇA, 2002; THEOPHILO, 2004; ROCHA FILHO; BASSO; BORGES, 2007; MARTINEZ, 2008). Como destaca Maria Aparecida Baccega (1999: 7), [...] as fronteiras entre os campos de conhecimento tornaram-se fluidas. Embora cada um dos campos guarde suas especificidades (Linguagem, História, Sociologia, Antropologia etc.), há entre eles um intercâmbio permanente, formando novos campos, em outro patamar. Ao tentar aplicar os conceitos supracitados em um contexto tecnológico muito mais avançado como é o atual, dever-se-ia encontrar facilidades para o entrecruzamento de campos do conhecimento, mas não é o que ocorre na maioria das vezes. Ao tomar como base algumas das ideias de Edgar Morin (2003), percebe-se que persiste a ideia de que as disciplinas não podem ser constituídas em torno de uma concepção organizadora comum, especialmente entre os cientistas formados a partir dos modelos clássicos do pensamento. A superespecialização, apesar de proporcionar benefícios no que tange à divisão do trabalho (no sentido de contribuir para que partes especializadas formem um todo organizador), é responsável por fragmentar o saber e, por exemplo, separar ciência e filosofia. Essa discussão, inclusive, ocorre desde 1959, no livro As Duas Culturas, de Charles Percy Snow, em que o autor destacou a nítida separação entre o que chamou de intelectuais literários e cientistas. O primeiro grupo entendia que cientistas desconsideravam as condições humanas e a arte envolvidas em pesquisas. O segundo grupo, por sua vez, afirmava que os intelectuais literários não possuíam balizamento empírico em suas evidências, reproduzindo pensamentos de autores 8

9 anteriores e tornando-se muito inventivos. Resumidamente, os dois grupos não conseguiam identificar pontos de contato para articularem objetos de estudo, fazendo avaliações destrutivas e, por vezes, equivocadas, contribuindo para criar um abismo de incompreensão entre eles (SNOW, 1993). Ao tentar transitar entre as duas culturas, Snow (1993) identificou a partir da segunda edição do livro, lançada em 1963, o surgimento de uma terceira cultura, que, teoricamente, poderia reduzir a dicotomia entre cientistas e intelectuais literários. A ideia partia de uma advertência do próprio autor, que afirmava que o aumento da separação entre as duas culturas (também abordadas como humanidades e ciências ditas duras) estaria coibindo oportunidades criativas de produção e gerando obstáculos para resoluções de diversas questões científicas e sociais. No entanto, um fato que demonstra que a junção entre campos do conhecimento ainda está distante, e precisa ser trabalhada, pode ser observada no artigo The Third Culture: Beyond the Scientific Revolution, de John Brockman (1995), em que se verifica que cientistas, por não conseguirem espaço em jornais e revistas, além de entenderem que os intelectuais literários cometiam diversos equívocos de interpretação sobre objetos de estudo, em vez de se unirem ao grupo, resolveram adquirir técnicas de redação e iniciaram um processo de popularização da ciência, com linguajar de entendimento público e aumento considerável no número de publicações vendidas com conteúdo científico mais acessível. Essas discussões, que já duram mais de cinquenta anos, só aumentam a reclusão disciplinar, separando campos da ciência e impedindo que os avanços tecnológicos ofereçam reais benefícios para a educação, principalmente em uma perspectiva científica, para a população. Edgar Morin (2003), nesse sentido, propõe a multicruzalidade, que evitaria que o saber científico fosse reduzido a migalhas, como tem frequentemente acontecido há décadas. O autor defende que a ciência nunca teria se constituído se não fosse transdisciplinar, além de sugerir que se pense em um novo paradigma (que Morin denomina de paradigma da complexidade ) responsável por distinguir e associar, simultaneamente, os domínios científicos. Esse aparente paradoxo ultrapassaria o entendimento estritamente lógico de muitos cientistas, uma vez que buscaria a unidade (unificar) e diversidade (diversificar) ao mesmo tempo. No entanto, Morin justifica essa dialética como uma alternativa para a simplificação, ou seja, uma proposta para motivar a busca infindável pelo diálogo constante com o objeto. Algumas das ideias expostas no texto Comunicação/Educação e transdisciplinaridade: os caminhos da linguagem, de Maria Aparecida Baccega (1999: 7), coadunam com esse conceito: 9

10 Essa dialética entre intercâmbio e especificidade, entre totalidade e particular, num movimento que impede que as disciplinas se fechem em si mesmas e cada uma se considere a melhor, fragmentando a apreensão científica da realidade (que não é compartimentada), constitui a transdisciplinaridade, e é o grande desafio daqueles que se dispõem a refletir, criticar e construir uma nova variável histórica. Para articular os conceitos externados anteriormente, na perspectiva educacional e científica, recorre-se a Muniz Sodré (2012), que afirma que o atual contexto tecnológico pode ser importante para reinventar as formas de ensino e compartilhamento de informações, desde que não se tente simplesmente repetir velhos modelos com auxílio de novas ferramentas, como comentado anteriormente. Em um espaço-tempo vigente extremamente modificado, há renovação cada vez mais veloz das profissões, do ritmo da aprendizagem dos saberes e dos processos produtivos. Porém, é necessário escolher criteriosamente os objetos tecnológicos a serem utilizados, evitando, assim, apenas atingir estatisticamente determinado número de criações coletivas ou de pessoas inseridas em um sistema educacional (ideia utilitarista). Há necessidade de se repensar modelos para que um dia se alcance a plenitude em práticas educacionais. Isso passa, de certo modo, pela averiguação de como o professor poderá se inserir no processo que está em curso, tendo o propósito de gerar debate e reflexão mesmo fora da sala de aula, ambiente em que as informações são trocadas de maneira cada vez mais rápida e sem orientação de fluxo. Educar é, também, tirar o indivíduo da zona de conforto, causar um estranhamento interno e externo, permitindo que a pessoa tenha sua autonomia ampliada, capaz de selecionar quais informações poderiam contribuir para a sua formação ou quais mensagens agregadas poderiam gerar determinada criação coletiva de interesse público (SODRÉ, 2012). Ou seja, preparar pessoas para conviverem em uma sociedade em constante mutação, tornando-se construtores do próprio conhecimento (PASSARELLI, 1995). De forma geral, o que se propõe em um ambiente mundialmente interligado é a ideia de tornar a educação compatível com a diversidade cultural e, quando envolvida com grupos mais homogêneos, com alto grau de escolaridade, atrelar o compartilhamento e a proposta de criações coletivas desvinculados da aprendizagem disciplinar e da divisão departamental do saber, favorecendo a formação do indivíduo em toda a sua amplitude existencial, capaz de realizar análises mais amplas, transteóricas, com visão mais completa sobre objetos de estudo que possam gerar benefícios educacionais e para a sociedade (MACNAMARA, 2010). 10

11 Considerações finais Diante das reflexões propostas no decorrer do artigo, percebe-se que a apropriação tecnológica já faz parte de considerável parcela da população e, em muitos casos, pode ajudar a transformar diversas práticas de compartilhamento, trocas simbólicas e fluxos digitais, ampliando a liberdade de escolha e expressão de mensagens, o que, de certo modo, impacta diretamente os mais variados setores da sociedade. Predicado herdado das conexões das redes, o novo cenário altera as formas de relacionamento e o consumo de informações, facilitando o compartilhamento entre prosumers, seja a troca para criações coletivas voltadas ao entretenimento, para tornar o pensamento mais claro e lógico, em uma perspectiva educacional, ou para formar conhecimento unificado. A tendência de crescimento constante no uso da Web pode aumentar a participação de profissionais e pesquisadores de diferentes países e formações em criações coletivas, valorizando-as e possibilitando a elaboração de materiais cientificamente válidos, com potencial para transformar as práticas educacionais. Nesse sentido, a troca de informações e textos, que já ocorre atualmente, teria apenas que mudar seu foco, do entretenimento, prática mais frequente na atualidade, para finalidades acadêmicas. É possível questionar que considerável parcela do desenvolvimento coletivo de textos parte de motivações pessoais e sociais, fora das obrigações do ambiente científico e educacional, mas, na perspectiva de Henry Jenkins (2012), é preciso encorajar professores, pesquisadores, cientistas e comunicadores a pensarem em modelos de aplicação da fan fiction, por exemplo, de maneira mais formal, uma vez que: [...] o processo de criar obras transformativas muitas vezes motiva uma leitura mais próxima do texto original, que isso fortalece os jovens a pensar por si próprios como autores e portanto a encontrar suas próprias vozes expressivas, especialmente no contexto da atual cultura participatória. (JENKINS, 2012: 23). Ao utilizar uma definição de educação que tem como proposta fundamental garantir a todos os estudantes maneiras de aprender a se expressar plenamente em público e participar ativamente da vida em sociedade, Henry Jenkins et. al. (2009) cita diversos exemplos, especialmente de jovens, que, ao adquirirem determinadas habilidades (ler, escrever, editar, defender a liberdade civil, programar computadores e como gerenciar uma empresa, por exemplo), muitas vezes com o uso específico da Web, tiveram atitudes inovadoras e mudaram a forma de trabalhar em equipe pela 11

12 rede, gerando benefícios educacionais, científicos ou, até mesmo, financeiros. Entre as principais produções estão: no campo do entretenimento, clãs para jogos em comunidades on-line e desenvolvimento de roteiros de filmes vendidos para grandes produtoras, e no campo da educação, a elaboração de textos coletivos com pessoas de mais de cem países e oportunidades de ensino com avaliação por pares. Partindo-se do pressuposto de que essas obras coletivas poderiam envolver diversos campos do conhecimento, não seria impossível tentar retomar a transdisciplinaridade com o propósito de agregar informações de diferentes áreas e gerar conteúdo qualificado. As dificuldades de caráter econômico e tecnológico, como comentado anteriormente, foram reduzidas com as novas tecnologias e, por consequência, poderiam contribuir para evitar que cada complexo disciplinar ignorasse os métodos e propósitos de outro, o que ainda acontece com frequência atualmente. Não se defende que as inovações tecnológicas e, em especial, a Web até mesmo por dificuldades técnicas e acesso de conexão desigual serão capazes de oferecer todas as habilidades necessárias para mudar completamente as práticas de consumo, compartilhamento e ensino disseminadas por décadas na sociedade. O que se sugere é a possibilidade de que o entendimento do novo contexto tecnológico possa complementar uma abordagem sistêmica composta por: família, escola/universidade, mídia, entrecruzamento de campos do conhecimento e atividades extracurriculares, qualificando, assim, os participantes desse ambiente, aqui tratados como prosumers. Dessa maneira, tende-se a aproveitar a oportunidade oferecida pelas novas tecnologias para constituir indivíduos mais preparados, que, por consequência, poderão participar criticamente da sociedade contemporânea. Referências AMARAL, Inês. Participação em rede: do utilizador ao consumidor 2.0 e ao prosumer. Revista Comunicação e Sociedade, Minho, n. 22, p , BACCEGA, Maria Aparecida. Comunicação/Educação e transdisciplinaridade: os caminhos da linguagem. Revista Comunicação & Educação, vol. 5, n. 15, p. 7-14, BENKLER, Yochai. The wealth of networks: how social production transforms markets and freedom. New Haven, CT: Yale University Press, BROCKMAN, John. The Third Culture: Beyond the Scientific Revolution Disponível em: < Acesso em: 30 jul BRUNS, Axel. Blogs, Wikipedia, Second Life, and beyond: from production to produsage. New York: Peterlang, 2008a. 12

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