REFLEXIVA MUDANÇA PARADIGMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

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1 REFLEXIVA MUDANÇA PARADIGMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Resumo FERREIRA, Jacques de Lima - PUCPR CARPIM, lucymara - PUCPR SILVA, Margarete Virgínia Gonçalves UTFPR Área Temática: Educação: Profissionalização Docente e Formação Agência Financiadora: Não contou com financiamento O presente relato originou-se de uma pesquisa-ação realizada por um grupo de 21 professores universitários que freqüentaram a disciplina de Paradigmas Contemporâneos na Prática Pedagógica. Num processo de formação continuada dentro do Stricto Sensu, na qual os docentes puderam refletir sobre os paradigmas conservadores e inovadores da Educação. Teve como finalidade provocar nos docentes uma reflexão paradigmática da formação dos professores que atualmente vem sendo muito discutida, em especial, as tendências e abordagens pedagógicas existentes. A qualidade da formação profissional é muito discutida e deve ser levada a um patamar de relevância na sociedade. No mundo em que vivemos, para que os professores possam acompanhar a aprendizagem dos educandos que vivem no mundo globalizado, eles devem ter como base uma formação que supere os paradigmas conservadores e permita buscar um novo paradigma para suas práticas pedagógicas. Mudar para alcançar a interconexão entre os alunos, a aprendizagem e a produção do conhecimento. Essa mudança deve ser transformadora, reflexiva e paradigmática para que possa atingir o professor e o educando para atuarem na nova sociedade do conhecimento. Palavras-chave: Reflexão; Educação; Mudança; Paradigmas; Formação de Professores. Introdução A pesquisa-ação realizada por um grupo de 21 professores universitários que freqüentaram a disciplina de Paradigmas Contemporâneos na Prática Pedagógica teve como finalidade provocar nos docentes uma reflexão paradigmática da formação dos professores que atualmente vem sendo muito discutida, em especial, as tendências e abordagens pedagógicas. A discussão realizada a partir da leitura crítica permitiu investigar a formação dos professores na área da educação. A preocupação presente nos debates do grupo provocou uma reflexão sobre a falta de qualidade e compromisso de alguns professores com a prática pedagógica. A qualidade da formação profissional é muito discutida e deve ser levada a um

2 10577 patamar de relevância na sociedade. No mundo em que vivemos para que os professores possam acompanhar a aprendizagem dos educandos que vivem no mundo globalizado, eles devem ter como base uma formação que supere os paradigmas conservadores e que busquem optar por um novo paradigma na prática pedagógica. Professores bem formados são a chave para um futuro promissor. Paradigmas conservadores e inovadores Numa visão milenar a abordagem conservadora ou tradicional, o professor é aquela figura que repassa os conteúdos para os alunos repetirem e reproduzirem. Apresenta para os alunos os conteúdos em sala de aula numa relação vertical. Assim, a abordagem tradicional centra-se nos conteúdos transmitidos pelo professor por meio de aulas expositivas. Essa abordagem reflete o paradigma newtoniano-cartesiano que propõe uma visão fragmentada e reducionista (BEHRENS, 2005, MIZUKAMI, 1986). professores. Muitas Universidades ainda oferecem uma visão tradicional para ensinar e formar Dentro da abordagem conservadora, por volta de 1930, aparece o ideário da Escola Nova que veio para contrapor o que era considerado tradicional. Os seus defensores trabalharam para diferenciar as práticas pedagógicas por meio de um movimento que foi influenciado pela psicologia e biologia, promovendo uma visão diferenciada sobre o aluno e a escola. A abordagem escolanovista nesse sentido defende uma visão psicológica na qual considera:... a centralidade da criança nas relações de aprendizagem, o respeito às normas higiênicas na disciplinarização do corpo do aluno e de seus gestos, a cientificidade da escolarização de saberes e fazeres sociais e a exaltação do ato de observar, de intuir, na construção do conhecimento do aluno (VIDAL, 2003, p. 497). Por volta de 1970, com a Revolução Industrial, a Educação sofreu forte influência do ensino numa abordagem tecnicista. O tecnicismo acompanhou a sociedade capitalista que exige um profissional preparado para o mercado de trabalho. A Universidade tenta acompanhar este movimento correndo para lançar ao mercado de trabalho os graduados como profissionais, mas muitas vezes os mesmos não estavam preparados para atuar como técnicos. Transição Paradigmática

3 10578 O século XX, em sua grande parte, caracterizou-se por uma Sociedade de produção em massa, assentada nos pressupostos do paradigma newtoniano-cartesiano. Essa visão paradigmática levou o homem e a sociedade a serem vistos de forma fragmentada, e por conseqüência, o ensino tendo com base a cópia e a reprodução. No final do século XX, a educação é desafiada a atender as exigências da sociedade da informação, e para tanto precisa buscar uma ligação para que haja uma conexão entre a sociedade e a educação. O processo pedagógico conservador restringe as atividades baseadas no escute, leia, decore e repita o que leva a reprodução do conhecimento atual (BEHRENS, 2005). A fragmentação atual do ensino (CAPRA, 1996) precisa ser superada na busca de uma abordagem holística ou sistêmica, visando o aluno com um ser pleno, trabalhando com uma visão sistêmica. A fragmentação proposta pelo paradigma newtoniano-cartesiano deve ser superada para que o professor possa estabelecer uma integração holística e que possa perceber a visão do todo dentro do mundo do aluno e da sociedade (WEIL, 1991). O professor deve juntamente com o aluno atuar por meio de redes de aprendizado com o propósito de ultrapassar a reprodução do conhecimento, possibilitando sua construção com vistas para o aprender a aprender com autonomia. Nesse processo, instigar o aluno para que busque caminhos alternativos e que possa ser crítico, reflexivo e democrático a partir de uma visão interdisciplinar na qual busca totalidade e harmonia. (WEIL, 1991, GATE, 1991). A visão sistêmica alia-se à abordagem progressista, na qual o professor deve ter em mente que a transformação social é a chave para a ligação do mundo social do educando como a realidade a ser vivida. É através dessa transformação social que o professor deve buscar atingir o seu aluno para que ele possa fazer parte dessa transformação e assim continuar a modificar a sociedade. Segundo Behrens (2006, p.87) a abordagem progressista tem como pressuposto central a transformação social, uma abordagem colaborativa, social e crítica fazendo da escola um espaço democrático. Na abordagem progressista o professor deve estar comprometido com a democratização da sociedade, deve mediar o saber elaborado e o conhecimento a ser produzido. Como mecanismo propulsor dos mais importantes avanços humanos, a educação

4 10579 constitui um meio para a melhoria da sociedade e do mundo. A Educação inovadora exige práticas pedagógicas que estabeleçam diferentes maneiras de produzir o conhecimento, principalmente pelo diálogo entre professores e alunos no âmbito de ensinar para que propicie uma educação crítica e questionadora da realidade (FREIRE, 1992). Aliada a visão sistêmica e a abordagem progressista encontra-se a proposta do ensino com pesquisa (BEHRENS, 2005). Na abordagem do ensino com pesquisa Demo (1996, p.1) afirma que o ensino com pesquisa deve inovar o modo de ensinar, em especial, no nível superior. Demo propõe que, ensinar pela pesquisa tem como condição essencial que o profissional da educação seja pesquisador, sou seja, maneja a pesquisa com princípio científico e educativo. O aprender a aprender deve substituir uma rotina mecanicista levando o professor a ser um estimulador e um mediador no ambiente escolar. Para que isso ocorra ele precisar ser um pesquisador, conhecedor, e assim mediar à produção do conhecimento. Mudanças estão acontecendo rapidamente em todo o mundo, em especial, pela sociedade do conhecimento. Essas mudanças devem superar as práticas pedagógicas conservadoras da reprodução do conhecimento. A Universidade deve estar preparada, para subsidiar processos que envolvam gestores e professores para atuar de maneira consciente e reflexiva para formar docentes que possam atuar na produção do conhecimento, significativo e relevante. Formação docente reflexiva Neste novo paradigma, mudanças na formação dos professores devem acompanhar o processo educacional existente e provocar a superação do ensino fragmentado em uma educação sistêmica, reflexiva e democrática. Um novo olhar sobre a formação de professores deve contemplar as mudanças paradigmáticas existentes para que possam atuar em toda esfera da sociedade do conhecimento, e nesse processo de mudanças paradigmáticas buscar a interação sistêmica e reflexiva para ajudar a transformar a sociedade. Formar professores reflexivos atuantes e democráticos que transformem o ensino no qual, os alunos devem ser capazes de liderar, aprender a improvisar, ensinar e aprender, inovar e articular. Estas são as bases do profissional para atuar na sociedade atual do conhecimento (ALARCÃO, 2003).

5 10580 Os gestores das políticas educacionais, as escolas e a grande maioria dos professores continuam concebendo a formação dos professores com uma visão tradicional oferecendo os cursos pedagógicos, de capacitação, treinamento, aperfeiçoamento e reciclagem em todos os níveis. Esse paradigma conservador na formação dos professores deve dar lugar a processos que envolvam a discussão crítica sobre a docência, o ensino e a aprendizagem (MONTEIRO, 2003). Na área educacional, as influências do pensamento cartesiano-newtoniano aparecem ainda na formação da nova geração de professores. Os atuais problemas da educação não podem ser resolvidos com base nos enfoques fragmentados que caracterizam nossas instituições governamentais e acadêmicas, gerados por modelos culturais ou conceituais obsoletos e irrelevantes (MORAES, 1998). A formação continuada inovadora projeta um paradigma na qual o professor torna-se reflexivo, isto é, do professor que reflete sobre a sua prática, que pensa, que elabora a teoria em cima dessa prática. Para tanto, superar o paradigma que hoje domina a área de formação de professores (NÓVOA, 1991). A formação de professores inovadores envolve o conceito de prática reflexiva e surge como um modo possível dos professores interrogarem as suas práticas de ensino. A reflexão fornece oportunidades para voltar atrás e rever acontecimentos e práticas. A expressão prática reflexiva aparece muitas vezes associada à investigação sobre as práticas. Uma prática reflexiva confere poder aos professores e proporciona oportunidades para o seu desenvolvimento. A idéia de reflexão surge associada ao modo como se lida com problemas da prática profissional, à possibilidade da pessoa aceitar um estado de incerteza e estar aberta a novas hipóteses dando, assim, forma a esses problemas, descobrindo novos caminhos, construindo e concretizando soluções (ZEICHNER E LISTON, 1996). O professor investigador deve ser formado na Universidade para se tornar um docente reflexivo, mas trata-se de uma condição necessária e não de uma condição suficiente, isto é, na investigação a reflexão é necessária mas não basta. Na verdade, a reflexão pode ter como principal objetivo fornecer ao professor informação correta e autêntica sobre a sua ação, as razões para a sua ação e as consequências dessa ação; mas essa reflexão também pode apenas servir para justificar a ação, procurando defender-se das críticas e justificar-se. Assim, a qualidade e a natureza da reflexão são mais importantes do que a sua simples ocorrência. Zeichner alerta quando escreve: O importante é o tipo de reflexão que queremos incentivar nos nossos

6 10581 programas de formação de professores, entre nós, entre nós e os nossos estudantes e entre os estudantes (1993, p. 50). É relevante salientar que mudanças devem ocorrer no cenário educacional para que possa garantir ensino inovador e professores com práticas pedagógicas estimuladoras e promotoras da autonomia do educando. Formando professores para a sociedade do conhecimento A formação do professor para gerar o paradigma inovador, propõe uma visão crítica, reflexiva e transformadora na Educação e exige a interconexão de múltiplas abordagens, visões e abrangências. (CAPRA,1996, 2002; MORIN, 2002). O paradigma da complexidade busca a superação da lógica linear e atende a uma nova concepção que tem como eixo articulador a totalidade e a interconexão. O paradigma da complexidade começa a semear uma nova visão de homem, de sociedade e de mundo (MORAES, 1998, 2004; BEHRENS, 2005, 2006). Na formação de docentes para atuar no novo paradigma requer processos de qualificação contínua e que abordem uma visão crítica, reflexiva e transformadora. O movimento paradigmático para preparar os professores que convivem na Sociedade do conhecimento exige um processo que envolva propostas de formação de professores que superem a formação atual desse professor. O caminho da superação exige a busca de alternativas que levem à reflexão (NÓVOA, 1991). Assim, qualificar os professores para desafiá-los a modificar e transformar seu papel como docente com consciência crítica e reflexiva. A formação seria focalizada no processo e não no produto, pois precisa ser contínua, progressiva e ampla e que propicie o desenvolvimento e o aprimoramento da teoria em aliança com a prática docente reflexiva. Nóvoa (2003) afirma que a maneira como cada um de nós ensina está diretamente relacionada àquilo que somos como pessoa. Neste sentido, formar o professor implica também no compromisso de se discutir e buscar uma compreensão de totalidade na comunicação entre os participantes do processo de ensino e aprendizagem, na qual a troca de conhecimentos poderá desenvolver uma postura mais crítica dos alunos, estimulando-os

7 10582 também a trabalhar em equipe e revelando seu caráter pesquisador construtivo. Nesse sentido, cabe a reflexão de Fazenda quando alerta: O diálogo supõe para que realmente ocorra uma atitude de abertura, uma relação de reciprocidade, de amizade e de receptividade que basicamente só poderá ocorrer se houver antes uma interação em conhecer o outro (1994 p. 56). Por meio de situações de diálogo e troca de informações, o ser humano desenvolve atitudes próprias da transdisciplinaridade, deparando-se com a oportunidade de ampliar seu interior, seus conhecimentos, sua capacidade de trabalhar a comunicação e valores fundamentais, como cooperação, respeito e colaboração. Redirecionar o cenário pedagógico atual significa enxergar nas relações interpessoais que ocorrem no espaço, à possibilidade de construção e reconstrução de conhecimento, tornando-se ferramenta essencial na formação dos professores (FAZENDA, 1994). Ao buscar revisar o significado de sua atividade, o aluno-docente pode perceber e considerar sua profissão como uma práxis criadora e inovadora. Esse processo de busca do significado de sua ação poderá ocorrer a partir da investigação sobre sua prática docente, que, por sua vez, revela-se no seu cotidiano. O constante processo de reflexão sobre a práxis pedagógica possibilita a construção da própria teoria, articulando um processo de formação continuada. A postura crítico-criativo poderá auxiliar a tomar iniciativas para resolução de problemas encontrados no dia-a-dia pedagógico por meio também da criação de soluções inovadoras e produtivas (MONTEIRO, 2003). Incentivar os professores no sentido da adoção de uma postura crítico-reflexivoconstrutiva significa buscar reavaliar seus saberes aplicados durante sua prática pedagógica e valorizar novos conhecimentos adquiridos a partir do relato das experiências vividas por outros docentes. Freire (1997, p. 27), enfatiza a necessidade das pessoas profundamente darem-se conta da realidade sociocultural que molda as suas vidas, bem como da capacidade de transformar essa mesma realidade agindo nela.

8 10583 Consciência crítica e reflexiva para a formação de docentes O desenvolvimento de uma consciência crítica ainda na formação do docente sobre a relação necessária entre teoria e prática, seria o diferencial que conduziria dialeticamente tal relação rumo de uma nova práxis. Portanto, o exercício da docência, enquanto ação transformadora que se renova tanto na teoria quanto na prática, requer necessariamente o desenvolvimento dessa consciência crítica e reflexiva (SCHMIED-KOWARZID, 1983). E, neste sentido, podemos dizer que o exercício da ação docente requer preparo. Preparo que não se esgota nos cursos de formação, mas, para o qual há uma contribuição específica enquanto formação teórica (em que a unidade teoria e prática é fundamental) para a práxis transformadora. A práxis, assim, insere-se na atividade docente que, enquanto uma prática social (SCHMIED-KOWARZID, 1983, p. 133). Analisando a formação docente, a partir de um contexto de práxis, na perspectiva da construção de novos conhecimentos, que não se limitam ao momento da formação inicial, mas principalmente, estende-se por todo percurso profissional do professor, podemos assim dizer, que a tríade: formador, formando e conhecimento se faz mediante uma relação dialética, sendo esta, uma característica necessária à realização da práxis (SCHMIED- KOWARZID, 1983). Neste sentido, Freire (1997, p.25) nos coloca que: [...] ensinar não é só transferir conhecimentos, a nosso ver, o ato de ensinar descontextualizado da práxis não transforma, assim, concordo com este autor quando diz: Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. Portanto, os professores precisam em sua formação conquistar uma práxis em que a visão holística, crítica e reflexiva seja integradora na formação desse profissional. Na qual a academia precisa formar professores pesquisadores, democráticos e transformadores sociais para atuarem no mundo do conhecimento e atingirem o êxito da aprendizagem. Considerações finais A proposta do grupo de pesquisa-ação composto por 21 professores universitários, da disciplina de Paradigmas Contemporâneos na Prática Pedagógica, foi buscar a superação de um fazer pedagógico fragmentado. Nas leituras críticas e discussões com o grupo ao longo do processo foi possível perceber que esta superação só acontecerá quando houverem mudanças

9 10584 na formação do profissional de educação, entendendo-as em seus pressupostos mecanicistas ultrapassados. Partindo do paradigma tradicional para o paradigma emergente ou da complexidade, apresentando caminhos que sejam inovadores, por meio de uma metodologia reflexiva, dialógica e holística, possibilitando um novo fazer pedagógico da Universidade e do educador. Refletir sobre os fatores que determinam estas práticas leva o professor a repensar e a reconstruir seu papel de mediador, facilitador, do processo ensino aprendizagem, chegando ao ideal da educação que há tanto tempo vem sendo buscado: a educação para a autonomia. Por conta disso, o grupo de pesquisa-ação realizando estudos individuais e coletivos, propõe um fazer pedagógico inovador, que promova o exercício da produção cooperada, fortalecer saberes e experiências vividas pelos educandos, levando-os a construção de uma aprendizagem significativa e um aprender contextualizado, conduzindo o aluno a transformarse em um ser integral, holístico e autônomo. REFERÊNCIAS ALARCÃO, Isabel. Escola reflexiva e nova racionalidade. Porto Alegre: Artmed, BEHRENS, Marilda Aparecida. O paradigma emergente e a prática pedagógica. Petrópolis: Vozes, Projetos de aprendizagem colaborativa num paradigma emergente. IN: MORAN, J. M., MASETTO, M. T., BEHRENS, M.A. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 10 ed, Campinas: Papirus, CAPRA, Fritjof. A teia da vida. Uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. São Paulo: Cultrix,1996..As conexões ocultas. Ciência para uma vida sustentável. São Paulo: Cultrix, DEMO Pedro. Educar pela pesquisa. Campinas, SP: Autores Associados, FAZENDA, Ivani. Interdisciplinaridade. 2 ed. SP: Papirus, 1994, 144 p. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, Pedagogia da Autonomia. SP: Paz e Terra, 1997, 152 p. GLOBAL ALLIANCE FOR TRANSFORMING EDUCATION. Educacion Una perspectiva holística. P.O.Grafton, Vermont USA,1991.

10 10585 MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo:EPU,1986. MORAES, Maria Cândida. Paradigma educacional emergente. Campinas, SP: Papirus,1998..Pensamento eco-sistêmico. Educação, aprendizagem e cidadania no século XXI. Petrópolis, RJ: Vozes, MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, MONTEIRO, Silas Borges. Epistemologia da Prática: O professor reflexivo e a pesquisa colaborativa. In: PIMENTA, Selma Garrido; GHEDIN, Evandro (Orgs.). Professor reflexivo no Brasil. 3. ed. São Paulo: Cortez, p NÓVOA, Antonio. Profissão professor. Porto, Portugal: Porto, et al. Profissão Professor. Portugal:Porto Editora, 2003, 192 p. SCHMIED-KOWARZIK, Wolfdietrich. Pedagogia dialética: de Aristóteles a PauloFreire.Trad. Wolfgang Leo Mar. São Paulo: Brasiliense, VIDAL, Diana Gonçalves. Escola Nova e processo educativo. In: LOPES, Eliane Marta, FIGUEIREDO, Luciano e GREIVAS, Cynthia (orgs.). 500 anos de educação no Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 3ª. Ed., WEIL, Pierre.O Novo Paradigma Holístico. Ondas à procura do mar. In: BRANDÃO, Denis & CREMA, Roberto. O novo paradigma holístico. Ciência, filosofia, artes e mística. São Paulo: Summus, ZEICHNER, K.; LISTON, D. (1996). Reflective teaching: An introduction. Hillsdale, NJ:Lawrence Erlbaum. ZEICHNER, K. (1993). A formação reflexiva de professores: Ideias e práticas. Lisboa: Educa.

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